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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 21 May 2026 18:20:02 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Azeite com depósito no fundo da garrafa é seguro? Saiba o que significa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 18:17:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[À primeira vista, o aspeto pode levantar dúvidas sobre a qualidade do produto ou até sobre a segurança do consumo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="73" data-end="349">Encontrar uma garrafa de azeite com depósito no fundo pode levantar dúvidas ao consumidor. A presença de uma camada mais espessa ou de pequenos flocos no recipiente pode parecer sinal de menor qualidade ou de deterioração do produto, mas nem sempre há motivo para preocupação.</p>
<p data-start="351" data-end="546">Segundo a DECO PROteste, esse aspeto pode estar relacionado com um fenómeno físico provocado pelo frio e não significa, por si só, que o azeite esteja estragado ou que seja inseguro para consumo.</p>
<p data-start="548" data-end="602"><strong>Porque aparece depósito no fundo da garrafa de azeite?</strong></p>
<p data-start="604" data-end="737">A formação de uma camada mais densa no fundo da garrafa de azeite pode ocorrer quando o produto é exposto a temperaturas mais baixas.</p>
<p data-start="739" data-end="966">O azeite é composto por vários constituintes com pontos de fusão diferentes. Quando a temperatura desce, frequentemente para valores próximos ou inferiores a 10 ou 12°C, alguns desses componentes começam a cristalizar primeiro.</p>
<p data-start="968" data-end="1101">Esse processo pode originar flocos ou uma camada mais espessa no fundo da embalagem, dando ao azeite um aspeto diferente do habitual.</p>
<p data-start="1103" data-end="1168"><strong>Frio pode alterar o aspeto do azeite, mas o fenómeno é reversível</strong></p>
<p data-start="1170" data-end="1360">De acordo com a DECO PROteste, este fenómeno é físico e reversível. Ou seja, quando o azeite regressa à temperatura ambiente, os cristais dissolvem-se e o produto volta ao seu aspeto normal.</p>
<p data-start="1362" data-end="1518">Por isso, a presença de depósito ou de uma camada mais espessa no fundo da garrafa não significa necessariamente que o azeite esteja impróprio para consumo.</p>
<p data-start="1520" data-end="1569"><strong>Depósito no azeite não quer dizer menor qualidade</strong></p>
<p data-start="1571" data-end="1661">A existência desta camada no fundo também não determina, por si só, a qualidade do azeite.</p>
<p data-start="1663" data-end="1800">O aspeto visual pode ser influenciado pela exposição ao frio e não deve ser automaticamente associado a um produto de qualidade inferior.</p>
<p data-start="1802" data-end="2047">Também não é possível concluir que um azeite com depósito seja mais barato por causa desse fenómeno. O preço resulta de vários fatores, incluindo a origem das azeitonas, a mistura de lotes, a escala de produção e a estratégia comercial da marca.</p>
<p data-start="2049" data-end="2093"><strong>Preço mais baixo pode ter outras explicações</strong></p>
<p data-start="2095" data-end="2257">Um azeite mais barato pode dever-se a fatores comerciais ou à própria origem e conceção do produto, e não à presença de uma camada mais densa no fundo da garrafa.</p>
<p data-start="2259" data-end="2389">Assim, o depósito no azeite não deve ser visto isoladamente como sinal de pior qualidade, nem como explicação direta para o preço.</p>
<p data-start="2391" data-end="2608">Em resumo, se o azeite apresentar uma camada mais espessa ou flocos no fundo da garrafa, isso pode dever-se simplesmente ao frio. O fenómeno é reversível e não significa necessariamente que o produto esteja estragado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766067]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PM eslovaco rejeita estatuto intermédio para a Ucrânia na UE: “Ou aceitamos alguém, ou não”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 18:04:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[eslováquia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Fico]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Ideia de Merz passaria por aproximar politicamente Kiev das instituições europeias sem lhe conceder, para já, todos os direitos de um Estado-membro. A Ucrânia poderia participar em cimeiras europeias, nomear representantes para instituições da UE e aceder a partes do orçamento comunitário, mas sem direito de voto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, rejeitou a proposta do chanceler alemão, Friedrich Merz, para conceder à Ucrânia um estatuto de membro associado da União Europeia enquanto prosseguem as negociações para uma adesão plena.</p>
<p>A ideia de Merz passaria por aproximar politicamente Kiev das instituições europeias sem lhe conceder, para já, todos os direitos de um Estado-membro. A Ucrânia poderia participar em cimeiras europeias, nomear representantes para instituições da UE e aceder a partes do orçamento comunitário, mas sem direito de voto.</p>
<p>Fico afastou essa possibilidade, argumentando que não existe atualmente ambiente político dentro da União Europeia para soluções desse tipo. “Ou aceitamos alguém, ou não”, afirmou o primeiro-ministro eslovaco, citado pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, com base no jornal checo &#8216;Denník N&#8217;.</p>
<p>O chefe do Governo eslovaco defendeu ainda que outros países candidatos, como Montenegro, Albânia e Sérvia, também têm direito a entrar no bloco, sugerindo que a Ucrânia não deve receber um tratamento especial que ultrapasse os restantes processos de adesão.</p>
<p>A proposta de Merz surge num momento em que a integração europeia da Ucrânia continua marcada por dificuldades políticas e processuais. Numa carta dirigida à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e ao presidente do Conselho Europeu, António Costa, o chanceler alemão defendeu uma solução que aproxime imediatamente a Ucrânia da UE e das suas principais instituições.</p>
<p>“É evidente que não conseguiremos concluir o processo de adesão a curto prazo, dadas as inúmeras dificuldades e as complexidades políticas dos processos de ratificação”, escreveu Merz. O chanceler insistiu, contudo, que continua a apoiar a entrada plena da Ucrânia na União Europeia e defendeu a abertura de todos os blocos negociais “o mais rapidamente possível”.</p>
<p>Merz procurou também afastar a ideia de uma adesão de segunda categoria. “Não seria uma membership light”, afirmou, sublinhando que o objetivo seria criar uma ponte política até à adesão plena, e não substituir o estatuto de membro.</p>
<p>Kiev, porém, olha para soluções intermédias com cautela. A Ucrânia receia que um estatuto temporário ou associado acabe por atrasar, complicar ou enfraquecer o caminho para a adesão plena à União Europeia.</p>
<p>Desde o início da invasão russa em larga escala, a Ucrânia tem pressionado para acelerar o processo de adesão à UE, que vê como essencial para a sua recuperação, segurança e futuro político. A incerteza em torno da entrada na NATO aumenta ainda mais o peso estratégico da integração europeia.</p>
<p>O processo ucraniano tinha sido travado nos últimos anos pela oposição do antigo primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán. A sua derrota eleitoral recente para Péter Magyar abriu expectativas de maior avanço nas negociações, mas a posição de Fico mostra que continuam a existir resistências dentro da União Europeia.</p>
<p>A discussão coloca a UE perante um dilema: como aproximar rapidamente a Ucrânia do bloco sem criar atalhos políticos que outros candidatos possam considerar injustos, e sem oferecer a Kiev uma solução que acabe por parecer menos do que a adesão plena prometida.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766056]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal mantém-se como segundo maior fornecedor de Angola e reforça posição em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 18:02:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal consolidou-se em 2025 como o segundo maior fornecedor de Angola, com uma quota de 9,8% das importações do país africano e um crescimento de 20,72% face a 2024, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE) angolano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal consolidou-se em 2025 como o segundo maior fornecedor de Angola, com uma quota de 9,8% das importações do país africano e um crescimento de 20,72% face a 2024, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE) angolano.</P><br />
<P>De acordo com o Anuário de Estatísticas do Comércio Externo 2025,o valor das importações angolanas provenientes de Portugal totalizou 1,5 biliões de kwanzas (cerca de 1.415 milhões de euros), contra 1,2 biliões de kwanzas (cerca de 1.172 milhões de euros) em 2024.</P><br />
<P>Portugal fica apenas atrás da China, que continua a dominar as importações angolanas com uma quota de 20,41% e um crescimento de 56,54% face a 2024, totalizando 3,1 biliões de kwanzas (cerca de 2.946 milhões de euros).</P><br />
<P>O documento do INE regista ainda variações noutros fornecedores como o Togo que teve o maior crescimento entre todos os parceiros &#8212; 504,24% &#8212;, passando de 69.388 milhões de kwanzas (cerca de 65 milhões de euros) em 2024 para 419.270 milhões de kwanzas (cerca de 396 milhões de euros) em 2025, tornando-se o 12.º maior fornecedor de Angola. A Argentina registou também um crescimento expressivo de 238,18%, passando de 153.496 milhões de kwanzas (cerca de 145 milhões de euros) para 519.087 milhões de kwanzas (cerca de 490 milhões de euros).</P><br />
<P>No total, as importações angolanas cresceram 16,93% em 2025, para 15,3 biliões de kwanzas (cerca de 14.431 milhões de euros), destacando-se entre os princiais grupos as máquinas e aparelhos (25,56%), combustíveis (16,40%), metais comuns (10,79%), produtos alimentares (9,18%) e veículos (8,90%).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766059]]></sapo:autor>
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		<title>Mercado do petróleo aproxima-se da “zona vermelha”: escassez de oferta pode chegar no verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:54:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aie]]></category>
