O tempo das REFORMAS!

Por Ricardo Florêncio

As eleições legislativas de 30 de Janeiro ditaram como resultado uma maioria absoluta. Independente de se gostar ou não de todos os comentários e intervenções de comentadores, políticos, e muitos outros, das razões, dos motivos, das vitórias, das derrotas, do novo espectro político, o resultado é que iremos ter uma estabilidade governativa para os próximos quatro anos. E assim, estão reunidas as condições necessárias e suficientes para levar a cabo as reformas profundas que Portugal tanto necessita, e que têm sido sucessivamente adiadas por várias ordens de motivos e razões. E há uma multiplicidade de áreas que carecem de uma reforma profunda e urgente, como a saúde, educação, justiça, fiscal, laboral, segurança social. Por que é este o caminho que tem de ser trilhado, para que Portugal possa crescer a um ritmo muito mais elevado, inverter a “estagnação” conforme foi há pouco tempo apresentado num relatório sobre a Coesão Económica na União Europeia. Deste modo, todos esperamos que haja essa vontade férrea de desenvolver e implementar com rapidez estas reformas. Vai haver decerto várias “pedras no caminho”, mas uma maioria absoluta no Parlamento terá todas as condições para conseguir superá-las, e avançar.

Editorial publicado na revista Executive Digest nº 191 de Fevereiro de 2022


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