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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Jul 2026 12:57:18 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Houthis cumprem a promessa e atacam petroleiros sauditas: abre-se uma nova frente de guerra no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[arábia saudita]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[houthis]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[mar vermelho]]></category>
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					<description><![CDATA[Navios 'Encelia' e 'Layla' foram atacados por alegadamente terem ignorado os avisos emitidos pelos houthis, que classificaram a operação como uma ação militar de "alta qualidade"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os houthis reivindicaram esta quinta-feira um ataque com drones e mísseis contra dois petroleiros sauditas que navegavam no estreito de Bab el-Mandeb, no Mar Vermelho, abrindo uma nova frente no conflito regional que envolve o Irão, os Estados Unidos e vários aliados de Washington. A informação foi avançada pelo &#8216;El Confidencial&#8217;, que cita um comunicado da milícia iemenita.</p>
<p>Segundo os rebeldes, os navios &#8216;Encelia&#8217; e &#8216;Layla&#8217; foram atacados por alegadamente terem ignorado os avisos emitidos pelos houthis, que classificaram a operação como uma ação militar de &#8220;alta qualidade&#8221;.</p>
<p>O ataque acontece poucos dias depois de o grupo anunciar um bloqueio marítimo a embarcações ligadas à Arábia Saudita no Mar Vermelho, uma rota estratégica por onde passa cerca de 12% do comércio marítimo mundial e uma parte significativa das exportações globais de petróleo.</p>
<p>A importância desta via aumentou depois de o Irão ter encerrado o Estreito de Ormuz em resposta aos ataques americanos, obrigando muitas rotas comerciais a recorrerem ao corredor de Bab el-Mandeb.</p>
<p>A escalada militar teve reflexos imediatos nos mercados internacionais, com o preço do barril de petróleo Brent a aproximar-se dos 98 dólares, após uma subida superior a 4% durante a sessão de quinta-feira.</p>
<p>O ataque surge também um dia depois de Washington e Riade terem assinado um acordo que permitirá à Arábia Saudita desenvolver um programa nuclear civil. Os houthis, apoiados pelo Irão, mantêm uma rivalidade histórica com o reino saudita, contra o qual travam um conflito há vários anos.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Confidencial&#8217;, esta é a confrontação mais séria entre a Arábia Saudita e os houthis desde o início do processo de aproximação patrocinado pelas Nações Unidas em 2022, que reduziu significativamente os ataques transfronteiriços, embora nunca tenha resultado num acordo de paz definitivo.</p>
<p>Entretanto, vários países, entre os quais a Turquia, condenaram o bloqueio marítimo anunciado pelos houthis, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avisou que responderá caso a milícia cumpra as suas ameaças de impedir a navegação no Mar Vermelho.</p>
<p>No terreno, os combates entre Washington e Teerão continuam a intensificar-se. A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou um pacote de cerca de 1,15 biliões de dólares (cerca de 980 mil milhões de euros) destinado a financiar o esforço militar contra o Irão, numa altura em que prosseguem os ataques aéreos americanos e os bombardeamentos iranianos contra interesses aliados dos Estados Unidos na região.</p>
<p>Apesar de um memorando de entendimento assinado em junho para tentar estabilizar a situação e reabrir o Estreito de Ormuz, a trégua colapsou nas últimas semanas e os confrontos têm vindo a alargar-se a infraestruturas civis e a novas frentes de combate, aumentando o receio de uma escalada regional de maiores dimensões.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793004]]></sapo:autor>
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		<title>Nem máscaras resolvem: bolor, fungos e piso abatido mergulham funcionários das Finanças da Marinha Grande no caos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:44:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
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		<category><![CDATA[Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos]]></category>
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					<description><![CDATA[Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos denuncia que os funcionários são obrigados a usar máscara e luvas devido ao bolor e aos fungos existentes no arquivo, enquanto cerca de 80% da documentação permanece inacessível após novo abatimento do piso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há funcionários das Finanças da Marinha Grande a trabalhar de máscara e luvas devido ao bolor e aos fungos existentes no arquivo do serviço. Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI) denuncia que o edifício onde funcionava o Serviço de Finanças apresenta um elevado estado de degradação e que um novo abatimento do piso, registado na semana passada, tornou inacessível cerca de 80% da documentação ali armazenada.</p>
<p>Segundo o sindicato, a situação obrigou mesmo os trabalhadores a emitir, esta semana, certidões nas quais certificam formalmente a impossibilidade de aceder a processos de imposto sucessório e a outros elementos indispensáveis para a sua emissão, devido à falta de acesso ao arquivo.</p>
<p>De acordo com o STI, os armários encontram-se bloqueados pelo abatimento do piso, enquanto o arquivo está afetado por bolor, fungos e infiltrações de água através do teto, situação que, segundo a estrutura sindical, ocorre mesmo em dias sem chuva.</p>
<p>Em comunicado, o sindicato refere que os trabalhadores têm de entrar no arquivo equipados com máscara e luvas para desempenharem as suas funções, numa situação que considera inaceitável para um serviço público.</p>
<p>Enquanto o edifício aguarda obras, o Serviço de Finanças funciona provisoriamente nas antigas instalações da Segurança Social, num antigo posto médico desativado que, segundo o STI, não dispõe de ar condicionado nem oferece condições adequadas para o atendimento ao público ou para o trabalho administrativo.</p>
<p>A mudança para estas instalações deveria durar apenas 90 dias. No entanto, esta quinta-feira, 24 de julho, cumprem-se já 120 dias desde a transferência, sem que exista, de acordo com o sindicato, qualquer solução definitiva ou calendário para o regresso ao edifício original.</p>
<p>O STI afirma que a situação foi comunicada por diversas vezes às entidades competentes, incluindo responsáveis da Autoridade Tributária e da Câmara Municipal da Marinha Grande, tendo sido igualmente apresentadas propostas de solução pelos próprios trabalhadores.</p>
<p>Perante o agravamento das condições, o sindicato apela agora a uma intervenção urgente das entidades responsáveis e exige uma solução definitiva que permita garantir condições dignas de trabalho e o normal funcionamento do Serviço de Finanças da Marinha Grande.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792998]]></sapo:autor>
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		<title>Até onde vai a segurança de um automóvel? A Geely quis descobrir com um teste inédito na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:34:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[euro ncap]]></category>
		<category><![CDATA[geely]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Ensaio decorreu nas instalações da UTAC, em França, e colocou à prova o SUV híbrido plug-in Geely STARRAY EM-i num cenário de colisão em cadeia de elevada severidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Geely tornou-se a primeira fabricante automóvel a realizar na Europa um teste de duplo impacto lateral mais exigente do que os atuais protocolos da Euro NCAP. O ensaio decorreu nas instalações da UTAC, em França, e colocou à prova o SUV híbrido plug-in Geely STARRAY EM-i num cenário de colisão em cadeia de elevada severidade.</p>
<p>Durante o teste, o veículo foi atingido lateralmente por uma barreira deformável a 60 km/h e, de seguida, projetado contra um poste rígido colocado no lado oposto. O segundo impacto simulou uma colisão de elevada energia, superior à prevista nos atuais ensaios europeus de segurança.</p>
<p>Segundo a marca, o habitáculo manteve a sua integridade estrutural, enquanto os airbags e os pré-tensores dos cintos de segurança foram acionados corretamente. Após a colisão, o sistema de chamada automática de emergência (eCall) entrou em funcionamento e as portas foram desbloqueadas automaticamente para facilitar o acesso das equipas de socorro.</p>
<p>A demonstração foi realizada durante a conferência internacional &#8220;Automotive Safety Tech Globalization &#038; Innovation in the Smart Driving Era&#8221;, organizada pela CAERI e pela UTAC, entidade acreditada pela Euro NCAP. A Geely foi a única fabricante automóvel convidada a realizar uma demonstração pública deste tipo.</p>
<p>A marca afirma que este ensaio reflete a sua estratégia de desenvolvimento de sistemas de segurança, atualmente apoiada por tecnologias de inteligência artificial através da plataforma Comprehensive Safety System 2.0, que integra dados do veículo, da infraestrutura rodoviária e da cloud para reforçar a prevenção de acidentes.</p>
<p>A Geely refere ainda que os seus modelos já conquistaram mais de 80 classificações máximas em programas internacionais de avaliação de segurança, incluindo a Euro NCAP, e que tem partilhado algumas das suas soluções de segurança com outros fabricantes.</p>
<p>Em Portugal, a marca comercializa atualmente dois SUV eletrificados: o Geely STARRAY EM-i, híbrido plug-in, e o Geely E5, 100% elétrico. Ambos receberam cinco estrelas nos testes da Euro NCAP e contam com uma garantia de oito anos ou 200 mil quilómetros para o veículo e a bateria.</p>

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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792985]]></sapo:autor>
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		<title>Vídeo torna-se viral: homem imita todos os gestos de Trump durante discurso… sem que o presidente se aperceba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:23:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Desconhecido sentado atrás do presidente dos Estados Unidos reproduziu os movimentos de mãos, as expressões e até a famosa dança de Trump durante um comício na Geórgia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um momento insólito marcou o mais recente comício de Donald Trump na Geórgia. Enquanto o presidente dos Estados Unidos discursava perante centenas de apoiantes, um homem sentado nas filas atrás começou a imitar, de forma exagerada, praticamente todos os seus gestos e maneirismos, aparentemente sem que Trump se apercebesse do que estava a acontecer.</p>
