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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>I Liga: Rui Rodrigues assume presidência da SAD do Vitória de Guimarães</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 21:34:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente do Vitória de Guimarães, Rui Rodrigues, assumiu hoje a liderança do conselho de administração da SAD, responsável pela equipa da I Liga portuguesa de futebol, em Assembleia Geral da sociedade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Vitória de Guimarães, Rui Rodrigues, assumiu hoje a liderança do conselho de administração da SAD, responsável pela equipa da I Liga portuguesa de futebol, em Assembleia Geral da sociedade.</P><br />
<P>Eleito presidente do clube em 13 de junho, num sufrágio com quatro listas, que venceu com uma margem de dois votos para a candidatura de Viriato Sampaio, a segunda mais votada, Rui Rodrigues foi eleito para o conselho de administração na reunião magna decorrida no auditório do Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães.</P><br />
<P>Os vice-presidentes da direção, Silvério Alves, João Nuno Pacheco, Ricardo Freitas e Célia Magalhães, ocupam os restantes lugares no conselho de administração da SAD, num modelo similar ao que vigorou no mandato anterior, com o presidente António Miguel Cardoso e os restantes quatro membros da direção a constituírem a administração.</P><br />
<P>Presidente da Mesa da Assembleia Geral da SAD entre 2025 e 2026, Guilherme Dias mantém a função para o mandato que se estende até 2029, contando com Bruna Freitas Fernandes como secretária.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782005]]></sapo:autor>
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		<title>Sporting vence Benfica e leva final da Liga de futsal para a &#8216;negra&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 21:29:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Sporting venceu hoje na receção ao Benfica, por 3-2, e igualou, no quarto jogo, a final da Liga portuguesa de futsal, que vai ser decidida no domingo, no recinto dos 'encarnados'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sporting venceu hoje na receção ao Benfica, por 3-2, e igualou, no quarto jogo, a final da Liga portuguesa de futsal, que vai ser decidida no domingo, no recinto dos &#8216;encarnados&#8217;.</P><br />
<P>Kutchi deu vantagem ao Benfica, aos 18 minutos, mas, na segunda parte, o Sporting promoveu a reviravolta, mantendo a tendência das vitórias em casa na final, com golos de Pauleta, aos 21, Diogo Santos, aos 34, e Tomás Paçó, aos 36, antes de Diego Nunes ter reduzido para os campeões nacionais, aos 38.</P><br />
<P>O Benfica, nove vezes campeão, e o Sporting, que detém 19 títulos, disputam o quinto e decisivo jogo no domingo, a partir das 20:00, no Pavilhão do Estádio da Luz, em Lisboa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782004]]></sapo:autor>
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		<title>Xanana recebe Prémio Jorge Miranda e dedica-o ao &#8220;mártires da pátria&#8221; timorenses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 21:20:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão, recebeu hoje o Prémio Professor Doutor Jorge Miranda -- Constituição e Direitos Humanos, que dedicou aos "mártires da pátria" e aos milhares de timorenses que lutaram pela independência do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão, recebeu hoje o Prémio Professor Doutor Jorge Miranda &#8212; Constituição e Direitos Humanos, que dedicou aos &#8220;mártires da pátria&#8221; e aos milhares de timorenses que lutaram pela independência do país.</P><br />
<P>&#8220;Esta homenagem não recai sobre mim, mas na jornada coletiva de um povo que lutou, sofreu e perseverou para conquistar a liberdade, a dignidade e o direito de decidir o seu próprio destino&#8221;, disse o histórico líder timorense depois de receber o prémio na Aula Magna da Universidade de Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Não fosse o sacrifício dos mártires da pátria e o esforço silencioso de milhares de timorenses, muitos deles heróis anónimos, cujos atos excecionais permanecem desconhecidos do grande povo, hoje não teríamos um Estado nem uma Constituição&#8221;, insistiu.</P><br />
<P>Xanana afirmou ainda que receber uma distinção associada ao nome de Jorge Miranda representa uma honra especial, lembrando que o constitucionalista português foi &#8220;uma referência maior no constitucionalismo da língua portuguesa&#8221; e &#8220;um amigo de longa data de Timor-Leste&#8221;. Segundo o primeiro-ministro timorense, Jorge Miranda contribuiu &#8220;com o seu saber e a sua visão para o debate constitucional e para o fortalecimento da cultura jurídica&#8221; do país.</P><br />
<P>&#8220;Após décadas de ocupação e de graves violações de direitos fundamentais, o povo de Timor-Leste nunca deixou de acreditar num futuro de justiça, paz e soberania e liberdade.&#8221;, frisou Xanana, na presença de Jorge Miranda, do reitor da Universidade de Lisboa, Luís Ferreira, o diretor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Eduardo Vera-Cruz Pinto, o presidente do Tribunal Constitucional, José João Abrantes, o procurador-geral da República, Amadeu Guerra, da secretária executiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Maria de Fátima Jardim, estudantes timorenses e representantes políticos e diplomáticos portugueses e timorenses.</P><br />
<P>O Prémio Professor Doutor Jorge Miranda &#8212; Constituição e Direitos Humanos foi criado pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa para distinguir personalidades que se destacam na defesa dos valores constitucionais, da democracia e dos direitos humanos.</P><br />
<P>No discurso de agradecimento, Xanana defendeu ainda que a luta pela independência de Timor-Leste constituiu &#8220;um marco exemplar na defesa dos direitos humanos&#8221; e recordou a solidariedade internacional recebida pelo povo timorense durante os anos da ocupação, destacando em particular o apoio de Portugal.</P><br />
