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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 02 Jun 2026 03:45:02 +0000</lastBuildDate>
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		<title>MNE inaugura na ONU exposição com exemplos de sucesso na proteção dos oceanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 03:45:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) inaugurou na segunda-feira na sede da ONU, em Nova Iorque, uma exposição da Fundação Oceano Azul com exemplos concretos de sucessos portugueses em matéria de proteção dos mares e oceanos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) inaugurou na segunda-feira na sede da ONU, em Nova Iorque, uma exposição da Fundação Oceano Azul com exemplos concretos de sucessos portugueses em matéria de proteção dos mares e oceanos.</P><br />
<P>A inauguração, que antecede a eleição, quarta-feira, de cinco novos membros para o Conselho de Segurança da ONU, na qual Portugal é candidato, reuniu dezenas de diplomatas, que puderam refletir sobre o que significa uma ação significativa em matéria de oceanos, tendo como exemplo casos de sucesso de Portugal.</P><br />
<P>O ministro Paulo Rangel afirmou que Portugal quer usar esta exposição para reforçar a importância da agenda dos mares e oceanos, sublinhando que questões como a liberdade de navegação, a proteção ambiental, a preservação das espécies, as pescas e o combate ao tráfico de drogas e pessoas são também temas de segurança internacional.</P><br />
<P>Segundo o líder da diplomacia portuguesa, caso seja eleito para o Conselho de Segurança da ONU, Portugal pretende fazer da segurança marítima uma das prioridades.</P><br />
<P>&#8220;Há um conjunto enorme de questões ligadas aos mares e aos oceanos que são agenda de segurança e, portanto, tem lugar também muitas delas naquelas que são os debates e as decisões do Conselho de Segurança. O que nós queremos dizer é que tudo o que tem a ver com o mar e com a agenda oceânica será algo que Portugal, sendo eleito para o Conselho de Segurança, terá como uma prioridade política&#8221;, disse, em Nova Iorque.</P><br />
<P>Rangel destacou ainda o objetivo nacional de proteger 30% das áreas marinhas até 2030, apresentando-o como um exemplo concreto do compromisso português com a sustentabilidade e a governação dos oceanos.</P><br />
<P>&#8220;Aproveitamos para falar aqui deste projeto português, que é o &#8217;30&#215;30&#8242;, que é ter 30% de áreas protegidas no mar até 2030 e é algo que está perfeitamente ao nosso alcance. Já foi atingido nos Açores, pode ser atingido noutros lados do país, nomeadamente no centro-sul e Madeira e, portanto, quisemos dar esse exemplo prático para demonstrar que, para nós, a agenda da segurança marítima, da segurança dos mares, compreendida de uma forma muito abrangente &#8211; ambiental, criminal e também de circulação e navegação &#8211; será prioritária&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A exposição, que resulta de uma parceria entre a Missão Permanente de Portugal junto das Nações Unidas e a Fundação Oceano Azul, ficará disponível até ao dia 13 de junho, em Nova Iorque.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, o diretor adjunto para Assuntos Internacionais da Fundação Oceano Azul, Sérgio Carvalho, explicou que a exposição pretende demonstrar que é possível cumprir a meta global de proteger 30% do oceano até 2030.</P><br />
<P>Segundo o responsável, a mostra é uma celebração de histórias portuguesas de sucesso, evidenciando aquilo que é possível alcançar quando existe &#8220;um alinhamento entre vontade política, ciência e os interesses das comunidades&#8221;, gerando benefícios tanto para os ecossistemas marinhos como para as populações que dependem do mar.</P><br />
<P>O objetivo é também inspirar outros países a seguir modelos semelhantes de conservação.</P><br />
<P>&#8220;Queremos também inspirar outros países a olhar para estes exemplos, convencendo-os que é possível, que existem modelos de mudança, que foram testados, que geraram benefícios e, portanto, esperamos que esta exposição possa inspirar outros países a seguir o mesmo caminho e a criar a proteção para o oceano, beneficiando o oceano, mas também as comunidades, um pouco por esse mundo fora&#8221;, indicou Carvalho.</P><br />
<P>A exposição está estruturada em torno de duas narrativas interligadas.</P><br />
<P>A primeira &#8212; &#8220;Proteger o que Importa&#8221; &#8212; dá vida ao programa &#8216;Blue Azores&#8217; e a outras iniciativas de Áreas Marinhas Protegidas (AMP) em Portugal através de fotografias imersivas, mapas e visualizações de dados que traçam o percurso desde a avaliação científica ao envolvimento da comunidade até à designação formal de AMP, transmitindo tanto a importância ecológica do ambiente marinho, quanto a inovação na governação necessária para o proteger.</P><br />
<P>A segunda &#8212; &#8220;Capacitar a Próxima Geração&#8221; &#8212; apresenta perfis de antigos participantes do programa de bolsas &#8216;United Nations &#8212; Portugal Ocean Fellowship&#8217;, colocando rostos e histórias no centro das narrativas.</P><br />
<P>Portugal concorre ao Conselho de Segurança &#8211; um dos órgãos mais importantes das Nações Unidas, cujo mandato é zelar pela manutenção da paz e da segurança internacional e cujas decisões são vinculativas &#8211; sob o lema &#8220;Prevenção, Parceria, Proteção&#8221;.</P><br />
<P>A eleição para membro não permanente para o biénio 2027/2028 está agendada para a próxima quarta-feira.</P><br />
<P>Portugal tem como adversários diretos a Alemanha e a Áustria, numa disputa pelos dois lugares de membros não permanentes atribuídos ao grupo da Europa Ocidental e Outros Estados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770852]]></sapo:autor>
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		<title>Queda de aeronave militar durante exercício mata dois pilotos em Taiwan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 03:13:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um avião de treino da Força Aérea de Taiwan despenhou-se hoje durante um exercício que simulava uma falha de motor, provocando a morte dos dois pilotos a bordo, anunciou o ministério da Defesa da ilha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um avião de treino da Força Aérea de Taiwan despenhou-se hoje durante um exercício que simulava uma falha de motor, provocando a morte dos dois pilotos a bordo, anunciou o ministério da Defesa da ilha.</P><br />
<P>O acidente ocorreu às 08:08 (01:08 em Lisboa), quando uma aeronave militar de treino T-34 caiu junto à extremidade norte da pista da base aérea de Gangshan, na cidade de Kaohsiung, no sul de Taiwan, revelou o ministério em comunicado.</P><br />
<P>Os dois ocupantes foram identificados apenas pelos apelidos e patentes: tenentes-coronéis Lu e Guo.</P><br />
<P>Segundo as autoridades, o voo fazia parte de um exercício que simulava uma avaria no motor.</P><br />
<P>A Força Aérea criou uma equipa especial para investigar as causas do acidente.</P><br />
<P>Em janeiro, um caça F-16 da Força Aérea taiwanesa caiu no mar ao largo da costa leste da ilha durante uma missão de rotina. O piloto conseguiu ejetar-se, mas foi dado como desaparecido.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770851]]></sapo:autor>
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		<title>Novo movimento promove rota eleitoral para transição democrática na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 03:07:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Várias organizações da sociedade civil venezuelana apresentaram publicamente o Movimento Quero Eleger (MQE), para promover uma rota eleitoral para a transição democrática, a realização de eleições competitivas, verificáveis, e com garantias para todos os atores políticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Várias organizações da sociedade civil venezuelana apresentaram publicamente o Movimento Quero Eleger (MQE), para promover uma rota eleitoral para a transição democrática, a realização de eleições competitivas, verificáveis, e com garantias para todos os atores políticos.</P><br />
<P>A proposta foi divulgada através de um &#8220;manifesto cidadão&#8221; que defende que &#8220;a recuperação institucional do país passa por devolver aos venezuelanos a possibilidade de eleger livremente as suas autoridades mediante processos eleitorais autênticos e transparentes&#8221;.</P><br />
<P>O documento, divulgado na segunda-feira, sustenta que as mudanças políticas anunciadas nos últimos meses são insuficientes para dar resposta à crise de legitimidade, representação e confiança que a Venezuela enfrenta.</P><br />
<P>&#8220;A experiência acumulada ao longo de 27 anos deixou-nos lições que continuam atuais; por isso, não confiamos que os responsáveis pela destruição institucional, económica e social do país sejam os impulsionadores das mudanças de que a Venezuela necessita, mesmo que hoje mudem o discurso, entreguem antigos aliados ou pretendam que esqueçamos&#8221;, explica o manifesto.</P><br />
