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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>BCP recompra mais de 29.000 ações próprias e passa a deter 0,20% do capital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 18:22:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O BCP recomprou um total de 29.575.269 ações próprias, ao abrigo do seu programa de recompra, e passou a deter 0,20% do seu capital social, foi hoje em comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O BCP recomprou um total de 29.575.269 ações próprias, ao abrigo do seu programa de recompra, e passou a deter 0,20% do seu capital social, foi hoje em comunicado ao mercado. </P><br />
<P>De acordo com a informação enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o banco comprou, entre segunda-feira e hoje, mais 11.408.873 títulos. </P><br />
<P>Em resultado destas operações, passou a deter 29.575.269 ações próprias, representativas de 0,20% do seu capital social.</P><br />
<P>Na sessão de hoje da bolsa, as ações do BCP desceram 0,68% para 1,02 euros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782636]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Presidente interina do país agradece a Elon Musk internet gratuita após sismos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 18:14:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, agradeceu hoje ao multimilionário Elon Musk e à empresa SpaceX pela oferta do acesso gratuito à internet para os venezuelanos através do seu serviço de satélite Starlink, após os dois sismos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, agradeceu hoje ao multimilionário Elon Musk e à empresa SpaceX pela oferta do acesso gratuito à internet para os venezuelanos através do seu serviço de satélite Starlink, após os dois sismos. </P><br />
<P>&#8220;Obrigado, @elonmusk e à equipa da @Starlink, por ajudar os afetados pelos terramotos na Venezuela com ligação gratuita. Cada ligação conta em momentos como este&#8221;, publicou a chefe de Estado na sua conta na rede social X.</P><br />
<P>Numa nota na mesma rede social, também propriedade de Musk, a Starlink anunciou que vai oferecer o serviço gratuito até 25 de julho &#8220;aos clientes das zonas afetadas da Venezuela&#8221;.</P><br />
<P>A decisão acontece num momento em que o Governo interino de Delcy Rodríguez restabeleceu as relações diplomáticas com os EUA e colocou em prática importantes reformas legislativas para facilitar a entrada de investimentos, após a operação militar, ordenada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, no país sul-americano, que acabou com a captura, em janeiro passado, do ex-presidente Nicolás Maduro, atualmente detido em Nova Iorque. </P><br />
<P>A Venezuela foi abalado esta quarta-feira por dois fortes terramotos com apenas 39 segundos de diferença, de magnitude 7,2 e 7,5, respetivamente, segundo o sistema oficial de alerta de tsunamis dos Estados Unidos. </P><br />
<P>O número de mortos provocados pelos dois sismos subiu para 929, enquanto 3.360 pessoas ficaram feridas, anunciaram hoje as autoridades venezuelanas já depois da presidente, Delcy Rodriguez, ter dito que o número de mortos ascendia a 589 e que havia registo de 2.980 feridos, ao mesmo tempo que confirmou que já se registaram 214 réplicas. </P><br />
<P>&#8220;Infelizmente já temos 589 pessoas falecidas e 2.980 pessoas feridas&#8221;, declarou a Presidente interina ao liderar um encontro a partir do estado Zulia (oeste), transmitido pelo canal estatal Venezolana de Televisión (VTV). </P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 28 portugueses e lusodescendentes, confirmou hoje o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa.</P><br />
<P>O secretário de Estado falava aos jornalistas, na base aérea de Beja, antes da partida &#8211; prevista entre as 19:30 e as 20:00 &#8211; de dois aviões KC-390 da Força Aérea Portuguesa que transportam um total de 64 pessoas. </P><br />
<P>Fazem parte da força conjunta elementos da Unidade Especial de Proteção e Socorro (UEPS) da Guarda Nacional Republicana, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), que reúnem &#8220;capacidades especializadas em operações de busca e salvamento, recuperação de vítimas, resposta a catástrofes e apoio médico de emergência&#8221;, segundo o MNE.</P><br />
<P>Seguem ainda a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, destinada a apoiar as operações de socorro e assistência às populações afetadas, referiu o governante. </P><br />
<P>Segundo a ONU, estão mais de 50 mil pessoas desaparecidas na Venezuela devido aos sismos.</P><br />
<P>Na sua intervenção de hoje Delcy Rodriguez destacou também que conseguiram resgatar &#8220;dezenas&#8221; de pessoas, sem precisar o número.</P><br />
<P>Além de Portugal, outros sete países da União Europeia estão a enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital, Caracas, e na região de La Guaira, uma das mais afetadas por estes dois sismos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782635]]></sapo:autor>
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		<title>Igreja &#8220;chamada a falar com autoridade&#8221; em nome da dignidade e paz, dizem cardeais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 18:13:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os cardeais reunidos no segundo consistório do pontificado de Leão XIV consideraram hoje que a Igreja Católica "se sente chamada a falar com autoridade" em defesa da dignidade humana, da paz, da reconciliação e do bem comum.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os cardeais reunidos no segundo consistório do pontificado de Leão XIV consideraram hoje que a Igreja Católica &#8220;se sente chamada a falar com autoridade&#8221; em defesa da dignidade humana, da paz, da reconciliação e do bem comum.</P><br />
<P>O segundo consistório extraordinário sob presidência de Leão XIV começou hoje e termina no sábado.</P><br />
<P>Na abertura da primeira sessão, o Papa pediu aos 178 cardeais &#8220;apoio, sinceridade e lealdade&#8221;.</P><br />
<P>Segundo uma nota da Santa Sé, vários dos grupos de trabalho realçaram que &#8220;a Igreja se sente chamada a falar com autoridade pela dignidade da pessoa, pela paz, pela reconciliação e pelo bem comum&#8221;, numa altura em que &#8220;muitas instituições passam por uma crise de credibilidade&#8221;.</P><br />
<P>Os cardeais apontaram que &#8220;existe uma generalizada desconfiança, fatalismo e impotência em relação às instituições e à democracia&#8221;, tendo abordado &#8220;como a crescente polarização&#8221; das sociedades e comunidades &#8220;obstaculiza a governança e a coexistência&#8221; e &#8220;como a violência aumenta como meio de resolver disputas&#8221;, levando a &#8220;antagonismos pessoais, agressões e, a nível internacional, a guerras e conflitos&#8221;.</P><br />
<P>Muitos dos grupos analisaram &#8220;o individualismo exacerbado, a crise da família, a solidão, tanto entre os idosos como entre os jovens, o aumento dos suicídios e o consumo de drogas&#8221;, bem como necessidade de &#8220;políticas de integração eficazes&#8221; para os migrantes.</P><br />
<P>A desinformação, a delinquência juvenil, o narcotráfico, a diminuição da natalidade e o aumento de grupos criminosos foram também abordados.</P><br />
<P>O Papa esteve hoje presente no consistório até se iniciarem os debates entre os diferentes grupos de trabalho e regressou para encerrar a sessão plenária.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782634]]></sapo:autor>
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		<title>Mau Tempo: Orquestra Sinfónica do Porto e Pedro Abrunhosa juntos em concerto solidário em julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 18:12:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música e o músico Pedro Abrunhosa juntam-se em palco, em julho, no Porto, num concerto solidário de apoio a duas instituições do distrito de Leiria, um dos mais afetados pela depressão Kristin.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música e o músico Pedro Abrunhosa juntam-se em palco, em julho, no Porto, num concerto solidário de apoio a duas instituições do distrito de Leiria, um dos mais afetados pela depressão Kristin.</P><br />