<P>&#8220;Durante todo este tempo de luta e sofrimento, não recebemos uma única arma, uma única bala, nem qualquer treino militar ou estratégico, mas recebemos o escudo, ou talvez a arma mais fundamental de todas: a solidariedade internacional e muito particularmente a solidariedade do povo português&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O primeiro-ministro timorense encontra-se em Portugal desde sábado para uma visita oficial durante a qual se reuniu com o Presidente da República, António José Seguro, visitou a sede da CPLP e manteve encontros com responsáveis das áreas da justiça e do ensino superior.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782003]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE: Venezuela/Sismo: Sobe para seis o número de portugueses e luso-descendentes mortos &#8211; MNE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 20:59:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pelo menos seis portugueses e luso-descendentes morreram nos sismos de quarta-feira na Venezuela, segundo o mais recente balanço divulgado hoje à noite por fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos seis portugueses e luso-descendentes morreram nos sismos de quarta-feira na Venezuela, segundo o mais recente balanço divulgado hoje à noite por fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782002]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: João Pinheiro vai dirigir África do Sul-Canadá dos 16 avos de final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 20:52:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O árbitro português João Pinheiro vai dirigir o seu segundo jogo do Mundial2026 de futebol, quando arbitrar, no domingo, o embate entre África do Sul e Canadá, já dos 16 avos de final da competição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O árbitro português João Pinheiro vai dirigir o seu segundo jogo do Mundial2026 de futebol, quando arbitrar, no domingo, o embate entre África do Sul e Canadá, já dos 16 avos de final da competição.</P><br />
<P>De acordo com nota da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), João Pinheiro terá como assistentes Bruno Jesus e Luciano Maia, enquanto os árbitros dos Emirados Árabes Unidos Omar Alali e Mohamed Alhammadi serão o quarto árbitro e o assistente de reserva, respetivamente, em encontro que vai ser disputado no domingo, a partir das 20:00 (horas em Lisboa), no Estádio SoFi, em Inglewood, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>João Pinheiro, de 38 anos, estreou-se no Mundial2026 na vitória da Suíça frente à Bósnia-Herzegovina, por 4-1, a contar para a segunda jornada do Grupo B, tendo sido ainda quarto árbitro no jogo entre Marrocos e Haiti, da terceira jornada do Grupo C, que os marroquinos venceram por 4-2.</P><br />
<P>&#8220;É com um sentimento de enorme orgulho que vemos o percurso da arbitragem portuguesa no Campeonato do Mundo, agora na fase a eliminar da competição. Mais uma demonstração da capacidade, determinação e qualidade dos árbitros portugueses. Parabéns a todos&#8221;, manifestou Luciano Gonçalves, presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, referindo-se a mais esta nomeação do árbitro da associação de Braga.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782001]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Amnistia denuncia falta de transparência dos EUA sobre ataque a escola iraniana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 20:38:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Amnistia Internacional denunciou hoje a falta de transparência dos EUA sobre o bombardeamento da escola de Minab quase quatro meses depois do ataque perpetrado no início da ofensiva israelo-norte-americana contra o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Amnistia Internacional denunciou hoje a falta de transparência dos EUA sobre o bombardeamento da escola de Minab quase quatro meses depois do ataque perpetrado no início da ofensiva israelo-norte-americana contra o Irão. </P><br />
<P>&#8220;Precisamos de respostas agora&#8221;, exigiu a organização. </P><br />
<P>&#8220;Passaram quase quatro meses desde o ataque aéreo norte-americano mais mortífero contra civis de que há memória nos últimos tempos, mas não estamos mais próximos de obter respostas das autoridades norte-americanas sobre porque aconteceu e quem foi responsável&#8221;, denunciou a diretora nacional de Relações Governamentais e Incidência da Amnistia Internacional, para os EUA, Amanda Klasing, sobre o ataque que matou mais de 150 pessoas, entre as quais 120 estudantes da escola.</P><br />
<P>Neste sentido, questionou &#8220;porque está a demorar tanto&#8221; a investigação anunciada pelo Departamento de Defesa, mas que continua em esclarecer o ocorrido. </P><br />
<P>&#8220;A opinião pública e as famílias das vítimas merecem transparência e prestação de conta e a famílias devem obter verdade, justiça e reparações&#8221;, assinalou. </P><br />
<P>Klasing apontou que Donald Trump, entretanto, fez declarações &#8220;contraditórias&#8221; sobre o caso e o Pentágono está a &#8220;obstruir&#8221; o Congresso. </P><br />
<P>Assim, a organização reclama &#8220;respostas agora&#8221;, dado que o Exército, ao fim de quatro meses, já teve tempo suficiente &#8220;para explicar o que aconteceu&#8221;.</P><br />
<P>A Amnistia Internacional insistiu em que, depois de apurado o que ocorreu, os suspeitos de responsabilidade penal devem ser julgados. </P><br />
<P>&#8220;O Pentágono também deve restabelecer as iniciativas de mitigação e resposta às consequências negativas sobre as pessoas e garantir o cumprimento do Direito Internacional Humanitário nas operações militares, incluindo o uso da inteligência artificial, para prevenir futuras violações&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Klasing recordou que Washington é &#8220;responsável&#8221; pelas mortes de 150 civis causadas por um ataque com míssil teleguiado e reiterou que &#8220;não há dúvida de que os EUA deveriam ter sabido que o edifício era uma escola e não um objetivo militar&#8221;. </P><br />
<P>Recordou assim a investigação feita na altura, com outras entidades, ao ataque, realçando que se sabia que o local era desde há anos um centro educativo, pelo que o Pentágono &#8220;deveria ter obtido e verificado esta mesma informação, o que deveria ter levado à decisão de não atacar a escola&#8221;.</P><br />
