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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Revisão do Estatuto da Carreira Docente entra hoje em nova fase de negociações entre Governo e sindicatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 05:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) reúne-se esta quarta-feira, às 11h00, com o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), numa nova ronda negocial integrada no processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) reúne-se esta quarta-feira, às 11h00, com o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), numa nova ronda negocial integrada no processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD). O encontro, que decorre nas instalações do ministério, dá continuidade ao calendário definido na reunião negocial realizada a 26 de junho e terá como principal ponto da ordem de trabalhos o modelo de recrutamento e colocação de professores.</p>
<p>A reunião será dedicada ao Tema 2 do protocolo negocial, incidindo sobre o sistema de recrutamento e colocação de docentes. A FENPROF recorda que já remeteu ao MECI, no passado dia 3 de julho, o parecer sobre esta matéria, acompanhado de propostas concretas de alteração ao articulado, dentro do prazo previamente estabelecido, esperando agora discutir essas sugestões com a tutela.</p>
<p>Além da revisão do modelo de concursos de professores, a sessão negocial deverá abordar propostas de alteração ao Decreto-Lei n.º 51/2024, diploma que criou medidas excecionais e temporárias para responder à falta de docentes através do Plano +Aulas +Sucesso. Em cima da mesa estarão igualmente alterações ao Decreto-Lei n.º 80-A/2023, que define os requisitos mínimos de formação científica exigidos aos titulares de cursos pós-Bolonha para exercerem funções docentes.</p>
<p>O Ministério da Educação deverá ainda apresentar à estrutura sindical os princípios orientadores da futura revisão do Regime de Autonomia, Administração e Gestão Escolar, bem como as linhas gerais para a criação do futuro Estatuto do Diretor, duas matérias que integram igualmente o processo de reforma em curso no setor da educação.</p>
<p><strong>FENPROF critica ausência de documentos antes da reunião</strong><br />
Apesar da extensa agenda prevista para esta quarta-feira, a FENPROF manifesta preocupação com a forma como o processo negocial tem decorrido. A federação sublinha que, até ao momento da reunião, não recebeu qualquer documento de trabalho relativo às matérias que serão discutidas, considerando que esta situação &#8220;consolida uma prática negocial muito pouco adequada a um processo negocial urgente&#8221;.</p>
<p>A organização sindical entende que a ausência prévia de documentação dificulta uma análise aprofundada das propostas e compromete a qualidade das negociações sobre temas considerados estruturantes para a carreira docente e para o funcionamento das escolas.</p>
<p>A delegação da FENPROF será constituída pela Comissão Negociadora, acompanhada por elementos do Secretariado Nacional da federação. No final da reunião, os secretários-gerais da estrutura sindical estarão disponíveis para prestar declarações aos jornalistas, momento em que deverão fazer um primeiro balanço da sessão negocial e das posições assumidas pelo Ministério da Educação relativamente às propostas em discussão.</p>
<p>O encontro desta quarta-feira representa mais um passo no processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente, uma negociação que abrange matérias consideradas centrais para o futuro da profissão docente, incluindo os concursos de colocação, os mecanismos de recrutamento, as medidas de combate à escassez de professores e alterações ao modelo de gestão das escolas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792006]]></sapo:autor>
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		<title>Atenção pais: Hoje é o último dia para matrículas do 10.º e 12.º anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 05:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Termina esta quarta-feira o prazo para a realização das matrículas e renovações de matrícula dos alunos que vão frequentar o 10.º e o 12.º anos de escolaridade no ano letivo 2026/2027. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Termina esta quarta-feira o prazo para a realização das matrículas e renovações de matrícula dos alunos que vão frequentar o 10.º e o 12.º anos de escolaridade no ano letivo 2026/2027. O período, que teve início a 15 de julho, encerra hoje, concluindo assim o calendário definido pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação para o processo de matrículas deste ano letivo.</p>
<p>O calendário foi estabelecido através de despacho assinado pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, abrangendo toda a escolaridade obrigatória, desde a educação pré-escolar até ao ensino secundário. O processo decorreu de forma faseada ao longo dos últimos meses, permitindo distribuir as matrículas por diferentes anos de escolaridade e facilitar a organização das escolas antes do arranque do próximo ano letivo.</p>
<p><strong>Calendário das matrículas ficou dividido por quatro fases</strong><br />
O processo arrancou entre 22 de abril e 1 de junho para a educação pré-escolar e para o 1.º ano do ensino básico. Seguiu-se o período entre 16 e 29 de junho, destinado aos alunos dos 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos.</p>
<p>Posteriormente, entre 1 e 13 de julho, decorreu a fase reservada aos estudantes dos 2.º, 3.º, 4.º e 5.º anos, ficando a última etapa, correspondente aos alunos dos 10.º e 12.º anos, calendarizada entre 15 e 22 de julho, terminando precisamente esta quarta-feira.</p>
<p>O despacho determina ainda que, caso o último dia do prazo coincidisse com um sábado, domingo ou feriado, a data-limite seria automaticamente transferida para o primeiro dia útil seguinte. No entanto, este ano o calendário termina numa quarta-feira, não sendo necessária qualquer alteração.</p>
<p><strong>Nem todas as famílias precisam de renovar a matrícula</strong><br />
Apesar de terminar hoje o prazo para os alunos do 10.º e 12.º anos, importa recordar que a renovação da matrícula continua, na maioria dos casos, a ser efetuada automaticamente pelo sistema, dispensando qualquer intervenção dos encarregados de educação.</p>
<p>Contudo, existem situações em que a formalização da matrícula continua a ser obrigatória. É o caso dos alunos que mudam de escola, transitam de ciclo de ensino, alteram o encarregado de educação ou efetuam mudanças nas opções curriculares. Nestas circunstâncias, o processo deve ser concluído dentro do prazo correspondente ao respetivo ano de escolaridade, sob pena de criar constrangimentos na organização do próximo ano letivo.</p>
<p><strong>Divulgação das listas segue calendário próprio</strong><br />
O despacho estabelece igualmente os prazos para a divulgação das listas de alunos inscritos e admitidos. No caso da educação pré-escolar e do 1.º ano do ensino básico, as listas de inscritos devem ser publicadas até 16 de junho.</p>
<p>Para os restantes anos de escolaridade, as escolas dispõem de um prazo até cinco dias úteis após o encerramento do respetivo período de matrículas para divulgar as listas de inscritos.</p>
<p>Já as listas definitivas de alunos admitidos deverão ser conhecidas até ao início de julho para a educação pré-escolar e o 1.º ano, enquanto, para os restantes níveis de ensino, a publicação deverá ocorrer até ao final de julho.</p>
<p><strong>Calendário aplica-se à rede pública e ao ensino financiado pelo Estado</strong><br />
O regime de matrículas definido pelo Ministério da Educação não abrange apenas os estabelecimentos da rede pública. O calendário aplica-se igualmente aos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo com contrato de associação, bem como a outras instituições de ensino financiadas pelo Estado, incluindo as escolas profissionais.</p>
<p>Com o encerramento, esta quarta-feira, do prazo destinado aos alunos do 10.º e 12.º anos, fica concluído o processo de matrículas para o ano letivo 2026/2027, iniciando-se agora a fase de validação das inscrições e de preparação das listas definitivas pelas escolas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_744571]]></sapo:autor>
