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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Jul 2026 10:30:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Mercado global de fusões e aquisições acelera 41% e prepara-se para alcançar o segundo melhor ano de sempre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado mundial de fusões e aquisições (M&#038;A) continua a reforçar a recuperação iniciada em 2025 e está a caminho de registar o segundo melhor ano de sempre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado mundial de fusões e aquisições (M&#038;A) continua a reforçar a recuperação iniciada em 2025 e está a caminho de registar o segundo melhor ano de sempre. De acordo com o M&#038;A Midyear Report 2026, divulgado esta segunda-feira pela Bain &#038; Company, o valor global das transações aumentou 41% nos primeiros cinco meses de 2026, face ao mesmo período do ano anterior, atingindo os 2,4 biliões de dólares. Depois de o mercado já ter crescido cerca de 40% em 2025, para 4,9 biliões de dólares — o segundo valor anual mais elevado de sempre —, a tendência mantém-se transversalmente a geografias e setores, refletindo uma transformação estratégica das empresas num contexto marcado pela inteligência artificial (IA) e pela persistência da incerteza económica e geopolítica.</p>
<p>Segundo a consultora, as empresas recorrem cada vez mais às operações de M&#038;A para ganhar escala, reforçar competitividade, aumentar eficiência e acelerar o crescimento. No entanto, esta nova fase do mercado apresenta um paradoxo: ao mesmo tempo que as grandes aquisições permitem construir organizações mais robustas e resilientes, a transformação impulsionada pela IA torna os processos de integração significativamente mais exigentes. &#8220;A recuperação do mercado de M&#038;A em 2025 não foi um episódio isolado e a lógica estratégica por detrás desta dinâmica só ganhou força&#8221;, afirma Álvaro Pires, partner da Bain &#038; Company. &#8220;As empresas estão a avançar para grandes operações de forma a garantir escala e capacidades de que precisam para competir. O desafio é que o boom da IA, que está a impulsionar muitas destas transações, também está a tornar mais complexa a sua execução.&#8221;</p>
<p>A recuperação está a estender-se praticamente a toda a economia mundial. O valor global das operações aumentou 36% desde o início do ano, enquanto o número de negócios cresceu apenas 2%, sinalizando uma forte valorização das transações de maior dimensão. Energia e recursos naturais, indústria e saúde e ciências da vida surgem entre os setores que mais contribuíram para o crescimento do valor das operações. Em sentido contrário, os investidores financeiros registaram um início de ano mais moderado, com uma redução de 9% no valor das operações realizadas até maio.</p>
<p>Já o segmento do venture capital revelou uma dinâmica particularmente expressiva. Segundo o relatório, o venture capital e o corporate venture capital cresceram 206%, impulsionados sobretudo pela ronda de financiamento da OpenAI, avaliada em 122 mil milhões de dólares, bem como pelo aumento de 36% no número de operações realizadas. Paralelamente, as chamadas megatransações — negócios superiores a 10 mil milhões de dólares — continuam a dominar o mercado, com um crescimento de 52% no número de operações e de 53% no respetivo valor. A Bain observa igualmente uma alteração na forma de financiamento destes negócios, com um maior recurso a combinações de ações e numerário, enquanto as aquisições financiadas exclusivamente em dinheiro perderam peso.</p>
<p>A Europa destacou-se como um dos principais motores deste crescimento durante a primeira metade do ano. Na região EMEA (Europa, Médio Oriente e África), as megatransações impulsionaram uma subida homóloga de 77%, refletindo a aposta das empresas em operações estratégicas destinadas a reforçar a competitividade nos mercados europeu e internacional. Entre os exemplos apontados pela Bain encontram-se a oferta conjunta de 24 mil milhões de dólares da Orange, Bouygues e Iliad pela Altice France, a nova tentativa do UniCredit para adquirir o Commerzbank e ainda a proposta de aquisição da TK Elevator pela finlandesa Kone, avaliada em 34,4 mil milhões de dólares.</p>
<p>O relatório destaca ainda que a inteligência artificial está a alterar profundamente a forma como as empresas planeiam e executam operações de fusões e aquisições, muito para além do setor tecnológico. Um dos exemplos referidos é a proposta de fusão, no valor de 119 mil milhões de dólares, entre a NextEra Energy e a Dominion Energy, motivada, em parte, pela crescente procura energética associada aos centros de dados dedicados à IA. Segundo a Bain, responder a este novo contexto exige estratégias plurianuais que conciliem crescimento por aquisições com investimentos em processos, equipas e ferramentas apoiadas por inteligência artificial. A consultora lembra que as grandes operações podem demorar três anos ou mais até à integração completa, sendo que negócios superiores a 10 mil milhões de dólares necessitam, em média, de cerca de sete meses para serem concluídos e entre 24 e 36 meses para materializarem a maior parte das sinergias previstas.</p>
<p>Para Álvaro Pires, a inteligência artificial está também a redefinir o conceito de sucesso nas operações de M&#038;A. &#8220;As integrações sempre envolveram riscos e oportunidades e, numa altura em que a IA está a elevar a fasquia, vão ser as empresas que veem a transação como uma oportunidade para acelerar esta transformação as que vão marcar a diferença no novo contexto de M&#038;A&#8221;, conclui. Segundo a Bain &#038; Company, a capacidade para combinar integração empresarial, transformação digital e adoção da inteligência artificial será determinante para o desempenho das organizações num mercado que continua a recuperar para níveis historicamente elevados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788451]]></sapo:autor>
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		<title>Bancos reforçam vigilância sobre crédito à habitação e aumentam processos por risco de incumprimento</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bancos-reforcam-vigilancia-sobre-credito-a-habitacao-e-aumentam-processos-por-risco-de-incumprimento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:24:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os bancos intensificaram, ao longo de 2025, a monitorização dos clientes com crédito à habitação, aumentando o número de processos abertos para identificar situações de potencial incumprimento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os bancos intensificaram, ao longo de 2025, a monitorização dos clientes com crédito à habitação, aumentando o número de processos abertos para identificar situações de potencial incumprimento. Segundo o mais recente Relatório de Acompanhamento dos Mercados de Crédito do Banco de Portugal, foram instaurados 801.780 processos no âmbito do Plano de Ação para o Risco de Incumprimento (PARI), o equivalente a uma média de cerca de 67 mil por mês, abrangendo contratos com uma dívida total próxima dos 20 milhões de euros. Face a 2024, o número de processos aumentou cerca de 9%, uma evolução que o regulador atribui ao reforço da identificação precoce de clientes com risco de dificuldades financeiras ou que alertaram os próprios bancos para problemas no pagamento das prestações.</p>
<p>Apesar do aumento dos mecanismos de prevenção, o Banco de Portugal conclui que mais de 60% dos processos acabaram encerrados por se verificar a inexistência de risco de incumprimento. Nos restantes casos, apenas 0,1% resultou num acordo de renegociação das condições do contrato de crédito, enquanto cerca de 230 mil processos terminaram sem qualquer entendimento entre a instituição financeira e o cliente.</p>
<p>Em sentido contrário, os processos abertos devido a situações de incumprimento efetivo voltaram a diminuir em 2025. A média mensal baixou de 8.165 processos em 2024 para 7.846 no ano passado. O Banco de Portugal destaca ainda que, na maioria das situações, a regularização acontece através do pagamento dos montantes em atraso, sublinhando que &#8220;a regularização das situações de incumprimento ocorre predominantemente através do pagamento dos montantes em mora, o que evidencia o papel determinante do comportamento do cliente na sua resolução&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788450]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estes prédios fazem “chover” para baixar a temperatura até 8 graus — funcionariam em Portugal?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/estes-predios-fazem-chover-para-baixar-a-temperatura-ate-8-graus-funcionariam-em-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:20:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[ Centenas de pulverizadores libertam milhões de gotas microscópicas de água, criando uma “chuva” que pode fazer descer a temperatura ambiente entre 5 e 8 graus durante os períodos de calor mais intenso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um complexo residencial na China transformou os telhados dos seus edifícios numa espécie de nuvem artificial. Centenas de pulverizadores libertam milhões de gotas microscópicas de água, criando uma “chuva” que pode fazer descer a temperatura ambiente entre 5 e 8 graus durante os períodos de calor mais intenso.</p>
