<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sun, 03 May 2026 10:29:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Alta gastronomia sem limites: estes são os 12 ingredientes mais caros do mundo (e valem fortunas)</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/alta-gastronomia-sem-limites-estes-sao-os-12-ingredientes-mais-caros-do-mundo-e-valem-fortunas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/alta-gastronomia-sem-limites-estes-sao-os-12-ingredientes-mais-caros-do-mundo-e-valem-fortunas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 10:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=756379</guid>

					<description><![CDATA[No universo da alta gastronomia, há ingredientes que ultrapassam largamente a simples dimensão do sabor. São produtos cuja reputação assenta na raridade, na dificuldade de produção, na exclusividade da origem e, em muitos casos, em métodos artesanais minuciosos que exigem tempo, conhecimento e condições muito específicas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No universo da alta gastronomia, há ingredientes que ultrapassam largamente a simples dimensão do sabor. São produtos cuja reputação assenta na raridade, na dificuldade de produção, na exclusividade da origem e, em muitos casos, em métodos artesanais minuciosos que exigem tempo, conhecimento e condições muito específicas. O resultado são alimentos de luxo capazes de atingir preços verdadeiramente extraordinários, transformando-se em símbolos de prestígio gastronómico.</p>
<p>Entre carnes raras, especiarias valiosas, cogumelos praticamente impossíveis de cultivar e até ouro destinado a decorar sobremesas, estes são alguns dos ingredientes mais caros do planeta, procurados por chefs de topo, restaurantes de luxo e consumidores dispostos a pagar quantias elevadas por experiências gastronómicas únicas.</p>
<p><strong>Presunto ibérico de bolota, um ícone de excelência</strong><br />
Considerado uma das grandes joias da gastronomia ibérica, o presunto ibérico de bolota destaca-se pela sua textura delicada, gordura infiltrada e sabor intenso e prolongado. Proveniente de porcos criados em liberdade e alimentados com bolota, este produto depende de um processo de cura lento e altamente controlado, o que reforça a sua exclusividade.</p>
<p>O preço pode oscilar entre os 250 e os 500 euros por peça ou equivalente em corte premium, dependendo da origem, da cura e da certificação.</p>
<p><strong>Cogumelos matsutake, um tesouro gastronómico do Japão</strong><br />
Entre os cogumelos mais cobiçados do mundo, os matsutake ocupam um lugar de destaque. Extremamente apreciados no Japão, são conhecidos pelo aroma profundo, terroso e complexo, mas a sua grande valorização resulta sobretudo da raridade.</p>
<p>Crescem apenas em condições muito específicas, em ecossistemas delicados, o que limita fortemente a oferta. Essa escassez leva o preço a rondar os 1.800 euros por quilograma.</p>
<p><strong>Batatas bonnotte, colhidas à mão e produzidas em pequenas quantidades</strong><br />
Originárias da ilha francesa de Noirmoutier, as batatas bonnotte são uma verdadeira raridade agrícola. Produzidas em quantidades muito reduzidas e colhidas manualmente durante uma curta janela sazonal, tornaram-se um produto gourmet de nicho.</p>
<p>A combinação entre produção limitada, método artesanal e procura elevada faz com que possam atingir cerca de 500 euros por quilograma.</p>
<p><strong>Carne de Kobe, referência mundial em qualidade</strong><br />
A famosa carne de Kobe, no Japão, tornou-se sinónimo de excelência absoluta no segmento das carnes premium. Reconhecida pela extraordinária infiltração de gordura, textura amanteigada e sabor delicado, resulta de um sistema de criação altamente rigoroso e extremamente seletivo.</p>
<p>Dependendo do corte e da certificação, o valor pode variar entre os 400 e os 600 euros por quilograma, podendo ultrapassar esse patamar em peças de topo.</p>
<p><strong>Trufa branca de Alba, ouro subterrâneo da gastronomia</strong><br />
Poucos ingredientes geram tanta reverência na cozinha de luxo como a trufa branca de Alba, originária de Itália. Encontrada sob a terra com a ajuda de cães treinados, é valorizada pelo aroma intenso, complexo e inconfundível.</p>
<p>A sua curta durabilidade e a dificuldade extrema em encontrá-la elevam ainda mais o seu estatuto. O preço pode variar entre os 2.000 e os 6.000 euros por quilograma, consoante a qualidade e a abundância da colheita.</p>
<p><strong>Açafrão, o verdadeiro ouro vermelho</strong><br />
Conhecido mundialmente como “ouro vermelho”, o açafrão continua a ser uma das especiarias mais valiosas da gastronomia. Cada pequena quantidade exige a recolha manual dos delicados estigmas da flor Crocus sativus, sendo necessárias milhares de flores para produzir apenas alguns gramas.</p>
<p>Esse trabalho intensivo e a reduzida produtividade fazem disparar o preço para valores entre os 8.000 e os 12.000 euros por quilograma.</p>
<p><strong>Baunilha do Taiti, aroma raro e sofisticado</strong><br />
Mais floral, intensa e aromática do que outras variedades, a baunilha do Taiti é particularmente valorizada na pastelaria fina e também em segmentos de perfumaria de luxo.</p>
<p>O cultivo exige condições climáticas específicas, polinização cuidada e um longo processo de secagem e maturação, justificando preços entre os 1.200 e os 2.000 euros por quilograma.</p>
<p><strong>Café de civeta, luxo e polémica numa chávena</strong><br />
O kopi luwak, conhecido como café de civeta, é um dos cafés mais caros e controversos do mundo. Os grãos passam pelo sistema digestivo da civeta, processo que altera o perfil químico do café e influencia o sabor final, tornando-o mais suave e menos ácido.</p>
<p>A raridade e o processo invulgar colocam-no numa faixa de preço entre 500 e 1.000 euros por quilograma.</p>
<p><strong>Queijo pule, o mais caro do mundo</strong><br />
Produzido na Sérvia a partir de leite de burra, o queijo pule é frequentemente apontado como o queijo mais caro do planeta. A produção é extremamente limitada e o processo de obtenção do leite é complexo, dada a reduzida capacidade leiteira destes animais.</p>
<p>O resultado é um produto raríssimo, cujo valor pode situar-se entre 900 e 1.200 euros por quilograma.</p>
<p><strong>Melão negro densuke, luxo frutícola japonês</strong><br />
Cultivado no Japão, o densuke black tornou-se símbolo de luxo no segmento das frutas premium. A casca negra impecável, a forma perfeita e a raridade transformaram-no num produto de prestígio, muitas vezes oferecido como presente de elevado valor simbólico.</p>
<p>Alguns exemplares podem atingir até 5.000 euros por unidade.</p>
<p><strong>Ouro comestível, luxo puro sem sabor</strong><br />
Sem qualquer impacto no paladar, mas com enorme efeito visual, os flocos de ouro comestíveis são usados em sobremesas, cocktails e pratos de alta cozinha para conferir exclusividade e espetáculo.</p>
<p>O preço é igualmente extravagante: pode oscilar entre 20.000 e 40.000 euros por quilograma.</p>
<p><strong>Ventresca de atum vermelho, uma das peças mais cobiçadas do mar</strong><br />
Na gastronomia japonesa, poucas partes do peixe são tão valorizadas como a ventresca de atum vermelho. Rica em gordura, de textura delicada e sabor profundo, é uma referência absoluta em sushi e sashimi premium.</p>
<p>A procura global, aliada à escassez e à valorização dos melhores exemplares, coloca este ingrediente numa faixa entre 800 e 1.200 euros por quilograma.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/alta-gastronomia-sem-limites-estes-sao-os-12-ingredientes-mais-caros-do-mundo-e-valem-fortunas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756379]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Presidente saúda GNR pelos 115 anos de existência e condena agressões a militares (C/ÁUDIO E C/FOTOS)</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/presidente-sauda-gnr-pelos-115-anos-de-existencia-e-condena-agressoes-a-militares-c-audio-e-c-fotos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/presidente-sauda-gnr-pelos-115-anos-de-existencia-e-condena-agressoes-a-militares-c-audio-e-c-fotos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 10:29:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/presidente-sauda-gnr-pelos-115-anos-de-existencia-e-condena-agressoes-a-militares-c-audio-e-c-fotos/</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente da República saudou hoje o esforço no cumprimento da missão da GNR que celebra 115 anos de existência e condenou as agressões a militares da GNR, referindo que são sinais de erosão numa sociedade democrática.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Porto, 03 mai 2026 (Lusa) &#8212; O Presidente da República saudou hoje o esforço no cumprimento da missão da GNR que celebra 115 anos de existência e condenou as agressões a militares da GNR, referindo que são sinais de erosão numa sociedade democrática.</P><br />
<P>António José Seguro, que discursou na cerimónia que assinala hoje, no Porto, os 115 anos de existência da GNR, dirigiu-se aos militares valorizando a forma como garantem a segurança nacional, designadamente nos incêndios de agosto do ano passado, e lembrou que a existência de agressões a estes elementos é um sinal de erosão numa sociedade democrática.</P><br />
<P>O Presidente lembrou que agredir quem nos protege é fragilizar a sociedade e disse que era essencial o respeito pelo exemplo e pelo diálogo da GNR, porque a violência nunca é aceitável.</P><br />
<P>&#8220;Portugal sabe do vosso esforço no cumprimento da vossa missão&#8221;, declarou. </P><br />
<P>António José Seguro afirmou que a GNR é uma força que soube manter-se com &#8220;firmeza a dedicar-se à proteção de Portugal&#8221;, reconhecendo as funções de homens e mulheres pela capacidade de saber ouvir e no compromisso da lealdade à Constituição da República.</P><br />
<P>&#8220;A GNR deve continuar a dar o exemplo no rigor da segurança nacional. A missão da GNR distingue-se pelo seu lado humano e particularmente importante nas zonas despovoadas. Traduz-se numa presença efetiva em todo o território nacional através de programas de proximidade como o Programa 65 ou o Programa Escola Segura&#8221;.</P><br />
<P>Seguro destacou a natureza versátil da GNR e também o papel predominante na prevenção da sinistralidade nas estradas de Portugal.</P><br />
<P>Assinalou ainda as atividades no controlo de fronteiras marítimas para o combate a ilicitudes.</P><br />
<P>O Presidente da República lembrou a prontidão decisiva para os incêndios e recordou que quando se deslocou ao terreno em contexto de incêndio no verão passado tornou-se claro que a capacidade do Estado depende destas forças.</P><br />
<P>A GNR nãe é apenas uma força de segurança, assegura os valores num mundo em constante mudança, disse. </P><br />
<P>Seguro congratulou-se pelo aumento do número de mulheres na GNR e que refletem o mérito e mais representatividade da sociedade portuguesa.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/presidente-sauda-gnr-pelos-115-anos-de-existencia-e-condena-agressoes-a-militares-c-audio-e-c-fotos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757291]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ENTREVISTA: Governo vai ter mais vagas para detenção de imigrantes com construções temporárias  (C/ÁUDIO, C/VÍDEO E C/FOTOS)</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-governo-vai-ter-mais-vagas-para-detencao-de-imigrantes-com-construcoes-temporarias-c-audio-c-video-e-c-fotos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-governo-vai-ter-mais-vagas-para-detencao-de-imigrantes-com-construcoes-temporarias-c-audio-c-video-e-c-fotos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 10:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-governo-vai-ter-mais-vagas-para-detencao-de-imigrantes-com-construcoes-temporarias-c-audio-c-video-e-c-fotos/</guid>

