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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Governo mexe nas rendas antigas e prepara despejos mais rápidos: novo NRAU chega esta quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 05:30:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta deverá ir a Conselho de Ministros e inclui duas novidades centrais: facilitar o despejo em casos de incumprimento do contrato de arrendamento e avançar com o descongelamento de rendas antigas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo prepara-se para apresentar esta quinta-feira a renovação do Novo Regime de Arrendamento Urbano, o NRAU, numa versão que deverá mexer em dois dos temas mais sensíveis da habitação: os despejos por incumprimento e as rendas antigas.</p>
<p>A proposta deverá ir a Conselho de Ministros e inclui duas novidades centrais: facilitar o despejo em casos de incumprimento do contrato de arrendamento e avançar com o descongelamento de rendas antigas, acompanhado pela criação de um subsídio social de renda para os inquilinos que comprovem não ter condições económicas para suportar a atualização.</p>
<p>A revisão do NRAU é uma promessa antiga do Governo liderado por Luís Montenegro e tem sido defendida pelo ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, como uma peça essencial para dar mais segurança ao mercado de arrendamento. No programa apresentado após as legislativas antecipadas de 2024, o Executivo já assumia a intenção de acabar com o arrendamento forçado e com os congelamentos de rendas, substituindo a proteção generalizada por apoios dirigidos aos arrendatários vulneráveis.</p>
<p>Em setembro de 2025, Miguel Pinto Luz já tinha defendido a necessidade de agilizar os despejos, mas com uma resposta social associada. “É necessário agilizar, mas, concomitantemente, ter uma visão humanista”, afirmou então o ministro, explicando que os despejos seriam trabalhados em conjunto com o Fundo de Emergência Habitacional.</p>
<p>O argumento do Governo passa por tentar equilibrar duas pressões: proteger quem não consegue pagar rendas atualizadas e, ao mesmo tempo, responder às queixas dos senhorios sobre processos longos de incumprimento. Pinto Luz tem defendido que a falta de previsibilidade afasta proprietários do mercado e limita a oferta de casas para arrendamento.</p>
<p>O tema já surgia no Orçamento do Estado para 2026, onde o Executivo assumia a intenção de reforçar a segurança e estabilidade do mercado de arrendamento por via legislativa. No OE para 2024, o Governo também prometia concluir a transição dos contratos de arrendamento habitacional anteriores a 1990 para o NRAU, corrigindo aquilo que classificava como distorções criadas na legislação nos últimos anos.</p>
<p>A discussão é antiga. A lei do arrendamento de 2012, conhecida como “Lei Cristas”, previa o descongelamento integral das rendas antigas e a compensação dos proprietários, mas a medida foi sendo adiada sucessivamente. Mais tarde, o pacote Mais Habitação, aprovado durante o Governo de António Costa, afastou a atualização dos valores para arrendatários com mais de 65 anos ou grau de deficiência igual ou superior a 60%.</p>
<p>O NRAU tem origem em 2006, durante um Governo de José Sócrates, com António Costa responsável pela pasta do arrendamento. A intenção era permitir a evolução das rendas antigas para valores de mercado, com um período de transição até dez anos. Na prática, essa transição nunca se concretizou de forma plena, nem chegou a avançar o subsídio destinado a apoiar inquilinos com contratos anteriores a 1990.</p>
<p>Na altura, António Costa defendia no Parlamento que era preciso pôr fim ao ciclo em que o Estado tinha delegado nos senhorios o custo social da proteção das rendas. Duas décadas depois, o mesmo problema continua por resolver e volta agora ao centro da agenda política, num contexto de rendas historicamente elevadas e taxas de esforço acima do recomendado por várias instituições.</p>
<p>Na entrevista concedida à &#8216;Renascença&#8217;, Miguel Pinto Luz admitiu que o Governo pretendia apresentar até dezembro o seu modelo para o NRAU, incluindo alterações às regras do arrendamento, heranças indivisas, condomínios, mediação imobiliária e criação de uma caderneta única do edifício. O ministro também prometeu simplificar os vários programas de apoio ao arrendamento, juntando instrumentos dispersos num produto mais simples e transparente.</p>
<p>O Executivo já tinha anunciado o aumento das deduções de rendas em sede de IRS, que passam para 900 euros em 2026 e 1000 euros no ano seguinte. Mas a revisão do NRAU será o verdadeiro teste político à estratégia do Governo para o arrendamento: saber até onde vai no descongelamento das rendas antigas, como vai proteger os inquilinos vulneráveis e que garantias dará aos proprietários.</p>
<p>A proposta que chega esta quinta-feira a Conselho de Ministros deverá, por isso, abrir uma nova frente no debate da habitação. Para os senhorios, está em causa a previsibilidade do mercado e a possibilidade de recuperar rendimentos congelados há décadas. Para os inquilinos, sobretudo os mais velhos e economicamente frágeis, a questão será saber se o novo subsídio social consegue evitar que a atualização das rendas se transforme numa pressão insustentável.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786931]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal começa a respirar esta quinta-feira: calor extremo recua no interior, mas verão continua bem presente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 05:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
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		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Descida das temperaturas já se tinha começado a sentir no litoral, mas será agora que a massa de ar mais fresco vinda do Atlântico deverá chegar a zonas que nos últimos dias estiveram perto ou acima dos 40 ºC]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de vários dias de calor extremo, Portugal continental entra esta quinta-feira numa fase de alívio térmico mais evidente, sobretudo no interior. A descida das temperaturas já se tinha começado a sentir no litoral, mas será agora que a massa de ar mais fresco vinda do Atlântico deverá chegar a zonas que nos últimos dias estiveram perto ou acima dos 40 ºC.</p>
<p>Segundo o &#8216;Tempo.pt&#8217;, a quinta-feira deverá marcar a maior descida das temperaturas no interior desde o início desta onda de calor. Distritos como Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Santarém, Portalegre, Évora e Beja, além do interior algarvio, deixarão de registar valores pontuais entre os 39 ºC e os 42 ºC.</p>
<p>Na maioria destas regiões, as máximas deverão passar para valores iguais ou inferiores a 38 ºC. Continuam a ser temperaturas elevadas, mas representam uma quebra significativa em relação ao calor extremo que marcou a primeira semana de julho.</p>
<p>A mudança será explicada pela entrada gradual de uma massa de ar mais fresco proveniente do Atlântico Norte, que substitui o ar muito quente que dominou o território continental nos últimos dias. Esta circulação marítima ganha terreno a partir de quinta-feira e deverá manter-se entre sexta-feira e o fim de semana.</p>
<p>O &#8216;Luso Meteo&#8217; aponta também para uma quebra do anticiclone e para o avanço da influência atlântica, com temperaturas mais suportáveis mesmo no interior. Ainda assim, o calor não desaparece: nas regiões interiores, muitos locais continuarão perto ou acima dos 30 ºC, embora já longe dos valores mais extremos dos últimos dias.</p>