<P>De acordo com a Casa da Música, num comunicado hoje divulgado, o concerto solidário que junta a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, sob a direção do maestro Diogo Costa, e Pedro Abrunhosa, está marcado para 12 de julho na Sala Suggia daquele equipamento cultural.</P><br />
<P>A receita deste espetáculo &#8220;reverte integralmente a favor de duas instituições profundamente enraizadas nas comunidades afetadas&#8221; pela depressão Kristin: a Associação das Filarmónicas do Concelho de Leiria e o Sport Operário Marinhense.</P><br />
<P>A Associação das Filarmónicas do Concelho de Leiria representa as onze filarmónicas do concelho, &#8220;guardiãs de uma tradição musical viva e participada&#8221;.</P><br />
<P>Já o Sport Operário Marinhense, com 102 anos, &#8220;é uma referência cultural da Marinha Grande, através da sua Escola de Artes e Movimento e de um trabalho continuado nas áreas artística, formativa e comunitária&#8221;.</P><br />
<P>As duas instituições &#8220;sofreram danos significativos nas suas infraestruturas, e o apoio angariado contribuirá para a sua recuperação e para a continuidade da missão que as define&#8221;.</P><br />
<P>Os bilhetes para o concerto na Casa da Música, com valores entre os 25 e os 45 euros, já estão à venda.</P><br />
<P>Além disso, foi criado também um &#8220;bilhete simbólico&#8221;, também com valores entre os 25 e os 45 euros, para quem quer apoiar &#8220;mesmo sem estar presente&#8221;.</P><br />
<P>Dezanove pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, no início deste ano, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. Mais de metade das mortes foram registadas em trabalhos de recuperação.</P><br />
<P>A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.</P><br />
<P>As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782633]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EMEL promete nova contraproposta após reunião com Câmara de Lisboa &#8211; sindicato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 18:12:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A administração da EMEL comprometeu-se a apresentar uma contraproposta aos trabalhadores depois de se reunir com a tutela (Câmara de Lisboa) no âmbito da negociação salarial em curso na empresa municipal, disse hoje fonte sindical.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A administração da EMEL comprometeu-se a apresentar uma contraproposta aos trabalhadores depois de se reunir com a tutela (Câmara de Lisboa) no âmbito da negociação salarial em curso na empresa municipal, disse hoje fonte sindical. </P><br />
<P>Em declarações à Lusa, Orlando Gonçalves, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP), explicou que a posição da empresa foi transmitida após um plenário de trabalhadores que se realizou esta tarde junto à Câmara Municipal de Lisboa, onde foi aprovada uma resolução a entregar à autarquia.</P><br />
<P>Segundo o sindicalista, a administração da Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) informou os sindicatos que, neste momento, não tem possibilidades de apresentar uma nova contraproposta sem antes se reunir com a Câmara de Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;O que nos disse é que, neste momento, ainda não tinham possibilidades de apresentar uma nova contraproposta relativamente a esta matéria, mas que iria reunir-se com a tutela e que, posteriormente, seria agendada uma nova reunião&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Orlando Gonçalves sublinhou ainda que os trabalhadores continuam a rejeitar a última proposta do conselho de administração, que prevê um aumento de 25 euros entre janeiro e junho e de 56,58 euros a partir de julho.</P><br />
<P>&#8220;Os retroativos devem ser sempre a janeiro e, portanto, nunca de uma maneira diferenciada em todos os meses&#8221;, argumentou.</P><br />
<P>Por outro lado, o sindicalista lamentou a ausência do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas (PSD), no plenário.</P><br />
<P>&#8220;Já sabiam com muito tempo de antecedência que lá iríamos estar e, portanto, para nós também era importante que o próprio presidente da Câmara nos ouvisse para fazermos ver esta nossa posição&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A Lusa contactou fonte da administração da EMEL sobre a greve parcial que os trabalhadores daquela empresa municipal fizeram esta semana e sobre esta reunião com os sindicatos, mas não obteve qualquer resposta.</P><br />
<P>Os trabalhadores da EMEL terminaram na quinta-feira uma greve parcial de quatro dias, que, segundo o sindicato, impactou no funcionamento das lojas, dos parques de estacionamento e nas ações de fiscalização.</P><br />
<P>A empresa municipal, além fiscalização do estacionamento à superfície e em parques, gere a rede de bicicletas Gira, elevadores e escadas rolantes em zonas turísticas e a rede ciclável da cidade.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782632]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>BREVES: Alentejo &#8211; 2.ª edição</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/breves-alentejo-2-a-edicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 18:06:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Notícias breves do Alentejo (2.ª edição):]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Notícias breves do Alentejo (2.ª edição):</P><br />
<P></P><br />
<P>ÉVORA: GNR detém suspeito de tráfico e apreende 85 doses de haxixe</P><br />
<P></P><br />
<P>Um jovem de 18 anos foi detido pela PSP, em Évora, em flagrante delito por alegado tráfico de droga, tendo os agentes policiais apreendido um total de 85 doses de haxixe, foi hoje divulgado.</P><br />
<P>Em comunicado, o Comando Distrital de Évora da PSP explicou que a detenção foi efetuada, na quarta-feira, através da Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial.</P><br />
<P>O homem foi intercetado na via pública com 18 doses individuais de haxixe e, após a realização de diligências, a PSP apreendeu mais 67 doses daquela droga, uma balança de precisão, 44 sacos herméticos utilizados para o acondicionamento do produto estupefaciente e um telemóvel.</P><br />
<P></P><br />
<P>BEJA: Politécnico de Beja com candidaturas abertas a cursos de mestrado</P><br />
<P></P><br />
<P>O Instituto Politécnico de Beja (IPBeja) tem a decorrer, até 12 de julho, a 1.ª fase de candidaturas a cursos de mestrado para o ano letivo 2026/2027, divulgou a instituição.</P><br />
<P>As candidaturas são efetuadas apenas &#8216;online&#8217; e estão disponíveis para os mestrados em Agronomia, Atividade Física e Saúde, Contabilidade e Finanças, Desenvolvimento Comunitário e Empreendedorismo, Educação Especial &#8212; Especialização no Domínio Cognitivo e Motor ou Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico.</P><br />
<P>Os interessados podem também candidatar-se a Engenharia Alimentar, Engenharia do Ambiente, Engenharia de Cibersegurança e Cibercrime, Engenharia Informática e Internet das Coisas, Gerontologia Social e Comunitária, Segurança e Higiene no Trabalho e Serviço Social &#8212; Riscos Sociais e Desenvolvimento Local.</P><br />
<P></P><br />
<P>ESTREMOZ: Festival da Juventude em julho com duas noites de animação</P><br />
<P></P><br />
<P>A Câmara de Estremoz, no distrito de Évora, anunciou os artistas que vão animar as noites do festival da juventude da cidade alentejana, nos dias 03 e 04 de julho, com entrada gratuita.</P><br />
<P>Segundo o município, vão atuar no Festival da Juventude de Estremoz, no parque de feiras e exposições, Campira, Dj Cuba e Dj Dinga, no dia 03, e Dj Pablu, Sequência de Funk e Dj Pellicano, no dia 04.</P><br />
<P>Este evento está integrado na Feira Internacional do Desporto de Estremoz (FIDMOZ), certame a realizar entre 03 e 05 de julho, e que inclui, no último dia, às 18:00, a corrida/caminhada &#8220;Estremoz Fun Running&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>REDONDO: Casa Relvas lança no mercado dois novos vinhos</P><br />
<P></P><br />
