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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 17 Jul 2026 11:26:07 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Embaixada de Portugal em Pequim sublinha o “papel vital de um sistema de justiça internacional forte e independente”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 11:25:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Pequim]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal assinalou o Dia Mundial da Justiça Internacional, reafirmando o seu compromisso com o fortalecimento de um sistema de justiça internacional "forte e independente" e com a defesa do Direito Internacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal assinalou o Dia Mundial da Justiça Internacional, reafirmando o seu compromisso com o fortalecimento de um sistema de justiça internacional &#8220;forte e independente&#8221; e com a defesa do Direito Internacional.</p>
<p>Numa mensagem divulgada pela Embaixada de Portugal em Pequim, o Governo português sublinha que o respeito pelo Estado de Direito continua a ser um pilar essencial para a construção de &#8220;um mundo mais pacífico e mais justo&#8221;.</p>
<p>A publicação destaca ainda a importância de preservar uma ordem internacional baseada em regras, num contexto de crescente instabilidade geopolítica e de desafios à aplicação do Direito Internacional.</p>
<p>Portugal reitera, por isso, o seu compromisso com os princípios consagrados na Carta das Nações Unidas e com uma ordem internacional assente na justiça, na igualdade entre os Estados e na aplicação coerente do Direito Internacional.</p>
<p>O Dia Mundial da Justiça Internacional é assinalado anualmente a 17 de julho, data que marca a adoção do Estatuto de Roma, tratado que criou o Tribunal Penal Internacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790665]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>&#8220;Lei das burcas&#8221; sob fogo da Amnistia: organização fala em discriminação e violação de direitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 11:24:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Amnistia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[parlamento]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Organização sustenta que, apesar de o texto final já não fazer referência explícita ao Islão, a medida terá um impacto direto sobre as mulheres muçulmanas que optam por usar véu integral, colocando em causa a liberdade de religião e de expressão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Amnistia Internacional Portugal criticou a aprovação da chamada &#8220;lei das burcas&#8221;, considerando que o diploma aprovado pela Assembleia da República é discriminatório e incompatível com a proteção dos direitos humanos.</p>
<p>A organização sustenta que, apesar de o texto final já não fazer referência explícita ao Islão, a medida terá um impacto direto sobre as mulheres muçulmanas que optam por usar véu integral, colocando em causa a liberdade de religião e de expressão.</p>
<p>Para a Amnistia Internacional, o Estado não deve impor nem proibir opções de vestuário relacionadas com a identidade, a religião ou as convicções pessoais.</p>
<p>A organização considera que a utilização de símbolos ou vestuário religioso constitui uma manifestação protegida da liberdade de consciência e alerta que uma proibição generalizada poderá produzir precisamente o efeito contrário ao pretendido.</p>
<p>&#8220;Longe de promover os direitos das mulheres, uma proibição geral pode produzir o efeito oposto&#8221;, defende.</p>
<p><strong>Proibição estende-se às manifestações</strong></p>
<p>A organização manifesta também preocupação com as consequências da nova lei para o direito de manifestação.</p>
<p>O diploma proíbe igualmente a ocultação do rosto durante protestos, uma medida que, segundo a Amnistia Internacional, pode limitar o exercício da liberdade de reunião pacífica.</p>
<p>A organização recorda que, de acordo com as normas internacionais de direitos humanos, os manifestantes podem recorrer a coberturas faciais por razões legítimas, como evitar represálias, proteger a identidade ou defender-se da utilização de gás lacrimogéneo.</p>
<p>Na sua perspetiva, o simples facto de uma pessoa ocultar o rosto não deve ser interpretado como sinal de violência ou de intenção de cometer crimes.</p>
<p><strong>&#8220;Lei é desnecessária&#8221; porque já existem mecanismos legais</strong></p>
<p>Outro dos argumentos apresentados prende-se com a justificação invocada para a nova legislação.</p>
<p>Embora os proponentes defendam que a medida reforça a segurança e a ordem pública, a Amnistia Internacional sublinha que a legislação portuguesa já permite às autoridades exigir a identificação de qualquer cidadão sempre que existam razões objetivas para tal, nomeadamente em operações policiais, controlos de identidade ou acesso a determinados locais.</p>
<p>Por esse motivo, considera que a nova proibição não acrescenta instrumentos relevantes às forças de segurança.</p>
<p><strong>Organização aponta exemplos de outros países europeus</strong></p>
<p>A Amnistia Internacional recorda ainda que tem contestado leis semelhantes aprovadas em vários países europeus desde 2010.</p>
<p>Segundo a organização, este tipo de legislação tem contribuído para aumentar a discriminação contra mulheres muçulmanas e alimentar a polarização política e social.</p>
<p>A posição agora assumida em Portugal segue o entendimento que a organização tem defendido em países como Bélgica, França, Dinamarca, Bulgária ou Suíça, onde criticou igualmente proibições do uso do véu integral.</p>
<p><strong>Diploma aguarda promulgação</strong></p>
<p>O projeto-lei, apresentado pelo Chega, foi aprovado no Parlamento com os votos favoráveis do PSD, do CDS-PP e da Iniciativa Liberal.</p>
<p>O diploma prevê a proibição da utilização de peças de vestuário que ocultem o rosto em espaços públicos, abrangendo máscaras, burcas, niqabs e outras coberturas faciais, e aguarda agora os passos seguintes do processo legislativo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790651]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Petroleiro é tomado por piratas armados ao largo do Iémen e reacende ameaça à navegação no Golfo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 11:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Golfo de Áden]]></category>
		<category><![CDATA[houthis]]></category>
		<category><![CDATA[Iémen]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Primeiras informações recolhidas pelas autoridades apontam para uma ação de pirataria oriunda da Somália, afastando, para já, a hipótese de um ataque dos Huthi]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de homens armados tomou esta sexta-feira o controlo de um navio químico no Golfo de Áden, ao largo da costa sul do Iémen, num incidente que as primeiras avaliações atribuem a piratas somalis e não aos rebeldes Huthi.</p>
<p>Segundo fontes de segurança marítima, o petroleiro &#8216;Asana&#8217; foi abordado durante a travessia de uma das mais movimentadas rotas comerciais do mundo, tendo os atacantes assumido o controlo da embarcação, indicou a agência &#8216;Reuters&#8217;.</p>
<p>As primeiras informações recolhidas pelas autoridades apontam para uma ação de pirataria oriunda da Somália, afastando, para já, a hipótese de um ataque dos Huthi, grupo apoiado pelo Irão que tem realizado sucessivos ataques contra navios no Mar Vermelho e no Golfo de Áden.</p>
<p>Os dados de rastreamento marítimo indicam que o Asana seguia em direção ao porto somali de Bosaso.</p>
<p><strong>Navio lançou pedido de socorro</strong></p>
<p>O petroleiro emitiu um pedido de socorro cerca das 06h20 GMT, segundo a empresa britânica de segurança marítima Ambrey.</p>
<p>A mesma fonte refere que o navio não dispunha de uma equipa de segurança armada a bordo quando foi abordado e considera provável que os atacantes pertençam a um grupo organizado de piratas.</p>
<p>Até ao momento, continuam por esclarecer o número de assaltantes, a situação da tripulação e as circunstâncias exatas da tomada da embarcação.</p>
<p><strong>Missão europeia acompanha operação</strong></p>
<p>A missão naval europeia Aspides, destacada para proteger a navegação no Mar Vermelho e no Golfo de Áden, confirmou que está a acompanhar o caso e a tentar apurar o que aconteceu.</p>
<p>Segundo um responsável da missão, um navio de guerra sul-coreano encontrava-se na área para prestar apoio.</p>
<p><strong>Ataque surge em momento de máxima tensão</strong></p>
<p>O incidente ocorre apenas um dia depois de a &#8216;Reuters&#8217; ter noticiado que o Irão pediu aos rebeldes Huthi para estarem preparados para encerrar a rota petrolífera do Mar Vermelho caso os Estados Unidos ataquem infraestruturas energéticas iranianas.</p>
<p>Embora tudo indique que este caso esteja relacionado com pirataria somali, o assalto aumenta a pressão sobre uma das principais artérias do comércio mundial, numa altura em que a região já enfrenta elevados níveis de instabilidade devido ao conflito no Médio Oriente.</p>
