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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Livre/Congresso: Jorge Pinto quer Livre &#8220;no poder já no próximo ciclo eleitoral&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 13:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O porta-voz do Livre Jorge Pinto manifestou-se hoje convicto de que o seu partido "vai ser poder já no próximo ciclo eleitoral", seja a nível europeu, autárquico ou legislativo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O porta-voz do Livre Jorge Pinto manifestou-se hoje convicto de que o seu partido &#8220;vai ser poder já no próximo ciclo eleitoral&#8221;, seja a nível europeu, autárquico ou legislativo.</P><br />
<P>No encerramento do 17.º Congresso do Livre, que termina hoje no Hockey Club de Sintra, em Lisboa, Jorge Pinto discursava depois de ter sido eleito porta-voz, cargo que vai ocupar em dupla com Isabel Mendes Lopes, que se mantém nestas funções, após a saída de Rui Tavares.</P><br />
<P>Já na fase final do seu discurso, com toda a direção eleita no palco, Jorge Pinto afirmou que &#8220;com esta equipa de 15 pessoas&#8221; o partido vai &#8220;à conquista do poder&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Com esta equipa, nós vamos mostrar que há uma maneira de esquerda ecologista, libertária e europeísta de fazer política em Portugal e que é esta visão política que vai conquistar votos, que vai crescer, que se vai ampliar e enraizar no nosso país&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>Jorge Pinto antecipou que &#8220;já no próximo ciclo eleitoral, a nível europeu, a nível autárquico, a nível legislativo&#8221; o Livre &#8220;vai ser poder&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Foi para isso que o Livre nasceu: para ser poder, para mudar a vida das pessoas e para dizer que há um Portugal que nós amamos e pelo qual vale a pena lutar. Viva o Livre&#8221;, rematou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788293]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O hábito “saudável” que pode tirar anos de vida, segundo especialistas em longevidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 13:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A principal recomendação consiste em evitar o excesso, diversificar as fontes e manter uma dieta equilibrada, rica em alimentos de origem vegetal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">As dietas ricas em proteína tornaram-se populares entre quem procura preservar a massa muscular, controlar o peso e envelhecer com mais saúde. No entanto, especialistas em longevidade alertam que o consumo excessivo de proteína de origem animal pode produzir o efeito contrário e contribuir para acelerar o envelhecimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proteína continua a ser um nutriente essencial, sobretudo à medida que a idade avança. Suzanne J. Ferree, médica especializada em medicina familiar, antienvelhecimento e regenerativa, explicou ao HuffPost que os adultos mais velhos podem precisar de uma ingestão superior à dos mais jovens, uma vez que o organismo perde naturalmente massa muscular com o passar dos anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">As necessidades variam consoante a saúde e as características de cada pessoa. Como referência, a agência americana responsável pela regulação dos alimentos e medicamentos aponta para cerca de 50 gramas diários numa alimentação de 2.000 calorias. O problema surge quando esse valor é largamente ultrapassado e a maior parte da proteína consumida provém de carne, lacticínios e ovos.</p>
<p><strong>Excesso de proteína animal pode acelerar o envelhecimento</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Monisha Bhanote, médica e especialista em longevidade, considera um erro acreditar que quanto maior for a ingestão de proteína, melhor será a saúde. Segundo explicou ao HuffPost, muitas pessoas acabam por consumir produtos de origem animal em excesso, na convicção de que isso é indispensável para manter os músculos e prolongar a vida.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos Estados Unidos, o consumo médio ronda os 100 gramas de proteína por dia, o dobro da recomendação indicada. Cerca de três quartos da população cumpre ou ultrapassa as orientações relativas à ingestão de carne, aves e ovos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Bhanote associa os possíveis efeitos negativos da proteína animal a dois tipos de compostos: os produtos finais de glicação avançada, conhecidos pela sigla AGE, e o N-óxido de trimetilamina, ou TMAO.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os AGE formam-se quando proteínas ou gorduras se combinam com açúcar na corrente sanguínea. Alimentos de origem animal preparados na grelha, fritos ou assados podem apresentar níveis mais elevados destes compostos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com o tempo, os AGE podem acumular-se nos tecidos e favorecer o stress oxidativo e a inflamação, dois processos associados ao envelhecimento celular. Segundo a especialista, estes compostos podem danificar proteínas, ADN e outras estruturas celulares, contribuindo para doenças como diabetes, problemas cardiovasculares e Alzheimer.</p>
<p><strong>Composto associado a doenças cardiovasculares</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Já níveis elevados de TMAO têm sido relacionados com um maior risco de aterosclerose, enfarte e acidente vascular cerebral. Bhanote explica que este composto pode favorecer a acumulação de colesterol nas artérias e dificultar a sua remoção pelo organismo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O processo poderá aumentar a inflamação e agravar os danos no sistema cardiovascular, com consequências para a saúde do coração, o funcionamento das células e a longevidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Raghav Sehgal, investigador da Universidade de Yale dedicado ao envelhecimento humano, alerta também para o perigo das dietas que prometem resultados rápidos. Entre os exemplos encontra-se a dieta cetogénica, que reduz fortemente os hidratos de carbono e privilegia o consumo de gordura e proteína.</p>
<p class="isSelectedEnd">Neste tipo de regime, carne e ovos ocupam frequentemente um lugar central. O problema, segundo os especialistas citados, é que uma ingestão muito elevada destes alimentos poderá anular parte dos benefícios procurados.</p>
<p><strong>Proteínas vegetais e peixe surgem como alternativas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A recomendação dos especialistas passa por dar maior protagonismo às proteínas de origem vegetal e ao peixe. Feijão, lentilhas, grão-de-bico, soja, frutos secos e sementes fornecem proteína, fibras, antioxidantes e outros nutrientes associados à saúde cardiovascular.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estes alimentos podem ajudar a reduzir a inflamação e o risco de doenças crónicas. Bhanote acrescenta que as proteínas vegetais apresentam naturalmente menos AGE e não contribuem para a produção de TMAO da mesma forma que determinados alimentos de origem animal.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estudos referidos no artigo indicam que dietas com maior presença de proteínas vegetais estão associadas a uma redução do risco de morte por doenças cardiovasculares e por outras causas. A substituição de parte da proteína animal por fontes vegetais poderá, por isso, favorecer a longevidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">O peixe também é distinguido da carne devido à sua composição nutricional. O consumo regular de pescado foi associado a uma redução de 12% no risco de morte prematura. Os peixes ricos em proteína e gorduras insaturadas podem apoiar a saúde cerebral, o equilíbrio hormonal e o controlo da inflamação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de a maioria dos americanos consumir carne, aves e ovos em quantidade suficiente ou excessiva, cerca de 90% não cumpre as recomendações relativas ao consumo de produtos do mar.</p>
<p>Os especialistas não defendem a eliminação da proteína da alimentação. Pelo contrário, reforçam que este nutriente é indispensável e assume particular importância com o envelhecimento. A principal recomendação consiste em evitar o excesso, diversificar as fontes e manter uma dieta equilibrada, rica em alimentos de origem vegetal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787960]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Livre/Congresso: Oposição interna alerta direção para &#8220;perigo da maioria absoluta&#8221; e &#8220;risco de Narciso&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 12:41:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dirigentes do Livre eleitos pelas listas minoritárias alertaram hoje para os perigos da maioria absoluta obtida por Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto e para o risco de o partido se encantar com a própria imagem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os dirigentes do Livre eleitos pelas listas minoritárias alertaram hoje para os perigos da maioria absoluta obtida por Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto e para o risco de o partido se encantar com a própria imagem.</P><br />
<P>No 17º Congresso do Livre, que termina hoje em Sintra, Tiago Mota &#8212; eleito para o Grupo de Contacto (direção do Livre) pela lista V, com 9,4% dos votos &#8212; agradeceu às outras listas o &#8220;trabalho democrático de debate que aconteceu nestas últimas semanas&#8221;, mas avisou a mais votada que &#8220;a responsabilidade de uma maioria absoluta traz poder absoluto também&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É perigoso, todos nós sabemos. Sabemos porque no passado, na nossa democracia, tivemos várias maiorias absolutas e dentro do nosso partido também temos muitas minorias e sabemos a importância de as fazer ouvir&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>O dirigente do Livre mostrou-se disponível para colaborar e defendeu a importância do escrutínio da atividade do partido.</P><br />