					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> </P><br />
<P>*** Serviço áudio e vídeo disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P>*** Paulo Agostinho (texto), Pedro Lapinha Martins (vídeo) e José Sena Goulão (fotos) ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>(CORREÇÃO E NOVO TÍTULO) Lisboa, 03 mai 2026 (Lusa) &#8211; O Governo vai alargar, até ao verão, as vagas nos centros de detenção de imigrantes existentes, adicionando construções modulares temporárias aos espaços atuais, disse hoje o secretário de Estado Adjunto da Presidência e da Imigração.</P><br />
<P>&#8220;O Ministério da Administração Interna está a trabalhar com muita rapidez para, nos próximos meses, termos as vagas de que necessitamos&#8221;, para cumprir os compromissos do Pacto Europeu de Migração e Asilo, afirmou Rui Armindo Freitas, em entrevista à Lusa.</P><br />
<P>&#8220;Nós precisamos entre 300 e 600 vagas e foram-nos deixadas 80 vagas pelo Governo anterior&#8221; nos dois Centros Instalação Temporária (Porto e Lisboa), explicou o governante, salientando que a &#8220;Administração Interna está a trabalhar com muita rapidez para se ultrapassar esta debilidade do sistema de imigração em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É verdade que são fundamentais os centros de instalação temporária para casar com esta lógica de retorno&#8221;, um diploma que o Governo pretende ver aprovado pelo parlamento em breve.</P><br />
<P>Chegou a ser prevista a construção de novas unidades, mas os projetos nunca saíram do Plano de Recuperação e Resiliência e algumas das localizações apontadas foram contestadas por autarquias locais.</P><br />
<P>Por isso, para já, o governo pretende &#8220;o reforço nas unidades que já existem&#8221;, de modo a dar tempo depois à construção de novos espaços.</P><br />
<P>&#8220;Há soluções temporárias que estão a ser já observadas e analisadas pelo Administração Interna&#8221; que incluem &#8220;soluções de construção modular&#8221;, pelo que &#8220;não vamos estar à espera das soluções de construção e, pelo meio, vamos ter outras soluções transitórias que vão acudir a esta realidade&#8221;, explicou Rui Armindo Freitas, que apontou o retorno como a etapa por concluir da reforma do sistema migratório em Portugal.</P><br />
<P>No verão passado, a chegada de uma embarcação de Marrocos com imigrantes, que acabaram por ser colocados em liberdade antes de uma decisão definitiva de retorno, &#8220;mostrou as dificuldades de Portugal na sua capacidade de retorno&#8221;, com o atual quadro legal.</P><br />
<P>&#8220;Todos sabem exatamente quais são as debilidades que o país enfrenta&#8221; e &#8220;convidamos [a negociar no parlamento] todos que entendam ou que se achem na capacidade de estar ao lado do Governo nesta reforma fundamental para garantir que Portugal tem regras que funcionam&#8221;, afirmou o governante, esperando apoio dos partidos da oposição.</P><br />
<P>Mas &#8220;percebo perfeitamente que quem foi responsável pelo caos que tivemos em Portugal durante muitos anos tem hoje maior dificuldade em juntar-se agora à reorganização&#8221; do setor, acrescentou.</P><br />
<P>Até agora, todas as reformas da legislação associada à migração foram aprovadas com o apoio da extrema-direita no parlamento e não com a esquerda, mas Rui Armindo Freitas reafirmou a abertura do governo PSD/CDS em negociar com todos.</P><br />
<P>&#8220;Quando dizemos que precisamos de retorno para afastar aqueles que não têm condições de cá estar&#8221;, também &#8220;estamos a garantir que todos os outros, que têm condições para cá estar, têm o reconhecimento de poderem cá estar&#8221;, explicou.</P><br />
<P>No seu entender, &#8220;as regras que Portugal tinha não bastavam para um retorno que seja eficaz&#8221;.</P><br />
<P>O novo diploma já foi criticado porque reduz os prazos e as fases de recurso, limitando a capacidade de defesa do cidadão estrangeiro face ao Estado, algo que Rui Armindo Freitas nega.</P><br />
<P>&#8220;O retorno é fundamental numa imigração que, se rege por entrada, por permanência e retorno&#8221;, disse, salientando que a nova legislação é &#8220;justa e equilibrada&#8221;, até porque não permite a expulsão de crianças isoladas.</P><br />
<P>O objetivo é evitar &#8220;fenómenos de regularização circular&#8221;, em que os pais se regularizam em Portugal através de menores inscritos no sistema de ensino, pelo que a avaliação das famílias será feita à entrada.</P><br />
<P>&#8220;A legislação portuguesa tem travões e válvulas de escape e não existem abandonos coercivos de crianças de forma autónoma&#8221;, prometeu o governante, admitindo que existam casos de ordens de saída para menores, quando chegam incluídos numa família que não preenche os requisitos para se fixarem em Portugal.</P><br />
<P>Sobre a lei da nacionalidade, aprovada no parlamento e em apreciação no Constitucional e na Presidência, Rui Armindo Freitas recordou que o Governo quer um &#8220;sistema de imigração que funcione e que um cidadão estrangeiro nunca tenha de ser cidadão nacional por conveniência&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quem for cidadão nacional, tem de o ser porque pertença&#8221;, porque, para &#8220;ser português, é preciso muito mais do que só trabalhar em Portugal&#8221;, justificou.</P><br />
<P></P><br />
<P>(NOVA VERSÃO PARA RETIRAR NO TÍTULO E NO PRIMEIRO PARÁGRAFO O NÚMERO ESPECÍFICO DE VAGAS) </P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-governo-vai-ter-mais-vagas-para-detencao-de-imigrantes-com-construcoes-temporarias-c-audio-c-video-e-c-fotos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757290]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PCP recorda Cândido Mota como &#8220;uma das figuras mais emblemáticas da comunicação&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pcp-recorda-candido-mota-como-uma-das-figuras-mais-emblematicas-da-comunicacao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pcp-recorda-candido-mota-como-uma-das-figuras-mais-emblematicas-da-comunicacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 09:54:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/pcp-recorda-candido-mota-como-uma-das-figuras-mais-emblematicas-da-comunicacao/</guid>

					<description><![CDATA[O PCP lamentou hoje a morte do antigo locutor de rádio Cândido Mota, militante do partido, considerando que foi "uma das figuras mais emblemáticas da comunicação" e um "cidadão profundamente empenhado na intervenção social e cultural".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PCP lamentou hoje a morte do antigo locutor de rádio Cândido Mota, militante do partido, considerando que foi &#8220;uma das figuras mais emblemáticas da comunicação&#8221; e um &#8220;cidadão profundamente empenhado na intervenção social e cultural&#8221;.</P><br />
<P>Em comunicado, o secretariado do comité central do PCP manifesta &#8220;profundo pesar pelo falecimento de Cândido Mota, militante comunista, e transmite às suas filhas, netas e restante família as suas sentidas condolências&#8221;.</P><br />
<P>O antigo locutor de rádio Cândido Mota morreu hoje de madrugada, aos 82 anos, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde estava internado, disse à Lusa fonte familiar.</P><br />
<P>&#8220;Reconhecido pela sua voz Cândido Mota foi, não apenas um locutor de sucesso, mas um cidadão profundamente empenhado na intervenção social e cultural&#8221;, salienta o partido, considerando que se afirmou &#8220;como uma das figuras mais emblemáticas da comunicação em Portugal, cruzando uma carreira de excelência na rádio e televisão com um compromisso cívico e político inabalável&#8221;.</P><br />
<P>Cândido Mota, que estava doente há algum tempo, morreu &#8220;sem sofrimento, rodeado da família e amigos próximos&#8221;, acrescentou Teresa Mota, filha do apresentador.</P><br />
<P>O PCP recorda que o militante se tornou numa &#8220;presença indissociável da Festa do Avante!, onde foi, durante mais de 35 anos, a voz anfitriã e o rosto do Palco 25 de Abril&#8221; e considera que a sua voz era &#8220;um símbolo de serenidade e entusiasmo&#8221;.</P><br />
<P>Os comunistas referem que, a partir de 1965, Cândido Mota &#8220;afirmou-se como uma das vozes centrais do programa Em Órbita, que revolucionou o panorama musical nacional ao divulgar o melhor da música anglo-americana e, mais tarde, ao dedicar-se de forma didática à música clássica&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A sua consciência política manifestou-se cedo, tendo vivido por dentro o momento fundacional da democracia portuguesa ao encontrar-se nas instalações do Rádio Clube Português, o centro de comando do Movimento das Forças Armadas, durante a Revolução de 25 de Abril de 1974, onde permaneceu durante vários dias ao lado de colegas como Luís Filipe Costa e Joaquim Furtado, assegurando a continuidade das emissões que informavam o país sobre a queda da ditadura&#8221;, salienta o PCP.</P><br />
<P>O comunicado refere igualmente que em 1979 &#8220;alcançou uma popularidade massiva com o programa O Passageiro da Noite, na Rádio Comercial&#8221; e que entre 1986 e 1988 foi &#8220;uma das vozes relevantes da Telefonia de Lisboa, uma rádio progressista onde Cândido Mota se notabilizou num programa de entrevistas chamado Rua do Mundo e na leitura de uma rubrica diária sobre canção política, da autoria de Rúben de Carvalho, intitulada Panfletos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Na década de 1990, Cândido Mota iniciou uma colaboração icónica com Herman José na televisão&#8221; e, &#8220;na fase final da sua carreira, projetou programas que visavam combater o que considerava ser a &#8220;forma mais sinistra de censura contemporânea &#8212; o conceito do politicamente correto &#8212;, defendendo uma rádio que fosse espaço de dúvida, crítica e transmissão de incertezas, em oposição ao mero entretenimento passivo&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/pcp-recorda-candido-mota-como-uma-das-figuras-mais-emblematicas-da-comunicacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757289]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Responsável da GNR pede visão estratégica contra redes criminosas, violência e desinformação (C/ÁUDIO E C/FOTOS)</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/responsavel-da-gnr-pede-visao-estrategica-contra-redes-criminosas-violencia-e-desinformacao-c-audio-e-c-fotos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/responsavel-da-gnr-pede-visao-estrategica-contra-redes-criminosas-violencia-e-desinformacao-c-audio-e-c-fotos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 09:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/responsavel-da-gnr-pede-visao-estrategica-contra-redes-criminosas-violencia-e-desinformacao-c-audio-e-c-fotos/</guid>

