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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Maria Luís Albuquerque defende UE a pensar mais na união do que na diversidade entre estados-membros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 12:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A comissária europeia Maria Luís Albuquerque defendeu hoje no Porto que a União Europeia (UE) deve focar-se mais em estar unida do que na diversidade face aos desafios que enfrenta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A comissária europeia Maria Luís Albuquerque defendeu hoje no Porto que a União Europeia (UE) deve focar-se mais em estar unida do que na diversidade face aos desafios que enfrenta. </P><br />
<P>&#8220;Em momentos como o que atravessamos, eu julgo que é importante focarmos mais no unidos do que na diversidade&#8221;, afirmou a comissária europeia na sua intervenção na sessão solene comemorativa dos 40 Anos de Portugal na Europa, que decorreu na Câmara Municipal do Porto.</P><br />
<P>Em declarações depois da sessão, Maria Luís Albuquerque refutou que a sua afirmação possa ser entendida como a defender uma UE de portas fechadas à imigração. </P><br />
<P>&#8220;Não era de todo, a questão da diversidade tem a ver com o facto de nós sermos estados-membros diferentes e frequentemente essa diversidade cultural, histórica, de posicionamento geográfico serve como argumento para não trabalharmos mais em conjunto e para não aproveitarmos melhor o conjunto dos nossos recursos. É a essa diversidade que eu me refiro, sem qualquer outra conotação, aliás, porque tem a ver com o trabalho que eu estou a tentar fazer de integração dos mercados financeiros&#8221;, esclareceu a comissária. </P><br />
<P>E acrescentou: &#8220;é esse contexto de diversidade que serve como pretexto para manter a Europa fragmentada entre estados-membros. Para que fique absolutamente claro&#8221;.</P><br />
<P>Na sua intervenção, Maria Luís Albuquerque refletiu sobre o Dia da Europa defendendo que &#8220;não é apenas sobre o passado. É, acima de tudo, sobre o futuro&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;E hoje esse futuro exige de nós uma nova ambição. Vivemos num mundo mais incerto, mais competitivo e mais exigente. E a competição já não se faz entre estados-membros, ou não deveria fazer-se já entre estados-membros, faz-se entre grandes blocos económicos, entre sistemas integrados que conseguem mobilizar recursos, investir com escala e afirmar-se globalmente&#8221;, sublinhou a antiga ministra.</P><br />
<P>Sobre o &#8220;desafio claro&#8221; que a &#8220;Europa enfrenta&#8221;, Maria Luís Albuquerque entende que a UE tem o talento, recursos, capacidade de inovação, mas ainda não consegue &#8220;transformar plenamente esse potencial em escala e em poder&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Continuamos em muitos casos, em demasiados casos, a pensar e a agir como 27 mercados separados, quando o que precisamos é de agir como um só. Criar escala não é um conceito abstrato. É criar as condições para que as nossas empresas possam crescer, inovar e competir globalmente&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Para a antiga governante, &#8220;isso exige uma mudança de mentalidade. Exige pensar mais europeu. Perceber que o que é bom para cada estado-membro é bom para a Europa e que o que fortalece a Europa reforça também cada um dos estados-membro&#8221;.</P><br />
<P>Na sua intervenção, o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, assinalou que a UE &#8220;deve lembrar-se que a força de uma comunidade não está em apagar diferenças, mas em saber organizá-las em torno de valores comuns&#8221; que a &#8220;diversidade por si só não basta naturalmente. Precisa de instituições, de cultura cívica, de respeito mútuo e de um sentido partilhado de pertença&#8221;.</P><br />
<P>Para o autarca portuense &#8220;é hoje claro que o futuro da Europa se joga também nas cidades&#8221;, defendendo ser nelas &#8220;que os cidadãos vivem a mobilidade, a habitação, a segurança, a integração, a educação, a cultura, a inovação, o meio ambiente, o espaço público e a qualidade de vida&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando um jovem estuda fora, através do Erasmus, é numa cidade que constrói novas relações. Quando uma empresa tecnológica escolhe instalar-se na Europa, é num ecossistema urbano que encontra talento, conhecimento e criatividade&#8221;, salientou Pedro Duarte.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760821]]></sapo:autor>
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		<title>Trabalhadores exigem que médicos do INEM sejam abrangidos pelo novo regime de horas extra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 12:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A comissão de trabalhadores do INEM exigiu hoje que os médicos deste instituto sejam abrangidos pelo novo regime de horas extraordinárias nas urgências, pedindo esclarecimentos urgentes ao Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A comissão de trabalhadores do INEM exigiu hoje que os médicos deste instituto sejam abrangidos pelo novo regime de horas extraordinárias nas urgências, pedindo esclarecimentos urgentes ao Governo. </P><br />
<P>&#8220;A comissão de trabalhadores do INEM manifesta profunda preocupação pelo facto de os médicos do INEM parecerem ter ficado de fora dos incentivos ao serviço de urgência anunciados pelo Governo&#8221;, refere aquela estrutura representativa dos trabalhadores do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).</P><br />
<P>Na quinta-feira, o Governo aprovou o novo regime de incentivos ao trabalho suplementar destinado aos médicos que asseguram escalas de urgência. Segundo o diploma, as horas extraordinárias dos médicos nas urgências acima do limite legal anual podem valer um incentivo entre os 40% e 80% do salário base.</P><br />
<P>O regime para os médicos que exerçam funções em entidades integradas no SNS prevê que este valor seja calculado em grupos de 48 horas.</P><br />
<P>A comissão de trabalhadores salienta que os médicos do INEM &#8220;asseguram funções nucleares no sistema de emergência médica&#8221;, designadamente no Centro de Orientação dos Doentes Urgentes (CODU), helicópteros, Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), formação e apoio à decisão em contexto pré-hospitalar.</P><br />
<P>&#8220;Não são periféricos ao SNS. São parte essencial da resposta urgente e emergente do país&#8221;, refere aquela estrutura, recordando que &#8220;já no passado demoraram cerca de dois anos a ver reconhecida a dedicação plena&#8221; </P><br />
<P>A comissão de trabalhadores acrescenta que os médicos do INEM continuam sem SIADAP (Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública) &#8220;devidamente implementado&#8221; e &#8220;agora, perante novos incentivos à atividade médica urgente, voltam a ser esquecidos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É esta a estratégia do Governo para fixar médicos no INEM, ou para os afastar&#8221;, questiona, frisando que a pergunta torna-se &#8220;ainda mais legítima quando, em simultâneo, se admite recorrer cada vez mais a médicos hospitalares para funções no CODU, nos helicópteros e noutros dispositivos do INEM&#8221;.</P><br />
<P>No comunicado, a comissão de trabalhadores exige esclarecimentos imediatos sobre &#8220;a inclusão dos médicos do INEM neste regime e sobre as medidas concretas previstas para a sua valorização, fixação e reconhecimento&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760820]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>IA nunca será consciente, afirma estudo da Google DeepMind, mas há quem discorde</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ia-nunca-sera-consciente-afirma-estudo-da-google-deepmind-mas-ha-quem-discorde/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 12:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo estudo da Google DeepMind, laboratório de IA da gigante tecnológica, responde de forma ousada: não, pelo menos não apenas por se tornar mais inteligente ou mais convincente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inteligência artificial tem evoluído tão depressa que uma pergunta antes reservada à ficção científica entrou no debate tecnológico: poderá uma máquina tornar-se consciente? Um novo estudo da Google DeepMind, laboratório de IA da gigante tecnológica, responde de forma ousada: não, pelo menos não apenas por se tornar mais inteligente ou mais convincente.</p>
<p>O texto, citado pelo &#8216;Unilad Tech&#8217;, surge num momento em que a indústria discute cada vez mais a inteligência artificial geral, conhecida pela sigla AGI, o ponto em que os sistemas poderão igualar ou ultrapassar capacidades humanas em várias tarefas. Para alguns especialistas, esse seria o passo decisivo antes de uma eventual consciência artificial.</p>
<p>A Google DeepMind contesta essa ideia. A tese central é que a IA pode simular consciência, reproduzir linguagem humana, responder com aparente empatia e parecer uma mente autónoma, mas isso não significa que tenha experiência subjetiva.</p>
<p>Por outras palavras: uma máquina pode imitar alguém consciente sem ser consciente.</p>
<p>Hoje, os modelos de inteligência artificial funcionam sobretudo como sistemas de previsão. São treinados com enormes volumes de dados e produzem respostas com base em padrões, probabilidades e relações estatísticas. O resultado pode parecer uma conversa humana, por vezes de forma impressionante, mas isso não equivale, segundo os autores do estudo, a pensamento próprio ou experiência interior.</p>
<p>O artigo da DeepMind critica aquilo a que chama a ‘falácia da abstração’. A expressão refere-se à ideia de que a consciência poderia surgir apenas de uma determinada organização abstrata da informação, independentemente do suporte físico em que essa informação existe.</p>
<p>Para os investigadores, essa leitura ignora uma distinção essencial: simular não é o mesmo que instanciar. Um sistema artificial pode reproduzir comportamentos associados à consciência, mas isso não prova que possua a constituição física necessária para a experiência subjetiva.</p>
<p>A diferença pode parecer técnica, mas é decisiva. Um computador pode simular uma tempestade sem ficar molhado. Da mesma forma, argumenta o estudo, uma IA pode simular sinais de consciência sem viver aquilo que está a representar.</p>