<P>&#8220;Não é uma questão de perseguição, não é uma questão de crítica, nós precisamos salvaguardar a democracia e isso exige sempre transparência e escrutínio. Queremos começar uma nova forma de estar&#8221;, disse.</P><br />
<P>Tiago Mota defendeu que é preciso garantir que o Grupo de Contacto oiça os militantes e apoiantes do partido e avisou que &#8220;não há desculpas para atrasos em orçamentos, não há desculpas para centralização no Parlamento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Porque nós estamos convosco, camaradas. Estamos mesmo convosco, queremos, sobretudo, trabalhar juntos&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Pela lista S, Rodrigo Brito considerou que o crescimento do Livre não se deveu &#8220;apenas às lideranças&#8221;, foi &#8220;construído por muitas pessoas&#8221;, e defendeu que o partido não &#8220;pode ficar prisioneiro&#8221; dessa subida.</P><br />
<P>&#8220;Há momentos em que os partidos em ascensão correm o risco de Narciso, de se encantarem com a sua própria imagem. Estes últimos tempos deram-nos alguns avisos disso e não podemos correr mais esse risco&#8221;, alertou.</P><br />
<P>O eleito pela lista S &#8211; que conseguiu três membros para o Grupo de Contacto, com 20,8% dos votos &#8212; sustentou que o Livre teve &#8220;campanhas dignas e bem-sucedidas, causas justas e intervenções necessárias&#8221;, mas também &#8220;momentos de estratégia pouco consequente ou hesitante, feita de gestos mais do que propostas concretas e rumos definidos&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Tivemos decisões e negociações estratégicas tomadas apressadamente ou fora dos órgãos competentes, e o apagamento desses órgãos, por vezes em detrimento da sua vocação de colegialidade. Não podemos continuar a ter esse tipo de situação, temos de estar todos cá&#8221;, salientou, pedindo &#8220;órgãos inteiros&#8221;.</P><br />
<P>Rodrigo Brito considerou ainda que o congresso deu &#8220;sinais políticos que é preciso um rumo mais focado em problemas da economia, problemas concretos da vida das pessoas e problemas de transformação do sistema económico e social&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E deu-nos sinais políticos que dão razão ao que já dizíamos há dois anos, da importância de cuidarmos dos nossos núcleos territoriais, de lhes dar autonomia, de lhes dar meios, mas não os controlar, de deixá-los fazer o seu trabalho. [&#8230;] Vamos assumir esses sinais políticos&#8221;, pediu.</P><br />
<P>A lista A candidata ao Grupo de Contacto (direção) do Livre, encabeçada por Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto obteve hoje 432 votos, conquistando 11 de um total de 15 lugares.</P><br />
<P>De acordo com os resultados anunciados pela presidente da Mesa do 17.º Congresso, Patrícia Gonçalves, que decorreu no Hockey Club de Sintra, em Lisboa, a lista S, encabeçada pelo dirigente Rodrigo Brito conquistou três lugares (132 votos) e a lista V, liderada por Tiago Mota, conquistou um eleito (60 votos).</P><br />
<P>Em 2024, a lista A conquistou 10 dos 15 lugares, reforçando agora a sua representação com mais um lugar, e as listas opositoras das mesmas correntes, conquistaram três lugares e dois lugares respetivamente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788292]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Livre/Congresso: Livre desafia PS a travar revisão constitucional ameaçando chumbar OE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 12:28:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A porta-voz do Livre Isabel Mendes Lopes desafiou hoje o PS a travar uma revisão constitucional à direita ameaçando chumbar o próximo Orçamento do Estado, de forma a pressionar os sociais-democratas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A porta-voz do Livre Isabel Mendes Lopes desafiou hoje o PS a travar uma revisão constitucional à direita ameaçando chumbar o próximo Orçamento do Estado, de forma a pressionar os sociais-democratas. </P><br />
<P>Isabel Mendes Lopes falava durante o 17.º Congresso do Livre, que termina hoje, em Sintra, depois de ter sido reeleita porta-voz, agora com o deputado Jorge Pinto.</P><br />
<P>A dirigente voltou a rejeitar um processo de revisão constitucional feito apenas à direita &#8211; cuja entrega de projetos está suspensa até dezembro, a pedido do PSD e Chega &#8211; acusando estes partidos de quererem &#8220;esventrar a Constituição&#8221;. </P><br />
<P>Com representantes do PS a ouvi-la no Hockey Club de Sintra, a também líder parlamentar realçou que os socialistas têm &#8220;os votos para conseguir negociar&#8221; e pressionar o PSD.</P><br />
<P>A líder desafiou os socialistas a avisar a bancada social-democrata de que se avançarem com uma revisão constitucional &#8220;não contam&#8221; com o PS para &#8220;mais nada, inclusive para Orçamento do Estado&#8221;.</P><br />
<P>Isabel Mendes Lopes fez ainda referência ao processo de correção dos exames nacionais, que tem estado envolto em polémica devido a falhas no novos sistema digital, o que levou a atrasos na divulgação das notas. A dirigente defendeu que o prazo para as candidaturas ao Ensino Superior seja alargado.</P><br />
<P>Na primeira parte da sua intervenção, Isabel Mendes Lopes acusou o atual executivo PSD/CDS-PP de &#8220;ataques concretos&#8221; em várias áreas que apenas &#8220;servem para dividir&#8221; a sociedade, visando os imigrantes, os direitos da comunidade LGBTQIA+ ou das mães que amamentam, numa referência a uma das medidas que constava do pacote laboral.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788291]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>“Caixa Negra” da Terra vai registar cada passo da humanidade rumo à catástrofe climática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 12:00:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma estrutura de aço, concebida para resistir ao tempo e ao colapso, vai ser instalada na costa oeste da Tasmânia, na Austrália, com um objetivo invulgar: registar “cada passo” da humanidade em direção a uma eventual catástrofe climática.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Uma estrutura de aço, concebida para resistir ao tempo e ao colapso, vai ser instalada na costa oeste da Tasmânia, na Austrália, com um objetivo invulgar: registar “cada passo” da humanidade em direção a uma eventual catástrofe climática.</p>
<p class="isSelectedEnd">O projeto chama-se Earth’s Black Box, ou “Caixa Negra” da Terra, e deverá ficar operacional até ao final do ano, se o calendário avançar como previsto. A estrutura será colocada num antigo aeroporto desativado, numa zona de paisagem granítica da Tasmânia, ilha situada a cerca de 240 quilómetros da Austrália continental.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ideia inspira-se nas caixas negras dos aviões, dispositivos quase indestrutíveis que guardam dados de voo e ajudam a reconstruir acidentes. Neste caso, o planeta é o avião e a humanidade é o piloto.</p>
<p><strong>Uma estrutura de aço para guardar dados sobre o clima</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A “Caixa Negra” da Terra terá aproximadamente o tamanho de um autocarro urbano e será construída com aço de cerca de 7,6 centímetros de espessura. A estrutura será rodeada por painéis de betão e coberta por um telhado de vidro resistente, com painéis solares instalados por baixo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O objetivo é proteger e alimentar o sistema de registo instalado no interior. O dispositivo vai recolher centenas de indicadores climáticos e informação contextual, incluindo temperaturas, subida do nível do mar, discursos políticos e relatórios sobre clima.</p>
<p class="isSelectedEnd">Rob Beamish, fundador e diretor criativo da agência de comunicação ambiental Rouser Lab, uma das organizações envolvidas no projeto, descreve a estrutura como um dispositivo de registo de dados “essencialmente indestrutível” e autónomo em termos energéticos.</p>
<p class="isSelectedEnd">No curto prazo, a caixa deverá comunicar dados atuais e conclusões ao público. A informação poderá ser consultada online e os visitantes do local poderão ligar-se à estrutura através dos seus telemóveis.</p>
<p><strong>Um registo para futuras civilizações</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A ambição de longo prazo é mais sombria. Se as alterações climáticas conduzirem ao colapso da humanidade, a Earth’s Black Box pretende deixar um registo para eventuais civilizações futuras.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o site do projeto, a estrutura deverá fornecer um relato imparcial dos acontecimentos que levaram ao declínio do planeta.</p>
<p class="isSelectedEnd">A iniciativa combina instalação artística, arquivo de dados, cápsula do tempo e alerta público. Além da Rouser Lab, o projeto envolve também a agência Clemenger e o coletivo artístico Glue Society.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para os responsáveis, a “Caixa Negra” pretende funcionar como chamada de atenção para a crise climática, obrigando o público a confrontar-se com os riscos acumulados.</p>
<p><strong>Projeto foi anunciado em 2021, mas ainda não arrancou no terreno</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Earth’s Black Box foi apresentada em 2021, durante a COP26, a conferência das Nações Unidas sobre clima realizada em Glasgow. Na altura, o projeto gerou forte atenção mediática e chegou a ser referido por Stephen Colbert no programa Late Show.</p>
