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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>O que significa uma pessoa que ajuda todos mas não aceita ajuda? A psicologia explica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 12:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Por trás de quem está sempre disponível para os outros, pode existir alguém que tem dificuldade em pedir ou aceitar ajuda. Embora pareça um sinal de força, esta atitude pode esconder fragilidades emocionais e afetar as relações pessoais de forma silenciosa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É comum encontrarmos pessoas que estão sempre disponíveis para ajudar os outros, mas que, quando chega a sua vez, mostram resistência em aceitar apoio. Este comportamento pode parecer contraditório à primeira vista, mas a psicologia oferece várias explicações que ajudam a compreendê-lo melhor.</p>
<p>Segundo o Basket Almada Clube, esta dinâmica está muitas vezes ligada a fatores como a autoestima, o medo da vulnerabilidade e padrões de comportamento desenvolvidos ao longo da vida. Perceber estas causas é essencial para promover relações mais equilibradas e saudáveis.</p>
<p>A forma como uma pessoa se vê a si própria influencia diretamente a maneira como se relaciona com os outros. Indivíduos que estão constantemente a ajudar podem estar, na verdade, a procurar validação. Ao serem úteis, reforçam o seu valor pessoal e sentem-se mais aceites socialmente.</p>
<p>No entanto, essa mesma necessidade pode levá-los a evitar receber ajuda. Para muitos, admitir que precisam de apoio pode ser interpretado como um sinal de fraqueza. Este conflito interno cria um ciclo difícil: ajudam para se sentirem valorizados, mas recusam ajuda para não parecerem vulneráveis.</p>
<p><strong>O medo de ser vulnerável</strong></p>
<p>Aceitar ajuda implica exposição emocional. E, para algumas pessoas, isso é desconfortável. Existe um receio profundo de serem vistas como incapazes ou frágeis, o que leva à rejeição de apoio, mesmo quando ele é necessário.</p>
<p>Esta recusa pode ter consequências importantes. Ao não se permitirem ser ajudadas, estas pessoas acabam por acumular pressão e responsabilidades, o que pode resultar em stress, ansiedade e até depressão. A falta de abertura emocional cria também barreiras nas relações, dificultando a proximidade com os outros.</p>
<p><strong>A influência da infância e dos padrões aprendidos</strong></p>
<p>Os comportamentos que desenvolvemos em adultos têm, muitas vezes, raízes na infância. Pessoas que cresceram em ambientes onde eram incentivadas a ajudar, mas não receberam apoio em troca, podem interiorizar essa dinâmica como normal.</p>
<p>Com o tempo, esse padrão transforma-se numa identidade: a de “quem ajuda”. Aceitar ajuda pode então parecer estranho ou até errado, reforçando a ideia de que devem ser sempre autossuficientes. Esta crença, embora muitas vezes inconsciente, manifesta-se nas interações do dia a dia.</p>
<p><strong>Consequências nas relações interpessoais</strong></p>
<p>Quando alguém ajuda constantemente mas nunca aceita ajuda, cria-se um desequilíbrio nas relações. Por um lado, essa pessoa pode sentir-se sobrecarregada. Por outro, os outros podem sentir que não têm espaço para contribuir, o que pode gerar frustração e afastamento.</p>
<p>A intimidade emocional constrói-se com base na reciprocidade. Quando uma das partes não se permite ser vulnerável, torna-se mais difícil criar ligações profundas e genuínas. A longo prazo, isso pode afetar a qualidade das relações.</p>
<p><strong>É possível mudar este padrão?</strong></p>
<p>Embora seja um comportamento enraizado, é possível trabalhar esta tendência. O primeiro passo é reconhecer o medo ou a insegurança associados à vulnerabilidade. Aceitar ajuda não diminui o valor pessoal &#8211; pelo contrário, fortalece as relações e o bem-estar emocional.</p>
<p>Praticar a aceitação de pequenas formas de ajuda pode ser um bom começo. Com o tempo, este exercício pode tornar-se mais natural e contribuir para relações mais equilibradas.</p>
<p>A terapia também pode ser uma ferramenta importante, oferecendo um espaço seguro para explorar estas dificuldades e desenvolver uma autoimagem mais saudável. Aprender a ver o apoio dos outros como algo positivo é essencial para quebrar este ciclo.</p>
<p>No fundo, o equilíbrio entre dar e receber é fundamental. A psicologia mostra-nos que permitir-se ser ajudado não é um sinal de fraqueza, mas sim um ato de coragem que promove relações mais fortes e uma vida emocional mais saudável.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755428]]></sapo:autor>
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		<title>O pequeno truque de cozinha que muda completamente os seus ovos estrelados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 11:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[Conseguir ovos estrelados perfeitos, com formato redondo e aspeto digno de hotel, pode ser mais simples do que parece. E existe um pequeno utensílio de cozinha que está a tornar esta tarefa mais fácil e acessível para qualquer pessoa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A apresentação de um prato pode fazer toda a diferença à mesa. Um simples ovo estrelado, quando bem preparado, pode transformar um pequeno-almoço banal numa experiência digna de hotel. Segundo o El País, há um utensílio simples que está a conquistar quem procura esse toque profissional: as formas redondas para estrelar ovos.</p>
<p>Estas formas são pequenos anéis feitos de aço inoxidável e silicone, pensados para manter a clara do ovo no lugar durante a confeção. O resultado é um ovo perfeitamente redondo, com uma cozedura mais uniforme e uma apresentação muito mais apelativa.</p>
<p>O conjunto referido inclui quatro anéis compactos, fáceis de guardar e resistentes ao calor e está à venda em diversas plataformas de compras online. Apesar de não serem indispensáveis, ajudam a poupar tempo e garantem consistência no resultado final, sobretudo para quem gosta de detalhes no prato.</p>

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<p>&nbsp;</p>
<p>Para além da estética, estas formas facilitam o processo de fritar ovos. Ao evitar que a clara se espalhe pela frigideira, permitem um controlo maior da cozedura. Segundo o El País, o conjunto inclui ainda um pincel para aplicar óleo ou manteiga, embora também seja possível utilizar spray.</p>
<p>Este tipo de utensílio pode ser particularmente útil para quem prepara sanduíches ou hambúrgueres com ovo, já que o formato uniforme encaixa perfeitamente no pão.</p>
<p>Apesar de serem pensadas sobretudo para ovos, estas formas não se limitam a essa função. Também podem ser usadas para preparar panquecas, hambúrgueres ou pequenas porções de outros alimentos, ajudando sempre a melhorar a apresentação final.</p>
<p>A resistência dos materiais permite utilizá-las a altas temperaturas sem deformação, e o revestimento facilita a remoção dos alimentos em poucos segundos.</p>
<p>Com um preço inferior a 17 euros, este conjunto surge como uma solução acessível para quem valoriza tanto o sabor como a apresentação. Não substituiem a técnica, mas podem ser um aliado útil para alcançar resultados consistentes com menos esforço.</p>
<p>No final, o segredo pode não estar apenas nos ingredientes, mas também nos pequenos detalhes e um simples anel de cozinha pode ser o suficiente para elevar o nível do seu pequeno-almoço.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756428]]></sapo:autor>
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		<title>Técnicos de Migração alertam para pressão resultante da exposição negativa da AIMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 11:08:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Técnicos de Migração defendeu hoje um apuramento rigoroso da situação que levou às buscas da PJ na delegação da AIMA nos Açores e alertou para a pressão sobre os trabalhadores, resultante da exposição negativa da instituição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sindicato dos Técnicos de Migração defendeu hoje um apuramento rigoroso da situação que levou às buscas da PJ na delegação da AIMA nos Açores e alertou para a pressão sobre os trabalhadores, resultante da exposição negativa da instituição.</P><br />
<P>Em comunicado, o sindicato manifesta &#8220;total solidariedade&#8221; para com os colegas da delegação da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) de Ponta Delgada, onde quinta-feira a Polícia Judiciária (PJ) realizou buscas.</P><br />
<P>A AIMA anunciou, entretanto, a instauração de um inquérito interno, prometendo &#8220;total colaboração&#8221; com as autoridades.</P><br />
<P>O sindicato manifestou &#8220;profunda preocupação com a imagem que a AIMA tem vindo a assumir na comunicação social e junto da opinião pública&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A exposição negativa contínua, não só fragiliza a credibilidade da instituição, como também aumenta significativamente a pressão sobre os trabalhadores, que diariamente dão o seu melhor em condições exigentes&#8221;, lê-se no comunicado. </P><br />
<P>Para o Sindicato dos Técnicos de Migração, &#8220;esta situação não traz qualquer benefício para os cidadãos estrangeiros que dependem destes serviços, antes contribui para agravar dificuldades já existentes&#8221;.</P><br />
