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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Mundial2026: Nuno Mendes diz que Portugal tem condições e capacidade para melhorar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:01:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Luís Garoupa e António João Oliveira, enviados da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Luís Garoupa e António João Oliveira, enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Toronto, Canadá, 04 jul 2026 (Lusa) &#8212; O lateral Nuno Mendes afirmou hoje que Portugal tem condições e capacidade para melhorar no Mundial2026 de futebol e mostrou-se confiante em novo triunfo sobre a Espanha, depois da final da Liga das Nações.</P><br />
<P>&#8220;Se pudéssemos repetir o resultado dessa final era bom. Mas, agora é um jogo diferente, uma competição diferente. Temos de encarar a Espanha da mesma forma que temos encarado todos os jogos no torneio. Sabemos que podemos fazer um bocado melhor do que temos feito. Temos capacidade para isso&#8221;, afirmou Nuno Mendes.</P><br />
<P>O jogador de 24 anos, que na última temporada foi bicampeão europeu de clubes com o Paris Saint-Germain, falava aos jornalistas no Centennial Park, nos arredores de Toronto, minutos antes de novo treino da seleção nacional.</P><br />
<P>Portugal e Espanha encontraram-se pela última vez em junho de 2025, com a equipa das &#8216;quinas&#8217; a conquistar a Liga das Nações em Munique, na Alemanha, com um triunfo por 5-3 no desempate por grandes penalidades, após um 2-2 no tempo regulamentar.</P><br />
<P>&#8220;Sabemos que quem perder vai para casa. Em termos de nome, a Espanha é o adversário mais difícil que até agora encontrámos no torneio. Depois, no campo, o jogo pode ser difícil, mas também pode ser mais fácil&#8221;, explicou o lateral.</P><br />
<P>Mendes mostrou-se &#8220;contente com os elogios&#8221; de alguns jogadores espanhóis, que o apontam como o melhor lateral esquerdo da atualidade, e abordou novo duelo com Lamine Yamal, a &#8216;estrela&#8217; da &#8216;roja&#8217;.</P><br />
<P>Durante a tarde, a comitiva lusa abandona solo canadiano e viaja até a Dallas, cidade situada a cerca de 30 quilómetros de Arlington, local que vai receber o duelo ibérico dos &#8216;oitavos&#8217;.</P><br />
<P>O jogo entre Portugal e Espanha está agendado para segunda-feira, no Estádio AT&amp;T, em Arlington, com início agendado para as 14:00 locais (20:00 em Lisboa).</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro com 48 seleções, decorre até 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.</P><br />
<P></P><br />
<P>LG/AJO // MO</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785560]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Ataque israelita com drone causa um morto e vários feridos em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ataque israelita com um drone de reconhecimento contra um grupo de civis a leste de Gaza matou hoje uma pessoa e feriu várias outras, informaram fontes do hospital Al Shifa, para onde foram transportados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um ataque israelita com um drone de reconhecimento contra um grupo de civis a leste de Gaza matou hoje uma pessoa e feriu várias outras, informaram fontes do hospital Al Shifa, para onde foram transportados.</P><br />
<P>Segundo a fonte médica, a vítima mortal e os feridos, cujo número não foi especificado, encontravam-se, no momento do ataque, perto da rotunda de Asqola, no bairro de Zaitún, em Gaza, no norte da Faixa de Gaza.</P><br />
<P>Entretanto, os serviços médicos de Gaza recuperaram hoje os corpos de duas pessoas que morreram na quinta-feira em Beit Lahia (norte), onde, segundo as equipas de ambulâncias, as forças israelitas cercaram a zona após as terem morto.</P><br />
<P>Trata-se de Bilal Huséin Jamís Abu Rabia, de 46 anos, e Hamza Emad Yihad Hamduna, de 20, cujos corpos estão a ser transportados para o hospital de Al Shifa.</P><br />
<P>O Ministério da Saúde de Gaza, no seu último balanço diário, estimou em 16 o número de mortos e em 16 o de feridos que chegaram aos hospitais da Faixa nas últimas 48 horas, um número que ainda não inclui a vítima mortal de hoje.</P><br />
<P>Dos 16 mortos contabilizados pelo ministério, seis correspondem a mortes ocorridas neste período, um a um ferido que sucumbiu aos ferimentos, e nove a corpos resgatados dos escombros, dois dos quais nas últimas horas, precisou o organismo, dirigido pelo movimento islamista Hamas.</P><br />
<P>O ministério alertou que várias vítimas continuam sob os escombros e nas ruas, devido à impossibilidade de as equipas de resgate e da Proteção Civil chegarem até elas.</P><br />
<P>Desde a entrada em vigor do cessar-fogo, em 11 de outubro, o número total de mortos em Gaza ascende a 1.066 e o de feridos a 3.445, segundo a mesma fonte.</P><br />
<P>No balanço acumulado desde o início da ofensiva israelita, em 07 de outubro de 2023, o Ministério da Saúde de Gaza eleva o número total de mortos para 73.090 e o de feridos para 173.553.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785559]]></sapo:autor>
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		<title>Vigilância privada, dados médicos e despedimento: tribunal dá razão a trabalhadora com esclerose múltipla</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercadona]]></category>
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					<description><![CDATA[Estava de baixa médica depois de uma recaída provocada por esclerose múltipla progressiva. Ainda assim, acabou acompanhada numa consulta de neurologia por um médico ligado à empresa, foi alvo de contactos constantes durante o afastamento e acabou seguida por um detetive particular]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estava de baixa médica depois de uma recaída provocada por esclerose múltipla progressiva. Ainda assim, acabou acompanhada numa consulta de neurologia por um médico ligado à empresa, foi alvo de contactos constantes durante o afastamento e acabou seguida por um detetive particular. A história terminou nos tribunais espanhóis — e com o despedimento anulado.</p>
<p>O caso, relatado pelo &#8216;HuffPost&#8217; espanhol, envolve uma trabalhadora da Mercadona diagnosticada em 2021 com esclerose múltipla progressiva, depois de vários anos ao serviço da cadeia de supermercados. Em janeiro de 2024, o seu posto de trabalho foi adaptado à condição de saúde. Em maio de 2025, após uma recaída, entrou de baixa médica.</p>
<p>Durante esse período, a trabalhadora manteve contacto com o serviço médico da empresa, por telefone e WhatsApp. Mas, segundo o Tribunal Superior de Justiça das Ilhas Canárias, esse acompanhamento ultrapassou os limites legais e constitucionais do direito à privacidade.</p>
<p><strong>“Sem precedentes” e “estarrecedor”</strong></p>
<p>Os juízes foram particularmente duros ao analisar a atuação do serviço médico da empresa. Consideraram “sem precedentes” o facto de o médico da Mercadona ter acompanhado a trabalhadora a uma consulta de neurologia no hospital. Também classificaram como “estarrecedora” a proposta de uma reunião a três, com a coordenadora da loja, para discutir a sua situação clínica.</p>
<p>Para o tribunal, estes comportamentos não foram meros contactos administrativos durante uma baixa. Foram entendidos como uma forma de pressão e de acompanhamento abusivo sobre uma trabalhadora em situação de vulnerabilidade médica.</p>
<p><strong>O detetive no quintal</strong></p>
<p>A Mercadona contratou depois um detetive particular para vigiar a trabalhadora durante a baixa. O relatório foi usado para justificar um despedimento disciplinar, com alegações de fraude, deslealdade e simulação de doença.</p>
<p>As imagens registadas mostravam a funcionária a realizar tarefas quotidianas, como estender roupa, limpar a zona da piscina, tratar do quintal e movimentar paletes no exterior da sua casa. A empresa entendeu que esses comportamentos contrariavam a incapacidade que sustentava a baixa.</p>
<p><strong>O que parece atividade nem sempre prova capacidade laboral</strong></p>
<p>O tribunal teve outra leitura. Sublinhou que, tratando-se de uma doença progressiva como a esclerose múltipla, a realização de tarefas pontuais em casa não provava que a trabalhadora estivesse apta para regressar ao trabalho nem que estivesse a prejudicar a recuperação.</p>
<p>Ou seja, o facto de uma pessoa doente conseguir executar algumas tarefas domésticas não significa, por si só, que esteja a simular a doença ou que consiga cumprir as exigências do posto de trabalho. Esta distinção foi central para a decisão.</p>
<p><strong>Dados médicos usados para vigiar</strong></p>
<p>A questão mais grave esteve na origem da própria vigilância. O Tribunal Superior de Justiça das Ilhas Canárias considerou que houve transmissão ilícita de dados médicos e confidenciais do serviço de saúde laboral para a empresa e, depois, para os detetives.</p>
<p>Os juízes valorizaram um detalhe: os investigadores apareceram no mesmo supermercado, no mesmo dia e à mesma hora em que a trabalhadora tinha marcado, de forma privada por WhatsApp, uma consulta com o médico da empresa. Essa coincidência levou o tribunal a concluir que informação clínica reservada tinha sido partilhada indevidamente.</p>
<p><strong>Prova ilegal, despedimento nulo</strong></p>
