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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Temporais de inverno reduzem para 671 número de praias em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 15:05:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal vai ter menos duas praias operacionais durante esta época balnear do que em 2025, devido à falta de condições de segurança e aos danos provocados pelos temporais de inverno, anunciou hoje o Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal vai ter menos duas praias operacionais durante esta época balnear do que em 2025, devido à falta de condições de segurança e aos danos provocados pelos temporais de inverno, anunciou hoje o Governo.</p>
<p>De acordo com uma nota do Ministério do Ambiente e da Energia, enviada à agência Lusa, foram identificadas este ano um total de 671 águas balneares, sendo que 512 são costeiras ou de transição e 159 interiores.</p>
<p>Relativamente às alterações face a 2025, em que tinham sido identificadas 673 águas balneares, o ministério tutelado por Maria da Graça Carvalho dá conta da entrada de duas novas praias, uma reentrada e a saída de cinco.</p>
<p>Entraram este ano pela primeira para a lista a praia de Santo André (Póvoa do Varzim) e a praia fluvial do Cerejal (Góis) e reentrou a zona balnear do Ilhéu de Vila Franca do Campo (Açores), após melhoria da qualidade da água.</p>
<p>Em sentido oposto, saíram da lista as zonas balneares de Ponte da Ranca (Vinhais), Pedras Negras (Marinha Grande), Lagoa da Ervideira (Leiria), Valongo/Breda (Mortágua) e Porto da Calada (Mafra).</p>
<p>Estas alterações são justificadas pela destruição de acessos, instabilidade de arribas e riscos para a saúde pública.</p>
<p>No entanto, o Ministério do Ambiente e da Energia ressalva que, &#8220;de um modo geral, as praias mais afetadas pelos temporais de inverno vão poder abrir nesta época balnear porque foram alvo de intervenções de emergência e de requalificação, que permitiram repor condições de segurança, estabilizar arribas, recuperar acessos e reforçar os areais&#8221;.</p>
<p>A abertura da época balnear de 2026, que decorre oficialmente entre 15 de abril e 31 de outubro, prosseguiu hoje em treze praias do concelho de Cascais e em quatro da Madeira.</p>
<p>A praia de Porto Moniz, no Arquipélago da Madeira foi a primeira do país a iniciar a época balnear, em 15 de abril.</p>
<p>A abertura da época balnear prossegue no Algarve a 15 de maio, seguindo-se várias praias do litoral centro e sul a 01 de junho e a maioria das praias do Norte e Centro em 13 de junho.</p>
<p>&#8220;A época balnear de 2026 inicia-se num contexto particularmente exigente. O inverno de 2025/2026 foi marcado por temporais severos, que provocaram erosão costeira significativa, perda de sedimentos, redução do areal e danos em infraestruturas e acessos, com especial incidência nas regiões Centro e Norte. Estes impactos condicionaram diretamente a utilização e segurança de várias praias, exigindo intervenções urgentes de reposição e estabilização&#8221;, lê-se na nota da tutela.</p>
<p>O Governo apela aos banhistas para privilegiarem praias vigiadas e consultarem a plataforma InfoÁgua para informação atualizada sobre qualidade da água, assistência a banhistas e eventuais condicionamentos.</p>
<p>A época balnear de cada ano é definida em portaria, publicada em Diário da República, que identifica as águas balneares e a definição da respetiva época.</p>
<p>Em 2025, a época balnear decorreu entre 01 de maio e 31 de outubro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757179]]></sapo:autor>
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		<title>Formalmente adotada em Londres nova área de emissões controladas no Atlântico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 15:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A criação de uma área de emissões controladas no Atlântico Nordeste foi hoje formalmente adotada numa reunião da Organização Marítima Internacional, em Londres, e deverá entrar em vigor em setembro de 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A criação de uma área de emissões controladas no Atlântico Nordeste foi hoje formalmente adotada numa reunião da Organização Marítima Internacional, em Londres, e deverá entrar em vigor em setembro de 2027.</p>
<p>Em comunicado, a associação ambientalista Zero, que participou no encontro, sublinha que a adoção formal da nova área de emissões controladas (ECA, na sigla em inglês), cuja criação havia sido aprovada há um ano, representa &#8220;um marco histórico&#8221;.</p>
<p>A decisão resultou da 84.ª sessão do Comité de Proteção do Meio Marinho (MEPC) da Organização Marítima Internacional (IMO) que decorreu ao longo da semana em Londres, Reino Unido.</p>
<p>A adoção formal da ECA do Atlântico, aplicável às emissões de enxofre, de óxidos de azoto e de partículas, deveria ter sido formalizada em outubro, mas as negociações prolongaram-se, segundo a Zero, devido à pressão dos Estados Unidos sobre as negociações relativas ao quadro de neutralidade carbónica para o transporte marítimo.</p>
<p>A posição da Rússia dificultou igualmente o processo, e Moscovo acabou mesmo por declarar reserva, o que significa que não cumprirá o acordo.</p>
<p>Após a adoção formal, a nova ECA, que resultou de uma proposta liderada por Portugal e abrange as águas de portuguesas, de Espanha, França, Reino Unido, Irlanda, Islândia, Ilhas Faroé e Gronelândia (Dinamarca), deverá entrar em vigor em setembro de 2027.</p>
<p>&#8220;A partir dessa data, os navios deverão utilizar combustíveis com menor teor de enxofre e adotar tecnologias mais limpas para reduzir as emissões de óxidos de azoto e de partículas, contribuindo significativamente para a melhoria da qualidade do ar, a proteção da saúde pública e a preservação dos ecossistemas marinhos&#8221;, explica a Zero.</p>
<p>A ECA do Atlântico Norte funcionará também como elo de ligação entre as zonas de controlo já existentes no Mar do Norte, no Báltico, nas águas do Ártico canadiano, na zona económica exclusiva da Noruega e no Mar Mediterrâneo.</p>
<p>Na sequência da decisão de hoje, a Zero defende que, no futuro, deverão ser também incluídos os arquipélagos da Madeira e dos Açores de Portugal, bem como as Ilhas Canárias espanholas.</p>
<p>&#8220;Isto é fundamental não só para promover a uniformidade regulatória e evitar distorções de mercado, mas mais importante para proteger as comunidades costeiras dos efeitos nocivos da poluição atmosférica proveniente dos navios&#8221;, justificam.</p>
<p>Os ambientalistas defendem também a proibição do uso de sistemas de limpeza de gases de escape de circuito aberto e fechado, que diz serem &#8220;altamente nocivos em termos de poluição atmosférica e marinha&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757174]]></sapo:autor>
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		<title>Procura-se mulher que pode ser a herdeira de uma fortuna de mais de 3 milhões de euros e não sabe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 14:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma decisão judicial que reconheceu oficialmente a filiação biológica de uma mulher relativamente a um empresário já falecido abriu agora um novo capítulo numa disputa sucessória que poderá alterar o destino de uma fortuna avaliada em mais de três milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma decisão judicial que reconheceu oficialmente a filiação biológica de uma mulher relativamente a um empresário já falecido abriu agora um novo capítulo numa disputa sucessória que poderá alterar o destino de uma fortuna avaliada em mais de três milhões de euros. No centro deste caso está a procura por uma mulher, residente ou com ligações à província de Almería, em Espanha, que poderá ter direito a parte substancial de um património composto por imóveis, espaços comerciais e participações empresariais distribuídas pelo sudeste do país.</p>
<p>Tudo começou com a longa batalha travada por Carmen — nome fictício utilizado para preservar a identidade — que conseguiu obter em tribunal o reconhecimento de que é filha biológica de um conhecido empresário granadino. A sentença colocou ponto final em mais de quatro décadas de dúvidas, investigações e diligências pessoais levadas a cabo pela própria, num processo marcado pela persistência e pela procura de respostas sobre a sua verdadeira origem.</p>
<p>Contudo, o reconhecimento judicial da sua condição de herdeira legítima não encerrou o caso. Pelo contrário, abriu caminho a uma nova frente: a localização de uma possível meia-irmã, que, segundo as investigações realizadas, também poderá ser filha do mesmo empresário e, por isso, ter exactamente os mesmos direitos sucessórios sobre a herança milionária.</p>
<p>O advogado Fernando Osuna, responsável pelo processo, esclareceu que não está em causa um litígio entre herdeiras, mas sim uma tentativa de garantir que todas as pessoas com direito legal ao património possam ser incluídas no processo sucessório. Como sublinhou, “o objectivo é localizá-la para que possa juntar-se ao processo”, insistindo ainda em que a intenção de Carmen “não é ficar com toda a herança, mas partilhá-la de forma justa”.</p>
