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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Jul 2026 08:46:24 +0000</lastBuildDate>
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		<title>PSP detém cerca de dez adeptos do Benfica ligados aos No Name Boys por suspeitas de homicídio tentado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:46:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A operação decorre na manhã desta sexta-feira e surge vários meses depois dos incidentes registados nas imediações do estádio de Alvalade e do pavilhão João Rocha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A PSP está a realizar, na manhã desta sexta-feira, uma operação para deter cerca de dez elementos ligados aos No Name Boys, claque do Benfica, por suspeitas de crimes violentos relacionados com confrontos entre adeptos ocorridos em fevereiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a CNN Portugal, em causa estão crimes graves, incluindo homicídios na forma tentada e ofensas graves à integridade física, na sequência de uma rixa com adeptos do Sporting junto ao pavilhão João Rocha e ao estádio de Alvalade, à margem de um dérbi de futsal entre os dois clubes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na altura dos confrontos, a PSP deteve 124 adeptos envolvidos na rixa. De acordo com a informação então avançada pela polícia, 63 eram afetos ao Benfica e 61 ao Sporting.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os detidos acabaram por ser libertados sem interrogatório, no âmbito de um processo sumário que baixou a inquérito para permitir o prosseguimento da investigação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação foi desenvolvida pela PSP em articulação com o DIAP de Lisboa. Depois de apurados os factos, foram agora emitidos mandados de detenção contra cerca de uma dezena de elementos ligados à claque benfiquista.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a CNN Portugal, os suspeitos são investigados por crimes como ofensas graves à integridade física e homicídios tentados. Estes crimes poderão levar à aplicação de medidas de coação mais gravosas, incluindo prisão preventiva.</p>
<p>A operação decorre na manhã desta sexta-feira e surge vários meses depois dos incidentes registados nas imediações do estádio de Alvalade e do pavilhão João Rocha.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787302]]></sapo:autor>
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		<title>Solverde lança plataforma para reservar hotéis, espetáculos e experiências num só lugar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/solverde-lanca-plataforma-para-reservar-hoteis-espetaculos-e-experiencias-num-so-lugar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:41:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova plataforma foi desenvolvida para simplificar a experiência dos hóspedes e visitantes, aproximando a componente digital da oferta integrada que o grupo já disponibiliza nas suas diferentes áreas de atividade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Solverde Casinos &amp; Hotéis lançou uma nova plataforma digital que permite reservar alojamento, comprar bilhetes para espetáculos e marcar experiências num único espaço online. A empresa, que atua nas áreas da hospitalidade, entretenimento e jogo em Portugal, aposta assim em tecnologia própria para modernizar uma marca com mais de 50 anos de história.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a empresa, o novo website reúne, pela primeira vez, vários serviços do grupo numa só infraestrutura digital. Através da plataforma, os utilizadores podem reservar estadias, comprar bilhetes para concertos ou peças de teatro, marcar programas de SPA ou reservar circuitos de golfe, sem sair do mesmo ambiente digital.</p>
<p class="isSelectedEnd">O investimento em processos e sistemas digitais próprios é o primeiro projeto com impacto direto no consumidor apresentado pela Solverde depois da renovação das concessões dos casinos de Espinho, Vilamoura, Monte Gordo e Praia da Rocha.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova plataforma foi desenvolvida para simplificar a experiência dos hóspedes e visitantes, aproximando a componente digital da oferta integrada que o grupo já disponibiliza nas suas diferentes áreas de atividade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com esta modernização, a Solverde Casinos &amp; Hotéis pretende reforçar a autonomia digital da operação e aumentar o peso das reservas diretas. O grupo estima que as alterações possam gerar um crescimento de 20% nas reservas diretas ao longo do próximo ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">A empresa defende que a nova infraestrutura permitirá uma experiência mais simples e centralizada para os clientes, que passam a poder aceder a diferentes serviços da marca sem necessidade de recorrer a plataformas externas ou processos separados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Marta Violas, diretora de Marketing da Solverde Casinos &amp; Hotéis, afirma que os novos sistemas foram pensados para refletir a forma como os clientes se relacionam com o grupo.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Os nossos clientes não vivem a Solverde de forma segmentada: vivem uma única marca. Os novos sistemas que sustentam esta plataforma foram desenvolvidos para refletir essa realidade, transportando para o universo digital a experiência integrada que os clientes encontram nas diferentes facetas do grupo, desde um espetáculo de comédia a umas férias em família”, refere.</p>
<p>A responsável acrescenta que este lançamento representa “um dos primeiros passos de uma nova fase para a Solverde”, antecipando mais novidades no futuro próximo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787298]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Rentabilidade da habitação recua em Portugal e Lisboa é a menos atrativa para investidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:33:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A rentabilidade bruta da habitação situou-se nos 6,2%, abaixo dos 6,9% registados no mesmo período de 2025 e dos 7,2% observados no segundo trimestre de 2024, segundo dados do idealista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Comprar casa em Portugal para colocar no mercado de arrendamento tornou-se menos rentável no segundo trimestre de 2026. A rentabilidade bruta da habitação situou-se nos 6,2%, abaixo dos 6,9% registados no mesmo período de 2025 e dos 7,2% observados no segundo trimestre de 2024, segundo dados do idealista.</p>
<p class="isSelectedEnd">A descida corresponde a uma quebra de 0,7 pontos percentuais em relação ao segundo trimestre do ano passado e de 1 ponto percentual quando comparada com o mesmo período de 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da redução da rentabilidade média nacional, há capitais de distrito onde o retorno do investimento em arrendamento continua acima da média. Castelo Branco e Vila Real lideram a tabela, ambas com uma rentabilidade bruta de 8,1%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Logo a seguir surge Bragança, com 7,6%, seguida de Santarém, com 6,6%, Coimbra, com 6,4%, Leiria, com 6%, Évora, com 5,7%, Ponta Delgada, com 5,6%, Setúbal, com 5,4%, e Braga, com 5,3%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as capitais analisadas, Lisboa apresenta a rentabilidade mais baixa para quem compra casa com o objetivo de arrendar. Na capital, o retorno bruto situa-se nos 4,3%, abaixo de cidades como Porto e Faro, onde a rentabilidade é de 4,8%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Funchal apresenta uma rentabilidade de 5,2%, enquanto Aveiro e Viseu registam 5%. Estes valores colocam várias cidades médias acima dos maiores mercados urbanos em termos de retorno do investimento imobiliário para arrendamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados mostram que os mercados onde comprar casa é mais caro tendem a oferecer menor rentabilidade bruta, mesmo quando as rendas também são elevadas.</p>
<p><strong>Escritórios e lojas rendem mais do que habitação</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A análise do idealista comparou também a rentabilidade de outros segmentos imobiliários em Portugal. As lojas apresentam uma rentabilidade bruta de 8%, enquanto os escritórios oferecem 7,8%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ambos os segmentos superam a habitação, que se fica pelos 6,2%. Já as garagens apresentam uma rentabilidade inferior, de 5,1%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estes dados indicam que, no segundo trimestre de 2026, os ativos comerciais continuaram a oferecer retornos brutos superiores aos da habitação para arrendamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para realizar esta análise, o idealista dividiu o preço de venda pelo valor de arrendamento solicitado pelos proprietários nos diferentes mercados durante o segundo trimestre de 2026.</p>
<p>O resultado corresponde à rentabilidade bruta que o arrendamento pode proporcionar ao proprietário de um imóvel. Segundo o idealista, estes dados permitem avaliar o estado atual do mercado e funcionam como ponto de partida para investidores que pretendam comprar ativos imobiliários com o objetivo de obter rendimento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787295]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>TAP vai transportar mais de 8 toneladas de material médico no primeiro voo de retoma para a Venezuela</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tap-vai-transportar-mais-de-8-toneladas-de-material-medico-no-primeiro-voo-de-retoma-para-a-venezuela/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:25:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[TAP]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[A TAP Air Portugal vai transportar cerca de 8,7 toneladas de material médico para a Venezuela, no âmbito de uma operação de ajuda humanitária que acompanha a retoma da ligação aérea ao país, marcada para 13 de julho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A TAP Air Portugal vai transportar cerca de 8,7 toneladas de material médico para a Venezuela, no âmbito de uma operação de ajuda humanitária que acompanha a retoma da ligação aérea ao país, marcada para 13 de julho.</p>
<p>O envio do equipamento integra a resposta portuguesa à emergência provocada pelos recentes sismos que afetaram a Venezuela. O transporte é realizado em articulação com o Governo português e o Ministério da Saúde, sendo a coordenação da ajuda humanitária assegurada pelo Instituto Camões.</p>
