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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Casa para Viver organiza protesto e entrega hoje carta aberta ao Governo contra alterações ao arrendamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 06:15:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A Plataforma Casa para Viver entrega esta quinta-feira, uma carta aberta no Ministério das Infraestruturas e Habitação, numa iniciativa de contestação às alterações ao Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU) aprovadas em Conselho de Ministros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Plataforma Casa para Viver entrega esta quinta-feira, uma carta aberta no Ministério das Infraestruturas e Habitação, numa iniciativa de contestação às alterações ao Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU) aprovadas em Conselho de Ministros. A concentração está marcada para as 18h30, junto ao ministério tutelado por Miguel Pinto Luz, e pretende denunciar aquilo que o movimento considera serem medidas que agravam a precariedade habitacional e reduzem a proteção dos inquilinos.</p>
<p>Segundo a convocatória divulgada pela plataforma, a iniciativa surge em resposta ao pacote de alterações legislativas aprovado pelo Governo, que, na perspetiva dos promotores, representa uma mudança profunda na política de habitação. A Casa para Viver afirma que as propostas «assumem com frontalidade a política da AD», acusando o Executivo de pretender «acabar com as poucas proteções que ainda restavam aos inquilinos, continuando a favorecer o investimento imobiliário, a propriedade e a especulação».</p>
<p>Plataforma alerta para aumento da precariedade no arrendamento</p>
<p>No centro da contestação está a proposta de alteração ao NRAU, que ainda terá de ser discutida e votada na Assembleia da República. Para os ativistas, as mudanças previstas poderão «fazer explodir a precariedade habitacional», ao reforçarem os poderes dos senhorios e reduzirem as garantias atualmente atribuídas aos arrendatários.</p>
<p>Entre as principais alterações criticadas pela plataforma encontra-se a eliminação do limite de 2% para a atualização das rendas entre contratos, permitindo que os proprietários passem a definir livremente o novo valor da renda sempre que exista uma mudança de inquilino.</p>
<p>A proposta prevê igualmente que os senhorios possam estabelecer o montante da caução e exigir até três rendas antecipadas no momento da celebração do contrato de arrendamento.</p>
<p>Despejos e renovação dos contratos entre as medidas contestadas</p>
<p>Outro dos aspetos que motiva a contestação prende-se com as regras relativas ao incumprimento das rendas. De acordo com a proposta, poderá ser desencadeado um processo de despejo caso um arrendatário acumule três atrasos de oito dias no pagamento da renda ao longo do período de um ano.</p>
<p>Além disso, os proprietários passariam também a poder recusar a renovação do contrato logo após o primeiro ano de vigência, uma possibilidade que, segundo os movimentos pela habitação, aumentará a instabilidade dos agregados familiares que vivem em casas arrendadas.</p>
<p>Na perspetiva da Casa para Viver, estas alterações reforçam a posição negocial dos senhorios e contribuem para um mercado de arrendamento ainda mais precário, dificultando o acesso e a permanência das famílias na habitação.</p>
<p>Protesto integra semana de luta pela habitação</p>
<p>A concentração desta quinta-feira conta também com o apoio do movimento Porta a Porta – Casa para Todos, que iniciou esta semana, no Porto, uma série de iniciativas de protesto sob o lema «Agora toca-te a ti», dirigidas contra a orientação das políticas de habitação do Governo liderado por Luís Montenegro.</p>
<p>Os promotores da mobilização defendem que o atual rumo das políticas públicas favorece o investimento imobiliário em detrimento do direito à habitação, razão pela qual pretendem entregar hoje uma carta aberta ao Ministério das Infraestruturas e Habitação, apelando à revisão das medidas aprovadas em Conselho de Ministros antes da sua apreciação parlamentar.</p>
<p>A iniciativa está agendada para as 18h30, junto ao Ministério das Infraestruturas e Habitação, em Lisboa, onde os movimentos esperam reunir apoiantes e dar visibilidade às críticas às alterações propostas para o regime do arrendamento urbano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792567]]></sapo:autor>
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		<title>Universidade de Lisboa investe mais de 20 milhões de euros em dois novos datacenters em Oeiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 06:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Data center~]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Lisboa]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade de Lisboa (ULisboa) vai investir mais de 20 milhões de euros na criação de uma das maiores infraestruturas digitais do ensino superior português, com a construção de dois novos datacenters nos campus de Oeiras, no Taguspark, e da Cidade Universitária, em Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade de Lisboa (ULisboa) vai investir mais de 20 milhões de euros na criação de uma das maiores infraestruturas digitais do ensino superior português, com a construção de dois novos datacenters nos campus de Oeiras, no Taguspark, e da Cidade Universitária, em Lisboa.</p>
<p>O projeto resulta da aprovação das candidaturas ULISBOA CORE – Computational Omics for Resilient Economies e ULISBOA CORE+ – Sovereign AI4Science Cloud for Bio-Digital Data, no âmbito do Programa Regional Lisboa 2030. A iniciativa é desenvolvida em parceria pelo Instituto Superior Técnico (IST), pela Faculdade de Ciências, pelo Gulbenkian Institute for Molecular Medicine (GIMM) e pela Reitoria da ULisboa.</p>
<p>Com conclusão prevista para outubro de 2028, a nova infraestrutura distribuída pretende aumentar de forma significativa a capacidade de armazenamento e processamento da Universidade, estando preparada para uma expansão substancial ao longo dos próximos anos.</p>
<p>Os dois datacenters vão suportar serviços avançados de inteligência artificial, computação de alto desempenho e armazenamento seguro de dados, ficando disponíveis para escolas, centros de investigação e laboratórios da ULisboa. A infraestrutura deverá responder ao crescimento do volume de dados científicos produzido em áreas como a saúde, biotecnologia, medicina de precisão, investigação clínica, descoberta de novos fármacos e vigilância epidemiológica.</p>
<p>Um dos principais componentes do projeto será a criação de uma cloud soberana, permitindo à Universidade armazenar e processar dados científicos em infraestruturas sob a sua própria gestão. A solução será concebida para cumprir elevados padrões de segurança, disponibilidade e governação de dados, assumindo particular relevância para projetos que envolvam informação sensível e de elevada complexidade.</p>
<p>A infraestrutura terá ainda uma componente ligada ao tecido empresarial, através do apoio ao Ecossistema de Inovação ULisboa. Empresas, PME, startups, spin-offs e parceiros industriais poderão beneficiar dos recursos disponibilizados, com o objetivo de aproximar a investigação académica das empresas, acelerar o desenvolvimento de soluções tecnológicas e facilitar a transformação de conhecimento científico em novos produtos e serviços.</p>
<p>“Estes datacenters representam um passo decisivo para reforçar a capacidade científica e tecnológica da Universidade de Lisboa e para colocar a inteligência artificial, a computação avançada e a cloud soberana ao serviço da investigação, da inovação e da sociedade”, afirma Luís Ferreira, reitor da ULisboa.</p>
<p>A execução do projeto será faseada até outubro de 2028 e incluirá a construção das infraestruturas, a instalação das tecnologias digitais e a certificação dos novos centros de dados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792552]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Dominado fogo no concelho de Alijó</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 05:58:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio que deflagrou na quarta-feira no concelho de Alijó foi dominado hoje, às 06:20, estando os operacionais a fazer trabalhos de rescaldo em vários pontos do perímetro do fogo, disse à Lusa fonte da proteção civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O incêndio que deflagrou na quarta-feira no concelho de Alijó foi dominado hoje, às 06:20, estando os operacionais a fazer trabalhos de rescaldo em vários pontos do perímetro do fogo, disse à Lusa fonte da proteção civil.</P><br />
<P>&#8220;O incêndio entrou em fase de resolução às 06:20. Os operacionais no terreno estão agora a proceder ao rescaldo de vários pontos quentes ao longo do perímetro do fogo e vigilância. A esta hora [06:40) estão no local 480 operacionais, com o apoio de 160 veículos&#8221;, disse o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Douro.</P><br />
<P>De acordo com José Requeijo, dois bombeiros sofreram ferimentos ligeiros durante o combate ao incêndio.</P><br />
<P>O comandante tinha dito anteriormente à Lusa que a circulação no Itinerário Complementar 5 (IC5) ficou normalizada às 00:00, depois de ter estado cortada nos dois sentidos, entre Pópulo e Alijó.</P><br />
<P>Por volta das 23:00 de quarta-feira, quando o incêndio tinha duas frentes ativas, o comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Douro, Miguel Fonseca, disse à Lusa que duas aldeias do concelho de Alijó, Freixo e Ribalonga, estiveram na linha do fogo o que obrigou a ações de defesa do perímetro, além do combate direto às chamas.</P><br />