<p>No litoral oeste, o ambiente deverá ser bem mais fresco, com máximas entre os 20 ºC e os 23 ºC em vários pontos da costa. A influência atlântica deverá fazer-se sentir sobretudo nas primeiras horas do dia, com neblinas, nevoeiros e nuvens baixas, que poderão deixar o céu cinzento junto às praias do Norte e do Centro durante parte da manhã, antes de darem lugar a abertas.</p>
<p>No continente, a quinta-feira deverá ser, em geral, de céu pouco nublado ou limpo, com aumento de nebulosidade no interior Norte durante a tarde. O vento soprará fraco a moderado de noroeste, podendo tornar-se mais intenso a partir da tarde, em especial nas terras altas do interior e no Algarve, com rajadas que poderão chegar aos 45 a 50 km/h.</p>
<p>A descida térmica em Portugal contrasta com o agravamento do calor noutros pontos da Europa. Segundo o &#8216;Luso Meteo&#8217;, Espanha, França e Inglaterra deverão voltar a enfrentar uma nova intensificação das temperaturas, num cenário semelhante ao registado no final de junho, associado a uma perturbação isolada a oeste do território continental. Portugal ficará, para já, mais à margem desse agravamento.</p>
<p>Nos Açores, esta quinta-feira será marcada pela passagem de uma superfície frontal, sobretudo nos grupos Central e Oriental. Estão previstos períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes, com possibilidade de trovoada, diminuindo gradualmente a partir da tarde. O vento poderá soprar moderado a forte nas ilhas centrais e orientais, com rajadas até 55 km/h.</p>
<p>Na Madeira, o cenário será diferente. O tempo mantém-se tipicamente estival, com céu pouco nublado ou limpo, possibilidade de nuvens baixas nas encostas voltadas a norte e no Porto Santo, e temperaturas sem grandes alterações. As máximas deverão rondar os 26 ºC a 27 ºC na maioria dos locais, mas o índice ultravioleta exige atenção redobrada, sobretudo na costa sul, onde poderá atingir o nível extremo.</p>
<p>Apesar da descida prevista, o episódio de calor não fica totalmente encerrado. O verão continua instalado e as temperaturas manter-se-ão elevadas em várias zonas do interior. A diferença é que, a partir desta quinta-feira, o país troca o calor excecional dos últimos dias por um cenário mais suportável, sobretudo durante a noite e nas regiões que mais sofreram com a onda de calor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786539]]></sapo:autor>
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		<title>Parceria sino-russa continua sólida mas longe de aliança &#8220;sem limites&#8221; &#8212; Brookings Institution</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 05:13:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A parceria estratégica entre a China e a Rússia continua sólida, mas está longe de constituir uma aliança "sem limites", devido a divergências estruturais e à crescente dependência de Moscovo em relação a Pequim, defendem especialistas do Brookings Institution.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A parceria estratégica entre a China e a Rússia continua sólida, mas está longe de constituir uma aliança &#8220;sem limites&#8221;, devido a divergências estruturais e à crescente dependência de Moscovo em relação a Pequim, defendem especialistas do Brookings Institution.</P><br />
<P>No episódio do &#8216;podcast&#8217; The Beijing Brief desta semana, os investigadores sustentam que, apesar da retórica de proximidade entre Pequim e Moscovo, ambos os países continuam a privilegiar a autonomia estratégica e mantêm reservas profundas quanto às intenções do outro.</P><br />
<P>&#8220;Há uma enorme convergência entre a China e a Rússia na forma como veem os Estados Unidos e a ordem internacional liderada pelo Ocidente. Mas isso não significa que exista confiança total entre ambos&#8221;, afirmou Patricia M. Kim, investigadora sénior do John L. Thornton China Center do Brookings Institution.</P><br />
<P>Segundo Kim, a aproximação sino-russa assenta sobretudo em interesses estratégicos partilhados e não numa afinidade ideológica absoluta.</P><br />
<P>&#8220;A relação é impulsionada pela convergência de interesses, não por uma aliança formal&#8221;, afirmou a investigadora, acrescentando que Pequim continua a evitar compromissos que possam limitar a sua liberdade de ação.</P><br />
<P>Também Fiona Hill, investigadora sénior do grupo de reflexão com sede em Washington e antiga diretora para a Europa e Rússia no Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, considerou que a guerra na Ucrânia alterou significativamente o equilíbrio entre os dois parceiros.</P><br />
<P>Segundo Hill, as sanções ocidentais e o isolamento internacional de Moscovo aumentaram a dependência económica da Rússia em relação à China, tornando a parceria mais desequilibrada.</P><br />
<P>&#8220;A Rússia precisa hoje muito mais da China do que a China precisa da Rússia&#8221;, resumiu.</P><br />
<P>Os especialistas observaram que Pequim beneficiou dessa nova realidade para reforçar a sua posição negocial em áreas como energia, comércio e tecnologia, sem, contudo, assumir os custos políticos de uma aliança militar formal com Moscovo.</P><br />
<P>Para Jonathan A. Czin, investigador do Brookings Institution e moderador da discussão, as diferenças de interesses permanecem evidentes em várias regiões, incluindo a Ásia Central, o Ártico e o Indo-Pacífico, onde ambos procuram preservar margem de manobra própria.</P><br />
<P>Os analistas consideraram igualmente improvável que os Estados Unidos consigam explorar essas divergências para afastar Moscovo de Pequim.</P><br />
<P>&#8220;A ideia de criar uma rutura entre a Rússia e a China continua a ser extremamente difícil de concretizar&#8221;, defendeu Hill, argumentando que ambos os governos continuam a ver Washington como o principal desafio estratégico às suas ambições internacionais.</P><br />
<P>Apesar das limitações da parceria, os especialistas consideraram que a relação sino-russa deverá manter-se como um dos principais fatores de influência sobre a arquitetura internacional nos próximos anos.</P><br />
<P>&#8220;Ao nível mais básico, a China e a Rússia veem-se mutuamente como os mais importantes parceiros estratégicos para contrariar a pressão dos Estados Unidos e dos seus aliados (&#8230;)&#8221;, afirmou Patricia M. Kim, acrescentando que ambos procuram &#8220;maior liberdade de ação e uma voz mais forte nos assuntos regionais e globais&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787228]]></sapo:autor>
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		<title>Transtejo Soflusa inicia hoje ligação fluvial entre Almada e Oeiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 04:51:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ligação fluvial entre Trafaria/Porto Brandão (Almada) e Pedrouços/Algés (Oeiras) tem hoje início, num prolongamento do serviço já existente para Belém (Lisboa), que passa a ser assegurada todos os dias da semana, anunciou a TTSL -- Transtejo Soflusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ligação fluvial entre Trafaria/Porto Brandão (Almada) e Pedrouços/Algés (Oeiras) tem hoje início, num prolongamento do serviço já existente para Belém (Lisboa), que passa a ser assegurada todos os dias da semana, anunciou a TTSL &#8212; Transtejo Soflusa.</P><br />
<P>A nova ligação, avançou a transportadora, &#8220;permitirá reforçar a oferta de transporte público numa altura de elevada procura, proporcionando aos passageiros uma alternativa cómoda, eficiente e sustentável para as deslocações entre as duas margens do Tejo e para o acesso à zona de Pedrouços/Algés.</P><br />
