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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Jul 2026 05:10:02 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Fim à vista para a onda de calor? Alívio no litoral, temperaturas extremas no interior: o tempo para esta terça-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 05:15:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Calor extremo não desaparece do país: no interior, no Alentejo e em parte do Algarve, os termómetros continuam a poder aproximar-se dos 40 a 42 graus]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A onda de calor que tem afetado Portugal continental começa a dar sinais de enfraquecimento esta terça-feira, sobretudo no litoral Norte e Centro, onde a entrada de ar marítimo mais fresco deverá provocar uma descida acentuada das temperaturas. Ainda assim, o calor extremo não desaparece do país: no interior, no Alentejo e em parte do Algarve, os termómetros continuam a poder aproximar-se dos 40 a 42 graus.</p>
<p>Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a descida das temperaturas deverá continuar de forma gradual ao longo da semana, com redução progressiva dos avisos meteorológicos. A meteorologista Patrícia Marques explicou que a onda de calor deverá manter-se, pelo menos, até quarta-feira, mas que, a partir daí, várias estações deixarão de cumprir os critérios de onda de calor, à medida que os valores regressam ao que é considerado normal para a época.</p>
<p><strong>Litoral com alívio e manhã de nevoeiro</strong></p>
<p>A mudança mais sentida deverá ocorrer junto à faixa costeira, em particular no litoral Norte e Centro. A entrada de uma massa de ar marítimo, mais fresca e húmida, deverá trazer uma descida significativa das máximas face aos valores extremos registados nos últimos dias.</p>
<p>Em algumas zonas do Minho e do litoral Norte, a diferença face ao pico de calor do fim de semana poderá ser muito expressiva, com localidades que chegaram a rondar os 42 ou 43 graus a descerem para valores próximos dos 23 a 25 graus. O dia deverá começar com neblinas, nevoeiros e nuvens baixas junto à costa ocidental, podendo ocorrer chuviscos fracos e localizados durante a manhã.</p>
<p><strong>Interior ainda sob calor intenso</strong></p>
<p>A realidade será diferente no interior, onde o ar quente deverá resistir durante mais tempo. Em Trás-os-Montes, nas Beiras, nos vales do Tejo e no Alentejo, as temperaturas continuarão muito elevadas, com máximas que poderão atingir 40 a 42 graus em alguns locais.</p>
<p>O IPMA prevê céu pouco nublado ou limpo no continente, com vento em geral fraco a moderado do quadrante oeste, tornando-se mais intenso a partir da tarde. As mínimas também começam a descer em várias regiões, mas as noites continuarão quentes em zonas do interior e do Sul, onde a recuperação térmica será mais lenta.</p>
<p><strong>Avisos continuam ativos, mas já sem vermelho esta terça-feira</strong></p>
<p>Depois dos avisos vermelhos que marcaram os últimos dias, esta terça-feira o país deverá continuar com vários distritos sob aviso devido ao calor, mas com menor severidade. De acordo com a atualização do IPMA, Beja, Évora, Faro, Bragança, Castelo Branco, Guarda e Portalegre estarão sob aviso laranja por tempo quente até quarta-feira à noite. Coimbra, Leiria, Lisboa, Santarém, Setúbal, Vila Real e Viseu estarão sob aviso amarelo no mesmo período.</p>
<p>Na Madeira, as regiões montanhosas estarão sob aviso laranja por persistência de valores muito elevados da temperatura máxima, enquanto a costa norte, a costa sul e Porto Santo estarão sob aviso amarelo até quarta-feira à noite. Nos Açores, a previsão aponta para períodos de céu muito nublado, abertas e possibilidade de aguaceiros fracos, mais prováveis no Grupo Oriental.</p>
<p><strong>Perigo de incêndio continua elevado</strong></p>
<p>Apesar da descida da temperatura no litoral, o perigo de incêndio rural mantém-se como uma das principais preocupações, devido ao calor acumulado, à baixa humidade em várias regiões e à persistência de valores elevados no interior. A Proteção Civil tinha já alertado para o agravamento do perigo de incêndio rural associado ao tempo quente e seco, num contexto em que grande parte do território continental continuava sob níveis elevados de risco.</p>
<p>O risco é particularmente relevante nas zonas do interior Norte e Centro, no vale do Tejo, no Alentejo e no Algarve, onde as temperaturas deverão permanecer muito altas. O perigo de incêndio rural é calculado pelo IPMA com base em fatores como temperatura do ar, humidade relativa, vento e precipitação registada nas 24 horas anteriores.</p>
<p><strong>Madeira quente e Açores abafados</strong></p>
<p>Nos arquipélagos, o cenário será mais estável, mas ainda com calor. Na Madeira, o céu deverá apresentar-se em geral limpo ou pouco nublado, com maior nebulosidade nas encostas viradas a norte e em Porto Santo, mas sem precipitação significativa. As temperaturas máximas deverão ficar próximas dos 27 a 30 graus, com vento fraco a moderado de noroeste.</p>
<p>Nos Açores, a previsão aponta para períodos de céu muito nublado, alternando com abertas, sobretudo no Grupo Central. Poderão ocorrer aguaceiros fracos nas ilhas orientais. O ambiente deverá manter-se abafado e húmido, com temperaturas máximas entre os 25 e os 28 graus e mínimas próximas dos 18 a 21 graus.</p>
<p><strong>Onda de calor com fim à vista</strong></p>
<p>A tendência para os próximos dias é de descida gradual da temperatura, primeiro no litoral e depois no interior. Segundo Patrícia Marques, até ao final da semana não deverá ser necessário voltar a emitir avisos de tempo quente, embora algumas regiões, sobretudo no Alentejo, ainda possam manter valores elevados durante mais tempo.</p>
<p>A partir desta quarta-feira, a onda de calor deverá perder expressão na maior parte das estações meteorológicas, com o país a regressar gradualmente a temperaturas mais próximas do normal para julho. Até lá, o contraste será evidente: alívio junto ao Atlântico, mas calor ainda severo no interior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785873]]></sapo:autor>
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		<title>Confrontos no interior de prisão no Sri Lanka provocam pelo menos 25 mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 05:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Confrontos no interior de uma prisão nos arredores da capital do Sri Lanka causaram a morte de, pelo menos, 25 pessoas, na maioria reclusos, e deixaram mais de 100 feridos, informaram as autoridades na segunda-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Confrontos no interior de uma prisão nos arredores da capital do Sri Lanka causaram a morte de, pelo menos, 25 pessoas, na maioria reclusos, e deixaram mais de 100 feridos, informaram as autoridades na segunda-feira.</P><br />
<P>A agitação na prisão de Negombo, a cerca de 35 quilómetros a norte de Colombo, começou entre os reclusos no domingo e, quando os guardas tentaram intervir na segunda-feira, os reclusos &#8220;começaram a atacar os funcionários prisionais&#8221;, segundo o porta-voz da prisão, A.C. Gajanayake, citado pela agência Associated Press.</P><br />
<P>Alguns reclusos tentaram fugir, mas foram detidos, acrescentou a mesma fonte.</P><br />
<P>Um responsável do principal hospital público da região informou que sete funcionários prisionais e 18 reclusos morreram, enquanto outros 43 se encontram a receber tratamento devido a ferimentos. </P><br />
<P>A mesma fonte, que falou sob condição de anonimato, acrescentou que três outros hospitais estão a tratar de dezenas de feridos.</P><br />
<P>O ministro da Justiça do Sri Lanka, Harshana Nanayakkara, afirmou que o primeiro confronto eclodiu entre dois bandos rivais ligados ao tráfico ilegal de drogas. </P><br />