<p>A companhia aérea disponibilizou capacidade de carga no primeiro voo da retoma da operação para garantir o envio deste material essencial às populações afetadas, reforçando o apoio logístico às autoridades envolvidas na resposta à crise humanitária.</p>
<p>Em paralelo com esta missão, a TAP retomará a ligação aérea à Venezuela através do Aeroporto Internacional Arturo Michelena, em Valencia, após a suspensão temporária da operação causada pelos danos provocados pelos sismos. A transportadora pretende, desta forma, restabelecer gradualmente a ligação entre Portugal e o país sul-americano enquanto prosseguem os trabalhos necessários para a normalização da operação.</p>
<p>Por razões operacionais, os voos para Valencia incluem uma escala técnica em Pointe-à-Pitre, na ilha de Guadalupe, onde permanecerão as tripulações. A TAP esclarece que não está prevista a permanência de aeronaves ou tripulações em território venezuelano.</p>
<p>A companhia afirma que continuará a acompanhar a evolução da situação no terreno, mantendo o objetivo de retomar a operação regular para a Venezuela logo que estejam reunidas todas as condições de segurança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787281]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Pistolas, balas e kit de limpeza: o presente invulgar de Erdoğan a Von der Leyen e Costa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pistolas-balas-e-kit-de-limpeza-o-presente-invulgar-de-erdogan-a-von-der-leyen-e-costa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:24:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A cimeira da NATO em Ancara terminou com uma oferta inesperada de Recep Tayyip Erdoğan aos principais responsáveis europeus.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Ursula von der Leyen e António Costa receberam pistolas gravadas e munições reais como presente de despedida após a cimeira da NATO em Ancara. As armas foram oferecidas na quarta-feira pelo presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, aos dois principais responsáveis europeus presentes nas reuniões na capital turca.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o POLITICO, dois responsáveis da União Europeia confirmaram que a presidente da Comissão Europeia e o presidente do Conselho Europeu receberam armas de cerimónia de gama elevada, acompanhadas por balas e por um kit de limpeza.</p>
<p class="isSelectedEnd">No caso de António Costa, um responsável do Conselho Europeu explicou que a equipa de segurança recolheu a arma para a submeter a verificações.</p>
<p class="isSelectedEnd">O mesmo responsável indicou que serão seguidos os procedimentos belgas para transportar a pistola para a Bélgica, onde ficará guardada de acordo com os requisitos de segurança impostos pelo Secretariado-Geral do Conselho.</p>
<p class="isSelectedEnd">A equipa de Ursula von der Leyen não respondeu de imediato ao pedido de confirmação sobre o destino que será dado à arma oferecida à presidente da Comissão Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">As pistolas cerimoniais oferecidas por Erdoğan deverão levantar questões relacionadas com as regras europeias sobre o valor máximo permitido para presentes recebidos por altos responsáveis institucionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com um dos responsáveis citados pelo POLITICO, é pouco provável que estas armas possam ser mantidas pessoalmente pelos destinatários, devido aos limites aplicáveis a ofertas deste tipo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outros líderes europeus presentes na cimeira já indicaram publicamente que não levarão as armas para casa. O primeiro-ministro britânico cessante, Keir Starmer, e o primeiro-ministro dos Países Baixos, Rob Jetten, afirmaram que deixarão as pistolas na Turquia para serem desativadas antes de eventual transporte para os respetivos países.</p>
<p class="isSelectedEnd">A entrega de armas gravadas a líderes europeus ocorreu no final da cimeira da NATO em Ancara, organizada pela Turquia. Erdoğan ofereceu as pistolas como presente protocolar de despedida, numa decisão invulgar que obrigou as equipas dos responsáveis europeus a acionar procedimentos de segurança e regras internas sobre presentes oficiais.</p>
<p>No caso de António Costa, a arma deverá ficar armazenada segundo as normas do Conselho Europeu. Já o destino da pistola recebida por Von der Leyen não foi ainda esclarecido.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787279]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal e mais oito países pedem a Bruxelas mais flexibilidade nos novos controlos biométricos nas fronteiras</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-e-mais-oito-paises-pedem-a-bruxelas-mais-flexibilidade-nos-novos-controlos-biometricos-nas-fronteiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:12:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O pedido dos nove países surge numa altura em que aeroportos, companhias aéreas e operadores de ferry têm alertado para longas filas e perturbações operacionais provocadas pelo novo sistema durante a época alta de viagens.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Nove países europeus estão a pressionar a Comissão Europeia para prolongar a flexibilidade de emergência aplicada ao novo Sistema de Entrada/Saída, conhecido como Entry/Exit System, numa altura em que os primeiros meses de funcionamento expuseram dificuldades relevantes nas fronteiras.</p>
<p class="isSelectedEnd">Bélgica, França, Alemanha, Grécia, Itália, Malta, Países Baixos, Portugal e Suíça enviaram uma carta conjunta, datada de 7 de julho, ao comissário europeu dos Assuntos Internos, Magnus Brunner, na qual defendem que a União Europeia ainda não está preparada para retirar as salvaguardas atualmente em vigor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a informação avançada pela POLITICO, os governos reconhecem a importância do novo sistema, mas alertam que os problemas registados desde o arranque não devem ser subestimados.</p>
<p><strong>Países querem manter mecanismo de emergência depois de setembro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O pedido central dos nove países passa por permitir que os Estados continuem a recorrer ao mecanismo de emergência integrado no sistema para além de 6 de setembro de 2026, data em que a atual flexibilidade deverá terminar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esse mecanismo permite às autoridades fronteiriças, em situações excecionais, suspender temporariamente a recolha de impressões digitais e reconhecimento facial dos viajantes, com o objetivo de aliviar congestionamentos. Mesmo nesses casos, a entrada e saída de todas as pessoas no espaço Schengen continua a ser registada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na carta enviada a Bruxelas, os ministros pedem também garantias por escrito da Comissão Europeia antes do fim do período de flexibilidade atualmente previsto.</p>
<p><strong>Bruxelas diz que há vontade de pôr sistema a funcionar</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O porta-voz da Comissão Europeia, Markus Lammert, afirmou que Bruxelas acolhe o “compromisso explícito” dos países com a implementação total do Sistema de Entrada/Saída e com o registo sistemático de todos os viajantes de países terceiros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Lammert recordou que a legislação já inclui mecanismos de flexibilidade, incluindo a possibilidade de suspender a recolha de dados biométricos durante o verão. O porta-voz acrescentou que a Comissão continua em contacto “próximo e construtivo” com os “poucos Estados-membros” que enfrentam dificuldades em determinados pontos de passagem fronteiriça.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Há uma forte vontade conjunta de fazer o sistema funcionar em todo o lado”, afirmou.</p>
<p><strong>Aeroportos, companhias aéreas e operadores de ferry alertam para filas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O pedido dos nove países surge numa altura em que aeroportos, companhias aéreas e operadores de ferry têm alertado para longas filas e perturbações operacionais provocadas pelo novo sistema durante a época alta de viagens.</p>
<p class="isSelectedEnd">Grupos do setor defendem que os problemas técnicos e operacionais dificilmente estarão resolvidos até ao início de setembro, altura em que está previsto o fim da flexibilidade atual.</p>
<p>Até ao momento, a Comissão Europeia não deu sinais de que pretenda prolongar as salvaguardas para lá de 6 de setembro, nem suspender o mecanismo de forma mais abrangen</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787275]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Livre/Congresso: Mendes Lopes e Jorge Pinto querem partido pronto para governar, oposição pede mais pluralismo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/livre-congresso-mendes-lopes-e-jorge-pinto-querem-partido-pronto-para-governar-oposicao-pede-mais-pluralismo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A moção encabeçada pelos dirigentes do Livre Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto propõe que o partido se assuma como uma força de governação, com a oposição interna a pedir mais pluralismo e transparência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A moção encabeçada pelos dirigentes do Livre Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto propõe que o partido se assuma como uma força de governação, com a oposição interna a pedir mais pluralismo e transparência.</p>
<p>Estas posições constam das três moções estratégicas apresentadas ao 17.º Congresso do Livre, que decorre este fim de semana em Sintra, e vai eleger os novos órgãos nacionais para os próximos dois anos.</p>
<p>A lista A, afeta à atual direção, é encabeçada pela porta-voz Isabel Mendes Lopes, que se recandidata ao cargo, desta vez com Jorge Pinto como número dois, com Rui Tavares em terceiro.</p>
<p>Neste texto, os dirigentes realçam que o Livre é hoje &#8220;a quinta força política no parlamento e o maior partido à esquerda do PS&#8221;.</p>
<p>&#8220;Até agora, o Livre foi sobretudo visto como um partido de influência, mas o crescimento eleitoral dos últimos anos mostra que as propostas que apresentamos têm eco junto das pessoas. O desafio dos próximos anos é transformar o crescimento do Livre numa capacidade ainda maior: a de governar&#8221;, lê-se no texto, no qual estes candidatos se propõem a &#8220;consolidar e alargar&#8221; a base eleitoral.</p>