<P>Desta forma, &#8220;qualquer coisa menos do que isso equivaleria a encobrir uma grave infração do Direito Internacional Humanitário e a trair as vítimas e os sobreviventes deste horrendo ataque&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782000]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Pelos menos dois lusodescendentes morreram e 56 estão desaparecidos &#8211; MNE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 20:02:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pelo menos dois lusodescentes morreram nos sismos de quarta-feira na Venezuela e 56 estão dados como desaparecidos, confirmou hoje à Lusa o gabinete do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos dois lusodescentes morreram nos sismos de quarta-feira na Venezuela e 56 estão dados como desaparecidos, confirmou hoje à Lusa o gabinete do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.</P><br />
<P>O presidente do Governo da Madeira tinha afirmado, durante a tarde, ter conhecimento, através de contactos pessoais, da morte de pelo menos dois cidadãos lusodescendentes com ligações à região autónoma, na sequência dos sismos na Venezuela. </P><br />
<P>Antes, o Ministério dos Negócios Estrangeiros tinha declarado que um homem português tinha sido retirado dos escombros ainda com vida, mas acabou por morrer a caminho do hospital, e que cinco cidadãos nacionais, quatro dos quais da mesma família, estavam desaparecidos.</P><br />
<P>O número de mortos no duplo sismo que atingiu a Venezuela na quarta-feira subiu para pelo menos 188, há mais de 1.500 feridos e estão pelo menos 147 pessoas  desaparecidas, segundo um balanço oficial provisório.</P><br />
<P>O primeiro sismo de magnitude 7,2 ocorreu a cerca de 200 quilómetros de Caracas, seguido por um segundo de magnitude 7,5 e por cerca de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>As autoridades venezuelanas decretaram o estado de emergência.  </P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781999]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Guterres envia condolências e destaca coordenação da ONU com Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:53:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da ONU, António Guterres, endereçou hoje as suas condolências à Venezuela após os dois sismos devastadores e destacou a coordenação entre as equipas humanitárias da organização e a presidente interina, Delcy Rodríguez.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral da ONU, António Guterres, endereçou hoje as suas condolências à Venezuela após os dois sismos devastadores e destacou a coordenação entre as equipas humanitárias da organização e a presidente interina, Delcy Rodríguez.</P><br />
<P>&#8220;[António Guterres] Está profundamente consternado com a perda de vidas e a destruição generalizada causadas pelos devastadores sismos que atingiram ontem [quarta-feira] a Venezuela. Expressa as suas sinceras condolências às famílias das vítimas e deseja uma rápida recuperação aos feridos&#8221;, indicou Stéphane Dujarric, porta-voz do diplomata português, na sua conferência de imprensa diária.</P><br />
<P>Dois grandes sismos foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causando pelo menos 164 mortos e mais de 900 feridos, segundo balanço oficial provisório.</P><br />
<P>&#8220;Os relatórios iniciais indicam danos significativos em vários estados, incluindo a capital, Caracas. Segundo informações, há inúmeras mortes e feridos, enquanto outros permanecem presos ou desaparecidos. Infraestruturas essenciais foram danificadas e serviços básicos foram interrompidos&#8221;, lamentou o porta-voz.</P><br />
<P>Dujarric assegurou que a equipa humanitária das Nações Unidas está em &#8220;contacto próximo&#8221; com a presidente interina Delcy Rodríguez e outras autoridaded.</P><br />
<P>A ONU estabeleceu um centro de coordenação em Caracas e está a apoiar os esforços no terreno para garantir que a ajuda chega aos mais necessitados o mais rápida e eficazmente possível.</P><br />
<P>Guterres expressou a sua gratidão pelas manifestações de solidariedade e apoio de outros estados que responderam à notícia.</P><br />
<P>Por seu lado, o Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários anunciou hoje que está &#8220;totalmente mobilizado&#8221; e indicou que já está a coordenar o rápido envio de equipas de busca e salvamento urbanas &#8220;de toda a comunidade internacional&#8221;.</P><br />
<P>O coordenador humanitário das Nações Unidas, Tom Fletcher, observou que quase oito milhões de pessoas na Venezuela já necessitavam de assistência humanitária antes dos sismos e que a catástrofe &#8220;ameaça agravar as vulnerabilidades existentes&#8221;. </P><br />
<P>O primeiro sismo de magnitude 7,2 ocorreu a cerca de 200 quilómetros de Caracas, seguido por um segundo de magnitude 7,5 e por cerca de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na região de La Guaira, a norte de Caracas, uma das mais afetadas.</P><br />
<P>As autoridades venezuelanas decretaram o estado de emergência.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781998]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Aprovadas medidas financeiras excecionais para apoio a municípios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:12:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O parlamento aprovou hoje, com a abstenção do PCP e os votos a favor dos restantes, a proposta de lei do Governo para atribuição de um apoio financeiro excecional aos municípios atingidos pelo mau tempo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O parlamento aprovou hoje, com a abstenção do PCP e os votos a favor dos restantes, a proposta de lei do Governo para atribuição de um apoio financeiro excecional aos municípios atingidos pelo mau tempo.</P><br />
<P>A lei hoje aprovada, proposta pelo Governo e que desceu à especialidade com uma outra proposta do PCP, estabelece medidas financeiras excecionais para a recuperação dos municípios afetados pelas tempestades de janeiro e fevereiro deste ano.</P><br />
<P>O diploma estabelece &#8220;um conjunto de exceções temporárias&#8221; para assegurar maior flexibilidade à gestão financeira e orçamental de municípios, freguesias e entidades intermunicipais afetadas pelo mau tempo, para que possam fazer face aos &#8220;impactos gravosos&#8221; das tempestades.</P><br />
<P>As exceções abrangem empréstimos a curto prazo, receita efetiva própria e fundos disponíveis, equilíbrio orçamental e inscrição de nova despesa, desde que estritamente relacionados com a situação de calamidade.</P><br />
<P>Devido a estas situações excecionais, desde que &#8220;devidamente fundamentadas&#8221;, as câmaras municipais podem recorrer, até 31 de agosto de 2026, a empréstimos de curto prazo sem autorização prévia das assembleias municipais, embora tenham de comunicar a estes órgãos fiscalizadores os contratos em 48 horas.</P><br />