<P>Segundo o documento, &#8220;a dor do povo venezuelano exige verdade, justiça e reparação, mas também a construção de uma liderança legítima que possa ser eleita por todos através de um processo eleitoral fiável, justo e competitivo&#8221;.</P><br />
<P>O MQE explica que &#8220;eleger é um direito fundamental&#8221;, que para legitimar os poderes públicos é preciso uma eleição presidencial, um novo parlamento que nomeie magistrados para o Supremo Tribunal de Justiça, assim como o Controlador-Geral (responsável pela auditoria dos gastos públicos), o Procurador-Geral, o Provedor de Justiça, um novo Conselho Nacional Eleitoral.</P><br />
<P>O movimento recordou também que a Assembleia Nacional nomeia as direções do Banco Central e da empresa estatal Petróleos da Venezuela SA.</P><br />
<P>No manifesto as organizações convocam os venezuelanos radicados no país e no estrangeiro a assumirem o compromisso de defender o direito a eleger.</P><br />
<P>Instam ainda a população a organizar-se, participar e exigir condições. Aos atores políticos exigem que construam acordos que conduzam a uma eleição real o quanto antes possível e à comunidade internacional pedem que acompanhe uma rota eleitoral com garantias verificáveis.</P><br />
<P>Entre as organizações que apoiam a iniciativa encontram-se a Transparência Eleitoral, o Centro de Justiça e Paz, o Observatório Global de Comunicação e Democracia, o Laboratório da Paz, a Ideias pela Democracia e a Voto Jovem.</P><br />
<P>Em 03 de janeiro, os EUA realizaram uma operação militar em Caracas, que levou à captura do então Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e da mulher, Cília Flores, que estão atualmente detidos em Nova Iorque para responder a acusações de tráfico de droga. Ambos se declararam inocentes.</P><br />
<P>Em 5 de janeiro, a vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu as funções de presidente interina do país iniciando uma transição política tutelada pelos EUA.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770850]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Israel diz ter intercetado dois projécteis vindos do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 02:36:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O exército israelita anunciou hoje a interceção de dois projéteis lançados do Líbano, depois de o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter prometido que o movimento libanês pró-Irão Hezbollah e Israel iriam cessar as hostilidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército israelita anunciou hoje a interceção de dois projéteis lançados do Líbano, depois de o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter prometido que o movimento libanês pró-Irão Hezbollah e Israel iriam cessar as hostilidades.</P><br />
<P>&#8220;Após o soar das sirenes à 01:35 [23:35 de segunda-feira em Lisboa] em diversas zonas do norte de Israel, a força aérea israelita intercetou dois projéteis que entraram em território israelita vindos do Líbano&#8221;, escreveu o exército.</P><br />
<P>Na mesma mensagem, publicada na plataforma Telegram, as Forças de Defesa de Israel anunciaram ainda que um &#8220;alvo aéreo suspeito&#8221; foi identificado pouco depois e caiu no lado israelita da fronteira com o Líbano, sem causar ferimentos. </P><br />
<P>O Hezbollah reivindicou a autoria de um ataque contra um alvo israelita durante a madrugada, no sul do Líbano, bem como de outros ataques na noite de segunda-feira.</P><br />
<P>A agência de notícias oficial libanesa ANI informou ainda durante a madrugada que ataques israelitas atingiram as aldeias de Marwaniyeh, Sidiqine, Yater e Mansouri, no sul do país, e que se ouviu uma &#8220;explosão muito forte&#8221; em Debbine.</P><br />
<P>Na terça-feira, &#8220;à 01:00 da manhã [23:00 de segunda-feira em Lisboa], combatentes da Resistência Islâmica alvejaram um tanque Merkava (&#8230;) com um ataque direto de rockets&#8221;, o que levou à sua destruição, escreveu o Hezbollah no Telegram, afirmando que estava a lutar contra &#8220;o avanço das forças israelitas&#8221; em Hadatha, no sul do Líbano.</P><br />
<P>O movimento apoiado pelo Irão tinha declarado anteriormente que os seus membros visaram três tanques e soldados israelitas com barragens de rockets e fogo de artilharia na segunda-feira, após as 23:00 (21:00 em Lisboa).</P><br />
<P>O Hezbollah também afirmou ter atingido um tanque em Bayada com um míssil guiado.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, prometeu atacar Beirute se o seu país for visado pelo Hezbollah, ao mesmo tempo que mantém as operações militares no sul do Líbano.</P><br />
<P>Em simultâneo, disse que &#8220;as Forças de Defesa de Israel continuarão a operar como planeado no sul do Líbano&#8221;.</P><br />
<P>Esta declaração surgiu pouco depois de Trump ter anunciado que obteve um compromisso do chefe do Governo israelita e do Hezbollah para uma suspensão dos confrontos.</P><br />
<P>A escalada militar no Líbano levou o Irão a suspender as conversações de paz com Washington sobre o conflito iniciado por Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro contra a República Islâmica.</P><br />
<P>No domingo, Israel capturou a fortaleza de Beaufort, uma posição estratégica no sul do Líbano, a norte do rio Litani, anterior linha de demarcação dos militares israelitas, que, na semana passada, receberam ordens para atuar até ao rio Zahrani, a cerca de 40 quilómetros da fronteira entre os dois países.</P><br />
<P>Hezbollah e Israel têm continuado os ataques aéreos e confrontos terrestres no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo em vigor desde 17 de abril.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770849]]></sapo:autor>
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		<title>Dirigentes militares da China e EUA discutem segurança marítima no Havai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 02:05:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dirigentes militares da China e dos Estados Unidos realizaram uma reunião do grupo de trabalho do Mecanismo de Consulta sobre Segurança Militar Marítima no arquipélago norte-americano do Havai, informou o Ministério da Defesa chinês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dirigentes militares da China e dos Estados Unidos realizaram uma reunião do grupo de trabalho do Mecanismo de Consulta sobre Segurança Militar Marítima no arquipélago norte-americano do Havai, informou o Ministério da Defesa chinês.</P><br />
<P>O ministério anunciou na segunda-feira que, no encontro, que decorreu quinta e sexta-feira, ambos os lados trocaram informações, de uma forma descrita como franca e construtiva, sobre a situação da segurança marítima e aérea dos dois países. </P><br />
<P>A China sublinhou que a reunião tomou como ponto de referência o &#8220;importante consenso&#8221; alcançado num encontro entre os líderes dos dois países, durante a visita de Donald Trump a Pequim, em maio.</P><br />
<P> O ministério disse que a meta é construir uma &#8220;relação de estabilidade estratégica construtiva entre a China e os EUA&#8221;, uma fórmula apresentada por Pequim como uma nova estrutura para orientar a relação bilateral nos próximos anos.</P><br />
<P>Esta expressão, discutida pelo líder chinês, Xi Jinping, e por Trump em Pequim, procura gerir a rivalidade entre as duas potências com base na cooperação, numa competição descrita como moderada, na gestão das diferenças e numa paz duradoura, de acordo com a formulação divulgada na altura pela imprensa estatal chinesa.</P><br />
<P>Na reunião no Havai, ambas as delegações avaliaram a implementação das &#8220;normas de conduta para encontros seguros&#8221; entre as forças navais e aéreas chinesas e norte-americanas desde a reunião anterior do mecanismo, realizada em 2025, e discutiram medidas para melhorar a segurança militar marítima.</P><br />
<P>As partes concordaram que a comunicação eficaz entre as duas forças armadas ajuda as unidades da linha da frente a executar as suas missões com mais profissionalismo, aumenta o entendimento mútuo e &#8220;evita mal-entendidos&#8221;, segundo a declaração chinesa.</P><br />
<P>Pequim acrescentou, no entanto, que se opõe &#8220;de forma firme&#8221; a qualquer violação da soberania e segurança chinesas sob o pretexto de liberdade de navegação ou de sobrevoo, bem como a atos que descreveu como de provocação e assédio contra a China.</P><br />
<P>O contacto ocorreu numa altura em que decorreu o Diálogo de Shangri-La em Singapura, ao qual o ministro da Defesa chinês, Dong Jun, não compareceu, pelo segundo ano consecutivo, ao contrário do homólogo norte-americano, Pete Hegseth.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770848]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a cair 0,81%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 00:06:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 0,81% para 66.394,36 pontos, três minutos após a abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 0,81% para 66.394,36 pontos, três minutos após a abertura da sessão.</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, caía 1,05% para 3.899,39 pontos, às 09:03 locais (01:03 em Lisboa)</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770847]]></sapo:autor>