<p>O sistema está instalado no condomínio Xijian Tianmao Guobinfu, na cidade de Yuncheng, província de Shanxi. A solução tornou-se viral depois de Mao Ning, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, ter divulgado nas redes sociais imagens dos edifícios envolvidos pela névoa.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">In central China’s Shanxi, a residential community has drawn attention for its “rooftop rain” — a mist cooling system that drops surface temperatures by 5–8°C in minutes. <a href="https://t.co/AuXyJ0LFtJ">pic.twitter.com/AuXyJ0LFtJ</a></p>
<p>&mdash; Mao Ning 毛宁 (@SpoxCHN_MaoNing) <a href="https://x.com/SpoxCHN_MaoNing/status/2072308419835641896?ref_src=twsrc%5Etfw">July 1, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Ao contrário do que as imagens podem sugerir, a água não chega ao solo como uma chuva convencional. Os nebulizadores de alta pressão dividem-na em gotas tão pequenas que estas evaporam rapidamente, retirando calor ao ar e às superfícies envolventes.</p>
<p>De acordo com o gestor do empreendimento, citado pelo &#8216;Tempo.pt&#8217;, o sistema consegue reduzir a temperatura ambiente entre 5 e 8 graus. Junto ao solo, a descida poderá chegar aos 12 graus. Cada ativação dura cerca de dez minutos e procura tornar mais confortáveis os jardins, pátios e restantes áreas comuns do condomínio.</p>
<p>O princípio utilizado, conhecido como arrefecimento evaporativo, não é novo. Quando a água passa do estado líquido ao gasoso, absorve energia térmica do ambiente. A mesma técnica já é aplicada em estufas agrícolas, esplanadas, parques e equipamentos de climatização.</p>
<p>A eficácia, porém, depende das condições atmosféricas. Em ambientes quentes e secos, a água evapora mais depressa e o efeito de arrefecimento é maior. Nas regiões húmidas, a evaporação perde eficiência e a nebulização pode aumentar a sensação de abafamento.</p>
<p>A solução chinesa também tem um custo ambiental. Segundo o Tempo.pt, cada utilização poderá consumir dezenas de toneladas de água, às quais se juntam a eletricidade necessária para os sistemas de alta pressão e as despesas de manutenção, tratamento da água e substituição dos pulverizadores.</p>
<p>Estas limitações tornam-se particularmente relevantes num contexto de secas mais prolongadas e crescente pressão sobre os recursos hídricos. Embora a tecnologia possa tornar os espaços exteriores mais agradáveis, a sua aplicação em larga escala exigiria uma avaliação rigorosa do consumo de água e energia.</p>
<p>O projeto procura responder ao chamado efeito de ilha de calor urbana. O betão, o asfalto e as fachadas absorvem energia solar durante o dia e libertam-na lentamente à noite, fazendo com que as cidades possam apresentar temperaturas vários graus superiores às zonas rurais próximas.</p>
<p>Telhados verdes, fachadas cobertas de vegetação, pavimentos claros, materiais refletores e reforço da arborização estão entre as soluções já utilizadas para contrariar este fenómeno. Os sistemas de nebulização poderão funcionar como complemento, sobretudo em espaços públicos expostos a temperaturas extremas.</p>
<p>Em Portugal, a tecnologia teria maior potencial nas regiões interiores e no sul, onde os verões tendem a ser mais quentes e secos. No entanto, a escassez de água, particularmente crítica em algumas destas áreas, seria também o principal obstáculo à sua utilização.</p>
<p>Mais do que substituir o ar condicionado dentro dos edifícios, estes sistemas procuram reduzir o calor nos espaços exteriores. A “chuva artificial” de Yuncheng mostra como a engenharia pode ajudar as cidades a enfrentar temperaturas cada vez mais elevadas, mas também evidencia o dilema entre arrefecer o ambiente e preservar um recurso cada vez mais limitado.</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DafSqQXDT7C/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
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<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/DafSqQXDT7C/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por 자기객관화 (@self.in.frame)</a></p>
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</blockquote>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788436]]></sapo:autor>
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		<title>Ondas de calor provocaram mais de 10 mil mortes em excesso na Europa durante junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:14:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Calor]]></category>
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					<description><![CDATA[As ondas de calor extremo que atingiram grande parte da Europa no final de junho terão provocado mais de 10 mil mortes em excesso, segundo novos dados divulgados pelo sistema europeu de monitorização da mortalidade EuroMOMO. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As ondas de calor extremo que atingiram grande parte da Europa no final de junho terão provocado mais de 10 mil mortes em excesso, segundo novos dados divulgados pelo sistema europeu de monitorização da mortalidade EuroMOMO. A maioria das vítimas tinha 65 ou mais anos, numa altura em que vários países europeus registaram temperaturas recorde e enfrentaram alguns dos episódios de calor mais intensos dos últimos anos.</p>
<p>De acordo com os dados publicados pelo EuroMOMO, organismo apoiado pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 9 mil das mais de 10 mil mortes em excesso verificadas durante este período ocorreram precisamente entre a população mais idosa. As estimativas conhecidas até ao momento indicam ainda que Bélgica, Reino Unido, França e Espanha estão entre os países onde o calor extremo provocou milhares de mortes adicionais. Paralelamente, o grupo internacional de cientistas World Weather Attribution concluiu que as ondas de calor registadas em junho teriam sido &#8220;praticamente impossíveis&#8221; sem a influência das alterações climáticas.</p>
<p>No Reino Unido, um estudo divulgado esta segunda-feira estima que pelo menos 2.700 pessoas morreram em consequência das ondas de calor que afetaram Inglaterra e o País de Gales durante maio e junho. A investigação foi conduzida por especialistas do Imperial College London, do Met Office e da London School of Hygiene and Tropical Medicine, que recorreram a dados meteorológicos, modelos climáticos e estudos sobre mortalidade associada ao calor para calcular o impacto. Segundo os investigadores, cerca de 550 mortes terão ocorrido entre 21 e 29 de maio, enquanto quase 2.200 foram registadas entre 18 e 28 de junho. Durante este período, Inglaterra estabeleceu novos recordes mensais de temperatura, com máximas de 35,1 ºC em maio e 37,7 ºC em junho.</p>
<p>Citado no estudo, Mark McCarthy, responsável científico da equipa de atribuição climática do Met Office, afirmou que estas foram &#8220;ondas de calor extremas para o Reino Unido e para toda a Europa Ocidental&#8221;, sublinhando que o seu carácter excecional se deveu não apenas à intensidade, mas também ao facto de terem ocorrido muito mais cedo do que é habitual no calendário anual. Os autores do trabalho estimam ainda que as temperaturas máximas diurnas foram entre 3 ºC e 4 ºC superiores àquelas que seriam expectáveis sem o aquecimento global, reforçando a conclusão de que as alterações climáticas estão a tornar estes fenómenos mais frequentes e mais intensos.</p>
<p>A Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido (UKHSA) deverá divulgar nas próximas semanas a estimativa oficial das mortes relacionadas com o calor, baseada nos registos de óbitos. A diretora do Centro para o Clima e Segurança da Saúde daquela entidade, Lea Berrang Ford, considera que os modelos agora apresentados ajudam a demonstrar a dimensão do risco associado ao calor extremo e a crescente ameaça que as alterações climáticas representam para a saúde pública. Também o Comité para as Alterações Climáticas (CCC), organismo independente que aconselha o Governo britânico, já tinha alertado no ano passado que o país &#8220;não está preparado&#8221; para enfrentar os impactos do aquecimento global. Num relatório publicado em maio, estimou que 92% das habitações britânicas poderão tornar-se excessivamente quentes até 2050 e recomendou a definição de limites máximos de temperatura nos locais de trabalho, bem como investimentos em sistemas de arrefecimento para edifícios públicos, incluindo hospitais e escolas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788438]]></sapo:autor>
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		<title>Ministro garante que 92% dos exames nacionais estão corrigidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:13:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação anunciou hoje que 92% dos exames nacionais do ensino secundário estão corrigidos e que os alunos terão acesso às suas notas na próxima sexta-feira. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Educação anunciou hoje que 92% dos exames nacionais do ensino secundário estão corrigidos e que os alunos terão acesso às suas notas na próxima sexta-feira.</p>