<P>Foram também preparadas ações de confinamento para a população, em articulação com a GNR, que não foram necessárias, acrescentou.</P><br />
<P>O alerta para o fogo foi dado pelas 13:35 de quarta-feira na localidade de Agrelas, concelho de Alijó.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792764]]></sapo:autor>
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		<title>Suspensão de juízes reacende debate sobre a independência da justiça timorense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 05:55:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A suspensão de quatro juízes do Supremo Tribunal de Recurso de Timor-Leste pelo Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ) reacendeu o debate sobre a independência da justiça no país, com críticas da sociedade civil e da oposição política.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A suspensão de quatro juízes do Supremo Tribunal de Recurso de Timor-Leste pelo Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ) reacendeu o debate sobre a independência da justiça no país, com críticas da sociedade civil e da oposição política.</P><br />
<P>O CSMJ decidiu a semana passada suspender quatro juízes conselheiros do Tribunal de Recurso, nomeadamente Deolindo dos Santos, Maria Natércia Gusmão, Jacinta Correia e Duarte Tilman, com base numa denúncia anónima.</P><br />
<P>A medida recebeu críticas internas e externas, incluindo da União Internacional de Juízes de Língua Portuguesa (UIJLP), que, em comunicado hoje divulgado, disse ter desrespeitado os procedimentos legais previstos.</P><br />
<P>Para a organização dos juízes lusófonos, está em causa uma &#8220;questão que toca o próprio cerne da independência judicial&#8221;, salientando que a magistrada suspensa era a única vogal eleita pelos seus pares para o Conselho Superior de Magistratura Judicial timorense.</P><br />
<P>&#8220;Na prática, uma suspensão disciplinar ilegal operou como mecanismo de destituição, alterando a própria composição orgânica do Conselho e afastando dele a única voz eleita pela magistratura&#8221;, afirmam os juízes lusófonos.</P><br />
<P>A UIJLP manifestou também preocupação como a deliberação foi tomada, ou seja, sem a presença de Maria Natércia Gusmão, a exclusão da suplente e a ausência do procurador-geral da República.</P><br />
<P>&#8220;A decisão coube a um núcleo de membros de indicação política, do Presidente da República, do Governo e do Parlamento Nacional, precisamente a componente que a garantia de autogoverno judicial visa equilibrar&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Para a diretora-executiva do Programa de Monitorização do Sistema Judicial, Ana Paula Marçal, a &#8220;observância dos requisitos legais nos processos disciplinares é essencial&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não apenas para proteger os direitos individuais dos visados, mas também para salvaguardar a credibilidade do CSMJ e a confiança do público no sistema de justiça. Num Estado de direito democrático, a legitimidade de qualquer medida disciplinar depende igualmente da rigorosa observância dos procedimentos estabelecidos na lei&#8221;, afirmou Ana Paula Marçal, num comunicado divulgado à imprensa.</P><br />
<P>A decisão do CSMJ foi também hoje criticada pelo partido líder da oposição timorense, Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin).</P><br />
<P>A Fretilin acusou o CSMJ desrespeitar os procedimentos legais e comprometer a imparcialidade, a credibilidade e a legitimidade institucional dos tribunais, mas também de fragilizar a confiança pública na justiça e gerar tensões no sistema judiciário.</P><br />
<P>Para o deputado, a decisão não respeitou o procedimento disciplinar e &#8220;impede o normal funcionamento do Tribunal de Recurso&#8221;.</P><br />
<P>O vogal do Governo do CSMJ, Alexandre Corte-Real, explicou que os juízes suspensos proferiram uma decisão num processo em que estavam envolvidas pessoas da família de um dos juízes.</P><br />
<P>&#8220;Segundo as regras deontológicas, quando existem familiares envolvidos no processo, o juiz não pode decidir o caso e deve declarar o seu impedimento, afastando-se da sua apreciação. Isso não aconteceu. Os outros juízes tinham conhecimento dessa situação, mas não a denunciaram. Essa omissão consciente também deve ser objeto de investigação&#8221;, disse Alexandre Corte-Real.</P><br />
<P>O juiz explicou também que o CSMJ que ainda não foi fez uma &#8220;averiguação completa&#8221; e foi nomeado um instrutor para &#8220;realizar uma investigação com base na denúncia anónima&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os quatro juízes que estão ligados a este assunto foram sujeitos a uma suspensão provisória, de modo a permitir que o inquérito decorra normalmente&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>MSE / DPYF // NCM</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792763]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>World Vision apoiou mais de 165.000 moçambicanos em saúde e nutrição em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 05:51:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A World Vision Moçambique apoiou mais de 165.000 pessoas em programas de saúde e nutrição no país em 2025, incluindo mais de 70.000 crianças menores de cinco anos, segundo o relatório anual da organização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A World Vision Moçambique apoiou mais de 165.000 pessoas em programas de saúde e nutrição no país em 2025, incluindo mais de 70.000 crianças menores de cinco anos, segundo o relatório anual da organização.</P><br />
<P>De acordo com o documento, disponibilizado hoje, aquela Organização Não-Governamental (ONG) registou &#8220;progressos substanciais rumo ao seu objetivo de assegurar que todas as crianças com menos de cinco anos estejam protegidas de infeções e doenças&#8221;. Beneficiou diretamente 165.731 pessoas, das quais 117.501 receberam apoio através de serviços de saúde e 48.230 foram abrangidas por programas de nutrição.</P><br />
<P>O documento indica que o apoio chegou a 70.709 menores de cinco anos, com diversos serviços de assistência, enquanto 15.960 foram submetidas a rastreio nutricional para deteção precoce de casos de desnutrição.</P><br />
<P>A organização refere que, neste processo, 3.220 crianças foram identificadas com desnutrição aguda grave e &#8220;reencaminhadas com sucesso para unidades sanitárias para tratamento especializado&#8221;.</P><br />
<P>No reforço da resposta comunitária, a World Vision apoiou 331 comités de saúde, que integram 8.275 membros, além de capacitar 4.620 voluntários na iniciativa &#8220;Desvio Positivo/Atelier Doméstico&#8221; e formar outros 5.536 em &#8220;Aconselhamento no Momento Certo e Direcionado&#8221;.</P><br />
<P>No mesmo período, a ONG distribuiu 5,32 milhões de redes mosquiteiras, permitindo proteger cerca de 9,45 milhões de pessoas em todo o país. A organização acrescenta que 6.884 voluntários e 2.214 líderes comunitários e religiosos receberam formação em prevenção da malária e em abordagens sensíveis ao género.</P><br />
<P>Além dos resultados na área da saúde e nutrição, a organização destaca a sua intervenção ao nível das políticas públicas. Segundo o relatório, a World Vision Moçambique contribuiu para influenciar 23 políticas a nível local e nacional no ano passado, com potencial para beneficiar cerca de 11,8 milhões de crianças em todo o país.</P><br />
<P>De acordo com o documento, sete das políticas influenciadas estiveram relacionadas com o combate à violência contra as crianças, enquanto cinco contribuíram para reforçar os esforços de combate à desnutrição infantil no âmbito da campanha &#8220;Já Chega&#8221;, lançada para promover ações de prevenção e redução da desnutrição crónica.</P><br />
<P>No capítulo da advocacia, a World Vision indica ter capacitado mais de 5.000 membros das comunidades no modelo de responsabilização social &#8220;Cidadania, Voz e Ação&#8221; e mobilizado mais de 2.000 jovens para iniciativas de participação cívica e diálogo com decisores públicos.</P><br />
<P>Na área da educação, a ONG diz ter apoiado 126.669 beneficiários através de programas de alimentação escolar implementados em 157 escolas primárias das províncias de Nampula e Zambézia, tendo distribuído 4,26 milhões de refeições escolares no âmbito do projeto Parcerias para Resultados de Educação Sustentável.</P><br />
<P>O relatório destaca que o projeto é implementado em alinhamento com o Plano Estratégico da Educação 2020-2029, que reconhece a alimentação escolar como uma estratégia para reduzir o absentismo, o abandono escolar e os efeitos da desnutrição nos resultados de aprendizagem. Além da distribuição de refeições, o apoiou a melhoria das infraestruturas escolares, com a construção de 157 cozinhas, 30 blocos de latrinas e a abertura e equipamento de 23 furos de água nas escolas abrangidas.</P><br />
<P>O acesso à água e ao saneamento continuou a ser uma das prioridades da ONG em 2025 e, como resultado, 79.395 pessoas passaram a ter acesso a fontes básicas de água, enquanto mais de 133.000 beneficiaram de infraestruturas de saneamento. Nas escolas apoiadas pela ONG, mais de 15.000 alunos passaram a dispor de água potável.</P><br />