		<category><![CDATA[Fatih Birol]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Fatih Birol sublinhou que os efeitos vão sentir-se durante a época de viagens de verão, que coincide com a época de sementeira agrícola em muitos países]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, avisou que, se o estreito de Ormuz não reabrir plenamente, a economia mundial poderá entrar numa “zona vermelha” já em julho ou agosto. Birol sublinhou que os efeitos vão sentir-se durante a época de viagens de verão, que coincide com a época de sementeira agrícola em muitos países.</p>
<p>“Podemos estar a entrar na zona vermelha em julho e agosto, se não se verificarem melhorias na situação”, avisou, durante uma conferência do centro de estudos britânico Chatham House em Londres. Segundo o diretor-executivo da AIE, as reservas libertadas para o mercado e os stocks existentes ajudaram a amortecer o choque, mas não eliminam o risco de uma nova escalada, pois as reservas não têm sido reabastecidas devido à falta de movimento no estreito de Ormuz.</p>
<p>Lembrando as crises de 1973, 1979 e 2022 juntas, Birol disse que “esta crise é muito maior do que as três crises juntas”. Para além da energia, Birol está preocupado com o efeito que o bloqueio daquela passagem marítima entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã vai ter na circulação de outras matérias-primas, com impacto potencial na economia mundial.</p>
<p>“Uma enorme quantidade de outras mercadorias vitais passa pelo estreito de Ormuz, tais como fertilizantes, produtos petroquímicos, hélio e enxofre. E isto terá implicações significativas para o mundo, para a economia e para muitos países, especialmente os do mundo em desenvolvimento e emergente”, salientou.</p>
<p>O responsável destacou que a subida dos preços da energia pode agravar os custos dos fertilizantes e do gasóleo, pressionando a agricultura e a inflação. “Estou preocupado com o setor agrícola e com a alimentação. Temos muitas culturas importantes, mas três delas constituem a espinha dorsal do setor agrícola: o trigo, o arroz e o milho. E, quando analisamos estas culturas, cerca de 60% dos custos de produção provêm dos fertilizantes e do gasóleo. Os preços de ambos estão a subir”, referiu.</p>
<p>O diretor da AIE disse que já é possível “ver os primeiros sinais de que os números da inflação estão a subir aqui e ali, e isto é apenas o começo”.</p>
<p>“A minha grande esperança é que o estreito seja aberto, total e incondicionalmente”, salientou. Para acalmar os mercados, os 32 países membros da AIE anunciaram em março a libertação coordenada de 426 milhões de barris, ou seja, mais de um terço das suas reservas estratégicas, uma decisão sem precedentes.</p>
<p>No entanto, segundo a AIE, a paralisação do tráfego no estreito de Ormuz, relacionada com a guerra no Médio Oriente, já causou a perda de mais de mil milhões de barris de exportações provenientes dos produtores do Golfo, o que representa uma perda para o mercado de cerca de 14 milhões de barris por dia.</p>
<p>Nesta situação, e apesar das reservas estratégicas já libertadas, a AIE já tinha dado o alarme a 13 de maio sobre a redução “recorde” das reservas de petróleo à medida que a guerra no Médio Oriente se arrasta. Sem uma resolução rápida do conflito, os preços do petróleo poderão disparar ainda mais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766053]]></sapo:autor>
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		<title>Centro de ébola incendiado no Congo: surto raro espalha medo, raiva e tensão com autoridades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:36:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ébola]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[RD Congo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataque aconteceu numa altura em que médicos, organizações humanitárias e autoridades congolesas tentam conter uma variante rara do vírus ébola]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um centro de tratamento de ébola em Rwampara, no leste da República Democrática do Congo, foi incendiado esta quinta-feira por populares que tentavam recuperar o corpo de um homem da comunidade local que terá morrido da doença. O caso, relatado pela &#8216;AP&#8217;, expõe a tensão crescente entre as autoridades de saúde e as populações numa região onde o surto continua a alastrar.</p>
<p>O ataque aconteceu numa altura em que médicos, organizações humanitárias e autoridades congolesas tentam conter uma variante rara do vírus ébola, num território marcado pela falta de infraestruturas de saúde, pela deslocação de populações e pela presença de conflitos armados.</p>
<p>As autoridades têm procurado controlar os funerais de vítimas suspeitas, uma vez que os corpos de pessoas que morrem de ébola podem ser altamente contagiosos. A preparação tradicional dos corpos e as cerimónias fúnebres podem aumentar o risco de transmissão, razão pela qual os enterros são conduzidos, sempre que possível, segundo protocolos sanitários rigorosos.</p>
<p>A medida, porém, tem provocado revolta entre familiares e amigos das vítimas, que muitas vezes não conseguem despedir-se dos seus entes queridos de acordo com os costumes locais. Em Rwampara, essa tensão acabou por escalar.</p>
<p>Uma testemunha citada pela &#8216;AP&#8217; contou que jovens da região tentaram recuperar o corpo de um amigo que terá morrido de ébola. A polícia interveio para acalmar a situação, mas não conseguiu impedir que o grupo entrasse no centro e pegasse fogo a objetos no interior.</p>
<p>Um jornalista da &#8216;AP&#8217; no local viu pessoas invadirem o centro e incendiarem objetos, bem como aquilo que parecia ser o corpo de pelo menos uma vítima suspeita de ébola ali armazenada. Trabalhadores humanitários abandonaram o centro em viaturas.</p>
<p>Jean Claude Mukendi, responsável pela segurança pública na província de Ituri, afirmou que os jovens não compreenderam os protocolos exigidos para o enterro de vítimas suspeitas de ébola. “A família, os amigos e outros jovens queriam levar o corpo para casa para o funeral, embora as instruções das autoridades durante este surto sejam claras”, explicou. “Todos os corpos devem ser enterrados de acordo com as regras.”</p>
<p>Hama Amadou, coordenador no terreno da organização humanitária ALIMA, que tinha equipas no centro, afirmou mais tarde que a calma tinha sido restabelecida e que as equipas continuavam a trabalhar.</p>
<p>O episódio ilustra uma das maiores dificuldades no combate ao surto: conter a propagação do vírus sem romper completamente com práticas culturais ligadas à morte e ao luto. A Organização Mundial da Saúde declarou o surto uma emergência de saúde pública de preocupação internacional.</p>
<p>De acordo com as Nações Unidas, há 148 mortes suspeitas e quase 600 casos suspeitos. Dois casos foram também registados no Uganda, incluindo uma morte. A OMS admite, contudo, que a dimensão real do surto deverá ser maior do que os números oficiais indicam.</p>
<p>O risco de propagação global é considerado baixo, mas o risco regional é elevado, sobretudo porque a província de Ituri faz fronteira com o Uganda e o Sudão do Sul. “A prioridade agora é agir rapidamente e trabalhar de perto com as comunidades, porque os próximos dias são críticos”, afirmou Ariel Kestens, responsável da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho no Congo.</p>
<p>As equipas de saúde alertam para a falta urgente de material e de profissionais. A situação é agravada pelo facto de não existir atualmente uma vacina ou medicamento disponível para a estirpe Bundibugyo, responsável por este surto. Um especialista citado esta semana estimou que poderão ser necessários entre seis e nove meses até haver uma solução disponível.</p>
<p>O vírus terá circulado sem ser detetado durante várias semanas após a primeira morte conhecida, no final de abril. As autoridades congolesas estariam inicialmente a testar uma variante diferente do ébola, mais comum em surtos anteriores no país.</p>
<p>Esta quinta-feira, o grupo rebelde M23, que controla partes do leste do Congo, anunciou um caso confirmado perto de Bukavu, a cerca de 500 quilómetros do epicentro do surto em Ituri. A pessoa morreu, segundo o grupo. Se confirmado pelas autoridades de saúde, será o primeiro caso registado na província de Kivu do Sul.</p>
<p>A crise já teve efeitos internacionais. A Índia e a União Africana anunciaram o adiamento da cimeira India-Africa Forum, prevista para a próxima semana em Nova Deli, devido à evolução da situação sanitária em partes do continente africano.</p>
<p>A seleção de futebol do Congo cancelou também um estágio de preparação de três dias para o Mundial e uma despedida prevista com adeptos em Kinshasa. Nos Estados Unidos, o Departamento de Segurança Interna determinou que voos com cidadãos americanos ou residentes permanentes que tenham estado no Congo, Uganda ou Sudão do Sul nos últimos 21 dias sejam redirecionados para o aeroporto Washington Dulles, onde haverá rastreio reforçado ao ébola.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766021]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Navigator quer revisão da legislação que limita plantação de eucaliptos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:31:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A papeleira Navigator defendeu hoje a revisão da legislação em vigor que limita a plantação de eucaliptos em Portugal, argumentando que a regulação do setor tem de mudar de um paradigma proibitivo para outro que fomente o investimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A papeleira Navigator defendeu hoje a revisão da legislação em vigor que limita a plantação de eucaliptos em Portugal, argumentando que a regulação do setor tem de mudar de um paradigma proibitivo para outro que fomente o investimento.</p>
<p>Numa intervenção hoje, na conferência &#8220;Incêndios Florestais: O Fogo Está A Mudar &#8212; E Nós?&#8221;, que decorreu na Figueira da Foz, distrito de Coimbra, o administrador executivo da Navigator, João Lé, elencou três prioridades para a floresta nacional: ganhar escala na propriedade rústica, aumentar a gestão ativa, apostando na prevenção e combate ao abandono dos terrenos e criar uma estrutura nacional de sapadores florestais profissionais, que assegurem prevenção e combate.</p>
<p>O administrador da Navigator &#8212; empresa que investe na fileira do eucalipto e possui um clube de produtores florestais com mais de 900 associados (em dois anos em meio, segundo dados hoje divulgados, representou um volume de negócios próximo dos 1.200 milhões de euros) &#8211; defendeu ainda que &#8220;nenhuma abordagem aos incêndios rurais pode ignorar a falta de escala, o abandono das terras e ausência de gestão que constituem fatores de risco relevantes&#8221;.</p>