<p class="isSelectedEnd">Inicialmente, os promotores apontavam para a conclusão da estrutura em 2022. Quatro anos depois, a construção ainda não começou no local, embora os componentes estejam a ser montados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Rob Beamish reconhece que se trata de um projeto ambicioso, com exigências de desenho, engenharia, aprovações de construção e financiamento. A maior parte dos fundos tem vindo de donativos. Apesar dos atrasos, a expectativa é que a estrutura possa estar operacional em dezembro.</p>
<p><strong>Tasmânia escolhida pela estabilidade geológica e política</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A localização na Tasmânia foi escolhida por razões de estabilidade. Shane Pitt, presidente da região de West Coast, afirmou que a ilha é uma das zonas mais estáveis do mundo do ponto de vista geológico e político.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável local acredita também que o projeto poderá atrair visitantes a esta área remota da ilha, onde vivem cerca de 4.600 pessoas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A estrutura ficará instalada numa região marcada por paisagens naturais e isolamento, características que reforçam a ideia de permanência e preservação associada ao projeto.</p>
<p><strong>Cientistas questionam impacto do medo na ação climática</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da força simbólica da iniciativa, alguns especialistas questionam se o projeto terá capacidade real para provocar mudanças duradouras.</p>
<p class="isSelectedEnd">Katharine Hayhoe, cientista atmosférica da Texas Tech University e cientista-chefe da Nature Conservancy, considera que a caixa poderá funcionar como um complemento aos registos já preservados pela própria Terra.</p>
<p class="isSelectedEnd">O planeta guarda a sua história climática em elementos naturais como anéis de árvores, núcleos de gelo e corais, que permitem reconstruir o clima ao longo de milhares de anos. A “Caixa Negra” poderá ajudar a conservar informação em escalas temporais mais precisas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, Hayhoe discorda da ideia de que o medo seja suficiente para gerar ação climática. Para a cientista, o medo pode aumentar a consciência e a partilha de informação, mas não leva necessariamente as pessoas a agir. Sem saberem o que fazer, tenderão a não fazer nada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Anthony Leiserowitz, professor de comunicação climática na Yale School of Environment, também alerta para os limites do medo. Segundo o especialista, essa emoção funciona perante ameaças imediatas, mas é menos eficaz em problemas crónicos e progressivos, como as alterações climáticas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Leiserowitz acrescenta que, mesmo que o projeto consiga gerar atenção, seria necessário manter narrativas repetidas ao longo de anos para permanecer na memória pública.</p>
<p><strong>“Ainda há esperança” para evitar o pior</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os promotores da Earth’s Black Box assumem que a estrutura pretende provocar inquietação, mas também transmitir uma mensagem de esperança.</p>
<p class="isSelectedEnd">Rob Beamish defende que o medo pode ser um forte motivador para a ação climática, mas sublinha que o “avião ainda está no ar”. Ou seja, ainda existe margem para evitar os piores cenários das alterações climáticas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para o responsável, a função principal da caixa é forçar a realidade climática e o risco existencial das alterações climáticas a entrar na consciência pública.</p>
<p>A Earth’s Black Box nasce, assim, como um aviso material e permanente: se a humanidade falhar, ficará pelo menos um registo do caminho que seguiu até à crise.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787686]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal vence Canadá e conquista primeira vitória na Nations Cup de râguebi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 11:45:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A seleção portuguesa de râguebi conquistou no sábado a primeira vitória na edição inaugural da Nations Cup, ao bater o Canadá, por 38-14, em jogo disputado em Edmonton, no Canadá.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A seleção portuguesa de râguebi conquistou no sábado a primeira vitória na edição inaugural da Nations Cup, ao bater o Canadá, por 38-14, em jogo disputado em Edmonton, no Canadá.</P><br />
<P>Portugal, que se tinha estreado na competição com uma derrota frente aos Estados Unidos (30-29), em 05 de julho, já vencia ao intervalo por 12-7.</P><br />
<P>Os &#8216;lobos&#8217; ainda estiveram a perder diante dos canadianos, mas reagiram com ensaios de Samuel Marques e Tomás Appleton, o que lhes deu vantagem na primeira metade do encontro.</P><br />
<P>Na segunda parte, a formação orientada por Simon Mannix viu Raffaele Storti marcar dois ensaios e Appleton bisar, num marcador que se avolumou com um ensaio de Guilherme Vasconcelos, num resultado convincente e acrescido de bónus.</P><br />
<P>O próximo jogo dos &#8216;lobos&#8217; está marcado para sábado, 18 de julho, frente a Tonga, em Winnipeg, no Canadá.</P><br />
<P>Portugal é uma das 12 seleções convidadas para participar na primeira edição da Nations Cup, uma nova competição internacional organizada pela World Rugby, que vai decorrer nas &#8216;janelas&#8217; internacionais de julho e de novembro deste ano.</P><br />
<P>A Nations Cup está dividida em dois grupos de seis equipas, sendo o A composto por seleções das Américas e Pacífico (Canadá, Chile, Samoa, Tonga, Uruguai e Estados Unidos), enquanto o B é formado por equipas da Europa, Ásia e África (Geórgia, Portugal, Roménia, Espanha, Hong Kong, China e Zimbabué).</P><br />
<P>Cada seleção vai defrontar na competição as equipas do grupo oposto, num formato de todos contra todos e ao longo das &#8216;janelas&#8217; internacionais de julho e novembro. No final, a equipa mais bem classificada de cada grupo será coroada campeã da Nations Cup de 2026, o mesmo sucedendo na segunda edição, agendada para 2028.</P><br />
<P>Pelo meio destas duas edições, realizar-se-á o Campeonato do Mundo de 2027, na Austrália, onde a seleção portuguesa vai enfrentar a Irlanda, a Escócia e o Uruguai, no Grupo D.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788290]]></sapo:autor>
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		<title>Livre/Congresso: Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto eleitos porta-vozes por larga maioria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 11:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A lista A candidata ao Grupo de Contacto (direção) do Livre, encabeçada por Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto obteve hoje 432 votos, conquistando 11 de um total de 15 lugares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A lista A candidata ao Grupo de Contacto (direção) do Livre, encabeçada por Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto obteve hoje 432 votos, conquistando 11 de um total de 15 lugares. </P><br />
<P>De acordo com os resultados anunciados pela presidente da Mesa do 17.º Congresso, Patrícia Gonçalves, que decorreu no Hockey Club de Sintra, em Lisboa, a lista S, encabeçada pelo dirigente Rodrigo Brito conquistou três lugares (132 votos) e a lista V, liderada por Tiago Mota, conquistou um eleito (60 votos).</P><br />
<P>Em 2024, a lista A conquistou 10 dos 15 lugares, reforçando agora a sua representação com mais um lugar, e as listas opositoras das mesmas correntes, conquistaram três lugares e dois lugares respetivamente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788289]]></sapo:autor>
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		<title>Livre/Congresso: Verdes Europeus acusam Comissão Europeia de &#8220;normalizar a extrema-direita&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 11:23:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A co-porta-voz do Partido Verde Europeu, Vula Tsetsi, acusou hoje a Comissão Europeia e os partidos de centro-direita de "normalizarem a extrema-direita" e defendeu o reconhecimento da Palestina, momento que levantou o congresso do Livre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A co-porta-voz do Partido Verde Europeu, Vula Tsetsi, acusou hoje a Comissão Europeia e os partidos de centro-direita de &#8220;normalizarem a extrema-direita&#8221; e defendeu o reconhecimento da Palestina, momento que levantou o congresso do Livre.</P><br />
<P>A dirigente falava no 17.º Congresso do Livre, que decorre em Sintra (distrito de Lisboa) e termina hoje com o anúncio dos resultados da eleição nos novos órgãos do partido.</P><br />
<P>Vula Tsetsi afirmou que a &#8220;extrema-direita está subir na União Europeia&#8221; e tem alvos &#8220;muito claros, o primeiro a imigração, o segundo o &#8216;green deal'&#8221;.</P><br />
<P>A dirigente dos Verdes Europeus acusou os partidos de centro-direitos e a Comissão Europeia de normalizarem a extrema-direita, &#8220;porque acreditam que assim conseguem reforçar o seu poder, o que considerou &#8220;vergonhoso&#8221;, e salientou a necessidade de combater estes partidos.</P><br />
<P>Vula Tsetsi pediu também que não existam dois critérios em relação aos conflitos, nomeadamente na Ucrânia e no Médio Oriente.</P><br />
<P>A grega defendeu o reconhecimento da Palestina pela União Europeia, considerando que &#8220;não pode ser cúmplice de um genocídio&#8221;, momento em que o congresso aplaudiu de pé.</P><br />
