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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 07 May 2026 16:47:24 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Hantavírus: Segundo doente proveniente do cruzeiro &#8220;MV Hondius&#8221; testou positivo nos Países Baixos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 16:42:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um segundo doente do navio de cruzeiro "MV Hondius", que desencadeou um alerta sanitário internacional devido a um raro surto de hantavírus, testou positivo para a doença, anunciou hoje o hospital neerlandês onde está internado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um segundo doente do navio de cruzeiro &#8220;MV Hondius&#8221;, que desencadeou um alerta sanitário internacional devido a um raro surto de hantavírus, testou positivo para a doença, anunciou hoje o hospital neerlandês onde está internado.</p>
<p>&#8220;Está agora confirmado que o doente hospitalizado tem hantavírus. O doente foi informado disso e deu o seu consentimento para que a informação fosse divulgada&#8221;, indicou o hospital LUMC de Leiden, que admitiu na quarta-feira à noite o doente no seu serviço de doenças infecciosas graves.</p>
<p>O hospital Radbud de Nimègue tinha confirmado horas antes que um doente procedente do navio de cruzeiro tinha testado positivo.</p>
<p>Não existe vacina nem tratamento específico para este vírus, que pode ser contraído através do contacto com roedores e cuja estirpe dos Andes, detetada em passageiros do cruzeiro infetados, é a única em que se conhecem casos de transmissão entre humanos.</p>
<p>O cruzeiro onde foram registados os casos e, até agora, três mortes zarpou de Ushuaia, na Patagónia, a 01 de abril, para uma viagem através do oceano Atlântico, e os investigadores querem determinar se o contágio aconteceu em terra (na Argentina, no Chile ou no Uruguai), através de roedores, ou já a bordo do navio.</p>
<p>O primeiro passageiro a apresentar sintomas (febre, dor de cabeça e diarreia ligeira) foi um cidadão neerlandês de 70 anos que adoeceu a 06 de abril e é considerado o paciente zero. O homem morreu a bordo do navio no dia 11 de abril.</p>
<p>Treze dias depois, a 24 de abril, o seu corpo foi desembarcado em Santa Helena (ilha remota no oceano Atlântico sul que faz parte do território britânico), juntamente com a mulher, uma neerlandesa de 69 anos.</p>
<p>A mulher também apresentava sintomas, mas voou para Joanesburgo, África do Sul, a 25 de abril, onde ia embarcar num voo de regresso aos Países Baixos. Morreu no dia seguinte, e a sua infeção por hantavírus foi confirmada a 04 de maio.</p>
<p>Segundo o armador do navio de cruzeiro &#8220;MV Hondius&#8221;, 30 passageiros &#8211; incluindo o corpo do paciente zero &#8212; desembarcaram na ilha de Santa Helena.</p>
<p>Entretanto, a 02 de maio, um cidadão alemão morreu a bordo, após ter apresentado os primeiros sintomas a 28 de abril, e um outro passageiro, um cidadão suíço que também desembarcara em Santa Helena, foi hospitalizado em Zurique e testou positivo.</p>
<p>Mais três casos suspeitos foram desembarcados na quarta-feira do navio &#8220;MV Hondius&#8221; em Cabo Verde &#8211; dois tripulantes, um britânico e um neerlandês, que estavam doentes e um caso de contacto assintomático, outro neerlandês &#8211; e transferidos em voos médicos que partiram da Praia com destino aos seus países de origem.</p>
<p>Os hantavírus são transmitidos aos humanos através de roedores selvagens infetados que excretam o vírus na saliva, urina e fezes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759932]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Pelo menos 1.500 navios e tripulações retidos devido ao bloqueio em Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 16:33:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 1.500 navios e as respetivas tripulações continuam retidos no golfo Pérsico devido ao bloqueio imposto pelo Irão no estreito de Ormuz, afirmou hoje um responsável da Organização Marítima Internacional (OMI).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 1.500 navios e as respetivas tripulações continuam retidos no golfo Pérsico devido ao bloqueio imposto pelo Irão no estreito de Ormuz, afirmou hoje um responsável da Organização Marítima Internacional (OMI).</p>
<p>&#8220;Neste momento, temos cerca de 20.000 tripulantes e cerca de 1.500 navios retidos&#8221;, declarou Arsenio Dominguez, secretário-geral da agência da ONU encarregue pela segurança marítima, por ocasião da abertura da Convenção Marítima das Américas na capital do Panamá.</p>
<p>&#8220;São pessoas inocentes que desempenham o seu trabalho diariamente em benefício dos restantes países&#8221; e &#8220;que se veem apanhadas em situações geopolíticas que lhes são alheias&#8221;, acrescentou Dominguez durante o evento que reuniu líderes da indústria e organismos internacionais do setor marítimo.</p>
<p>As declarações do secretário-geral da OMI surgem um dia depois da Organização Marítima e Portuária do Irão ter manifestado &#8220;total disponibilidade&#8221; para fornecer serviços como mantimentos, combustível e assistência médica, bem como artigos autorizados necessários para reparações, de acordo com um comunicado divulgado pela agência de notícias estatal IRNA.</p>
<p>Desde o início da guerra no Médio Oriente, desencadeada por uma ofensiva israelo-americana a 28 de fevereiro, Teerão controla o estreito de Ormuz, estratégico para o comércio mundial de hidrocarbonetos.</p>
<p>As autoridades iranianas anunciaram igualmente que os portos estavam &#8220;totalmente preparados&#8221; para prestar serviços marítimos e médicos, bem como assistência técnica, a embarcações comerciais no estreito de Ormuz e águas adjacentes.</p>
<p>A entidade enfatizou que o anúncio reflete o apoio de Teerão à &#8220;passagem segura e sustentável dos navios mercantes por um dos pontos-chave&#8221; do comércio marítimo global.</p>
<p>A mensagem iraniana surgiu após o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter decidido suspender a sua iniciativa &#8220;Projeto Liberdade&#8221;, que visava facilitar a libertação de navios retidos no estreito de Ormuz, alegando progressos nas negociações entre os dois países.</p>
<p>O governante norte-americano frisou que os dois lados tiveram &#8220;conversas muito positivas nas últimas 24 horas&#8221;, admitindo um acordo iminente para pôr fim ao conflito.</p>
<p>Washington mantém, no entanto, um bloqueio aos portos iranianos, imposto a 13 de abril, cinco dias após a entrada em vigor do cessar-fogo entre os Estados Unidos e a República Islâmica.</p>
<p>O bloqueio da navegação na região tem tido consequências a nível internacional devido à instabilidade causada nos preços do petróleo, por um quinto da produção de hidrocarbonetos passar pelo estreito de Ormuz.</p>
<p>Uma coligação de mais de 40 países está a estudar a realização de uma operação de segurança no estreito, com a França a enviar na quarta-feira o porta-aviões &#8220;Charles de Gaulle&#8221; e a sua escolta para o golfo Pérsico.</p>
<p>O bloqueio da passagem estratégica foi uma das reações do Irão à ofensiva israelo-americana, sendo a outra os ataques a países da região.</p>
<p>TAB (VQ/DMC/PNG) // SCA</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759925]]></sapo:autor>
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		<title>Do modelo francês ao sistema sueco: Europa procura fórmulas mais sustentáveis para pagar reformas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 16:33:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A sustentabilidade dos sistemas públicos de pensões voltou ao centro do debate europeu, à medida que vários países avançam com reformas estruturais para responder ao envelhecimento populacional, à pressão orçamental e ao desequilíbrio crescente entre contribuições e prestações pagas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sustentabilidade dos sistemas públicos de pensões voltou ao centro do debate europeu, à medida que vários países avançam com reformas estruturais para responder ao envelhecimento populacional, à pressão orçamental e ao desequilíbrio crescente entre contribuições e prestações pagas. Entre modelos assentes em sistemas de pontos, contas nocionais e soluções híbridas que conjugam repartição com capitalização, a Europa está a redesenhar a forma como financia a reforma de milhões de cidadãos, numa mudança que poderá marcar profundamente as próximas décadas.</p>
<p>No centro desta discussão está a crescente dificuldade dos modelos tradicionais de repartição em manterem o equilíbrio financeiro perante uma realidade demográfica cada vez mais desafiante. Nestes sistemas, que continuam a ser dominantes em grande parte da União Europeia, os trabalhadores no ativo financiam, através das suas contribuições, as pensões dos atuais reformados. Contudo, com menos população ativa a entrar no mercado de trabalho e uma geração numerosa a aproximar-se da reforma — particularmente os nascidos durante o baby boom —, a pressão sobre as contas públicas intensifica-se.</p>
<p>Em Espanha, o tema ganhou nova relevância com a divulgação de análises que mostram a forte dependência do sistema face ao financiamento estatal. Embora o défice oficial da Segurança Social espanhola tenha recuado para cerca de 7.400 milhões de dólares (6.800 milhões de euros), equivalente a 0,4% do PIB em 2025, este valor representa apenas uma parte do desequilíbrio real. Atualmente, aproximadamente um em cada quatro euros pagos em pensões e prestações sociais provém já de impostos gerais e não diretamente das contribuições de empresas e trabalhadores.</p>