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		<title>Calor intensifica-se esta quarta-feira com máximas de até 36 ºC no interior e Algarve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 05:15:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental prepara-se para mais um dia de calor intenso esta quarta-feira, com uma subida generalizada das temperaturas máximas em várias regiões do interior e do Sul do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental prepara-se para mais um dia de calor intenso esta quarta-feira, com uma subida generalizada das temperaturas máximas em várias regiões do interior e do Sul do país. O estado do tempo continuará marcado por céu pouco nublado ou limpo, ambiente seco e vento predominantemente de oeste, num cenário que favorecerá o aquecimento do território, sobretudo longe da faixa costeira. Em muitas localidades do interior, os termómetros deverão subir entre dois e três graus face aos valores registados na terça-feira, tornando esta quarta-feira o dia mais quente da semana em termos de intensidade e abrangência geográfica.</p>
<p>Segundo as previsões do portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/calor-aperta-interior-de-portugal-e-algarve-na-quarta-22-de-julho-35-c-ou-mais-previstos-nestas-4-capitais-distritais.html" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, as temperaturas mais elevadas deverão concentrar-se no interior Norte, Centro e Alentejo, bem como no Sotavento Algarvio. As quatro capitais de distrito mais quentes serão Bragança e Évora, ambas com uma máxima prevista de 36 ºC, seguindo-se Castelo Branco e Beja, onde os termómetros deverão atingir os 35 ºC. Muito próximas destes valores estarão ainda Vila Real e Portalegre, com máximas de 34 ºC. No restante território, as previsões apontam para 32 ºC em Faro, 30 ºC em Lisboa e Coimbra, 31 ºC em Viseu e 24 ºC no Porto, onde a influência marítima continuará a limitar a subida da temperatura.</p>
<p>Entre esta quarta-feira e quinta-feira, o tempo manter-se-á estável em praticamente todo o continente, com predomínio de céu limpo ou pouco nublado. Ainda assim, prevê-se a formação de nebulosidade durante a manhã em grande parte da faixa costeira ocidental e, pontualmente, em algumas zonas do interior. Essa diferença entre litoral e interior continuará a refletir-se nas temperaturas, uma vez que a proximidade do oceano Atlântico favorecerá a persistência de nuvens baixas durante as primeiras horas do dia junto à costa, impedindo um aquecimento tão acentuado como o esperado nas regiões interiores.</p>
<p>A subida das temperaturas resulta da deslocação ligeira para noroeste de uma bolsa de ar frio, permitindo o reforço da crista subtropical sobre a Península Ibérica. Esta configuração atmosférica favorecerá a entrada de uma massa de ar quente e seco proveniente do Norte de África e do interior de Espanha, transportada de sul para norte e de leste para oeste, atingindo sobretudo o interior e a metade oriental de Portugal continental, incluindo o Sotavento Algarvio.</p>
<p>As previsões indicam que várias zonas do país poderão registar temperaturas máximas entre 35 ºC e 39 ºC, especialmente nos vales do Douro, Tua e Sabor, na Beira Baixa, no Alentejo e no Sotavento Algarvio. Paralelamente, os mapas de anomalia térmica apontam para valores acima da média para esta época do ano em praticamente todo o território continental, com desvios positivos entre 2 ºC e 4 ºC, podendo atingir cerca de 7 ºC em algumas áreas do interior Norte.</p>
<p>Além da circulação de ar quente, outros fatores meteorológicos e geográficos contribuirão para o aumento das temperaturas. O predomínio de céu limpo ou com muito pouca nebulosidade permitirá uma maior incidência da radiação solar durante o dia, enquanto o processo de subsidência associado às altas pressões favorecerá o aquecimento da massa de ar. Em zonas de vale, como os vales do Douro e do Guadiana, a própria configuração do relevo potenciará uma maior acumulação de calor ao longo do dia, permitindo que as localidades aí situadas atinjam temperaturas superiores às registadas nas áreas envolventes.</p>
<p>Apesar deste episódio de calor, a previsão aponta para que a situação seja de curta duração. O aquecimento deverá concentrar-se essencialmente entre esta quarta-feira e quinta-feira, mantendo-se o tempo seco e estável antes de uma alteração das condições atmosféricas prevista para os dias seguintes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791997]]></sapo:autor>
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		<title>Trump suaviza tom sobre alegada interferência chinesa antes de encontro diplomático</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 05:06:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, suavizou hoje o tom sobre as alegadas interferências da China nas eleições presidenciais de 2020, antes do encontro entre o secretário de Estado, Marco Rubio, e o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, suavizou hoje o tom sobre as alegadas interferências da China nas eleições presidenciais de 2020, antes do encontro entre o secretário de Estado, Marco Rubio, e o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi.</P><br />
<P>&#8220;Vamos falar com eles sobre isso&#8221;, afirmou Trump aos jornalistas, referindo-se às acusações de interferência eleitoral dirigidas à China na semana passada.</P><br />
<P>O chefe de Estado norte-americano acrescentou, contudo, que os alegados acontecimentos &#8220;ocorreram há muito tempo&#8221; e admitiu que &#8220;a China pode ser um pouco diferente hoje do que era nessa altura&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Eles fazem-nos coisas e nós fazemos-lhes coisas. Para ser honesto, também lhes fazemos coisas. Não é uma rua de sentido único, mas vamos falar sobre isso&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Segundo o jornal de Hong Kong South China Morning Post, que cita fontes familiarizadas com os preparativos, Rubio e Wang deverão reunir-se hoje, à margem dos encontros ministeriais da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), na capital filipina.</P><br />
<P>O encontro ocorre menos de uma semana depois de Trump ter acusado Pequim de protagonizar &#8220;o maior comprometimento de dados eleitorais da história&#8221;, alegando que a China obteve ilicitamente mais de 200 milhões de registos de eleitores norte-americanos.</P><br />
<P>A embaixada chinesa em Washington rejeitou as acusações, classificando-as como &#8220;calúnias completamente infundadas&#8221; e reiterando que Pequim segue o princípio da não ingerência nos assuntos internos de outros países.</P><br />
<P>&#8220;A China não tem interesse nem nunca interferiu nas eleições dos Estados Unidos&#8221;, afirmou o porta-voz da missão diplomática, Liu Chang, citado pelo jornal.</P><br />
<P>Questionado no domingo sobre se iria abordar o tema com Wang, Rubio recusou revelar a agenda do encontro, alegando tratar-se de &#8220;assuntos delicados&#8221;.</P><br />
<P>O secretário de Estado indicou que continua prevista para setembro uma visita do Presidente chinês, Xi Jinping, aos Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;Quando existem dois países grandes e poderosos como os Estados Unidos e a China, haverá sempre divergências e assuntos em que não concordamos. Mas cabe a países importantes como os nossos continuar a dialogar e a manter uma relação&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>As relações entre Washington e Pequim continuam marcadas por disputas comerciais, restrições tecnológicas, controlos às exportações e medidas recíprocas contra empresas dos dois países.</P><br />
<P>Na segunda-feira, Trump assinou ainda uma ordem executiva para reduzir, a partir de janeiro de 2027, a dependência dos fornecedores militares norte-americanos de cadeias de abastecimento ligadas a &#8220;adversários estrangeiros&#8221;, numa medida destinada a reforçar o acesso dos Estados Unidos a minerais críticos utilizados na defesa.</P><br />
<P>Embora a ordem executiva não mencione explicitamente a China, o documento refere a necessidade de proteger as cadeias de abastecimento norte-americanas &#8220;numa era de renovada competição entre grandes potências&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792249]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Chinesa Zhongji prepara maior entrada em bolsa da Ásia em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 05:02:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A fabricante chinesa de transcetores ópticos Zhongji Innolight vai realizar este mês a maior oferta pública inicial da Ásia em 2026, esperando arrecadar 63,3 mil milhões de dólares de Hong Kong (7,1 mil milhões de euros).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A fabricante chinesa de transcetores ópticos Zhongji Innolight vai realizar este mês a maior oferta pública inicial da Ásia em 2026, esperando arrecadar 63,3 mil milhões de dólares de Hong Kong (7,1 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Num comunicado enviado hoje à bolsa daquela região administrativa especial chinesa, a empresa indicou que prevê vender 54,5 milhões de ações por 1.010 dólares de Hong Kong (113 euros) cada. </P><br />