<p>Por esse motivo, o relatório do detetive foi considerado prova inadmissível. Para o tribunal, a vigilância assentou numa violação do direito à privacidade da trabalhadora e não podia ser usada para justificar o despedimento disciplinar.</p>
<p>A primeira decisão já tinha sido favorável à funcionária: o Tribunal Social n.º 2 de Puerto del Rosario declarou o despedimento nulo. A Mercadona recorreu, mas o Tribunal Superior de Justiça das Ilhas Canárias confirmou a decisão.</p>
<p><strong>Reintegração e indemnização</strong></p>
<p>O tribunal concluiu que o despedimento era nulo por discriminação em razão da doença e por violação de direitos fundamentais. A Mercadona foi condenada a reintegrar a trabalhadora nas mesmas condições e a pagar-lhe 15 mil euros por danos morais.</p>
<p>A gravidade dos factos levou ainda os juízes a determinarem a comunicação do caso à Inspeção do Trabalho e da Segurança Social, para eventual abertura de procedimentos sancionatórios contra a empresa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784949]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wimbledon: Iga Swiatek afastada por Alexandra Eala na terceira ronda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:57:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tenista polaca Iga Swiatek, vencedora da última edição de Wimbledon, foi hoje eliminada do terceiro torneio do Grand Slam da temporada, ao perder com a filipina Alexandra Eala em dois sets, na terceira ronda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tenista polaca Iga Swiatek, vencedora da última edição de Wimbledon, foi hoje eliminada do terceiro torneio do Grand Slam da temporada, ao perder com a filipina Alexandra Eala em dois sets, na terceira ronda.</P><br />
<P>Pouco depois de a cazaque Elena Rybakina, número dois do mundo, também ser afastada, foi a vez de Swiatek, terceira colocada do ranking ATP, ser surpreendida na relva londrina diante da 32.ª da hierarquia, pelos parciais de 7-6 (11-9) e 6-2, em duas horas e 15 minutos.</P><br />
<P>Eala, que já era primeira tenista das Filipinas a atingir a terceira ronda de um &#8216;major&#8217;, vai defrontar nos oitavos de final a italiana Jasmine Paolini (17.ª WTA), que eliminou a grega Maria Sakkari (43.ª) em dois sets.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785558]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais 60 quenianos repatriados da África do Sul por medo de ataques xenófobos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:55:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais 60 quenianos foram repatriados da África do Sul por receio de agressões perante a onda de violência xenófoba e protestos anti-imigração no país, que se juntam aos 151 que regressaram na quinta-feira, adiantou o Governo do Quénia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais 60 quenianos foram repatriados da África do Sul por receio de agressões perante a onda de violência xenófoba e protestos anti-imigração no país, que se juntam aos 151 que regressaram na quinta-feira, adiantou o Governo do Quénia.</P><br />
<P>Segundo um comunicado do Ministério dos Assuntos da Diáspora do Quénia, citado pela EFE, a ministra Roseline Njogu recebeu na noite de sexta-feira os 60 repatriados, aos quais foi prestada assistência psicossocial antes de se reunirem com as suas famílias.</P><br />
<P>&#8220;O Governo do Quénia expressa a sua sincera gratidão à comunidade queniana na África do Sul liderada pela Associação da Diáspora do Quénia na África do Sul (KEDASA) e a sua liderança para manter a paz e cooperar com as equipas consulares e as autoridades locais durante a retirada&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>No documento, o Governo informou que as operações de repatriamento vão ficar concluídas na quinta-feira, 09 de julho, a partir de Joanesburgo, e apelou a todos os cidadãos que queiram regressar ao Quénia para que se registem na embaixada de Pretória até 07 de julho.</P><br />
<P>&#8220;Só aqueles que se tiverem registado serão elegíveis para a retirada no voo final&#8221;, indicou o departamento.</P><br />
<P>Pelo menos 240 quenianos registaram-se na embaixada para receber assistência, a qual proporcionou alojamento temporário seguro, comida, bens de primeira necessidade e apoio especializado a grupos vulneráveis.</P><br />
<P>Milhares de pessoas saíram às ruas na África do Sul na passada terça-feira em marchas convocadas por grupos anti-imigração, que deram esse dia como data limite aos indocumentados de outros países africanos para abandonar o país.</P><br />
<P>A polícia de África do Sul confirmou um morto no decurso de saques que coincidiram com os protestos, mas a ministra da Justiça e Desenvolvimento Constitucional sul-africana, Mmamoloko Kubayi, garantiu que &#8220;não se registaram vítimas mortais durante o dia das manifestações&#8221;, as quais levaram a mais de 900 detenções.</P><br />
<P>Os organizadores culpam os migrantes pelos problemas económicos do país, a deficiente prestação de serviços públicos ou as altas taxas de criminalidade, e chegaram a tentar impedir o acesso a cuidados médicos e a educação em instalações públicas.</P><br />
<P>Face a esta situação, Zimbabué, Gana, Nigéria, Uganda, Quénia, Moçambique e Malawi já repatriaram centenas de cidadãos que solicitaram o regresso aos seus países de origem por medo dos ataques xenófobos.</P><br />
<P>O Governo sul-africano, por seu lado, condenou os ataques, ainda que tenha reivindicado o seu direito a controlar a imigração irregular.</P><br />
<P>Mais de 56 mil zimbabueanos residentes na vizinha África do Sul regressaram ao seu país desde o final de maio, devido à onda de violência xenófoba e aos protestos anti-imigração na África do Sul, informou o Governo do Zimbabué na sexta-feira.</P><br />
<P>Pelo menos 47.252 pessoas regressaram ao país por conta própria, enquanto outras 9.221 receberam assistência direta das autoridades zimbabueanas, afirmou Joshua Chibundu, responsável regional de imigração da Região Sul, números divulgados pelos meios de comunicação locais.</P><br />
<P>As tensões xenófobas contra os migrantes africanos são um problema recorrente na África do Sul e têm levado a ondas de protestos violentos, especialmente nos bairros mais vulneráveis.</P><br />
<P>O pior surto de xenofobia alguma vez registado no país ocorreu em 2008, quando mais de 60 pessoas perderam a vida, enquanto os protestos mais graves deste tipo nos últimos tempos aconteceram no final de 2019, com pelo menos 18 estrangeiros mortos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785557]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Governo moçambicano equaciona integrar vítimas de xenofobia nos megaprojetos &#8211; PR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:48:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente moçambicano disse hoje que o Governo equaciona integrar as vítimas da xenofobia nos megaprojetos em curso no país e noutras vagas de trabalho no exterior, no quadro da cooperação internacional, para resolver o problema do emprego.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente moçambicano disse hoje que o Governo equaciona integrar as vítimas da xenofobia nos megaprojetos em curso no país e noutras vagas de trabalho no exterior, no quadro da cooperação internacional, para resolver o problema do emprego.</P><br />
<P>&#8220;Temos duas saídas, uma é integrá-los em projetos que estão a acontecer em Moçambique. Como sabe, retomámos o projeto com a Total Rovuma, projeto LNG [Gás Natural Liquefeito, na tradução portuguesa], neste momento está com um pouco mais de sete mil trabalhadores, dos quais um pouco mais de cinco mil são moçambicanos. Este projeto está sendo desenvolvido e, na medida em que vai crescendo, vai integrando mais moçambicanos&#8221;, disse Daniel Chapo, em conferência de imprensa de balanço da visita à Tanzânia.</P><br />
<P>O chefe de Estado afirmou ainda estar em curso trabalhos para uma decisão final de investimento com a concessionária Exxonmobil, prevista para até setembro, prevendo que vai permitir também ter mais moçambicanos a trabalharem em mais um projeto e tantos outros em curso no país.</P><br />
<P>&#8220;Mas também temos dois acordos de trabalho para mão-de-obra, são três principais, [contando com a] África do Sul, onde nossos irmãos estão a sair mas também temos um acordo com Portugal e o outro com Emirados Árabes Unidos&#8221;, avançou Chapo.</P><br />
<P>Em relação a Portugal, acrescentou o Presidente de Moçambique, os acordos de cooperação em vigor entre os dois países permitiram o envio de 800 moçambicanos para trabalharem naquele país europeu, assegurando que até este momento, está em preparação o envio de mais 300 jovens.</P><br />
<P>&#8220;Achamos que é uma oportunidade também para esses jovens moçambicanos que já são carpinteiros, eletricistas, pedreiros, canalizadores e várias outras profissões, que estão a vir da África do Sul&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Já para os Emirados Árabes Unidos, destacou o envio de 15 jovens para o estudo de emprego, sendo que, em menos de um mês, dois deles foram promovidos a supervisores das obras devido ao nível de conhecimento &#8220;bastante alto&#8221;, enquanto estão outros três do grupo em análise para ocuparem o mesmo cargo.</P><br />
<P>&#8220;Vamos também continuar a fazer essa triagem, porque sabemos muito bem que esses nossos irmãos tinham a sua vida na África do Sul, trabalhavam. Tem a vantagem de que já falam a língua inglesa fluentemente, então, esta base de dados que estamos a fazer na triagem vai também nos servir para podermos não só integrá-los em trabalhos em Moçambique, mas também nestes outros países que nós temos acordos&#8221;, acrescentou Daniel Chapo.</P><br />