<p>De acordo com os elementos recolhidos pela equipa jurídica, a mulher procurada terá actualmente entre 35 e 50 anos e poderá viver na província de Almería. A convicção de que poderá existir uma segunda filha resulta de suspeitas de uma relação extraconjugal mantida pelo empresário durante os anos 80, altura em que se deslocava frequentemente àquela região por motivos profissionais. Dessa relação poderá ter nascido uma filha cuja identidade permanece desconhecida e que, segundo admitem os investigadores do caso, pode nem sequer saber quem é o seu verdadeiro pai.</p>
<p><strong>Uma revelação familiar mudou tudo</strong><br />
A determinação de Carmen em encontrar essa possível irmã está profundamente ligada ao seu próprio percurso. Durante anos viveu sem certezas sobre a sua identidade biológica, até ao momento em que uma revelação familiar alterou por completo a sua vida. Segundo relatou, foi uma prima quem lhe disse: “Tu não és filha do homem que pensas”.</p>
<p>A partir desse instante, iniciou uma investigação por conta própria. Sem meios financeiros para contratar detectives privados, Carmen decidiu reunir sozinha os elementos que pudessem sustentar a sua convicção. Seguiu os passos do empresário, recolheu provas ao longo do tempo e conseguiu mesmo obter amostras de ADN através de objectos do quotidiano. Paralelamente, reuniu gravações nas quais, segundo o relato do caso, o próprio empresário reconhecia ter mantido uma relação com a mãe de Carmen.</p>
<p>Esse trabalho acabou por revelar-se determinante no processo judicial que culminou com o reconhecimento formal da paternidade biológica. Agora, com esse capítulo encerrado, a prioridade passou a ser outra: localizar a mulher que poderá ter o mesmo vínculo sanguíneo e idêntico direito à herança.</p>
<p><strong>Corrida contra o tempo para garantir partilha do património</strong><br />
A urgência da procura prende-se com o processo de sucessão patrimonial. Segundo o advogado Fernando Osuna, identificar todos os herdeiros é fundamental para evitar manobras que possam comprometer ou dificultar a correcta divisão dos bens.</p>
<p>Com um património estimado em mais de três milhões de euros, qualquer atraso na identificação de potenciais sucessores poderá criar obstáculos legais adicionais ao processo de partilhas. Por isso, a equipa jurídica decidiu avançar com um apelo público, na esperança de recolher pistas que permitam localizar a mulher procurada.</p>
<p>Se for encontrada e se confirmar a ligação biológica ao empresário, poderá passar de uma vida completamente comum para a condição de herdeira de uma fortuna milionária — uma realidade que, até ao momento, poderá desconhecer por completo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756401]]></sapo:autor>
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		<title>1.º Maio: Milhares assinalam Dia do Trabalhador em Lisboa em luta contra pacote laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 14:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de pessoas assinalam hoje o Dia de Trabalho nas ruas de Lisboa, onde se manifestam contra o pacote laboral e com a greve geral marcada para 03 de junho no horizonte.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>*** Serviços vídeo e áudio disponíveis em www.lusa. pt***</p>
<p>Lisboa, 01 mai 2026 (Lusa) &#8212; Milhares de pessoas assinalam hoje o Dia de Trabalho nas ruas de Lisboa, onde se manifestam contra o pacote laboral e com a greve geral marcada para 03 de junho no horizonte.</p>
<p>As milhares de pessoas que participam nas comemorações do 1.º Maio da CGTP desfilam durante a tarde entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henriques, onde será promovido um comício sindical, que terá como orador principal o secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira.</p>
<p>Em passo lento, sindicalistas, trabalhadores, jovens e reformados empunhando tarjas, bandeiras e cartazes e gritam a uma só voz palavras de ordem como: &#8220;Não vamos desistir, o pacote é para cair&#8221;, &#8220;Só interessa ao capital, o pacote laboral&#8221;, &#8220;O pacote laboral é retrocesso social&#8221; e &#8220;O povo está na rua, a luta continua&#8221;.</p>
<p>Em declarações à Lusa, Tiago Oliveira afirmou que a principal reivindicação é a rejeição total dos trabalhadores ao pacote laboral&#8221;, sustentando que passados noves meses o conteúdo da legislação de alteração à lei do trabalho continua igual.</p>
<p>&#8220;Sabemos que esta luta é prolongada , porque é um Governo que não vive as dificuldades de quem trabalha, não sabe qual a realidade da maioria dos trabalhadores e está de mãos dadas com a maioria dos patrões e tudo quer fazer para levar a cabo uma reforma laboral que é extremamente penalizadora para os trabalhadores&#8221;, disse, avançando que por isso a CGTP vai hoje anunciar uma greve geral para 03 de junho para &#8220;dar continuidade a esta luta&#8221;.</p>
<p>CMP // MSF/Fim</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757173]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da ExxonMobil cai 46% para 3.557 ME no 1º trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 14:25:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A petrolífera norte-americana ExxonMobil fechou o primeiro trimestre com lucros de 4.183 milhões de dólares, cerca de 3.557 milhões de euros à taxa de câmbio atual, o que representa uma queda homóloga de 45,8%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A petrolífera norte-americana ExxonMobil fechou o primeiro trimestre com lucros de 4.183 milhões de dólares, cerca de 3.557 milhões de euros à taxa de câmbio atual, o que representa uma queda homóloga de 45,8%.</p>
<p>As receitas totalizaram 85.138 milhões de dólares (cerca de 72.390 milhões de euros), um crescimento de 2,41% face ao primeiro trimestre de 2025.</p>
<p>Por sua vez, a produção global situou-se em 4,594 milhões de barris por dia, o que representa um aumento homólogo de 0,94%.</p>
<p>Os preços do petróleo mantiveram-se baixos durante os dois primeiros meses do ano, uma vez que o mercado antecipava um excedente, mas dispararam subitamente depois de os Estados Unidos e Israel terem atacado o Irão em 28 de fevereiro.</p>
<p>No início de abril, a Exxon já tinha advertido que a guerra com o Irão afetaria os seus resultados.</p>
<p>A multinacional registou um impacto negativo de quase 4.000 milhões de dólares devido a um &#8220;efeito de calendário&#8221; associado a operações de cobertura financeira, explicou em comunicado.</p>
<p>Segundo a Exxon, as perdas dessas coberturas foram reconhecidas no trimestre, mas o valor dos produtos físicos correspondentes ainda não entrou nas contas, porque as entregas não tinham sido concluídas.</p>
<p>A empresa sublinhou, contudo, que este impacto é temporário e que as coberturas deverão gerar um ganho líquido nos trimestres seguintes, assim que os produtos forem entregues.</p>
<p>&#8220;Este trimestre demonstrou que a ExxonMobil é uma empresa fundamentalmente mais sólida do que há apenas alguns anos, preparada para operar em contextos de crise e ao longo dos ciclos do mercado&#8221;, afirmou o presidente e diretor executivo da empresa, Darren Woods, citado no mesmo comunicado.</p>
<p>Nesse sentido, acrescentou que os acontecimentos no Médio Oriente &#8220;puseram à prova essa solidez&#8221;, mantendo a segurança dos seus trabalhadores como a sua &#8220;máxima prioridade&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esses acontecimentos também sublinharam a importância de contar com produtos energéticos fiáveis e acessíveis, bem como o valor das capacidades que desenvolvemos para os fornecer&#8221;, salientou.</p>
<p>As ações da Exxon subiram cerca de 1% nas negociações antes da abertura do mercado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757170]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Teerão apresenta nova proposta aos EUA através do Paquistão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 13:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Irão apresentou, na quinta-feira, uma nova proposta para retomar as negociações com os Estados Unidos, atualmente num impasse, com o objetivo de pôr fim à guerra, anunciou hoje a agência oficial iraniana Irna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão apresentou, na quinta-feira, uma nova proposta para retomar as negociações com os Estados Unidos, atualmente num impasse, com o objetivo de pôr fim à guerra, anunciou hoje a agência oficial iraniana Irna.</p>
<p>&#8220;A República Islâmica transmitiu na quinta-feira à noite o texto da sua mais recente proposta ao Paquistão, mediador nas conversações com os Estados Unidos&#8221;, refere a agência, que não adiantou mais pormenores.</p>
<p>Israel e Estados Unidos lançaram, em 28 de fevereiro, um ataque conjunto ao Irão, que destruiu grande parte da capacidade militar e da indústria de fabrico de mísseis e &#8216;drones&#8217; de Teerão.</p>
<p>A República Islâmica respondeu ao ataque, justificado com a ameaça nuclear iraniana, disparando mísseis e &#8216;drones&#8217; contra os países vizinhos, sobretudo a indústria de petróleo e gás destes, e bloqueando o Estreito de Ormuz, o que levou a uma escalada dos preços dos combustíveis, fortemente penalizadora de países importadores.</p>