<P>A tecnológica reservou ainda uma opção para colocar 15% de ações adicionais, que poderá elevar a oferta para 62,7 milhões de ações e permitir atingir o montante máximo previsto.</P><br />
<P>A estreia em bolsa está marcada para 30 de julho, apenas três dias depois da prevista entrada em bolsa, em Xangai, da fabricante chinesa de chips de memória ChangXin Memory Technologies (CXMT), cuja operação poderá angariar até 9,8 mil milhões de dólares (8,6 mil milhões de euros), tornando-se a segunda maior oferta pública inicial (IPO) da história da China continental e a maior da Ásia desde 2022.</P><br />
<P>Segundo a imprensa local, a operação da Zhongji será a maior realizada em Hong Kong desde a entrada em bolsa da gigante chinesa do comércio eletrónico Alibaba, que captou 12,9 mil milhões de dólares (11,3 mil milhões de euros) em 2019.</P><br />
<P>O jornal South China Morning Post refere que quase metade das ações colocadas à venda já foi reservada por investidores institucionais, entre os quais a BlackRock, a Temasek e o fundo canadiano de pensões CPPIB.</P><br />
<P>A Zhongji já está cotada na Bolsa de Shenzhen desde 2012, onde as suas ações valorizaram cerca de 497% nos últimos 12 meses. O preço definido para a oferta em Hong Kong representa um desconto de 23% face à cotação em Shenzhen.</P><br />
<P>Com uma capitalização bolsista de cerca de 186 mil milhões de dólares (163 mil milhões de euros), a empresa fabrica transcetores óticos, componentes essenciais para centros de dados de inteligência artificial (IA), sendo fornecedora de grupos tecnológicos como a Nvidia, a Alphabet (Google) e a Meta.</P><br />
<P>Fundada em 1987 e sediada em Longkou, na província oriental de Shandong, a Zhongji é um dos três maiores fabricantes chineses destes equipamentos, juntamente com a Eoptolink e a TFC Communication, que também deverão avançar com ofertas secundárias em Hong Kong.</P><br />
<P>O forte crescimento da procura ligada à IA permitiu à empresa aumentar o lucro líquido em 262% no primeiro trimestre, para o equivalente a 842 milhões de dólares (738 milhões de euros), enquanto as receitas cresceram 192% em termos homólogos.</P></p>
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		<item>
		<title>Seguro abre fórum económico no segundo dia de visita a Cabo Verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 05:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, participa hoje, na cidade da Praia, na abertura do fórum económico Cabo Verde -- Portugal para identificar novas oportunidades de negócio entre os dois países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, participa hoje, na cidade da Praia, na abertura do fórum económico Cabo Verde &#8212; Portugal para identificar novas oportunidades de negócio entre os dois países.</P><br />
<P>O evento está marcado para as 10:00 (12:00 em Lisboa) na sede do banco central, na cidade da Praia.</P><br />
<P>António José Seguro anunciou na terça-feira que o Governo português está a preparar uma linha de crédito de 100 milhões de euros para ajudar empresas a apostar no arquipélago.</P><br />
<P>Cabo Verde tem vários investimentos à vista.</P><br />
<P>O país assinou com a União Europeia (UE), em 2024, um pacote financeiro que já ascende a 378 milhões de euros para apoiar a economia azul, modernização digital e transição energética.</P><br />
<P>Vários projetos têm concursos a decorrer, com empresas portuguesas envolvidas.</P><br />
<P>São investimentos relacionados, por exemplo, com a modernização de infraestruturas de telecomunicações, portos e a construção de uma central hídrica que servirá de armazenamento intermédio para energias renováveis na ilha de Santiago.</P><br />
<P>Para já, o comércio tem sido uma área privilegiada: Portugal reforçou a posição de principal país de origem das importações de mercadorias de Cabo Verde no primeiro trimestre de 2026, com 114,2 milhões de euros, quase metade do total importado.</P><br />
<P>Os setores do turismo e atividade imobiliária turística concentram 90% do investimento estrangeiro no arquipélago, com cerca de metade desse montante na ilha de Santiago, seguindo-se as ilhas do Sal, São Vicente e Boa Vista.</P><br />
<P>Portugal foi o maior país de origem de investimento identificado no primeiro trimestre deste ano, com 11,8 milhões de euros, cerca de 34% do total.</P><br />
<P>O fórum económico de hoje é organizado pelo Governo de Cabo Verde, através da Agência Cabo-verdiana de Investimentos e Exportação (CVTI), em parceria com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).</P><br />
<P>A agenda de António José Seguro desta quarta-feira inclui uma sessão solene na Assembleia Nacional, um encontro no Palácio do Governo com Francisco Carvalho, novo primeiro-ministro de Cabo Verde, empossado há cerca de um mês, e uma passagem pelos paços do concelho da cidade da Praia, onde Seguro receberá as chaves da cidade.</P><br />
<P>A cooperação bilateral no domínio da segurança marítima vai ser o tema do almoço a bordo do navio Bartolomeu Dias da Marinha Portuguesa, atracado no porto da Praia.</P><br />
<P>Durante a tarde, haverá uma visita ao Museu da Resistência, no Tarrafal, e uma visita à Cidade Velha, berço da nação cabo-verdiana.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792246]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismos: Número de mortos aumenta para 5.346</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 04:58:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos na sequência do duplo sismo que atingiu o Venezuela há quase um mês subiu para 5.346, segundo o último balanço oficial divulgado esta terça-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos na sequência do duplo sismo que atingiu o Venezuela há quase um mês subiu para 5.346, segundo o último balanço oficial divulgado esta terça-feira.</P><br />
<P>Dois abalos de magnitude 7,2 e 7,5 sacudiram a 24 de junho o norte do país, em particular o estado costeiro de La Guaira, próximo da capital Caracas.</P><br />
<P>De acordo com o relatório diário publicado pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, 5.346 pessoas perderam a vida na catástrofe, contra 5.278 registadas no dia anterior. O número de feridos mantém-se em 16.740.</P><br />
<P>Em La Guaira, equipas de socorro e voluntários continuam a procurar corpos sob os escombros dos edifícios colapsados. Pelo menos 23.122 pessoas desalojadas vivem em campamentos improvisados em estádios, praças ou passeios, muitas vezes sem acesso a água potável ou saneamento.</P><br />
<P>A presidente interina, Delcy Rodríguez, atribuiu na segunda-feira apartamentos num complexo de habitação social em Caracas a cerca de 200 famílias que perderam o lar, prometendo entregar 4.000 casas ainda este ano.</P><br />
<P>Segundo os números oficiais, mais de 850 edifícios foram danificados e 190 ruíram totalmente. As autoridades não avançaram dados sobre desaparecidos, mas a ONU estimou, dois dias após o desastre, que poderiam chegar a 50.000, embora outras projeções apontem para cerca de 10.000.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792245]]></sapo:autor>
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		<title>Casa da Arquitetura, José Tolentino Mendonça e José Luís Peixoto na FLIP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 04:45:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Autores como José Tolentino Mendonça e Ana Paula Tavares, "Viagens Literárias" propostas por José Luís Peixoto e Mar Becker, e a programação da Casa da Arquitetura marcam a Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), no Brasil, que começa hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Autores como José Tolentino Mendonça e Ana Paula Tavares, &#8220;Viagens Literárias&#8221; propostas por José Luís Peixoto e Mar Becker, e a programação da Casa da Arquitetura marcam a Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), no Brasil, que começa hoje.</P><br />
<P>A FLIP decorre este ano até dia 26, com um programa que homenageia a poetisa brasileira Orides Fontela (1940-1998), vencedora do Prémio Jabuti (1983), reunindo ainda autores como José Tolentino Mendonça, Djaimilia Pereira de Almeida e Ana Paula Tavares, Andrea del Fuego, Cármen Lúcia, Cláudia Lucas Chéu, Conceição Evaristo, Marília Garcia e Milton Hatoum, Andrei Kurkov, Kamel Daoud, Maria Reva e Zadie Smith.</P><br />
<P>A &#8220;Casa de Portugal: Viagens Literárias&#8221;, com curadoria de José Luís Peixoto e Mar Becker, vai propor 15 mesas com autores portugueses, brasileiros, angolanos e guineenses, num percurso por &#8220;diferentes paisagens da literatura em língua portuguesa&#8221;, mobilizando escritores como Ondjaki, Tatiana Salem Levy, Florbela Paraíba, Ana Suy, Mariana Salomão Carrara, João Gabriel Lima, Elisseu Banori e Fernando Pinto do Amaral, entre muitos outros. </P><br />