<p>Se fossem excluídas as transferências do Estado, as contas apresentariam um défice bastante mais profundo. Segundo cálculos da autoridade fiscal espanhola Airef, o desequilíbrio ultrapassaria 50 mil milhões de dólares (46 mil milhões de euros), enquanto estimativas da fundação económica Fedea apontam para mais de 60 mil milhões de dólares (55,2 mil milhões de euros), um montante superior ao défice público total espanhol.</p>
<p>Este cenário tem levado especialistas a defender que a margem para pequenas correções anuais está praticamente esgotada. Um relatório do Instituto de Actuários de Espanha conclui que a actual estratégia reformista perdeu eficácia e que o país deve começar a olhar seriamente para modelos alternativos já implementados noutros Estados europeus.</p>
<p><strong>Sistema de pontos ganha terreno em várias economias europeias</strong><br />
Uma das soluções mais observadas é o sistema de pontos, já adotado como modelo principal na Alemanha, Chipre, Croácia, Eslováquia e Roménia, além de integrar sistemas mistos em países como França, Estónia e Lituânia.</p>
<p>Neste modelo, as contribuições continuam a financiar as pensões correntes, mantendo-se a lógica de repartição, mas cada trabalhador acumula direitos de reforma sob a forma de pontos ao longo da carreira, em função do salário ou do montante descontado.</p>
<p>O caso alemão é frequentemente apontado como exemplo. Um trabalhador que receba o salário médio anual acumula um ponto nesse ano; se ganhar o dobro, soma dois pontos. No momento da reforma, o total acumulado é multiplicado pelo valor do ponto em vigor, determinando assim a pensão inicial.</p>
<p>Em França, o modelo apresenta uma estrutura dual: existe uma pensão-base calculada de forma mais próxima dos sistemas tradicionais, mas a componente complementar obrigatória funciona através de pontos, adquiridos em função das contribuições realizadas e de um “preço de compra” fixado anualmente.</p>
<p>Os defensores deste modelo sublinham que reforça a ligação entre aquilo que cada pessoa desconta e aquilo que recebe mais tarde. Contudo, alertam para um risco: se o valor atribuído aos pontos for determinado por critérios políticos e não técnicos, a sustentabilidade financeira pode rapidamente deteriorar-se.</p>
<p><strong>Contas nocionais aproximam pensão do esforço contributivo</strong><br />
Outro modelo que tem ganho relevância é o das contas nocionais, já implementado em Itália, Letónia, Polónia e Suécia. Trata-se também de um sistema de repartição, mas concebido para simular uma conta individual de poupança.</p>
<p>Na prática, cada trabalhador possui uma conta virtual onde são registadas as suas contribuições ao longo da vida ativa. Esse saldo fictício vai crescendo com uma taxa de valorização normalmente indexada ao crescimento económico ou à evolução dos salários. Não existe investimento real em mercados financeiros: o dinheiro continua a ser usado para pagar as pensões atuais.</p>
<p>Quando chega a reforma, o montante virtual acumulado é convertido em pensão através de um cálculo actuarial que incorpora fatores como a esperança média de vida da geração do trabalhador e a taxa de juro considerada.</p>
<p>Os especialistas consideram que este sistema apresenta uma base actuarial mais sólida, por aproximar mais claramente o valor da pensão ao esforço contributivo de cada indivíduo. No entanto, alertam que, num país com desequilíbrios estruturais como Espanha, a adoção imediata deste modelo poderia traduzir-se em pensões iniciais entre 10% e 13% inferiores às atuais — embora com um ganho significativo em sustentabilidade de longo prazo.</p>
<p><strong>Modelo sueco é visto como referência híbrida</strong><br />
Entre todas as experiências europeias, a Suécia surge como um dos casos mais citados. O sistema sueco combina contas nocionais com capitalização obrigatória privada, criando um modelo híbrido.</p>
<p>Neste esquema, 84% das contribuições financiam a componente pública em contas nocionais, enquanto 16% são investidos em instrumentos financeiros privados através do chamado Premiumpension, funcionando como uma verdadeira poupança individual capitalizada.</p>
<p>O modelo é frequentemente apontado como uma fórmula equilibrada entre solidariedade intergeracional e responsabilidade individual. Ainda assim, a sua implementação noutros países levanta desafios complexos, sobretudo no financiamento da componente privada.</p>
<p>Os atuários apontam duas hipóteses: aumentar a carga contributiva global ou desviar parte das contribuições já existentes para a capitalização. Esta segunda opção criaria, porém, um problema imediato: reduziria os recursos disponíveis para pagar as pensões atuais, obrigando os Estados a encontrar financiamento adicional no curto prazo.</p>
<p><strong>Pressão demográfica acelera debate europeu</strong><br />
Por detrás destas reformas está uma tendência comum a quase toda a Europa: vive-se mais anos, nascem menos crianças e a base contributiva encolhe relativamente ao número de pensionistas. Ao mesmo tempo, muitos sistemas continuam a oferecer taxas de substituição elevadas — isto é, uma pensão próxima do último salário recebido —, o que aumenta ainda mais a pressão financeira.</p>
<p>A resposta europeia está, por isso, a passar por uma reconfiguração estrutural dos sistemas de pensões, com maior peso no histórico contributivo individual, mecanismos automáticos de ajustamento e modelos que procuram equilibrar justiça social com viabilidade financeira.</p>
<p>A grande questão que se coloca agora é até que ponto os países estarão politicamente dispostos a avançar com mudanças profundas num dos pilares mais sensíveis do Estado social europeu: o direito à reforma.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759909]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>UGT mantém oposição à reforma laboral após reunião sem qualquer nova proposta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 16:26:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da UGT afirmou que os parceiros sociais não discutiram qualquer nova proposta de reforma laboral na reunião da Concertação Social de hoje e que, por isso, a central reafirmou a sua oposição à última versão do Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral da UGT afirmou que os parceiros sociais não discutiram qualquer nova proposta de reforma laboral na reunião da Concertação Social de hoje e que, por isso, a central reafirmou a sua oposição à última versão do Governo.</p>
<p>&#8220;A CIP não apresentou nenhuma proposta&#8221;, afirmou Mário Mourão, no final da reunião de Concertação Social, depois de a ministra do Trabalho anunciar que as negociações chegaram ao fim sem acordo entre o executivo e os parceiros sociais.</p>
<p>O secretário-geral da UGT disse que a central não negoceia em função de iniciativas apresentadas na comunicação social e que na reunião de hoje não foram apresentadas novas propostas. Na véspera do encontro, a CIP disse estar disponível para ceder em algumas medidas pretendidas pela UGT.</p>
<p>A última proposta, que o secretariado da central sindical rejeitou em 23 de abril, foi &#8220;insuficiente para a UGT dar o seu apoio&#8221; e, como não houve uma proposta diferente em cima da mesa, a UGT manteve a rejeição, justificou o secretário-geral.</p>
<p>Mourão disse que o Governo, ao longo deste processo, assumiu que não abdicaria das &#8220;traves-mestras&#8221; da proposta e que &#8220;a UGT só está aqui para servir aqueles que representa&#8221;.</p>
<p>Apesar do fim das negociações na Concertação Social, o Governo pretende levar uma proposta de lei ao parlamento, como anunciado hoje pela ministra do Trabalho, o que levou o líder da UGT a garantir que, nessa sede, a central irá trabalhar junto dos grupos parlamentares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759917]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Duas pessoas e empresa acusadas no caso de passeio de balão de ar quente com morte no Alentejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 16:09:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público acusou duas pessoas e uma empresa de passeios em balões de ar quente, de Reguengos de Monsaraz, por condução perigosa e violação de regras de segurança, agravados pela morte de uma pessoa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público acusou duas pessoas e uma empresa de passeios em balões de ar quente, de Reguengos de Monsaraz, por condução perigosa e violação de regras de segurança, agravados pela morte de uma pessoa.</p>
<p>O Ministério Público (MP) imputa aos três arguidos, duas pessoas singulares e uma pessoa coletiva, a prática de &#8220;factos suscetíveis de integrar os crimes de condução perigosa por meio de transporte por ar e de violação de regras de segurança, ambos agravados pela morte de uma pessoa&#8221;, pode ler-se no comunicado publicado hoje no &#8216;site&#8217; da Procuradoria-Geral Regional de Évora.</p>
<p>Os factos ocorreram em Reguengos de Monsaraz, no distrito de Évora, em 28 de abril de 2024, no âmbito de um passeio turístico num balão de ar quente, disse o MP.</p>
<p>No âmbito deste passeio, &#8220;acabou por morrer um passageiro transportado, com 55 anos, por afogamento nas águas da barragem do Alqueva, numa tentativa de aterragem em terreno próximo&#8221;, pode ler-se.</p>