					<description><![CDATA[O Comandante-Geral da GNR alertou hoje, no Porto, que a segurança reconhecida em Portugal não é "imutável" e exige "visão estratégica", "inteligência" e "determinação" para combater redes criminosas, novas formas de violência e a desinformação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Porto, 03 mai 2026 (Lusa) &#8212; O Comandante-Geral da GNR alertou hoje, no Porto, que a segurança reconhecida em Portugal não é &#8220;imutável&#8221; e exige &#8220;visão estratégica&#8221;, &#8220;inteligência&#8221; e &#8220;determinação&#8221; para combater redes criminosas, novas formas de violência e a desinformação.</P><br />
<P>&#8220;Portugal continua a ser reconhecido como um dos países mais seguros da Europa e do mundo. Tal deve-se, em grande medida, à competência e ao elevado profissionalismo das nossas forças e serviços de segurança. Mas esta condição de segurança não é imutável, exige que a defendamos com visão estratégica, inteligência e determinação&#8221;, sublinhou Rui Veloso. </P><br />
<P>&#8220;O despovoamento do interior, o envelhecimento da população, o isolamento, a maior exposição do território a fenómenos extremos, a circulação global de pessoas, a exploração das fragilidades humanas por redes criminosas e a difusão acelerada de novas formas de formas de violência e desinformação exigem respostas mais integradas, mais tecnológicas, mais preventivas e mais cooperativas&#8221;, afirmou o tenente-general.</P><br />
<P>Para o responsável da GNR é essencial para garantir a segurança nacional, a coesão social e a defesa da democracia e liberdades em Portugal, afirmando-se como uma &#8220;força única e insubstituível&#8221; no sistema nacional, que tem de estar permanentemente capacitada e preparada para um mundo complexo, instável e imprevisível. </P><br />
<P>Veloso destaca e alerta que os riscos e as ameaças atuais não se apresentam de forma linear, nem respeitam fronteiras funcionais ou geográficas e elenca &#8220;as tensões geopolíticas e os conflitos armados, a instabilidade económica, as crises migratórias, as ameaças híbridas e a desinformação que convergem para o terrorismo e as novas formas de radicalismo transnacional.</P><br />
<P>Rui Veloso abordou também as alterações climáticas que se interligam com a vulnerabilidade demográfica e assimetrias do território, acrescentando que a segurança nacional passa pela segurança interna e proteção civil, como se registou nos incêndios que Portugal registou no passado.</P><br />
<P>O responsável congratulou-se pela reativação da Brigada de Trânsito, articulada com a estratégia para combater o aumento da sinistralidade nas estradas portuguesas.</P><br />
<P> &#8220;Queremos uma guarda mais capacitada e presente, comprometida com os direitos humanos, (&#8230;), uma guarda que valorize as pessoas, uma guarda empenhada na cooperação entre forças e serviços de segurança e que o trabalho conjunto é decisivo para a combater as ameaças. A guarda do futuro tem de ser firme, sem deixar de ser humana&#8221;, concluiu.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/responsavel-da-gnr-pede-visao-estrategica-contra-redes-criminosas-violencia-e-desinformacao-c-audio-e-c-fotos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757288]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>URGENTE: Antigo locutor de rádio Cândido Mota morre aos 82 anos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-antigo-locutor-de-radio-candido-mota-morre-aos-82-anos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-antigo-locutor-de-radio-candido-mota-morre-aos-82-anos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 09:40:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/urgente-antigo-locutor-de-radio-candido-mota-morre-aos-82-anos/</guid>

					<description><![CDATA[O antigo locutor de rádio Cândido Mota morreu hoje de madrugada, aos 82 anos, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde estava internado, disse à Lusa fonte familiar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo locutor de rádio Cândido Mota morreu hoje de madrugada, aos 82 anos, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde estava internado, disse à Lusa fonte familiar.</P><br />
<P>Cândido Mota, que estava doente há algum tempo, morreu &#8220;sem sofrimento, rodeado da família e amigos próximos&#8221;, acrescentou Teresa Mota, filha do apresentador.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-antigo-locutor-de-radio-candido-mota-morre-aos-82-anos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757287]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PERFIL: Óbito/Cândido Mota: Uma voz maior da rádio portuguesa que se calou para sempre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/perfil-obito-candido-mota-uma-voz-maior-da-radio-portuguesa-que-se-calou-para-sempre/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/perfil-obito-candido-mota-uma-voz-maior-da-radio-portuguesa-que-se-calou-para-sempre/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 09:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/perfil-obito-candido-mota-uma-voz-maior-da-radio-portuguesa-que-se-calou-para-sempre/</guid>

					<description><![CDATA[O locutor Cândido Mota, que morreu hoje aos 82 anos, deixa para a história a memória de uma das grandes vozes da rádio e de um programa de antena aberta para os ouvintes, pioneiro do género em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O locutor Cândido Mota, que morreu hoje aos 82 anos, deixa para a história a memória de uma das grandes vozes da rádio e de um programa de antena aberta para os ouvintes, pioneiro do género em Portugal. </P><br />
<P>Locutor, apresentador de televisão e ator, Cândido Mota construiu um percurso singular, profundamente ligado à evolução da rádio moderna em Portugal. </P><br />
<P>Nascido a 28 de setembro de 1943, em Espinho, Cândido Soares Pinto da Mota tornou-se uma das vozes mais marcantes da história da rádio portuguesa, reconhecido pelo timbre grave e por uma presença tão discreta quanto determinante na história da comunicação em Portugal.</P><br />
<P>Exemplo disso foi o programa noturno &#8220;Passageiro da noite&#8221;, um dos pioneiros na interação direta, em que Cândido Mota cedia o seu espaço para os ouvintes falarem sobre o que lhes apetecesse.</P><br />
<P>Filho da fadista Maria Albertina, cresceu num ambiente ligado à música e à palavra, tendo assumido, numa entrevista ao programa de Manuel Luís Goucha, em 2022, que fora a sua mãe quem o lançara na vida profissional.</P><br />
<P>Com uma infância marcada pela morte precoce do pai, Cândido Mota recordou esse episódio e as suas últimas palavras como algo estruturante para a sua vida e sensibilidade artística.</P><br />
<P>Iniciou-se profissionalmente na rádio aos 17 anos, no Rádio Clube Português, afirmando-se rapidamente como um locutor de talento distintivo, reconhecimento que se consolidou na Rádio Comercial, com programas como &#8220;Em Órbita&#8221;, &#8220;Dançatlântico&#8221; e, sobretudo, &#8220;O Passageiro da Noite&#8221;, que viria a ser considerado um marco da rádio portuguesa. </P><br />
<P>Emitido a partir de 1979, &#8220;O Passageiro da Noite&#8221; abriu a antena aos ouvintes a partir da meia-noite, tornando-se uma das primeiras experiências interativas da rádio em Portugal. </P><br />
<P>Décadas mais tarde, ao revisitar o fim do programa, depois de dois anos no ar, Cândido Mota assumiria que &#8220;foi a única vez&#8221; em que não esteve bem, numa alusão ao desgaste emocional que levou ao fim da emissão, assumindo a sua responsabilidade.</P><br />
<P>A partir da década de 1990, Cândido Mota tornou-se também rosto e voz familiar da televisão portuguesa, ao iniciar uma colaboração duradoura com Herman José. </P><br />
<P>Foi a emblemática &#8216;voz-off&#8217; de concursos como &#8220;A Roda da Sorte&#8221; e &#8220;Com a Verdade Me Enganas&#8221;, na RTP, acompanhando posteriormente o humorista em vários formatos na SIC, e com participações ocasionais em &#8216;sketches&#8217; televisivos. </P><br />
<P>Enquanto figura histórica da rádio, foi convidado a partilhar o seu testemunho no programa da RTP &#8220;No Ar, História da Rádio em Portugal&#8221;, transmitido em 2010, no qual falou do seu percurso e da conceção da rádio como espaço de intimidade, escuta e participação cívica.</P><br />
<P>Assumindo-se como uma pessoa empenhada civicamente, Cândido Mota foi militante do Partido Comunista Português e presença regular como locutor e apresentador no Palco 25 de Abril da Festa do Avante!, mantendo ao longo da sua vida pública uma postura política. </P><br />
<P>Nos últimos anos, foi-se afastando progressivamente da vida mediática, residindo, pelo menos, desde janeiro de 2026 na Casa do Artista, em Lisboa.</P><br />
<P>Posteriormente foi internado no Hospital de Santa Maria. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/perfil-obito-candido-mota-uma-voz-maior-da-radio-portuguesa-que-se-calou-para-sempre/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757286]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O McDonald’s mais caro do mundo fica na Europa e uma refeição para dois pode custar 45 euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-mcdonalds-mais-caro-do-mundo-fica-na-europa-e-uma-refeicao-para-dois-pode-custar-45-euros/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/o-mcdonalds-mais-caro-do-mundo-fica-na-europa-e-uma-refeicao-para-dois-pode-custar-45-euros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 09:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=756368</guid>