<p>No contexto das prioridades para a floresta portuguesa, João Lé frisou ser &#8220;imperativo que a regulação nacional evolua de um paradigma puramente proibitivo e punitivo, para um modelo que fomente e incentive o investimento&#8221;.</p>
<p>A legislação em vigor, alterada na sequência dos incêndios de 2017, passou a proibir, embora com exceções, as ações de arborização de novas áreas de eucalipto, permitindo a rearborização de áreas onde a ocupação anterior já fosse de um povoamento puro ou misto dominante daquela espécie.</p>
<p>&#8220;Não podemos continuar reféns de um enquadramento legislativo que, ao limitar o investimento na floresta de produção, acaba por ser o maior catalisador do abandono&#8221;, vincou João Lé.</p>
<p>De acordo com o administrador executivo da Navigator, &#8220;uma lei pensada para bloquear não pode ser o instrumento&#8221; de que aquela fileira florestal necessita &#8220;para agir&#8221;.</p>
<p>&#8220;Portugal precisa, com urgência, de um RJAR [Regime Jurídico das Arborizações e Rearborizações] que seja um instrumento de fomento e não de bloqueio&#8221;, reafirmou.</p>
<p>O mesmo responsável defendeu ainda que uma eventual reforma legislativa promova, &#8220;por exemplo, a florestação de áreas de matos com potencial produtivo, integrando, de forma equilibrada, plantações de rendimento e espécies autóctones, em mosaicos resilientes e com gestão&#8221;.</p>
<p>Já o presidente do município da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, na abertura da sessão, citou outra norma legislativa, que classificou de &#8220;absolutamente obsoleta no quadro jurídico que existe&#8221;, sobre o regime que os privados têm &#8220;nomeadamente em termos de calendário temporal, para cuidarem dos seus terrenos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nós estamos no terreno (&#8230;) estamos a limpar caminhos, de manhã à noite, todos os dias, reforçámos o parque de máquinas, os operacionais, obviamente estamos a fazer o que podemos. Também com a ajuda das unidades industriais, nomeadamente das papeleiras existentes no concelho, mas o trabalho é imenso&#8221;, notou.</p>
<p>Na sua intervenção, Santana Lopes assumiu que os serviços municipais na Figueira da Foz, em certas situações, limpam terrenos mesmo sem o alegado conhecimento do proprietário.</p>
<p>&#8220;Quando é possível dizer aos proprietários que, ou até maio, ou agora até mesmo 30 de junho podem cuidar dos seus terrenos e nós [autarcas] estamos limitados&#8230; eu devo dizer que a orientação que dou, e digo-o publicamente, aos corpos da Proteção Civil é quando virem casos que são extremamente gravosos, perigosos, um susto, entrem [no terreno], limpem. Não temos nenhuma hipótese de esperar que chegue a pessoa de onde está emigrada, de onde está fora, que se disponha a contactar-nos&#8221;, vincou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766033]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Apoio até 1.500 euros para limpar terrenos alargado a mais quatro municípios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:30:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Os proprietários de terrenos em 22 municípios do Centro afetados pelas tempestades podem candidatar operações de limpeza até 1.500 euros por hectare, num processo simplificado, mas o Governo vai alargar a medida a mais quatro municípios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os proprietários de terrenos em 22 municípios do Centro afetados pelas tempestades podem candidatar operações de limpeza até 1.500 euros por hectare, num processo simplificado, mas o Governo vai alargar a medida a mais quatro municípios.</p>
<p>O Fundo Ambiental (FA) abriu candidaturas ao financiamento de operações de gestão florestal, no valor total de 40 milhões euros, pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para as zonas mais afetadas pelas tempestades na região Centro.</p>
<p>Fonte oficial do gabinete da ministra do Ambiente e Energia avançou à Lusa que, além dos 22 municípios com Áreas Integradas de Gestão da Paisagem (AIGP), criadas em abril, a iniciativa vai ser alargada a &#8220;quatro novos concelhos&#8221;: Ansião, Figueiró dos Vinhos (distrito de Leiria), Lousã (Coimbra) e Mação (Santarém).</p>
<p>&#8220;O financiamento é dado a 100% aos municípios, e os municípios a partir daí fazem o financiamento proporcional ao número de hectares [ha] da área danificada, um valor que pode ir até 1.500 euros por ha, para os donos&#8221; ou quem trata &#8220;das florestas&#8221;, afirmou Maria da Graça Carvalho, à margem de uma iniciativa na Agência Portuguesa do Ambiente.</p>
<p>Após aderirem e receberam as verbas, &#8220;os municípios podem transferir para os agricultores, não é necessário burocracia, não é necessário sequer fatura, nem recibo dos 1.500 euros por ha, basta uma prova de que limparam o terreno, uma prova muito simples&#8221;, explicou a ministra, notando que os apoios variam &#8220;entre 1.000 e 1.500 euros por ha&#8221;.</p>
<p>&#8220;Se for um processo fácil, nós estamos de acordo que não haja burocracia, e que esse dinheiro vá para os proprietários, ou seja, não fique aí na cadeia dos empreiteiros e dessa gente toda&#8221;, afirmou Luís Damas, presidente da direção da Federação Nacional de Associações de Proprietários Florestais (FNAPF).</p>
<p>O dirigente associativo lamentou que, em muitos casos, nas ações de recuperação quem &#8220;está a ganhar são os madeireiros, que estão a ir buscar madeira a preço zero&#8221;.</p>
<p>Segundo o aviso do FA, pretende-se &#8220;a redução do perigo de incêndio rural e a mitigação das ameaças de natureza fitossanitária, através da valorização e reforço dos serviços dos ecossistemas&#8221;, bem como a recuperação sustentável dos territórios, &#8220;em particular nos concelhos com significativa área florestal afetada pela tempestade Kristin&#8221;.</p>
<p>O investimento, abrangendo todo o território dos respetivos municípios, destina-se às AIGP de Alcobaça, Alvaiázere, Batalha, Castelo Branco, Ferreira do Zêzere, Figueira da Foz, Góis, Leiria, Marinha Grande, Miranda do Corvo, Nazaré, Oleiros, Ourém, Pedrógão Grande, Pombal, Porto de Mós, Proença-a-Nova, Sertã, Soure, Tomar, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão.</p>
<p>Em função das áreas e danos potenciais estimados, a dotação orçamental mais elevada vai para Leiria, com 13,168 milhões de euros, seguido de Pombal (6,786), Alcobaça (3,825), Ourém (3,660) e Marinha Grande (2,788), enquanto entre os apoios mais reduzidos estão Miranda do Corvo (208 mil), Batalha (189 mil) e Porto de Mós (155 mil).</p>
<p>As operações de gestão florestal abrangem corte e processamento de árvores afetadas, remoção de material lenhoso, gestão da biomassa residual (entidades gestoras e proprietários), criação ou aumento da capacidade de parques de armazenamento temporário, controlo fitossanitário de emergência e restabelecimento das condições de circulação na rede viária florestal (municípios).</p>
<p>As despesas elegíveis, realizadas entre 28 de janeiro e 30 de novembro, variam entre 1.000 e 1.500 euros por hectare nas atividades de gestão florestal, nas candidaturas a submeter no portal do FA e analisadas pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.</p>
<p>As candidaturas devem incluir documentação sobre a propriedade, comprovativos fiscais e memória descritiva das intervenções, e no pedido posterior de pagamento devem ser apresentadas &#8220;fotografias georreferenciadas (antes e depois) de todas as intervenções realizadas&#8221;, com &#8220;data, hora e coordenadas GPS&#8221;, e relatório das ações.</p>
<p>Os beneficiários devem demonstrar &#8220;que as intervenções não conduzem a impactes significativos no ambiente&#8221;, designadamente &#8220;na proteção e restauro da biodiversidade e dos ecossistemas&#8221;, e &#8220;prevenindo a poluição do solo e da água&#8221;.</p>
<p>Os candidatos comprometem-se, ainda, a &#8220;assegurar a garantia legal de acesso a áreas privadas, seja através de autorizações expressas dos proprietários&#8221; ou, na impossibilidade de os contactar, através de editais &#8220;nos termos legais aplicáveis a intervenções de proteção civil e defesa contra incêndios&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766035]]></sapo:autor>
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		<title>Concentração de poeiras no ar deverá manter-se até sábado, alerta IPMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:30:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A concentração de poeiras no ar provenientes do norte de África deverá manter-se até sábado, associada às temperaturas acima da média, informou hoje o Instituo Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A concentração de poeiras no ar provenientes do norte de África deverá manter-se até sábado, associada às temperaturas acima da média, informou hoje o Instituo Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Segundo uma nota publicada no &#8216;site&#8217; do IPMA, a situação meteorológica, marcada por temperaturas acima da média para a época do ano nos próximos dias, &#8220;é favorável ao transporte de poeiras em suspensão provenientes do norte de África&#8221;.</p>
<p>A situação, que mereceu uma recomendação por parte da Direção-Geral da Saúde para que as crianças, idosos, pessoas com problemas respiratórios crónicos e doentes cardiovasculares permaneçam em casa sempre que possível, deverá manter-se até sábado, &#8220;embora com tendência a diminuir a sua concentração a partir do meio da tarde&#8221;, refere o IPMA.</p>
<p>As temperaturas máximas registaram &#8220;uma subida acentuada&#8221; desde quarta-feira e deverão variar entre 30 °C e 35 °C até sexta-feira, prevendo-se igualmente a subida da temperatura mínima em todo o território.</p>
<p>&#8220;A temperatura manter-se-á elevada nos dias seguintes, contribuindo para uma provável onda de calor em grande parte das estações do IPMA, com exceção das estações do litoral, onde é previsível que seja quebrada nos dias 23 e 24&#8221;, refere o comunicado.</p>
<p>A Direção-Geral da Saúde recomendou hoje que as crianças, idosos, pessoas com problemas respiratórios crónicos e doentes cardiovasculares permaneçam em casa sempre que possível devido à concentração de poeiras no ar provenientes do norte de África.</p>