<P>O prolongamento do serviço, salientou a autarquia de Oeiras, coincide com o arranque do festival Alive, em que se esperam milhares de pessoas no terrapleno de Algés, com o objetivo de &#8220;contribuir para o reforço da oferta de transporte público&#8221; e &#8220;captar novos utilizadores para o transporte fluvial&#8221;.</P><br />
<P>A nova ligação pretende ainda &#8220;aumentar a atratividade deste modo de transporte enquanto solução de mobilidade sustentável&#8221;.</P><br />
<P>A concretização da nova ligação, refere a transportadora e a autarquia, foi possível graças à estreita colaboração entre a empresa, as câmaras municipais de Lisboa e de Oeiras e a Administração do Porto de Lisboa, permitindo criar uma oferta de transporte num curto espaço de tempo.</P><br />
<P>A nova ligação, com um período experimental de seis meses, reforça o compromisso da empresa com &#8220;uma mobilidade integrada, sustentável e capaz de responder às necessidades crescentes da Área Metropolitana de Lisboa&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787227]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: França e Marrocos dão &#8216;pontapé de saída&#8217; nos quartos de final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 04:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A França, vice-campeã mundial em título, e Marrocos, quarto classificado em 2022, dão hoje o 'pontapé de saída' nos quartos de final do Mundial de futebol de 2026, que se prolongam até sábado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A França, vice-campeã mundial em título, e Marrocos, quarto classificado em 2022, dão hoje o &#8216;pontapé de saída&#8217; nos quartos de final do Mundial de futebol de 2026, que se prolongam até sábado.</P><br />
<P>Franceses e marroquinos vão reeditar a meia-final de há quatro anos, que, então, terminou com triunfo gaulês por 2-0, com golos de Theo Hernández (cinco minutos) e Randal Kolo Muani (79), num embate disputado em Al Khor, no Qatar.</P><br />
<P>Desta vez, os campeões mundiais de 1998 e 2018 partem de novo como favoritos, depois de um percurso imaculado de cinco vitórias em cinco jogos, com 14 golos marcados e dois sofridos.</P><br />
<P>Os comandados de Didier Deschamps venceram o Senegal por 3-1, o Iraque por 3-0 e a Noruega, sem Erling Haaland e muitos outros titulares, por 4-1, na fase de grupos, e, depois, eliminaram a Suécia (3-0), nos &#8217;16 avos&#8217;, e o Paraguai (1-0), nos &#8216;oitavos&#8217;.</P><br />
<P>Kylian Mbappé, com sete golos, para um total de 19 em Mundiais, em 19 jogos, e duas assistências, Michael Olise, com cinco assistências, e Ousmane Dembélé, com quatro golos e duas assistências, têm sido os maiores destaques nos gauleses.</P><br />
<P>Por seu lado, Marrocos contabiliza três triunfos e dois empates, um na estreia, com o Brasil (1-1) e outro &#8216;transformado&#8217; em triunfo no desempate por penáltis (3-2, após 1-1 nos 120 minutos), face aos Países Baixos, nos &#8216;quartos&#8217;.</P><br />
<P>De resto, o atual campeão africano bateu a Escócia por 1-0 e o Haiti por 4-2, na primeira fase, e superou o coanfitrião Canadá por 3-0, nos quartos de final.</P><br />
<P>O lateral direito Achraf Hakimi, do Paris Saint-Germain, é o líder da formação marroquina, equipa em que, entre outros, também têm brilhado Azzedine Ounahi, Brahim Diaz, Bilal El Khannouss, o guarda-redes Yassine Bounou ou Ismael Saibari, que se lesionou face aos canadianos e em está em dúvida para o jogo.</P><br />
<P>A França vai tentar chegar pela oitava vez às meias-finais, repetindo 1958 (terceiro lugar), 1982 (quarto), 1986 (terceiro), 1998 (campeã), 2006 (finalista vencida), 2018 (campeã) e 2022 (finalista vencida).</P><br />
<P>Por seu lado, Marrocos, único sobrevivente de África, procura replicar o que conseguiu em 2022, edição em que se tornou a primeira equipa do seu continente a atingir as &#8216;meias&#8217;, ao vencer Portugal por 1-0, com um golo de Youssef En Nesyri.</P><br />
<P>O encontro entre franceses e marroquinos, o primeiros dos quartos de final, realiza-se em Foxborough, nos Estados Unidos, pelas 16:00 locais (21:00 em Lisboa).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787226]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump nega ter impedido líder da oposição de viajar para a Venezuela após sismo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/trump-nega-ter-impedido-lider-da-oposicao-de-viajar-para-a-venezuela-apos-sismo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 03:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou ter pedido à líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, que não regressasse ao país após os sismos que abalaram o país e causaram pelo menos 3.811 mortos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou ter pedido à líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, que não regressasse ao país após os sismos que abalaram o país e causaram pelo menos 3.811 mortos.</P><br />
<P>&#8220;Não, de forma alguma. Como é que eu lhe iria dizer isso?&#8221;, respondeu Trump na quarta-feira a jornalistas a bordo do Air Force One, durante o voo de regresso a Washington desde a Turquia, após a cimeira da NATO.</P><br />
<P>O chefe de Estado elogiou Machado e recordou que a venezuelana lhe ofereceu a medalha do Prémio Nobel da Paz, como símbolo da relação entre ambos.</P><br />
<P>A reação surgiu depois de, na semana passada, o site Axios ter divulgado informações de fontes da Administração norte-americana que classificaram a tentativa de Machado de regressar ao país como um &#8220;ato grotesco de oportunismo político&#8221;.</P><br />
<P>Segundo esse relato, altos funcionários da Casa Branca manifestaram desconforto com os planos da opositora, considerando que geraram &#8220;drama desnecessário&#8221; dentro do Departamento de Estado.</P><br />
<P>&#8220;Vou voltar. Não como um evento, mas como uma promessa que se cumpre passo a passo, porque o meu lugar está lá, convosco. E quando nos encontrarmos, vamos levantar este país do mesmo lado em que sempre estivemos&#8221;, Machado escreveu na rede social X na terça-feira.</P><br />
<P>Em 29 de junho, Machado divulgou um vídeo no qual afirmava encontrar-se no Panamá após ver frustrado o regresso à Venezuela, acusando o governo venezuelano de a impedir de o fazer.</P><br />
<P>No entanto, na altura, o jornal The Wall Street apontou ter sido a Administração norte-americana a pressionar a líder da oposição venezuelana a descartar o regresso à Venezuela.</P><br />
<P>O número de mortos pelos sismos de há duas semanas na Venezuela subiu esta quarta-feira para 3.811, enquanto o de feridos se manteve em 16.740, igual ao balanço de domingo, de acordo com dados oficiais. O aumento de vítimas mortais foi de 126 pessoas.</P><br />
<P>O presidente do Parlamento da Venezuela, Jorge Rodríguez, indicou numa reunião com a chefe de Estado interina, Delcy Rodríguez, que 17.907 pessoas ficaram sem habitação após o duplo sismo, com 6.462 resgatados desde quinta-feira passada.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787225]]></sapo:autor>
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		<title>Coreia do Sul e Ucrânia aceitam pedido de repatriação de soldados norte-coreanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 03:43:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Seul e Kiev acordaram hoje respeitar a "livre vontade" dos dois soldados norte-coreanos capturados pela Ucrânia na guerra com a Rússia, face ao aparente desejo destes de serem transferidos para a Coreia do Sul.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Seul e Kiev acordaram hoje respeitar a &#8220;livre vontade&#8221; dos dois soldados norte-coreanos capturados pela Ucrânia na guerra com a Rússia, face ao aparente desejo destes de serem transferidos para a Coreia do Sul.</P><br />