<p>&#8220;Neste momento, 92% dos exames estão corrigidos e a cadência está a ser muito elevada&#8221;, afirmou o ministro da Educação, Fernando Alexandre, à entrada para uma reunião com o Conselho das Escolas, que está a decorrer em Lisboa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788442]]></sapo:autor>
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		<title>XLVIII BARÓMETRO: Rui Lopes Ferreira, Super Bock Group</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:11:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barómetro]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[A análise de Rui Lopes Ferreira, CEO da Super Bock Group.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A análise de Rui Lopes Ferreira, CEO da Super Bock Group</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Num contexto que continua bastante volátil, marcado por diversos riscos externos, considero bastante positivo que mais de 50% dos inquiridos identifiquem o crescimento económico e a expansão de mercado como a principal prioridade estratégica para o segundo semestre de 2026. É algo que vem acompanhado, e bem no meu entender, por uma aposta na transformação digital, na melhoria da eficiência operacional e na retenção de talento. Portugal e as suas empresas precisam de crescer, mas de crescer “bem”, o que significa as empresas e organizações desenvolverem-se de forma inteligente, competitiva e sustentável, contribuindo, simultaneamente, para a economia real e melhoria das condições do País.</p>
<p style="text-align: justify;">Os indicadores económicos reforçam a confiança neste rumo. Em 2025, o financiamento do BEI em Portugal atingiu um valor recorde de 3 mil milhões de euros, mais 43% face ao ano anterior, ao qual se juntam os vários programas de estímulo ao investimento, como o Programa Reforçar ou o PTRR. Já no primeiro trimestre de 2026, a economia portuguesa registou um crescimento homólogo de cerca de 2,3%, enquanto o investimento reforçou o seu contributo para o PIB (+1,9%). Por sua vez, também do mercado de trabalho chegam sinais positivos, com Portugal a alcançar uma taxa de emprego de 66,2% em abril deste ano, a mais elevada desde fevereiro de 1998.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, persistem desafios estruturais ligados à produtividade, demografia e burocracia. O país reúne condições para reforçar a sua competitividade, creio que o desafio está mais do lado da capacidade de execução. Diagnósticos existem e bem fundamentados, o que falta é capacidade de planear e executar de acordo com objetivos, que devendo ser consensuais na sociedade portuguesa, têm que ser explicados e comunicados de forma clara e eficiente.”</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Testemunho publicado na edição de Junho (nº. 243) da Executive Digest, no âmbito da XLVIII edição do seu Barómetro</em>.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780496]]></sapo:autor>
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		<title>Comissão Europeia defende vedar acesso dos mais jovens a redes sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:11:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente da Comissão Europeia defendeu hoje restrições de acesso às redes sociais para menores, com limitações em função da idade, na União Europeia (UE), tencionando apresentar uma proposta após o verão.
Comissão Europeia defende vedar acesso dos mais jovens a redes sociais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente da Comissão Europeia defendeu hoje restrições de acesso às redes sociais para menores, com limitações em função da idade, na União Europeia (UE), tencionando apresentar uma proposta após o verão.<br />
Comissão Europeia defende vedar acesso dos mais jovens a redes sociais</p>
<p>&#8220;Devemos equacionar um acesso progressivo e gradual para diferentes faixas etárias&#8221; às redes sociais e a outras plataformas &#8216;online&#8217;, declarou Ursula von der Leyen, em declarações à imprensa após ter recebido um relatório de peritos sobre as medidas que a UE pode adotar para proteger as crianças na internet.</p>
<p>&#8220;Tal como não damos aos nossos filhos as chaves do carro antes de terem a carta de condução, ou não lhes permitimos comprar álcool até terem a idade legal para o fazer, também devemos estabelecer a idade a partir da qual as crianças podem aceder legalmente às redes sociais&#8221;, afirmou Von der Leyen.</p>
<p>Mesmo que os nomes de utilizador só comecem a ser usados mais perto do final do ano, o WhatsApp já está a permitir que os utilizadores da app de mensagens reservem o nome ao qual pretendem estar associados na plataforma.</p>
<p>A Comissão irá apresentar, depois do verão, propostas concretas depois de estudar o relatório dos peritos, disse ainda a líder do executivo europeu, mas salientando que deverá permitido o acesso aos ecrãs até aos 13 anos sob vigilância de adultos e por tempo limitado</p>
<p>A partir dos 13 anos o acesso às redes sociais será gradualmente alargado, mas a idade dos utilizadores tem de ser comprovada pelas plataformas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788434]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>NTT DATA PORTUGAL : A agentificação da sociedade</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ntt-data-portugal-a-agentificacao-da-sociedade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[NTT DATA Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[«A IA deixou de ser apenas experimentação tecnológica. Está a tornar-se num factor real de transformação da forma como vivemos, trabalhamos e interagimos.»]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A inteligência artificial está a entrar numa nova fase de maturidade. Depois de anos marcados por testes-piloto e experimentação, as organizações procuram agora transformar o potencial da tecnologia em ganhos concretos de produtividade, eficiência e escala. A agentificação, a soberania tecnológica e o impacto da IA no mercado de trabalho são conceitos que colocam novos desafios às empresas. Em entrevista à Executive Digest, João Viana Ferreira, partner da NTT DATA Portugal, analisa a forma como a inteligência artificial está a ser integrada e os investimentos necessários para acelerar a passagem da experimentação à criação de valor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A inteligência artificial está no centro da discussão empresarial. Estamos perante um hype ou uma transformação real?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As duas. Existe sempre uma componente de hype associada às grandes mudanças tecnológicas, onde a velocidade das nossas expectativas é muito superior à velocidade a que o mundo físico, em toda a sua complexidade social, consegue reagir. Este facto é exacerbado pela dinâmica da comunicação digital e das redes sociais (onde tudo acontece ao minuto), muito mais rápido que o mundo físico, onde é necessário construir data centers, montar modelos de negócio, formar e gerir equipas. Aconteceu com a internet, com a cloud e com o mobile (e em períodos anteriores com os caminhos-de-ferro, a aviação ou o telégrafo). Mas reduzir a inteligência artificial a uma tendência passageira é um erro. Hoje já existem impactos concretos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O Global AI Report 2026 da NTT DATA, baseado num inquérito a mais de 2.500 executivos em 35 países, mostra que as organizações mais avançadas em IA têm 2,5 vezes mais probabilidade de crescer acima de 10% em receitas e três vezes mais probabilidade de atingir margens superiores a 15%. O que demonstra que a IA deixou de ser apenas experimentação tecnológica: Está a tornar-se num factor real de transformação da forma como vivemos, trabalhamos e interagimos. A nuance é que ainda estamos numa fase inicial, não conseguimos vislumbrar claramente onde o processo vai terminar. Como tal, ainda estamos numa fase de transição.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas organizações continuam entre a experimentação e a transformação efectiva do modelo operativo, porque esta demora tempo. A tecnologia evolui rapidamente, mas as empresas transformam-se de forma gradual porque existem processos, cultura, sistemas legados e responsabilidade operacional. A dúvida não é se a IA vai ser relevante. Isso sabemos que será. O verdadeiro desafio é transformar potencial tecnológico em valor económico e social sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas empresas continuam focadas em provas de conceito. Como é que se passa do piloto para a criação de valor?</p>
<p style="text-align: justify;">Esse é provavelmente um dos temas mais importantes desta fase. Nos últimos anos, assistimos a uma enorme vaga de pilotos e experimentação, o que foi positivo porque permitiu aprender rapidamente. Mas um piloto não é transformação. E, no limite, as organizações precisam é de tempo. Vivemos hoje num contexto muito imediatista, onde esperamos que tudo aconteça rapidamente. Mas a própria história da tecnologia mostra-nos que as grandes transformações levam tempo a amadurecer. A democratização da internet, por exemplo, demorou praticamente duas décadas e continua ainda hoje a evoluir.</p>