					<description><![CDATA[Durante décadas, entrar num restaurante da cadeia McDonald's significou, para milhões de consumidores, uma experiência previsível: refeições rápidas, preços relativamente acessíveis e um menu reconhecível em praticamente qualquer ponto do planeta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante décadas, entrar num restaurante da cadeia McDonald&#8217;s significou, para milhões de consumidores, uma experiência previsível: refeições rápidas, preços relativamente acessíveis e um menu reconhecível em praticamente qualquer ponto do planeta. Esta consistência global ajudou a transformar a marca num dos maiores símbolos da restauração rápida, associada à conveniência e a custos geralmente moderados.</p>
<p>Mas há um local onde essa lógica muda por completo.</p>
<p>No coração dos Alpes suíços, na exclusiva localidade de Zermatt, existe um restaurante da cadeia que se tornou conhecido por um motivo pouco habitual: os preços elevados ao ponto de uma refeição para duas pessoas ultrapassar facilmente os 40 ou 50 francos suíços, o equivalente a cerca de 45 euros ou mais. Num cenário onde o custo de vida já é particularmente elevado, este estabelecimento conquistou fama internacional como aquele que muitos consideram ser o McDonald’s mais caro do mundo.</p>
<p>Ao contrário da imagem tradicionalmente associada à cadeia — marcada por espaços urbanos, design padronizado e ambiente funcional — o restaurante de Zermatt apresenta-se de forma bastante distinta.</p>
<p>Instalado num edifício com arquitetura de chalet alpino, dominado pela madeira e por uma estética típica das zonas montanhosas suíças, o espaço encaixa-se visualmente no ambiente exclusivo da vila, uma das estâncias alpinas mais conhecidas e procuradas da Europa.</p>
<p>O restaurante rompe assim com o visual clássico da marca e oferece uma experiência mais integrada no contexto local, algo que ajuda a reforçar a perceção de exclusividade — mas que também acompanha preços muito acima da média internacional.</p>
<p>Na prática, os valores cobrados neste McDonald’s estão longe daquilo que muitos consumidores esperam pagar numa cadeia de fast food.</p>
<p>Na Suíça, um Big Mac pode ultrapassar os 7 francos suíços. Uma dose de batatas fritas ronda os 6 francos e uma embalagem de 20 Chicken McNuggets aproxima-se dos 19 francos.</p>
<p>Somando bebidas, acompanhamentos ou sobremesas, a conta final para duas pessoas sobe rapidamente para valores acima dos 50 francos suíços, números que contrastam fortemente com mercados como Portugal, Espanha ou Reino Unido, onde uma refeição semelhante tende a ser bastante mais acessível.</p>
<p>Nos últimos tempos, vídeos publicados nas redes sociais por turistas e criadores de conteúdo ajudaram a reforçar essa fama, mostrando talões de compra na ordem dos 53 a 54 francos suíços para apenas duas refeições.</p>
<p><strong>A Suíça lidera há anos nos preços do Big Mac</strong><br />
Os valores praticados não surgem por acaso.</p>
<p>A Suíça aparece regularmente no topo do chamado Big Mac Index, um indicador económico amplamente citado que compara o preço do Big Mac em diferentes países como forma informal de medir poder de compra e custo de vida.</p>
<p>O facto de a Suíça liderar frequentemente esse índice reflete vários factores estruturais, entre eles salários médios elevados, custos laborais superiores à média europeia, despesas energéticas mais altas e custos de produção significativamente superiores aos registados noutros mercados.</p>
<p>A isso junta-se o próprio posicionamento de Zermatt, uma das localidades turísticas mais exclusivas dos Alpes, onde hotelaria, restauração e serviços operam frequentemente em patamares premium.</p>
<p><strong>Menu mantém clássicos, mas inclui toques locais</strong><br />
Apesar dos preços elevados, a oferta não se limita aos produtos clássicos da cadeia.</p>
<p>Além dos hambúrgueres mais conhecidos mundialmente, o restaurante incorpora também algumas propostas adaptadas ao mercado suíço, incluindo opções com carne local, combinações de sabores regionais e sobremesas menos comuns noutras geografias.</p>
<p>Essa adaptação ao contexto local ajuda a diferenciar ainda mais a experiência, aproximando-a de um conceito menos padronizado e mais ajustado às preferências do mercado onde opera.</p>
<p><strong>Paradoxo alpino: continua a ser uma opção “económica”</strong><br />
Curiosamente, apesar dos preços que chocam muitos visitantes, comer neste McDonald’s continua, em muitos casos, a ser visto como uma das alternativas mais acessíveis em Zermatt.</p>
<p>Numa localidade onde refeições em restaurantes tradicionais podem atingir facilmente valores bastante superiores, um hambúrguer, batatas e bebida acabam por representar, paradoxalmente, uma solução relativamente económica.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/o-mcdonalds-mais-caro-do-mundo-fica-na-europa-e-uma-refeicao-para-dois-pode-custar-45-euros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756368]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Superpole das Superbikes interrompida devido a queda de Miguel Oliveira</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/superpole-das-superbikes-interrompida-devido-a-queda-de-miguel-oliveira/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/superpole-das-superbikes-interrompida-devido-a-queda-de-miguel-oliveira/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 09:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/superpole-das-superbikes-interrompida-devido-a-queda-de-miguel-oliveira/</guid>

					<description><![CDATA[A corrida de Superpole da prova húngara do Mundial de Superbikes foi interrompida na primeira volta devido a uma queda envolvendo o piloto português Miguel Oliveira (BMW), que teve de ser assistido ainda em pista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A corrida de Superpole da prova húngara do Mundial de Superbikes foi interrompida na primeira volta devido a uma queda envolvendo o piloto português Miguel Oliveira (BMW), que teve de ser assistido ainda em pista.</P><br />
<P>O piloto luso, que largou da quarta posição, foi tocado pelo italiano Andrea Locatelli (Yamaha) na saída da curva cinco e acabou por ser abalroado por outros pilotos na curva seis, numa altura em que era terceiro classificado.</P><br />
<P>De acordo com a direção de corrida, o piloto luso está consciente, mas foi assistido ainda no local, sendo, depois, retirado de maca.</P><br />
<P>Esta é a quarta ronda da temporada.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/superpole-das-superbikes-interrompida-devido-a-queda-de-miguel-oliveira/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757285]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Presidente da República alerta para ameaça global à liberdade de imprensa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/presidente-da-republica-alerta-para-ameaca-global-a-liberdade-de-imprensa/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/presidente-da-republica-alerta-para-ameaca-global-a-liberdade-de-imprensa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 08:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/presidente-da-republica-alerta-para-ameaca-global-a-liberdade-de-imprensa/</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente da República assinalou este domingo o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, defendendo o papel essencial de uma imprensa livre como pilar da democracia e alertando para o agravamento das ameaças à atividade jornalística a nível global.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República assinalou este domingo o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, defendendo o papel essencial de uma imprensa livre como pilar da democracia e alertando para o agravamento das ameaças à atividade jornalística a nível global.</P><br />
<P>Numa nota divulgada pela presidência, António José Seguro afirma que &#8220;a liberdade é o fundamento da democracia&#8221; e que a liberdade de imprensa constitui &#8220;uma das suas expressões mais exigentes&#8221;, porque &#8220;tem a obrigação de incomodar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Uma imprensa livre é, por definição, um contrapoder. Uma voz que questiona, que investiga, que não se dobra ao poder nem se rende ao aplauso fácil. Uma voz fundamentada, independente e, quando necessário, incómoda. É precisamente essa a sua função. É precisamente por isso que é insubstituível&#8221;, frisa o chefe de Estado.</P><br />
<P>Apesar disso, o que o cenário internacional mostra é precisamente o contrário, com números que contrariam &#8220;a expectativa de progresso que a consolidação das democracias deveria garantir&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>&#8220;No ano passado, 129 jornalistas e profissionais da comunicação social foram assassinados no mundo&#8221;, afirma, salientando que isto &#8220;não é uma estatística. É uma acusação&#8221;.</P><br />
<P>Para além da violência direta, o chefe de Estado aponta outras ameaças à liberdade de imprensa, &#8220;igualmente corrosivas&#8221;, como a regressão democrática em várias regiões do mundo, a pressão de regimes autoritários sobre os &#8216;media&#8217; independentes, a precariedade económica das redações, a concentração da propriedade e a disseminação de desinformação.</P><br />
<P>Sobre este último aspeto, alerta que essa proliferação de desinformação seduz &#8220;os próprios &#8216;media&#8217; que deveriam ser o seu antídoto&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o Presidente, estes fatores contribuem para um &#8220;ecossistema de informação cada vez mais frágil&#8221;, em que a verdade disputa espaço com o espetáculo e o &#8220;circo mediático&#8221; capta mais atenção do que o jornalismo rigoroso.</P><br />
<P>António José Seguro defende, por isso, que a proteção da liberdade de imprensa deve ser entendida como uma responsabilidade coletiva e uma prioridade de cidadania, não apenas dos jornalistas ou das empresas de comunicação social.</P><br />
<P>&#8220;Quando uma voz jornalística se cala por medo, por impossibilidade económica ou por captura, não é apenas ela que perde. Perdemos todos&#8221;, conclui.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/presidente-da-republica-alerta-para-ameaca-global-a-liberdade-de-imprensa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757284]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>É criador de conteúdo no YouTube, Twitch ou outra plataforma? Um guia completo para declarar rendimentos no IRS</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/e-criador-de-conteudo-no-youtube-twitch-ou-outra-plataforma-um-guia-completo-para-declarar-rendimentos-no-irs/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/e-criador-de-conteudo-no-youtube-twitch-ou-outra-plataforma-um-guia-completo-para-declarar-rendimentos-no-irs/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 08:30:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=756317</guid>

