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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Baixa o volume para estacionar? Não é mania: é o cérebro a pedir ajuda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 18:30:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos condutores fazem-no quase sem pensar: quando chega o momento de estacionar, sobretudo num lugar apertado, baixam o volume da música]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos condutores fazem-no quase sem pensar: quando chega o momento de estacionar, sobretudo num lugar apertado, baixam o volume da música. O gesto pode parecer apenas uma mania ao volante, mas tem uma explicação ligada ao funcionamento do cérebro e à forma como este gere a atenção, explica a &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;.</p>
<p>A lógica é simples: perante uma tarefa que exige mais precisão, o cérebro tenta reduzir distrações. Estacionar obriga a calcular distâncias, controlar espelhos, olhar para peões, outros carros, lancis e obstáculos próximos. Nesses momentos, a música deixa de ser apenas ambiente e passa a ser mais uma informação que o cérebro tem de processar.</p>
<p>Segundo Victoria Bayón, especialista brasileira em otimização cerebral, a capacidade do cérebro para tratar informação é limitada. Quando uma pessoa precisa de executar uma tarefa exigente, como estacionar num espaço estreito, tende a cortar estímulos considerados secundários. É por isso que a ideia de “baixar o volume para ver melhor” não é tão absurda como parece.</p>
<p>A música, sobretudo quando tem letra, ocupa espaço mental. O cérebro não está apenas a ouvir sons: está também a interpretar palavras, ritmo e estímulos auditivos enquanto tenta coordenar uma manobra que exige atenção visual, motora e espacial.</p>
<p>Quando o condutor se prepara para estacionar, a atenção tem de se concentrar na tarefa principal. A música, as conversas de fundo e outros ruídos competem pelos mesmos recursos cognitivos. Ao baixar o volume, o cérebro reduz carga e liberta capacidade para a manobra.</p>
<p>O mesmo pode acontecer noutras situações ao volante. Um condutor que circula a 100 km/h numa autoestrada e precisa de abrandar subitamente por causa de obras, trânsito ou uma portagem pode sentir o mesmo impulso de reduzir a música ou deixar de prestar atenção à conversa no carro.</p>
<p>A explicação assenta numa ideia estudada há anos pela psicologia cognitiva: a atenção é uma recurso limitado. O cérebro humano não é verdadeiramente multitarefa. Em vez de executar várias tarefas complexas ao mesmo tempo com igual eficácia, alterna rapidamente entre focos de atenção.</p>
<p>Essa alternância tem custos. Quando o cérebro muda constantemente entre a música, a conversa, o ruído exterior e a manobra do carro, a concentração perde qualidade. Numa tarefa simples e automática, esse efeito pode passar despercebido. Mas, numa manobra apertada, torna-se mais evidente.</p>
<p>Hal Pashler, professor de psicologia na Universidade da Califórnia em Berkeley, estudou as interferências que surgem quando o cérebro é forçado a dividir a atenção entre duas atividades simultâneas. A conclusão é que a capacidade de processamento fica limitada quando há excesso de estímulos.</p>
<p>Para o cérebro funcionar em modo multitarefa, pelo menos uma das tarefas tem de ser muito automática. Conduzir em linha reta numa estrada conhecida pode exigir menos esforço consciente. Já estacionar entre dois carros, fazer marcha-atrás ou encaixar o veículo num espaço reduzido obriga a atenção ativa.</p>
<p>A &#8216;L’Automobile Magazine&#8217; compara este fenómeno com os videojogos. Jogar e conversar sobre outro tema ao mesmo tempo pode tornar-se muito mais difícil quando a partida exige concentração máxima. Numa fase complicada, num combate exigente ou num momento decisivo, o jogador tende a calar-se ou a ignorar a conversa.</p>
<p>Ao volante, o mecanismo é semelhante. O condutor não baixa o volume porque a música impeça fisicamente a visão, mas porque o cérebro tenta eliminar concorrência cognitiva. Menos som significa menos estímulos a disputar atenção.</p>
<p>Este reflexo mostra como pequenas decisões automáticas podem revelar a forma como o cérebro gere prioridades. Estacionar, apesar de parecer uma tarefa banal para muitos condutores, exige coordenação fina, perceção espacial e capacidade de resposta rápida. Quando a margem de erro diminui, o cérebro procura silêncio.</p>
<p>Por isso, baixar o volume antes de estacionar não é sinal de distração nem de falta de habilidade. Pelo contrário: pode ser uma estratégia instintiva para ajudar a mente a concentrar-se no essencial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781611]]></sapo:autor>
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		<title>Governo avança com Estratégia Industrial Verde para atrair investimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 18:20:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo lançou a Estratégia Industrial Verde com o objetivo de posicionar Portugal como um "destino competitivo para o investimento industrial ligado à descarbonização, à transição energética e à inovação", foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo lançou a Estratégia Industrial Verde com o objetivo de posicionar Portugal como um &#8220;destino competitivo para o investimento industrial ligado à descarbonização, à transição energética e à inovação&#8221;, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>Num comunicado, o Governo indicou que pretende, através desta agenda económica projetada até 2040, identificar as medidas necessárias para ultrapassar os constrangimentos ao investimento, tirando proveito das &#8220;vantagens competitivas claras&#8221;, nomeadamente um preço enérgico 30% inferior à média da União Europeia. </P><br />
<P>&#8220;A Estratégia Industrial Verde, cujo despacho que determina a sua elaboração entrou em vigor a 25 de junho, irá identificar cadeias de valor prioritárias e do seu potencial de descarbonização e as oportunidades de investimento tecnológico, industrial e económico associadas à industrialização verde&#8221;, lê-se no documento.</P><br />
<P>O executivo pretende impulsionar novas cadeias de valor como as indústrias pesadas verdes, aço descarbonizado, a eletrificação da economia, o armazenamento de energia, gases renováveis, captura e a utilização de carbono, a mobilidade elétrica e baterias. </P><br />
<P>&#8220;Portugal reúne condições únicas para transformar a energia num verdadeiro ativo estratégico, estas condições colocam o país numa posição privilegiada na nova geografia industrial europeia&#8221;, afirma o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, citado no comunicado. </P><br />
<P>A prioridade é capturar o valor económico da transição energética, &#8220;tirando partido da vantagem energética para reduzir custos operacionais, aumentar a produtividade e reforçar a competitividade das empresas nacionais&#8221;, sendo que, segundo o Governo, &#8220;a energia deixa assim de ser apenas um fator de custo para se afirmar como um ativo estratégico central à criação de valor e à atração de investimento&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Esta Estratégia permitirá acelerar a substituição progressiva dos combustíveis fósseis através da eletrificação e da utilização de gases renováveis, ao mesmo tempo que promove tecnologias de captura, utilização e armazenamento de carbono nos setores em que as emissões são mais difíceis de eliminar&#8221;, afirmou a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, também citada no comunicado.</P><br />