<P>A co-porta-voz do Partido Verde Europeu pediu ainda que não se abandone a solução dos dois Estados e que se faça &#8220;tudo o que é possível&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Na política precisamos de consistência e de moral&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Vula Tsetsi referiu-se também à onda de calor que afeta a Europa e considerou que &#8220;as consequências das alterações climáticas são visíveis, estão a matar pessoas&#8221;.</P><br />
<P>A dirigente dos Verdes Europeus defendeu que a Europa tem de ter a &#8220;capacidade de ser autónoma e desenvolvida de forma sustentável&#8221; e deve &#8220;libertar-se dos ditadores&#8221;, nomeadamente a nível energético, com uma maior aposta nas renováveis.</P><br />
<P>Antes da sua intervenção, o porta-voz cessante do Livre, Rui Tavares, considerou Vula Tsetsi uma &#8220;grandes aliada&#8221; ao partido e agradeceu à grega o &#8220;grande esforço&#8221; para estar presente em Sintra.</P><br />
<P>O deputado anunciou também que o partido vai apresentar uma candidatura para que Portugal receba na próximo ano &#8220;a &#8216;green academy&#8217;, a universidade da Fundação Verde Europeia&#8221;.</P><br />
<P>Os trabalhos arrancaram pelas 11:00 e, após a intervenção da dirigente europeia o congresso aprovou por unanimidade um voto de louvor a Pedro Mendonça, que foi até agora presidente do conselho de jurisdição.</P><br />
<P>O voto &#8211; proposto por todos os deputados e vários outros dirigentes &#8211; foi lido pela presidente da Mesa, Patrícia Gonçalves, que se emocionou ao ler.</P><br />
<P>O congresso agradeceu a Pedro Mendonça a &#8220;lealdade ao projeto&#8221;, salientando que o dirigente &#8220;serviu o Livre nos palcos e nos bastidores, nas vitórias e nas horas difíceis, com a mesma disponibilidade e o mesmo respeito pelas pessoas e instituições&#8221;, e destacou &#8220;todo o seu trabalho e dedicação em prol do Livre durante mais de 10 anos nos seus órgãos&#8221;.</P><br />
<P>Chamado ao palco, Pedro Mendonça referiu que &#8220;nunca esteve sozinho&#8221; e, por isso, conseguiu dar o seu &#8220;melhor ao partido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ninguém é sozinho no Livre, todos somos uma comunidade, todos somos livres&#8221;, afirmou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788288]]></sapo:autor>
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		<title>Organização de proteção do património pede &#8220;esclarecimentos urgentes&#8221; à Câmara do Porto sobre obras no centro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 11:04:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Conselho Internacional de Monumentos e Sítios pediu à Câmara do Porto "esclarecimentos urgentes" sobre várias empreitadas no centro histórico da cidade, nomeadamente na zona classificada como Património Mundial pela UNESCO, avançou hoje a instituição em resposta à Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho Internacional de Monumentos e Sítios pediu à Câmara do Porto &#8220;esclarecimentos urgentes&#8221; sobre várias empreitadas no centro histórico da cidade, nomeadamente na zona classificada como Património Mundial pela UNESCO, avançou hoje a instituição em resposta à Lusa.</P><br />
<P>&#8220;O ICOMOS PT, no âmbito da sua missão, solicitou ao município do Porto esclarecimentos urgentes sobre as intervenções noticiadas, nomeadamente se foram aprovadas e com que fundamentação. Caso não tenham sido aprovadas, quais as diligências efetuadas no quadro da fiscalização e atuação em conformidade&#8221;, anunciou a ONG dedicada à conservação, proteção e valorização dos monumentos, conjuntos e sítios.</P><br />
<P>A Lusa questionou o ICOMOS Portugal (sigla inglesa do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios) sobre as obras de alteração e ampliação que a Diocese do Porto iniciou recentemente no Seminário Maior de Nossa Senhora da Conceição, junto à Catedral da Sé, e que têm originado alguma contestação entre moradores do Centro Histórico, mas há mais intervenções nesta zona que tem gerado debate.</P><br />
<P>Na terça-feira, o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, afirmou na Assembleia Municipal que a autarquia fez participação de contraordenação da demolição do interior da Confeitaria Serrana, e que esta obra causou &#8220;estranheza, indignação, estupefação&#8221; aos serviços.</P><br />
<P>A notícia da demolição do interior da Confeitaria Serrana foi avançada pelo jornal Público, que deu conta da destruição ilegal do &#8216;recheio&#8217; do imóvel, na Rua do Loureiro, por parte do proprietário, o Grupo Lionesa, que detém a Livraria Lello, que pretende instalar naquele quarteirão um &#8220;Circuito Criativo&#8221;, com a autarquia a admitir desconhecer que isto tivesse acontecido e confirmando a desconformidade com os termos do licenciamento, anterior ao atual executivo.</P><br />
<P>Só sobrou a fachada e alguns bens, como uma pintura secular de Acácio Lino, de uma loja com o selo Porto de Tradição atribuído em 2018, sendo o edifício da autoria do arquiteto Francisco Oliveira Ferreira.</P><br />
<P>Na resposta à Lusa, o ICOMOS Portugal relembrou que &#8220;há vários anos&#8221; que tem chamado à atenção para &#8220;vários problemas de gestão e conservação&#8221; do Centro Histórico do Porto.</P><br />
<P>&#8220;Aguardamos que nos sejam remetidos os elementos (técnicos e administrativos) sobre os processos em causa para nos podermos pronunciar com mais rigor sobre estes assuntos&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788287]]></sapo:autor>
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		<title>Marido dizia-lhe para parar de jogar na lotaria. Ela ignorou-o e ganhou mansão de 5,2 milhões e 290 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 11:00:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Durante quatro anos, a mulher gastou cerca de 30 euros por mês em sorteios solidários, apesar das críticas do marido, que considerava essa aposta uma perda de tempo e dinheiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Uma reformada britânica de 59 anos ignorou os avisos do marido, que lhe dizia para deixar de gastar dinheiro em sorteios, e acabou por ganhar uma mansão avaliada em 4,5 milhões de libras, cerca de 5,2 milhões de euros, além de 250 mil libras em dinheiro, aproximadamente 290 mil euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante quatro anos, a mulher gastou cerca de 30 euros por mês em sorteios solidários, apesar das críticas do marido, que considerava essa aposta uma perda de tempo e dinheiro. Segundo contou ao The Sun, ele repetia-lhe que nunca ganharia “nem num milhão de anos”.</p>
<p class="isSelectedEnd">A insistência acabou por compensar. A reformada foi premiada com uma casa de luxo com lago privado, cinco quartos, ginásio, spa, sauna, jacuzzi, jardins e embarcadouro próprio. Depois da vitória, resumiu a situação com humor: “Precisamente por isso nunca o ouço.”</p>
<p class="isSelectedEnd">A mulher recebeu a notícia enquanto cuidava da neta e fazia tarefas domésticas. Quando o administrador do sorteio lhe telefonou, pensou inicialmente que se tratava de uma partida.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pouco depois, percebeu que tinha mesmo ganho uma propriedade milionária e um prémio em dinheiro que poderá mudar a vida da família.</p>
<p class="isSelectedEnd">O prémio chegou numa altura importante para o casal. Depois de 30 anos a viver na mesma casa, os dois já tinham ponderado vendê-la para reduzir despesas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova casa tem características de imóvel de luxo. Além dos cinco quartos duplos com casa de banho privativa, inclui grandes janelas com vista para o lago, sala de estar de dupla altura com escada flutuante, ginásio, zona de spa, sauna, jacuzzi, jardins e acesso direto à água.</p>
<p class="isSelectedEnd">A vencedora admite que a família ainda vai decidir se passa a viver na mansão a tempo inteiro. Caso contrário, poderá arrendá-la por 4.000 libras por mês, mais de 4.500 euros, ou vendê-la mais tarde.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para a reformada, essa flexibilidade é uma das maiores vantagens do prémio, por permitir escolher entre usufruir da casa, gerar rendimento ou garantir maior segurança financeira para a família.</p>
<p class="isSelectedEnd">A vencedora afirmou que ela e o marido trabalharam muito ao longo da vida e que o prémio lhes dá agora segurança para aproveitar melhor a reforma e ajudar filhos e netos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O casal imagina passar temporadas na propriedade, organizar churrascos familiares e usar a mansão como uma forma de criar novas memórias com a família.</p>
<p class="isSelectedEnd">O marido, que durante anos duvidou dos sorteios, reagiu com humor. Brincou dizendo que lamentava não ter ganho um Porsche 911, mas que agora a mulher poderia comprar-lhe um se quisesse.</p>
<p>A vitória permitiu ao casal afastar preocupações financeiras e encarar a reforma com mais liberdade, depois de uma aposta que quase ficou apenas como uma teimosia familiar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787431]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Livre/Congresso: Rui Tavares despede-se da liderança destacando união do partido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 10:05:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O porta-voz cessante do Livre, Rui Tavares, despediu-se hoje da liderança do partido com uma homenagem à &#8220;musa literária&#8221; do 17.º congresso, destacando a união e a coesão ideológica desta força política.</P><br />
<P>Antes do arranque do último dia de trabalhos do 17.º Congresso do Livre, Rui Tavares e outros dirigentes e apoiantes do partido estiveram no centro da vila de Sintra para homenagear Maria Gabriela Llansol, a &#8220;musa literária, madrinha literária&#8221;, desta reunião magna, junto ao plátano que a autora apelidou de &#8220;Grande maior&#8221;.</P><br />