<P>Os escritores Valter Hugo Mãe e Ignácio de Loyola Brandão e o arquiteto Solano Benítez participam, por seu lado, na estreia da Casa da Arquitetura com programação própria na FLIP+, a par de mais de meia centena de convidados portugueses e brasileiros que estarão presentes em 16 mesas de debate, lançamentos editoriais e encontros dedicados à literatura, arquitetura, património, território, ambiente e alterações climáticas, segundo a programação divulgada pela Casa da Arquitetura &#8212; Centro Português de Arquitetura, responsável pela curadoria.</P><br />
<P>A iniciativa resulta de uma parceria entre a Casa da Arquitetura e o festival literário, no âmbito do programa FLIP+, que tem por objetivo ampliar abordagens e &#8220;articular novas vozes, linguagens e canais de diálogo&#8221;, a par da programação geral de raiz literária do festival.</P><br />
<P>No âmbito desta parceria com a Casa da Arquitetura, a programação abre com &#8220;Quando o século&#8221;, encontro entre o escritor português Valter Hugo Mãe e a romancista brasileira Carla Madeira, dedicado ao tempo presente, à memória, à fragilidade humana e ao papel da literatura perante desafios do século XXI.</P><br />
<P>Valter Hugo Mãe regressará ao programa no último dia para conversar com o escritor brasileiro Ignácio de Loyola Brandão sobre memória coletiva, transformações sociais e a capacidade de a literatura imaginar futuros possíveis.</P><br />
<P>A arquitetura e o território ocupam um lugar central nesta FLIP+, com criadores como o arquiteto paraguaio Solano Benítez, Leão de Ouro da Bienal de Veneza, a arquiteta portuguesa Inês Lobo e o crítico de arquitetura Fernando Serapião; com Paula Mascarenhas, Renato Ogawa e o secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Silvério Regalado, no debate sobre estratégias urbanas para as alterações climáticas; e com o presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, Luís Pedro Martins, e o diretor-executivo da Casa da Arquitetura, arquiteto Nuno Sampaio, entre outros, num debate sobre a arquitetura como fator de desenvolvimento.</P><br />
<P>Entre os participantes neste programa foram também anunciados a ministra portuguesa do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho, e o ministro brasileiro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco.</P><br />
<P>A dimensão editorial da Casa da Arquitetura estará representada com o lançamento de três publicações: &#8220;Lucio Costa Arquivo&#8221;, a partir do espólio do urbanista brasileiro depositado na instituição portuguesa; uma nova edição de &#8220;Raízes do futuro: Lucio Costa e a tradição moderna&#8221;; e &#8220;Construir o aberto. Arquitectura e verso&#8221;, que reúne poesia, arquitetura e fotografia.</P><br />
<P>&#8220;O futuro como biblioteca: palavras, utopias e distopias&#8221;, conversa proposta pelo Pelouro da Cultura da Câmara do Porto, moderada pelo vereador Jorge Sobrado, reunirá Eliana Alves Cruz, Rui Couceiro e Vivien Mercier Suarez.</P><br />
<P></P><br />
<P>AG/MAG // MAG</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792243]]></sapo:autor>
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		<title>Ligação fluvial entre o Porto e Vila Nova de Gaia retomada hoje às 17:30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 04:45:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ligação fluvial entre o Porto e Gaia vai ser retomada hoje ao público a partir das 17:30, e fará os serviços Cais do Ouro - Afurada e Ribeira - Cais de Gaia, segundo a Transportes Metropolitanos do Porto (TMP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ligação fluvial entre o Porto e Gaia vai ser retomada hoje ao público a partir das 17:30, e fará os serviços Cais do Ouro &#8211; Afurada e Ribeira &#8211; Cais de Gaia, segundo a Transportes Metropolitanos do Porto (TMP).</P><br />
<P>De acordo com informação da TMP enviada às redações, para hoje está marcada uma cerimónia de inauguração da retoma do serviço, contando com a presença dos presidentes da Câmara do Porto, Pedro Duarte, e de Gaia, Luís Filipe Menezes, ambos eleitos por coligações PSD/CDS-PP/IL.</P><br />
<P>Após a cerimónia, que decorrerá pelas 14:30 na Afurada, em Gaia, a operação para o público arranca pelas 17:30 e, na quinta-feira, entram em vigor os horários normais, com uma frequência de 30 minutos.</P><br />
<P>Os horários para as travessias Cais do Ouro &#8211; Afurada e Ribeira &#8211; Cais de Gaia são, de segunda a quinta-feira, das 07:30 às 20:00, na sexta-feira das 07:30 às 22:00, no sábado das 09:30 às 22:00 e no domingo das 09:30 às 20:00.</P><br />
<P>O anúncio da retoma da travessia foi feito no dia 15 pela TMP, e as travessias estão integradas no sistema Andante, mas podem ser adquiridos bilhetes a bordo, com custo de três euros para viagem simples ou cinco euros para ida e volta (válido apenas no mesmo dia).</P><br />
<P>Serão gratuitas para residentes do Porto com o respetivo cartão municipal Porto. e para os gaienses portadores do cartão Gaia Amiga.</P><br />
<P>Citado no comunicado de dia 15, o presidente da TMP, Nuno Neves de Sousa, afirma que estas travessias são &#8220;mais um passo na construção de uma rede de transportes públicos cada vez mais integrada, acessível e sustentável&#8221;.</P><br />
<P> No ano passado, entre o final de junho e outubro, a ligação entre o Cais do Ouro e a Afurada foi retomada no âmbito de um projeto-piloto da TMP, que teve como objetivo testar a sua viabilidade e avaliar o interesse do público por esta nova opção de transporte entre Porto e Gaia.</P><br />
<P> Durante o projeto-piloto, os passageiros podiam utilizar o Andante, mas também comprar um título a bordo com o custo de 2,25 euros.</P><br />
<P> Segundo dados oficiais da TMP facultados à Lusa em outubro, que contabilizam o período desde 01 de julho a 26 de outubro de 2025 (embora a travessia tenha começado no dia 27 de junho), no total foram transportados 25.873 passageiros, estando em causa uma média de 212 passageiros por dia.</P><br />
<P> A travessia original entre o Cais do Ouro e a Afurada, efetuada pela embarcação Flor do Gás, foi suspensa em 2020, mas foi retomada no verão de 2022, em regime excecional, durante as festas de São Pedro e o Festival Marés Vivas.</P><br />
<P> Já em 2016, foi iniciado um serviço de táxis fluvial a ligar as ribeiras de Gaia e Porto a cada 15 minutos, assegurada por duas Rabelas (embarcações inspiradas no desenho do tradicional barco Rabelo) e promovido pela empresa The Fladgate Parnership.</P><br />
<P> O serviço funcionava numa lógica de ida e volta, com cada viagem de 230 metros a demorar três minutos e a ter o custo de três euros. Cada Rabela tinha 15 metros de comprimento e capacidade para 28 passageiros.</P><br />
<P> O arranque deste serviço implicou então a montagem de um cais de acostagem com cerca de 12 metros em cada uma das margens do Douro &#8211; em frente ao Clube Fluvial Portuense, do lado de Gaia, e frente à Praça da Ribeira, no topo montante do Cais da Estiva, do lado do Porto &#8211; tendo as duas Rabelas sido batizadas &#8220;Serra do Pilar&#8221; e &#8220;Casa do Infante&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792244]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Autorizar Teerão a controlar o estreito de Ormuz criaria &#8220;precedente perigoso&#8221; &#8211; Rubio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 04:00:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, alertou hoje que permitir ao Irão controlar o estreito de Ormuz criaria um "precedente perigoso" com consequências para além do Médio Oriente, onde Teerão e Washington retomaram as hostilidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, alertou hoje que permitir ao Irão controlar o estreito de Ormuz criaria um &#8220;precedente perigoso&#8221; com consequências para além do Médio Oriente, onde Teerão e Washington retomaram as hostilidades.</P><br />
<P>&#8220;Se criarmos um precedente no Médio Oriente em que um Estado pode decidir controlar uma via marítima internacional, cobrar uma taxa e afundar navios se não se pagar, estaremos a abrir caminho a que isso se repita noutras partes do mundo, incluindo nesta região&#8221;, afirmou Rubio numa reunião com a Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) em Manila.</P><br />
<P>O responsável sublinhou que o Irão reivindica um direito &#8220;sem qualquer base jurídica existente&#8221; ao controlar o tráfego no estreito de Ormuz. </P><br />
<P>&#8220;Há um princípio fundamental de liberdade de navegação que está ameaçado. A economia mundial está em risco, tal como as regras que regem o comércio internacional há 150 anos, e não podemos deixar que isso aconteça&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O exército norte-americano lançou esta madrugada o 11.º ataque noturno contra o Irão, numa nova vaga de bombardeamentos que se soma à escalada de violência no Médio Oriente e que tem ofuscado os esforços diplomáticos do Paquistão para salvar o acordo de cessar-fogo interino, entretanto violado.</P><br />