<p>No comunicado, o MP identifica a empresa de passeios turísticos em balões de ar quente como a pessoa coletiva acusada neste processo, referindo ainda que um dos arguidos singulares é o piloto do balão dessa viagem em concreto.</p>
<p>Contactada pela agência Lusa, fonte judicial revelou hoje que o outro arguido singular é o responsável de operações da mesma empresa de balões de ar quente.</p>
<p>De acordo com a acusação, não foi respeitado &#8220;um conjunto de regras de segurança vinculativas para a atividade de transporte de passageiros através de balões de ar quente&#8221;.</p>
<p>Como exemplo, o MP aludiu ao desrespeito por regras &#8220;relacionadas com a própria formação do piloto por parte do responsável pela pessoa coletiva que geria a atividade comercial, pela não utilização na operação de voo de equipamentos individuais de proteção, como coletes insufláveis, para situações de amaragem de emergência, tal como veio a suceder, além da completa ausência de quaisquer informações de segurança prestadas aos passageiros, aquando do respetivo briefing do voo&#8221;.</p>
<p>Segundo a acusação, &#8220;apurou-se ainda que o arguido, piloto, que transportava 13 passageiros, não adotou, como poderia e deveria, as melhores decisões no momento da preparação da aterragem no local previamente pensado pela operação de voo, fazendo com que o balão sobrevoasse uma zona de água da barragem do Alqueva&#8221;.</p>
<p>E, aí, continuou, em vez de &#8220;providenciar por uma amaragem em condições de segurança&#8221;, para evitar &#8220;perigo real e efetivo para todas as pessoas transportadas, [ordenou] que alguns passageiros se lançassem para o interior da água sem qualquer equipamento individual de proteção&#8221;, tendo um deles morrido afogado.</p>
<p>&#8220;Detetaram-se também falhas de comunicação que determinaram que o socorro e busca da vítima tivessem perdurado por tempo excessivo&#8221;, realçou o MP, que revelou ainda ter determinado a atribuição do estatuto de vítima aos restantes passageiros transportados no balão.</p>
<p>O MP disse terem sido ainda promovidas, em caso de condenação, que sejam aplicadas ao piloto do balão &#8220;a pena acessória de proibição de conduzir veículos com motor e de pilotar aeronaves com ou sem motor&#8221; e à empresa &#8220;as de injunção judiciária e de publicidade da decisão condenatória&#8221;.</p>
<p>Decorre o prazo para eventual abertura de instrução que, a não ser requerida, determinará a remessa do processo para julgamento, é referido no comunicado.</p>
<p>O inquérito foi dirigido pela secção de Reguengos de Monsaraz do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) da Comarca de Évora, com a coadjuvação da Polícia Judiciária de Évora.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759890]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>REN mais do que duplica lucro para 36,2 milhões no 1.º trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 16:06:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A REN totalizou 36,2 milhões de euros de lucro no primeiro trimestre do ano, uma melhoria de 21,8 milhões de euros relativamente ao período homólogo, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A REN totalizou 36,2 milhões de euros de lucro no primeiro trimestre do ano, uma melhoria de 21,8 milhões de euros relativamente ao período homólogo, foi hoje anunciado.</p>
<p>&#8220;O resultado líquido apresentou uma melhoria em comparação com o ano anterior, fixando-se nos 36,2MEuro (+21,8MEuro)&#8221;, face aos 14,4 milhões de euros registados no primeiro trimestre de 2025, anunciou, em comunicado.</p>
<p>Nos primeiros três meses do ano, o resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) da empresa atingiu 143,2 milhões de euros, mais 14,3 milhões de euros relativamente ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Esta evolução contribuiu assim para o resultado líquido da empresa, à semelhança do que aconteceu com a diminuição da carga fiscal em 9,9 milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759877]]></sapo:autor>
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		<title>Chega quer que Constituição permita perda de nacionalidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 15:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A proposta de revisão constitucional do Chega pretende consagrar a possibilidade de perda de nacionalidade para quem atentar "gravemente contra os valores fundamentais do Estado".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta de revisão constitucional do Chega pretende consagrar a possibilidade de perda de nacionalidade para quem atentar &#8220;gravemente contra os valores fundamentais do Estado&#8221;.</p>
<p>No artigo 4.º, relativo à cidadania portuguesa, o partido quer que fique inscrito na Constituição que &#8220;a nacionalidade portuguesa adquirida e não originária pode ser revogada em caso de obtenção fraudulenta ou de prática de atos que atentem gravemente contra os valores fundamentais do Estado português, e ainda contra a soberania, independência ou a integridade do Estado&#8221;.</p>
<p>De acordo com a proposta entregue hoje, e que vai desencadear um processo de revisão constitucional, o Chega quer também que a Constituição estipule que, para adquirir nacionalidade portuguesa, os cidadãos estrangeiros devam &#8220;comprovar o conhecimento da língua portuguesa, tal como da história, cultura e valores identitários da nação&#8221;.</p>
<p>Atualmente, este artigo refere que &#8220;são cidadãos portugueses todos aqueles que como tal sejam considerados pela lei ou por convenção internacional&#8221;.</p>
<p>Esta proposta surge depois de o Tribunal Constitucional ter declarado, por unanimidade, inconstitucional um decreto do parlamento que previa a perda da nacionalidade portuguesa como pena acessória, em caso de crimes graves com pena superior a quatro anos.</p>
<p>Os juízes estão a apreciar um decreto semelhante que o parlamento voltou a aprovar na sequência do chumbo do primeiro diploma.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759855]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus: Não é o início de uma epidemia, nem de uma pandemia, garante OMS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 15:44:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) assegurou hoje que o surto de hantavírus registado num navio de cruzeiro, que já causou três mortes, não constitui neste momento o início de uma epidemia, nem de uma pandemia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">A Organização Mundial da Saúde (OMS) assegurou hoje que o surto de hantavírus registado num navio de cruzeiro, que já causou três mortes, não constitui neste momento o início de uma epidemia, nem de uma pandemia.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Não é o início de uma epidemia. Não é o início de uma pandemia, mas é a ocasião ideal para recordar que os investimentos na investigação sobre agentes patogénicos como este são essenciais, pois os tratamentos, os testes de rastreio e as vacinas salvam vidas&#8221;, afirmou a diretora interina de Prevenção e Preparação para Epidemias e Pandemias da OMS, Maria Van Kerkhove.</p>
<p style="text-align: left;">Em declarações à imprensa em Genebra, Maria Van Kerkhove afirmou que o hantavírus não é um coronavírus: &#8220;É um vírus muito diferente, que já existe há bastante tempo, nós conhecemo-lo. Por isso, quero ser clara: isto não é o início de uma pandemia como a da covid-19&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Trata-se de um surto num navio, num espaço confinado, com cinco casos confirmados até ao momento&#8221;, acrescentou.</p>
<p style="text-align: left;">O diretor de operações de alerta e resposta a emergências sanitárias, Abdi Rahman Mahamud, acrescentou que as autoridades estão convictas de que o surto &#8220;permanecerá contido se as medidas de saúde pública forem aplicadas e se todos os países demonstrarem solidariedade&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">Os dois especialistas falavam na primeira conferência de imprensa organizada pela OMS desde o início desta crise.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Até ao momento, foram notificados oito casos, incluindo três óbitos. Cinco desses oito casos foram confirmados como sendo causados pelo hantavírus, enquanto os outros três são considerados suspeitos&#8221;, tinha declarado anteriormente o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.</p>
<p style="text-align: left;">Tedros Adhanom Ghebreyesus sublinhou que, &#8220;tendo em conta o período de incubação do vírus (da estirpe dos) Andes, que pode atingir seis semanas, é possível que sejam notificados mais casos&#8221;, acrescentou.</p>
<p style="text-align: left;">Não existe vacina nem tratamento específico contra este vírus, que pode ser contraído através do contacto com roedores e cuja estirpe dos Andes, detetada em passageiros infetados, é a única conhecida por casos de transmissão entre humanos.</p>
<p style="text-align: left;"> O cruzeiro onde foram registados os casos e as mortes zarpou de Ushuaia, na Patagónia, a 01 de abril, com destino a Cabo Verde pelo que os investigadores querem determinar se o contágio aconteceu em terra (na Argentina, Chile ou Uruguai) através de roedores ou já a bordo.</p>
<p style="text-align: left;">  O primeiro passageiro a apresentar sintomas (febre, dor de cabeça e diarreia ligeira) foi um holandês de 70 anos que adoeceu a 06 de abril e é considerado o paciente zero. O homem morreu a bordo do navio no dia 11 de abril.</p>