<p>No texto, que traça a estratégia política para os próximos dois anos, o Livre elege como um dos principais alvos a extrema-direita e critica o Governo por ter transformado o &#8220;não é não&#8221; ao Chega num &#8220;«veremos caso a caso» que se assemelha a um «sim é sim»&#8221; cada vez que precisa de aprovar um diploma no parlamento.</p>
<p>&#8220;A isto se acrescenta a não clarificação do PS e um alinhamento cada vez maior da IL e do Chega com as opções estratégicas do Governo. Tudo isto faz com que a responsabilidade do Livre como força de oposição seja ainda maior do que o recente crescimento do partido&#8221;, lê-se.</p>
<p>A moção propõe que o partido aproveite os próximos anos, nos quais não estão previstas eleições, para consolidar as bases do partido, nomeadamente a nível local, criando mais núcleos, preparando o ciclo eleitoral de 2029.</p>
<p>Internamente, a moção da lista A propõe-se a &#8220;preparar quadros e desenvolver competências&#8221; através de &#8220;um plano de formação e capacitação&#8221;, em articulação com o Instituto José Tengarrinha, (estrutura composta por vários dirigentes do partido), e os Verdes Europeus, família europeia da qual o Livre faz parte.</p>
<p>Estes dirigentes defendem igualmente uma &#8220;reflexão mais aprofundada&#8221; sobre o atual modelo de primárias &#8220;e a sua adequação a cada tipo de ato eleitoral&#8221;.</p>
<p>A lista S é encabeçada por Rodrigo Brito, que já integra a direção de forma minoritária, uma vez que a eleição é feita através do método de Hondt, contando com membros de todas as listas candidatas.</p>
<p>Esta moção alerta que o resultado bastante positivo para o partido nas últimas legislativas &#8220;não é uma garantia&#8221;.</p>
<p>&#8220;O dececionante falhanço em eleger nas europeias e o mau resultado da candidatura presidencial apoiada pelo Livre, a par de uma prestação modesta nas autárquicas, exigem reflexão estratégica&#8221;, lê-se no texto.</p>
<p>A moção S dedica um capítulo inteiro ao tema da democracia interna, considerando que &#8220;o partido enfrenta um problema de liderança&#8221; por ter &#8220;imposto um sistema de porta-vozes que não está previsto nos estatutos&#8221;.</p>
<p>Além disto, esta moção apela a uma &#8220;participação séria e alargada&#8221;, apontando que &#8220;nos últimos tempos, tem crescido um desconforto perante o alargamento da discussão e da decisão para lá dos órgãos nacionais&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esse movimento de fechamento interno empobrece o debate, diminui a transparência, fragiliza a legitimidade das decisões e projeta para fora uma imagem menos confiante e menos aberta do partido. Um partido que defende mais democracia para o país deve começar por confiar mais na democracia dentro de si próprio&#8221;, é defendido no texto.</p>
<p>Uma terceira corrente &#8212; intitulada &#8220;Livretária&#8221; &#8211; volta a candidatar-se com a lista V, encabeçada por Tiago Mota. O dirigente assumiu o lugar na direção de João Manso, que em março deste ano se demitiu do cargo acusando Rui Tavares e Isabel Mendes Lopes de &#8220;decisões unilaterais&#8221;.</p>
<p>Estes membros acusam a atual direção de &#8220;um padrão de concentração de poder e hierarquização dos processos políticos que, além de violarem estatutos e regulamentos, traem também os princípios fundadores do partido&#8221; e pedem mais horizontalidade e mais transparência.</p>
<p>A lista acusa mesmo a atual direção de uma &#8220;gestão financeira opaca&#8221;, afirmando que em 2025, &#8220;o partido orçamentou 50 mil euros em multas&#8221; e a direção não apresentou os orçamentos atempadamente.</p>
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		<title>Livre/Congresso: Partido reúne-se em busca de novos protagonistas após saída de Tavares da liderança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Livre realiza este fim de semana o seu 17.º Congresso, em Sintra, Lisboa, que deverá marcar uma nova fase do partido em busca de novos protagonistas, após a saída de Rui Tavares do cargo de porta-voz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Livre realiza este fim de semana o seu 17.º Congresso, em Sintra, Lisboa, que deverá marcar uma nova fase do partido em busca de novos protagonistas, após a saída de Rui Tavares do cargo de porta-voz.</p>
<p>A reunião magna, que arranca presencialmente no sábado, no Hockey Club de Sintra, em Lisboa, vai eleger os órgãos do partido para os próximos dois anos, nomeadamente o Grupo de Contacto (direção), ao qual se candidatam três listas: uma de continuidade da atual direção e duas divergentes da estratégia que tem sido seguida.</p>
<p>A lista &#8216;A&#8217; é encabeçada por Isabel Mendes Lopes &#8212; atual porta-voz do partido e líder parlamentar &#8212; e tem como número dois Jorge Pinto, deputado que foi candidato às eleições presidenciais de janeiro. Ambos se propõem a ocupar o cargo de porta-voz, em dupla.</p>
<p>Em terceiro, surge Rui Tavares, principal figura do partido que deixa o cargo de porta-voz após quatro anos, propondo-se a ficar na direção com o &#8220;pelouro da estratégia, comunicação e formação&#8221;.</p>
<p>Em entrevista à Lusa, no dia em que foi anunciada a sua saída, Tavares negou que a saída do cargo signifique um afastamento, acreditando que será &#8220;mais útil&#8221; ao partido na estratégia e &#8220;formação de lideranças&#8221; e realçando a necessidade de surgirem novas &#8220;caras e vozes&#8221;.</p>
<p>Depois da polémica com Joacine Katar Moreira, primeira deputada eleita pelo Livre para a Assembleia da República, que passou a não inscrita em 2020, Rui Tavares foi o principal rosto da recuperação do partido, com a sua eleição como deputado único, em 2022, a marcar o regresso ao parlamento.</p>
<p>Desde então, o Livre passou para um grupo parlamentar de seis deputados nas legislativas de 2025, aumentou a sua representação autárquica com mais de cinquenta eleitos, e tem crescido eleitoralmente em contra ciclo com a restante esquerda. Este crescimento também se reflete no número de membros e apoiantes, cerca de 4.500 quando há dois anos eram cerca de 1.900.</p>
<p>Apesar de Rui Tavares não sair da direção, e sendo expectável que continue a tomar decisões no núcleo duro, esta reunião magna deverá marcar um novo ciclo no partido.</p>
<p>À direção candidatam-se mais duas listas, a S e a V, que convergem nas acusações de uma excessiva centralização nas figuras dos porta-vozes e do grupo parlamentar, apelando a uma maior democracia interna e ligação com as bases.</p>
<p>Este fim de semana, os membros e apoiantes do Livre vão também eleger a Assembleia, órgão máximo entre congressos, composta por 50 membros, e o Conselho de Jurisdição.</p>
<p>Para este último órgão, candidatam-se duas listas, uma encabeçada pelo deputado Paulo Muacho e outra pelo advogado José Sá Fernandes.</p>
<p>Foram ainda submetidas 83 moções de caráter específico, com 49 sobre o funcionamento interno do partido e as restantes programáticas.</p>
<p>Oficialmente, de acordo com o programa divulgado, o congresso arranca na sexta-feira com uma sessão &#8216;online&#8217; que apenas prevê a aprovação do regimento do congresso.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787270]]></sapo:autor>
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		<title>Filas de dias por gasolina na Rússia: drones ucranianos levam guerra ao quotidiano de 50 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A crise espalhou-se pelo país e obrigou várias autoridades regionais a impor medidas de racionamento. Em alguns casos, os carros só podem abastecer em dias alternados, consoante a matrícula seja par ou ímpar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">As filas nas bombas de combustível tornaram-se parte do quotidiano em várias regiões da Rússia, depois de ataques ucranianos com drones contra infraestruturas energéticas terem provocado uma crise de abastecimento sem paralelo desde os últimos anos da União Soviética.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o ‘Financial Times’, a escassez de combustível afeta diretamente cerca de 50 milhões de russos, o equivalente a 35% da população, com base no número de automobilistas em cada região. Em algumas zonas, os tempos de espera para abastecer já chegam a vários dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">A crise espalhou-se pelo país e obrigou várias autoridades regionais a impor medidas de racionamento. Em alguns casos, os carros só podem abastecer em dias alternados, consoante a matrícula seja par ou ímpar. Nas redes sociais, multiplicam-se vídeos de confrontos nas filas e há relatos de pessoas a tentar vender o próprio lugar na espera.</p>
<p><strong>Cossacos nas bombas e refeições para quem espera</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A tensão nas estações de serviço levou uma região do sul da Rússia a mobilizar cossacos, vestidos com chapéus tradicionais de pele, para manter a ordem junto das bombas de combustível. Noutra zona, na Sibéria, um governador ordenou que fossem distribuídas refeições quentes às pessoas que aguardavam nas filas.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o ‘Financial Times’, a situação levou o presidente russo, Vladimir Putin, a reconhecer publicamente no domingo a existência de “algumas carências” de combustível, embora tenha afirmado que estas não eram críticas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O impacto da crise vai além do desconforto dos automobilistas. Em Chita, cidade siberiana, uma empresa de recolha de lixo suspendeu operações até à resolução da escassez de combustível. Duas pequenas companhias aéreas e uma associação do setor dos táxis avisaram que os preços poderão subir. A Wildberries, maior plataforma russa de comércio online, justificou o aumento das comissões pagas a vendedores com a subida dos preços dos combustíveis.</p>
<p><strong>Ucrânia intensificou ataques contra refinarias russas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A pressão começou a aumentar em maio, quando a Ucrânia intensificou a campanha de drones contra infraestruturas petrolíferas russas. Desde então, Kiev atingiu as dez maiores refinarias da Rússia, incluindo a unidade de Omsk, a maior do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">A refinaria de Omsk fica a cerca de 2.500 quilómetros da linha da frente e representa aproximadamente 7% da capacidade de refinação russa. Foi atingida na segunda-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um alto responsável do setor energético russo citado pelo ‘Financial Times’ afirmou que há agora muito mais drones dirigidos contra cada alvo, numa pressão capaz de romper as defesas existentes. Segundo a mesma fonte, os sistemas que antes funcionavam já não conseguem suportar este nível de ataque, transformando a situação no “novo normal”.</p>