<p>A posição é particularmente relevante porque a própria Google DeepMind contratou recentemente o seu primeiro filósofo interno dedicado ao tema da consciência das máquinas. Ou seja, a discussão já não está apenas no campo da engenharia: passou também para a filosofia, a biologia e as ciências cognitivas.</p>
<p>Mas nem todos ficaram convencidos com o estudo. Parte da comunidade filosófica considera que o argumento não é tão novo como parece. O filósofo Johannes Jäger, citado pelo &#8216;Unilad Tech&#8217;, afirmou que Alexander Lerchner, autor do estudo, chegou a uma conclusão que já tinha sido discutida antes e que não estaria suficientemente ancorada na literatura filosófica e biológica.</p>
<p>Mark Bishop, professor de computação cognitiva em Goldsmiths, também reconheceu simpatia por grande parte do argumento, mas notou que ideias semelhantes já foram apresentadas há muitos anos. A crítica, portanto, não é necessariamente que a DeepMind esteja errada, mas que entrou tarde num debate antigo.</p>
<p>A discussão toca num dos temas mais sensíveis da inteligência artificial: até que ponto uma máquina que fala como uma pessoa, responde como uma pessoa e parece compreender emoções deve ser tratada como algo mais do que uma ferramenta?</p>
<p>Para a Google DeepMind, a resposta passa por separar aparência de realidade. A IA pode tornar-se cada vez mais convincente, mais rápida e mais útil. Pode até ultrapassar humanos em muitas tarefas. Mas isso não significa que acorde, sinta ou tenha consciência de si.</p>
<p>O debate está longe de fechado. A fronteira entre inteligência, simulação e consciência continua a dividir engenheiros, filósofos e cientistas. Mas o estudo deixa uma ideia poderosa: talvez o futuro da IA não seja uma máquina que ganha alma, mas uma máquina cada vez melhor a fazer-nos acreditar que tem uma.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760129]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Hantavírus: Tudo preparado nas Canárias para &#8220;operação sem precedentes&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 11:56:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo de Espanha disse hoje estar tudo preparado nas Canárias para o desembarque e repatriamento das pessoas que estão no navio onde houve infeções com hantavírus, numa "operação inédita, de uma envergadura internacional sem precedentes".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo de Espanha disse hoje estar tudo preparado nas Canárias para o desembarque e repatriamento das pessoas que estão no navio onde houve infeções com hantavírus, numa &#8220;operação inédita, de uma envergadura internacional sem precedentes&#8221;.</P><br />
<P>Estão no navio de cruzeiro &#8220;MV Hondius&#8221;, que esteve de quarentena em Cabo Verde e deverá chegar às Canárias na próxima madrugada, 147 pessoas, de 23 nacionalidades, incluindo passageiros, tripulação e pessoal médico da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês).</P><br />
<P>Desembarcarão nas Canárias, em Tenerife, mais de 100 pessoas, que serão repatriadas a partir de um aeroporto desta ilha, em aviões de vários países e da União Europeia (UE), devendo manter-se no barco 43 membros da tripulação, que seguirão viagem, na segunda-feira, para levar o paquete até aos Países Baixos, país onde está registada a propriedade do &#8220;MV Hondius&#8221; e de onde é o armador.</P><br />
<P>Trata-se de uma &#8220;operação inédita, de uma envergadura internacional sem precedentes&#8221;, disse hoje a ministra da Saúde de Espanha, Mónica García, numa conferência de imprensa em Madrid.</P><br />
<P>A Organização Mundial da Saúde (OMS) considerou que as Canárias são o porto mais próximo com todas as condições logísticas e de segurança para esta operação, o que a ministra considerou hoje ser &#8220;um orgulho&#8221; para o país, depois de protestos nos últimos dias de autoridades e habitantes das Canárias.</P><br />
<P>Mónica Garcia e o ministro da Administração Interna (MAI) de Espanha, Fernando Grande-Marlaska, presente na mesma conferência de imprensa, reiteraram que o desembarque e repatriamento das pessoas a bordo do barco a partir de Tenerife se fará em zonas reservadas e isoladas do porto industrial de Granadilla e do aeroporto Tenerife Sul, sem qualquer contacto com a população local.</P><br />
<P>Também o percurso de cerca de 10 quilómetros entre o porto e o aeroporto, em que serão usados veículos militares, estará isolado.</P><br />
<P>Tripulantes e passageiros só sairão do barco quando o avião que os vai repatriar estiver já preparado para descolar e serão levados diretamente à pista do aeroporto.</P><br />
<P>Todas as pessoas envolvidas estarão com máscaras e outros equipamentos de proteção sanitária.</P><br />
<P>&#8220;O dispositivo está todo preparado&#8221; e de forma a que a operação decorra &#8220;da forma mais rápida possível e em condições de máxima segurança&#8221;, afirmou, por diversas vezes, o ministro Grande-Marlaska.</P><br />
<P>A previsão neste momento é que o &#8220;MV Hondius&#8221; chegue ao porto de Granadilla entre as 04:00 e as 06:00 de domingo (mesma hora em Lisboa).</P><br />
<P>O barco não vai tocar na costa e ficará ancorado, pelo que serão usadas lanchas para retirar as pessoas, em pequenos grupos, e por nacionalidades, disseram os dois ministros.</P><br />
<P>Todas as pessoas a bordo neste momento estão sem sintomas de doença.</P><br />
<P>Os primeiros a sair deverão ser os 14 espanhóis que estão no barco, que serão levados para um hospital militar de Madrid, onde ficarão de quarentena.</P><br />
<P>As restantes pessoas serão repatriadas ao abrigo do mecanismo europeu de proteção civil, com aviões da União Europeia e de países membros, e em aeronaves de outros Estados não comunitários. </P><br />
<P>Estados Unidos e Reino Unido confirmaram já que enviarão aviões para transportar os respetivos cidadãos.</P><br />
<P>Passageiros e tripulantes só poderão sair com pequenos pertences e as bagagens seguirão no barco.</P><br />
<P>O cadáver de uma passageira alemã que morreu no cruzeiro e continua a bordo seguirá também para os Países Baixos.</P><br />
<P>A operação será coordenada por Espanha, Países Baixos, a OMS e o ECDC.</P><br />
<P>O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, chega hoje às Canárias para acompanhar a operação. Fará uma escala em Madrid, onde será recebido pelo primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, anunciou o Governo de Espanha.</P><br />
<P>A OMS confirmou até agora seis casos de oito suspeitos de infeção com hantavírus em pessoas que viajaram neste barco. Três pessoas morreram e nenhum dos doentes ou suspeitos de estarem infetado está já a bordo.</P><br />
<P>O barco viajava desde a Argentina até Cabo Verde, pelo Atlântico Sul, e suscitou um alerta sanitário internacional no passado fim de semana, quando a OMS foi informada da morte de três passageiros, cuja causa suspeita era o hantavírus.</P><br />
<P>Este vírus transmite-se geralmente a partir de roedores infetados. A variante detetada no paquete, o hantavirus Andes, é rara e pode transmitir-se de pessoa para pessoa. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760819]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sistema de depósito e reembolso de embalagens ainda meio gás um mês após entrar em vigor</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sistema-de-deposito-e-reembolso-de-embalagens-ainda-meio-gas-um-mes-apos-entrar-em-vigor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 11:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um mês depois de entrar em funcionamento, o novo sistema de reciclagem está a meio gás, com a maioria das embalagens ainda incompatíveis para serem recicladas, embora a empresa gestora assegure que a rede de recolha está quase concluída.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um mês depois de entrar em funcionamento, o novo sistema de reciclagem está a meio gás, com a maioria das embalagens ainda incompatíveis para serem recicladas, embora a empresa gestora assegure que a rede de recolha está quase concluída.</P><br />
<P>No domingo, o Sistema de Depósito e Reembolso (SDR) de embalagens de bebida para reciclagem, denominado &#8220;Volta&#8221;, completa um mês.</P><br />
<P> A SDR Portugal &#8211; entidade gestora licenciada pela Agência Portuguesa do Ambiente e pela Direção Geral da Economia &#8211; para a implementação e gestão do SDR disse à Lusa que o mecanismo &#8220;arrancou de forma progressiva no passado dia 10 de abril com mais de 90% da rede de pontos automáticos Volta instalada em todo o território nacional&#8221;.</P><br />
<P>As embalagens de bebidas (garrafas e latas, de plástico, metal ou alumínio, inferiores a 3 litros) com o símbolo do sistema &#8211; uma seta em forma de ferradura e a palavra Volta &#8211; passaram a custar 10 cêntimos a mais. </P><br />
<P>As pessoas podem ter os 10 cêntimos de volta se depositarem embalagens com o símbolo Volta, vazias, intactas, com tampa (no caso das garrafas), com código de barras legível em máquinas do SDR, que se encontram junto de supermercados. </P><br />
<P>Segundo a empresa, existem 2.500 máquinas, mas prevê-se que este número se aproxime das 3.000.</P><br />
<P> Apesar de as máquinas estarem instaladas, muitas das embalagens ainda não possuem o selo do Volta, encontrando-se a vigorar um período de transição até 09 de agosto.</P><br />
<P>Na semana passada, a Lusa constatou que a maioria das embalagens à venda em alguns supermercados da capital ainda não podem ser depositadas em máquinas Volta porque não têm o logotipo do sistema.</P><br />
<P>No centro comercial Colombo e no centro comercial Fonte Nova as máquinas Volta estão colocadas nos parques de estacionamento e os supermercados desses centros tinham mais embalagens sem o símbolo Volta do que com o logotipo. </P><br />
<P>Maria Simão, 21 anos, depositou 11 garrafas que os clientes deixaram no seu local de trabalho e recebeu 1,10 euros. </P><br />
<P>&#8220;Os clientes não estão dando atenção a isso, ou seja, iam ser jogadas no lixo normal. Aproveitei e fui juntando as garrafas dos clientes e agora trouxe. Ou seja, nem me foi cobrado os 10 cêntimos, mas eu recebi o &#8216;voucher'&#8221;, contou. </P><br />
<P>Ao lado da máquina Volta estava um caixote para as embalagens de bebida rejeitadas pela máquina, que estava cheio com garrafas de água, caixas de cartão, sacos de plástico, entre outros materiais inadequados para o sistema. </P><br />
<P>Um dos seguranças do centro comercial disse à Lusa que o caixote costuma estar cheio com embalagens que a máquina rejeita. </P><br />