<p style="text-align: left;">   Treze dias depois, o seu corpo foi desembarcado em Santa Helena (ilha remota no Oceano Atlântico sul que faz parte do território britânico), juntamente com o da sua mulher, uma holandesa de 69 anos.</p>
<p style="text-align: left;">   A mulher também apresentou sintomas, mas voou para Joanesburgo, África do Sul, a 25 de abril, onde ia embarcar num voo para os Países Baixos. Morreu no dia seguinte e a sua infeção por hantavírus foi confirmada a 04 de maio.</p>
<p style="text-align: left;">   Segundo a empresa de navegação, um total de 30 passageiros &#8211; incluindo o corpo do paciente zero &#8211; desembarcou do navio de cruzeiro em Santa Helena.</p>
<p style="text-align: left;">   Entretanto, a 02 de maio, um cidadão alemão morreu a bordo após ter apresentado os primeiros sintomas a 28 de abril e um outro passageiro suíço, que também desembarcou em Santa Helena, foi hospitalizado em Zurique e testou positivo.</p>
<p style="text-align: left;">   Mais três casos suspeitos foram desembarcados na quarta-feira do navio &#8216;MV Hondius&#8217; em Cabo Verde &#8211; dois tripulantes britânicos e holandeses que estavam doentes e um caso de contacto assintomático &#8211; e transferidos por voos médicos que partiram de Praia.</p>
<p style="text-align: left;">   Os hantavírus são transmitidos aos humanos através de roedores selvagens infetados que excretam o vírus na saliva, urina e fezes.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759854]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Renault sem acordo com sindicados suspende adjudicação de veículos a fábricas espanholas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/renault-sem-acordo-com-sindicados-suspende-adjudicacao-de-veiculos-a-fabricas-espanholas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 15:41:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Renault Espanha decidiu suspender a atribuição de novos veículos às suas fábricas no país, após não ter chegado a acordo com os sindicados, e colocou em cima da mesa uma nova proposta, eliminando algumas melhorias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Renault Espanha decidiu suspender a atribuição de novos veículos às suas fábricas no país, após não ter chegado a acordo com os sindicados, e colocou em cima da mesa uma nova proposta, eliminando algumas melhorias.</p>
<p>A empresa teve hoje a 10.º reunião de negociação com os sindicatos sobre o acordo coletivo 2026-2028, mas as duas partes não chegaram a um consenso.</p>
<p>Sem um acordo com os sindicatos, a administração da Renault Espanha anunciou, em comunicado, que &#8220;é obrigada a suspender a atribuição de veículos a Espanha, abrindo a possibilidade a outras localidades dentro da rede industrial global&#8221;.</p>
<p>A empresa disse ter apresentado aos sindicatos a &#8220;última oferta possível&#8221;, com melhorias salariais ligadas ao Índice de Preços do Consumidor (IPC), por três anos, com um adicional de 1% em 2026.</p>
<p>Segundo a Renault, esta proposta incluía também a reformulação do prémio de desempenho, um aumento de 15% na taxa de horas extraordinárias, um aumento no bónus de flexibilidade e um investimento anual mínimo de 300.000 euros para melhorar as condições nas fábricas e reforçar o apoio à saúde mental.</p>
<p>Na reunião de hoje foi ainda discutida a atribuição efetiva de três novos veículos à fábrica de Palência, em Espanha, e a continuidade da atribuição de dois veículos híbridos à fábrica de Valladolid.</p>
<p>Como não foi possível alcançar um acordo, a empresa apresentou uma nova proposta negocial, com condições menos favoráveis.</p>
<p>A nova proposta elimina a alocação de novos modelos e reduz as melhorias económicas, apesar de manter os aumentos ligados exclusivamente ao IPC.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759850]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Reunião da concertação social termina sem acordo. Nova Lei Laboral segue para o parlamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 15:40:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro durou pouco mais de uma hora, com a UGT a não ceder nas linhas vermelhas, e o Governo a não ir a encontro das exigências dos sindicatos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Terminou (mais uma vez) sem acordo a reunião da concertação social desta tarde, que era a derradeira a encerrar as negociações entre Governo, patrões, sindicatos e parceiros sociais, no âmbito da discussão do novo pacote laboral proposto pelo Governo. Assim, a legislação seguirá para o Parlamento sem um consenso encontrado (e após vários meses de negociações).</p>
<p>Ainda que, ao longo dos vários encontros e rondas negociais, tenha havido cedências de ambas as partes, a UGT não cedeu nas chamadas &#8216;linhas vermelhas&#8217;, e o Governo também não foi ao encontro das exigências da estrutura sindical, o que ditou o fracasso do acordo.</p>
<p>O encontro, que começou pouco depois das 15h00, terminou cerca de uma hora e meia depois, com a falta de consenso a ser anunciada logo depois.</p>
<p>A ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, falou após o final do encontro e anunciou que &#8220;não há acordo da revisão laboral&#8221;</p>
<p>&#8220;Encerrámos o processo de negociação relativo ao anteprojeto Trabalho XXI, em que infelizmente não foi possível chegar a um acordo, e apesar de todo o esforço que o Governo fez, de boa-fé nesta negociação, em que tentou ao máximo levá-la a bom porto, em que fez inúmeras cedências, como fizeram outros parceiros. Não houve matérias, as chamadas linhas vermelhas em que Governo não tenha cedido. Mas um dos parceiros revelou-se altamente intransigente e não permitiu aproximações necessárias para chegar a acordo que desejamos&#8221;, acusou a governante, explicando depois aos jornalistas que se referia à UGT.</p>
<p>&#8220;Naturalmente levarei esta decisão ao primeiro-ministro e o Governo vai avaliar o passo seguinte que será a transformação em proposta de lei para eu siga em instancia legislativa, esgotada agora a instancia de consulta&#8221;, indicou Palma Ramalho, sobre os próximos passos que levarão a proposta à Assembleia da República.</p>
<p>&#8220;AUGT é que negociou connosco e não cedeu em nenhum ponto… por isso não se chegou a acordo. Nos chegámos a versões muito finais do que podia ser o acordo, e a UGT ficou de apresentar propostas concretas, a UGT nesta reunião entendeu não apresentar propostas concretas, e o que estava em causa era todo o processo. Assim sendo, não permitiu qualquer margem para chegar a pontos próximos em matérias concretas&#8221;, apontou a ministra do Trabalho.</p>
<p>Questionada sobre que proposta seguirá para o Parlamento, a ministra esclareceu que &#8220;esta proposta é de todo o Governo aprovada na resolução de Conselho de Ministros&#8221; e mesmo não tendo havido acordo, &#8220;considera que estes nove meses foram frutíferos para amadurecer o conteúdo do anteprojeto inicial, portanto vai naturalmente votar e aprovar algo parecido com o anteprojeto inicial, enriquecido com contributos uteis deste processo de 9 meses de negociação e até fora da concertação social&#8221;, assegurou.</p>
<p>Logo depois a CGTP interveio para acusar a ministra de avançar com a proposta que sempre quis e garantiu que vai manter a greve geral que está marcada para 3 de julho.</p>
<p>Já a UGT, afastou &#8220;para já&#8221; juntar-se à greve, indicando que &#8220;ainda não estamos nessa fase&#8221;. Mário Mourão, secretário-geral da estrutura sindical, recordou que a UGT só tomaria decisão depois de levar a ultima proposta do Governo a Secretariado Nacional, &#8220;que a rejeitou&#8221;. </p>
<p>&#8220;Informámos hoje o Governo que a UGT não concordou com a proposta que ainda estava em cima da mesa. Fomos ouvindo reptos de várias frentes que esperavam que UGT fizesse proposta, e a UGT não tem mais propostas a fazer para além das que fez no devido tempo e que não obtiveram consenso das várias partes. Uma vez que não havia nenhuma proposta hoje diferente, considerou a UGT que a decisão do seu secretariado era a que tinha transmitido&#8221;, explicou Mário Mourão aos jornalistas, no final do encontro da concertação social.</p>
<p>&#8220;Hoje ninguém apresentou propostas. A CIP hoje não apresentou nenhuma proposta&#8221;, respondeu ainda o sindicalista aos jornalistas.</p>
<p>Sobre a greve geral, adiou decisão para depois de apresentar as propostas aos órgãos da UGT e lembrou que &#8220;o trabalho não se esgota aqui, há ainda trabalho a fazer junto dos grupos parlamentares, para tentar fazer passar as propostas da UGT junto dos grupos parlamentares&#8221;.</p>
<p>&#8220;Naturalmente que espero para ver a proposta, e vamos estar atentos. O que a ministra foi dizendo é que se não houvesse acordo era o anteprojeto de julho que seguia [para o Parlamento], agora diz que há contributos. Vamos aguardar&#8221;.</p>
<p>Mário Mourão garantiu que a proposta hoje em discussão era a última do anterior encontro em sede de concertação social, mas não adiantou quando é que há nova reunião de avaliação da proposta por parte do Secretariado Nacional da UGT.</p>