<p>A DGS adianta em comunicado que uma massa de ar proveniente dos desertos do Norte de África, que transporta poeiras em suspensão, está prevista atravessar hoje Portugal Continental e dias seguintes.</p>
<p>&#8220;Prevê-se a ocorrência de uma situação de fraca qualidade do ar no Continente, registando-se um aumento das concentrações de partículas inaláveis de origem natural no ar&#8221;, sublinha a autoridade de saúde.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766041]]></sapo:autor>
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		<title>Autoridades francesas já pediram retorno das duas crianças abandonadas, avança ministra da Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:29:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ministra da Justiça disse hoje já haver por parte das autoridades franceses um pedido de retorno das duas crianças encontradas no Alentejo em situação de abandono e que esse processo seguirá os "trâmites normais".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra da Justiça disse hoje já haver por parte das autoridades franceses um pedido de retorno das duas crianças encontradas no Alentejo em situação de abandono e que esse processo seguirá os &#8220;trâmites normais&#8221;.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas no final de uma visita ao estabelecimento prisional de Leiria, Rita Alarcão Júdice destacou sobre este caso que &#8220;tudo correu da melhor forma possível de maneira a comunicar rapidamente com os tribunais franceses&#8221;, tendo a Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) assegurado o contacto com os tribunais franceses.</p>
<p>&#8220;A DGAJ tem estado em contacto com os tribunais franceses, articulando e facultando toda a informação que é necessária e obtendo a informação que os tribunais solicitaram para permitir este encontro rápido que foi feito. Por isso agora aguardamos os trâmites normais de um possível retorno, porque tanto quanto percebi, embora ainda não tenha muita informação concreta, há já um pedido de retorno das crianças, portanto será tratado da forma natural que estes processos têm&#8221;, disse a ministra da Justiça.</p>
<p>Rita Alarcão Júdice manifestou-se satisfeita por as autoridades em Portugal terem &#8220;rapidamente conseguido encontrar ou deslindar este problema&#8221;, tendo a mãe e o padrasto das duas crianças já sido encontrados pela GNR em Fátima.</p>
<p>&#8220;Espero que o processo agora possa correr da forma o mais rápida possível para minimizar o trauma que estas crianças hão de ter sofrido&#8221;, disse a ministra.</p>
<p>A GNR deteve hoje em Fátima o homem de 55 anos e a mulher de 41 suspeitos de violência doméstica e abandono das duas crianças francesas encontradas sozinhas em Alcácer do Sal, revelou a força de segurança.</p>
<p>Em comunicado, a GNR anunciou que os dois suspeitos foram localizados e detidos em Fátima, no concelho de Ourém, distrito de Santarém, por militares do posto territorial daquela cidade, &#8220;em consequência do trabalho de pesquisa e proatividade policial desenvolvido&#8221;.</p>
<p>Na terça-feira, por volta das 19:00, os dois irmãos, de nacionalidade francesa, foram encontrados quando se encontravam sozinhos e a vaguear junto à Estrada Nacional 253 (EN253), na zona do Monte Novo do Sul, entre Comporta e Alcácer do Sal, distrito de Setúbal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766031]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Dispositivo sem todos os helicópteros disponíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:19:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) não tem atualmente disponíveis todos os meios aéreos previstos, faltando dois helicópteros, avançou hoje à Lusa a Força Aérea Portuguesa (FAP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) não tem atualmente disponíveis todos os meios aéreos previstos, faltando dois helicópteros, avançou hoje à Lusa a Força Aérea Portuguesa (FAP).</p>
<p>No âmbito do DECIR, os meios de combate a incêndios florestais foram reforçados na passada sexta-feira, no que é denominado &#8220;nível Bravo&#8221;, estando previsto até 31 de maio 37 meios aéreos.</p>
<p>Numa reposta enviada à Lusa, a FAP, responsável pela contratação e operação dos meios aéreos de combate aos incêndios, refere que, &#8220;dos 37 meios aéreos previstos para o nível Bravo, há dois helicópteros do Estado em manutenção&#8221;.</p>
<p>A Força Aérea prevê que um helicóptero fique disponível a 30 de maio e o outro a 15 de junho.</p>
<p>O DECIR estabelece um novo reforço de meios a 1 de junho, altura em que deviam ficar disponíveis 78 aeronaves, 74 contratados e mais quatro da Força Aérea.</p>
<p>A FAP estima que &#8220;existam 77 meios aéreos disponíveis até 15 de junho, altura em que se prevê que o helicóptero do Estado termine os trabalhos de manutenção e fique disponível, totalizando 78&#8221;.</p>
<p>No ano passado também existiram constrangimentos com os meios aéreos, tendo algumas aeronaves ficado indisponíveis devido a avarias.</p>
<p>O DECIR conta também com três helicópteros da AFOCELCA (empresa privada de proteção florestal vocacionada para o combate a incêndios rurais), além dois helicópteros Black Hawk da Força Aérea estarem este ano pela primeira vez ao serviço do combate aos fogos rurais.</p>
<p>Até ao final do mês vão estar disponíveis no combate aos fogos 11.955 operacionais que integram 2.031 equipas dos vários agentes presentes no terreno e 2.599 veículos.</p>
<p>Os meios de combate a incêndios voltarão a ser reforçados a 01 de junho, mas é entre julho e setembro, considerada a fase mais crítica, o período que mobiliza o maior dispositivo, estando este ano ao dispor 15.149 operacionais de 2.596 equipas e 3.463 viaturas, um ligeiro aumento em relação a 2025.</p>
<p>Dados provisórios do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) indicam que este ano já deflagraram 2.379 ocorrências de incêndio rural que provocaram quase 10 mil hectares de área ardida, 76% dos quais em matos, 21% em povoamentos florestais e 3% em terrenos agrícolas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766002]]></sapo:autor>
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		<title>Chamada telefónica terá distraído pai e menina de dois anos morre esquecida no carro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:10:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma menina de dois anos morreu em Brión, na Galiza, depois de ter ficado durante várias horas fechada no carro do pai.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="85" data-end="359">Uma menina de dois anos morreu em Brión, na Galiza, depois de ter ficado durante várias horas fechada no carro do pai. O homem ter-se-à esquecido que a filha continuava no interior da viatura depois de deixar o filho mais velho na escola e de seguir diretamente para o trabalho.</p>
<p data-start="361" data-end="543">A tragédia ocorreu esta quarta-feira e deixou em choque o município galego. O Concello de Brión decretou dois dias de luto oficial e convocou os moradores para um minuto de silêncio.</p>
<p data-start="545" data-end="586"><strong>Pai esqueceu-se de levar a filha à creche</strong></p>
<p data-start="588" data-end="784">Segundo a La Voz de Galicia, o pai saiu de manhã de carro com os dois filhos. Primeiro deixou o mais velho na escola e, depois, deveria levar a menina à creche, num percurso que fazia diariamente.</p>
<p data-start="786" data-end="991">No entanto, uma chamada telefónica terá provocado uma distração fatal. O homem regressou ao seu negócio, saiu do carro e começou a trabalhar, sem se aperceber de que a criança continuava dentro do veículo.</p>
<p data-start="993" data-end="1171">Durante toda a manhã e parte da tarde, a menina permaneceu fechada no carro. As temperaturas elevadas registadas ao longo do dia e a desidratação acabaram por agravar a situação.</p>
<p data-start="1173" data-end="1220"><strong>Mãe percebeu que a criança não estava na creche</strong></p>
<p data-start="1222" data-end="1344">O alerta surgiu por volta das 15h00, quando a mãe foi buscar a filha à creche e percebeu que a menina não estava no local.</p>
<p data-start="1346" data-end="1586">Foi nesse momento que os pais se aperceberam do que tinha acontecido. Os serviços de emergência foram acionados e a criança foi transportada para o PAC de Bertamiráns, em Ames, onde entrou em paragem cardiorrespiratória e acabou por morrer.</p>
<p data-start="1588" data-end="1732">A família vive por cima do negócio onde o pai trabalha. A creche frequentada pela menina, a escola municipal de Brión, fica perto da residência.</p>
<p data-start="1734" data-end="1763"><strong>Guarda Civil investiga o caso</strong></p>
<p data-start="1765" data-end="1918">Além dos serviços de saúde, deslocaram-se ao local agentes da Polícia Judiciária da Guarda Civil, que ficaram responsáveis pela investigação ao sucedido.</p>
<p data-start="1920" data-end="2001">O caso causou forte comoção entre os vizinhos da família e no município de Brión.</p>
<p data-start="2044" data-end="2143">Poucas horas depois de conhecida a notícia, o Concello de Brión decretou dois dias de luto oficial.</p>
<p data-start="2145" data-end="2276">Durante esta quinta-feira e sexta-feira, 22 de maio, as bandeiras exteriores dos edifícios municipais serão colocadas a meia haste.</p>
<p data-start="2278" data-end="2412">O município convocou ainda os moradores para um minuto de silêncio esta sexta-feira, às 12h00, na praça do Concello, em sinal de luto.</p>
<p data-start="2414" data-end="2615">Em comunicado, a autarquia transmitiu o “mais sentido pesar” e “todo o apoio” à família da criança, garantindo que serão disponibilizados todos os recursos municipais necessários neste momento difícil.</p>
<p data-start="2617" data-end="2661"><strong>Caso semelhante ocorreu em 2023 </strong></p>
<p data-start="2663" data-end="2768">A La Voz de Galicia recorda que, em 2023, ocorreu uma tragédia semelhante em O Porriño, também na Galiza.</p>
<p data-start="2770" data-end="3104">Nesse caso, uma criança da mesma idade morreu depois de ficar fechada dentro do carro enquanto a mãe foi trabalhar. A mulher deveria ter deixado o filho na creche, mas seguiu para o local de trabalho e estacionou a viatura no parque de uma empresa do polígono de Os Torneiros, sem se aperceber de que a criança continuava no interior.</p>