<P>Teerão voltou a bloquear o estreito de Ormuz e Washington retomou o bloqueio de portos iranianos, num confronto que ameaça alargar-se ao mar Vermelho e agravar ainda mais a economia global.</P><br />
<P> A escalada fez subir os preços da energia, com o petróleo Brent a ultrapassar os 91 dólares (83 euros) por barril e a gasolina nos EUA atingiu em média quatro dólares (3,6 euros) por galão.</P><br />
<P>O secretário de Estado garantiu que os EUA permanecem &#8220;abertos a negociações construtivas&#8221;, mas lamentou que as autoridades iranianas &#8220;não levem as conversações a sério&#8221;. &#8220;Se forem sérios, nós também seremos. Se não forem, faremos o necessário para proteger os nossos interesses e os dos nossos aliados&#8221;, disse.</P><br />
<P>Rubio participa na reunião ministerial da ASEAN e tem previstos encontros paralelos com países do Quad (Índia, Japão, Austrália) e, mais tarde, com o ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi.</P><br />
<P>As declarações de Rubio surgem num contexto em que a região Ásia-Pacífico enfrenta também os agressivos movimentos da China no mar do Sul da China, outra rota crucial para o comércio mundial.</P><br />
<P> As Filipinas, que este ano assumem a presidência rotativa da ASEAN, foram um dos países mais atingidos pela crise energética e em março decretaram estado de &#8220;emergência energética&#8221; por um ano, para facilitar acordos de compra, incluindo pactos com a Rússia.</P><br />
<P>Na declaração final da reunião ministerial, a ASEAN renovou o apelo &#8220;a todas as partes envolvidas&#8221; para que exerçam moderação e evitem &#8220;qualquer ato que possa agravar ainda mais a situação&#8221;, reafirmando a necessidade de manter a segurança marítima e as rotas comerciais abertas.</P><br />
<P>&#8220;Expressamos a nossa profunda preocupação com qualquer medida discriminatória ou unilateral que possa impedir ou obstruir a passagem de navios pelo estreito de Ormuz&#8221;, sublinhou o texto aprovado pelos ministros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792242]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Centros de fraude &#8216;online&#8217; são ameaça à segurança nacional timorense &#8211; ONG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 03:11:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Programa de Monitorização do Sistema Judicial (JSMP, sigla em inglês) advertiu hoje que os centros de fraude 'online' em Timor-Leste são uma ameaça à segurança nacional e pediu uma resposta política clara e firme do Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Programa de Monitorização do Sistema Judicial (JSMP, sigla em inglês) advertiu hoje que os centros de fraude &#8216;online&#8217; em Timor-Leste são uma ameaça à segurança nacional e pediu uma resposta política clara e firme do Governo.</P><br />
<P>&#8220;A JSMP considera que esta situação não constitui apenas um problema de criminalidade comum, mas representa uma séria ameaça à segurança nacional, à soberania do Estado, à reputação internacional de Timor-Leste e à estabilidade social e económica do país&#8221;, advertiu a organização não-governamental em comunicado à imprensa.</P><br />
<P>As autoridades policiais de Timor-Leste detiveram nas últimas semanas mais de 400 pessoas, na sua maioria cidadãos da China, do Camboja e da Indonésia, por suspeitas de envolvimento em atividades ilegais &#8216;online&#8217;, sobretudo relacionadas com jogo ilegal e fraude.</P><br />
<P>A maioria dos detidos foi sujeita à medida de coação de apresentação periódica às autoridades e ao pagamento de uma multa.</P><br />
<P>O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) divulgou terça-feira um relatório no qual salienta que os recentes desenvolvimentos em Timor-Leste mostram a deslocação dos centros de burla do Sudeste Asiático.</P><br />
<P>O dólar como moeda nacional, a porosidade das fronteiras e a limitada capacidade das autoridades em matéria de inteligência financeira criam, segundo a UNODC, &#8220;condições muito semelhantes às vulnerabilidades inicialmente exploradas no Camboja e no Myanmar, tornando a evolução de Timor-Leste um sério motivo de preocupação para a prevenção do crime organizado na região&#8221;.</P><br />
<P>Para a JSMP, o fenómeno das atividades ilegais &#8216;online&#8217; e do crime organizado transnacional &#8220;deve ser considerado um alerta nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se o Estado não responder com rapidez e firmeza, Timor-Leste corre um risco real de se tornar num refúgio ou uma plataforma operacional para redes criminosas internacionais&#8221;, afirmou a diretora-executiva da JSMP, Ana Paula Marçal.</P><br />
<P>O JSMP salienta também que a situação pode afetar &#8220;negativamente a imagem e a credibilidade de Timor-Leste&#8221;.</P><br />
<P>No comunicado, o programa apela ao Conselho de Ministros de Timor-Leste para declarar publicamente que o combate aos centros de fraude &#8216;online&#8217; e ao crime transnacional são uma &#8220;prioridade nacional&#8221; e que aprove uma estratégica integrada para prevenir, investigar e desmantelar as redes criminosas.</P><br />
<P>A JSMP recomenda também que seja reforçada a capacidade de investigação criminal, incluindo os mecanismos de controlo dos Serviços de Migração e da monitorização de atividades empresariais suspeitas.</P><br />
<P>&#8220;O silêncio ou uma resposta limitada poderá criar a perceção de que Timor-Leste é vulnerável à infiltração de redes criminosas internacionais&#8221;, afirmou o JSMP, que pede também à comunidade internacional para aumentar o apoio técnico ao país.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792241]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>China inicia operações em mega-acelerador de partículas para simular instantes iniciais do Big Bang</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/china-inicia-operacoes-em-mega-acelerador-de-particulas-para-simular-instantes-iniciais-do-big-bang/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 03:06:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China iniciou operações num acelerador de partículas de grande escala que pretende explorar os limites dos núcleos atómicos e desvendar os processos fundamentais da matéria e do universo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China iniciou operações num acelerador de partículas de grande escala que pretende explorar os limites dos núcleos atómicos e desvendar os processos fundamentais da matéria e do universo.</P><br />
<P>Segundo a agência Xinhua, na terça-feira foi iniciada a fase de operações experimentais do Acelerador de Iões Pesados de Alta Intensidade (HIAF, na sigla em inglês) em Huizhou, na província de Guangdong, que visa explorar os limites dos núcleos atómicos, revelar processos de astrofísica nuclear e impulsionar o desenvolvimento da energia nuclear e das suas aplicações.</P><br />
<P>O professor Yang Jiancheng, vice-diretor do Instituto de Física Moderna da Academia Chinesa de Ciências e engenheiro-chefe do projeto, indicou à Xinhua que esta instalação dispõe da maior intensidade de feixe pulsado de iões pesados do mundo e do espetrómetro de anel mais preciso para medição de massas nucleares.</P><br />
<P>Aceleradores de partículas são equipamentos complexos que utilizam campos eletromagnéticos para impulsionar partículas carregadas &#8212; como eletrões, protões e iões &#8212; a velocidades próximas à da luz. </P><br />
<P>Segundo Yang, os iões pesados de alta velocidade funcionam como &#8220;balas microscópicas&#8221; que colidem com alvos, criando condições extremas de temperatura e pressão. </P><br />
<P>Construído pelo Instituto de Física Moderna, o HIAF gerou o seu primeiro feixe em outubro de 2025, após sete anos de obras. A estrutura estende-se por 80 acres e inclui uma linha de feixe de dois quilómetros situada a 13 metros de profundidade.</P><br />
<P>Trata-se de um dos maiores aceleradores de iões do mundo, capaz de acelerar todos os tipos de iões, com uma linha de feixe total de dois quilómetros, mais de 6.000 conjuntos de equipamentos de grande porte e quase cinco milhões de componentes.</P><br />
<P>Na fase de testes, a instalação atingiu níveis inéditos de intensidade para feixes de oxigénio e bismuto, superando os recordes internacionais anteriores em três vezes e 7,5 vezes, respetivamente.</P><br />
<P>Em termos de investigação fundamental, o HIAF permitirá simular ambientes extremos como o interior das estrelas, explosões de supernovas e os primeiros instantes do Big Bang, ajudando a explorar a estrutura profunda da matéria.</P><br />