<P>A proposta será desenvolvida por entidades como a Agência para a Energia (ADENE) e a Agência para a Competitividade e Inovação (IAPMEI), em colaboração com o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) e a Direção-Geral da Economia (DGE), com forte articulação com o tecido empresarial e científico.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782722]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Enviadas 2.600 toneladas de alimentos e água para estado de Guaira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 18:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 2.600 toneladas de alimentos e água potável foram distribuídos no estado venezuelano de Guaira a mais de 69 mil famílias afetadas pelos dois sismos ocorridos na quarta-feira, anunciou hoje o Governo da Venezuela.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 2.600 toneladas de alimentos e água potável foram distribuídos no estado venezuelano de Guaira a mais de 69 mil famílias afetadas pelos dois sismos ocorridos na quarta-feira, anunciou hoje o Governo da Venezuela.</P><br />
<P>A informação foi divulgada na rede social X, com a presidente interina Delcy Rodríguez a supervisionar a saída dos mantimentos &#8212; incluindo proteína &#8212; de um armazém.</P><br />
<P>Delcy Rodriguez esteve ainda reunida com altos responsáveis da Força Armada Nacional Bolivariana, executivo, proteção civil e bombeiros para coordenar as operações de resgate de pessoas e mobilização de meios para Guaira.</P><br />
<P>Na sexta-feira, a líder chavista informou que conversou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e com o secretário de Estado daquele país, Marco Rubio, que reiteraram o seu apoio à Venezuela na sequência dos dois terramotos.</P><br />
<P>A Venezuela já recebeu mais de 1.600 socorristas internacionais para prestar assistência às vítimas dos sismos, nomeadamente de El Salvador, México, República Dominicana, Suíça, Equador, Espanha, Chile, Colômbia, Países Baixos, Itália e Estados Unidos.</P><br />
<P>Portugal enviou hoje equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Milhares de civis venezuelanos participam voluntariamente nos trabalhos de resgate nos edifícios afetados.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 1.430 mortos e 3.328 feridos, segundo o mais recente balanço oficial. Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 portugueses ou lusodescendentes estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782721]]></sapo:autor>
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		<title>A pista da Roma Antiga que volta a alimentar a pergunta: Jesus Cristo existiu mesmo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 18:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[teologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Há fontes fora da Bíblia que apontem para a existência de um homem chamado Jesus, associado à Judeia, aos primeiros cristãos e à execução no tempo de Pôncio Pilatos?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Parece o ponto de partida de um novo filme ao estilo ‘O Código Da Vinci’, mas a discussão é bem mais antiga do que qualquer thriller moderno: Jesus Cristo existiu como figura histórica? A fé cristã coloca-o no centro da sua narrativa religiosa, mas a pergunta que interessa aos historiadores é outra: há fontes fora da Bíblia que apontem para a existência de um homem chamado Jesus, associado à Judeia, aos primeiros cristãos e à execução no tempo de Pôncio Pilatos?</p>
<p>O &#8216;Unilad Tech&#8217; recupera uma análise publicada na &#8216;Biblical Archaeology&#8217; que volta a olhar para dois nomes fundamentais neste debate: Tácito e Flávio Josefo. O primeiro foi um dos mais importantes historiadores de Roma. O segundo foi um aristocrata e historiador judeu que viveu poucas décadas depois da morte atribuída a Jesus.</p>
<p>O detalhe relevante é que nenhum dos dois era cristão. Por isso, os seus textos são frequentemente usados por investigadores que procuram referências externas ao Novo Testamento, precisamente porque não nasceram dentro da tradição religiosa que viria a construir o cristianismo.</p>
<p>Tácito menciona ‘Christus’, associando-o à execução durante o reinado do imperador Tibério. Flávio Josefo refere Tiago como “o irmão de Jesus, chamado Messias”. Para os investigadores que defendem a historicidade de Jesus, estas passagens ajudam a colocar a figura de Jesus no contexto da Judeia do século I e da expansão inicial do cristianismo.</p>
<p>A nova leitura destes textos é assinada pelo estudioso bíblico Lawrence Mykytiuk, que analisou fontes romanas e judaicas antigas onde surge a referência a Jesus. O investigador defende que várias afirmações presentes no Novo Testamento encontram eco nas passagens de Tácito e Josefo.</p>
<p>Entre essas afirmações estão a ideia de que Jesus “existiu como homem”, que era chamado ‘Christos’ em grego e que foi executado durante o governo de Pôncio Pilatos na Judeia. Para Mykytiuk, estes elementos são relevantes porque surgem em fontes externas ao cristianismo primitivo.</p>
<p>A importância destes testemunhos não está em provar milagres, doutrinas religiosas ou a identidade divina atribuída a Jesus pela fé cristã. O ponto é mais limitado, mas também mais verificável: saber se houve uma figura histórica real por trás da tradição cristã.</p>
<p>É aqui que Tácito e Josefo ganham peso. A Bíblia continua a ser a principal fonte sobre a vida de Jesus, mas os críticos lembram que os textos cristãos não são neutros. Por isso, qualquer referência externa, escrita por autores não cristãos, torna-se particularmente relevante para historiadores.</p>
<p>Segundo Mykytiuk, Tácito e Josefo não tratam Jesus como uma personagem inventada, mas como alguém associado a acontecimentos e pessoas reconhecíveis no mundo antigo. O estudioso sublinha ainda que não há registo de autores antigos que tenham negado seriamente a existência histórica de Jesus.</p>
<p>A análise cita também Robert van Voorst, que recorda que pagãos e judeus que se opunham ao cristianismo não negavam a historicidade de Jesus nem a punham em causa. A controvérsia, portanto, não estaria tanto na existência de Jesus, mas no significado religioso atribuído à sua vida.</p>
<p>Esta distinção é essencial. Muitos historiadores aceitam que Jesus terá existido como pregador judeu do século I, mas isso não resolve o debate teológico sobre quem foi, o que fez ou se corresponde à figura messiânica descrita pelo cristianismo.</p>
<p>A discussão mantém-se viva porque a fronteira entre história, fé e interpretação continua a ser difícil de separar. As referências de Tácito e Josefo podem reforçar a leitura de que Jesus foi uma figura histórica real, mas não transformam automaticamente os relatos religiosos em prova científica de tudo o que a tradição cristã afirma.</p>
<p>Ainda assim, para quem procura sinais fora da Bíblia, estas fontes antigas têm um peso particular. Não contam a história completa, não eliminam dúvidas e não encerram o debate. Mas ajudam a explicar por que razão muitos especialistas consideram hoje mais plausível falar de Jesus como figura histórica do que como personagem puramente inventada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781623]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Número de mortos sobe para 1.430</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-numero-de-mortos-sobe-para-1-430/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 18:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Caracas, 27 jun 2026 (EFE) -- O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, disse hoje que 1.430 pessoas morreram devido aos dois sismos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram o país na passada quarta-feira, enquanto 3.328 ficaram feridas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Caracas, 27 jun 2026 (EFE) &#8212; O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, disse hoje que 1.430 pessoas morreram devido aos dois sismos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram o país na passada quarta-feira, enquanto 3.328 ficaram feridas.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento (&#8230;) estamos a contabilizar 1.430 irmãos e irmãs que morreram, infelizmente perderam a vida&#8221;, disse governante numa declaração transmitida pelo canal de televisão estatal VTV, citado pela agência noticiosa espanhola EFE.</P><br />