<P>A organização sindical alertou ainda para &#8220;os riscos associados ao recurso ao &#8216;outsourcing&#8217; em áreas altamente técnicas como a imigração&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Trata-se de funções que exigem conhecimento especializado, responsabilidade institucional e sensibilidade jurídica, não devendo ser desvalorizadas ou externalizadas sem uma avaliação rigorosa das consequências para a qualidade do serviço público e para a proteção dos direitos dos cidadãos&#8221;, adianta o sindicato no comunicado.</P><br />
<P>No seguimento das buscas à delegação da AIMA em Ponta Delgada, a PJ informou, em comunicado, que estava a investigar &#8220;crimes de abuso de poder, recebimento indevido de vantagem e de corrupção&#8221;, tendo a operação sido realizada no âmbito de um inquérito dirigido pelo Ministério Público do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) da Comarca dos Açores.</P><br />
<P>&#8220;Em causa estão suspeitas da prática de atos ilícitos por funcionários públicos, consistindo na atribuição indevida de prioridade a determinados atendimentos e ao tratamento de processos, mediante contrapartidas de natureza patrimonial&#8221;, lê-se na nota da PJ enviada às redações.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757247]]></sapo:autor>
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		<title>FMI prevê crescimento de 2,3% em Angola este ano devido à queda das receitas petrolíferas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fmi-preve-crescimento-de-23-em-angola-este-ano-devido-a-queda-das-receitas-petroliferas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 11:04:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a economia angolana abrande para 2,3% este ano, depois de ter crescido 3,1% em 2025, num contexto de queda estrutural das receitas petrolíferas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a economia angolana abrande para 2,3% este ano, depois de ter crescido 3,1% em 2025, num contexto de queda estrutural das receitas petrolíferas.</P><br />
<P>Segundo o relatório anual da instituição sobre Angola, as perspetivas de médio prazo continuam modestas, refletindo uma &#8220;queda estrutural das receitas petrolíferas&#8221;, e o crescimento económico dependerá do &#8220;sucesso dos esforços de diversificação&#8221;.</P><br />
<P>O FMI assinalou que a economia cresceu 3,1% em 2025, apoiada em parte pela despesa pública, apesar de uma queda &#8220;significativa da produção petrolífera, que enfraqueceu as posições orçamental e externa do país&#8221;.</P><br />
<P>A inflação continuou a abrandar, situando-se em 12,4% em março deste ano, em parte devido à política monetária restritiva. Em termos médios anuais, o FMI prevê uma descida de 20,2% em 2025 para 12,9% em 2026.</P><br />
<P>Nas contas públicas, a redução das receitas petrolíferas e derrapagens da despesa levaram a um défice orçamental global de 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025.</P><br />
<P>O Orçamento de 2026 prevê uma consolidação orçamental, com o FMI a projetar uma redução do défice para 2,4% do PIB este ano, antes de um novo agravamento para 3,6% em 2027. </P><br />
<P>As receitas petrolíferas deverão continuar a cair em termos estruturais, passando de 8,5% do PIB em 2025 para 7,6% este ano e 6,7% em 2027, segundo as projeções do Fundo.</P><br />
<P>A recente subida dos preços do petróleo melhorou o acesso de Angola aos mercados internacionais e deverá compensar temporariamente a queda das receitas petrolíferas, mas o FMI indicou que as necessidades brutas de financiamento deverão aumentar. </P><br />
<P>A dívida pública bruta deverá subir de 51,3% do PIB em 2025 para 51,6% este ano e 53,5% em 2027, devendo atingir no médio prazo o limite previsto na Lei da Sustentabilidade das Finanças Públicas.</P><br />
<P>O FMI sublinhou a importância de uma consolidação orçamental sustentada e recomendou que eventuais receitas extraordinárias do petróleo sejam usadas para reduzir a dívida e criar almofadas financeiras. </P><br />
<P>No final de 2025, as reservas internacionais do Banco Nacional de Angola mantinham-se praticamente estáveis, cobrindo 7,4 meses de importações.</P><br />
<P>O FMI alertou que as perspetivas continuam sujeitas a riscos negativos consideráveis, em particular devido à volatilidade dos preços do petróleo, ao aumento das pressões sobre a despesa e a condições financeiras globais mais restritivas. </P><br />
<P>A instituição defendeu ainda a manutenção de uma política monetária restritiva para sustentar a trajetória de desinflação, o aumento da flexibilidade cambial e reformas estruturais para apoiar o crescimento, a diversificação económica e a atração de investimento estrangeiro.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757246]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Morreu Alex Zanardi, antigo piloto de Fórmula 1 e campeão paralímpico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 11:01:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo piloto italiano de Fórmula 1 e campeão paralímpico de 'handbike' Alex Zanardi morreu na noite sexta-feira, aos 59 anos, revelou a família nas redes sociais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo piloto italiano de Fórmula 1 e campeão paralímpico de &#8216;handbike&#8217; Alex Zanardi morreu na noite sexta-feira, aos 59 anos, revelou a família nas redes sociais.</P><br />
<P>Zanardi, que alinhou nos anos 1990 na Fórmula 1 em equipas como a Jordan, Minardi, Lotus e Williams, tendo ainda dois títulos na Fórmula Indy com a equipa Chip Ganassi (1997 e 1998), tornou-se um exemplo de superação, ao sobreviver a dois acidentes graves.</P><br />
<P>Em 2001, numa prova da categoria CART disputada na Alemanha, sofreu um acidente em pista que o fez perder as duas pernas, mas não desistiu e decidiu seguir uma carreira no desporto paralímpico em &#8216;handbike&#8217; (bicicletas adaptadas para serem pedaladas com as mãos).</P><br />
<P>Nesta disciplina, conquistou vários títulos mundiais e recordes em maratonas, além de seis medalhas em Jogos Paralímpicos, com três em Londres2012 (duas de ouro e uma de prata) e três no Rio2016 (mais duas de ouro e uma de prata).</P><br />
<P>O antigo piloto voltou a sofrer um acidente grave em 19 de junho de 2020, quando, num evento solidário de &#8216;handbike&#8217;, perdeu o controlo do seu veículo e embateu contra um camião que vinha em sentido contrário, tendo sido submetido a diversas cirurgias, antes de recuperar a consciência em janeiro de 2021.</P><br />
<P>&#8220;Alex morreu pacificamente e recebeu o afeto de todos os que lhe eram próximos&#8221;, revelou um comunicado da família, sem revelar a causa da sua morte.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757245]]></sapo:autor>
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		<title>Fatura da luz em 2026: mercado regulado ou livre, onde se pode poupar?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fatura-da-luz-em-2026-mercado-regulado-ou-livre-onde-se-pode-poupar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 10:30:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As tarifas de eletricidade para 2026 já estão em vigor e trazem aumentos moderados mas a fatura final continua a depender, em grande parte, das escolhas feitas dentro de casa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">As novas tarifas elétricas aprovadas pela ERSE estão em vigor desde 1 de janeiro e mantêm-se até ao final do ano. Há uma componente que aumenta para todos os consumidores, estejam no mercado regulado ou no liberalizado, mas continuam a existir áreas onde é possível ajustar hábitos e reduzir a fatura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os cerca de 800 mil consumidores que permanecem no mercado regulado em Portugal continental, a subida média foi de 1% nas tarifas transitórias de venda a clientes finais em Baixa Tensão Normal. Trata-se de um aumento inferior à inflação prevista, o que, em termos reais, representa uma ligeira descida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo as estimativas do regulador, um casal sem filhos, com 3,45 kVA de potência contratada e consumo anual de 1900 kWh, paga em média 36,82 euros por mês, mais cerca de 18 cêntimos do que em 2025. Já um casal com dois filhos, 6,9 kVA e consumo de 5000 kWh/ano, vê a fatura mensal subir cerca de 28 cêntimos, para 95,03 euros. No mercado liberalizado, o valor final depende da oferta contratada com cada comercializador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há, no entanto, um ponto comum a todos: a tarifa de acesso às redes sobe cerca de 3% em 2026. Esta componente é paga por todos os consumidores e é fixada anualmente pela ERSE, o que ajuda a explicar a estabilidade dos preços regulados ao longo do ano, salvo situações excecionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para perceber onde se pode poupar, é essencial compreender a fatura. O valor final resulta de quatro componentes principais: a tarifa de acesso às redes, que remunera o transporte e distribuição de eletricidade; a tarifa de energia, que corresponde ao custo da eletricidade consumida; a tarifa de comercialização, associada aos custos administrativos do fornecedor; e os impostos e taxas, como IVA, Imposto Especial sobre o Consumo de Eletricidade, Contribuição Audiovisual e taxa DGEG.