<p>Depois de Washington ter prorrogado o cessar-fogo acordado com o Irão em 08 de abril, o impasse diplomático tem vindo a arrastar-se, com a falta da confirmação de uma segunda reunião presencial para tentar chegar a um acordo de paz, após um primeiro encontro na capital paquistanesa, Islamabad.</p>
<p>O estreito de Ormuz continua bloqueado pelas forças armadas iranianas, enquanto Washington mantém o bloqueio aos portos iranianos.</p>
<p>Teerão tinha apresentado no início da semana uma proposta, rejeitada por Donald Trump e, segundo um artigo do &#8216;site&#8217; norte-americano Axios, citado pela agência oficial iraniana, pretendia adiar para uma data posterior as discussões sobre o nuclear.</p>
<p>Trata-se, porém, de uma questão central para os Estados Unidos e Israel.</p>
<p>No âmbito das negociações em curso, o ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, falou na sexta-feira por telefone com os seus homólogos da Arábia Saudita, Qatar, Turquia, Iraque e Azerbaijão para abordar as mais recentes &#8220;iniciativas da República Islâmica para pôr fim à guerra&#8221;, segundo um comunicado do ministério.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757154]]></sapo:autor>
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		<title>Recebeu um e-mail a dizer que os seus dados foram roubados? Pode ser uma fraude</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 12:30:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E se recebesse agora um e-mail a dizer que os seus dados foram comprometidos? Antes de clicar em qualquer link, saiba que pode estar perante uma fraude cada vez mais sofisticada, impulsionada pela Inteligência Artificial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Receber um e-mail a informar que os seus dados foram comprometidos num ataque informático pode provocar uma reação imediata: clicar no link e alterar a palavra-passe. No entanto, essa resposta instintiva pode ser precisamente o que os cibercriminosos procuram.</p>
<p>De acordo com a ESET Portugal, tem-se verificado um aumento significativo de notificações falsas de violação de dados, um fenómeno impulsionado pela evolução da Inteligência Artificial generativa. Estas fraudes estão cada vez mais sofisticadas e difíceis de identificar.</p>
<p>Num cenário em que a Europol alerta para o aumento do número e da frequência de ataques informáticos, os cibercriminosos aproveitam-se da familiaridade dos utilizadores com este tipo de notificações. A constante exposição a alertas de segurança pode levar à desvalorização do risco, tornando mais fácil explorar o medo e induzir decisões impulsivas.</p>
<p>Atualmente, os esquemas seguem duas abordagens principais. Por um lado, há a criação de alertas totalmente falsos sobre alegados incidentes em plataformas populares, como bancos, serviços de streaming ou redes sociais, com o objetivo de levar o utilizador a confirmar dados em páginas fraudulentas. Por outro, existe uma estratégia oportunista: os criminosos aguardam que uma empresa reconhecida sofra um ataque real e, nesse contexto, enviam e-mails falsos em massa, tirando partido da expectativa dos utilizadores por comunicações oficiais.</p>
<p>Se, no passado, erros ortográficos e mensagens mal construídas eram sinais claros de fraude, essa realidade mudou. Em 2026, ferramentas de Inteligência Artificial permitem criar e-mails com linguagem correta, tom convincente e um design praticamente indistinguível das comunicações legítimas. Esta evolução tecnológica tornou os esquemas mais credíveis e perigosos.</p>
<p><strong>Como identificar um alerta falso</strong></p>
<p>Apesar da crescente sofisticação, continuam a existir sinais de alerta. Mensagens que apelam à urgência extrema, exigindo ação imediata para evitar o bloqueio de contas, devem levantar suspeitas. Outro indicador relevante é o endereço de e-mail do remetente: embora o nome possa parecer legítimo, o domínio real pode revelar inconsistências.</p>
<p>A falta de detalhes específicos é também um sinal comum. Comunicações legítimas tendem a incluir informação parcial que permite identificar a conta, enquanto mensagens fraudulentas são geralmente vagas. Além disso, empresas confiáveis raramente pedem que os utilizadores acedam diretamente a páginas de login através de links enviados por e-mail.</p>
<p><strong>O que fazer em caso de suspeita</strong></p>
<p>Se existir a possibilidade de ter introduzido dados num site fraudulento, agir rapidamente é essencial. A alteração imediata das palavras-passe, começando pelo e-mail principal e gestor de passwords, deve ser a primeira medida. A ativação da autenticação multifator em todas as contas é igualmente recomendada para reforçar a segurança.</p>
<p>Nos casos em que tenham sido partilhados dados financeiros, é fundamental contactar o banco o mais rapidamente possível. Por fim, deve ser realizada uma verificação ao dispositivo com uma solução anti-malware, de forma a garantir que não foi instalado qualquer software malicioso.</p>
<p>Num contexto digital cada vez mais complexo, a capacidade de distinguir entre alertas reais e fraudes tornou-se uma competência essencial para proteger dados pessoais e evitar prejuízos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_755093]]></sapo:autor>
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		<title>1.º de Maio: Perto de 400 manifestantes detidos em Istambul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 12:23:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de manifestantes participaram hoje nas celebrações do 1.º de Maio na Turquia, apesar do forte dispositivo policial em Ancara e em Istambul, onde foram detidas perto de 400 pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Milhares de manifestantes participaram hoje nas celebrações do 1.º de Maio na Turquia, apesar do forte dispositivo policial em Ancara e em Istambul, onde foram detidas perto de 400 pessoas.</p>
<p>Segundo a Associação de Advogados CHD, &#8220;o número de pessoas sob custódia policial ascendia a 370&#8221; ao início da tarde em Istambul.</p>
<p>Durante os protestos, a polícia recorreu a gás lacrimogéneo a partir de veículos antimotim, no meio da multidão, para impedir que os manifestantes chegassem à praça Taksim, um dos principais locais de contestação na cidade, encerrada a concentrações desde 2013, após uma vaga de protestos contra o Governo.</p>
<p>&#8220;Não se pode fechar uma praça aos trabalhadores da Turquia. Toda a gente usa Taksim para cerimónias oficiais e celebrações. Apenas os operários, os trabalhadores, os pobres são impedidos de aceder à praça&#8221;, denunciou um dirigente sindical, Basaran Aksu, detido momentos depois.</p>
<p>Imagens transmitidas pelo canal de oposição HALK TV mostraram também o presidente do Partido dos Trabalhadores da Turquia, Erkan Bas, envolto numa nuvem de gás pimenta.</p>
<p>&#8220;O poder fala 365 dias por ano, deixem ao menos os trabalhadores falar das dificuldades que vivem um dia por ano&#8221;, pedir o líder partidário.</p>
<p>Sindicatos e associações tinham convocado manifestações sob o lema &#8220;Pão, Paz, Liberdade&#8221;, numa altura em que a inflação mantém-se acima dos 30% &#8212; 40% em Istambul, segundo a Câmara de Comércio &#8212; e em que as autoridades realizam regularmente detenções entre a oposição parlamentar e a imprensa.</p>
<p>Desde o início da semana, várias dezenas de pessoas tinham já sido detidas antes do 1.º de Maio.</p>
<p>Em Ancara, cerca de uma centena de mineiros de uma mina de carvão, que tinham realizado uma greve de fome durante nove dias para exigir o pagamento dos salários, foram aplaudidos ao juntarem-se ao cortejo, e sob forte vigilância policial.</p>
<p>Istambul está, desde a meia-noite, sob fortes restrições, com os bairros centrais da margem europeia completamente cercados por barreiras metálicas e com as linhas de metro, autocarros e elétricos suspensos.</p>
<p>Em simultâneo, uma manifestação autorizada na margem asiática, convocada por confederações sindicais, reuniu de forma pacífica milhares de pessoas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757151]]></sapo:autor>
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		<title>Colisão entre dois carros provoca um morto e dois feridos leves na Maia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 11:45:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma colisão frontal entre dois carros na variante à Estrada Nacional 14 (EN14) na Maia causou, esta madrugada, um morto e dois feridos leves, adiantou hoje à Lusa fonte dos Bombeiros de Moreira da Maia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma colisão frontal entre dois carros na variante à Estrada Nacional 14 (EN14) na Maia causou, esta madrugada, um morto e dois feridos leves, adiantou hoje à Lusa fonte dos Bombeiros de Moreira da Maia.</p>
<p>A vítima mortal, cujo óbito foi declarado no local, é um homem de 25 anos, referiu a fonte.</p>
<p>Já os dois feridos, com cerca de 30 anos, foram sido transportados para o hospital para serem observados.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, o acidente terá ocorrido pelas 05:06, hora a que foi dado o alerta.</p>
<p>O acidente obrigou ao corte da estrada nos dois sentidos, mas, após os trabalhos de limpeza, já reabriu ao trânsito, acrescentou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757150]]></sapo:autor>
