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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Insónias ao deitar? O segredo para descanso profundo pode ser trocar o telemóvel… por banda desenhada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 11:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O impacto do uso do telemóvel antes de dormir tem sido repetidamente apontado por especialistas como prejudicial à qualidade do sono.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O impacto do uso do telemóvel antes de dormir tem sido repetidamente apontado por especialistas como prejudicial à qualidade do sono. Ainda assim, o hábito de percorrer notícias, redes sociais ou mensagens até adormecer continua a ser comum. Foi precisamente esse comportamento que o jornalista britânico Joel Harley decidiu alterar — e os efeitos, garante, foram significativos.</p>
<p>Num artigo publicado no jornal britânico The Guardian, Joel Harley relata a experiência de ter substituído o uso do telemóvel à noite pela leitura de banda desenhada. A mudança, segundo o próprio, trouxe alterações profundas não apenas na qualidade do sono, mas também no conteúdo dos seus sonhos e no seu bem-estar geral.</p>
<p><strong>Noites marcadas por ansiedade digital</strong><br />
Durante anos, o jornalista descreve que o seu ritual noturno consistia em deitar-se e permanecer agarrado ao telemóvel até adormecer. “Costumava ir para a cama e ficar a olhar para o telemóvel até adormecer. Quando não estava a ler compulsivamente manchetes alarmistas, acabava por adormecer no meio de comentários odiosos nas redes sociais ou a reviver dramas do trabalho através das versões móveis do Teams e do Slack”, relata.</p>
<p>O resultado, explica, era um sono inquieto e fortemente marcado pela ansiedade. “Quando finalmente conseguia adormecer, o sono era agitado e repleto de ansiedade. Com a mente inundada por receios de todo o tipo de apocalipses e pela virulência de agitadores na Internet, não é de admirar que os meus sonhos estivessem cheios do mesmo”, descreve.</p>
<p>A constante exposição a conteúdos negativos, polémicos ou alarmistas acabava por prolongar, durante a noite, o clima de tensão acumulado ao longo do dia.</p>
<p><strong>Um ponto de viragem numa noite de insónia</strong><br />
O momento de mudança surgiu após uma noite particularmente difícil. Joel Harley explica que, numa fase em que o debate online em torno da iminente segunda legislatura de Donald Trump gerava intensa agitação digital, percebeu que precisava de redefinir as suas rotinas noturnas.</p>
<p>“Impulsionado pelo alvoroço na Internet em torno da iminente segunda legislatura de Donald Trump, percebi que precisava de cuidar da minha saúde mental e criar novas rotinas antes que o medo e a raiva me consumissem por completo”, afirma.</p>
<p>Foi então que decidiu abandonar o telemóvel antes de dormir e optar por algo diferente: a leitura de banda desenhada.</p>
<p><strong>Sonhos mais fantasiosos e menos dominados por medos</strong><br />
A substituição do ecrã pela leitura trouxe efeitos rápidos, segundo o jornalista. “Em vez de pegar no telemóvel à noite, optei por ler uma banda desenhada. Lê-las em adulto devolveu-me essa capacidade de deslumbramento infantil que ultrapassou as minhas ansiedades”, escreve.</p>
<p>A mudança refletiu-se diretamente na qualidade do descanso. “Notei que o meu sono começou a melhorar. Os meus sonhos eram mais fantasiosos e menos marcados pelos terrores quotidianos”, descreve.</p>
<p>A leitura, associada a narrativas visuais e universos imaginativos, passou a ocupar o espaço mental que antes era preenchido por conflitos digitais, polémicas políticas e tensões profissionais.</p>
<p><strong>Autocuidado em vez de fuga</strong><br />
Joel Harley faz questão de sublinhar que esta redescoberta da banda desenhada não representa uma tentativa de escapar à realidade. “Redescobrir o meu amor pela banda desenhada não consiste em esconder a cabeça na areia refugiando-me em universos imaginários. Trata-se de dedicar tempo ao autocuidado num mundo que nos exige cada vez mais a nível mental”, esclarece.</p>
<p>Para o jornalista, a mudança de hábito foi uma forma consciente de proteger a saúde mental e estabelecer limites face à sobrecarga informativa e emocional proporcionada pelos dispositivos digitais.</p>
<p><strong>Impacto no humor e na criatividade</strong><br />
Os efeitos não se limitaram ao sono. Joel Harley garante que a decisão de abandonar o telemóvel antes de dormir teve repercussões mais amplas na sua vida diária. “Deixar para trás essas noites agarrado ao telemóvel melhorou o meu estado de espírito, a minha criatividade e a minha visão geral da vida”, afirma.</p>
<p>A experiência relatada pelo jornalista reforça a ideia, frequentemente defendida por especialistas, de que a exposição prolongada a ecrãs antes de dormir pode afetar negativamente o descanso. Ao mesmo tempo, sugere que pequenas alterações na rotina noturna podem ter impacto significativo na qualidade do sono e no equilíbrio emocional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759518]]></sapo:autor>