<p data-start="3106" data-end="3187" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Também nesse dia, 6 de julho de 2023, o calor contribuiu para a morte da criança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766004]]></sapo:autor>
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		<title>Do Reino Unido aos EUA: caso das crianças francesas abandonadas em Portugal em destaque na imprensa internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:10:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[El Mundo, Le Parisien e o The Sun são algumas publicações que destacaram o caso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O caso dos dois irmãos franceses abandonados pelos pais em Alcácer do Sal já chegou à imprensa internacional.</p>
<p>Na vizinha Espanha, o jornal &#8216;<a href="https://www.elmundo.es/internacional/2026/05/21/6a0ee93121efa0d14f8b459d.html" target="_blank" rel="noopener">El Mundo</a>&#8216; noticiou que &#8220;duas crianças francesas, de três e cinco anos, foram encontradas a caminhar sozinhas numa estrada no sul de Portugal, depois de alegadamente terem sido abandonadas pela mãe&#8221;, destacando que &#8220;a Procuradoria da cidade francesa de Colmar abriu um inquérito judicial por &#8220;abandono de menores&#8221; depois de duas crianças francesas, de 3 e 5 anos, terem sido encontradas sozinhas na noite de terça-feira numa estrada no sul de Portugal&#8221;.</p>
<p>O caso, naturalmente, chegou a França, país do padrasto e mãe responsáveis pelo abandono das duas crianças. A publicação &#8216;<a href="https://www.tf1info.fr/justice-faits-divers/deux-enfants-francais-de-3-et-5-ans-retrouves-seuls-sur-une-route-au-portugal-la-mere-recherchee-ce-que-l-on-sait-de-l-affaire-2442832.html?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">TF1</a>&#8216; indicou ser &#8220;uma história assustadora e quase inacreditável&#8221;, sublinhando que a &#8220;mãe, que normalmente reside em Colmar, na região de Haut-Rhin, e o seu companheiro teriam abandonado os meninos após viajarem pela França e depois pela Espanha&#8221;.</p>
<p>Também o &#8216;<a href="https://www.leparisien.fr/faits-divers/de-la-france-au-portugal-lincroyable-recit-de-labandon-de-deux-enfants-francais-de-3-et-5-ans-en-pleine-foret-21-05-2026-5JBJBFIBMJC7DO6NMQDJWG2BEI.php?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">Le Parisien</a>&#8216; deu destaque ao caso. &#8220;De França a Portugal, a incrível história do abandono de duas crianças francesas, de 3 e 5 anos, no meio da floresta&#8221;, titulou a publicação gaulesa.</p>
<p>No Reino Unido, o tabloide &#8216;<a href="https://www.thesun.co.uk/news/39178888/cruel-parents-abandon-boys-miles-away/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">The Sun</a>&#8216; fez este título: &#8220;Pais cruéis abandonam meninos de 5 e 3 anos em floresta a 1.930 quilómetros de casa após vendarem os seus olhos para uma falsa &#8220;caça ao tesouro&#8221;, relatando que &#8220;a mãe, uma fuzileira naval de 41 anos, e o padrasto Marc supostamente vendaram os olhos das crianças e disseram-lhes que precisavam de encontrar uma faca enterrada para cortar as vendas&#8221;.</p>
<p>O caso chegou aos Estados Unidos, pela publicação &#8216;<a href="https://people.com/brothers-found-screaming-crying-woods-after-mom-allegedly-blindfolded-abandoned-them-11981225?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">People</a>&#8216;. &#8220;Dois irmãos, de 5 e 4 anos, foram encontrados a gritar e a chorar numa área florestal após a mãe supostamente tê-los vendado e abandonado&#8221;, apontou o jornal americano.</p>
<p>No Canadá, a publicação &#8216;<a href="https://www.journaldequebec.com/2026/05/20/deux-enfants-francais-retrouves-seuls-au-bord-dune-route-au-portugal?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">Journal de Québec</a>&#8216; também deu ênfase ao caso, destacando as &#8220;duas crianças francesas encontradas sozinhas à beira de uma estrada em Portugal&#8221; e avançando que &#8220;foram examinadas por médicos num hospital&#8221;.</p>
<p>Recorde-se que a <a href="https://executivedigest.sapo.pt/urgente-gnr-detem-em-fatima-os-dois-suspeitos-de-abandono-de-duas-criancas-francesas/">GNR</a> deteve esta quinta-feira, em Fátima, um homem de 55 anos e uma mulher de 41, suspeitos de violência doméstica e abandono dos dois irmãos franceses encontrados sozinhos em Alcácer do Sal. Em comunicado, a força de segurança revelou que os suspeitos foram localizados e detidos por militares do posto territorial de Fátima, no concelho de Ourém, distrito de Santarém, “em consequência do trabalho de pesquisa e proatividade policial desenvolvido”.</p>
<p>As duas crianças, ambas de nacionalidade francesa, tinham sido encontradas na terça-feira, por volta das 19h00, quando se encontravam sozinhas e a vaguear junto à Estrada Nacional 253, na zona do Monte Novo do Sul, entre a Comporta e Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766003]]></sapo:autor>
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		<title>A marca chinesa que domina os elétricos quer chegar à Fórmula 1 — e já falou com Christian Horner</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 16:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Christian Horner]]></category>
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					<description><![CDATA[BYD pretende agora realizar novas reuniões com responsáveis de topo ligados à F1 e à FIA, o organismo que tutela o desporto automóvel]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A BYD está a intensificar contactos para uma possível entrada na Fórmula 1, depois de uma reunião entre Stella Li, vice-presidente executiva da fabricante chinesa, e Christian Horner, antigo diretor da Red Bull Racing. As conversas, reveladas pelo &#8216;Financial Times&#8217;, decorreram em Cannes e marcam mais um passo da marca na tentativa de reforçar a sua projeção global.</p>
<p>As negociações ainda estão numa fase inicial e não há garantia de que a BYD avance para a Fórmula 1. Segundo duas pessoas com conhecimento do processo, a empresa pretende agora realizar novas reuniões com responsáveis de topo ligados à F1 e à FIA, o organismo que tutela o desporto automóvel.</p>
<p>Ainda não é claro qual seria o caminho escolhido pela fabricante chinesa. A BYD poderia desenvolver uma unidade motriz própria, tornar-se cliente de um fornecedor de motores, comprar uma equipa já existente ou tentar entrar como uma 12ª equipa na grelha. Todas as opções implicariam investimento elevado, negociações complexas e aprovação regulatória.</p>
<p>Se o projeto avançar, seria um marco para a indústria automóvel chinesa. A BYD é o maior fabricante mundial de veículos elétricos e tem vindo a expandir-se rapidamente fora da China, sobretudo na Europa, onde investe em fábricas, redes de concessionários e notoriedade de marca.</p>
<p>A entrada na Fórmula 1 permitiria à BYD mostrar tecnologia, acelerar o reconhecimento internacional e posicionar-se ao lado de alguns dos maiores nomes da indústria automóvel. A marca já tem procurado ganhar visibilidade global através do desporto, com acordos de patrocínio no futebol, incluindo o Manchester City e o Inter Milão.</p>
<p>A própria Stella Li admitiu recentemente, em declarações a jornalistas em Pequim, que a empresa estava a discutir internamente oportunidades no desporto motorizado, incluindo a Fórmula 1, para demonstrar a sua tecnologia. A BYD, a F1, a FIA e Christian Horner recusaram comentar o tema ao &#8216;Financial Times&#8217;.</p>
<p>O interesse da BYD surge num momento em que a Fórmula 1 procura consolidar a sua expansão global. A China é um mercado estratégico para o campeonato, que regressou a Xangai em 2024 após cinco anos de ausência devido à pandemia. O Grande Prémio da China foi prolongado até 2030 e a F1 estima ter mais de 150 milhões de fãs no país.</p>
<p>Este ano, o fim de semana de corrida em Xangai atraiu 230 mil espectadores, mais 10 mil do que em 2025, reforçando o potencial comercial do mercado chinês para a modalidade.</p>
<p>Ainda assim, entrar na Fórmula 1 está longe de ser simples. A grelha já conta com 11 equipas desde a chegada da Cadillac, apoiada pela General Motors e pela TWG Motorsports, de Mark Walter. Embora haja espaço para uma 12ª equipa, qualquer novo participante teria de pagar uma taxa de várias centenas de milhões de dólares para compensar as equipas existentes.</p>
<p>O exemplo da Cadillac mostra a dificuldade do desafio. Apesar do apoio da General Motors e da contratação de nomes experientes da Fórmula 1, como Graeme Lowdon e Pat Symonds, a nova equipa ocupa o 10º lugar no campeonato de construtores após quatro corridas.</p>
<p>É neste contexto que a aproximação da BYD a Christian Horner ganha relevância. O antigo responsável da Red Bull conhece o funcionamento interno da Fórmula 1 ao mais alto nível e está a explorar formas de regressar ao desporto motorizado depois da saída da equipa no ano passado.</p>
<p>Horner está entre os interessados numa participação de 24% na Alpine, equipa detida pela empresa de investimento americana Otro Capital. Está também a colaborar com a Oakley Capital como consultor em investimentos ligados ao desporto premium.</p>
<p>Para a Fórmula 1, uma eventual entrada da BYD seria também uma oportunidade estratégica. A chegada de uma grande fabricante chinesa de elétricos reforçaria a presença do campeonato num mercado essencial e mostraria a capacidade da F1 para atrair novos protagonistas industriais numa fase de transição tecnológica do setor automóvel.</p>
<p>Para a BYD, porém, o desafio seria duplo: transformar notoriedade global em prestígio desportivo e provar que uma marca associada à eletrificação pode encontrar espaço num campeonato que continua profundamente ligado à performance, aos motores híbridos de alta complexidade e à tradição das grandes marcas europeias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765995]]></sapo:autor>
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		<title>Montenegro desdramatiza previsões da Comissão Europeia de défice de 0,1% em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 16:28:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro desdramatizou hoje as previsões da Comissão Europeia que aponta um défice de 0,1% este ano para Portugal, referindo que existe uma estrutura do poder público "suficientemente forte" para contrariar esta previsão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro desdramatizou hoje as previsões da Comissão Europeia que aponta um défice de 0,1% este ano para Portugal, referindo que existe uma estrutura do poder público &#8220;suficientemente forte&#8221; para contrariar esta previsão.</p>