<P>Prevê também que os municípios possam apresentar as despesas que efetuaram para ajudar autarquias vizinhas, que as despesas e perdas de receita diretamente associadas ao mau tempo deixem de contar para o equilíbrio das contas municipais e possibilita que o presidente da Câmara possa aprovar uma revisão orçamental, com posterior ratificação pelos órgãos próprios, para acelerar intervenções urgentes.</P><br />
<P>Os temporais que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, entre o final de janeiro e fevereiro deste ano, causaram pelo menos 19 mortos e várias centenas de feridos, desalojados e deslocados, provocando a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos de milhares de milhões de euros.</P><br />
<P>Os municípios das regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram os mais afetados.</P><br />
<P></P><br />
<P>RCS/MCL // MCL</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781996]]></sapo:autor>
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		<title>PSD/Santo Tirso exige revogação do contrato de concessão de estacionamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:08:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PSD/Santo Tirso exigiu hoje a revogação do contrato de concessão de estacionamento, acusando o executivo socialista de ter compensado a ESSE após a empresa ter apresentado perdas devido às obras de requalificação do largo da feira.   ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PSD/Santo Tirso exigiu hoje a revogação do contrato de concessão de estacionamento, acusando o executivo socialista de ter compensado a ESSE após a empresa ter apresentado perdas devido às obras de requalificação do largo da feira.   </P><br />
<P>Em causa, segundo a concelhia, estão a obras de requalificação do largo da feira, que a empresa associou a perdas no seu negócio de concessão de estacionamento pago e que a câmara decidiu compensar, alegando tratar-se de &#8220;uma inevitabilidade jurídica&#8221;, contrapondo os social-democratas que &#8220;não há inevitabilidade, mas uma escolha política&#8221;.</P><br />
<P>Em comunicado enviado à Lusa, a concelhia social-democrata conta que na reunião de hoje, o executivo avançou com uma proposta que classificou de &#8220;reposição do equilíbrio financeiro a favor da concessionária ESSE&#8221; ao prolongar por &#8220;mais cinco anos&#8221; um contrato que &#8220;reduz ainda mais a renda paga ao município&#8221;.</P><br />
<P>Segundo as contas apresentadas pelo PSD local, a câmara terá &#8220;484 mil euros de receita e 900 mil euros de compensação&#8221;, classificando-o como &#8220;o negócio do século para a ESSE&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O município recebe menos, a concessionária reclama mais e a solução é pagar-lhe ainda mais. O risco é nosso, o lucro é deles&#8221;, continua o comunicado.</P><br />
<P>Citado pela nota de imprensa, o vereador Ricardo Pereira lembrou que &#8220;os lugares da feira sempre existiram e que o estacionamento gratuito naquele espaço não é novidade&#8221;, concluindo que o contrato assinado em 2022 [com a concessionária] transforma qualquer obra municipal numa indemnização automática&#8221;.</P><br />
<P>Considerando que o &#8220;problema é estrutural, dado que o contrato está desenhado para que qualquer intervenção no espaço público, uma ciclovia, uma paragem de autocarro, uma mudança de sentido, entre outros, possa ser convertida em desequilíbrio financeiro&#8221;, o autarca afirma que &#8220;a requalificação do espaço público passou a ser argumento para indemnizar um privado que não assume qualquer risco real&#8221;.</P><br />
<P>Neste contexto, a concelhia quer a revogação do contrato, lembrando que &#8220;Santo Tirso tem Polícia Municipal e meios próprios para gerir o estacionamento tarifado&#8221;. </P><br />
<P>A Lusa tentou uma reação do executivo liderado por Alberto Costa, mas este optou por não se pronunciar.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781995]]></sapo:autor>
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		<title>CDU classifica como encenação política proibição de pesados na VCI no Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:08:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A CDU/Porto considera "encenação política" do Governo e da Câmara do Porto, a anunciada hoje proibição da circulação de veículos pesados de mercadorias na Via de Cintura Interna (VCI), nos dias úteis, entre as 07:00 e as 21:00.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A CDU/Porto considera &#8220;encenação política&#8221; do Governo e da Câmara do Porto, a anunciada hoje proibição da circulação de veículos pesados de mercadorias na Via de Cintura Interna (VCI), nos dias úteis, entre as 07:00 e as 21:00.</P><br />
<P>Em comunicado, a coligação admite que a medida hoje anunciada após o Conselho de Ministros &#8220;é positiva no seu princípio, se dirigida ao tráfego pesado de atravessamento e acompanhada do desvio para a CREP/A41&#8221;, mas que esta &#8220;exige regras claras, fiscalização adequada e a salvaguarda das situações de abastecimento local, cargas e descargas e serviços essenciais&#8221;.</P><br />
<P>Acusam também o presidente da autarquia, Pedro Duarte de surgir &#8220;associado a um anúncio do Governo, apresentado à cidade [a proibição de circulação] sem discussão prévia nos órgãos municipais, sem elementos concretos conhecidos, sem estudos públicos, sem avaliação dos impactos e sem clarificação das condições de aplicação da medida&#8221;.</P><br />
<P>A medida foi primeiro apresentada pelo ministro da Presidência do Conselho de Ministros, António Leitão Amaro e, algum tempo depois, acrescentada por Pedro Duarte de que será implementada a partir de 15 de setembro.</P><br />
<P>&#8220;O que está em causa não é apenas a circulação de pesados na VCI, é um método de governação: decidir por cima da cidade, anunciar primeiro, discutir depois &#8212; ou nem discutir &#8212; e transformar cada medida em instrumento de propaganda política&#8221;, lê-se ainda no comunicado da CDU. </P><br />
<P>Para a coligação, a VCI &#8220;continuará congestionada se não houver uma política integrada de mobilidade, com reforço do transporte público, aumento da oferta da STCP, expansão da rede de Metro, melhoria da ferrovia, criação de interfaces, corredores BUS e soluções estruturais que retirem da cidade o tráfego que não tem o Porto como origem ou destino&#8221;.</P><br />