<P>A Casa Relvas, sediada no concelho de Redondo, distrito de Évora, lançou dois novos vinhos no mercado, o Herdade de São Miguel Vinha Jardim Tinto 2024 e o Casa Relvas Rabo de Ovelha Reserva Branco 2023, anunciou a empresa.</P><br />
<P>Segundo este produtor vitivinícola alentejano, trata-se de vinhos com &#8220;identidade, origem e forte ligação ao território&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>RRL/TCA // RRL</P></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Guiné-Bissau: CEDEAO anuncia referendo à nova Constituição</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/guine-bissau-cedeao-anuncia-referendo-a-nova-constituicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 18:06:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova Constituição da Guiné-Bissau, recentemente aprovada pelo Conselho Nacional de Transição (CNT), irá ser submetida a referendo popular, disse hoje, em Bissau, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Serra Leoa, Timothy Kabba, citando as autoridades guineenses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A nova Constituição da Guiné-Bissau, recentemente aprovada pelo Conselho Nacional de Transição (CNT), irá ser submetida a referendo popular, disse hoje, em Bissau, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Serra Leoa, Timothy Kabba, citando as autoridades guineenses.</P><br />
<P>O responsável serra-leonês liderou uma missão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que incluiu também o ministro dos Negócios Estrangeiros do Senegal e o ministro da Defesa do mesmo país.</P><br />
<P>A delegação foi recebida pelas autoridades de transição da Guiné-Bissau, nomeadamente pelo Presidente, general Horta Inta-a, de quem receberam a informação de que as eleições legislativas e presidenciais estão marcadas para 06 de dezembro próximo e que a Constituição foi revista, disse Timothy Kabba.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas, à saída da audiência com o presidente da transição guineense, divulgadas pela imprensa local, Timothy Kabba disse que foram informados por Horta Inta-a que a versão da Constituição aprovada pelo CNT, órgão que substituiu o parlamento desde o golpe de Estado de 26 de novembro, vai ser submetida a referendo, embora não tenha indicado em que data.</P><br />
<P>A nova Constituição guineense, revista em janeiro passado, na prática, reforça os poderes do Presidente da República, que passa a deter a maioria dos poderes do Estado, nomeadamente na nomeação e orientação da ação do primeiro-ministro.</P><br />
<P>O porta-voz do Conselho Nacional de Transição, Fernando Vaz, explicou, em declarações aos jornalistas, que a nova Constituição manteve o sistema semi-presidencialista, mas reforçou os poderes do Presidente da República, a quem o Governo &#8220;terá de responder&#8221; bem como à Assembleia Nacional (parlamento).</P><br />
<P>Além do anúncio da realização do referendo sobre a nova Constituição, a missão da CEDEAO foi informada igualmente por Horta Inta-a de que a Lei Eleitoral do país foi revista.</P><br />
<P>O chefe da diplomacia da Serra Leoa afirmou que a delegação ficou satisfeita com as informações recebidas.</P><br />
<P>A missão política da CEDEAO esteve em Bissau dois dias após a partida de uma outra delegação de chefes do Estado-Maior das Forças Armadas de cinco países da mesma organização, que mantiveram encontros de trabalho com as autoridades de transição.</P><br />
<P>A Guiné-Bissau está suspensa da CEDEAO, da União Africana e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) na sequência do golpe de Estado ocorrido em novembro de 2025, em vésperas da publicação dos resultados provisórios das eleições legislativas e presidenciais, então realizadas.</P><br />
<P>Os militares, sob o comando do general Horta Inta-a, anunciaram terem tomado o poder para &#8220;evitar um banho de sangue no país&#8221; em decorrência de disputas pelos resultados eleitorais. Na altura suspenderam o processo eleitoral e destituíram o então Presidente, Umaro Sissoco Embalo.</P><br />
<P>Horta Inta-a assumiu a presidência do país, Ilídio Vieira Té foi nomeado primeiro-ministro e um Conselho Nacional de Transição foi criado para fazer as funções do parlamento.</P><br />
<P> </P><br />
<P>*** A delegação da agência Lusa na Guiné-Bissau está suspensa desde agosto após a expulsão pelo Governo dos representantes dos órgãos de comunicação social portugueses. A cobertura está a ser assegurada à distância ***</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782630]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Novo balanço oficial aponta para 929 mortos e 3.360 feridos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 18:01:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos provocados pelos dois sismos consecutivos que atingiram a Venezuela esta semana subiu para 929, enquanto 3.360 pessoas ficaram feridas, anunciaram hoje as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos provocados pelos dois sismos consecutivos que atingiram a Venezuela esta semana subiu para 929, enquanto 3.360 pessoas ficaram feridas, anunciaram hoje as autoridades.</P><br />
<P>As autoridades venezuelanas admitem que o balanço deverá continuar a aumentar, uma vez que prosseguem as operações de busca e salvamento nas zonas mais afetadas e há centenas de pessoas dadas como desaparecidas, muitas delas estarão soterradas nos escombros.</P><br />
<P>O anterior balanço das autoridades venezuelanas dava conta de 589 mortes e 2.980 feridos. </P></p>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 28</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:54:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Emídio Sousa]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 28 portugueses e lusodescendentes morreram devido aos sismos que atingiram a Venezuela, na quarta-feira, revelou hoje, em Beja, o secretário de Estado das Comunidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 28 portugueses e lusodescendentes morreram devido aos sismos que atingiram a Venezuela, na quarta-feira, revelou hoje, em Beja, o secretário de Estado das Comunidades.</P><br />
<P>Emídio Sousa acrescentou que, além dos mortos, estão 85 pessoas desaparecidas.</P><br />
<P>O secretário de Estado falava aos jornalistas, na base aérea de Beja, antes da partida &#8211; prevista entre entre as 19:30 e as 20:00 &#8211; de dois aviões KC-390 da Força Aérea Portuguesa que transportam um total de 64 pessoas. </P><br />
<P> Fazem parte da força conjunta elementos da Unidade Especial de Proteção e Socorro (UEPS) da Guarda Nacional Republicana, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), que reúnem &#8220;capacidades especializadas em operações de busca e salvamento, recuperação de vítimas, resposta a catástrofes e apoio médico de emergência&#8221;, segundo o MNE.</P><br />
<P>Seguem ainda a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, destinada a apoiar as operações de socorro e assistência às populações afetadas, referiu o governante. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782618]]></sapo:autor>
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		<title>Passageiros ajudam a imobilizar piloto após emergência médica em voo da Air Canada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:52:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Air Canada]]></category>
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					<description><![CDATA[A bordo seguiam 61 passageiros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um voo da Air Canada foi desviado para Boston depois de o comandante ter sofrido uma emergência médica em pleno voo, levando vários passageiros a ajudar a tripulação a imobilizá-lo, segundo relata o &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>O incidente ocorreu esta quarta-feira no voo AC7664, uma ligação regional operada pela PAL Airlines, que tinha partido do aeroporto internacional Newark Liberty, nos Estados Unidos, com destino a Halifax, na Nova Escócia, no Canadá. A bordo seguiam 61 passageiros.</p>