<p>O operador do navio surge identificado nas bases de dados marítimas como a empresa Exon Energy, sediada nas Ilhas Marshall, mas até ao momento não foi possível obter uma reação da companhia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790624]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Da conformidade à inteligência de risco: a nova maturidade do EHS</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/da-conformidade-a-inteligencia-de-risco-a-nova-maturidade-do-ehs/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 11:09:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[conformidade]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de João Revés, Diretor de GRC &#038; EHS na Link Consulting by Linkroad]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por João Revés, Diretor de GRC &amp; EHS na Link Consulting by Linkroad</strong></em></p>
<p>A gestão de Ambiente, Saúde e Segurança (EHS) ainda é, em muitas organizações, vista como uma função de cumprimento. Serve para garantir procedimentos, responder a auditorias e demonstrar conformidade a entidades externas. É necessário, mas não é suficiente.</p>
<p>Nas organizações de maior dimensão na indústria, energia, logística, infraestruturas ou <em>utilities</em>, o EHS é hoje uma questão de governação e de risco. E está, cada vez mais, na agenda executiva.</p>
<p>A razão é direta: os ambientes operacionais são mais complexos, mais distribuídos e mais escrutinados do que eram. As empresas gerem múltiplas localizações, equipas no terreno, fornecedores, contratados e requisitos regulatórios em crescimento. A isso juntam-se expectativas mais exigentes em matéria de ESG e responsabilidade corporativa.</p>
<p>Neste contexto, processos EHS fragmentados não são apenas ineficientes. São uma exposição.</p>
<p><strong>O problema da informação dispersa</strong></p>
<p>Muitas organizações ainda combinam ferramentas locais, folhas de cálculo, sistemas antigos e consolidação manual. O resultado é previsível: um incidente é registado de forma diferente consoante a unidade. Uma auditoria fica isolada numa equipa. Uma ação corretiva perde visibilidade. Um relatório executivo depende de semanas de agregação de dados.</p>
<p>O problema não está apenas no esforço administrativo. Está na incapacidade de identificar padrões a tempo de prevenir escaladas.</p>
<p>Quando a informação está dispersa, é quase impossível responder às perguntas essenciais: que incidentes se repetem? Em que unidades? Com que causas? Que riscos estão a crescer sem que ninguém os veja?</p>
<p><strong>EHS como sistema de inteligência</strong></p>
<p>Uma abordagem madura ao EHS transforma dados dispersos em visibilidade estruturada. Permite monitorizar indicadores em tempo real, acompanhar ações corretivas, antecipar riscos e alinhar o desempenho de segurança com os objetivos operacionais e de sustentabilidade. Dá à liderança uma visão consolidada, fiável e auditável do risco.</p>
<p>Esta evolução responde a uma expectativa real. Reguladores, investidores, clientes e conselhos de administração já não se satisfazem com relatórios reativos. Exigem rastreabilidade, transparência e capacidade de antecipação.</p>
<p>A maturidade em EHS não se mede pela existência de procedimentos. Mede-se pela capacidade de os integrar no funcionamento da organização. Não basta registar incidentes, é preciso compreender tendências. Não basta preparar auditorias, é preciso criar confiança contínua. Não basta ter políticas, é preciso garantir que as responsabilidades, os prazos e as decisões são claros, mensuráveis e acompanhados.</p>
<p><strong>Tecnologia é condição necessária, não suficiente</strong></p>
<p>As plataformas integradas de EHS já permitem consolidar a gestão de incidentes, auditorias, inspeções, formação, contratados e <em>compliance</em> num único ambiente. Criam uma base comum de informação para equipas operacionais, áreas de risco e liderança executiva.</p>
<p>Mas digitalizar processos antigos sem repensar fluxos, responsabilidades e indicadores é transferir a fragmentação para um novo sistema. O valor real surge quando a organização constrói um modelo integrado que reflita a sua realidade operacional, os seus requisitos regulatórios e a sua estrutura de decisão.</p>
<p>Há, porém, uma preocupação legítima que não pode ser ignorada: requisitos de <em>compliance</em> e de segurança podem criar obstáculos ao funcionamento normal ou mesmo forçar interrupções operacionais. É uma tensão real, que as equipas no terreno conhecem bem e que não pode ser subestimada. Qualquer transformação neste domínio tem de ser desenhada com essa realidade em mente.</p>
<p>Isto significa transformar requisitos legais em processos digitais estruturados sem sobrecarregar as operações, alinhar hierarquias de reporte com níveis de supervisão sem criar burocracia adicional, integrar informação crítica com outros sistemas corporativos de forma gradual, e garantir uma adoção faseada e escalável que respeite os ritmos de cada unidade e minimize a disrupção no dia a dia.</p>
<p><strong>Uma mudança que também é cultural</strong></p>
<p>Quando as responsabilidades são explícitas, quando os dados são consistentes e quando as equipas percebem que a informação que recolhem gera decisões concretas, o EHS deixa de ser visto como uma obrigação administrativa. Passa a ser parte da forma como a organização gere o risco, protege as pessoas e melhora a <em>performance</em>.</p>
<p>Esta mudança é estrutural e cultural em simultâneo.</p>
<p>O momento exige-a. A pressão regulatória não vai diminuir. As expectativas de transparência vão aumentar. As operações vão continuar a tornar-se mais distribuídas. As organizações que mantiverem processos fragmentados, informais ou dependentes de consolidação manual terão cada vez menos margem para reagir e cada vez mais a perder quando algo correr mal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de João Revés, Diretor de GRC &amp; EHS na Link Consulting by Linkroad]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>A confiança no e-commerce já não se joga no preço, joga-se na segurança</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-confianca-no-e-commerce-ja-nao-se-joga-no-preco-joga-se-na-seguranca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 11:05:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Fábio Faria, Head of Partnerships &#038; Business Development do KuantoKusta]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Fábio Faria, Head of Partnerships &amp; Business Development do KuantoKusta</strong></em></p>
<p>A compra online tornou-se uma prática quotidiana para a maioria dos consumidores, mas o ambiente digital onde ocorre essa experiência mudou de forma significativa nos últimos anos. À medida que o comércio eletrónico cresce, também aumentam os riscos associados à utilização de dados pessoais e à segurança das transações. As fraudes também evoluíram, uma vez que já não dependem apenas de sites mal construídos ou sinais evidentes de desconfiança. Hoje são mais sofisticadas. Assistimos à imitação de lojas legítimas, à criação de domínios quase indistinguíveis dos originais, à reprodução de logótipos, descrições e imagens oficiais, bem como o envio de mensagens fraudulentas relacionadas com encomendas, entregas ou pagamentos, o que dificulta a sua identificação e torna a distinção entre o real e o fraudulento cada vez menos evidente.</p>
<p>A regulação europeia, nomeadamente o <a href="https://www.pgdlisboa.pt/leis/lei_mostra_articulado.php?nid=2961&amp;tabela=leis&amp;so_miolo=" target="_blank" rel="noopener">Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados</a>, definiu regras claras para a utilização de dados pessoais. No entanto, a confiança não se cria apenas por via da legislação. Um estudo publicado na revista <a href="https://doi.org/10.1080/1369118X.2021.1927138" target="_blank" rel="noopener">Information, Communication &amp; Society</a> conclui que o RGPD não teve um impacto significativo nos níveis de confiança dos utilizadores. Mais do que regras, os consumidores valorizam a forma como as plataformas protegem a sua informação, comunicam as suas práticas e garantem uma experiência de compra segura.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o comportamento do consumidor continua a ser um fator crítico. A decisão de compra nem sempre é cautelosa. Um estudo publicado, em 2023, no <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/joca.12456" target="_blank" rel="noopener">Journal of Consumer Affairs,</a> mostra que muitos consumidores avançam com compras mesmo quando existem sinais de risco, sobretudo quando o preço ou a conveniência se sobrepõem à perceção de perigo. Isto ajuda a explicar porque é que fraudes online continuam eficazes, mesmo em contextos de maior literacia digital.</p>
<p>Neste cenário, a proteção de dados ganha também uma dimensão preventiva. Não se trata apenas de cumprir regras ou proteger sistemas, mas de reduzir a exposição ao risco ao longo de todo o percurso de compra. A minimização de dados, prevista no RGPD, torna-se particularmente relevante, já que quanto menor for a quantidade de informação partilhada, menor é o impacto potencial de uma violação. A experiência do utilizador também desempenha um papel central. Sinais simples como a presença de ligação segura, autenticação reforçada ou transparência na recolha de dados influenciam diretamente a perceção de segurança. No entanto, do lado do consumidor, continuam a ser necessárias práticas básicas de autoproteção. Verificar a informação da loja através dos canais oficiais da marca, contactos, morada e condições de venda, confirmar a credibilidade das avaliações, desconfiar de ofertas demasiado agressivas e utilizar métodos de pagamento seguros são medidas simples, mas eficazes na redução de risco.</p>
