Pandemia afetou relações. Aconselhamento matrimonial subiu 286% e 26% pensou em divorciar-se

A pandemia que começou em Portugal no ano passado, causou um pacto negativo nos relacionamentos entre casais, «com a a obrigação de passar 24 horas juntos, o teletrabalho obrigatório e as aulas dos filhos em casa».

A conclusão é de um estudo da Fixando, que revela que estes fatores contribuíram para que muitos casais fossem «em busca do aconselhamento matrimonial», uma procura que aumentou 286% face a 2019. A pesquisa contou com a participação de 8.300 pessoas.

«A análise demonstra ainda que durante o último ano, 26% dos inquiridos ponderaram o divórcio, com 38% a assumir que os dois confinamentos tiveram um impacto muito negativo na relação, e 3% a considerar mesmo contratar um detetive privado para seguir o parceiro», revela a empresa.

Nem o dia dos namorados, que se comemora a 14 de fevereiro, escapou ao impacto da crise de saúde pública, com 56% dos inquiridos a recusar-se a celebrá-lo, e apenas 11% a planear um presente e um programa especial para o dia em questão.

Também os gastos com as prendas e celebrações caíram, «sendo que em média cada inquirido irá gastar 36 euros, menos 21 euros face a 2020, quando o valor médio rondava os 57 euros».



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