<P>&#8220;[Os presidentes dos dois países] acordaram resolver a questão dos prisioneiros de guerra norte-coreanos na Ucrânia de forma compatível com o direito internacional e os princípios humanitários, respeitando a livre vontade das partes envolvidas&#8221;, declarou a porta-voz presidencial sul-coreana Kang Yu-jung, após um encontro entre os dois líderes à margem da cimeira da NATO em Ancara.</P><br />
<P>Os dois soldados foram capturados pelas forças ucranianas no início de 2025, quando combatiam em apoio à Rússia na região de Kursk, e manifestaram o desejo de ir para a Coreia do Sul, tanto em cartas divulgadas em dezembro como numa entrevista ao jornal sul-coreano Chosun Ilbo. </P><br />
<P>Moscovo, por seu lado, terá solicitado a repatriação no âmbito de trocas de prisioneiros, segundo o deputado sul-coreano Yu Yong-weon.</P><br />
<P>A Comissão Nacional de Direitos Humanos da Coreia do Sul pediu em abril ao Governo que facilite a transferência dos militares para o país ou para outro destino e evite uma repatriação forçada.</P><br />
<P>Organizações como a Human Rights Watch alertaram, invocando o princípio de não devolução, que uma repatriação para a Coreia do Norte poderia expô-los a desaparecimento forçado ou tortura.</P><br />
<P>O Governo sul-coreano sustenta que os soldados norte-coreanos são constitucionalmente considerados cidadãos da Coreia do Sul e que aceitaria qualquer prisioneiro de guerra que deseje ir para Seul.</P><br />
<P>O caso, contudo, representa uma complexidade diplomática para a política de distensão de Lee em relação a Pyongyang, que poderá interpretar a medida como uma traição dos seus militares.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787224]]></sapo:autor>
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		<title>Inflação na China abranda em junho e preços no produtor atingem máximo desde 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 03:34:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A inflação na China abrandou para 1% em junho, abaixo das previsões dos analistas, enquanto os preços no produtor subiram 4,1%, o valor mais elevado desde julho de 2022, mostram dados oficiais hoje divulgados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A inflação na China abrandou para 1% em junho, abaixo das previsões dos analistas, enquanto os preços no produtor subiram 4,1%, o valor mais elevado desde julho de 2022, mostram dados oficiais hoje divulgados.</P><br />
<P>O índice de preços no consumidor (IPC), principal indicador da inflação, aumentou 1% em termos homólogos em junho, desacelerando face aos 1,2% registados em maio, segundo dados divulgados pelo Gabinete Nacional de Estatísticas (GNE) da China.</P><br />
<P>O resultado ficou ligeiramente abaixo das previsões do mercado, que apontavam para uma inflação de cerca de 1,1%.</P><br />
<P>Já o índice de preços no produtor (IPP) subiu 4,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior, acelerando face aos 3,9% de maio e registando, pelo quarto mês consecutivo, a taxa mais elevada desde julho de 2022.</P><br />
<P>O indicador saiu da deflação em março, após quase três anos e meio de quedas, impulsionado sobretudo pela subida dos preços da energia na sequência do conflito entre o Irão e Israel.</P><br />
<P>Segundo o GNE, o aumento dos preços no produtor foi impulsionado pelos setores da extração de carvão, maquinaria elétrica, equipamentos eletrónicos e metalurgia.</P><br />
<P>Em termos mensais, porém, o IPP recuou 0,3%, refletindo a descida dos preços internacionais do petróleo após o cessar-fogo acordado entre os Estados Unidos e o Irão.</P><br />
<P>Os dados sugerem que a economia chinesa continua marcada por uma recuperação desigual. Enquanto as exportações e os setores tecnológicos beneficiam do forte investimento em inteligência artificial, o consumo interno permanece frágil, penalizado pela crise prolongada do imobiliário, pelo investimento moderado e pela procura doméstica ainda contida.</P><br />
<P>Embora a subida dos preços tenha melhorado a rentabilidade de alguns setores industriais e tecnológicos, muitas empresas orientadas para o mercado interno continuam a ter dificuldade em repercutir o aumento dos custos nos consumidores.</P><br />
<P>Esta situação evidencia os desafios enfrentados pelas autoridades chinesas para apoiar o emprego e reforçar a procura interna.</P><br />
<P>Também hoje, o regulador chinês do mercado reiterou a campanha contra a chamada &#8220;concorrência destrutiva&#8221;, procurando travar guerras de preços consideradas excessivas em setores como veículos elétricos, painéis solares, baterias de lítio, aço, cimento e entrega de refeições.</P><br />
<P>Analistas consideram que serão necessárias medidas adicionais de estímulo para reequilibrar uma economia ainda marcada pelo excesso de capacidade produtiva e pela debilidade do consumo interno, apesar do forte desempenho das exportações.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787223]]></sapo:autor>
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		<title>China atribui milhões em novos apoios às zonas afetadas por tempestades mortais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 03:30:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A China atribuiu hoje dezenas de milhões de yuan em fundos adicionais para apoiar regiões afetadas por tempestades e deslizamentos de terras, depois de fenómenos meteorológicos extremos terem provocado milhares de desalojados e a morte de 21 pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China atribuiu hoje dezenas de milhões de yuan em fundos adicionais para apoiar regiões afetadas por tempestades e deslizamentos de terras, depois de fenómenos meteorológicos extremos terem provocado milhares de desalojados e a morte de 21 pessoas.</P><br />
<P>O Governo central disponibilizou 50 milhões de yuan (6,4 milhões de euros) para restaurar estradas, escolas e outras infraestruturas na província de Hubei (centro), bem como mais 20 milhões de yuan (2,5 milhões de euros) destinados à reconstrução de habitações e ao realojamento da população, noticiou a imprensa estatal.</P><br />
<P>Na segunda-feira à noite, tempestades violentas e tornados, um fenómeno raro na China, causaram 11 mortos e centenas de feridos naquela província.</P><br />
<P>Pequim atribuiu ainda 30 milhões de yuan (3,8 milhões de euros) à província de Gansu (noroeste), onde um deslizamento de terras soterrou 21 trabalhadores florestais.</P><br />
<P>Estas verbas somam-se aos 100 milhões de yuan (quase 13 milhões de euros) anunciados anteriormente para reparar escolas, hospitais, infraestruturas de transporte e outros equipamentos públicos na região autónoma de Guangxi (sul), atingida por inundações após chuvas intensas associadas a uma tempestade tropical.</P><br />
<P>Em Guangxi, a passagem da tempestade tropical Maysak provocou a rutura ou transbordo de reservatórios, inundando localidades e deixando habitantes isolados.</P><br />
<P>Segundo as autoridades regionais, seis pessoas morreram, cerca de 130 mil foram retiradas e mais de 8.000 operacionais, apoiados por cerca de 5.700 embarcações, participam nas operações de socorro.</P><br />
<P>Nas redes sociais multiplicam-se os pedidos de ajuda acompanhados por vídeos das zonas inundadas.</P><br />
<P>Alguns órgãos de comunicação locais avançaram, sem confirmação oficial, que centenas de serpentes escaparam de explorações de criação depois de terem sido arrastadas pelas cheias. O jornal Beijing News noticiou ainda a morte de uma mulher, alegadamente após ter sido mordida por uma cobra.</P><br />