<p>Ainda assim, a literacia digital não elimina completamente a vulnerabilidade. Muitas decisões de compra são rápidas e impulsivas, o que limita a análise de risco no momento da transação. Isto reforça a ideia de que a segurança não pode depender apenas do comportamento individual, mas tem de estar incorporada no próprio funcionamento das plataformas digitais.</p>
<p>A confiança no e-commerce resulta, por isso, de um equilíbrio entre regulação, tecnologia e comportamento humano. Quando esse equilíbrio falha, o impacto não se limita a perdas financeiras, mas afeta a relação de longo prazo entre consumidor e ambiente digital.</p>
<p>No fim, a proteção de dados deixou de ser um tema secundário. É hoje um elemento central da confiança no comércio digital e um fator determinante na evolução do e-commerce, onde a decisão de compra depende cada vez menos do preço e cada vez mais da segurança percebida.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Fábio Faria, Head of Partnerships &amp; Business Development do KuantoKusta]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Banca portuguesa passa no teste do FMI, mas PME podem sentir maior pressão no crédito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 11:01:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O sistema financeiro português saiu reforçado da mais recente avaliação do Fundo Monetário Internacional (FMI), mas as pequenas e médias empresas (PME) poderão enfrentar processos de acesso ao crédito mais exigentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema financeiro português saiu reforçado da mais recente avaliação do Fundo Monetário Internacional (FMI), mas as pequenas e médias empresas (PME) poderão enfrentar processos de acesso ao crédito mais exigentes.</p>
<p>O alerta é da consultora Capitalizar, que considera que o relatório do Programa de Avaliação do Setor Financeiro (FSAP) confirma a estabilidade da banca nacional, embora identifique riscos que poderão levar a um maior escrutínio na concessão de financiamento.</p>
<p>O relatório, divulgado pelo Banco de Portugal, conclui que os bancos portugueses demonstraram capacidade para resistir a choques recentes, como a pandemia, a subida das taxas de juro e a instabilidade geopolítica, apresentando níveis adequados de capitalização, liquidez e rentabilidade.</p>
<p>Na leitura da Capitalizar, estas conclusões reforçam a confiança no sistema bancário e na sua capacidade para continuar a financiar a economia, afastando, para já, o risco de restrições generalizadas ao crédito.</p>
<p>Ainda assim, a consultora destaca que o FMI identifica vulnerabilidades relevantes, nomeadamente a elevada exposição da banca ao mercado imobiliário residencial e à dívida soberana. Na sua perspetiva, estes fatores poderão traduzir-se em ajustamentos das políticas de crédito caso o cenário económico se deteriore.</p>
<p>O FMI recomenda também o reforço da monitorização dos riscos sistémicos e do enquadramento macroprudencial. Segundo a Capitalizar, estas recomendações deverão resultar em critérios de concessão de crédito mais rigorosos, sobretudo para setores considerados de maior risco.</p>
<p>Na prática, a consultora antecipa que as PME poderão enfrentar processos de análise mais exigentes, tornando-se cada vez mais importante a qualidade da informação financeira apresentada e a robustez dos projetos de investimento.</p>
<p>A Capitalizar alerta igualmente para as empresas que recorrem a ativos imobiliários como garantia de financiamento, recomendando que acompanhem a evolução das avaliações dos imóveis e das políticas bancárias nesta matéria.</p>
<p>José Pedro Pais, partner da Capitalizar, recomenda que, &#8220;num contexto internacional marcado por incerteza&#8221;, as empresas reforcem a liquidez, diversifiquem as fontes de financiamento e adotem uma gestão financeira prudente. Apesar da avaliação positiva do FMI, sublinha que os riscos permanecem e defende que as empresas mais preparadas serão as que anteciparem mudanças e fortalecerem a sua capacidade financeira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790625]]></sapo:autor>
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		<title>Trump vai vender acesso pago às mensagens que fazem mexer Wall Street</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:53:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Truth Social]]></category>
		<category><![CDATA[Wall Street]]></category>
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					<description><![CDATA[Serviço, designado Truth API, entra em funcionamento a 1 de agosto e permitirá aos clientes integrar automaticamente as mensagens da Truth Social nos seus sistemas de negociação financeira]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump voltou a colocar a discussão sobre conflitos de interesses no centro da política norte-americana. A Trump Media &#038; Technology Group (TMTG), empresa que controla a rede social Truth Social e da qual o presidente dos Estados Unidos continua a ser o principal beneficiário económico, anunciou o lançamento de um serviço pago que dará a bancos, fundos de investimento e corretoras acesso quase instantâneo às publicações das contas mais influentes da plataforma — incluindo a do próprio chefe de Estado.</p>
<p>O serviço, designado Truth API, entra em funcionamento a 1 de agosto e permitirá aos clientes integrar automaticamente as mensagens da Truth Social nos seus sistemas de negociação financeira.</p>
<p><strong>As palavras de Trump podem valer milhões… e agora também têm preço</strong></p>
<p>A novidade ganha especial relevância porque Trump transformou a Truth Social no principal canal para anunciar decisões políticas.</p>
<p>Desde que regressou à Casa Branca, o presidente tem divulgado na plataforma medidas sobre tarifas, sanções, política energética, conflitos internacionais ou alterações regulatórias antes de estas serem comunicadas pelos canais oficiais da administração.</p>
<p>Sempre que isso acontece, os mercados reagem quase de imediato, provocando oscilações nas bolsas, no mercado cambial ou nas matérias-primas.</p>
<p>Com a Truth API, essas mensagens passam também a constituir um produto comercial.</p>
<p>Quem subscrever o serviço poderá alimentar algoritmos capazes de interpretar automaticamente o conteúdo das publicações e executar ordens de compra e venda em milésimos de segundo, obtendo uma vantagem tecnológica sobre investidores que dependem das notificações convencionais.</p>
<p><strong>A fronteira entre poder político e negócio privado volta a ser questionada</strong></p>
<p>O anúncio reabre um debate que acompanha o segundo mandato de Trump: até que ponto pode um Presidente beneficiar financeiramente de uma empresa através da qual comunica decisões com impacto direto na economia?</p>
<p>A polémica ganhou força depois de, em abril, Trump ter escrito na Truth Social que era &#8220;uma boa altura para comprar&#8221;. Horas mais tarde anunciou a suspensão, por 90 dias, da maioria das tarifas que tinha imposto dias antes, decisão que desencadeou uma das maiores subidas diárias de sempre em Wall Street.</p>
<p>Na altura, deputados democratas pediram uma investigação para apurar se alguém teria beneficiado de informação privilegiada antes do anúncio oficial. Até hoje, porém, não foi apresentada qualquer acusação nem aberta uma investigação formal.</p>
<p><strong>Movimentos suspeitos, mas sem provas</strong></p>
<p>Vários órgãos de comunicação social norte-americanos noticiaram igualmente movimentos invulgares nos mercados antes de alguns anúncios da administração Trump.</p>
<p>Esses episódios alimentaram suspeitas de que determinados investidores poderiam ter antecipado decisões presidenciais suscetíveis de influenciar as cotações.</p>
<p>Contudo, até ao momento, não foi demonstrada qualquer irregularidade nem existem provas de utilização de informação privilegiada.</p>
<p><strong>Casa Branca rejeita conflito de interesses</strong></p>
<p>A legalidade do novo serviço continua a dividir opiniões.</p>
<p>A Casa Branca sustenta que Trump não incorre em qualquer conflito de interesses por manter a ligação à Trump Media.</p>
<p>Já a empresa defende que a Truth API não difere dos serviços de transmissão de dados em tempo real comercializados pelas bolsas de valores ou por fornecedores especializados de informação financeira.</p>
<p><strong>Uma diferença muda tudo</strong></p>
<p>Os críticos, porém, sublinham uma distinção fundamental.</p>
<p>Ao contrário dos serviços tradicionais, que distribuem cotações bolsistas ou indicadores económicos, a Truth API comercializa o acesso imediato às mensagens do Presidente dos Estados Unidos — declarações que podem alterar, em poucos segundos, o valor de milhares de milhões de dólares em ativos financeiros.</p>
<p>O facto de Trump continuar a beneficiar economicamente da Trump Media, através de um fundo gerido pelos seus filhos, reforça as dúvidas sobre a separação entre o exercício da Presidência e os interesses privados da empresa.</p>
