Otovo assegura 100 milhões para expansão do modelo de subscrição de energia solar na Europa

A Otovo, plataforma digital de instalações solares e baterias residenciais anunciou hoje que assegurou um financiamento bancário de 100 milhões de euros da DNB Bank ASA e Sparebank 1 SR-bank ASA e um aumento de capital de 19 milhões de euros.

Num comunicado hoje divulgado, a Otovo, que entrou em Portugal em agosto de 2022, afirma que se “trata de um dos maiores pacotes de investimento já obtidos por uma empresa de energia solar residencial na Europa” e que “destes 100 milhões de euros de financiamento, 50 milhões de euros já foram disponibilizados com o objetivo de financiar o crescimento da empresa na Europa, incluindo em Portugal, com o objetivo de construir um total de 12.500 novos contratos de subscrição de instalações solares”.

“Esta operação permitirá aumentar o portfólio de instalações solares com modelo de subscrição da Otovo para um valor de mais de 186 milhões de euros e vai consistir em cerca de 80-105 MW de ativos de energia solar e baterias”, precisa a Otovo.

Além do financiamento bancário, a Otovo avançou também com um aumento de capital através da emissão de ações no valor de mais de 18 milhões de euros, refere a empresa, precisando que a colocação privada é totalmente garantida pelo maior acionista da empresa, AxSol AB, a 1,85 euros por ação.

BNP Paribas inicia rápida aceleração para economia baixa em emissões de carbono

O BNP Paribas anunciou hoje que está a iniciar uma nova fase para acelerar rapidamente a transição para uma economia baixa em emissões de carbono.

Num comunicado hoje divulgado, o banco afirma que “esta nova fase deverá durar até 2030, altura em que o BNP Paribas terá concluído a transição de mais de 80% das suas atividades de financiamento da produção de energia para a produção de energias com baixa emissão de carbono”.

O BNP Paribas afirma que já fez “um importante caminho no financiamento da produção de energia baixa em emissões de carbono”, destacando que “os empréstimos por liquidar para a produção de energia com baixa emissão de carbono do BNP Paribas eram de mais de 28 mil milhões de euros no final de setembro de 2022, um valor 20% mais elevado do que os empréstimos para a produção de combustíveis fósseis”.

LLYC aumenta receitas totais em 39% para 88,9 ME

A LLYC, de consultoria de comunicação, ‘marketing’ digital e assuntos públicos aumentou as suas receitas totais em 39%, para 88,9 milhões de euros no ano passado, destacou, numa nota hoje divulgada.

“A empresa praticamente duplicou a sua dimensão desde 2020”, indicou, salientando que “15% de equipa foi promovida no último ano”.

“As receitas operacionais (os totais menos a refaturação dos encargos do cliente) ascenderam a 72,7 milhões de euros, 36% acima do exercício anterior (53,3 milhões de euros)”, adiantou, indicando que o EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) recorrente “aumentou 26%, perfazendo 16 milhões de euros”.

Para este ano, “o orçamento aprovado pelo conselho de administração da empresa inclui um aumento de 10% nas receitas operacionais, para 80 milhões de euros”, sendo que “as receitas totais atingiriam 96 milhões de euros, um aumento de 8%”.

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