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		<title>Montanhas de roupa no deserto: o preço escondido da fast fashion</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 11:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atacama]]></category>
		<category><![CDATA[aterros]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[roupa]]></category>
		<category><![CDATA[têxteis]]></category>
		<category><![CDATA[usada]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos os anos, milhares de toneladas de roupa usada, muitas delas doadas com boas intenções, acabam abandonadas ilegalmente no Deserto do Atacama, no Chile. O fenómeno expõe uma realidade pouco conhecida e levanta dúvidas sobre o verdadeiro impacto ambiental da doação de têxteis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prática de doar roupa usada é, para muitos, um gesto consciente e alinhado com os princípios da sustentabilidade. No entanto, uma realidade pouco conhecida está a levantar preocupações ambientais: parte significativa dessas peças acaba descartada ilegalmente no Deserto do Atacama, no Chile, criando um problema de grandes dimensões.</p>
<p>Desde cedo, somos incentivados a seguir os princípios dos 3Rs &#8211; reduzir, reutilizar e reciclar. Doar roupa a instituições ou colocá-la em contentores apropriados tornou-se um hábito comum. No entanto, de acordo com o Huffpost, nem todas as peças seguem o caminho esperado da reutilização.</p>
<p>Todos os anos, cerca de 39 mil toneladas de roupa usada são abandonadas no Deserto do Atacama, uma das regiões mais áridas do planeta. Estas verdadeiras “montanhas” de têxteis acumulam-se sem qualquer controlo, criando um cenário alarmante tanto do ponto de vista ambiental como social.</p>
<p><strong>Chile: um centro global de roupa em segunda mão</strong></p>
<p>O Chile tornou-se um dos maiores importadores mundiais de roupa usada. Segundo o Huffpost, chegam ao país cerca de 123 mil toneladas por ano, provenientes sobretudo dos Estados Unidos, Europa e Ásia. Grande parte entra através da Zona Franca de Iquique, criada em 1975 para dinamizar a economia local.</p>
<p>Neste local, empresas fazem a triagem, armazenamento e comercialização das peças. Algumas são vendidas no mercado interno ou exportadas para outros países da América Latina. Este setor também tem impacto económico relevante, gerando emprego, especialmente para mulheres envolvidas na seleção das roupas.</p>
<p>Nem todas as peças têm valor comercial. As de menor qualidade acabam frequentemente em mercados informais, como o de La Quebradilla, perto de Alto Hospicio. Ainda assim, uma grande parte fica sem destino.</p>
<p>Eliminar esse excedente implica custos. Legalmente, as empresas devem exportar as peças não vendidas, pagar impostos ou recorrer a serviços autorizados de gestão de resíduos. No entanto, muitas optam por soluções ilegais e mais baratas, como abandonar ou queimar as roupas no deserto.</p>
<p>As autoridades enfrentam dificuldades em controlar esta prática. A vastidão do território e o fácil acesso tornam quase impossível monitorizar todos os pontos de descarga.</p>
<p><strong>Impacto ambiental da moda descartável</strong></p>
<p>As consequências são graves. Muitos destes têxteis contêm fibras sintéticas que demoram décadas a decompor-se. Durante esse processo, libertam microplásticos e substâncias tóxicas que contaminam o solo e o ambiente.</p>
<p>Este fenómeno está diretamente ligado ao modelo de consumo da chamada fast fashion, caracterizado pela produção massiva de roupa barata e de curta duração. O resultado é uma cadeia global em que os países consumidores exportam o problema ambiental para outras regiões.</p>
<p>Perante este cenário, começam a surgir iniciativas para transformar o problema em oportunidade. O Centro de Tecnologia da Economia Circular está a desenvolver projetos para reaproveitar os têxteis não vendidos.</p>
<p>Uma das propostas mais ambiciosas passa pela criação de uma fábrica capaz de converter roupa usada em novos materiais, como isolantes térmicos, enchimentos para mobiliário ou componentes industriais. Este projeto poderá processar até 20 toneladas por dia, sem necessidade de água ou produtos químicos.</p>
<p>Além disso, o setor têxtil passou recentemente a estar abrangido por legislação de responsabilidade alargada do produtor, obrigando marcas e empresas a assumirem o impacto dos seus produtos ao longo de todo o ciclo de vida.</p>
<p><strong>Um alerta para consumidores e indústria</strong></p>
<p>O caso do Deserto do Atacama evidencia um problema estrutural da indústria da moda e levanta questões sobre o verdadeiro destino das roupas que doamos. Mais do que um gesto individual, a solução exige mudanças profundas no modelo de produção, consumo e gestão de resíduos têxteis.</p>
<p>A realidade mostra que doar roupa, por si só, não garante um final sustentável  e reforça a necessidade de repensar hábitos de consumo num mundo cada vez mais marcado pelo desperdício.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756518]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Marca hoteleira norte-americana abre resort turísrtico em Albufeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 11:29:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A marca norte-americana Destination by Hyatt inaugurou o seu primeiro resort turístico em Portugal, o Masana Algarve, em Albufeira, num investimento de 11 milhões de euros, segundo fonte ligada ao projeto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A marca norte-americana Destination by Hyatt inaugurou o seu primeiro resort turístico em Portugal, o Masana Algarve, em Albufeira, num investimento de 11 milhões de euros, segundo fonte ligada ao projeto.</p>
<p>Situado na costa algarvia, em Olhos de Água, no concelho de Albufeira, no distrito de Faro, a unidade conta com 33 residências e oferece aos visitantes a possibilidade de se alojarem em suítes de um e dois quartos e vilas com vista para jardim, piscina ou mar, precisou o Masana Algarve num comunicado.</p>
<p>Baseada no conceito &#8220;slow living retreat&#8221;, que visa ajudar hóspedes a desconectar e desacelerar da vida diária, a marca Destination by Hyatt abre assim o primeiro resort em Portugal, criado com uma &#8220;escala intencionalmente íntima&#8221; para dar aos visitantes &#8220;uma sensação de pertença raramente encontrada no Algarve&#8221;, explicou o Masana Algarve.</p>
<p>&#8220;Concebido como um retiro íntimo e orientado pelo design, o Masana Algarve combina a privacidade da vida residencial com os serviços de uma experiência de hospitalidade refinada&#8221;, destacou, salientando que os visitantes vão ter acesso a um &#8220;refúgio&#8221; costeiro junto às falésias da costa algarvia.</p>
<p>As residências contam com cozinha equipada, áreas de estar e jantar, duche &#8216;walk-in&#8217;, espaço exterior privado e estão preparadas para os hóspedes poderem usufruir de &#8220;estadias prolongadas e um ritmo costeiro descontraído&#8221;, referiu a empresa.</p>
<p>&#8220;Os interiores refletem a rica cultura, paisagem e o ritmo lento de vida do sul, combinando materiais naturais, tons terrosos e texturas suaves para criar um refúgio de calma e autenticidade, promovendo o bem-estar&#8221;, acrescentou a mesma fonte, sublinhando que o acompanhamento personalizado é feito por um &#8220;gestor de experiência do hóspede&#8221; durante toda a estadia.</p>
<p>A abertura do resort dá continuidade à expansão em Portugal do grupo Hyatt, que conta já com hotéis em outras três localizações.</p>
<p>&#8220;A abertura do hotel dá seguimento aos lançamentos recentes em Lisboa, em Vilamoura e na Madeira e reflete a contínua expansão da Hyatt em Portugal, com planos para que o número de quartos dos hotéis do grupo triplique no país até 2027&#8221;, realçou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757148]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Relação mantém condenação de ex-conselheiro nacional do Chega por dano com violência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 11:19:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Relação de Coimbra decidiu manter a decisão do Tribunal de Oliveira do Hospital, que condenou o ex-conselheiro nacional do Chega João Rogério Silva pelo crime de dano com violência, em setembro do ano passado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Relação de Coimbra decidiu manter a decisão do Tribunal de Oliveira do Hospital, que condenou o ex-conselheiro nacional do Chega João Rogério Silva pelo crime de dano com violência, em setembro do ano passado.</p>
<p>O Tribunal de Oliveira do Hospital tinha dado como provado que, em março de 2023, João Rogério Silva bateu na traseira do veículo do antigo dirigente do Chega António José Cardoso, tendo de seguida, munido de uma faca e de uma mangueira, desferido várias pancadas na viatura.</p>
<p>João Rogério Silva foi condenado a uma pena de prisão de dois anos (suspensa na execução), mas refutou ter cometido o crime e decidiu recorrer da decisão e pedir a absolvição.</p>
<p>A defesa de João Rogério Silva considerou que a sentença sofre de um &#8220;erro notório na apreciação da prova&#8221;, alicerçando a convicção apenas nas declarações do ofendido e da testemunha Agostinho Caseiro e desvalorizando as suas.</p>
<p>Como os alegados atos não foram presenciados por qualquer pessoa, o depoimento da testemunha Agostinho Caseiro apenas prova que ambos se encontraram horas antes e que lhe referiu que pretendia confrontar António José Cardoso, acrescentou.</p>