<P>Recorda a CDU que &#8220;há muito defende a abolição das portagens na A41/CREP (não apenas para veículos pesados), a retirada do tráfego pesado de atravessamento da VCI e a necessidade de uma resposta estrutural para a mobilidade na Área Metropolitana do Porto&#8221;. </P><br />
<P>Neste contexto, a CDU quer ver esclarecido pelo Governo e pela Câmara Municipal quais serão os veículos abrangidos e quais as exceções previstas, como será feita a fiscalização, que estudos sustentam a decisão e qual o impacto esperado na redução do tráfego, da sinistralidade, do ruído e da poluição.</P><br />
<P>Perguntam também que medidas serão tomadas para impedir que o trânsito seja apenas deslocado para outras vias urbanas, zonas residenciais ou concelhos vizinhos, que articulação existe com Gaia, Matosinhos, Maia, Gondomar, Valongo e restantes municípios da Área Metropolitana e que calendário existe para soluções estruturais, incluindo a discussão da CRIP e de alternativas reais ao tráfego de atravessamento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781994]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Explosões ouvidas em Kiev depois de alerta aéreo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:08:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Explosões foram hoje ouvidas em Kiev, minutos depois de um alerta da força aérea e das autoridades municipais de que mísseis russos avançavam em direção à capital ucraniana, disseram jornalistas da agência de notícias France-Presse.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Explosões foram hoje ouvidas em Kiev, minutos depois de um alerta da força aérea e das autoridades municipais de que mísseis russos avançavam em direção à capital ucraniana, disseram jornalistas da agência de notícias France-Presse.</P><br />
<P>O autarca de Kiev, Vitaly Klitschko, escreveu nas redes sociais que as defesas antiaéreas estavam em ação e pediu aos residentes para se protegerem. </P><br />
<P>Numa outra mensagem, o responsável anunciou que &#8220;destroços de mísseis&#8221; russos caíram no bairro de Darnitsa, no sudeste de Kiev.</P><br />
<P>Os serviços de socorro estavam a caminho do local, indicou. </P><br />
<P>Antes, o chefe da administração militar da capital, Tymour Tkatchenko, afirmou que a Rússia tinha disparado &#8220;mísseis balísticos&#8221; contra Kiev.</P><br />
<P>Jornalistas da France-Presse disseram ter visto no céu da capital ucraniana rastos deixados pelos mísseis da defesa antiaérea e ouvido as explosões da interceção dos projéteis. </P><br />
<P>Desde a invasão da Ucrânia, lançada há mais de quatro anos, a Rússia realiza ataques quase diários contra o país com recurso a drones e mísseis. </P></p>
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		<title>Estádio José Alvalade recebe primeiro jogo de Portugal na Liga das Nações 2026/27</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:08:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estádio José Alvalade, em Lisboa, vai ser o palco do primeiro jogo de Portugal na edição 2026/27 da Liga das Nações, frente ao País de Gales, anunciou hoje a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Estádio José Alvalade, em Lisboa, vai ser o palco do primeiro jogo de Portugal na edição 2026/27 da Liga das Nações, frente ao País de Gales, anunciou hoje a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).</P><br />
<P>O recinto &#8216;leonino&#8217; acolhe o primeiro jogo da equipa das &#8216;quinas&#8217; como anfitriã, frente aos galeses, em 24 de setembro, às 19:45, seguindo-se, três dias depois, a deslocação à Noruega, em 27 de setembro.</P><br />
<P>Na terceira jornada do Grupo A4, Portugal joga na Dinamarca, em 01 de outubro, antes de receber a seleção norueguesa, no dia 04 de outubro, no Estádio do Dragão, no Porto, também às 19:45.</P><br />
<P>Portugal, já vencedor da edição inaugural da competição, em 2019, é o atual detentor do troféu, depois de derrotar na final da edição passada a Espanha, por 5-4 nas grandes penalidades, após empate 2-2 no tempo regulamentar e prolongamento.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781992]]></sapo:autor>
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		<title>Cuba: Cerca de 500 pessoas pedem em Lisboa o fim do bloqueio e agressão dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:33:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 500 pessoas reuniram-se hoje em Lisboa para denunciar as ameaças dos Estados Unidos (EUA) a Cuba e para pedir o fim da agressão e do bloqueio à ilha caribenha, alvo de sucessivas sanções por parte de Washington.</P><br />
<P>A manifestação, dinamizada pela Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC) e pelo Conselho Português para a Paz Cooperação (CPPC), começou na Cidade Universitária em Lisboa e seguiu até à embaixada dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Na convocatória do protesto, sob o lema &#8220;Cuba não está só! Cuba vencerá!&#8221;, as organizações promotoras partilharam várias razões que motivaram a ação.</P><br />
<P>A denúncia de &#8220;mais de 60 anos de criminoso bloqueio&#8221; dos EUA que &#8220;tem consequências dramáticas na vida do povo cubano&#8221;, das &#8220;sanções ilegais&#8221; visando empresas, bancos e outras entidades de países que queiram comerciar ou cooperar com Cuba e a defesa que &#8220;ser solidário com Cuba é respeitar a Constituição da República portuguesa&#8221; foram alguns dos motivos mencionados. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781990]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Novo balanço regista 188 mortos e 1.520 feridos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:14:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos no duplo sismo que atingiu a Venezuela na quarta-feira subiu para pelo menos 188, registando-se também mais de 1.500 feridos, segundo o último balanço hoje divulgado pelo presidente do parlamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos no duplo sismo que atingiu a Venezuela na quarta-feira subiu para pelo menos 188, registando-se também mais de 1.500 feridos, segundo o último balanço hoje divulgado pelo presidente do parlamento.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, infelizmente, devemos informar 188 venezuelanos mortos, 1.520 feridos&#8221;, disse Jorge Rodríguez numa declaração televisiva, atualizando o último número de 164 mortos e cerca de mil feridos.</P><br />