<p>De acordo com o testemunho de Rodney McDonald, passageiro que viajava com os filhos, o comandante terá aparentado sofrer uma convulsão, numa altura em que o avião começou a desviar-se de forma repentina em pleno voo.</p>
<p>“No momento em que o avião se desviou, percebi que algo estava errado, porque não era turbulência”, contou McDonald à &#8216;ABC News&#8217;. “Parecia mesmo que alguém tinha mexido bruscamente nos comandos e isso voltou a acontecer várias vezes. Passa-nos tudo pela cabeça, começamos a rezar. Os meus filhos começaram imediatamente a rezar.”</p>
<p>O passageiro relatou ainda que uma assistente de bordo entrou no cockpit de forma apressada e, poucos momentos depois, estava a retirar um dos pilotos da cabine de comando para o corredor do avião.</p>
<p>Segundo McDonald, ele e mais quatro pessoas ajudaram a controlar e a imobilizar o comandante, enquanto o copiloto assumiu o controlo da aeronave e desviou o voo para Boston. O avião aterrou em segurança às 13h37, hora local.</p>
<p>“Trabalhámos para o manter controlado. Foram cerca de 40 minutos bastante exigentes, a mantê-lo imobilizado e a usar o maior número possível de cintos de segurança para prender as pernas, os braços e o peito”, contou o passageiro.</p>
<p>À chegada, equipas de emergência esperavam a aeronave. De acordo com a &#8216;CBS News&#8217;, uma pessoa foi retirada do avião numa maca e transportada de ambulância para o Mass General Hospital. O estado clínico do comandante não foi divulgado.</p>
<p>A Air Canada não confirmou a natureza da emergência médica sofrida pelo piloto. Em comunicado citado pela &#8216;WCVB&#8217;, a companhia aérea afirmou que, “durante o voo, o comandante sofreu um problema médico e foi retirado da cabine de comando de acordo com os protocolos de segurança”. A empresa acrescentou que “o copiloto assumiu o controlo da aeronave e desviou o voo para Boston, onde aterrou em segurança”.</p>
<p>O caso levanta também uma nota de cautela sobre a forma de agir perante uma eventual convulsão. O Centro de Controlo e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos recomenda que não se tente imobilizar uma pessoa que possa estar a sofrer uma convulsão nem impedir os seus movimentos, uma vez que isso pode aumentar o risco de lesões. A recomendação é manter a calma, permanecer junto da pessoa e afastar objetos próximos que possam causar ferimentos.</p>
<p>Ainda assim, segundo McDonald, uma enfermeira registada que seguia a bordo ajudou a prestar assistência ao piloto e a orientar os passageiros. O passageiro elogiou também a atuação dos assistentes de bordo, afirmando que a tripulação conseguiu manter a calma durante o incidente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782622]]></sapo:autor>
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		<title>Pequeno, elétrico e português: o BEN vai trabalhar para a Lufthansa nos aeroportos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:48:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Lufthansa Ground Services Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A parceria entre a Lufthansa Ground Services Portugal e o CEiiA prevê a utilização de uma frota de veículos elétricos BEN em operações de apoio de rampa às aeronaves e em serviços personalizados de assistência em escala]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Lufthansa Ground Services Portugal escolheu o BEN, o primeiro carro elétrico desenvolvido de raiz em Portugal pelo CEiiA, para integrar a sua operação de assistência em escala nos aeroportos de Lisboa e do Porto. O veículo será testado em setembro, com entrada em operação prevista para 2027.</p>
<p>A parceria entre a Lufthansa Ground Services Portugal e o CEiiA prevê a utilização de uma frota de veículos elétricos BEN em operações de apoio de rampa às aeronaves e em serviços personalizados de assistência em escala. Segundo as entidades, é a primeira vez que um grupo aéreo da dimensão da Lufthansa adota o veículo português, projetando a engenharia nacional no contexto da mobilidade aeroportuária europeia.</p>
<p>O BEN foi desenvolvido como uma solução elétrica, compacta e digital, pensada para ambientes onde a agilidade e a eficiência operacional são determinantes. Com cerca de 2,5 metros de comprimento, até três lugares e capacidade de carga entre 100 e 400 litros, o veículo foi concebido para circular em espaços restritos, como áreas aeroportuárias, zonas técnicas e infraestruturas com elevada exigência logística.</p>
<p>Já homologado pela União Europeia, o BEN pode circular em todos os Estados-membros. O veículo integra ainda um contador de emissões de dióxido de carbono evitadas, que mede em tempo real o impacto ambiental positivo da sua utilização.</p>
<p>A partir de uma plataforma digital, o BEN permite também uma gestão otimizada da operação, incluindo a personalização em tempo real no transporte de passageiros em escala nos aeroportos. Para a Lufthansa Ground Services Portugal, esta dimensão tecnológica será aplicada tanto no apoio operacional às aeronaves como em serviços personalizados de assistência.</p>
<p>A Lufthansa Ground Services Portugal é a primeira empresa portuguesa totalmente detida pelo Lufthansa Group. Com sede no Porto e uma equipa de mais de 360 profissionais, presta apoio operacional a mais de 350 aeroportos e agentes de handling em todo o mundo, através de um modelo de gestão remota de estações desenvolvido a partir de Portugal.</p>
<p>A introdução do BEN na operação da LGSP pretende reforçar a aposta da empresa em inovação, eficiência e descarbonização. Os serviços de assistência em escala implicam deslocações constantes entre aeronaves, terminais e áreas operacionais, e a utilização de um veículo elétrico, compacto e modular poderá contribuir para reduzir o consumo energético, os custos de operação e a pegada ambiental.</p>
<p>A parceria contempla ainda o uso da tecnologia AYR, desenvolvida pelo CEiiA, para promover a neutralidade carbónica nas operações da companhia, com potencial de replicação noutros aeroportos e infraestruturas em Portugal e na Europa.</p>
<p>“A parceria com a Lufthansa Ground Services Portugal é uma excelente oportunidade para o nosso BEN mostrar o potencial para contribuir para uma mobilidade mais sustentável nos aeroportos e em outras infraestruturas em Portugal e toda a Europa”, afirma Helena Silva, CTO do CEiiA.</p>
<p>O acordo associa também as emissões evitadas pela utilização do BEN à Help Alliance Portugal. O valor dos créditos de carbono gerados poderá ser devolvido às comunidades locais, através do financiamento de projetos com impacto social.</p>
<p>A Help Alliance, organização sem fins lucrativos do Lufthansa Group, inaugura esta segunda-feira, na Casa da Música, no Porto, a sua primeira associação fora da Alemanha. A Help Alliance Portugal nasce com a missão de promover a educação, a inclusão social e a criação de oportunidades para crianças, jovens e comunidades vulneráveis.</p>
<p>Segundo o comunicado, 100% dos donativos angariados pela Help Alliance Portugal serão aplicados diretamente nos projetos, uma vez que os custos administrativos são suportados pelas empresas do Lufthansa Group.</p>
<p>“Escolher o BEN foi uma decisão estratégica e, ao mesmo tempo, uma declaração de confiança no melhor que se faz em Portugal. Queremos descarbonizar a nossa operação em terra sem abdicar de eficiência, e o BEN responde exatamente a esse desafio. Mais importante ainda: cada emissão evitada converte-se em valor que devolvemos às comunidades através da Help Alliance Portugal”, afirma Paulo Geisler, CEO da Lufthansa Ground Services Portugal.</p>
<p>O acordo entre a LGSP e o CEiiA será assinado a 29 de junho, na Casa da Música, no Porto, numa cerimónia que junta a inauguração oficial da Help Alliance Portugal, a assinatura do protocolo de cooperação com o CEiiA e a apresentação e demonstração do veículo BEN.</p>
<p>A ambição de longo prazo passa também pelo investimento social. Até 2029, a Help Alliance Portugal prevê investir mais de 500 mil euros em projetos sociais no país, incluindo o apoio à Associação Bagos d’Ouro, na região do Douro, o programa Her Story Lab com a Associação MEERU, no Porto, e o Impact Lab de inovação social, que regressa em 2026 em parceria com a Porto Business School.</p>