					<description><![CDATA[Com o crescimento da economia digital, cada vez mais portugueses obtêm rendimentos através de plataformas como YouTube, Twitch, Patreon ou programas de afiliados. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o crescimento da economia digital, cada vez mais portugueses obtêm rendimentos através de plataformas como YouTube, Twitch, Patreon ou programas de afiliados. Estes rendimentos, enquadrados na categoria B do IRS como profissionais ou empresariais, exigem atenção redobrada na declaração, especialmente para quem recebe pagamentos do estrangeiro ou acumula várias fontes de rendimento.</p>
<p>Segundo especialistas, a campanha de IRS de 2026, relativa aos rendimentos de 2025, exige que os criadores de conteúdo se concentrem não apenas no imposto a pagar, mas também no correto enquadramento da atividade, preenchimento de anexos, comunicação à Segurança Social e cumprimento das obrigações em matéria de IVA. Pagamentos provenientes da Irlanda, Estados Unidos ou redes internacionais de afiliados implicam cuidados específicos, nomeadamente no Anexo J e na conversão de moedas.</p>
<p><strong>IRS dos criadores de conteúdo: o que precisa de preencher</strong><br />
O ponto de partida para qualquer criador é a declaração Modelo 3, entregue entre 1 de abril e 30 de junho. Quando há rendimentos da atividade independente, o Anexo B é central, enquanto o Anexo J é obrigatório para rendimentos obtidos no estrangeiro. Para efeitos contributivos, o Anexo SS acompanha, em regra, os trabalhadores independentes.</p>
<p>O artigo 3.º do Código do IRS enquadra como rendimentos da categoria B “os obtidos por conta própria em atividades de prestação de serviços, incluindo as de caráter artístico, técnico ou científico”. Isto aplica-se a vídeos monetizados, transmissões em direto, conteúdos patrocinados, subscrições e comissões de afiliados. A classificação da atividade deve seguir o artigo 151.º do Código do IRS, usando códigos CAE ou CIRS, determinando o regime fiscal aplicável, retenções e enquadramento contributivo.</p>
<p><strong>Como declarar rendimentos sem falhas</strong><br />
A declaração automática não é adequada para a maioria dos criadores. Apenas contribuintes em regime simplificado, com atividades restritas e rendimentos exclusivamente nacionais, podem usar esta via. Para todos os outros, a entrega manual da Modelo 3 é obrigatória, distinguindo rendimentos obtidos em Portugal dos do estrangeiro.</p>
<p>No Anexo B, os campos 403, 404 e 414 identificam os rendimentos da categoria B, dependendo da natureza da atividade. Já o quadro 7 permite declarar despesas diretamente ligadas à atividade, como equipamentos, softwares, deslocações ou serviços de edição, desde que devidamente documentadas.</p>
<p>O quadro 6 do Anexo B destina-se a retenções na fonte e pagamentos por conta, diferenciando entre valores retidos em Portugal e no estrangeiro. O Anexo J detalha rendimentos obtidos fora do território nacional, com o quadro 6A a identificar valores e natureza do rendimento, e o quadro 6B a aplicar regras de eliminação da dupla tributação.</p>
<p><strong>IVA e Segurança Social</strong><br />
No regime de isenção de IVA, sujeitos passivos com volume de negócios até 15.000 euros não liquidam imposto, mas continuam obrigados a faturar e organizar a atividade fiscalmente. Ultrapassando esse limiar, entram no regime normal de IVA.</p>
<p>A vertente contributiva também é essencial. O Anexo SS permite à Segurança Social apurar os rendimentos para efeitos contributivos, sendo um documento determinante mesmo que não altere diretamente o imposto de IRS.<br />
<strong><br />
Erros comuns e recomendações</strong><br />
Entre os erros mais frequentes destacam-se assumir que apenas rendimentos “clássicos” contam, não abrir atividade a tempo, ignorar rendimentos estrangeiros, esquecer o Anexo J ou o Anexo SS e declarar sem documentação organizada. Relatórios das plataformas, extratos bancários, recibos e despesas documentadas devem ser cuidadosamente guardados durante 10 anos.</p>
<p>Declarar corretamente exige mais do que preencher formulários: implica organizar a atividade ao longo do ano, manter registo das receitas e despesas, compreender a origem dos rendimentos e, se necessário, recorrer a um contabilista certificado para otimizar a declaração e evitar problemas com a Autoridade Tributária.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/e-criador-de-conteudo-no-youtube-twitch-ou-outra-plataforma-um-guia-completo-para-declarar-rendimentos-no-irs/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756317]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>B-Parts com faturação recorde de 65 ME em 2025 aposta no mercado norte-americano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/b-parts-com-faturacao-recorde-de-65-me-em-2025-aposta-no-mercado-norte-americano/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/b-parts-com-faturacao-recorde-de-65-me-em-2025-aposta-no-mercado-norte-americano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 08:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/b-parts-com-faturacao-recorde-de-65-me-em-2025-aposta-no-mercado-norte-americano/</guid>

					<description><![CDATA[As vendas da B-Parts aumentaram 51%, para um recorde de 65 milhões de euros, em 2025 face a 2024, impulsionadas pelos mercados europeu e norte-americano, que a empresa acredita que pode equiparar a Europa em três a cinco anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As vendas da B-Parts aumentaram 51%, para um recorde de 65 milhões de euros, em 2025 face a 2024, impulsionadas pelos mercados europeu e norte-americano, que a empresa acredita que pode equiparar a Europa em três a cinco anos.</P><br />
<P>&#8220;Acreditamos que a operação nos EUA tem potencial de alcançar a dimensão da B-Parts Europa nos próximos três a cinco anos&#8221;, avançou o fundador e administrador da empresa de venda de peças automóvel usadas em entrevista à agência Lusa.</P><br />
<P>Segundo Manuel Araújo Monteiro, a B-Parts &#8212; que tem sede no Porto e integra o grupo Stellantis &#8212; tem vindo nos últimos anos &#8220;a analisar quais os mercados que fazem mais sentido para o negócio, quer na vertente cliente, quer na vertente de &#8216;sourcing&#8217; [fornecedores]&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento estamos focados na preparação da entrada no mercado polaco, em clientes e em fornecedores&#8221;, revelou, considerando que &#8220;este alargamento europeu faz todo o sentido&#8221;.</P><br />
<P>Paralelamente, destacou o &#8220;plano ambicioso de duplicar os números em 2026 quanto ao volume de negócios e ao inventário disponível para o mercado dos EUA&#8221;.</P><br />
<P>O reforço do peso das exportações no volume de negócios é, aliás, assumido pelo responsável como um dos &#8220;principais objetivos para este ano&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Somos uma empresa fundada e sediada em Portugal, mas já assumimos o estatuto de líder europeia no comércio eletrónico de peças automóvel usadas, originais e certificadas e ambicionamos tornar-nos numa marca global de referência neste setor. Para isso, a nossa estratégia de negócio assenta sobretudo na expansão e internacionalização para novos mercados onde identificamos um forte potencial de crescimento&#8221;, enfatizou.</P><br />
<P>Só na Europa, a expectativa da B-Parts para este ano é que o volume de negócios registe um crescimento acima dos 20%.</P><br />
<P>&#8220;Além de impulsionar os resultados através das vendas, pretendemos manter o foco na eficiência e na rentabilidade, tendo como meta clara melhorar novamente este ano o EBITDA [resultados antes de impostos, juros, amortizações e depreciações], para consolidar a sustentabilidade financeira de toda a operação&#8221;, afirmou Manuel Araújo Monteiro.</P><br />
<P>Depois de em 2025 ter aumentado a faturação em 51%, para 65 milhões de euros, a B-Parts salienta ter já multiplicado por 13 o volume de negócios desde 2020, &#8220;evidenciando a consistência e a escala da trajetória de expansão e consolidação internacional da empresa&#8221;, que acaba de completar um ano de operação nos EUA e entrou recentemente no Reino Unido.</P><br />
<P>Segundo o fundador e administrador da B-Parts, a suportar a evolução em 2025 esteve &#8220;um robusto crescimento&#8221; das vendas na Europa e nos EUA, de 43% e de 285% respetivamente, &#8220;num contexto de maior procura por soluções mais sustentáveis no setor automóvel&#8221;.</P><br />
<P>O responsável destaca ainda ter aumentado a rede global de fornecedores em cerca de 25%, maioritariamente na Europa e nos EUA: &#8220;Através da integração de fornecedores em novas geografias, como o Reino Unido, conseguimos alargar significativamente a nossa oferta disponível, com uma gama de modelos que a Europa continental não dispõe atualmente&#8221;, enfatizou.</P><br />
<P>A expansão dos centros de abate parceiros permitiu à empresa voltar a ultrapassar o seu &#8216;stock global&#8217;, com mais de 15 milhões de peças disponíveis.</P><br />
<P>Quanto ao mercado português, nos últimos cinco anos &#8220;manteve sempre um forte crescimento&#8221;, mas não chegou a ultrapassar 25% do volume europeu do negócio da B-Parts.</P><br />
<P>&#8220;Por termos uma oferta com os mesmos níveis de serviço em todos os mercados da Europa continental e, claro, por haver mercados de maior expressão, o volume nacional tenderá a ser sempre percentualmente menor quando comparado com os principais mercados para os quais exportamos, como é o caso de França, Espanha, Alemanha, Bélgica, Itália ou Países Baixos&#8221;, justifica Manuel Araújo Monteiro. </P><br />
<P>Com operações em mais de 180 países, a empresa do grupo Stellantis diz ainda ter vindo a adaptar o modelo de negócio e a expandir o catálogo de peças num contexto de crescente eletrificação da frota automóvel.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/b-parts-com-faturacao-recorde-de-65-me-em-2025-aposta-no-mercado-norte-americano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757283]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Amoreiras 360º convida mães a subir gratuitamente ao miradouro neste dia especial</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/amoreiras-360o-convida-maes-a-subir-gratuitamente-ao-miradouro-neste-dia-especial/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/amoreiras-360o-convida-maes-a-subir-gratuitamente-ao-miradouro-neste-dia-especial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 08:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Amoreiras 360º Panoramic View]]></category>
		<category><![CDATA[Amoreiras Shopping Center]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=751345</guid>

					<description><![CDATA[O Amoreiras 360º Panoramic View assinala o Dia da Mãe com uma iniciativa especial: todas as mães terão entrada gratuita no miradouro, com acesso a uma vista panorâmica de 360º sobre Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para celebrar o Dia da Mãe, o Amoreiras 360º Panoramic View prepara uma iniciativa especial que convida todas as mães a desfrutar gratuitamente de uma das vistas mais privilegiadas sobre a capital. A experiência acontece já este domingo, entre as 10h00 e as 22h00, no topo do Amoreiras Shopping Center.</p>
<p><strong>Uma vista única sobre Lisboa</strong></p>
<p>Localizado a 174 metros acima do nível do mar, o miradouro oferece uma panorâmica de 360º sobre a cidade, permitindo descobrir Lisboa de uma perspetiva única. Ao longo do dia &#8211; seja sob a luz natural, ao pôr do sol ou com a cidade iluminada à noite &#8211; o espaço promete momentos memoráveis em família.</p>
<p><strong>Como aceder à entrada gratuita</strong></p>
<p>Este domingo, todas as mães têm acesso gratuito ao miradouro. Para usufruir da oferta, basta levantar o bilhete na receção do centro comercial, situada no piso 1, junto à FNAC.</p>
<p>Para os restantes visitantes, aplicam-se as condições habituais: crianças até aos 5 anos entram gratuitamente, jovens entre os 6 e os 16 anos pagam 3 euros e, a partir dos 16 anos, o bilhete tem o custo de 5 euros.</p>
<p><strong>Um cenário marcado por ícones da cidade</strong></p>
<p>A partir do topo do Amoreiras 360º, é possível observar alguns dos mais emblemáticos pontos da cidade, incluindo o Padrão dos Descobrimentos, o Cristo Rei, a Ponte 25 de Abril, a Ponte Vasco da Gama, o Palácio de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos, o Castelo de São Jorge e o Rio Tejo.</p>
<p>A iniciativa pretende proporcionar uma experiência diferenciadora para assinalar o Dia da Mãe, incentivando famílias a criarem novas memórias num dos miradouros mais icónicos de Lisboa.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/amoreiras-360o-convida-maes-a-subir-gratuitamente-ao-miradouro-neste-dia-especial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_751345]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>China afirma que William Lai abandonou Taiwan após sismo para viagem a Essuatíni</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/china-afirma-que-william-lai-abandonou-taiwan-apos-sismo-para-viagem-a-essuatini/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/china-afirma-que-william-lai-abandonou-taiwan-apos-sismo-para-viagem-a-essuatini/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 05:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/china-afirma-que-william-lai-abandonou-taiwan-apos-sismo-para-viagem-a-essuatini/</guid>