<P>Nos municípios de Oeiras e da Amadora também se viam caixotes para as embalagens inadequadas ao lado das máquinas do SDR com dezenas de garrafas e latas porque as pessoas tentam usar o sistema, mas sem sucesso. </P><br />
<P>Foi o caso de Carlos Monteiro, 53 anos, que tentou usar a máquina pela primeira vez, mas a garrafa que utilizou foi rejeitada por não ser possível ler o código de barras. </P><br />
<P>À Lusa o SDR admitiu que as principais dúvidas dos consumidores estão relacionadas com as condições de elegibilidade das embalagens, assim como o valor de depósito e formas de reembolso, localização dos pontos Volta e o período de transição. </P><br />
<P>O SDR Portugal explicou ainda à Lusa numa resposta escrita que em restaurantes, cafés e hotéis o sistema funciona de forma diferente consoante o tipo de consumo. </P><br />
<P>Nestes setores, quando o cliente paga apenas no fim da refeição, não deve ser cobrado o depósito de 10 cêntimos, exceto se a embalagem for levada pelo consumidor ou se estiver danificada. Nesses casos, o depósito pode ser cobrado.   </P><br />
<P>Quando o pagamento é feito antes do consumo, o valor do depósito deve ser cobrado ao cliente e devolvido quando a embalagem é entregue em condições adequadas e, se necessário, mediante apresentação do comprovativo de compra.  </P><br />
<P>Numa ronda por cafés e restaurantes de Lisboa, a Lusa também verificou que continuam a funcionar sem o sistema.  </P><br />
<P>Alguns funcionários relataram que não cobravam 10 cêntimos porque ainda não tinham para venda embalagens com o símbolo Volta. </P><br />
<P>O Volta pretende reciclar 90% dos produtos abrangidos até 2029.</P><br />
<P></P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760818]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Dois ativistas da flotilha detidos em Israel vão ser libertados hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 11:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dois ativistas da Flotilha Global Sumud ainda detidos, o hispano-palestiniano Saif Abukeshek e o brasileiro Thiago Ávila, vão ser libertados e entregues hoje às autoridades de imigração israelitas, informou o serviço de inteligência interna à organização Adalah.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os dois ativistas da Flotilha Global Sumud ainda detidos, o hispano-palestiniano Saif Abukeshek e o brasileiro Thiago Ávila, vão ser libertados e entregues hoje às autoridades de imigração israelitas, informou o serviço de inteligência interna à organização Adalah.</P><br />
<P>&#8220;A agência de informações interna israelita Shabak informou a equipa jurídica da Adalah de que os ativistas e líderes da frota Global Sumud (GSF), Thiago Avila e Saif Abukeshek, seriam libertados hoje&#8221;, indicou a ONG num comunicado hoje divulgado.</P><br />
<P>Os ativistas &#8220;serão entregues ainda hoje às autoridades de imigração israelitas e mantidos em detenção enquanto aguardam a sua expulsão&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Entretanto, o ministro dos Negócios Estrangeiros espanhol, José Manuel Albares, já se pronunciou sobre a libertação dos dois homens, anunciando que as autoridades israelitas comunicaram ao Consulado de Espanha em Telavive que o ativista hispano-palestiniano Saif Abukeshek seria libertado &#8220;nas próximas horas&#8221;.</P><br />
<P>Albares explicou numa mensagem de áudio enviada à agência de notícias espanhola EFE pelo Ministério que, após a sua libertação, Saif Abukeshek será deportado de Israel através da passagem de Taba, no Egito.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros assegurou que o ministério está a trabalhar intensamente para que, no momento em que sair do território israelita, o ativista hispano-palestiniano regresse a Espanha com a sua família &#8220;o mais rapidamente possível&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É um momento de grande felicidade e não vamos poupar esforços para o seu rápido regresso a Espanha&#8221;, salientou. </P><br />
<P>Saif Abukeshek foi detido no passado dia 30 de abril em águas gregas por Israel, quando viajava a bordo da Flotilha Global Sumud com destino a Gaza, e foi transferido, juntamente com o ativista brasileiro Thiago Ávila, para o centro de detenção de Shikma, na cidade israelita de Ashkelon, acusados de crimes de terrorismo pelas autoridades israelitas.</P><br />
<P>Foram detidos juntamente com outros cerca de 170 ativistas, quando o Exército israelita intercetou cerca de metade dos navios pertencentes à Flotilha Global Sumud, a cerca de 100 quilómetros a oeste da ilha grega de Creta, em águas internacionais. </P><br />
<P>No entanto, no caso destes dois, Israel decidiu extraditá-los para o seu território para serem julgados. Os demais ativistas foram levados para a Grécia e libertados.</P><br />
<P>A organização de direitos humanos israelita Adalah, que representa os dois detidos, denunciou os &#8220;maus-tratos&#8221; e &#8220;abusos psicológicos&#8221; infligidos a Saif Abukeshek e Thiago Ávila na prisão, citando interrogatórios de oito horas, iluminação intensa nas celas 24 horas por dia, isolamento total e movimentos sistematicamente vendados, mesmo durante exames médicos.</P><br />
<P>A Flotilha Global Sumud para Gaza era inicialmente composta por cerca de cinquenta barcos e, segundo os seus organizadores, visava quebrar o bloqueio israelita ao território palestiniano devastado pela guerra e levar ajuda humanitária, que permanece severamente restringida.</P><br />
<P>Entre os cerca de 170 ativistas que integravam a flotilha estavam três portugueses.</P><br />
<P></P><br />
<P>RCP (CSR/JH) // MSF </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760817]]></sapo:autor>
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		<title>Viveu 20 anos na casa dos pais sem pagar renda e agora os irmãos exigem 66 mil euros da herança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 11:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[heranças]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante 20 anos, uma mulher viveu num apartamento dos pais sem pagar renda. O que começou como uma ajuda familiar, numa altura de dificuldades financeiras, acabou por se transformar num conflito]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante 20 anos, uma mulher viveu num apartamento dos pais sem pagar renda. O que começou como uma ajuda familiar, numa altura de dificuldades financeiras, acabou por se transformar num conflito de herança entre irmãos, relata o &#8216;HuffPost&#8217;.</p>
<p>O caso aconteceu em França e ganhou contornos delicados depois da morte da mãe. Os pais tinham dois apartamentos no mesmo prédio, ambos avaliados em cerca de 310 mil euros em 2025. Duas décadas antes, a filha mais nova pediu apoio à família e os pais cederam-lhe temporariamente um dos imóveis.</p>
<p>O acordo, porém, deixou de ser temporário. A mulher acabou por fazer daquele apartamento a sua residência permanente e viveu ali durante duas décadas sem pagar renda.</p>
<p>Enquanto os pais eram vivos, a situação manteve-se dentro da esfera familiar. Mas, no momento da partilha da herança, os irmãos entenderam que aquela ocupação gratuita tinha beneficiado a irmã e prejudicado o património comum.</p>
<p>O argumento é simples: se o apartamento tivesse sido arrendado, os pais teriam recebido rendimento durante todos esses anos. Como isso não aconteceu, dizem os irmãos, o valor que agora entra na herança é menor do que poderia ter sido.</p>
<p>O notário da família explicou que a ocupação prolongada impediu os pais de aumentarem o seu património, uma vez que não houve receita de rendas ao longo de 20 anos. Foi com base nessa leitura que os irmãos pediram uma compensação financeira.</p>
<p>Nas contas iniciais, o valor poderia ser pesado. A renda estimada do apartamento foi fixada em 1.100 euros por mês. Multiplicada por 20 anos, a ocupação gratuita representaria 264 mil euros.</p>
<p>Mas a lei impôs um travão. Como este tipo de reclamação tem um limite temporal de cinco anos, os irmãos só podiam reclamar 66 mil euros. Esse montante passaria a ser considerado uma dívida da filha ao património deixado pelos pais.</p>
<p>Na prática, os 66 mil euros seriam integrados na herança e divididos pelos três filhos. Cada um teria direito a 22 mil euros. Como a própria irmã também era herdeira, o valor líquido que teria de suportar ficaria em 44 mil euros.</p>
<p>O problema é que a mulher não tinha condições para pagar essa quantia. Para evitar que o conflito avançasse para uma disputa judicial mais pesada, os três irmãos acabaram por chegar a um acordo amigável.</p>
<p>De acordo com o &#8216;HuffPost&#8217;, a solução passou por atribuir à filha mais nova apenas a parte mínima da herança a que tinha direito por lei, ficando o restante património para os irmãos.</p>
<p>A história mostra como uma ajuda familiar, quando se prolonga durante anos sem regras claras, pode transformar-se numa conta difícil de fechar. E lembra que, numa herança, até aquilo que nunca foi pago pode acabar por ter preço.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760108]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Número de mortos na Faixa de Gaza atinge os 72.736</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos na Faixa de Gaza devido aos ataques israelitas atingiu hoje os 72.736 desde outubro de 2023, após o Ministério da Saúde ter identificado mais 103 corpos, de acordo com dados do último relatório.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos na Faixa de Gaza devido aos ataques israelitas atingiu hoje os 72.736 desde outubro de 2023, após o Ministério da Saúde ter identificado mais 103 corpos, de acordo com dados do último relatório.</P><br />
<P>Apesar do cessar-fogo em vigor desde outubro, pelo menos 850 pessoas morreram na Faixa nestes sete meses, o que equivale a uma média de quatro pessoas mortas diariamente em ataques aéreos ou por disparos das tropas israelitas que continuam posicionadas na chamada linha amarela. </P><br />
<P>Na sexta-feira à noite, segundo informou um porta-voz das equipas de resgate da Defesa Civil, o Exército israelita disparou um míssil contra uma habitação familiar no campo de Al Shati, a oeste da cidade de Gaza, ferindo cerca de nove civis.</P><br />
<P>&#8220;O ataque destruiu completamente a casa e danificou dezenas de habitações e edifícios vizinhos, provocando incêndios em vários deles, o que ameaça a deslocação de dezenas de famílias devido à magnitude dos danos e ao perigo constante&#8221;, denunciou a Defesa Civil num comunicado.</P><br />
<P>O Exército israelita ainda não se pronunciou sobre este ataque.</P><br />