<P>A World Vision é uma organização humanitária internacional cristã fundada em 1950 e presente em cerca de 100 países, trabalhando nas áreas de proteção e bem-estar da criança, saúde, nutrição, educação, segurança alimentar, água ou saneamento. A organização afirma apoiar anualmente mais de 200 milhões de crianças vulneráveis em todo o mundo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792762]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>China inicia dois dias de exercícios com fogo real no estreito de Taiwan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 05:48:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China iniciou hoje dois dias de exercícios militares com fogo real no estreito de Taiwan, numa zona em frente à província costeira de Fujian, no sudeste do país, segundo um aviso divulgado pela Administração de Segurança Marítima provincial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China iniciou hoje dois dias de exercícios militares com fogo real no estreito de Taiwan, numa zona em frente à província costeira de Fujian, no sudeste do país, segundo um aviso divulgado pela Administração de Segurança Marítima provincial.</P><br />
<P>O aviso delimita duas áreas junto à ilha chinesa de Dongshan, a segunda maior de Fujian, onde as manobras decorrem entre as 06:00 e as 18:00 locais (23:00 de quarta-feira e 11:00 de hoje em Lisboa), prolongando-se na sexta-feira no mesmo horário, estando proibida a entrada de qualquer embarcação.</P><br />
<P>Até ao momento, nem o Comando do Teatro Oriental do Exército de Libertação Popular, responsável pelas operações em torno de Taiwan, nem o ministério da Defesa taiwanês comentaram os exercícios.</P><br />
<P>As forças chinesas têm realizado repetidamente manobras na ilha de Dongshan e nas águas circundantes, incluindo simulacros de desembarque anfíbio.</P><br />
<P>Em dezembro do ano passado, Pequim realizou exercícios militares de grande escala em torno de Taiwan, designados &#8220;Missão Justiça-2025&#8221;, envolvendo unidades do exército, marinha, força aérea e força de mísseis.</P><br />
<P>Durante o segundo dia dessas manobras, a China lançou 27 projéteis para águas a norte e a sul de Taiwan, dos quais dez caíram na chamada &#8220;zona contígua&#8221; da ilha, que se estende até 24 milhas náuticas (cerca de 44,5 quilómetros) da costa.</P><br />
<P>Na altura, o porta-voz do ministério da Defesa chinês, Zhang Xiaogang, classificou os exercícios como &#8220;plenamente legítimos e necessários&#8221; e garantiu que Pequim derrotaria &#8220;com firmeza&#8221; qualquer tentativa de &#8220;ingerência externa&#8221; em Taiwan, numa referência implícita aos Estados Unidos e ao Japão.</P><br />
<P>Desde então, a China não voltou a anunciar exercícios militares de grande dimensão em torno da ilha, mas reforçou a presença da guarda costeira e de outras embarcações oficiais nas águas próximas de Taiwan, em especial ao largo da costa oriental, onde lançou, no mês passado, uma &#8220;operação de controlo do tráfego marítimo&#8221;.</P><br />
<P>Pequim considera Taiwan uma &#8220;parte inalienável&#8221; do território chinês e nunca excluiu o recurso à força para assumir o controlo da ilha, posição rejeitada pelas autoridades de Taipé, que defendem que apenas os 23 milhões de habitantes de Taiwan podem decidir o seu futuro político.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792761]]></sapo:autor>
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		<title>Parque moçambicano da Gorongosa prepara nova contagem aérea de fauna em outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 05:46:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Parque Nacional da Gorongosa, no centro de Moçambique, vai realizar em outubro uma nova contagem aérea de fauna bravia de grande porte, abrangendo 210 mil hectares, para monitorizar a recuperação da biodiversidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Parque Nacional da Gorongosa, no centro de Moçambique, vai realizar em outubro uma nova contagem aérea de fauna bravia de grande porte, abrangendo 210 mil hectares, para monitorizar a recuperação da biodiversidade.</P><br />
<P>A iniciativa consta de um edital de concurso público a que a Lusa teve hoje acesso, lançado pelo Projeto de Restauração da Gorongosa para apoiar a realização da Contagem Aérea de Fauna Bravia 2026, uma operação considerada fundamental para avaliar a evolução das populações animais naquele que é um dos mais importantes ecossistemas protegidos de África.</P><br />
<P>Segundo o documento, para contratar os serviços aéreos da operação, a contagem decorrerá de 01 a 25 de outubro e irá abranger uma área estimada em 210.000 hectares, através de trajetos lineares previamente definidos, permitindo recolher informação científica sobre a distribuição e abundância da fauna de grande porte.</P><br />
<P>&#8220;O helicóptero deverá cumprir cerca de 90 horas de voo, incluindo deslocações adicionais que totalizam aproximadamente 550 quilómetros&#8221;, lê-se no edital.</P><br />
<P>A operação surge depois de o Parque Nacional da Gorongosa ter anunciado anteriormente um recorde histórico de fauna bravia, com 110.513 animais de grande porte contabilizados num levantamento aéreo realizado entre 08 e 22 de outubro de 2025.</P><br />
<P>De acordo com dados anteriormente divulgados pelo parque, a contagem de 2025 decorreu numa área de 197 mil hectares e registou &#8220;os números mais elevados alguma vez registados&#8221;, refletindo décadas de recuperação ecológica após a destruição provocada pela guerra civil moçambicana.</P><br />
<P>A celebrar este mês 66 anos de existência, o Parque Nacional da Gorongosa indicou albergar mais de 500 espécies de borboletas, resultado de um processo de restauração da biodiversidade que tem sido apontado como um dos mais bem-sucedidos do continente africano.</P><br />
<P>Criado em 1960, o parque perdeu grande parte da sua fauna durante os anos de conflito armado, mas recuperou progressivamente através de programas de proteção, translocação de espécies e gestão dos habitats, desenvolvidos no âmbito do Projeto de Restauração da Gorongosa.</P><br />
<P>Segundo o parque, a recuperação permitiu transformar novamente a área protegida num refúgio para espécies vulneráveis e criticamente ameaçadas, incluindo populações de abutres e outras aves de conservação prioritária.</P><br />
<P>A monitorização regular das populações animais através de censos aéreos constitui um dos pilares da gestão científica da área protegida, fornecendo dados considerados essenciais para orientar as estratégias de conservação e avaliar o estado do ecossistema.</P><br />
<P>O Parque Nacional da Gorongosa tem igualmente apostado na integração das comunidades locais nas iniciativas de conservação, através de programas de educação, ciência participativa e criação de rendimento sustentável.</P><br />
<P>Em 2025, a administração do parque sublinhou que a sua missão consiste em &#8220;proteger a biodiversidade e melhorar o nível de vida das pessoas&#8221;, combinando renaturalização, educação juvenil e conservação liderada pelas comunidades.</P><br />
<P>O Projeto de Restauração da Gorongosa resulta de uma parceria entre o Governo moçambicano e a fundação do filantropo norte-americano Greg Carr. Em 2008, a fundação assinou um acordo de gestão do parque por 20 anos, posteriormente prolongado por mais 25 anos, em 2018.</P><br />
<P>Ao longo desse período, o número de animais de grande porte aumentou de cerca de 10.000 para mais de 110.000, enquanto os projetos de conservação passaram a incluir iniciativas em áreas como agricultura sustentável, produção de café e mel, educação e apoio às populações vizinhas.</P><br />
<P>Localizado no distrito de Gorongosa, na província de Sofala, junto ao limite sul do Grande Vale do Rift Africano, o parque é considerado uma das principais reservas naturais de Moçambique e um dos destinos mais reputados de turismo de natureza do país.</P></p>
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		<title>Último adeus a Luís Represas: Velório realiza-se hoje na Basílica da Estrela em Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 05:45:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal presta esta quinta-feira a última homenagem a Luís Represas, um dos nomes mais marcantes da música portuguesa das últimas cinco décadas. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal presta esta quinta-feira a última homenagem a Luís Represas, um dos nomes mais marcantes da música portuguesa das últimas cinco décadas. O velório do cantor e compositor decorre hoje na Basílica da Estrela, em Lisboa, onde familiares, amigos, colegas de profissão e admiradores poderão despedir-se publicamente do artista entre as 16h00 e as 22h30. O funeral realiza-se na sexta-feira. Luís Represas morreu na quarta-feira, aos 69 anos, vítima de doença prolongada, segundo confirmou a agência que o representava.</p>
<p>A morte do músico provocou uma onda de consternação no meio artístico, cultural e político, com inúmeras homenagens a recordar o legado deixado por um dos intérpretes e compositores mais influentes da música portuguesa contemporânea. Nas redes sociais, a equipa do artista deixou uma breve mensagem de despedida: &#8220;Muito obrigado! Até sempre!&#8221;</p>
<p>Entretanto, foi também conhecida a causa da morte do cantor. Segundo a revista Blitz, Luís Represas enfrentava um cancro do pulmão em estado avançado e preparava-se para iniciar um tratamento inovador no Hospital de Santa Maria, em Lisboa. De acordo com a mesma publicação, o músico tinha sido encaminhado para o START, uma unidade especializada em ensaios clínicos na área da oncologia integrada num dos maiores consórcios internacionais dedicados ao desenvolvimento de novos tratamentos contra o cancro. A doença encontrava-se já numa fase avançada, tendo sido identificadas metástases, circunstância que levou à procura de novas abordagens terapêuticas. Apesar do diagnóstico, o cantor optou por manter a situação no plano privado, nunca abordando publicamente o seu estado de saúde.</p>