<p style="text-align: justify;">No fundo, a questão deixou de ser perceber o potencial da IA. Esse potencial já ninguém discute. O verdadeiro desafio agora é operacionalizar, integrar e escalar,</p>
<p style="text-align: justify;">enquanto o negócio “business as usual” tem de continuar, estamos simultaneamente a garantir que tudo continua a correr como “normalmente”, e a transformar a forma como trabalhamos.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo global da NTT DATA mostra que apenas 15% das organizações podem hoje ser consideradas verdadeiros “líderes em IA”. E o que as diferencia não é apenas tecnologia. É sobretudo a capacidade de execução. Essas organizações vão conjugando vários factores, com diferentes níveis de equilíbrio: i) estratégias claras, com liderança interessada e presente no tema ii) governação estruturada, iii) foco em domínios de elevado valor económico; iv) uma abordagem transversal da transformação; e v) integração com os processos reais do negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Quais são os temas tecnológicos e sociais mais relevantes nesta evolução?</p>
<p style="text-align: justify;">A IA envolve muito mais do que tecnologia. Talvez um dos aspectos mais fascinantes desta evolução seja precisamente a diversidade e amplitude de temas que cobre, desde desafios altamente técnicos até questões económicas, sociais, ambientais e até filosóficas. Naturalmente, existem temas tecnológicos fundamentais como cloud, dados, cibersegurança, AI engineering ou integração de sistemas. Mas rapidamente percebemos que esta transformação vai muito além da dimensão técnica. A sustentabilidade é um bom exemplo. O crescimento da IA vai aumentar significativamente as necessidades energéticas globais. O debate sobre eficiência energética, data centers e capacidade computacional será cada vez mais relevante.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe igualmente a questão da soberania tecnológica. O estudo da NTT DATA mostra que muitas organizações estão a reforçar investimentos em cloud privada e soberana, precisamente para reduzir dependências externas e aumentar o controlo sobre dados críticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro tema central é o impacto nas competências e no mercado de trabalho. E aí talvez estejamos perante uma das mudanças mais profundas. A forma como diferentes gerações vão adaptar-se será naturalmente muito distinta. Integrar GenAI no quotidiano profissional aos 45 ou 50 anos é muito diferente de entrar hoje no mercado de trabalho depois de um percurso académico já suportado por estas tecnologias. Algumas funções serão automatizadas parcial ou totalmente, mas também surgirão novas especializações.</p>
<p style="text-align: justify;">Fala-se muito sobre “agentificação”. O que significa exatamente esse conceito?</p>
<p style="text-align: justify;">A agentificação representa uma das mudanças mais profundas desta nova era tecnológica. Durante décadas habituámo-nos a utilizar software como ferramenta. Agora começamos a ter agentes digitais capazes de executar tarefas, tanto no contexto profissional como pessoal (como programar, marcar férias de um utilizador ou fazer compras) de forma relativamente autónoma, com base em todo o conhecimento histórico acumulado, personalizável, que têm de um utilizador (incluindo interacção autónoma entre diferentes agentes, sem envolvimento humano, mas representando diferentes humanos e diferentes empresas). Estamos a caminhar para um modelo onde pessoas e agentes digitais coexistirão em praticamente todos os sectores: empresas, saúde, educação, administração pública ou serviços financeiros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que significa tudo isto para as organizações?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Significa que as empresas terão de aprender a operar num ambiente de enorme aceleração e incerteza. As organizações mais bem-sucedidas serão aquelas que conseguirem combinar capacidade tecnológica, velocidade de aprendizagem e abertura cultural. O Global AI Report da NTT DATA mostra precisamente isso: os líderes em IA distinguem-se pela combinação entre visão estratégica, governação forte, modernização tecnológica e capacidade de execução.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas terão de criar espaço para experimentar, adaptar-se rapidamente e promover aprendizagem contínua. Durante décadas, as organizações foram desenhadas sobretudo para estabilidade e eficiência. Agora precisam também de ser desenhadas para adaptação contínua.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso terá inevitavelmente impacto na própria estrutura das organizações: na forma como as equipas se organizam, na distribuição geracional dentro das empresas, nos modelos de liderança e até na forma como os processos internos são desenhados e executados. Mas, com tudo isto, emerge a questão: qual passa a ser o papel social de uma organização quando ganha toda esta flexibilidade?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portugal pode beneficiar desta transformação?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida. Portugal tem uma oportunidade muito relevante nesta nova vaga tecnológica. Temos talento qualificado, capacidade de engenharia, universidades competitivas e uma crescente reputação internacional em tecnologia, que também nos permite atrair talento internacional. Num momento em que as organizações procuram parceiros capazes de combinar cloud, dados e IA de forma integrada, Portugal pode posicionar-se como um hub internacional de inovação, engenharia avançada e serviços digitais.</p>
<p style="text-align: justify;">O conceito de Value Shore ganha aqui especial relevância. Hoje, as empresas não procuram apenas eficiência de custos. Procuram talento especializado, capacidade de execução e criação de valor. Se conseguirmos fortalecer o ecossistema tecnológico nacional, isso terá efeitos multiplicadores, num círculo virtuoso: mais inovação, mais start-ups, maior sofisticação económica e maior exportação de conhecimento, aumentando a exigência do próprio modelo económico e social do país &#8211; fica por pensar e definir, mais uma vez, o que acontece a quem fica fora deste círculo virtuoso, e como se distribuem os ganhos desta transformação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que está a NTT DATA a fazer nesta área?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A NTT DATA está a investir fortemente na capacitação dos colaboradores, no desenvolvimento de competências e na criação de soluções concretas de transformação com IA. A partir de Portugal já trabalhamos em modelos de Value Shore para diferentes geografias e sectores, incluindo aviação e serviços financeiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos equipas nacionais envolvidas em projectos internacionais nas áreas de AI engineering, cloud, data, data science e computer vision. Estamos igualmente envolvidos em projectos relevantes de transformação em Portugal, ajudando organizações a modernizar operações, a acelerar a adopção de IA e a criar modelos mais sustentáveis de crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O nosso foco não é apenas desenvolver tecnologia. É construir capacidade sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso significa formar pessoas, criar equipas multidisciplinares, desenvolver governação responsável e ajudar organizações a transformar-se de forma segura e orientada para valor.</p>
<p style="text-align: justify;">Acreditamos que o maior diferencial competitivo dos próximos anos será a combinação entre talento humano e utilização responsável da Inteligência Artificial.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “Transformação Digital”, publicado na edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<title>Vai de carro de férias? O “Zé” da Brisa está de volta com alertas para as viagens de verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa prolonga-se por cinco semanas, acompanhando um período marcado por viagens mais longas e maior circulação nas estradas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Brisa Autoestradas lançou esta segunda-feira uma nova vaga da campanha de segurança rodoviária “A Brisa Autoestradas chama a atenção”, desta vez centrada nas deslocações durante as férias de verão. A iniciativa prolonga-se por cinco semanas, acompanhando um período marcado por viagens mais longas e maior circulação nas estradas.</p>
<p>O protagonista volta a ser o “Zé”, uma personagem inspirada em comportamentos reais e que representa, de forma bem-humorada, situações de distração, falta de experiência ou excesso de confiança ao volante. A mensagem central mantém-se: a segurança rodoviária depende da atenção de todos os utilizadores da estrada.</p>