<P>O anterior balanço oficial dava conta de 920 mortos e 3.360 feridos.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782720]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O carro é elétrico, mas o preço do extra parece de combustão: Porsche cobra 109 mil euros por kit de pista</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-carro-e-eletrico-mas-o-preco-do-extra-parece-de-combustao-porsche-cobra-109-mil-euros-por-kit-de-pista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 17:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Porsche]]></category>
		<category><![CDATA[Taycan]]></category>
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					<description><![CDATA[A pergunta é inevitável: o que pode existir num extra de mais de 100 mil euros para um elétrico?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há extras caros. E depois há uma opção para um carro elétrico que custa praticamente tanto como outro Porsche Taycan novo. A Porsche passou para a Taycan Turbo GT o kit Manthey, até aqui mais associado aos modelos de combustão, sobretudo à 911 GT3 RS, e criou uma das opções mais exclusivas — e difíceis de justificar — do catálogo elétrico da marca.</p>
<p>O valor, avançado pela &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;, impressiona por si só: em França, o kit Manthey para a Taycan Turbo GT custa 109.816 euros. É mais do que o preço de entrada de uma Taycan nova. Com esta opção instalada, a berlina elétrica da Porsche ultrapassa os 357 mil euros.</p>
<p>A pergunta é inevitável: o que pode existir num extra de mais de 100 mil euros para um elétrico?</p>
<p>A resposta começa no carbono. Muito carbono. O kit Manthey acrescenta um novo difusor dianteiro com afinação da força descendente, flaps laterais, lâmina dianteira em carbono visível, entradas de ar junto às cavas das rodas e lâminas laterais. Não são apenas peças decorativas para o habitáculo. São componentes estruturais, feitos em pequena série, com acabamento visual rigoroso e produzidos com muita intervenção manual.</p>
<p>Esse detalhe ajuda a explicar parte do preço. O carbono estrutural exige mão de obra qualificada, tempo e precisão. Não basta que a peça funcione: num Porsche deste nível, também tem de parecer perfeita. O alinhamento das fibras, o recorte e o acabamento contam quase tanto como a função aerodinâmica.</p>
<p>A traseira também muda. O banco traseiro desaparece e dá lugar a um espaço específico em carbono para guardar capacetes. A mensagem é clara: esta Taycan não foi pensada para levar a família ao jantar. Foi afinada para quem quer levar um elétrico de mais de 1.000 cv para circuito.</p>
<p>A Porsche trabalhou ainda as suspensões, instalou jantes ultraleves de 21 polegadas e travões compósitos específicos. Tudo foi orientado para maximizar a eficácia em pista, melhorar a aderência e extrair mais desempenho de uma berlina que já era, por si só, extrema.</p>
<p>Há também alterações no grupo motopropulsor. No modo ‘Attack’, a Porsche conseguiu ganhar até 41 cv adicionais, aumentando a amperagem máxima de saída da bateria para 1.300 A, contra 1.100 A na Taycan Turbo GT convencional.</p>
<p>Para apresentar o kit, a marca levou a Taycan Turbo GT equipada com o pacote Manthey ao Nürburgring e conseguiu um novo recorde. É o tipo de argumento que a Porsche domina: transformar uma opção caríssima num número de circuito, e um número de circuito numa peça de comunicação global.</p>
<p>Ainda assim, a comparação deixa perguntas. Segundo a &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;, o mesmo kit Manthey custa cerca de 30 mil euros menos na 911 GT3 RS. A Taycan recebe peças específicas, materiais caros e desenvolvimento próprio, mas a diferença continua a ser difícil de ignorar.</p>
<p>O caso também mostra como a eletrificação não tornou automaticamente os carros de luxo mais baratos. Em teoria, um elétrico tem menos peças do que um automóvel com motor de combustão. Na prática, entre baterias, potência, eletrónica, materiais leves e opções de performance, os preços no topo do mercado continuam a subir.</p>
<p>A Porsche Taycan vive ainda outro paradoxo. A berlina elétrica tem perdido força em alguns mercados importantes para os elétricos premium, mas recebe agora uma opção ultrarrara, ultracara e feita para clientes que procuram precisamente o contrário da racionalidade: exclusividade, tempo em pista e a sensação de ter algo que quase ninguém mais terá.</p>
<p>É possível achar o preço desmedido. Mas também é isso que este kit vende. Não apenas carbono, travões, jantes ou mais 41 cv. Vende a ideia de que um elétrico também pode entrar no território quase absurdo dos extras de seis dígitos — aquele lugar onde a lógica já não é transporte, mas estatuto, coleção e cronómetro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782046]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Governo da Madeira apela aos empresários que ajudem o país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 17:17:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo da Madeira (PSD/CDS-PP) apelou hoje às empresas da região para que apoiem a recuperação e a reconstrução da Venezuela, na sequência dos dois fortes sismos que atingiram o país na quarta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo da Madeira (PSD/CDS-PP) apelou hoje às empresas da região para que apoiem a recuperação e a reconstrução da Venezuela, na sequência dos dois fortes sismos que atingiram o país na quarta-feira.</P><br />
<P>Em comunicado,  o secretário regional da Economia, José Manuel Rodrigues (CDS-PP), defende que &#8220;é obrigação do tecido empresarial da região apoiar, no que lhe for possível, as famílias e empresas que perderam tudo com a catástrofe provocada por estes sismos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Temos uma dívida de gratidão impagável para com a Venezuela, pela forma como acolheu milhares de madeirenses ao longo de décadas, num período difícil do nosso arquipélago, e pela forma como muitos desses emigrantes apoiaram com as suas remessas de dinheiro a Madeira e Portugal, a seguir ao 25 de Abril, quando não tínhamos divisas para comprar cereais e outros produtos essenciais&#8221;, sustenta o governante.</P><br />
<P>José Manuel Rodrigues acrescenta também que, recentemente, devido à situação de instabilidade na Venezuela, muitas pessoas instalaram-se na região, contribuindo positivamente para a economia do arquipélago.</P><br />
<P>&#8220;Não há uma família madeirense que não tenha uma ligação à Venezuela e por isso é nosso dever ajudar quem nos ajudou e quem está a sofrer uma dor inimaginável&#8221;, reforça.</P><br />
<P>O secretário regional refere que os apoios das empresas &#8220;podem ser canalizados para as várias associações de luso-venezuelanos existentes na região, como o têm feito muitos cidadãos, nos últimos dias, ou então através dos canais institucionais, para os Centros Portugueses e Casas da Madeira, assim como para as organizações humanitárias internacionais&#8221;.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 920 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5  ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782718]]></sapo:autor>
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		<title>Sismo/Venezuela: Associações madeirenses mobilizam-se para enviar bens essenciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 17:07:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As associações madeirenses ligadas à comunidade venezuelana estão a recolher bens essenciais em diversos pontos da ilha, até quarta-feira, que serão enviados na sexta-feira para aquele país, atingido recentemente por dois fortes sismos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As associações madeirenses ligadas à comunidade venezuelana estão a recolher bens essenciais em diversos pontos da ilha, até quarta-feira, que serão enviados na sexta-feira para aquele país, atingido recentemente por dois fortes sismos. </P><br />
<P>Além dos vários pontos de recolha espalhados por vários concelhos da Madeira, cerca de 10 voluntários estão hoje, até às 19:30, a recolher bens essenciais na Praça de Colombo, mais conhecida pelos locais como Praça Amarela, no centro do Funchal.</P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, a presidente da Associação da Comunidade de Imigrantes Venezuelanos na Madeira (Venecom), explicou que o local já estava autorizado para um encontro relacionado com os presos políticos do país. </P><br />