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		<title>Sondagem revela profunda divisão geracional sobre o amor e a IA</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 00:02:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quase metade dos jovens adultos de seis grandes potências económicas acredita que, dentro de dez anos, a inteligência artificial (IA) contribuirá para a felicidade de todos, oferecendo um apoio emocional genuíno, segundo um inquérito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Quase metade dos jovens adultos de seis grandes potências económicas acredita que, dentro de dez anos, a inteligência artificial (IA) contribuirá para a felicidade de todos, oferecendo um apoio emocional genuíno, segundo um inquérito. </P><br />
<P>No entanto, este entusiasmo diminui significativamente com a idade, pois a proporção desce para 25% entre os maiores de 55 anos, segundo o inquérito de larga escala divulgado na segunda-feira e analisado em exclusivo pela agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Com os rápidos avanços na IA, muitos utilizadores da Internet estão a encontrar um confidente, ou até mesmo um parceiro romântico, nos assistentes virtuais, os agora famosos chatbots.</P><br />
<P>Entretanto, o progresso na robótica está a dar origem a bonecas sexuais cada vez mais sofisticadas.</P><br />
<P>Realizada pelo Instituto YouGov com 10.000 participantes dos Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, Indonésia e Hong Kong, esta investigação retrata um &#8220;cenário moral em constante transformação&#8221;.</P><br />
<P>Em geral, as gerações mais velhas demonstram um ceticismo significativamente maior.</P><br />
<P>O impacto psicológico dos chatbots em indivíduos vulneráveis está a ser minuciosamente examinado, após a morte de vários adolescentes ligada ao uso de IA pelas suas famílias.</P><br />
<P>Os resultados destacaram ainda &#8220;uma profunda divisão ideológica&#8221; entre o Ocidente e a Ásia. </P><br />
<P>O continente asiático parece estar muito mais aberto à aceitação da tecnologia para melhorar a vida amorosa e sexual.</P><br />
<P>A extensão destas disparidades surpreendeu a YouGov e a patrocinadora do estudo, a empresa de media japonesa Star X Gen, como destacaram à AFP.</P><br />
<P>Na Indonésia, por exemplo, metade dos inquiridos &#8212; em todas as faixas etárias &#8212; acredita que a IA pode melhorar as suas relações e o seu bem-estar sexual.</P><br />
<P>Este entusiasmo desce para 34% em Hong Kong e 24% no Japão, antes de cair a pique no Ocidente: 20% nos Estados Unidos, 15% na Alemanha e apenas 9% no Reino Unido.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto a opinião pública ocidental geralmente perceciona a intimidade artificial como uma ameaça à autenticidade das relações humanas, o público asiático parece cada vez mais disposto a abrir espaço para a IA nas suas vidas&#8221;, frisou Philippe Chan, da YouGov.</P><br />
<P>Embora o &#8216;flirt&#8217; ou ter interações sexuais com um chatbot esteja a tornar-se gradualmente mais comum, a transição para o mundo físico &#8212; através de robôs ou bonecas &#8212; ainda está nos seus estágios iniciais.</P><br />
<P>Em todo o inquérito, apenas 17% disseram estar dispostos a experimentar uma &#8220;boneca sexual com inteligência artificial&#8221;, enquanto a grande maioria (59%) rejeitou categoricamente a ideia.</P><br />
<P>Não surpreendentemente, a ideia atrai mais os jovens do que as gerações mais velhas, e no Japão e na Alemanha, a proporção de jovens adultos dispostos a experimentar é quase o dobro da média nacional.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770846]]></sapo:autor>
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		<title>Redes sociais pagaram 23,2ME nos EUA para evitar processo de um distrito escolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:59:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Meta, Snap, TikTok e YouTube concordaram em pagar cerca de 27 milhões de dólares (23,2 milhões de euros) a um distrito escolar americano para evitarem um processo piloto colocado por mais de mil comunidades educativas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Meta, Snap, TikTok e YouTube concordaram em pagar cerca de 27 milhões de dólares (23,2 milhões de euros) a um distrito escolar americano para evitarem um processo piloto colocado por mais de mil comunidades educativas. </P><br />
<P> Estas comunidades educativas acusavam aquelas empresas de terem prejudicado a saúde mental dos alunos e as empresas chegaram a acordos com elas, segundo documentos a que a agência de notícias francesa AFP teve acesso hoje.</P><br />
<P>A Meta, empresa-mãe do Facebook e do Instagram, concordou em pagar nove milhões de dólares. A Snap e ByteDance, proprietária do TikTok, pagarão oito milhões cada. O Google, proprietário do YouTube, é o único a pagar parcialmente em espécie a indemnização, com formações e licenças no valor de mais de 900.000 dólares, além de um pagamento em dinheiro de cerca de 2 milhões.</P><br />
<P>O acordo prevê assim que o grupo de Mountain View financie um formador para a utilização das suas ferramentas durante dois anos (uma formação com um valor estimado em 250.000 dólares), um programa de educação socioemocional ao longo de quatro anos (500.000), suporte técnico para a utilização das suas ferramentas Google Workspace (40.000) e assinaturas durante três anos da sua plataforma de inteligência artificial educativa (150.000). </P><br />
<P>O caso do Condado de Breathitt, distrito rural do Kentucky, tinha sido escolhido para servir de referência para os processos semelhantes movidos por 1.200 outras entidades locais encarregadas de administrar as escolas públicas americanas (cerca de 13.000 no país). </P><br />
<P>Este distrito reclamava mais de 60 milhões de dólares para fazer face à reparação dos efeitos nocivos nos seus alunos &#8211; como distúrbios do sono, distúrbios emocionais e conflitos &#8211; bem como um programa de saúde mental ao longo de quinze anos. </P><br />
<P>A Meta foi a última a ceder a um acordo, a 21 de maio, alguns dias depois dos outros réus, já em fase de plena preparação do julgamento, que se esperava que começasse em meados de junho perante um tribunal federal em Oakland, perto de São Francisco. </P><br />
<P>O demandante pedia também a modificação das funcionalidades consideradas viciantes (personalização algorítmica, rolagem infinita, etc). </P><br />
<P>As transações não implicam qualquer reconhecimento de responsabilidade. Elas também permitem evitar que as empresas vejam as suas documentações e comunicações internas.</P><br />
<P>Estes acordos, confidenciais, são assinados num clima judicial tenso para as plataformas nos Estados Unidos: em março, um júri de Los Angeles considerou a Meta e o Google responsáveis pelo caráter viciante do Instagram e do YouTube, pela primeira vez.</P><br />
<P>Na véspera, outro júri, no Novo México, tinha condenado a Meta a pagar 375 milhões de dólares por ter exposto menores a predadores sexuais. </P><br />
<P>Mais de trinta procuradores estaduais dos Estados Unidos estão, por sua vez, a processar a Meta num caso distinto, que poderá resultar num julgamento em agosto em Oakland.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770845]]></sapo:autor>
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		<title>Guiné-Bissau: Domingos Simões Pereira constituído suspeito e chamado ao Tribunal Militar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:43:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>              *** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P> </P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 02 jun 2026 (Lusa) &#8212; O principal líder da oposição na Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, foi constituído suspeito numa alegada tentativa de golpe de Estado e convocado para comparecer no Tribunal Militar Superior, disse à Lusa fonte próxima do visado.</P><br />
<P>O presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) foi notificado, na segunda-feira, para comparecer no dia 04 de junho, quinta-feira, no Tribunal Militar Superior na qualidade de suspeito, como confirmou à Lusa Rute Monteiro.</P><br />
<P>A jurista guineense e diretora do gabinete de Simões Pereira, enquanto presidente da Assembleia Nacional Popular, indicou que o líder partidário foi também notificado do despacho judicial em que é constituído suspeito na alegada tentativa de golpe de Estado de 25 de outubro de 2025.</P><br />
<P>Domingos Simões Pereira foi detido um mês depois no golpe de Estado em que os militares tomaram o poder na Guiné-Bissau e que interrompeu as eleições gerais de 23 de novembro de 2025, em que, pela primeira vez, não participaram o histórico partido PAIGC e o líder, por decisão judicial.</P><br />