<P>A momentos do anúncio dos resultados da eleição da nova direção, Rui Tavares referiu que este seria a sua última iniciativa como co-porta-voz. Isabel Mendes Lopes, com quem divide a liderança, e Jorge Pinto, candidato a ocupar esse lugar, não estiveram presentes por motivos de saúde e de atraso, segundo indicou Tavares.</P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa e à RTP, o líder do Livre fez uma analogia entre a árvore, que começou como uma semente, e o partido, destacando o crescimento dos dois, e considerando que o Livre &#8220;será sempre maior enquanto souber manter este espírito de pluralismo, mas de união também, como se viu neste congresso, de coesão ideológica, em que se percebe que é um partido em que as pessoas acreditam nas mesmas coisas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Um partido que age de outra maneira, um partido que é parecido com as pessoas que representa, são as pessoas que estão gratas à democracia e ao Estado social, mas que querem mais e que sabem que se querem mais também têm que devolver ao país e têm que devolver ao país fazendo política, é um partido que tem tudo à sua frente para crescer. Se não se esquecer disso, tem tudo à sua frente para crescer&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>O deputado referiu que à hora a que falava, a votação já tinha encerrado e os votos estariam a ser contados e salientou que a partir desse momento &#8220;acabaram as listas&#8221; candidatas aos órgãos.</P><br />
<P>&#8220;Não há esta lista ou aquela lista, só há membros e apoiantes do Livre, só há pessoas que vocês ontem viram falar de ecologia, falar de igualdade, falar de liberdade, falar de uma visão para o projeto europeu que não seja a que nós temos agora, que ajude a fazer uma globalização mais justa, que taxe os super ricos e que os ponha a pagar aquilo que eles devem pagar para que os mais pobres possam ter uma vida à sua frente&#8221;, assinalou.</P><br />
<P>Rui Tavares recusou também que existam fações entre os dirigentes e apoiantes do partido, defendendo que &#8220;o que há é pluralismo, porque o partido quis que assim fosse&#8221;, destacando a escolha dos candidatos do partido a eleições através de primárias abertas.</P><br />
<P>O líder cessante considerou também que o país &#8220;não tem donos e a esquerda também tem o direito e o dever de se preparar para governar e para governar bem&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Foi isso que fizemos aqui nestes últimos dias e que vamos continuar a fazer e fazemo-lo unidos, porque escolhemos no início não ser um partido de tendências, isso é para outro tipo de partidos também&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Tavares disse igualmente que no Livre &#8220;não há ninguém que seja mais ecologista do que o outro, não há ninguém que seja mais libertário do que o outro, não há ninguém que seja mais pela igualdade, mais pelo socialismo democrático do que os outros&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Todos fazemos parte desse mesmo património ideológico e avançamos com ele, às vezes usando o partido como plataforma para fazer alguma política mais intensa, outras vezes decidindo também tirar o seu tempo para fazer as outras coisas magníficas que a vida também oferece, porque a vida não é só política&#8221;, referiu, numa alusão ao seu futuro.</P><br />
<P>Nesta homenagem a Maria Gabriela Llansol, na qual participaram algumas dezenas de pessoas, foi lido um excerto da obra da autora e colocado um ramo de flores junto ao plátano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788286]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fogo em Almería controlado e desalojados autorizados a regressar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 10:05:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente da Junta da Andaluzia, Juanma Moreno, afirmou hoje que o incêndio perto de Los Gallardos, Almería, está controlado, tendo sido autorizado o regresso às casas do milhar de pessoas desalojadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Junta da Andaluzia, Juanma Moreno, afirmou hoje que o incêndio perto de Los Gallardos, Almería, está controlado, tendo sido autorizado o regresso às casas do milhar de pessoas desalojadas. </P><br />
<P>Segundo o governante regional, o dispositivo andaluz contra incêndios florestais, Infoca, considerou estabilizado o incêndio, que causou a morte de pelo menos 12 pessoas. </P><br />
<P>&#8220;Boas notícias. Após dias muito difíceis, o Plano Infoca considera estabilizado o #IFLosGallardos&#8221;, escreveu o presidente andaluz na sua conta na rede social X, ao final da manhã de hoje. </P><br />
<P>Moreno deslocou-se hoje ao posto de comando avançado instalado em Turre (Almería) e especificou que &#8220;o incêndio está delimitado e controlado&#8221;, pelo que o alerta operacional foi reduzido &#8220;para o nível 1 e é autorizado o regresso gradual das 1.000 pessoas que se encontravam desalojadas&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;As equipas continuarão a trabalhar&#8221; para a extinção completa, referiu, agradecendo o apoio aos operacionais. </P><br />
<P>&#8220;Muito obrigado a todas as equipas pelo seu trabalho, dedicação e máxima coordenação em todas as tarefas&#8221;, disse o presidente da Junta andaluz.</P><br />
<P>Até ao momento, o fogo afetou 7.000 hectares, num perímetro de 40 quilómetros, afirmou o responsável, considerando que o dia de hoje constitui &#8220;o início do fim&#8221; do incêndio. </P><br />
<P>Além dos operacionais de combate ao fogo, as autoridades colocaram 100 elementos a vasculhar a área, procurando eventuais vítimas adicionais.</P><br />
<P>O incêndio causou a morte de doze pessoas, que ainda não foram identificadas, e a Guarda Civil recebeu oito queixas por desaparecimentos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788285]]></sapo:autor>
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		<title>Oito países numa só viagem: rota de luxo em comboio liga Veneza a Istambul em 12 dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 10:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As viagens de comboio têm vindo a ganhar espaço no turismo europeu, com cada vez mais itinerários pensados para lazer e experiências de longa duração.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Viajar por oito países europeus numa só rota ferroviária já é possível com o renovado itinerário do Balkan Explorer, um comboio de luxo da Golden Eagle Luxury Train que percorre algumas das cidades e paisagens mais marcantes da Europa ao longo de quase duas semanas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O percurso atualizado liga Veneza a Istambul e propõe uma viagem de 12 dias por Itália, Eslovénia, Croácia, Bósnia e Herzegovina, Sérvia, Bulgária e Turquia, atravessando diferentes culturas, capitais históricas e destinos associados ao Danúbio, aos Balcãs e ao Adriático.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Comboios turísticos ganham força na Europa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As viagens de comboio têm vindo a ganhar espaço no turismo europeu, com cada vez mais itinerários pensados para lazer e experiências de longa duração. O crescimento deste segmento levou ao aparecimento de rotas mais ambiciosas, tanto pela extensão como pelo número de destinos incluídos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Balkan Explorer não é uma novidade absoluta. O comboio de luxo começou a operar há cerca de uma década, seguindo o curso do Danúbio por várias cidades europeias. Agora, a rota foi renovada e inclui novas paragens, transformando-se numa viagem mais longa e abrangente entre duas grandes cidades europeias.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>A viagem começa em Veneza</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O itinerário arranca em Veneza, onde os passageiros ficam duas noites antes de iniciarem o percurso ferroviário. A estadia permite explorar a capital do Véneto e alguns dos seus locais mais emblemáticos antes da partida.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de deixar a “Cidade dos Canais”, o comboio segue para Trieste, ainda em território italiano, antes de atravessar a fronteira com a Eslovénia. A primeira paragem eslovena é Liubliana, capital do país, seguindo-se uma excursão às grutas de Postojna, uma das novidades desta versão da rota e um dos complexos subterrâneos cársicos mais impressionantes da Europa.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Do Adriático à Bósnia e Herzegovina</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Após a passagem pela Eslovénia, o Balkan Explorer entra na Croácia pela costa do mar Adriático. A rota inclui paragens em Pula e Rijeka, duas cidades croatas que fazem parte do percurso antes da entrada na Bósnia e Herzegovina.</p>
<p class="isSelectedEnd">Neste país, os passageiros passam por Sarajevo e Mostar, duas cidades com forte peso histórico e cultural. A nova versão do itinerário permite explorar estes destinos com maior profundidade, reforçando o carácter cultural da viagem.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Belgrado, Bulgária e chegada a Istambul</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Outra das novidades do percurso é a passagem por Belgrado, onde está prevista uma noite. A capital da Sérvia passa, assim, a integrar o roteiro do Balkan Explorer, acrescentando mais uma etapa urbana à travessia dos Balcãs.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na parte final da viagem, o comboio segue para a Bulgária, com paragens em Sófia e Plovdiv. O percurso termina em Istambul, cidade que marca o fim desta rota ferroviária entre a Europa Central, os Balcãs e a Turquia.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Uma viagem de luxo com visitas guiadas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Ao longo dos 12 dias, os passageiros viajam em carruagens com decoração evocativa de outro tempo, numa experiência que combina conforto, nostalgia ferroviária e descoberta cultural.</p>