<P>Desde a assinatura do acordo de cessar-fogo, a 10 de outubro de 2025, Israel tem continuado a atacar a Faixa de Gaza quase diariamente. </P><br />
<P>Desde o ataque do Hamas de 07 de outubro de 2023 a território israelita &#8212; que fez 1.200 mortos e 251 reféns -, registaram-se perto de 73 mil mortos e quase 173 mil feridos em consequência das ofensivas do Exército israelita a uma Faixa de Gaza devastada, no que uma comissão independente nomeada pela ONU classificou como genocídio.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760816]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro alerta que uma Europa que depende da unanimidade &#8220;chega sempre tarde&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:35:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República reiterou hoje a sua oposição à regra da unanimidade na União Europeia (UE), alertando que uma Europa "que se move apenas quando há consenso, é uma Europa que chega sempre tarde".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República reiterou hoje a sua oposição à regra da unanimidade na União Europeia (UE), alertando que uma Europa &#8220;que se move apenas quando há consenso, é uma Europa que chega sempre tarde&#8221;.</P><br />
<P>Numa mensagem publicada nas redes sociais para assinalar o Dia da Europa, António José Seguro recordou que a UE &#8220;nasceu da vontade de garantir a paz e o progresso num continente devastado por guerra&#8221;, mas alertou que o continente &#8220;enfrenta hoje uma encruzilhada diferente, mas igualmente exigente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A resposta não está em recuar, fragmentar ou desistir. Está em avançar com mais união, mais ambição e mais coragem política&#8221;, escreveu.</P><br />
<P>António José Seguro argumentou que &#8220;uma Europa de 27 países, que se move apenas quando há consenso, é uma Europa que chega sempre tarde&#8221;, insistindo na sua posição pelo fim da regra da unanimidade europeia em domínios estratégicos.</P><br />
<P>&#8220;O futuro pertence a quem age com determinação. Não a quem reage tarde e corre quase sempre atrás do prejuízo&#8221;, acrescentou o chefe de Estado.</P><br />
<P>O Presidente da República defendeu que, &#8220;em vez de minorias de bloqueio&#8221;, são necessárias &#8220;maiorias com ambição&#8221; e &#8220;lideranças que pensem a Europa para além dos egoísmos imediatos dos Estados-membros que representam&#8221;.</P><br />
<P>Nesta mensagem, Seguro salientou também que a &#8220;Europa avançou com líderes que ousaram pensar além do imediato&#8221; e considerou que é necessário recuperar esse espírito.</P><br />
<P>&#8220;Para preservar a paz, a Europa tem de percorrer quatro caminhos em simultâneo: salvaguardar a democracia como fundamento irrenunciável da vida em comum, aprofundar a integração política como garantia de solidariedade entre os seus povos, construir autonomia estratégica como expressão de soberania na defesa, competitividade e energia&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Seguro defendeu que, para concretizar &#8220;todas estas ambições&#8221;, é necessário &#8220;um modelo de governação mais eficiente e mais rápido&#8221;, remetendo para a sua intervenção, esta semana, em Itália, na sessão comemorativa dos 50 anos do Instituto Europeu de Florença.</P><br />
<P>&#8220;A regra da unanimidade em domínios estratégicos funcionou no século passado, não resulta no século XXI. O mundo não espera por nós&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>O Dia da Europa assinala-se em 09 de maio, evocando a declaração de Robert Schuman, em 1950, na qual apresentou as bases fundadoras da União Europeia.</P><br />
<P>Portugal aderiu formalmente à Comunidade Económica Europeia (CEE) em 01 de janeiro de 1986, juntamente com Espanha.</P><br />
<P>O tratado de adesão de Portugal à então CEE foi assinado em 12 de junho de 1985 por Mário Soares e também pelo vice-primeiro-ministro do Governo PS/PSD, Rui Machete, e pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, Jaime Gama, e das Finanças, Ernâni Lopes.</P><br />
<P>Quando o tratado entrou em vigor, em 01 de janeiro de 1986, já estava em funções o Governo do PSD chefiado por Aníbal Cavaco Silva, que iria governar durante dez anos.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760815]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PS convida PM a visitar mercados e acusa Chega de ser muleta do Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS convidou hoje o primeiro-ministro a visitar um mercado para "tomar conta ao custo de vida" e acusou o líder do Chega de ser "uma boa muleta" do Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>***Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Matosinhos, Porto, 09 mai 2026 (Lusa) &#8211; O secretário-geral do PS convidou hoje o primeiro-ministro a visitar um mercado para &#8220;tomar conta ao custo de vida&#8221; e acusou o líder do Chega de ser &#8220;uma boa muleta&#8221; do Governo.</P><br />
<P>&#8220;Encontro-me aqui para fazer um convite ao primeiro-ministro. É o convite para que ele possa visitar o mercado de Angeiras ou que possa visitar o mercado de Benfica ou de Alvalade para poder tomar conta do custo de vida&#8221;, desafiou José Luís Carneiro, à margem de uma visita ao mercado de Angeiras, em Matosinhos, no distrito do Porto.</P><br />
<P>Pelas contas do líder socialista, &#8220;uma família de quatro pessoas que consuma cerca de 100 litros de gasóleo por mês, que consuma duas garrafas de gás, que tem um empréstimo até 150 mil euros para a sua casa e que, em regra, também faça uma vida quotidiana, está a ter um custo em maio superior a 147 euros do que o custo que tinha em janeiro&#8221;.</P><br />
<P>José Luís Carneiro lembrou que o &#8220;PS apresentou propostas que permitiam reduzir em 67 euros este custo com o cabaz alimentar&#8221;, mas que foram recusadas pelo executivo liderado por Luís Montenegro.</P><br />
<P>&#8220;Nós, o PS, não compreendemos a insensibilidade do primeiro-ministro para que recuse, para que continue a rejeitar as propostas que o PS tem apresentado para o custo de vida&#8221;, disse.</P><br />
<P>Isto porque, salientou, &#8220;o custo de vida está, neste momento, a causar graves constrangimentos às famílias e nada faz supor que haja alterações substantivas nas condições económicas internacionais&#8221;.José Luís Carneiro apontou ainda algumas das medidas para fazer face ao aumento do custo de vida avançadas pelo PS: &#8220;Nós apresentámos propostas para reduzir o IVA sobre os custos com os combustíveis, os custos com a eletricidade, os custos com o gás e, simultaneamente, também para começar a cautelar os custos com os bens alimentares, com o agroalimentar&#8221;, enumerou.</P><br />
<P>&#8220;E é muito importante que o primeiro-ministro não ignore, não esqueça, não seja insensível aos problemas da vida das pessoas&#8221;, apelou.</P><br />
<P>Questionado, várias vezes, sobre a decisão do Tribunal Constitucional relativa à Lei da Nacionalidade, o líder do PS recusou comentar, mas deixou uma acusação ao líder do Chega, que pões a hipótese de avançar com um pedido de referendo sobre a decisão.</P><br />
<P>&#8220;André Ventura, sendo ele formado em direito, vê-se mesmo que é para distrair as atenções, porque é evidente que aquilo que ele disse não é sequer possível, não é viável. Ou seja, não é viável referendar uma decisão do Tribunal Constitucional&#8221;, começou por apontar.</P><br />
<P>E continuou: &#8220;Eu pergunto, então ele não sabe isto? Pois com certeza que sabe, só que faz isso precisamente para distrair as atenções da opinião pública e com isso está a ser uma boa muleta ao Governo que é retirar a atenção das pessoas daquilo que importa à vida das pessoas&#8221;, acusou.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760814]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ensaio. Porsche 718: legado de competição e comunidade apaixonada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Farromba]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Farromba]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Porsche]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Passeio “Cântaros da Estrela” decorreu durante 2 dias na Beira Baixa com uma caravana de 17 Porsches Cayman e Boxster, que percorreram as estradas da Covilhã, Manteigas, Guarda, Sabugal e Belmonte... e estivemos lá para contar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na Porsche, o Grupo 718 não é um grupo empresarial nem uma divisão corporativa mas um conjunto de entusiastas da marca e do modelo que se reunem com um propósito;  conviver numa época em que vivemos a olhar para o telemóvel e para encontrar tempo para socializar.</p>
<p>O passeio “Cântaros da Estrela” decorreu durante 2 dias na Beira Baixa com uma caravana de 17 Porsches Cayman e Boxster, que percorreram as estradas da Covilhã, Manteigas, Guarda, Sabugal e Belmonte.</p>
<p>A família/modelo Porsche 718 é  uma designação histórica e técnica usada pela marca pois foi um carro de competição produzido entre 1957 e 1962, como uma  evolução do lendário <strong>Porsche 550 Spyder</strong>.</p>
<p>Marcou a diferença nas provas onde participou por ser um desportivo leve com motor central,visível na Targa Florio, Le Man ou Sebring.</p>
<p>Este número interno de projeto da Porsche, está associado a automóveis leves com motor central, equilíbrio e agilidade em curva.</p>
<p>Daí a Porsche ter recuperado este número para a sua nova geração onde se inclui o 718 Boxster (roadster), 718 Cayman (coupé), 718 GTS 4.0, 718 Cayman GT4 / GT4 RS, 718 Spyder / Spyder RS.</p>
<p>Com um posicionamento abaixo do 911, dizem os puristas, que o 718 é &#8220;mais Porsche&#8221; a nível dinâmico. Isto porque o 718 tem motor central, tal como os Porsche de competição clássicos (550, 718 RSK) o que lhe confere uma distribuição de massas muito próxima de 50:50,  uma frente mais comunicativa e uma traseira mais previsível no limite.</p>
<p>O próprio nome 718 foi recuperado pela Porsche precisamente para ligar estes modelos modernos aos carros de corrida leves dos anos 50 e, para os puristas que encontrei neste encontro por terras beirãs isto é “engenharia correta antes de potência”.</p>
<p>Enquanto que o 911 moderno cresceu em dimensão, ganhou tração integral, direção traseira, amortecimento ativo complexo, tornou‑se incrivelmente rápido, mas também mais filtrado. O 718 mantém um contacto &#8220;mais cru&#8221; com a estrada, algo que a própria Porsche reconhece ao posicioná‑lo como o desportivo “driver‑focused” da gama.</p>