<p>O episódio ocorreu esta quarta-feira, durante um comício realizado na Wheeler High School, em Marietta, e foi captado pelas câmaras que transmitiam o evento. As imagens rapidamente começaram a circular nas redes sociais, acumulando milhares de visualizações.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">🚨 An audience member standing behind President Trump is going viral after appearing to mimic his gestures during a speech, with many online interpreting it as mockery. The clip has sparked widespread reactions and debate on social media. <a href="https://t.co/5DbEQ4e267">pic.twitter.com/5DbEQ4e267</a></p>
<p>&mdash; Commentary Donald Trump (@DonaldTrumpfe) <a href="https://x.com/DonaldTrumpfe/status/2080191621866430599?ref_src=twsrc%5Etfw">July 23, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Ao longo do discurso, o homem — cuja identidade continua por revelar — reproduziu os característicos movimentos das mãos de Trump, conhecidos por muitos como as &#8220;mãos acordeão&#8221;, sincronizando os gestos com as palavras do presidente.</p>
<p>Além das expressões faciais, o imitador pareceu repetir silenciosamente várias frases ditas por Trump, exagerando os movimentos da boca para aumentar o efeito humorístico.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">🇺🇸 A man behind Trump’s back parodied the president of the USA at a rally in Georgia and stole all the attention</p>
<p>He exactly copied the characteristic gestures of the head of the White House, head movements, facial expressions and repeated phrases.</p>
<p>The video quickly spread… <a href="https://t.co/ndmLxmSrZt">pic.twitter.com/ndmLxmSrZt</a></p>
<p>&mdash; RusWar (@ruswar) <a href="https://x.com/ruswar/status/2080184522771972263?ref_src=twsrc%5Etfw">July 23, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Quando o presidente falava sobre o desempenho da economia americana e o número recorde de máximos históricos da bolsa desde as eleições de 2024, o homem passou também a imitar outro dos gestos mais característicos de Trump: o movimento de punhos cerrados que costuma fazer perante os apoiantes.</p>
<p>Num dos momentos mais caricatos, levantou um cartaz da plataforma TrumpAccounts.Gov e trocou comentários com outras pessoas sentadas ao lado, provocando gargalhadas. Pouco depois, outro participante juntou-se à brincadeira, reproduzindo igualmente a conhecida dança de Trump.</p>
<p>Nas redes sociais, os vídeos multiplicaram-se rapidamente. Um utilizador da plataforma &#8216;X&#8217; classificou a atuação como &#8220;surreal&#8221;, enquanto outros destacaram o facto de Trump nunca ter demonstrado perceber que estava a ser imitado a poucos metros de distância.</p>
<p>O comício teve lugar poucas horas depois de Trump participar, no estado do Delaware, na cerimónia de homenagem aos quatro militares americanos mortos durante o conflito entre os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>Já durante o discurso na Geórgia, o presidente voltou a abordar a guerra, descrevendo-a como uma &#8220;escaramuça&#8221;, apesar de o conflito se prolongar desde fevereiro e de já ter provocado a morte de pelo menos 18 militares americanos.</p>
<p>Trump insistiu ainda que o Irão acabará por aceitar um acordo &#8220;muito em breve&#8221;, embora tenha acusado Teerão de alterar sucessivamente os termos das negociações.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792978]]></sapo:autor>
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		<title>BCE mantém juros e prepara o mercado para uma decisão difícil em setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:16:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter as taxas de juro inalteradas na reunião de política monetária desta quinta-feira, depois de, em junho, ter aumentado os juros em 25 pontos base, naquele que foi o primeiro aumento das taxas diretoras em quase três anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter as taxas de juro inalteradas na reunião de política monetária desta quinta-feira, depois de, em junho, ter aumentado os juros em 25 pontos base, naquele que foi o primeiro aumento das taxas diretoras em quase três anos.</p>
<p>&#8220;O Conselho de Governadores decidiu hoje manter inalteradas as três principais taxas de juro do BCE. As perspetivas para os preços da energia, embora altamente voláteis, situam-se atualmente próximas do patamar de referência das projeções da equipa técnica do Eurosistema para junho e bem acima dos níveis registados antes do conflito no Médio Oriente&#8221;, escreve, em comunicado, o organismo liderado por Christine Lagarde.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="en" dir="ltr">We kept our key interest rates at their current levels.   </p>
<p>Read today’s monetary policy decisions <a href="https://t.co/LHXigITpym">https://t.co/LHXigITpym</a> <a href="https://t.co/bDQsgUIvJv">pic.twitter.com/bDQsgUIvJv</a></p>
<p>&mdash; European Central Bank (@ecb) <a href="https://x.com/ecb/status/2080265709850964304?ref_src=twsrc%5Etfw">July 23, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Com a decisão desta quinta-feira, a taxa aplicável à facilidade permanente de depósito permanece em 2,25%, enquanto a taxa das operações principais de refinanciamento se mantém em 2,40% e a facilidade permanente de cedência de liquidez em 2,65%.</p>
<p>A decisão surge num contexto marcado pelo aumento da instabilidade geopolítica e pela evolução dos preços da energia, numa altura em que o BCE procura avaliar os efeitos destes fatores sobre a inflação na Zona Euro.</p>
<p>A última subida das taxas diretoras tinha ocorrido em 2023, seguindo-se um período de pausa até junho de 2024, quando o BCE iniciou um ciclo de descida dos juros. Depois de vários cortes, o banco central manteve as taxas inalteradas desde julho de 2025, antes de voltar a subir os juros em junho deste ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pressão energética mantém BCE em alerta</strong></p>
<p>Apesar da decisão de manter os juros estáveis, as perspetivas para a política monetária continuam condicionadas pela evolução dos preços da energia e pela situação geopolítica no Médio Oriente.</p>
<p>Roman Ziruk, analista sénior de mercados da Ebury, considera que o agravamento das tensões entre os Estados Unidos e o Irão poderá reforçar as expectativas de uma nova subida dos juros em setembro.</p>
<p>Os mercados estão atualmente a antecipar quase integralmente uma subida das taxas em setembro, estando descontados, no total, cerca de 44 pontos base de aumentos dos juros até ao final do ano.</p>
<p>A Ebury considera, contudo, que estas expectativas poderão ser excessivamente agressivas. Para Roman Ziruk, o BCE deverá adotar uma postura cautelosa perante um choque energético que resulta sobretudo de fatores do lado da oferta, e não de uma pressão da procura.</p>
<p>Depois de uma trégua entre os Estados Unidos e o Irão ter contribuído para aliviar a pressão sobre os mercados energéticos, o cenário voltou a deteriorar-se. O preço do petróleo Brent chegou a cair para cerca de 70 dólares por barril, aproximadamente 55 dólares abaixo do pico registado em abril, enquanto os preços do gás natural também recuaram, embora de forma menos acentuada.</p>
<p>Este alívio contribuiu para reduzir os receios de novas pressões inflacionistas. O relatório de inflação da Zona Euro relativo a junho veio também abaixo das expectativas, reforçando a perceção de que o BCE não teria necessidade de acelerar o aperto da política monetária.</p>
<p>A mesma visão é partilhada por Martin Wolburg, economista sénior da Generali Investments, que considera que, apesar de os membros do Conselho do BCE terem mantido uma comunicação globalmente mais restritiva, a evolução recente da inflação e a descida dos preços da energia contribuíram para aliviar as pressões sobre a política monetária.</p>
<p>Segundo o economista, as perspetivas para a inflação estão agora mais próximas de um cenário benigno do que do cenário base apresentado pelo BCE na reunião de junho. Esta evolução deverá permitir ao Conselho do BCE manter as taxas de juro no nível atual, pelo menos por enquanto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que esperar da próxima reunião do BCE?</strong></p>
<p>A próxima reunião de política monetária do BCE, prevista para setembro, deverá ser marcada por uma maior incerteza. Embora os mercados estejam a atribuir uma probabilidade elevada a uma nova subida dos juros, os analistas dividem-se sobre a necessidade de avançar com um novo aumento das taxas.</p>
<p>Martin Wolburg considera que o BCE poderá voltar a aumentar os juros já em setembro, sobretudo se a escalada do conflito entre o Irão e Israel persistir e provocar novas pressões sobre os preços da energia.</p>
<p>Para a Ebury, contudo, o BCE deverá manter uma abordagem mais cautelosa e avaliar se o eventual choque energético se traduz numa pressão persistente sobre a inflação. Uma subida dos juros em setembro dependerá, assim, da evolução dos preços da energia, das expectativas de inflação e dos efeitos da instabilidade geopolítica sobre a economia europeia.</p>
<p>A evolução do conflito no Médio Oriente surge, desta forma, como um dos principais fatores de risco para as próximas decisões do BCE. Um novo aumento dos preços do petróleo e do gás poderá voltar a pressionar a inflação e aumentar a probabilidade de uma subida das taxas, enquanto uma estabilização dos mercados energéticos poderá dar margem ao banco central para prolongar a atual pausa.</p>
<p>Para já, o BCE optou pela estabilidade. Mas, depois da subida de junho, a reunião de setembro poderá voltar a colocar em cima da mesa a questão de um novo aumento dos juros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792926]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela: Governo português prepara missão de apoio para reconstrução após sismos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:04:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, disse hoje que o Governo está a preparar uma nova missão de apoio à Venezuela, na sequência dos sismos de 24 de junho, para ajudar na reconstrução do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, disse hoje que o Governo está a preparar uma nova missão de apoio à Venezuela, na sequência dos sismos de 24 de junho, para ajudar na reconstrução do país.</P><br />