<P>No entanto, com os dois fortes sismos que atingiram o país na quarta-feira, foi decidido mudar o objetivo da iniciativa e recolher bens essenciais para a população na Venezuela.</P><br />
<P>&#8220;O nosso objetivo agora é a Venezuela, por isso estamos aqui em representação de todos aqueles que estão a trabalhar. Temos pontos no Funchal, Machico, Ribeira Brava, Seixal&#8221;, destacou a responsável.</P><br />
<P>A recolha decorre até quarta-feira, numa primeira fase, e o envio para a Venezuela está previsto para sexta-feira, indicou Ana Cristina Monteiro.</P><br />
<P>As pessoas estão a entregar principalmente medicamentos, produtos de higiene e alimentos.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, nós estamos a preparar um inventário para sabermos o que mais temos e o que mais precisamos, para nestes últimos dias tentar pedir aquilo que estão a necessitar&#8221;, assinalou. </P><br />
<P>Ana Cristina Monteiro afirmou que tem havido uma adesão positiva ao apelo de ajuda, realçando que &#8220;as pessoas têm mostrado uma solidariedade imensa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A comunidade madeirense está muito ligada à comunidade venezuelana. Todos têm uma familiar onde sucederam os terramotos, são os locais onde há uma maior incidência de comunidade madeirense&#8221;, realçou.</P><br />
<P>&#8220;Mais que um apelo, o que nós temos é de agradecer a ajuda de todas as pessoas que se têm mobilizado porque realmente temos recebido bastante ajuda&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>Mais de 80% da comunidade portuguesa na Venezuela é originária da Região Autónoma da Madeira.</P><br />
<P>Segundo o governo português, cerca de 220.000 pessoas estavam registadas nos serviços consulares na Venezuela em novembro do ano passado, mas este número não inclui os lusodescendentes, pelo que as autoridades calculam que a dimensão da comunidade &#8220;seja bastante superior&#8221;, tendo em conta que o registo consular não é obrigatório.</P><br />
<P>   Fontes da própria comunidade estimam que o número, incluindo os lusodescendentes, possa rondar os 1,2 milhões de pessoas.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 920 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5  ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782717]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal tem preços abaixo da média, mas o poder de compra conta outra história: os países mais caros e mais baratos da Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 17:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Eurostat]]></category>
		<category><![CDATA[poder de compra]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Indicador usado pelo Eurostat mede os níveis de preços do consumo individual efetivo, incluindo não apenas aquilo que as famílias pagam diretamente, mas também serviços financiados pelo Estado, como saúde e educação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continua a ser mais barato do que a média da União Europeia no custo de bens e serviços de consumo, mas esse dado conta apenas uma parte da história. Segundo os dados do Eurostat citados pela &#8216;Euronews&#8217;, o mesmo cabaz que custa 100 euros em média na UE fica por 85,3 euros em Portugal. À primeira vista, o país surge numa posição relativamente favorável. Na prática, porém, a comparação só faz sentido quando se cruza o preço das coisas com os salários e o rendimento disponível das famílias.</p>
<p>O indicador usado pelo Eurostat mede os níveis de preços do consumo individual efetivo, incluindo não apenas aquilo que as famílias pagam diretamente, mas também serviços financiados pelo Estado, como saúde e educação. A escala é simples: 100 corresponde à média da União Europeia. Acima desse valor, o país é mais caro. Abaixo, é mais barato.</p>
<p>Portugal aparece nos 85,3 pontos, abaixo de países como Espanha, Eslovénia, Chipre, Malta, Estónia, Itália, França ou Alemanha. Também fica ligeiramente acima da Grécia, que regista 84 pontos, e claramente acima de países como Croácia, Hungria, Polónia, Bulgária ou Roménia. O dado coloca Portugal no grupo dos países com preços inferiores à média comunitária, mas longe dos valores mais baixos registados no leste e sudeste da Europa.</p>
<p>A comparação com Espanha é particularmente próxima para o consumidor português. O país vizinho surge nos 91,1 pontos, ou seja, o mesmo cabaz que custa 85,3 euros em Portugal custaria cerca de 91,1 euros em Espanha. A diferença é de 5,80 euros por cada 100 euros de referência europeia. Já face à Alemanha, onde o índice é de 109,1, o contraste é maior: esse mesmo cabaz custaria mais 23,8 euros do que em Portugal.</p>
<p>A posição portuguesa ajuda a perceber a armadilha destes rankings. Um país pode ter preços abaixo da média europeia e, ainda assim, muitas famílias sentirem dificuldade em acomodar despesas essenciais. O motivo está no poder de compra. Preços mais baixos não significam automaticamente vida mais acessível se os salários também forem mais baixos e se o rendimento disponível for limitado.</p>
<p>É essa a leitura defendida por Robert Inklaar, professor da Universidade de Groningen, ouvido pela &#8216;Euronews Business&#8217;. O economista sublinha que os números devem ser sempre analisados em conjunto com os rendimentos, porque o que conta para o nível de vida não é apenas o preço de um bem ou serviço, mas aquilo que um salário local consegue comprar localmente.</p>
<p>A partir de Portugal, o mapa europeu mostra uma divisão clara. O Norte e o Oeste da Europa concentram os países mais caros, enquanto a Europa Central, de Leste e do Sudeste permanece abaixo da média. Dentro da União Europeia, o Luxemburgo lidera a tabela, com um índice de 148. Isto significa que um cabaz que custa 100 euros em média na UE custaria 148 euros no Luxemburgo. No extremo oposto entre os Estados-membros está a Roménia, com 58,9 pontos. A diferença é expressiva: os preços no Luxemburgo são cerca de 2,5 vezes superiores aos da Roménia.</p>
<p>Quando a análise inclui países fora da União Europeia, o fosso aumenta. A Islândia é o país mais caro da lista, com 183,7 pontos, seguida da Suíça, com 181. Na prática, o cabaz médio europeu de 100 euros custaria 183,70 euros na Islândia e 181 euros na Suíça. No outro extremo está a Macedónia do Norte, onde o mesmo cabaz ficaria por 49,70 euros. A distância entre os dois extremos chega assim a quase quatro vezes.</p>
<p>Entre os países mais caros surgem ainda a Dinamarca, com 140,2 pontos, a Irlanda, com 139,6, e a Noruega, com 138,4. Suécia e Finlândia também estão bem acima da média europeia, com 128,4 e 126,1 pontos, respetivamente. Os Países Baixos, a Áustria e a Bélgica completam o grupo de países onde os consumidores pagam mais do que a média comunitária pelo mesmo conjunto de bens e serviços.</p>
<p>Entre as maiores economias da União Europeia, a Alemanha é a mais cara, com preços 9,1% acima da média da UE. França também fica acima da média, com 106,4 pontos. Itália surge ligeiramente abaixo, com 98, enquanto Espanha se situa nos 91,1. Isto significa que, entre estas quatro grandes economias, Espanha é a mais barata e a Alemanha a mais cara.</p>
<p>Na parte inferior da tabela, os valores mostram uma Europa bastante mais barata fora do centro económico do continente. A Macedónia do Norte regista 49,7 pontos, a Turquia 52,2, a Bósnia e Herzegovina 55,7, a Roménia 58,9 e a Bulgária 60. Seguem-se Montenegro, Sérvia, Albânia, Polónia e Hungria, todos claramente abaixo da média europeia.</p>
<p>A explicação para estas diferenças passa sobretudo pelos salários e pela produtividade. Segundo Robert Inklaar, nos países onde os trabalhadores são mais produtivos, os salários tendem a ser mais elevados, e esses salários entram diretamente no preço de bens e serviços produzidos localmente. Uma refeição num restaurante, uma renda, uma consulta, uma ida ao cabeleireiro ou uma creche não podem ser importadas de outro país, pelo que os custos acompanham a realidade salarial local.</p>