<p>o líder sindical também admitiu que ainda não sabe &#8220;quais os contributos escolhidos pela ministra para integrarem a proposta no parlamento&#8221;, mas reconheceu que &#8220;esta proposta [a de hoje], é muito melhor do que a de julho, ainda assim insuficiente para que a UGT pudesse dar o seu apoio&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759830]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>BES: Associação de Lesados com &#8220;esperança&#8221; de solução justa a médio prazo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bes-associacao-de-lesados-com-esperanca-de-solucao-justa-a-medio-prazo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 15:37:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Lesados do Papel Comercial (ALPC) do BES acredita que é desta vez que haverá uma "solução justa", uma "esperança" motivada por os principais grupos parlamentares terem reconhecido a necessidade de melhorar as indemnizações pagas em 2017.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Lesados do Papel Comercial (ALPC) do BES acredita que é desta vez que haverá uma &#8220;solução justa&#8221;, uma &#8220;esperança&#8221; motivada por os principais grupos parlamentares terem reconhecido a necessidade de melhorar as indemnizações pagas em 2017.</p>
<p>Na semana passada, a ALPC foi ouvida no parlamento, na comissão de Orçamento e Finanças, tendo considerado na audição que a solução encontrada em 2017 &#8220;não é justa nem proporcional&#8221;, pois nem todos os lesados foram indemnizados na mesma proporção.</p>
<p>O fundo de recuperação de créditos criado em 2017 (para minimizar as perdas dos clientes que investiram aos balcões do BES em papel comercial de empresas do grupo) fez depender o dinheiro recuperado do capital investido. Os clientes que aceitaram esta solução recuperaram 75% dos investimentos até 500 mil euros (num máximo de 250 mil euros) e 50% dos investimentos acima de 500 mil euros.</p>
<p>Desde então, a ALPC vem reclamando que todos os lesados recebam a mesma proporção do capital investido e que essa proporção seja 75%.</p>
<p>Contactado pela Lusa, o presidente da ALPC, Mário Lopes, disse que dos contactos feitos no parlamento os principais partidos deram apoio à revisão da solução de 2017 e afirmou acreditar que esse objetivo poderá ser conseguido a médio prazo, cabendo a decisão ao Governo.</p>
<p>&#8220;Temos apoio dos partidos e temos o projeto de resolução do PS, que acreditamos que outros partidos vão acompanhar&#8221;, votando favoravelmente, disse à Lusa Mário Lopes.</p>
<p>Segundo explicou, pela solução de 2017 um lesado que tivesse investido 600 mil euros em papel comercial do grupo BES numa única aplicação recebeu 50% do valor, ou seja, 300 mil euros. Já outro lesado com os mesmos 600 mil euros investidos mas em duas aplicações recebeu 75% de cada aplicação de 300 mil euros, totalizando 450 mil euros.</p>
<p>&#8220;Todos os partidos com que tivemos reuniões acham que isto é uma injustiça, mas cabe ao Governo tomar a decisão&#8221;, afirmou Mário Lopes, acrescentando que tem &#8220;esperança&#8221; de que venha a acontecer e preferencialmente nos próximos meses.</p>
<p>O presidente da ALPC adiantou que também já se reuniram com o governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, e que este disponibilizou o banco central para dar apoio técnico na revisão dos critérios de compensação.</p>
<p>A propósito deste tema, o PS apresentou um projeto de resolução que recomenda ao Governo a adoção de uma regra uniforme para recebimento por todos os lesados de 75% do capital investido, &#8220;independentemente do valor nominal de cada aplicação individual, com um limite máximo de compensação a definir com base no valor máximo recuperado por investidores com múltiplos investimentos de menor valor&#8221;.</p>
<p>Na ALPC estão representados lesados que aderiram em 2017 à solução do papel comercial (em que recuperaram parte do investimento) e clientes que não aderiram por discordarem de que fosse recuperado apenas parte do dinheiro.</p>
<p>Segundo Mário Lopes, há 258 lesados que assinaram a solução mas não receberam 75% do valor investido, pelo que para cobrir a parte que falta seriam precisos mais 39 milhões de euros.</p>
<p>Há ainda 23 lesados que não aceitaram a solução, sendo que para esses seriam precisos 7,5 milhões de euros.</p>
<p>No total, segundo a ALPC, seriam necessários mais 46,5 milhões de euros para garantir 75% a todos os lesados.</p>
<p>O Banco Espírito Santo (BES) desapareceu há quase 12 anos, no domingo 03 de agosto de 2014, quando foi alvo de uma medida de resolução. A queda do banco e do Grupo Espírito Santo (GES) fez milhares de lesados, desde logo clientes que aos balcões do BES investiram em papel comercial de empresas do grupo.</p>
<p>Além dos lesados do papel comercial, a queda do BES/GES criou outro tipo de lesados que se têm juntado em outras associações, ABESD &#8211; Associação de Defesa dos Clientes Bancários e ALEV &#8211; Associação de Lesados Emigrantes da Venezuela e África do Sul.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759845]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sogrape distinguida por programa de transformação organizacional e excelência operacional que envolve mais de 100 colaboradores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 15:33:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[prémio]]></category>
		<category><![CDATA[sogrape]]></category>
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					<description><![CDATA[A Sogrape  foi distinguida com o primeiro prémio na categoria “Cultura de Excelência” da 15.ª edição dos KAIZEN™ Award Portugal, graças ao impacto do programa STEP – Sogrape Transformation &#038; Excellence Program na transformação organizacional do grupo vitivinícola português.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sogrape  foi distinguida com o primeiro prémio na categoria “Cultura de Excelência” da 15.ª edição dos KAIZEN™ Award Portugal, graças ao impacto do programa STEP – Sogrape Transformation &amp; Excellence Program na transformação organizacional do grupo vitivinícola português.</p>
<p>O prémio reconhece o trabalho desenvolvido pela empresa na criação de uma cultura interna mais orientada para a excelência, colaboração e execução estratégica, num contexto marcado pelos desafios da sustentabilidade, da transformação digital e da crescente competitividade do setor.</p>
<p>Lançado em 2023, o programa STEP nasceu com o objetivo de acelerar a implementação da estratégia global da Sogrape, promovendo simultaneamente uma nova forma de trabalhar dentro da organização. Atualmente, envolve mais de 100 colaboradores de 25 departamentos e diferentes geografias onde o grupo opera.</p>
<p>Estruturado em mais de 50 projetos, o programa aposta em equipas multidisciplinares, objetivos definidos e acompanhamento regular, procurando reforçar a capacidade de execução da organização e simplificar processos de decisão.</p>
<p>Segundo a empresa, esta transformação tem tido reflexos em áreas como a revisão do portefólio, com foco na premiumização, na eficiência operacional, na digitalização e no reforço dos canais de comércio eletrónico.</p>
<p>“Este reconhecimento valida o caminho que temos vindo a construir. O STEP tem representado uma mudança concreta na forma como trabalhamos no dia a dia, e uma excelente forma de capacitar as nossas pessoas, promovendo maior colaboração entre equipas e reforçando uma cultura de excelência e foco em resultados”, afirma André Campos, Chief People &amp; Transformation Officer da Sogrape, citado em comunicado.</p>
<p>O responsável acrescenta que o programa “é hoje uma nova forma de pensar e de executar na Sogrape”, permitindo ao grupo responder de forma mais ágil aos desafios atuais e futuros do negócio.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759840]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ciberataques relacionados com IA aumentam riscos para o sistema financeiro, diz FMI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 15:31:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional (FMI) avisou hoje que os ciberataques que utilizam as mais recentes ferramentas de inteligência artificial (IA) podem representar riscos para a estabilidade do sistema financeiro, e apelou a uma maior cooperação internacional sobre a matéria.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Fundo Monetário Internacional (FMI) avisou hoje que os ciberataques que utilizam as mais recentes ferramentas de inteligência artificial (IA) podem representar riscos para a estabilidade do sistema financeiro, e apelou a uma maior cooperação internacional sobre a matéria.</p>
<p>De acordo com uma análise do departamento financeiro do FMI, &#8220;as perdas causadas por um incidente cibernético de grande escala podem levar a dificuldades de financiamento, preocupações com a solvabilidade e perturbações nos mercados como um todo&#8221;.</p>
<p>Os autores do estudo acreditam que &#8220;os modelos avançados de IA reduzem o tempo e o custo necessários para encontrar e explorar vulnerabilidades, aumentando a probabilidade de atacar uma fragilidade assim que esta é descoberta em sistemas amplamente utilizados&#8221;.</p>
<p>A questão tornou-se mais premente depois da introdução do novo modelo da startup Anthropic, o Mythos, que, durante testes internos, identificou &#8220;milhares&#8221; de vulnerabilidades &#8216;zero day&#8217; em programas acessíveis online.</p>
<p>Uma vulnerabilidade &#8216;zero day&#8217; significa que os programadores e utilizadores desconhecem a fragilidade em causa. Se não forem corrigidas, estas falhas oferecem aos piratas informáticos inúmeros pontos potenciais de ataque.</p>
<p>Durante uma entrevista à Fox Business, o conselheiro económico da Casa Branca, Kevin Hassett, garantiu na quarta-feira que &#8220;todos os níveis de governo e o setor privado&#8221; estavam mobilizados para o problema.</p>