<p><strong>Crimeia em emergência e restrições em quase todo o país</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A primeira região a sentir com maior força a crise foi a Crimeia anexada pela Rússia, que se encontra agora em estado oficial de emergência. A região enfrenta apagões generalizados e o abastecimento de gasolina é feito apenas através de cupões eletrónicos de racionamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Até 25 de junho, quase 50 regiões russas já tinham imposto algum tipo de restrição à venda de combustível. A 8 de julho, as autoridades locais ou os próprios vendedores tinham aplicado limites na maioria das regiões, enquanto três delas declararam regime de “alerta elevado”, o nível anterior ao estado de emergência.</p>
<p class="isSelectedEnd">A tensão nas filas tem gerado episódios invulgares. Numa região siberiana, a polícia deteve um homem que comprou online uma farda policial e tentou usá-la para passar à frente numa fila para comprar gasolina. Na Chuváchia, a cerca de 650 quilómetros a leste de Moscovo, um vídeo nas redes sociais mostra um motociclista a ultrapassar a fila, o que levou um automobilista a tentar agredi-lo antes de ser atacado com spray pimenta.</p>
<p><strong>Até 40% da capacidade de refinação poderá estar afetada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A verdadeira dimensão da crise é difícil de medir, uma vez que a Rússia deixou de publicar grande parte dos dados relevantes. Ainda assim, analistas citados pelo ‘Financial Times’, recorrendo a dados secundários e relatos da imprensa, estimam que entre 20% e 40% da capacidade de refinação russa esteja fora de serviço.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em junho, a Rússia refinou em média 4,1 milhões de barris por dia, menos 28% do que a média dos últimos cinco anos e menos 35% do que a sua capacidade nominal, segundo Borys Dodonov, responsável pelos estudos de energia e clima da Kyiv School of Economics.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sergey Vakulenko, investigador sénior do Carnegie Russia Eurasia Center, afirmou que a crise é real e sentida pela população, mas ainda não produziu um impacto económico generalizado ao ponto de comprometer o transporte de mercadorias e a disponibilidade de serviços.</p>
<p><strong>Moscovo com poucas soluções para travar crise</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A margem de manobra do Kremlin é limitada. A Rússia tem produzido historicamente cerca da mesma quantidade de gasolina que consome e dispõe de pouca capacidade de armazenamento, o que dificulta a estabilização do mercado.</p>
<p class="isSelectedEnd">As autoridades permitiram que as refinarias colocassem combustível de qualidade inferior no mercado interno. O Kremlin prometeu na quarta-feira aumentar as importações de produtos petrolíferos refinados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em junho, a Rússia importou da Bielorrússia um recorde de 141 mil toneladas de gasolina. Apesar de ser uma quantidade modesta quando comparada com o consumo russo, representa um aumento de 141 vezes em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p class="isSelectedEnd">Moscovo também proibiu na quarta-feira as exportações de gasóleo, o seu principal produto refinado. A medida deverá ajudar a garantir combustível para a frente de combate, uma vez que a maioria dos veículos militares funciona a diesel. No entanto, terá impacto limitado para os automobilistas russos, já que a maioria dos carros particulares no país utiliza gasolina.</p>
<p>A campanha ucraniana contra refinarias e outras infraestruturas energéticas russas transformou uma guerra distante para muitos cidadãos num problema diário e visível: filas, racionamento, conflitos nas bombas e receio de novos aumentos de preços.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787264]]></sapo:autor>
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		<title>Startup americana Cerebras vai investir milhares de milhões de euros na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:42:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A 'startup' americana de semicondutores Cerebras, concorrente da gigante tecnológica Nvidia, anunciou hoje que investirá milhares de milhões de euros para aumentar a capacidade computacional de seus 'data centers' de inteligência artificial (IA) na Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A &#8216;startup&#8217; americana de semicondutores Cerebras, concorrente da gigante tecnológica Nvidia, anunciou hoje que investirá milhares de milhões de euros para aumentar a capacidade computacional de seus &#8216;data centers&#8217; de inteligência artificial (IA) na Europa.</p>
<p>&#8220;Esta é uma expansão massiva&#8221; para atender às necessidades &#8220;em rápido crescimento&#8221; dos clientes europeus, afirmou o CEO da empresa, Andrew Feldman, numa entrevista à Agência France Presse (AFP), à margem do Raise Summit, evento dedicado à inteligência artificial (IA), que decorre em Paris.</p>
<p>A empresa californiana opera três &#8216;data centers&#8217; equipados com &#8216;chips&#8217; seus em França, na Finlândia e na Noruega, que serão expandidos para atingir 200 MW de capacidade computacional até 2027.</p>
<p>Com estes &#8216;data centers&#8217;, a empresa acredita que pode cumprir os requisitos europeus em termos de segurança e proteção de dados, acrescentou o responsável, sublinhando que a procura por IA generativa na Europa é tão rápida que é difícil acompanhar.</p>
<p>O valor exato do investimento, que o executivo estima em &#8220;milhares de milhões de dólares&#8221;, não foi divulgado.</p>
<p>Fundada em 2015, a Cerebras é especializada em &#8216;chips&#8217; dedicados à fase de utilização de modelos de IA quando estes geram conteúdo, em vez de desenvolvimento.</p>
<p>O interesse por este tipo de &#8216;chip&#8217; explodiu com o surgimento dos agentes de IA, a nova geração de interfaces que, além de responderem aos utilizadores, podem executar tarefas de forma autónoma.</p>
<p>Por isso, estes agentes de IA estão a multiplicar a necessidade de poder computacional, que é atendida por &#8216;chips&#8217; como os da Cerebras ou os da Nvidia, líder do setor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787263]]></sapo:autor>
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		<title>Canadá na União Europeia? A proposta de Macron que passa por uma ilha junto à Gronelândia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/canada-na-uniao-europeia-a-proposta-de-macron-que-passa-por-uma-ilha-junto-a-gronelandia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:39:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente francês, Emmanuel Macron, terá sugerido ao primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, que o Canadá poderia aproximar-se da União Europeia ao ponto de ser considerado um candidato legítimo à adesão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O presidente francês, Emmanuel Macron, terá sugerido ao primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, que o Canadá poderia aproximar-se da União Europeia ao ponto de ser considerado um candidato legítimo à adesão, avança o El Español. O argumento assenta numa particularidade geográfica pouco conhecida: o Canadá partilha uma fronteira terrestre com a Dinamarca na ilha de Hans, situada perto da Gronelândia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ideia surgiu durante um almoço no Palácio do Eliseu, em Paris, em maio de 2025, poucos dias depois de Carney ter assumido funções como primeiro-ministro. A visita rompeu com a tradição política canadiana de reservar a primeira deslocação internacional para Washington.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na altura, Carney procurava reduzir a dependência do Canadá em relação aos Estados Unidos, depois de declarações de Donald Trump sobre a possibilidade de transformar o país no 51.º estado americano e de novas ameaças comerciais contra Ottawa.</p>
<p><strong>A ilha de Hans e a fronteira que liga o Canadá à Europa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A base geográfica da sugestão de Macron está na ilha de Hans, um pequeno território desabitado no canal de Kennedy, entre a costa da Gronelândia e a ilha canadiana de Ellesmere. O ilhéu tem cerca de quilómetro e meio de extensão e é dividido entre o Canadá e a Dinamarca, através da Gronelândia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essa fronteira, embora remota, permitiria defender que o Canadá tem uma ligação terrestre a um Estado-membro da União Europeia. Foi com esse argumento que Macron terá colocado em cima da mesa a possibilidade de o país norte-americano se aproximar da UE por uma via mais direta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Carney, segundo a informação disponível, sorriu perante a proposta, mas não a tratou como uma simples brincadeira. O primeiro-ministro canadiano estava então a procurar novas alianças estratégicas e via a Europa como alternativa à dependência económica, militar, tecnológica e financeira em relação aos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Canadá procura reduzir dependência dos Estados Unidos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A relação entre Ottawa e Washington tinha-se degradado depois de Trump ter insistido na ideia de anexar o Canadá e de ter aumentado a pressão tarifária. De acordo com a investigação citada no texto original, Carney recordou uma frase atribuída a Trump ao seu antecessor, Justin Trudeau: “Se romper o tratado de 1908, todo o teu país desmorona-se.”</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Carney, a mensagem confirmou uma mudança profunda: o aliado histórico do Canadá passava a ser encarado como uma ameaça potencial.</p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro-ministro canadiano começou então a olhar para a Europa como parceiro estratégico. Depois de Paris, deslocou-se a Londres para se encontrar com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer. No entanto, o Reino Unido manteve uma postura cautelosa, receando provocar uma reação negativa de Trump e novas tarifas sobre a economia britânica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar dessa prudência britânica, o rei Carlos III demonstrou apoio a Ottawa ao visitar oficialmente o Canadá no final de maio, participando na cerimónia de abertura do Parlamento.</p>