<p>AS versões GT do 718 são a referência de pureza e apontados como alguns dos melhores Porsche modernos para conduzir, exatamente porque possuem um chassis mais curto, menor peso, motor central + soluções GT.</p>

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<p><strong>A ideia foi recriar  a filosofia do 718 original, descrito pela própria Porsche como um “giant killer” nas pistas</strong></p>
<div dir="auto">Grupo Português não oficial, dedicado a todos os modelos 718 da PORSCHE:</div>
<div dir="auto">Cayman | Boxster | GTS | GT4 | GT4 RS | Spyder RS</div>
<ul>
<li>https://www.facebook.com/groups/porsche718portugal/</li>
<li>https://porsche718portugal.com</li>
</ul>
<p>P.S. Um agradecimento ao Angélico e Gusmão pelo convite</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758125]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PM sublinha empenho de Portugal na construção de uma UE mais competitiva e influente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:25:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro disse hoje que Portugal continuará empenhado na construção de uma União Europeia "mais forte, competitiva, coesa e influente", numa mensagem em que destacou também os 40 anos da adesão do país ao projeto europeu.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro disse hoje que Portugal continuará empenhado na construção de uma União Europeia &#8220;mais forte, competitiva, coesa e influente&#8221;, numa mensagem em que destacou também os 40 anos da adesão do país ao projeto europeu.</P><br />
<P>Numa mensagem divulgada nas suas redes sociais, Luís Montenegro escreve que hoje, Dia da Europa, celebra-se uma &#8220;Europa de paz liberdade, democracia e prosperidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No ano em que celebramos os 40 anos da adesão à CEE, orgulhamo-nos de fazer parte deste projeto comum que nos une em valores e oportunidades&#8221;, frisa também o líder do Governo.</P><br />
<P>Montenegro diz que, &#8220;num tempo de grandes desafios&#8221;, Portugal continuará &#8220;empenhado na construção de uma União mais forte, competitiva, coesa e influente no mundo&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro-ministro conclui esta mensagem defendendo que o fortalecimento da Europa é &#8220;essencial à defesa dos interesses e ambições de Portugal e dos portugueses&#8221;.</P><br />
<P>O Dia da Europa assinala-se hoje, evocando a declaração de Robert Schuman, em 1950, na qual apresentou as bases fundadoras da União Europeia.</P><br />
<P>Portugal aderiu formalmente à Comunidade Económica Europeia (CEE) em 01 de janeiro de 1986, juntamente com Espanha.</P><br />
<P>O tratado de adesão de Portugal à então CEE foi assinado em 12 de junho de 1985 por Mário Soares e também pelo vice-primeiro-ministro do Governo PS/PSD, Rui Machete, e pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, Jaime Gama, e das Finanças, Ernâni Lopes.</P><br />
<P>Quando o tratado entrou em vigor, em 01 de janeiro de 1986, já estava em funções o Governo do PSD chefiado por Aníbal Cavaco Silva, que iria governar durante dez anos.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS (IEL)  // MSF </P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760813]]></sapo:autor>
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		<title>Macron defende União Europeia &#8220;forte, poderosa e independente&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:06:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou hoje que "a Europa pode e deve melhorar ainda mais", numa mensagem por ocasião do Dia da Europa, defendendo a necessidade de continuar a trabalhar por uma União Europeia "forte, poderosa e independente".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou hoje que &#8220;a Europa pode e deve melhorar ainda mais&#8221;, numa mensagem por ocasião do Dia da Europa, defendendo a necessidade de continuar a trabalhar por uma União Europeia &#8220;forte, poderosa e independente&#8221;.</P><br />
<P>Num apelo veemente a favor da UE, Macron exortou os cidadãos a sentirem-se &#8220;orgulhosos de ser europeus&#8221; e destacou a ambição de construir &#8220;o continente mais ecológico&#8221;, líder em inovação, tecnologia e soberania industrial, capaz de reduzir as suas dependências estratégicas e defender &#8220;os valores democráticos e humanistas&#8221;.</P><br />
<P>Macron afirmou que a Europa demonstrou a sua capacidade de resposta perante as grandes crises recentes, desde a pandemia e as turbulências económicas até à guerra na Ucrânia. </P><br />
<P>Segundo o chefe de Estado francês, a UE age &#8220;rápido, com força e em solidariedade&#8221; quando &#8220;a História bate à porta&#8221;.</P><br />
<P>Na sua mensagem nas redes sociais, Macron recordou que a UE nasceu &#8220;das ruínas&#8221; e da rejeição ao nacionalismo e à guerra, na sequência dos conflitos do século XX. </P><br />
<P>&#8220;É um legado arrancado das ruínas, um tesouro forjado pela coragem daqueles e daquelas que se recusaram a aceitar que o nacionalismo e a guerra fossem o nosso destino&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Macron assegurou que, desde 2017, quando iniciou o seu mandato como Presidente, tem dedicado a sua energia ao projeto europeu porque &#8220;uma parte significativa&#8221; do futuro e da soberania da França &#8220;está em jogo aí&#8221;.</P><br />
<P>E sustentou que &#8220;a Europa respeita e fortalece&#8221; as nações, contrariamente ao que afirma a extrema-direita.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760812]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Um mês de trabalho saiu caro: reformado perde pensão e terá de devolver mais de 3 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre 11 de outubro e 10 de novembro de 2022, o homem esteve registado como trabalhador por conta de outrem, ao mesmo tempo que mantinha o pagamento integral da pensão...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A história começou com uma decisão aparentemente simples: um reformado em Espanha aceitou um trabalho a tempo inteiro durante cerca de um mês numa pequena empresa de engenharia na Andaluzia. O problema, relata o &#8216;HuffPost&#8217;, é que durante esse período continuou a receber 100% da sua pensão de reforma.</p>
<p>Entre 11 de outubro e 10 de novembro de 2022, o homem esteve registado como trabalhador por conta de outrem, ao mesmo tempo que mantinha o pagamento integral da pensão. Para a Segurança Social espanhola, essa acumulação não era válida e deu origem a uma cobrança de 3.162,93 euros, valor considerado indevidamente recebido.</p>
<p>A situação só ganhou contornos mais pesados quando o Instituto Nacional de Segurança Social espanhol avançou para recuperar o dinheiro. O reformado foi informado de que teria de devolver o montante através de descontos na pensão: quatro prestações de 1.018,58 euros e uma última de 107,19 euros.</p>
<p>O homem contestou a decisão. Defendeu que a própria Segurança Social tinha conhecimento da sua atividade profissional, uma vez que as contribuições constavam dos registos oficiais. Na sua perspetiva, se a administração sabia que tinha trabalhado, não poderia depois invocar desconhecimento para exigir a devolução da pensão recebida nesse período.</p>
<p>O Tribunal Superior de Justiça da Andaluzia não lhe deu razão.</p>
<p>A decisão considerou que receber uma pensão de reforma completa é incompatível com um trabalho a tempo inteiro, salvo nos casos específicos previstos na lei. Ou seja, para um reformado continuar a trabalhar, não basta iniciar atividade e deixar que as contribuições apareçam no sistema: é necessário pedir previamente o regime adequado.</p>
<p>No centro do caso está a distinção entre receber a reforma normal e recorrer a modalidades próprias para quem quer continuar a trabalhar, como a reforma flexível ou a reforma ativa. Sem esse pedido expresso, a pensão recebida durante o período de trabalho passa a ser considerada indevida.</p>
<p>O &#8216;HuffPost&#8217; sublinha que a sentença também recupera doutrina do Supremo Tribunal espanhol de setembro de 2023: quando um pensionista trabalha sem fazer a comunicação exigida, fica obrigado a devolver os valores recebidos indevidamente.</p>
<p>Na prática, o mês em que o reformado voltou ao trabalho acabou por sair-lhe caro. Não por ter trabalhado, mas por o ter feito mantendo a pensão completa e sem acionar antes o mecanismo legal apropriado.</p>
<p>O caso deixa uma lição simples para quem já está reformado e pondera regressar ao mercado de trabalho: antes de aceitar um contrato, é essencial confirmar que regime se aplica e pedir autorização de forma clara. Caso contrário, mesmo um curto período de atividade pode transformar-se numa fatura de milhares de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760075]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Programa Sustentável 2030 abre 3 novos concursos no valor de 130 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 09:47:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Programa Sustentável 2030 abriu três novos concursos, no valor de 130 milhões de euros, para as áreas da economia circular e para promover o acesso seguro e a gestão sustentável da água, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Programa Sustentável 2030 abriu três novos concursos, no valor de 130 milhões de euros, para as áreas da economia circular e para promover o acesso seguro e a gestão sustentável da água, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>Num comunicado hoje divulgado, os ministérios da Economia e da Coesão Territotial e do Ambiente e Energia precisam que a promoção do acesso seguro e a gestão sustentável da água inclui uma gestão integrada e maior resiliência hídrica.</P><br />
<P>Dois dos três concursos, um de 30 milhões de euros e outro de 40 milhões de euros, visam garantir a acessibilidade física, maior segurança e resiliência das infraestruturas, promovendo uma gestão mais sustentável da água e ambos contemplam uma taxa de cofinanciamento de 85% e destinam-se a municípios e suas associações, ao setor empresarial do Estado e ao setor empresarial local, nas NUT II do Continente, refere o comunicado.</P><br />
<P>Os ministérios explicam que o &#8220;primeiro destes concursos destina 40 milhões de euros para intervenções ao nível da recolha e tratamento das águas residuais e visa apoiar a melhoria da qualidade do serviço prestado, bem como contribuir para a qualidade das águas interiores e costeiras&#8221;.</P><br />