					<description><![CDATA[A China criticou a viagem do líder taiwanês a Essuatíni, acusando William Lai Ching-te de abandonar a população após um sismo e de sair da ilha de "forma dissimulada", num avião estrangeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China criticou a viagem do líder taiwanês a Essuatíni, acusando William Lai Ching-te de abandonar a população após um sismo e de sair da ilha de &#8220;forma dissimulada&#8221;, num avião estrangeiro.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado no sábado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês afirmou que Lai deixou Taiwan poucas horas após um sismo no nordeste taiwanês, &#8220;abandonando a população&#8221; e &#8220;desperdiçando fundos públicos&#8221;, numa atitude que, segundo Pequim, o torna um &#8220;alvo de troça internacional&#8221;.</P><br />
<P>O Gabinete de Assuntos de Taiwan do Conselho de Estado (executivo) chinês classificou a viagem como &#8220;um artifício&#8221;, sem valor diplomático e acusou o governante de agir de forma furtiva, para chegar a Essuatíni.</P><br />
<P>Também este gabinete questionou a gestão de Lai ao não ter prestado atenção à situação decorrente do sismo.</P><br />
<P>Os dois organismos reiteraram a rejeição às iniciativas de Taiwan no âmbito internacional e defenderam que as ações não alteram a posição da comunidade internacional sobre a ilha.</P><br />
<P>A reação de Pequim surge depois de Lai ter chegado este sábado a Essuatíni, o único aliado diplomático de Taiwan em África, na segunda viagem internacional desde que tomou posse em maio de 2024.</P><br />
<P>A visita ao país tinha sido anteriormente cancelada devido à revogação das autorizações de sobrevoo por parte das Seychelles, Maurícia e Madagáscar.</P><br />
<P>O Governo de Taiwan atribuiu então a decisão a pressões da China e denunciou uma &#8220;coação económica&#8221;, considerando que o cancelamento constituiu um facto &#8220;sem precedentes&#8221; nas relações externas.</P><br />
<P>Lai, que finalmente conseguiu viajar para o país africano, assegurou que Taiwan &#8220;não se deixará dissuadir por pressões externas&#8221; e defendeu a continuidade dos laços internacionais, apesar das dificuldades.</P><br />
<P>A viagem ocorre poucas horas após a visita a Taiwan de uma enviada especial de Essuatíni, que regressou ao país num avião oficial, num movimento que coincide com a chegada de Lai ao reino africano num avião estrangeiro.</P><br />
<P>A última viagem de um Presidente taiwanês ao país africano remonta a setembro de 2023, com uma visita da então líder Tsai Ing-wen.</P><br />
<P>Taiwan, que atualmente mantém relações diplomáticas plenas apenas com doze países em todo o mundo, atribui grande importância a este tipo de visitas face à crescente pressão de Pequim, que considera a ilha uma &#8220;parte inalienável&#8221; do território chinês e tem restringido o espaço internacional de Taipé nos últimos anos.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/china-afirma-que-william-lai-abandonou-taiwan-apos-sismo-para-viagem-a-essuatini/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757282]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ENTREVISTA: Plano do Governo prevê &#8220;carreira de integração&#8221; para imigrantes (C/AUDIO, VIDEO E FOTOS)</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-plano-do-governo-preve-carreira-de-integracao-para-imigrantes-c-audio-video-e-fotos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-plano-do-governo-preve-carreira-de-integracao-para-imigrantes-c-audio-video-e-fotos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 04:05:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-plano-do-governo-preve-carreira-de-integracao-para-imigrantes-c-audio-video-e-fotos/</guid>

					<description><![CDATA[*** Paulo Agostinho (texto), Pedro Lapinha Martins (vídeo) e José Sena Goulão (fotos) ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviços áudio e vídeo disponíveis em www.lusa.pt ***</P><br />
<P>*** Paulo Agostinho (texto), Pedro Lapinha Martins (vídeo) e José Sena Goulão (fotos) ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 03 mai 2026 (Lusa) &#8211; O novo plano para os imigrantes preparado pelo Governo prevê uma &#8220;carreira de integração&#8221; no país, com exigências já no país de origem até à etapa final com a obtenção da nacionalidade, ao fim de 10 anos, explicou hoje o secretário de Estado da Imigração.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa, Rui Armindo Freitas, que é também adjunto da Presidência, recusou que a integração preveja a assimilação dos imigrantes, mas também rejeitou uma &#8220;pretensa multiculturalidade que nunca vê a luz do dia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a desenhar um plano nacional de integração que se vai focar essencialmente na imigração económica&#8221; e que terá como referência as &#8220;melhores práticas a nível europeu e Internacional&#8221;.</P><br />
<P>O plano vai incluir passos e medidas para os imigrantes antes de saírem dos seus países de origem &#8220;para que não aconteçam problemas de imigração frustrada&#8221; e o documento constitui &#8220;um desafio enorme&#8221;, porque &#8220;vai versar sobre múltiplas realidades da imigração&#8221;, desde matérias de saúde pública, língua, trabalho, formação ou hábitos.</P><br />
<P>Mas também o tema do retorno voluntário, explicou o governante, salientando que &#8220;nem sempre a imigração funciona bem e é bom que as pessoas tenham forma de sair do país, se um processo de integração no mercado de trabalho português não funciona&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tudo isso vai estar numa carreira de integração por fases&#8221;, procurando &#8220;antecipar com literatura o que é o foco numa carreira&#8221; de entrada e adequação a Portugal, explicou o governante, prometendo que o prometido plano será apresentado nos próximos meses.</P><br />
<P>Contudo, &#8220;a imigração é diferente em todo o país e o tipo de trabalho para que são requisitados os imigrantes são diferentes&#8221;, pelo que as &#8220;respostas de integração quanto mais locais, mais sentido fazem&#8221;, disse, salientando que o objetivo não é assimilação, mas também não é &#8220;a anulação daquilo que é ser-se português&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Há uma coisa que não pode ser: anularmos aquilo que é estar-se e ser-se português em nome de uma pretensa multiculturalidade que nunca vê a luz do dia&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Por isso, o plano prevê dar &#8220;a conhecer aquilo que é Portugal, mostrar como se vive em Portugal, quais são as regras de estar, com respeito naturalmente pelo outro&#8221;, porque &#8220;muitas vezes a integração não se dá por um desconhecimento mútuo&#8221;.</P><br />
<P>A integração falhada &#8220;põe em causa e em risco&#8221; a coesão social do país, criando bolsas de exclusão&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Temos de ter &#8220;um plano nacional de integração que funcione&#8221; e que contemple processos de reagrupamento familiares concluídos, porque &#8220;é mais fácil integrar uma família&#8221; que cidadãos isolados.</P><br />
<P>O governante também prometeu mais investimento em recursos humanos da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), a manutenção e reforço de mediadores e minimizou o alcance dos erros processuais verificados.</P><br />
<P>&#8220;Qualquer taxa de erro aplicada numa operação que se debruçou sobre um milhão de processos vai dar sempre um número absoluto de alguma monta&#8221;, explicou.</P><br />
<P>&#8220;Há que lamentar os erros, mas é fundamental que exista capacidade de os reconhecer e de os resolver muito rapidamente&#8221;, acrescentou ainda.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-plano-do-governo-preve-carreira-de-integracao-para-imigrantes-c-audio-video-e-fotos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757281]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ENTREVISTA: Governo vai ter 300 vagas para detenção de imigrantes com construções temporárias  (C/AUDIO, VIDEO E FOTOS)</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-governo-vai-ter-300-vagas-para-detencao-de-imigrantes-com-construcoes-temporarias-c-audio-video-e-fotos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-governo-vai-ter-300-vagas-para-detencao-de-imigrantes-com-construcoes-temporarias-c-audio-video-e-fotos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 04:05:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-governo-vai-ter-300-vagas-para-detencao-de-imigrantes-com-construcoes-temporarias-c-audio-video-e-fotos/</guid>