<P>As autoridades de Guangxi reconheceram hoje, em comunicado, que &#8220;apareceram serpentes em algumas zonas inundadas&#8221; após várias aldeias do município de Hengzhou terem ficado submersas, sem especificar a origem dos animais.</P><br />
<P>O mesmo comunicado referiu que um hospital local reforçou as reservas de soro antiofídico para responder a eventuais casos de mordeduras.</P><br />
<P>O Centro Meteorológico Nacional indicou que Guangxi regista chuva intensa desde sábado, com precipitação acumulada entre 100 e 400 milímetros em algumas zonas e superior a 900 milímetros nas áreas mais afetadas.</P><br />
<P>Entretanto, o tufão Bavi deverá atingir o sudeste da China durante o fim de semana. Em Taiwan, alguns agricultores apressaram a colheita do arroz antes da chegada da tempestade, que seguia para oeste-noroeste sobre o mar das Filipinas.</P><br />
<P>O mau tempo afetou também outros países asiáticos. No sudeste do Bangladesh, deslizamentos de terras provocados pelas chuvas das monções mataram vários refugiados rohingya, incluindo cinco crianças. Na vizinha Índia, as chuvas intensas causaram igualmente mais de uma dezena de mortos nos últimos dias.</P></p>
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		<title>Youtube bloqueia acesso a vídeo de Mundial de Futebol pelo Senado do Paraguai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 02:30:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O YouTube bloqueou o acesso a um vídeo do Mundial de Futebol pelo Senado do Paraguai, que abordava numa sessão ordinária, entre outros assuntos, a polémica envolvendo a senadora Celeste Amarilla e o futebolista francês Kylian Mbappé.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O YouTube bloqueou o acesso a um vídeo do Mundial de Futebol pelo Senado do Paraguai, que abordava numa sessão ordinária, entre outros assuntos, a polémica envolvendo a senadora Celeste Amarilla e o futebolista francês Kylian Mbappé.</P><br />
<P>A Direção-Geral de Comunicação da Câmara Alta do Paraguai divulgou na rede social X o incidente, esclarecendo através de um comunicado que a medida não implicava &#8220;uma sanção ao canal institucional da Câmara dos Senadores&#8221;.</P><br />
<P>A sessão foi bloqueada &#8220;devido a uma reclamação de direitos de autor atribuída à FIFA, de acordo com o aviso emitido pela própria plataforma&#8221;, acrescentou o comunicado.</P><br />
<P>&#8220;A título preliminar, a situação estaria relacionada com a deteção automática de conteúdo audiovisual protegido por direitos de autor, no âmbito do debate parlamentar durante a sessão de hoje [quarta-feira], no qual foram feitas referências ao Campeonato do Mundo de Futebol e exibidos excertos audiovisuais relacionados com esse evento&#8221;, acrescentou o Senado paraguaio.</P><br />
<P>Por esse motivo, explicou o comunicado, a equipa técnica do canal Senado TV e a Direção-Geral de Comunicação estão a verificar a reclamação, com vista a &#8220;identificar o segmento em questão e adotar as medidas necessárias para restabelecer a disponibilidade da gravação&#8221;.</P><br />
<P>O comunicado esclarece ainda que a programação e as transmissões previstas na agenda legislativa &#8220;continuarão a decorrer normalmente&#8221;.</P><br />
<P>A sessão plenária desta quarta-feira foi marcada pelo forte confronto entre Amarilla e Mbappé.</P><br />
<P>Amarilla desencadeou a polémica no sábado ao afirmar nas redes sociais que Mbappé &#8220;em vez do leite da mãe, chupou cocos e que a coisa mais culta que já ouviu na vida são os chimpanzés&#8221;, declarações que a ONU, a Federação Francesa de Futebol e o presidente da França, Emmanuel Macron, consideraram racistas.</P><br />
<P>A senadora reagiu daquela forma à eliminação do Paraguai nos oitavos de final do Mundial frente à França, com um resultado de 0-1, decidido precisamente por um golo de grande penalidade de Mbappé, que, segundo Amarilla, manteve uma atitude arrogante durante o jogo.</P><br />
<P>O futebolista respondeu, na mesma rede social, à legisladora, chamando-a de &#8220;mulher desprezível e indigna do cargo&#8221;.</P><br />
<P>Esta quarta-feira, após um debate de mais de cinco horas, o Senado paraguaio condenou &#8220;as expressões discriminatórias e racistas&#8221; de Amarilla contra Mbappé, com uma resolução aprovada por maioria, apesar do apoio de vários senadores à legisladora. </P><br />
<P>Na sessão plenária, a deputada voltou a elevar o tom e afirmou que o futebolista é um &#8220;filho da puta&#8221;, sublinhando que se recusou a cumprimentar o guarda-redes Orlando Gill no final do jogo.</P><br />
<P>Além disso, salientou que se recusa a referir-se à sua &#8220;sonhada&#8221; França como a &#8220;terra de Mbappé&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Recuso-me a reduzir esta história, toda essa enorme França, todo esse enorme legado cultural, artístico e democrático, a Mbappé&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A senadora não esteve sozinha nas críticas: a senadora Yolanda Paredes apoiou a posição de Amarilla e indicou que Mbappé foi &#8220;racista e xenófobo&#8221; contra os jogadores paraguaios, a quem, segundo ela, tentou &#8220;humilhar&#8221; durante o jogo.</P><br />
<P>Por outro lado, o presidente do Congresso, Basilio Núñez, do partido no poder, criticou as declarações de Amarilla e recomendou que se tornasse &#8220;dona do seu silêncio&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787221]]></sapo:autor>
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		<title>Junho foi o mais quente de sempre na Europa Ocidental &#8212; Copernicus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 02:02:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O mês de junho foi o mais quente de que há registo na Europa Ocidental e o segundo mais quente no mundo, tendo em conta as temperaturas registadas em terra e no mar, indicou hoje o Serviço Copernicus.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O mês de junho foi o mais quente de que há registo na Europa Ocidental e o segundo mais quente no mundo, tendo em conta as temperaturas registadas em terra e no mar, indicou hoje o Serviço Copernicus.</P><br />
<P>A análise do Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas aponta para &#8220;temperaturas próximas dos recordes, impulsionadas pelas temperaturas da superfície do mar (TSM) mais elevadas alguma vez registadas para o mês&#8221;, segundo um comunicado.</P><br />
<P>&#8220;A Europa foi atingida por um calor extremo em terra e no mar durante o mês, com grande parte da Europa Ocidental a sofrer uma onda de calor recorde e ondas de calor marinhas no Mediterrâneo Ocidental e ao longo das costas atlânticas&#8221;, adianta o estudo do Copernicus, implementado pelo Centro Europeu de Previsões Meteorológicas a Médio Prazo (ECMWF). </P><br />
<P>Na Europa Ocidental, registou-se uma temperatura média de 20,74 graus Celsius (°C), 3,05 °C acima da média de junho no período entre 1991-2020 e superando o anterior recorde estabelecido em junho de 2025.</P><br />
<P>A nível mundial, o mês passado registou uma temperatura média do ar à superfície de 16,54°C, 0,56°C acima da média de 1991-2020 para o mês e atrás de junho de 2024.</P><br />
<P>Já a TSM média mensal para o oceano extrapolar foi a mais elevada de sempre, atingindo os 20,86°C e ultrapassando o recorde estabelecido em junho de 2024 por 0,01ºC, &#8220;refletindo em parte o desenvolvimento de fortes condições de El Niño no Pacífico equatorial&#8221;. </P><br />