<p>&#8220;Temos uma estrutura de poder público, local, regional e nacional, suficientemente fortes e fortalecidos para, mesmo neste contexto de dificuldade, podermos contrariar esta previsão&#8221;, afirmou Luís Montenegro, durante o discurso da inauguração do Hospital CUF Leiria.</p>
<p>O chefe do executivo considerou que &#8220;não há razão para dramatizar a situação&#8221;. &#8220;Pelo contrário, há razão para estarmos conscientes, para termos sentido de responsabilidade e prudência, mas ao mesmo tempo muita confiança&#8221;, acrescentou.</p>
<p>A Comissão Europeia está mais pessimista que o Governo e antecipa que Portugal passará de excedente a um défice de 0,1% do PIB em 2026, com o impacto dos apoios após as tempestades e das reduções de impostos.</p>
<p>Segundo as previsões económicas de primavera, divulgadas hoje, Bruxelas prevê um défice de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 e de 0,4% do PIB em 2027, assumindo a manutenção das políticas, enquanto o Governo projeta um saldo orçamental nulo este ano.</p>
<p>Em 2026, a queda prevista reflete o impacto das medidas de apoio governamental tomadas em resposta à série de tempestades de janeiro e fevereiro, explica o executivo comunitário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765996]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo reforça financiamento do ensino profissional em 33 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 16:25:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ensino profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Alexandre]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo vai reforçar em 33 milhões de euros o financiamento do ensino profissional, no âmbito dos contratos-programa para o ciclo de formação entre 2026 e 2029, anunciou hoje o ministro da Educação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo vai reforçar em 33 milhões de euros o financiamento do ensino profissional, no âmbito dos contratos-programa para o ciclo de formação entre 2026 e 2029, anunciou hoje o ministro da Educação.</p>
<p>&#8220;Hoje aprovámos, em Conselho de Ministros, uma valorização do ensino profissional, em que vamos ter, para o próximo ciclo que vai começar já no próximo ano letivo, um reforço de 33 milhões de euros&#8221;, disse Fernando Alexandre.</p>
<p>O reforço do financiamento dos cursos profissionais foi anunciado pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação numa sessão solene sobre a futura Universidade de Leiria e do Oeste, que decorreu na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, em Leiria, após a reunião do Conselho de Ministros, em que foi aprovada a criação da nova instituição.</p>
<p>Sem precisar qual o valor previsto para o ciclo de formação 2026-2029, Fernando Alexandre sublinhou apenas o reforço de 33 milhões de euros.</p>
<p>Para o ciclo anterior, entre os anos letivos 2022/2023 e 2024/2025, o financiamento previsto para a celebração de contratos-programa no âmbito do ensino profissional totalizava 54,8 milhões de euros.</p>
<p>Durante a intervenção na sessão solene, o ministro da Educação sublinhou a valorização do ensino profissional, com a criação de mais de 400 centros tecnológicos especializados em escolas de todo o país e &#8220;um novo currículo, renovado&#8221;.</p>
<p>&#8220;Isto é fundamental para o país, porque nós precisamos desta formação para garantir a igualdade de oportunidades, para garantir oportunidades aos estudantes que vão para o secundário e que têm a possibilidade de seguir caminhos diferentes, mas também para a competitividade do país&#8221;, sublinhou.</p>
<p>A este propósito, Fernando Alexandre referiu também a intenção de valorizar os cursos técnicos superiores profissionais (CTeSP), estando prevista a revisão do modelo de financiamento e das regras de funcionamento.</p>
<p>Segundo o governante, o objetivo é passar a financiar e a avaliar essa formação &#8220;com regras muito claras, o que não acontece neste momento, para que possa estar no mesmo patamar que estão as licenciaturas, os mestrados, os doutoramentos&#8221;.</p>
<p>Na proposta do Governo no âmbito da revisão do Regime Jurídico dos Graus e Diplomas do Ensino Superior, por exemplo, os CTeSP passam a estar previstos entre os tipos de oferta formativo, englobados nos ciclos curtos, ao lado das licenciaturas, mestrados, doutoramentos, microcredenciais e unidades curriculares autónomas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765985]]></sapo:autor>
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		<title>GNR detém em Fátima os dois suspeitos de abandono de duas crianças francesas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 16:23:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Fátima]]></category>
		<category><![CDATA[GNR]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A GNR deteve hoje em Fátima o homem de 55 anos e a mulher de 41 suspeitos de violência doméstica e abandono das duas crianças francesas encontradas sozinhas em Alcácer do Sal, revelou a força de segurança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A GNR deteve hoje em Fátima o homem de 55 anos e a mulher de 41 suspeitos de violência doméstica e abandono das duas crianças francesas encontradas sozinhas em Alcácer do Sal, revelou a força de segurança.</P><br />
<P>Em comunicado, a GNR anunciou que os dois suspeitos foram detidos em Fátima, no concelho de Ourém, distrito de Santarém, por militares do posto territorial daquela cidade, &#8220;em consequência do trabalho de pesquisa e proatividade policial desenvolvido&#8221;.</P><br />
<P>Na terça-feira, por volta das 19:00, os dois irmãos, de 4 e 5 anos, de nacionalidade francesa, foram encontrados quando se encontravam sozinhos e a vaguear junto à Estrada Nacional 253 (EN253), na zona do Monte Novo do Sul, entre Comporta e Alcácer do Sal, distrito de Setúbal.</P><br />
<P>Contactada hoje pela agência Lusa, fonte do Comando Territorial de Santarém da GNR revelou que os suspeitos foram localizados numa esplanada de um café situado nas imediações da cidade de Fátima.</P><br />
<P>Ao final da tarde, o casal estava detido no posto territorial da GNR de Fátima, acrescentou a mesma fonte.</P><br />
<P>No comunicado, a Guarda Nacional Republicana esclareceu que o homem e a mulher são suspeitos de &#8220;violência doméstica e de exposição e abandono, relacionados com a ocorrência envolvendo duas crianças menores encontradas sozinhas junto à via pública no concelho de Alcácer do Sal&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a Guarda, após o alerta inicial na terça-feira sobre a presença de duas crianças sozinhas junto à via pública, &#8220;os militares da GNR deslocaram-se de imediato ao local, onde localizaram os menores, garantindo a sua proteção e segurança&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Perante a situação de evidente vulnerabilidade, as crianças foram encaminhadas para a casa de um popular&#8221;, onde permaneceram e lhes foram prestados os primeiros cuidados, na presença dos militares da Guarda&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A seguir, os menores foram encaminhados para o Hospital de S. Bernardo, em Setúbal.</P><br />
<P>Na nota é ainda referido que a investigação encontra-se a cargo do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) da GNR de Santiago do Cacém.</P><br />
<P>Ao início da tarde, a Polícia Judiciária chegou a anunciar que o caso tinha passado para a sua alçada, mas o Ministério Público esclareceu posteriormente que &#8220;a investigação está a ser dirigida pelo Ministério Público coadjuvado pela GNR&#8221;.</P><br />
<P>Os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Grândola.</P><br />
<P>O caso tem sido noticiado por diversos meios de comunicação social portugueses e franceses. Os dois irmãos foram encontrados por um popular, transportando uma mochila cada um com uma muda de roupa, fruta e uma garrafa de água.</P><br />
<P>De acordo com a estação televisiva CNN, o caso começou ainda em França, quando a mãe raptou os filhos, trazendo-os depois para Portugal, onde entrou por Bragança.</P><br />
<P>&#8220;Ao que as autoridades conseguiram perceber, a mãe disse aos dois filhos que iam fazer um jogo e vendou-os. Quando voltaram a abrir os olhos a progenitora já não estava e os irmãos estavam perdidos no meio da Estrada Nacional 253, entre Alcácer do Sal e a Comporta&#8221;, realçou a CNN.</P><br />
<P>Numa resposta a questões colocadas pela Lusa através de correio eletrónico, a Procuradoria-Geral da República (PGR) indicou que o caso foi comunicado ao Ministério Público, que, na quarta-feira de manhã, &#8220;deu entrada, no Juízo de Família e Menores de Santiago do Cacém, com um procedimento judicial urgente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Aguarda-se decisão judicial&#8221;, pode ainda ler-se na resposta.</P><br />
<P>De acordo com a CNN, as autoridades terão ligado este caso a &#8220;um outro desenvolvido em França, onde esta mãe e os filhos eram procurados há 15 dias, depois de terem fugido do país, já depois de a mulher ter deixado para trás um outro filho, este com 16 anos&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>RRL/SR/SM // VAM</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765986]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Parlamento elege em junho fiscalização das &#8220;secretas&#8221; e Conselho Consultivo da Lusa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 16:23:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[ Lisboa, 21 mai 2026 (Lusa) -- O parlamento marcou para 12 de junho a eleição de novos membros para o Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República Portuguesa (CFSIRP), que requer maioria de dois terços, e do Conselho Consultivo da Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O parlamento marcou para 12 de junho a eleição de novos membros para o Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República Portuguesa (CFSIRP), que requer maioria de dois terços, e do Conselho Consultivo da Lusa.</p>
<p>Estas eleições foram marcadas na quarta-feira, em reunião da conferência de líderes, e realizam-se na mesma data agendada para os processos relativos à eleição de quatro juízes para o Tribunal Constitucional e do novo provedor de Justiça.</p>