<p>Na fundamentação, os juízes da Relação de Coimbra explicaram que João Rogério Silva teria de dizer quais os elementos de prova que não foram tidos em consideração ou que foram considerados quando não o podiam ser ou então referir quais as &#8220;deficiências de raciocínio&#8221; que levaram a determinadas conclusões ou a insuficiência dos elementos de prova.</p>
<p>Neste âmbito, consideraram esta questão improcedente. O mesmo aconteceu com o argumento de violação dos princípios da presunção de inocência e &#8216;in dubio pro reo&#8217; (havendo dúvida razoável sobre a culpa do acusado, o juiz deve absolvê-lo).</p>
<p>A Relação só deu razão ao recurso numa questão de natureza formal, relacionada com um lapso de escrita das palavras demandado e demandada.</p>
<p>Assim, os juízes da Relação de Coimbra decidiram fazer essa correção da decisão, mas, no restante, rejeitar os argumentos de João Rogério Silva e manter a decisão do Tribunal de Oliveira do Hospital.</p>
<p>O Tribunal de Oliveira do Hospital tinha decidido que a suspensão da execução da pena de prisão ficaria assente num plano individual de reinserção social a elaborar pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, &#8220;com vista ao retorno e manutenção do sentido social que, com a prática do crime hostilizou&#8221;, o que inclui &#8220;o dever de entregar à ofendida Valerius Têxteis pelo menos um quarto, durante o prazo de suspensão, do valor da indemnização fixada em 1.508,71&#8221;.</p>
<p>João Rogério Silva foi ainda condenado a entregar ao ofendido António José Cardoso, pelo menos um quarto, durante o prazo de suspensão, do valor da indemnização fixada em 1.305 euros.</p>
<p>Na sentença refere-se ainda que tem a obrigação de &#8220;procurar ativamente emprego e fazer um sério esforço para obter meios económicos próprios para o cumprimento dos deveres fixados&#8221;, bem como &#8220;responder a convocatórias do magistrado responsável pela execução e do técnico de reinserção social&#8221; e &#8220;receber visitas do técnico de reinserção social e comunicar-lhe ou colocar à sua disposição informações e documentos comprovativos dos seus meios de subsistência&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757147]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PSD de Espinho vê cancelada eleição do líder e atribui-o a desagrado de Montenegro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 10:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As eleições para a presidência do PSD de Espinho serão repetidas, revelou hoje o líder social-democrata local, atribuindo ao desagrado de Montenegro a impugnação do escrutínio concelhio devido a discrepâncias em votações para a distrital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As eleições para a presidência do PSD de Espinho serão repetidas, revelou hoje o líder social-democrata local, atribuindo ao desagrado de Montenegro a impugnação do escrutínio concelhio devido a discrepâncias em votações para a distrital.</p>
<p>&#8220;Com enorme estupefação, verificamos que a desconformidade numa eleição para os órgãos distritais [de Aveiro] está a ser aproveitada para fazer repetir a eleição para os órgãos da secção de Espinho, que decorreu sem qualquer anomalia&#8221;, diz em carta aberta aos seus apoiantes Ricardo Sousa, reeleito presidente da concelhia a 28 de fevereiro de 2026, quando, no mesmo local, decorreram também eleições para órgãos distritais.</p>
<p>&#8220;Não podemos deixar de nos questionar se foi apenas porque a lista que assumiu a derrota tinha o apoio do presidente do partido e não foi o resultado que ele pretendia&#8221;, acrescenta o jurista.</p>
<p>Este é um novo episódio na sucessão de casos contra Ricardo Sousa, que os tem atribuído a um &#8220;ajuste de contas pessoal&#8221; por parte de Luís Montenegro. O primeiro deu-se na pré-campanha para as autárquicas de 2025, já que o jurista foi a escolha unânime dos militantes locais para cabeça-de-lista à Câmara Municipal de Espinho, mas viu depois o processo avocado pelo PSD nacional.</p>
<p>Seguiu-se a indicação de Jorge Ratola como candidato alternativo, quando esse era ainda adjunto de Montenegro, o que foi anunciado pela distrital de Aveiro, já então dirigida por Emídio Sousa, na altura secretário de Estado do Ambiente e agora das Comunidades. Ricardo Sousa contestou a mudança primeiro no conselho de jurisdição nacional do partido, sem sucesso, e depois junto do Tribunal Constitucional. Isso não impediu a candidatura de Ratola, que em outubro acabou eleito para a Câmara, mas fonte ligada ao caso disse que o Tribunal optou pelo indeferimento porque, &#8220;apesar de ter reconhecido que o processo não foi o mais correto, já não ia a tempo de o retificar&#8221; antes das eleições.</p>
<p>Chegado então o momento de escolher o presidente da concelhia. Ricardo Sousa concorreu a um novo mandato contra Carolina Marques, que, aos 28 anos e com assento na Assembleia da República desde 2024, era a favorita de Montenegro. Ganhou Sousa por dois votos, tendo a Lusa noticiado na altura que às urnas da concelhia compareceram 269 dos 304 militantes inscritos nos cadernos eleitorais dessa estrutura.</p>
<p>Agora que também esse resultado é impugnado pela hierarquia do partido, Ricardo Sousa salienta que eleições concelhias e distritais tiveram &#8220;urnas diferentes&#8221; e &#8220;votação autónoma&#8221;, e afirma: &#8220;A desconformidade não se verificou para os órgãos de secção [de Espinho], onde o total dos 269 votantes estão expressos nos votos depositados em urna, tendo inclusivamente a ata da eleição sido assinada pelos representantes da lista derrotada&#8221;.</p>
<p>A recontagem da distrital é que, entretanto, deixou de bater certo: face aos 269 eleitores chamados a escolher a Mesa da Assembleia Distrital, a Comissão Política Permanente, a Comissão de Auditoria Financeira e os Delegados de Secção, diz agora o conselho de jurisdição distrital que faltam três boletins para dois desses órgãos e dois impressos para outro.</p>
<p>Criticando uma impugnação &#8220;urdida no mais absoluto silêncio, sem notificar ou ouvir a outra parte, sem possibilidade de defesa ou qualquer esclarecimento&#8221;, Ricardo Sousa já recorreu para o Conselho de Jurisdição Nacional. Mesmo &#8220;sabendo bem que o partido vive sob um simulacro de democracia&#8221;, nesse recurso declara que a eleição concelhia está a ser &#8220;vítima de contaminação injustificada e indevida&#8221; por causa de erros que só afetam a distrital &#8212; que não respondeu ao pedido de esclarecimento da Lusa &#8212; e classifica de &#8220;habilidade saloia&#8221; a tentativa de confundir dois atos como um único e de invocar &#8220;irregularidades graves que não concretiza&#8221;.</p>
<p>Para rematar a sua carta aberta, Ricardo Sousa evoca uma situação antiga: &#8220;É impossível não recordar aqui um facto ocorrido há 20 anos, numa eleição para a secção de Espinho, em que o então presidente da Mesa, Luís Montenegro, admitiu à votação seis militantes que não constavam do caderno eleitoral emitido pelos serviços competentes do partido &#8212; e a lista que apoiava venceu as eleições por quatro votos&#8221;.</p>
<p>Para o jurista, &#8220;o padrão comportamental é o mesmo&#8221; e não deve preocupar apenas os militantes do seu concelho: &#8220;Quem vive nesta obsessão permanente com o PSD de Espinho e com quem legitimamente o dirige não pode estar concentrado como deveria nos difíceis problemas que o país enfrenta&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757144]]></sapo:autor>
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		<title>Ministro da Defesa pede parecer à PGR sobre construções ilegais junto a depósito de munições da NATO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 10:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, pediu um parecer ao Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a "proliferação de construções ilegais" na zona de servidão militar do Depósito de Munições NATO de Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, pediu um parecer ao Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a &#8220;proliferação de construções ilegais&#8221; na zona de servidão militar do Depósito de Munições NATO de Lisboa.</p>
<p>Em comunicado, o Ministério da Defesa refere que, &#8220;sendo preocupação do atual Governo a procura de uma resolução para esta questão&#8221;, Nuno Melo remeteu há um mês, em 02 de abril, um pedido de parecer ao Conselho Consultivo da PGR.</p>
<p>Na nota, o ministério refere que &#8220;nos últimos 50 anos, tem-se verificado uma proliferação de construções ilegais&#8221; na zona de servidão militar do Depósito de Munições NATO de Lisboa, que &#8220;tem sido objeto de fiscalização pela Marinha, de levantamento de autos de notícia e de consequente despacho de embargo e/ou demolição, ações que têm vindo a ser reforçadas no decurso deste Governo&#8221;.</p>
<p>O Ministério da Defesa refere que o depósito de munições, localizado nos concelhos de Sesimbra e Seixal (distrito de Setúbal), &#8220;constitui uma infraestrutura militar de elevada relevância estratégica no quadro das responsabilidades de defesa nacional e dos compromissos internacionais assumidos pelo Estado português, integrando o inventário de infraestruturas NATO, circunstância que reforça a necessidade de assegurar condições adequadas de segurança territorial em torno da instalação&#8221;.</p>