<P>&#8220;Estou a preparar agora uma nova missão, talvez em setembro ou outubro, ainda não tenho uma data precisa. Estarei em articulação com as autoridades venezuelanas para prestarmos apoio na reconstrução do país em setores que se revelem mais carenciados&#8221;, disse.</P><br />
<P>Emídio Sousa falava aos jornalistas no Funchal, à margem da sessão de abertura do Fórum Madeira Global, uma reunião que conta com a participação de mais de 450 conferencistas provenientes das comunidades madeirenses espalhadas por vários países em todo o mundo.</P><br />
<P>O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas precisou que o novo apoio à Venezuela será executado através de empresas, no âmbito dos trabalhos de reconstrução das áreas mais afetadas.</P><br />
<P>&#8220;Aguardo também da parte das autoridades venezuelanas que nos indiquem quais são os setores prioritários, embora não tenha grandes dúvidas de que o setor da habitação, a reconstrução da habitação, será uma das grandes prioridades&#8221;, disse.</P><br />
<P>Emídio Sousa indicou, por outro lado, que o Governo vai agora &#8220;aprofundar&#8221; a forma de financiamento das empresas que venham a envolver-se no processo.</P><br />
<P>&#8220;Esse é um dos aspetos que eu terei de aprofundar, porque as empresas, normalmente, quando vão trabalhar têm de ser pagas pelo respetivo trabalho&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 5.398 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 130 portugueses e lusodescendentes, e outros 31 estão desaparecidos.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792973]]></sapo:autor>
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		<title>Europa enfrenta seca-relâmpago impulsionada por calor extremo e &#8220;sede atmosférica&#8221;, alertam cientistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:59:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[A Europa está a enfrentar uma "seca-relâmpago" provocada por uma sucessão de ondas de calor iniciadas ainda na primavera, fenómeno que está a acelerar o esgotamento da humidade dos solos e dos recursos hídricos devido ao aumento da chamada "sede atmosférica".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Europa está a enfrentar uma &#8220;seca-relâmpago&#8221; provocada por uma sucessão de ondas de calor iniciadas ainda na primavera, fenómeno que está a acelerar o esgotamento da humidade dos solos e dos recursos hídricos devido ao aumento da chamada &#8220;sede atmosférica&#8221;, um efeito associado às alterações climáticas. O alerta é deixado por cientistas do grupo World Weather Attribution (WWA), que concluem que o aquecimento global está a intensificar significativamente a velocidade com que a seca se instala, sobretudo nos países da Europa Central e de Leste.</p>
<p>Segundo o estudo desenvolvido por investigadores de 12 países europeus, a combinação entre temperaturas excecionalmente elevadas e uma maior capacidade da atmosfera para absorver humidade está a provocar uma rápida perda de água dos solos, rios, lagos e reservatórios. Embora os padrões de precipitação tenham variado de forma significativa entre diferentes regiões do continente, a sucessão de episódios de calor extremo desde maio acelerou drasticamente o processo de secagem, mesmo em zonas onde o inverno tinha sido relativamente chuvoso.</p>
<p>As consequências já são visíveis em vários dos principais cursos de água europeus. Os cientistas referem que os sistemas fluviais de Itália, França, Polónia, Inglaterra, bem como os rios Reno e Danúbio, registam caudais muito reduzidos, situação que está a perturbar o transporte de mercadorias por via fluvial, a comprometer a produção hidroelétrica, a afetar as colheitas agrícolas e a obrigar alguns países a restringirem o consumo de água para usos não essenciais.</p>
<p>O grupo World Weather Attribution analisou indicadores como a precipitação, a humidade dos solos e o potencial de evaporação. Os investigadores verificaram que, apesar de a Europa Ocidental ter começado o ano com níveis de precipitação invernal superiores aos registados na Europa de Leste, o calor intenso acabou por inverter rapidamente essa vantagem. O estudo, que ainda não foi sujeito a revisão científica por pares, conclui que a escassez de chuva registada entre abril e junho na Europa Ocidental não pode ser atribuída de forma clara às alterações climáticas. Contudo, o aumento do potencial de evaporação provocado pelo calor extremo tornou-se cerca de 80 vezes mais provável devido ao aquecimento global.</p>
<p>Na Europa Oriental, onde a análise incidiu sobre o período entre janeiro e junho, os resultados apontam igualmente para um forte impacto das temperaturas elevadas. Os investigadores estimam que o potencial de evaporação impulsionado pelo calor se tornou cerca de 40 vezes mais provável devido às alterações climáticas, contribuindo para acelerar a instalação das condições de seca.</p>
<p>O investigador Theodore Keeping, do Imperial College London, explica ao Financial Times que o continente está perante uma verdadeira &#8220;seca-relâmpago&#8221;, caracterizada pela rapidez com que o solo perde humidade. Segundo o especialista, &#8220;estas condições extremamente quentes e secas provocam uma secagem muito mais rápida do solo do que aquela que historicamente se verificava em muitas regiões&#8221;.</p>
<p>Também Dominik Schumacher, do Instituto de Ciências Atmosféricas e Climáticas da ETH Zurique, destaca que o fenómeno está a surgir cada vez mais cedo no ano. &#8220;Apesar de a maior parte da Europa ter registado mais precipitação durante o inverno, observamos agora uma tendência crescente para uma secagem invulgar dos solos logo na primavera, antes mesmo do início do verão&#8221;, afirma. O investigador acrescenta que &#8220;isso é consequência da ação humana: à medida que as temperaturas aumentam, a sede da atmosfera cresce rapidamente, retirando humidade dos rios, lagos, albufeiras e dos próprios solos&#8221;.</p>
<p>Vários países europeus já começaram a adotar medidas para responder à escassez de água. No Reino Unido foram impostas restrições ao uso de mangueiras para rega e outras utilizações não essenciais, enquanto os Países Baixos elevaram recentemente o nível de alerta para seca para o nível 2, correspondente a uma situação de escassez efetiva de água que exige medidas específicas de gestão dos recursos hídricos.</p>
<p>A pressão sobre os recursos hídricos é particularmente evidente na bacia do Reno, onde as condições de seca prolongada afetam também zonas alpinas da Alemanha, França e Bélgica. Em simultâneo, o Danúbio, na Roménia, registou os níveis de água mais baixos desde 1996, dificultando igualmente a navegação e outras atividades económicas dependentes do rio.</p>
<p>Os investigadores alertam ainda para um efeito secundário que poderá aumentar significativamente o risco de incêndios florestais. Segundo Dominik Schumacher, a precipitação abundante registada durante o inverno em países da Europa Ocidental, incluindo Portugal, Espanha e França, favoreceu o crescimento da vegetação. Contudo, essa mesma vegetação secou rapidamente devido às sucessivas ondas de calor, criando aquilo que o cientista descreve como os &#8220;ingredientes perfeitos&#8221; para a propagação de incêndios rurais durante o verão.</p>
<p>O estudo refere igualmente que a resposta da Europa continua fragmentada. Embora exista uma diretiva comunitária sobre gestão da água, os investigadores lembram que esta não impõe medidas obrigatórias aos Estados-membros, o que limita a adoção de estratégias coordenadas para enfrentar secas cada vez mais frequentes.</p>
<p>Para Merel Laauwen, investigadora da Universidade de Wageningen, nos Países Baixos, será necessário reforçar a adaptação em todo o continente, harmonizando políticas relacionadas com perdas nas redes de distribuição de água e reutilização de recursos hídricos na agricultura e na indústria. A especialista sublinha que o conhecimento científico disponível mostra que as alterações climáticas estão a reduzir o intervalo entre episódios graves de seca, deixando menos tempo para a recuperação dos ecossistemas e das reservas de água.</p>
<p>&#8220;Sabendo aquilo que sabemos sobre a forma como as alterações climáticas estão a reduzir o período de retorno destes episódios severos de seca, o que significa também menos tempo de recuperação entre eles, são necessárias mudanças nas estratégias de adaptação em toda a Europa&#8221;, conclui Merel Laauwen.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792962]]></sapo:autor>
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		<title>Carta aberta pede alargamento de prazos e alternativa para projetos do PRR</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/carta-aberta-pede-alargamento-de-prazos-e-alternativa-para-projetos-do-prr/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:53:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Instituições do setor social pediram o alargamento até dezembro dos prazos das obras integradas no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) que não conseguem concluir até 31 de julho, sugerindo uma solução financeira complementar nestes casos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Instituições do setor social pediram o alargamento até dezembro dos prazos das obras integradas no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) que não conseguem concluir até 31 de julho, sugerindo uma solução financeira complementar nestes casos.</P><br />
<P>Numa carta aberta dirigida ao Presidente da República, ao presidente da Assembleia da República e ao Governo, as instituições estimam que haverá, neste momento, cerca de 1.000 estabelecimentos de apoio social por concluir, num total que ronda as 50 mil vagas, a maioria assumida por Instituições Particulares de Solidariedade e Social (IPSS).</P><br />
<P>Na missiva, a que a Lusa teve acesso, as instituições recordam que se trata de respostas na área da infância, deficiência, cuidados continuados ou apoio domiciliário de que as comunidades precisam.</P><br />