<P>Uma vez restabelecida a ordem na segunda-feira à noite, os reclusos que lideraram a violência foram transferidos para duas outras prisões, acrescentou Nanayakkara.</P><br />
<P>Os distúrbios justificaram o destacamento de tropas do exército do país para o entorno da prisão.</P><br />
<P>As prisões do Sri Lanka estão em sobrelotação, com mais de 39 mil reclusos amontoados num sistema com uma capacidade total para apenas 10 mil presos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786111]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Banco central abre mercado da China continental a dívida emitida em Macau</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/banco-central-abre-mercado-da-china-continental-a-divida-emitida-em-macau/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 05:04:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do banco central da China, Pan Gongsheng, anunciou hoje que a dívida emitida em Macau poderá ser vendida no mercado da China continental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do banco central da China, Pan Gongsheng, anunciou hoje que a dívida emitida em Macau poderá ser vendida no mercado da China continental.</P><br />
<P>O governador do Banco Popular da China (PBC, na sigla em inglês) disse que o mercado chinês também irá abrir-se às obrigações emitidas na vizinha região de Hong Kong, quer sejam denominadas em dólares de Hong Kong ou em renmimbi.</P><br />
<P>Pan falava num discurso proferido durante uma cimeira, realizada em Hong Kong, sobre o programa Bond Connect, que permite aos investidores da China continental aceder a mercados de dívidas externos.</P><br />
<P>O líder do PBC anunciou que a quota anual de investimento líquido no Bond Connect irá subir de 500 para 800 mil milhões de yuan (de 64 para 103 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Pan prometeu ainda reforçar o investimento das reservas cambiais da China continental em ativos em Hong Kong, para apoiar o mercado financeiro da antiga colónia britânica.</P><br />
<P>&#8220;Isto dará vitalidade ao desenvolvimento de Hong Kong&#8221;, disse o governador, citado pela imprensa local.</P><br />
<P>Pan disse que o lançamento de mais produtos financeiros denominados em renmimbi é uma grande oportunidade para Hong Kong atrair mais investidores estrangeiros, incluindo fundos soberanos.</P><br />
<P>O líder do banco central da China confirmou que Hong Kong lançará em breve contratos de futuros de obrigações em renminbi a cinco anos, tendo como alvo prioritário investidores externos.</P><br />
<P>Macau tem apostado nos serviços financeiros entre a China e os países de língua portuguesa para diversificar a economia da cidade, altamente dependente dos casinos e do turismo.</P><br />
<P>O banco do bloco BRICS, o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), anunciou em 26 de junho a primeira emissão de dívida em Macau, no valor de 50 milhões de dólares (43,9 milhões de euros).</P><br />
<P>A sucursal de Macau do Banco Industrial e Comercial da China, que organizou a emissão de dívida, informou em comunicado que o dinheiro será investido em &#8220;projetos de infraestruturas sustentáveis no Brasil&#8221;, sem revelar mais detalhes.</P><br />
<P>O regulador financeiro da região chinesa, a Autoridade Monetária de Macau (AMCM), fiz saber que a dívida foi &#8220;totalmente subscrita&#8221; pelo Fundo de Cooperação e Desenvolvimento China-Países de Língua Portuguesa.</P><br />
<P>Este fundo foi criado há 10 anos pelo Banco de Desenvolvimento da China (CDB, na sigla em inglês), um banco estatal, e pelo Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Macau, com um capital de mil milhões de dólares (875 milhões de euros).</P><br />
<P>Em fevereiro, o novo presidente da AMCM, Simon Vong Sin Man, prometeu, ao tomar posse, reforçar o papel da região como fornecedor de serviços financeiros entre a China continental e os mercados lusófonos.</P><br />
<P>Em janeiro, o CDB tornou-se o primeiro banco estatal chinês a emitir dívida em Macau, no valor de 5,5 mil milhões de yuan (710 milhões de euros), também para financiar projetos nos países de língua portuguesa.</P><br />
<P>Em janeiro de 2025, Henrietta Lau Hang Kun, dirigente da AMCM, disse que os bancos centrais de Angola e Timor&#8211;Leste estavam interessados em emitir dívida pública na região, para atrair investidores da China continental.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786110]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministro mexicano da Economia regressa a Washington para negociações sobre T-MEC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 04:28:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro mexicano da Economia informou que viaja hoje para Washington para preparar a segunda ronda de negociações sobre a revisão do T-MEC, o acordo de comércio livre entre México, Estados Unidos e Canadá.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro mexicano da Economia informou que viaja hoje para Washington para preparar a segunda ronda de negociações sobre a revisão do T-MEC, o acordo de comércio livre entre México, Estados Unidos e Canadá.</P><br />
<P>Marcelo Ebrard anunciou, através de uma mensagem nas redes sociais, a viagem à capital dos Estados Unidos, onde, segundo afirmou, representará os interesses comerciais do seu país, na sequência da recusa de Washington em prorrogar o acordo.</P><br />
<P>&#8220;Tenho recebido muitas perguntas sobre as minhas atividades para a próxima quarta-feira, 08 de julho. Partilho convosco que amanhã [08 de julho] embarco num voo para Washington para preparar a próxima ronda de negociações para a revisão do T-MEC; na quarta-feira estarei lá a representar os interesses do México&#8221;, anunciou Ebrard. </P><br />
<P>A viagem de Ebrard ocorre depois de Washington ter anunciado, em 01 de julho, que não irá prorrogar o acordo na sua forma atual, dando lugar a um processo de revisões anuais.</P><br />
<P>Apesar de os EUA terem recusado prorrogar o acordo por mais 16 anos, a Presidente do México, Claudia Sheinbaum, manifestou-se otimista na sexta-feira em relação à conclusão de um acordo, considerando que as negociações entre os três países das Américas do Norte no âmbito da primeira revisão anual do tratado comercial estão &#8220;muito avançadas&#8221;.</P><br />
<P>Perante a situação de incerteza decorrente da recusa de Washington em prorrogar o T-MEC, a Presidente insistiu que existe certeza para investir no México, uma vez que o tratado &#8220;se mantém&#8221;, pelo menos, até 2036. </P><br />
<P>Quanto à posição comercial do México, Sheinbaum classificou como &#8220;absolutamente falso&#8221; que o país tenha negociado mal com Washington e afirmou que o Canadá se encontra &#8220;em condições ainda mais desfavoráveis&#8221; do que as que o México enfrenta &#8220;neste momento&#8221;.</P><br />
<P>O T-MEC entrou em vigor a 01 de julho de 2020, substituindo o NAFTA.</P><br />
<P>Embora os Estados Unidos tenham descartado, por enquanto, a prorrogação do tratado para além de 2036, o próprio acordo permite que os três parceiros acordem uma prorrogação de 16 anos a qualquer momento, caso consigam resolver as divergências que motivam as revisões anuais.</P><br />