<p>Para os críticos, a iniciativa leva a um novo patamar a discussão sobre ética, transparência e conflitos de interesses na Casa Branca.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790613]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento aprova deslocação do PR a Cabo Verde para primeira visita de Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:50:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O parlamento aprovou hoje, por unanimidade, a deslocação do Presidente da República, António José Seguro, a Cabo Verde, para a sua primeira visita de Estado, a convite do seu homólogo cabo-verdiano, José Maria Neves, na próxima semana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O parlamento aprovou hoje, por unanimidade, a deslocação do Presidente da República, António José Seguro, a Cabo Verde, para a sua primeira visita de Estado, a convite do seu homólogo cabo-verdiano, José Maria Neves, na próxima semana.</P><br />
<P>Também o Presidente da República Jorge Sampaio escolheu Cabo Verde para a sua primeira visita de Estado, em maio de 1996 &#8212; que foi também a sua primeira deslocação ao estrangeiro, seguida de uma visita de Estado a Espanha.</P><br />
<P>O anterior chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, fez a sua primeira visita de Estado a Moçambique, em maio de 2016. Os primeiros destinos que visitou no estrangeiro, no início de cada mandato, foram o Vaticano e Espanha.</P><br />
<P>O Presidente Mário Soares fez as suas primeiras visitas de Estado a São Tomé e Príncipe e a Cabo Verde, em datas seguidas, em dezembro de 1986. Antes, fez várias deslocações, incluindo à Suécia, ao Reino Unido, a França e a Espanha.</P><br />
<P>Por sua vez, a primeira visita de Estado do Presidente Aníbal Cavaco Silva foi a Espanha, em setembro de 2006. Antes, foi quatro vezes ao estrangeiro, a primeira das quais à Cidade da Praia, para a posse do então Presidente de Cabo Verde, Pedro Pires, para um segundo mandato.</P><br />
<P>António José Seguro, que tomou posse como Presidente da República em 09 de março, fez a sua primeira visita oficial ao estrangeiro cerca de mês e meio depois, a Espanha. Nessa visita, entre 19 e 20 de abril, foi recebido pelo Rei Felipe VI, e pelo chefe do Governo espanhol, Pedro Sánchez, em Madrid.</P><br />
<P>Depois disso, o chefe de Estado foi duas vezes a Itália, esteve no Luxemburgo e nos Estados Unidos da América, regressou a Espanha e deslocou-se a França para um encontro com o Presidente francês, Emmanuel Macron, em Paris, que tinha sido adiado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790619]]></sapo:autor>
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		<title>Avenida da Índia em Lisboa cortada nos dois sentidos após acidente que fez dois mortos e cinco feridos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:47:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma colisão frontal entre veículos na Avenida da Índia, em Lisboa, provocou esta manhã a morte de duas pessoas e deixou ainda cinco feridos, um dos quais em estado grave, obrigando ao corte da via nos dois sentidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma colisão frontal entre veículos na Avenida da Índia, em Lisboa, provocou esta manhã a morte de duas pessoas e deixou ainda cinco feridos, um dos quais em estado grave, obrigando ao corte da via nos dois sentidos. O alerta para o acidente foi dado às 09h58 e mobilizou uma operação de socorro junto ao Museu dos Coches. O sinistro envolveu três viaturas: duas colidiram frontalmente, enquanto uma terceira embateu no separador da linha férrea.</p>
<p>Segundo avançou a CNN Portugal, a primeira vítima mortal é uma mulher de 75 anos, que se encontrava em paragem cardiorrespiratória quando as equipas de emergência chegaram ao local. O óbito foi declarado no cenário do acidente. O segundo morto é o marido, também de 75 anos, que sofreu ferimentos graves e acabou por morrer durante o transporte para o hospital. Inicialmente, tinha sido confirmada apenas uma vítima mortal, mas o estado crítico do homem agravou-se entretanto.</p>
<p>Além das duas vítimas mortais, o acidente fez cinco feridos, entre os quais um em estado grave. A colisão ocorreu nas imediações do Museu dos Coches, levando ao encerramento da Avenida da Índia em ambos os sentidos de circulação, no troço compreendido entre aquele equipamento cultural e o cruzamento de acesso ao Hospital Egas Moniz, provocando fortes constrangimentos no trânsito da zona.</p>
<p>De acordo com a informação disponível na página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, foram mobilizados para o local 20 operacionais, apoiados por oito viaturas, envolvendo meios dos bombeiros, do INEM e da PSP. As autoridades prosseguem os trabalhos no local e a investigação para apurar as circunstâncias em que ocorreu a colisão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790606]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia alerta para nova vaga de ataques russos com drones contra civis na linha da frente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:41:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bielorrússia]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Serviços secretos militares dizem que postos de combustível, autocarros, camiões e automóveis estão entre os alvos definidos pelas forças de Moscovo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os serviços secretos militares da Ucrânia alertaram esta sexta-feira para uma intensificação dos ataques russos com drones contra infraestruturas civis e meios de transporte nas zonas próximas da linha da frente e da fronteira.</p>
<p>Segundo a Direção Principal de Informações do Ministério da Defesa ucraniano, conhecida pela sigla HUR, unidades russas terão recebido ordens para atacar especificamente postos de combustível, camiões, autocarros e automóveis.</p>
<p>“As unidades do exército de ocupação russo receberam ordens para intensificar os ataques com drones contra infraestruturas civis e transportes nas zonas da linha da frente e nas regiões fronteiriças”, afirmou o organismo numa atualização divulgada esta sexta-feira.</p>
<p><strong>Kiev aponta resposta russa aos ataques contra a retaguarda</strong></p>
<p>Na avaliação dos serviços secretos ucranianos, a nova campanha poderá ser uma resposta ao aumento dos ataques de médio alcance realizados por Kiev contra estruturas logísticas russas situadas na retaguarda e utilizadas para abastecer os territórios ocupados da Ucrânia.</p>
<p>O HUR atribui a liderança da operação à unidade de drones russa Rubikon, considerada uma das formações de elite de Moscovo neste domínio. A campanha contará também com o apoio de operadores pertencentes a outras unidades do exército russo.</p>
<p>As autoridades ucranianas consideram que estes ataques representam “uma ameaça real para a população civil” e apelaram aos habitantes das regiões afetadas para que procurem abrigo sempre que sejam emitidos alertas aéreos.</p>
<p><strong>Drones controlados em tempo real procuram alvos móveis</strong></p>
<p>De acordo com o HUR, as forças russas planeiam recorrer sobretudo a drones controlados em tempo real, capazes de transmitir imagens aos operadores e de localizar alvos móveis durante o voo.</p>
<p>Este tipo de equipamento distingue-se dos drones de longo alcance, como os Shahed, que seguem habitualmente coordenadas previamente definidas.</p>
<p>Entre os sistemas identificados pelos serviços secretos ucranianos encontram-se os Molniya-1, Molniya-2, Geran-Seeker, Gerbera-Seeker, Lancet e V2U, além de outros aparelhos com características semelhantes.</p>
<p>A utilização destes drones permite aos operadores procurar veículos e infraestruturas no terreno antes de decidirem o momento e o local do ataque.</p>
<p><strong>HUR denuncia ataques contra as próprias forças russas</strong></p>
<p>Os serviços secretos ucranianos afirmam ainda que a campanha já terá provocado incidentes de fogo amigo, atribuindo os erros ao reduzido nível de preparação de algumas equipas russas.</p>
<p>Num dos casos relatados por Kiev, operadores do 1427.º Regimento de Infantaria Motorizada russo terão perdido a orientação e dirigido um drone Molniya-2 contra um veículo UAZ Bukhanka utilizado pelas próprias forças russas, nas proximidades de Glushkove, na região russa de Kursk.</p>
<p>O aparelho não atingiu o veículo e explodiu a cerca de dez metros de distância, segundo o relato do HUR.</p>
<p>Estas informações não puderam ser verificadas de forma independente.</p>
<p><strong>Ucrânia acusa Moscovo de preparar operações de bandeira falsa</strong></p>
<p>O HUR acusou também os serviços secretos russos de organizarem ataques em regiões fronteiriças da Rússia para posteriormente responsabilizarem as forças ucranianas.</p>
<p>Segundo Kiev, estas ações teriam como objetivo alimentar a propaganda do Kremlin, desacreditar a Ucrânia e reforçar junto da população russa a narrativa de que o país está sob ameaça constante.</p>
<p>As autoridades ucranianas referem como possível exemplo um incidente ocorrido em junho, quando um autocarro que transportava uma equipa infantil de futebol da Bielorrússia foi atingido na região russa de Bryansk.</p>
<p>Moscovo responsabilizou drones ucranianos pelo ataque. Kiev rejeitou a acusação e classificou o episódio como uma possível operação de bandeira falsa.</p>
<p><strong>Tensão cresce junto às regiões fronteiriças</strong></p>