<p>A notícia da morte surgiu precisamente no ano em que Luís Represas celebrava 50 anos de carreira, um percurso dividido entre os Trovante e a carreira a solo. Ainda este ano, voltou aos palcos com a histórica banda para uma série de concertos nos Coliseus de Lisboa e do Porto, realizados em março, que reuniram milhares de fãs e assinalaram meio século de atividade artística.</p>
<p>A propósito desse reencontro, o músico esteve no programa &#8220;A Escuta do Mundo&#8221;, da TSF, onde recordou o nascimento dos Trovante durante o verão de 1976, em Sagres. Na entrevista, descreveu o grupo como um conjunto de jovens que passava férias em tendas junto à praia, tocando guitarra noite dentro, até perceberem que existia &#8220;alguma coisa em comum, musicalmente&#8221;. Numa outra conversa com a TSF, Luís Represas resumiu também a identidade do projeto que marcou várias gerações, afirmando: &#8220;O Trovante não é uma banda, é um grupo.&#8221;</p>
<p>Nascido em Lisboa, em 1956, Luís Represas tornou-se conhecido como vocalista dos Trovante, formação que marcou profundamente a música portuguesa ao cruzar influências da música tradicional com sonoridades contemporâneas. O grupo manteve-se ativo até ao início da década de 1990, deixando álbuns incontornáveis como Baile no Bosque (1981) e Cais das Colinas (1983). Depois da separação, os elementos seguiram carreiras individuais, voltando a reunir-se em ocasiões especiais, nomeadamente em 1999, 2006, 2017 e, mais recentemente, em março deste ano.</p>
<p>Em 1993, Luís Represas iniciou uma carreira a solo com o álbum &#8220;Represas&#8221;, gravado em Cuba, experiência que marcou profundamente o seu percurso artístico. Desse trabalho nasceram temas como &#8220;Fora de Tempo&#8221;, &#8220;Neva sobre a marginal&#8221; e &#8220;Feiticeira&#8221;, que se tornaram alguns dos maiores sucessos da sua discografia. O mais recente álbum, &#8220;Miragem&#8221;, foi editado em 2024.</p>
<p>Ao longo da carreira, colaborou com alguns dos mais importantes nomes da música portuguesa e internacional. Entre eles destacam-se Fausto Bordalo Dias, José Afonso, Carlos do Carmo, Bernardo Sassetti, Jorge Palma, Pablo Milanés, Ivan Lins, Martinho da Vila, Simone, Phil Collins, Compay Segundo, Gilberto Gil e Carlinhos Brown.</p>
<p>O percurso de Luís Represas ficou também ligado à causa da independência de Timor-Leste. A canção &#8220;Timor&#8221;, com música de João Gil e letra de João Monge, integrada no álbum &#8220;Um destes dias&#8221; (1990), transformou-se num dos principais símbolos da luta timorense quando os Trovante voltaram a interpretá-la em 1999. A letra seria posteriormente traduzida para tétum por Xanana Gusmão.</p>
<p>O envolvimento do cantor com Timor-Leste foi reconhecido pelas mais altas figuras do país. Em 2000, Luís Represas integrou a visita oficial do então Presidente da República, Jorge Sampaio, ao território timorense. Mais tarde, em 2016, recebeu a Medalha da Ordem de Timor-Leste, atribuída pelo então Presidente Taur Matan Ruak, em reconhecimento pelo seu contributo para a causa da independência.</p>
<p>Também em Portugal o músico foi distinguido pelo Estado. Em 2005, foi condecorado com a Ordem do Mérito, no grau de Comendador, reconhecendo o contributo prestado à cultura e à música portuguesa.</p>
<p>O velório que hoje decorre na Basílica da Estrela deverá reunir familiares, amigos, colegas de profissão, figuras públicas e muitos admiradores que pretendem prestar uma última homenagem a um artista que marcou profundamente várias gerações de portugueses. Depois de cinco décadas dedicadas à música, Luís Represas deixa uma obra que atravessa diferentes épocas da música nacional e um legado que continuará a ocupar um lugar de destaque na cultura portuguesa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792541]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal escapa ao calor extremo de Espanha, mas temperaturas voltam a subir esta quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 05:15:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal deverá continuar esta quinta-feira relativamente protegido da intensa onda de calor que está a afetar grande parte da Europa Ocidental e, em particular, Espanha, onde as temperaturas poderão aproximar-se dos 48 graus em algumas regiões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal deverá continuar esta quinta-feira relativamente protegido da intensa onda de calor que está a afetar grande parte da Europa Ocidental e, em particular, Espanha, onde as temperaturas poderão aproximar-se dos 48 graus em algumas regiões. Ainda assim, o calor continuará a fazer-se sentir em território nacional, sobretudo nas regiões do Interior, num dia marcado por céu geralmente limpo, índice de radiação ultravioleta muito elevado e temperaturas da água do mar excecionalmente altas para esta altura do ano.</p>
<p>De acordo com as previsões do portal especializado <a href="https://lusometeo.com/previsao-diaria/tempo-na-quinta-23-jul-31570/" target="_blank" rel="noopener">LusoMeteo</a>, a situação meteorológica em Portugal continuará a beneficiar da influência de uma depressão posicionada a oeste da Península Ibérica, que tem permitido a entrada de ar marítimo no litoral, atenuando as temperaturas máximas junto à costa. Enquanto isso, do outro lado da fronteira, uma poderosa dorsal anticiclónica de origem africana deverá impulsionar temperaturas próximas dos 48ºC em diversas zonas de Espanha, num dos episódios de calor mais intensos registados nos últimos anos.</p>
<p>Segundo a previsão, a circulação atmosférica deverá manter-se praticamente inalterada face aos dias anteriores. O anticiclone permanecerá a norte da Península Ibérica, embora com tendência para um enfraquecimento gradual, permitindo que a depressão atlântica continue a exercer influência sobre Portugal continental, especialmente nas regiões costeiras.</p>
<p>Este padrão favorecerá temperaturas significativamente mais moderadas no litoral quando comparadas com Espanha, onde a massa de ar muito quente continuará a dominar. Já nas regiões do Interior português, mais afastadas da influência oceânica, espera-se um ambiente bastante quente, ainda que dentro dos valores considerados normais para esta época do ano e sem atingir os extremos previstos para o território espanhol.</p>
<p><strong>Interior continua muito quente e litoral mantém influência marítima</strong><br />
Para Portugal continental, prevê-se uma quinta-feira com céu pouco nublado ou limpo durante praticamente todo o dia. Durante a manhã poderão persistir algumas nuvens baixas e bancos de neblina ou nevoeiro junto ao litoral Norte e Centro, mas deverão dissipar-se rapidamente.</p>
<p>Durante a tarde, a previsão aponta apenas para alguma nebulosidade de desenvolvimento vertical nas regiões montanhosas do Norte, podendo ameaçar trovoadas isoladas, embora sem consequências significativas.</p>
<p>O vento deverá soprar geralmente fraco a moderado de oeste, entre os 10 e os 20 quilómetros por hora, intensificando-se durante a tarde no litoral Oeste, contribuindo para manter temperaturas mais amenas junto à costa. Nas terras altas poderão registar-se rajadas entre os 30 e os 45 quilómetros por hora, circunstância que poderá aumentar o risco de incêndio rural.</p>
<p><strong>Temperaturas até 38 graus no sul do país</strong><br />
As temperaturas deverão sofrer poucas alterações relativamente aos dias anteriores.</p>
<p>As máximas deverão variar entre os 24 e os 28 graus no litoral, enquanto no Interior oscilarão entre os 31 e os 36 graus, podendo aproximar-se localmente dos 38 graus no Baixo Alentejo e no Algarve.</p>
<p>As temperaturas mínimas deverão situar-se entre os 15 e os 20 graus, embora no Algarve possam manter-se entre os 21 e os 23 graus, originando uma noite tropical em algumas localidades. Ainda assim, os valores ficam muito abaixo daqueles previstos para diversas zonas de Espanha, onde as temperaturas noturnas poderão não descer dos 30 graus.</p>
<p><strong>Água do mar continua excecionalmente quente</strong><br />
Um dos aspetos que continua a destacar-se nesta situação meteorológica é a temperatura da água do mar.</p>
<p>Segundo a previsão, esta quinta-feira poderá marcar o pico desta onda de calor marinha, com a água a atingir 23 a 24 graus na costa ocidental, podendo mesmo alcançar localmente os 24 graus em alguns pontos do litoral Oeste, um valor considerado excecionalmente raro para o mês de julho.</p>
<p>No Algarve, a água deverá manter-se igualmente próxima dos 24 graus, proporcionando condições muito favoráveis para a prática balnear.</p>
<p>A ondulação continuará inferior a um metro em praticamente toda a costa portuguesa, mantendo o mar muito calmo.</p>
<p><strong>Índice UV muito elevado exige precauções</strong><br />
Apesar de Portugal escapar aos valores extremos registados no resto da Península Ibérica, os níveis de radiação ultravioleta deverão manter-se muito elevados.</p>
<p>O índice UV deverá atingir o valor 10 em praticamente todo o território continental, enquanto nos Açores e na Madeira deverá situar-se entre os níveis 8 e 9.</p>
<p>Perante este cenário, continuam a justificar-se cuidados acrescidos durante as horas de maior exposição solar, nomeadamente através da utilização de proteção adequada e da limitação da permanência ao sol nas horas de maior intensidade.</p>
<p><strong>Açores e Madeira com tempo estável</strong><br />
Nos Açores, o tempo deverá manter-se relativamente estável, embora com maior nebulosidade do que no continente.</p>