<p>O objetivo é &#8220;garantir que, antes do lançamento deste modelo, ele seja testado para assegurar que não prejudica as empresas nem o governo dos EUA&#8221;, acrescentou Hassett.</p>
<p>O desenvolvimento de ferramentas como o Mythos demonstra &#8220;que a rápida evolução dos riscos cibernéticos relacionados com a IA pode desestabilizar o sistema financeiro se não for cuidadosamente gerida, e que as autoridades devem reforçar a resiliência através da supervisão e coordenação&#8221;, concluíram os autores da análise do FMI.</p>
<p>Segundo os mesmos peritos, os riscos identificados são sistémicos e afetam todos os setores, dado que as ferramentas informáticas utilizadas no setor financeiro são frequentemente as mesmas utilizadas nos setores da energia e das telecomunicações, entre outros.</p>
<p>De uma forma mais ampla, &#8220;depender de um pequeno número de plataformas de &#8216;software&#8217;, fornecedores de &#8216;cloud&#8217; ou modelos de IA aumenta o impacto da exploração de uma única vulnerabilidade&#8221; quando esta é descoberta.</p>
<p>Como &#8220;as defesas irão inevitavelmente falhar, deve-se priorizar a resiliência&#8221; de todo o sistema para &#8220;limitar a propagação de um incidente e garantir uma recuperação rápida&#8221;, aconselham os autores.</p>
<p>O FMI defende ainda o reforço da cooperação internacional, que a instituição considera &#8220;vital&#8221;, dado que &#8220;os riscos cibernéticos não respeitam fronteiras&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759838]]></sapo:autor>
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		<title>Chega desencadeia revisão da Constituição com projeto para alterar a identidade do texto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 15:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Chega apresentou hoje um projeto que desencadeia o processo de revisão constitucional, propondo-se "alterar a identidade da Constituição" para ser uma "casa comum" e "para todos".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Chega apresentou hoje um projeto que desencadeia o processo de revisão constitucional, propondo-se &#8220;alterar a identidade da Constituição&#8221; para ser uma &#8220;casa comum&#8221; e &#8220;para todos&#8221;.</p>
<p>O documento, denominado &#8220;uma Constituição para todos os portugueses&#8221;, já deu entrada na Assembleia da República.</p>
<p>A proposta do Chega foi apresentada pelo presidente do partido, André Ventura, numa conferência de imprensa no parlamento, na qual esteve acompanhado pelo líder parlamentar, Pedro Pinto, e pelas deputadas Cristina Rodrigues e Vanessa Barata.</p>
<p>André Ventura disse querer que esta não seja apenas uma alteração ao texto constitucional, mas sim uma &#8220;alteração à identidade da Constituição&#8221;, para que &#8220;seja para todos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Que seja uma casa comum onde todos nos possamos identificar, e onde se tinha em conta maiorias sociais, sociológicas e políticas que vivemos&#8221;, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759837]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Pequeno susto&#8221;, não uma nova Covid: Especialista explica porque o hantavírus é diferente (mas porque devemos &#8220;manter prudência&#8221;)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 15:17:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Associação de Médicos de Saúde Pública (ANMSP)]]></category>
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		<category><![CDATA[vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública (ANMSP), Bernardo Gomes, rejeita comparações alarmistas com a covid-19 e considera que, à luz dos dados conhecidos, não há fundamento para falar numa nova pandemia. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aparecimento de casos confirmados de infeção por hantavírus ligados a um navio de cruzeiro que partiu do sul da Argentina colocou autoridades sanitárias internacionais em estado de vigilância reforçada, mas o presidente da Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública (ANMSP), Bernardo Gomes, rejeita comparações alarmistas com a covid-19 e considera que, à luz dos dados conhecidos, não há fundamento para falar numa nova pandemia. Ainda assim, sublinha, há perguntas importantes por responder sobre a forma como ocorreu a transmissão e sobre o verdadeiro alcance do surto.</p>
<p>Em entrevista exclusiva à Executive Digest, Bernardo Gomes começou por fazer um esclarecimento que considera essencial para enquadrar a situação: “Neste momento, a questão, e acho que é importante esclarecer isto primeiro, é que não se trata de um agente novo, é algo que é conhecido, é algo que também tem circulado de maneiras diferentes”, frisou. O responsável explicou que, quando se fala em hantavírus, fala-se de um conjunto de variantes com comportamentos epidemiológicos distintos consoante a região do globo, podendo inclusivamente provocar manifestações clínicas diferentes.</p>
<p>No caso concreto agora sob observação, associado à estirpe circulante na Argentina, a variante dos Andes, Bernardo Gomes detalha que se trata de um vírus cuja transmissão ocorre sobretudo através de substâncias libertadas por roedores infetados. “Estamos a falar de uma estirpe transmissível por substâncias libertadas por roedores, tanto urina, saliva, excrementos, e que pode ser transmissível também por aspiração respiratória daquilo que são as partículas libertadas num espaço ocupado por essas mesmas substâncias”, explicou. Em circunstâncias mais raras, acrescentou, existe igualmente a possibilidade de transmissão entre humanos: “Em alguns casos, pode ter transmissão pessoa a pessoa, em particular mais destacada nesta espécie que é presente na Argentina.”</p>
<p>É precisamente esta componente de eventual transmissão humana que tem alimentado receios e comparações com o início da pandemia de covid-19. No entanto, Bernardo Gomes faz questão de marcar uma diferença clara. “Há uma tendência para fazer um paralelo entre isto e a covid-19. Até prova em contrário, aquilo que a evidência mostra é que estamos perante um vírus já bem conhecido”, afirmou, vincando que não se trata de um novo agente patogénico desconhecido pela ciência, nem de um vírus com comportamento semelhante ao SARS-CoV-2 em termos de propagação global.</p>
<p>O presidente da ANMSP recorda, contudo, que já houve antecedentes preocupantes. “Houve um surto que ficou célebre em 2018, em que um caso foi capaz de transmitir a várias pessoas este vírus”, lembrou. Ainda assim, ressalvou de imediato: “É considerado um cenário de exceção, não é considerado um cenário principal.” Ou seja, embora a transmissão entre humanos seja biologicamente possível, continua a ser encarada como uma ocorrência rara e não como a via dominante de disseminação da doença.</p>
<p>Sobre o atual foco epidemiológico, Bernardo Gomes considera que o elemento central da investigação está no navio de cruzeiro associado aos casos confirmados. “O que na prática se tem que averiguar é o que aconteceu no cruzeiro para que tivéssemos estes casos”, salientou. Segundo o especialista, há várias hipóteses em cima da mesa: “Tem de se perceber se há uma exposição comum a substâncias de roedores, se a transmissão de pessoa a pessoa ocorreu dentro do cruzeiro”, acrescentando que “o facto de termos dois elementos de tripulação infetados é algo que deve levantar aqui algumas dúvidas”.</p>
<p>Na sua leitura, isso explica a resposta cautelosa das autoridades sanitárias internacionais. “Daí que tenha havido a máxima prudência na circunstância, por exemplo, do desembarque deste cruzeiro, e as autoridades entraram com todos os cuidados também dentro do navio”, afirmou, defendendo que a contenção inicial foi adequada face às incertezas ainda existentes.</p>
<p>Apesar do ruído mediático, Bernardo Gomes deixa uma mensagem clara sobre o nível de risco global: “Para risco pandémico, continuamos em linhas bastante baixas; em termos de preocupação generalizada, linhas também baixas”, afirmou. Ainda assim, reforça que prudência não significa complacência: “Pede-se a devida prudência, no sentido de tentar compreender o que é que se passou ou o que é que se está a passar, porque não há ainda conclusões definitivas.”</p>
<p>Essa cautela tornou-se ainda mais relevante depois de notícias sobre um possível caso fora do contexto inicial do cruzeiro. “Uma coisa é estarmos num cenário cometido num cruzeiro, que apesar de ser preocupante dá trabalho às respetivas autoridades; outra coisa é começarmos a preocupar-nos com contactos em cenários fora desse mesmo cruzeiro”, advertiu. Esse eventual alastramento geográfico, explicou, seria um fator novo na avaliação epidemiológica.</p>
<p>Ainda assim, Bernardo Gomes mantém uma perspetiva de contenção. “São precisos mais dados para ter uma estimativa do impacto que isto possa ter, ainda que com a devida tranquilidade de dizer que, mantendo as características do vírus que é conhecido, não havendo nenhuma alteração, a expectativa é que isto seja controlável com o trabalho das autoridades de saúde pública”, sublinhou. E acrescentou: “É mais fácil o controlo quanto mais restritos em termos geográficos e situacionais estivermos a falar.”</p>
<p>O especialista aproveitou também para destacar o papel crítico das estruturas de saúde pública, defendendo que este episódio funciona como um lembrete da importância da preparação institucional. “Há aqui a necessidade de transmitir uma mensagem, sim, de tranquilidade, e que as autoridades de saúde estão a trabalhar”, afirmou. Mais do que isso, vincou: “É por isto que é importante ter uma estrutura de saúde pública preparada para responder a isto”, elogiando o trabalho das autoridades portuárias, aeroportuárias e dos mecanismos internacionais de vigilância sanitária.</p>