<P>No plano das aplicações, o acelerador poderá testar a resistência à radiação de naves espaciais, apoiar o desenvolvimento da energia nuclear e facilitar a investigação de materiais funcionais. </P><br />
<P>Na área médica, por exemplo, deverá contribuir para avanços significativos na terapia contra o cancro com iões pesados e na criação de novos radiofármacos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792240]]></sapo:autor>
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		<title>Reserva financeira de Macau com recorde histórico em maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 03:05:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os ativos da reserva financeira de Macau atingiram em maio um novo recorde máximo, pelo sexto mês consecutivo, de mais de 700 mil milhões de patacas (75,9 mil milhões de euros), anunciou hoje a Autoridade Monetária de Macau (AMCM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os ativos da reserva financeira de Macau atingiram em maio um novo recorde máximo, pelo sexto mês consecutivo, de mais de 700 mil milhões de patacas (75,9 mil milhões de euros), anunciou hoje a Autoridade Monetária de Macau (AMCM).</P><br />
<P>Um balanço publicado pelo regulador financeiro no Boletim Oficial do território mostra que a reserva valia, no final de maio, 702,3 mil milhões de patacas (76,2 mil milhões de euros), valor correspondente a um crescimento homólogo de 9,6%.</P><br />
<P>Já no final de abril, a reserva financeira estava nos 697,3 mil milhões de patacas (75,2 mil milhões de euros), pelo que o valor apresentado hoje representa uma subida em cadeia de 0,7%, de acordo com os dados da Autoridade Monetária de Macau (AMCM).</P><br />
<P>Desde o final de 2025, a reserva registou uma valorização de 35,6 mil milhões de patacas (3,86 mil milhões de euros).</P><br />
<P>O valor da reserva extraordinária no final de maio deste ano era de 518,4 mil milhões de patacas (56,3 mil milhões de euros) e a reserva básica, equivalente a 150% do orçamento público de Macau, era de 163,6 mil milhões de patacas (17,8 mil milhões de euros), ainda de acordo com a AMCM.</P><br />
<P>A reserva financeira de Macau é maioritariamente composta por 300,7 mil milhões de patacas (32,6 mil milhões de euros) em investimentos subcontratados; depósitos e contas correntes no valor de 291,8 mil milhões de patacas (31,7 mil milhões de euros) e títulos de crédito no montante de 106,8 mil milhões de patacas (11,6 mil milhões de euros).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792239]]></sapo:autor>
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		<title>Fraudes digitais e drogas sustentam &#8220;economia criminosa multinacional&#8221; na Ásia &#8211; ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 02:26:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O crime organizado no Sudeste Asiático transformou-se em "economia multinacional" capaz de desafiar Estados, com perdas anuais superiores a 100 mil milhões de dólares (91 mil milhões de euros) em fraudes, alertou um novo relatório das Nações Unidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O crime organizado no Sudeste Asiático transformou-se em &#8220;economia multinacional&#8221; capaz de desafiar Estados, com perdas anuais superiores a 100 mil milhões de dólares (91 mil milhões de euros) em fraudes, alertou um novo relatório das Nações Unidas.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a assistir a uma mudança em que grupos que antes atuavam apenas nos seus territórios e especialidades criminais operam agora em múltiplos mercados ilícitos ao mesmo tempo, recorrendo às mesmas cadeias de serviços&#8221;, disse a representante regional do Gabinete das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (UNODC), Delphine Schantz, num comunicado.</P><br />
<P>O estudo, intitulado &#8216;Um Ecossistema Criminal Interconectado: Avaliação da Ameaça do Crime Organizado Transnacional no Sudeste Asiático 2026&#8217;, descreve como diferentes atividades ilícitas &#8212; do tráfico de pessoas à fraude cibernética &#8212; estão a ser integradas numa infraestrutura financeira e operacional comum.</P><br />
<P>Segundo o relatório, o crime organizado está a deslocar-se do tráfico de bens físicos para a venda de serviços digitais, como fraudes online e liquidações financeiras em plataformas, difíceis de rastrear. </P><br />
<P>As perdas anuais com esquemas fraudulentos em 2025 foram estimadas entre 88,3 mil milhões e 114,1 mil milhões de dólares (80 a 103 mil milhões de euros), superando o PIB de vários países da região.</P><br />
<P>A expansão levou ao aumento do tráfico de pessoas para atividades criminosas forçadas, com vítimas de, pelo menos, 80 países, identificadas em complexos de fraude na região, com redes de recrutamento que procuram alargar o alcance à Europa e América do Norte.</P><br />
<P>O relatório sublinha que o Triângulo Dourado continua a ser o principal centro de produção de metanfetaminas, ketamina e heroína, com um valor anual estimado entre 75 mil milhões e 109,7 mil milhões de dólares (68 a 99 mil milhões de euros). </P><br />
<P>O texto destaca também o Triângulo Sulu-Celebes, entre Indonésia, Malásia e Filipinas, como novo corredor estratégico para contrabando marítimo, incluindo tecnologia usada em operações de fraude.</P><br />
<P>Entre os mercados emergentes, a investigação da ONU aponta para o risco crescente da convergência entre jogos online e apostas ilegais, que torna os jovens particularmente vulneráveis. &#8220;A linha entre jogo digital e jogo de azar está cada vez mais difusa&#8221;, alertou Schantz.</P><br />
<P>O relatório identifica ainda tendências tecnológicas como inteligência artificial generativa, &#8216;deep fakes&#8217; e fraudes automatizadas, incluindo &#8220;malvertising&#8221;, que explora redes de publicidade legítimas para disseminar malware.</P><br />
<P>&#8220;Uma estratégia centrada apenas na disrupção não funciona&#8221;, disse Schantz. &#8220;É preciso atacar os motores do crime, prevenir e seguir o dinheiro. A apreensão de lucros ilícitos enfraquece estas redes e protege potenciais vítimas&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792238]]></sapo:autor>
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		<title>Trump aprova acordo nuclear que poderá permitir à Arábia Saudita enriquecer urânio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 02:22:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou um acordo com a Arábia Saudita que poderá vir a dotar o reino de capacidade de enriquecimento de urânio para o seu programa nuclear civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou um acordo com a Arábia Saudita que poderá vir a dotar o reino de capacidade de enriquecimento de urânio para o seu programa nuclear civil.</P><br />
<P>Prevê-se que o acordo tenha uma duração de 30 anos e que envolva empresas norte-americanas no desenvolvimento do programa. O acordo poderá permitir a construção de uma instalação de enriquecimento de urânio na Arábia Saudita, na sequência de um estudo conjunto entre os Estados Unidos e a Arábia Saudita.</P><br />
<P>A notícia foi inicialmente avançada Wall Street Journal e confirmada à agência Associated Press por duas fontes não autorizadas a comentar publicamente sobre a decisão, ainda por anunciar formalmente, que deverá acontecer ainda hoje. A Casa Branca não respondeu de imediato a um pedido de comentário sobre a decisão.</P><br />
<P>Tanto Trump como o ex-presidente Joe Biden tentaram chegar a um acordo nuclear com o reino para partilhar tecnologia norte-americana.</P><br />
<P>Especialistas em não-proliferação alertam que quaisquer centrifugadoras em funcionamento na Arábia Saudita poderiam abrir a porta a um possível programa de armas do reino, algo que o príncipe herdeiro sugeriu que poderia levar a cabo, caso Teerão obtivesse uma bomba nuclear.</P><br />
<P>A Arábia Saudita e o Paquistão, que possui armas nucleares, já assinaram um pacto de defesa mútua depois de Israel ter lançado um ataque contra o Qatar, visando responsáveis do Hamas. </P><br />
<P>O ministro da Defesa do Paquistão afirmou na altura que o programa nuclear do seu país &#8220;será colocado à disposição&#8221; da Arábia Saudita, se necessário, algo que foi interpretado como um aviso a Israel, há muito considerado o único Estado do Médio Oriente com armas nucleares.</P><br />
<P>O enriquecimento de urânio não é um caminho automático para uma arma nuclear &#8212; um país tem de dominar outras etapas, incluindo a utilização de explosivos de alta potência sincronizados, por exemplo. Mas abre a porta à militarização, o que tem alimentado as preocupações do Ocidente relativamente ao programa do Irão.</P><br />
<P>Os Emirados Árabes Unidos, vizinhos da Arábia Saudita, assinaram o chamado &#8220;acordo 123&#8221; com os Estados Unidos para construir uma central nuclear de Barakah com a assistência da Coreia do Sul. </P><br />