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		<title>Colisão entre três automóveis faz um ferido grave e corta EN8 em Botica, Loures</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 10:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A EN8 (Estrada Nacional) encontra-se cortada na localidade de Botica, Loures, devido a uma colisão entre três veículos ligeiros que provocaram um ferido grave e dois ligeiros, disse à Lusa fonte da proteção civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A EN8 (Estrada Nacional) encontra-se cortada na localidade de Botica, Loures, devido a uma colisão entre três veículos ligeiros que provocaram um ferido grave e dois ligeiros, disse à Lusa fonte da proteção civil.</P><br />
<P>De acordo com a fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Grande Lisboa, o alerta para o acidente, na Rua dos Combatentes do Ultramar, foi dado pelas 11:03, encontrando-se cortada a EN8 na zona de Botica, no concelho de Loures, distrito de Lisboa.</P><br />
<P>Segundo a fonte, o acidente envolveu três veículos ligeiros de passageiros e a colisão provocou um ferido grave e dois ligeiros.</P><br />
<P>No local encontram-se 15 operacionais, apoiados por 15 veículos, entre bombeiros, PSP e INEM.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760858]]></sapo:autor>
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		<title>Pelo menos 14 polícias mortos em ataque suicida por dissidentes dos talibãs paquistaneses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 10:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 14 agentes da polícia morreram no noroeste do Paquistão, num ataque suicida reivindicado por um grupo dissidente dos talibãs paquistaneses, anunciaram hoje as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 14 agentes da polícia morreram no noroeste do Paquistão, num ataque suicida reivindicado por um grupo dissidente dos talibãs paquistaneses, anunciaram hoje as autoridades. </P><br />
<P>Um bombista suicida e vários homens armados detonaram um veículo carregado de explosivos perto de um posto de segurança em Bannu, um distrito da província de Khyber Pakhtunkhwa, na fronteira com o Afeganistão, na noite de sábado, disse o responsável policial Sajjad Khan, segundo a agência AP. </P><br />
<P>O ataque desencadeou um tiroteio intenso e alguns agentes foram mortos no confronto, enquanto outros morreram mais tarde após o desabamento do edifício.</P><br />
<P>Os socorristas realizaram uma operação de busca que durou horas, utilizando maquinaria pesada, para recuperar corpos debaixo dos escombros, disse Khan, acrescentando que três outros polícias ficaram feridos no ataque.</P><br />
<P>As forças de segurança também lançaram uma operação para localizar os autores.</P><br />
<P>Um grupo militante recém-formado, Ittehad-ul-Mujahideen Pakistan (IMP), reivindicou a responsabilidade pelo ataque, numa declaração enviada a jornalistas. </P><br />
<P>Embora o grupo afirme ter sido formado por fações dissidentes dos talibãs paquistaneses, conhecidas como Tehrik-e-Taliban Pakistan (TTP), as autoridades acusaram-no de ser uma fachada para o TTP.</P><br />
<P>O Paquistão tem assistido a um aumento da violência militante nos últimos anos, grande parte atribuída ao TTP, um grupo separado mas aliado dos talibãs afegãos, que regressaram ao poder no Afeganistão em 2021.</P><br />
<P>Islamabade acusa frequentemente o Governo talibã do Afeganistão de dar refúgio ao TTP, uma alegação que Cabul nega.</P><br />
<P>As tensões entre os dois vizinhos persistem, e ambos os lados envolveram-se em combates que mataram centenas de pessoas desde o final de fevereiro.</P><br />
<P>No início de abril, autoridades afegãs e paquistanesas realizaram conversações de paz mediadas pela China. </P><br />
<P>No entanto, apesar das negociações, os confrontos esporádicos transfronteiriços continuaram, embora com menor intensidade do que antes.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760857]]></sapo:autor>
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		<title>Ignorou email da lotaria por pensar que era spam e afinal tinha ganho 30 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 10:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O vencedor foi o único apostador a acertar na chave premiada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="94" data-end="394">Um pai de família australiano ignorou inicialmente um email que anunciava um prémio milionário por acreditar que se tratava de uma fraude. No entanto, a mensagem era verdadeira e o homem tinha acabado de ganhar 50 milhões de dólares australianos, cerca de 30 milhões de euros, num sorteio da lotaria.</p>