<p>Bernardo Gomes valorizou ainda a coordenação entre países e organismos internacionais. “É por isto que existem regras, é por isto que existe uma comunidade internacional para que os países não respondam de forma solta ou desarticulada”, disse, apontando a articulação entre autoridades sanitárias do Reino Unido, Espanha, Cabo Verde, Organização Mundial da Saúde e Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças como exemplo da resposta coordenada necessária.</p>
<p>O enquadramento internacional reforça essa leitura prudente. A Organização Mundial da Saúde confirmou até agora oito casos reportados, dos quais cinco laboratorialmente confirmados como hantavírus, incluindo três mortes associadas ao surto. Ainda assim, Maria Van Kerkhove, responsável da OMS para a prevenção e preparação para epidemias e pandemias, foi categórica ao afirmar: “Não é o início de uma epidemia. Não é o início de uma pandemia.”</p>
<p>Para Bernardo Gomes, essa avaliação está alinhada com a evidência disponível. “Julgo que é um pequeno susto que pode ser aproveitado para nos lembrar da importância de termos as estruturas de saúde pública preparadas e regras bem claras para lidar com este tipo de situação”, concluiu.</p>
<p>A mensagem final do presidente da ANMSP é, por isso, de equilíbrio: atenção redobrada, investigação rigorosa e vigilância internacional apertada — mas sem alarmismo. “A mensagem é de tranquilidade”, resume Bernardo Gomes, sustentando que, pelo menos nesta fase, a preocupação deve existir, mas longe de qualquer cenário de pandemia global.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759813]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sistema bancário europeu só será competitivo se ganhar escala, diz Maria Luís</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 15:10:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A comissária europeia Maria Luís Albuquerque afirmou hoje que o sistema bancário da UE só será competitivo se ganhar escala e defendeu a formação de "alguns, poucos", bancos de maior dimensão que possam "competir genuinamente" a nível internacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A comissária europeia Maria Luís Albuquerque afirmou hoje que o sistema bancário da UE só será competitivo se ganhar escala e defendeu a formação de &#8220;alguns, poucos&#8221;, bancos de maior dimensão que possam &#8220;competir genuinamente&#8221; a nível internacional.</p>
<p>&#8220;A escala continua a ser um desafio estrutural, especialmente quando comparada com os bancos americanos. Isto reflete-se em avaliações mais baixas, mas também em custos mais elevados e numa posição global mais fraca&#8221;, sustentou a comissária responsável pela pasta dos serviços financeiros durante a conferência &#8220;Integração Financeira Europeia 2026&#8221;, promovida pela Comissão Europeia (CE) e pelo Banco Central Europeu (BCE).</p>
<p>Salientando que &#8220;isto não significa que existam menos bancos ou apenas bancos de grande dimensão&#8221; na União Europeia (UE), Maria Luís Albuquerque disse serem apenas necessários &#8220;alguns, poucos&#8221;, bancos maiores. &#8220;Não muitos&#8221;, sublinhou.</p>
<p>&#8220;Precisamos de uma gama diversificada de bancos. Os bancos de pequena e média dimensão prestam um serviço importante a muitos cidadãos e empresas europeias, mas precisamos de ver alguns bancos europeus de maior dimensão, que possam competir genuinamente a nível internacional em mercados-chave, incluindo a banca de investimento, o financiamento baseado no mercado e os serviços financeiros digitais&#8221;, reforçou.</p>
<p>A comissária portuguesa clarificou que o objetivo da CE não é, &#8220;do ponto de vista regulamentar, decidir se os bancos devem ser grandes ou pequenos&#8221;, mas sim &#8220;garantir que não existem impedimentos regulamentares para que atinjam o tamanho que faça sentido para o seu modelo de negócio&#8221;.</p>
<p>&#8220;Se o seu modelo de negócio for ser pequeno e isso fizer sentido, a regulação não os deve sobrecarregar. Mas se quiserem realmente ser grandes, optar por um sistema bancário mais universal e entrar no espaço da banca corporativa e de investimento, a regulamentação também não deve atrapalhar, se isso fizer sentido do ponto de vista comercial&#8221;, concretizou.</p>
<p>Assim, salientou Maria Luís Albuquerque, o que se pretende não é ter &#8220;um impacto negativo na diversidade&#8221; do setor bancário, mas &#8220;permitir que os modelos bancários sigam aquilo que consideram fazer sentido numa perspetiva comercial&#8221;.</p>
<p>Para a comissária, um setor bancário concorrencial na UE &#8220;deve ser, acima de tudo, resiliente&#8221;, mas também &#8220;eficiente, inovador e capaz de alocar capital onde é mais produtivo, apoiando o investimento, permitindo a inovação e financiando o crescimento de empresas novas e em expansão&#8221;.</p>
<p>Deve ainda &#8220;continuar a prestar serviços financeiros de elevada qualidade às famílias e às empresas a baixo custo&#8221;.</p>
<p>Neste sentido, a comissária afirmou que os &#8220;mais de 200&#8221; contributos reunidos ao longo das últimas semanas &#8211; de autoridades públicas, supervisores, intervenientes do setor e cidadãos &#8212; no âmbito da consulta sobre a competitividade bancária da UE irão agora orientar o próximo relatório da CE sobre o estado do sistema bancário no mercado único, a concluir até 15 de julho.</p>
<p>&#8220;De seguida, prepararemos um pacote [de medidas para o setor] bancário no primeiro trimestre de 2027&#8221;, disse, avisando que este terá de ser &#8220;ambicioso&#8221;, de forma a efetivamente &#8220;reduzir a complexidade desnecessária dos requisitos e da estrutura bancária, bem como abordar a fragmentação e permitir um mercado único mais integrado&#8221;.</p>
<p>&#8220;Para alcançar um mercado bancário verdadeiramente competitivo e integrado, incluindo uma união bancária completa na UE, bem como nos nossos mercados de capitais, devemos facilitar a operação dos bancos além-fronteiras&#8221;, afirmou, garantindo que &#8220;manter o &#8216;status quo&#8217; não é uma opção&#8221; se o objetivo for realmente &#8220;financiar uma economia competitiva da UE&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não se trata de ajustes marginais, isso não vai resolver o problema. Nada está descartado e precisamos de examinar tudo, incluindo os nossos requisitos microprudenciais, macroprudenciais e de resolução, e como interagem entre si antes de tirarmos conclusões finais&#8221;, rematou Maria Luís Albuquerque.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759819]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Dinamarquesa JYSK prevê abrir até 100 lojas na Europa nos próximos três anos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dinamarquesa-jysk-preve-abrir-ate-100-lojas-na-europa-nos-proximos-tres-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:52:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A cadeia dinamarquesa de mobiliário e decoração JYSK, com 35 lojas em Portugal, prevê abrir até 100 novas lojas em cidades europeias nos próximos três anos, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cadeia dinamarquesa de mobiliário e decoração JYSK, com 35 lojas em Portugal, prevê abrir até 100 novas lojas em cidades europeias nos próximos três anos, foi hoje anunciado.</p>
<p>Segundo um comunicado divulgado pela marca, a estratégia passa por reforçar a presença em mercados onde a empresa já opera, aproximando-se dos consumidores nos grandes centros urbanos.</p>
<p>Madrid, Dublin, Bucareste, Oslo, Estocolmo e Amesterdão estão entre as cidades já identificadas para a expansão.</p>
<p>&#8220;Queremos estar ainda mais próximos dos inúmeros clientes que vivem nas capitais e noutras cidades-chave&#8221;, afirmou o presidente executivo (CEO) da JYSK, Rami Jensen, citado no comunicado.</p>
<p>A empresa indicou que pretende inaugurar até 30 novas lojas antes do final do atual exercício fiscal, em agosto, ficando as restantes cerca de 70 unidades previstas para os dois exercícios seguintes, até agosto de 2028.</p>
<p>Nos últimos meses, a JYSK abriu lojas no centro de Dublin e Amesterdão e prevê novas inaugurações ainda este ano em Estocolmo, Oslo, Madrid e Barcelona.</p>
<p>A retalhista explicou que a nova estratégia privilegia mercados já consolidados, depois de décadas em que a maioria das lojas estava localizada em cidades pequenas, médias ou zonas periféricas.</p>
<p>A JYSK conta atualmente com mais de 3.600 lojas e presença em 50 países, empregando cerca de 34 mil trabalhadores. Em Portugal, onde abriu a primeira loja em 2016, tem 35 espaços.</p>
<p>A Lusa questionou a empresa sobre o montante referente ao investimento feito, bem como sobre o número de lojas a abrir em Portugal, mas ainda não obteve reposta.</p>