<P>A primeira fase de candidaturas para este primeiro concurso decorre até 21 de setembro de 2026, à qual se segue uma segunda fase que arranca em 21 de setembro de 2026 e encerra em 20 de janeiro de 2027.</P><br />
<P>O segundo programa diz respeito à captação, adução e tratamento de água para consumo público, prevendo 30 milhões de euros em apoios para intervenções no ciclo urbano da água.</P><br />
<P>O período de candidaturas na primeira fase decorre até 20 de outubro de 2026, iniciando-se uma segunda fase em 20 de outubro de 2026, que se prolongará até 22 de fevereiro de 2027.</P><br />
<P>Em relação ao terceiro concurso, que reserva 60 milhões de euros do Fundo de Coesão para infraestruturas de valorização de resíduos urbanos, os dois ministérios afirmam que visa uma gestão mais eficiente e sustentável que permita reduzir a deposição em aterro, aumentar a reciclagem e a circularidade dos recursos.</P><br />
<P>Os beneficiários deste incentivo financeiro, que é de 85% do total do investimento, podem ser &#8220;as entidades gestoras de resíduos urbanos com competência para realizar os investimentos em alta nas regiões do Norte, Algarve, Centro, Área Metropolitana de Lisboa e Alentejo&#8221;.</P><br />
<P>A primeira fase do aviso termina em 20 de agosto de 2026, seguindo-se uma segunda fase com abertura prevista para 20 de agosto de 2026 e encerramento em 22 de março de 2027.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, sublinha que &#8220;apesar do muito que já foi feito, ainda há muitas necessidades a satisfazer no que respeita ao abastecimento de água e tratamento de resíduos&#8221;.</P><br />
<P>Também citado comunicado, a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, afirma: &#8220;Estamos a implementar a Estratégia Água que Une e a recuperar o tempo perdido na gestão de resíduos para entrarmos na rota para o cumprimento das metas&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760811]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Aguiar-Branco enaltece projeto europeu como espaço de paz e identidade comum</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/aguiar-branco-enaltece-projeto-europeu-como-espaco-de-paz-e-identidade-comum/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 09:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Assembleia da República assinalou hoje o Dia da Europa defendendo que "o projeto europeu representa a paz" e a cooperação e salientando a importância da adesão europeia de Portugal "na construção de uma identidade comum".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Assembleia da República assinalou hoje o Dia da Europa defendendo que &#8220;o projeto europeu representa a paz&#8221; e a cooperação e salientando a importância da adesão europeia de Portugal &#8220;na construção de uma identidade comum&#8221;.</P><br />
<P>Numa mensagem em vídeo divulgada nas suas redes sociais por ocasião do Dia da Europa , José Pedro Aguiar-Branco afirmou que a &#8220;Europa é mais do que um continente&#8221;, descrevendo-a como &#8220;uma cultura, uma civilização, um modo de viver e pensar o mundo&#8221;.</P><br />
<P>O presidente do parlamento português frisou que, nas últimas décadas, a &#8220;Europa construiu um modelo social único, baseado na liberdade económica, na solidariedade e no bem comum&#8221; e elencou o papel da União Europeia na construção da paz.</P><br />
<P>&#8220;Um projeto que garantiu a livre circulação de pessoas, bens e capitais. A liberdade de estudar, trabalhar e investir em qualquer país da União Europeia. Mas, acima de tudo, o projeto europeu representa a paz. Representa, depois de séculos de conflito, uma opção pelo diálogo e pela cooperação&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Neste vídeo, Aguiar-Branco sublinhou ainda o impacto da adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia (CEE), há 40 anos, apontando transformações na criação de infraestruturas e no desenvolvimento regional e considerando que essas são mudanças reconhecidas pelos portugueses.</P><br />
<P>O presidente da Assembleia da República salientou ainda a importância da adesão de Portugal ao projeto europeu na &#8220;construção de uma identidade comum&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Neste Dia da Europa, celebramos tudo isto. O passado que partilhamos, a cultura que vivemos e o futuro que estamos a construir&#8221;, concluiu.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760810]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Wireless Logic entra em Portugal e prevê investimento de um milhão de euros até 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 09:24:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Wireless Logic, fornecedor global de conectividade para a Internet das Coisas (IoT), vai entrar em Portugal e prevê um investimento de um milhão de euros até 2027, disse à Lusa o responsável Afonso Freitas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Wireless Logic, fornecedor global de conectividade para a Internet das Coisas (IoT), vai entrar em Portugal e prevê um investimento de um milhão de euros até 2027, disse à Lusa o responsável Afonso Freitas.</P><br />
<P>&#8220;Está previsto um investimento global na ordem de um milhão de euros até ao final de 2027, destinado ao reforço da estrutura local, desenvolvimento de rede e serviços, ações de &#8216;marketing&#8217; e presença institucional no mercado, bem como apoio à expansão comercial e técnica da operação&#8221;, detalhou o &#8216;business development principal manager iberia&#8217; da Wireless Logic.</P><br />
<P>Afonso Freitas acrescentou que a &#8220;entrada em Portugal insere-se na estratégia de reforço da presença da Wireless Logic na Península Ibérica, replicando o posicionamento já alcançado em Espanha e noutros mercados europeus&#8221;.</P><br />
<P>O responsável pelo desenvolvimento do negócio apontou que &#8220;o contexto atual é marcado por uma forte aceleração da transformação digital, com crescimento significativo da procura por soluções IoT em áreas como gestão de frotas, sistemas de pagamentos, mobilidade elétrica, energia, cidades inteligentes e infraestruturas conectadas&#8221;.</P><br />
<P>Depois, &#8220;a proximidade geográfica, cultural e económica com Espanha facilita a integração operacional da região ibérica&#8221;. </P><br />
<P>O gestor destacou ainda &#8220;o potencial estratégico de Portugal como plataforma de inovação e ponto de expansão para mercados internacionais, em particular para o Brasil e outros países lusófonos, beneficiando da capacidade da Wireless Logic de fornecer conectividade global adaptada a diferentes enquadramentos regulatórios e operacionais&#8221;.</P><br />
<P>O plano de desenvolvimento da operação em Portugal da Wireless Logic prevê &#8220;a constituição de uma equipa local, com reforço nas áreas de desenvolvimento de negócio e na vertente técnica, até ao final de 2027&#8221;. </P><br />
<P>Em termos de faturação para Portugal, &#8220;a estimativa global aponta para cerca de dois milhões de euros até ao final de 2027, sendo que a evolução será progressiva e dependente da maturidade dos projetos e do crescimento do mercado&#8221;, salientou Afonso Freitas.</P><br />
<P>A Wirelss Logic disponibiliza conectividade multioperador, gestão de dispositivos, plataformas IoT e serviços de valor acrescentado como cibersegurança, digital twins e soluções de inteligência aplicada à gestão de redes, segundo a tecnológica. </P><br />
<P>&#8220;A sua rede, Conexa, permite ligar e gerir ativos em qualquer rede, simplificando operações e garantindo conectividade global resiliente&#8221;, adiantou o responsável.</P><br />
<P>Opera em mais &#8220;de 190 países, gera cerca de 18 milhões de subscrições IoT e dois milhões de eSIM ativas, contando com mais de 1.000 especialistas em IoT distribuídos por 26 localizações globais&#8221;, dispondo ainda de &#8220;conectividade sem restrições em 10 mercados estratégicos de difícil acesso &#8211; Brasil, Turquia, Nigéria, China, Índia, Egito, Arábia Saudita, Singapura, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido &#8211; assegurando conectividade global para aplicações críticas em diferentes geografias&#8221;, detalhou.</P><br />
<P>A cibersegurança &#8220;é um elemento central na estratégia da Wireless Logic, sobretudo num contexto de crescente digitalização e expansão da IoT, que aumenta significativamente a superfície de ataque das organizações&#8221;, referiu o &#8216;business development principal manager iberia&#8217;.</P><br />
<P>A tecnológica conta &#8220;com mais de um milhão de dispositivos monitorizados pela sua plataforma de Anomaly &amp; Threat Detection (ATD), reforçando a capacidade de proteção e resposta em ambientes críticos, através de monitorização contínua e mecanismos de segurança inteligentes&#8221;, relatou.</P><br />
<P>Quanto ao papel da inteligência artificial (IA), esta &#8220;desempenha um papel acentuado na operação da Wireless Logic, sendo aplicada em várias componentes da sua plataforma tecnológica&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P></P><br />
<P>ALU // CSJ</P><br />
<P>Lusa/FimLisboa, 09 mai 2026 (Lusa) &#8211; A Wireless Logic, fornecedor global de conectividade para a Internet das Coisas (IoT), vai entrar em Portugal e prevê um investimento de um milhão de euros até 2027, disse à Lusa o responsável Afonso Freitas.</P><br />
<P>&#8220;Está previsto um investimento global na ordem de um milhão de euros até ao final de 2027, destinado ao reforço da estrutura local, desenvolvimento de rede e serviços, ações de &#8216;marketing&#8217; e presença institucional no mercado, bem como apoio à expansão comercial e técnica da operação&#8221;, detalhou o &#8216;business development principal manager iberia&#8217; da Wireless Logic.</P><br />
<P>Afonso Freitas acrescentou que a &#8220;entrada em Portugal insere-se na estratégia de reforço da presença da Wireless Logic na Península Ibérica, replicando o posicionamento já alcançado em Espanha e noutros mercados europeus&#8221;.</P><br />
<P>O responsável pelo desenvolvimento do negócio apontou que &#8220;o contexto atual é marcado por uma forte aceleração da transformação digital, com crescimento significativo da procura por soluções IoT em áreas como gestão de frotas, sistemas de pagamentos, mobilidade elétrica, energia, cidades inteligentes e infraestruturas conectadas&#8221;.</P><br />
<P>Depois, &#8220;a proximidade geográfica, cultural e económica com Espanha facilita a integração operacional da região ibérica&#8221;. </P><br />