<P>O Presidente dos EUA, Donald Trump, já tinha manifestado dúvidas quanto à prorrogação do acordo, ao afirmar que o país &#8220;não precisa de nada&#8221; dos seus parceiros da América da Norte.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786109]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>NATO/Cimeira: Governo antecipa &#8220;reafirmação da unidade da Aliança&#8221; e destaca reforço de investimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 04:26:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo português acredita que a cimeira da NATO, que arranca hoje na Turquia, representará um momento de "reafirmação da unidade da Aliança" e da "centralidade do Atlântico", destacando que o reforço em Defesa não comprometeu as contas públicas. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo português acredita que a cimeira da NATO, que arranca hoje na Turquia, representará um momento de &#8220;reafirmação da unidade da Aliança&#8221; e da &#8220;centralidade do Atlântico&#8221;, destacando que o reforço em Defesa não comprometeu as contas públicas. </P><br />
<P>De acordo o gabinete do primeiro-ministro, Luís Montenegro, a cimeira da Aliança Atlântica, que decorre até terça-feira em Ancara, capital da Turquia, representará para o país &#8220;um momento muito importante&#8221; a vários níveis. </P><br />
<P>Em primeiro lugar, a cimeira representará um momento de &#8220;reafirmação da unidade da Aliança e da centralidade do Atlântico para a segurança da Europa &#8211; como Portugal sempre sublinhou&#8221;. </P><br />
<P>Esta cimeira decorre numa altura de tensão entre a Europa e os Estados Unidos da América, com a administração norte-americana a recuar no seu investimento no âmbito da Aliança Atlântica, inclusive com a retirada de tropas, argumentando que cabe aos aliados europeus um maior papel na defesa daquele continente. </P><br />
<P>O Governo português sublinha que &#8220;cumpriu o compromisso que assumiu&#8221;, tendo investido 2,01% do PIB em Defesa &#8211; um reforço de 1,6 mil milhões de euros num ano &#8211; &#8220;sem comprometer a estabilidade das contas públicas ou as políticas sociais&#8221;.</P><br />
<P>O executivo realça ainda que dispõe &#8220;de uma trajetória credível para continuar a investir responsavelmente e com o propósito de melhor capacitar as forças armadas em linha com as metas definidas pela NATO&#8221; &#8211; na última cimeira, em Haia, os aliados subiram para 5% a meta de investimento até 2035.</P><br />
<P>Portugal assume-se como &#8220;um contribuinte líquido para a segurança transatlântica, ao participar em diversas missões da Aliança, como na Roménia, que o primeiro-ministro visitou em 2025, ou no policiamento aéreo do Báltico&#8221;, destaca o executivo.</P><br />
<P>&#8220;A Cimeira de Ancara deverá confirmar a força do vínculo transatlântico, com base na reafirmação do compromisso dos EUA para com a Aliança e a assunção de maiores responsabilidades por parte dos países europeus, adiantou a mesma fonte. </P><br />
<P>O executivo realça que a Europa tem vindo a fazer este reforço &#8220;de há anos a esta parte&#8221; o que &#8220;permitirá um melhor equilíbrio no seio da relação transatlântica&#8221;.</P><br />
<P>Além disto, na ótica do executivo português, esta cimeira &#8220;deverá permitir reafirmar o apoio à Ucrânia, que é essencial à segurança da Europa, e sublinhar a necessidade de desenvolver as indústrias de defesa, com todas as oportunidades económicas que daí decorrem&#8221;.</P><br />
<P>No plano do desenvolvimento das indústrias do setor, o Governo realça a importância de ter uma &#8220;atenção específica às PME, centrais ao tecido produtivo&#8221; português.</P><br />
<P>A cimeira da NATO vai decorrer em Ancara, capital da Turquia, país no qual Portugal tem atualmente dois navios reabastecedores a ser construídos: o NRP Luís de Camões e o D. Dinis, com entrega prevista para 2028.</P><br />
<P>Numa altura em que os EUA exigem um reforço do pilar europeu da NATO e criticam fortemente alguns aliados, &#8211; nomeadamente países como Espanha, Itália ou o Reino Unido que recusaram ceder as suas bases militares para operações ofensivas contra o Irão, &#8211; Portugal tem mantido uma postura colaborante sem antagonizar a administração norte-americana.</P><br />
<P>O país tem sido até elogiado pela administração de Donald Trump, nomeadamente no que toca ao uso da Base das Lajes, nos Açores, e a aliança transatlântica pode inclusive ser reforçada caso Portugal escolha os F-35 norte-americanos para substituir os F-16 &#8212; decisão que não se prevê que saia desta cimeira.</P><br />
<P>O negócio está a ser disputado também por empresas europeias, como a Saab, que usam o argumento do reforço da autonomia estratégica da UE como trunfo.</P></p>
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		<item>
		<title>NATO/Cimeira: Aliados reunidos em Ancara com investimento em Defesa e apoio à Ucrânia na agenda</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 04:26:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A cimeira da NATO arranca hoje em Ancara, capital da Turquia, com foco no reforço do investimento em Defesa, nomeadamente dos aliados europeus face a um recuo dos Estados Unidos (EUA), e no apoio à Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A cimeira da NATO arranca hoje em Ancara, capital da Turquia, com foco no reforço do investimento em Defesa, nomeadamente dos aliados europeus face a um recuo dos Estados Unidos (EUA), e no apoio à Ucrânia.</P><br />
<P>De acordo com a agenda oficial da cimeira de chefes de Estado e de Governo dos 32 Estados-membros da Aliança Atlântica, que vai decorrer até quarta-feira no Palácio Presidencial de Ancara, vão ser discutidos três assuntos: o investimento em Defesa, o reforço da produção industrial e o apoio à Ucrânia.</P><br />
<P>A reunião decorre numa altura de tensão entre a Europa e os EUA, com a administração norte-americana liderada pelo republicano Donald Trump a recuar no seu investimento no âmbito da Aliança Atlântica, inclusive com a retirada de tropas do território europeu, argumentando que cabe aos aliados europeus um maior papel na defesa do chamado &#8220;velho continente&#8221;.</P><br />
<P>Além disto, o último ano foi marcado por críticas de Trump a alguns países da NATO como Espanha, Reino Unido ou Itália, por terem recusado a utilização pelos EUA de bases militares para operações militares contra o Irão, bem como ameaças do Presidente norte-americano de recorrer à força militar para anexar a Gronelândia, um território autónomo da Dinamarca.</P><br />
<P>Já na cimeira do ano passado, em Haia, Países Baixos, Trump pressionou os países europeus a reforçar o seu investimento em Defesa, tendo sido acordado que até 2035 os aliados deverão atingir a meta dos 5% do Produto Interno Bruno (PIB): 3,5% para gastos com Forças Armadas, equipamento e treino; e 1,5% em investimentos como infraestruturas e indústria.</P><br />
<P>Numa tentativa de evitar que Trump volte a ameaçar abandonar a Aliança, o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, tem argumentado que a Europa e o Canadá aumentaram significativamente as suas despesas militares e estão a cumprir com o compromisso assumido, que deverá sair reforçado de Ancara.</P><br />
<P>Portugal, que será representado pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, e os ministros dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e da Defesa, Nuno Melo, atingiu em 2025 pela primeira vez a meta dos 2% do PIB em Defesa e aumentou em 1,6 mil milhões de euros o investimento nesta área desde a cimeira de Haia.</P><br />
<P>Apesar da postura de avanços e recuos de Donald Trump quanto ao conflito na Ucrânia, a cimeira deverá também reafirmar o apoio da NATO a Kiev, a nível militar, económico, financeiro ou energético, estando previsto que o chefe de Estado ucraniano, Volodymyr Zelensky, participe no jantar que será oferecido hoje pelo Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan.</P><br />
<P>Estão previstas declarações de abertura do secretário-geral da NATO, Mark Rutte, no Fórum da Indústria de Defesa da Aliança, evento que decorre em simultâneo com a cimeira, e novamente à tarde, após um encontro com Zelensky.</P><br />