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A tarifa de acesso às redes é igual para todos os consumidores no território continental e não é negociável. Já a tarifa de energia é a principal margem de comparação entre comercializadores. No mercado liberalizado, pode assumir diferentes formatos preço fixo, indexado aos mercados grossistas ou outras modalidades enquanto no mercado regulado é definida pela ERSE para o ano inteiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É por isso que trocar de comercializador nem sempre garante, por si só, a poupança esperada: uma parte relevante da fatura é regulada e comum a todas as ofertas. Antes de mudar, o mais importante é comparar o custo total com base no consumo real da habitação, na potência contratada e na opção horária, e não apenas no desconto anunciado. Simuladores independentes e </span><a href="https://www.comparaja.pt/energia" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">comparadores como o ComparaJá </span></a><span style="font-weight: 400;">podem ser úteis nessa análise, desde que o consumidor confirme também o preço do kWh, o termo fixo, eventuais serviços associados e a duração das condições promocionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mercado regulado continuará em vigor até 31 de dezembro de 2027. É operado pelo comercializador de último recurso e aplica os preços aprovados pela ERSE. A sua principal vantagem é a previsibilidade: o preço por kWh é conhecido à partida e mantém-se durante o ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No mercado liberalizado, onde está a maioria dos consumidores, os preços variam entre comercializadores e ao longo do tempo. É neste regime que existem descontos, campanhas, pacotes com gás ou outros serviços e ofertas indexadas ao mercado grossista. A poupança potencial pode ser maior, mas exige comparação ativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em ambos os mercados, a tarifa social mantém-se em 2026, com um desconto de 33,8% sobre os preços regulados, aplicável aos consumidores que cumpram os critérios legais de elegibilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de escolhido o comercializador, uma das decisões mais relevantes é a opção horária. Os consumidores domésticos com potência até 41,4 kVA podem optar por tarifa simples, bi-horária ou tri-horária. A simples mantém o mesmo preço do kWh durante todo o dia; a bi-horária distingue horas de vazio e fora de vazio; e a tri-horária separa os períodos de vazio, cheias e ponta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a ERSE, a tarifa bi-horária só tende a compensar se o consumo em vazio representar mais de cerca de 36% do consumo total. Caso contrário, o acréscimo pago nas horas fora de vazio pode anular a poupança obtida nos períodos mais baratos. Já a tri-horária exige maior disciplina, sendo mais adequada a quem consegue evitar consumos nas horas de ponta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir de 1 de janeiro de 2026, os clientes em Baixa Tensão Normal com potência até 20,7 kVA, praticamente todos os domésticos, podem mudar de opção horária a qualquer momento, sem cumprir o anterior período mínimo de 12 meses. Isto permite testar uma tarifa bi-horária e regressar à simples caso a poupança não se confirme, ou ajustar o ciclo horário a mudanças sazonais de consumo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra alavanca de poupança é a potência contratada. Quanto maior a potência, maior o valor fixo mensal pago, independentemente do consumo. Muitas casas mantêm potências superiores às necessárias, herdadas de contratos antigos. Reduzir um escalão, quando os equipamentos o permitem, gera uma poupança imediata e recorrente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2026, a fatura da eletricidade combina estabilidade no mercado regulado, concorrência no mercado liberalizado, uma tarifa de acesso às redes mais cara para todos e maior flexibilidade na escolha da opção horária. Para poupar, a recomendação é rever a fatura, analisar o perfil de consumo, ajustar a potência contratada e escolher a tarifa horária que melhor corresponde à rotina da habitação. É nessa combinação, e não apenas no nome do comercializador que se decide quanto se paga todos os meses pela eletricidade.</span></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756507]]></sapo:autor>
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		<title>NATO diz estar a &#8220;colaborar&#8221; com EUA para &#8220;compreender&#8221; retirada de soldados da Alemanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 10:19:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A NATO disse hoje que está a "colaborar" com os Estados Unidos para compreender melhor a decisão de Washington de retirar cerca de 5.0000 soldados norte-americanos da Alemanha até 2027, afirmou uma porta-voz da aliança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A NATO disse hoje que está a &#8220;colaborar&#8221; com os Estados Unidos para compreender melhor a decisão de Washington de retirar cerca de 5.0000 soldados norte-americanos da Alemanha até 2027, afirmou uma porta-voz da aliança.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a colaborar com os Estados Unidos para compreender melhor os detalhes da sua decisão relativa ao dispositivo militar na Alemanha&#8221;, afirmou a porta-voz da Organização do Tratado do Atlântico Norte [NATO, na sigla em inglês], Allison Hart, na sua conta da rede social X, citada pela agência de notícias francesa AFP.</P><br />
<P>Segundo a porta-voz da NATO, esta retirada parcial de tropas norte-americanas da Alemanha intensifica a necessidade da Europa continuar a investir mais no setor da defesa, bem como a assumir mais responsabilidade pela segurança comum&#8221; do Velho Continente.</P><br />
<P>O Pentágono anunciou na sexta-feira a retirada de cerca de 5.000 militares até 2027.</P><br />
<P>O anúncio americano surgiu na sequência de uma disputa à distância entre Donald Trump e o chanceler almão, Friedrich Merz, sobre a guerra no Irão desencadeada por Washington. O Presidente norte-americano criticou os europeus pela falta de apoio.</P><br />
<P>Merz tinha despertado a ira de Trump na segunda-feira, ao considerar que &#8220;os americanos [não tinham] visivelmente nenhuma estratégia&#8221; no Irão e que Teerão &#8220;humilhava&#8221; a primeira potência mundial.</P><br />
<P>&#8220;Era de esperar que as tropas dos Estados Unidos se retirassem da Europa e também da Alemanha&#8221;, declarou o ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, num comentário transmitido hoje à AFP pelo seu ministério.</P><br />
<P>O ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, disse que a retirada parcial dos soldados norte-americanos da Alemanha era previsível, mas que o anúncio do Pentágono deixa claro que a Europa deve assumir mais responsabilidade para garantir a própria segurança. </P><br />
<P>&#8220;É claro: no seio da Organização do Tratado do Atlântico Norte [NATO, na sigla em inglês] temos de nos tornar mais europeus para podermos continuar a ser transatlânticos. Por outras palavras: nós, europeus, temos de assumir uma maior responsabilidade pela nossa própria segurança&#8221;, assinalou Boris Pistorius.</P><br />
<P>Desde o fim da Guerra Fria, a presença americana na Alemanha foi consideravelmente reduzida, mas continua a ser um pilar da política de segurança alemã e da NATO.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757244]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Alto responsável militar iraniano considera provável retomar a guerra com os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 10:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um alto responsável militar iraniano afirmou hoje que "é provável" o retomar da guerra entre o Irão e os Estados Unidos, depois de o Presidente norte-americano ter dito não estar satisfeito com uma nova proposta de negociação iraniana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um alto responsável militar iraniano afirmou hoje que &#8220;é provável&#8221; o retomar da guerra entre o Irão e os Estados Unidos, depois de o Presidente norte-americano ter dito não estar satisfeito com uma nova proposta de negociação iraniana.</P><br />
<P>&#8220;As Forças Armadas estão totalmente preparadas para qualquer nova aventura ou loucura dos norte-americanos&#8221;, disse o general Mohammad Jaafar al-Asadi, vice-chefe de inspeção do Quartel-General Central de Khatam al-Anbiya, segundo a agência de notícias Fars, ligada à Guarda Revolucionária.</P><br />
<P>Al-Asadi afirmou ainda que as ações e declarações das autoridades norte-americanas são sobretudo para fins mediáticos e visam &#8220;livrar-se do atoleiro que criaram&#8221;.</P><br />
<P>Estas declarações surgem depois do chefe de Estado norte-americano, Donald Trump, ter considerado insatisfatória a última proposta de acordo de paz do Irão na noite anterior. </P><br />
<P>A agência de notícias oficial iraniana IRNA noticiou na quinta-feira que o Irão tinha apresentado uma nova proposta ao Paquistão, país mediador nas conversações de paz com os Estados Unidos. </P><br />
<P>Teerão já tinha apresentado uma proposta a Washington na semana passada, através de Islamabad, oferecendo um processo de negociação em várias fases, inicialmente focado no fim da guerra e na reabertura do Estreito de Ormuz por ambas as partes, deixando a questão do programa nuclear iraniano para uma etapa posterior.</P><br />