<p>Com esta parceria, o BEN passa a integrar um ecossistema que cruza mobilidade elétrica, eficiência aeroportuária, descarbonização e impacto social, ligando a operação em terra da Lufthansa Ground Services Portugal a projetos de apoio às comunidades.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782617]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: ONU aponta para mais de 50.000 desaparecidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:45:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[O coordenador das operações humanitárias da ONU, Tom Fletcher, estimou hoje que mais de 50 mil pessoas estarão desaparecidas na sequência dos dois sismos que devastaram a Venezuela, advertindo que o número de mortos deverá "aumentar consideravelmente".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O coordenador das operações humanitárias da ONU, Tom Fletcher, estimou hoje que mais de 50 mil pessoas estarão desaparecidas na sequência dos dois sismos que devastaram a Venezuela, advertindo que o número de mortos deverá &#8220;aumentar consideravelmente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se de uma operação de socorro extremamente complexa. Mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas e mais de 500 morreram. A busca nos escombros representa, por isso, uma tarefa colossal&#8221;, declarou Tom Fletcher, em declarações a agência noticiosa France-Presse (AFP) em Genebra.</P><br />
<P>&#8220;Naturalmente que existe também a ameaça de réplicas, pelo que as equipas de socorro trabalham em condições de enorme complexidade&#8221;, acrescentou o também subsecretário-geral das Nações Unidas para os Assuntos Humanitários.</P><br />
<P>O mais recente balanço divulgado pelas autoridades venezuelanas aponta para pelo menos 589 mortos, mas a dimensão da destruição observada pelos jornalistas da AFP faz antever um número de vítimas mortais muito superior.</P><br />
<P>A título de comparação, sismos de magnitude semelhante provocaram mais de 200.000 mortos no Haiti, em janeiro de 2010, 73.000 mortos na Caxemira, em outubro de 2005, e cerca de 53.500 mortos na fronteira entre a Turquia e a Síria, em fevereiro de 2023.</P><br />
<P>&#8220;Cerca de 50 mil pessoas continuam desaparecidas. A nossa missão é encontrar o maior número possível de sobreviventes e manter o número de mortos o mais baixo possível, mas é evidente que esse número vai aumentar consideravelmente&#8221;, reconheceu Fletcher.</P><br />
<P>Equipas de busca e salvamento provenientes de, pelo menos, 17 países estão a ser mobilizadas para participar nas operações de procura de sobreviventes, adiantou Fletcher.</P><br />
<P>&#8220;Temos atualmente 35 equipas destacadas no terreno. Isso representa mais de 1.600 operacionais especializados em busca e salvamento urbano e mais de 100 cães de salvamento&#8221;, precisou.</P><br />
<P>No terreno, sublinhou a ONU, estão já equipas de resgate do Chile, Colômbia, El Salvador, Espanha, Itália, México, Suíça e Estados Unidos.</P><br />
<P>Portugal, Reino Unido, República Checa, Equador, França, Alemanha, Jordânia, Países Baixos e Qatar estão igualmente a mobilizar equipas adicionais para reforçar as operações de busca.</P><br />
<P>&#8220;Estamos também a utilizar drones para aceder a edifícios inacessíveis às pessoas e localizar sobreviventes. Trata-se, por isso, de uma operação de grande envergadura&#8221;, acrescentou o responsável da ONU.</P><br />
<P>Também a partir da cidade suíça de Genebra, as agências das Nações Unidas e outras organizações humanitárias apelaram hoje à solidariedade, defendendo a necessidade de um &#8220;acesso humanitário rápido e sem entraves&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O povo venezuelano precisa de solidariedade agora. A comunidade internacional não deve permitir que esta emergência se transforme numa tragédia humana ainda maior&#8221;, advertiu, em comunicado, o Comité Permanente Interagências (IASC, na sigla em inglês), que reúne organizações não-governamentais (ONG) e agências da ONU.</P><br />
<P>Segundo o comité, a catástrofe &#8220;agrava uma situação humanitária já muito difícil&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mesmo antes dos sismos, milhões de pessoas em toda a Venezuela enfrentavam insegurança alimentar, o colapso dos serviços de saúde, riscos em matéria de proteção e acesso limitado aos serviços básicos. Para muitas comunidades já vulneráveis, este novo choque é catastrófico&#8221;, referiu o mesmo comunicado.</P><br />
<P>Recordando que as organizações humanitárias estão a colaborar na avaliação das necessidades e na prestação de ajuda vital, o IASC defendeu que &#8220;o acesso humanitário rápido e sem entraves, condições operacionais seguras e uma partilha transparente de informação são essenciais para que a ajuda chegue às pessoas que mais necessitam&#8221;.</P><br />
<P>O comité exortou igualmente &#8220;todas as autoridades competentes a facilitar as operações humanitárias&#8221; e a permitir &#8220;uma coordenação íntegra, inclusiva e eficaz, garantindo, ao mesmo tempo, que as mulheres e as raparigas tenham acesso prioritário aos serviços&#8221;.</P><br />
<P>O IASC apelou ainda à comunidade internacional para que &#8220;atue de forma rápida e decisiva, disponibilizando financiamento flexível e atempado para reforçar a resposta de emergência, incluindo abrigo, alimentação, cuidados de saúde, proteção, água e saneamento, bem como apoio psicossocial&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782598]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Militar da GNR efetua disparos para o ar no Centro de Formação de Portalegre: Luís Neves estava presente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:44:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Um militar da GNR efetuou hoje disparos para o ar, com a arma de serviço, nas instalações do Centro de Formação de Portalegre, sem causar "quaisquer feridos ou danos materiais", segundo fonte daquela força de segurança. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um militar da GNR efetuou hoje disparos para o ar, com a arma de serviço, nas instalações do Centro de Formação de Portalegre, sem causar &#8220;quaisquer feridos ou danos materiais&#8221;, segundo fonte daquela força de segurança.</p>
<p>Questionada pela Lusa sobre este caso, a Divisão de Comunicação e Relações Públicas da GNR indicou que o episódio ocorreu &#8220;durante a manhã&#8221; de hoje e que o militar da guarda se encontrava em serviço interno no centro de formação.</p>
<p>O Ministro da Administração Interna esteve hoje em Portalegre na da cerimónia militar de juramento de bandeira de 652 guardas provisórios da GNR.</p>
<p>No entanto, a cerimónia decorreu no Estádio Municipal de Portalegre, que fica numa zona da cidade distinta e ainda longe do Centro de Formação da Guarda, onde o militar efetuou os disparos.</p>
<p>Nas informações enviadas à Lusa, a GNR explicou que o militar, no momento dos disparos, &#8220;aparentava instabilidade do foro psicológico&#8221;, e após o incidente, foi de &#8220;imediato acompanhado&#8221; pelos serviços clínicos da guarda, tendo a situação sido prontamente controlada&#8221;.</p>
<p>Uma outra fonte policial contactada pela Lusa acrescentou que o militar que efetuou os disparos foi &#8220;encaminhado para internamento compulsivo, numa unidade hospitalar em Lisboa&#8221;.</p>
<p>Sem especificar se Luís Neves assistiu ou não a estes factos, a GNR apenas esclareceu que a ocorrência &#8220;foi de imediato&#8221; comunicada às entidades competentes, nomeadamente à Polícia Judiciária Militar e ao Ministério Público.</p>
<p>A Rádio Renascença adiantou que, após a cerimónia, o ministro da Administração Interna almoçou com o Comandante-Geral da GNR no Centro de Formação de Portalegre quando o incidente ocorreu.</p>
<p>A Lusa contactou mais fontes da GNR, mas não foi possível obter, até ao momento, esclarecimentos adicionais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782599]]></sapo:autor>