<P>O Copernicus assinala que &#8220;a onda de calor de junho bateu recordes mensais e históricos de temperatura em vários países europeus e contribuiu para graves impactos na saúde, incluindo mortes relacionadas com o calor&#8221;, tendo ocorrido &#8220;apenas algumas semanas após uma onda de calor particularmente intensa em maio&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com a vice-diretora do serviço, &#8220;Junho de 2026 sublinhou a profundidade das alterações climáticas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Europa Ocidental registou o junho mais quente da sua história e manteve-se o aquecimento recorde no oceano global. Juntos, estes recordes refletem um sistema climático que continua a acumular calor. O resultado são ondas de calor cada vez mais intensas, um oceano persistentemente quente e riscos crescentes para as pessoas, ecossistemas e infraestruturas em toda a Europa e além&#8221;, observa Samantha Burgess, citada no comunicado.</P><br />
<P>Além de grande parte da Europa Ocidental, incluindo a Itália, grandes zonas da Europa central e oriental e o sul do Reino Unido registaram &#8220;condições mais secas do que a média, associadas à persistência de altas pressões e ondas de calor&#8221;, o que aumentou o risco de seca em partes da Europa de Leste e contribuiu para a ocorrência de incêndios florestais, particularmente na Península Ibérica.</P><br />
<P>Quanto ao gelo marinho, a extensão média mensal situou-se cerca de 5% abaixo da média no Ártico e cerca de 8% abaixo da média na Antártida, ocupando ambas as percentagens o sexto lugar entre as mais baixas para o mês.</P></p>
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		<title>Venezuela/Sismos: Líder pede a Carlos III libertação de ouro no Banco de Inglaterra</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 01:44:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou ter enviado uma carta ao rei britânico, Carlos III, a solicitar a libertação do ouro "retido" no Banco de Inglaterra, com o objetivo de utilizar esses recursos na resposta aos recentes sismos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou ter enviado uma carta ao rei britânico, Carlos III, a solicitar a libertação do ouro &#8220;retido&#8221; no Banco de Inglaterra, com o objetivo de utilizar esses recursos na resposta aos recentes sismos.</P><br />
<P>&#8220;Esse ouro é do nosso povo e deve servir para enfrentar as consequências terríveis e trágicas deste duplo sismo&#8221;, afirmou numa transmissão da televisão estatal VTV.</P><br />
<P>Rodríguez voltou a exigir o fim das sanções contra a Venezuela e do bloqueio de recursos que, disse, são necessários para o processo de reconstrução e de &#8220;recuperação integral no emprego, no trabalho e na educação&#8221;.</P><br />
<P>A dirigente informou ainda ter mantido na terça-feira uma conversa com a diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, sobre a libertação de &#8220;recursos bloqueados da Venezuela&#8221; naquela instituição.</P><br />
<P>&#8220;A Venezuela tem recursos para se recuperar e para se levantar&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Apesar do recente alívio de algumas sanções por parte dos Estados Unidos, persistem restrições estruturais e continuam congelados ou sob controlo de fundos e bens do Estado venezuelano no exterior, como reservas de ouro avaliadas em cerca de 2.000 milhões de dólares depositadas no Banco de Inglaterra ou ativos da Citgo, filial da petrolífera Pdvsa nos EUA.</P><br />
<P>O chefe humanitário da ONU, Tom Fletcher, declarou esta quarta-feira à EFE que as sanções à Venezuela devem ser flexibilizadas para não afetarem a chegada de ajuda e os planos de recuperação após o duplo sismo.</P><br />
<P>Na devastada região de La Guaira, adjacente a Caracas, Fletcher considerou que os sismos vão provocar uma &#8220;situação económica muito difícil&#8221;, que retirará &#8220;vários pontos ao PIB&#8221; nacional.</P><br />
<P>O número de mortos pelos sismos ocorridos há duas semanas na Venezuela subiu esta quarta-feira para 3.811, enquanto o de feridos se manteve em 16.740, segundo o último balanço oficial.</P><br />
<P>Os dois sismos que atingiram a Venezuela em 24 de junho, de magnitude 7,2 e 7,5, na escala de Ritcher, provocaram uma das maiores tragédias naturais da história recente da América Latina.</P><br />
<P>O balanço mais recente do Ministério dos Negócios Estrangeiros português indicou que 100 portugueses e lusodescendentes morreram, registando-se ainda 59 cidadãos desaparecidos ou incontactáveis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787219]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a subir 1,64%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 00:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,64% para 67.915,55 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,64% para 67.915,55 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>Já o segundo indicador, o Topix, subia 0,21% para 4.015,01 pontos, às 09:23 locais (01:23 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Trump vai pedir ao Supremo que reconsidere a sua decisão sobre direito do solo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:50:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que vai pedir ao Supremo Tribunal que reexamine a decisão que consagrou o direito do solo na obtenção de cidadania pelos filhos dos imigrantes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que vai pedir ao Supremo Tribunal que reexamine a decisão que consagrou o direito do solo na obtenção de cidadania pelos filhos dos imigrantes. </P><br />
<P>Os pedidos de reexame devem ser apresentados nos 25 dias subsequentes a uma decisão do Supremo e só muito raramente foram aceites. </P><br />
<P>Na sua rede social, Trump referiu-se criticamente na quarta-feira a &#8220;painéis e cartazes a elogiarem a obtenção da cidadania graças ao direito do solo&#8221; instalados, disse, &#8220;ao longo da fronteira sul, bem como no México&#8221;. </P><br />
<P>No texto, Trump anunciou: &#8220;Vou solicitar IMEDIATAMENTE um novo exame do assunto pelo Supremo Tribunal dos EUA&#8221;, classificando a decisão deste como &#8220;totalmente insensata&#8221;. </P><br />
<P>A maior instância jurídica dos EUA anulou na semana passada um decreto, assinado por Trump no primeiro dia do seu segundo mandato, em que suprimia o direito do solo para os filhos dos imigrantes em situação irregular, por considerar que é um incentivo à imigração clandestina. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787200]]></sapo:autor>
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		<title>E. Jean Carroll vai receber 5,8 milhões USD no caso de ataque sexual por Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:30:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nova Iorque, 09 jul 026 (Lusa) -- A escritora norte-americana E. Jean Carroll vai poder receber 5,8 milhões de dólares que estavam guardados após um júri decidir há três anos que Donald Trump a atacou sexualmente em 1996 e a difamou quando revelou o caso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Nova Iorque, 09 jul 026 (Lusa) &#8212; A escritora norte-americana E. Jean Carroll vai poder receber 5,8 milhões de dólares que estavam guardados após um júri decidir há três anos que Donald Trump a atacou sexualmente em 1996 e a difamou quando revelou o caso. </P><br />
<P>A decisão foi tomada na quarta-feira pelo juiz federal Lewis A. Kaplan, em ordem que determina o pagamento daquela verba e dos juros entretanto vencidos. </P><br />
<P>Os advogados de Carroll requisitaram o pagamento depois de o Supremo Tribunal ter declinado receber um recurso da condenação de 2023. </P><br />