<P>Os meios de comunicação norte-americanos noticiaram que esta proposta não convenceu Trump porque adiava as negociações sobre o programa nuclear da República Islâmica.</P><br />
<P>Em 08 de abril, as duas partes concordaram com uma trégua inicial de duas semanas, após 39 dias de combates, que foi posteriormente prolongada por tempo indeterminado para permitir tempo para negociações entre Teerão e Washington.</P><br />
<P>No entanto, as negociações diretas entre os dois países continuam paralisadas devido à recusa do Irão em negociar enquanto os Estados Unidos mantêm o bloqueio naval aos portos e navios iranianos, uma medida destinada a prejudicar a economia iraniana. </P><br />
<P>O Irão, por sua vez, mantém o controlo do tráfego no estreito de Ormuz, a rota estratégica por onde passava 20% do petróleo mundial, o que fez subir o preço do crude.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757243]]></sapo:autor>
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		<title>PCP quer aumento das pensões em 50 euros a partir de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 10:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PCP vai propor um aumento intercalar de 50 euros para todas as pensões a partir de 01 de julho, anunciou hoje o partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PCP vai propor um aumento intercalar de 50 euros para todas as pensões a partir de 01 de julho, anunciou hoje o partido.</P><br />
<P>Em comunicado, os comunistas indicam que vão apresentar uma proposta no parlamento &#8220;de aumento geral do valor das pensões de reforma em 50 euros, a partir de 01 de julho&#8221;.</P><br />
<P>O Grupo Parlamentar do PCP quer que esta proposta abranja todos os pensionistas e refere que, &#8220;ao contrário dos suplementos extraordinários que os governos têm decidido, consolida no montante global de cada pensão e no cálculo da sua evolução futura&#8221;.</P><br />
<P>Na quarta-feira, no debate quinzenal na Assembleia da República, o primeiro-ministro considerou ser cedo para um aumento permanente das pensões mais baixas, mas admitiu um novo suplemento extraordinário se as finanças públicas permitirem.</P><br />
<P>&#8220;O pagamento de suplementos extraordinários foi a decisão que nós tomámos em 2024, que tomámos em 2025 e que está inscrito no Orçamento do Estado que tomaremos em 2026, se a meio do ano tivermos finanças públicas que nos permitam tomar tal decisão. Esse é um compromisso meu&#8221;, disse Luís Montenegro, em resposta ao secretário-geral do PS.</P><br />
<P>José Luís Carneiro tinha apelado à &#8220;sensibilidade do primeiro-ministro&#8221; sobre as pessoas que recebem pensões mínimas e que são especialmente afetadas pelo aumento do custo de vida, perguntando se Luís Montenegro estaria disponível para cumprir &#8220;a palavra dada&#8221; de um suplemento extraordinário, mas insistindo num aumento &#8220;duradouro que melhore as pensões mais baixas&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro-ministro observou que o compromisso do PS &#8220;era diferente&#8221; e passava por &#8220;aproveitar um saldo da Segurança Social deste ano para comprometer o pagamento de pensões para 20, 30, 40 ou 50 anos de forma permanente&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Nós também queremos lá chegar, mas é cedo. Vamos primeiro colocar o país no trilho certo, a crescer com mais robustez e a ganhar, do ponto de vista económico, o fogo para poder tomar uma decisão desse calibre&#8221;, disse.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757242]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>RDCongo: Organizações civis denunciam mais de 100 mortos em ataques no leste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 09:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 pessoas morreram esta semana em três ataques no leste da República Democrática do Congo, atribuídos por organizações civis às Forças Democráticas Aliadas (ADF), grupo ligado ao Estado Islâmico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 100 pessoas morreram esta semana em três ataques no leste da República Democrática do Congo, atribuídos por organizações civis às Forças Democráticas Aliadas (ADF), grupo ligado ao Estado Islâmico.</P><br />
<P>Os ataques começaram na terça-feira no território de Djugu, na província de Ituri, e atingiram as localidades de Bassa, Mayalibo e Bayamabadjeri, segundo o coordenador da organização da sociedade civil Vives, Dieudonné Litori, ao meio local Kivu Morning Post.</P><br />
<P>De acordo com o responsável, dezenas de casas foram incendiadas durante os ataques, levando os sobreviventes a fugir das localidades afetadas.</P><br />
<P>As autoridades congolesas ainda não se pronunciaram sobre os ataques em Ituri, considerada uma das bases de operações das Forças Democráticas Aliadas.</P><br />
<P>O grupo armado tem também alargado as suas ações à vizinha região de Kivu, aproveitando a instabilidade provocada pelo conflito que há anos opõe o exército congolês e os seus aliados às milícias do Movimento 23 de Março.</P><br />
<P>As Forças Democráticas Aliadas são apresentadas como uma extensão do Estado Islâmico na República Democrática do Congo e são consideradas um dos grupos armados mais brutais do continente africano.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757241]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>IMI 2026: estes são os prazos que não pode mesmo falhar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/imi-2026-estes-sao-os-prazos-que-nao-pode-mesmo-falhar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 09:30:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[IMI]]></category>
		<category><![CDATA[imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Prazos]]></category>
		<category><![CDATA[proprietários]]></category>
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					<description><![CDATA[Os proprietários de imóveis em Portugal têm várias datas a cumprir em 2026 no que diz respeito ao pagamento do IMI. Falhar estes prazos pode resultar em coimas, mas conhecer o calendário fiscal permite evitar problemas e até poupar no imposto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é proprietário de um imóvel em Portugal deve estar especialmente atento aos prazos do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) em 2026. O incumprimento das datas pode resultar em coimas, pelo que conhecer o calendário fiscal é fundamental para evitar surpresas.</p>
<p>De acordo com a DECO PROteste, o IMI é devido por quem detinha o imóvel a 31 de dezembro de 2025, mesmo que entretanto já não seja proprietário no momento da cobrança.</p>
<p>O mês de maio marca o primeiro grande prazo para os contribuintes. Quando o valor anual do IMI é inferior a 100 euros, o pagamento deve ser feito numa única prestação até 31 de maio.</p>
<p>Já nos casos em que o imposto ultrapassa esse valor, a Autoridade Tributária divide automaticamente o montante em prestações. Ainda assim, a primeira prestação também deve ser liquidada até 31 de maio. Segundo a DECO PROteste, a nota de cobrança disponibiliza normalmente duas referências: uma para pagar apenas a prestação e outra para liquidar o valor total, caso o contribuinte prefira antecipar o pagamento.</p>
<p><strong>Agosto: segunda prestação para valores mais elevados</strong></p>
<p>Para quem paga um IMI anual superior a 500 euros, o imposto é dividido em três prestações. A segunda deve ser paga durante o mês de agosto.</p>
<p>Mesmo nestes casos, existe flexibilidade. Tal como refere a DECO PROteste, o contribuinte pode optar por pagar a totalidade do imposto antecipadamente, utilizando a referência indicada para pagamento integral disponível na nota de cobrança.</p>
<p><strong>Novembro: última prestação do IMI</strong></p>
<p>A última prestação do IMI deve ser paga até 30 de novembro, sempre que o imposto anual seja superior a 100 euros. Este prazo aplica-se tanto a quem paga em duas como em três prestações.</p>
<p>Caso o contribuinte tenha decidido pagar o imposto na totalidade numa fase anterior, não terá de efetuar qualquer pagamento nesta data, sendo a última cobrança automaticamente anulada no Portal das Finanças.</p>
<p><strong>Até 31 de dezembro: pedir nova avaliação do imóvel</strong></p>
<p>Além dos prazos de pagamento, há outro momento importante no calendário fiscal. Até 31 de dezembro, os proprietários podem solicitar uma nova avaliação do imóvel às Finanças.</p>
<p>O valor do IMI resulta da aplicação de uma taxa ao valor patrimonial tributário (VPT), que depende de vários coeficientes. Um deles é a idade do imóvel, que não é atualizado automaticamente. De acordo com a DECO PROteste, isso pode significar que alguns imóveis continuam a ser tributados como novos, mesmo já não o sendo.</p>
<p>Ao pedir uma reavaliação, é possível beneficiar de uma redução deste coeficiente e, consequentemente, pagar menos imposto. No entanto, a atualização envolve todos os fatores de cálculo, incluindo o preço do metro quadrado, que tem vindo a aumentar. Isso pode resultar num agravamento do IMI.</p>
<p><strong>Simular antes de decidir</strong></p>