<p>Mesmo os bens vendidos em supermercado ou as peças de roupa têm uma forte componente local. O produto pode ser semelhante, mas a loja, os trabalhadores, o transporte, a renda do espaço, a distribuição e os impostos variam de país para país. Diferenças no IVA e noutros impostos sobre o consumo também ajudam a explicar porque o mesmo produto não custa o mesmo em toda a Europa.</p>
<p>Rainer Maurer, professor reformado da Universidade de Pforzheim, acrescenta que, nos países da zona euro, existe uma relação positiva entre níveis de preços e PIB per capita. Ou seja, os países mais caros tendem também a ser os mais ricos. A conclusão é menos simples do que parece: Portugal é mais barato do que a média europeia, mas a verdadeira pergunta para as famílias portuguesas não é apenas quanto custa o cabaz. É quanto sobra depois de o pagar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782006]]></sapo:autor>
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		<title>Dezenas de milhares de pessoas na marcha do Orgulho LGBTQ+ em Budapeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 16:54:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Dezenas de milhares de pessoas reuniram-se para celebrar a 31.ª edição anual do Orgulho de Budapeste, a primeira marcha LGBTQ+ deste desde que o antigo primeiro-ministro Viktor Orbán foi destituído nas eleições de abril.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dezenas de milhares de pessoas reuniram-se para celebrar a 31.ª edição anual do Orgulho de Budapeste, a primeira marcha LGBTQ+ deste desde que o antigo primeiro-ministro Viktor Orbán foi destituído nas eleições de abril.</P><br />
<P>    A marcha teve início esta, quando as temperaturas atingiram pelo menos 38 graus celsius, no meio de uma onda de calor recorde que assola a maior parte da Europa. Os organizadores distribuíram garrafas de água aos participantes, e a empresa municipal de abastecimento de água abriu fontes ao longo do percurso.</P><br />
<P>    Os participantes partiram da Ópera de Budapeste e percorreram o centro da cidade antes de atravessarem a Ponte Erzsébet sobre o rio Danúbio. Membros da comunidade LGBTQ+ da Hungria e multidões de apoiantes dançaram ao som da música e agitaram bandeiras arco-íris.</P><br />
<P>    Luca Új, que participava no seu terceiro evento do Orgulho, disse que sentia que o ambiente na marcha estava mais descontraído agora que o governo de Orbán, que implementou inúmeras políticas anti-LGBTQ+ durante os seus 16 anos no poder, tinha sido derrotado.</P><br />
<P>    &#8220;Costumava haver muita tensão, mas agora vejo as pessoas de alguma forma mais felizes, e há também mais pessoas mais velhas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>    A marcha do Orgulho de sábado ocorreu pouco mais de um ano depois de o governo nacionalista de Orbán ter aprovado legislação e uma emenda constitucional para proibir o evento, o que suscitou críticas de grupos de direitos humanos e políticos de toda a União Europeia.</P><br />
<P>    No entanto, desafiando abertamente a proibição, a Marcha do Orgulho do ano passado decorreu conforme previsto e foi a maior da história da Hungria, com os organizadores a estimarem a afluência em mais de 350.000 pessoas. A enorme afluência à marcha, que o governo há meses insistia que já não seria permitida, foi vista como um grande golpe no prestígio de Orbán.</P><br />
<P>    Orbán foi derrotado nas eleições de abril por um adversário de centro-direita, o primeiro-ministro Péter Magyar e o seu partido Tisza. O novo governo da Hungria não revogou a legislação da era Orbán que proibia a Parada do Orgulho, mas este ano a polícia autorizou o evento e assegurou a segurança ao longo do percurso.</P><br />
<P>    Kristóf Györgyi, que participou pela primeira vez na Parada do Orgulho e viajou para Budapeste vindo da cidade de Szeged, no sul do país, afirmou ter grandes esperanças de que o novo governo da Hungria tome medidas para alargar aos grupos de minorias sexuais os direitos que já existem em muitos outros países europeus.</P><br />
<P>    O anterior governo da Hungria insistiu durante muito tempo que o Orgulho, uma celebração da visibilidade LGBTQ+ e da luta pela igualdade de direitos, constituía uma violação dos direitos das crianças ao desenvolvimento moral e espiritual &#8212; algo que os grupos de defesa dos direitos humanos e muitos especialistas rejeitaram.</P><br />
<P>    Em abril, o tribunal mais alto da UE decidiu que a legislação da era Orbán, de 2021, que proibia o acesso de menores a conteúdos LGBTQ+, viola a legislação da UE e infringe um tratado fundamental que garante o respeito pelos direitos humanos e pela igualdade.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782716]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 41</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 16:48:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 41, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 41, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>O MNE indicou também que estão desaparecidos ou incontactáveis 87 portugueses ou lusodescendentes, 51 dos quais homens e 36 mulheres, tendo sido encontrados 49.</P><br />
<P>Os dados mais recentes do MNE dão conta que dos 41 mortos, 35 são adultos e seis crianças, sendo que 34 são lusodescendentes, seis são portugueses e um tem nacionalidade portuguesa por casamento. </P><br />
<P>O anterior balanço, divulgado cerca das 15:00, referia 36 portugueses ou lusodescendentes entre as vítimas mortais. </P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A equipa portuguesa, composta por 64 elementos, já chegou ao país e aguarda pela atribuição de missão pelas autoridades venezuelanas, segundo a Proteção Civil.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P><br />
<P></P><br />
<P>PAL / CMP // SF</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782715]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Isabel Estrada Carvalhais entra para a direção nacional do PS e sai Pedro Coimbra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 16:40:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ex-eurodeputada Isabel Estrada Carvalhais vai integrar o Secretariado Nacional do PS, enquanto o deputado Pedro Coimbra, eleito presidente da Federação de Coimbra dos socialistas, está de saída da direção, informou hoje o partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ex-eurodeputada Isabel Estrada Carvalhais vai integrar o Secretariado Nacional do PS, enquanto o deputado Pedro Coimbra, eleito presidente da Federação de Coimbra dos socialistas, está de saída da direção, informou hoje o partido.</P><br />
<P>Segundo uma nota divulgada pelo PS, Isabel Estrada Carvalhais, antiga deputada no Parlamento Europeu e professora na Universidade do Minho, &#8220;filiou-se no Partido Socialista após a eleição de José Luís Carneiro para secretário-geral, tendo presidido à sua Comissão de Honra&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A entrada de Isabel Estrada Carvalhais na direção do partido representa um reforço político do Secretariado Nacional, trazendo para a direção nacional do Partido a experiência adquirida no Parlamento Europeu e o seu percurso académico e cívico&#8221;, acrescenta o partido na mesma nota.</P><br />
<P>Em resposta à agência Lusa, fonte oficial do PS acrescenta que sai da direção dos socialistas o deputado Pedro Coimbra, por ter sido eleito presidente da Federação Distrital de Coimbra do partido.</P><br />
<P>Esta mudança na direção de José Luís Carneiro é anunciada um dia antes da reunião da Comissão Nacional do PS, órgão máximo entre congressos, que terá como ponto único da ordem de trabalhos a &#8220;apreciação e votação das moções setoriais aceites nos termos regulamentares no 25.º Congresso Nacional&#8221;, que decorreu no final de março, em Viseu.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS (JF) // SF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782714]]></sapo:autor>