<P>Este fórum irá reunir governantes, empresas e &#8216;start-ups&#8217;, incluindo portuguesas, que desenvolvem produtos em áreas que vão da Inteligência Artificial ao ciberespaço, passando por drones ou mísseis. </P><br />
<P>A declaração final que sairá desta cimeira deverá também incluir uma breve referência à guerra no Irão, com um parágrafo no qual se sublinhará que Teerão não pode dispor de armas nucleares e será defendida a importância da liberdade de navegação no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>A cimeira decorre na Turquia, país que aderiu à NATO em 1952, quatro anos após a sua fundação, e que tem ganho um lugar de destaque no setor da Defesa europeu, designadamente através da produção dos drones Bayraktar.</P><br />
<P>A polícia turca deteve no domingo passado dezenas de ativistas de partidos da oposição e de organizações de esquerda críticos da NATO, no âmbito das medidas rigorosas de segurança que antecederam esta cimeira.</P><br />
<P></P><br />
<P>ARL/TA // SCA </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786107]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil teme recurso dos Estados Unidos &#8220;à força militar&#8221; em solo brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 03:30:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil está preocupado com o "risco de recurso à força militar dos Estados Unidos" no seu território, depois de Washington ter classificado dois grupos criminosos do país como organizações terroristas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Brasil está preocupado com o &#8220;risco de recurso à força militar dos Estados Unidos&#8221; no seu território, depois de Washington ter classificado dois grupos criminosos do país como organizações terroristas.</P><br />
<P>&#8220;Esta classificação unilateral poderá ser invocada para justificar ações extraterritoriais contra instituições brasileiras&#8221;, alertou na quarta-feira o ministro dos Negócios Estrangeiros, Mauro Vieira, numa carta dirigida ao Parlamento brasileiro à qual a agência France Presse teve acesso.</P><br />
<P>O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva opôs-se a essa classificação, que, segundo os Estados Unidos, autoriza todo o tipo de intervenção norte-americana contra os líderes desses grupos em qualquer parte do mundo.</P><br />
<P>Em maio, a Administração norte-americana alegou que os grupos Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) dispunham de &#8220;redes ilícitas&#8221; que &#8220;se estendem muito além das fronteiras do Brasil&#8221;, e declarou os dois grupos como terroristas.</P><br />
<P>As organizações em causa dedicam-se, nomeadamente, ao tráfico de droga e dispõem de outras fontes de rendimento ilegais nos bairros populares brasileiros.</P><br />
<P>Desde o regresso à Casa Branca em 2025, Donald Trump tem vindo a designar como terroristas diversos grupos criminosos noutros países, como os cartéis de Sinaloa, no México, ou o Tren de Aragua, na Venezuela.</P><br />
<P>Washington lançou ataques contra o &#8220;Tren de Aragua&#8221; na Venezuela e tem vindo a levar a cabo ataques mortíferos contra embarcações identificadas como pertencentes a narcotraficantes nas Caraíbas e no Pacífico, sem apresentar quaisquer provas.</P><br />
<P>No Brasil, a oposição de direita saudou a decisão de Washington, acusando o governo de laxismo à medida que se aproximam as eleições presidenciais, que deverão realizar-se em outubro.</P><br />
<P>Os dois países também estão em desacordo quanto à questão dos direitos aduaneiros: a Administração Trump deve decidir até 15 de julho se aplica sobretaxas de 25% a vários produtos brasileiros, na sequência de um inquérito sobre práticas comerciais alegadamente desleais. Acusações rejeitadas pelo Governo brasileiro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786106]]></sapo:autor>
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		<title>Companhia aérea Azul recebe &#8216;luz verde&#8217; para entrar na Bolsa de Nova Iorque</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 02:45:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A companhia aérea brasileira Azul anunciou na segunda-feira ter recebido aprovação para se listar na Bolsa de Nova Iorque, um desenvolvimento que descreveu como "um novo capítulo" que lhe permitirá uma visibiliade global.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A companhia aérea brasileira Azul anunciou na segunda-feira ter recebido aprovação para se listar na Bolsa de Nova Iorque, um desenvolvimento que descreveu como &#8220;um novo capítulo&#8221; que lhe permitirá uma visibiliade global.</P><br />
<P>Com esta autorização, a empresa adiantou que cancelará voluntariamente a atual cotação na NYSE American, uma bolsa de valores norte-americana também sediada em Nova Iorque mas destinada a empresas de pequena e média capitalização.</P><br />
<P>Segundo o comunicado, a Azul prevê que as suas ações comecem a ser negociados na principal bolsa de Nova Iorque a partir da sessão da próxima quinta-feira.</P><br />
<P>O presidente executivo da Azul, John Rodgerson, classificou o acontecimento como &#8220;um novo capítulo&#8221; para a companhia, que &#8220;aumentará a sua visibilidade na comunidade global de investimentos&#8221;.</P><br />
<P>O gestor sublinhou que, após concluir o processo de reestruturação, a transportadora aérea surgiu com &#8220;uma governação melhorada, uma estrutura de capital simplificada e uma base sólida para gerar valor a longo prazo&#8221;.</P><br />
<P>A Azul tinha solicitado proteção judicial ao abrigo da lei de falências dos Estados Unidos em maio de 2025, processo concluído oficialmente em fevereiro passado.</P><br />
<P>Na altura a companhia aérea afirmou ter realizado uma &#8220;transformação abrangente de seu balanço&#8221; e que alcançou os seus principais objetivos, incluindo o &#8220;fortalecimento de sua estrutura de capital, o aumento da liquidez e a redução substancial do endividamento&#8221;, permitindo uma maior sustentabilidade e crescimento a longo prazo das operações.</P><br />
<P>Na nota divulgada esta segunda-feira, a empresa esclareceu que as negociações e operações das ações ordinárias na Bolsa de São Paulo continuarão a decorrer normalmente e sem alterações.</P><br />
<P>A companhia opera em mais de 150 cidades brasileiras, com cerca de 250 rotas diretas no país e voos internacionais para Lisboa, Paris e Orlando nos Estados Unidos</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786105]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Caracas quer retomar voos em pista paralela no principal aeroporto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 02:29:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Venezuela quer retomar em breve alguns voos comerciais numa pista paralela no principal aeroporto do país, que foi danificado pelos sismos de 24 de junho, anunciou a presidente interina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Venezuela quer retomar em breve alguns voos comerciais numa pista paralela no principal aeroporto do país, que foi danificado pelos sismos de 24 de junho, anunciou a presidente interina.</P><br />
<P>Delcy Rodríguez, que inspecionou na segunda-feira os trabalhos de recuperação do Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em Maiquetía, anunciou um &#8220;plano imediato para retomar as operações de voos comerciais o mais rapidamente possível&#8221;, sem especificar quando é esperada a retoma.</P><br />
<P>As declarações foram transmitidas pela emissora estatal Venezolana de Televisión, que exibiu imagens dos equipamentos instalados na pista danificada pelos sismos, que também causaram graves danos nas instalações do terminal, localizado na região devastada de La Guaira, no norte da Venezuela, perto de Caracas.</P><br />