<p>Nesta nova campanha, o “Zé” prepara uma viagem de carro até ao Algarve. O cenário serve para lembrar os condutores de que devem estar atentos à sua própria condução, mas também antecipar os comportamentos e eventuais erros de quem circula à sua volta.</p>
<p>O aumento do tráfego, a maior duração das viagens e a concentração de veículos tornam o verão um período particularmente exigente nas estradas. O excesso de velocidade, o uso do telemóvel, o consumo de álcool, o cansaço e o incumprimento das regras de segurança são alguns dos comportamentos destacados pela campanha.</p>
<p>Segundo os dados divulgados pela Brisa Autoestradas, cerca de 90% dos acidentes estão associados a fatores humanos e um em cada quatro envolve excesso de velocidade. A utilização do telemóvel durante a condução pode, por sua vez, multiplicar por quatro o risco de acidente.</p>
<p>“No verão mudam os destinos, mas a importância da atenção mantém-se”, afirma Inês Oliveira, diretora de Marketing Estratégico do Grupo Brisa. A responsável sublinha que, perante o aumento das viagens e das situações imprevisíveis, conduzir em segurança exige capacidade para antecipar e reagir ao que acontece na estrada.</p>
<p>A campanha integra um filme principal e três conteúdos adicionais dedicados ao álcool, ao excesso de velocidade e à distração causada pelo telemóvel. Desenvolvida pelas agências Stream e Tough Guy, com produção da 78 Films, terá presença na televisão, rádio, publicidade exterior, meios digitais, redes sociais e plataformas do Grupo Brisa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788418]]></sapo:autor>
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		<title>Como evitar cair numa burla financeira? Sete sinais de alerta que podem proteger as suas poupanças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a DECO PROteste, os casos de consumidores que perdem dezenas ou mesmo centenas de milhares de euros têm aumentado. A boa notícia é que muitas destas burlas apresentam sinais de alerta que permitem identificá-las antes de ser tarde]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As burlas financeiras tornaram-se cada vez mais sofisticadas e já não visam apenas pessoas pouco familiarizadas com a tecnologia. Hoje, qualquer consumidor pode ser alvo de esquemas que recorrem a inteligência artificial, plataformas falsas, identidades credíveis e técnicas de manipulação psicológica.</p>
<p>Segundo a DECO PROteste, os casos de consumidores que perdem dezenas ou mesmo centenas de milhares de euros têm aumentado. A boa notícia é que muitas destas burlas apresentam sinais de alerta que permitem identificá-las antes de ser tarde.</p>
<p><strong>1. Desconfie de promessas de ganhos elevados e sem risco</strong></p>
<p>Se alguém lhe garante rentabilidades muito acima do mercado e assegura que o investimento não tem risco, desconfie.</p>
<p>Nos mercados financeiros não existem lucros garantidos. Quanto maior é a rentabilidade prometida, maior tende a ser o risco associado.</p>
<p><strong>2. Nunca tome decisões sob pressão</strong></p>
<p>Uma das técnicas mais utilizadas pelos burlões consiste em criar um sentimento de urgência.</p>
<p>Frases como &#8220;a oportunidade termina hoje&#8221;, &#8220;restam poucas vagas&#8221; ou &#8220;tem de investir imediatamente&#8221; pretendem impedir que confirme a informação ou procure aconselhamento.</p>
<p>Um investimento sério nunca exige uma decisão precipitada.</p>
<p><strong>3. Confirme sempre se a entidade está autorizada</strong></p>
<p>Antes de transferir dinheiro, verifique se a empresa está registada junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) ou do Banco de Portugal, quando aplicável.</p>
<p>Se a entidade não estiver autorizada, poderá não existir qualquer mecanismo de proteção caso o dinheiro desapareça.</p>
<p><strong>4. Tenha atenção aos detalhes dos emails e dos sites</strong></p>
<p>Os burlões conseguem criar páginas muito semelhantes às de bancos ou plataformas legítimas.</p>
<p>Antes de clicar em qualquer ligação, confirme cuidadosamente o endereço do site, o domínio utilizado e o remetente do email. Pequenas diferenças na escrita, erros ortográficos, alterações no logótipo ou assinaturas inconsistentes podem denunciar uma fraude.</p>
<p><strong>5. Nunca instale programas de acesso remoto</strong></p>
<p>Se alguém lhe pedir para instalar aplicações que permitam controlar o seu computador ou telemóvel à distância, recuse.</p>
<p>Estas ferramentas podem dar aos burlões acesso às suas contas, palavras-passe e dados bancários, facilitando operações sem o seu conhecimento.</p>
<p><strong>6. Se não consegue levantar o dinheiro, há motivo para desconfiar</strong></p>
<p>Um dos sinais mais frequentes das burlas de investimento surge quando a vítima tenta recuperar o dinheiro.</p>
<p>Pedidos para pagar novas taxas, impostos, comissões ou depósitos adicionais para desbloquear levantamentos são um forte indicador de fraude. Nenhum pagamento adicional garante a recuperação do dinheiro investido.</p>
<p><strong>7. Pesquise antes de investir</strong></p>
<p>Uma simples pesquisa na internet pode evitar grandes prejuízos.</p>
<p>Procure opiniões, reclamações e relatos de outros utilizadores em diferentes plataformas. Se encontrar vários testemunhos sobre dificuldades em recuperar o dinheiro ou pedidos sucessivos de novos pagamentos, o mais prudente é não avançar.</p>
<p><strong>A melhor proteção continua a ser a informação</strong></p>
<p>As burlas financeiras evoluem constantemente, mas continuam a explorar os mesmos fatores: confiança, desconhecimento e pressão emocional.</p>
<p>Antes de investir, informe-se, confirme sempre a credibilidade da entidade e nunca tome decisões precipitadas. Alguns minutos de verificação podem evitar a perda das suas poupanças e poupar-lhe um problema que, muitas vezes, é impossível de resolver.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787590]]></sapo:autor>
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		<title>Conselho da UE aprova medidas para mitigar preços dos adubos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os ministros da Agricultura da União Europeia (UE) aprovaram hoje medidas para ajudar os agricultores europeus a enfrentar o forte aumento dos custos dos fertilizantes e que entram em vigor no dia seguinte à publicação oficial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ministros da Agricultura da União Europeia (UE) aprovaram hoje medidas para ajudar os agricultores europeus a enfrentar o forte aumento dos custos dos fertilizantes e que entram em vigor no dia seguinte à publicação oficial.</p>
<p>As medidas adotadas incluem um novo regime de liquidez no âmbito do desenvolvimento rural para apoio a crises, a opção de os Estados-membros anteciparem o pagamento dos pagamentos diretos aos agricultores, ajudando-os a gerir as suas necessidades de tesouraria a curto prazo e ainda a possibilidade de os Estados-membros ajustarem as suas dotações para pagamentos diretos para 2027.</p>
<p>O regulamento aprovado pelo Conselho da UE &#8211; já validado pelo Parlamento Europeu &#8212; responde à subida de preços dos adubos e de outros fatores de produção, tendo a proposta sido apresentada pela Comissão Europeia em 12 de junho de como parte de um pacote mais amplo de medidas que respondem ao impacto da crise do Médio Oriente nos mercados agrícolas.</p>
<p>O regulamento foi aprovado em regime de urgência para que os apoios cheguem aos agricultores o quanto antes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788425]]></sapo:autor>
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		<title>Prazo para corrigir exames nacionais  termina amanhã, mas professores continuam a receber novas provas para classificar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/prazo-para-corrigir-exames-nacionais-termina-amanha-mas-professores-continuam-a-receber-novas-provas-para-classificar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:48:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A um dia do fim do prazo definido para a classificação dos exames nacionais do 11.º e 12.º anos, persistem os constrangimentos no processo de correção, com professores a denunciarem que continuam a receber novos itens para avaliar e que alguns docentes foram convocados durante o fim de semana para integrarem, à última hora, as equipas de classificadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A um dia do fim do prazo definido para a classificação dos exames nacionais do 11.º e 12.º anos, persistem os constrangimentos no processo de correção, com professores a denunciarem que continuam a receber novos itens para avaliar e que alguns docentes foram convocados durante o fim de semana para integrarem, à última hora, as equipas de classificadores. A situação está a aumentar a pressão sobre os profissionais, numa altura em que o prazo para concluir o trabalho termina esta terça-feira, 14 de julho.</p>