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		<title>Investigador particular apanha funcionário que faltava ao trabalho e fingia estar presente: tribunal confirma despedimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 16:00:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
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					<description><![CDATA[Tribunais entenderam que nada disso justificava aquilo que ficou provado: ausentava-se repetidamente do trabalho durante várias horas e fazia parecer que continuava ao serviço]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante mais de 15 anos, foi funcionário público numa câmara municipal da zona de Barcelona. Trabalhava como assistente social desde 2007, tinha uma carreira longa no município e, quando foi confrontado com o processo disciplinar, explicou que atravessava uma fase pessoal difícil: um divórcio doloroso, problemas psiquiátricos e dependência associada ao alcoolismo. Ainda assim, os tribunais entenderam que nada disso justificava aquilo que ficou provado: ausentava-se repetidamente do trabalho durante várias horas e fazia parecer que continuava ao serviço.</p>
<p>A história, relatada pelo &#8216;HuffPost&#8217;, acabou no Tribunal Superior de Justiça da Catalunha, que confirmou o despedimento disciplinar do trabalhador. Em causa estavam faltas sucessivas entre 19 de abril e 4 de maio de 2023. Segundo a decisão, o funcionário saía do posto de trabalho sem registar a saída e simulava a presença no serviço. Num dos dias, terá passado grande parte do horário em bares.</p>
<p>A situação foi detetada com recurso a um investigador particular e cruzada com o sistema de controlo de acessos da autarquia. Em abril de 2024, a câmara comunicou-lhe o despedimento por abandono do serviço e violação grave das funções essenciais do cargo. As infrações foram consideradas muito graves no regime aplicável à função pública espanhola.</p>
<p>O trabalhador contestou a decisão. Primeiro, alegou que as ausências tinham de ser vistas à luz do momento pessoal que vivia. Disse estar a passar por um divórcio particularmente duro, com impacto psicológico, e invocou também dependência de álcool. Mas os juízes entenderam que essa explicação não ficou suficientemente demonstrada. Os certificados médicos apresentados eram posteriores aos dias em que ocorreram as ausências e não provavam que, naquele período, tivesse uma doença ou dependência capaz de anular a sua responsabilidade.</p>
<p>Também tentou afastar as provas recolhidas pelo investigador particular, alegando que não deveriam ter sido admitidas. O tribunal rejeitou esse argumento, sobretudo porque o trabalhador não tinha contestado essas provas no processo disciplinar nem no julgamento. Além disso, admitiu expressamente que se tinha ausentado do trabalho.</p>
<p>O caso coloca uma questão sensível: até onde deve ir a compreensão por problemas pessoais quando há uma quebra de confiança no local de trabalho? Para o tribunal, a resposta passou pela repetição dos comportamentos e pela simulação de presença. Não se tratava apenas de faltar, mas de fazer constar que estava ao serviço quando não estava.</p>
<p>A antiguidade também não foi suficiente para travar o despedimento. O funcionário argumentou que trabalhava na câmara desde 2007, que não tinha havido danos relevantes para a autarquia e que a sanção era desproporcionada. Os juízes discordaram. Consideraram que não ficou provada qualquer tolerância da entidade patronal perante este tipo de conduta e que as ausências, por serem repetidas e ocultadas, eram suficientemente graves.</p>
<p>O &#8216;HuffPost&#8217; escreve que o tribunal confirmou a posição já assumida pelo Tribunal Social n.º 1 de Granollers, que tinha dado razão à câmara municipal e declarado o despedimento justificado. Para os juízes, o abandono do posto de trabalho e a omissão do registo das ausências, com simulação de presença, representaram uma quebra de confiança incompatível com a manutenção do vínculo laboral.</p>
<p>A sentença ainda pode ser contestada junto do Supremo Tribunal, mas a decisão deixa uma mensagem clara: problemas pessoais podem ser relevantes num processo disciplinar, mas têm de ser provados e ligados aos factos em causa. Quando há ausências repetidas, ocultação e fingimento de presença, a confiança pode ficar irremediavelmente quebrada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782018]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Centenário de Manuel Cargaleiro celebrado com exposições e novo polo museológico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 16:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O centenário do nascimento do ceramista Manuel Cargaleiro vai ser celebrado com exposições, apoios à criação e aos jovens artistas e inauguração de um novo polo museológico em Castelo Branco.</P><br />
<P>&#8220;O Centenário é, antes de tudo, um compromisso com o legado de Manuel Cargaleiro e Castelo Branco é o eixo a partir do qual a obra do mestre alcança o resto do país e o estrangeiro&#8221;, explicou à agência Lusa o diretor da Fundação Manuel Cargaleiro, Gonçalo Garcia Magano.</P><br />
<P>A inauguração de uma exposição dedicada ao ceramista Manuel Cargaleiro, no Centro de Interpretação de Arte Rupestre do Vale do Tejo, em Vila Velha de Ródão (CIART), marca o início, hoje, das comemorações do centenário do nascimento do artista.</P><br />
<P>Estruturado em dois eixos (apoio à criação e aos jovens artistas, e programação expositiva e internacionalização), o programa reúne exposições, prémios para jovens artistas, criação artística original e projetos de investigação e conservação, desenvolvidos em parceria com instituições nacionais e internacionais.</P><br />
<P>As Comemorações do Centenário de Manuel Cargaleiro (1927&#8211;2027), assinalam o nascimento de um dos mais influentes artistas portugueses do século XX, sendo Castelo Branco, a cidade que acolhe a sede da Fundação e o Museu Cargaleiro, o parceiro principal e ponto de referência de todo o ciclo comemorativo, entre 2026 e 2028.</P><br />
<P>No que diz respeito ao apoio à criação e aos jovens artistas, os Prémios Manuel Cargaleiro constituem a sua face mais visível, com a primeira edição realizada pela Fundação e com o apoio da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e da Câmara Municipal de Castelo Branco.</P><br />
<P>Na programação expositiva surge em grande destaque &#8220;Nove décadas, um legado: entre memória e criação, construir o futuro&#8221;, um projeto que nasce para desenhar uma das maiores exposições alguma vez dedicadas a Manuel Cargaleiro.</P><br />
<P>Projetada para ser apresentada no Centro de Exposições do Pavilhão de Portugal a 16 de março 2027, numa parceria com a Universidade de Lisboa, a exposição percorrerá, década a década, a obra do artista e cruza, num único percurso, a obra visual e a criação musical contemporânea.</P><br />
<P>O programa integra quatro obras musicais originais, encomendadas pela Fundação Manuel Cargaleiro, inspiradas no percurso artístico e biográfico do mestre.</P><br />
<P>As obras, assinadas pelos compositores Pedro Lima, Dimitris Andrikopoulos, Sofia Sousa Rocha e Solange Azevedo, são autónomas, mas permitirão, no seu conjunto, uma leitura unitária com nove andamentos, correspondentes às nove décadas explanadas na exposição.</P><br />
<P>A direção artística e a interpretação ficam a cargo do Lontano Trio, com Clara de Sousa Gonçalves, Francisco Martins e Pedro Vasquinho.</P><br />
<P>Segundo o diretor da Fundão, mais do que uma mostra na capital, &#8220;Nove décadas, um legado: entre memória e criação, construir o futuro&#8221; procura projetar o nome de Castelo Branco junto de novos públicos, convidando quem descobre a obra em Lisboa a conhecê-la na sua origem.</P><br />
<P>&#8220;É também por isso que a iniciativa, embora apresentada em Lisboa, prolonga o trabalho desenvolvido a partir de Castelo Branco e regressa depois à cidade: a sua narrativa e a componente de mediação sonora serão integradas na requalificação da exposição permanente do Museu Cargaleiro, prevista para 2028&#8221;.</P><br />