<p>O ministro refere que a Marinha &#8220;não tem como missão ou vocação a reposição da legalidade urbanística&#8221; e questiona a PGR &#8220;como deverão ser os procedimentos administrativos conduzidos, executadas as ordens de demolição e determinado o consequente realojamento das populações&#8221;.</p>
<p>Nuno Melo questiona também a PGR se pode &#8220;declarar a utilidade pública da expropriação da área de servidão militar, com fundamento na criação de uma zona efetiva de proteção, enquanto medida adequada, necessária e proporcional à eliminação do risco e à salvaguarda dos interesses públicos em presença&#8221;.</p>
<p>&#8220;Como se deverão articular as competências da autoridade militar, das câmaras municipais e das autoridades competentes no âmbito da Reserva Ecológica Nacional e da Rede Natura 2000, no que respeita à fiscalização e execução de medidas de reposição da legalidade nestas áreas?&#8221;, pergunta também.</p>
<p>O Governo indica que está &#8220;empenhado em adotar os procedimentos necessários e legais para dirimir esta questão&#8221;.</p>
<p>No comunicado indica-se ainda que &#8220;uma parte significativa das áreas abrangidas pela servidão militar em causa encontra-se integrada numa zona de intersecção e sobreposição de condicionantes territoriais particularmente exigentes, envolvendo, conjuntamente, áreas inseridas na Rede Natura 2000, na Reserva Ecológica Nacional (REN) e na Zona Especial de Conservação Fernão Ferro/Lagoa de Albufeira&#8221;.</p>
<p>E que o &#8220;Plano Diretor Municipal do Seixal identifica a zona de servidão militar como área de servidão administrativa e restrição de utilidade pública existente do município do Seixal, assim como a Zona Especial de Conservação de Fernão Ferro/Lagoa de Albufeira e a REN&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757139]]></sapo:autor>
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		<title>Gasóleo sobe 10 cêntimos e gasolina 6,5 cêntimos na próxima semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 10:32:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os preços dos combustíveis em Portugal vão voltar a subir na próxima semana com o gasóleo simples a aumentar em média 10 cêntimos por litro e a gasolina 95 a encarecer 6,5 cêntimos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços dos combustíveis em Portugal vão voltar a subir na próxima semana com o gasóleo simples a aumentar em média 10 cêntimos por litro e a gasolina 95 a encarecer 6,5 cêntimos.</p>
<p>As previsões do aumento dos preços foram cedidas à Lusa pela Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis (ANAREC).</p>
<p>Com base nos valores atuais da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), e tendo em conta as previsões das subidas com os valores do fecho do mercado na quinta-feira, o preço médio da gasolina simples 95 deverá situar-se nos 1,993 euros por litro a partir de segunda-feira, enquanto o gasóleo simples poderá atingir os 2,055 euros por litro.</p>
<p>A média final só ficará fechada ao final do dia, podendo ainda registar alterações em função da evolução das cotações internacionais do petróleo, e o custo final na bomba poderá variar conforme o posto de abastecimento, a marca e a localização.</p>
<p>Além disso, as descidas extraordinárias das taxas do ISP que o Governo tem vindo a aprovar poderão também baixar os valores previstos.</p>
<p>O aumento dos preços dos combustíveis acontece num contexto de forte tensão geopolítica no Médio Oriente, com os preços do petróleo pressionados pelo encerramento do estreito de Ormuz e pela volatilidade dos mercados internacionais.</p>
<p>A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em junho terminou na quinta-feira no mercado de futuros de Londres em baixa de 3,41% para os 114,01 dólares.</p>
<p>O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 4,02 dólares abaixo dos 118,03 com que encerrou as transações na quarta-feira. Mas, depois do encerramento, no mercado em contínuo, o Brent chegou a atingir os 126,41 dólares, alcançando níveis inéditos desde a invasão da Ucrânia pela Federação Russa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757137]]></sapo:autor>
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		<title>Telecomunicações: preços descem, mas os consumidores continuam a reclamar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/telecomunicacoes-precos-descem-mas-os-consumidores-continuam-a-reclamar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 10:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[reclamações]]></category>
		<category><![CDATA[telecomunicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da descida dos preços nas telecomunicações em Portugal, o número de reclamações continua a aumentar, revelando um paradoxo num dos mercados mais competitivos dos últimos anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de o sector das telecomunicações atravessar a maior pressão competitiva dos últimos anos, com a entrada da DIGI no final de 2024 a forçar MEO, NOS, Vodafone e respetivas marcas low-cost a baixar mensalidades, o número de queixas dirigidas aos operadores não para de crescer. Segundo o último relatório anual da ANACOM, em 2025 foram registadas cerca de 106,4 mil reclamações dirigidas aos prestadores de serviços de comunicações, um aumento ligeiro de 1% face a 2024. As comunicações eletrónicas concentraram 60% do total, com 64,3 mil queixas e um crescimento de 3%.</span><a href="https://www.anacom-consumidor.pt/-/reclamacoes-sobem-nas-comunicacoes-eletronicas-e-descem-nos-postais-106-4-mil-queixas-em-2025" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"> </span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A contradição é evidente: os portugueses pagam menos, mas reclamam mais. Em fevereiro de 2026, os preços das telecomunicações em Portugal desceram 2,2% face ao mesmo mês de 2025, e a entrada de novos players empurrou as mensalidades dos pacotes mais procurados para mínimos históricos em algumas modalidades. Ainda assim, a faturação de serviços mantém-se como o assunto mais reclamado, com 16,4 mil registos, liderada pela Vodafone (39%). Seguem-se as falhas nos serviços (12,7 mil queixas, com a MEO em destaque, com 30%) e a contratação de serviços (12,6 mil queixas). Em particular, registou-se um acréscimo de cinco pontos percentuais nas situações relacionadas com a demora na reparação ou reparações deficientes.</span><a href="https://4gnews.pt/ha-boas-e-mas-noticias-sobre-o-preco-das-operadoras-em-portugal-atualmente/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"> </span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por trás destes números está, na maioria dos casos, uma escolha mal feita à partida. Comparar um pacote 3P (TV+Net+Voz), 4P (que adiciona um cartão de telemóvel) ou 5P (com dois cartões móveis) deixou de ser uma questão de olhar apenas para a mensalidade publicitada. O preço promocional dos primeiros meses esconde frequentemente um valor final substancialmente mais alto, e os custos de instalação podem ascender a centenas de euros nos contratos sem fidelização. Plataformas independentes como o</span><a href="https://www.comparaja.pt/tv-net-voz" target="_blank" rel="noopener"> <span style="font-weight: 400;">ComparaJá.pt</span></a><span style="font-weight: 400;"> permitem cruzar mais de 400 pacotes do mercado em simultâneo, considerando velocidade efetiva disponível na morada, número de canais, plafond móvel e período de fidelização — fatores decisivos para evitar surpresas na fatura.</span><a href="https://www.comparaja.pt/tv-net-voz" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"> </span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cobertura real é outro tema crítico. As operadoras low-cost (Uzo, Woo, Amigo) recorrem às redes das suas marcas-mãe (MEO, NOS e Vodafone, respetivamente) e nem sempre apresentam disponibilidade total fora dos grandes centros urbanos. Antes de assinar contrato, é fundamental verificar se a fibra ótica chega ao endereço e qual a velocidade efetivamente garantida, os valores publicitados de 1 Gbps ou 10 Gbps representam o máximo teórico, não o desempenho médio. As consequências do &#8220;comboio&#8221; de tempestades do início de 2026 vieram, aliás, expor a fragilidade de algumas redes: meses depois, milhares de clientes continuavam sem serviço fixo reposto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fidelização é, talvez, a principal armadilha para o consumidor. Os contratos de 24 meses oferecem mensalidades mais baixas, mas implicam penalizações elevadas em caso de rescisão antecipada, sobretudo se a instalação foi abatida ao longo do período. Os contratos sem fidelização (ou com apenas três meses, como praticam DIGI e várias low-cost) ganham terreno pela flexibilidade que garantem, ainda que com mensalidades ligeiramente superiores. Recorde-se que, desde 10 de novembro de 2025, as operadoras de telecomunicações em Portugal estão proibidas de cobrar qualquer valor aos clientes que queiram mudar de operador mantendo o mesmo número de telemóvel, o que reduz uma das barreiras tradicionais à mudança.