<P>Algumas semanas antes das eleições, o Estado-Maior das Forças Armadas da Guiné-Bissau anunciou a detenção de vários militares na sequência de uma alegada tentativa de golpe de Estado perpetrada, a 25 de outubro de 2025, por generais e oficiais de alta patente do Exército.</P><br />
<P>Um dos detidos foi o Brigadeiro-General Dabana Na Walna, que terá solicitado armas, veículos e coletes à prova de bala, aproveitando a sua posição de instrutor num centro de formação, para posteriormente os utilizar no alegado plano de golpe.</P><br />
<P>No despacho judicial conhecido nesta segunda-feira, e a que a Lusa teve acesso, Domingos Simões Pereira é declarado suspeito neste caso &#8220;por factos suscetíveis de integraram, em cumplicidade, a prática de crimes contra a segurança do Estado, atentando contra chefe de Estado e demais crimes conexos&#8221;.</P><br />
<P>O documento refere indícios de que Simões Pereira &#8220;terá prestado apoio material, financeiro e logístico aos autores da referida tentativa de golpe de Estado, incluindo alegada disponibilização de meios financeiros destinados a preparação e execução&#8221;.</P><br />
<P>Acrescenta que os indícios apontam para que tenha cedido o &#8220;seu domicílio para realização de encontros e reuniões&#8221;.</P><br />
<P>O despacho sustenta os indícios em &#8220;elementos probatórios até ao momento recolhidos, designadamente declarações de testemunhas, informações constantes dos autos e demais diligencias realizadas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tais elementos tornam necessária a constituição formal do referido cidadão como suspeito, para garantia do exercício do contraditório e demais direitos processuais legalmente consagrados&#8221;, conclui.</P><br />
<P>Para Rute Monteiro, este despacho assenta &#8220;na violação flagrante de vários princípios do direito&#8221; e &#8220;alguma engenharia&#8221;, já que, segundo disse, baseia-se numa testemunha que terá dito que envolveu Simões Pereira numa confissão &#8220;sob tortura&#8221;.</P><br />
<P>Simões Pereira tinha sido ouvido, em fevereiro, na qualidade de declarante no mesmo Tribunal Militar que &#8220;considerou que não havia como validar qualquer ligação&#8221; do mesmo ao caso, segundo a jurista que continua a acompanhar o líder do PAIGC.</P><br />
<P>Rute Monteiro disse à Lusa que os magistrados que chegaram a essa conclusão foram afastados e substituídos por outros que garantam &#8220;uma decisão de acordo com a vontade de quem determina tudo isto&#8221; e que considera ser Umaro Sissoco Embaló, o antigo Presidente da República.</P><br />
<P>A jurista acrescenta que o Tribunal Militar não tem competência para julgar um civil e defende que Domingos Simões Pereira continua a ter imunidade parlamentar por ser deputado e presidente da Assembleia Nacional Popular, dissolvida em 2023 pelo então Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló.</P><br />
<P>Desde então, não houve eleições e o parlamento foi substituído por um Conselho Nacional de Transição com o golpe militar de novembro de 2025, que depôs o Presidente Embaló, e candidato a um segundo mandato nas eleições gerais em que a oposição reclamou vitória, mas os resultados oficiais não foram divulgados.</P><br />
<P>Depois do golpe militar, o presidente do PAIGC esteve na cadeia durante dois meses e continua detido em prisão domiciliária, uma figura que não existe no regime jurídico da Guiné-Bissau, como vincou Rute Monteiro, que já foi ministra da Justiça do PAIGC.</P><br />
<P>A análise que faz do que está a acontecer ao líder do partido é &#8220;uma vontade de impedir que Domingos Simões Pereira possa ser um cidadão livre, de trabalhar, de fazer política, de fazer a sua vida familiar, social, etc&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ele é perseguido porque o povo está com ele. Se ele tivesse condescendido com os seus valores e aquilo em que acredita, ele não estava a ser perseguido. Foi dos poucos líderes partidários que não se deixou vender&#8221;, afirmou.</P><br />
<P> </P><br />
<P> </P><br />
<P> </P><br />
<P>*** A delegação da agência Lusa na Guiné-Bissau está suspensa desde agosto após a expulsão pelo Governo dos representantes dos órgãos de comunicação social portugueses. A cobertura está a ser assegurada à distância ***</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770844]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: ONU acusa Israel de violar soberania libanesa com a sua presença a norte da linha Azul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:43:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A subsecretária-geral da ONU para África acusou hoje Israel de violar a soberania libanesa com a sua presença militar a norte da Linha Azul, e alertou para a situação "profundamente alarmante" da intensificação dos confrontos com o Hezbollah.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A subsecretária-geral da ONU para África acusou hoje Israel de violar a soberania libanesa com a sua presença militar a norte da Linha Azul, e alertou para a situação &#8220;profundamente alarmante&#8221; da intensificação dos confrontos com o Hezbollah. </P><br />
<P>Martha Ama Akyaa Pobee indicou numa reunião de urgência do Conselho de Segurança que Israel tem ampliado nos últimos dias a sua campanha militar com operações no sul do país, no vale do Beqá e nos arredores de Beirute, incluindo com ordens de retirada de populações que afetam amplas zonas do sul do Líbano, o que provocou novos deslocamentos de civis. </P><br />
<P>Segundo aquela responsável da ONU, o Exército israelita reforçou a sua presença a norte da Linha Azul, enquanto a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) registou &#8220;uma intensa atividade militar, com bombardeamentos, movimentos logísticos e demolições em áreas próximas da fronteira&#8221;. </P><br />
<P>Só no dia 30 de maio foram contabilizados 992 trajetórias de projéteis, o número mais alto desde o cessar-fogo de abril, referiu Pobee durante aquela sessão, convocada a pedido da França. </P><br />
<P>O próprio primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou na segunda-feira que a ocupação representa um &#8220;marco crucial&#8221; e uma &#8220;mudança radical na política&#8221; que Israel leva a cabo no país vizinho. </P><br />
<P>Benjamin Netanyahu transmitiu também esta segunda-feira ao Presidente norte-americano, Donald Trump, que atacará Beirute se o seu país for visado pelo grupo xiita Hezbollah, ao mesmo tempo que mantém as operações militares no sul do Líbano.</P><br />
<P>&#8220;Conversei com o Presidente Trump esta noite e disse-lhe que, se o Hezbollah não cessar os ataques às nossas cidades e cidadãos, Israel atacará alvos terroristas em Beirute. A nossa posição sobre este assunto mantém-se inalterada&#8221;, declarou Netanyahu em comunicado.</P><br />
<P>Em simultâneo, o primeiro-ministro israelita disse que &#8220;as Forças de Defesa de Israel continuarão a operar como planeado no sul do Líbano&#8221;.</P><br />
<P>Esta declaração surge pouco depois de Trump ter anunciado que obteve um compromisso do chefe do Governo israelita e do Hezbollah para uma suspensão dos confrontos.</P><br />
<P>No entanto, o Governo do Líbano afirmou também na segunda-feira que o Hezbollah aceitou suspender o lançamento de ataques contra território israelita em troca de Israel parar a sua ofensiva nos subúrbios de Beirute. </P><br />
<P>Entretanto, a alta responsável da ONU sublinhou que a presença militar israelita a norte da Linha Azul constitui uma violação da soberania libanesa e da resolução 1701 do Conselho de Segurança, e reiterou a necessidade de que o Hezbollah e outros grupos armados não estatais se desarmem. </P><br />
<P>Pobee recordou que o Exército libanês deve ser a única força armada legítima no país e pediu um maior apoio internacional para reforçar as suas capacidades. </P><br />
<P>Desde 02 de março, pelo menos 3.412 pessoas morreram e mais de 10.000 ficaram feridas no Líbano, segundo dados do Ministério da Saúde libanês, ao mesmo tempo registaram-se vítimas em Israel e entre capacetes azuis da FINUL. </P><br />
<P>A subsecretária-geral alertou que a escalada ignora &#8220;gravemente&#8221; os esforços diplomáticos para consolidar a frágil trégua anunciada em abril e instou todas as partes à &#8220;máxima contenção&#8221; para evitar &#8220;repercussões regionais mais amplas&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770843]]></sapo:autor>
