Os dez maiores mitos sobre a Ómicron, segundo a Organização Mundial da Saúde

Para a OMS, esta nova variante confirma os bons presságios, mas há ainda um longo caminho a percorrer para vencer a pandemia

Executive Digest

Perante a escalada de casos um pouco por todo o mundo,  por se estar perante uma variante mais infecciosa, por um lado, e os anúncios do fim da pandemia, por outro, a Organização Mundial da Saúde assinalou aqueles que considera serem os maiores mitos a circularem agora pelo planeta, a propósito da mais recente variante do coronavírus.

1. “A infeção pela Ómicron é igual à de uma constipação comum”.
Embora possa ter sintomas semelhantes, é preciso continuar a ter em atenção que a Covid-19 é muito mais perigosa.

2. “Os casos de Ómicron são sempre suaves”.
Mais uma vez, a OMS deixa claro que, embora esta variante tenha reduzido o risco inicialmente associado à doença, não pode ser substimado, pois isso pode levar à morte ou a outras consequências igualmente trágicas.

3. “A Ómicron não provoca o caos nas hospitalizações”.
Outro mito generalizado que, insiste a organização, não é verdadeira. Embora menos perigosa, esta variante ainda leva efectivamente a um grande número de hospitalizações.

4. “As vacinas não funcionam contra a Ómicron”.
Mais uma vez, insiste a OMS, trata-se de uma informação falsa: se esta variante se está a revelar menos perigosa é extamente devido ao desenvolvimento das vacinas, que minimizaram os efeitos de qualquer coronavírus.

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5. “As pessoas não vacinadas não ficam gravemente doentes com Ómicron.”
Pelo contrário, refuta a OMS, alguém não imunizado corre sempre maior risco do que alguém que tenha as vacinas em dia.

6. “As doses de reforço não funcionam contra a Omicron”.
Tal como as primeiras doses, as de refoço servem para dar uma resposta munitária mais forte ao organismo contra qualquer variante da Covid-19

7. ” Quem já esteve infetado está imunizado”.
Pode ser uma falácia, avisa ainda a OMS, já pessoas infetadas há mais tempo podem perfeitamente voltar a testar positivo. A boa notícia é que geralmente é com menos severidade.

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8. “As máscaras não protegem contra a Ómicron”.
Continua a ser recomendada – e em muitos casos obrigatória – extamente pela sua eficácia. O uso de máscara protege contra qualquer vírus respiratório, Ómicron incluida.

9. “BA.2 não pode ser detectada.”
Embora se tivesse inicialmente tornado conhecida como “variante furtiva”, por ser mais dificil de identificar do que outras estirpes, isto não quer dizer que a Ómmicron, nome entretanto dado à BA.2  não seja detetável nos testes.

10. “A Ómicron é um sinal claro que estamos no fim da pandemia”
A OMS sauda igualmente o perigo mais reduzido da mais recente variante da Covid-19, mas insiste que há ainda um longo caminho a percorrer até se poder decretar o fim da pandemia.

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