<p>São esperadas abertas em todas as ilhas, alternando com períodos de céu muito nublado e possibilidade de aguaceiros fracos e dispersos, sobretudo no Grupo Central durante a madrugada e a manhã.</p>
<p>As temperaturas deverão variar entre os 19 e os 25 graus, com vento fraco a moderado de nordeste entre os 10 e os 25 quilómetros por hora. A ondulação deverá rondar um metro e a temperatura da água situar-se perto dos 23 graus.</p>
<p>Na Madeira prevê-se mais um dia tipicamente de verão, com céu pouco nublado e apenas alguma nebulosidade persistente nas vertentes norte e regiões montanhosas.</p>
<p>As temperaturas deverão oscilar entre os 20 e os 26 graus, com vento moderado do quadrante norte entre os 20 e os 30 quilómetros por hora, enquanto a água do mar deverá manter-se próxima dos 24 graus.</p>
<p>Portugal continua afastado dos extremos europeus</p>
<p>Apesar da onda de calor histórica que continua a afetar grande parte da Europa e da previsão de temperaturas excecionalmente elevadas em Espanha, Portugal deverá permanecer relativamente resguardado graças à persistência da influência marítima.</p>
<p>Ainda assim, o calor continuará a fazer-se sentir sobretudo nas regiões do Interior, num contexto de elevado risco associado às temperaturas, à radiação ultravioleta intensa e às rajadas de vento nas zonas mais elevadas, enquanto as condições marítimas deverão continuar particularmente favoráveis para quem optar por passar o dia nas praias portuguesas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792559]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Chefes da diplomacia norte-americana e russa discutem guerra na Ucrânia em Manila</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 05:13:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os chefes da diplomacia dos Estados Unidos e da Rússia, Marco Rubio e Sergei Lavrov, respetivamente, reuniram-se hoje em Manila para discutir a guerra na Ucrânia e possíveis formas de pôr fim ao conflito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os chefes da diplomacia dos Estados Unidos e da Rússia, Marco Rubio e Sergei Lavrov, respetivamente, reuniram-se hoje em Manila para discutir a guerra na Ucrânia e possíveis formas de pôr fim ao conflito.</P><br />
<P>&#8220;O encontro entre Lavrov e Rubio começou em Manila&#8221;, anunciou o ministério russo dos Negócios Estrangeiros numa mensagens no canal Telegram, acompanhada de um vídeo da chegada do representante de Moscovo à sala onde decorreu a reunião, realizada à margem do encontro de chefes da diplomacia da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN).</P><br />
<P>Na quarta-feira, o secretário de Estado norte-americano afirmou que a guerra na Ucrânia &#8220;dificultou em muitos aspetos a capacidade da Rússia e dos Estados Unidos para encontrar pontos em comum&#8221;, embora não tenha excluído procurar &#8220;outras áreas de possível cooperação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Somos os dois países com maior arsenal nuclear do planeta. Não falar seria imprudente e irresponsável. Temos de manter uma relação com o Governo russo, mesmo havendo áreas de desacordo, e no caso da Ucrânia talvez haja uma oportunidade, se pudermos desempenhar um papel construtivo, para pôr fim ao conflito&#8221;, sublinhou Rubio perante os jornalistas.</P><br />
<P>Lavrov assegurou também na quarta-feira que Moscovo considera que, &#8220;por enquanto&#8221;, os EUA não abandonaram as propostas apresentadas na cimeira de agosto de 2025, no Alasca, onde se reuniram os presidentes Vladimir Putin e Donald Trump.</P><br />
<P>Embora essas propostas não sejam públicas, a imprensa ocidental informou na altura que Trump se mostrou disposto a aceitar que a Rússia ficasse com toda a província ucraniana do Donbass, desde que cessasse os combates na Ucrânia.</P><br />
<P>Nos últimos meses, Rubio tem sido mais crítico da campanha militar russa, classificando-a como um &#8220;fracasso estratégico&#8221; e afirmando que Moscovo não tem hipóteses de vencer a guerra, declarações que desagradaram a Lavrov.</P><br />
<P>As negociações de paz entre Moscovo e Kiev, com mediação de Washington, estão bloqueadas desde fevereiro, quando os EUA lançaram a sua ofensiva contra o Irão. Desde então, os ucranianos intensificaram ataques contra a retaguarda russa, levando Moscovo a aumentar os bombardeamentos sobre Kiev e o porto de Odessa, no Mar Negro.</P><br />
<P>Rubio reiterou esta quarta-feira o desejo de que a guerra, iniciada em fevereiro de 2022, termine e voltou a apresentar-se como mediador entre as partes.</P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos continuam abertos e dispostos a desempenhar um papel construtivo para pôr fim a esta guerra (&#8230;), acreditamos que neste momento, e penso que os russos concordariam, provavelmente somos o único país do mundo capaz de desempenhar esse papel&#8221;, afirmou o chefe da diplomacia norte-americana.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792759]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Eurodeputados dizem que pressão chinesa sobre Moscovo é condição para normalizar relações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 05:04:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A delegação da Comissão dos Assuntos Externos do Parlamento Europeu que visitou esta semana a China acusou hoje Pequim de recusar assumir responsabilidades pela guerra na Ucrânia e defendeu que pressione Moscovo para normalizar relações com a União Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A delegação da Comissão dos Assuntos Externos do Parlamento Europeu que visitou esta semana a China acusou hoje Pequim de recusar assumir responsabilidades pela guerra na Ucrânia e defendeu que pressione Moscovo para normalizar relações com a União Europeia.</P><br />
<P>&#8220;Não quiseram assumir qualquer responsabilidade. Disseram que têm uma relação especial com ambos os países, com a Rússia e com a Ucrânia, em especial com a Rússia, com a qual partilham mais de 2.000 quilómetros de fronteira, e que, por isso, mantêm a mesma equidistância que têm mantido até agora&#8221;, afirmou o eurodeputado espanhol Nicolás Pascual de la Parte (Partido Popular / Partido Popular Europeu), em Xangai, antes da última etapa da visita, citado pela agência EFE.</P><br />
<P>No mesmo sentido pronunciou-se o também eurodeputado espanhol Javi López (Partido dos Socialistas da Catalunha / Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas), que revelou que, durante as reuniões com altos responsáveis chineses, incluindo o ministro dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, a delegação europeia insistiu que a China &#8220;não é um ator alheio à guerra&#8221;.</P><br />
<P>López considerou que a &#8220;invasão brutal&#8221; lançada pela Rússia provocou &#8220;uma rutura da arquitetura de segurança europeia&#8221; e apelou a Pequim para assumir a sua &#8220;grande responsabilidade&#8221; na resolução de conflitos e na garantia da estabilidade da paz mundial, tendo em conta a influência internacional do país e o facto de ser membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, tal como a Rússia.</P><br />
<P>&#8220;Eles falaram sempre em termos de equidistância e da necessidade de as duas partes regressarem à mesa das negociações, mas ficámos com a impressão de que não estão dispostos a exercer qualquer pressão significativa sobre [o Presidente russo, Vladimir] Putin&#8221;, afirmou Pascual de la Parte.</P><br />
<P>Segundo o eurodeputado, para Bruxelas, o uso por parte da China da sua &#8220;capacidade de influência&#8221; sobre Putin constitui &#8220;uma condição prévia para normalizar as relações&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se continuarem à margem ou numa posição de equidistância, consideraremos isso uma atitude hostil em relação à Europa, porque o que está em causa na Ucrânia não é apenas o destino da Ucrânia, mas o destino de toda a Europa e da arquitetura de segurança europeia&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Pascual de la Parte considerou ainda que a posição chinesa terá &#8220;um custo reputacional muito grave&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não se pode pretender ser uma grande potência e um ator internacional responsável sem tentar resolver conflitos, sobretudo quando existe um agressor claramente identificado. Esta é uma guerra de agressão, em sentido pleno&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>López sublinhou que a delegação europeia transmitiu aos interlocutores chineses a importância do &#8220;papel que terceiros atores podem desempenhar para resolver uma ameaça de caráter existencial&#8221;.</P><br />
<P>Na opinião de Pascual de la Parte, Pequim mantém a posição de equidistância por razões &#8220;essencialmente económicas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Querem preservar boas relações económicas com a Rússia, das quais estão a beneficiar mais do que qualquer outro país. Estão a comprar petróleo e gás com um desconto de cerca de 50% face ao preço de mercado, tornando a sua indústria muito mais competitiva do que a nossa&#8221;, denunciou.</P><br />
<P>O eurodeputado defendeu ainda que Pequim encara o conflito como &#8220;uma questão essencialmente ocidental&#8221;, em parte por não sentir pressão dos países do chamado &#8220;Sul Global&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O único aspeto positivo é que reconhecem à União Europeia um papel ativo em qualquer processo de negociação para resolver o conflito na Ucrânia&#8221;, disse.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792758]]></sapo:autor>