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		<title>Alphabet vende ações no valor de 68,8MME para investir em IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:30:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A gigante tecnológica Alphabet, empresa-mãe da Google e do YouTube, anunciou hoje que planeia vender ações no valor de 80 mil milhões de dólares (68,8 mil milhões de dólares) para financiar o desenvolvimento de computação de inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A gigante tecnológica Alphabet, empresa-mãe da Google e do YouTube, anunciou hoje que planeia vender ações no valor de 80 mil milhões de dólares (68,8 mil milhões de dólares) para financiar o desenvolvimento de computação de inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>&#8220;A IA está a impulsionar uma fase de expansão para a Alphabet. A empresa está a experimentar uma forte procura pelas suas soluções e serviços de IA por parte das empresas e dos consumidores, a níveis que excedem a oferta disponível&#8221;, justificou a gigante tecnológica em comunicado.</P><br />
<P>A Alphabet indicou que concordou em vender 10 mil milhões de dólares em ações à investidora Berkshire Hathaway, que em novembro anunciou um investimento de 4,3 mil milhões de dólares na empresa tecnológica.</P><br />
<P>Além desta venda, a Alphabet planeia realizar ofertas públicas de ações no valor de 30 mil milhões de dólares. Os restantes 40 mil milhões de dólares serão provenientes de um programa de oferta pública de ações que a empresa espera iniciar no terceiro trimestre de 2026.</P><br />
<P>Em abril, após ter divulgado os seus resultados trimestrais, a empresa anunciou que espera que os seus investimentos em 2026 se situem entre os 180 mil milhões e os 190 mil milhões de dólares, e prevê que estes valores aumentem significativamente em 2027.</P><br />
<P>A empresa realçou que a Google conta atualmente com mais de 8,5 milhões de programadores a criar &#8220;novas experiências&#8221; com os seus modelos de IA.</P><br />
<P>Nos primeiros três meses do ano, a Alphabet registou um aumento de receitas de 21% em comparação com o mesmo período do ano anterior, atingindo 109,896 mil milhões de dólares, impulsionado pelo forte desempenho do seu negócio de publicidade e pelo crescimento robusto da sua divisão de computação em &#8216;nuvem&#8217;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770842]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Florida (EUA) processa OpenAI e Sam Altman por ocultação de riscos do ChatGPT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:27:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O estado norte-americano da Florida processou hoje judicialmente a OpenAI e o seu presidente executivo, Sam Altman, por alegadamente ocultarem riscos graves na comercialização do ChatGPT, como dar instruções a crianças com tendências suicidas ou ajudar a planear crimes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O estado norte-americano da Florida processou hoje judicialmente a OpenAI e o seu presidente executivo, Sam Altman, por alegadamente ocultarem riscos graves na comercialização do ChatGPT, como dar instruções a crianças com tendências suicidas ou ajudar a planear crimes.</P><br />
<P>O procurador-geral da Florida, James Uthmeier, afirmou em conferência de imprensa que o estado é o primeiro a processar a OpenAI e Altman, por suprimirem alertas internos de segurança e enganarem os utilizadores sobre os perigos do ChatGPT, &#8220;permitindo que um produto perigoso chegasse a milhões&#8221; de pessoas.</P><br />
<P>A ação judicial faz referência a dois tiroteios em que os alegados atiradores terão feito perguntas ao ChatGPT enquanto planeavam os seus crimes. </P><br />
<P>A OpenAI contrapôs em comunicado que os seus modelos incentivaram repetidamente os indivíduos a procurar apoio no mundo real, incluindo de profissionais de saúde mental, e disse ter cooperado com as autoridades policiais em ambos os casos.</P><br />
<P>&#8220;O ChatGPT é uma ferramenta de utilização geral utilizada por centenas de milhões de pessoas todos os dias para fins legítimos&#8221;, afirmou a OpenAI em comunicado.</P><br />
<P> &#8220;Trabalhamos continuamente para reforçar as nossas medidas de segurança para detetar intenções maliciosas, limitar o uso indevido e responder adequadamente quando surgem riscos de segurança&#8221;, adiantou.</P><br />
<P>Em abril, Uthmeier abriu uma investigação criminal contra a OpenAI para determinar se o ChatGPT deu conselhos a um atirador que matou duas pessoas e feriu outras seis no ano passado na Universidade Estadual da Florida. </P><br />
<P>Noutro caso, os procuradores afirmaram que o homem acusado de matar dois estudantes de doutoramento da Universidade do Sul da Florida perguntou ao ChatGPT, dias antes deles desaparecerem, o que aconteceria se um corpo humano fosse colocado num saco e atirado para um contentor do lixo.</P><br />
<P>O processo da Florida alega que a OpenAI e Altman deram prioridade à velocidade de lançamento no mercado e ao lucro comercial em detrimento da segurança dos utilizadores e ignoraram os repetidos alertas de especialistas dentro e fora da empresa. </P><br />
<P>O processo alega que a empresa lançou um produto que facilita e incentiva os danos, incluindo a automutilação e a violência, ao mesmo tempo que assegurava falsamente aos utilizadores que era seguro.</P><br />
<P>A queixa alega ainda que o ChatGPT recolhe dados de menores sem supervisão parental adequada, além de causar dependência comportamental e danos cognitivos. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770841]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo Trump cumpre ordem judicial e suspende fundo &#8216;anti-instrumentalização&#8217; de 1,5 MME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:20:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo norte-americano liderado por Donald Trump revelou segunda-feira que vai suspender temporariamente o fundo de 1,8 mil milhões de dólares (1,5 mil milhões de euros) destinado aos participantes no assalto ao Capitólio em 2021, acatando uma ordem judicial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo norte-americano liderado por Donald Trump revelou segunda-feira que vai suspender temporariamente o fundo de 1,8 mil milhões de dólares (1,5 mil milhões de euros) destinado aos participantes no assalto ao Capitólio em 2021, acatando uma ordem judicial.</P><br />
<P>A decisão surgiu após uma forte reação negativa dos republicanos que manifestaram preocupação com a falta de supervisão e o potencial de pagamentos aos participantes do motim de 06 de janeiro de 2021 no Capitólio dos EUA, noticiou a agência Associated Press (AP).</P><br />
<P>A medida segue-se ainda a uma decisão de uma juíza federal da Virgínia que suspendeu os planos para o fundo até que novos argumentos sejam apresentados ainda este mês. </P><br />
<P>O Departamento de Justiça referiu, em comunicado, que &#8220;discorda veementemente&#8221; da decisão, tomada num dos vários processos judiciais movidos desde o anúncio do fundo, há duas semanas, mas que a vai acatar.</P><br />
<P>Não ficou claro no comunicado se a administração Trump planeia retomar a implementação do fundo caso a juíza revogue a ordem que o bloqueia, ou se pretende recuar de forma mais permanente no seu plano, alvo de intenso escrutínio, de indemnizar indivíduos que acreditam ter sido injustamente perseguidos pelo sistema de justiça criminal. </P><br />
<P>O Governo Trump defendeu o &#8220;Fundo Anti-instrumentalização&#8221; de 1,776 mil milhões de dólares (1.529 milhões de euros), criado para encerrar o processo movido pelo republicano contra a autoridade fiscal dos Estados Unidos (IRS, Internal Revenue Service) devido à fuga das suas declarações de rendimentos.</P><br />
<P>Embora alguns apoiantes de Trump, incluindo participantes no tumulto no Capitólio, tenham celebrado o anúncio do fundo, a reação entre os republicanos no Congresso foi mais hostil.</P><br />
<P>O fundo foi um dos assuntos discutidos pelo Presidente com o líder da Câmara dos representantes (câmara baixa do Congresso), o republicano Mike Johnson, com quem se reuniu hoje, segundo fonte que falou à AP sob anonimato.</P><br />
<P>Os congressistas manifestaram preocupação com a falta de fiscalização do dinheiro e pressionaram o governo para impor limites ao fundo ou para o extinguir por completo. </P><br />
<P>O descontentamento complicou especialmente a situação no Senado (câmara alta), onde os republicanos, num ato de desafio, abandonaram a cidade há 10 dias sem aprovar legislação para financiar as agências de imigração de Trump.</P><br />
<P>Os republicanos que regressaram hoje a Washington indicaram que não terão os votos necessários para aprovar o projeto de lei até que a Casa Branca trabalhe com eles para definir parâmetros para o fundo.</P><br />
<P>O líder da maioria no Senado, o republicano John Thune, indicou hoje que esperava que a Casa Branca tomasse medidas para extinguir o fundo.</P><br />
<P>Mas os democratas no Senado vão forçar, esta semana, uma votação sobre o fundo, para forçar os republicanos a pronunciarem-se sobre a medida anunciada por Donald Trump.</P><br />
<P>O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, afirmou que &#8220;o fundo corrupto de quase dois mil milhões de dólares de Trump é o seu ato mais descarado de benefício pessoal e um dos esquemas mais corruptos alguma vez promovidos por um Presidente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os democratas do Senado não o permitirão&#8221;, continuou.</P><br />