<p>Antes de avançar com o pedido de reavaliação, é aconselhável fazer uma simulação. Essa análise permite perceber se a alteração poderá traduzir-se numa poupança real ou num aumento do imposto.</p>
<p>Se o resultado for favorável, o pedido deve ser submetido através do modelo 1 do IMI no Portal das Finanças até ao final do ano. O novo valor só terá impacto no imposto a pagar no ano seguinte.</p>
<p>Manter-se informado e cumprir os prazos do IMI em 2026 é essencial para uma gestão financeira eficiente e para evitar encargos desnecessários.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756484]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Retirada parcial de soldados dos EUA é alerta para Europa &#8211; ministro alemão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 09:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa alemão disse hoje que a retirada parcial dos soldados norte-americanos da Alemanha era previsível, mas quew o anúncio do Pentágono deixa claro que a Europa deve assumir mais responsabilidade para garantir a própria segurança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Defesa alemão disse hoje que a retirada parcial dos soldados norte-americanos da Alemanha era previsível, mas quew o anúncio do Pentágono deixa claro que a Europa deve assumir mais responsabilidade para garantir a própria segurança. </P><br />
<P>&#8220;É claro: no seio da Organização do Tratado do Atlântico Norte [NATO, na sigla em inglês] temos de nos tornar mais europeus para podermos continuar a ser transatlânticos. Por outras palavras: nós, europeus, temos de assumir uma maior responsabilidade pela nossa própria segurança&#8221;, assinalou Boris Pistorius num comunicado divulgado pelo canal do WhatsApp do Ministério da Defesa alemão, citado pela agência de notícias espanhola EFE.</P><br />
<P>O Pentágono informou sexta-feira que iria retirar cerca de 5.000 soldados da Alemanha nos próximos seis a 12 meses. O anúncio surge na sequência das críticas do chanceler alemão, Friedrich Merz, sobre a alegada falta de uma estratégia de saída de Washington do conflito com o Irão e a &#8220;humilhação&#8221; a que, na sua opinião, o regime de Teerão submete os EUA.</P><br />
<P>O ministro da Defesa alemão sublinhou que, de qualquer forma, o facto de os EUA &#8220;retirarem tropas da Europa e também da Alemanha&#8221; era previsível, uma vez que a Administração de Donald Trump tinha avisado que iria rever a sua presença no Velho Continente.</P><br />
<P>O ministro da Defesa alemão sustentou, no entanto, que &#8220;a presença de soldados norte-americanos na Europa, e especialmente na Alemanha, é do interesse tanto da Alemanha como dos EUA, e considerou que retirar cerca de 5.000 soldados é número limitado de soldados em comparação com os &#8220;quase 40.000 que estão estacionados na Alemanha&#8221;.</P><br />
<P>Pistorius referiu que EUA e Alemanha estão a trabalhar em estreita colaboração na base aérea de Ramstein, no sudoeste, em Grafenwöhr, no sudeste, em Frankfurt, no oeste, e noutros locais &#8220;pela paz e segurança na Europa, pela Ucrânia e pela dissuasão conjunta&#8221;. </P><br />
<P>Sublinhou ainda que, para os EUA, as suas bases na Alemanha são igualmente importantes, uma vez que &#8220;ali se concentram outras funções militares, por exemplo, para os seus interesses de política de segurança em África e no Médio Oriente&#8221;. </P><br />
<P>Em Estugarda estão aquartelados o Comando Europeu dos Estados Unidos (EUCOM) e o Comando para África (AFRICOM).</P><br />
<P>De qualquer forma, na opinião de Pistorius, o que o anúncio da Administração de Donald Trump deixa claro é que a Europa deve assumir uma maior liderança na sua própria defesa no âmbito da NATO, tal como o Presidente norte-americano exigiu em numerosas ocasiões.  </P><br />
<P>&#8220;A Alemanha está no bom caminho. Estamos a crescer: a nossa Bundeswehr (Forças Armadas) será maior, adquirimos mais material com maior rapidez e apostamos na inovação, além de construirmos mais infraestruturas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Pistorius também assegurou que, em todas as tarefas futuras, a Alemanha vai coordenar estreitamente com os seus aliados, especialmente no âmbito do chamado Grupo dos Cinco, ou seja, com o Reino Unido, França, Polónia e Itália. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757240]]></sapo:autor>
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		<title>Governo prepara novo apoio para carros elétricos: saiba como garantir 4.000 euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 09:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O apoio do Estado à compra de carros elétricos está prestes a regressar em 2026, com mais verba e grande expectativa por parte dos consumidores. Depois de uma fase que esgotou em poucas horas, o novo incentivo promete voltar a agitar o mercado automóvel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo português prepara o relançamento do incentivo à compra de veículos elétricos, com abertura prevista até junho de 2026. Depois de uma fase anterior que esgotou em menos de 24 horas, o novo programa deverá contar com um reforço de 20 milhões de euros, embora ainda não sejam conhecidas todas as condições.</p>
<p>De acordo com a Deco Proteste, os consumidores interessados devem começar desde já a reunir a documentação necessária, uma vez que a elevada procura tem levado ao esgotamento rápido das verbas disponíveis em edições anteriores.</p>
<p>Em 2025, na primeira versão desta iniciativa,  foi atribuído um apoio de 4.000 euros para a compra de carros 100% elétricos. Este incentivo aplicava-se a veículos ligeiros de passageiros novos, desde que respeitassem determinados limites de preço.</p>
<p>Os automóveis até cinco lugares não podiam ultrapassar os 38.500 euros, enquanto os veículos com mais de cinco lugares tinham um teto máximo de 55.000 euros. Segundo a Deco Proteste, cada particular podia candidatar-se ao apoio apenas para um veículo.</p>
<p>O programa não se limitou aos automóveis. Incluiu também incentivos para bicicletas elétricas e convencionais, trotinetes, motociclos e até para a instalação de pontos de carregamento em condomínios.</p>
<p><strong>Quem pode candidatar-se ao apoio em 2026</strong></p>
<p>Embora as regras da nova fase ainda não tenham sido divulgadas, é expectável que sigam uma lógica semelhante à anterior. No último programa, só eram elegíveis veículos adquiridos após 1 de janeiro de 2025, incluindo contratos de locação financeira com duração mínima de 24 meses.</p>
<p>Além disso, os candidatos tinham de cumprir alguns requisitos, como manter o veículo durante pelo menos dois anos e não o exportar. No caso dos carros elétricos, era ainda obrigatório apresentar comprovativo de abate de um veículo a combustíveis fósseis com mais de dez anos, desde que esse abate tivesse ocorrido após 1 de janeiro de 2023.</p>
<p><strong>Que despesas são elegíveis</strong></p>
<p>O incentivo abrangia apenas veículos 100% elétricos novos da categoria M1. O valor considerado incluía o preço total de aquisição com IVA, extras e despesas administrativas, como o registo automóvel.</p>
<p>No caso das bicicletas, apenas eram elegíveis modelos destinados a uso citadino ou urbano, ficando excluídas as bicicletas de carácter desportivo.</p>
<p>Também os dispositivos de mobilidade pessoal, como trotinetes elétricas, estavam incluídos, com apoios que podiam chegar aos 500 euros.</p>
<p><strong>Como preparar a candidatura</strong></p>
<p>A candidatura ao apoio é feita exclusivamente online, através do site do Fundo Ambiental. Para aumentar as hipóteses de sucesso, é essencial ter toda a documentação pronta antes da abertura do programa.</p>
<p>Entre os documentos necessários estão a identificação do candidato, comprovativos de inexistência de dívidas à Autoridade Tributária e à Segurança Social, IBAN e a fatura de compra do veículo. No caso dos automóveis, é ainda exigido o documento único automóvel e o comprovativo de abate de um carro antigo.</p>
<p>De acordo com a Deco Proteste, no caso de leasing, deve ser apresentado o contrato de locação financeira com duração mínima de 24 meses, bem como prova de entrega do veículo.</p>
<p><strong>Quando e como é pago o apoio</strong></p>
<p>Após a submissão, a candidatura é analisada pelo Fundo Ambiental. Se for considerada elegível e existir verba disponível, o candidato recebe um e-mail de aprovação.</p>
<p>O pagamento do apoio é feito posteriormente por transferência bancária para a conta indicada pelo beneficiário.</p>
<p><strong>Benefícios fiscais dos carros elétricos</strong></p>
<p>Para além do incentivo direto, a compra de um carro elétrico traz vantagens fiscais relevantes. Estes veículos estão isentos de imposto sobre veículos e de imposto único de circulação.</p>
<p>Já os híbridos plug-in podem beneficiar de reduções significativas no imposto sobre veículos, dependendo das suas características.</p>
<p>Em vários municípios portugueses, existem ainda benefícios adicionais, como estacionamento gratuito ou a preços reduzidos, embora em alguns casos seja necessário um dístico específico.</p>
<p><strong>Vale a pena preparar já?</strong></p>
<p>Tudo indica que a procura pelo apoio em 2026 será elevada, à semelhança do que aconteceu anteriormente. Por isso, antecipar a preparação dos documentos pode fazer a diferença.</p>
