Os 7 mitos mais comuns da transformação digital, um dos temas do momento para as empresas

A digitalização dos processos empresariais pode garantir ganhos significativos para as organizações , quando é bem implementada, o que não é um tema novo. No entanto, há certas presunções que prejudicam o valor acrescentado destas mudanças.

Sobre o assunto, há duas certezas essenciais: “a transformação digital não dispensa os seres humanos e envolve tecnologia da mesma forma que requer evolução de mentalidades nas bases e nas lideranças”.

Desta forma, a Adecco Portugal apresenta uma lista com os 7 mitos mais comuns relacionados com a transformação digital, um dos temas do momento para as empresas.

– A transformação digital é uma função da informática: sendo algo que implica uma evolução tecnológica, ao nível das lideranças, pensar nestes projetos como apenas de implementação de software é limitado. Tem de existir uma combinação com a equipa e a cultura organizacional certas para que haja mudanças significativas. É importante perceber como melhorar o modelo de negócio, gerar valor e facilitar a relação com o cliente.

– A transformação é um luxo: a maioria das empresas não perde tempo a desenhar processos ou planos de processos empresariais de transformação digital. O que geralmente acontece é que experimentam coisas novas quando estão a perder quota de mercado, “ou quando a área executiva vai receber um bónus menor ou receia ser dispensada”. A análise conclui ainda que esta transformação digital funciona melhor em tempos incertos e difíceis e não quando está tudo a correr bem.

– A transformação digital consiste em reduzir a mão-de-obra: apesar de muitas vezes usarem capacidades de inteligência artificial e machine learning, não é verdade que reduzem a mão-de-obra, pois quanto maior for a automação empresarial, mais humanos são precisos para conduzir algoritmos.

– A transformação digital é sobre tecnologia: a tecnologia só por si não chega, pois são necessários requisitos e competências necessárias para saber gerir estas novas tecnologias impostas pela transição digital. Tem, por isso, de existir uma construção cultural correta, assim como novas competências e oportunidades de parcerias na função informática.

A entrada de executivos é certa: sempre que há um novo projeto, tem de haver apoio sénior, que na transformação digital nem sempre é certo na transição digital, tendo em conta que os projetos são frequentemente complexos e avassaladores.

A transformação digital traz harmonia entre TI e negócios: tendo em conta que ambas as áreas vêm de pontos de partida muito diferentes, esta harmonia nem sempre é correta, o que cria um obstáculo fundamental nesta jornada. Desta forma, o grande problema de gestão de mudança tem de ser resolvido.

A viagem digital termina com a implementação: apesar de ser uma boa prática, a implementação pode não vir a resolver todos os problemas do negócio.

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