<P>A chefe de Estado determinou o encerramento do aeroporto logo após os sismos e, desde então, várias companhias aéreas transferiram as operações para a cidade venezuelana de Valência, capital do estado de Carabobo (norte), a 172 quilómetros de Caracas por via terrestre.</P><br />
<P>A companhia aérea espanhola Iberia anunciou na segunda-feira que irá retomar, na quinta-feira, os voos regulares para a Venezuela, suspensos desde 26 de junho devido aos terramotos.</P><br />
<P>A transportadora irá operar dois voos semanais entre a capital espanhola Madrid e o Aeroporto Internacional de Valência, com partidas às quintas-feiras e aos domingos.</P><br />
<P>Os voos de regresso a Madrid farão uma escala técnica em Santo Domingo, na República Dominicana.</P><br />
<P>No sábado, Delcy Rodríguez tinha anunciado uma aliança internacional para a recuperação do aeroporto de Maiquetía, embora não tenha adiantado detalhes sobre o plano, que deverá estar concluído esta semana.</P><br />
<P>A presidente afirmou ainda que será iniciado um processo de recuperação dos aeroportos afectados, sem identificar que outros aeroportos sofreram danos, e que toda a infra-estrutura aérea será revitalizada.</P><br />
<P>Em 29 de junho, a Associação Internacional de Transporte Aéreo manifestou o desejo de retomar as operações regulares no principal aeroporto da Venezuela o mais rapidamente possível, mesmo com infraestruturas temporárias, e ofereceu apoio técnico ao Governo de Caracas.</P><br />
<P>Os sismos causaram, pelo menos, 3.535 mortos e 16.740 feridos na Venezuela, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 96 portugueses e lusodescendentes, e outros 60 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes e uma das mais afetadas.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786104]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Bélgica venceu Estados Unidos e a &#8216;batota&#8217; Balogun</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 02:02:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Bélgica qualificou-se na segunda-feira para os quartos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer os coanfitriões Estados Unidos, que apresentaram o 'castigado' Folarin Bolagun, por 4-1, no último jogo dos 'oitavos'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Bélgica qualificou-se na segunda-feira para os quartos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer os coanfitriões Estados Unidos, que apresentaram o &#8216;castigado&#8217; Folarin Bolagun, por 4-1, no último jogo dos &#8216;oitavos&#8217;.</P><br />
<P>Charles De Ketelaere, aos nove e 33 minutos, Hans Vanaken, aos 57, e Romelu Lukaku, aos 90+3, apontaram os tentos dos belgas, enquanto Malik Tillman marcou, aos 31, o golo dos locais, de livre direto, após uma falta sobre Balogun, que viu o vermelho nos &#8217;16 avos&#8217; e foi &#8216;despenalizado&#8217; pela FIFA, numa decisão inexplicável.</P><br />
<P>Nos quartos de final, na sexta-feira, em Inglewood, pela 12:00 locais (20:00 em Lisboa), a Bélgica defronta a Espanha, campeã mundial em 2010, que eliminou Portugal (1-0).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786103]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Toyota planeia expandir fábrica no Texas e mover parte de produção do México</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 01:49:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Toyota anunciou um investimento de 3,6 mil milhões de dólares (33 mil milhões de euros) para ampliar a sua fábrica em San Antonio, no Texas, num projeto que inclui transferir parte da sua produção do México para os Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Toyota anunciou um investimento de 3,6 mil milhões de dólares (33 mil milhões de euros) para ampliar a sua fábrica em San Antonio, no Texas, num projeto que inclui transferir parte da sua produção do México para os Estados Unidos.</P><br />
<P>Num comunicado na segunda-feira, a fabricante japonesa informou que o investimento permitirá construir uma segunda linha de montagem, expandir em cerca de 232 mil metros quadrados o complexo de San Antonio, e criar 2.000 novos postos de trabalho, com o objetivo de aumentar a produção das carrinhas Tacoma, Tundra e Sequoia.</P><br />
<P>O projeto incluirá a transferência gradual de parte da produção de carrinhas &#8216;pick-up&#8217; Tacoma da fábrica na Baja California no México para o Texas de forma gradual ao longo de quase quatro anos, com a Toyota a sublinhar que a decisão faz parte de uma estratégia para reforçar a capacidade industrial na América do Norte.</P><br />
<P>Mesmo assim, a empresa destacou que mantém o compromisso com as operações nos Estados Unidos, Canadá e México, reiterando o apoio a uma rápida renovação do acordo comercial entre os três países, considerado essencial para preservar a competitividade da indústria automóvel regional.</P><br />
<P>O presidente e diretor executivo da Toyota da América do Norte, Ted Ogawa, afirmou que a expansão reflete a confiança da companhia na manufatura norte-americana e contribuirá para fortalecer a cadeia de fornecimento, responder à procura dos consumidores e gerar oportunidades económicas no Texas.</P><br />
<P>Com este investimento, a Toyota elevará para 8,3 mil milhões de dólares (7,6 mil milhões de euros) o montante investido no complexo de San Antonio desde 2003.</P><br />
<P>A empresa prevê que a nova linha de produção entre em funcionamento em 2030, altura em que a instalação praticamente duplicará a sua dimensão atual.</P><br />
<P>A Toyota anunciou em novembro do ano passado que investirá até 10 mil milhões de dólares (8,63 mil milhões de euros) adicionais nos EUA nos próximos cinco anos, na sequência das pressões do Presidente norte-americano, Donald Trump, que impõs investimentos na construção automóvel nos Estados Unidos às maiores empresas mundiais do setor, em alternativa à mitigação de tarifas alfandegárias.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786102]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Samsung anuncia que lucro operacional cresceu 19 vezes no segundo trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 01:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A gigante tecnológica sul-coreana Samsung Electronics anunciou hoje um aumento de 1.810,3% no lucro operacional no segundo trimestre, em comparação com o mesmo período de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A gigante tecnológica sul-coreana Samsung Electronics anunciou hoje um aumento de 1.810,3% no lucro operacional no segundo trimestre, em comparação com o mesmo período de 2025.</P><br />
<P>De acordo com resultados preliminares, a subida de 19 vezes no lucro operacional para o período de abril a junho deverá atingir 89,4 biliões de won (51 mil milhões de euros).</P><br />
<P>A forte procura global por semicondutores avançados utilizados nos centros de dados de inteligência artificial (IA) tem levado os principais fabricantes sul-coreanos a registar lucros recorde e impulsionado o crescimento económico do país.</P><br />
<P>A estimativa, divulgada pela Samsung num comunicado enviado à bolsa de Seul, supera as previsões do mercado em 6,2% e marca um novo recorde trimestral, de acordo com a agência de notícias pública sul-coreana Yonhap.</P><br />
<P>A receita trimestral da tecnológica deverá crescer 129% face ao ano anterior, atingindo 171 biliões de won (98 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Os números definitivos deverão ser divulgados no final de julho.</P><br />
<P>A 29 de junho, o Governo sul-coreano apresentou um ambicioso plano a dez anos para a construção de fábricas de semicondutores avançados e centros de dados de IA.</P><br />