<P>Pedem que, quando as regras do PRR não permitam financiar diretamente todo o período de duração da obra, a continuidade dos projetos seja assegurada através de uma &#8220;solução complementar&#8221;, nacional ou europeia, mas que contemple as IPSS.</P><br />
<P>&#8220;Os avisos não são todos iguais. Mas a disponibilidade para encontrar soluções deve ser a mesma&#8221;, referem as instituições na carta aberta, acrescentando que &#8220;nenhuma obra viável e já avançada deve parar por falta de uma decisão tomada em tempo útil&#8221;.</P><br />
<P>Recordam que vários responsáveis públicos já vieram garantir que, no público, haverá financiamento para assegurar as obras por outras fontes e manifestam preocupação por terem sido esquecidos, apesar de cooperarem com o Estado.</P><br />
<P>Apontam ainda &#8220;obstáculos de contexto&#8221; como os atrasos na E-Redes na instalação de redes elétricas, que impedem a obtenção de certificação energética, requisito para a conclusão dos projetos.</P><br />
<P>Lamentam também que, ao contrário do setor público, o setor social e solidário se veja forçado a devolver &#8220;verbas que não tem, usadas em estabelecimentos de apoio social que não funcionarão&#8221; e avisam que o apoio social em Portugal &#8220;ficará pior do que estava antes do PRR&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A execução do Plano de Recuperação e Resiliência exigirá, só por ter sido iniciada, um plano de recuperação e resiliência para ficarmos como estávamos antes, quando já precisávamos de um PRR&#8221;, escrevem.</P><br />
<P>Pedem igualmente que seja garantida a devolução integral do IVA suportado pelas IPSS, na parte que não seja dedutível nem tenha sido financiado ou restituído por qualquer outra via.</P><br />
<P>Para isso, dizem precisar de uma &#8220;orientação única&#8221; das Finanças, Segurança Social, Saúde e do Recuperar Portugal que explique, de forma simples, qual o procedimento aplicável a cada situação, acompanhada de um calendário para a decisão e do pagamento dos pedidos já apresentados.</P><br />
<P>As instituições querem ainda perceber que contratos devem ser comunicados ao Tribunal de Contas, lembrando que as IPSS não são organismos do Estado, mas entidades de direito privado.</P><br />
<P>&#8220;Essa obrigação deve ser esclarecida de uma só vez: a que contratos se aplica, a partir de que data, por que meios devem ser comunicados, qual o tratamento a dar aos contratos já celebrados ou aos projetos entretanto encerrados&#8221;, insistem.</P><br />
<P>Os signatários da carta aberta pedem ainda esclarecimentos sobre quando podem as faturas ser pagas, considerando necessário distinguir a conclusão física da obra, a emissão e o pagamento das últimas faturas, a apresentação do pedido de reembolso e o encerramento financeiro do projeto.</P><br />
<P>Lembram que estas questões estão ligadas entre si, explicando: &#8220;uma obra pode estar concluída e, ainda assim, não ser possível encerrar o projeto porque a ultima fatura não pôde ser paga, o reembolso não chegou ou o IVA continua pendente&#8221;. </P><br />
<P>A carta aberta é assinada por centenas de dirigentes, profissionais, trabalhadores, voluntários, utentes, familiares, representantes do setor social e solidário e cidadãos preocupados com a conclusão dos projetos sociais e de saúde do PRR.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792968]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Politécnico de Setúbal e Start Campus acordam qualificação tecnológica em Sines</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:49:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Politécnico de Setúbal]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sines]]></category>
		<category><![CDATA[Start Campus]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) e a empresa Start Campus, em Sines, assinaram um acordo de colaboração para reforçar a qualificação de profissionais na área tecnológica e responder à necessidade de recursos humanos, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) e a empresa Start Campus, em Sines, assinaram um acordo de colaboração para reforçar a qualificação de profissionais na área tecnológica e responder à necessidade de recursos humanos, foi hoje anunciado.</p>
<p>Em comunicado, o IPS explicou que esta parceria surge após a criação da Escola Superior de Sustentabilidade, Indústria e Tecnologias Digitais (ESSITD), em Sines, no distrito de Setúbal, permitindo aproximar &#8220;o ecossistema académico do setor industrial&#8221;.</p>
<p>O protocolo, assinado na terça-feira, prevê o desenvolvimento de formações conjuntas &#8220;alinhadas com as necessidades de qualificação&#8221; do megacentro de dados, liderado pela Start Campus.</p>
<p>Segundo o IPS, este investimento &#8220;exige uma estratégia sustentável de captação e fixação de profissionais qualificados a longo prazo&#8221;.</p>
<p>No entender da presidente do IPS, Ângela Lemos, o litoral alentejano &#8220;é um território estratégico para o país, dos pontos de vista industrial, energético, portuário e logístico&#8221;.</p>
<p>Apesar disso, tem permanecido há décadas &#8220;sem uma presença estruturada de Ensino Superior público&#8221;, realçou.</p>
<p>&#8220;Queremos uma escola politécnica próxima, orientada para a resolução de problemas concretos, construída em articulação com os parceiros e comprometida com o desenvolvimento económico, social e ambiental da região&#8221;, sublinhou a responsável, citada no comunicado.</p>
<p>Por seu lado, o presidente da Comissão Instaladora da ESSITD do IPS, João Pires, considerou esta cooperação com o tecido económico de Sines &#8220;essencial para perspetivar o futuro, formar o talento local e abrir as portas à internacionalização&#8221;.</p>
<p>Já o diretor de Operações da Start Campus, Luís Rodrigues, também citado no comunicado, destacou a importância de preparar &#8220;pessoas que aprendem fazendo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não se constrói um dos maiores centros de dados da Europa sem, ao mesmo tempo, desenvolver a capacidade técnica necessária para o sustentar nos próximos 20 ou 30 anos&#8221;, sustentou.</p>
<p>Também a responsável pelos Recursos Humanos da empresa, Carla Calisto, justificou a parceria com a escassez de profissionais especializados e defendeu a responsabilidade das empresas na criação de respostas de qualificação. </p>
<p>&#8220;Se queremos mais talento local, temos de investir localmente. E isso começa muito antes do processo de recrutamento&#8221;, afirmou.</p>
<p>A Start Campus está a construir e a operar o projeto SINES DC, um campus de centros de dados de 1,2 GW (Gigawatts) em Portugal, num investimento de 8,5 mil milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792965]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ataques de ransomware disparam 23% num ano, mas há uma nova ameaça ainda mais preocupante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:40:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ransomware]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados constam do mais recente relatório global de ciberameaças da NCC Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ataques de ransomware continuam a aumentar em todo o mundo. Só em junho foram registados 665 ataques, mais 23% do que no mesmo mês de 2025, elevando para 4.394 o número de incidentes contabilizados no primeiro semestre deste ano.</p>
<p>Os dados constam do mais recente relatório global de ciberameaças da NCC Group, que identifica um crescimento contínuo deste tipo de ataques e alerta para uma mudança nas estratégias dos cibercriminosos, cada vez mais focados em comprometer cadeias de abastecimento de software e infraestruturas críticas.</p>
<p>Segundo a empresa de cibersegurança, no segundo trimestre de 2026 foram registados 2.229 ataques, um aumento de 3% face aos primeiros três meses do ano. Em 2025, o número total de ataques atingiu um máximo histórico de 7.874.</p>
<p>Uma das principais tendências identificadas é o aumento dos ataques à cadeia de abastecimento. Em vez de atacarem diretamente uma empresa, os grupos criminosos procuram comprometer software, ferramentas ou dependências utilizadas por milhares de organizações, permitindo que um único ataque tenha impacto em larga escala antes de ser detetado.</p>
<p>O relatório aponta o grupo TeamPCP como um dos mais ativos neste tipo de operações, recorrendo à infiltração de ecossistemas de desenvolvimento de software considerados de confiança.</p>
<p>A análise conclui ainda que as tensões geopolíticas estão a aumentar o risco cibernético, sobretudo para organizações mais expostas a interesses estratégicos. Entre as principais ameaças identificadas estão campanhas de espionagem, ataques de phishing, operações de negação de serviço (DDoS), desinformação e tentativas de infiltração em infraestruturas sensíveis.</p>
<p>A NCC Group recomenda uma vigilância reforçada relativamente à atividade de grupos ligados à Rússia, Bielorrússia e China, bem como uma aposta crescente na deteção comportamental de ameaças, considerada mais eficaz do que os métodos tradicionais.</p>
<p>No que diz respeito aos setores mais afetados, a indústria voltou a liderar a lista, concentrando 30% de todos os ataques registados no segundo trimestre, seguida pelos setores dos bens de consumo discricionário e das Tecnologias de Informação.</p>
<p>Geograficamente, a América do Norte permaneceu como a região mais atingida, reunindo 44% dos ataques globais, seguida da Europa e da Ásia.</p>
<p>Entre os grupos de ransomware mais ativos continua a destacar-se o Qilin, responsável por 301 vítimas e líder pelo quinto trimestre consecutivo. Seguem-se o The Gentlemen e o DragonForce.</p>
<p>O relatório identifica ainda as VPN empresariais como o principal ponto de entrada explorado pelos atacantes em 2026. Grupos como Akira, Qilin e The Gentlemen têm explorado vulnerabilidades nestes sistemas para obter acesso às redes das organizações, levando a NCC Group a defender que a cibersegurança deve ser encarada como uma prioridade estratégica ao mais alto nível das empresas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792943]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Teerão avisa que atacar pontes e centrais elétricas é crime de guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:35:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Teerão, 23 jul 226 (Lusa) - O Irão alertou hoje os militares norte-americanos de que estarão a cometer crimes de guerra se atacarem pontes e centrais elétricas, como ameaçou o Presidente dos EUA, avisando que serão responsabilizados mesmo estando a cumprir ordens.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão alertou hoje os militares norte-americanos de que estarão a cometer crimes de guerra se atacarem pontes e centrais elétricas, como ameaçou o Presidente dos EUA, avisando que serão responsabilizados mesmo estando a cumprir ordens.</P><br />