<p>O incidente ocorreu num contexto de sucessivos alertas ucranianos sobre alegadas tentativas russas de envolver mais diretamente a Bielorrússia na guerra.</p>
<p>Com o aumento da utilização de drones de curto e médio alcance, as zonas fronteiriças e as localidades próximas da frente tornaram-se particularmente vulneráveis. Veículos civis, transportes públicos e infraestruturas essenciais podem ser atingidos por aparelhos comandados por operadores que acompanham os movimentos no terreno em tempo real.</p>
<p>O alerta agora divulgado pelo HUR reforça os receios de que a guerra de drones esteja a entrar numa nova fase, marcada por ataques mais seletivos, móveis e difíceis de antecipar — e com riscos acrescidos para quem continua a viver e a circular nas regiões mais próximas dos combates.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790603]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Parlamento lamenta morte do padre João Felgueiras e da cantora Bonnie Tyler</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-lamenta-morte-do-padre-joao-felgueiras-e-da-cantora-bonnie-tyler/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:40:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Assembleia da República aprovou hoje, por unanimidade, votos de pesar pelas mortes do padre João Felgueiras e da cantora Bonnie Tyler, que faleceu no Algarve.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Assembleia da República aprovou hoje, por unanimidade, votos de pesar pelas mortes do padre João Felgueiras e da cantora Bonnie Tyler, que faleceu no Algarve.</P><br />
<P>O presidente do parlamento, José Pedro Aguiar-Branco, apresentou um voto de pesar pela morte do padre João Felgueiras, no dia 03, aos 105 anos.</P><br />
<P>Nascido em Caldas das Taipas, Guimarães, foi ordenado sacerdote na Companhia de Jesus e estabeleceu-se, em 1971, em Timor.</P><br />
<P>&#8220;Aí viveu nos últimos 55 anos. Aí morreu, após uma vida entregue à missão e ao ensino da língua portuguesa&#8221;, refere-se no texto.</P><br />
<P>Em 1975, diante da invasão indonésia, recusou abandonar Timor. No Externato de São José, em Díli, foi, durante décadas, um dos poucos professores autorizados de português. Em 1992, após o encerramento forçado do Externato, ensinou na clandestinidade.</P><br />
<P>&#8220;Capelão de doentes e presos, acolheu inúmeros timorenses fugidos da perseguição e arriscou a vida na defesa dos mais frágeis. Na viragem do milénio, quando se consolidava a independência de Timor, continuou dedicado ao ensino, à assistência social e à missão católica&#8221;, refere o voto.</P><br />
<P>O texto destaca que pelas mãos do padre João Felgueiras &#8220;passaram milhares de alunos, de sucessivas gerações, com os quais partilhou&#8221; a língua e cultura portuguesas.</P><br />
<P>&#8220;Contribuiu, ao mesmo tempo, para a consolidação da identidade timorense e para o fortalecimento das instituições do país&#8221;, disse.</P><br />
<P>Recebeu, em 2002, a Ordem da Liberdade e, em 2022, a Grã-Cruz da Ordem de Camões. Foi também agraciado, em 2009, com a Ordem de Timor-Leste, em reconhecimento do seu papel como educador de gerações de timorenses. Em 2024, foi o primeiro a ser saudado pelo Papa Francisco, num encontro com os jesuítas timorenses.</P><br />
<P>Já o Chega apresentou um voto de pesar pela morte da cantora Bonnie Tyler, natural do País de Gales, que morreu no dia 08, aos 75 anos, no Hospital de Faro, onde se encontrava hospitalizada.</P><br />
<P>Bonnie Tyler alcançou projeção internacional com &#8220;It&#8217;s a Heartache&#8221;, em 1978, e consagrou-se com &#8220;Total Eclipse of the Heart&#8221;, em 1983, tema que atingiu o primeiro lugar das tabelas no Reino Unido e nos Estados Unidos, e ainda com &#8220;Holding Out for a Hero&#8221;, da banda sonora do filme Footloose.</P><br />
<P>Com o álbum &#8220;Faster Than the Speed of Night&#8221; tornou-se a primeira artista feminina britânica a estrear um disco no primeiro lugar da tabela do Reino Unido, que representou, igualmente, no Festival Eurovisão da Canção de 2013.</P><br />
<P>A cantora viria a ser condecorada em 2023 pelo Rei Carlos III com a Ordem do Império Britânico (MBE), pelos serviços prestados à música.</P><br />
<P>&#8220;O seu desaparecimento constitui uma enorme perda para a música mundial e para todos os que, em Portugal e no estrangeiro, acompanharam a sua carreira e reconheceram o seu talento&#8221;, refere o texto do Chega, hoje aprovado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790609]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Preços das casas aceleram em quase metade dos municípios populosos no 1.º trimestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/precos-das-casas-aceleram-em-quase-metade-dos-municipios-populosos-no-1-o-trimestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os preços da habitação aceleraram em 11 dos 24 municípios com mais de 100.000 habitantes no primeiro trimestre do ano, destacando-se Funchal e Guimarães com os maiores acréscimos, avançou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os preços da habitação aceleraram em 11 dos 24 municípios com mais de 100.000 habitantes no primeiro trimestre do ano, destacando-se Funchal e Guimarães com os maiores acréscimos, avançou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).</P><br />
<P>Segundo as estatísticas de Preços da Habitação ao Nível Local publicadas pelo INE, no primeiro trimestre do 2026, todos os municípios com mais de 100 mil habitantes da Grande Lisboa, Península de Setúbal e Área Metropolitana do Porto, com exceção de Gondomar e Santa Maria da Feira, registaram preços medianos de habitação superiores ao valor nacional (2.337 euros/m2).</P><br />
<P>Os preços medianos de habitação mais elevados, superiores a 4.500 euros por metro quadrado, registaram-se nos municípios de Lisboa (5.292 euros/m2), Cascais (5.000 euros/m2) e Oeiras (4.511 euros/m2).</P><br />
<P>Os preços da habitação aceleraram em quase metade dos municípios mais populosos, com o INE a destacar o Funchal (+25,2 p.p.) e Guimarães (+24,1 p.p.). </P><br />
<P>Por outro lado, o município de Matosinhos (-11,9 p.p.) registou a maior desaceleração no arranque do ano.</P><br />
<P>Já os municípios de Porto e Lisboa registaram acréscimos de 2,4 p.p. e 0,3 p.p. nas taxas de variação homóloga do 4.º trimestre de 2025 para o 1.º trimestre de 2026, respetivamente.</P><br />
<P>No 1.º trimestre de 2026, o preço mediano dos 35.953 alojamentos familiares transacionados em Portugal foi 2.337 euros/m2.</P><br />
<P>O INE adianta ainda que o número de transações foi menor do que o registado no mesmo trimestre de 2025 (40.163 transações), representando um decréscimo de 10,5% (-5,3% no trimestre anterior).</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790608]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ordem dos Médicos vai entregar à tutela análise sobre erros na tabela de atos do SNS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:39:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ordem dos Médicos vai entregar ao Ministério da Saúde uma análise em que aponta erros graves na nova tabela de atos médicos do SNS, alertando que as falhas podem ter consequências para os serviços, os médicos e os doentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Ordem dos Médicos vai entregar ao Ministério da Saúde uma análise em que aponta erros graves na nova tabela de atos médicos do SNS, alertando que as falhas podem ter consequências para os serviços, os médicos e os doentes.</P><br />
<P>Em causa está a Portaria n.º 274/2026, publicada em 25 de junho no Diário da República, que atualiza a tabela de atos médicos aplicável à produção adicional do Serviço Nacional de Saúde (SNS).</P><br />
<P>A Ordem dos Médicos manifesta em comunicado &#8220;profunda preocupação&#8221; com o diploma, afirmando que &#8220;contém erros graves, omissões, desconformidades técnicas e incoerências na valorização de atos médicos de várias especialidades&#8221;, comprometendo a credibilidade, a justiça e a operacionalização do Sistema de Incentivos à Recuperação da Atividade Cirúrgica e de Consultas (SINACC).</P><br />
<P>Anuncia que vai apresentar ao Ministério da Saúde uma análise detalhada das incongruências identificadas e defende a revisão urgente da portaria. Considera ainda inaceitável que um diploma com impacto direto na atividade assistencial tenha sido publicado sem validação técnica e sem o contributo dos Colégios de Especialidade.</P><br />
<P>A Radiologia é apontada pela Ordem como um dos exemplos mais evidentes das falhas identificadas. </P><br />
<P>Segundo a avaliação do respetivo Colégio da Especialidade, a nova tabela contém erros técnicos relevantes e desvaloriza procedimentos altamente diferenciados, situação que, afirma, pode afetar a organização dos serviços, desincentivar a produção adicional e atrasar o acesso dos doentes a exames essenciais para o diagnóstico e tratamento.</P><br />
<P>Entre as incongruências identificadas encontram-se a classificação inadequada, incompleta ou incoerente de atos como o eco-Doppler dos vasos do pescoço, o Doppler transcraniano, a ecografia musculoesquelética, a elastografia hepática e vários procedimentos de Radiologia de Intervenção, incluindo biópsias percutâneas guiadas por imagem. </P><br />