<P>No âmbito deste plano, 800 biliões de won (455 mil milhões de euros) foram alocados à construção de quatro novas fábricas pela Samsung Electronics e pela rival SK Hynix, no sudoeste da Coreia do Sul.</P><br />
<P>O sucesso do sector dos semicondutores de IA na Coreia do Sul também levou a um aumento correspondente da receita fiscal do Estado e alimentou o debate sobre a forma como estas receitas excepcionais devem ser utilizadas.</P><br />
<P>No final de maio, os sindicatos dos trabalhadores da Samsung Electronics aprovaram um acordo salarial que evitou uma greve sem precedentes na Coreia do Sul.</P><br />
<P>O acordo, aprovado por 73,7% dos votos, prevê bónus anuais substanciais ligados aos lucros gerados pela inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>A Samsung e a confederação sindical chegaram a um acordo para evitar uma greve geral, com um compromisso que inclui bónus individuais de até 343 mil euros este ano para 78 mil funcionários da divisão de semicondutores.</P><br />
<P>Os trabalhadores exigiam a eliminação atual do limite máximo para o bónus de desempenho, fixado em até 50% do salário anual, e pedem a substituição por um sistema que reserve 15% do lucro operacional para incentivos.</P><br />
<P>O acordo preliminar inclui um bónus especial para a divisão Device Solutions, responsável pelo negócio de semicondutores, equivalente a 10,5% do desempenho da empresa e sem limite máximo de pagamento.</P><br />
<P>Os funcionários da divisão poderão receber entre 210 milhões e 600 milhões de won (entre 120 mil e 343 mil euros) em bónus, segundo a agência de notícias pública sul-coreana Yonhap.</P><br />
<P>Em 14 de maio, o Governo da Coreia da Sul tinha pedido uma resolução urgente do conflito laboral na Samsung Electronics e avisou que uma greve poderia comprometer a economia do país.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786101]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Petroleiro atacado com projétil não identificado perto de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 00:55:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um petroleiro foi atingido na segunda-feira por um projétil não identificado ao largo de Omã, na região do estreito de Ormuz, informou a agência marítima britânica UKMTO.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um petroleiro foi atingido na segunda-feira por um projétil não identificado ao largo de Omã, na região do estreito de Ormuz, informou a agência marítima britânica UKMTO.</P><br />
<P>&#8220;Um petroleiro informou ter sido atingido por um projétil desconhecido no lado de bombordo, provocando um incêndio, enquanto navegava para sul&#8221;, escreveu a UKMTO num comunicado, acrescentando que o incidente não causou feridos nem danos ambientais.</P><br />
<P>O ataque ocorreu a 8 milhas náuticas (15 quilómetros) a leste de Limah, no Sultanato de Omã.</P><br />
<P>Os navios mercantes têm sido fortemente afetados pelo conflito no Médio Oriente desde 01 de março, quando o Irão fechou esta passagem vital em retaliação pelos ataques norte-americanos e israelitas, tendo os Estados Unidos, por seu lado, imposto um bloqueio aos portos iranianos.</P><br />
<P>O tráfego marítimo foi retomado após a assinatura de um memorando de entendimento entre Washington e Teerão, a 17 de junho, para pôr fim ao conflito.</P><br />
<P>Mas o Irão reitera, apesar da oposição dos Estados Unidos, que não haverá regresso à situação pré-guerra, quando a passagem pelo estreito era gratuita, e ameaça os navios que tentarem contornar a única rota que autorizou, ao longo das suas costas.</P><br />
<P>No final de junho, acusando Teerão de ter atacado dois navios, os Estados Unidos bombardearam o país em retaliação, e o Irão, por sua vez, atacou os vizinhos do Golfo, Kuwait e Bahrein.</P><br />
<P>Teerão e Washington chegaram depois a novo acordo sobre uma trégua nas hostilidades.</P><br />
<P>O estreito de Ormuz constitui a principal rota marítima que liga os países petrolíferos do Médio Oriente ao resto do mundo, em particular aos mercados asiáticos.</P><br />
<P>Em 2024, circulavam diariamente pelo estreito cerca de 20 milhões de barris de crude, o equivalente a quase 20% do consumo mundial de petróleo líquido, segundo a Agência de Energia dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786100]]></sapo:autor>
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		<title>Tribunal da Bolívia prende preventivamente líder de sindicatos que bloquearam estradas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 00:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um tribunal da Bolívia ordenou a prisão preventiva por seis meses do dirigente camponês Vicente Salazar, principal líder dos sindicatos que, entre maio e junho, bloquearam estradas para exigir a demissão do Presidente Rodrigo Paz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um tribunal da Bolívia ordenou a prisão preventiva por seis meses do dirigente camponês Vicente Salazar, principal líder dos sindicatos que, entre maio e junho, bloquearam estradas para exigir a demissão do Presidente Rodrigo Paz.</P><br />
<P>Numa audiência cautelar realizada na segunda-feira, de forma virtual, &#8220;a autoridade jurisdicional determinou a prisão preventiva de Vicente Salazar Limachi no estabelecimento prisional de Chonchocoro pelo período de seis meses&#8221;, afirmou aos meios de comunicação o procurador Walter Lora, membro da comissão do Ministério Público responsável pelo caso.</P><br />
<P>Lora informou que, no fim de semana, após a detenção de Salazar, foi apresentada uma acusação formal contra o detido por alegados crimes de &#8220;instigação pública à prática de crimes, associação ilícita, terrorismo, atentado contra os serviços públicos e atentado contra os meios de transporte&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o funcionário, o tribunal determinou &#8220;a existência de elementos de convicção suficientes quanto à provável prática&#8221; desses crimes e indicou que o Ministério Público fundamentou &#8220;a existência de riscos processuais&#8221; para solicitar a prisão preventiva.</P><br />
<P>A mesma fonte acrescentou que foi solicitado que o líder camponês fosse enviado para a prisão de Chonchocoro, no planalto de La Paz, porque outro dos &#8220;co-investigados&#8221; neste caso já se encontra em prisão preventiva na prisão de San Pedro, cidade onde se situam o Governo e o Parlamento bolivianos.</P><br />
<P>Salazar foi detido no sábado por agentes da polícia, quando se deslocava num veículo, na cidade de El Alto, vizinha de La Paz.</P><br />
<P>O Ministério do Governo (Interior), que apresentou a queixa neste caso, informou no sábado que o líder camponês está &#8220;identificado como um dos dirigentes que participou na organização e convocatória&#8221; dos bloqueios rodoviários registados durante mais de 50 dias em diferentes regiões.</P><br />
<P>Os bloqueios foram liderados pela federação de camponeses de La Paz e pela Central Operária Boliviana (COB), tendo posteriormente contado com o apoio de grupos ligados ao ex-presidente Evo Morales (2006-2019), para exigir a demissão de Rodrigo Paz, que assumiu a Presidência em novembro.</P><br />
<P>O conflito provocou escassez de alimentos, combustíveis e oxigénio medicinal em algumas cidades e causou, pelo menos, 16 mortos, treze dos quais devido à falta de assistência médica atempada causada pelos bloqueios, além de prejuízos económicos superiores a três mil milhões de dólares (2,6 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Após chegar a acordos com setores como a COB, o Presidente boliviano decretou, em 20 de junho, o estado de exceção para levantar os bloqueios, tendo a Polícia e o Exército sido mobilizados para as estradas, a fim de remover os materiais acumulados para obstruir a circulação.</P><br />
