OE2021. «Tudo faremos para que os que quiserem brincar com o fogo não queimem o país», garante Costa

O primeiro-ministro, António Costa disse esta quinta-feira que Orçamento de Estado para 2021, aprovado há instantes no Parlamento, «reforça as condições do SNS para enfrentar a pandemia».

Simone Silva

O primeiro-ministro, António Costa disse esta quinta-feira que Orçamento de Estado para 2021, aprovado há instantes no Parlamento, «reforça as condições do SNS para enfrentar a pandemia», bem como a proteção das famílias.

«Este orçamento reforça as condições do nosso Serviço Nacional de Saúde (SNS) para enfrentar a pandemia; reforça as condições para protegermos as famílias, aqueles que estão a perder o emprego, que precisam de maior apoio económico e social, que merecem  e necessitam de ver reforçados os seus rendimentos, salários, pensões e todos os que veem reduzido o esforço fiscal», afirma.

Costa reconhece que «não é aprovação do Orçamento que vai resolver de uma forma mágica todos os problemas do país», no entanto para que isso aconteça, «é indispensável termos esta ferramenta e este instrumento que hoje a assembleia aqui aprovou», afirma.

Em declarações aos jornalistas o primeiro-ministro agradeceu «a todos aqueles que não desertaram perante as dificuldades da crise e pelo contrário se empenharam» a prosseguir o diálogo com o Governo», para «melhorar a proposta sem sacrificar a necessidade de preservar a nossa credibilidade internacional e de podermos retomar a trajetória de crescimento».

Por outro lado, Costa lamenta «que partidos tenham desertado ou não resistido à tentação populistas de tomar medidas que podem ameaçar e por em perigo a credibilidade internacional», afirma dando uma «palavra de confiança» aos portugueses.

Continue a ler após a publicidade

«Tudo faremos para que os que quiserem brincar com o fogo não queimem o país», garantiu o responsável sublinhando que «a luta continua e vamos prosseguir para enfrentar simultaneamente a pandemia, a crise económica, a crise social proteger Portugal e os portugueses e o bom nome internacional do Estado português».

Costa garante que «o Estado português é um Estado de Direito que honra e assume os compromissos que assina», refere quando questionado sobre o facto de o orçamento violar legalmente a lei do enquadramento orçamental.

«Ninguém pense» que vai «amedrontar» o Governo com «maiorias negativas, maiorias que não convergem para fazer o que quer que seja e só convergem para tentar impedir fazermos aquilo que estamos a fazer», refere o primeiro-ministro, deixando um alerta.

Continue a ler após a publicidade

«É isso, meus amigos, não pensem que nos apanham nessa. Porque se não há cão, haverá gato, mas que vamos lá fazer, vamos lá fazer porque neste momento o país não nos perdoaria que nós não fizéssemos o que temos de fazer para salvaguardar o prestígio internacional e para garantir que honramos o nosso compromisso», refere.

Partilhar

Edição Impressa

Assinar

Newsletter

Subscreva e receba todas as novidades.

A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.