					<description><![CDATA[*** Paulo Agostinho (texto), Pedro Lapinha Martins (vídeo) e José Sena Goulão (fotos) ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio e vídeo disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P>*** Paulo Agostinho (texto), Pedro Lapinha Martins (vídeo) e José Sena Goulão (fotos) ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 03 mai 2026 (Lusa) &#8211; O Governo vai alargar, até ao verão, para 300 as vagas nos centros de detenção de imigrantes existentes, adicionando construções modulares temporárias aos espaços atuais, disse hoje o secretário de Estado Adjunto da Presidência e da Imigração.</P><br />
<P>&#8220;O Ministério da Administração Interna está a trabalhar com muita rapidez para, nos próximos meses, termos as vagas de que necessitamos&#8221;, para cumprir os compromissos do Pacto Europeu de Migração e Asilo, afirmou Rui Armindo Freitas, em entrevista à Lusa.</P><br />
<P>&#8220;Nós precisamos entre 300 e 600 vagas e foram-nos deixadas 80 vagas pelo Governo anterior&#8221; nos dois Centros Instalação Temporária (Porto e Lisboa), explicou o governante, salientando que a &#8220;Administração Interna está a trabalhar com muita rapidez para se ultrapassar esta debilidade do sistema de imigração em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É verdade que são fundamentais os centros de instalação temporária para casar com esta lógica de retorno&#8221;, um diploma que o Governo pretende ver aprovado pelo parlamento em breve.</P><br />
<P>Chegaram a ser previstas a construção de novas unidades, mas os projetos nunca saíram do Plano de Recuperação e Resiliência e algumas das localizações apontadas foram contestadas por autarquias locais.</P><br />
<P>Por isso, para já, o governo pretende &#8220;o reforço nas unidades que já existem&#8221;, de modo a dar tempo depois à construção de novos espaços.</P><br />
<P>&#8220;Há soluções temporárias que estão a ser já observadas e analisadas pelo Administração Interna&#8221; que incluem &#8220;soluções de construção modular&#8221;, pelo que &#8220;não vamos estar à espera das soluções de construção e, pelo meio, vamos ter outras soluções transitórias que vão acudir a esta realidade&#8221;, explicou Rui Armindo Freitas, que apontou o retorno como a etapa por concluir da reforma do sistema migratório em Portugal.</P><br />
<P>No verão passado, a chegada de uma embarcação de Marrocos com imigrantes, que acabaram por ser colocados em liberdade antes de uma decisão definitiva de retorno, &#8220;mostrou as dificuldades de Portugal na sua capacidade de retorno&#8221;, com o atual quadro legal.</P><br />
<P>&#8220;Todos sabem exatamente quais são as debilidades que o país enfrenta&#8221; e &#8220;convidamos [a negociar no parlamento] todos que entendam ou que se achem na capacidade de estar ao lado do Governo nesta reforma fundamental para garantir que Portugal tem regras que funcionam&#8221;, afirmou o governante, esperando apoio dos partidos da oposição.</P><br />
<P>Mas &#8220;percebo perfeitamente que quem foi responsável pelo caos que tivemos em Portugal durante muitos anos tem hoje maior dificuldade em juntar-se agora à reorganização&#8221; do setor, acrescentou.</P><br />
<P>Até agora, todas as reformas da legislação associada à migração foram aprovadas com o apoio da extrema-direita no parlamento e não com a esquerda, mas Rui Armindo Freitas reafirmou a abertura do governo PSD/CDS em negociar com todos.</P><br />
<P>&#8220;Quando dizemos que precisamos de retorno para afastar aqueles que não têm condições de cá estar&#8221;, também &#8220;estamos a garantir que todos os outros, que têm condições para cá estar, têm o reconhecimento de poderem cá estar&#8221;, explicou.</P><br />
<P>No seu entender, &#8220;as regras que Portugal tinha não bastavam para um retorno que seja eficaz&#8221;.</P><br />
<P>O novo diploma já foi criticado porque reduz os prazos e as fases de recurso, limitando a capacidade de defesa do cidadão estrangeiro face ao Estado, algo que Rui Armindo Freitas nega.</P><br />
<P>&#8220;O retorno é fundamental numa imigração que, se rege por entrada, por permanência e retorno&#8221;, disse, salientando que a nova legislação é &#8220;justa e equilibrada&#8221;, até porque não permite a expulsão de crianças isoladas.</P><br />
<P>O objetivo é evitar &#8220;fenómenos de regularização circular&#8221;, em que os pais se regularizam em Portugal através de menores inscritos no sistema de ensino, pelo que a avaliação das famílias será feita à entrada.</P><br />
<P>&#8220;A legislação portuguesa tem travões e válvulas de escape e não existem abandonos coercivos de crianças de forma autónoma&#8221;, prometeu o governante, admitindo que existam casos de ordens de saída para menores, quando chegam incluídos numa família que não preenche os requisitos para se fixarem em Portugal.</P><br />
<P>Sobre a lei da nacionalidade, aprovada no parlamento e em apreciação no Constitucional e na Presidência, Rui Armindo Freitas recordou que o Governo quer um &#8220;sistema de imigração que funcione e que um cidadão estrangeiro nunca tenha de ser cidadão nacional por conveniência&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quem for cidadão nacional, tem de o ser porque pertença&#8221;, porque, para &#8220;ser português, é preciso muito mais do que só trabalhar em Portugal&#8221;, justificou.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-governo-vai-ter-300-vagas-para-detencao-de-imigrantes-com-construcoes-temporarias-c-audio-video-e-fotos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757280]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ENTREVISTA: Portugal mantém recusa de receber novos refugiados até litígio estar concluído (C/AUDIO, VIDEO E FOTOS)</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-portugal-mantem-recusa-de-receber-novos-refugiados-ate-litigio-estar-concluido-c-audio-video-e-fotos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-portugal-mantem-recusa-de-receber-novos-refugiados-ate-litigio-estar-concluido-c-audio-video-e-fotos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 04:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-portugal-mantem-recusa-de-receber-novos-refugiados-ate-litigio-estar-concluido-c-audio-video-e-fotos/</guid>

					<description><![CDATA[*** Paulo Agostinho (texto), Pedro Lapinha Martins (vídeo) e José Sena Goulão (fotos) ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviços áudio e vídeo disponíveis em www.lusa.pt ***</P><br />
<P>*** Paulo Agostinho (texto), Pedro Lapinha Martins (vídeo) e José Sena Goulão (fotos) ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 03 mai 2026 (Lusa) &#8211; O secretário de Estado da Imigração afirmou hoje que não está prevista a chegada de refugiados, devido a um litígio pendente, e prometeu dar prioridade aos investidores e aos imigrantes qualificados, apesar de estar por aprovar a portaria regulamentar.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa, Rui Armindo Freitas, que é também secretário de Estado Adjunto da Presidência, explicou que Portugal mantém a recusa de receber novos requerentes de asilo, uma decisão que já motivou uma multa de instâncias europeias de 8,44 milhões de euros, até que seja apreciada a argumentação que levou o país a recusar a entrada de 420 requerentes de asilo que aguardam em centros europeus.</P><br />
<P>Em causa está o facto de a atualização do número de imigrantes em Portugal não ter sido contabilizado pelas autoridades europeias aquando da distribuição de refugiados e o processo está em apreciação em Bruxelas.</P><br />
<P>Até que o processo fique resolvido e enquanto não houver resposta de Bruxelas, Portugal, &#8220;só depois é que olhará a novas realidades no caso de refugiados&#8221;, afirmou Rui Armindo Freitas, num balanço de dois anos de política de imigração.</P><br />
<P>&#8220;Esta foi uma opção que assumimos desde o início, tratar primeiro os mais desprotegidos do ponto de vista de trabalho&#8221;, ficando outros casos por resolver, como os investidores.</P><br />
<P>E essa será agora a prioridade da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) este ano, estando já &#8220;agendados cerca de 17.000 de processos de mais uma pilha que vinha anterior a 2024&#8221; e que correspondem a &#8220;expectativas geradas pelo Estado português e que não estavam a ser cumpridas&#8221;.</P><br />
<P>Outra das promessas repetidas pelo Governo tem sido a aposta em imigrantes qualificados, os únicos que têm acesso a vistos de procura de trabalho, mas a portaria que define quais são as profissões afetadas ainda não foi publicada, pelo que o processo continua suspenso.</P><br />
<P>&#8220;A portaria é algo em que estamos a trabalhar e que muito brevemente vai ver a luz do dia&#8221;, mas o canal de imigração regular, definido com as empresas, já está a ter efeito &#8220;na lógica de recrutamento de mais qualificados&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Trabalhamos muito de perto com as empresas que têm necessidades de [profissionais] altamente qualificados e também das instituições de ensino superior&#8221;, afirmou o governante.</P><br />
<P>Neste período, o executivo quer promover reformas políticas a acelerou a conclusão do processo de regularização de imigrantes no país, que passou de 700 mil para 1,5 milhões, dando prioridade aos casos relacionados com as manifestações de interesse.</P><br />
<P>Em paralelo, foi feito o reforço dos serviços consulares e a articulação com associações empresariais, dando uma &#8220;resposta em cerca de 21 dias aos pedidos de vistos para trabalho que chegam via protocolo de imigração regular&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este protocolo é para todas as empresas, as grandes, as médias e as pequenas&#8221; e o pequeno empresário poderá recorrer aos serviços da respetiva associação para pedir funcionários estrangeiros, explicou Rui Armindo Freitas.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-portugal-mantem-recusa-de-receber-novos-refugiados-ate-litigio-estar-concluido-c-audio-video-e-fotos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757279]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ENTREVISTA: Portugal foi a porta de entrada de imigração ilegal na UE, hoje já não é &#8212; Governo (C/AUDIO, VIDEO E FOTOS)</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-portugal-foi-a-porta-de-entrada-de-imigracao-ilegal-na-ue-hoje-ja-nao-e-governo-c-audio-video-e-fotos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-portugal-foi-a-porta-de-entrada-de-imigracao-ilegal-na-ue-hoje-ja-nao-e-governo-c-audio-video-e-fotos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 04:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-portugal-foi-a-porta-de-entrada-de-imigracao-ilegal-na-ue-hoje-ja-nao-e-governo-c-audio-video-e-fotos/</guid>