<p><strong>Europa ganha peso na estratégia de Carney</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Carney voltou a insistir na aproximação à Europa durante a cimeira do G20, realizada no final de novembro em Joanesburgo. Aí conseguiu reforçar o apoio de Macron e atrair também o presidente finlandês, Alexander Stubb, e o presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez.</p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro-ministro britânico, contudo, continuou sem aderir totalmente à estratégia. Perante a cautela de Londres em preservar a relação com Washington, Carney terá respondido que já não havia “nenhuma relação a salvar”.</p>
<p class="isSelectedEnd">A tensão com os Estados Unidos agravou-se quando Trump aumentou tarifas sobre o Canadá através de um imposto especial e voltou a apresentar uma solução política direta: se o Canadá se tornasse o 51.º estado americano, as tarifas desapareceriam.</p>
<p><strong>Eurovisão entra na aproximação canadiana à Europa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O reforço dos laços com a Europa também passou pela cultura e pela diplomacia pública. Em novembro, o Governo canadiano cancelou um antigo projeto com a União Europeia de Radiodifusão para criar uma versão própria do Festival Eurovisão no país.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em paralelo, os orçamentos federais passaram a incluir uma verba de 150 milhões de dólares canadianos, cerca de 92 milhões de euros, para explorar a participação no verdadeiro Festival Eurovisão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em junho de 2026, a CBC/Radio-Canada foi aceite como membro de pleno direito da União Europeia de Radiodifusão. A 1 de julho, Dia do Canadá, foi anunciado que o país iria estrear-se no Festival Eurovisão de 2027, que decorrerá na Bulgária.</p>
<p class="isSelectedEnd">A aproximação, contudo, não terá sido motivada sobretudo por razões culturais. O movimento de Carney foi apresentado como parte de uma estratégia mais ampla de reposicionamento internacional do Canadá perante as ambições territoriais de Trump e a crescente incerteza na relação com os Estados Unidos.</p>
<p><strong>Gronelândia aumenta tensão entre aliados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A questão da Gronelândia tornou-se um elemento central nesta nova fase. Trump voltou a reclamar o controlo do território e não afastou o uso da força. Para Carney, a ameaça sobre a Gronelândia serviu como argumento adicional para reforçar a ligação canadiana à Europa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Numa reunião no Eliseu com aliados da Ucrânia, a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, pediu solidariedade europeia perante as pressões sobre a Gronelândia. Carney estava presente e interpretou essa crise como uma oportunidade para acelerar a aproximação estratégica à União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pouco depois, no Fórum Económico Mundial de Davos, o primeiro-ministro canadiano defendeu uma aliança entre economias médias e alertou para o enfraquecimento da ordem internacional baseada em regras. Carney argumentou que os países deveriam construir “geometrias variáveis”, isto é, coligações flexíveis para partilhar recursos e responsabilidades em áreas estratégicas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump acompanhou o discurso a partir do Air Force One e terá classificado o Canadá como um país “ingrato”. No dia seguinte, os dois líderes encontraram-se em Davos, onde Trump terá dito a Carney que o Canadá existe graças aos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Defesa e tecnologia aceleram ligação entre Canadá e UE</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A aproximação estratégica entre Canadá e Europa ganhou novo impulso em fevereiro, quando o presidente do Conselho Europeu, António Costa, convocou uma reunião extraordinária sobre o afastamento dos Estados Unidos. O Canadá foi convidado a participar.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir desse momento, aceleraram os investimentos em tecnologias de defesa e de duplo uso. Vários países europeus começaram também a reduzir a dependência de plataformas tecnológicas americanas em áreas sensíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">França substituiu aplicações de videoconferência usadas pelos seus funcionários públicos por uma solução francesa. Alemanha, Polónia, Países Baixos, Luxemburgo, Bélgica e França avançaram igualmente para a substituição de serviços de mensagens como o WhatsApp por aplicações oficiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em junho, Macron e Carney voltaram a reunir-se no Eliseu para preparar a cimeira do G7. Ambos destacaram então o reforço da aproximação estratégica entre o Canadá e a União Europeia. Um dos passos mais relevantes foi a adesão canadiana ao novo fundo europeu de defesa, dotado de 150 mil milhões de euros.</p>
<p><strong>Canadá reforça contactos com líderes europeus</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Carney tem multiplicado contactos com parceiros europeus. Em abril, reuniu-se em Ottawa com o presidente finlandês, Alexander Stubb. Com a Alemanha, lançou a Aliança Tecnológica Soberana. Os seus assessores começaram também a trabalhar com Andy Burnham, apontado no texto original como futuro primeiro-ministro britânico.</p>
<p>A reunião da NATO em Ancara decorreu sob forte atenção à posição de Donald Trump, que voltou a reclamar o controlo da Gronelândia e a criticar os países que não o apoiaram no Irão.</p>
<p>A crise no Médio Oriente poderá desviar atenções de outros pontos de tensão dentro da aliança ocidental, como o apoio à Ucrânia, os orçamentos de defesa ou as reivindicações territoriais dos Estados Unidos. Para vários líderes, a prioridade parece ser ganhar tempo.</p>
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		<title>China e Rússia iniciam fase naval de exercícios conjuntos no mar Amarelo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:37:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China e a Rússia iniciaram hoje a fase de exercícios no mar das manobras navais conjuntas Joint Sea-2026, que decorre no mar Amarelo, nas águas e no espaço aéreo próximos da cidade chinesa de Qingdao (leste).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China e a Rússia iniciaram hoje a fase de exercícios no mar das manobras navais conjuntas Joint Sea-2026, que decorre no mar Amarelo, nas águas e no espaço aéreo próximos da cidade chinesa de Qingdao (leste).</p>
<p>Segundo a agência noticiosa oficial Xinhua, os navios participantes dos dois países partiram de uma base naval na cidade costeira para realizar exercícios de reconhecimento conjunto, defesa antiaérea e antimíssil, ataque naval e operações conjuntas de salvamento de submarinos.</p>
<p>A nova fase sucede à conclusão da etapa de planeamento em porto, durante a qual o comando conjunto das manobras organizou várias rondas de simulações de comando e coordenação tática.</p>
<p>&#8220;As duas partes acordaram os principais aspetos das operações, as regras dos exercícios e aperfeiçoaram os procedimentos de coordenação marítima e os planos de resposta a emergências&#8221;, indicou a Xinhua.</p>
<p>Desde o início dos exercícios Joint Sea-2026, na segunda-feira, militares chineses e russos participaram em atividades de intercâmbio no porto, incluindo encontros profissionais sobre tecnologias de salvamento de submarinos, visitas recíprocas a navios, um jogo amigável de basquetebol e uma receção.</p>
<p>O ministério da Defesa russo informou na segunda-feira da chegada a Qingdao do cruzador de mísseis Variag, da corveta Rezkiy, do submarino Ufa e do navio de salvamento Igor Belousov. Do lado chinês participam os contratorpedeiros Anshan e Kaifeng, a fragata Wuhu e um submarino diesel-elétrico da classe Yuan.</p>
<p>As manobras prolongam-se até 13 de julho, seguindo-se uma operação de &#8220;patrulhamento marítimo conjunto&#8221; em &#8220;áreas relevantes&#8221; do oceano Pacífico, numa altura em que a China tem intensificado a sua atividade naval naquela região.</p>
<p>Este destacamento ocorre poucos dias depois de Pequim ter lançado, na segunda-feira, um míssil estratégico a partir de um submarino nuclear para águas do Pacífico, um movimento que suscitou preocupação entre vários países da região.</p>
<p>Pequim e Moscovo reforçaram nos últimos anos a cooperação militar, através de exercícios conjuntos, patrulhas aéreas e contactos de alto nível entre os respetivos comandos militares.</p>
<p>A aproximação entre os dois países intensificou-se depois de os Presidentes chinês, Xi Jinping, e russo, Vladimir Putin, terem proclamado, em Pequim, pouco antes da invasão russa da Ucrânia, uma relação bilateral &#8220;sem limites&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787258]]></sapo:autor>
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		<title>Ormuz vale mais do que o nuclear: Irão endurece posição e desafia Washington</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:29:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante quase 25 anos, o programa nuclear foi a principal fonte de tensão entre o Irão e os Estados Unidos, esteve na origem de sanções internacionais pesadas e foi apresentado como a principal justificação para a guerra lançada por Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O controlo do Estreito de Ormuz tornou-se uma prioridade estratégica central para o Irão, ao ponto de ser visto em Teerão como uma “arma dourada” nas disputas com os Estados Unidos e com o Ocidente. Segundo a Reuters, a questão ganhou agora mais peso do que o próprio programa nuclear iraniano, que durante décadas esteve no centro das sanções internacionais contra a República Islâmica.</p>