<p>O CFSIRP ainda em funções foi eleito em abril de 2022 e é presidido pela antiga ministra socialista da Administração Interna Constança Urbano de Sousa, integrando ainda Mário Belo Morgado e Joaquim da Ponte.</p>
<p>O Conselho de Fiscalização das &#8220;secretas&#8221; portuguesas, de acordo com a lei em vigor, &#8220;é composto por três cidadãos de reconhecida idoneidade (&#8230;), cujo perfil dê garantias de respeitar, durante o exercício de funções e após a cessação destas, os deveres decorrentes do cargo, nomeadamente os de independência, imparcialidade e discrição&#8221;.</p>
<p>Os membros do CFSIRP são eleitos pela Assembleia da República &#8220;por voto secreto e maioria de dois terços dos deputados presentes, não inferior à maioria dos deputados em efetividade de funções&#8221;, cabendo-lhes fiscalizar a atividade dos agentes do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) e do Serviço de Informações e Segurança (SIS)</p>
<p>Esta eleição, tal como acontece com a dos candidatos ao Tribunal Constitucional ou às funções de provedor de Justiça, é precedida de audição pela Comissão de Assuntos Constitucionais, a quem cabe apreciar, para além do perfil, o currículo dos candidatos.</p>
<p>A eleição vai ser feita por plurinominal e será válida por quatro anos, &#8220;sem prejuízo da cessação antecipada de funções por impedimento definitivo, por renúncia ou por demissão&#8221;.</p>
<p>Em relação ao Conselho Consultivo da Agência Lusa, de acordo com os estatutos em vigor, cabe ao parlamento eleger três membros dos 13 elementos desse órgão &#8220;segundo o método da média mais alta de Hondt&#8221;.</p>
<p>A questão dos estatutos da Agência Lusa esteve na origem de uma greve realizada na quarta-feira, com um protesto dos trabalhadores da empresa diante da Assembleia da República, e foi objeto da apresentação de projetos de lei por parte do PS, Livre e PCP e de resoluções por parte do Chega e Bloco de Esquerda &#8212; diplomas que serão votados em plenário, na generalidade, na sexta-feira.</p>
<p>Ainda em relação à eleição para órgãos externos do parlamento, também em 12 de junho, os deputados vão eleger os seus representantes no Conselho Nacional de Saúde, membros para o mecanismo nacional de monitorização da implementação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e um elemento para a Comissão Nacional de Eleições, após renúncia apresentada pelo representante do Chega neste órgão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765979]]></sapo:autor>
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		<title>Chamaram-lhes baratas: jovens da Índia responderam com um partido-meme que virou fenómeno global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 16:19:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cockroach Janta Party]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Origem do movimento está numa polémica envolvendo Surya Kant, presidente do Supremo Tribunal da Índia. Durante uma audiência, o juiz terá comparado jovens desempregados que se aproximam do jornalismo e do ativismo a baratas e parasitas. Mais tarde, esclareceu que se referia apenas a pessoas com diplomas “falsos e fraudulentos”, e não à juventude indiana em geral]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A política indiana ganhou uma mascote inesperada: a barata. Um coletivo satírico inspirado no inseto, visto como teimoso, desprezado e quase indestrutível, tornou-se um fenómeno online em poucos dias, atraindo milhões de seguidores, atenção mediática e até reações de figuras da oposição, relata a &#8216;BBC&#8217;.</p>
<p>A origem do movimento está numa polémica envolvendo Surya Kant, presidente do Supremo Tribunal da Índia. Durante uma audiência, o juiz terá comparado jovens desempregados que se aproximam do jornalismo e do ativismo a baratas e parasitas. Mais tarde, esclareceu que se referia apenas a pessoas com diplomas “falsos e fraudulentos”, e não à juventude indiana em geral.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="hi" dir="ltr">सबको एकजुट होना होगा,<br />हम बदलाव लाने वालो में से है,</p>
<p>CJP का साथ दो,<br />अधिक से अधिक संख्या में कॉकरोच जनता पार्टी 🪳🪳🪳 से जुड़े 👇 <a href="https://twitter.com/CJP_for_India?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">@CJP_for_India</a> <a href="https://t.co/Ra40qfWHjj">pic.twitter.com/Ra40qfWHjj</a></p>
<p>&mdash; Cockroach Janta Party (@CJP_for_India) <a href="https://twitter.com/CJP_for_India/status/2057291817952100366?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 21, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="hi" dir="ltr">क्यों बनीं है कांकरोच जनता पार्टी आगे सुनिए और रीपोस्ट जरूर करें।<br />Cockroach janta party 🎉 <a href="https://t.co/idBaQa74SS">pic.twitter.com/idBaQa74SS</a></p>
<p>&mdash; The Cockroach Youth 🇮🇳 (@indraj143_m) <a href="https://twitter.com/indraj143_m/status/2056878652206575616?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 19, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Mas a frase já tinha escapado do tribunal para as redes sociais. Primeiro veio a indignação. Depois, as piadas. E, em poucos dias, nasceu o Cockroach Janta Party, ou CJP, uma paródia ao Bharatiya Janata Party, o BJP do primeiro-ministro Narendra Modi, no poder desde 2014.</p>
<p>O CJP não é um partido formal, mas um movimento online assente em sátira política. Os critérios de adesão são assumidamente irónicos: estar desempregado, ser preguiçoso, viver cronicamente online e ter “capacidade para reclamar profissionalmente”.</p>
<p>A ideia partiu de Abhijeet Dipke, estratega de comunicação política e estudante na Universidade de Boston. Antes de se mudar para os Estados Unidos, Dipke trabalhou com o Aam Aadmi Party, uma força política que nasceu de um movimento anticorrupção na Índia e ficou conhecida pela forte presença nas redes sociais.</p>
<p>O que começou como uma piada cresceu muito mais depressa do que o próprio criador esperava. Em poucos dias, o CJP reuniu dezenas de milhares de inscrições através de um formulário online, popularizou a hashtag #MainBhiCockroach, que significa “Eu também sou uma barata”, e recebeu apoio de dirigentes da oposição.</p>
<p>Esta quarta-feira, Akhilesh Yadav, uma das principais figuras da oposição indiana, escreveu na rede X: “BJP v CJP”. O movimento saltou também para a rua, com jovens voluntários vestidos de barata em ações de limpeza e protestos, assumindo de forma teatral o rótulo lançado na polémica.</p>
<p>Esta quinta-feira, a conta de Instagram do CJP ultrapassou os 10 milhões de seguidores, superando a página oficial do BJP, que tem cerca de 8,7 milhões. Ainda assim, a conta do movimento na rede X, com mais de 200 mil seguidores, deixou de estar visível na Índia, surgindo aos utilizadores a indicação de que foi retida “em resposta a uma exigência legal”.</p>
<p>Apesar do crescimento explosivo, ainda há poucos sinais de que o fenómeno possa transformar-se em mudança política concreta. O BJP e o Congresso continuam a ser as principais forças políticas do país, com redes organizadas e milhões de membros. Mas o impacto simbólico do CJP é difícil de ignorar.</p>
<p>Para os apoiantes, o movimento representa uma lufada de ar fresco numa cultura política vista por muitos jovens como demasiado controlada e hostil à dissidência. Entre os que demonstraram simpatia estão figuras da oposição, como Mahua Moitra e Kirti Azad, e o advogado Prashant Bhushan.</p>
<p>Os críticos, por outro lado, desvalorizam o fenómeno como teatro político digital associado à oposição, lembrando a ligação anterior de Dipke ao AAP e sugerindo que se trata menos de uma rebelião espontânea e mais de política embalada para redes sociais.</p>
<p>Por trás do humor, porém, há um sinal de fadiga geracional. A Índia tem uma das populações mais jovens do mundo, com cerca de metade dos seus 1,4 mil milhões de habitantes abaixo dos 30 anos. Ainda assim, a participação política formal continua limitada: um inquérito recente citado pela BBC indica que 29% dos jovens indianos evitam totalmente o envolvimento político e apenas 11% pertencem a um partido.</p>
<p>A frustração tem várias raízes: emprego, desigualdade, custo de vida, corrupção e sensação de afastamento das estruturas tradicionais de poder. Noutros países do sul da Ásia, protestos liderados por jovens derrubaram governos nos últimos anos, como aconteceu no Sri Lanka, no Nepal e no Bangladesh. A Índia não viveu uma vaga comparável, mas as pressões de fundo são reconhecíveis.</p>
<p>Dipke rejeita comparações diretas com esses casos, mas defende que a frustração dos jovens indianos existe e está a expressar-se de forma mais fragmentada e online. “A Geração Z desistiu dos partidos políticos tradicionais e quer criar a sua própria frente política numa linguagem que compreende”, afirmou.</p>
<p>O site do CJP reflete precisamente essa linguagem. Mais do que um manifesto clássico, parece ter sido criado dentro da cultura da internet. O movimento apresenta-se como “a voz dos preguiçosos e desempregados”, fala em “zero patrocinadores” e numa “praga teimosa”, convidando a juntar-se quem está “cansado de fingir que está tudo bem”.</p>
<p>Mas, por baixo das piadas sobre desemprego, doomscrolling e esgotamento político, surgem reivindicações reconhecíveis: responsabilização dos governantes, reforma dos media, transparência eleitoral e maior representação das mulheres.</p>
<p>O poder do símbolo também ajuda a explicar o sucesso. A barata não é heroica nem aspiracional. É resiliente, adaptável e capaz de sobreviver em condições hostis. Para muitos jovens que se sentem ignorados pelo sistema, a metáfora parece ter funcionado.</p>
<p>A mistura entre humor e política não é nova. Em Itália, Beppe Grillo transformou sátira anti-sistema no Movimento Cinco Estrelas. Na Ucrânia, Volodymyr Zelensky passou de Presidente fictício numa série televisiva a Presidente real. Nos Estados Unidos, a era Trump reacendeu o debate sobre os limites entre sátira e realidade política.</p>
<p>Na Índia, a versão é mais digital: um movimento feito de memes, insetos, hashtags, cansaço geracional e ironia. À primeira vista, parece absurdo. Mas, num sistema político onde o espetáculo já é parte da comunicação pública, um partido satírico com uma barata como símbolo acaba por parecer menos improvável do que seria de esperar.</p>
<p>O futuro do CJP é incerto. Pode desaparecer tão depressa como surgiu, como defendem os céticos. Ou pode marcar o início de uma nova forma de mobilização política entre os jovens indianos. Por agora, já conseguiu algo raro: fazer com que muitos se sentissem vistos.</p>