<p>Como sublinha a Deco Proteste, os apoios têm esgotado rapidamente, o que torna essencial estar pronto para submeter a candidatura assim que o programa abrir.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756464]]></sapo:autor>
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		<title>Importações de vinho na China caíram para metade face a 2018 &#8212; importador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 08:38:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P></P><br />
<P>*** Por João Pimenta, da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Xangai, 02 mai 2026 (Lusa) &#8212; O diretor-geral de uma das maiores importadoras de vinho na China descreveu à Lusa uma transformação profunda do setor, marcada por uma quebra de 50% nas importações face a 2018 e maior sofisticação dos consumidores.</P><br />
<P>&#8220;O mercado que existia em 2018, hoje, é menos de metade&#8221;, afirmou à Lusa o português Francisco Henriques, diretor-geral da China Wines &amp; Spirits, com sede em Xangai, a &#8220;capital&#8221; económica da China, que celebrou esta semana o seu 20.º aniversário.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa, o responsável, que está há quase duas décadas na China, descreveu uma transformação profunda do setor, marcada por uma quebra &#8220;brutal&#8221; do consumo, associada a uma combinação de fatores, desde a campanha anticorrupção e de austeridade promovida por Pequim, que inclui restrições ao consumo de álcool em eventos oficiais, até ao impacto da crise no setor imobiliário, que reduziu o apetite por bens considerados de luxo.</P><br />
<P>Dados recentes indicam que, só no último ano, as importações chinesas de vinho recuaram 11%, situando-se agora em cerca de metade dos níveis registados em 2018, quando o país comprou vinho estrangeiro no valor de quase 3 mil milhões de dólares (2,5 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Durante anos, a China foi um dos principais motores do setor vinícola global, com produtores de regiões como Bordéus ou Austrália a dependerem fortemente da procura chinesa. Em 2019, cerca de um quarto das exportações de Bordéus tinham como destino o país asiático.</P><br />
<P>Mas a quebra recente está a ter impacto global. Produtores enfrentam excesso de oferta, queda de preços e, em alguns casos, estão a arrancar vinhas ou a deixar uvas por colher.</P><br />
<P>Além do contexto económico e político, Henriques apontou também para uma transformação cultural, sobretudo entre os mais jovens, que &#8220;bebem menos e bebem diferente&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o responsável, há duas décadas o vinho era consumido sobretudo por uma elite e dominado quase exclusivamente por França, sendo muitas vezes associado a ofertas e banquetes oficiais.</P><br />
<P>Hoje, disse, o mercado está &#8220;em vias de maturidade&#8221;, com maior diversidade de origens e um consumo mais individualizado.</P><br />
<P>&#8220;Há 20 anos bebia-se uma garrafa por pessoa, hoje as pessoas preferem beber um copo, mas melhor&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O consumo deslocou-se também para novos contextos, com o crescimento das entregas ao domicílio e das compras através de aplicações móveis.</P><br />
<P>&#8220;Os consumidores podem encomendar uma garrafa no telemóvel e recebê-la meia hora depois&#8221;, disse, sublinhando a necessidade de adaptação do setor a estes novos hábitos.</P><br />
<P>Apesar da contração do mercado, Henriques considerou que a China continua a ser uma aposta estratégica para países como Portugal, embora exija um trabalho de longo prazo.</P><br />
<P>&#8220;Quando o consumidor prova, gosta&#8221;, afirmou, destacando a tipicidade das castas portuguesas como uma vantagem competitiva.</P><br />
<P>O principal desafio, disse, é garantir presença consistente no mercado, nomeadamente na restauração, hotéis e canais de distribuição.</P><br />
<P>&#8220;É preciso que o vinho esteja disponível (&#8230;) e esse é o trabalho difícil&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Henriques alertou que muitos produtores falham ao encarar a China como um mercado de oportunidades rápidas, sem investimento continuado.</P><br />
<P>&#8220;Aquele produtor que vem à China, exporta um contentor e depois fica à espera (&#8230;) não resulta&#8221;, disse, defendendo a importância de parcerias estáveis com importadores locais.</P><br />
<P>Num mercado que descreveu como &#8220;muito dinâmico&#8221;, onde empresas entram e saem com frequência, encontrar o parceiro certo pode ser &#8220;como uma agulha no palheiro&#8221;.</P><br />
<P>O responsável sublinhou que a dimensão e evolução do mercado justificam o esforço. &#8220;É um trabalho que demora anos, mas que traz frutos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757239]]></sapo:autor>
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		<title>Milhões fora do radar: investigação revela como a Nobitex se tornou peça-chave na economia paralela iraniana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 08:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa foi fundada em 2018 por dois irmãos ligados a uma das famílias mais influentes do país, revelando uma teia complexa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-(--header-height)" dir="auto" data-turn-id="2c2a557a-1309-4113-acb1-4fd92d03bd63" data-testid="conversation-turn-1" data-scroll-anchor="false" data-turn="user">
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<div class="z-0 flex justify-end">A maior plataforma de criptomoedas do Irão, a Nobitex, está no centro de um sistema financeiro paralelo que permite movimentar milhões de dólares para lá das sanções ocidentais. A empresa foi fundada em 2018 por dois irmãos ligados a uma das famílias mais influentes do país, revelando uma teia complexa entre tecnologia, poder político e economia sob restrições internacionais.</div>
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</section>
<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto [content-visibility:auto] supports-[content-visibility:auto]:[contain-intrinsic-size:auto_100lvh] R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-WEB:e9843ffa-8a08-4139-a039-da2c3b2cc6b5-0" data-testid="conversation-turn-2" data-scroll-anchor="false" data-turn="assistant">
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<p data-start="514" data-end="828">Os fundadores da Nobitex, Ali e Mohammad, pertencem à influente família Kharrazi, mas utilizaram um apelido alternativo — Aghamir — para criar e desenvolver o negócio. De acordo com a Reuters, esta escolha terá ajudado a ocultar a ligação direta à elite política e religiosa iraniana, mesmo entre colegas próximos.</p>
<p data-start="830" data-end="1115">A família Kharrazi ocupa há décadas posições centrais no sistema político iraniano, com ligações diretas a líderes supremos e instituições-chave do regime. Segundo a Reuters, membros da família desempenharam papéis relevantes como conselheiros, diplomatas e figuras religiosas de topo.</p>
<p data-start="1171" data-end="1482">A Nobitex cresceu rapidamente e tornou-se dominante no mercado iraniano de criptomoedas, alegando ter cerca de 11 milhões de utilizadores. Este crescimento foi impulsionado pelo isolamento financeiro do país, que levou muitos cidadãos a recorrer às criptomoedas como alternativa ao sistema bancário tradicional.</p>
<p data-start="1484" data-end="1703">Segundo a Reuters, a plataforma processa uma grande parte das transações cripto no Irão e funciona como uma ligação essencial aos mercados internacionais, permitindo contornar restrições impostas por sanções económicas.</p>
<p data-start="1739" data-end="2072">Investigações indicam que a Nobitex tem sido utilizada por entidades sancionadas, incluindo o banco central iraniano e o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica. De acordo com a Reuters, análises de blockchain e testemunhos de fontes internas sugerem que milhões de dólares terão passado pela plataforma ligados a estas organizações.</p>
<p data-start="2074" data-end="2251">A empresa nega qualquer envolvimento direto com o governo ou atividades ilícitas, afirmando que eventuais transações suspeitas ocorreram sem conhecimento ou aprovação da gestão.</p>
<p data-start="2299" data-end="2600">Um dos principais desafios apontados por analistas é a dificuldade em distinguir o uso legítimo da plataforma por cidadãos comuns das operações associadas ao regime. Segundo a Reuters, esta mistura de utilizadores torna mais complexa qualquer tentativa de controlo ou aplicação de sanções específicas.</p>
<p data-start="2602" data-end="2753">Ao mesmo tempo, a Nobitex tornou-se essencial para muitos iranianos, oferecendo acesso a uma economia global da qual estão, em grande parte, excluídos.</p>
<p data-start="2794" data-end="3120">A plataforma recorre a várias técnicas para dificultar o rastreio de transações, incluindo a utilização de múltiplas carteiras digitais e ferramentas criptográficas avançadas. De acordo com a Reuters, a própria empresa aconselha os utilizadores sobre como reduzir a visibilidade das operações perante entidades internacionais.</p>
<p data-start="3122" data-end="3296">Além disso, a Nobitex manteve atividade mesmo durante períodos de blackout de internet no país, o que levanta questões sobre o acesso privilegiado a infraestruturas digitais.</p>