<p>Além das deslocações de comboio, o itinerário inclui excursões e visitas guiadas a alguns dos locais mais relevantes do percurso, tornando o Balkan Explorer uma proposta para quem procura conhecer vários países numa única viagem organizada.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786908]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Senegal despede selecionador Pape Thiaw</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 09:39:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Federação Senegalesa de Futebol (FSF) destituiu o selecionador Pape Thiaw, após a eliminação da equipa nos 16 avos de final do Mundial2026, anunciou hoje aquela federação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Federação Senegalesa de Futebol (FSF) destituiu o selecionador Pape Thiaw, após a eliminação da equipa nos 16 avos de final do Mundial2026, anunciou hoje aquela federação.</P><br />
<P>&#8220;Após reunião do Comité Executivo da FSF, no sábado, decidiu-se iniciar o procedimento para a destituição do selecionador nacional, Pape Thiaw, e de todo o seu corpo técnico&#8221;, assinala a FSF em comunicado.</P><br />
<P>De acordo com a nota, &#8220;a decisão surge na sequência da eliminação da seleção senegalesa&#8221; e &#8220;após uma exaustiva avaliação aos resultados desportivos e às perpetivas da equipa&#8221;.</P><br />
<P>Os &#8216;Leões de Teranga&#8217;, orientados por Pape Thiaw desde dezembro de 2024, foram derrotados por França e Noruega na primeira fase, mas acabaram por seguir em frente após uma goleada (5-0) sobre o Iraque.</P><br />
<P>Nos 16 avos de final, o Senegal acabou eliminado frente à Bélgica, num encontro em que chegou a estar a vencer por 2-0, mas permitiu o empate no tempo regulamentar, acabando por perder por 3-2 no tempo extra.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788284]]></sapo:autor>
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		<title>Quer trabalhar para Carlos III? Buckingham procura criativo para redes sociais com salário até 60 mil euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quer-trabalhar-para-carlos-iii-buckingham-procura-criativo-para-redes-sociais-com-salario-ate-60-mil-euros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 09:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O cargo será desempenhado no Palácio de Buckingham e poderá colocar o candidato escolhido próximo do rei Carlos III e da rainha Camilla.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A família real britânica está à procura de um novo profissional para reforçar a sua presença digital. A vaga foi aberta a pedido do rei Carlos III e destina-se a um videógrafo com experiência comprovada em conteúdos para redes sociais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O cargo será desempenhado no Palácio de Buckingham e poderá colocar o candidato escolhido próximo do rei Carlos III e da rainha Camilla. A missão passa por criar conteúdos audiovisuais capazes de aproximar a família Windsor de novas audiências e reforçar a imagem da monarquia nas plataformas digitais.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Família real quer crescer nas redes sociais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O profissional selecionado terá de produzir vídeos adaptados ao universo das redes sociais e apoiar a gestão da conta oficial da família real no Instagram, @theroyalfamily, que já soma mais de 13 milhões de seguidores.</p>
<p class="isSelectedEnd">O objetivo é aumentar o alcance dos conteúdos relacionados com a agenda da família real, desde visitas de Estado e cerimónias oficiais até momentos do quotidiano dos Windsor. A vaga exige, por isso, uma abordagem criativa e capacidade para transformar a atividade institucional da monarquia em conteúdos digitais mais apelativos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Experiência em vídeo e redes sociais é obrigatória</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O cargo de videógrafo real exige experiência sólida na área audiovisual e domínio de formatos pensados para plataformas digitais. Entre os requisitos está a capacidade de trabalhar com câmaras profissionais de gama alta, incluindo equipamentos DSLR.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os recrutadores do palácio indicam ainda que os candidatos devem ter experiência comprovada na gestão de redes sociais. A vaga não se destina, por isso, a perfis em início de carreira ou sem percurso demonstrado nesta área.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Buckingham reforça aposta no digital</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A procura por um videógrafo insere-se numa aposta mais ampla da família real britânica em conteúdos digitais. A monarquia tem procurado adaptar a sua comunicação a novas formas de consumo, num ambiente em que as redes sociais se tornaram centrais para chegar a públicos mais jovens e mais alargados.</p>
<p class="isSelectedEnd">A tendência não se limita ao Palácio de Buckingham. No Palácio de Kensington, os príncipes de Gales também têm vindo a apostar em produções audiovisuais com um registo mais próximo do documentário e do cinema.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Contrato sem termo e salário competitivo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A vaga oferece contrato sem termo e uma carga horária semanal de 37,5 horas. O salário anual anunciado é de 52 mil libras, o equivalente a cerca de 60 mil euros, uma remuneração competitiva para um perfil especializado em produção audiovisual.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além do vencimento, o cargo inclui vários benefícios. O candidato escolhido terá direito a férias entre 25 e 30 dias, dependendo da antiguidade, uma contribuição de 15% para o plano de pensões, descontos de 20% nas lojas do Royal Collection Trust e acesso gratuito a refeições durante a jornada de trabalho.</p>
<p>Trabalhar para a família real britânica inclui ainda a possibilidade de participar em viagens, eventos oficiais e ocasiões de grande visibilidade institucional, o que pode representar uma vantagem relevante para futuras oportunidades profissionais.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786905]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Cientistas confirmam a nova realidade climática da Europa: diga adeus aos verões sem ondas de calor</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cientistas-confirmam-a-nova-realidade-climatica-da-europa-diga-adeus-aos-veroes-sem-ondas-de-calor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 08:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Poucas semanas depois de uma onda de calor severa ter batido recordes em maio, a Europa voltou a enfrentar, em junho, um episódio ainda mais intenso e extenso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Europa terá de se habituar a verões cada vez mais marcados por ondas de calor severas. O continente está a aquecer a um ritmo duas vezes superior à média global e os episódios de calor extremo, antes considerados excecionais, começam a transformar-se numa presença recorrente no calendário europeu.</p>
<p>Segundo o &#8216;Tempo.pt&#8217;, poucas semanas depois de uma onda de calor severa ter batido recordes em maio, a Europa voltou a enfrentar, em junho, um episódio ainda mais intenso e extenso. Milhões de pessoas continuam expostas a calor extremo, numa vaga que atingiu sobretudo a Europa Central e do Norte e que se desloca agora para leste, ao mesmo tempo que a Península Ibérica e o sul da Europa se preparam para novos períodos de temperaturas elevadas.</p>
<p>A origem meteorológica deste tipo de episódio está frequentemente associada a regiões anticiclónicas de bloqueio. Quando estes sistemas ficam estacionários durante vários dias, o ar permanece sobre a mesma área, desce, comprime-se e aquece ao aproximar-se do solo. Em algumas regiões, o efeito é agravado pela chegada de massas de ar quente vindas do norte de África.</p>
<p>A onda de calor de junho foi particularmente relevante por ter ocorrido antes do período que historicamente concentra os maiores picos de temperatura na Europa Ocidental. Em países como França, Alemanha, Itália, Espanha e no sul de Inglaterra, os termómetros chegaram a valores entre 5 e 12 graus acima da média.</p>
<p>Foram registados novos recordes absolutos de temperatura máxima em várias estações meteorológicas europeias. A Alemanha atingiu 41,7 graus, a República Checa chegou aos 41,1 graus, a Polónia aos 40,5 graus e a Dinamarca aos 37 graus. França registou também recordes locais e regionais, com temperaturas acima dos 40 graus, enquanto Reino Unido, Suíça e Hungria tiveram zonas com máximas inéditas para junho.</p>
<p>O impacto já é medido em vidas humanas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, mais de 1.300 mortes em excesso foram registadas na Europa desde 21 de junho. Ainda assim, o episódio de 2026 não se compara, em mortalidade, à onda de calor de 2003, que provocou cerca de 70 mil mortes no continente, sobretudo em Itália, França, Espanha e Alemanha.</p>
<p>A diferença é que estes eventos deixaram de ser raros. Estudos recentes indicam que as emissões resultantes da queima de combustíveis fósseis agravaram rapidamente as ondas de calor na Europa nas últimas décadas. Episódios que, no passado, seriam muito espaçados, passaram a ocorrer praticamente todos os anos em algumas regiões.</p>