<p>Noutras épocas, a raiva política juvenil produzia manifestos. Em 2026, também pode produzir partidos-meme com mascotes de insetos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765976]]></sapo:autor>
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		<title>EUA enviam porta-aviões para as Caraíbas e aumentam pressão sobre Cuba após acusação contra Raúl Castro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 16:08:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[USS Nimitz]]></category>
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					<description><![CDATA[Comando Sul dos Estados Unidos anunciou a chegada do grupo de ataque do 'USS Nimitz' à região, destacando a capacidade de combate, a prontidão e o alcance estratégico do porta-aviões]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos deslocaram o porta-aviões &#8216;USS Nimitz&#8217; para o Mar das Caraíbas, num momento de forte tensão com Cuba, apenas um dia depois de a justiça americana ter acusado o antigo presidente cubano Raúl Castro pelo abate de duas aeronaves civis em 1996. O &#8217;20 Minutos&#8217; enquadra a movimentação militar como mais um sinal da pressão crescente de Washington sobre Havana.</p>
<p>O Comando Sul dos Estados Unidos anunciou a chegada do grupo de ataque do &#8216;USS Nimitz&#8217; à região, destacando a capacidade de combate, a prontidão e o alcance estratégico do porta-aviões. Além do &#8216;Nimitz&#8217;, o destacamento inclui a unidade aérea embarcada, o destróier &#8216;USS Gridley&#8217; e o navio de apoio logístico &#8216;USNS Patuxent&#8217;.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">🇺🇸🇨🇺 SOUTHCOM welcomes Nimitz Carrier Strike Group to the Caribbean</p>
<p>Ex-Cuban Prez Raul Castro has reportedly just been indicted in US <a href="https://t.co/C2RBDap72o">https://t.co/C2RBDap72o</a> <a href="https://t.co/BaNvgawGu6">pic.twitter.com/BaNvgawGu6</a></p>
<p>&mdash; Commentary Donald J Trump Truth Social Posts On X (@TrumpTruthOnX) <a href="https://twitter.com/TrumpTruthOnX/status/2057179601563234379?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 20, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A movimentação surge num contexto de endurecimento político e judicial contra o regime cubano. O Departamento de Justiça americano acusou Raúl Castro e outros cinco responsáveis cubanos pelo abate, em 1996, de dois aviões civis da organização de exilados cubanos Irmãos ao Resgate, em águas internacionais. No incidente morreram quatro pessoas, três americanos e um residente nos Estados Unidos.</p>
<p>O caso foi interpretado pelo presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, como uma tentativa de justificar uma possível agressão militar contra Cuba. Havana acusa Washington de usar a justiça, as sanções e a pressão militar como instrumentos políticos contra a ilha.</p>
<p>Nas últimas horas, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, dirigiu-se diretamente ao povo cubano numa mensagem em espanhol, defendendo uma “nova” relação com os Estados Unidos sem a mediação das autoridades de Havana. Rubio acusou empresas ligadas às Forças Armadas cubanas, nomeadamente o grupo Gaesa, de controlarem grande parte da economia da ilha e de terem acumulado milhares de milhões de dólares enquanto a população enfrenta falta de eletricidade, combustível e alimentos.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="qme" dir="ltr">🇺🇸🇨🇺 <a href="https://t.co/nwEePVJ1lX">pic.twitter.com/nwEePVJ1lX</a></p>
<p>&mdash; Secretary Marco Rubio (@SecRubio) <a href="https://twitter.com/SecRubio/status/2057069290637889876?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 20, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A China também reagiu, acusando os Estados Unidos de abusarem do sistema judicial e de recorrerem a sanções unilaterais sem base no direito internacional. Pequim pediu a Washington que deixe de usar medidas legais e ameaças de força contra Cuba.</p>
<p>A tensão externa coincide com uma crise interna cada vez mais grave. Cuba enfrenta esta quinta-feira novos apagões prolongados, com o maior corte de energia previsto para deixar cerca de 60% da ilha sem eletricidade em simultâneo durante o pico de consumo.</p>
<p>A empresa estatal Unión Eléctrica reconheceu que o sistema elétrico cubano continua sob forte pressão. Em Havana, os apagões têm ultrapassado as 22 horas por dia, enquanto noutras zonas do país os cortes se prolongam por dois dias consecutivos.</p>
<p>A crise energética cubana agravou-se nos últimos meses, num contexto de dificuldades económicas profundas, escassez de combustível e deterioração das infraestruturas. Estudos independentes citados pelo 20 Minutos estimam que seriam necessários entre 8 mil milhões e 10 mil milhões de dólares, cerca de 6,9 mil milhões a 8,6 mil milhões de euros, para reativar o sistema energético da ilha.</p>
<p>Donald Trump procurou minimizar a ideia de uma escalada militar imediata, mas a presença do USS Nimitz nas Caraíbas, a acusação contra Raúl Castro e as novas sanções deixam claro que Washington está a aumentar a pressão sobre Havana num momento de fragilidade extrema para Cuba.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765967]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Operação Influencer: Aguiar-Branco admite requerimento do Chega para comissão parlamentar de inquérito</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/influencer-aguiar-branco-admite-requerimento-do-chega-para-comissao-parlamentar-de-inquerito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 15:59:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Chega]]></category>
		<category><![CDATA[José Pedro Aguiar-Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA["Operação Influencer" motivou em novembro de 2023 a demissão do então primeiro-ministro, António Costa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Assembleia da República admitiu o requerimento do Chega para a constituição de uma comissão parlamentar de inquérito sobre atos políticos de membros do último Governo socialista que conduziram ao processo judicial &#8220;Operação Influencer&#8221;.</p>
<p>Este requerimento do Chega para a constituição de uma comissão parlamentar de inquérito sobre factos relacionados com a &#8220;Operação Influencer&#8221;, caso que em novembro de 2023 motivou a demissão do então primeiro-ministro, António Costa, está agendado para ser debatido em plenário da Assembleia da República no próximo dia 02 de junho e votado no dia seguinte.</p>
<p>&#8220;Conclui-se que o requerimento apresentado pelo Grupo Parlamentar do Chega identifica de forma suficiente o objeto e os fundamentos do inquérito, incidindo sobre matérias de interesse público e inserindo-se na função de fiscalização política dos atos do Governo e da administração, em conformidade (&#8230;) com o Regime Jurídico dos Inquéritos Parlamentares&#8221;, conclui-se no despacho de José Pedro Aguiar-Branco.</p>
<p>No despacho, ao qual a agência Lusa teve hoje acesso, considera-se que, embora haja uma referência do Chega a atos relativos a legislaturas anteriores e não à atual, &#8220;essa dimensão retrospetiva surge enquadrada em processos cuja relevância se projeta na presente legislatura e pode, em sede de apreciação liminar, ser reconduzida a matérias ainda em apreciação parlamentar ou a factos alegadamente novos ou de conhecimento superveniente&#8221;.</p>
<p>Já relativamente à dúvida resultante de este requerimento da bancada do Chega coincidir com um processo penal em curso, o presidente do parlamento entende que a iniciativa política em causa &#8220;não viola, em abstrato, o princípio da separação de poderes nem a reserva da função jurisdicional, de acordo com a jurisprudência constitucional&#8221;.</p>
<p>&#8220;A apreciação da legalidade, licitude ou responsabilidade a que o objeto do requerimento alude deve, por conseguinte, ser entendida no plano político parlamentar e institucional, não abrangendo a formulação de juízos próprios da função jurisdicional, designadamente quanto à verificação de ilícitos criminais ou à imputação de responsabilidade penal individual&#8221;, lê-se no despacho do presidente da Assembleia das República.</p>
<p>Em relação ao objeto da comissão de inquérito proposto pelo Chega, com referência à &#8220;legalidade&#8221; ou &#8220;licitude&#8221; dos atos e à &#8220;responsabilidade&#8221; que deles possa decorrer, segundo José Pedro Aguiar-Branco, essa mesma referência &#8220;deve ser entendida, em sede de admissibilidade, como dirigida à apreciação política e institucional da atuação do Governo e da administração e à eventual responsabilidade política ou administrativa, não abrangendo a formulação de juízos próprios da função jurisdicional, designadamente quanto à existência de ilícitos criminais ou à imputação de responsabilidade penal individual&#8221;.</p>
<p>Outra dúvida relacionou-se com o facto de o objeto do inquérito proposto pelo Chega se poder limitar a atos praticados em anterior legislatura.</p>
<p>Porém, o presidente da Assembleia da República entende que as matérias em eventual análise constituem &#8220;realidades com impacto continuado na ordem jurídica, económica, ambiental e territorial, cuja relevância não se esgota na decisão originária e que podem justificar acompanhamento e escrutínio parlamentar persistentes&#8221;.</p>
<p>&#8220;É, por isso, defensável entender que tais matérias podem continuar em apreciação pela Assembleia da República, quer no plano legislativo, quer no plano da fiscalização política de setores estratégicos&#8221;, sustenta-se no despacho.</p>
<p>Já em relação ao facto de estar simultaneamente em curso um processo penal, José Pedro Aguiar-Branco alega que essa conjugação, em si mesma, não constitui obstáculo à criação de uma comissão parlamentar de inquérito com objeto parcialmente coincidente&#8221;.</p>
<p>&#8220;Desde que a comissão se mantenha no plano da fiscalização política e da informação ao parlamento [e] não se substitua aos tribunais na determinação de responsabilidade penal, respeite o núcleo essencial da função jurisdicional e observe os direitos fundamentais e as regras específicas do Regime Jurídico dos Inquéritos Parlamentares (RJIP), designadamente quanto ao acesso à informação sujeita a segredo&#8221;, acrescenta-se.</p>
]]></content:encoded>
					
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