<p data-start="3346" data-end="3639">Apesar de investigações, sanções internacionais e até incidentes como um ataque informático que resultou na perda de milhões em ativos digitais, a Nobitex continuou a expandir-se. A empresa chegou a reembolsar diretamente os clientes afetados, demonstrando capacidade financeira significativa.</p>
<p data-start="3641" data-end="3837">Segundo a Reuters, o sucesso da plataforma reflete também a realidade do ambiente empresarial iraniano, onde negócios lucrativos acabam frequentemente sob influência ou escrutínio das autoridades.</p>
<p data-start="3881" data-end="4106">A Nobitex representa hoje muito mais do que uma simples exchange de criptomoedas. Tornou-se um elemento-chave num sistema financeiro alternativo que permite ao Irão contornar limitações impostas pela comunidade internacional.</p>
<p data-start="4108" data-end="4344">De acordo com a Reuters, mesmo que apenas uma pequena percentagem das transações esteja diretamente ligada a entidades sancionadas, o volume total processado pela plataforma sugere que o impacto real poderá ser significativamente maior.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757223]]></sapo:autor>
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		<title>IRS 2026: tem de declarar a conta Revolut mesmo com IBAN nacional?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 08:00:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A obrigatoriedade de declarar a conta Revolut no IRS continua a gerar dúvidas entre contribuintes em Portugal, sobretudo depois da mudança estrutural operada pela fintech em 2025. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A obrigatoriedade de declarar a conta Revolut no IRS continua a gerar dúvidas entre contribuintes em Portugal, sobretudo depois da mudança estrutural operada pela fintech em 2025. Até aqui, a regra era relativamente clara: como a Revolut operava com IBAN lituano, os clientes tinham de comunicar a existência da conta estrangeira às Finanças.</p>
<p>Com a abertura da sucursal em Portugal, em julho de 2025, e a disponibilização de um IBAN português, o enquadramento passou a ser diferente. Ainda assim, a questão mantém-se em 2026: é ou não necessário declarar a conta no IRS?</p>
<p><strong>Revolut no IRS em 2026: depende do tipo de IBAN e do momento de abertura da conta</strong><br />
As declarações de IRS submetidas em 2026 dizem respeito aos rendimentos e situações fiscais de 2025. É esse detalhe temporal que determina a obrigação de declaração da conta Revolut.</p>
<p>Existem dois cenários principais.</p>
<p>No primeiro caso, estão os utilizadores que abriram conta a partir de 24 de julho de 2025, data em que a Revolut passou a disponibilizar IBAN português. Em princípio, estas contas já são abertas com IBAN nacional.</p>
<p>No entanto, a confirmação continua a ser essencial. O próprio IBAN permite perceber o enquadramento: se começar por “PT50”, trata-se de um IBAN português; se começar por “LT07”, continua a ser um IBAN lituano.</p>
<p>No segundo cenário estão os clientes que já tinham conta Revolut antes de julho de 2025. Mesmo que entretanto tenham passado a ter IBAN português associado, a existência de um IBAN lituano durante parte de 2025 implica que essa informação deve ser incluída na declaração de IRS relativa a esse ano.</p>
<p>A lógica é simples: o IRS reflete o ano fiscal completo e deve espelhar a situação tal como existiu durante esse período.</p>
<p><strong>Como declarar a conta Revolut no IRS</strong><br />
A declaração da conta Revolut no IRS não implica qualquer pagamento adicional nem depende de movimentos financeiros. Trata-se apenas de uma obrigação informativa.</p>
<p>Na prática, não é necessário indicar saldos ou movimentos da conta — a conta pode até estar sem saldo. O que é exigido é a identificação da existência da conta estrangeira, quando aplicável.</p>
<p>Essa informação é preenchida no quadro 11 do anexo J da declaração de rendimentos, onde devem ser indicados o IBAN e o código BIC/SWIFT. Estes dados estão disponíveis diretamente na aplicação da Revolut, na área de detalhes da conta.</p>
<p><strong>O que acontece se não declarar a conta Revolut no IRS</strong><br />
A omissão da conta Revolut no IRS pode ter consequências fiscais. A não declaração pode ser enquadrada como infração tributária, podendo originar coimas por omissões ou incorreções em declarações fiscais.</p>
<p>De acordo com o Regime Geral das Infrações Tributárias, as multas podem começar nos 150 euros.</p>
<p>Ainda assim, a situação pode ser corrigida. Caso o contribuinte se aperceba da falha após a entrega da declaração inicial, pode submeter uma declaração de substituição, corrigindo a omissão do IBAN lituano referente a 2025.</p>
<p><strong>O essencial a reter na declaração do IRS com conta Revolut</strong><br />
Apesar das alterações introduzidas pela Revolut em Portugal, a obrigação de declarar depende essencialmente do tipo de IBAN e do período em análise no IRS de 2026.</p>
<p>Se durante 2025 existiu uma conta com IBAN estrangeiro, essa informação deve constar na declaração. Se a conta foi aberta já com IBAN português e não houve utilização de IBAN estrangeiro, a necessidade de declaração deixa de se colocar nos mesmos termos.</p>
<p>A regra mantém-se centrada no princípio fiscal de transparência sobre contas no estrangeiro, mesmo que a realidade operacional da fintech tenha evoluído para uma estrutura bancária nacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756315]]></sapo:autor>
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		<title>Spirit Airlines encerra atividade após 34 anos e cancela operações de imediato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 07:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Spirit Airlines, uma companhia aérea norte-americana que abalou o setor com as suas campanhas publicitárias ousadas e tarifas extremamente baixas, anunciou hoje o fim da atividade, após 34 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Spirit Airlines, uma companhia aérea norte-americana que abalou o setor com as suas campanhas publicitárias ousadas e tarifas extremamente baixas, anunciou hoje o fim da atividade, após 34 anos.</P><br />
<P>A transportadora de ultra baixo custo, que chegou a operar centenas de voos diários, com os seus aviões amarelos, e a empregar cerca de 17.000 pessoas, afirmou ter &#8220;iniciado um encerramento ordenado das suas operações, com efeito imediato&#8221;.</P><br />
<P>A companhia informou no seu &#8216;site&#8217; que todos os voos foram cancelados e que o serviço de apoio ao cliente deixou de estar disponível.</P><br />
<P>&#8220;Estamos orgulhosos do impacto do nosso modelo de ultra baixo custo na indústria ao longo dos últimos 34 anos e esperávamos continuar a servir os nossos clientes durante muitos anos&#8221;, refere-se no comunicado.</P><br />
<P>A empresa aconselhou os clientes a aguardarem os reembolsos, mas avisou que não prestará assistência na marcação de viagens com outras companhias aéreas.</P><br />
<P>O encerramento já era esperado, depois de sexta-feira ter chegado ao fim sem a aprovação de um necessário resgate governamental para a empresa, que enfrentava dificuldades financeiras.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano afirmou na sexta-feira que a sua administração tinha apresentado uma &#8220;proposta final&#8221; para uma aquisição financiada por fundos públicos, com o objetivo de evitar a falência da companhia, mas não foi alcançado qualquer acordo.</P><br />
<P>Donald Trump já tinha sugerido a possibilidade de um resgate na semana anterior, depois de a companhia ter entrado em processo de insolvência pela segunda vez em menos de dois anos, num contexto de aumento dos preços do combustível devido à guerra no Irão. </P><br />
<P>A Spirit tem enfrentado dificuldades financeiras desde a pandemia de covid-19, pressionada pelo aumento dos custos operacionais e pelo crescimento da dívida. </P><br />
<P>Quando pediu proteção ao abrigo do Capítulo 11, em novembro de 2024, já tinha acumulado prejuízos superiores a 2,5 mil milhões de dólares desde o início de 2020.</P><br />
<P>A transportadora voltou a recorrer à proteção contra credores em agosto de 2025, quando declarou ter 8,1 mil milhões de dólares em dívidas e 8,6 mil milhões em ativos, segundo documentos judiciais.</P><br />
<P>Os defensores de um plano de resgate, incluindo sindicatos que representam pilotos, assistentes de bordo e trabalhadores de pista, afirmaram que o colapso da empresa colocaria milhares de norte-americanos no desemprego e prejudicaria os consumidores, ao reduzir a concorrência no setor e aumentar os preços das passagens aéreas. </P><br />
<P>Cerca de 17.000 postos de trabalho poderão ser afetados, segundo o advogado da Spirit, Marshall Huebner.</P><br />
<P>Os viajantes mais sensíveis ao preço e aqueles que viajam em lazer deverão sentir mais a ausência da Spirit, especialmente em locais onde a companhia tinha forte presença, como Las Vegas e cidades da Florida como Fort Lauderdale e Orlando.</P><br />
<P>A companhia aérea transportou cerca de 1,7 milhões de passageiros domésticos em fevereiro, cerca de meio milhão a menos do que no mesmo mês do ano anterior, segundo a empresa de análise de aviação Cirium. </P><br />
<P>A Spirit também reduziu significativamente a sua capacidade, com cerca de metade dos lugares disponíveis este mês em comparação com maio de 2024.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757238]]></sapo:autor>