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		<title>UNESCO declara antiga cidade grega na Crimeia como Património Mundial em Perigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 05:01:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O comité da UNESCO decidiu hoje inscrever a antiga cidade grega de Quersoneso Táurico, na península da Crimeia ocupada pela Rússia, na lista de Património Mundial em Perigo, após a reunião anual da organização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O comité da UNESCO decidiu hoje inscrever a antiga cidade grega de Quersoneso Táurico, na península da Crimeia ocupada pela Rússia, na lista de Património Mundial em Perigo, após a reunião anual da organização.</P><br />
<P>A inclusão do único sítio Património da Humanidade na península da Crimeia sob ocupação russa &#8220;confirma a magnitude e a natureza sistemática das alterações que estão a ocorrer na propriedade sob ocupação temporária&#8221;, afirmou a delegação ucraniana após a decisão.</P><br />
<P>O sítio arqueológico de Quersoneso foi inscrito na lista de Património Mundial em 2013, um ano antes da anexação da península pela Rússia. O relatório agora adotado pela UNESCO destaca a escavação de mais de 12 milhões de objetos arqueológicos desde então e a sua transferência para instituições russas sem autorização da Ucrânia.</P><br />
<P>&#8220;A magnitude, a intensidade e o caráter cumulativo das intervenções denunciadas suscitam sérias preocupações&#8221;, refere o documento da UNESCO publicado após a reunião anual da organização realizada em Busan, na Coreia do Sul.</P><br />
<P>A Lista do Património Mundial em Perigo da UNESCO identifica locais sob ameaça severa devido a conflitos, desastres naturais, poluição ou urbanização descontrolada. Inclui atualmente mais de 50 locais, como a antiga cidade fenícia de Tiro (Líbano), o Centro Histórico de Odessa (Ucrânia) e as Ilhas do Golfo da Califórnia (México).</P><br />
<P>Mais de quatro anos após o início da invasão russa, em fevereiro de 2022, a delegação ucraniana denunciou que a destruição das ruínas da antiga cidade grega não é um incidente isolado, mas &#8220;reflete uma política coerente&#8221; de Moscovo destinada a integrar o património cultural da República Autónoma da Crimeia sob ocupação temporária. </P><br />
<P>Kiev já tinha acusado o Kremlin de levar a cabo uma &#8220;limpeza cultural&#8221; para apagar a existência de uma identidade distinta.</P><br />
<P>Após o agradecimento da delegação ucraniana, seguiu-se a contestação dos representantes russos, que classificaram a decisão como &#8220;um novo exemplo da politização&#8221; da UNESCO, com Moscovo a alegar que as ameaças ao sítio provêm de &#8220;constantes ataques terroristas do regime ucraniano&#8221;.</P><br />
<P>A antiga cidade de Quersoneso Táurico foi fundada por gregos dórios no século V a.C. e, segundo a UNESCO, compreende seis sítios com restos urbanos e terras agrícolas divididas em centenas de choras, parcelas retangulares de igual tamanho que albergavam vinhas.</P><br />
<P>Quersoneso junta-se assim a outros monumentos ucranianos já inscritos na lista de património mundial em perigo devido às ameaças da invasão russa, como a Catedral de Santa Sofia de Kiev, o conjunto monástico de Kiev-Petchersk e o centro histórico de Lviv.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792757]]></sapo:autor>
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		<title>O que vai acontecer com as taxas de juro? BCE reúne-se hoje mas economistas estão mais preocupados com setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 05:00:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[reunião]]></category>
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					<description><![CDATA[Na reunião de política monetária agendada para esta quinta-feira, o mercado prevê que o organismo liderado por Christine Lagarde mantenha as taxas de juro inalteradas, após a última subida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Central Europeu (BCE) decidiu na reunião do passado mês de junho subir as taxas de juro em 25 pontos base, para 2,25%, naquele que foi o primeiro aumento das taxas diretoras em quase três anos, desde setembro de 2023.</p>
<p>A última subida das taxas diretoras tinha ocorrido em 2023, tendo-se seguido um período de pausa até junho de 2024, quando o BCE começou a cortar os juros. Desde julho de 2025 que o banco central mantinha os juros inalterados, voltando agora a mexer nas taxas para uma subida de 25 pontos base.</p>
<p>Com esta decisão, as taxas de juro aplicáveis à facilidade permanente de depósito, às operações principais de refinanciamento e à facilidade permanente de cedência de liquidez foram aumentadas para, respetivamente, 2,25%, 2,40% e 2,65%, com efeitos a partir de 17 de junho de 2026.</p>
<p>A reunião do Conselho do BCE acontece num contexto marcado pelo aumento da instabilidade geopolítica e pela subida dos preços da energia, fatores que podem voltar a pressionar a inflação na Zona Euro.</p>
<p><strong>E agora?</strong></p>
<p>Na reunião de política monetária agendada para esta quinta-feira, o mercado prevê que o organismo liderado por Christine Lagarde mantenha as taxas de juro inalteradas, após a última subida.</p>
<p>Roman Ziruk, analista sénior de mercados da Ebury, considera que o BCE deverá manter as taxas de juro inalteradas, mas o agravamento das tensões entre os Estados Unidos e o Irão poderá reforçar as expectativas de uma nova subida dos juros em setembro.</p>
<p>Os mercados estão atualmente a antecipar quase integralmente uma subida das taxas em setembro, enquanto, no total, estão descontados cerca de 44 pontos base de aumentos dos juros até ao final do ano.</p>
<p>A Ebury considera, contudo, que estas expectativas poderão ser excessivamente agressivas. Roman Ziruk, defende que o BCE deve adotar uma postura cautelosa perante um choque energético que resulta sobretudo de fatores do lado da oferta, e não de uma pressão da procura.</p>
<p>Depois de uma trégua entre os EUA e o Irão ter contribuído para aliviar a pressão sobre os mercados energéticos, o cenário deteriorou-se novamente. O preço do petróleo Brent chegou a cair para cerca de 70 dólares por barril, aproximadamente 55 dólares abaixo do pico registado em abril, enquanto os preços do gás natural também recuaram, embora de forma menos acentuada.</p>
<p>Este alívio contribuiu para reduzir os receios de novas pressões inflacionistas. O relatório de inflação da Zona Euro relativo a junho veio, entretanto, abaixo das expectativas, reforçando a perceção de que o BCE não teria necessidade de acelerar o aperto da política monetária.</p>
<p>A mesma visão é partilhada por Martin Wolburg, economista sénior da Generali Investments, que considera que, apesar de os membros do Conselho do BCE terem mantido uma comunicação globalmente marcada por uma posição mais restritiva, a evolução recente da inflação e a descida dos preços da energia contribuíram para aliviar as pressões sobre a política monetária.</p>
<p>De acordo com o economista, as perspetivas para a inflação estão agora mais próximas do cenário benigno do que do cenário base apresentado pelo BCE na reunião de junho. Esta evolução deverá permitir ao Conselho do BCE manter as taxas de juro no nível atual, pelo menos por enquanto.</p>
<p>Ainda assim, os riscos continuam inclinados para uma eventual subida dos juros. Martin Wolburg considera que o BCE poderá voltar a aumentar as taxas já em setembro, sobretudo se a recente escalada do conflito entre o Irão e Israel persistir e provocar novas pressões sobre os preços da energia.</p>
<p>A evolução do conflito no Médio Oriente surge, assim, como um dos principais fatores de risco para as próximas decisões do BCE, podendo condicionar a trajetória da inflação e obrigar a uma nova resposta da autoridade monetária europeia.</p>
<p>Para já, a expectativa é de estabilidade na reunião de julho, mas o cenário para os meses seguintes permanece dependente da evolução da inflação, dos preços energéticos e das tensões geopolíticas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791972]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Fogo em Alijó com uma frente ativa e situação &#8220;bastante favorável&#8221; &#8211; proteção civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 04:11:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio no concelho de Alijó mantém uma frente ativa, com os trabalhos "a correr favoravelmente", adiantou hoje à Lusa fonte da Proteção Civil, notando que a circulação no Itinerário Complementar 5 (IC5) encontra-se normalizada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O incêndio no concelho de Alijó mantém uma frente ativa, com os trabalhos &#8220;a correr favoravelmente&#8221;, adiantou hoje à Lusa fonte da Proteção Civil, notando que a circulação no Itinerário Complementar 5 (IC5) encontra-se normalizada.</P><br />
<P>A situação do incêndio &#8211; com uma frente ativa com cerca de 300 metros &#8211; &#8220;é bastante favorável&#8221;, disse à agência Lusa, num balanço por volta das 04:45, o segundo comandante sub-regional de emergência e proteção civil do Douro, José Requeijo. </P><br />
<P>Com &#8220;praticamente todo o perímetro dominado&#8221;, encontravam-se no local àquela mesma hora 570 operacionais, auxiliados por 181 veículos, ainda de acordo com a mesma fonte, que deu conta de dois bombeiros com ferimentos ligeiros.</P><br />
<P>José Requeijo referiu ainda que a circulação no IC5 se encontra normalizada, depois de estar cortada nos dois sentidos, entre Pópulo e Alijó, distrito de Vila Real. A informação foi confirmada pelo Posto Territorial da GNR de Alijó, que indicou à Lusa que a reabertura ocorreu por volta da meia-noite.</P><br />
