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“Ordem para comprar”. EDP e EDP Renováveis entre apostas do Goldman Sachs

A EDP e a RWE são as “mais prováveis de surpreender o mercado pela positiva, em relação às suas metas, no que toca à capacidade de escalar as atividades em renováveis”, tendo em conta o universo de empresas abrangido pelo Goldman Sachs, avança em nota de research, à qual o ‘Negócios’ teve acesso.

Esta orientação surge na sequência da análise a um conjunto de energéticas europeias, na qual a EDP surge destacada como uma das energéticas de maior potencial para surpreender no segmento das renováveis.

As referidas “surpresas”, segundo as previsões do Goldman, são expectáveis num horizonte de 6 a 12 meses.

A EDP, em conjunto com a subsidiária de energias limpas, tem em curso um plano que visa reduzir a dívida em 5 mil milhões de euros, sendo que o Goldman ressalva que “uma aceleração nos investimentos em renováveis só pode acontecer se as empresas tiveram cash flows robustos e/ou acesso aos mercados de capitais”.

Nesta análise, é sublinhado que a EDP e a EDP Renováveis juntam-se à Enel e Iberdrola – o grupo de empresas com  “capacidade demonstrada para escalar o negócio de renováveis e que têm atualmente espaço na folha de balanço para endividamento”.

O banco estima aumentos na capacidade líquida da EDP Renováveis nos próximos cinco anos, de forma a passar dos atuais 0,9 gigawatts (GW) para os 2 GW.

é neste contexto que o Goldman Sachs vem recomendar “comprar” tanto no caso da EDP como da EDP Renováveis e vê ainda a EDP como um “potencial alvo para aquisição”. O preço alvo para a EDP são os 5,40 euros e no caso da subsidiária de energias limpas está agora nos 18 euros.

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