<P>A análise refere ainda atos próprios da especialidade colocados fora da respetiva tabela, procedimentos representados de forma incompleta, designações não harmonizadas e duplicações que introduzem incerteza na codificação e aplicação prática do diploma.</P><br />
<P>A Ordem conclui igualmente que a nova tabela reduz a valorização relativa de diversos atos radiológicos, incluindo exames de tomografia computorizada, angio-TC, ressonância magnética e procedimentos e suplementos associados. </P><br />
<P>Segundo a instituição, esta desvalorização resulta, quer da alteração das percentagens destinadas às equipas, quer da redução dos valores base dos próprios atos.</P><br />
<P>O bastonário da OM, Carlos Cortes, afirma no comunicado que &#8220;a Radiologia é central no diagnóstico, na orientação terapêutica e no acompanhamento clínico da maioria das doenças&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Uma tabela de atos médicos não pode ser elaborada com omissões, duplicações e critérios de valorização tecnicamente incompreensíveis. Estamos perante erros que têm consequências reais para os serviços, para os médicos e, sobretudo, para os doentes&#8221;, alerta Carlos Cortes.</P><br />
<P>A presidente do Colégio da Especialidade de Radiologia, Rosana Santos, acrescenta que &#8220;a nova tabela desvaloriza a Radiologia e assenta num modelo com lacunas e fragilidades técnicas, que omite atos próprios da especialidade e não reflete adequadamente a complexidade, a diferenciação e a responsabilidade clínica inerentes aos procedimentos radiológicos, fundamentais para garantir uma Medicina de qualidade&#8221;.</P><br />
<P>A OM defende que a portaria deve ser revista com caráter de urgência, de forma a corrigir as incongruências técnicas, harmonizar as nomenclaturas, eliminar duplicações, reintegrar os atos próprios de cada especialidade nas respetivas tabelas e reavaliar a valorização dos procedimentos radiológicos e o modelo de distribuição aplicável à produção adicional. </P><br />
<P>Exige ainda que o Ministério da Saúde envolva a Ordem e os respetivos Colégios de Especialidade na revisão técnica das tabelas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790607]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Explicador: Saiba como aceder aos exames nacionais corrigidos e contestar a classificação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:38:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a divulgação das classificações da primeira fase dos exames nacionais, muitos alunos querem perceber de que forma podem consultar a correção das provas antes de decidir se avançam para um pedido de reapreciação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a divulgação das classificações da primeira fase dos exames nacionais, muitos alunos querem perceber de que forma podem consultar a correção das provas antes de decidir se avançam para um pedido de reapreciação. Apesar de, numa fase inicial, o Ministério da Educação ter anunciado que os estudantes receberiam automaticamente acesso às provas corrigidas, o procedimento acabou por ser diferente. O acesso continua a depender das escolas, que são as únicas entidades autorizadas a quebrar o anonimato associado ao processo de classificação.</p>
<p>Entretanto, o tema voltou a ganhar destaque esta sexta-feira, depois de o ministro da Educação, Fernando Alexandre, ter garantido, antes do debate de urgência no Parlamento sobre os exames nacionais, que todas as classificações já estavam concluídas. &#8220;Neste momento, o Júri Nacional de Exames tem todas as classificações prontas para distribuir pelas escolas. Por isso, eu não antecipo razão nenhuma para que hoje não sejam publicadas todas as notas de todos os exames nacionais&#8221;, afirmou o governante. As declarações surgem após semanas marcadas por sucessivos adiamentos provocados pelos problemas registados no novo modelo de classificação digital, que incluíram dificuldades na plataforma informática, atrasos na distribuição das provas aos classificadores e relatos de falhas na digitalização.</p>
<p><strong>Como consultar a prova corrigida?</strong><br />
Ao contrário do que chegou a ser anunciado pela tutela, os alunos não recebem automaticamente um link ou uma cópia da prova corrigida.</p>
<p>Quem pretender consultar o exame deve apresentar um pedido junto da respetiva escola. Depois de receber esse pedido, o estabelecimento de ensino acede à plataforma disponibilizada pelo Ministério da Educação, localiza a prova em formato PDF e envia-a ao aluno ou ao encarregado de educação. Esse envio pode ser feito por correio eletrónico ou, caso seja necessário, através de uma cópia em papel.</p>
<p>Todo o processo passa obrigatoriamente pela escola, uma vez que é apenas nesse momento que pode ser levantado o anonimato associado às provas nacionais.</p>
<p><strong>Quem pode pedir a consulta?</strong><br />
O pedido pode ser apresentado pelo próprio aluno quando este já é maior de idade.</p>
<p>Caso o estudante seja menor, a solicitação deve ser efetuada pelo respetivo encarregado de educação.</p>
<p>A consulta da prova constitui um passo essencial para quem pretende avaliar a forma como o exame foi classificado e perceber se existem fundamentos para contestar a nota atribuída.</p>
<p><strong>Como funciona o pedido de reapreciação?</strong><br />
Depois de analisar cuidadosamente a correção — idealmente com o apoio do professor da disciplina —, o aluno pode solicitar a reapreciação da prova caso considere que existem erros na classificação.</p>
<p>O pedido deve ser formalizado através de um requerimento próprio, acompanhado da fundamentação dos aspetos concretos que, na perspetiva do aluno, justificam uma revisão da classificação.</p>
<p>Importa recordar que a reapreciação incide sobre a totalidade da prova e não apenas sobre as questões contestadas. Assim, a classificação final pode subir, manter-se ou até descer.</p>
<p><strong>Quanto custa pedir a reapreciação?</strong><br />
O pedido de reapreciação implica o pagamento de uma caução de 25 euros.</p>
<p>Esse montante apenas é devolvido caso a nova classificação seja superior à inicialmente atribuída.</p>
<p>Por esse motivo, recomenda-se que o pedido seja apresentado apenas quando existam fundamentos sólidos para contestar a avaliação efetuada.</p>
<p><strong>Quais são os prazos?</strong><br />
O pedido de consulta da prova deve ser apresentado no próprio dia da divulgação das pautas ou no dia útil seguinte.</p>
<p>Só depois de consultar a prova é que o aluno dispõe dos elementos necessários para fundamentar um eventual pedido de reapreciação da classificação.</p>
<p>Na prática, consultar primeiro o exame corrigido é o passo indispensável para quem pretende avançar com uma reclamação da nota obtida.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790594]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ministro afasta alterações ao calendário do acesso ao Ensino Superior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:35:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação afastou hoje a necessidade de alterar o calendário do concurso nacional de acesso ao Ensino Superior, voltando a garantir que existem condições para afixar as pautas dos exames nacionais até ao final do dia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação afastou hoje a necessidade de alterar o calendário do concurso nacional de acesso ao Ensino Superior, voltando a garantir que existem condições para afixar as pautas dos exames nacionais até ao final do dia.</P><br />
<P>&#8220;Não há razão nenhuma para alterar o calendário de acesso ao Ensino Superior&#8221;, disse Fernando Alexandre, em resposta aos grupos parlamentares durante o debate de urgência requerido pelo PCP sobre os exames nacionais do ensino secundário.</P><br />
<P>Antes do início do debate, o ministro da Educação, Ciência e Inovação já tinha confirmado, numa declaração aos jornalistas, que todos os exames nacionais do ensino secundário estão classificados e que, por isso, as pautas serão afixadas até ao final do dia.</P><br />
<P>Perante o hemiciclo, o governante acrescentou que o Júri Nacional de Exames (JNE) é agora responsável por enviar às escolas as classificações das mais de 300 mil provas realizadas pelos alunos dos 11.º e 12.º anos.</P><br />
<P>Pela primeira vez este ano, os exames nacionais do ensino secundário foram corrigidos em formato digital, mas o processo registou falhas técnicas desde o início, obrigando o Ministério a adiar os prazos inicialmente previstos.</P><br />
<P>Ao longo de três semanas, os professores relataram atrasos na disponibilização das provas, erros na digitalização das respostas e dificuldades na plataforma de classificação.</P><br />
<P>Fernando Alexandre voltou hoje a reconhecer a existência de erros, mas assegurou que os problemas foram corrigidos e não se repetirão durante a segunda fase, cujas provas serão classificadas no mesmo modelo.</P><br />
<P>&#8220;Não quer dizer que não haja ainda processos de melhoria para o próximo ano&#8221;, ressalvou, acrescentando que a digitalização dos processos de classificação dos exames nacionais &#8220;é essencial&#8221;.</P><br />