<p>Ao <a href="https://www.dn.pt/sociedade/prazo-para-classificar-exames-termina-amanh-e-ainda-h-professores-a-receber-perguntas-para-corrigir#goog_rewarded" target="_blank" rel="noopener">Diário de Notícias (DN)</a>, Cristina Mota, porta-voz da Missão Escola Pública (MEP), acusa o Governo de querer garantir que as pautas sejam divulgadas dentro do calendário previsto &#8220;a qualquer custo&#8221;. A responsável afirma que continuam por resolver vários problemas técnicos, incluindo folhas de continuação em falta, provas que ainda não foram carregadas na plataforma e perguntas repetidas já classificadas. A MEP alerta que estas falhas podem comprometer o rigor da avaliação e garante que alguns professores receberam convocatórias durante o fim de semana, por escrito ou por telefone, para passarem a desempenhar funções de classificadores. Um dos casos relatados refere-se a um docente que terá recebido 190 itens para corrigir até ao fim do prazo.</p>
<p>A Missão Escola Pública sustenta que muitos professores não conseguem organizar o trabalho, uma vez que desconhecem quando deixarão de receber novas respostas para corrigir. De acordo com Cristina Mota, o botão &#8220;finalizar&#8221; da plataforma deixou de estar disponível, obrigando os docentes a consultar constantemente o sistema. A porta-voz admite ainda que, caso persistam problemas por resolver no final do prazo, alguns classificadores poderão optar por não submeter as notas por considerarem que estas não refletem corretamente o desempenho dos alunos, devido à existência de folhas em falta ou trocadas. A MEP defende igualmente o adiamento da segunda fase dos exames para setembro e considera que, se os constrangimentos se mantiverem, o prazo de correção deverá ser prolongado, sublinhando que &#8220;as questões políticas não se podem sobrepor ao rigor das avaliações externas&#8221;. O movimento manifesta também reservas quanto à fiabilidade da classificação automática das perguntas de escolha múltipla, tendo em conta os problemas registados na plataforma.</p>
<p>Também Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), considera que está em curso um esforço de &#8220;tudo por tudo&#8221; para cumprir o calendário assumido pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação, mas questiona a ausência de critérios na distribuição contínua de novos itens aos classificadores. O responsável lamenta ainda que os docentes mais rápidos estejam a ser penalizados com mais trabalho e defende que as horas extraordinárias anunciadas pelo Governo sejam pagas aos cerca de 11 mil classificadores. Apesar das dificuldades, assegura que os professores manterão o rigor das avaliações, embora reconheça existir uma &#8220;grande desconfiança&#8221; na comunidade educativa relativamente ao processo. Sobre a divulgação das classificações, prevista para 17 de julho, mantém a prudência: &#8220;É ver para crer&#8221;, afirmando que o essencial é evitar que sejam divulgadas pautas que possam prejudicar alunos.</p>
<p>Além das dúvidas sobre a conclusão da correção, Filinto Lima pede esclarecimentos ao Ministério da Educação sobre a forma como os alunos terão acesso às provas de exame, nomeadamente se poderão consultar a totalidade da prova ou apenas as respostas classificadas e qual será o papel das escolas nesse processo. O Diário de Notícias refere que solicitou esclarecimentos ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação, mas, até ao fecho da edição, não tinha recebido qualquer resposta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788419]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Portugal defende que fim de comércio com colonatos é &#8220;única medida possível&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-portugal-defende-que-fim-de-comercio-com-colonatos-e-unica-medida-possivel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:43:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros defendeu hoje que, para Portugal, a "proibição total de comércio" com os colonatos ilegais na Cisjordânia é a "única medida possível" e que já vem "tardíssimo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros defendeu hoje que, para Portugal, a &#8220;proibição total de comércio&#8221; com os colonatos ilegais na Cisjordânia é a &#8220;única medida possível&#8221; e que já vem &#8220;tardíssimo&#8221;.</p>
<p>&#8220;A posição de Portugal é muito conhecida: estando nós a falar de colonatos, a proibição de importação, para nós, parece-nos a única medida possível e que já vem muito tarde&#8221;, afirmou Paulo Rangel em declarações aos jornalistas à margem da reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE), em Bruxelas.</p>
<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros salientou que a produção de bens por colonos na Cisjordânia &#8220;é ilegal&#8221; e, por isso, &#8220;é evidente que não há razão nenhuma para não haver uma suspensão imediata dessas importações&#8221;.</p>
<p>&#8220;A posição de Portugal é muito clara: a UE, no quadro da sua política comercial &#8212; e com essa base legal, que implica apenas maioria qualificada &#8212; deve proibir a importação de bens produzidos nos territórios ocupados, seja da Cisjordânia, seja de Jerusalém Leste&#8221;, frisou.</p>
<p>O chefe da diplomacia portuguesa reconheceu, contudo, que as &#8220;posições estão divididas&#8221; entre os Estados-membros, mas disse esperar que, &#8220;na conversa mais profunda que hoje haverá&#8221;, se consiga chegar a uma solução.</p>
<p>Paulo Rangel fez estas declarações no dia em que os ministros dos Negócios Estrangeiros estão a discutir três opções apresentadas pela Comissão Europeia para restringir o comércio com os colonatos: proibir totalmente as importações, impor tarifas ou criar um sistema de licenças, através do qual os colonatos passariam a precisar de autorização para conseguir exportar para a UE.</p>
<p>Questionado sobre se não teme que o Conselho da UE acabe por optar por uma das duas opções menos penalizadoras em vez da proibição total de comércio defendida por Portugal, Rangel voltou a defender que banir totalmente as importações é uma &#8220;medida, do ponto de vista do seu significado, muito importante&#8221;.</p>
<p>&#8220;Se forem as outras, será menos forte. Agora, algum sinal tem de ser dado, esse é o nosso ponto, e nós vamo-nos bater para que a decisão de proibição de importação com maioria qualificada possa ser a decisão que venha a ser escolhida&#8221;, afirmou, acrescentando que isso precisa de ser feito &#8220;o mais depressa possível&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788417]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CEiiA e Força Aérea aproximam Portugal do Japão com parceria espacial contra incêndios e fenómenos extremos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:38:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CEiiA]]></category>
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		<category><![CDATA[força aérea]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Constelação do Atlântico, iniciativa promovida pelo CEiiA e pela Força Aérea Portuguesa, estabeleceu uma parceria estratégica com o Japão para desenvolver novas capacidades de resposta a eventos climáticos extremos e situações de catástrofe, recorrendo a tecnologia espacial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Constelação do Atlântico, iniciativa promovida pelo CEiiA e pela Força Aérea Portuguesa, estabeleceu uma parceria estratégica com o Japão para desenvolver novas capacidades de resposta a eventos climáticos extremos e situações de catástrofe, recorrendo a tecnologia espacial.</p>
<p>A iniciativa portuguesa, que conta ainda com os parceiros CTI Aeroespacial, N3O e Geosat, pretende reforçar a capacidade nacional de antecipar, monitorizar e responder a fenómenos como os incêndios florestais, numa altura em que estes voltam a representar um dos maiores desafios para o país.</p>
<p>No âmbito desta colaboração foi assinado um Memorando de Entendimento (MoU) entre a New Space Alliances — plataforma criada na sequência do trabalho desenvolvido pelo CEiiA e pela Força Aérea Portuguesa no âmbito da Constelação do Atlântico e do Atlantic Data Hub — e a SPACETIDE, organização que funciona como um hub neutro para a indústria espacial japonesa.</p>
<p>O acordo estabelece um quadro de cooperação para o desenvolvimento de soluções espaciais direcionadas para a monitorização e gestão de eventos climáticos extremos, prevendo igualmente a criação de um Space Hub no Japão.</p>
<p>Segundo os promotores, a parceria permitirá integrar novas competências, conhecimento e capacidade tecnológica na Constelação do Atlântico, reforçando a utilização de dados de observação da Terra e de plataformas digitais para apoiar a prevenção, a gestão de emergências e a tomada de decisão em áreas como os incêndios, a proteção civil, a segurança e a resiliência dos territórios.</p>
<p>&#8220;A assinatura deste MoU representa muito mais do que uma parceria entre duas organizações. É a criação de uma ponte estratégica com o Japão para desenvolver soluções espaciais capazes de dar resposta a desafios globais. Num momento em que os fenómenos climáticos extremos exigem maior capacidade de antecipação e resposta, a cooperação internacional torna-se um fator crítico para transformar tecnologia espacial em impacto económico e social&#8221;, afirma Emir Sirage, diretor da área do Espaço do CEiiA, em representação da New Space Alliances.</p>