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		<title>Petróleo Brent recua para níveis pré-conflito ao cotar-se a 71,82 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:42:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Petróleo Brent]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do petróleo Brent do Mar do Norte, para entrega em agosto, caiu 4,57% para 71,82 dólares por barril, depois de ter recuado mais de 5%, regressando a valores pré-conflito no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O preço do petróleo Brent do Mar do Norte, para entrega em agosto, caiu 4,57% para 71,82 dólares por barril, depois de ter recuado mais de 5%, regressando a valores pré-conflito no Médio Oriente. </P><br />
<P>Por volta das 16:05 GMT, o crude West Texas Intermediate (WTI), para entrega no mesmo mês, recuou 4,05% para 69,01 dólares por barril, com o mercado a manter o otimismo em relação à circulação no estreito de Ormuz, apesar da suspensão do plano de evacuação da Organização Marítima Internacional (OMI). </P><br />
<P>Antes de ser suspenso, na sequência de um ataque contra um cargueiro ao largo de Omã, a OMI anunciou que o plano permitiu que 115 navios e 2.500 marinheiros abandonassem o Golfo Pérsico. </P><br />
<P>&#8220;Embora tenhamos interrompido a evacuação, alguns navios continuam a transitar pela parte sul do estreito de Ormuz&#8221;, afirmou o secretário-geral da OMI, Arsenio Dominguez, numa conferência de imprensa.</P><br />
<P>Depois da passagem de 57 navios na quarta-feira &#8212; incluindo petroleiros, navios-tanque de gás e outros que transportavam mercadorias como fertilizantes &#8212;, pelo menos outros 42 navios atravessaram o estreito na quinta-feira, de acordo com a plataforma de rastreio Kpler. </P><br />
<P>O fluxo é muito maior do que o observado durante toda a duração da guerra no Médio Oriente e, apesar do ataque de quinta-feira, &#8220;o tráfego marítimo (&#8230;) continua com poucas interrupções&#8221;, estando a incentivar a descida dos preços, segundo explicaram analistas da IG citados pela AFP.</P><br />
<P>&#8220;A libertação dos barris bloqueados criou um excesso de oferta temporário de curto prazo que os mercados físicos precisam de absorver&#8221;, avançou Ole Hansen, analista do Saxo Bank.</P><br />
<P>Além disso, as reservas de crude continuam a alimentar o mercado, a procura chinesa mantém-se abaixo dos níveis anteriores à guerra, e os Estados Unidos levantaram as sanções ao comércio de hidrocarbonetos pelo Irão. </P><br />
<P>O Iraque também solicitou à Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) um aumento das quotas de produção para compensar as perdas sofridas durante a guerra no Médio Oriente, anunciou o Ministério do Petróleo iraquiano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782604]]></sapo:autor>
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		<title>Está mais irritado com o calor? A ciência explica&#8230;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/esta-mais-irritado-com-o-calor-a-ciencia-explica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:41:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[À medida que as temperaturas extremas se tornam mais frequentes na Europa, os especialistas alertam que nem todas as pessoas reagem da mesma forma ao calor]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As vagas de calor têm efeitos conhecidos no corpo, da desidratação às queimaduras solares, mas o impacto das temperaturas extremas não fica apenas pela saúde física. O calor intenso pode também afetar a saúde mental, aumentando a irritabilidade, a ansiedade, a agressividade e até a procura de cuidados de urgência por problemas psicológicos.</p>
<p>À medida que as temperaturas extremas se tornam mais frequentes na Europa, os especialistas alertam que nem todas as pessoas reagem da mesma forma ao calor. Em declarações à &#8216;Euronews Health&#8217;, Susan Albers, psicóloga clínica na Cleveland Clinic, explicou que a investigação mostra um aumento dos níveis de agressividade, violência e agressividade ao volante nos dias mais quentes.</p>
<p>O desconforto físico é uma das explicações. Quando o corpo está demasiado quente, a capacidade de tolerância diminui e as reações emocionais tornam-se mais rápidas. “Quando estamos fisicamente desconfortáveis, temos menos paciência, ficamos mais irritáveis e reagimos mais depressa do ponto de vista emocional”, explicou Albers.</p>
<p>A psicóloga acrescenta que o cérebro também fica sob pressão. Em situações de stress térmico, parte dos recursos do organismo é desviada para tentar manter o corpo fresco, o que deixa menos margem para a concentração, o autocontrolo e a regulação emocional.</p>
<p>A hidratação é, por isso, uma das principais medidas de proteção. Segundo a Organização Mundial da Saúde, em períodos de calor intenso é recomendável beber líquidos regularmente, cerca de um copo de água por hora e pelo menos dois a três litros por dia.</p>
<p>Quando o corpo está desidratado, perde capacidade de regular a temperatura e podem surgir sonolência, tonturas e dores de cabeça. Mas a desidratação também interfere com o funcionamento do cérebro. “Mesmo uma desidratação ligeira pode afetar as partes do cérebro responsáveis pela atenção, pela tomada de decisões e pela gestão das emoções. Pode sentir-se mais ansioso, confuso ou irritável antes mesmo de perceber que tem sede”, referiu Albers.</p>
<p>Entre as medidas simples para aliviar o desconforto estão beber algo fresco, procurar ambientes mais frescos e aplicar um pano frio ou uma bolsa de gelo em zonas onde os vasos sanguíneos estão mais próximos da pele, como o pescoço, os pulsos e os tornozelos. “O excesso de calor pode deixar o cérebro demasiado estimulado. Se der por si mais irritável, ansioso ou com uma sensação de sobrecarga, mude de ambiente”, recomendou a especialista.</p>
<p>O sono é outro fator decisivo. Durante as ondas de calor, as chamadas noites tropicais, em que a temperatura não desce abaixo dos 20 ºC, impedem muitas vezes o corpo de recuperar. Embora sejam mais comuns em climas quentes, este fenómeno tem-se tornado mais frequente também em países europeus tradicionalmente mais frios.</p>
<p>É durante a noite que o organismo deveria baixar a temperatura interna, descansar o sistema cardiovascular e reduzir o stress acumulado ao longo do dia. Quando a temperatura permanece elevada, essa recuperação fica comprometida.</p>
<p>“Quando dormimos, a temperatura central do corpo desce, o sistema cardiovascular repousa e o stress acumulado ao longo de um dia quente começa a diminuir”, explicou Armel Castellan, conselheiro técnico para serviços em situações de calor extremo na Organização Meteorológica Mundial e na OMS.</p>
<p>Uma má noite de sono pode, por si só, desencadear alterações de humor e dificultar a regulação emocional. A falta de descanso aumenta a reatividade, reduz a paciência e diminui a capacidade de lidar com frustrações quotidianas.</p>
<p>As pessoas com perturbações de saúde mental estão entre os grupos mais vulneráveis ao calor extremo. Estudos anteriores associaram as temperaturas elevadas a efeitos imediatos e diferidos, incluindo maior risco de suicídio e agravamento de sintomas de esquizofrenia, ansiedade, depressão e perturbações relacionadas com o consumo de substâncias.</p>
<p>No caso da ansiedade, o calor pode criar um ciclo difícil de controlar. Sensações físicas comuns em situações de sobreaquecimento, como batimentos cardíacos acelerados, transpiração ou falta de ar, são semelhantes às manifestações da própria ansiedade. Isso pode levar algumas pessoas a interpretar o desconforto térmico como sinal de crise, intensificando ainda mais os sintomas.</p>
<p>Há ainda cuidados acrescidos para quem toma medicação. Alguns antidepressivos, estimulantes, anti-histamínicos e medicamentos para a tensão arterial podem dificultar a capacidade do corpo para se arrefecer ou aumentar o risco de desidratação. Em certos casos, o calor e a desidratação podem também alterar a eficácia dos tratamentos ou aumentar a probabilidade de efeitos secundários.</p>