<P>Os episódios de violência contra estrangeiros levaram o Governo moçambicano a reforçar a assistência consular e as operações de repatriamento dos cidadãos afetados, mantendo o acompanhamento da situação através das representações diplomáticas e consulares na África do Sul.</P><br />
<P>Manifestantes anti-imigração sul-africanos fizeram um ultimato até 30 de junho, terça-feira, para todos os estrangeiros abandonarem o país e o Governo da África do Sul anunciou nos últimos dias restrições às políticas migratórias e o reforço da segurança, com Moçambique a receber hoje mais 65 cidadãos nacionais repatriados.</P><br />
<P>O Presidente moçambicano reconheceu na quarta-feira o agravamento da xenofobia na África do Sul, na sequência de incidentes violentos envolvendo cidadãos moçambicanos, e garantiu existirem condições logísticas para o repatriamento e acolhimento das vítimas.</P><br />
<P>Pelo menos 283 moçambicanos foram agredidos, viram as suas casas incendiadas e bens vandalizados na última vaga de ataques xenófobos na África do Sul, avançou no mesmo dia o Governo de Moçambique, que tenta assegurar assistência e o repatriamento.</P><br />
<P>No dia seguinte, quinta-feira, o Presidente moçambicano disse que 38 cidadãos moçambicanos residentes legalmente na África do Sul foram agredidos e expulsos das suas casas em ataques xenófobos.</P><br />
<P>Moçambique tem cerca de 300.000 cidadãos residentes na África do Sul. A Presidência indicou, em comunicado, que &#8220;milhares&#8221; já regressaram ao país face à violência.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785556]]></sapo:autor>
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		<title>Wimbledon: Elena Rybakina, número dois mundial, eliminada na terceira ronda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:31:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tenista cazaque Elena Rybakina, número dois mundial e campeã em 2022, caiu hoje na terceira ronda de Wimbledon, ao perder com a belga Elise Mertens em dois sets.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tenista cazaque Elena Rybakina, número dois mundial e campeã em 2022, caiu hoje na terceira ronda de Wimbledon, ao perder com a belga Elise Mertens em dois sets.</P><br />
<P>A campeã em título do Open da Austrália e vencedora no All England Club há quatro anos foi eliminada pela 27.ª jogadora mundial, mais conhecida pelo seu percurso em pares, com os parciais de 7-6 (7-4) e 6-1, em uma hora e 36 minutos. </P><br />
<P>Rybakina procurava destronar a bielorrussa Aryna Sabalenka da liderança do ranking WTA caso tivesse um bom percurso no terceiro Grand Slam da temporada, depois de ter caído na segunda ronda em Roland Garros.</P><br />
<P>Campeã em título de pares femininos em Wimbledon, Mertens vai defrontar nos oitavos de final de singulares a checa Marie Bouzkova (23.ª).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785555]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Força Aérea pela primeira vez, no combate direto dos fogos florestais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:28:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa disse hoje que há dois helicópteros da Força Aérea envolvidos no combate aos incêndios que lavram no país, e que é a primeira vez que aquele ramo das Forças Armadas intervém diretamente no combate às chamas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Defesa disse hoje que há dois helicópteros da Força Aérea envolvidos no combate aos incêndios que lavram no país, e que é a primeira vez que aquele ramo das Forças Armadas intervém diretamente no combate às chamas.</P><br />
<P>&#8220;Estão empenhados nessa missão dois helicópteros, cumprindo uma resolução que tem prazos entre a entrega e a operacionalidade. Cada capacidade nova que se adquire implica a aquisição de componentes, peças, adaptação de infraestruturas, treino de pilotos e, por isso, não basta adquirir para colocar ao serviço&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Nuno Melo, atualmente, &#8220;em Vila Real, a Força Aérea destacou aeronaves P3 Orion C295, que estão a fazer deteções precoces de incêndios, estando também baseado um helicóptero Black Hawk que, na deteção precoce do fogo, pode já atuar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Força Aérea Portuguesa, este ano, pela primeira vez, está envolvida no combate direto aos incêndios&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Nuno Melo revelou que &#8220;os bombardeiros Canadair que foram adquiridos chegam em 2029 e 2030&#8221;, mas também, &#8220;na consequência de uma avaliação feita pela Força Aérea&#8221;, também será feita &#8220;a aquisição de &#8216;kits&#8217; de incêndios que estão a ser produzidos nos Estados Unidos e que a partir de 2027 serão utilizados em aviões C130 para combate direto aos incêndios&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta foi uma capacidade que Portugal também já teve e que perdeu, ou seja, nós estamos a investir para que as Forças Armadas, numa base complementar, ajudem naquilo que são operações de apoio às populações civis e cada vez que passamos por esta época de incêndios percebemos bem a diferença que isso faz e, portanto, este ano serão dois helicópteros no combate direto aos incêndios&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Nuno Melo acrescentou &#8220;que presentemente está a terminar uma fase contratual do chamado SAFE que permitirá investir 5,8 mil milhões de euros em equipamentos que vão de satélites a fragatas, a sistemas antiaéreos, sistemas de artilharia, munições, drones, outros veículos, com uma transversalidade que tem em vista precisamente esta necessidade de assegurar que as Forças Armadas são capazes de cumprir todas as missões, dentro e fora de fronteiras, militares e ao serviço da população civil&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Força Aérea é talvez um dos maiores vetores deste investimento. Há poucos meses, no Parlamento Europeu, no discurso do Estado da União, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, elogiou como paradigma do bom investimento europeu a chamada constelação de satélites. Estamos a falar da construção de uma constelação pelo domínio do espaço na Europa e o exemplo que é dado é de Portugal&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Para Nuno Melo, &#8220;o principal vetor da construção e impulso da constelação do Atlântico é precisamente a Força Aérea Portuguesa, o que equivale a dizer que, pela Força Aérea Portuguesa, [se define] o domínio do espaço na União Europeia, à frente dos outros, mesmo muitas nações mais poderosas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Passou já por mim a resolução que levou à aquisição das aeronaves Super Tucano. Passaram aqui cinco em exibição. Foi a primeira vez que as vi. Passou já por mim a resolução que levou à aquisição de bombardeiros pesados Canadair, que estarão ao serviço da Força Aérea para combate aos incêndios, com o primeiro a ser entregue em 2029 e [depois] em 2030. Passou já por mim a aquisição de helicópteros Black Hawk, que serão utilizados na emergência médica com recurso ao Plano de Recuperação e Resiliência [PRR]. Passou já por mim a assinatura para a opção por mais uma aeronave KPC 390. Passará também certamente por mim, espero, a assinatura de outras aeronaves e equipamentos, que no seu tempo, quando for considerado oportuno, a Força Aérea terá também ao seu serviço. Isso para dizer que a Força Aérea é uma componente fundamental e estratégica da nação&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785554]]></sapo:autor>
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		<title>OPEP+ admite aumentar oferta de petróleo bruto em agosto pelo quinto mês consecutivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A aliança OPEP+, liderada pela Arábia Saudita e pela Rússia, estuda a possibilidade de aumentar a produção de petróleo em agosto, pelo quinto mês consecutivo, uma decisão que será debatida no domingo, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A aliança OPEP+, liderada pela Arábia Saudita e pela Rússia, estuda a possibilidade de aumentar a produção de petróleo em agosto, pelo quinto mês consecutivo, uma decisão que será debatida no domingo, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>A decisão baseia-se na expectativa de normalização do mercado após a reabertura parcial do Estreito de Ormuz e deverá ser tomada em teleconferência pelos ministros do setor da Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã, segundo informou a sede da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), em Viena.</P><br />
<P>Trata-se de sete dos 21 &#8220;países petrolíferos&#8221; da aliança que, há mais de um ano, têm devolvido gradualmente ao mercado parte dos barris que retiraram em 2023.</P><br />
<P>Em cima da mesa de negociações está um aumento moderado da sua produção conjunta, semelhante ao dos meses anteriores, de 188.000 barris por dia (bpd).</P><br />
<P>O grupo retomou em abril os seus aumentos mensais da produção após uma pausa de três meses, mas os acordos celebrados desde então têm, na prática, permanecido no papel, uma vez que foram amplamente anulados pela queda drástica e involuntária da produção de vários membros, principalmente o Iraque, o Irão, a Arábia Saudita e o Kuwait, devido ao conflito no Médio Oriente.</P><br />
