Operação Pretoriano: Fernando Madureira vai responder por 31 crimes e mantém-se em prisão preventiva

Operação Pretoriano investiga os incidentes ocorridos na Assembleia Geral (AG) do FC Porto, em 13 de novembro de 2023

Francisco Laranjeira

Fernando Madureira vai responder por 31 crimes no âmbito do processo ‘Operação Pretoriano’ e vai manter-se em prisão preventiva: já Vítor Catão vai permanecer em prisão domiciliária, revelou esta terça-feira o ‘Correio da Manhã’.

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‘Macaco’, antigo líder dos Super Dragões, vai responder por sete crimes de ofensa à integridade física, 19 crimes de coação agravada, um crime de instigação, um crime de arremesso de objetos ou líquidos e três crimes de atentado à liberdade de informação, assim como Vítor Catão e Hugo Carneiro ‘Polaco’, acusados pelo mesmo número de crimes em coautoria.

Para o Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto, a prisão preventiva de Fernando Madureira justifica-se pelo perigo de voltar a cometer crimes ou perturbar o inquérito policial, de nada valendo os argumentos de ‘Macaco’ de que já não faz parte da claque do FC Porto.

A FC Porto SAD, agora sob o comando de André Villas-Boas, constituiu-se como assistente no processo, informou a publicação.

A Operação Pretoriano investiga os incidentes ocorridos na Assembleia Geral (AG) do FC Porto, em 13 de novembro de 2023, sustentando o MP que a claque Super Dragões pretendeu “criar um clima de intimidação e medo”, para que fosse aprovada a revisão estatutária “do interesse” da então direção ‘azul e branca’, liderada por Pinto da Costa.

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A 31 de janeiro deste ano, a PSP deteve 12 pessoas – incluindo dois funcionários do FC Porto e o líder dos Super Dragões, Fernando Madureira -, no âmbito da Operação Pretoriano, que investiga os incidentes verificados numa AG extraordinária do clube.

Em causa estão crimes de ofensa à integridade física no âmbito de espetáculo desportivo ou em acontecimento relacionado com o fenómeno desportivo, coação e ameaça agravada, instigação pública a um crime, arremesso de objetos ou produtos líquidos e ainda atentado à liberdade de informação.

A Procuradoria-Geral Distrital do Porto divulgou que estão em causa “crimes de ofensa à integridade física no âmbito de espetáculo desportivo ou em acontecimento relacionado com o fenómeno desportivo, coação e ameaça agravada, instigação pública a um crime, arremesso de objetos ou produtos líquidos e ainda atentado à liberdade de informação”.

https://executivedigest.sapo.pt/noticias/operacao-pretoriano-madureira-e-polaco-permanecem-em-prisao-preventiva/

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