<p>Os especialistas recomendam, por isso, atenção redobrada aos sinais físicos e emocionais durante períodos de calor extremo. Irritabilidade fora do habitual, ansiedade, confusão, fadiga, dificuldade de concentração ou sensação de sobrecarga podem ser sinais de que o corpo e o cérebro estão sob pressão térmica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782602]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 15, revela Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:20:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Subiu para 15 o número de mortos portugueses e lusodescendentes na sequência dos sismos que atingiram a Venezuela, anunciou hoje, em Beja, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Subiu para 15 o número de mortos portugueses e lusodescendentes na sequência dos sismos que atingiram a Venezuela, anunciou hoje, em Beja, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa.</p>
<p>O secretário de Estado falava aos jornalistas, na base aérea de Beja, antes da partida &#8211; prevista entre entre as 19:30 e as 20:00 &#8211; de dois aviões KC-390 da Força Aérea Portuguesa que transportam um total de 64 pessoas.</p>
<p>Seguem ainda a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, destinada a apoiar as operações de socorro e assistência às populações afetadas, referiu o governante.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782578]]></sapo:autor>
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		<title>Chega vai pedir fiscalização da constitucionalidade da PSU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:19:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribunal Constitucional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do Chega anunciou hoje que o partido vai pedir ao Tribunal Constitucional a fiscalização sucessiva da Prestação Social Única (PSU), por considerar inconstitucional que pessoas com elevada incapacidade por doença tenham de prestar trabalho social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder do Chega anunciou hoje que o partido vai pedir ao Tribunal Constitucional a fiscalização sucessiva da Prestação Social Única (PSU), por considerar inconstitucional que pessoas com elevada incapacidade por doença tenham de prestar trabalho social.</p>
<p>&#8220;O Chega vai pedir, caso não seja possível antes, logo que entre em vigor a legislação, a sua fiscalização abstrata sucessiva ao Tribunal Constitucional nesta questão específica da obrigatoriedade de doentes com cancro, portugueses, serem obrigados a trabalhar para receberem subsídios em Portugal&#8221;, afirmou.</p>
<p>O anúncio foi feito por André Ventura em conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa.</p>
<p>Na quinta-feira, o Parlamento aprovou, na generalidade e em votação final global, a proposta de lei que autoriza o Governo a criar a PSU, após um acordo entre PSD/CDS-PP e PS. O Chega foi um dos partidos que votou contra.</p>
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		<title>&#8220;O Brexit falhou”: antigo primeiro-ministro britânico quer Reino Unido de volta ao mercado único da UE em cinco anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:17:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[John Major]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Antigo líder conservador apelou ao Governo britânico para ser “honesto” com os cidadãos sobre os danos provocados pelo Brexit e defendeu que uma aproximação à Europa deve estar no centro da ação do próximo primeiro-ministro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O antigo primeiro-ministro britânico John Major defendeu que o Reino Unido deve regressar ao mercado único da União Europeia nos próximos cinco anos, numa crítica dura ao impacto do Brexit e aos responsáveis pela campanha que levou à saída britânica do bloco europeu.</p>
<p>Em entrevista ao &#8216;The Independent&#8217;, a propósito do 10º aniversário do referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia, o antigo líder conservador apelou ao Governo britânico para ser “honesto” com os cidadãos sobre os danos provocados pelo Brexit e defendeu que uma aproximação à Europa deve estar no centro da ação do próximo primeiro-ministro.</p>
<p>“O objetivo nos próximos cinco anos deve ser regressar ao mercado único”, afirmou John Major. O antigo chefe do Governo britânico reconheceu, contudo, que esse caminho teria custos políticos e exigiria uma explicação clara ao eleitorado. “Teremos de ser absolutamente honestos com o povo britânico. Se voltarmos ao mercado único, teremos de dizer: estes são os ganhos que propomos e este é o preço que teremos de pagar.”</p>
<p>A adesão ao mercado único implicaria aceitar um conjunto alargado de regras europeias e o regresso da liberdade de circulação de pessoas entre o Reino Unido e a União Europeia, dois pontos que continuam politicamente sensíveis no debate britânico. Ainda assim, Major considera que esse passo seria essencial para reparar a relação com a Europa e poderia abrir caminho, a longo prazo, a um eventual regresso pleno à UE.</p>
<p>Na entrevista, John Major lançou críticas severas aos líderes da campanha pró-Brexit, incluindo Nigel Farage, Boris Johnson e Michael Gove. Recordando a promessa de que o Reino Unido ficaria com “todas as cartas” depois da saída da União Europeia, o antigo primeiro-ministro respondeu: “As únicas cartas que tinham eram cartas de despedimento para pessoas que perderam o emprego.”</p>
<p>Para Major, a ideia de “retomar o controlo” foi apenas um slogan vazio. O antigo primeiro-ministro acusou os defensores do Brexit de terem prometido uma “terra de leite e mel”, mas afirmou que, na prática, milhões de pessoas acabaram prejudicadas.</p>
<p>O antigo líder conservador, que esteve em Downing Street entre 1990 e 1997, defendeu que todos os cidadãos britânicos estão financeiramente pior por causa do Brexit. Major citou análises recentes do Banco de Inglaterra segundo as quais a economia britânica será hoje entre 6% e 8% mais pequena devido à saída da União Europeia.</p>
<p>Mesmo usando a estimativa mais baixa, afirmou, o Reino Unido perdeu cerca de 100 mil milhões de libras, aproximadamente 117 mil milhões de euros, em comércio por ano. Segundo Major, essa perda teria gerado cerca de 40 mil milhões de libras, cerca de 47 mil milhões de euros, em receitas fiscais anuais para o Tesouro britânico. Com essa verba, acrescentou, muitas decisões difíceis e impopulares tomadas nos últimos anos poderiam ter sido evitadas.</p>
<p>John Major criticou ainda as promessas que classificou como “impossíveis” feitas pelos defensores do Brexit, nomeadamente em torno da soberania. “Sabemos quem são os perdedores. São todas as carteiras, todas as bolsas e todos os balanços do país. Só há um país no mundo que é completamente soberano, e esse país é a Coreia do Norte”, afirmou.</p>
<p>O antigo primeiro-ministro disse acreditar que muitos defensores do Brexit sabem, “no seu íntimo”, que a saída da União Europeia falhou. “Se ao fim de dez anos se continua a tentar fazer do Brexit um sucesso, está-se a admitir tacitamente que até agora falhou. Falhou até agora e penso que continuará a falhar”, declarou.</p>
<p>Major disse ainda manter-se “zangado” com a forma como o voto no referendo foi condicionado por promessas sobre as consequências da saída da União Europeia. Para o antigo primeiro-ministro, foi transmitida aos eleitores a ideia de que o país ficaria mais forte e mais soberano, algo que, na sua opinião, não aconteceu.</p>
<p>Apesar de defender uma reaproximação profunda à Europa, John Major reconheceu que não existe uma perspetiva “iminente” de regresso pleno do Reino Unido à União Europeia. Ainda assim, considera que a mudança virá da próxima geração. Segundo o antigo primeiro-ministro, a maioria dos votos a favor da saída veio de eleitores mais velhos, enquanto as gerações mais jovens tendem a ter uma posição mais favorável à Europa.</p>
<p>Major afirmou que 68% dos britânicos consideram hoje que sair da União Europeia foi um erro, contra 32% que mantêm a posição contrária. “Penso que voltaremos à Europa”, disse, embora admita que as negociações seriam difíceis e teriam de ser feitas de forma gradual.</p>