<P>&#8220;Não cometam crimes de guerra por ninguém. Invocar ordens de superiores para justificar crimes de guerra não isenta os perpetradores da responsabilidade criminal&#8221;, afirmou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baghaei, numa publicação nas redes sociais.</P><br />
<P>O porta-voz acusou ainda a liderança norte-americana de &#8220;sacrificar o que resta do Direito Internacional Humanitário e os fundamentos da ética e da civilização humana&#8221;.</P><br />
<P>Esmaeil Baghaei realçou que os códigos e os manuais do Departamento de Defesa dos EUA deixam claro que os membros das Forças Armadas &#8220;têm o dever legal e moral de desobedecer a ordens manifestamente ilegais&#8221;.</P><br />
<P>Nada justifica o &#8220;apetite insaciável pela guerra e pela morte&#8221;, criticou, acrescentando que a destruição de pontes e centrais elétricas &#8220;é manifestamente ilegal e criminosa&#8221;.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, avisou na quarta-feira que os EUA destruiriam uma ponte ou central elétrica cada vez que o Irão disparasse sobre um navio no estreito de Ormuz, que antes da guerra era uma das principais vias de transporte de petróleo e gás natural.</P><br />
<P>Ambos os lados têm ameaçado cada vez mais as infraestruturas civis.</P><br />
<P>O direito internacional proíbe este tipo de ataques, a menos que a infraestrutura esteja a ser utilizada para fins militares.</P><br />
<P>&#8220;A partir deste momento, sempre que a República Islâmica do Irão disparar sobre um navio no estreito de Ormuz, seja por míssil, foguete, drone ou qualquer outro dispositivo ou arma, os Estados Unidos bombardearão e destruirão uma ponte ou uma central elétrica&#8221;, escreveu Trump nas redes sociais.</P><br />
<P>&#8220;Isto constitui retaliação e punição coletiva, ambas explicitamente proibidas como crimes de guerra tanto pelo Direito Internacional Humanitário como pela legislação interna dos EUA&#8221;, reiterou o porta-voz da diplomacia iraniana, sublinhando que estes crimes não prescrevem. Teerão &#8220;mantém-se firme e resoluta contra a ilegalidade e o desprezo pela lei&#8221;.</P><br />
<P>Os militares norte-americanos realizaram a décima segunda noite de ataques contra o Irão, mais um dia de investidas com o objectivo declarado de minar a capacidade de Teerão de ameaçar o tráfego comercial no estreito de Ormuz, e às quais o Irão respondeu com ataques às bases militares de Ali al-Salem e al-Adiri, no Kuwait.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792911]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Novas regras retiram comparticipação de medicamentos a utentes, acusa associação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/novas-regras-retiram-comparticipacao-de-medicamentos-a-utentes-associacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:34:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANCC]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Registo Nacional de Utentes]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Atualização do RNU exclui do direito a ter médico de família portugueses que residam no estrangeiro, que não tenham recorrido ao SNS nos cinco anos anteriores ou não tenham os seus dados atualizados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Nacional de Cuidados Continuados (ANCC) denunciou hoje que as novas regras do Registo Nacional de Utentes estão a fazer com que muitos utentes percam a comparticipação em medicamentos.</p>
<p>Segundo explicou à Lusa o presidente da associação, José Bourdain, com a criação do projeto Ponto Parceiro SNS, as unidades de cuidados continuados passaram a poder prescrever medicamentos para dispensa em farmácia comunitária e requisitar exames diretamente no sistema, contudo as novas regras do RNU estão a bloquear esta possibilidade.</p>
<p>A atualização do RNU exclui do direito a ter médico de família portugueses que residam no estrangeiro, que não tenham recorrido ao SNS nos cinco anos anteriores ou não tenham os seus dados atualizados.</p>
<p>A agência Lusa falou com uma utente que não frequentava o centro de saúde e era seguida por uma médica no privado, precisou de uma medicação que deveria tomar no dia em que lhe foi prescrita e teve de a pagar na íntegra.</p>
<p>Segundo explicou, no contacto posterior com a médica, foi-lhe dito que tinha de contactar com o centro de saúde pois o seu número de utente estava registado como &#8220;sem direito a comparticipação&#8221;.</p>
<p>A utente, cidadã portuguesa e com número de utente atribuído, que sempre viu a medicação de que precisou comparticipada, deslocou-se ao centro de saúde e foi-lhe dito que não estava ali registada, motivo pelo qual havia perdido o direito à comparticipação.</p>
<p>O caso foi na altura resolvido e a utente acabou por voltar à farmácia mais tarde, para que lhe devolvessem o valor da comparticipação que tinha suportado.</p>
<p>Já nos cuidados continuados, segundo contou à Lusa José Bourdain, o que está a acontecer é que, com utentes internados há vários anos e que não vão ao médico de família, quando se tenta prescrever &#8220;o sistema bloqueia&#8221;.</p>
<p>&#8220;E, quando vamos a ver, é esse o motivo&#8221;, acrescenta, explicando que, face ao número de utentes internados na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) sem familiares presentes, &#8220;não é viável as instituições fazerem a atualização dos dados, porque isso implica deslocações aos centros de saúde&#8221;.</p>
<p>José Bourdain considera que esta situação é &#8220;inaceitável&#8221; e representa &#8220;uma perda de direitos enquanto cidadão&#8221;: &#8220;É profundamente injusto e, sinceramente, isto nem deve ser constitucional&#8221;.</p>
<p>&#8220;Então, qualquer cidadão português que deixe de ir ao médico de família, até pode ser por opção, indo ao privado, (&#8230;) passa a não ter medicamentos na farmácia comparticipados e, se precisar de ir ao hospital, passa a pagar a fatura na totalidade?&#8221;, questionou o responsável, que já apresentou a situação à coordenação nacional da rede de cuidados continuados.</p>
<p>A agência Lusa pediu esclarecimentos à Direção Executiva do SNS e aos ministérios da Saúde e do Trabalho e Segurança Social, mas ainda não obteve resposta.</p>
<p>De acordo com as novas regras, que entraram em vigor em abril, há agora cinco classificações no RNU, entre elas o &#8216;registo atualizado&#8217;, elegível para inscrição e atribuição de médico de família, e o &#8216;registo atualizado não residente&#8217;, para cidadãos portugueses que vivem no estrangeiro, elegíveis para inscrição no centro de saúde, mas não na lista do médico de família.</p>
<p>Há ainda o &#8216;registo em curso&#8217;, para situações que têm 180 dias para disponibilizar dados obrigatórios, caso contrário não serão elegíveis para inscrição nos centros de saúde, passando a estar classificados como &#8216;registo incompleto&#8217;. Finalmente, há o &#8216;registo em histórico&#8217;, que funciona como arquivo dos utentes falecidos.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792917]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O supermercado é mais caro em Portugal? Comparámos 16 alimentos em quatro países</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-supermercado-e-mais-caro-em-portugal-comparamos-16-alimentos-em-quatro-paises/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma comparação entre os preços de 16 alimentos básicos em Portugal, Espanha, França e Reino Unido mostra que pagar menos no supermercado não significa necessariamente ter maior poder de compra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Uma comparação entre os preços de 16 alimentos básicos em Portugal, Espanha, França e Reino Unido mostra que pagar menos no supermercado não significa necessariamente ter maior poder de compra. O cabaz português é o segundo mais barato entre os quatro países, mas é aquele que absorve a maior parcela do salário mínimo líquido estimado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O exercício teve como referência os preços online do Continente, em Portugal, do Alcampo, em Espanha, do Carrefour, em França, e do Tesco, no Reino Unido. Foram escolhidos produtos de marca própria ou as opções correntes mais baratas, procurando utilizar embalagens e quantidades equivalentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos produtos em que não tinha sido indicada uma quantidade, foram consideradas conservas próximas de 400 gramas. Para o leite e o azeite, foi usada uma embalagem de um litro. Os preços podem variar consoante a loja, o código postal, as promoções e a disponibilidade.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Produto</th>
<th>Portugal — Continente</th>
<th>Espanha — Alcampo</th>
<th>França — Carrefour</th>
<th>Reino Unido — Tesco</th>
</tr>
<tr>
<td>Leite meio gordo, 1 l</td>
<td>€0,86</td>
<td>€0,83</td>
<td>€1,05</td>
<td>£1,05 / €1,24</td>
</tr>
<tr>
<td>Queijo fatiado, 200 g</td>
<td>€1,85</td>
<td>€2,09</td>
<td>€2,25</td>
<td>£2,00 / €2,36</td>
</tr>
<tr>
<td>Arroz agulha/longo, 1 kg</td>
<td>€1,19</td>
<td>€1,25</td>
<td>€1,25</td>
<td>£1,25 / €1,47</td>
</tr>
<tr>
<td>Esparguete, 500 g</td>
<td>€0,69</td>
<td>€0,79</td>
<td>€0,99</td>
<td>£0,75 / €0,88</td>
</tr>
<tr>
<td>Corn flakes, 500 g</td>
<td>€1,79</td>
<td>€1,75</td>
<td>€2,35</td>
<td>£1,50 / €1,77</td>
</tr>
<tr>
<td>Feijão em lata, cerca de 400 g</td>
<td>€0,89</td>
<td>€0,75</td>
<td>€0,89</td>
<td>£0,49 / €0,58</td>
</tr>
<tr>
<td>Grão-de-bico em lata, cerca de 400 g</td>
<td>€0,79</td>
<td>€0,75</td>
<td>€1,39</td>
<td>£0,49 / €0,58</td>
</tr>
<tr>
<td>Ervilhas em lata, cerca de 400 g</td>
<td>€0,89</td>
<td>€0,85</td>
<td>€1,15</td>
<td>£0,55 / €0,65</td>
</tr>
<tr>
<td>Frango inteiro, 1 kg</td>
<td>€3,49</td>
<td>€3,19</td>
<td>€4,50</td>
<td>£3,09 / €3,64</td>
</tr>
<tr>
<td>Pescada congelada, 600 g</td>
<td>€4,55</td>
<td>€4,79</td>
<td>€5,99</td>