<P>Trump já tinha entregado a verba, que foi colocada em um fundo durante o processo de recurso, à espera de uma decisão judicial. </P><br />
<P>Trump voltou a difamar Carroll depois de os seus advogados considerarem solicitar ao Supremo que reconsiderasse a decisão. </P><br />
<P>O júri chegou ao veredicto em um julgamento no qual Trump não apareceu, depois de Carroll ter testemunhado o abuso sexual de que foi vítima em uma cabina de prova de roupa de uma loja de luxo, em Manhattan. </P><br />
<P>Carroll, que tem 82 anos, falou pela primeira vez sobre o ataque em 2019, quando Trump era presidente, em um livro de memórias. </P><br />
<P>Este negou repetidamente conhecer Carroll, com quem de resto garantiu que nunca se teria encontrado, acusando-a de querer vender livros à sua custa e ter motivos políticos. </P><br />
<P>Trump, entretanto, recorreu da sentença de pagar uma indemnização por difamação, no valor de 83 milhões de dólares, atribuída a Carrol por outro júri, depois de um julgamento, em janeiro de 2024, no qual Trump fez um testemunho curto.  </P><br />
<P>Neste julgamento, Kaplan requereu ao júri que aceitasse as conclusões do julgamento anterior e que determinasse quanto é que Trump deveria pagar a Carrol pelos comentários que fez sobre ela enquanto Presidente. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787189]]></sapo:autor>
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		<title>Serguei Lavrov garante apoio militar da Rússia aos estados do Sahel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:20:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov, reuniu-se em Niamei com os chefes da diplomacia do Mali, Burkina Faso e Níger, a quem assegurou a continuação do apoio militar de Moscovo, segundo comunicado conjunto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov, reuniu-se em Niamei com os chefes da diplomacia do Mali, Burkina Faso e Níger, a quem assegurou a continuação do apoio militar de Moscovo, segundo comunicado conjunto. </P><br />
<P>Membros da Aliança dos Estados do Sahel (AES), o Mali, o Níger e o Burkina Faso são governados por regimes militares que chegaram ao poder através de golpes de estado entre 2020 e 2023 e que se afastaram da antiga potência colonial francesa para se aproximarem da Rússia.</P><br />
<P>Os três países abandonaram a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) &#8212; que consideram subordinada à França &#8212; e formaram a AES.</P><br />
<P>De acordo com um comunicado conjunto hoje publicado, Serguei Lavrov e os chefes da diplomacia dos três países da confederação realizaram na quarta-feira uma segunda ronda de consultas de &#8220;alto nível&#8221; em Niamei, capital do Níger, que &#8220;tinha como objetivo consolidar ainda mais as excelentes relações de amizade, solidariedade e cooperação que unem a AES e a Rússia&#8221;.</P><br />
<P>Durante o encontro, ambas as partes &#8220;reafirmaram a sua vontade comum de continuar a reforçar a sua cooperação nos domínios político, diplomático, de segurança, económico e social&#8221; e manifestaram igualmente a sua satisfação relativamente à &#8220;intensificação da sua cooperação militar e técnico-militar&#8221;, tendo a Rússia &#8220;confirmado a sua vontade de continuar a apoiar o reforço das capacidades operacionais das forças armadas dos estados-membros da AES&#8221;, refere o comunicado.</P><br />
<P>Esta ronda ocorre mais de um ano após a primeira, organizada a 01 de abril de 2025 em Moscovo.</P><br />
<P>A Rússia e a sua empresa privada de mercenários Wagner, que está a ser integrada no Africa Corps, estão a ajudar os países da AES a combater os grupos jihadistas que causaram dezenas de milhares de mortos na maior parte dos seus territórios.</P><br />
<P>Moscovo também assinou acordos de defesa com os três países, aos quais forneceu equipamento militar.</P><br />
<P>A Rússia coopera igualmente com a AES nos setores da energia e da mineração.</P></p>
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		<title>Venezuela/sismo: Ajuda humanitária dos EUA atinge 377 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:09:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos (EUA) destinaram, até à data, mais de 386 milhões de dólares (377 milhões de euros) em ajuda humanitária para apoiar as vítimas dos sismos que assolaram a Venezuela há duas semanas, informou o Departamento de Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos (EUA) destinaram, até à data, mais de 386 milhões de dólares (377 milhões de euros) em ajuda humanitária para apoiar as vítimas dos sismos que assolaram a Venezuela há duas semanas, informou o Departamento de Estado.</P><br />
<P>A ajuda inclui cuidados médicos de emergência, alimentos, água potável, saneamento, abrigos temporários, proteção e apoio logístico às vítimas, canalizados através de organizações como a Cruz Vermelha, a UNICEF ou o Programa Alimentar Mundial, entre outras.</P><br />
<P>A administração norte-americana afirmou na quarta-feira já ter entregado mais de 400 toneladas métricas de material de emergência, incluindo &#8216;kits&#8217; de abrigo, higiene, lonas, baldes e equipamento de cozinha, com os quais estima ter ajudado cerca de 70.000 pessoas afetadas pelos sismos.</P><br />
<P>No âmbito desta operação, Washington anunciou a criação de uma ponte aérea humanitária entre os EUA e a Venezuela, coordenada pelo Departamento de Estado, pela organização Airlink e pela empresa Amazon e que, segundo explicou, permitirá transportar semanalmente suprimentos de Miami para Maiquetía &#8220;sem custos para as organizações humanitárias&#8221;.</P><br />
<P>A resposta norte-americana incluiu também o envio de equipas de busca e salvamento urbano. Mais de 2.400 membros de 60 equipas internacionais provenientes de 29 países, juntamente com quase 200 cães especializados, participaram nos trabalhos de resgate após os sismos.</P><br />
<P>As equipas norte-americanas enviadas da Virgínia, Califórnia e Flórida já regressaram às suas bases, após concluírem a sua missão, embora o Departamento de Estado assegure que ainda dispõe de pessoal no terreno para continuar a prestação de ajuda humanitária. </P><br />
<P>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.685 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 100 portugueses e lusodescendentes, e outros 59 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes e uma das mais afetadas.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787179]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Multidão homenageia Ali Khamenei nas cidades santas xiitas de Najaf e Kerbala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:03:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma multidão imensa invadiu as ruas das cidades santas xiitas de Najaf e Kerbala, no Iraque, para acompanhar o cortejo funerário de Ali Khamenei, antes de ser sepultado no seu país natal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma multidão imensa invadiu as ruas das cidades santas xiitas de Najaf e Kerbala, no Iraque, para acompanhar o cortejo funerário de Ali Khamenei, antes de ser sepultado no seu país natal.</P><br />
<P>Esta etapa iraquiana encerra uma homenagem que durou vários dias, reuniu milhões de iranianos e foi concebida como demonstração de força e unidade, depois de o ataque israelo-norte-americano o ter morto, no primeiro dia da guerra ao Irão, em 28 de fevereiro. </P><br />
<P>Em Naja, no sul do Iraque, onde os restos mortais do &#8216;ayatollah&#8217; tinham chegado na terça-feira à noite, as ruas estavam decoradas com grandes fotografias. </P><br />