<P>Por volta das 23:00, quando o incêndio tinha duas frentes ativas, o comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Douro, Miguel Fonseca, disse à Lusa que duas aldeias do concelho de Alijó, Freixo e Ribalonga, estiveram na linha do fogo o que obrigou a ações de defesa do perímetro, além do combate direto às chamas.</P><br />
<P>Foram também preparadas ações de confinamento para a população, em articulação com a GNR, que não foram necessárias, acrescentou.</P><br />
<P>O alerta para o fogo foi dado pelas 13:35 na localidade de Agrelas, concelho de Alijó.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792756]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>China ameaça Filipinas com &#8220;amargas consequências&#8221; após incidente marítimo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/china-ameaca-filipinas-com-amargas-consequencias-apos-incidente-maritimo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 03:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, advertiu hoje as Filipinas de que terão de "suportar amargas consequências", caso continuem a provocar Pequim com apoio de países terceiros, na sequência de novo incidente no Mar do Sul da China.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, advertiu hoje as Filipinas de que terão de &#8220;suportar amargas consequências&#8221;, caso continuem a provocar Pequim com apoio de países terceiros, na sequência de novo incidente no Mar do Sul da China.</P><br />
<P>Durante um encontro em Manila com a homóloga filipina, Theresa Lazaro, Wang apresentou um &#8220;veemente protesto&#8221; pelo que Pequim classificou como um &#8220;ato agressivo de abalroamento&#8221; de um navio da guarda costeira chinesa por embarcações militares filipinas junto ao atol Second Thomas, disputado por ambos os países.</P><br />
<P>Foi o terceiro dia consecutivo em que a China protestou oficialmente contra o incidente ocorrido na passada segunda-feira, envolvendo um navio da guarda costeira chinesa e duas embarcações insufláveis da Marinha filipina.</P><br />
<P>Segundo um comunicado divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang afirmou que as relações bilaterais se encontram &#8220;numa encruzilhada&#8221; e que cabe a Manila fazer &#8220;uma escolha correta e racional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os factos provaram que permitir a interferência de forças externas e amplificar deliberadamente as divergências marítimas apenas transformará as Filipinas numa ferramenta de outros países&#8221;, declarou.</P><br />
<P>&#8220;Tentar provocar e criar problemas com a ajuda de países de fora da região fará com que as Filipinas acabem por suportar as amargas consequências das suas próprias ações&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Wang acusou ainda &#8220;certas forças&#8221; nas Filipinas, em particular elementos das Forças Armadas e das autoridades policiais, de criarem deliberadamente incidentes sempre que os dois países se preparam para retomar o diálogo.</P><br />
<P>&#8220;Essas pessoas não têm em mente o bem-estar do povo filipino. Estão a executar a agenda de forças externas enquanto procuram benefícios pessoais&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O chefe da diplomacia chinesa sustentou também que a China &#8220;nunca constituiu uma ameaça para a segurança das Filipinas&#8221; e &#8220;nunca invadiu nem colonizou&#8221; o país, defendendo que as disputas marítimas devem ser resolvidas através do diálogo.</P><br />
<P>O confronto de segunda-feira ocorreu no atol Second Thomas, um recife submerso no arquipélago Spratly, reclamado por Pequim, Manila e outros países da região.</P><br />
<P>A guarda costeira chinesa acusou embarcações filipinas de se aproximarem &#8220;de forma perigosa&#8221; de um dos seus navios e alegou que militares filipinos agrediram agentes chineses com remos e varas.</P><br />
<P>Manila afirmou que as embarcações foram enviadas depois de a guarda costeira chinesa se aproximar &#8220;ilegalmente&#8221; do navio filipino BRP Sierra Madre e acusou agentes chineses de ferirem um militar filipino com um bastão de madeira.</P><br />
<P>As tensões entre os dois países agravaram-se nos últimos anos devido a sucessivos confrontos no Mar do Sul da China, num contexto de crescente aproximação militar das Filipinas aos Estados Unidos e ao Japão.</P><br />
<P>O incidente ocorreu na véspera da reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), realizada em Manila.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792755]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucros da operadora de jogo em Macau Sands com queda de 50% no segundo trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 03:23:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A operadora de jogo de Macau Sands China registou um lucro líquido de 107 milhões de dólares norte-americanos (93,7 milhões de euros) no segundo trimestre, uma queda homóloga de 50%, anunciou hoje empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A operadora de jogo de Macau Sands China registou um lucro líquido de 107 milhões de dólares norte-americanos (93,7 milhões de euros) no segundo trimestre, uma queda homóloga de 50%, anunciou hoje empresa.</P><br />
<P>Entre abril e junho de 2025, o lucro líquido da operadora de casinos tinha alcançado 214 milhões de dólares (187,4 milhões de euros), de acordo com um relatório financeiro publicado pela operadora.</P><br />
<P>Em Macau, referiu Patrick Dumont, presidente e CEO da Las Vegas Sands, a empresa mãe da Sands China, &#8220;investimentos contínuos em serviços e hospitalidade melhorados contribuíram para o crescimento dos volumes em todos os segmentos de jogo em comparação com o ano anterior&#8221;. No entanto, &#8220;um &#8216;hold&#8217; anormalmente baixo no jogo VIP teve impacto negativo nos resultados financeiros&#8221; do trimestre, completou.</P><br />
<P>O &#8216;hold&#8217; é a percentagem das apostas que o casino retém como receita líquida depois de pagar os ganhos aos jogadores.</P><br />
<P>A queda deste trimestre ocorre depois de nos primeiros três meses do ano, o lucro líquido da operadora no território chinês ter aumentado 45,5% para 294 milhões de dólares (257 milhões de euros).</P><br />
<P>No período agora em análise, registou-se também uma queda das receitas líquidas totais de 0,8%, para 1,78 mil milhões de dólares (1,55 mil milhões de euros), face ao mesmo período de 2025 (1,79 mil milhões de dólares ou 1,56 mil milhões de euros).</P><br />
<P>No que diz respeito às propriedades da empresa na região semiautónoma chinesa, o The Londoner Macao, o The Parisian Macau e o Sands Macau registaram subidas nas receitas líquidas de 10,6%, 12,3% e 33,8%, respetivamente.</P><br />
<P>Já o Venetian Macau viu as receitas caírem 10,8% e, no caso do Plaza Macau, a queda foi de 29,4%.</P><br />
<P>No comunicado, a empresa sublinhou ainda outro fator que afetou os resultados. Entre abril e junho, deu-se uma diminuição de clientes VIP nas propriedades de Macau e no Marina Bay Sands, em Singapura, durante o Mundial de Futebol.</P><br />
<P>&#8220;Esta tendência foi muito evidente em junho, tendo em conta a evolução dos negócios em ambos os mercados no início do trimestre&#8221;, refere-se na nota.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792754]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Maior incêndio em Espanha ainda ativo mas em estabilização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 03:20:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bombeiros na região central de Espanha de Castela-La Mancha lutavam ainda na quarta-feira para controlar um incêndio florestal que já devastou mais de 32.000 hectares, um dos maiores de sempre no país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Bombeiros na região central de Espanha de Castela-La Mancha lutavam ainda na quarta-feira para controlar um incêndio florestal que já devastou mais de 32.000 hectares, um dos maiores de sempre no país.</P><br />
<P>O fogo em Guadalajara surgiu menos de duas semanas após um incêndio mortal ter devastado uma pequena comunidade de expatriados no sul de Espanha, causando 13 mortos, incluindo vários estrangeiros.</P><br />
<P>As populações de 34 aldeias foram retiradas das suas casas, sem registo de feridos graves ou vítimas mortais. Mais de 200 bombeiros, apoiados por meios terrestres e aéreos, estiveram no terreno. </P><br />
<P>Segundo as autoridades espanholas, o incêndio permanecia ativo, mas está já em fase de estabilização, com o Governo de Castela-La Mancha a levantar avisos de retirada das populações em cinco localidades da Serra Norte e a autorizar o regresso de residentes afetados pelos fogos de Selas (Guadalajara) e Barcones (Soria).</P><br />
<P>Segundo dados oficiais, Espanha já registou este ano 22 grandes incêndios &#8212; definidos como fogos que consomem mais de 500 hectares. Mais de 100.000 hectares foram queimados apenas no primeiro semestre, igualando a média anual da última década.</P><br />
<P>O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, visitou na quarta-feira a área atingida em Guadalajara e apelou a um pacto entre partidos para enfrentar as alterações climáticas.</P><br />
<P>&#8220;Ano após ano vemos claramente como as alterações climáticas matam e destroem riqueza nas nossas comunidades&#8221;, afirmou Sánchez. &#8220;Isto não é política. É ciência, são factos&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A ministra para a Transição Ecológica, Sara Aagesen, descreveu o incêndio de Guadalajara como &#8220;um dos maiores da história recente do país&#8221; e o maior de sempre na região de Castela-La Mancha.</P><br />