<P>No entanto, os EAU fizeram-no sem procurar o enriquecimento, algo que os especialistas em não-proliferação têm apontado como o &#8220;padrão de excelência&#8221; para as nações que pretendem energia atómica.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792237]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump quer que Infantino se candidate a secretário-geral da ONU &#8211; jornal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 01:44:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O jornal norte-americano New York Post avançou terça-feira que O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderá apoiar o líder da FIFA, Gianni Infantino, como candidato a próximo secretário-geral das Nações Unidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O jornal norte-americano New York Post avançou terça-feira que O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderá apoiar o líder da FIFA, Gianni Infantino, como candidato a próximo secretário-geral das Nações Unidas.</P><br />
<P>De acordo com o jornal, que cita fontes não identificadas, Trump considera que Infantino, de 56 anos, é uma figura respeitada internacionalmente e com capacidade para unir diferentes setores, avaliação que resulta em parte da relação estreita desenvolvida entre ambos durante a organização do Mundial de 2026.</P><br />
<P>O sucessor do português António Guterres, cujo mandato termina em dezembro, será escolhido este ano. A nomeação exige primeiro a recomendação do Conselho de Segurança da ONU, onde os EUA têm poder de veto, antes de ser confirmada pela Assembleia-Geral.</P><br />
<P>Durante os dois mandatos, Trump manteve uma relação tensa com a ONU, questionando o papel dos organismos multilaterais e retirando os EUA do Acordo de Paris sobre o clima, da Organização Mundial da Saúde e do Conselho de Direitos Humanos.</P><br />
<P>A ligação entre Trump e Infantino intensificou-se durante o Mundial de 2026, organizado por EUA, México e Canadá, com várias aparições juntos em eventos ligados ao torneio. </P><br />
<P>Em dezembro, o Presidente norte-americano recebeu o primeiro Prémio da Paz da FIFA, atribuído pelo organismo dirigido pelo dirigente suíço.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792236]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Grupo hoteleiro Meliá deixa Cuba devido a dificuldades geradas por sanções dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 01:38:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A cadeia hoteleira espanhola Meliá declarou esta terça-feira que encerrará completamente as operações em Cuba, desferindo um duro golpe na indústria do turismo da ilha, que enfrenta sanções e um bloqueio energético imposto pelos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A cadeia hoteleira espanhola Meliá declarou esta terça-feira que encerrará completamente as operações em Cuba, desferindo um duro golpe na indústria do turismo da ilha, que enfrenta sanções e um bloqueio energético imposto pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>Um comunicado da empresa informou que a decisão, que entrará em vigor na sexta-feira, se deveu às &#8220;significativas dificuldades operacionais, legais, económicas e financeiras que afetaram persistentemente, e continuam a afetar, o ambiente&#8221; em Cuba.</P><br />
<P>A indústria do turismo de Cuba era anteriormente um motor da economia do país. A decisão da Meliá surge após novas sanções anunciadas pelos EUA a 13 de julho, que colocaram na lista negra o Ministério do Turismo de Cuba, parceiro de negócios de mais de uma dúzia de hotéis que a cadeia hoteleira ainda operava na ilha.</P><br />
<P>A cadeia já tinha suspendido anteriormente a gestão de 15 hotéis que operava através de um acordo com uma agência de turismo gerida pela GAESA, um conglomerado empresarial militar cubano que foi sancionado pelos EUA em maio. A empresa retirou agora completamente os seus negócios de Cuba.</P><br />
<P>A Meliá chegou a possuir 34 hotéis de cinco estrelas em Cuba, predominantemente em Havana, a capital do país, e em localizações idílicas como a estância de Varadero. Era também uma cadeia altamente simbólica para a ilha, no seguimento da abertura ao turismo da nação caribenha após o colapso da União Soviética, há mais de 35 anos.</P><br />
<P>As medidas dos EUA contra empresas que operam em Cuba incluem o congelamento dos seus ativos e o encerramento das suas contas nos EUA &#8212; o que significa que deixam de poder operar no mercado financeiro americano &#8212; e também proibições de viagem para os seus acionistas, investidores e funcionários.</P><br />
<P>Os EUA intensificaram a pressão sobre a ilha após a captura do então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em janeiro, procurando a queda do Governo cubano e mudanças no seu modelo político e económico. Implementaram também um embargo energético que levou à crise atual.</P><br />
<P>O resultado tem sido apagões diários com duração superior a 20 horas, escassez de medicamentos que coloca o sistema de saúde à beira do colapso, o colapso do abastecimento de água e transportes paralisados.</P><br />
<P>Paolo Spadoni, professor associado no Departamento de Ciências Sociais da Universidade de Augusta, na Geórgia (EUA), declarou à agência Associated Press que a saída da Meliá demonstra o impacto estrondoso das políticas do pPresidente norte-americano Donald Trump, que estão a fechar &#8220;metódica e sistematicamente todas as fontes de divisas para o Governo cubano&#8221;.</P><br />
<P>O turismo caiu a pique com a retirada de grandes cadeias, como a espanhola Iberostar e a canadiana Royalton, bem como com o cancelamento de voos para Cuba por parte de companhias aéreas como a World2Fly, a Air France e a Iberia.</P><br />
<P>No primeiro trimestre deste ano, a chegada de turistas a Cuba diminuiu 48% em comparação com o mesmo período de 2015, totalizando apenas 298 000.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792235]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Exército dos EUA anuncia morte de terceiro soldado em ataque de Teerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 01:11:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O exército norte-americano anunciou a morte de um terceiro militar no ataque de sexta-feira contra uma base na Jordânia, elevando para 18 o número de militares dos EUA mortos desde o início da guerra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército norte-americano anunciou a morte de um terceiro militar no ataque de sexta-feira contra uma base na Jordânia, elevando para 18 o número de militares dos EUA mortos desde o início da guerra.</P><br />
<P>Após o ataque, o Comando Central dos EUA anunciou duas mortes e um militar desaparecido. No dia seguinte, informou que tinham sido encontrados restos mortais não identificados e que decorria um processo de verificação, agora concluído.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o Pentágono identificou o tenente Tyler James Feehan, 25 anos, do Havai, e a recruta Isabella Gonzales, 19 anos, do Texas, como as outras duas vítimas mortais na Jordânia, confirmando agora a morte do sargento Angel S. Rampersad, 28 anos, de Nova Iorque.</P><br />
<P>Os três soldados foram atingidos por mísseis balísticos e drones iranianos, tornando-se as primeiras baixas diretas provocadas por fogo iraniano desde os dias iniciais do conflito, e as primeiras baixas norte-americanas registadas desde a quebra do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão, há quase duas semanas.</P><br />
<P>Pelo menos 18 militares norte-americanos morreram desde que os Estados Unidos e Israel lançaram, a 28 de fevereiro, uma ofensiva contra o Irão, que ripostou com ataques contra bases norte-americanas no Médio Oriente.</P><br />
<P>O exército norte-americano lançou esta madrugada o 11.º ataque noturno contra o Irão, numa nova vaga de bombardeamentos que se soma à escalada de violência no Médio Oriente e que tem ofuscado os esforços diplomáticos do Paquistão para salvar o acordo de cessar-fogo interino, entretanto violado.</P><br />
<P>Teerão afirma que os bombardeamentos norte-americanos das últimas três semanas causaram pelo menos 50 mortos e mais de 500 feridos.</P><br />
<P>Antes da nova série de bombardeamentos, o ministro do Interior iraniano, Eskandar Momeni, deslocou-se ao Paquistão, mediador chave no conflito, para tentar relançar a diplomacia. </P><br />
<P>Contudo, permanece incerto que um novo entendimento possa ser alcançado para pôr fim à guerra, que se transformou numa disputa pelo controlo do estreito de Ormuz, vital para o abastecimento energético mundial.</P><br />