<p class="isSelectedEnd">A importância atribuída ao estreito aumentou depois de navios que atravessavam a zona sem autorização de Teerão terem sido alvo de disparos esta semana, desencadeando uma troca de fogo com os Estados Unidos e colocando sob pressão o acordo provisório de paz alcançado no mês passado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante anos, os líderes iranianos evitaram bloquear a passagem no Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do abastecimento energético mundial. Agora, porém, encaram essa posição geográfica como a sua carta mais forte em várias frentes de negociação.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Reconheçam a nova ordem iraniana no Estreito de Ormuz: este é o único caminho”, escreveu nas redes sociais Ebrahim Azizi, membro da comissão parlamentar iraniana de segurança nacional e política externa, dirigindo-se aos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Teerão vê Ormuz como ponto de pressão decisivo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com duas fontes iranianas de alto nível citadas pela Reuters, há pouco desacordo em Teerão sobre a atual linha estratégica. Embora tenham existido discussões sobre o risco de o Irão estar a ir longe demais, a leitura dominante nos círculos de decisão é que nenhum país racional abriria mão de um instrumento de pressão tão importante.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma dessas fontes classificou o Estreito de Ormuz como a “arma dourada” do Irão e afirmou que seria “absolutamente impossível” retirar essa vantagem estratégica ao país.</p>
<p class="isSelectedEnd">O acordo provisório assinado no mês passado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, permitiu reabrir o estreito a mais tráfego, mas deixou em aberto uma questão essencial: quem controla, na prática, a passagem marítima.</p>
<p class="isSelectedEnd">O memorando de entendimento estabelece que o Irão fará, “usando os seus melhores esforços”, os preparativos necessários para a passagem segura de navios comerciais, sem encargos, durante apenas 60 dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para os negociadores iranianos, esta formulação equivale a um reconhecimento americano do direito de Teerão a gerir a via marítima, ainda que sem cobrança de taxas ou portagens durante dois meses. Já os Estados Unidos e os países do Golfo rejeitam essa interpretação, defendendo que o texto apenas obriga o Irão a facilitar a passagem segura dos navios, sem impor restrições pela força.</p>
<p><strong>Desconfiança em relação aos Estados Unidos pesa na posição iraniana</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A postura de Teerão é alimentada por uma profunda desconfiança em relação a Washington. Entre os fatores apontados estão a decisão de Trump, em 2018, de abandonar o anterior acordo nuclear, o regresso à guerra este ano depois de ter sido acordado um cessar-fogo no verão passado, e o lançamento não anunciado da ofensiva durante um processo negocial.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma das fontes iranianas citadas pela Reuters defendeu que, se o Irão recuasse em Ormuz, Trump intensificaria as exigências noutras áreas, incluindo o dossier nuclear e o arsenal de mísseis convencionais iranianos. Essa cedência, afirmou a mesma fonte, seria vista como “rendição”, algo que Teerão considera impossível.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante anos, o Irão avisou que poderia fechar o estreito, chegando a afirmar que essa decisão seria tão fácil como “beber um copo de água”. Ainda assim, altos responsáveis iranianos admitiam em privado que essa seria uma medida de último recurso.</p>
<p class="isSelectedEnd">A hesitação explicava-se pelo risco de agravar o isolamento internacional do país, irritar os vizinhos do Golfo, afetar os consumidores globais de energia e prejudicar a própria economia iraniana.</p>
<p><strong>Ataques de fevereiro mudaram cálculo estratégico</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Reuters escreve que esse cálculo mudou depois dos ataques dos Estados Unidos e de Israel, em 28 de fevereiro, que mataram o líder supremo iraniano e outros altos responsáveis. A partir desse momento, responsáveis em Teerão consideraram que já pouco tinham a perder.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Irão encerrou então o Estreito de Ormuz a todo o tráfego, exceto ao seu próprio, provocando a maior perturbação de sempre no abastecimento energético global. Depois de hesitar devido ao impacto nos preços do petróleo, Washington respondeu em abril com um bloqueio aos portos iranianos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com o aumento dos custos económicos associados ao bloqueio de Ormuz, os dois lados acabaram por aceitar um acordo. Mas, segundo a leitura iraniana, o facto de o encerramento do estreito ter forçado os Estados Unidos a negociar reforçou a necessidade de formalizar essa capacidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ali Ansari, professor de História Moderna na Universidade de St Andrews, na Escócia, considera que ambos os lados enfrentavam receios sobre os problemas económicos imediatos, mas também acreditam ter saído vencedores. Por isso, há agora a perceção de que basta pressionar um pouco mais para alcançar os objetivos pretendidos.</p>
<p><strong>Programa nuclear passa para segundo plano</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Estreito de Ormuz tornou-se agora mais importante para Teerão do que o próprio programa nuclear. Segundo a Reuters, o Irão acredita também que Washington já aceitou o seu direito ao enriquecimento de urânio e a diluição, em território iraniano, das reservas existentes de urânio altamente enriquecido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante quase 25 anos, o programa nuclear foi a principal fonte de tensão entre o Irão e os Estados Unidos, esteve na origem de sanções internacionais pesadas e foi apresentado como a principal justificação para a guerra lançada por Trump.</p>
<p class="isSelectedEnd">No entanto, no acordo provisório destinado a pôr fim ao conflito, as negociações sobre o programa nuclear foram remetidas para conversações futuras.</p>
<p>As fontes iranianas de alto nível citadas pela Reuters afirmam que Teerão se recusa sequer a iniciar essas negociações nucleares enquanto os Estados Unidos não aceitarem a gestão plena do Estreito de Ormuz pelo Irão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787252]]></sapo:autor>
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		<title>OpenAI lança GPT-5.6 esta quinta-feira após revisão dos EUA por receios de segurança nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[GPT-5.6]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[OpenAI]]></category>
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					<description><![CDATA[GPT-5.6 será disponibilizado em três variantes: Sol, Terra e Luna]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A OpenAI vai lançar publicamente esta quinta-feira o GPT-5.6, a sua nova família de modelos de inteligência artificial, depois de um atraso motivado por pedidos do governo dos Estados Unidos relacionados com preocupações de segurança nacional.</p>
<p>Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, a empresa confirmou que o GPT-5.6 Sol, Terra e Luna ficará disponível esta quinta-feira, após ter limitado inicialmente o acesso a um pequeno grupo de parceiros selecionados, cujos dados foram partilhados com as autoridades americanas. A &#8216;Axios&#8217; avançou que a Administração Trump autorizou o lançamento alargado depois de testes adicionais e reuniões entre responsáveis governamentais e a empresa.</p>
<p>A nova família de modelos chega num momento em que os Estados Unidos e a China disputam a liderança no desenvolvimento de sistemas de IA cada vez mais poderosos. Uma das principais preocupações das autoridades americanas é que modelos de última geração possam acelerar ciberataques sofisticados contra setores dependentes de infraestruturas tecnológicas antigas, complexas e interligadas.</p>
<p>Washington tem aumentado o escrutínio sobre o lançamento de modelos avançados, receando que a tecnologia seja utilizada por estruturas militares ou de informações da China, da Rússia e de outros países. De acordo com a &#8216;Reuters&#8217;, as autoridades chinesas também realizaram reuniões com grandes tecnológicas sobre a possibilidade de restringir o acesso externo aos modelos de IA mais avançados do país, incluindo sistemas ainda não lançados.</p>
<p>O GPT-5.6 será disponibilizado em três variantes: Sol, Terra e Luna. A OpenAI descreve o Sol como o modelo mais capaz da empresa até agora, com melhorias em tarefas de programação, investigação científica, biologia, cibersegurança e utilização de computador. A própria empresa afirma que o GPT-5.6 Sol é o seu modelo mais avançado para cibersegurança, mas sublinha que foi desenvolvido com as salvaguardas mais robustas já aplicadas aos seus sistemas.</p>
<p>A versão Terra é apresentada como uma opção equilibrada para trabalho quotidiano, com desempenho competitivo com o GPT-5.5 e custo reduzido para metade. A versão Luna será a mais rápida e económica da família, orientada para utilização de menor custo.</p>
<p>Segundo a tabela de preços divulgada pela OpenAI, o GPT-5.6 Sol custará 5 dólares por milhão de tokens de entrada e 30 dólares por milhão de tokens de saída. O Terra terá um custo de 2,5 dólares por milhão de tokens de entrada e 15 dólares por milhão de tokens de saída, enquanto o Luna ficará nos 1 dólar por milhão de tokens de entrada e 6 dólares por milhão de tokens de saída.</p>
<p>A OpenAI tinha iniciado a prévia limitada do GPT-5.6 no final de junho, através da API e do Codex, apenas para parceiros e organizações consideradas de confiança. Na altura, a empresa afirmou que não considerava desejável que este tipo de processo de acesso governamental se tornasse a norma de longo prazo, mas disse estar a cooperar para poder lançar os modelos de forma mais segura.</p>
<p>O caso da OpenAI surge em paralelo com o da Anthropic, que desativou temporariamente os seus modelos mais avançados, Mythos 5 e Fable 5, depois de uma ordem de controlo de exportações emitida pelo Governo dos Estados Unidos em junho. As restrições sobre o Fable foram levantadas depois de a empresa implementar salvaguardas adicionais, mas o Mythos, desenhado para profissionais de cibersegurança, continua com acesso mais limitado.</p>
<p>O caso mostra que a aprovação de modelos de IA de fronteira está a tornar-se uma negociação política e técnica em tempo real, envolvendo empresas, reguladores e preocupações estratégicas sobre segurança nacional.</p>
<p>Mais do que uma nova versão de um chatbot, o GPT-5.6 marca uma fase diferente na corrida da inteligência artificial. O lançamento mostra que os modelos mais poderosos deixaram de ser apenas produtos tecnológicos: passaram a ser também ativos geopolíticos, avaliados pelo que podem fazer pelos utilizadores, mas também pelo que podem permitir a Estados, empresas e potenciais atacantes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786855]]></sapo:autor>