<P>Existe também outra queixa criminal contra Salazar, Morales e o líder máximo da COB, Mario Argollo, apresentada pelo Comité Cívico da região oriental de Santa Cruz, por alegados crimes de &#8220;revolta armada, terrorismo e associação ilícita&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786099]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil diz que EUA são arbitrários em tarifa do trabalho forçado e ignoram dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 00:12:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo brasileiro manifestou aos Estados Unidos que a investigação norte-americana sobre trabalho forçado contém conclusões "arbitrárias" e sem base jurídica, defendendo que a tarifa punitiva adicional de 12,5% viola regras da Organização Mundial do Comércio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo brasileiro manifestou aos Estados Unidos que a investigação norte-americana sobre trabalho forçado contém conclusões &#8220;arbitrárias&#8221; e sem base jurídica, defendendo que a tarifa punitiva adicional de 12,5% viola regras da Organização Mundial do Comércio.</P><br />
<P>A posição consta de um documento enviado na segunda-feira ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) durante a consulta pública da investigação sobre trabalho forçado, onde o Brasil e outros 59 países estão incluídos. </P><br />
<P>O Brasil rejeitou integralmente as conclusões divulgadas em 05 de junho e pediu que Washington retire o país da investigação e abandone qualquer medida de retaliação comercial contra produtos brasileiros.</P><br />
<P>Segundo o governo brasileiro, as suas políticas de combate ao trabalho forçado não são injustificadas ou discriminatórias, nem representam um obstáculo ao comércio norte-americano.</P><br />
<P>O documento, assinado pelo ministro de Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, alega que a USTR não identificou qualquer caso concreto de mercadorias produzidas com trabalho forçado no Brasil que tenham entrado no mercado dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Brasília sustenta que o relatório do USTR baseia as suas conclusões em situações ocorridas em outros países e não apresenta qualquer nexo entre esses casos e as cadeias produtivas brasileiras.</P><br />
<P>O governo também acusa a USTR de ignorar as provas apresentadas durante a investigação sobre a legislação brasileira e os mecanismos nacionais de combate ao trabalho análogo à escravidão.</P><br />
<P>&#8220;Ao não abordar as especificidades da situação do Brasil, a conclusão do USTR é incompleta e arbitrária. Ela não reconhece &#8212; muito menos refuta &#8212; as evidências de que o arcabouço jurídico integrado e os esforços de fiscalização do Brasil já alcançam os resultados que o USTR supostamente busca&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Em vez disso, as conclusões baseiam-se em afirmações genéricas e referências a preocupações relacionadas a terceiros países, as quais não estão vinculadas às importações, ao regime jurídico ou ao histórico de fiscalização do Brasil&#8221;, assinala Mauro Vieira no documento.</P><br />
<P>O documento destaca que o Brasil possui um dos mais abrangentes sistemas legais para combater o trabalho escravo contemporâneo por meio de normas penais, inspeções laborais e medidas administrativas.</P><br />
<P>Mauro Vieira cita a atuação dos grupos de fiscalização e a &#8220;Lista Suja&#8221; de empregadores e mecanismos que responsabilizam empresas ao longo das cadeias produtivas.</P><br />
<P>O Brasil também destaca sua participação em convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e iniciativas internacionais voltadas para a erradicação do trabalho forçado.</P><br />
<P>O documento argumenta que tarifas amplas não fortalecem a fiscalização, não eliminam o trabalho forçado e apenas desviam fluxos comerciais, além de aumentar custos para empresas e consumidores norte-americanos.</P><br />
<P>O Governo brasileiro reafirmou que medidas unilaterais adotadas com base na Seção 301 são incompatíveis com o sistema multilateral de comércio.</P><br />
<P>Brasília argumenta que disputas dessa natureza devem ser resolvidas pelos mecanismos de solução de disputas da Organização Mundial do Comércio (OMC) e não por &#8220;sanções unilaterais&#8221;.</P><br />
<P>O Governo brasileiro também afirma que a alegação de prejuízo ao comércio norte-americano é incompatível com os dados da relação bilateral entre os dois países.</P><br />
<P>Segundo o documento, os EUA mantêm um excedente comercial com o Brasil desde 2007 e registaram saldo positivo superior a 29 mil milhões de dólares (25,37 mil milhões de euros) em bens e serviços durante 2024.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786097]]></sapo:autor>
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		<title>Canadá escolhe Thyssenkrupp Marine Systems para lhe construir 12 submarinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 23:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Canada escolheu o grupo alemão Thyssenkrupp Marine Systems (TKMS) para construir a sua frota de submarinos militares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O Canada escolheu o grupo alemão Thyssenkrupp Marine Systems (TKMS) para construir a sua frota de submarinos militares. </P><br />
<P>&#8220;Estou muito satisfeito por anunciar que o Canadá escolheu a TKMS como fornecedor privilegiado&#8221; para construir os 12 submarinos, disse hoje o primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, durante uma deslocação à base militar Halifax, antes de viajar para a cimeira da NATO, na Turquia. </P><br />
<P>As negociações vão começar agora e devem acabar até ao final de 2027, acrescentou Carney, detalhando que os quatro primeiros submarinos devem ser entregues em 2034.</P><br />
<P>&#8220;A soberania do nosso país, com costas com três oceanos e pelo maior litoral do mundo, depende das nossas capacidades marítimas&#8221;, realçou Carney, insistindo em particular na importância geoestratégica crescente do Ártico e sobre o papel do Canadá da defesa desta zona. </P><br />
<P>Ora, o Canadá só tem quatro submarinos velhos, dos quais apenas um consegue navegar. </P><br />
<P>A aquecer três a quatro vezes mais rápido do que o resto do planeta, o Ártico atrai cada vez mais interesses externos, com o degelo a permitir o acesso a recursos, como hidrocarbonetos, minerais e peixe, e a abertura de novas rotas marítimas.  </P><br />
<P>&#8220;Na véspera da abertura da cimeira da NATO, o governo canadiano envia um sinal forte em favor da cooperação transatlântica e europeia na indústria da defesa&#8221;, congratulou-se o chanceler alemão, Friedrich Merz, em comunicado.</P><br />
<P>O Canadá aumentou fortemente as suas despesas em defesa desde a chegada de Carney ao governo, em 2025, e prevê gastar 82 mil milhões de dólares canadianos em cinco anos, para cumprir a meta da NATO de as despesas em defesa equivalerem a cinco por cento do produto interno bruto até 2035.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786096]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ex-dirigentes sírios condenados na Áustria por tortura e ferimentos de detidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 23:42:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dois ex-dirigentes do regime sírio durante a Presidência de Bashar al-Assad foram condenados por um tribunal austríaco a oito anos de prisão, por tortura e ferimentos graves a uma vintena de pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dois ex-dirigentes do regime sírio durante a Presidência de Bashar al-Assad foram condenados por um tribunal austríaco a oito anos de prisão, por tortura e ferimentos graves a uma vintena de pessoas.</P><br />
<P>Os condenados são o ex-chefe de um departamento dos serviços e informações e o ex-chefe da polícia criminal. </P><br />