<p>Também François Poncin, COO da SPACETIDE, destaca o potencial da colaboração entre os dois países. &#8220;O Japão e Portugal enfrentam desafios comuns e dispõem de capacidades altamente complementares. Esta parceria permitirá aproximar empresas, investigadores e investidores, acelerar projetos conjuntos e criar novas oportunidades para que a inovação espacial responda às necessidades da sociedade. O futuro Space Hub no Japão será um elemento central desta visão de cooperação&#8221;, refere.</p>
<p>O memorando foi formalmente assinado por Masayasu Ichida, CEO da SPACETIDE.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788408]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Taxa Euribor sobe para máximo desde março de 2025 a 3 meses e cai a 6 e 12 meses</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/taxa-euribor-sobe-para-maximo-desde-marco-de-2025-a-3-meses-e-cai-a-6-e-12-meses/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:38:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Euribor subiu hoje a três meses para um novo máximo desde março de 2025 e desceu a seis e a 12 meses em relação a sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Euribor subiu hoje a três meses para um novo máximo desde março de 2025 e desceu a seis e a 12 meses em relação a sexta-feira.</p>
<p>Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que avançou para 2,431%, continuou abaixo das taxas a seis (2,621%) e a 12 meses (2,800%).</p>
<p>A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, recuou hoje, ao ser fixada em 2,621%, menos 0,005 pontos do que na sexta-feira.</p>
<p>Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a maio indicam que a Euribor a seis meses representava 39,17% do &#8216;stock&#8217; de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.</p>
<p>Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,73% e 24,79%, respetivamente.</p>
<p>No prazo de 12 meses, a taxa Euribor também cedeu hoje, para 2,800%, menos 0,031 pontos do que na sessão anterior.</p>
<p>Em sentido contrário, a Euribor a três meses subiu hoje, ao ser fixada em 2,431%, mais 0,019 pontos e um novo máximo desde março do ano passado.</p>
<p>Em 11 de junho, como antecipado pelo mercado, o BCE decidiu na reunião de política monetária subir, pela primeira vez desde setembro de 2023, as taxas diretoras, designadamente em 0,25 pontos percentuais.</p>
<p>Na anterior reunião, em 30 de abril, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sétima reunião de política monetária consecutiva, como também tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.</p>
<p>A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 22 e 23 de julho em Frankfurt.</p>
<p>Em junho, a média mensal da Euribor subiu, de novo, a três e a seis meses, mas desceu no prazo mais longo.</p>
<p>A média mensal da Euribor em junho subiu 0,113 pontos para 2,339% a três meses e 0,060 pontos percentuais para 2,596% a seis meses.</p>
<p>Já a 12 meses, a média da Euribor baixou 0,006 para 2,798%.</p>
<p>As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 21 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788413]]></sapo:autor>
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		<title>Juiz Carlos Alexandre investiga aumentos salariais suspeitos no Serviço de Utilização Comum dos Hospitais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:27:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Combate à Fraude no Serviço Nacional de Saúde (CCF-SNS), presidida pelo juiz Carlos Alexandre, está a investigar uma atualização salarial aprovada no Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH), por suspeitas de eventual conflito de interesses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Combate à Fraude no Serviço Nacional de Saúde (CCF-SNS), presidida pelo juiz Carlos Alexandre, está a investigar uma atualização salarial aprovada no Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH), por suspeitas de eventual conflito de interesses. Em causa está uma deliberação tomada em janeiro de 2023 pelo então conselho de administração, que permitiu rever os salários de vários técnicos superiores, incluindo os dos próprios administradores que aprovaram a medida.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/juiz-investiga-aumentos-salariais-suspeitos-no-such" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã (CM)</a>, a investigação procura apurar se os aumentos concedidos aos então administradores Paulo Sousa, presidente do SUCH à data, e Joel Azevedo, administrador executivo, poderão estar feridos de ilegalidade por terem sido aprovados pelos próprios no exercício das suas funções. De acordo com a informação publicada, Paulo Sousa viu o seu vencimento como técnico superior aumentar em 484 euros mensais, enquanto Joel Azevedo beneficiou de uma atualização de 1.200 euros por mês. Ambos passaram a auferir um salário de técnico superior de 4.510 euros mensais.</p>
<p>A deliberação em análise consta da ata n.º 1/2023, datada de 4 de janeiro, na qual o conselho de administração autorizou a atualização salarial em diversos serviços do SUCH. Ainda segundo o CM, Paulo Sousa assinou também o mapa comparativo das remunerações dos técnicos superiores antes e depois da revisão salarial, documento onde figuram igualmente os nomes de Paulo Sousa e Joel Azevedo. A investigação da CCF-SNS pretende determinar se a aprovação destes aumentos pelos próprios administradores configura uma situação de conflito de interesses face ao enquadramento legal aplicável ao setor público e às entidades públicas empresariais.</p>
<p>Confrontado com o caso, Paulo Sousa afirmou que, estando em curso uma auditoria preventiva da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS), determinada pela Assembleia da República, bem como uma inspeção da Comissão de Combate à Fraude na Saúde, na sequência de um pedido do atual presidente do SUCH, reserva os esclarecimentos para esses processos. Joel Azevedo recusou comentar, remetendo quaisquer explicações para Paulo Sousa. Já o atual conselho de administração do SUCH declarou que, enquanto decorrerem a auditoria da IGAS e as diligências da CCF-SNS, não se pronunciará sobre matérias que estejam ou possam vir a estar sob investigação.</p>
<p>A investigação da CCF-SNS e a auditoria da IGAS abrangem a gestão dos últimos anos do SUCH, associação privada sem fins lucrativos e de utilidade pública, tutelada pelos ministérios das Finanças e da Saúde, cuja missão consiste na prestação de serviços comuns aos hospitais para reforçar a eficácia e a eficiência do Serviço Nacional de Saúde. Recorde-se que Paulo Sousa assumiu a presidência do SUCH em 2016, com um vencimento de 6.810 euros, enquanto Joel Azevedo foi nomeado administrador em 2018, auferindo 5.448 euros brutos, valores sujeitos ao corte de 5% então aplicado aos gestores públicos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788401]]></sapo:autor>
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		<title>Conselho da UE dá aval final a reforço da proteção de passageiros aéreos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho da União Europeia (UE) deu hoje o aval final às regras que reforçam os direitos dos passageiros das transportadoras aéreas, que entram em vigor um ano e 20 dias após publicação no Jornal Oficial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho da União Europeia (UE) deu hoje o aval final às regras que reforçam os direitos dos passageiros das transportadoras aéreas, que entram em vigor um ano e 20 dias após publicação no Jornal Oficial.</p>
<p>As novas regras reforçam os direitos dos passageiros ao melhorarem a indemnização, a assistência, a informação, a comunicação com as companhias aéreas e o reencaminhamento em caso de cancelamento e atraso.</p>
<p>Quando entrar em vigor a nova diretiva, que esteve mais de dez anos bloqueada, passa a ser proibido recusar o embarque num voo de regresso pelo facto de o passageiro não ter utilizado o voo de ida (&#8216;no-show&#8217;), entre outras medidas.</p>
<p>Entre outras alterações, os preços passarão a ser mais transparentes, incluindo no que se refere a bagagem de mão, e deverá ser facilitada a comparação entre tarifas de diferentes companhias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788404]]></sapo:autor>
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		<title>Sindicato exige correção de despacho que exclui médicos das unidades de AVC</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sindicato-exige-correcao-de-despacho-que-exclui-medicos-das-unidades-de-avc/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:20:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) exigiu hoje ao Governo a "correção imediata" do despacho que "exclui injustificadamente" os médicos das Unidades de Acidente Vascular Cerebral (AVC) do regime de produção adicional associada à trombectomia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) exigiu hoje ao Governo a &#8220;correção imediata&#8221; do despacho que &#8220;exclui injustificadamente&#8221; os médicos das Unidades de Acidente Vascular Cerebral (AVC) do regime de produção adicional associada à trombectomia.</p>