<p>A World Weather Attribution tem defendido que ondas de calor recentes na Europa seriam impossíveis, ou muito menos prováveis, sem o efeito das alterações climáticas. O aquecimento da atmosfera está a tornar estes fenómenos mais frequentes, mais intensos, mais duradouros e mais precoces. Em França, das 52 ondas de calor registadas desde 1947, cerca de dois terços ocorreram já no século XXI.</p>
<p>A mudança também é geográfica. Temperaturas de 40 graus deixaram de ser um fenómeno quase exclusivo da Europa mediterrânica e passaram a chegar a Paris, ao sul de Inglaterra, ao norte da Alemanha e a outros territórios tradicionalmente menos expostos a este tipo de calor. Para milhões de europeus, isso significa viver em cidades, casas e serviços que não foram desenhados para temperaturas tão altas.</p>
<p>O diretor-geral da OMS descreveu o stress térmico como um “assassino silencioso” e apelou aos governos europeus para reforçarem planos de ação de saúde associados ao calor. Entre 18 e 30 de junho de 2026, dados citados pela World Weather Attribution indicam que 45% das 854 cidades analisadas bateram recordes históricos de stress térmico, medido pela temperatura de bolbo húmido, indicador que combina calor e humidade para avaliar o impacto no corpo humano.</p>
<p>A vulnerabilidade europeia é estrutural. Apenas cerca de 20% das casas no continente têm ar condicionado, e grande parte do parque habitacional foi construído para reter calor, não para o dissipar. Hospitais, escolas, lares, transportes públicos e espaços urbanos continuam muitas vezes pouco preparados para enfrentar semanas sucessivas de temperaturas extremas.</p>
<p>A adaptação passa por várias medidas: redes de refúgios climáticos nas cidades, mais espaços verdes, hospitais climatizados, telhados refletores ou verdes, ruas com sombra, toldos em períodos críticos e solos mais permeáveis, capazes de refrescar o ambiente através da evaporação. Nas cidades mediterrânicas, onde o calor extremo será cada vez mais frequente, a transformação urbana deixará de ser apenas uma questão ambiental e passará a ser uma necessidade de saúde pública.</p>
<p>O impacto económico também será pesado. Um estudo da Allianz estima que, se os episódios de calor intenso se tornarem mais frequentes, as perdas acumuladas para a economia alemã entre 2026 e 2030 poderão chegar a 131 mil milhões de dólares. A produtividade, a agricultura, a saúde, a energia e os transportes estão entre os setores mais expostos.</p>
<p>A mensagem dos cientistas é clara: a Europa já entrou numa nova fase climática. As ondas de calor deixaram de ser anomalias de verão e passaram a ser um risco recorrente, previsível e cada vez mais difícil de ignorar. O desafio já não é apenas preparar respostas de emergência quando os termómetros disparam, mas redesenhar cidades, casas, serviços e rotinas para uma realidade em que os verões sem ondas de calor podem tornar-se exceção.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787993]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro de vida do crédito habitação: a fatura que pode ser mais barata fora do banco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 08:15:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ComparaJá]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[É condição para ter crédito à habitação, mas quase ninguém compara. O seguro de vida associado ao empréstimo é uma das despesas mais fáceis de reduzir]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contratar um crédito habitação, a maioria das famílias aceita, quase sem pensar, o <a href="https://www.comparaja.pt/seguros/seguro-de-vida" target="_blank" rel="noopener">seguro de vida</a> que o banco propõe. É um reflexo compreensível: já ali está, resolve-se tudo no mesmo balcão. Mas essa conveniência tem um preço, e nem sempre pequeno.</p>
<p>O seguro de vida associado ao crédito não tem de ser contratado no banco financiador. Pode ser feito numa seguradora externa, e a diferença de prémio entre uma solução e outra pode representar centenas de euros por ano ao longo de todo o empréstimo. Num contrato que dura três décadas, a soma é tudo menos irrelevante.</p>
<p>O contraste é tanto maior quanto o valor do prémio tende a subir com a idade e com o capital em dívida. Comparar no início do crédito é importante, mas rever o seguro alguns anos depois pode ser igualmente rentável, sobretudo quando o capital em dívida já baixou e o prémio devia acompanhar essa descida.</p>
<p>O seguro de vida é uma das poucas despesas de um crédito que se pode reduzir sem renegociar nada com o banco, bastando comparar propostas e, se compensar, transferir a apólice. O ponto central não é trocar por trocar, é deixar de aceitar sem verificar.</p>
<p>A regra prática é simples: antes de assinar, comparar; e, de vez em quando, voltar a comparar. Num orçamento familiar apertado, poucas revisões rendem tanto por tão pouco esforço como olhar para uma apólice que se assinou no piloto automático.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786407]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Manuais escolares gratuitos 2026/2027: estas são as datas para pedir os vouchers MEGA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 08:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[vouchers MEGA]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa do Ministério da Educação permite aos alunos do ensino público e do ensino particular com contrato de associação acederem gratuitamente aos manuais escolares, mediante registo na plataforma MEGA]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o próximo ano letivo no horizonte, as famílias já podem preparar o pedido dos vouchers MEGA para os manuais escolares gratuitos. O programa do Ministério da Educação permite aos alunos do ensino público e do ensino particular com contrato de associação acederem gratuitamente aos manuais escolares, mediante registo na plataforma MEGA.</p>
<p>Os vouchers não são emitidos todos ao mesmo tempo. A disponibilização decorre por fases, consoante o ano de escolaridade. Para o ano letivo 2026/2027, os vales começam a ser emitidos a partir de 3 de agosto para os alunos do 1.º, 2.º, 3.º e 4.º anos. Para o 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 9.º anos, os vouchers ficam disponíveis a partir de 10 de agosto. Já os alunos do 10.º, 11.º e 12.º anos terão acesso aos vales a partir de 13 de agosto.</p>
<p>Para obter os vouchers, os encarregados de educação devem aceder à plataforma MEGA ou descarregar a aplicação Edu Rede Escolar. Depois, devem selecionar a opção “Sou encarregado de educação”, preencher os dados pedidos, incluindo NIF, e-mail e informação do aluno, e confirmar o registo através do e-mail recebido. No primeiro acesso, poderá ser necessária a validação com dados do Portal das Finanças.</p>
<p>Os vouchers ficam disponíveis na área pessoal do encarregado de educação e podem ser apresentados em formato digital ou impressos. Depois de emitidos, permitem levantar os manuais numa escola ou numa livraria aderente. Algumas livrarias permitem também fazer a reserva ou encomenda online, associando posteriormente o voucher.</p>
<p>Têm direito aos manuais escolares gratuitos os alunos do 1.º ao 12.º ano do ensino público e os alunos do ensino particular com contrato de associação, desde que tenham matrícula válida numa escola abrangida pelo programa e estejam registados na plataforma MEGA. É também necessário cumprir as regras de devolução dos manuais do ano anterior, quando aplicável.</p>
<p>Há, no entanto, diferenças importantes conforme o ciclo de ensino. No 1.º ciclo, do 1.º ao 4.º ano, os alunos recebem manuais novos e não têm de os devolver no final do ano letivo. A medida permite que as crianças possam escrever, sublinhar e usar os livros de forma mais livre nos primeiros anos de aprendizagem.</p>
<p>A partir do 5.º ano, os manuais devem ser devolvidos em bom estado no final do ano ou do ciclo, salvo exceções previstas, como disciplinas sujeitas a exame ou situações em que o aluno não transite de ano. A não devolução pode impedir o acesso a manuais gratuitos no ano seguinte, a menos que seja pago o valor correspondente aos livros não entregues.</p>
<p>Os vouchers MEGA abrangem apenas os manuais escolares. Cadernos de atividades, livros de fichas e outros materiais de apoio não estão incluídos no programa nacional, embora algumas autarquias possam atribuir apoios adicionais para esse tipo de despesas.</p>
<p>Quem não tiver acesso à internet pode pedir apoio diretamente na escola do aluno, onde os vouchers poderão ser disponibilizados em papel. Ainda assim, para evitar atrasos no regresso às aulas, o ideal é confirmar atempadamente o registo na plataforma, verificar os dados do aluno e acompanhar as datas de emissão correspondentes ao ano de escolaridade.</p>
<p>Em resumo, estas são as datas principais: 3 de agosto para o 1.º ciclo, 10 de agosto para o 2.º e 3.º ciclos, e 13 de agosto para o ensino secundário. A partir daí, os encarregados de educação devem consultar a plataforma MEGA, descarregar os vouchers e levantar os manuais escolares gratuitos numa escola ou livraria aderente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787714]]></sapo:autor>
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		<title>Colónia Agrícola dos Milagres foi primeira experiência de colonização interna no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 07:28:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Colónia Agrícola dos Milagres, no concelho de Leiria, foi a "primeira experiência de colonização interna em Portugal" e marcou "o início de uma política que o Estado pretendia alargar ao resto do país", revelou a investigadora Sara Mónico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Colónia Agrícola dos Milagres, no concelho de Leiria, foi a &#8220;primeira experiência de colonização interna em Portugal&#8221; e marcou &#8220;o início de uma política que o Estado pretendia alargar ao resto do país&#8221;, revelou a investigadora Sara Mónico.</P><br />
