Calendarizada para o último trimestre de 2021, as estratégias de Bruxelas e Washington para combater o branqueamento de capitais, financiamento ilegal e evasão fiscal, através da criação das chamadas “empresas fachada” respiraram uma nova “lufada de ar fresco”.
Segundo o jornal ‘Público’, a proposta vai ser apresentada em dezembro, mas não é a única. A referida publicação cita um Tweet de Benjamin Angel, diretor da área da administração fiscal da Comissão Europeia, segundo o qual Bruxelas vai avançar com novas diretivas, para lançar taxas efetivas para grandes empresas e sobre “decisões fiscais antecipadas para indivíduos ricos”.
“Segundo um roteiro que a Comissão já deu a conhecer em Maio, a nova diretiva sobre as empresas de fachada deverá obrigar as sociedades a comunicarem às administrações fiscais “as informações necessárias para avaliar se têm presença substancial e acividade económica real” num determinado território”, escreve o ´Publico’.
Os 27 deverão “negar benefícios fiscais ligados à existência ou à utilização de empresas de fachada abusivas”, sendo ainda criados “novos requisitos de informação fiscal, monitorização e transparência fiscal”.