<P>Por isso, garantiu que os democratas coordenarão esforços para eliminar o &#8220;fundo corrupto antes que saia um cêntimo&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770840]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Trump acredita que acordo pode ser alcançado na próxima semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:13:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, acredita que pode ser alcançado na próxima semana um acordo que termine a guerra com o Irão e desbloqueie o estreito de Ormuz, apesar de Teerão ter anunciado a suspensão das negociações com Washington.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, acredita que pode ser alcançado na próxima semana um acordo que termine a guerra com o Irão e desbloqueie o estreito de Ormuz, apesar de Teerão ter anunciado a suspensão das negociações com Washington.</P><br />
<P>&#8220;Parece promissor&#8221;, indicou na sexta-feira o chefe de Estado numa breve entrevista por telefone à estação ABC News, na qual indicou um possível acordo &#8220;em algum momento da próxima semana&#8221;.</P><br />
<P>Trump fez estas declarações apesar de o Irão ter interrompido as conversações de paz em retaliação pelos ataques israelitas ao Líbano, segundo a agência de notícias Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária iraniana.</P><br />
<P>&#8220;Houve um pequeno problema hoje, mas resolvi-o muito rapidamente, como provavelmente já repararam&#8221;, apontou Trump à ABC News.</P><br />
<P>O republicano falou por telefone na segunda-feira com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e realizou uma reunião invulgar com o grupo xiita Hezbollah para tentar preservar o cessar-fogo no Líbano e, consequentemente, as negociações de paz com o Irão.</P><br />
<P>Como o próprio Trump detalhou na sua rede social Truth Social, Netanyahu aceitou não enviar tropas para Beirute, a capital libanesa, e o Hezbollah aceitou cessar os disparos de projéteis contra o território israelita.</P><br />
<P>&#8220;Veremos quanto tempo isto dura. Espero que dure para sempre&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Israel intensificou a sua ofensiva militar no Líbano nas últimas horas, uma escalada que viola o cessar-fogo em vigor desde abril e põe em risco a nova ronda de conversações de paz agendadas para hoje (terça-feira) em Washington com o Governo libanês, um processo que o Hezbollah rejeita.</P><br />
<P>A ofensiva contra o Hezbollah, aliado do Irão, ameaça também as negociações entre Washington e Teerão, que há semanas trocam versões preliminares para um acordo que ponha fim à guerra que começou em fevereiro e permita a reabertura do estreito de Ormuz, uma rota crucial para o comércio global de petróleo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770839]]></sapo:autor>
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		<title>Migrantes processam EUA por condições desumanas no maior centro de detenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 22:56:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um grupo de migrantes, representado por várias organizações não-governamentais (ONG), processou os Estados Unidos pelas condições desumanas no maior centro de detenção de migrantes do país, localizado na base militar de Fort Bliss, no Estado do Texas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um grupo de migrantes, representado por várias organizações não-governamentais (ONG), processou os Estados Unidos pelas condições desumanas no maior centro de detenção de migrantes do país, localizado na base militar de Fort Bliss, no Estado do Texas.</P><br />
<P>O processo, apresentado na sexta-feira pela União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês), inclui alegações de quatro pessoas atualmente detidas no centro, detalhando &#8220;grave negligência médica&#8221;, espancamentos e assédio sexual por parte dos guardas, uso &#8220;excessivo&#8221; de confinamento solitário, alimentação inadequada e condições insalubres.</P><br />
<P>Os autores da ação pedem ao tribunal que certifique o caso como uma ação coletiva em nome de todos os detidos no centro e que declare que as condições no centro violam o direito constitucional ao devido processo legal.</P><br />
<P>O megacentro, composto por tendas e com capacidade para acolher até 5.000 detidos, foi inaugurado em agosto e já registou três mortes oficiais e uma quarta alegadamente relacionada com negligência médica, noticiou hoje a agência Efe.</P><br />
<P>O Governo liderado pelo norte-americano Donald Trump rejeita as acusações dos queixosos e afirma que são &#8220;categoricamente falsas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nenhum detido está a ser abusado ou espancado&#8221;, frisou à Efe um porta-voz do Departamento de Segurança Interna. acrescentando que a agência &#8220;leva a sério a saúde e a segurança de todos os indivíduos sob a sua custódia&#8221;.</P><br />
<P>Akari Angye, um dos autores da ação, contou que foi severamente espancado pelos guardas por insistir em falar com um advogado antes de assinar qualquer documento. </P><br />
<P>O espancamento foi tão violento, relata o processo, que teve de ser levado para um hospital local, onde foi colocado numa cadeira de rodas.</P><br />
<P>Erik Iván Rodríguez, outro dos migrantes que interpôs uma ação judicial, está detido desde janeiro, apesar de não ter antecedentes criminais e de viver no Minnesota há oito anos.</P><br />
<P>A sua saúde deteriorou-se rapidamente no centro, de acordo com a ação judicial, acrescentando que tem problemas respiratórios e dificuldade em andar, depois de ter lesionado o joelho enquanto estava detido.</P><br />
<P>&#8220;Vivi os piores dias e meses da minha vida neste lugar. O que estou aqui a passar, não o desejaria nem ao meu pior inimigo&#8221;, contou Rodríguez, originário da Venezuela, numa declaração escrita. </P><br />
<P>Outras três pessoas também morreram no local, uma por suicídio, outra por insuficiência renal e a terceira por homicídio num confronto com funcionários do centro, segundo relatórios oficiais e fugas de informação para os meios de comunicação norte-americanos.</P><br />
<P>A quarta morte, mencionada no processo, mas não incluída nos números oficiais, ocorreu dias depois de a pessoa ter sido libertada do centro. </P><br />
<P>As ONG alegaram que se deveu a &#8220;negligência médica&#8221; sofrida durante a detenção.</P><br />
<P>Sob a atual administração, as detenções de migrantes nos EUA atingiram níveis recorde e, em Janeiro, os EUA detiveram mais de 73.000 migrantes, o número mais elevado desde a criação do Departamento de Segurança Interna (DHS) em 2001. </P><br />
<P>Este ano, pelo menos dezoito pessoas morreram sob custódia das autoridades de imigração, o maior número de mortes em duas décadas. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770838]]></sapo:autor>
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		<title>Greenpeace aponta fraudes em licenças de garimpo ligadas a 3,14 mil ME em ouro na Amazónia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 22:44:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Greenpeace Brasil afirmou hoje que falhas no sistema de controlo da mineração permitiram o uso de permissões de lavra garimpeira para supostamente lavar ouro extraído ilegalmente na Amazónia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Greenpeace Brasil afirmou hoje que falhas no sistema de controlo da mineração permitiram o uso de permissões de lavra garimpeira para supostamente lavar ouro extraído ilegalmente na Amazónia.</P><br />
<P>Segundo relatório divulgado pela organização, entre 2018 e março de 2026, 98 das 187 permissões de lavra garimpeira analisadas apresentaram irregularidades e concentraram 97% do ouro declarado nos processos examinados no período. </P><br />
<P>As 98 permissões de lavra garimpeira com irregularidades permitiram a comercialização de 25,3 toneladas de ouros declarados à Agência Nacional de Mineração (ANM), órgão regulador do setor no país. </P><br />
<P>Esse volume corresponde a 18,4 mil milhões de reais em valores atualizados, o equivalente a 3,14 mil milhões de euros, aponta o Greenpeace no relatório &#8220;Lavagem de ouro na Amazónia: anatomia de uma fraude&#8221;.</P><br />
<P>Dentre as 98 permissões de lavra garimpeira consideradas irregulares, o Greenpeace detalhou oito casos que, segundo a organização, ilustram os principais mecanismos utilizados para inserir ouro de origem ilegal na cadeia formal de comercialização.</P><br />
<P>Um dos grupos é formado pelos chamados &#8220;garimpos fantasmas&#8221;, áreas que registaram produção de ouro e recolhimento de tributos, mas onde imagens de satélite e sobrevoos não identificaram atividade de mineração compatível com os volumes declarados.</P><br />