<P>O ministro sublinhou ainda que, pela primeira vez este ano, as cópias das provas classificadas serão enviadas aos alunos, uma medida que não estava inicialmente prevista, mas foi anunciada há duas semanas com o objetivo de assegurar a confiança e transparência do sistema.</P><br />
<P>Fernando Alexandre disse no parlamento que &#8220;todos os alunos poderão ter acesso automaticamente&#8221;, contrariando, no entanto, a informação do seu gabinete que, na quinta-feira, informou que cabe às escolas decidir se disponibilizam a todos os alunos a cópia dos exames realizados sem que os encarregados de educação solicitem a consulta da prova.</P><br />
<P>&#8220;Os alunos vão ter acesso à sua prova digitalizada em PDF, através das escolas. Esse envio pode ser por iniciativa da escola ou a pedido do aluno&#8221;, referiu a tutela na véspera, numa resposta à agência Lusa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790604]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Multa recorde de 4,6 mil milhões da Google reduz contribuições dos países para a UE: o que está em causa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:31:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Montante representa mais de 2% do orçamento total da União Europeia para 2026, constituindo uma importante fonte extraordinária de receitas numa altura em que os governos europeus enfrentam fortes pressões orçamentais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A multa recorde aplicada pela União Europeia à Google vai acabar por beneficiar diretamente os Estados-membros. Depois de anos de batalhas judiciais, a gigante tecnológica americana pagou, no início deste mês, 4,6 mil milhões de euros, verba que será integrada no orçamento comunitário de 2026 e permitirá reduzir as contribuições nacionais para Bruxelas.</p>
<p>O montante representa mais de 2% do orçamento total da União Europeia para 2026, constituindo uma importante fonte extraordinária de receitas numa altura em que os governos europeus enfrentam fortes pressões orçamentais.</p>
<p><strong>Maior multa da história da UE</strong></p>
<p>A sanção foi aplicada em 2018 pela Comissão Europeia, durante o mandato da então comissária da Concorrência, Margrethe Vestager, que liderou uma ofensiva sem precedentes contra as grandes tecnológicas americanas.</p>
<p>Em causa estava a utilização do sistema operativo Android, com Bruxelas a concluir que a Google impôs restrições ilegais aos fabricantes de smartphones, prejudicando a concorrência no mercado europeu.</p>
<p>O caso prolongou-se durante vários anos nos tribunais, mas o Tribunal de Justiça da União Europeia confirmou recentemente a decisão da Comissão, abrindo definitivamente caminho ao pagamento da multa.</p>
<p><strong>Menos dinheiro dos contribuintes para Bruxelas</strong></p>
<p>O orçamento da União Europeia é financiado sobretudo pelas contribuições dos Estados-membros, calculadas com base no respetivo Rendimento Nacional Bruto (RNB), além de receitas provenientes de direitos aduaneiros, multas e outras fontes.</p>
<p>Segundo confirmou um responsável da Comissão Europeia ao &#8216;POLITICO&#8217;, a entrada destes 4,6 mil milhões de euros terá um efeito direto: salvo decisão em contrário do Conselho e do Parlamento Europeu, permitirá reduzir o valor que cada país terá de transferir para Bruxelas.</p>
<p>Na prática, trata-se de um alívio financeiro para governos que continuam a enfrentar dificuldades provocadas pelo abrandamento económico e pelos elevados custos da energia.</p>
<p><strong>Alemanha poderá poupar mil milhões de euros</strong></p>
<p>Entre os maiores beneficiados estará a Alemanha, responsável por cerca de um quarto do financiamento do orçamento europeu.</p>
<p>As estimativas apontam para uma redução próxima de mil milhões de euros na contribuição alemã, um alívio importante numa altura em que Berlim procura manter o défice público abaixo do limite europeu de 3% do PIB, evitando a abertura de um procedimento por défice excessivo.</p>
<p><strong>Ajuda imediata, mas não resolve o próximo orçamento</strong></p>
<p>Apesar da injeção de receitas, Bruxelas continua longe de resolver o problema do próximo quadro financeiro plurianual, que abrangerá o período entre 2028 e 2034.</p>
<p>As negociações entre os Estados-membros continuam difíceis, sobretudo em torno de um orçamento que poderá atingir os 2 biliões de euros.</p>
<p>França defende a criação de um novo imposto sobre as grandes plataformas digitais americanas, incluindo a Google, como forma de reforçar as receitas europeias. No entanto, a proposta enfrenta forte resistência de vários países, entre os quais a Alemanha.</p>
<p><strong>Mais receitas podem estar a caminho</strong></p>
<p>Além da multa aplicada à Google, o orçamento comunitário poderá beneficiar de novas entradas de dinheiro graças à taxa de três euros, introduzida este mês, sobre encomendas de baixo valor provenientes de países terceiros.</p>
<p>Ao abrigo deste mecanismo, 75% das receitas revertem para a União Europeia, enquanto os restantes 25% permanecem nos cofres dos governos nacionais.</p>
<p>Com estas novas fontes de financiamento, Bruxelas ganha algum fôlego financeiro no curto prazo, mas o verdadeiro desafio continuará a ser encontrar um consenso entre os 27 Estados-membros para financiar as crescentes ambições da União na próxima década.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790599]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Preço mediano da habitação sobe 16,8% em 2025 para 2.076 euros/m2, indica INE</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/preco-mediano-da-habitacao-sobe-168-em-2025-para-2-076-euros-m2-ine/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:27:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço mediano de alojamentos familiares foi de 2.076 euros por metro quadrado (euro/m2) em 2025, representando um aumento de 16,8% face ao ano anterior, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), hoje divulgados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O preço mediano de alojamentos familiares foi de 2.076 euros por metro quadrado (euro/m2) em 2025, representando um aumento de 16,8% face ao ano anterior, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), hoje divulgados.</P><br />
<P>No ano passado, o preço mediano da habitação manteve-se acima do valor nacional nas sub-regiões da Grande Lisboa (3.439 euro/m2), Algarve (3.139 euro/m2), Península de Setúbal (2.596 euro/m2), Região Autónoma da Madeira (2.500 euro/m2) e Área Metropolitana do Porto (2.305 euro/m2), de acordo com as Estatísticas da Construção e Habitação relativas a 2025.</P><br />
<P>Dos 308 municípios do país, 56 apresentaram um preço mediano superior ao valor nacional, localizados maioritariamente nas sub-regiões Grande Lisboa (todos os nove municípios), Península de Setúbal (todos os nove municípios), Algarve (14 dos 16 municípios) e Área Metropolitana do Porto (nove dos 17 municípios).</P><br />
<P>O município de Lisboa registou o preço mais elevado do país (4.875 euro/m2) e verificaram-se também valores superiores a 3.500 euro/m2 em Cascais (4.550 euro/m2), Oeiras (4.187 euro/m2), Loulé (3.993 euro/m2) e Lagos (3.801 euro/m2). </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790600]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>DS Nº7 estreia-se com até 740 km de autonomia e aposta forte no conforto premium</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ds-no7-estreia-se-com-ate-740-km-de-autonomia-e-aposta-forte-no-conforto-premium/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:20:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ds automobiles]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo SUV da marca francesa chega no Outono com versões híbrida e 100% elétrica, tecnologia de topo e um habitáculo pensado para viajar em primeira classe]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A DS Automobiles abre um novo capítulo da sua história com o lançamento do DS Nº7, o novo SUV compacto premium que sucede ao anterior DS 7 e reforça a estratégia da marca francesa de se distinguir pelo design, pelo conforto e pela tecnologia. Disponível em versões 100% elétricas E-TENSE, com uma autonomia até 740 quilómetros (WLTP), e numa variante Hybrid com emissões a partir de 120 g/km de CO₂, o novo modelo chega ao mercado nacional no próximo Outono com preços a partir de 45.500 euros.</p>
<p><strong>Design marcante para fugir à uniformidade</strong></p>
<p>Num segmento onde muitos SUV elétricos acabam por se parecer entre si, o DS Nº7 procura afirmar uma personalidade própria. As proporções equilibradas, as linhas musculadas e a assinatura luminosa conferem-lhe uma presença distinta, reforçada pela grelha iluminada DS LUMINASCREEN e por um conjunto ótico elaborado que se assume como um dos elementos mais marcantes do modelo.</p>
<p>Com 4,66 metros de comprimento, o SUV assenta na plataforma STLA Medium, concebida para oferecer elevada rigidez estrutural, isolamento acústico e eficiência energética.</p>
<p><strong>Um habitáculo que privilegia o luxo e o bem-estar</strong></p>
<p>No interior, a DS mantém a aposta numa interpretação muito própria do luxo francês, recusando o minimalismo extremo que domina grande parte dos automóveis elétricos atuais. O ambiente é sofisticado, recorrendo a materiais nobres, diferentes texturas e acabamentos cuidados que reforçam a sensação de exclusividade.</p>