					<description><![CDATA[*** Paulo Agostinho (texto), Pedro Lapinha Martins (Video) e José Sena Goulão (Fotos) ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio e vídeo disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P>*** Paulo Agostinho (texto), Pedro Lapinha Martins (Video) e José Sena Goulão (Fotos) ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 03 mai 2026 (Lusa) &#8211; O secretário de Estado da Imigração acusou hoje o PS de ter transformado Portugal na &#8220;maior porta de entrada ilegal&#8221; na UE e minimizou o baixo número de indeferimentos, salientando que o país agora sabe os imigrantes que tem.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa, Rui Armindo Freitas, também secretário de Estado Adjunto da Presidência, explicou que as &#8220;regras de Portugal eram absolutamente singulares no contexto europeu, e transformaram Portugal no país com maior efeito chamado sobre a própria imigração ilegal&#8221;.</P><br />
<P>Nos últimos dois anos, as medidas tomadas e a regularização de imigrantes são uma &#8220;das maiores operações da administração pública portuguesa nas últimas décadas&#8221;, afirmou o secretário de Estado, numa entrevista de balanço da política migratória portuguesa desde que o PSD é governo.</P><br />
<P>&#8220;Portugal, durante muito tempo funcionou como a porta de entrada da imigração ilegal na União Europeia [UE]&#8221;, só em 2023 deram entrada 380 mil cidadãos estrangeiros.</P><br />
<P>&#8220;Quando cá chegamos em abril de 2024, todos nos recordamos do caos no sistema de imigração, não era propriamente um sistema de imigração&#8221;, com &#8220;filas à porta da agência que trata desta realidade e centenas de milhares de pessoas não se sabia ao certo quantas eram, à espera de análise do processo e também o próprio país à espera de ter uma resposta para dar a todos quanto já cá trabalhavam&#8221;, disse.</P><br />
<P>Tudo isto &#8220;empurrou muitas pessoas para a indignidade no trabalho e para o minar da coesão social na forma como nós, os portugueses, olhávamos para o fenómeno de imigração quando víamos um Estado em falha&#8221;.</P><br />
<P>Primeiro, o executivo inventariou o número de pessoas por atender (440 mil), mas depois &#8220;surgiram as outras pendências&#8221;, como a renovação de documentos vencidos ou a atribuição de cartões a cidadãos lusófonos, lembrou.</P><br />
<P>&#8220;É bom recordar que Portugal, entre 2017 e 2024, passou de 440 mil cidadãos estrangeiros para cerca de 1,54 milhões&#8221;, quando o próprio Estado &#8220;diminuiu a resposta&#8221; após uma extinção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras que foi &#8220;atabalhoada&#8221;.</P><br />
<P>Ainda em 2024, &#8220;realizamos cerca de 700 mil atendimentos de pessoas&#8221; que &#8220;já cá estavam em Portugal&#8221;, através da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), que realizou no ano passado mais 800 mil atendimentos.</P><br />
<P>&#8220;Isto dá bem uma noção da dimensão de toda a operação que foi montada&#8221;, disse. </P><br />
<P>Hoje, estão tratados 98% dos pedidos de manifestações de interesse, tendo sido já atribuídos meio milhões de novos cartões de residência, num esforço que Rui Armindo Freitas classificou como &#8220;uma das maiores operações da administração pública portuguesa nas últimas décadas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Depois desta questão logística e administrativa, também fizemos uma revisão a tudo o que era o enquadramento regulatório, com as peças legislativas necessárias para hoje podermos dizer que temos um sistema de gestão de imigração em Portugal que funciona&#8221;, disse, referindo-se às alterações à lei de estrangeiros e da nacionalidade, faltando a aprovação do novo sistema de retorno.</P><br />
<P>&#8220;Hoje dizer que mexemos em todas as peças para termos um sistema que funciona&#8221; para uma &#8220;imigração que é necessária, mas com regras&#8221;, que &#8220;protegem a coesão social&#8221;,considerou.</P><br />
<P>Apesar deste volume de processos, o número de indeferimentos foi de apenas 50 mil, muitos deles relacionados com cidadãos que já não estavam no país, um sinal também de que a perceção de insegurança estava aquém da realidade.</P><br />
<P>Para Rui Armindo Freitas, &#8220;é normal que haja desconfiança sobre uma realidade quando o Estado não realiza as tarefas mais básicas&#8221;, como a verificação de antecedentes.</P><br />
<P>&#8220;Analisámos cerca de meio milhão de registos criminais de pessoas que estavam em Portugal e que nunca tinham tido o registo criminal verificado&#8221;, salientou o secretário de Estado, considerando &#8220;normal que tivesse existido algum alarde e até algum nervosismo, porque essa era uma tarefa básica que não estava a ser cumprida&#8221; pelo Estado.</P><br />
<P>Hoje, &#8220;as pessoas podem confiar no sistema de imigração de Portugal porque o Estado está a funcionar nas suas tarefas básicas&#8221;, prometeu, referindo que o Governo tem feito &#8220;um caminho de política de imigração em Portugal ao centro, com moderação&#8221;.</P><br />
<P>Contudo, &#8220;não basta humanismo de papel&#8221;, mas sim &#8220;ter regras claras que funcionem para todos&#8221;.</P><br />
<P>O número de imigrantes continua a ter interpretações diferentes, com vários analistas a duvidarem dos números da AIMA, até porque o Instituto Nacional de Estatística (INE) ainda não atualizou os valores.</P><br />
<P>&#8220;O INE tem uma tradição muito antiga em Portugal de prestar um bom serviço à sociedade portuguesa, mas nem sempre estamos todos alinhados porque as realidades também são dinâmicas e as próprias estatísticas ou a forma de medir ou os métodos podem ter de mudar conforme mudam os enquadramentos&#8221;, explicou o governante.</P><br />
<P>&#8220;A manifestação de interesse e a mudança de regras de que Portugal teve que são de facto únicas no contexto europeu, colocaram alguns desafios estatísticos&#8221;, porque existiam pessoas que apresentaram pedidos e enquanto não eram atendidos não eram contabilizados, apesar de já contribuírem para a economia e para a pressão nos serviços públicos.</P><br />
<P>Por isso, a AIMA fez a atualização dos números, porque a &#8220;realidade estatística não casava com a realidade que se vivia no terreno&#8221;, explicou o governante, que faz um balanço positivo do trabalho.</P><br />
<P>&#8220;Ao longo dos últimos meses, o que temos mostrado é que a temperatura baixou na discussão da imigração em Portugal e baixou fruto da atenção que nós lhe demos&#8221;, disse.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-portugal-foi-a-porta-de-entrada-de-imigracao-ilegal-na-ue-hoje-ja-nao-e-governo-c-audio-video-e-fotos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757278]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Pequim bloqueia sanções de Washington contra empresas chinesas por ligação a Teerão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-pequim-bloqueia-sancoes-de-washington-contra-empresas-chinesas-por-ligacao-a-teerao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-pequim-bloqueia-sancoes-de-washington-contra-empresas-chinesas-por-ligacao-a-teerao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 03:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/irao-pequim-bloqueia-sancoes-de-washington-contra-empresas-chinesas-por-ligacao-a-teerao/</guid>

					<description><![CDATA[Pequim bloqueou a aplicação das sanções de Washington contra cinco empresas chinesas devido às alegadas ligações com o comércio de petróleo iraniano, através de uma ordem que proíbe pessoas e entidades de cumprir, reconhecer ou executar essas medidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pequim bloqueou a aplicação das sanções de Washington contra cinco empresas chinesas devido às alegadas ligações com o comércio de petróleo iraniano, através de uma ordem que proíbe pessoas e entidades de cumprir, reconhecer ou executar essas medidas.</P><br />
<P>O Ministério do Comércio explicou, no sábado, que a ordem, conhecida como &#8220;blocking ban&#8221;, visa neutralizar dentro da China o efeito das sanções norte-americanas, impedindo que empresas ou indivíduos adiram às mesmas ou colaborem na aplicação.</P><br />
<P>De acordo com o comunicado oficial, as medidas adotadas por Washington, que envolvem a inclusão em listas de sanções, o congelamento de ativos e a proibição de transações, interferem nas &#8220;atividades comerciais normais&#8221; entre empresas chinesas e países terceiros e violam &#8220;o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais&#8221;.</P><br />
<P>A ordem baseia-se no quadro jurídico chinês contra a aplicação extraterritorial de leis estrangeiras, desenvolvido nos últimos anos e reforçado recentemente, em abril, com novas normas que ampliam a capacidade de Pequim para contrariar sanções adotadas por outros países.</P><br />
<P>As autoridades chinesas reiteraram a oposição às sanções unilaterais sem o apoio das Nações Unidas e sublinharam que a medida não afeta o cumprimento das obrigações internacionais do país nem a proteção dos direitos das empresas estrangeiras na China.</P><br />
<P>A decisão surge depois de Washington ter sancionado &#8212; na semana passada &#8212; dezenas de entidades e indivíduos pela alegada participação em redes financeiras ligadas ao petróleo iraniano, no âmbito da política de pressão sobre Teerão.</P><br />
<P>Entre as empresas afetadas encontram-se várias refinarias e grupos petroquímicos chineses, apontados pelos Estados Unidos pelo suposto papel na comercialização de petróleo iraniano, um fluxo que Washington considera fundamental para o financiamento de atividades militares e de grupos aliados da República Islâmica.</P><br />
<P>A medida de Pequim coincide com a preocupação expressa pela China quanto ao impacto do conflito no Irão na estabilidade energética global, com especial atenção para o estreito de Ormuz, uma rota estratégica para o abastecimento de petróleo bruto. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-pequim-bloqueia-sancoes-de-washington-contra-empresas-chinesas-por-ligacao-a-teerao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757277]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Homem acusado de matar menina aborígene no centro da Austrália</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/homem-acusado-de-matar-menina-aborigene-no-centro-da-australia/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/homem-acusado-de-matar-menina-aborigene-no-centro-da-australia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 02:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/homem-acusado-de-matar-menina-aborigene-no-centro-da-australia/</guid>

					<description><![CDATA[A polícia australiana anunciou hoje a acusação do suspeito do homicídio de uma menina de uma comunidade aborígene, num caso que provocou grande comoção e foi marcado por confrontos com as forças da ordem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A polícia australiana anunciou hoje a acusação do suspeito do homicídio de uma menina de uma comunidade aborígene, num caso que provocou grande comoção e foi marcado por confrontos com as forças da ordem.</P><br />
<P>Os investigadores descobriram na quinta-feira, perto da cidade de Alice Springs, no centro da Austrália, o corpo de uma menina identificado como sendo o de uma criança desaparecida, Kumanjayi Little Baby, de cinco anos.</P><br />
<P>A polícia deteve pouco depois Jefferson Lewis, um australiano de 47 anos. O homem tinha sido espancado até perder a consciência depois de se ter rendido aos membros da comunidade indígena, tendo sido posteriormente levado para o hospital.</P><br />
<P>Lewis enfrenta agora uma acusação de homicídio e duas de violação, anunciou a polícia do estado australiano do Território do Norte.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se de um caso profundamente comovente&#8221;, declarou o comissário de polícia Martin Dole aos jornalistas, dirigindo as condolências aos familiares da vítima.</P><br />
<P>Vários polícias, paramédicos e um bombeiro ficaram feridos durante os violentos confrontos nas imediações do hospital de Alice Springs, onde Jefferson Lewis foi internado no fim de semana.</P><br />
<P>Imagens mostram nuvens de gás lacrimogéneo, uma carrinha da polícia em chamas e uma multidão enfurecida a gritar contra polícias armados que tentavam mantê-la à distância.</P><br />
<P>De acordo com a emissora pública ABC, os manifestantes exigiam a libertação do homem para que lhe fosse infligida uma punição tradicional praticada nas comunidades indígenas do centro da Austrália.</P><br />
<P>O desaparecimento da menina desencadeou vastas operações de busca, acompanhadas com ansiedade por grande parte do país.</P><br />
<P>&#8220;É o desfecho trágico que todos esperávamos desesperadamente evitar&#8221;, declarou o primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese.</P><br />
<P>Robin Granites, porta-voz da família e membro do grupo indígena Warlpiri, apelou à calma na comunidade.</P><br />
<P>&#8220;Chegou a hora de fazer o nosso luto, de prestar homenagem à nossa família e de nos concedermos um momento para chorar e recordar&#8221;, afirmou em comunicado. </P><br />
<P>&#8220;Temos de ser fortes uns pelos outros, temos de respeitar a família e as práticas culturais&#8221;, continuou.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/homem-acusado-de-matar-menina-aborigene-no-centro-da-australia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757276]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