</span><a href="https://contaspoupanca.pt/casa/2026-04-20-telecomunicacoes--qual-e-a-operadora-mais-barata-este-mes--9aef2d8c" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"> </span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As cláusulas de rescisão merecem leitura atenta antes da assinatura: o utilizador tem o direito legal de denunciar o contrato em situações específicas, como falhas reiteradas na prestação do serviço ou alteração unilateral das condições. Em caso de litígio, o livro de reclamações eletrónico continua a ser o canal mais utilizado pelos consumidores, representando 63% das reclamações apresentadas em 2025, com um crescimento de 11% face a 2024.</span><a href="https://www.anacom-consumidor.pt/-/reclamacoes-sobem-nas-comunicacoes-eletronicas-e-descem-nos-postais-106-4-mil-queixas-em-2025" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;"> </span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A qualidade da assistência é, segundo os números, o calcanhar de Aquiles do sector. A MEO lidera as reclamações sobre falhas nos serviços (30%) e sobre assistência técnica (33% das 11,9 mil queixas registadas neste assunto), ao passo que a NOS concentra 37% das reclamações sobre cancelamento de serviços. Mais do que escolher pelo preço de campanha, o consumidor deve ponderar a experiência pós-venda. É aí, e não na ficha técnica, que o pacote acaba por se revelar bom ou mau negócio.</span></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756500]]></sapo:autor>
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		<title>Governo trava avanço da eutanásia por falta de “segurança jurídica”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-trava-avanco-da-eutanasia-por-falta-de-seguranca-juridica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 10:16:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto a lei continua sem aplicação, cresce o número de portugueses que recorrem à associação suíça Dignitas para obter assistência no suicídio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="118" data-end="424">Quase três anos após a publicação da lei que regula a morte medicamente assistida em Portugal, a sua aplicação continua por concretizar. O Governo considera que ainda não existem condições para avançar, apontando falta de “segurança jurídica” e decisões do Tribunal Constitucional como principais entraves.</p>
<p data-start="426" data-end="742">De acordo com o Público, o Ministério da Saúde garante que não está a bloquear a lei, mas sim a assegurar que qualquer implementação cumpre plenamente a Constituição. Ainda assim, a ausência de regulamentação mantém o processo parado, enquanto cresce o número de portugueses que procuram alternativas no estrangeiro.</p>
<p data-start="814" data-end="1104">A legislação, publicada a 25 de maio de 2023, permite a morte medicamente assistida em casos de doença grave e incurável ou lesão definitiva de extrema gravidade. No entanto, várias normas foram consideradas inconstitucionais, o que, segundo o Governo, afetou elementos centrais do diploma.</p>
<p data-start="1106" data-end="1451">Segundo o Público, o executivo entende que esta é uma matéria de elevada sensibilidade ética, jurídica e clínica, exigindo prudência antes de qualquer avanço. A decisão final sobre a regulamentação está agora nas mãos do atual primeiro-ministro, Luís Montenegro, depois de o processo ter passado por vários vetos presidenciais e revisões legais.</p>
<p data-section-id="1i9opws" data-start="1453" data-end="1508"><strong>Aumenta o número de portugueses que recorrem à Suíça</strong></p>
<p data-start="1510" data-end="1767">Enquanto a lei continua sem aplicação, cresce o número de portugueses que recorrem à associação suíça Dignitas para obter assistência no suicídio. Em 2025, mais 23 pessoas juntaram-se à organização, elevando para 80 o total de membros portugueses inscritos.</p>
<p data-start="1769" data-end="2032">De acordo com o Público, estes cidadãos representam potenciais candidatos ao suicídio assistido, embora apenas uma pequena percentagem avance efetivamente com o procedimento. No total, a Dignitas conta com quase 16 mil membros, sendo os portugueses cerca de 0,5%.</p>
<p data-start="2034" data-end="2266">Nos últimos 17 anos, pelo menos 12 portugueses deslocaram-se à Suíça para recorrer a este serviço. O processo pode custar mais de 11 mil euros, embora existam situações de redução ou isenção para pessoas com dificuldades económicas.</p>
<p data-section-id="1xmnmah" data-start="2268" data-end="2317"><strong>Como funciona o suicídio assistido na Dignitas</strong></p>
<p data-start="2319" data-end="2487">Na Suíça, a eutanásia é proibida, mas o suicídio assistido é legal há várias décadas. Neste modelo, é o próprio paciente que administra o fármaco letal, sob supervisão.</p>
<p data-start="2489" data-end="2793">A associação estabelece critérios rigorosos para aceitar candidatos, incluindo a existência de doença terminal, deficiência incapacitante ou sofrimento considerado insuportável. Todo o processo, desde o pedido até ao envio dos restos mortais para o país de origem, pode demorar entre três a quatro meses.</p>
<p data-start="2795" data-end="2936">Desde a sua fundação, em 1998, a Dignitas assistiu mais de quatro mil pessoas na morte, sendo uma pequena fração de nacionalidade portuguesa.</p>
<p data-start="2971" data-end="3187">O tema voltou a ganhar destaque com o caso de um empresário português de 44 anos, que se deslocou recentemente à Suíça para recorrer ao suicídio assistido após viver 17 anos tetraplégico, na sequência de um acidente.</p>
<p data-start="3189" data-end="3352">A situação reacende o debate em torno da aplicação da lei em Portugal, num contexto em que outros países já legalizaram o suicídio assistido, a eutanásia ou ambos.</p>
<p data-section-id="1czwz96" data-start="3354" data-end="3390"><strong>Pressão política para rever a lei</strong></p>
<p data-start="3392" data-end="3667">No plano político, partidos como a Iniciativa Liberal e o Bloco de Esquerda mantêm o compromisso com a despenalização da morte medicamente assistida. Ambos admitem rever a legislação à luz das decisões do Tribunal Constitucional, com o objetivo de viabilizar a sua aplicação.</p>
<p data-start="3669" data-end="3856" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Apesar disso, o processo continua sem avanços concretos, prolongando um impasse que leva cada vez mais portugueses a procurar no estrangeiro uma resposta que ainda não existe em Portugal.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757125]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministério Público comunica às Finanças suspeitas sobre faturação de empresa ligada a Montenegro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ministerio-publico-comunica-as-financas-suspeitas-sobre-faturacao-de-empresa-ligada-a-montenegro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 09:57:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público (MP) comunicou à Autoridade Tributária suspeitas relacionadas com a faturação da empresa familiar Spinumviva, ligada ao primeiro-ministro Luís Montenegro, abrindo um novo capítulo após o arquivamento da vertente criminal do caso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="107" data-end="357">O Ministério Público (MP) comunicou à Autoridade Tributária suspeitas relacionadas com a faturação da empresa familiar Spinumviva, ligada ao primeiro-ministro Luís Montenegro, abrindo um novo capítulo após o arquivamento da vertente criminal do caso.</p>
<p data-start="359" data-end="656">De acordo com o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/ministerio-publico-denunciou-faturacao-de-montenegro-as-financas" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, os procuradores do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) decidiram avançar com esta comunicação depois de encerrarem a averiguação preventiva, entendendo que poderiam existir eventuais irregularidades fiscais associadas à atividade da empresa.</p>
<p data-start="711" data-end="996">Segundo o CM, estão em cusa situações em que clientes que inicialmente recorreram à sociedade de advogados Sousa Pinheiro e Montenegro terão acabado por ver os serviços faturados pela Spinumviva. Esta alteração poderá ter tido impacto direto na carga fiscal associada aos rendimentos.</p>
<p data-start="998" data-end="1361">A diferença reside no enquadramento tributário: caso os serviços fossem faturados pela sociedade de advogados, os rendimentos estariam sujeitos a IRS, podendo atingir uma taxa máxima de 48% para rendimentos anuais mais elevados. Já através da Spinumviva, a tributação ocorre em sede de IRC, com uma taxa de 21%, permitindo ainda deduzir despesas previstas na lei.</p>
<p data-start="1363" data-end="1632">O Ministério Público considerou que não existem indícios suficientes para configurar crime de fraude fiscal. Ainda assim, entendeu que a situação deve ser analisada pela Autoridade Tributária, que poderá decidir avançar com uma eventual liquidação adicional de imposto.</p>
<p data-section-id="1qzl7ee" data-start="1634" data-end="1669"><strong>Clientes e transição de serviços</strong></p>