<td>£4,50 / €5,30</td>
</tr>
<tr>
<td>Tomate pelado, cerca de 400 g</td>
<td>€0,79</td>
<td>€0,78</td>
<td>€0,85</td>
<td>£0,47 / €0,55</td>
</tr>
<tr>
<td>Brócolos, 1 kg</td>
<td>€3,29</td>
<td>€2,49</td>
<td>€2,99</td>
<td>£1,78 / €2,10</td>
</tr>
<tr>
<td>Espinafres, 750 g</td>
<td>€1,29</td>
<td>€1,49</td>
<td>€2,49</td>
<td>£1,50 / €1,77</td>
</tr>
<tr>
<td>Cenoura, 1 kg</td>
<td>€1,19</td>
<td>€1,09</td>
<td>€1,49</td>
<td>£0,69 / €0,81</td>
</tr>
<tr>
<td>Alho-francês, 1 kg</td>
<td>€1,99</td>
<td>€1,89</td>
<td>€2,49</td>
<td>£2,20 / €2,59</td>
</tr>
<tr>
<td>Azeite, 1 l</td>
<td>€4,59</td>
<td>€4,65</td>
<td>€6,99</td>
<td>£6,75 / €7,95</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Total aproximado</strong></td>
<td><strong>€30,13</strong></td>
<td><strong>€29,43</strong></td>
<td><strong>€39,11</strong></td>
<td><strong>£29,06 / €34,23</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>Espanha tem o cabaz mais barato</h2>
<p class="isSelectedEnd">Espanha apresenta o cabaz mais barato, com um custo aproximado de 29,43 euros. Portugal surge logo depois, com 30,13 euros, uma diferença de apenas 70 cêntimos.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Reino Unido, os mesmos produtos custam cerca de 29,06 libras, o equivalente a aproximadamente 34,23 euros segundo a taxa de câmbio utilizada. França é claramente o país mais caro, com um total de 39,11 euros, cerca de 30% acima do valor registado em Portugal.</p>
<p class="isSelectedEnd">A diferença francesa é explicada sobretudo pelo preço do azeite, da pescada congelada, do frango, dos cereais e de alguns legumes. No Reino Unido, produtos como as conservas, a cenoura, os brócolos e a massa são relativamente baratos, mas o azeite e o peixe fazem subir significativamente o total.</p>
<p class="isSelectedEnd">Portugal destaca-se pelos preços relativamente baixos do leite, do queijo, da massa e dos espinafres. Ainda assim, a vantagem no preço nominal desaparece quando o custo do cabaz é comparado com os rendimentos.</p>
<h2>Cabaz pesa mais no salário português</h2>
<p class="isSelectedEnd">Para tornar a comparação mais justa, foram utilizados salários mínimos líquidos estimados para um trabalhador solteiro, sem filhos e sem deduções fiscais especiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Portugal e Espanha, onde o salário anual é normalmente pago em 14 prestações, o rendimento líquido foi distribuído por 12 meses. Desta forma, evita-se comparar um pagamento mensal português ou espanhol com remunerações habitualmente pagas apenas 12 vezes por ano em França e no Reino Unido.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>País</td>
<td>Preço do cabaz</td>
<td>Salário mínimo líquido mensal estimado</td>
<td>Peso do cabaz</td>
</tr>
<tr>
<td>Portugal</td>
<td>€30,13</td>
<td>cerca de €955,27</td>
<td><strong>3,15%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Espanha</td>
<td>€29,43</td>
<td>cerca de €1.331,91</td>
<td><strong>2,21%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>França</td>
<td>€39,11</td>
<td>cerca de €1.477</td>
<td><strong>2,65%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Reino Unido</td>
<td>£29,06</td>
<td>cerca de £1.877</td>
<td><strong>1,55%</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de França apresentar o cabaz mais caro em valor absoluto, a compra representa apenas cerca de 2,65% do salário mínimo líquido estimado. Em Portugal, o mesmo cabaz absorve aproximadamente 3,15% do rendimento mensal equivalente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Portugal é, assim, o país onde o esforço financeiro é mais elevado. O cabaz pesa cerca de 43% mais no salário mínimo português do que no espanhol, aproximadamente 19% mais do que no francês e mais do dobro do que no britânico.</p>
<h2>Salário britânico permite comprar mais do dobro dos cabazes</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os resultados mostram também quantos cabazes seria teoricamente possível adquirir com o salário mínimo líquido mensal estimado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Portugal, o rendimento permitiria comprar aproximadamente 31,7 cabazes. Em Espanha, seriam cerca de 45,3 e, em França, aproximadamente 37,8. No Reino Unido, o salário permitiria adquirir cerca de 64,6 cabazes.</p>
<p class="isSelectedEnd">A comparação é apenas ilustrativa, uma vez que os rendimentos também têm de suportar habitação, energia, transportes, saúde e outros encargos, cujos preços variam significativamente entre os quatro países.</p>
<h2>Preços baixos não significam maior poder de compra</h2>
<p class="isSelectedEnd">A análise mostra que a comparação entre supermercados pode produzir uma imagem incompleta quando não são considerados os salários.</p>
<p class="isSelectedEnd">Portugal tem um cabaz quase tão barato como o espanhol e claramente inferior ao francês. No entanto, o rendimento mínimo disponível é mais baixo, tornando o esforço necessário para comprar os mesmos alimentos superior.</p>
<p class="isSelectedEnd">França tem os preços mais elevados, mas os salários compensam parcialmente essa diferença. No Reino Unido, o cabaz é mais caro do que em Portugal depois da conversão cambial, mas representa uma parcela muito menor do salário mínimo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A principal diferença entre os quatro países não está, portanto, apenas no preço dos produtos colocados no carrinho. Está sobretudo no rendimento que sobra depois de passar pela caixa.</p>
<h2>Metodologia</h2>
<p class="isSelectedEnd">Esta comparação deve ser entendida como uma fotografia indicativa dos preços online e não como um índice oficial do custo de vida.</p>
<p class="isSelectedEnd">Foram escolhidos produtos de marca própria ou opções económicas equivalentes. Alguns formatos não são exatamente iguais e os preços podem mudar diariamente de acordo com promoções, disponibilidade e localização da loja.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para converter os preços britânicos foi utilizada uma taxa de referência de aproximadamente 1,178 euros por libra.</p>
<p>Os salários líquidos são estimativas para trabalhadores solteiros, sem filhos e sem deduções especiais. O valor efetivamente recebido pode variar consoante a situação fiscal, familiar e contributiva de cada trabalhador.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792932]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bankinter sublinha &#8220;desempenho muito bom&#8221; em Portugal no primeiro semestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bankinter-sublinha-desempenho-muito-bom-em-portugal-no-primeiro-semestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:33:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bankinter]]></category>
		<category><![CDATA[Gloria Ortiz]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente executiva (CEO) do Bankinter, Gloria Ortiz, destacou hoje o "desempenho muito bom" do banco em Portugal no primeiro semestre, marcado pelos impactos da guerra no Irão nos preços e as "políticas restritivas" dos bancos centrais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente executiva (CEO) do Bankinter, Gloria Ortiz, destacou hoje o &#8220;desempenho muito bom&#8221; do banco em Portugal no primeiro semestre, marcado pelos impactos da guerra no Irão nos preços e as &#8220;políticas restritivas&#8221; dos bancos centrais.</p>
<p>Gloria Ortiz, que falava em Madrid, na apresentação dos resultados do grupo Bankinter até junho, disse que o primeiro semestre foi de novo &#8220;marcado fundamentalmente pela geopolítica&#8221;, neste caso, &#8220;a trégua muito frágil&#8221; no Irão, com impactos nos preços do petróleo e na inflação, assim como pelas &#8220;políticas monetárias restritivas dos bancos centrais&#8221;.</p>
<p>No entanto, destacou, as economias em que o Bankinter opera (Portugal, Espanha e Irlanda) apresentam neste momento &#8220;muitíssima solidez&#8221;, que se refletem nos &#8220;resultados sólidos&#8221; do grupo financeiro espanhol.</p>
<p>O Bankinter teve lucros de 605 milhões de euros no primeiro semestre do ano, mais 12% do que no mesmo período de 2025, comunicou hoje o grupo à Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV) de Espanha.</p>
<p>Em Portugal, onde está desde 2016, o resultado antes do pagamento de impostos foi 114 milhões de euros, um aumento de 9% comparando com o primeiro semestre de 2025.</p>
<p>A atividade em Portugal contribuiu com 13,4% para os resultados globais do grupo.</p>
<p>&#8220;A segunda geografia mais importante em termos de volume de negócio e receitas é Portugal, que continua a demonstrar uma evolução muito positiva&#8221;, destacou num comunicado o Bankinter, cujo principal mercado é Espanha.</p>
<p>Em Portugal, a margem bruta (que reflete o conjunto das receitas) cresceu 10%, comparando com o primeiro semestre de 2025.</p>
<p>A carteira de crédito no mercado português cresceu 8%, para 11.500 milhões de euros, os recursos de clientes de retalho aumentaram 12%, para 15.000 milhões de euros, e a carteira de custódia de valores passou para 6.000 milhões de euros, mais 29%, informou o banco.</p>
<p>Na conferência de imprensa de hoje em Madrid, a presidente executiva do Bankinter disse, sobre Portugal, que teve no primeiro semestre um &#8220;desempenho muito bom&#8221;, com &#8220;crescimentos de duplo digito em toda conta resultados&#8221; e um &#8220;rácio de eficiência excecional, melhor do que em Espanha, de 32%&#8221;.</p>
<p>Entre outros dados relativos ao Bankinter em Portugal, revelou que a margem de juros (diferença entre juros cobrados e pagos pelo banco) cresceu 10% no primeiro semestre relativamente ao mesmo período de 2025, para 156 milhões de euros, e que as comissões líquidas passaram para 44 milhões (mais 14%).</p>
<p>Os custos operacionais cresceram 7%, com a CEO a sublinhar que o Bankinter está &#8220;a investir em Portugal para poder continuar a crescer de maneira eficiente&#8221; e o &#8220;rácio de eficiência excecional&#8221;.</p>
<p>Ainda em Portugal, a nova produção de hipotecas (empréstimos para comprar casa) cresceu 6% no semestre, para 800 milhões de euros.</p>
<p>No entanto, no conjunto do grupo, a produção de novas hipotecas caiu globalmente 16% no primeiro semestre, por causa do mercado espanhol.</p>
<p>O conjunto da carteira hipotecária do grupo Bankinter cresceu 3% no mesmo período, para 39.000 milhões de euros.</p>