<P>Em setembro de 2027, Castelo Branco volta a ser protagonista das comemorações, com a inauguração do Polo da Cerâmica do Museu Cargaleiro, instalado num edifício requalificado na Rua Vaz Preto, no antigo Quartel da GNR.</P><br />
<P>&#8220;Este terceiro polo do Museu acolhe uma grande exposição de longa duração dedicada à obra cerâmica do Mestre e consolida a presença da coleção e da Fundação no território&#8221;.</P><br />
<P>O ciclo internacional contempla ainda a inauguração do Museo Diffuso Manuel Cargaleiro, em Ravello, Itália, em data a anunciar.</P><br />
<P>A Fundação Manuel Cargaleiro lançou também uma página dedicada ao Centenário no seu sítio oficial: www.centenario.fundacaomanuelcargaleiro.pt</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782713]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Missão portuguesa aguarda pela atribuição de missão pelas autoridades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 15:58:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A missão portuguesa para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros após os sismos na Venezuela chegou hoje àquele país e aguarda pela atribuição de missão pelas autoridades venezuelanas, segundo a Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A missão portuguesa para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros após os sismos na Venezuela chegou hoje àquele país e aguarda pela atribuição de missão pelas autoridades venezuelanas, segundo a Proteção Civil.</P><br />
<P>&#8220;Os operacionais encontram-se neste momento a proceder à descarga de material, aguardando a atribuição de missão pelas autoridades venezuelanas, no âmbito do esforço internacional de resposta aos sismos que afetaram o país&#8221;, refere a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) numa nota divulgada nas redes sociais.</P><br />
<P>A ANEPC dá conta que a Força Operacional Conjunta (FOCON) portuguesa, composta por 64 elementos, chegou ao Aeropuerto Internacional de Maiquetía Simón Bolívar, na Venezuela, em dois voos da Força Aérea Portuguesa.</P><br />
<P>Segundo a ANEPC, o primeiro avião aterrou às 13:15 (08:15 hora local) e o segundo às 14:50 (09:50 hora local).</P><br />
<P>Os dois aviões da Força Aérea com os 64 elementos da Unidade Especial de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), dos Sapadores Bombeiros de Lisboa e do INEM partiram de Beja na sexta-feira à noite.</P><br />
<P>Esta força conjunta reúne &#8220;capacidades especializadas em operações de busca e salvamento, recuperação de vítimas, resposta a catástrofes e apoio médico de emergência&#8221;, segunda uma nota do MNE de sexta-feira.</P><br />
<P>Seguiram também a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, incluindo &#8220;equipamentos de proteção individual, material de busca e salvamento, equipamento médico, medicamentos, tendas, geradores, bens alimentares&#8221;, para apoiar as operações de socorro e assistência às populações afetadas, de acordo com o MNE.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa na sexta-feira, o segundo comandante nacional da ANEPC, José Ribeiro, afirmou que os elementos da missão têm &#8220;muita experiência&#8221; em cenários de sismos.</P><br />
<P>Segundo José Ribeiro, o planeamento feito para a duração da missão portuguesa foi de 10 dias e mais dois de reserva, tendo sido também o que foi feito pelas forças internacionais que estão no terreno.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 36 portugueses e lusodescendentes, e outros 91 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5  ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782712]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Benfica sagra-se campeão feminino de hóquei em patins pela 13.ª vez seguida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 15:51:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica conquistou hoje o seu 13.º título de campeão português feminino de hóquei em patins consecutivo, ao vencer, por 4-3, após reviravolta, no terreno do Gulpilhares o segundo jogo da final, que esteve uma hora interrompido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica conquistou hoje o seu 13.º título de campeão português feminino de hóquei em patins consecutivo, ao vencer, por 4-3, após reviravolta, no terreno do Gulpilhares o segundo jogo da final, que esteve uma hora interrompido.</P><br />
<P>Marlene Sousa, Aimée Blackman, Maria Sofia Silva e Raquel Santos marcaram os golos das &#8216;encarnadas&#8217;, que estavam a perder por 3-1 ao intervalo, já depois da interrupção do encontro, devido a desacatos nas bancadas do pavilhão, onde Inês Gomes e Bia Silva, por duas vezes, assinaram os tentos da equipa de Vila Nova de Gaia.</P><br />
<P>Com este triunfo, após a vitória no primeiro jogo por 7-0, o tridecacampeão Benfica destacou-se ainda mais na liderança do historial da competição, com estes 13 títulos seguidos, à frente da Fundação Nortecoope e do CD Nortecoope, ambos com cinco troféus.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782711]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Gabriel Albuquerque de prata na Taça do Mundo de trampolins de Arosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 15:41:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ginasta português Gabriel Albuquerque foi hoje segundo classificado no trampolim individual na Taça do Mundo de Arosa, na Suíça, sendo apenas superado pelo chinês Zisai Wang.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ginasta português Gabriel Albuquerque foi hoje segundo classificado no trampolim individual na Taça do Mundo de Arosa, na Suíça, sendo apenas superado pelo chinês Zisai Wang.</P><br />
<P>O olímpico português, de 20 anos, terminou a final com uma série pontuada em 64,550, enquanto o vencedor somou 66,580 pontos.</P><br />
<P>A medalha de bronze ficou para o neozelandês Dylan Schmidt, com 61,440 pontos. </P><br />
<P>Durante a manhã, Gabriel Albuquerque superou a meia-final, na quinta posição, com 61,260 pontos. </P><br />
<P>Pedro Ferreira, que também competiu nas &#8216;meias&#8217;, terminou no 18.º lugar, com 37,660 pontos, fruto de uma série incompleta. </P><br />
<P>Também Sofia Correia não conseguiu completar a sua série, realizando apenas um salto dos 10 previstos, e ficou igualmente fora da final feminina do trampolim individual na Taça do Mundo de Arosa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782710]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Festas de Porto de Mós homenageiam cerca de 1.800 estrangeiros que vivem no concelho</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 15:23:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os cerca de 1.800 estrangeiros de quase 50 nacionalidades que vivem em Porto de Mós são homenageados nas Festas de São Pedro, que hoje arrancam naquele concelho do distrito de Porto de Mós, destacou o presidente da câmara.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os cerca de 1.800 estrangeiros de quase 50 nacionalidades que vivem em Porto de Mós são homenageados nas Festas de São Pedro, que hoje arrancam naquele concelho do distrito de Porto de Mós, destacou o presidente da câmara.</P><br />
<P>Na Gala dos Prémios D. Fuas, que marca o arranque dos festejos de Porto de Mós, presidente Jorge Vala realçou o &#8220;simbolismo particular&#8221; desta edição das tradicionais festas, dedicadas ao tema &#8220;Encontro de culturas&#8221;.  </P><br />
<P>&#8220;Não podemos ignorar aqueles que escolheram Porto de Mós para trabalhar, viver e partilhar a sua cultura. Por isso, as festas de São Pedro deste ano ganham um significado mais profundo porque as vamos viver sob o signo do encontro de cultura&#8221;, disse o autarca.</P><br />
<P>O encontro de culturas é a forma do concelho agradecer a quem, &#8220;vindo de fora, com o seu suor e competência, ajuda a escrever o desenvolvimento sustentado que Porto de Mós reconhece&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;São quase 1.800 estrangeiros residentes estrangeiros, de cerca de 50 nacionalidades diferentes e que, por si só, contribuem para a Segurança Social, por mês, como mais de 700 mil euros&#8221;, detalhou Jorge Vala. </P><br />