<p>“Teremos de avançar devagar e garantir que todos estão plenamente envolvidos. Por isso, não é cedo demais para começar a defender esse caminho, porque levará muito tempo”, afirmou.</p>
<p>Na mesma entrevista, John Major criticou também o Reform UK, partido liderado por Nigel Farage, acusando-o de oferecer apenas “hostilidade crua” e pouca “positividade”. Para o antigo primeiro-ministro, o partido não oferece inspiração nem esperança e depende sobretudo do tema da imigração.</p>
<p>Major exigiu ainda que Farage esclareça melhor uma doação de cinco milhões de libras, cerca de 5,9 milhões de euros, recebida do milionário britânico Christopher Harborne, ligado ao setor das criptomoedas e residente fora do Reino Unido. O antigo primeiro-ministro afirmou que, por ser uma figura pública que ambiciona chegar ao poder, Farage deve explicar se existem ou não obrigações associadas a esse apoio financeiro.</p>
<p>Para Major, a dimensão da doação justifica escrutínio público. O antigo primeiro-ministro comparou o valor ao rendimento total de cinco vidas de trabalho de cidadãos que recebam cerca de 20 mil libras por ano depois de impostos e contribuições. “Se eu recebesse cinco milhões de libras, acho que me sentiria um pouco obrigado perante o doador. Então, o que se passa?”, questionou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782554]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Missão portuguesa parte ao fim da tarde de Beja em aviões da Força Aérea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:07:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[A missão portuguesa para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros após os sismos na Venezuela parte hoje ao fim da tarde de Beja, com os 64 elementos transportados em dois aviões da Força Aérea, anunciou o Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A missão portuguesa para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros após os sismos na Venezuela parte hoje ao fim da tarde de Beja, com os 64 elementos transportados em dois aviões da Força Aérea, anunciou o Governo.</p>
<p>Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) refere que Portugal acionou &#8220;a força conjunta nacional para apoiar a missão de busca, salvamento e primeiros socorros na Venezuela na sequência dos sismos que abalaram a região&#8221;.</p>
<p>O MNE avança que está previsto que dois aviões KC-390 da Força Aérea Portuguesa saiam hoje à tarde, entre as 19:30 e as 20:00 (hora apenas indicativa), da Base Aérea N.º 11, em Beja, transportando os 64 elementos que fazem parte da missão portuguesa.</p>
<p>Fazem parte da força conjunta elementos da Unidade Especial de Proteção e Socorro (UEPS) da Guarda Nacional Republicana, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), que reúnem &#8220;capacidades especializadas em operações de busca e salvamento, recuperação de vítimas, resposta a catástrofes e apoio médico de emergência&#8221;, segundo o MNE.</p>
<p>O ministério tutelado por Paulo Rangel indica também que seguem a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, destinada a apoiar as operações de socorro e assistência às populações afetadas.</p>
<p>O MNE refere ainda que a cooperação portuguesa resulta de um esforço de coordenação que envolveu especialmente os ministérios dos Negócios Estrangeiros, da Defesa Nacional, da Administração Interna e da Saúde.</p>
<p>Em declarações à Lusa, o segundo comandante nacional de emergência e proteção civil, José Ribeiro, afirmou que os elementos da missão têm &#8220;muita experiência&#8221; em cenários de sismos.</p>
<p>Segundo José Ribeiro, o planeamento feito para a duração da missão portuguesa foi de 10 dias e mais dois de reserva, tendo sido também o que foi feito pelas forças internacionais que estão no terreno.</p>
<p>Pelo menos nove portugueses e lusodescendentes morreram nos sismos de quarta-feira na Venezuela.</p>
<p>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p>
<p>Segundo o último balanço oficial, os dois sismos, de magnitude 7,2 e 7,5, com 38 segundos de intervalo, provocaram pelo menos 589 mortos e 2.980 feridos.</p>
<p>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital, Caracas, e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</p>
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		<title>Barragem de Alvorninha apta a funcionar em pleno 20 anos depois de concluída</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:04:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Barragem de Alvorninha, nas Caldas da Rainha, que há duas décadas estava condicionada por problemas de impermeabilização, já pode trabalhar em pleno, informou hoje a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Barragem de Alvorninha, nas Caldas da Rainha, que há duas décadas estava condicionada por problemas de impermeabilização, já pode trabalhar em pleno, informou hoje a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT).</p>
<p>A comissão indicou ter concluído o processo que &#8220;permite a entrada em fase de exploração sem restrições da Barragem de Alvorninha&#8221;, localizada na freguesia com o mesmo nome, no concelho das Caldas da Rainha, distrito de Leiria.</p>
<p>A barragem estava concluída desde 2005, mas funcionava há duas décadas com limitações na sua cota de enchimento, devido a problemas de impermeabilização, detetados depois de concluída a estrutura.</p>
<p>A autorização para o funcionamento em pleno &#8220;foi concedida pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) no dia 01 de junho, na sequência de uma visita de inspeção realizada após o reenchimento da albufeira&#8221;, informou a CCDRLVT em comunicado.</p>
<p>A inspeção foi solicitada pela comissão, enquanto dona da obra, depois de assumir competências na área da Agricultura e Pescas, em 2024, e contou com a intervenção da APA e do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC).</p>
<p>Com esta decisão, a barragem &#8220;passa finalmente a poder desempenhar em pleno as funções para as quais foi projetada, nomeadamente o apoio ao abastecimento de água para rega no aproveitamento hidroagrícola de Alvorninha, com particular importância para os agricultores da região e para a atividade frutícola do Oeste&#8221;.</p>
<p>Com um investimento superior a seis milhões de euros, a barragem e a respetiva rede de rega foram concluídas em 2005, devendo a albufeira conseguir armazenar um volume de 711 mil metros cúbicos de água, numa área inundada de 11,8 hectares.</p>
<p>A barragem deveria ainda permitir um escoamento até 823 mil metros cúbicos num ano, possibilitando que a rede de rega distribuísse água por 127 hectares de terrenos, em benefício de duas centenas de agricultores das freguesias de Alvorninha, Vidais e Salir de Matos, todas no concelho das Caldas da Rainha.</p>
<p>Porém, após o primeiro enchimento, na sequência de uma inspeção realizada pelo LNEC em 2006, foi determinada pelo então Instituto da Água uma limitação à cota de armazenamento da albufeira, que não deveria ultrapassar os 93 metros.</p>
<p>Esta limitação impediu a utilização da infraestrutura em toda a sua capacidade, tendo posteriormente sido desenvolvido um projeto de reforço da cortina de fundação da barragem, aprovado e apoiado no âmbito do PRODER &#8212; Programa de Desenvolvimento Rural.</p>
<p>A conclusão da empreitada, em 2024, permitiu iniciar um novo processo de reenchimento da albufeira, acompanhado pela CCDRLVT, com supervisão técnica e análise periódica dos dados recolhidos.</p>
<p>Em abril deste ano, &#8220;foi concluído o último patamar de enchimento, correspondente ao nível pleno de armazenamento&#8221;, informou hoje o organismo público, explicando &#8220;a água pode ser armazenada na albufeira em condições normais de exploração, garantindo a segurança da infraestrutura e a gestão eficiente dos recursos hídricos&#8221;.</p>
<p>A autorização agora concedida confirma que a Barragem de Alvorninha &#8220;reúne as condições necessárias para funcionar em plena capacidade, reforçando a disponibilidade de água para rega e contribuindo para o desenvolvimento agrícola deste território do Oeste&#8221;, conclui a CCDRLVT.</p>
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