<p>Sobre o caso espanhol, onde as novas hipotecas caíram 34%, Gloria Ortiz reiterou que se trata de uma estratégia do banco relacionada &#8220;com rentabilidade de risco&#8221;.</p>
<p>Quando apresentou os resultados do primeiro trimestre deste ano, o Bankinter já tinha assumido, relativamente ao crédito à habitação em Espanha, &#8220;uma decisão estratégica de privilegiar um crescimento rentável e sustentável, com maior seletividade tanto nas operações como nos clientes, e com um impulso da atividade nas geografias onde o potencial e o rendimento da carteira são mais elevados&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792920]]></sapo:autor>
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		<title>Bruxelas multa Google em 890M€ por favorecer serviços próprios e restringir alternativas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:32:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia multou hoje a 'gigante' tecnológica norte-americana Google em 890 milhões de euros por favorecer os seus serviços na Pesquisa Google e por restringir o encaminhamento de utilizadores para canais de compra alternativos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Europeia multou hoje a &#8216;gigante&#8217; tecnológica norte-americana Google em 890 milhões de euros por favorecer os seus serviços na Pesquisa Google e por restringir o encaminhamento de utilizadores para canais de compra alternativos.</P><br />
<P>&#8220;A Comissão Europeia adotou hoje duas decisões que concluem que a Google não cumpriu a Lei dos Mercados Digitais, ao dar tratamento preferencial aos seus próprios serviços na Pesquisa Google e ao impor restrições às empresas para encaminharem os consumidores para canais de compra alternativos, muitas vezes mais baratos, na Google Play. Neste contexto, a Comissão aplicou à Google uma coima de 460 milhões de euros e outra de 430 milhões de euros, respetivamente&#8221;, anuncia a instituição em comunicado.</P><br />
<P>Segundo o executivo comunitário, a Google é acusada de dar &#8220;tratamento preferencial aos seus próprios serviços&#8221;, incluindo resultados de compras, hotéis, transportes e desporto, face aos serviços de terceiros.</P><br />
<P>A empresa apresenta os seus serviços &#8220;de forma mais destacada&#8221; nos resultados de pesquisa, incluindo no topo da página ou através de &#8220;elementos visuais e filtros reforçados&#8221;, enquanto serviços semelhantes de terceiros não têm o mesmo nível de destaque, acrescenta a instituição.</P><br />
<P>No que diz respeito ao encaminhamento de utilizadores para ofertas e canais de compra alternativos, Bruxelas conclui que a Google não permite aos programadores de aplicações &#8220;comunicar e promover livremente ofertas&#8221; nem celebrar contratos com utilizadores através dos canais de distribuição da sua escolha.</P><br />
<P>A Comissão Europeia argumenta, ainda, que o nível das comissões cobradas pela Google relacionadas com o encaminhamento e a duração do período de cobrança &#8220;excederam o que é considerado compatível&#8221; com a Lei dos Mercados Digitais.</P><br />
<P>Além das multas, Bruxelas pede à Google que &#8220;ponha termo ao incumprimento&#8221;.</P><br />
<P>A empresa terá de tratar os serviços de terceiros apresentados nos resultados de pesquisa de forma &#8220;justa e não discriminatória&#8221; face aos seus próprios serviços e permitir aos programadores que distribuem aplicações através da Google Play &#8220;comunicar, promover ofertas e celebrar contratos com utilizadores&#8221; também fora da loja de aplicações.</P><br />
<P>A Google terá 60 dias para cumprir as decisões, caso contrário arrisca pagamentos periódicos de até 5% do seu volume de negócios mundial total.</P><br />
<P>O executivo comunitário adianta que a Google já começou a testar alterações à forma como apresenta os seus serviços na Pesquisa Google e introduziu mudanças relacionadas com as regras de encaminhamento, que a seu ver constituem &#8220;um bom progresso no sentido do cumprimento&#8221;.</P><br />
<P>A Google poderá agora recorrer das decisões.</P><br />
<P>Esta é uma das maiores empresas tecnológicas do mundo, que presta serviços como o motor de pesquisa Google Search, o sistema operativo Android, a loja de aplicações Google Play, o navegador Chrome, a plataforma de vídeos YouTube e serviços de publicidade digital e computação em nuvem.</P><br />
<P>A Comissão Europeia já aplicou à empresa grandes multas por infrações às regras de concorrência da União Europeia, num total superior a 11 mil milhões de euros, incluindo a coima de 2,95 mil milhões de euros aplicada em 2025 por práticas abusivas no setor da publicidade digital e a multa de 4,125 mil milhões de euros relativa ao Android, confirmada pelo Tribunal de Justiça da UE este mês.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792909]]></sapo:autor>
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		<title>Funicular no Porto suspenso por prudência devido a &#8220;processo normal de certificação&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A suspensão do Funicular dos Guindais, no Porto, parado por tempo indeterminado desde sábado, foi uma "medida preventiva" tomada "por uma questão de prudência" e "enquadrada num procedimento normal de certificação", disse a entidade responsável pelo equipamento à Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A suspensão do Funicular dos Guindais, no Porto, parado por tempo indeterminado desde sábado, foi uma &#8220;medida preventiva&#8221; tomada &#8220;por uma questão de prudência&#8221; e &#8220;enquadrada num procedimento normal de certificação&#8221;, disse a entidade responsável pelo equipamento à Lusa.</P><br />
<P>Segundo uma resposta da STCP Serviços hoje consultada pela Lusa, &#8220;o Funicular dos Guindais encontra-se temporariamente encerrado no âmbito do processo de renovação da sua certificação pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), processo que está a ser acompanhado pela STCP Serviços e pela Liftech, entidade responsável pela operação e manutenção do equipamento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No decurso do respetivo processo de renovação e apesar de a grande maioria das ações identificadas na auditoria extraordinária promovida pela STCP Serviços no final de 2025 já se encontrar implementada, foi entendido, por uma questão de prudência e em articulação com as entidades envolvidas, suspender temporariamente a atividade&#8221;, pode ler-se na resposta à Lusa.</P><br />
<P>Segundo a empresa, &#8220;trata-se, assim, de uma medida preventiva, enquadrada num procedimento normal de certificação, que visa assegurar que a reabertura do equipamento ocorre com todas as garantias exigidas pelas entidades competentes&#8221;.</P><br />
<P>Em setembro de 2025, na sequência do acidente no Elevador da Glória, em Lisboa, a STCP Serviços &#8220;promoveu, por iniciativa própria, uma auditoria extraordinária ao Funicular dos Guindais, numa lógica de prevenção e reforço das boas práticas de segurança&#8221;.</P><br />
<P>Questionada sobre se o encerramento em pleno verão deste equipamento está relacionado com a referida auditoria, a empresa salienta que as conclusões &#8220;não colocam em causa a segurança do equipamento nem identificam qualquer situação que impedisse a sua atividade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O relatório incluiu, contudo, um conjunto de recomendações de melhoria, como é habitual neste tipo de avaliações, tendo sido definido posteriormente uma calendarização para a implementação faseada dessas medidas. A maioria das ações previstas já foi concretizada e o relatório foi partilhado com o IMT, num quadro de total transparência, no âmbito do processo de renovação da certificação&#8221;, aponta.</P><br />
<P>De acordo com a STCP Serviços, já estão agendadas reuniões com a Liftech e o IMT &#8220;para avaliar a situação das ações remanescentes e da respetiva calendarização, para que o Funicular possa retomar a sua exploração após a emissão da certificação, mantendo os elevados padrões de segurança&#8221;.</P><br />
<P>Já sobre uma previsão de prazo para a reposição do serviço, a STCP refere que ainda não tem uma data, mas estima &#8220;que nos próximos dias, no decorrer das reuniões e trabalhos, possa já ser indicada&#8221;.</P><br />
<P>Na sexta-feira, a STCP Serviços anunciou que o Funicular dos Guindais, no Porto, iria estar encerrado por tempo indeterminado a partir de sábado para que sejam efetuadas obras.</P><br />
<P>Segundo a empresa responsável pela exploração e manutenção daquele equipamento, que faz a ligação entre a Ribeira e a zona da Batalha, o encerramento deve-se à necessidade de efetuar trabalhos de manutenção.</P><br />
<P>&#8220;Esta intervenção visa assegurar a correta manutenção do equipamento, garantindo a sua segurança, fiabilidade e bom funcionamento&#8221;, lê-se no comunicado enviado à Lusa.</P><br />
<P>O Funicular dos Guindais esteve encerrado entre novembro de 2023 e abril de 2024 para trabalhos de manutenção que incluíram a renovação das cabines.</P><br />
<P>Na sua configuração mais recente, o Funicular dos Guindais está aberto ao público desde 2004, mas as suas origens remetem a um veículo inaugurado em 1891, que deixou de circular dois anos depois, na sequência de um acidente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792927]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Concorrência notificada da compra de ativos da Sanofi pela Substipharm</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/concorrencia-notificada-da-compra-de-ativos-da-sanofi-pela-substipharm/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[AdC]]></category>
		<category><![CDATA[Autoridade da Concorrência]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Sanofi]]></category>
		<category><![CDATA[Substipharm]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade da Concorrência (AdC) recebeu em 17 de julho a notificação da aquisição, pela francesa Substipharm, de determinados ativos da farmacêutica Sanofi, relativos aos medicamentos Sabril e Rilutek, anunciou hoje o regulador.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade da Concorrência (AdC) recebeu em 17 de julho a notificação da aquisição, pela francesa Substipharm, de determinados ativos da farmacêutica Sanofi, relativos aos medicamentos Sabril e Rilutek, anunciou hoje o regulador.</P><br />