<p>Em comunicado, o sindicato, afeto à Federação Nacional dos Médicos (Fnam), adiantou que enviou uma carta à ministra da Saúde, Ana Paula Martins, e à Direção Executiva do SNS a exigir &#8220;a reapreciação urgente&#8221; do Despacho n.º 8134-A/2026, de 29 de junho, que regula o pagamento por produção adicional em procedimentos de Neurorradiologia, Cardiologia e Radiologia de Intervenção (incluindo as vias verdes de AVC e enfarte) no SNS.</p>
<p>&#8220;O despacho remunera neurorradiologistas de intervenção, anestesiologistas, enfermeiros e técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica, mas ignora os médicos que avaliam os doentes, ativam e coordenam a Via Verde AVC, decidem a referenciação para trombectomia e asseguram a responsabilidade clínica antes e depois do procedimento&#8221;, sublinhou.</p>
<p>O SMN alertou que &#8220;sem os médicos das Unidades de AVC, a trombectomia simplesmente não acontece&#8221;, e que &#8220;ao deixar estes profissionais de fora, a ministra da Saúde cria uma discriminação incompreensível entre membros da mesma equipa multidisciplinar, desvalorizando médicos cuja intervenção é indispensável para salvar vidas&#8221;.</p>
<p>Segundo o sindicato, esta exclusão não encontra suporte na própria legislação, argumentando que a portaria permite remunerar todos os profissionais cuja intervenção seja essencial à resposta da Via Verde AVC, pelo que a solução adotada levanta &#8220;fundadas dúvidas&#8221; de legalidade e de respeito pelos princípios constitucionais da igualdade e da justa retribuição pelo trabalho prestado.</p>
<p>&#8220;Não se trata de um problema isolado. Esta omissão afeta os centros do SNS com Via Verde AVC, criando desigualdades remuneratórias entre profissionais que participam no mesmo processo assistencial e assumem responsabilidades clínicas complementares&#8221;, avisou o sindicato.</p>
<p>Por estes motivos, o sindicato exigiu à ministra da Saúde, à Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) e à Direção Executiva do SNS &#8220;a correção imediata&#8221; do despacho incluindo os médicos das Unidades de AVC no regime de produção adicional associado à trombectomia.</p>
<p>&#8220;Quem salva vidas deve ser tratado com igualdade&#8221;, reclamou o sindicato, lembrando que &#8220;intervém na defesa dos seus associados, mas também de todos os médicos abrangidos por esta injustiça e de um SNS que só se fortalece quando valoriza todos os profissionais indispensáveis aos cuidados prestados&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788403]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros das empresas continuam a sustentar ações, mas risco geopolítico preocupa investidores, alerta especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:10:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[O crescimento dos lucros das empresas e os sinais de recuperação da economia europeia continuam a sustentar uma perspetiva positiva para os mercados acionistas, embora o agravamento das tensões no Médio Oriente esteja a levar os investidores a adotar uma postura mais cautelosa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento dos lucros das empresas e os sinais de recuperação da economia europeia continuam a sustentar uma perspetiva positiva para os mercados acionistas, embora o agravamento das tensões no Médio Oriente esteja a levar os investidores a adotar uma postura mais cautelosa.</p>
<p>A análise é de Michele Morganti, Senior Equity Strategist da Generali Investments, que mantém uma recomendação de sobreponderação das ações, ainda que de forma menos agressiva do que anteriormente.</p>
<p>Segundo o especialista, o atual momento continua a ser apoiado pela evolução favorável dos resultados das empresas, sustentados por fundamentos sólidos, margens resilientes, custos laborais controlados e ganhos de produtividade associados à inteligência artificial. Neste contexto, a época de apresentação de resultados do segundo trimestre deverá voltar a revelar-se robusta.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a Generali Investments estima um crescimento dos lucros por ação (EPS) na ordem dos 20% elevados face ao mesmo período do ano anterior, impulsionado sobretudo pelo setor tecnológico. Excluindo este segmento, o restante mercado deverá contribuir com cerca de nove pontos percentuais para o crescimento. Embora as primeiras orientações divulgadas pelas empresas tenham sido mais positivas do que o habitual, a gestora considera que as surpresas positivas poderão ser limitadas, uma vez que as expectativas do mercado já são bastante elevadas.</p>
<p>Na Europa, o cenário também é favorável. A previsão aponta para um crescimento dos lucros por ação entre 12% e 14% no segundo trimestre, refletindo uma melhoria das revisões das estimativas e abrindo espaço para resultados ligeiramente acima do esperado.</p>
<p>Um dos aspetos destacados por Michele Morganti é o alargamento desta melhoria a um conjunto mais vasto de setores. Depois de energia e tecnologia, também a indústria, os materiais e a banca começam a beneficiar de revisões em alta, um sinal de que o ciclo de lucros europeu está a ganhar consistência.</p>
<p>Para a segunda metade do ano, a Generali Investments antecipa que a recuperação gradual da economia europeia e a agenda pró-crescimento da Alemanha — assente em estímulos orçamentais, investimento em infraestruturas e reformas estruturais — poderão reforçar a confiança das empresas e aumentar o potencial de crescimento da região no longo prazo.</p>
<p>Ainda assim, a gestora alerta que a recente escalada das tensões entre Israel e o Irão poderá continuar a penalizar o apetite pelo risco nos mercados no curto prazo, mantendo os investidores atentos à evolução do contexto geopolítico.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788397]]></sapo:autor>
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		<title>PSI em baixa com Navigator a cair quase 5% e NOS a subir mais de 1%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 08:59:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Navigator a descer 4,77% para 3,12 euros e a NOS a subir 1,18% para 4,97 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Navigator a descer 4,77% para 3,12 euros e a NOS a subir 1,18% para 4,97 euros.</p>
<p>Cerca das 09:15 em Lisboa, o PSI baixava 0,18% para 9.090,55 pontos, com 11 empresas a descer, quatro a subir e uma a manter a cotação (REN em 3,68 euros).</p>
<p>Às ações da Navigator seguiam-se as da Mota-Engil, CTT e Semapa, que desciam 1,82% para 4,43 euros, 1,72% para 5,70 euros e 1,21% para 20,4 euros.</p>
<p>A Altri, Teixeira Duarte e BCP também se desvalorizavam, designadamente 0,96% para 4,64 euros, 0,82% para 0,49 euros e 0,63% para 1,03 euros.</p>
<p>A Jerónimo Martins e a Sonae cediam ambas 0,24% para 16,34 euros e para 2,12 euros, e as outras duas empresas que desciam de cotação eram a Corticeira Amorim (-0,16% para 6,32 euros) e a Ibersol (-0,11% para 9,37 euros).</p>
<p>Em sentido contrário, além da NOS, a Galp, EDP Renováveis e EDP avançavam 0,51% para 19,79 euros, 0,15% para 13,77 euros e 0,13% para 4,47 euros, respetivamente.</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje mistas, perante a nova escalada de tensão no Médio Oriente, que levou o preço do petróleo Brent a subir quase 4% ao reduzir-se a praticamente a zero o tráfego no estreito de Ormuz.</p>
<p>O euro recua 0,05% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1410 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Numa semana, em que as bolsas apontavam para subidas otimistas pelo início da apresentação de resultados empresariais nos EUA, a perspetiva foi frustrada pela situação do estreito de Ormuz, que continua mergulhada na incerteza depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, e o Irão emitirem mensagens contraditórias sobre a abertura do mesmo ao tráfego marítimo na sequência da nova onda de ataques recíprocos de domingo.</p>
<p>Trump assegurou este domingo que o estreito de Ormuz permanece aberto ao tráfego comercial apesar de o Irão ter anunciado que o bloqueou.</p>
<p>As forças norte-americanas lançaram no domingo à tarde uma nova ofensiva contra o Irão com o objetivo de &#8220;continuar a diminuir&#8221; a sua capacidade de atacar navios comerciais que transitam pelo estreito de Ormuz, informou o Comando Central do Exército dos Estados Unidos (Centcom).</p>
<p>Desta forma, a fragilidade do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão reavivou o temor de uma nova escalada do conflito e trouxe o petróleo de volta ao centro do mercado, com o preço do barril de Brent, referência na Europa, a disparar.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, avança 3,80% para 78,90 dólares (cerca de 69,12 euros).</p>
<p>O gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, subia 4,15% para 50,66 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Os futuros da bolsa em Wall Street, depois do encerramento positivo de sexta-feira, registam quedas de 1,18% para o Nasdaq e de 0,10% para o Dow Jones.</p>
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