<P>De acordo com as estimativas publicadas pela OPEP, a perda acumulada rondava os 10 milhões de barris por dia (mbd) em abril, sem contar com a redução da produção russa causada pelos ataques </P><br />
<P>Após a assinatura de um memorando de entendimento entre Washington e Teerão, que prolonga o cessar-fogo em vigor na guerra do Irão enquanto prosseguem as negociações de um acordo global para pôr fim ao conflito, os preços do &#8220;ouro negro&#8221; voltaram aos níveis anteriores à guerra.</P><br />
<P>O barril de Brent fechou a semana nos 62,74 euros, 42 % abaixo do pico de 109,62 euros atingido em 30 de abril, enquanto o petróleo de referência da OPEP caiu dos 127,02 euros de 19 de março para os 60,31 euros na passada quinta-feira, de acordo com a última notificação oficial.</P><br />
<P>A retoma do tráfego marítimo pelo estreito de Ormuz também contribuiu para a descida dos preços, embora esteja ainda longe de recuperar o nível anterior ao conflito, quando por ele transitava cerca de 20 % do petróleo comercializado no planeta.</P><br />
<P>Nestas circunstâncias, pela primeira vez desde o início da guerra, no final de fevereiro, espera-se que os aumentos acordados este ano comecem a ser efetivamente aplicados.</P><br />
<P>Embora os especialistas alertem que a normalização total dos fluxos de petróleo provenientes do Golfo Pérsico ainda demore meses, a perspetiva de um aumento da produção da OPEP+ soma-se ao crescimento da oferta proveniente dos Estados Unidos, Brasil, Venezuela, Argentina, Guiana e do Canadá, o que está a suscitar receios de um excesso de oferta.</P><br />
<P>A consequente pressão descendente sobre os preços poderá acentuar-se com a decisão dos Emirados Árabes Unidos de produzirem ao máximo da sua capacidade (cerca de 5 mbd), após terem abandonado a OPEP a 01 de maio, ficando assim livres de limitar a sua produção, uma vez que não estão sujeitos às quotas da organização.</P><br />
<P>Também o Iraque, que com uma produção entre 3 e 3,4 mbd é o segundo maior produtor da OPEP, atrás apenas da Arábia Saudita, pretende aumentar a produção e solicitou formalmente que lhe seja permitido alargar a sua quota de produção, conforme o anunciou em comunicado, no dia 25, o Ministério do Petróleo.</P><br />
<P>Neste contexto, o aumento que se prevê ratificar no domingo suscita &#8220;preocupação&#8221; entre os investidores face à possibilidade de o mercado petrolífero &#8220;passar de uma escassez temporária (&#8230;) para um excesso de oferta&#8221;, salientou o analista de mercado da XS.com, Linh Tran, numa análise enviada à EFE.</P><br />
<P>Fundada em 1960, em Bagdade, pela Arábia Saudita, Venezuela, Irão, Iraque e Kuwait, a OPEP é hoje composta por onze países. Em 2016, o grupo acordou cooperar com outras dez nações produtoras &#8212; entre elas a Rússia, o México, o Cazaquistão e o Azerbaijão &#8212;, o que deu origem à aliança OPEP+.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785553]]></sapo:autor>
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		<title>Carneiro quer PS preparado para regionalização e critica &#8220;insensibilidade&#8221; do Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:06:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, disse hoje que o PS deve estar preparado para "perguntar aos portugueses se querem ou não a regionalização", criticando a "insensibilidade" do Governo da economia à habitação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, disse hoje que o PS deve estar preparado para &#8220;perguntar aos portugueses se querem ou não a regionalização&#8221;, criticando a &#8220;insensibilidade&#8221; do Governo da economia à habitação.</P><br />
<P>&#8220;Temos um compromisso que temos de assumir hoje: perguntar aos portugueses se querem ou não a regionalização, e tudo fazer para avançar com essa reforma, para que os poderes regionais tenham legitimidade direta e democrática para responder às necessidades de desenvolvimento económico, social e territorial&#8221;, declarou o secretário-geral dos socialistas, em discurso do congresso da Federação Distrital do Porto do partido.</P><br />
<P>Em Vila do Conde, exortou os militantes a estarem preparados para olharem &#8220;para o esforço e percurso da descentralização&#8221;.</P><br />
<P>Esse era, de resto, o compromisso &#8220;prioritário&#8221; para o distrito assumido neste congresso, parte de uma ronda por vários, indo hoje também a Setúbal, que encerra um processo de eleições internas no partido.</P><br />
<P>Na sessão figuraram vários nomes de proa do partido a Norte, a começar pelo autarca de Vila do Conde, Vítor Costa, mas também a presidente da Câmara de Matosinhos, Luísa Salgueiro, assim como o antigo presidente em Vila do Conde e no Porto, Fernando Gomes, entre outros.</P><br />
<P>Carneiro voltou a criticar o Governo pelo &#8220;caos instalado nas escolas&#8221;, com os atrasos na avaliação dos exames nacionais, como já tinha dito aos jornalistas à chegada ao congresso, e lamentou que &#8220;este Governo nunca assuma a sua responsabilidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro-ministro que explique ao país o que se está a passar, o que está a falhar, e como o Governo vai resolver com credibilidade e confiança a avaliação dos nossos jovens que querem concorrer ao ensino superior&#8221;, criticou.</P><br />
<P>Nessa senda, referiu-se várias vezes, ao longo do discurso, à &#8220;insensibilidade&#8221; do Governo liderado por Luís Montenegro, do PSD e do CDS-PP, como na &#8220;desumanidade e insensibilidade&#8221; da reforma laboral.</P><br />
<P>&#8220;Eles vieram para tirar direitos aos trabalhadores, entre eles as mulheres e os mais jovens. Conseguimos dar um contributo decisivo, com mais de cinco milhões e 300 mil trabalhadores, para travar esta ofensiva. Contámos com os trabalhadores e as centrais sindicais&#8221;, celebrou.</P><br />
<P>A Prestação Social Única também mereceu críticas, assim como as questões da habitação e das emergências hospitalares, lamentando que não tenham sido acolhidas propostas socialistas nem tidas posições que defendam os cidadãos portugueses.</P><br />
<P>Por outro lado, José Luís Carneiro propõe a partir do PS uma alternativa &#8220;séria e sólida&#8221;, com a prioridade numa &#8220;construção de matriz de desenvolvimento da economia&#8221;, com mais tecnologia, o aproveitamento do interior e a valorização do percurso dos jovens em Portugal, a começar pelos &#8220;100 mil no ensino profissional e 140 mil que não estudam nem trabalham&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós temos áreas vitais às quais temos de responder. A economia é uma delas. Tem de ser mais produtiva, criar mais riqueza, ser mais competitiva. O que vemos do Governo é o contrário disto&#8221;, lamentou.</P><br />
<P>Com militantes do Porto, entre os quais se inclui, Carneiro lembrou Antero de Quental e José Régio, comparou a política à confeção de renda de bilros, numa das cidades mais representativas deste artesanato, e pediu que o Porto &#8220;ganhe força&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se formos uma força que faz da sua pluralidade, diversidade, uma unidade que inova, fortalece, defende e afirma os valores, estou convencido que essa unidade formará um autêntico quadrado que, na nossa história, tem um significado muito especial&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Na habitação, pediu à presidente da Câmara de Matosinhos, Luísa Salgueiro, para liderar uma equipa no secretariado nacional para encontrar uma solução para o problema.</P><br />
<P>Para o Serviço Nacional de Saúde (SNS), prometeu &#8220;várias soluções para responder de forma mais eficaz&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785552]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Zuckerberg quer criar um “sistema imunitário virtual”: a IA que testa doenças antes de chegarem ao corpo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Chan Zuckerberg Biohub]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Zuckerberg]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagine poder testar, num computador, como o seu sistema imunitário reagiria a uma infeção, a uma inflamação ou até a uma futura terapia — antes de o corpo passar por isso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine poder testar, num computador, como o seu sistema imunitário reagiria a uma infeção, a uma inflamação ou até a uma futura terapia — antes de o corpo passar por isso. É essa a ambição do novo projeto do Chan Zuckerberg Biohub, a organização científica ligada a Mark Zuckerberg e Priscilla Chan, que quer construir uma espécie de “sistema imunitário virtual” com recurso a inteligência artificial.</p>
<p><strong>Um corpo simulado antes da doença chegar</strong></p>
<p>A ideia, destacada pelo &#8216;El Economista&#8217; a partir da comunicação do Biohub, parte de uma pergunta simples e quase futurista: e se fosse possível modelar o sistema imunitário humano para prever, simular ou até ajudar a prevenir doenças? A resposta está num projeto que pretende usar modelos de IA capazes de representar a forma como células, moléculas e tecidos interagem ao longo do tempo.</p>