<P>O dirigente venezuelano indicou que pelo menos 157 pessoas permanecem desaparecidas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781989]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Grupo angolano Opaia quer parcerias e investimentos na indústria moçambicana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:13:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo angolano Opaia manifestou interesse em estabelecer parcerias com Moçambique e investir na indústria de fertilizantes e construção civil, durante um encontro com o Presidente moçambicano, em Maputo, indica a empresa em comunicado divulgado hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Grupo angolano Opaia manifestou interesse em estabelecer parcerias com Moçambique e investir na indústria de fertilizantes e construção civil, durante um encontro com o Presidente moçambicano, em Maputo, indica a empresa em comunicado divulgado hoje.</P><br />
<P>&#8220;A reunião permitiu reforçar o interesse do Grupo Opaia em Moçambique como mercado prioritário para a sua próxima fase de crescimento, com especial enfoque no investimento industrial, no desenvolvimento de parcerias com empresários e instituições locais, e na identificação de oportunidades que possam contribuir para a industrialização, a criação de emprego e o crescimento económico sustentável&#8221;, lê-se no documento da empresa, representada no encontro por Agostinho Kapaia, presidente do Conselho de Administração.</P><br />
<P>No comunicado, o Grupo Opaia, sociedade gestora de participações do direito angolano, com sede em Luanda, capital de Angola, refere que a recente reunião com o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, marca uma &#8220;nova etapa&#8221; na avaliação de oportunidades de investimento industrial, num momento em que a empresa consolida projetos pioneiros em Angola nas áreas dos fertilizantes e da montagem industrial de automóveis.</P><br />
<P>A empresa explica ainda que o interesse em Moçambique enquadra-se na estratégia &#8220;mais ampla&#8221; da sua expansão internacional, estando na fase de avaliação de oportunidades em novos mercados africanos, que incluem também a República Democrática do Congo (RDCongo), com o objetivo de &#8220;alargar a sua presença industrial no continente e apoiar projetos alinhados com as prioridades nacionais de desenvolvimento&#8221;.</P><br />
<P>Para Agostinho Kapaia, a reunião com Daniel Chapo foi &#8220;uma oportunidade importante&#8221; para reafirmar o interesse do Grupo Opaia em Moçambique e para avaliar as formas de cooperação alinhadas com as prioridades de desenvolvimento do país.</P><br />
<P>&#8220;A nossa ambição é clara: queremos construir uma plataforma industrial africana com capacidade para investir, executar e estabelecer parcerias além-fronteiras. Moçambique e a República Democrática do Congo representam mercados estratégicos para essa visão&#8221;, frisou Kapaia, citado no comunicado.</P><br />
<P> O Grupo Opaia também identificou a RDCongo como um mercado estratégico para o crescimento futuro, tendo em conta a sua &#8220;dimensão, base de recursos, necessidades de infraestruturas e potencial industrial&#8221;.</P><br />
<P>O Grupo, que atua nas áreas de fertilizantes, automóvel, engenharia e construção, mineração e finanças, encontra-se a desenvolver trabalho de análise de mercado, com vista à identificação de oportunidades concretas de investimento e de parcerias locais credíveis, explica.</P><br />
<P>&#8220;O Grupo Opaia pretende levar a sua experiência industrial, capacidade de desenvolvimento de projetos, competências de financiamento e abordagem de investimento de longo prazo a mercados onde a execução liderada por africanos possa contribuir para acelerar a transformação económica do continente&#8221;, conclui a empresa angolana.</P><br />
<P>O Governo moçambicano quer instalar no país uma fábrica de montagem de autocarros e já avançou com o processo de consultoria para procurar e escolher um investidor, segundo edital do concurso a que a Lusa teve acesso e noticiou na segunda-feira.</P><br />
<P>O objetivo é &#8220;reforçar a capacidade nacional de provisão de transporte público, apoiar a renovação da frota, criar emprego qualificado, desenvolver competências industriais e reduzir a dependência exclusiva da importação de autocarros completamente montados&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781988]]></sapo:autor>
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		<title>Binance vai suspender os seus serviços em vários países da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Binance, a maior plataforma mundial de negociação de criptoativos, vai suspender parte dos seus serviços em vários países europeus a partir de 01 de julho, devido à impossibilidade de obter a tempo a autorização para operar na UE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Binance, a maior plataforma mundial de negociação de criptoativos, vai suspender parte dos seus serviços em vários países europeus a partir de 01 de julho, devido à impossibilidade de obter a tempo a autorização para operar na UE.</P><br />
<P>Segundo a agência AFP, a empresa disse que &#8220;já não está em condições de aceitar novos utilizadores e, a partir de 01 de julho de 2026, deixará de disponibilizar serviços relacionados com criptoativos em França&#8221;, de acordo com um email enviado aos clientes na quarta-feira.</P><br />
<P>A partir dessa data, &#8220;as operações disponíveis ficarão limitadas às que permitam reduzir posições e levantar ativos&#8221;, esclarece a Binance France, acrescentando que nem ela nem &#8220;qualquer outra entidade do grupo&#8221; obterão a autorização necessária para prosseguir as suas atividades antes do prazo limite de 30 de junho.</P><br />
<P>&#8220;Isto não se limita à França; foram enviadas comunicações semelhantes aos utilizadores afetados noutros mercados da União Europeia&#8221;, precisou a Binance à AFP, afirmando ter fornecido aos clientes &#8220;as informações relevantes sobre a sua situação, incluindo os próximos passos e as opções disponíveis&#8221;.</P><br />
<P>Em vigor desde o final de 2024, o MiCA &#8211; Regulamento Europeu sobre o Mercado de Criptoativos estabelece um quadro harmonizado e impõe obrigações em matéria de proteção dos investidores, bem como de combate ao branqueamento de capitais, às entidades que exercem atividades relacionadas com criptoativos na União Europeia.</P><br />