<p data-start="1671" data-end="1983">Entre os clientes envolvidos nesta transição de faturação encontram-se empresas como a Sofarma, Solverde, Rádio Popular e Ferpinta. De acordo com o Correio da Manhã, esta mudança foi anteriormente confirmada por uma fonte oficial da Solverde, que justificou a decisão com base em “relações de confiança pessoal”.</p>
<p data-start="1985" data-end="2081">O gabinete do primeiro-ministro foi questionado sobre estes desenvolvimentos, mas não respondeu.</p>
<p data-start="2138" data-end="2431">Entretanto, Luís Montenegro tornou pública uma lista de clientes da Spinumviva, numa iniciativa interpretada como antecipação a um pedido da Entidade para a Transparência. No entanto, a mesma entidade indicou que os nomes foram colocados no anexo errado, o que impede a sua divulgação oficial.</p>
<p data-start="2433" data-end="2590">O primeiro-ministro doou ainda as quotas da empresa aos filhos, Hugo e Diogo Montenegro, tendo a sede da Spinumviva sido transferida de Espinho para o Porto.</p>
<p data-section-id="1xkvf4k" data-start="2592" data-end="2639"><strong>Investigação paralela à construção de imóvel</strong></p>
<p data-start="2641" data-end="2868">Paralelamente, o Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) do Porto mantém uma investigação relacionada com a construção da casa de Luís Montenegro, em Espinho. Em causa poderão estar eventuais crimes de natureza fiscal.</p>
<p data-start="2870" data-end="3060">Este processo surge após um anterior inquérito, arquivado em dezembro de 2024, que analisava possíveis benefícios fiscais obtidos no âmbito da classificação da obra como reabilitação urbana.</p>
<p data-start="3062" data-end="3362">A investigação atual incide sobre a construção do imóvel, incluindo materiais utilizados e entidades envolvidas. O dono da empresa responsável pela obra, entretanto declarada insolvente, já foi ouvido, tal como o arquiteto responsável pelo projeto, que terá cobrado 17,7 mil euros, acrescidos de IVA.</p>
<p data-start="3409" data-end="3607">Apesar de o Ministério Público ter arquivado a vertente criminal do caso Spinumviva, a comunicação às Finanças demonstra que persistem dúvidas quanto ao enquadramento fiscal da atividade da empresa.</p>
<p data-start="3609" data-end="3778" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Segundo o CM, este novo desenvolvimento poderá levar a uma reavaliação por parte da Autoridade Tributária, num processo que permanece em aberto do ponto de vista fiscal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757121]]></sapo:autor>
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		<title>Cientistas criam material inspirado no Wolverine que se regenera sozinho e pode durar séculos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Moura Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 09:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[fibra]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[material]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova tecnologia desenvolvida por engenheiros permite reparar danos internos de forma repetida, aumentando significativamente a durabilidade de componentes usados em aviões, carros e turbinas eólicas.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma equipa de engenheiros desenvolveu um material inovador capaz de se autorreparar mais de mil vezes, abrindo caminho para uma nova geração de componentes mais duráveis e sustentáveis. A descoberta poderá ter impacto direto em setores como a aviação, a indústria automóvel e as energias renováveis.</p>
<p>De acordo com o El Economista, investigadores da Universidade Estatal da Carolina do Norte e da Universidade de Houston criaram um compósito de fibra com uma capacidade inédita de regeneração. Este material foi concebido para responder a um dos maiores desafios da engenharia moderna: o desgaste e a &#8220;fadiga&#8221; estrutural ao longo do tempo.</p>
<p>Atualmente, muitos componentes industriais são fabricados com polímeros reforçados com fibras, conhecidos pela sua leveza e resistência. No entanto, apresentam uma limitação significativa: a fragilidade interna. Sob pressão constante ou impactos, as fibras podem separar-se da matriz, comprometendo a integridade da estrutura.</p>
<p><strong>Como funciona o material autorreparador</strong></p>
<p>A inovação baseia-se numa abordagem dupla. Por um lado, os engenheiros introduziram uma camada flexível, produzida através de impressão 3D, no interior da estrutura rígida. Esta camada melhora a resistência inicial do material.</p>
<p>Por outro lado, o compósito incorpora finas camadas de aquecedores de carbono. Quando o sistema deteta fissuras internas, ou quando é ativado para manutenção,  é aplicada uma corrente elétrica que gera calor. Esse calor derrete a camada flexível, permitindo selar as fissuras. Após o arrefecimento, o material solidifica novamente, recuperando a sua integridade estrutural.</p>
<p>Embora já existam materiais com capacidade de autorreparação, a grande diferença desta tecnologia está na sua durabilidade. Até agora, estes sistemas perdiam eficácia após poucos ciclos de utilização. Neste caso, os testes demonstraram que o material consegue suportar mais de 1.000 ciclos consecutivos de dano e reparação.</p>
<p><strong>Aplicações e impacto futuro</strong></p>
<p>Os investigadores estimam que este material poderá manter-se funcional entre 125 e 500 anos, o que representa um salto significativo face às soluções atuais. Esta longevidade poderá reduzir custos de manutenção e substituição, além de diminuir o impacto ambiental associado à produção de novos componentes.</p>
<p>A aplicação desta tecnologia em hélices de turbinas eólicas, peças de aeronaves ou componentes automóveis poderá transformar a forma como se projetam e mantêm infraestruturas críticas, tornando-as mais eficientes e sustentáveis a longo prazo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756453]]></sapo:autor>
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		<title>Presidente da República critica precariedade e defende trabalho com vida digna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 09:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República alertou hoje para os atuais desafios enfrentados pelos trabalhadores, criticando a precariedade e defendendo um trabalho que assegure condições de vida dignas, numa mensagem do Dia do Trabalhador que evoca a luta por direitos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República alertou hoje para os atuais desafios enfrentados pelos trabalhadores, criticando a precariedade e defendendo um trabalho que assegure condições de vida dignas, numa mensagem do Dia do Trabalhador que evoca a luta por direitos.</p>
<p>Numa nota divulgada pela Presidência da República por ocasião do 1.º de Maio, António José Seguro sublinhou que &#8220;é através do trabalho&#8221; que cada um &#8220;constrói a sua vida, afirma a sua dignidade e contribui para a comunidade&#8221;, considerando que este dia não representa apenas uma data no calendário, mas a &#8220;afirmação de que a dignidade do trabalho é inseparável da dignidade humana&#8221;.</p>
<p>&#8220;Este ano, o Dia do Trabalhador encontra-nos num tempo de muitas inquietações&#8221;, numa conjuntura marcada por guerras, desaceleração económica e aumento do custo de vida, uma inflação que &#8220;corrói o salário antes de ele chegar ao fim do mês&#8221; e um contexto em que &#8220;a inteligência artificial e a robótica estão a transformar o mundo do trabalho a uma velocidade que nenhuma geração anterior conheceu&#8221;.</p>
<p>Acresce a isto a precariedade, que se instalou &#8220;em demasiados contratos, em demasiadas vidas, como se fosse uma inevitabilidade&#8221;, criticou o chefe de Estado.</p>
<p>No entanto, o Presidente da República lembra que a História ensina &#8220;que os trabalhadores já enfrentaram antes momentos assim&#8221; e que &#8220;a resposta nunca foi a resignação &#8212; foi a organização, a exigência e a luta por direitos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Foi exatamente isso que construiu as sociedades mais justas que conhecemos. Foi exatamente isso que está na origem desta data&#8221;, enalteceu.</p>
<p>Embora os desafios de hoje sejam &#8220;novos na forma&#8221;, são &#8220;familiares na essência&#8221; e a experiência mostra que &#8220;as decisões políticas podem moldar os resultados&#8221; e que &#8220;a tecnologia depende da regulação&#8221; e de como são distribuídos os seus benefícios.</p>
<p>&#8220;A precariedade não é uma lei da natureza. E o trabalho tem de compensar &#8212; tem de pagar a renda, a alimentação e o futuro dos filhos&#8221;, salientou.</p>
<p>Lembrando que a data de hoje é &#8220;comemorada por mulheres e homens que acordam todos os dias para ir trabalhar&#8221;, que o fazem &#8220;com orgulho, muitas vezes com sacrifício, quase sempre com a esperança de que o esforço de hoje&#8221; se traduza &#8220;numa vida melhor amanhã&#8221;, António José Seguro reforçou que &#8220;é por eles que esta data existe&#8221; e &#8220;continua a ser necessária&#8221;.</p>
<p>&#8220;A todos os trabalhadores portugueses, em Portugal ou na diáspora, o meu reconhecimento e o meu respeito. E a minha determinação de que esta Presidência nunca estará indiferente às vossas causas. Nunca aceitarei em silêncio que quem trabalha não consiga viver com dignidade&#8221;, assegurou.</p>
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