<p>Na prática, o objetivo não é criar uma cópia perfeita de uma pessoa, mas um modelo suficientemente avançado para ajudar cientistas a compreender como as defesas do corpo reagem em diferentes cenários. O Biohub descreve o Sistema Imunitário Virtual como um esforço para simular inflamações, testar hipóteses e orientar intervenções reais, ligando dados biológicos de grande escala a modelos computacionais.</p>
<p><strong>A promessa: testar terapias sem começar pelo doente</strong></p>
<p>Priscilla Chan apresentou a ambição em termos diretos: construir modelos de IA que consigam raciocinar sobre a forma como as células interagem e respondem, com o objetivo de simular terapias imunitárias, reprogramar células e, a longo prazo, ajudar a prevenir doenças antes de surgirem. A própria organização sublinha, porém, que este é um caminho científico em desenvolvimento, não uma solução clínica pronta a aplicar.</p>
<p>O projeto insere-se numa aposta mais ampla do Biohub na chamada biologia virtual. Em abril, a organização anunciou uma iniciativa de 500 milhões de dólares, cerca de 465 milhões de euros, para criar conjuntos de dados abertos e modelos preditivos da célula, capazes de acelerar a investigação sobre doenças e potenciais tratamentos.</p>
<p>A promessa é sedutora: se a IA conseguir simular partes da biologia humana com precisão, os investigadores poderão testar digitalmente hipóteses que hoje exigem anos de trabalho laboratorial. Em vez de observar apenas o que aconteceu numa célula ou num tecido, os cientistas poderiam perguntar ao modelo o que poderá acontecer a seguir.</p>
<p><strong>A “terceira revolução” da imunologia</strong></p>
<p>É por isso que Aly Khan, especialista em imunologia computacional e inteligência artificial no Biohub Chicago, fala numa “terceira revolução” da imunologia. A primeira terá permitido identificar os componentes fundamentais do sistema imunitário; a segunda, impulsionada pela imunologia de sistemas, ajudou a criar atlas detalhados de células e moléculas. A terceira pretende transformar esse conhecimento numa ciência preditiva.</p>
<p>Num artigo científico assinado por Aly A. Khan e outros investigadores, publicado em pré-impressão no arXiv, os autores defendem que a imunologia está pronta para passar de uma disciplina sobretudo descritiva para uma área capaz de prever trajetórias biológicas. A proposta assenta num ciclo: gerar dados causais em grande escala, treinar modelos de IA, fazer previsões e usar essas previsões para desenhar novas experiências.</p>
<p><strong>Mais do que dados: perceber causa e efeito</strong></p>
<p>A diferença entre “mais dados” e “bons dados” é central. O sistema imunitário não é apenas uma lista de células: é uma rede dinâmica que muda consoante genética, infeções, inflamação, idade, ambiente, tecidos e tratamentos. Para que a IA seja útil, precisa de dados que ajudem a perceber causas e efeitos, não apenas fotografias estáticas do que está a acontecer num dado momento.</p>
<p>O Biohub defende precisamente essa mudança. A organização quer combinar plataformas de imagem, engenharia celular, bioengenharia e análise molecular para produzir dados que possam alimentar modelos mais robustos. A ambição é que esses modelos não se limitem a descrever o sistema imunitário, mas ajudem a prever como este poderá comportar-se em situações concretas.</p>
<p><strong>O exemplo AlphaFold e o desafio seguinte</strong></p>
<p>O exemplo mais citado neste campo é o AlphaFold, o sistema de IA que transformou a previsão da estrutura das proteínas. Para os defensores do Sistema Imunitário Virtual, a imunologia pode estar perante uma oportunidade semelhante: encontrar problemas biológicos bem definidos, reunir dados de qualidade e criar modelos capazes de acelerar descobertas.</p>
<p>Mas o desafio é muito maior. Uma proteína já é complexa; um sistema imunitário inteiro é uma coreografia de milhões de interações. O artigo de Aly Khan e colegas identifica várias escalas de dificuldade, da genética às interações moleculares, da decisão celular à organização dos tecidos e à dinâmica global do sistema.</p>
<p><strong>O lado humano: antecipar antes de tratar</strong></p>
<p>É aqui que entra o lado mais humano da história. Se funcionar, este tipo de modelo poderá ajudar a perceber por que razão uma pessoa desenvolve inflamação crónica, por que motivo uma terapia resulta num doente e falha noutro, ou como reverter uma célula de um estado inflamatório para um estado saudável. Ainda não é medicina personalizada plena, mas aponta nessa direção.</p>
<p>A organização fala também em doenças associadas ao envelhecimento, como cancro, Alzheimer e Parkinson, áreas em que pretende desenvolver modelos de IA e células programadas para detetar sinais precoces de doença e, no futuro, intervir de forma direcionada.</p>
<p><strong>Ainda longe da consulta médica</strong></p>
<p>Há, no entanto, um ponto essencial: a promessa ainda está longe da consulta médica. Criar modelos fiáveis da biologia humana exige dados em quantidade, qualidade e diversidade suficientes, além de validação experimental rigorosa. A própria aposta do Biohub em dados abertos e colaboração internacional mostra que nenhum laboratório conseguirá resolver sozinho um problema desta escala.</p>
<p>Também há questões de confiança. Quanto mais a biologia entra no território dos grandes modelos de IA, mais importantes se tornam a privacidade dos dados, a governação científica, a transparência e o acesso aos benefícios. Um “gémeo digital” das defesas do corpo pode ser uma ferramenta poderosa, mas só será útil se for construído com dados fiáveis e regras claras.</p>
<p>Para já, o Sistema Imunitário Virtual é sobretudo um mapa para o futuro: uma tentativa de transformar o sistema de defesa do corpo numa realidade que possa ser simulada, interrogada e compreendida antes de a doença avançar. A ambição é enorme. A medicina, se este caminho resultar, poderá deixar de reagir apenas ao que já aconteceu e começar a antecipar aquilo que o corpo ainda está prestes a fazer.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784912]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Itália envia dois aviões para apoiar combate aos fogos em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 13:58:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo italiano enviou hoje dois aviões anfíbios Canadair do Corpo Nacional de Bombeiros para apoiar Portugal no combate aos incêndios florestais, informou o Departamento de Proteção Civil de Itália num comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O governo italiano enviou hoje dois aviões anfíbios Canadair do Corpo Nacional de Bombeiros para apoiar Portugal no combate aos incêndios florestais, informou o Departamento de Proteção Civil de Itália num comunicado.</P><br />
<P>As aeronaves italianas, que descolaram do aeroporto de Roma-Ciampino, terão a sua base operacional em Beja e irão intervir no incêndio de Vouzela, no distrito de Viseu, que é atualmente o foco mais preocupante e que já consumiu cerca de 10.000 hectares.</P><br />
<P>A iniciativa surge em resposta ao pedido das autoridades portuguesas ao Centro de Coordenação de Resposta a Emergências de Bruxelas.</P><br />
<P>Os Canadair, aviões anfíbios especializados na extinção de incêndios florestais através do carregamento e descarregamento de grandes quantidades de água, foram mobilizados como recursos rescEU-IT, no âmbito do mecanismo europeu de proteção civil.</P><br />
<P>Esta ajuda vem somar-se ao contingente militar especializado anunciado pelo Governo português que a Espanha irá enviar, bem como ao apoio solicitado a Marrocos.</P><br />
<P>Mais de uma centena de bombeiros e 45 veículos de Espanha chegaram a Portugal na sexta-feira para combater os incêndios, em coordenação com o Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia.</P><br />
<P>&#8220;Para ajudar o país a enfrentar os incêndios florestais de grandes proporções, três aeronaves de combate a incêndios da rede rescEU, provenientes de Itália e de Espanha, já estão a caminho&#8221; de Portugal, estando a chegada prevista para hoje, disse à Lusa fonte oficial da Comissão Europeia.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, &#8220;118 bombeiros e 45 veículos provenientes de Espanha chegaram ao local ontem à noite, apenas algumas horas após a ativação do mecanismo&#8221;, referiu.</P><br />
<P>A rede rescEU faz parte do Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia (UE), funcionando como uma reserva estratégica de meios para dar resposta a situações de emergência que são coordenadas pelo instrumento europeu quando um país faz um pedido de ajuda.</P><br />
<P>Espanha disponibilizou na sexta-feira um de dois aviões Canadair solicitados por Portugal no âmbito do acordo de assistência existente entre os dois países, ativado preventivamente em paralelo com o mecanismo da UE.</P><br />
<P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou na sexta-feira que Portugal acionou o mecanismo europeu e os acordos bilaterais com Espanha e Marrocos para reforçar o dispositivo de combate aos incêndios.</P><br />
<P>O mecanismo europeu ajuda os Estados-membros e países terceiros à UE a dar resposta a emergências, como incêndios, crises sanitárias ou conflitos.</P><br />
<P>Quando um país faz um pedido de assistência, o Centro de Coordenação de Resposta de Emergência mobiliza o destacamento de apoio através de uma ligação direta com as autoridades nacionais de proteção civil.</P><br />
<P>&#8220;A solidariedade da UE encontra-se em curso e continuará presente durante todo o verão&#8221;, reforçou fonte da Comissão Europeia.</P><br />