<P>As empresas abrangidas são obrigadas a obter uma licença junto da autoridade reguladora de um Estado-membro até 30 de junho, sob pena de terem de organizar a cessação das suas atividades na União Europeia. Contudo, a maioria não conseguirá cumprir esse prazo ou nem sequer solicitou a respetiva autorização.</P><br />
<P>&#8220;A Binance retirou o seu pedido de licença MiCA na Grécia e solicitará autorização noutro Estado-membro da União Europeia&#8221;, anunciou a plataforma num comunicado divulgado na quarta-feira, sem especificar qual o país escolhido.</P><br />
<P>O grupo afirmou ter tomado esta &#8220;decisão prudente&#8221; devido à &#8220;ausência de uma decisão formal&#8221; por parte das autoridades, numa altura em que o prazo limite se aproxima rapidamente.</P><br />
<P>Em França, continua em curso uma investigação à Binance, suspeita de não ter cumprido as suas obrigações de controlo da origem dos fundos dos clientes.</P><br />
<P>O antigo presidente executivo da Binance, Changpeng Zhao, que foi condenado nos Estados Unidos em abril de 2024 por violação da legislação de combate ao branqueamento de capitais, foi amnistiado em outubro pelo Presidente norte-americano Donald Trump.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781986]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: França e Itália querem lançar coligação multinacional para o Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[França e Itália querem lançar uma nova coligação multinacional que substitua a missão da ONU no Líbano (FINUL), cujo mandato termina em dezembro, para garantir "a soberania" do país, anunciaram hoje o Presidente francês e a primeira-ministra italiana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>França e Itália querem lançar uma nova coligação multinacional que substitua a missão da ONU no Líbano (FINUL), cujo mandato termina em dezembro, para garantir &#8220;a soberania&#8221; do país, anunciaram hoje o Presidente francês e a primeira-ministra italiana.</P><br />
<P>&#8220;Queremos lançar uma coligação no âmbito do dispositivo pós-FINUL, evidentemente em coordenação com a União Europeia e as Nações Unidas, para reforçar a soberania do Líbano e das suas forças armadas e impedir que o seu território se torne um ponto de apoio para uma escalada regional&#8221;, anunciou o chefe de Estado francês, Emmanuel Macron, numa conferência de imprensa conjunta com Giorgia Meloni após a 26ª cimeira intergovernamental França-Itália, hoje celebrada em Antibes, na Riviera francesa.</P><br />
<P>&#8220;Itália e França podem, sem dúvida, fazer a diferença. É necessário, do nosso ponto de vista, garantir uma presença internacional que evite um vazio de segurança extremamente perigoso&#8221;, declarou, por seu lado, a primeira-ministra italiana, sublinhando a necessidade de &#8220;um mandato claro e estruturado, que ajude a construir um futuro diferente para o Líbano&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre que países poderão fazer parte da coligação, Macron disse ser muito cedo para antecipar, mas expressou o desejo de que a mesma seja &#8220;o mais alargada possível&#8221;, insistindo que o seu objetivo será garantir, ao lado das forças armadas libanesas, &#8220;a soberania e a integridade territorial do país&#8221;.</P><br />
<P>O anúncio desta missão impulsionada por Paris e Roma para o Líbano, país afetado pelo conflito entre Israel e o movimento xiita libanês Hezbollah, marcou a cimeira hoje realizada em Antibes, a primeira entre França e Itália desde a entrada em vigor, em 2021, do Tratado do Quirinal, que estrutura a relação bilateral entre os dois países, e desde que Meloni assumiu a chefia do Governo italiano, em 2022.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781985]]></sapo:autor>
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		<title>Afinal, quanto calor aguenta o corpo humano? Menos do que parece&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:57:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[corpo humano]]></category>
		<category><![CDATA[Penn State University]]></category>
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					<description><![CDATA[As vagas de calor estão a tornar-se mais longas, mais frequentes e mais intensas à medida que o clima muda. Mas a pergunta mais importante talvez não seja apenas quantos graus marca o termómetro...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As vagas de calor estão a tornar-se mais longas, mais frequentes e mais intensas à medida que o clima muda. Mas a pergunta mais importante talvez não seja apenas quantos graus marca o termómetro. É saber a partir de que ponto o calor deixa de ser compatível com atividades normais do dia a dia, mesmo para adultos jovens e saudáveis.</p>
<p>Num artigo publicado originalmente na &#8216;The Conversation&#8217;, investigadores da Penn State University explicam que a resposta depende da combinação entre temperatura e humidade. E os resultados dos testes em laboratório apontam para um limite mais baixo do que aquele que durante anos foi usado como referência teórica.</p>
<p>O indicador central é a chamada temperatura de bolbo húmido, uma medida que combina calor e humidade. Quando a humidade é elevada, o suor evapora com mais dificuldade e o corpo perde capacidade de se arrefecer. É por isso que 38 ºC com muita humidade podem ser mais perigosos do que uma temperatura superior em ambiente seco.</p>
<p>Durante anos, muitos investigadores apontaram para uma temperatura de bolbo húmido de 35 ºC como o limite máximo de adaptação humana. Acima desse patamar, o corpo deixaria de conseguir arrefecer-se através da evaporação do suor e manter uma temperatura interna estável.</p>
<p>Mas os ensaios realizados no Noll Laboratory, da Penn State University, indicam que o limite crítico pode estar mais perto dos 31 ºC de temperatura de bolbo húmido. Isso equivale, por exemplo, a 31 ºC com 100% de humidade ou a cerca de 38 ºC com 60% de humidade.</p>
<p>Os testes foram feitos com homens e mulheres jovens e saudáveis. Cada participante ingeriu uma pequena cápsula de telemetria para medir a temperatura interna do corpo e entrou numa câmara ambiental onde a temperatura ou a humidade eram aumentadas gradualmente.</p>