<P>&#8220;A operação de concentração consiste na aquisição, pela Substipharm SAS (Substipharm), do controlo exclusivo sobre determinados ativos da Sanofi S.A. (Ativos da Sanofi)&#8221;, lê-se na informação divulgada.</P><br />
<P>A Substipharm pertence a um grupo privado francês ativo no setor da saúde, que opera em mais de 100 países, com presença direta na Europa e no Sudeste Asiático, centrando a atividade nos setores farmacêutico e biológico, através divisões dedicadas a cada um dos segmentos de atividade.</P><br />
<P>Já os ativos da Sanofi alvo desta compra incluem &#8220;dois produtos farmacêuticos: (i) Sabril, com a molécula vigabatrina como substância ativa e (ii) Rilutek, com a molécula riluzole&#8221;, referiu a AdC na informação disponibilizada. </P><br />
<P>Agora, quaisquer observações sobre a operação devem ser remetidas à Autoridade da Concorrência, no prazo de 10 dias úteis.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792933]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pedia para pagar com MB WAY e acabava por esvaziar as contas: PSP detém suspeito de 15 burlas em Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:27:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[burla]]></category>
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		<category><![CDATA[PSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, o suspeito foi detido em flagrante no passado dia 16, após solicitar uma viagem de táxi e afirmar que pretendia pagar através do MB WAY]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem de 30 anos foi detido pela PSP, em Lisboa, por suspeitas de ter burlado pelo menos 15 pessoas através da aplicação MB WAY, num esquema que visava sobretudo motoristas de táxi e comerciantes e que terá causado um prejuízo superior a 12 mil euros.</p>
<p>Segundo o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, o suspeito foi detido em flagrante no passado dia 16, após solicitar uma viagem de táxi e afirmar que pretendia pagar através do MB WAY.</p>
<p>Aproveitando a reduzida experiência da vítima na utilização da aplicação, o homem conseguiu aceder temporariamente ao telemóvel do motorista, onde gerou códigos de levantamento em caixas automáticas e realizou uma transferência bancária para uma conta por si controlada. De seguida, utilizou esses códigos para levantar dinheiro, provocando um prejuízo de 4.311 euros.</p>
<p>A PSP conseguiu intercetar o suspeito logo após o levantamento do numerário e a investigação permitiu relacioná-lo com outras 14 burlas praticadas através do mesmo método desde fevereiro deste ano.</p>
<p>No total, foram identificadas 15 vítimas, das quais 12 eram motoristas de táxi e duas comerciantes. Segundo a polícia, o alegado burlão terá obtido um benefício ilícito de 12.914 euros, valor correspondente aos prejuízos causados às vítimas.</p>
<p>Durante a operação foi ainda apreendido o telemóvel utilizado pelo suspeito, equipamento que será agora alvo de perícia informática por poder conter elementos relevantes para a investigação.</p>
<p>O detido foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo ficado sujeito à medida de coação de Termo de Identidade e Residência.</p>
<p>Perante este tipo de esquema, a PSP volta a alertar para que os utilizadores nunca entreguem o telemóvel a desconhecidos para efetuarem operações através do MB WAY ou de qualquer outra aplicação de pagamentos eletrónicos. Em caso de suspeita de burla, as autoridades aconselham a contactar imediatamente a polícia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792940]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Vale 50 milhões, mas não resistiu a um drone barato da Ucrânia: vídeo mostra destruição de um dos mais modernos sistemas antiaéreos russos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:23:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Buk-M3]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo as autoridades ucranianas, o drone utilizado custou apenas alguns milhares de dólares, ilustrando a crescente eficácia dos sistemas não tripulados no campo de batalha e o enorme desequilíbrio entre o custo dos meios utilizados e os prejuízos infligidos ao adversário]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um único drone ucraniano de baixo custo destruiu um sistema antiaéreo russo Buk-M3, avaliado entre 40 e 50 milhões de dólares, enquanto este se deslocava para a frente de combate na região de Donetsk. O ataque foi divulgado esta quinta-feira pelo Serviço Estatal de Guarda de Fronteiras da Ucrânia, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=uw4Qn1wcLfo" target="_blank" rel="noopener">que publicou as imagens da operação</a>.</p>
<p>Segundo as autoridades ucranianas, o drone utilizado custou apenas alguns milhares de dólares, ilustrando a crescente eficácia dos sistemas não tripulados no campo de batalha e o enorme desequilíbrio entre o custo dos meios utilizados e os prejuízos infligidos ao adversário.</p>
<p>&#8220;O novo modelo económico da guerra, ilustrado por um exemplo muito simples&#8221;, afirmou o Serviço de Guarda de Fronteiras, sublinhando que um único drone foi suficiente para destruir um equipamento militar avaliado em dezenas de milhões de dólares.</p>
<p>As imagens mostram o lançador russo a circular sem qualquer tentativa aparente de ocultação quando é atingido. Segundo Kiev, as forças russas &#8220;não esperavam uma receção tão calorosa&#8221; e garantem que o sistema &#8220;já não representa qualquer ameaça&#8221;.</p>
<p>Introduzido ao serviço das Forças Armadas russas em 2016, o Buk-M3 é um dos pilares da defesa antiaérea de médio alcance de Moscovo. Foi concebido para intercetar aviões, mísseis de cruzeiro, drones e outros alvos aéreos a distâncias até 70 quilómetros e pode transportar seis mísseis prontos a disparar.</p>
<p>O ataque insere-se numa série de operações conduzidas pela unidade ucraniana Phoenix, que nos últimos dias também anunciou a destruição de vários sistemas de artilharia russos, um lança-foguetes múltiplo BM-21 Grad e uma concentração de drones FPV na direção de Dobropillia.</p>
<p>A destruição de um Buk-M3 representa mais um revés para a defesa aérea russa, numa altura em que a Ucrânia continua a apostar em drones de baixo custo para atingir alvos militares de elevado valor estratégico e financeiro.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792936]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Viajar sozinho? Estes são os 10 destinos mais seguros do mundo em 2026 (e 7 ficam na Europa)</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/viajar-sozinho-estes-sao-os-10-destinos-mais-seguros-do-mundo-em-2026-e-7-ficam-na-europa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:15:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Viajar sozinho continua a conquistar cada vez mais adeptos em todo o mundo, mas a segurança permanece um dos fatores mais importantes na escolha do destino.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Viajar sozinho continua a conquistar cada vez mais adeptos em todo o mundo, mas a segurança permanece um dos fatores mais importantes na escolha do destino. Para ajudar os viajantes a tomarem decisões mais informadas, a plataforma norte-americana de comparação de seguros de viagem Squaremouth analisou mais de uma centena de países e elaborou um ranking dos destinos mais seguros para quem viaja sem companhia. O estudo conclui que a Europa domina claramente a classificação, ao ocupar sete das dez primeiras posições, com San Marino a destacar-se como o país mais seguro.</p>
<p>A análise incidiu sobre países classificados com um nível de desenvolvimento humano &#8220;elevado&#8221; ou &#8220;muito elevado&#8221;, de acordo com o Índice de Desenvolvimento Humano. Para calcular o índice de risco, a Squaremouth teve em consideração vários indicadores, entre os quais a classificação no Índice Global da Paz, a perceção de segurança dos residentes com base em dados da plataforma Numbeo, a velocidade média de acesso à internet móvel, o acesso aos cuidados de saúde e outros fatores associados à segurança e ao bem-estar dos viajantes.</p>
<p>No topo da classificação surge San Marino, que obteve um índice de risco de apenas 0,78 em 10, o mais baixo entre todos os países avaliados. O microestado europeu distingue-se pelos elevados níveis de segurança sentidos pela população, com cerca de 90% dos residentes a afirmarem sentir-se confortáveis a caminhar sozinhos durante a noite. O estudo destaca igualmente a qualidade do sistema de saúde e os reduzidos riscos ambientais como fatores que contribuíram para a liderança. O segundo lugar pertence a Andorra, com um índice de risco de 1,33, enquanto Singapura completa o pódio, com 1,56, mantendo a reputação de um dos países mais seguros do mundo.</p>
<p>A presença europeia é dominante ao longo da classificação. Depois de San Marino e Andorra, surgem Áustria e Chéquia na quarta e quinta posições, respetivamente, reforçando o peso do continente entre os destinos mais seguros para viajantes a solo. O Qatar ocupa o sexto lugar, seguido pela Estónia, Brunei, Dinamarca e Eslovénia, que completam os dez primeiros classificados.</p>
<p>O top 10 dos destinos mais seguros para viajar sozinho é composto por:</p>
<ul>
<li>San Marino;</li>
<li>Andorra;</li>
<li>Singapura;</li>
<li>Áustria;</li>
<li>Chéquia;</li>
<li>Qatar;</li>
<li>Estónia;</li>
<li>Brunei;</li>
<li>Dinamarca;</li>
<li>Eslovénia.</li>
</ul>
<p>Segundo a Squaremouth, embora nenhum destino possa ser considerado totalmente livre de riscos, existem formas de reduzir significativamente a probabilidade de enfrentar problemas durante uma viagem. A escolha de países reconhecidos pela estabilidade, baixos níveis de criminalidade, facilidade em circular sozinho, qualidade dos cuidados de saúde e boas infraestruturas pode fazer toda a diferença para quem pretende explorar o mundo sem companhia.</p>
<p>O estudo sublinha ainda que a crescente popularidade das viagens a solo torna cada vez mais relevante a avaliação destes indicadores, permitindo aos viajantes comparar destinos com base em critérios objetivos de segurança. A forte presença europeia na classificação demonstra que o continente continua a reunir algumas das condições mais favoráveis para quem procura viajar sozinho com maior tranquilidade, sem abdicar da qualidade das infraestruturas e dos serviços essenciais.</p>
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