<P>O gestor destacou ainda &#8220;o potencial estratégico de Portugal como plataforma de inovação e ponto de expansão para mercados internacionais, em particular para o Brasil e outros países lusófonos, beneficiando da capacidade da Wireless Logic de fornecer conectividade global adaptada a diferentes enquadramentos regulatórios e operacionais&#8221;.</P><br />
<P>O plano de desenvolvimento da operação em Portugal da Wireless Logic prevê &#8220;a constituição de uma equipa local, com reforço nas áreas de desenvolvimento de negócio e na vertente técnica, até ao final de 2027&#8221;. </P><br />
<P>Em termos de faturação para Portugal, &#8220;a estimativa global aponta para cerca de dois milhões de euros até ao final de 2027, sendo que a evolução será progressiva e dependente da maturidade dos projetos e do crescimento do mercado&#8221;, salientou Afonso Freitas.</P><br />
<P>A Wirelss Logic disponibiliza conectividade multioperador, gestão de dispositivos, plataformas IoT e serviços de valor acrescentado como cibersegurança, digital twins e soluções de inteligência aplicada à gestão de redes, segundo a tecnológica. </P><br />
<P>&#8220;A sua rede, Conexa, permite ligar e gerir ativos em qualquer rede, simplificando operações e garantindo conectividade global resiliente&#8221;, adiantou o responsável.</P><br />
<P>Opera em mais &#8220;de 190 países, gera cerca de 18 milhões de subscrições IoT e dois milhões de eSIM ativas, contando com mais de 1.000 especialistas em IoT distribuídos por 26 localizações globais&#8221;, dispondo ainda de &#8220;conectividade sem restrições em 10 mercados estratégicos de difícil acesso &#8211; Brasil, Turquia, Nigéria, China, Índia, Egito, Arábia Saudita, Singapura, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido &#8211; assegurando conectividade global para aplicações críticas em diferentes geografias&#8221;, detalhou.</P><br />
<P>A cibersegurança &#8220;é um elemento central na estratégia da Wireless Logic, sobretudo num contexto de crescente digitalização e expansão da IoT, que aumenta significativamente a superfície de ataque das organizações&#8221;, referiu o &#8216;business development principal manager iberia&#8217;.</P><br />
<P>A tecnológica conta &#8220;com mais de um milhão de dispositivos monitorizados pela sua plataforma de Anomaly &amp; Threat Detection (ATD), reforçando a capacidade de proteção e resposta em ambientes críticos, através de monitorização contínua e mecanismos de segurança inteligentes&#8221;, relatou.</P><br />
<P>Quanto ao papel da inteligência artificial (IA), esta &#8220;desempenha um papel acentuado na operação da Wireless Logic, sendo aplicada em várias componentes da sua plataforma tecnológica&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760809]]></sapo:autor>
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		<title>Subida do preço da carne leva talho a apostar em carne de burro — e esgota em 48 horas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/subida-do-preco-da-carne-leva-talho-a-apostar-em-carne-de-burro-e-esgota-em-48-horas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 09:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Com os preços a disparar, uma proposta improvável acabou por chamar a atenção na Patagónia: carne de burro para o churrasco]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Argentina é um dos países onde a carne é quase uma instituição nacional. O assado faz parte da identidade gastronómica do país e a carne de vaca continua a ocupar um lugar central à mesa. Mas, com os preços a disparar, uma proposta improvável acabou por chamar a atenção na Patagónia: carne de burro para o churrasco.</p>
<p>A história, relatada pelo &#8216;AS&#8217;, aconteceu numa carnicería da província de Chubut, no sul da Argentina. A dona do negócio decidiu vender carne de burro como alternativa mais barata à carne de vaca e o resultado foi surpreendente: 500 quilos vendidos em apenas dois dias.</p>
<p>A explicação está, em grande parte, no preço. Enquanto o quilo de carne de vaca ronda os 18.500 pesos argentinos, cerca de 11,4 euros, a carne de burro foi colocada à venda por 7.500 pesos o quilo, aproximadamente 4,6 euros. Ou seja, menos de metade do preço.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="es" dir="ltr">Carnicería argentina vende carne de burro ante la subida de la vacuna</p>
<p>Agotó 500 kilos en dos días. La venta se realizó con un permiso provincial provisorio, ya que en Argentina el consumo de carne de burro no está regulado a nivel nacional. La iniciativa llega en un contexto de… <a href="https://t.co/ViE89vyCIr">pic.twitter.com/ViE89vyCIr</a></p>
<p>&mdash; DW Español (@dw_espanol) <a href="https://twitter.com/dw_espanol/status/2049073797110669820?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">April 28, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Num país onde o consumo de carne está entre os mais elevados do mundo, a diferença não passou despercebida. Argentina, Estados Unidos e Austrália figuram entre os países com maior consumo anual, com médias superiores a 100 quilos por pessoa. Mas o aumento do preço da carne de vaca está a mexer com um hábito profundamente enraizado.</p>
<p>De acordo com o &#8216;AS&#8217;, a carne de vaca subiu quase 70% no último ano na Argentina, o dobro da inflação. Só em março, o aumento foi de 10%. Perante este cenário, alguns comerciantes procuram alternativas capazes de manter o assado ao alcance de mais famílias.</p>
<p>A venda da carne de burro, ainda assim, não deixa de ser invulgar. O jornalista Jason Mayne, citado pelo &#8216;AS&#8217;, sublinhou que a venda deste tipo de carne não está regulada a nível nacional na Argentina. Para avançar, a carnicería contou com uma autorização provincial provisória.</p>
<p>O preço anunciado também foi apresentado como promocional, mas isso não impediu a corrida ao produto. Em dois dias, a proposta passou de curiosidade local a fenómeno de vendas.</p>
<p>A história tem todos os ingredientes de uma notícia improvável: um país conhecido pelo culto da carne de vaca, uma inflação que encarece o prato mais emblemático da mesa argentina e uma alternativa que, até há pouco, poucos imaginariam ver no grelhador.</p>
<p>No fim, a carne de burro tornou-se símbolo de uma realidade mais ampla: quando o preço da vaca se torna pesado demais, até o assado argentino começa a procurar novos caminhos.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760089]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“Quem o avisa…” deixou de avisar: PSP termina publicação dos radares num país em alerta nas estradas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quem-o-avisa-deixou-de-avisar-psp-termina-publicacao-dos-radares-num-pais-em-alerta-nas-estradas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 08:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[PSP]]></category>
		<category><![CDATA[radares]]></category>
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					<description><![CDATA[Não há, para já, uma explicação oficial detalhada sobre o motivo da decisão, nem indicação pública sobre se a campanha foi suspensa, reformulada ou definitivamente encerrada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante meses, a PSP publicou regularmente a lista mensal dos locais onde iria realizar ações de controlo de velocidade. A campanha tinha um nome fácil de fixar — “Quem o avisa…” — e uma lógica assumida de prevenção: informar os condutores, aumentar a perceção de fiscalização e tentar reduzir comportamentos de risco.</p>
<p>Agora, a lista desapareceu.</p>
<p>Questionada pela &#8216;Executive Digest&#8217;, a PSP limita-se a responder que “já não publicamos”.</p>
<p>Não há, para já, uma explicação oficial detalhada sobre o motivo da decisão, nem indicação pública sobre se a campanha foi suspensa, reformulada ou definitivamente encerrada.</p>
<p>O fim dos avisos surge, porém, num momento particularmente sensível para a segurança rodoviária em Portugal.</p>
<p>Depois de uma Semana Santa marcada por pelo menos 20 mortos nas estradas portuguesas, o Governo assumiu que era “tempo de agir” e prometeu apertar a malha contra comportamentos de risco.</p>
<p>A coincidência temporal é evidente: a PSP deixa de publicar a lista mensal dos radares numa altura em que o Ministério da Administração Interna quer mais fiscalização, menos pré-avisos e punições mais pesadas para quem não cumpre as regras.</p>
<p><strong>De campanha preventiva a silêncio oficial</strong></p>
<p>A campanha “Quem o avisa…” assentava numa ideia simples: divulgar antecipadamente alguns locais de controlo de velocidade para levar os condutores a moderar a condução.</p>
<p>A comunicação não indicava todos os radares existentes, nem impedia ações de fiscalização noutros locais, mas funcionava como aviso público e como instrumento de sensibilização.</p>
<p>A mensagem implícita era clara: a PSP não queria apenas multar; queria prevenir.</p>
<p>Essa lógica tem sido usada por várias forças de segurança em diferentes países: tornar a fiscalização visível pode levar os condutores a reduzir a velocidade antes mesmo de serem apanhados em infração.</p>
<p>Mas o novo contexto parece apontar noutra direção.</p>
<p>O Governo quer reforçar uma fiscalização “implacável”, nas palavras do ministro da Administração Interna, Luís Neves, e acabar com operações anunciadas com antecedência.</p>
<p><strong>Governo quer fiscalização sem aviso prévio</strong></p>
<p>O pacote de segurança rodoviária anunciado pelo Ministério da Administração Interna parte de um diagnóstico duro: a fiscalização aumentou nos últimos anos, mas isso não tem sido suficiente para reduzir a sinistralidade.</p>
<p>Luís Neves defendeu que a fiscalização tem de ser mais visível, eficaz, inabalável e intransigente.</p>
<p>Uma das medidas mais simbólicas é o fim das operações stop anunciadas com antecedência.</p>
<p>“Connosco não haverá mais qualquer operação stop que seja avisada previamente. A prevenção é a nossa prioridade”, afirmou o ministro.</p>
<p>A frase marca uma mudança de tom.</p>
<p>Se antes a comunicação pública de operações e radares podia ser apresentada como parte da prevenção, a nova orientação parece privilegiar o fator surpresa e a imprevisibilidade da fiscalização.</p>
<p>A intenção é apertar a malha aos condutores que continuam a circular em excesso de velocidade, sob efeito de álcool ou com comportamentos reincidentes.</p>
<p>Luís Neves foi direto: “Nas estradas não morrem números, morrem pessoas.”</p>
<p><strong>Radares vão aumentar de norte a sul</strong></p>