<P>No santuário do imã Ali, genro do profeta Maomé, quarto califa do Islão e primeiro imã xiita, foram muitos os que se concentraram para procurar tocar no caixão, constataram os jornalistas da AFP. </P><br />
<P>Depois de Najaf, o caixão chegou à noite a Kerbala, mais ao norte, onde deve ser colocado para os santuários do imã Hussein e do seu irmão Abbas.</P><br />
<P>Na cidade, a multidão agitou bandeiras iranianas e fotografias do&#8217;ayatollah&#8217;, gritando palavras de ordem lançadas por altifalantes. </P><br />
<P>Água foi lançada sobre a multidão, por causa do calor. </P><br />
<P>Os corpos dos próximos de Khamenei, mortos com ele em Teerão &#8212; uma filha, um genro, uma nora e uma neta, com 14 meses -, não foram colocados na procissão.  </P><br />
<P>O general Esmaïl Qaani, responsável da Força Quds, dos Guardas da Revolução, saudou &#8220;a planificação minuciosa deste acontecimento histórico&#8221; pelos dirigentes de Bagdade, revelador, considerou, &#8220;do profundo laço espiritual que une as duas nações&#8221;. </P><br />
<P>Na homenagem no Iraque participaram, além deste chefe militar, o próprio Presidente iraniano e o ministro dos Negócios Estrangeiros. </P><br />
<P>Terminadas as homenagens fúnebres, a sepultura do corpo será feita na quinta-feira, em Machhad, cidade natal de Ali Khamenei, no nordeste iraniano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787175]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Potencial candidato Rahm Emanuel acusa Netanyahu de transformar Israel em pária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:00:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Rahm Emanuel, um potencial candidato presidencial democrata norte-americano, afirmou hoje, na Universidade de Telavive, que Israel está cada vez mais isolado, por a sua liderança política o ter transformado em um "pária".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Rahm Emanuel, um potencial candidato presidencial democrata norte-americano, afirmou hoje, na Universidade de Telavive, que Israel está cada vez mais isolado, por a sua liderança política o ter transformado em um &#8220;pária&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Vocês não podem lutar indefinidamente contra um mundo que deixou de acreditar que vocês têm o direito a lutar&#8221;, disse Emanuel a um auditório cheio. </P><br />
<P>&#8220;Têm de encontrar um novo e sustentável caminho para a paz, a segurança e a prosperidade económica&#8221;, contrapôs. </P><br />
<P>Esta condenação da liderança israelita mostra o quanto os democratas centristas se afastaram do seu apoio histórico a Israel nos últimos três anos. </P><br />
<P> Cerca de 58% dos democratas entendem que os Estados Unidos &#8220;apoiam demais&#8221; Israel, segundo uma sondagem da The Associated Press-NORC Center for Public Affairs Research, acima dos 45% de janeiro de 2024.</P><br />
<P>Metade dos democratas considera mesmo que Israel está a cometer genocídio contra os palestinianos. </P><br />
<P>Para mais, os judeus adultos têm uma opinião mais favorável ao presidente da autarquia nova-iorquina, Zohran Mamdani, um forte crítico de Israel, do que a Benjamin Netanyahu, sobre quem aliás impende um mandado de captura do Tribunal Penal Internacional, emitido em 2024, por crimes de guerra e contra a Humanidade na Faixa de Gaza. </P><br />
<P>Entre as propostas que Rahm Emanuel fez está a do fim do financiamento pelos EUA do orçamento militar de Israel, argumentando que este deve pagar pela defesa proporcionado pelos EUA como qualquer outro aliado.   </P><br />
<P>Também pretende que os israelitas que atacam os palestinianos e os seus haveres sejam punidos, incluindo os políticos que os apoiam e incentivam nesta violência.</P><br />
<P>Acentuou, a propósito, que os EUA são responsáveis &#8220;pelo pior que a política interna (de Israel) tem&#8221;, ao ignorarem voluntariamente as injustiças israelitas. </P><br />
<P>O gabinete de Netanyhau recusou comentar o discurso. </P><br />
<P>Há uns anos, o agora primeiro-ministro classificou Emanuel como &#8220;um judeu que se odeia&#8221; depois de este ter condenado a expansão dos colonatos em 2009, quando era chefe de gabinete do Presidente Barack Obama. </P><br />
<P>Esta condenação motivou um conjunto de ativistas de extrema-direita a protestar contra a cerimónia da maioridade do seu filho em Jerusalém, no ano seguinte, alguns dos quais foram detidos.</P><br />
<P>Um destes ativistas detidos é o atual ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, de quem Emanuel notou, de forma seca, que representa o rumo político de Israel nos últimos 15 anos. </P><br />
<P>Antes do discurso, Emanuel realçou que constatou um forte sentimento, entre os seus interlocutores, de abandono a que se consideram sujeitos pelo governo, o que, confessou, o surpreendeu.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787174]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Rússia critica &#8220;decisões irresponsáveis&#8221; da NATO sobre a invasão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia classificou hoje de "irresponsáveis" os compromissos assumidos pela NATO em favor da Ucrânia na sua última cimeira na Turquia, acusando ainda os estados europeus de se prepararem "para um conflito armado" com Moscovo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Rússia classificou hoje de &#8220;irresponsáveis&#8221; os compromissos assumidos pela NATO em favor da Ucrânia na sua última cimeira na Turquia, acusando ainda os estados europeus de se prepararem &#8220;para um conflito armado&#8221; com Moscovo.</P><br />
<P>Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo criticou os países membros da Aliança Atlântica por tomarem &#8220;decisões irresponsáveis suscetíveis de conduzir a uma catástrofe&#8221; e por se concentrarem na &#8220;militarização do continente europeu&#8221;.</P><br />
<P>Os chefes de Estado e de Governo da NATO reiteraram hoje o seu &#8220;apoio inabalável&#8221; à Ucrânia e anunciaram um financiamento de 70 mil milhões de euros este ano, comprometendo-se a manter níveis &#8220;pelo menos equivalentes&#8221; em 2027.</P><br />
<P>&#8220;A Ucrânia contribui para a segurança transatlântica e os aliados permanecem unidos no nosso compromisso inabalável para a Ucrânia nos seus esforços para defender a sua liberdade, soberania e integridade territorial&#8221;, lê-se na declaração final da cimeira da NATO, que hoje terminou em Ancara (Turquia) e reuniu os líderes dos 32 Estados-membros da Aliança Atlântica.</P><br />
<P>Os líderes referem que os aliados europeus e o Canadá são quem está a &#8220;financiar a grande maioria da assistência em matéria de segurança prestada à Ucrânia por via bilateral e multilateral&#8221; e salientam que o apoio &#8220;deve ser equitativo, previsível e sustentável a longo prazo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Para 2026, os Aliados comprometem-se a disponibilizar 70 mil milhões de euros em equipamento militar, assistência e formação para a Ucrânia e reafirmam os seus compromissos soberanos de manter, pelo menos, níveis equivalentes de apoio em 2027&#8221;, indicam no documento final da reunião de alto nível, saudando ainda o empréstimo da União Europeia (UE) de 90 mil milhões de euros à Ucrânia.</P><br />
<P>Os chefes de Estado e de Governo da NATO abordam também a guerra no Irão nesta declaração, mas com uma breve menção numa única frase.</P><br />
<P>&#8220;Os aliados reiteram que o Irão nunca deve ter uma arma nuclear e apelam ao Irão para respeitar plenamente a liberdade de navegação no estreito de Ormuz&#8221;, afirmam.</P></p>
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