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		<title>Crise da água agrava-se em Almada: sábado traz novas restrições após cortes em 15 zonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente da Câmara de Almada deverá reunir-se hoje com a ministra do Ambiente para analisar a crise no abastecimento e as medidas a aplicar nos próximos dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A crise no abastecimento de água em Almada deverá prolongar-se por, pelo menos, mais duas semanas. Na noite passada, 15 zonas do concelho ficaram sem água entre as 22h00 e as 06h00, numa medida aplicada em áreas entre a Costa da Caparica e a Charneca da Caparica.</p>
<p class="isSelectedEnd">O corte afetou zonas de seis freguesias: Charneca da Caparica, Sobreda, Costa da Caparica, Palhais, Caparica e Trafaria. A situação poderá repetir-se nos próximos dias noutras áreas do concelho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a tarde, o município tinha declarado situação de alerta devido à escassez de água e avançado com várias restrições ao consumo. Entre as medidas já impostas está a proibição de regar jardins públicos e privados, campos de golfe, lavar viaturas e encher piscinas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também ficou proibida a utilização de chuveiros e lava-pés nas zonas balneares.</p>
<p><strong>Câmara diz que plano tenta evitar cortes de 24 horas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Num vídeo divulgado nas redes sociais durante a noite, a presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, afirmou que o plano de contingência é a única forma de evitar que algumas zonas do concelho fiquem sem água durante todo o dia.</p>
<p><iframe style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=476&amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F1341840298102355%2F&amp;show_text=true&amp;width=267&amp;t=0" width="267" height="591" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p class="isSelectedEnd">Os problemas no abastecimento já se arrastam há mais de uma semana. Numa primeira fase, os munícipes foram confrontados com uma redução da pressão da água durante o período noturno. Agora, a autarquia passou a aplicar cortes integrais por zonas, sempre entre as 22h00 e as 06h00.</p>
<p class="isSelectedEnd">A presidente da Câmara revelou ainda que, a partir de sábado, serão aplicadas novas restrições no concelho.</p>
<p><strong>Camiões cisterna vão apoiar distribuição de água</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Perante a situação, o município vai recorrer ao apoio de camiões cisterna para distribuir água à população.</p>
<p class="isSelectedEnd">A falta de água em Almada tem gerado forte contestação. Esta quarta-feira, a situação levou a um protesto com cortes de estradas e confrontos entre manifestantes e a polícia. A população enfrenta há vários dias dificuldades no acesso à água nas torneiras, enquanto a autarquia já admitiu que a resolução do problema não será imediata.</p>
<p class="isSelectedEnd">A contestação também chegou à liderança do município, com moradores a pedirem a demissão da presidente da Câmara, Inês de Medeiros.</p>
<p><strong>Ministra do Ambiente aponta falhas de investimento</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A ministra do Ambiente acusou a Câmara de Almada de não ter realizado os investimentos necessários para evitar a atual falta de água. A governante alertou ainda que o concelho apresenta perdas de água na ordem dos 40%, uma das situações mais graves a nível nacional.</p>
<p>A presidente da Câmara de Almada deverá reunir-se hoje com a ministra do Ambiente para analisar a crise no abastecimento e as medidas a aplicar nos próximos dias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787244]]></sapo:autor>
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		<title>Condutor sem carta apanhado com 15 crianças em autocarro a caminho da praia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo seguia das Caldas da Rainha para a Praia do Carreiro de Joanes, em Peniche, quando foi intercetado durante uma operação rodoviária no IP6.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Um condutor que transportava 15 crianças num autocarro foi fiscalizado pela GNR sem ter a carta de qualificação de motorista. O grupo seguia das Caldas da Rainha para a Praia do Carreiro de Joanes, em Peniche, quando foi intercetado durante uma operação rodoviária no IP6.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.jn.pt/justica/artigo/condutor-sem-carta-apanhado-a-caminho-da-praia-com-15-criancas-num-autocarro/18104076" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias</a>, a fiscalização decorreu na manhã de terça-feira, por volta das 12 horas, numa ação da Guarda Nacional Republicana acompanhada pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes. A operação esteve centrada no transporte coletivo de crianças.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a inspeção, os militares detetaram outras irregularidades. Além de não ter carta de qualificação de motorista, o condutor também não possuía cartão de tacógrafo. Foi ainda verificado que o transporte de passageiros estava a ser realizado sem o licenciamento obrigatório.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Jornal de Notícias, a GNR levantou vários autos de contraordenação na sequência da fiscalização. A Guarda sublinhou que o cumprimento das normas aplicáveis ao transporte de passageiros é essencial para garantir a segurança rodoviária, especialmente quando estão envolvidas crianças.</p>
<p>A operação teve como objetivo identificar situações capazes de colocar em causa a segurança na estrada e assegurar que o transporte coletivo cumpre a legislação em vigor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787241]]></sapo:autor>
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		<title>Vai ao NOS Alive? Saiba como chegar a Algés, evitar os cortes de trânsito e o que não pode levar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:00:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[nos alive]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Com cerca de 60 mil visitantes diários previstos, a PSP vai montar uma operação especial de segurança durante o festival]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O NOS Alive arranca esta quinta-feira no Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras, com milhares de pessoas esperadas por dia e um cartaz que junta nomes como Nick Cave &#038; The Bad Seeds, Twenty One Pilots, Foo Fighters, Florence + The Machine, Lorde, Buraka Som Sistema, Teddy Swims, Wolf Alice, Skunk Anansie, A Perfect Circle, The Warning, The Royston Club e Don West.</p>
<p>Com cerca de 60 mil visitantes diários previstos, a PSP vai montar uma operação especial de segurança durante o festival, enquanto as principais empresas de transportes públicos reforçam a oferta para facilitar as deslocações até Algés e o regresso depois dos concertos.</p>
<p><strong>Trânsito condicionado a partir das 15h</strong></p>
<p>Os condicionamentos de trânsito começam às 15h desta quinta-feira e vão afetar várias zonas junto ao recinto, incluindo a Avenida Brasília, a Avenida Marginal entre Algés e o Alto da Boa Viagem, o Viaduto da CRIL/IC17, em Algés, e a Praça D. Manuel I.</p>
<p>Também haverá restrições no acesso à CRIL pela Avenida General Norton de Matos, em Miraflores, pela Avenida Humberto Melo Pereira, no cruzamento com a Rua Damião de Góis, e pela Avenida Ivens, no sentido Lisboa-Cascais.</p>
<p>Entre as 23h e as 4h, a circulação será interrompida na via descendente da CRIL/IC17, entre o nó de Miraflores e a rotunda junto à Avenida Brasília. A PSP recomenda percursos alternativos pela A5, N117/Belém e N6-3, no Alto da Boa Viagem.</p>
<p>A recomendação principal das autoridades é clara: quem for ao festival deve evitar o carro e privilegiar os transportes públicos, tanto pela dimensão da afluência como pelos procedimentos de segurança previstos no acesso ao recinto.</p>
<p><strong>Carris terá shuttle especial à saída do festival</strong></p>
<p>Para o regresso, a Carris preparou um shuttle especial com partida junto à saída do recinto do NOS Alive e três destinos principais. Um dos trajetos segue para Santa Apolónia, com paragens em Belém, Alcântara, Santos e Cais do Sodré. Outro terá destino ao Marquês de Pombal, com paragem nas Amoreiras. O terceiro seguirá para o Oriente, com paragens na Estação de Benfica e no Campo Grande.</p>
<p>Na quinta-feira, o serviço funciona entre a meia-noite e as 3h. Na sexta-feira, estará disponível entre a meia-noite e as 4h, acompanhando o período de maior saída do recinto.</p>
<p><strong>CP reforça comboios nas madrugadas do festival</strong></p>
<p>A CP também vai reforçar a oferta, com comboios especiais e serviços dedicados para facilitar as deslocações. Nas madrugadas dos dias de festival, haverá reforço dos Comboios Urbanos de Lisboa nas ligações entre Algés e Cais do Sodré, Algés e Cascais, e Cais do Sodré e Algés.</p>
<p>Estão previstas partidas adicionais de Algés para Cais do Sodré à 1h45, 2h15, 2h30, 3h, 3h30 e 4h. No sentido Algés-Cascais, haverá comboios às 2h, 2h15, 2h30, 3h, 3h30 e 4h. No sentido Cais do Sodré-Algés, estão previstas ligações às 18h10, 18h30, 18h50, 19h10, 19h20 e 19h40.</p>
<p>Haverá ainda o Comboio Especial Música entre Santa Apolónia e Porto-Campanhã. Nas madrugadas de 10 e 12 de julho, a partida de Lisboa está prevista para as 3h20. Na madrugada de 11 de julho, o comboio sai de Santa Apolónia às 2h45.</p>
<p><strong>Ligação fluvial chega a Pedrouços/Algés</strong></p>
<p>A Transtejo Soflusa também reforça a operação. A partir desta quinta-feira, a ligação fluvial entre Trafaria e Lisboa passa a ser prolongada até Pedrouços/Algés, através da rota Trafaria – Porto Brandão – Pedrouços/Algés, que passa a funcionar todos os dias da semana.</p>
<p>Durante as madrugadas do festival, a empresa terá ainda carreiras extraordinárias nas ligações Cais do Sodré – Cacilhas e Terreiro do Paço – Barreiro, com partidas às 3h e às 4h.</p>
<p><strong>Chegar cedo e preparar a entrada</strong></p>
<p>A PSP aconselha os festivaleiros a chegarem com antecedência, tendo em conta a elevada afluência esperada e os procedimentos de segurança necessários para aceder ao recinto. À entrada serão realizadas revistas e todos os objetos não autorizados serão retirados.</p>
<p>Entre os objetos proibidos estão bebidas alcoólicas, armas de fogo, armas brancas, canivetes, correntes metálicas, cintos ou pulseiras pontiagudas, garrafas reutilizáveis de metal, objetos de vidro, latas de bebida ou spray, selfie sticks, hastes rígidas, tendas, bancos, cadeiras, correntes, cordas e lanternas.</p>