<P>Este foi um dos primeiros julgamentos contra ex&#8211;dirigentes sírios pela repressão na era de Al-Assad, que fugiu para a Federação Russa no início de dezembro de 2024, depois da ofensiva vitoriosa de rebeldes encabeçados pelo Hayat Tahrir al-Sham (HTS).</P><br />
<P>A sentença realça que ambos eram &#8220;pilares dos serviços policiais e de informações&#8221; de Al-Assad, no quadro de um regime que torturava &#8220;de forma sistemática&#8221;.</P><br />
<P>O tribunal de Viena denunciou, em particular, que estes dois ex-altos dirigentes eram &#8220;garantes da custódia&#8221; dos detidos, o que significaria que eram responsáveis por assegurar a proteção destes detidos e garantir que não se usava violência contra os mesmos. </P><br />
<P>A procuradoria austríaca criticou os acusados por se terem declarado impotentes perante o tribunal de Viena e apresentado como meros instrumentos da maquinaria repressiva do regime. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786095]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EUA expressam &#8220;profunda preocupação&#8221; com míssil lançado de submarino chinês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 23:36:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos expressaram "profunda preocupação" após a China realizar um teste de lançamento de um míssil balístico estratégico a partir de um submarino nuclear para o Oceano Pacífico, informou o Departamento de Estado norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos expressaram &#8220;profunda preocupação&#8221; após a China realizar um teste de lançamento de um míssil balístico estratégico a partir de um submarino nuclear para o Oceano Pacífico, informou o Departamento de Estado norte-americano.</P><br />
<P>&#8220;Num momento em que os Estados Unidos se empenham mais do que nunca para impedir a proliferação nuclear, a China faz o oposto. A rápida e opaca expansão do arsenal nuclear de Pequim é motivo de profunda preocupação para a região e para o mundo&#8221;, refere o comunicado divulgado na segunda-feira.</P><br />
<P>O míssil, equipado com uma ogiva simulada de treino, foi lançado às 12:01 locais (05:01 em Lisboa) e atingiu com precisão a zona marítima prevista, informou a agência noticiosa oficial chinesa Xinhua.</P><br />
<P>Segundo a agência estatal, o ensaio integrou o plano anual de treino das Forças Armadas chinesas, foi previamente comunicado aos países relevantes e &#8220;não está dirigido contra nenhum país nem alvo específico&#8221;, tendo decorrido em conformidade com o direito e as práticas internacionais.</P><br />
<P>A Xinhua indicou apenas que o lançamento foi efetuado por um submarino nuclear estratégico da Marinha do Exército de Libertação Popular para &#8220;águas internacionais relevantes&#8221; do Pacífico, sem revelar o tipo de míssil, a classe do submarino ou o local exato do impacto.</P><br />
<P>De acordo com o jornal de Hong Kong South China Morning Post, trata-se do primeiro teste conhecido de um míssil lançado de um submarino chinês desde 1982 e do primeiro realizado a partir de um submarino de propulsão nuclear.</P><br />
<P>O teste motivou críticas do Japão, da Austrália e da Nova Zelândia, além dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786094]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo alemão prevê subida de 32,6% nos gastos com defesa em 2027</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 23:34:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo alemão aprovou o projeto de Orçamento do Estado para 2027, que contempla um aumento de 32,6% nos gastos em defesa, para um montante de 109,7 mil milhões de euros (ME), anunciou o vice-chanceler.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo alemão aprovou o projeto de Orçamento do Estado para 2027, que contempla um aumento de 32,6% nos gastos em defesa, para um montante de 109,7 mil milhões de euros (ME), anunciou o vice-chanceler.</P><br />
<P>Lars Klingbeil, também ministro das Finanças do governo liderado por Friedrich Merz, realçou em conferência de imprensa na segunda-feira que a Alemanha está a &#8220;cumprir as suas responsabilidades dentro da NATO&#8221;, organização que se reúne na terça e na quarta-feira numa cimeira em Ancara, capital da Turquia.</P><br />
<P>A estimativa implica uma subida de 3,7% face ao valor que o Governo alemão projetara no passado mês de abril para a defesa em 2027 &#8212; 105,8 mil ME &#8211;, além do aumento superior a 30% face aos gastos com defesa no ano em curso, de 82,7 mil ME.</P><br />
<P>O orçamento projetado inclui ainda 30 mil ME oriundos de um fundo especial para as Forças Armadas para o próximo ano, mais do que os 25 mil ME alocados neste ano.</P><br />
<P>O Ministério da Defesa, liderado por Boris Pistorius, vai dispor assim de uma verba de 139,7 mil ME em 2027, no âmbito de um plano financeiro em que se perspetivam novos aumentos com gastos em defesa nos anos seguintes.</P><br />
<P>Segundo esse plano, o montante destinado à defesa pode crescer para 153,9 mil ME em 2028, para 162,9 mil ME em 2029 &#8211; ano em que a Alemanha pretende honrar o compromisso com a NATO de investir 3,5% do PIB no setor militar &#8211; e para 183,7 mil ME em 2030.</P><br />
<P>&#8220;A Europa tem de ser capaz de exercer a dissuasão e a autodefesa. A paz na Europa está ameaçada pelos delírios imperialistas de [Vladimir] Putin, Presidente da Rússia, numa escala não vista há muito tempo&#8221;, ressalvou Lars Klingbeil.</P><br />
<P>Para o vice-chanceler, é impossível &#8220;compensar décadas de falta de investimento nas capacidades de defesa&#8221; sem &#8220;contrair novas dívidas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É como tentar chegar à Lua sem um foguetão&#8221;, frisou o ministro das Finanças alemão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786093]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Cuba sofre apagão à escala nacional</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 23:22:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um apagão a escala da ilha está a ocorrer hoje em Cuba, que se confronta com a descida das reservas de combustível e uma rede de distribuição de eletricidade com problemas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um apagão a escala da ilha está a ocorrer hoje em Cuba, que se confronta com a descida das reservas de combustível e uma rede de distribuição de eletricidade com problemas. </P><br />
<P>O apagão no país, com cerca de 10 milhões de habitantes, foi noticiado pela estatal Electric Union, que adiantou que a causa está a ser investigada.</P><br />
<P>O Ministério da Energia e Minas adiantou que ativou protocolos para restaurar o fornecimento de eletricidade. </P><br />
<P>A disponibilidade de combustível tem estado com problemas desde janeiro, quando o Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou sujeitar a taxas alfandegárias qualquer país que venda ou forneça petróleo à ilha.</P><br />
<P>Os serviços de transporte público foram suspensos na sua maioria e, nos hospitais, foram canceladas dezenas de milhares de cirurgias. </P><br />
<P>O Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, acusou os EUA de tentarem &#8220;incitar o conflito social ao estrangular o fornecimento de combustível a Cuba&#8221;. </P><br />
<P>Cuba só produz 40% do combustível que precisa. Os 730 mil barris de petróleo descarregados por um navio russo em março esgotaram-se no final de abril. </P><br />
<P>O governo tem racionado o fornecimento de energia, com cortes que chegam a durar mais de 24 horas. </P><br />
<P>Um apagão em meados de maio afetou as províncias orientais, mas outro em meados de março atingiu toda a ilha. </P></p>
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