<P></P><br />
<P>EYC/(PCT/TA/MCA)// MAG</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785551]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Em La Guaira persiste a esperança de resgatar os corpos dos escombros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 13:52:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Em La Guaira, no meio de queixas da falta de ajuda estatal, persiste a esperança de resgatar pessoas, com a população a usar inclusive as mãos para remover os escombros de prédios que ruíram durante os recentes sismos.</P><br />
<P>&#8220;Temos fé e esperança [de que continuam vivos], mas partimos do princípio de que já não estão neste mundo. De qualquer forma queremos recuperá-los e, por isso, estamos aqui todos os dias à procura da nossa família&#8221;, disse Yelitza Noriega à Agência Lusa.</P><br />
<P>Há mais de uma semana que esta venezuelana passa a maior parte do dia remexendo nos escombros do edifício &#8220;Mi Club Playa Grande&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Vim buscar a minha família e dar por concluída esta situação. E, depois, pensaremos no amanhã. Temos de viver o dia de hoje: Este terramoto ensinou-nos isso, [a pensar] apenas no dia de hoje&#8221;, disse.</P><br />
<P>Explicou ainda que nos restos do prédio estão &#8220;cinco pessoas soterradas&#8221;, quatro delas da sua família, duas tias, um primo e o marido de uma das tias.</P><br />
<P>&#8220;Estamos aqui desde quinta-feira, a trabalhar manualmente porque não temos maquinaria e não há forma de chegar aos apartamentos, pois as lajes são demasiado grandes e pesadas. Precisamos de maquinaria pesada para os conseguir retirar de lá&#8221;, desabafou.</P><br />
<P>Explicou que os irmãos e filhos dos quatro parentes soterrados estão emigrados e que dessa família é a única que está viva.</P><br />
<P>&#8220;Nenhuma ajuda. Alguns voluntários vêm aqui escavam, metem-se [nos escombros] e tentam ajudar. Ali está o meu marido e um voluntário que vem ajudar, mas da parte do Estado ou de maquinaria de empresas privadas, nada, nada, nada, nada, tudo é feito com as mãos&#8221;, disse.</P><br />
<P>E insistiu: &#8220;não temos ferramentas para remover esses pavimentos tão grossos, por isso não conseguimos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No sábado conseguimos salvar o marido da minha tia. Ele foi o único, e tiveram de escavar pelo &#8216;penthouse&#8217; até chegar ao quarto andar. Tiveram que ir pelo telhado, porque não havia maneira de aceder pelos lados, devido à espessura das lajes. Demoraram nove horas para romper o teto e resgatá-lo&#8221;, disse, precisando que o edifício tinha quatro pisos, três apartamentos por cada um, mais um &#8220;penthouse&#8221;.</P><br />
<P>Yelitza Noriega tem falado com muitas pessoas a pedir ajuda, mas a resposta é sempre a mesma: &#8220;dizem-nos que não têm maquinarias. É essa a resposta&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os centros de recolha disponibilizam-nos ferramentas, picaretas e pás, mas é só isso, fazemos tudo com as mãos, nada mais&#8221;, disse, sublinhando que &#8220;já passaram nove dias&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas a fé é a última coisa que se perde e, até os ver, não a perco. Mas, claro, também é preciso estar ciente de que já passaram demasiados dias&#8221;, disse Yelitza que jamais esquecerá que estava no seu quarto com o marido quando o telefone deu o alarme de que havia um sismo.</P><br />
<P>&#8220;A casa começou a balançar em ziguezague. Vi as paredes a balançarem em ziguezague e, quando tentava sair do quarto, a situação mudou, era como uma onda que me atirou para o chão e não havia maneira de me levantar, era como aquela sensação de que uma onda [do mar] te empurra e levanta-te. Não conseguíamos sair do quarto. Graças a Deus, a minha casa não sofreu grandes danos, apenas algumas fissuras&#8221;, disse.</P><br />
<P>Explicou ainda que só pensou na sua filha, Patrícia, que vive em Caracas, precisando que a sua descendente &#8220;fisicamente está bem, mas emocionalmente ainda a recuperar-se&#8221;.</P><br />
<P>Por outro lado, o voluntário Ernesto Perdón viajou desde El Zúlia (830 quilómetros a oeste da capital) até Playa Grande &#8220;para apoiar os irmãos de La Guaira com a maquinaria&#8221;, à espera que alguém seja resgatado com vida e pedindo a Deus que ajude, que dê muita força aos venezuelanos.</P><br />
<P>Outro voluntário, Gilberto Valessilo, também de Zúlia, descreve o que já viu como &#8220;uma catástrofe de grande magnitude&#8221; que deixou muitos afetados.</P><br />
<P>&#8220;Temos o apoio de brigadas do Irão, do México e da Espanha. Os iranianos introduziram máquinas especiais que indicam que há pessoas vivas. Estão a escavar até à cave, até dois andares abaixo do nível do solo, onde se presume que as estruturas não estão tão danificadas, onde se presume que estejam entre 25 e 35 pessoas com vida&#8221;, disse.</P><br />
<P>Outro voluntário, José Gregório Franco Nieves, viajou quilómetros até às residências Playa Grande, onde decorrem as buscas com a ajuda de chineses.</P><br />
<P>&#8220;Eu tinha família aqui e temos esperança que continuem vivos. A China nos está a ajudar com detetores de sinais de vida. Há aproximadamente 40 pessoas e 4 delas estariam vivas, entre eles um menino&#8221;, disse.</P><br />
<P>Explicou ainda que entre os sobreviventes presos nos escombros estaria um militar que se comunicou pela rádio com os companheiros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785550]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Fogo em Setúbal está em fase de conclusão &#8211; câmara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 13:45:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio que desde sexta-feira à tarde consumiu uma área assinalável de terreno junto de Vale de Cobro, onde eclodiu, e nas zonas do Faralhão, Santo Ovídeo e Mourisca, em Setúbal, está em fase de conclusão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O incêndio que desde sexta-feira à tarde consumiu uma área assinalável de terreno junto de Vale de Cobro, onde eclodiu, e nas zonas do Faralhão, Santo Ovídeo e Mourisca, em Setúbal, está em fase de conclusão.</P><br />
<P>A Câmara de Setúbal, em comunicado, revelou que o incêndio entrou às 08:00 de hoje em fase de conclusão.</P><br />
<P>&#8220;Os meios operacionais mantêm-se no local a proceder à consolidação da orla do incêndio e ao rescaldo, com a preocupação de avaliar pontos quentes para prevenir reacendimentos, em face da subida da temperatura prevista para esta tarde&#8221;, adiantou o município.</P><br />
<P>Segundo a autarquia, o fogo, com início registado às 14:14 de sexta-feira, na Rua Cascalheira, zona de Vale de Cobro, &#8220;devido ao incêndio de uma viatura particular, progrediu rapidamente para as áreas do Faralhão e da Mourisca, devido às elevadas temperaturas e ao vento, consumindo vegetação arbustiva e arbórea.&#8221;</P><br />
<P>&#8220;A existência de habitações em zona periurbana, algumas confluindo com a orla do incêndio, obrigou a evacuar algumas casas como medida de prevenção, em ações que contaram com o apoio das forças de segurança, igualmente envolvidas na criação de um perímetro de segurança, com a necessidade de encerramento de vias&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>O vereador da Segurança, Proteção Civil e Bombeiros da Câmara Municipal de Setúbal, Paulo Maia, &#8220;acompanhou a situação no terreno desde a primeira hora do fogo, que entrou em fase de resolução à 01:00&#8221; de hoje, de acordo com a autarquia.</P><br />
<P>Há a registar dez vítimas ligeiras, oito delas bombeiros, por exaustão devido às temperaturas elevadas e à carga de trabalho, que necessitaram de apoio hospitalar, e duas civis, por inalação de fumos e pânico, assistidas no local, adiantou a câmara.</P><br />
<P>Segundo o município, perto de 400 operacionais, da Companhia de Bombeiros Sapadores de Setúbal e dos Bombeiros Voluntários de Setubal, assim como das corporações do distrito e de dois grupos do distrito de Lisboa, estiveram envolvidos no combate às chamas.</P><br />
<P>Para o combate ao incêndio, adiantou a autarquia, &#8220;em face das dificuldades resultantes das condições climatéricas e do tipo de terreno, com muita vegetação e proximidade de casas, chegaram a estar envolvidos 86 veículos e, na fase mais crítica, dois aviões e um helicóptero&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785549]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Morreu o antigo autarca de Portel José Manuel Grilo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 13:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo presidente da Câmara de Portel José Manuel Grilo morreu na sexta-feira à noite, aos 65 anos, revelou hoje este município do distrito e Évora, que decretou três dias de luto municipal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo presidente da Câmara de Portel José Manuel Grilo morreu na sexta-feira à noite, aos 65 anos, revelou hoje este município do distrito e Évora, que decretou três dias de luto municipal.</P><br />
<P>Fonte familiar indicou à agência Lusa que José Manuel Grilo sofreu uma paragem cardiorrespiratória na noite do dia 24 de junho e encontrava-se, desde então, nos cuidados intensivos do Hospital do Espírito Santo de Évora</P><br />