<p>Os bancos dianteiros podem integrar aquecimento, ventilação, massagens e até o exclusivo sistema DS Neck Warmer, enquanto o sistema áudio Electra 3D by Focal, com 14 altifalantes, promete uma experiência sonora de elevada qualidade.</p>
<p>O espaço disponível também foi melhorado, com destaque para uma bagageira até 560 litros, colocando o Nº7 entre as referências do segmento neste capítulo.</p>
<p><strong>Tecnologia ao serviço da serenidade</strong></p>
<p>A DS equipou o Nº7 com praticamente todo o arsenal tecnológico da marca. Entre os destaques encontram-se o DS DRIVE ASSIST 2.0, sistema de condução semiautónoma de nível 2, o DS NIGHT VISION, que deteta peões e animais até 300 metros durante a noite, o DS PIXELVISION, o Head-Up Display de realidade aumentada e o sistema multimédia DS Iris System 2.0.</p>
<p>A suspensão DS Active Scan Suspension, que utiliza uma câmara para antecipar irregularidades do piso e ajustar automaticamente os amortecedores, continua igualmente disponível, reforçando uma condução orientada para o conforto.</p>
<p><strong>Até 740 quilómetros de autonomia</strong></p>
<p>A grande novidade da gama é a nova geração de motorizações elétricas. A oferta inclui três versões:</p>
<p>E-TENSE FWD com 230 cv;<br />
E-TENSE FWD Long Range com 245 cv;<br />
E-TENSE AWD Long Range com 350 cv e tração integral.</p>
<p>Todas beneficiam de uma função Boost, que aumenta temporariamente a potência disponível.</p>
<p>A versão Long Range, equipada com uma bateria de 97,2 kWh, anuncia uma autonomia máxima de 740 quilómetros no ciclo WLTP, enquanto a variante de entrada, com bateria de 73,7 kWh, permite até 543 quilómetros. A versão de tração integral atinge 679 quilómetros de autonomia homologada.</p>
<p>Segundo a marca, em utilização real é possível percorrer mais de 400 quilómetros em autoestrada, mantendo ainda cerca de 20% de carga, um desempenho que coloca o modelo entre as referências da categoria.</p>
<p><strong>Conforto acima da desportividade</strong></p>
<p>No primeiro contacto dinâmico realizado nas estradas do sul de França, o DS Nº7 confirmou a filosofia da marca. A resposta do motor elétrico é progressiva e suave, privilegiando uma condução descontraída em detrimento de acelerações bruscas. A suspensão absorve eficazmente as irregularidades do piso e o elevado isolamento acústico reforça a sensação de viajar num ambiente tranquilo.</p>
<p>Apesar de não procurar uma vocação desportiva, o comportamento revelou-se equilibrado, previsível e suficientemente eficaz para enfrentar percursos sinuosos com segurança.</p>
<p><strong>Híbrido continua na gama</strong></p>
<p>Além das versões elétricas, a gama passa também a incluir uma motorização Hybrid de 145 cv, que combina um motor a gasolina 1.2 turbo com um motor elétrico integrado na caixa automática de dupla embraiagem. A marca anuncia consumos a partir de 5,3 l/100 km e emissões desde 120 g/km de CO₂, permitindo circular em modo elétrico durante cerca de metade das deslocações urbanas.</p>
<p>Chega a Portugal no Outono</p>
<p>O novo DS Nº7 estará disponível em Portugal a partir do próximo Outono. O preço de entrada será de 45.500 euros para a versão Hybrid e de 49.400 euros para a variante E-TENSE 100% elétrica.</p>
<p>Com este lançamento, a DS reforça a sua aposta num SUV premium que privilegia o conforto, o requinte e a eficiência, oferecendo uma alternativa diferenciadora às propostas mais tradicionais do segmento. Entre os principais argumentos destacam-se o elevado nível tecnológico, a qualidade do habitáculo e uma autonomia que promete posicionar o Nº7 entre as referências da categoria.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790544]]></sapo:autor>
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		<title>Venda de casas atinge em 2025 valor recorde de 41,2 mil ME, mais 21,7%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:14:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As habitações transacionadas em 2025 totalizaram 41,2 mil milhões de euros, correspondendo ao valor mais elevado da série iniciada em 2009 e a um crescimento de 21,7% face a 2024, avançou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As habitações transacionadas em 2025 totalizaram 41,2 mil milhões de euros, correspondendo ao valor mais elevado da série iniciada em 2009 e a um crescimento de 21,7% face a 2024, avançou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).</P><br />
<P>No ano passado, transacionaram-se 169.812 alojamentos de habitação, um aumento de 8,6% relativamente a 2024, com mais cerca de 13.500 unidades, concluiu o INE, nas Estatísticas da Construção e Habitação 2025.</P><br />
<P>Segundo os dados da autoridade estatística, em 2025 registaram-se crescimentos no licenciamento de edifícios e fogos, no número de transações, avaliações, preços e rendas, tendo havido uma diminuição no número de edifícios concluídos e um aumento na conclusão de fogos.</P></p>
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		<title>Portugueses gastaram quase mil milhões em compras online à China desde 2020 (mas nova taxa promete travar tendência)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:06:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A introdução de uma taxa fixa de três euros sobre cada encomenda de baixo valor proveniente de países terceiros marca o fim de um ciclo de crescimento acelerado das compras online de artigos baratos oriundos da China.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A introdução de uma taxa fixa de três euros sobre cada encomenda de baixo valor proveniente de países terceiros marca o fim de um ciclo de crescimento acelerado das compras online de artigos baratos oriundos da China. Depois de anos de expansão impulsionada por plataformas como a Temu, Shein e AliExpress, os consumidores portugueses, que desde 2020 terão gasto quase mil milhões de euros neste tipo de compras, enfrentam agora um novo enquadramento europeu que poderá reduzir significativamente este mercado. A medida entrou em vigor na União Europeia a 1 de julho e segue uma estratégia semelhante à adotada pelos Estados Unidos em 2025, onde a imposição de tarifas provocou uma quebra da procura.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.dn.pt/economia/portugueses-gastaram-mil-milhes-de-euros-em-pequenas-compras-online-china-desde-2020-mas-essa-era-acabou#goog_rewarded" target="_blank" rel="noopener">Diário de Notícias (DN)</a>, com base em estudos recentes do Banco de Portugal (BdP), do Banco Central Europeu (BCE) e da Comissão Europeia, Portugal está entre os países europeus onde estas compras cresceram mais rapidamente. Em 2025, os consumidores nacionais terão gasto perto de 300 milhões de euros em encomendas de baixo valor, o valor mais elevado de sempre, colocando Portugal como o décimo maior mercado entre 31 economias desenvolvidas analisadas. O BdP conclui que as importações deste tipo de produtos provenientes da China cresceram 227% entre 2022 e 2025, enquanto na União Europeia o aumento foi de 188%. Antes da pandemia, este fenómeno era praticamente residual, mas os confinamentos, o teletrabalho e a crescente utilização do comércio eletrónico fizeram disparar a procura por artigos de vestuário, eletrónica e produtos para o lar a preços reduzidos.</p>
<p>Os estudos apontam ainda que Portugal, a par da Grécia e de Espanha, está entre os países onde as plataformas chinesas registam maior penetração. O BCE conclui que mais de 70% dos consumidores destes países fazem compras através destes operadores, enquanto na Alemanha e em França essa percentagem fica abaixo dos 50%. A instituição explica que esta diferença resulta, em grande medida, do perfil económico dos consumidores: famílias de rendimentos baixos e médios revelam maior sensibilidade ao preço e, por isso, recorrem com mais frequência a estas plataformas. Segundo o inquérito do BCE, quase dois terços das encomendas têm um valor inferior a 25 euros e cerca de 90% não ultrapassam os 50 euros.</p>
<p>Até ao final de junho deste ano, as encomendas de valor inferior a 150 euros beneficiavam de um regime de isenção de tarifas aduaneiras, fator que ajudava a manter os preços particularmente competitivos. A Comissão Europeia estima que mais de 90% destas encomendas que entram na União Europeia tenham origem na China, sendo Temu, Shein e AliExpress os principais beneficiários desse regime. A experiência norte-americana, onde o fim da isenção levou a uma quebra de 33% das importações deste tipo entre 2024 e 2025, reforça a expectativa de que a nova taxa europeia tenha um impacto semelhante na evolução das compras online dos consumidores portugueses.</p>
<p>Desde o início da pandemia, o peso destas pequenas encomendas chinesas nas importações nacionais passou de apenas 0,2%, equivalente a cerca de quatro milhões de euros em 2018, para aproximadamente 5% do total das importações provenientes da China. Apesar de o Banco de Portugal considerar que este mercado continuará a existir, a entrada em vigor da nova tarifa, associada a um maior controlo alfandegário, deverá travar o crescimento explosivo registado nos últimos anos e alterar significativamente os hábitos de consumo de milhares de portugueses habituados às compras de baixo custo em plataformas de comércio eletrónico chinesas.</p>
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