<p>Também não será permitida a entrada de garrafas de água com tampa acima de 500 ml, nem de cartazes de grandes dimensões ou com mensagens ofensivas, discriminatórias ou relacionadas com ações extremistas.</p>
<p>A PSP alerta que os objetos apreendidos durante as revistas não serão devolvidos. Quem transportar artigos não permitidos poderá recorrer ao bengaleiro localizado junto às bilheteiras, mediante o pagamento de um euro.</p>
<p><strong>O cartaz por dias</strong></p>
<p>O primeiro dia do NOS Alive terá Nick Cave &#038; The Bad Seeds no Palco NOS, num dos regressos mais aguardados ao circuito europeu, além da estreia dos Twenty One Pilots no festival. A Perfect Circle e The Royston Club também atuam esta quinta-feira no Palco NOS.</p>
<p>Na sexta-feira, o grande destaque vai para os Foo Fighters, que regressam ao Passeio Marítimo de Algés. O mesmo dia contará ainda com Wolf Alice, The Warning e Skunk Anansie, numa programação marcada pelo rock alternativo e por concertos de forte presença ao vivo.</p>
<p>No sábado, Florence + The Machine, Lorde, Teddy Swims, Buraka Som Sistema e Don West fecham o cartaz principal. O regresso dos Buraka Som Sistema, em concerto exclusivo em Portugal, deverá ser um dos momentos mais fortes da edição deste ano.</p>
<p>O NOS Alive regressa assim ao Passeio Marítimo de Algés com três dias de concertos, fortes restrições à circulação automóvel e uma operação de transportes reforçada. Para quem vai ao festival, a melhor estratégia é planear a chegada, confirmar horários de regresso e deixar em casa tudo o que não pode entrar no recinto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786547]]></sapo:autor>
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		<title>Ormuz &#8216;a ferro e fogo&#8217;: estreito continua como zona de guerra até (pelo menos&#8230;) esta quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 06:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[intenacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão foi tomada por sindicatos e empregadores do setor marítimo, depois de novos ataques a navios terem mantido elevado o risco para as tripulações]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estreito de Ormuz vai continuar a ser considerado zona de guerra pelo menos até esta quinta-feira, 9 de julho, apesar da trégua entre os Estados Unidos e o Irão. A decisão foi tomada por sindicatos e empregadores do setor marítimo, depois de novos ataques a navios terem mantido elevado o risco para as tripulações.</p>
<p>A classificação aplica-se aos navios cujas empresas são signatárias dos acordos coletivos de trabalho do International Bargaining Forum, que abrange cerca de 15 mil embarcações em todo o mundo. Para os profissionais marítimos cobertos por estes acordos, a designação tem efeitos diretos: direito ao dobro do salário, possibilidade de recusar navegar na zona e pedido de repatriamento a expensas da empresa.</p>
<p>“Esta decisão reconhece o risco significativo e contínuo para a vida dos profissionais e a rápida evolução da situação na região”, justificaram, em comunicado conjunto, a Federação Internacional dos Trabalhadores dos Transportes e o Joint Negotiating Group, que representa os empregadores da indústria marítima.</p>
<p>O estreito de Ormuz foi inicialmente classificado como zona de guerra a 5 de março, quatro dias depois do primeiro ataque a navios que tentavam atravessar aquela passagem estratégica. Desde 1 de março, o tráfego mercante tem sido fortemente afetado pelo conflito no Médio Oriente, depois de o Irão ter colocado o estreito sob ameaça militar em retaliação pelos ataques aéreos dos Estados Unidos e de Israel.</p>
<p>Antes da guerra, cerca de 20% do comércio mundial de produtos petrolíferos passava por Ormuz, o que fez da instabilidade na região um fator imediato de pressão sobre os preços internacionais da energia. A insegurança marítima tem também custos diretos para as empresas, que passam a suportar salários agravados e potenciais alterações operacionais nas rotas.</p>
<p>Pelo menos 14 tripulantes morreram e mais de 40 navios foram atacados durante o conflito. Os ataques mais recentes, registados nos últimos dias, levaram a Organização Marítima Internacional a suspender um plano para retirar 11 mil tripulantes que continuam retidos na região do Golfo.</p>
<p>A decisão de manter a classificação de zona de guerra foi discutida antes dos ataques mais recentes a embarcações. Uma fonte próxima das negociações disse à AFP que, se os navios não tivessem sido atingidos em dois dias distintos e se as entradas e saídas da região tivessem continuado sem perturbações, a avaliação poderia ter sido diferente esta semana.</p>
<p>O comité conjunto responsável por decidir esta classificação voltará agora a reunir semanalmente para avaliar a evolução da situação. As reuniões regulares tinham sido suspensas no início de maio, quando se tornou claro que as condições no estreito de Ormuz não estavam a melhorar.</p>
<p>A trégua em vigor resultou de um memorando de entendimento assinado a 17 de junho pelos Estados Unidos e pelo Irão, abrindo um período de 60 dias para tentar chegar a um acordo de paz definitivo. As negociações envolvem o futuro do estreito de Ormuz, o programa nuclear iraniano, o levantamento de sanções e a libertação de bens iranianos congelados no estrangeiro.</p>
<p>Ainda assim, a fragilidade do cessar-fogo continua a pesar sobre o transporte marítimo. Os ataques recentes, as tensões entre Washington e Teerão e a continuação da ofensiva israelita contra o Hezbollah no Líbano mantêm aberta a possibilidade de a classificação de zona de guerra ser prolongada para lá desta quinta-feira.</p>
<p>Para armadores, tripulações e mercados energéticos, a questão central já não é apenas a existência formal de uma trégua. É saber se o estreito de Ormuz volta a ser suficientemente seguro para garantir a circulação regular de navios numa das passagens mais importantes do comércio mundial de petróleo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786543]]></sapo:autor>
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		<title>Índia e Austrália chegam a acordo para fornecimento de Urânio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 06:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, anunciou hoje que chegou a um acordo com a Austrália para o fornecimento de urânio ao seu país, o mais populoso do mundo, que procura desenvolver um programa de energia nuclear civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, anunciou hoje que chegou a um acordo com a Austrália para o fornecimento de urânio ao seu país, o mais populoso do mundo, que procura desenvolver um programa de energia nuclear civil.</P><br />
<P>&#8220;Assinámos hoje um importante acordo de energia nuclear. Abrirá caminho para o fornecimento de urânio da Austrália à Índia, dando um novo impulso às nossas metas de energia limpa&#8221;, disse Modi, numa visita à Austrália, após uma reunião com o seu homólogo, Anthony Albanese.</P><br />
<P>Numa declaração conjunta, foi tornado público que o acordo entre os dois países permite exportações de urânio a longo prazo para fins &#8220;exclusivamente pacíficos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta disposição facilita as exportações australianas de urânio para a Índia, ajudando a aumentar a quota de capacidade energética proveniente de fontes não fósseis&#8221;, disse o primeiro-ministro australiano aos jornalistas após a reunião.</P><br />
<P>Segundo a Associação Nuclear Mundial, a Austrália detém 28% das reservas mundiais de urânio.</P><br />
<P>A Índia, com uma população de 1,4 mil milhões de pessoas, procura aumentar significativamente a sua capacidade de produção de energia nuclear.</P><br />
<P>Apesar da assinatura de um acordo bilateral sobre energia nuclear em 2015 para abrir caminho às exportações de urânio, persistiram barreiras legais.</P><br />
<P>O comércio de urânio entre os dois países é praticamente inexistente.</P><br />
<P>Os laços entre Camberra e Nova Deli fortaleceram-se nos últimos anos, impulsionados pelo desejo partilhado de conter as ambições chinesas na região da Ásia-Pacífico e de desenvolver parcerias comerciais fora da China.</P><br />
<P>Como forma de boas-vindas, espera-se que Modi seja recebido como uma estrela pela diáspora indiana ainda esta quinta-feira num estádio em Melbourne, uma importante cidade no sudeste da Austrália.</P><br />
<P>Os organizadores estimam a presença de mais de 20.000 pessoas.</P><br />
<P>Em 2023, o primeiro-ministro indiano foi recebido de forma semelhante num grande salão em Sydney.</P><br />
<P>Depois da Austrália, o primeiro-ministro indiano seguirá viagem para a Nova Zelândia.</P></p>
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		<title>Rendibilidade das obrigações japonesas a dez anos sobe para 2,9 % pela primeira vez desde 1996</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 06:38:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de rendibilidade das obrigações do Tesouro japonês a dez anos atingiu hoje os 2,9%, pela primeira vez desde 1996, impulsionada pelo receio de um recrudescimento da inflação na sequência das renovadas tensões no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A taxa de rendibilidade das obrigações do Tesouro japonês a dez anos atingiu hoje os 2,9%, pela primeira vez desde 1996, impulsionada pelo receio de um recrudescimento da inflação na sequência das renovadas tensões no Médio Oriente.</P><br />
<P>O principal indicador das taxas de juro de longo prazo tem vindo a subir há meses, num contexto de preocupação dos investidores com os ambiciosos planos de despesa fiscal da primeira-ministra conservadora, Sanae Takaichi.</P><br />
<P>O aumento do rendimento dos títulos japoneses ocorre em paralelo com a depreciação persistente do iene, que hoje se situava em cerca de 162 unidades por dólar, o nível mais baixo desde a década de 1980, apesar da intervenção levada a cabo pelas autoridades japonesas em abril e maio, que teve apenas efeitos temporários.</P><br />
<P>As obrigações refletiram hoje as pressões inflacionistas na sequência da subida dos preços do petróleo bruto, depois de o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter posto fim à trégua com o Irão e de ambos os países terem regressado aos confrontos no Médio Oriente.</P><br />
<P>Apesar da notícia, a Bolsa de Tóquio mantinha-se estável, com uma subida superior a 1% na sessão da tarde, a quase uma hora do fecho do mercado. </P></p>
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