<P>No início dos Prémios D. Fuas, que reconhece e distingue o tecido empresarial do concelho, o autarca agradeceu &#8220;a todos os empresários do nosso concelho, homens e mulheres, que com visão e resiliência mantêm as nossas empresas vivas, geram emprego e fixam riqueza no território&#8221;. </P><br />
<P>Mas, acrescentou, dirigindo-se aos empresários e entidades presentes na sessão, &#8220;permitam-me que reconheça os nossos trabalhadores estrangeiros&#8221;: &#8220;São eles que, lado a lado com os restantes trabalhadores, operam as máquinas, manejam os materiais, cuidam das linhas de produção, servem às mesas, assistem nos lares e tantas outras tarefas que movem o nosso quotidiano&#8221;. </P><br />
<P>Em Porto de Mós, um concelho sem desemprego, os estrangeiros &#8220;não são vistos como mão de obra&#8221;, mas &#8220;também como pessoas, como vizinhos, como parceiros desta comunidade que somos todos. Trazem consigo línguas, costumes, gastronomias e histórias que enriquecem a nossa alma coletiva&#8221;. </P><br />
<P>A cidadãos estrangeiros desafiam os locais a serem &#8220;mais abertos, mais tolerantes, mais humanos&#8221;, reconheceu Jorge Vala, desejando que as festas, que decorrem até 05 de julho, sirvam de &#8220;abraço simbólico a todos os que vindos de fora fazem de Porto de Mós a sua casa&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782709]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Américo Ramos declara-se novo líder da ADI, após congresso contestado pela direção do partido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 15:21:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro são-tomense Américo Ramos declarou-se hoje novo líder da Ação Democrática Independente (ADI), após um congresso contestado pela direção do partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro são-tomense Américo Ramos declarou-se hoje novo líder da Ação Democrática Independente (ADI), após um congresso contestado pela direção do partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada.</P><br />
<P>&#8220;Tendo havido já uma decisão do Tribunal Constitucional através do acórdão, era necessário fazer um congresso dentro do prazo estipulado [&#8230;] não tendo sido feito [pela direção do partido], decidimos, a maioria de militantes e delegados aos congressos, e conselheiros do Conselho Nacional reunimo-nos aqui para realizar&#8221;, disse Américo Ramos.</P><br />
<P>O declarado V Congresso Extraordinário da ADI foi realizado à margem da direção do partido, com a cobertura exclusiva da Televisão Santomense (TVS).</P><br />
<P>&#8220;Eu desde a primeira hora manifestei, desde novembro, [do ano passado] como candidato à liderança do partido por isso é que o fizemos e eu venci porque era a única lista&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Na sexta-feira a direção da ADI, liderada por Patrice Trovoada pediu ao Tribunal Constitucional que proíba o primeiro-ministro são-tomense, Américo Ramos, e os seus apoiantes de realizar reuniões com militantes do partido.</P><br />
<P>&#8220;Nós estamos a pedir que os tribunais travem estas reuniões, quer seja o congresso ou as reuniões que eles fazem aqui, inclusive exibindo os símbolos do partido, que isto é totalmente errado, contra a lei, isto é ilegal&#8221;, disse o porta-voz da ADI, Alexandre Guadalupe após a entrega de uma providência cautelar no TC.</P><br />
<P>No mês de março o TC aceitou uma providência cautelar apresentada pelo grupo que apoia Américo Ramos e impediu a realização de um Conselho Nacional organizado pela direção da ADI, presidida pelo ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada, que pretendia adiar o congresso eletivo agendado para abril, mas que não aconteceu.</P><br />
<P>Num acórdão de 28 de maio, o Tribunal Constitucional ordenou a ADI a convocar o congresso num prazo não superior a 30 dias, mas o presidente do partido, Patrice Trovoada declarou que não acataria a decisão.</P><br />
<P>Após o congresso de hoje, Américo Ramos disse tem todas as condições para ser conhecido pelo TC como novo presidente da ADI.</P><br />
<P>&#8220;Nós vamos fazer as coisas de acordo com a lei, com o estatuto. Vamos enviar os documentos todos ao Tribunal Constitucional e achamos que há todas as condições criadas para que o Américo Ramos e a sua equipa seja legitimamente a nova direção do ADI&#8221;, disse Américo Ramos.</P><br />
<P>O político prometeu mudanças na ADI, sobretudo para tornar o partido &#8220;mais inclusivo e mais democrático&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós queremos abrir as portas do ADI, queremos tornar um ADI que consegue incluir todos os militantes [&#8230;] o ADI cessante é um AD que exclui os seus militantes, quem tiver opinião contrária, quem contestar a posição do líder é posto pura e simplesmente de fora da atividade do ADI e nós queremos evitar isso&#8221;, prometeu.</P><br />
<P>A crise interna da ADI agudizou-se após a demissão do Governo de Patrice Trovoada em janeiro de 2025 pelo Presidente são-tomense, Carlos Vila Nova que rejeitou vários nomes propostos pelo partido e escolheu para primeiro-ministro o ex-secretário-geral do partido, Américo Ramos contra a indicação da direção da ADI.</P><br />
<P>Desde então o partido demarcou-se do Governo, e rompeu posteriormente com os seus elementos que o integraram.</P><br />
<P>São Tomé e Príncipe terá eleições presidenciais em 19 de julho e legislativas, autárquicas e regional em 27 de setembro.</P></p>
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		<title>República Checa regista recorde de temperatura de 40,6°C</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 15:16:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A República Checa registou hoje uma temperatura recorde de 40,6 graus Celsius (ºC) em Doksany, a norte da capital Praga, segundo o serviço meteorológico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A República Checa registou hoje uma temperatura recorde de 40,6 graus Celsius (ºC) em Doksany, a norte da capital Praga, segundo o serviço meteorológico. </P><br />
<P>O anterior recorde, de 40,4ºC, tinha sido estabelecido em 2012, em Dobrichovice (sudoeste de Praga), informou a agência meteorológica checa, citada pela AFP.</P><br />
<P>Quarenta e cinco por cento das cidades europeias bateram ou estão prestes a superar os máximos históricos de stress térmico durante a atual onda de calor no continente, indica um estudo publicado pelo World Weather Attribution na sexta-feira.</P><br />
<P>A análise realizada em 854 cidades de um total de 30 países europeus concluiu que 385 localidades ultrapassaram ou poderão ultrapassar nos próximos dias os registos mais elevados de temperatura de globo e bulbo húmido.</P><br />
<P>Este indicador, conhecido pela sigla em inglês, WBGT, é uma estimativa real do efeito da temperatura, da humidade, da velocidade do vento e da radiação visível e infravermelha no ser humano.</P><br />
<P>Os investigadores alertam que a combinação de temperaturas extremas e elevada humidade aumenta significativamente os riscos para a saúde, especialmente entre idosos, trabalhadores ao ar livre, crianças e pessoas vulneráveis.</P><br />
<P>Os cientistas atribuem a intensidade destes fenómenos ao impacto do aquecimento global, provocado pelas &#8220;emissões contínuas de combustíveis fósseis&#8221; para a atmosfera.</P><br />
<P>O secretário executivo da ONU para as alterações climáticas, Simon Stiell, afirma que o calor extremo que está a afetar a Europa é um sintoma de que as alterações climáticas &#8220;avançam sem controlo&#8221;, provocadas pelo &#8220;vício mundial na queima de carvão, petróleo e gás&#8221;, embora sublinhe que &#8220;as soluções são igualmente claras&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Stiell, é necessária &#8220;uma transição mais rápida para as energias limpas, que agora são muito mais baratas do que os combustíveis fósseis, bem como a proteção das florestas e a promoção da resiliência climática&#8221;.</P></p>
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