<P>Segundo o relatório, nesses casos a floresta permaneceu intacta ou apresentou intervenções insuficientes para justificar a quantidade de ouro informada aos órgãos de controle, levantando suspeitas sobre a origem real do minério comercializado.</P><br />
<P>A segunda categoria reúne os chamados garimpos em escala industrial, caracterizados pela exploração conjunta de múltiplas permissões de lavra garimpeira em áreas contíguas, formando operações que funcionariam como um único empreendimento de mineração. </P><br />
<P>Conforme o Greenpeace, esse modelo permite contornar exigências mais rigorosas de licenciamento ambiental e fiscalização aplicáveis à mineração industrial, além de criar condições favoráveis para a lavagem de ouro extraído de áreas proibidas.</P><br />
<P>O relatório do Greenpeace sustenta que brechas regulatórias e a ausência de um sistema robusto de rastreabilidade permitem que ouro retirado ilegalmente de terras indígenas e unidades de conservação seja incorporado ao mercado formal.</P><br />
<P>Para a organização não governamentais, conferir &#8220;total transparência&#8221; para a permisão de lavra garimpeira e cobrar &#8220;fiscalização mais robusta&#8221; da ANM &#8220;não é mais uma opção, mas uma necessidade&#8221;.</P><br />
<P>As permissões investigadas estão distribuídas entre 20 titulares nos estados do Pará, Mato Grosso e Rondônia.</P><br />
<P>Segundo o Greenpeace, as áreas analisadas registaram cerca de 6.652 declarações de arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), que é o &#8216;royalties&#8217; do setor, indicando comercialização bilionária do metal.</P><br />
<P>O relatório mostra que a dispensa de pesquisa mineral prévia dificulta estimativas confiáveis sobre o potencial produtivo das áreas autorizadas e abre espaço para declarações incompatíveis com a capacidade real de extração de ouro.</P><br />
<P>A organização defende que a Agência Nacional de Mineração passe a exigir pesquisas minerais prévias para novas permissões e promova o cancelamento de autorizações sem evidências claras de exploração.</P><br />
<P>O documento também relaciona a expansão do garimpo ilegal à destruição de florestas, à contaminação de rios por mercúrio e ao aumento de violações de direitos humanos em territórios indígenas da Amazónia.</P><br />
<P>&#8220;O avanço do garimpo compromete as condições de vida dos povos indígenas: contamina rios, afasta a fauna, degrada áreas de caça e pesca, inviabiliza práticas agrícolas tradicionais e ameaça a segurança alimentar&#8221;, informa.</P><br />
<P>&#8220;Também introduz doenças, violência, exploração sexual, tráfico de pessoas e outras violações de direitos humanos&#8221;, conclui.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770837]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Califórnia reconhece Dia dos Açores, Dia de Portugal e Mês da Herança Portuguesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 22:44:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A legislatura estadual da Califórnia aprovou hoje a resolução que declara junho como Mês da Herança Portuguesa, 10 de junho como Dia de Portugal e 25 de maio como Dia dos Açores, numa votação bipartidária sem votos contra. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A legislatura estadual da Califórnia aprovou hoje a resolução que declara junho como Mês da Herança Portuguesa, 10 de junho como Dia de Portugal e 25 de maio como Dia dos Açores, numa votação bipartidária sem votos contra. </P><br />
<P>A ACR-185 foi introduzida na assembleia estadual em abril pelas representantes luso-americanas Cecilia Aguiar-Curry (democrata) e Alexandra Macedo (republicana). </P><br />
<P>&#8220;Como neta de imigrantes da ilha açoriana Terceira, tenho a honra de reconhecer os inúmeros contributos dos luso-californianos&#8221;, afirmou Alexandra Macedo quando se dirigiu à assembleia para apresentar a resolução. </P><br />
<P>A votação, que decorreu no capitólio estadual em Sacramento, teve a presença do cônsul-geral de Portugal em São Francisco, Filipe Ramalheira, e do diretor do Instituto Português Além-Fronteiras e presidente da California Portuguese American Coalition, Diniz Borges. </P><br />
<P>&#8220;A história dos portugueses na Califórnia é uma de trabalho árduo, família, fé e comunidade&#8221;, afirmou Cecilia Aguiar-Curry, na sua apresentação. &#8220;Por mais de 200 anos, imigrantes portugueses, muitos dos Açores, ajudaram a construir a Califórnia especialmente na agricultura, laticínios e pescas&#8221;, continuou. </P><br />
<P>Para comemorar a aprovação com 51 votos a favor, Alexandra Macedo ofereceu aos representantes massa sovada da padaria portuguesa Pastry Delight, situada no seu distrito, que abarca partes dos condados de Tulare, Kings e Fresno. </P><br />
<P>No texto da resolução, as autoras salientaram que a presença portuguesa na Califórnia antecede o estabelecimento da Califórnia como parte dos Estados Unidos e existem &#8220;laços duradouros&#8221; entre o estado e os Açores. &#8220;Hoje, mais de 350 mil pessoas de origem portuguesa vivem na Califórnia, das quais aproximadamente 90% são de ascendência açoriana&#8221;, frisaram as representantes. </P><br />
<P>A importância da diáspora portuguesa no estado, em particular açoriana, continua a refletir-se nas organizações fraternais e no ensino da língua portuguesa, defenderam. &#8220;A Califórnia mantém uma relação de estado-irmão com a Região Autónoma dos Açores, promovendo a colaboração em energias renováveis, agricultura sustentável, turismo, tecnologia e intercâmbio cultural&#8221;, lê-se na resolução. </P><br />
<P>Foram ainda destacadas as contribuições de personalidades portuguesas na cultura californiana, citando Mary Astor, Katy Perry, Tom Hanks, Joe Perry, Nuno Bettencourt, Steve Perry e Sara Bareilles.</P><br />
<P>&#8220;Tradições culturais como a Festa do Espírito Santo e outras celebrações comunitárias continuam a ser expressões vitais da herança e identidade na Califórnia&#8221;, referiram as representantes. </P><br />
<P>A resolução ACR-185 tinha sido inicialmente apresentada a 27 de abril e passou a 18 de maio, mas a votação final só ocorreu esta segunda-feira. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770836]]></sapo:autor>
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		<title>Hegseth retira oficiais mulheres e homens negros da Marinha da lista de promoções &#8211; Media</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 22:44:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, bloqueou recentemente as promoções de pelo menos sete oficiais da Marinha, numa medida que afeta desproporcionalmente oficiais mulheres e oficiais de minorias, segundo os 'media' norte-americanos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, bloqueou recentemente as promoções de pelo menos sete oficiais da Marinha, numa medida que afeta desproporcionalmente oficiais mulheres e oficiais de minorias, segundo os &#8216;media&#8217; norte-americanos.</P><br />
<P>O The Philadelphia Inquirer noticiou hoje que pelo menos duas das oficiais retiradas por Hegseth da lista de promoções são mulheres, e dois são homens negros. Outros três são homens brancos.</P><br />
<P>As ações de Hegseth, também noticiadas pelo New York Times e Wall Street Journal, que parecem violar as regras que regem um sistema de promoções que deveria ser apolítico e baseado no mérito, foram denunciadas por quatro oficiais da defesa, atuais e antigos, que falaram sob condição de anonimato para discutir assuntos sensíveis de pessoal.</P><br />
<P>Nenhuma oficial feminina foi incluída na nova lista de oficiais de uma estrela, divulgada publicamente no final de maio, apesar de as mulheres representarem cerca de 21% da Marinha em serviço ativo. </P><br />
<P>A lista parece incluir apenas dois oficiais não brancos, embora os marinheiros que se identificam como minorias raciais representem cerca de 38% da Marinha em serviço ativo, adiantou o The Philadelphia Inquirer.</P><br />
<P>A remoção dos oficiais da lista de oficiais de uma estrela por Hegseth é altamente incomum, disseram os oficiais da defesa, atuais e antigos. </P><br />
<P>De acordo com as normas do Pentágono, o secretário da Defesa só deve retirar os oficiais da lista por falhas morais, mentais, físicas ou profissionais que levantem dúvidas sobre a capacidade dos oficiais para liderar.</P><br />
<P>Segundo o jornal norte-americano, as ações de Hegseth são as mais recentes de uma série de demissões e intervenções de pessoal que parecem ser motivadas pelas suas políticas anti-diversidade, em vez do desempenho dos oficiais. </P><br />
<P>Em conjunto, podem remodelar os altos escalões das Forças Armadas nos próximos anos.</P><br />
<P>Sean Parnell, o principal porta-voz do Pentágono, recusou-se a dizer porque é que Hegseth retirou os oficiais da lista de promoção da Marinha. </P><br />
<P>&#8220;As promoções militares são concedidas àqueles que as mereceram. O departamento nunca considerará a cor da pele ou o género de um militar como um fator para promoções&#8221;, garantiu Parnell, encanto a Marinha recusou comentar o caso.</P><br />