<P>Numa nota de pesar publicada na sua página de Internet, consultada pela Lusa, a autarquia indicou que &#8220;é com o mais profundo sentimento de pesar que o Município de Portel comunica o falecimento&#8221; do antigo presidente do município José Manuel Clemente Grilo.</P><br />
<P>Economista de profissão e com &#8220;profunda vocação para o serviço público, o Dr. José Manuel Clemente Grilo dedicou a sua vida ao desenvolvimento e bem-estar do concelho de Portel&#8221;, realçou a câmara.</P><br />
<P>Serviu o município &#8220;de forma exemplar ao longo de quase três décadas, tendo liderado com distinção os destinos do concelho como presidente da Câmara Municipal de Portel nos últimos 12 anos, depois de ter desempenhado as funções de vice-presidente durante quatro mandatos. Atualmente mantinha o seu compromisso cívico e político como membro em funções da Assembleia Municipal de Portel&#8221;, lê-se na nota de pesar.</P><br />
<P>&#8220;A sua integridade, capacidade de liderança, dedicação e proximidade com as populações deixam uma marca indelével na história e no coração de todos os portelenses. O seu legado continuará a ser uma referência de nobreza no exercício da causa pública&#8221;, adiantou a autarquia.</P><br />
<P>A Câmara de Portel, &#8220;nesta hora de imensa dor, endereça as mais sentidas condolências à família e amigos, associando-se ao luto de todo o concelho&#8221;.</P><br />
<P>O corpo fica em câmara ardente na igreja Matriz, em Portel, durante o dia de hoje, e as cerimónias fúnebres realizam-se no domingo, a partir das 10:00, seguindo para o cemitério local onde será sepultado.</P><br />
<P>&#8220;Como justa homenagem à sua memória e ao inestimável serviço prestado à nossa comunidade, o Município decreta tês dias de Luto Municipal, com a bandeira do Município hasteada a meia haste nos edifícios públicos do concelho&#8221;.</P><br />
<P>Também o Partido Socialista de Portel manifestou o seu &#8220;profundo pesar&#8221; pela morte de José Manuel Grilo, que &#8220;ao longo de várias décadas exerceu com muita dedicação, empenho e determinação, as funções de presidente de Câmara Municipal de Portel, vice-presidente e membro da Assembleia Municipal, tendo sempre representado o Partido Socialista neste período de tempo, dedicando grande parte da sua vida ao serviço público e ao concelho de Portel&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O PS de Portel e todos os seus militantes apresentam as sentidas condolências à sua família e aos amigos, manifestando-lhes a sua solidariedade neste momento de dor e de perda&#8221;, adiantou.</P><br />
<P></P><br />
<P>TCA/SM // MAG</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785548]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: mais de 100 bombeiros e 45 veículos de Espanha no apoio aos fogos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 13:08:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de uma centena de bombeiros e 45 veículos de Espanha chegaram a Portugal na sexta-feira para combater os incêndios, em coordenação com o Mecanismo de Proteção Civil da UE, disse hoje a Comissão Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de uma centena de bombeiros e 45 veículos de Espanha chegaram a Portugal na sexta-feira para combater os incêndios, em coordenação com o Mecanismo de Proteção Civil da UE, disse hoje a Comissão Europeia.</P><br />
<P>&#8220;Para ajudar o país a enfrentar os incêndios florestais de grandes proporções, três aeronaves de combate a incêndios da rede rescEU, provenientes de Itália e de Espanha, já estão a caminho&#8221; de Portugal, estando a chegada prevista para hoje, disse à Lusa fonte oficial da Comissão Europeia.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, &#8220;118 bombeiros e 45 veículos provenientes de Espanha chegaram ao local ontem à noite, apenas algumas horas após a ativação do mecanismo&#8221;, referiu.</P><br />
<P>A rede rescEU faz parte do Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia (UE), funcionando como uma reserva estratégica de meios para dar resposta a situações de emergência que são coordenadas pelo instrumento europeu quando um país faz um pedido de ajuda.</P><br />
<P>Espanha disponibilizou na sexta-feira um de dois aviões Canadair solicitados por Portugal no âmbito do acordo de assistência existente entre os dois países, ativado preventivamente em paralelo com o mecanismo da UE.</P><br />
<P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou na sexta-feira que Portugal acionou o mecanismo europeu e os acordos bilaterais com Espanha e Marrocos para reforçar o dispositivo de combate aos incêndios.</P><br />
<P>O mecanismo europeu ajuda os Estados-membros e países terceiros à UE a dar resposta a emergências, como incêndios, crises sanitárias ou conflitos.</P><br />
<P>Quando um país faz um pedido de assistência, o Centro de Coordenação de Resposta de Emergência mobiliza o destacamento de apoio através de uma ligação direta com as autoridades nacionais de proteção civil.</P><br />
<P>&#8220;A solidariedade da UE encontra-se em curso e continuará presente durante todo o verão&#8221;, reforçou fonte da Comissão Europeia.</P><br />
<P></P><br />
<P>PCT/TA (MCA) // MAG</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785547]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Moçambique recebe mais 65 nacionais vítimas de xenofobia na África do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 13:08:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Moçambique recebe hoje mais 65 cidadãos nacionais repatriados da vizinha África do Sul, vítimas de ataques xenófobos, anunciou o Governo que tem registo de mais 48 pessoas que manifestaram, nas representações diplomáticas, o desejo de regressar ao país. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Moçambique recebe hoje mais 65 cidadãos nacionais repatriados da vizinha África do Sul, vítimas de ataques xenófobos, anunciou o Governo que tem registo de mais 48 pessoas que manifestaram, nas representações diplomáticas, o desejo de regressar ao país. </P><br />
<P>Num comunicado do Gabinete de Informação de Moçambique (Gabingo), divulgado hoje, refere-se que mais cidadãos moçambicanos regressam ao país na sequência da violência anti-imigrantes na África do Sul, estando prevista a chegada, na tarde de hoje, de mais 65 cidadãos, incluindo 14 provenientes de Witbank, na província de Mpumalanga, &#8220;no quadro das ações de apoio e repatriamento em curso&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Na província do Cabo Ocidental, as autoridades locais notificaram a missão consular de Moçambique na cidade do Cabo sobre a presença de 48 cidadãos moçambicanos, incluindo quatro crianças, que manifestaram intenção de regressar ao país&#8221;, avança o órgão.</P><br />
<P>O Gabinfo afirma que os cidadãos continuam a ser acolhidos no Alto Comissariado de Moçambique em Pretória, incluindo os provenientes de Joanesburgo, Pretória, Gauteng e outras localidades.</P><br />
<P>&#8220;Prossegue o processo de assistência e repatriamento de cidadãos moçambicanos afetados pelos atos de intimidação e violência contra imigrantes em várias províncias da República da África do Sul&#8221;, refere o Gabinfo. </P><br />
<P>Em Gauteng, a cidadã moçambicana que deu à luz nas instalações do Alto Comissariado, na quarta-feira, teve alta hospitalar e encontra-se, com o recém-nascido, &#8220;em boas condições de saúde&#8221;, com as autoridades a acompanharem o caso e a prestar a assistência necessária à mãe e ao bebé, conforme indica o Gabinfo.</P><br />
<P>&#8220;Continuam, igualmente, a ser registadas situações de vulnerabilidade envolvendo cidadãos moçambicanos que perderam abrigo ou foram retirados dos seus locais de trabalho, em consequência do agravamento das ações de perseguição e das operações de controlo migratório&#8221;, avança a instituição.</P><br />
<P>Os episódios de violência contra estrangeiros levaram o Governo moçambicano a reforçar a assistência consular e as operações de repatriamento dos cidadãos afetados, mantendo o acompanhamento da situação através das representações diplomáticas e consulares na África do Sul.</P><br />
<P>Manifestantes anti-imigração sul-africanos fizeram um ultimato até 30 de junho, terça-feira, para todos os estrangeiros abandonarem o país e o Governo da África do Sul anunciou nos últimos dias restrições às políticas migratórias e o reforço da segurança.</P><br />
<P>O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, reconheceu na quarta-feira o agravamento da xenofobia na África do Sul, na sequência de incidentes violentos envolvendo cidadãos moçambicanos, e garantiu existirem condições logísticas para o repatriamento e acolhimento das vítimas.</P><br />
<P>Pelo menos 283 moçambicanos foram agredidos, viram as suas casas incendiadas e bens vandalizados na última vaga de ataques xenófobos na África do Sul, avançou no mesmo dia o Governo de Moçambique, que tenta assegurar assistência e o repatriamento.</P><br />
<P>No dia seguinte, o Presidente moçambicano disse que 38 cidadãos moçambicanos residentes legalmente na África do Sul foram agredidos e expulsos das suas casas em ataques xenófobos.</P><br />