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		<title>Lei do direito ao esquecimento entra hoje em vigor e reforça proteção no crédito e seguros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 07:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Este sábado marca a entrada em vigor da nova lei que reforça o chamado direito ao esquecimento para pessoas que tenham ultrapassado ou mitigado situações de risco agravado de saúde, introduzindo alterações relevantes na forma como são avaliados consumidores no acesso a crédito e seguros em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este sábado marca a entrada em vigor da nova lei que reforça o chamado direito ao esquecimento para pessoas que tenham ultrapassado ou mitigado situações de risco agravado de saúde, introduzindo alterações relevantes na forma como são avaliados consumidores no acesso a crédito e seguros em Portugal.</p>
<p>Em causa está a lei n.º 14/2026, de 27 de abril, que estabelece, no seu sumário, que “reforça o direito ao esquecimento e as proteções ao consumidor na contratação” de crédito e seguros. A aplicação do diploma visa impedir que determinados históricos clínicos continuem a penalizar cidadãos que já se encontram clinicamente estabilizados ou recuperados.</p>
<p>O novo enquadramento legal passa a incluir expressamente um conjunto de doenças consideradas de maior impacto clínico, nomeadamente a doença oncológica, o VIH, a diabetes e a hepatite C. Estes casos são integrados no regime de proteção reforçada, sempre que a situação de saúde tenha sido superada ou devidamente mitigada.</p>
<p>De acordo com o artigo 3.º da lei, “as pessoas que tenham superado ou mitigado situações de risco agravado de saúde ou de deficiência têm, na qualidade de consumidor, direito ao esquecimento na contratação de crédito à habitação e de crédito aos consumidores, bem como na contratação de seguros obrigatórios ou facultativos associados aos referidos créditos”.</p>
<p>Na prática, este princípio impede que episódios clínicos passados continuem a ser usados como fator de exclusão ou agravamento automático nas condições de contratação, sempre que estejam reunidos os critérios previstos na lei.</p>
<p>O diploma não se limita ao crédito à habitação ou ao crédito ao consumo. A proteção estende-se igualmente à contratação de seguros obrigatórios ou facultativos associados a esses créditos, abrangendo assim um conjunto alargado de situações financeiras do dia a dia.</p>
<p>Além disso, a lei prevê ainda a sua aplicação a contratos de crédito para fins comerciais ou profissionais, desde que celebrados por pessoas singulares, alargando o âmbito de proteção a trabalhadores independentes e pequenos empreendedores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756244]]></sapo:autor>
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		<title>Lisboa recebe hoje a Marcha pela canábis 2026 e reivindica direitos medicinais e recreativos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 07:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa prepara-se para acolher este sábado a Marcha pela Canábis 2026, evento anual que visa destacar a necessidade de uma legalização definitiva da planta em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="535" data-end="912">Lisboa prepara-se para acolher este sábado a Marcha pela Canábis 2026, evento anual que visa destacar a necessidade de uma legalização definitiva da planta em Portugal. A iniciativa, inserida num movimento global, procura chamar a atenção para os potenciais benefícios da Cannabis sativa L., seja no uso medicinal, recreativo ou industrial através do cânhamo.</p>
<p data-start="914" data-end="1366">Segundo a organização, “a Marcha pela Canábis é uma voz popular coletiva, apartidária, que defende a liberdade individual e o reconhecimento de todo o potencial da planta milenar, Cannabis sativa L.”. O manifesto da Marcha, partilhado nas redes sociais e grupos de WhatsApp, sublinha que a proibição da canábis coloca os consumidores em risco e favorece o crime organizado, uma vez que o mercado negro não garante a qualidade dos produtos consumidos.</p>
<p data-start="1368" data-end="2072">João Fidalgo, um dos responsáveis pela organização, explicou ao CannaReporter que a ilegalidade da canábis mantém os utilizadores dependentes de redes criminosas, aumentando o risco de consumirem produtos de qualidade desconhecida, situação que é particularmente preocupante para quem utiliza a planta por motivos de saúde. “A cannabis é a droga ilegal mais consumida no mundo, servindo de base de financiamento para muitas redes de narcotráfico globais. Esta situação deixa os utilizadores à mercê das redes criminosas e em risco de consumirem flores e extratos de canábis sem saber qual a qualidade dos mesmos, o que pode agravar os riscos associados [ao consumo] e até as suas patologias”, afirmou.</p>
<p data-start="2074" data-end="2445">A Marcha destaca ainda o potencial económico da legalização, seguindo exemplos internacionais, como o Canadá ou a Alemanha, onde o uso recreativo é permitido. O manifesto sublinha que a regulamentação da canábis poderia gerar receitas fiscais substanciais, criar emprego em toda a cadeia produtiva e reduzir os custos que atualmente suportam a chamada Guerra às Drogas.</p>
<p data-start="2447" data-end="3050">Entre as principais reivindicações, os ativistas pedem o alívio das restrições ao cultivo de cânhamo industrial com baixo teor de THC, a expansão das indicações terapêuticas da canábis medicinal, o direito ao cultivo doméstico e associativo, bem como a revisão da legislação para garantir tratamentos de primeira linha com canábis. João Fidalgo reforça: “a cannabis não mata – ao contrário do tabaco, que mata milhões de pessoas anualmente. O cultivo deve ser desburocratizado e ser totalmente regulamentado, permitindo assim à população saber o que está a consumir e realizar um consumo responsável”.</p>
<p data-start="3052" data-end="3430">A Marcha Global da Marijuana, que se realiza desde 1999 no primeiro domingo de maio, tornou-se um movimento internacional de ativismo pró-legalização, com mais de mil cidades em todo o mundo a organizarem eventos similares. Em Portugal, a primeira edição ocorreu em 2007 e decorreu em Lisboa, Porto e Braga, focando-se no uso medicinal, recreativo e no direito ao autocultivo.</p>
<p data-start="3432" data-end="3828">A edição deste ano coincide com uma campanha de recolha de assinaturas através de uma Petição Pública, que resume as reivindicações em 14 pontos essenciais, entre os quais a garantia do direito à saúde, a disponibilização de medicamentos de canábis nas farmácias, a regulamentação do cultivo pessoal, e a criação de um gabinete independente para assuntos relacionados com a canábis e o cânhamo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756268]]></sapo:autor>
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		<title>Metro de Lisboa encerrado do Rossio ao Cais do Sodré entre hoje e terça-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 06:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O troço Rossio/Baixa-Chiado/Cais do Sodré, na linha Verde do Metropolitano de Lisboa, vai encerrar entre hoje e 5 de maio (terça-feira), para trabalhos da linha Circular, mantendo-se a funcionar a estação Baixa-Chiado da linha Azul.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O troço Rossio/Baixa-Chiado/Cais do Sodré, na linha Verde do Metropolitano de Lisboa, vai encerrar entre hoje e 5 de maio (terça-feira), para trabalhos da linha Circular, mantendo-se a funcionar a estação Baixa-Chiado da linha Azul.</p>
<p>Em comunicado, o Metropolitano de Lisboa informou sobre o encerramento temporário daquele troço, justificando-o com a &#8220;necessidade de realização de trabalhos na via férrea no âmbito da preparação e modernização da rede para a futura configuração operacional da linha Circular, garantindo a compatibilidade com a infraestrutura existente&#8221;.</p>
<p>A circulação na linha Verde vai fazer-se apenas entre Telheiras e Martim Moniz, em ambos os sentidos, sendo retomada na totalidade no dia 06 de maio, enquanto as restantes linhas vão funcionar com normalidade naqueles dias, incluindo a estação Baixa-Chiado da linha Azul, que interceta a linha Verde.</p>
<p>Como alternativa são apontados os autocarros da Carris 208 e 760 entre o Martim Moniz e o Cais do Sodré, os 774, 15E e 25E entre a Praça da Figueira e o Cais do Sodré e os 207, 732 e 736 entre o Rossio e Cais do Sodré.</p>
<p>A transportadora informou também que a estação do Cais do Sodré vai passar a funcionar com um cais provisório &#8220;previsivelmente até final de julho&#8221;, para &#8220;facilitar o fluxo de passageiros&#8221;.</p>
<p>De acordo com o Metropolitano de Lisboa, no plano de expansão, a linha Circular prevê o prolongamento da estação do Rato (da linha Amarela) à estação do Cais do Sodré (linha Verde) com duas novas estações: Estrela e Santos.</p>
<p>A linha Circular, que tinha prevista a sua conclusão em dezembro de 2023 e um custo de 210 milhões de euros, teve até então quatro revisões, aumentando para 331,4 ME (desvio de 58% face ao inicialmente previsto) e posterior previsão de conclusão no segundo trimestre de 2026, mais 30 meses face ao prazo inicial.</p>
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