<p>O desaparecimento da lista mensal da PSP acontece também quando o Governo anuncia mais radares de velocidade em todo o país.</p>
<p>Atualmente, existem 123 locais com radares, dos quais 100 medem velocidade instantânea e 23 controlam velocidade média.</p>
<p>O Executivo quer reforçar sobretudo estes últimos.</p>
<p>Os radares de velocidade média calculam o tempo que um veículo demora a percorrer determinado troço e permitem perceber se o limite foi excedido ao longo da distância, e não apenas num ponto específico.</p>
<p>O ministro deu como exemplo a Ponte Vasco da Gama, em Lisboa, onde disse ter deixado de haver vítimas graves desde a instalação deste tipo de fiscalização.</p>
<p>Em 2024, no primeiro mês após a instalação dos radares naquela ponte, a GNR detetou um condutor a circular a 246 quilómetros por hora.</p>
<p>O Governo quer agora aumentar o número de radares em vias estruturantes como a A1, entre Lisboa e Porto, e a A2, entre Lisboa e o Algarve.</p>
<p>A mensagem política é clara: menos previsibilidade para quem infringe e mais capacidade de controlo nas estradas com maior circulação.</p>
<p><strong>O regresso da Brigada de Trânsito</strong></p>
<p>Outra das medidas anunciadas é a reativação da Brigada de Trânsito da GNR, extinta em 2007 durante o Governo de José Sócrates.</p>
<p>Na altura, as suas funções passaram para a Unidade Nacional de Trânsito, mas a decisão foi criticada por várias associações profissionais.</p>
<p>Luís Neves defende agora que a extinção da Brigada de Trânsito fez perder a “essência de uma fiscalização rodoviária contínua”.</p>
<p>Para o ministro, o controlo operacional de trânsito deve ser assegurado por um comando nacional.</p>
<p>Ainda não são conhecidos os moldes concretos do regresso da Brigada, nem o calendário exato, mas o governante admitiu que serão necessários mais meios.</p>
<p>A medida surge como parte de uma tentativa de reconstruir uma presença mais constante e especializada nas estradas portuguesas.</p>
<p><strong>Punições mais pesadas e combate às prescrições</strong></p>
<p>O Governo quer também rever o quadro sancionatório.</p>
<p>Luís Neves anunciou a intenção de alargar os critérios para a cassação de cartas de condução, agravar penas para reincidentes e endurecer a resposta a quem conduz sob o efeito de álcool ou drogas.</p>
<p>O ministro sublinhou que a condução sob o efeito de álcool continua a ter um peso elevado na sinistralidade.</p>
<p>Segundo os dados citados pelo governante, em dois terços dos acidentes com vítimas os condutores tinham excesso de álcool. Um em cada três condutores que morreram em acidentes tinha álcool a mais no sangue.</p>
<p>O Executivo quer ainda travar a prescrição de multas de trânsito.</p>
<p>Luís Neves acusou alguns condutores de recorrerem a “formas ardilosas”, “estratagemas” e até “esquemas mafiosos” para escaparem às punições.</p>
<p>“Haverá tolerância zero à prescrição”, avisou.</p>
<p>Em 2025, o Estado arrecadou cerca de 87 milhões de euros em multas de trânsito, mais 22% do que em 2024, mas uma fatia relevante dos processos continua a prescrever.</p>
<p>O Governo admite contratar advogados para trabalhar com a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, numa tentativa de reduzir esse problema.</p>
<p><strong>Novo Código da Estrada em preparação</strong></p>
<p>O pacote anunciado pelo Governo inclui ainda a elaboração de um novo Código da Estrada.</p>
<p>O ministro rejeita a ideia de uma simples atualização e fala numa reescrita integral, que reúna diplomas dispersos e responda às mudanças na mobilidade.</p>
<p>Luís Neves lembrou que a última revisão de fundo do Código da Estrada tem mais de três décadas.</p>
<p>Desde então, as estradas e as cidades mudaram: há mais motociclos, bicicletas, trotinetas, novas formas de mobilidade e novos conflitos no espaço público.</p>
<p>O ministro não detalhou ainda as medidas concretas que poderão entrar no novo código, mas garantiu que o processo não será para durar anos.</p>
<p>O Governo diz querer ouvir especialistas e avançar num prazo de meses.</p>
<p><strong>Autarquias chamadas ao combate</strong></p>
<p>A estratégia do Executivo não se limita às autoestradas ou às operações policiais.</p>
<p>Luís Neves classificou a sinistralidade rodoviária como uma “chaga nacional” e chamou as câmaras municipais à responsabilidade.</p>
<p>Mais de metade das mortes na estrada ocorre dentro das localidades.</p>
<p>Por isso, o Governo quer que as autarquias criem ou reforcem planos municipais de segurança rodoviária.</p>
<p>Entre as medidas possíveis estão soluções de acalmia de tráfego, como zonas de circulação limitada a 30 quilómetros por hora, redesenho de arruamentos, melhoria de passadeiras e proteção de peões.</p>
<p>A ideia é tratar a segurança rodoviária como uma responsabilidade partilhada entre Estado central, forças de segurança, autarquias e cidadãos.</p>
<p><strong>O que muda para os condutores</strong></p>
<p>Para já, há uma mudança concreta: a PSP deixou de publicar a lista mensal de radares da campanha “Quem o avisa…”.</p>
<p>O Governo quer menos avisos prévios, mais radares, mais fiscalização, maior controlo sobre reincidentes e punições mais eficazes.</p>
<p>O desaparecimento da lista da PSP encaixa nesse novo tempo: o tempo em que a prevenção passa a conviver com uma lógica mais dura de imprevisibilidade.</p>
<p>Durante anos, muitos condutores habituaram-se a consultar antecipadamente onde estariam alguns radares.</p>
<p>Agora, a mensagem parece ser outra: o radar pode estar em qualquer lado, a qualquer hora.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760709]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Exército russo avança apesar do apoio de &#8220;todo o bloco da Nato&#8221; ao inimigo &#8211; Putin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 08:44:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente russo assegurou hoje durante o desfile militar pelo Dia da Vitória na Segunda Guerra Mundial que o Exército russo avança na Ucrânia apesar do apoio ao inimigo de "todo o bloco da Nato".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente russo assegurou hoje durante o desfile militar pelo Dia da Vitória na Segunda Guerra Mundial que o Exército russo avança na Ucrânia apesar do apoio ao inimigo de &#8220;todo o bloco da Nato&#8221;.</P><br />
<P> &#8220;Apesar de lutarem contra uma força agressiva que é apoiada por todo o bloco da Nato, os nossos heróis continuam a avançar&#8221;, disse Vladimir Putin quando interveio na Praça Vermelha por ocasião do 81.º aniversário da vitória do Exército Vermelho contra a Alemanha nazi, no primeiro dia de uma trégua aceite por Kiev.</P><br />
<P> Sublinhou que as tropas que combatem no que o Kremlin denomina como &#8216;operação militar especial&#8217; no país vizinho seguem a tradição dos soldados soviéticos que combateram no que na Rússia é conhecida como Grande Guerra Patriótica (1941-1945).</P><br />
<P>&#8220;Parabéns pelo Dia da Vitória, a nossa festa mais importante, sagrada e brilhante. Celebramos com orgulho e amor pelo nosso país, com a compreensão de que o nosso dever comum é defender os interesses e o futuro da pátria&#8221;, disse.</P><br />
<P>Lembrou que o Exército Vermelho &#8220;salvou&#8221; não apenas a União Soviética, mas a Europa, muitos dos quais &#8211; sublinhou &#8211; tinham capitulado e cedido a sua soberania perante o avanço de Hitler.</P><br />
<P>&#8220;A lealdade à pátria é a verdade suprema&#8221;, disse Putin, cujo pai combateu na II Guerra mundial.</P><br />
<P>O chefe do Kremlin sublinhou que a &#8220;chave do sucesso&#8221; do povo russo é a consolidação nacional, força moral e a &#8220;capacidade de superar qualquer desafio&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estou firmemente convencido de que a nossa causa é justa. Estamos juntos, a vitória foi e sempre será nossa&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Apenas cinco mandatários estrangeiros compareceram no evento: os presidentes da Bielorrússia, Alexandr Lukashenko, e do Cazaquistão, Kasim-Yomart Tokáyev, além dos de Laos, Malásia e Uzbequistão.</P><br />
<P>O primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, reúne-se hoje com Putin no Kremlin, mas não participou do desfile, bem como nenhum líder ocidental.</P><br />
<P>O ministro da Defesa russo, Andréi Beloúsov, foi o encarregado de comandar a parada, que coincide com o quinto ano de guerra na Ucrânia.</P><br />
<P>Como é tradição, Beloúsov subiu ao pódio para informar o comandante supremo das Forças Armadas, Putin, de que as tropas estavam preparadas para começar a marcha que transcorreu sem armamento pesado pela primeira vez desde 2007, devido ao que o Kremlin denomina ameaça terrorista ucraniana. </P><br />
<P>O desfile, marcado pela ausência de equipamentos militares e que durou 45 minutos, foi confortado &#8216;in extremis&#8217; pela entrada em vigor de uma trégua de três dias anunciada na véspera pelo Presidente dos EUA.</P><br />
<P>Ameaças de ataques de drones ucranianos para perturbar as cerimónias que marcam a vitória soviética contra a Alemanha nazi e de ataques russos em represália contra o centro de Kiev pairaram nos dias anteriores.</P><br />
<P>O desfile ocorreu sob alta segurança.</P><br />
<P>A internet móvel não funciona no centro de Moscovo e as ruas da capital estão quase todas desertas, constataram jornalistas da AFP.</P><br />
<P>Estas comemorações são um importante evento que permite a Vladimir Putin, no poder há 26 anos, mobilizar a memória da vitória soviética e unir a população russa em torno da campanha militar na Ucrânia. </P><br />
<P>Depois de duas tentativas de tréguas, ucraniana e depois russa, não respeitadas esta semana, Trump anunciou na noite de sexta-feira um cessar-fogo de três dias entre a Ucrânia e a Rússia a partir de sábado.</P><br />
<P>&#8220;Esperamos que seja o começo do fim de uma guerra muito longa, mortal e difícil&#8221;, escreveu Donald Trump na sua plataforma Truth Social, especificando que a trégua seria acompanhada de uma &#8220;troca de prisioneiros de 1.000 detidos de cada país&#8221;.</P><br />
<P>Logo após a publicação da mensagem, o Presidente ucraniano aceitou a trégua de três dias e ordenou ao Exército que não atacasse o desfile previsto na Praça Vermelha.</P><br />
<P>Moscovo também confirmou ter aceitado a trégua e a troca de prisioneiros.</P><br />
<P>&#8220;A Praça Vermelha é menos importante para nós do que a vida dos prisioneiros ucranianos que podem ser repatriados&#8221;, disse o Presidente ucraniano.</P><br />
<P></P></p>
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