<P>&#8220;A Colónia Agrícola dos Milagres tem importância sobretudo por ter sido a primeira experiência de colonização interna em Portugal e por marcar o início de uma política que o Estado pretendia alargar ao resto do país&#8221;, declarou Sara Mónico, doutorada em Antropologia.</P><br />
<P>Explicando que &#8220;foi concebida como um projeto-piloto, onde se testou um modelo de instalação de famílias em casais agrícolas, dotados de habitação, terrenos para cultivo e infraestruturas de apoio&#8221;, Sara Mónico reconheceu que, &#8220;ao longo da sua existência, serviu também para experimentar diferentes critérios de seleção dos colonos e modelos de exploração agrícola, refletindo a evolução das políticas de colonização interna do Estado Novo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Apesar da sua importância pioneira, revelou igualmente as dificuldades e limitações deste modelo, nomeadamente devido à fraca aptidão de alguns terrenos, à preparação insuficiente de alguns colonos e aos resultados agrícolas abaixo das expectativas&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a docente da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Politécnico de Leiria, em processo de transformação para Universidade de Leiria e Oeste, &#8220;as colónias agrícolas surgiram na sequência das ideias fisiocráticas e de um longo debate, iniciado no século XVIII, sobre a necessidade de aproveitar o território nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O seu objetivo era transformar grandes áreas de baldios e terrenos incultos em terras produtivas, fixando famílias, desenvolvendo a agricultura, aumentando a produção de cereais e modernizando o mundo rural, na convicção de que uma agricultura forte era a base do crescimento económico do país&#8221;.</P><br />
<P>A importância da Colónia Agrícola dos Milagres, que assinala 100 anos no sábado, mede-se em termos locais, mas também nacionais.</P><br />
<P>&#8220;A nível local, a colónia transformou a paisagem e a ocupação do solo, mas também gerou conflitos. A apropriação e divisão de terrenos baldios retiraram às populações vizinhas áreas que eram tradicionalmente utilizadas para pastoreio, recolha de lenha e outras atividades essenciais à economia rural, criando tensões sociais entre colonos e habitantes locais&#8221;, recordou.</P><br />
<P>Já a nível nacional, &#8220;a Colónia dos Milagres constitui um marco na afirmação da intervenção do Estado sobre o mundo rural, procurando, aparentemente, responder aos problemas da agricultura e da fixação da população, mas os seus resultados ficaram muito aquém das expectativas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Apesar do investimento técnico e científico, estas experiências não conseguiram travar o abandono do mundo rural, nem a emigração que se intensificou nas décadas seguintes&#8221;, adiantou a docente natural de Leiria.</P><br />
<P>Nesse sentido, &#8220;o seu valor não reside tanto no sucesso da iniciativa, que não aconteceu, mas no facto de representar um momento importante para a história das políticas agrárias e do ordenamento do território, que há muito se falava&#8221;.</P><br />
<P>Sara Mónico adiantou que, &#8220;do ponto de vista patrimonial, a Colónia dos Milagres conserva um valor histórico e documental significativo, apesar da pouca visibilidade que tem&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É um testemunho das políticas agrárias do século XX, em regimes políticos distintos, das formas de ocupação e organização do território e das experiências de colonização interna, mas também das suas limitações, ou seja, dos conflitos que suscitaram (entre população das aldeias próximas e entre os próprios colonos) e das mudanças sociais que ajudaram a efetivar&#8221;, relatou.</P><br />
<P>Nascida no regime republicano (a lei é de 1925), mas concretizada num regime ditatorial, a Colónia Agrícola &#8220;registou várias mudanças de atribuição de responsabilidades e de reorganizações&#8221; e, &#8220;apesar de tudo, conseguiu sobreviver até ao fim do Estado Novo&#8221;, acrescentou a investigadora.</P></p>
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		<title>Centenário da Colónia Agrícola dos Milagres em Leiria assinalado no sábado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 07:28:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O centenário da Colónia Agrícola dos Milagres, no concelho de Leiria, é assinalado no sábado com um programa que inclui teatro, uma exposição e espaço de partilha de memórias, anunciou a Junta de Freguesia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O centenário da Colónia Agrícola dos Milagres, no concelho de Leiria, é assinalado no sábado com um programa que inclui teatro, uma exposição e espaço de partilha de memórias, anunciou a Junta de Freguesia.</P><br />
<P>As comemorações, no Parque de Merendas do Ravasco, começam às 10:00, com a sessão solene, seguindo-se o desfile da Filarmónica Bidoeirense pela Rua da Colónia.</P><br />
<P>Pelas 11:30, há missa e homenagem aos colonos, e depois do almoço decorre uma recriação da história da colónia, com teatro, exposição fotográfica e documental, e espaço de partilha das memórias da comunidade.</P><br />
<P>Numa publicação na rede social Facebook, a Junta de Milagres afirmou que &#8220;celebrar os 100 anos da Colónia Agrícola é homenagear todos aqueles que fizeram parte deste percurso e reconhecer o legado que continua presente na vida&#8221; da freguesia.</P><br />
<P>&#8220;Não é todos os dias que se celebram 100 anos de uma colonização, neste caso da colónia agrícola, primeira colónia em Portugal&#8221;, declarou à agência Lusa a presidente da Junta, Vânia Sousa, destacando a recriação histórica, com o testemunho de uma ex-colona.</P><br />
<P>A presidente da Junta lembrou ainda que a freguesia cresceu com o contributo dos colonos.</P><br />
<P>&#8220;As pessoas vieram para aqui trabalhar, fizeram com que houvesse um crescimento&#8221;, destacou Vânia Sousa.</P><br />
<P>Sobre as sementes para o futuro que gostaria que esta data simbólica deixasse, a autarca desejou que &#8220;as pessoas, cada vez mais, valorizem&#8221; as suas origens.</P><br />
<P>De acordo com a investigadora Sara Mónico, a Colónia Agrícola dos Milagres ocupava 220 hectares, integrados nos 1.134 hectares do baldio da freguesia dos Milagres, e estava organizada em três núcleos: Alcaidaria e Mata, Triste Feia e Bidoeira.</P><br />
<P>&#8220;Inicialmente foram construídos 16 casais agrícolas, tendo a reorganização de 1939 levado à extinção do núcleo da Triste Feia e à construção de mais 13 casais, passando a colónia a contar com 25 casais agrícolas&#8221;, explicou a docente doutorada em Antropologia.</P><br />
<P>Além das habitações e respetivos anexos, a colónia &#8220;dispunha de equipamentos coletivos como moagem, campo de demonstração agrícola e posto médico&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O número de habitantes variou ao longo do tempo. Há registo de 39 pessoas em 1930, 59 em 1940 e 84 na década de 1960, valor que diminui para quase metade (47) na década seguinte&#8221;, esclareceu.</P><br />
<P>Segundo Sara Mónico, docente na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Politécnico de Leiria, &#8220;o objetivo era o de aumentar a área agrícola, fixar população no meio rural e converter trabalhadores agrícolas em pequenos proprietários&#8221;, não se tratando de &#8220;uma obra com data de término&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Cada família de colonos tinha atribuída uma casa de habitação e uma parcela de terreno suficiente para garantir o sustento da família, ficavam obrigados ao pagamento de uma renda ao Estado e da entrega mensal de uma parte da sua exploração agrícola&#8221;, como legumes, cereais ou madeira, esclareceu.</P><br />
<P>A investigadora precisou que &#8220;durante um período inicial de cinco anos detinham um título de fruição provisória, no qual tinham de demonstrar as suas qualidades de trabalho e de zelo pela casa atribuída&#8221;, sendo que, &#8220;após pagamento do valor definido pelo casal agrícola, no início do contrato, a propriedade passava a definitiva&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os colonos que foram ficando conseguiram cumprir com o contrato e comprar a sua propriedade&#8221;, adiantou, observando que persistem &#8220;algumas casas de (ex)colonos e respetivos terrenos, que, entretanto, já passaram para filhos e netos&#8221;.</P><br />
<P>À pergunta sobre o que foi feito dos terrenos, disse que &#8220;o baldio que foi dividido e entregue aos colonos foi posteriormente adquirido pelos que ficaram e que conseguiram pagar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os documentos mostram que nem todo o baldio foi ocupado, provavelmente, essa parte não colonizada, manteve-se ou mantém-se nas mãos do Estado&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Sara Mónico acrescentou que se pode questionar as razões que levaram à escolha de um baldio na freguesia de Milagres para a concretização desta iniciativa, dado não ser &#8220;um local conhecido ou central&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A resposta estava num dos relatórios da Junta de Colonização Interna, em que o principal engenheiro responsável pela obra, Mário Pais da Cunha Fortes, referia que, na altura, 1926, o Ministério da Agricultura não tinha terreno melhor&#8221;, relatou, explicando que a sua concretização nesta freguesia se deveu muito à ação do padre José Ferreira Lacerda, que foi pároco de Milagres várias décadas.</P></p>
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