<P>Desde que assumiu o cargo, Hegseth demitiu ou afastou quase três dezenas de oficiais militares de alta patente, no âmbito de uma campanha mais ampla destinada a expurgar o Pentágono de líderes que depreciou como &#8220;tolos&#8221;, &#8220;imprudentes&#8221; e &#8220;progressistas&#8221;. </P><br />
<P>Recusou-se consistentemente a explicar por que razão optou por demitir oficiais ou retirá-los das listas de promoção.</P><br />
<P>O escrutínio sobre Hegseth recaiu fortemente sobre oficiais mulheres e de minorias, que sofreram o impacto mais forte dos despedimentos. </P><br />
<P>No início do ano, Hegseth retirou também quatro coronéis, dois homens negros e duas mulheres, da lista de nomeados do Exército para general de uma estrela, contrariando as objeções do secretário do Exército, Daniel P. Driscoll. </P><br />
<P>Driscoll insistiu que os oficiais tinham um longo historial de serviço exemplar e não tinham feito nada de errado.</P><br />
<P>Os oficiais selecionados para o posto de general de uma estrela são escolhidos por uma comissão de almirantes ou generais que analisam centenas de dossiers pessoais ao longo de reuniões que podem durar duas semanas. </P><br />
<P>Apenas cerca de 5% dos elegíveis para promoção a general de uma estrela são escolhidos, o que a torna a comissão mais competitiva das Forças Armadas dos EUA.</P><br />
<P>As listas são depois revistas pelos secretários de cada ramo das Forças Armadas e pelo secretário da Defesa, que, de acordo com as normas do Pentágono, podem excluir nomes em circunstâncias específicas, como o surgimento de novas informações que levantem dúvidas sobre as qualificações dos oficiais para o serviço.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770835]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Putin avisado por governo que gastos da guerra são incomportáveis &#8211; media</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 22:35:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ Redação, 01 jun 2026 (Lusa) - O Presidente russo, Vladimir Putin, foi avisado por altos funcionários das Finanças e do banco central de que os gastos com a guerra na Ucrânia estão numa trajetória insustentável, noticiou a Bloomberg News.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O Presidente russo, Vladimir Putin, foi avisado por altos funcionários das Finanças e do banco central de que os gastos com a guerra na Ucrânia estão numa trajetória insustentável, noticiou a Bloomberg News.</P><br />
<P>Segundo a agência, que cita fontes próximas do assunto e documentação analisada, as referidas autoridades alertaram o Kremlin de que o nível atual de gastos projetados com defesa corre o risco de aumentar perigosamente o défice orçamental do governo e propuseram novos cortes nestas despesas.  </P><br />
<P>Uma divisão entre os decisores políticos fez com que altos funcionários do Ministério da Defesa e alguns no Kremlin, determinados a prosseguir os objetivos de guerra de Putin, insistissem em proteger as despesas militares, argumentando que muitas empresas dependem de contratos militares para produzirem e criarem emprego.</P><br />
<P>Putin pediu aos funcionários do Ministério das Finanças que identificassem cortes de despesas noutras áreas do orçamento, antes da defesa, segundo as fontes da Bloomberg, que não obteve reação da parte do Kremlin.</P><br />
<P>O Ministério da Defesa exige mesmo financiamento adicional, segundo duas fontes próximas do Governo russo.  </P><br />
<P>As pressões orçamentais, tanto no ano passado como este ano, são do conhecimento do Presidente russo, de quem dependerá exclusivamente a dimensão de quaisquer cortes nas despesas.</P><br />
<P>No quinto ano da invasão em grande escala da Ucrânia, a economia e as finanças da Rússia enfrentam dificuldades crescentes, apesar da recente subida dos preços do petróleo resultante da guerra no Irão.</P><br />
<P>Segundo a Bloomberg, o preço do petróleo teria de se manter acima dos 100 dólares por barril durante pelo menos um ano para que a economia melhorasse significativamente, e este ganho inesperado não resolveria os problemas estruturais que afetam o crescimento, a inflação e o setor bancário.</P><br />
<P>Mesmo os setores ligados às encomendas da indústria de defesa estatal deverão expandir apenas 4% a 5% em 2026, tendo crescido perto de um terço nos últimos anos, devido às encomendas militares.</P><br />
<P>Depois de ter reduzido a sua previsão de crescimento em maio, a Rússia está à beira da recessão, com o Ministério da Economia a prever agora que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 0,4% em 2026, abaixo da estimativa anterior de 1,3%. Os dados oficiais mostram que a economia contraiu no primeiro trimestre pela primeira vez em três anos.</P><br />
<P>Apesar do aumento das receitas petrolíferas devido à guerra no Médio Oriente, o défice nos primeiros quatro meses do ano aumentou para 2,5% do PIB, cerca de 50% acima do orçamentado, segundo dados oficiais.</P><br />
<P>Fortemente afetada pelas sanções internacionais, a economia russa está mais debilitada e o governo aumentou alguns impostos, estando ainda a considerar novos agravamentos fiscais, nomeadamente sobre alguns produtores de matérias-primas e bancos para ajudar a cobrir o défice orçamental.</P><br />
<P>O crescente rombo financeiro da Rússia provocou na semana passada a ira de um parlamentar veterano da câmara baixa do parlamento, Valery Gartung, que recordou a hiperinflação após o colapso da União Soviética. </P><br />
<P>&#8220;O que vamos fazer em relação a isso?&#8221;, questionou. &#8220;Imprimir dinheiro ou quê? Como em 1992, quando os preços subiam 30% todas as semanas? Sabemos que não é essa a solução&#8221;, afirmou o parlamentar.</P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e &#8220;desnazificar&#8221; o país vizinho, independente desde 1991 &#8211; após a desagregação da antiga União Soviética &#8211; e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.  </P><br />
<P>No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado e exige, para pôr fim ao conflito, que a Ucrânia lhe ceda pelo menos quatro regiões &#8211; Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia &#8211; além da península da Crimeia, anexada em 2014, e renuncie para sempre a aderir à NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental).  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770831]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha 4.ª sessão consecutiva com recordes dos principais índices</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 21:33:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina manteve a tendência ascendente e fechou uma quarta sessão consecutiva com recordes dos seus índices emblemáticos, o seletivo Dow Jones Industrial Average, o tecnológico Nasdaq e o alargado S&#38;P500, graças em muito à inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina manteve a tendência ascendente e fechou uma quarta sessão consecutiva com recordes dos seus índices emblemáticos, o seletivo Dow Jones Industrial Average, o tecnológico Nasdaq e o alargado S&amp;P500, graças em muito à inteligência artificial (IA). </P><br />
<P>Assim, o Dow ganhou 0,09%, para os 51.078,88 pontos, o Nasdaq avançou 0,42%, para as 27.086,81 unidades e o S&amp;P500 valorizou 0,26%, para as 7.599,96.</P><br />
<P>&#8220;Neste primeiro dia de junho, os investidores não pareceram preocupados com a geopolítica (&#8230;), apesar dos riscos de inflação e arrefecimento económico ligados ao conflito&#8221; no Médio Oriente, comentou Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Donald Trump assegurou hoje que Israel e o Hezbollah tinham-lhe prometido o apaziguamento no Líbano e acrescentou que as negociações continuavam bem com o Irão, &#8220;a um ritmo rápido&#8221;.</P><br />
<P>Uma afirmação que contradiz a da agência noticiosa iraniana Tasnim, segundo a qual Teerão rompeu o diálogo indireto com Washington, por causa da ofensiva israelita no Líbano.</P><br />
<P>Esta situação levou à subida das cotações do petróleo e dos rendimentos obrigacionistas.</P><br />
<P>Mas, apesar das pressões inflacionistas, &#8220;os investidores não parecem abandonar&#8221; a alta atual do mercado, observou Christopher Low, da FHN Financial, em declarações à AFP.</P><br />
<P>E hoje voltaram a lançar-se sobre os títulos as tecnológicas. </P><br />
<P>O último impulso de acelerador foi dado pelo anúncio da Nvidia de um novo processador para computadores portáteis que usam o Windows para modernizar estes aparelhos para a era da IA. </P><br />
<P>Em consequência, a primeira capitalização mundial ganhou 6,26%, e a Microsoft 2,28%.</P><br />
<P>O movimento aproveitou também à Dell (+10,74%), HP (+3,34%), Oracle (+9,87%) ou Micron (6,56%).</P><br />
<P>Em contrapartida, os concorrentes da Nvidia no segmento das CPU (unidade central de processamento) sofreram com o anúncio, como Intel (-4,67%), Qualcomm (-8,78%) e AMD (-1,16%).</P></p>
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