<P>Ao falar na Casa Branca, Trump afirmou que os EUA não têm &#8220;interesse em encontros&#8221; com Teerão e sugeriu que forças norte-americanas poderão em breve atacar uma área próxima de um dos principais locais de enriquecimento de urânio do Irão.</P><br />
<P>Com as negociações paralisadas e o tráfego marítimo no estreito bloqueado, os dois lados têm procurado ganhar vantagem atingindo infraestruturas civis de que dependem milhões de pessoas.</P><br />
<P>Na terça-feira, os EUA continuaram os bombardeamentos e o Irão atacou um petroleiro no estreito, obrigando a tripulação a abandonar o navio. A escalada fez subir os preços da energia, com o petróleo Brent a ultrapassar os 91 dólares (83 euros) por barril e a gasolina nos EUA atingiu em média quatro dólares (3,6 euros) por galão.</P><br />
<P>Em 12 de maio, o diretor financeiro do Pentágono (Departamento de Defesa), Jules Hurst, anunciou que, até há data, a guerra contra o Irão tinha custado 29 mil milhões de dólares (24,7 mil milhões de euros) aos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792234]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Brasil quer corrigir &#8220;injustiça&#8221; dos EUA sobre tarifas sem política de &#8220;olho por olho&#8221; &#8211; Alckmin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 23:47:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O vice-presidente Brasileiro, Geraldo Alckmin, voltou a negar hoje que o Brasil responderá com retaliação os Estados Unidos e afirmou que a política do «olho por olho» deixará «os dois países cegos».]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O vice-presidente Brasileiro, Geraldo Alckmin, voltou a negar hoje que o Brasil responderá com retaliação os Estados Unidos e afirmou que a política do «olho por olho» deixará «os dois países cegos».</P><br />
<P>O novo aumento de tarifas de 25% dos EUA a produtos brasileiros, com uma lista de exceções, passa a valer a partir de hoje.</P><br />
<P>Ao longo de terça-feira, o vice-presidente brasileiro, com ministros receberam vários empresários, industriais e representantes de entidades que serão diretamente impactadas pela sobretaxa.</P><br />
<P>De forma geral, eles argumentaram às autoridades brasileiras para que Brasília não aplique a Lei da Reciprocidade, e que o país insista no diálogo e diplomacia com os EUA.</P><br />
<P>Após a reunião na terça-feira, durante conferência de imprensa, Geraldo Alckmin voltou a repetir que «no momento adequado» o Governo brasileiro irá aplicar a lei da reciprocidade, e «do que depender do Brasil, negociação sempre para buscar resolver essas questões&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Foi aprovada uma lei [pelo Congresso Nacional], a lei da reciprocidade, por unanimidade. É um processo que tem um conjunto de etapas, passando por audiências públicas, enfim», citou.</P><br />
<P>Na sequência, fez uma inferência, sem citar nomes, a uma frase de Mahatma Gandhi.</P><br />
<P>«A ideia não é retaliação. Diz que olho por olho, o que pode acontecer? Os dois ficarem cegos. Nós estamos sendo injustiçados e nós queremos corrigir isso, temos instrumentos para fazê-lo», completou.</P><br />
<P>Na semana passada, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, em inglês) confirmou a aplicação da nova tarifa aos produtos brasileiros, por entender que o Brasil tem adota práticas comerciais &#8220;desleais&#8221; às empresas norte-americanas, e cita, por exemplo, o Pix.</P><br />
<P>O Pix é um sistema de pagamento eletrónico e transferência instantânea criado pelo Banco Central do Brasil, que permite enviar e receber dinheiro em até 10 segundos, 24 horas por dia, todos os dias do ano</P><br />
<P>O Governo brasileiro chegou a classificar a medida como um &#8220;marco lastimável&#8221; na relação bilateral a decisão de Washington de aplicar a tarifa, e anunciou que acionaria a Lei de Reciprocidade contra os norte-americanos.</P><br />
<P>Segundo o governo brasileiro, 18% das exportações brasileiras para os EUA serão atingidas, o que corresponde a 7,2 mil milhões de dólares (6,28 mil milhões de euros na cotação atual), a partir de estimativas dos dados consolidados de 2025.</P><br />
<P>A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) lançará, em agosto, um plano de diversificação económica, em parceria com 57 entidades da agropecuária e da indústria, para apoiar empresas brasileiras afetadas na procura de novos mercados.</P><br />
<P>O plano terá um orçamento de 130 milhões de reais (22,2 milhões de euros), destinado, entre outras medidas, à inteligência de mercado, à vinda de compradores internacionais ao Brasil e à formação para empresas.</P><br />
<P> </P><br />
<P>MYMA // RBF</P><br />
<P>Lusa/</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792233]]></sapo:autor>
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		<title>EUA detiveram máximo de 43 mil estrangeiros em junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 23:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades de imigração norte-americanas anunciaram hoje que detiveram mais de 43 mil estrangeiros em junho, o número mais elevado desde a tomada de posse do Presidente Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades de imigração norte-americanas anunciaram hoje que detiveram mais de 43 mil estrangeiros em junho, o número mais elevado desde a tomada de posse do Presidente Donald Trump. </P><br />
<P>Segundo dados do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), este recorde deverá ser ultrapassado em julho, caso se mantenha o atual ritmo de detenções diárias.</P><br />
<P>No mês passado, o ICE deteve 39.563 pessoas e a Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) 3.575 estrangeiros, totalizando 43.138 detidos sob custódia das autoridades de imigração.</P><br />
<P>O número recorde de detenções é uma resposta às novas metas estabelecidas pela Casa Branca, que procura aumentar as taxas de deportação para cumprir uma promessa feita por Trump durante a campanha presidencial. </P><br />
<P>As detenções em julho seguiram a tendência do mês anterior, com uma média de 1.593 estrangeiros detidos diariamente por agentes do ICE e da CBP, num total de 16.213 detenções até 11 de julho.</P><br />
<P>Se a média de detenções se mantiver, o número total de detenções aproximar-se-á dos 50.000 imigrantes presos num único mês.</P><br />
<P>A Casa Branca definiu como meta 2.000 detenções diárias, de acordo com o The New York Times.</P><br />
<P>As operações anti-imigração voltaram a aumentar nas principais cidades, mas desencadearam uma onda de protestos.</P><br />
<P>Cerca de 40 senadores norte-americanos enviaram esta segunda-feira uma carta a exigir reformas no ICE, após a morte de dois trabalhadores migrantes em tiroteios envolvendo agentes da agência federal.</P><br />
<P>A missiva liderada pelo senador independente por Maine Angus King e subscrita por legisladores democratas, foi enviada ao Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) e reclama maior transparência nas operações do ICE e medidas para reforçar a supervisão dos seus agentes, incluindo o uso obrigatório de câmaras corporais e uma identificação mais clara dos oficiais durante as suas atuações.</P><br />
<P>Os senadores pediram ainda uma revisão dos protocolos do ICE e que as autoridades forneçam informação mais detalhada sobre os incidentes em que agentes da agência recorreram à força, considerando necessário fortalecer os mecanismos de responsabilização.</P><br />
<P>Nos últimos dias, dois migrantes &#8211; o mexicano Lorenzo Salgado Araujo e o colombiano Johan Durán &#8211; morreram por disparos de agentes do ICE após controlos de trânsito no Texas e no Maine, respetivamente.</P><br />
<P>A 14 de julho, outro migrante não identificado faleceu na Florida ao ser colhido por um camião após um controlo de trânsito do ICE.</P><br />
<P>Estes novos episódios surgem depois de uma onda de críticas contra o ICE no início de 2026, na sequência da morte de dois cidadãos norte-americanos durante operações migratórias em Minneapolis.</P><br />
<P>Renee Nicole Good, de 37 anos, morreu a 07 de janeiro após ser baleada por um agente federal, enquanto Alex Pretti, enfermeiro de 37 anos, faleceu a 24 de janeiro durante um confronto com agentes de imigração &#8211; casos que desencadearam protestos e exigências de maior supervisão.</P><br />
<P>A tensão política resultante dessas mortes chegou ao Congresso, onde legisladores democratas bloquearam verbas para o DHS durante uma disputa sobre os fundos destinados às operações migratórias.</P><br />
<P>O impasse provocou um encerramento parcial da agência e mudanças na liderança da Segurança Interna, incluindo a saída da secretária da Segurança Interna Kristi Noem e a entrada de novos responsáveis em áreas-chave da imigração.</P></p>
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