<p>A JYSK faturou 6.200 milhões de euros no ano fiscal 2024/2025, um aumento de quase 12% face ao período homólogo, com um investimento de cerca de 20 milhões de euros em Portugal na última década.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759812]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Todos os números indicam &#8220;que o SNS não está a falhar&#8221;, garante ministra da Saúde</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/todos-os-numeros-indicam-que-o-sns-nao-esta-a-falhar-ministra-da-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:49:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Paula Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[SNS]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Saúde recusou hoje que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) esteja a falhar na atividade assistencial que presta aos utentes, alegando que isso é um mito "sistematicamente repetido".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra da Saúde recusou hoje que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) esteja a falhar na atividade assistencial que presta aos utentes, alegando que isso é um mito &#8220;sistematicamente repetido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os números, todos eles, indicam que o SNS não está a falhar&#8221;, afirmou Ana Paula Martins após o Conselho de Ministros, um dia depois de o líder do PS, José Luís Carneiro, ter acusado o primeiro-ministro de ter falhado na saúde e de ser o responsável por manter em funções uma ministra que perdeu &#8220;há muito&#8221; a autoridade política.</P><br />
<P>No mesmo dia, a deputada socialista Mariana Vieira da Silva tinha defendido a demissão de Ana Paula Martins, acusando-a de já ter desistido do SNS, que apresenta &#8220;dados gravíssimos de deterioração na resposta&#8221; aos utentes.</P><br />
<P>Na conferência de imprensa de hoje, a governante salientou que o SNS cobre atualmente mais de 10,5 milhões de utentes, assegurando que, relativamente a 2024, quando o Governo da coligação AD assumiu funções, &#8220;todos os indicadores assistenciais melhoraram&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O SNS não falha, esse é um mito que é sistematicamente repetido por causa de haver situações em que a atividade assistencial não é aquela que, eventualmente, comparando com períodos homólogos, era esperada&#8221;, defendeu Ana Paula Martins.</P><br />
<P>Em causa está a redução de vários indicadores nos primeiros dois meses de 2026, que a ministra reconheceu ter acontecido, sobretudo, nas cirurgias e nas primeiras consultas, mas que considerou serem recuperáveis no resto do ano.</P><br />
<P>Ana Paula Martins atribuiu essa diminuição ao pico de gripe, mas também ao &#8220;inverno rigoroso&#8221;, alegando que os seus impactos no SNS se prolongam por semanas, devido aos internamentos complexos e demorados que provoca.</P><br />
<P>&#8220;Têm de nos deixar trabalhar e têm de nos deixar continuar a colocar os incentivos na organização dos serviços e na resposta das listas de espera para cirurgia e para consultas&#8221;, apelou a ministra, reafirmando que o novo sistema nacional de acesso SINAAC, que vai substituir o SIGIC, entra em funcionamento a 01 de agosto.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759782]]></sapo:autor>
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		<title>Comité Olímpico Internacional levanta restrições aos atletas da Bielorrússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:48:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bielorrússia]]></category>
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		<category><![CDATA[Comité Olímpico Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[desporto]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comité Olímpico Internacional (COI) anunciou hoje o levantamento das restrições impostas aos atletas da Bielorrússia após a invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022, permitindo novamente a participação sob bandeira e hino nacionais, incluindo em modalidades coletivas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Comité Olímpico Internacional (COI) anunciou hoje o levantamento das restrições impostas aos atletas da Bielorrússia após a invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022, permitindo novamente a participação sob bandeira e hino nacionais, incluindo em modalidades coletivas.</P><br />
<P>No entanto, o comité executivo do organismo, reunido em Lausana, manteve as limitações aplicadas aos atletas russos, que continuarão autorizados a competir apenas de forma individual, sob bandeira neutra, desde que não tenham manifestado apoio ativo ao conflito na Ucrânia.</P><br />
<P>Segundo o comunicado do COI, cabe agora às federações internacionais aplicar as novas recomendações, decididas hoje.</P><br />
<P>Desde o início da invasão da Ucrânia, o COI recomendou inicialmente a exclusão total de atletas russos e bielorrussos, em fevereiro de 2022, antes de permitir o regresso sob bandeira neutra, em março de 2023.</P><br />
<P>A nova orientação deverá permitir o regresso oficial de uma delegação da Bielorrússia aos Jogos Olímpicos Los Angeles2028 e aos Jogos Olímpicos da Juventude de Inverno de Dolomiti Valtellina2028, incluindo a participação na cerimónia de abertura e presença no quadro de medalhas. </P><br />
<P>Nos Jogos Olímpicos Paris2024 e nos Jogos de Inverno de Milão-Cortina2026, realizados em fevereiro passado, atletas bielorrussos e russos competiram na categoria de &#8220;atletas individuais neutros&#8221;, sem símbolos nacionais e em número reduzido. </P><br />
<P>Para justificar a distinção entre Bielorrússia e Rússia, o COI recordou que o Comité Olímpico Russo continua suspenso desde o outono de 2023, após integrar sob a sua autoridade organizações desportivas de quatro regiões ucranianas ocupadas.</P><br />
<P>A entidade acrescentou ainda que persistem preocupações recentes relacionadas com o sistema antidopagem russo.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759794]]></sapo:autor>
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		<title>“Sou o Papa Leão XIV”: tentou convencer o banco, mas acabaram por lhe desligar o telefone</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[papa leão xiv]]></category>
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					<description><![CDATA[Nem o Papa escapa aos labirintos do atendimento ao cliente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nem o Papa escapa aos labirintos do atendimento ao cliente. Pouco depois de ter sido eleito, Leão XIV tentou atualizar os seus dados pessoais junto do banco onde mantinha conta em Chicago, mas acabou por esbarrar nos procedimentos habituais das centrais de apoio — e, segundo o &#8216;ABC&#8217;, a chamada terminou da forma mais inesperada: com a operadora a desligar o telefone.</p>
<p>A história foi contada pelo padre Tom McCarthy durante um encontro de católicos em Naperville, no Illinois, Estados Unidos, e divulgada pelo jornal americano &#8216;The New York Times&#8217;. O episódio terá ocorrido cerca de dois meses depois da entronização de Robert Francis Prevost como Leão XIV.</p>
<p>O novo Papa ligou para o banco da sua cidade natal para atualizar o número de telefone e a morada associada à conta. Identificou-se pelo nome e respondeu corretamente às perguntas de segurança, mas isso não chegou para que a alteração fosse processada.</p>
<p>Do outro lado da linha, a funcionária explicou que teria de se deslocar pessoalmente a uma agência.</p>
<p><strong>“Não poderei fazer isso”</strong></p>
<p>Leão XIV tentou insistir. Disse que não poderia comparecer presencialmente e lembrou que já tinha respondido a todas as perguntas de segurança exigidas pelo banco.</p>
<p>Perante a recusa, decidiu usar um argumento pouco comum numa chamada para o apoio ao cliente.</p>
<p>“Algo mudaria se eu lhe dissesse que sou o Papa Leão XIV?”, perguntou.</p>
<p>A resposta não foi a que esperava. A funcionária do banco terá desligado a chamada.</p>
<p>O caso acabou por ser resolvido graças à intervenção de outro padre, que conhecia o presidente do banco. Não se sabe, porém, o que aconteceu à operadora que desligou o telefone ao cliente mais famoso da instituição.</p>
<p>“Imagine ser conhecida como a mulher que desligou na cara do Papa?”, brincou o padre Tom McCarthy.</p>
<p><strong>A história que aproxima o Papa da vida comum</strong></p>
<p>A história tornou-se rapidamente viral nos Estados Unidos, em parte graças a um vídeo que começou a circular nas redes sociais. O episódio ganhou força precisamente por colocar o líder de 1,4 mil milhões de católicos numa situação familiar para qualquer cidadão: tentar resolver um assunto simples com um banco e ficar preso a regras, validações e procedimentos.</p>
<p>A situação tem também um lado quase simbólico. O homem que lidera a Igreja Católica conseguiu responder às perguntas de segurança, mas não conseguiu convencer o sistema de atendimento de que não podia simplesmente passar pela agência.</p>
<p>Como resume o ABC, é difícil imaginar uma história mais contemporânea para aproximar o Bispo de Roma da realidade terrena: nem a autoridade papal parece suficiente perante os protocolos de um banco.</p>
<p><strong>Não foi o primeiro Papa a mostrar o lado mais humano</strong></p>
<p>O episódio de Leão XIV junta-se a outros momentos em que papas recentes surgiram em situações quotidianas, longe da solenidade habitual do cargo.</p>
<p>Em 2013, nas primeiras 24 horas do pontificado, o Papa Francisco insistiu em pagar a conta do hotel onde tinha ficado alojado durante o conclave e fez questão de ir buscar a própria bagagem.</p>
<p>Agora, a história é outra: um Papa recém-eleito tentou atualizar os dados bancários, explicou que era Leão XIV e acabou por descobrir que, para o atendimento ao cliente, nem sempre há exceções — mesmo quando o cliente vive no Vaticano.</p>
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