<p>Os investigadores pediram aos participantes que se movimentassem apenas o suficiente para simular atividades muito leves do dia a dia, como cozinhar ou comer. O objetivo era perceber em que ponto a temperatura interna começava a subir de forma contínua.</p>
<p>Esse ponto é chamado limite ambiental crítico. Abaixo dele, o organismo consegue manter a temperatura interna relativamente estável. Acima desse limite, a temperatura do corpo começa a aumentar, elevando o risco de doenças associadas ao calor quando a exposição se prolonga.</p>
<p>Quando o corpo sobreaquece, o coração tem de trabalhar mais para levar sangue até à pele e libertar calor. Ao mesmo tempo, a transpiração reduz os fluidos corporais. Nos casos mais graves, a exposição prolongada pode provocar golpe de calor, uma emergência médica potencialmente fatal que exige arrefecimento rápido e assistência imediata.</p>
<p>O risco é ainda maior entre pessoas idosas, doentes crónicos e pessoas que tomam certos medicamentos. Os autores lembram que os maiores de 65 anos representam entre 80% e 90% das vítimas mortais em vagas de calor.</p>
<p>Mesmo temperaturas abaixo destes limites podem pressionar o coração, os pulmões e outros sistemas do corpo. Por isso, a hidratação, a permanência em locais frescos e a possibilidade de fazer pausas para arrefecer são essenciais em períodos de calor extremo.</p>
<p>O problema é que nem todos têm acesso a ar condicionado ou a espaços de arrefecimento. Mesmo quando esse acesso existe, há quem evite ligar equipamentos devido ao custo da energia. Em situações de falhas elétricas durante vagas de calor ou incêndios, o risco torna-se ainda maior.</p>
<p>Os autores alertam ainda que algumas soluções de arrefecimento de baixo custo, como sistemas evaporativos, perdem eficácia quando a humidade é elevada. Estes equipamentos usam ar a passar por uma superfície húmida para baixar a temperatura, mas deixam de funcionar bem quando a temperatura de bolbo húmido sobe demasiado.</p>
<p>A conclusão é direta: o calor perigoso não começa apenas nos valores extremos que parecem impossíveis de suportar. Pode chegar mais cedo, sobretudo quando a humidade impede o corpo de fazer aquilo de que depende para sobreviver ao calor: suar e arrefecer.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781979]]></sapo:autor>
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		<title>Zelensky aprova operação de 40 dias para pressionar a Rússia e tentar acelerar fim da guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente ucraniano não revelou detalhes sobre o que implicará a operação de “influência” nem explicou que ações concretas poderão decorrer durante esse período de 40 dias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Volodymyr Zelensky aprovou uma operação de 40 dias de “influência” sobre a Rússia, com o objetivo de pressionar Moscovo e contribuir para o fim da guerra. O anúncio foi feito pelo próprio presidente ucraniano nas redes sociais, depois de uma reunião com o major-general Yevhenii Khmara, uma das figuras relevantes da defesa da Ucrânia. Em cima da mesa estiveram o plano de sanções a médio e longo prazo e os resultados dos serviços de segurança ucranianos na linha da frente.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Report by Major General Yevhenii Khmara on our long-range sanctions plan, mid-range sanctions, and the results of the Security Service of Ukraine – specifically the Center of Special Operations “Alpha” – on the front. </p>
<p>I approved a 40-day influence operation for the Service… <a href="https://t.co/Ue6O21i6xH">pic.twitter.com/Ue6O21i6xH</a></p>
<p>&mdash; Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) <a href="https://x.com/ZelenskyyUa/status/2070191621656678650?ref_src=twsrc%5Etfw">June 25, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Zelensky não revelou detalhes sobre o que implicará a operação de “influência” nem explicou que ações concretas poderão decorrer durante esse período de 40 dias. Ainda assim, a mensagem surge num momento em que a Ucrânia tem intensificado operações de longo alcance contra alvos russos e infraestruturas ligadas à ocupação.</p>
<p>“É importante referir que, durante vários meses consecutivos, o SSU tem demonstrado o melhor desempenho na defesa das posições da Ucrânia nas linhas da frente, através da utilização de vários tipos de drones”, afirmou o presidente ucraniano.</p>
<p>Zelensky destacou ainda o papel do Centro de Operações Especiais ‘Alpha’, unidade que, segundo o líder ucraniano, se tem distinguido pelos resultados obtidos contra forças e equipamentos russos.</p>
<p>“O Centro de Operações Especiais ‘Alpha’ lidera em termos de pessoal e equipamento do ocupante neutralizados”, escreveu.</p>
<p>Além da componente militar, a reunião abordou também os desafios de segurança interna enfrentados pela Ucrânia. “Estou grato pela proteção do nosso Estado e dos ucranianos”, acrescentou Zelensky.</p>
<p>Segundo a &#8216;CNN Portugal&#8217;, o anúncio surge cinco dias depois de ataques ucranianos de grande dimensão na península da Crimeia, ocupada pela Rússia desde 2014, e após várias operações contra alvos associados a Moscovo e São Petersburgo.</p>
<p>No passado sábado, forças ucranianas atingiram alvos a mais de 1.200 quilómetros de distância, em ambos os lados da Ponte de Kerch, que liga a Crimeia à Rússia. A dimensão dos danos levou as autoridades russas instaladas na região a suspender o fornecimento de combustíveis em todas as estações de abastecimento da península.</p>
<p>A Ponte de Kerch tem sido um símbolo estratégico e político da ocupação russa da Crimeia. Qualquer ataque nas suas imediações ou contra estruturas de apoio à península tem impacto militar, logístico e psicológico, sobretudo quando afeta o abastecimento de combustível.</p>
<p>A nova operação anunciada por Zelensky parece enquadrar-se nessa estratégia de pressão contínua: atingir capacidades russas, obrigar Moscovo a desviar recursos e manter a iniciativa ucraniana através de drones, operações especiais e medidas de influência.</p>
<p>Para já, o presidente ucraniano não explicou se a operação será sobretudo militar, informativa, diplomática, cibernética ou uma combinação de várias frentes. Mas a escolha do termo “influência” sugere uma campanha pensada para produzir efeitos para lá do campo de batalha, num momento em que Kiev procura aumentar o custo da guerra para a Rússia.</p>
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