<P>Moçambique tem cerca de 300.000 cidadãos residentes na África do Sul. A Presidência indicou, em comunicado, que &#8220;milhares&#8221; já regressaram ao país face à violência.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785546]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão nomeia novo chefe da Marinha da Guarda Revolucionária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 13:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão nomeou hoje o almirante Ali Ozmaei como novo comandante da Marinha da Guarda Revolucionária, força de elite que procura manter o controlo do estreito de Ormuz, num contexto de tensão com os Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão nomeou hoje o almirante Ali Ozmaei como novo comandante da Marinha da Guarda Revolucionária, força de elite que procura manter o controlo do estreito de Ormuz, num contexto de tensão com os Estados Unidos.</P><br />
<P>Segundo a agência iraniana DefaPress, ligada a organizações de defesa do país, Ozmaei foi nomeado para o cargo depois de ter comandado a Quinta Região Naval da Guarda Revolucionária, que abrange as ilhas iranianas de Qeshm e Kish, no golfo Pérsico.</P><br />
<P>O almirante sucede a Alireza Tangsiri, anterior comandante das forças navais da Guarda Revolucionária, que morreu num ataque aéreo norte-americano-israelita durante a guerra, em março, e a quem Telavive atribuiu a responsabilidade pelo encerramento, por parte de Teerão, do estratégico estreito de Ormuz durante o conflito.</P><br />
<P>Na sua primeira mensagem como comandante da Marinha da Guarda Revolucionária, e por ocasião do segundo dia das cerimónias fúnebres do líder supremo iraniano Ali Khamenei, descrito no texto como tendo sido assassinado, Ozmaei afirmou que a &#8220;vingança divina&#8221; contra os Estados Unidos e Israel &#8220;não está longe&#8221;.</P><br />
<P>Acrescentou que os membros da força naval e os &#8220;guardiões do estratégico estreito de Ormuz&#8221; continuarão &#8220;com firmeza e determinação&#8221; o caminho de Khamenei, que, segundo o texto, morreu no primeiro dia da guerra, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>O Irão anunciou a reabertura da navegação no estratégico estreito de Ormuz no âmbito do memorando de entendimento assinado com os Estados Unidos para pôr termo à guerra, mas continua a defender que os navios que pretendam atravessar aquela via marítima devem fazê-lo mediante autorização de Teerão e pelas rotas por este definidas.</P><br />
<P>Nas últimas semanas, as tensões entre Teerão e Washington voltaram a intensificar-se, com ataques iranianos contra vários navios e bombardeamentos norte-americanos contra alvos militares na costa sul do Irão, no quadro da disputa pelo controlo do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Na sequência desses confrontos, as duas partes realizaram esta semana negociações indiretas no Qatar para discutir o memorando de entendimento assinado em 17 de junho com vista ao fim da guerra.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785545]]></sapo:autor>
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		<title>Usa protetor solar? Há uma zona que quase toda a gente esquece — e pode fazer diferença durante décadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 13:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[protetor solar]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A recomendação é simples, mas muitas vezes ignorada. A pele do pescoço está regularmente exposta ao sol, tal como o rosto, as orelhas, o decote, os braços e as mãos. Ainda assim, é comum que a aplicação de protetor solar termine no queixo, deixando de fora uma área particularmente vulnerável ao fotoenvelhecimento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O protetor solar costuma entrar na rotina pelo rosto. É aí que muitas pessoas o aplicam de manhã, antes de sair de casa, ou reforçam durante os dias de praia. Mas há uma zona que fica frequentemente esquecida e que também está exposta aos mesmos raios ultravioleta: o pescoço.</p>
<p>A recomendação é simples, mas muitas vezes ignorada. A pele do pescoço está regularmente exposta ao sol, tal como o rosto, as orelhas, o decote, os braços e as mãos. Ainda assim, é comum que a aplicação de protetor solar termine no queixo, deixando de fora uma área particularmente vulnerável ao fotoenvelhecimento.</p>
<p>Segundo a &#8216;IFLScience&#8217;, a exposição solar pode ter um efeito profundo na pele porque os raios ultravioleta conseguem penetrar nas suas camadas e danificar as células. O envelhecimento natural, provocado apenas pela passagem do tempo, é conhecido como envelhecimento cronológico. Já o envelhecimento associado à exposição solar chama-se fotoenvelhecimento.</p>
<p><strong>Envelhecer pelo tempo não é o mesmo que envelhecer pelo sol</strong></p>
<p>A diferença é importante. Todos envelhecemos com a idade, mas a pele exposta ao sol tende a envelhecer de forma mais marcada. Por isso, zonas como rosto, pescoço, braços e mãos podem apresentar sinais diferentes das áreas que passam a maior parte do tempo protegidas pela roupa.</p>
<p>O problema não é apenas estético. O sol pode contribuir para manchas, rugas, perda de elasticidade e alterações visíveis da pele, mas também pode provocar danos no ADN das células cutâneas. Com o tempo, esses danos podem acumular-se e aumentar o risco de mutações associadas a alguns cancros da pele.</p>
<p><strong>Quando envelhecimento e cancro andam lado a lado</strong></p>
<p>Num comentário publicado em 2021 no Journal of the European Academy of Dermatology and Venereology, o dermatologista Christian Posch, especialista em investigação sobre cancro da pele, defendeu que há uma ligação relevante entre os mecanismos do envelhecimento e os mecanismos que favorecem o desenvolvimento de cancro.</p>
<p>A ideia não significa que seja possível eliminar o risco apenas com protetor solar. Mas reforça um ponto essencial: reduzir o dano solar não é só uma questão de aparência. Pode também ser uma forma de diminuir a exposição a um fator de risco conhecido.</p>
<p><strong>A zona esquecida da rotina diária</strong></p>
<p>O pescoço é um dos exemplos mais claros deste esquecimento. Está exposto durante grande parte do ano, sobretudo em dias de calor, roupa aberta ou caminhadas ao ar livre, mas raramente recebe a mesma atenção que o rosto. O mesmo acontece com o decote, as orelhas e a parte superior das mãos.</p>
<p>A recomendação prática é prolongar a aplicação. Em vez de parar no rosto, o protetor deve descer até ao pescoço e, sempre que necessário, ao decote. Em dias de exposição prolongada, a reaplicação também é importante, sobretudo depois de transpirar, nadar ou permanecer várias horas ao ar livre.</p>
<p><strong>Não é apenas um cuidado de verão</strong></p>
<p>Outro erro comum é associar protetor solar apenas à praia ou às férias. A radiação ultravioleta não desaparece nos dias menos quentes e pode acumular danos ao longo de anos. Por isso, os dermatologistas insistem cada vez mais numa proteção diária, sobretudo nas zonas que ficam habitualmente descobertas.</p>
<p>A mensagem é menos dramática do que parece: não é preciso transformar a rotina num ritual complexo. Basta lembrar que a pele não termina no rosto. Se o pescoço fica ao sol, também deve ser protegido.</p>
<p>No fim, a lição é direta. Usar protetor solar no rosto é importante, mas pode não chegar. O pescoço, tantas vezes esquecido, também envelhece, também acumula danos e também precisa de defesa. Da próxima vez que aplicar protetor, a regra é simples: não pare no queixo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784933]]></sapo:autor>
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		<title>Montenegro felicita EUA e destaca &#8220;fortes laços humanos, culturais e económicos&#8221; com Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 12:56:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, felicitou hoje os Estados Unidos da América por ocasião do 250.º aniversário da independência daquele país, destacando os "fortes laços humanos, culturais e económicos" que unem "as duas margens do Atlântico".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, felicitou hoje os Estados Unidos da América por ocasião do 250.º aniversário da independência daquele país, destacando os &#8220;fortes laços humanos, culturais e económicos&#8221; que unem &#8220;as duas margens do Atlântico&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Felicito vivamente os EUA pelos seus 250 anos de independência. Ao longo de uma História comum, que foi também construída com o contributo da numerosa comunidade portuguesa e lusodescendente, os EUA desempenharam um papel fundamental no mundo e na defesa dos valores que continuam a unir-nos, como a liberdade, a democracia e a prosperidade&#8221;, lê-se numa publicação na conta oficial do chefe do executivo português na rede social &#8216;X&#8217;.</P><br />
<P>No texto, Luís Montenegro destaca que Portugal foi um dos primeiros países a reconhecer a independência dos EUA e, juntamente com os norte-americanos, é um dos membros fundadores da NATO &#8212; que realiza a sua próxima cimeira terça e quarta-feira, em Ancara, capital da Turquia.</P><br />
<P>&#8220;Firme defensor da comunidade transatlântica&#8221;, escreveu Montenegro, &#8220;Portugal celebra assim estes dois séculos e meio de história comum com uma perspetiva de futuro alicerçada nos fortes laços humanos, culturais e económicos que unem as nossas duas margens do Atlântico&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro-ministro finaliza a mensagem desejando &#8220;ao povo amigo norte-americano&#8221;, ao Presidente Donald Trump e &#8220;a todos os portugueses e lusodescendentes que vivem nos EUA&#8221;, um &#8220;feliz Dia da Independência&#8221;. </P></p>
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