<P>De acordo com o ministério, citado pela agência EFE, este é o segundo maior incêndio registado em Espanha, depois dos 37.000 hectares ardidos no noroeste do país em 2025.</P><br />
<P>As autoridades regionais afirmaram que os bombeiros, apoiados por aviões de combate a incêndios, conseguiram proteger habitações em todas as 40 aldeias da área afetada, 90% da qual pertence a um parque nacional. O presidente regional, Emiliano García-Page, disse esperar que o fogo, ativo há quase uma semana, esteja controlado até sexta-feira.</P><br />
<P>O autarca de Zarzuela de Jadraque, Miguel Ángel Moreno, relatou que os 100 habitantes foram retirados, tendo 14 dos quais sido acolhidos num centro da Cruz Vermelha.</P><br />
<P>&#8220;O esforço dos bombeiros merece tanta admiração como os jogadores que venceram o Mundial&#8221;, afirmou à televisão pública TVE.</P><br />
<P>A agência meteorológica espanhola alertou para uma onda de calor que começou na terça-feira e deveria atingir o pico entre esta quarta e hoje, com temperaturas a rondar os 40 graus Celsius em várias zonas do interior e a ultrapassar os 42 graus na Andaluzia.</P><br />
<P>Grande parte do país está sob alerta de temperaturas extremas, que, combinadas com vento e escassa precipitação nos últimos meses, criam condições ideais para a propagação de fogos.</P><br />
<P>No contexto europeu, Espanha é atualmente o país com maior área ardida em termos absolutos, à frente de França, onde já foram consumidos quase 43 mil hectares. Em termos proporcionais, Portugal apresenta a maior percentagem de território afetado, com cerca de 0,3% da sua superfície ardida, face a 0,2% em Espanha.</P><br />
<P>A Europa é o continente que tem aquecido mais rapidamente, com temperaturas a subir ao dobro da média global desde os anos 1980, segundo o serviço Copernicus da União Europeia.</P><br />
<P>Globalmente, 2025 foi o terceiro ano mais quente de sempre, com ondas de calor severas em toda a Europa. Cientistas alertam que as alterações climáticas estão a intensificar a frequência e a gravidade da seca e do calor, sobretudo no sudeste europeu, aumentando a vulnerabilidade a incêndios e impactos na saúde.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792753]]></sapo:autor>
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		<title>Embaixador timorense Joaquim da Fonseca anuncia intenção de concorrer à presidência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 02:57:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da Resistência Nacional dos Estudantes de Timor-Leste (Renetil), Joaquim da Fonseca, manifestou hoje intenção de concorrer às eleições presidenciais do país, salientando que a governação já não pode depender das "credenciais históricas da resistência".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral da Resistência Nacional dos Estudantes de Timor-Leste (Renetil), Joaquim da Fonseca, manifestou hoje intenção de concorrer às eleições presidenciais do país, salientando que a governação já não pode depender das &#8220;credenciais históricas da resistência&#8221;.</P><br />
<P>Timor-Leste realiza eleições presidenciais no próximo ano, devendo o futuro presidente timorense tomar posse em 20 de maio de 2027, quando o país assinala 25 anos de restauração da independência.</P><br />
<P>&#8220;Tomo esta decisão após profunda reflexão sobre o estado da nossa nação e por um profundo senso de dever para o nosso país e o povo, do qual faço parte&#8221;, afirmou o embaixador Joaquim da Fonseca, que assume atualmente funções como presidente da Comissão para a Verdade e a Reconciliação das Fiji.</P><br />
<P>&#8220;Embora honremos e veneremos para sempre os sacrifícios extraordinários feitos durante a nossa luta pela independência, a governação de um Estado moderno e democrático já não pode depender exclusivamente de credenciais históricas da resistência&#8221;, disse Joaquim da Fonseca, em conferência de imprensa.</P><br />
<P>Segundo o diplomata, para garantir que o futuro seja próspero, os critérios de &#8220;seleção de liderança devem evoluir para a meritocracia, competência profissional, integridade técnica e um compromisso inabalável com o Estado de Direito&#8221;.</P><br />
<P>Joaquim da Fonseca segue-se a Rui Araújo, antigo primeiro-ministro timorense, que também já anunciou a intenção de se candidatar às eleições presidenciais do próximo ano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792752]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismos: Número de mortos aumenta para 5.398</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 02:33:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos na sequência do duplo sismo que atingiu a Venezuela há quase um mês subiu para 5.398, segundo o último balanço oficial divulgado esta quarta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos na sequência do duplo sismo que atingiu a Venezuela há quase um mês subiu para 5.398, segundo o último balanço oficial divulgado esta quarta-feira.</P><br />
<P>Dois abalos de magnitude 7,2 e 7,5 sacudiram a 24 de junho o norte do país, em particular o estado costeiro de La Guaira, próximo da capital Caracas.</P><br />
<P>Entretanto, o número de feridos manteve-se em 16.740, segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, que publicou o balanço na sua conta na rede de mensagens Telegram.</P><br />
<P>O irmão da Presidente interina, Delcy Rodríguez, indicou que 17.907 pessoas perderam as habitações, um número que se mantinha inalterado desde 07 de julho e que, na terça-feira, baixou para 17.265.</P><br />
<P>O alto funcionário não explicou por que razão o número voltou a subir para 17.907.</P><br />
<P>De momento, há 23.335 pessoas em 107 acampamentos temporários, mais 213 do que na terça-feira, enquanto 128.324 famílias foram atendidas pelas autoridades.</P><br />
<P>O terramoto deixou também 856 edifícios danificados e 190 desmoronados, de acordo com o balanço oficial, que também regista 1.463 réplicas &#8212; mais 58 do que no balanço anterior &#8212; desde o duplo sismo de 24 de junho passado.</P><br />
<P>Na segunda-feira, mais de 240 famílias receberam as primeiras habitações entregues pelo Governo às vítimas dos terramotos, numa cerimónia presidida por Delcy Rodríguez, acompanhada pelo seu irmão, no complexo militar de Fuerte Tiuna, em Caracas.</P><br />
<P>As autoridades não divulgam números relativos aos desaparecidos, mas a iniciativa &#8220;Desaparecidos Terremoto Venezuela&#8221;, um site onde são comunicados os casos de pessoas cujo paradeiro é desconhecido na sequência dos terramotos, regista mais de 29.000 pessoas com quem não foi ainda possível estabelecer contacto.</P><br />
<P>De acordo com dados não confirmados recebidos pelo Gabinete de Coordenação de Assuntos Humanitários das Nações Unidas em junho passado, o número de desaparecidos devido aos sismos poderá ascender a 50.000.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792751]]></sapo:autor>
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		<title>PIB sul-coreano cresce 0,6% no segundo trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 01:50:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tóquio, 23 jul (Lusa) - O produto interno bruto (PIB) sul-coreano cresceu 0,6% entre abril e junho relativamente ao trimestre anterior, superando as previsões graças a um maior volume de exportações, especialmente de chips, indicou hoje o Banco da Coreia (BoK).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Tóquio, 23 jul (Lusa) &#8211; O produto interno bruto (PIB) sul-coreano cresceu 0,6% entre abril e junho relativamente ao trimestre anterior, superando as previsões graças a um maior volume de exportações, especialmente de chips, indicou hoje o Banco da Coreia (BoK).</P><br />
<P>Este crescimento modesto superou a previsão anterior do BoK de 0,2% feita em maio, mas representou uma descida face à expansão de 1,8% registada entre janeiro e março, o maior crescimento desde o terceiro trimestre de 2020.</P><br />
<P>Entre os componentes do crescimento, as exportações avançaram 1,4%, impulsionadas por produtos tecnológicos como semicondutores, de acordo com os dados preliminares do BoK, enquanto as importações cresceram 0,8%, principalmente devido a veículos automóveis.</P><br />
<P>O consumo privado subiu 0,4%, apoiado pelo aumento da despesa em bens como eletrodomésticos e em serviços, como restauração e alojamento, e o público aumentou 0,2%, devido ao gasto em prestações de saúde.</P><br />
<P>O BoK explicou que o investimento em instalações cresceu 0,2%, graças a um aumento registado no investimento em equipamentos de fabrico de semicondutores, enquanto o investimento em construção diminuiu 0,2%, devido à queda da engenharia civil.</P><br />
<P>Por setores, a indústria transformadora cresceu 1,2%, liderada pelos produtos informáticos, eletrónicos e óticos, e os serviços avançaram 1,1%, apoiados pelo comércio grossista e retalhista.</P><br />
<P>Em termos homólogos, a quarta economia da Ásia cresceu 3,6% no segundo trimestre do ano, uma taxa ligeiramente inferior ao crescimento de 3,8% registado no primeiro trimestre.</P><br />
<P>Apesar do impacto da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irão, o BoK anunciou, na semana passada, que elevaria ligeiramente a previsão de crescimento de 2,6%, devido a exportações de semicondutores superiores ao esperado.</P></p>
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