<p data-start="396" data-end="600">De acordo com o Huffingtonpost, o vencedor foi o único apostador a acertar na chave premiada. A aposta tinha sido feita através da aplicação oficial da lotaria e custou apenas 6,30 dólares australianos.</p>
<p data-start="646" data-end="906">Segundo o Huffingtonpost, a organização da lotaria tentou inicialmente contactar o vencedor por telefone, mas o número associado à conta estava desatualizado. Sem conseguir chegar ao homem dessa forma, enviou-lhe um email a informar que tinha ganho o prémio.</p>
<p data-start="908" data-end="1073">O australiano revelou que ignorou completamente a primeira mensagem. “Vi o primeiro email e nem sequer o abri. Pensei que era lixo eletrónico e apaguei-o”, explicou.</p>
<p data-start="1075" data-end="1212">Foi apenas depois de receber um segundo aviso que começou a desconfiar de que algo poderia ser verdadeiro e decidiu verificar a situação.</p>
<p data-start="1238" data-end="1353">Depois de entrar em contacto com a lotaria, o homem confirmou que era efetivamente o vencedor do prémio milionário.</p>
<p data-start="1355" data-end="1488">“É mesmo verdade?”, perguntou incrédulo ao perceber que tinha ganho 50 milhões de dólares australianos. “É uma loucura”, acrescentou.</p>
<p data-start="1490" data-end="1613">O vencedor contou que estava em casa a ver um jogo de futebol australiano com o filho quando recebeu a confirmação oficial.</p>
<p data-start="1655" data-end="1795">O homem explicou que até agora vivia numa casa arrendada com a família e admitiu que nunca imaginou conseguir comprar uma habitação própria.</p>
<p data-start="1797" data-end="1929">Segundo relatou, a intenção passa agora por adquirir uma casa na mesma zona onde vive atualmente e ajudar os filhos financeiramente.</p>
<p data-start="1931" data-end="2060">Apesar da fortuna, garantiu que pretende continuar a viver de forma discreta e usar parte do dinheiro para ajudar outras pessoas.</p>
<p data-start="2062" data-end="2258" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O vencedor revelou ainda que escolheu os números da aposta de forma aleatória, embora tenha incluído o número 14, o seu favorito no futebol, que acabou por coincidir com um dos números vencedores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760057]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Longevidade e alimentação: Saiba quais são as 10 melhores frutas para proteger o cérebro e as células</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 10:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A fruta é amplamente reconhecida como um dos pilares de uma alimentação equilibrada e promotora de saúde. Segundo a Fundação Espanhola do Coração, a recomendação é consumir mais de três porções por dia, sendo que cada porção deverá situar-se entre 120 e 200 gramas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fruta é amplamente reconhecida como um dos pilares de uma alimentação equilibrada e promotora de saúde. Segundo a Fundação Espanhola do Coração, a recomendação é consumir mais de três porções por dia, sendo que cada porção deverá situar-se entre 120 e 200 gramas. No entanto, nem todas as frutas oferecem os mesmos benefícios, especialmente quando o objetivo é promover a longevidade.</p>
<p>A médica e especialista em longevidade Irene Pinilla, conhecida nas redes sociais como @dra.irenepg, partilhou recentemente um vídeo onde apresenta um ranking das dez frutas mais recomendadas para favorecer uma vida longa e saudável. A proposta distingue entre frutas que fornecem essencialmente vitaminas ou energia e aquelas que, além disso, contribuem para proteger as células, o cérebro e o sistema cardiovascular do envelhecimento.</p>
<p><strong>Não existe uma fruta perfeita</strong><br />
A especialista sublinha que não existe uma única fruta ideal para todos. “A chave não é comer fruta por comer, mas escolher a que melhor se adapta ao seu metabolismo e aos seus objetivos”, explica.</p>
<p>O critério utilizado no ranking tem em conta fatores como o impacto glicémico, o teor de antioxidantes, a presença de fibra e de compostos bioativos com potencial efeito protector contra o envelhecimento.</p>
<p><strong>As frutas com pior classificação</strong><br />
Na parte inferior da lista surgem frutas com benefícios nutricionais reconhecidos, mas com maior teor de açúcares.</p>
<p>No décimo e último lugar aparecem as uvas. Apesar de conterem antioxidantes, a médica alerta para a sua elevada carga glicémica, o que reduz o seu interesse no contexto da longevidade.</p>
<p>Em nona posição surge a banana, valorizada pelo seu teor de potássio e pela capacidade de fornecer energia rápida. Ainda assim, segundo a especialista, não tem um impacto significativo na promoção da longevidade.</p>
<p>O oitavo lugar é ocupado pela manga. Rica em vitamina C, apresenta, no entanto, um teor considerável de açúcar.</p>
<p>Logo acima, na sétima posição, encontra-se a laranja. Apesar da sua reputação como fonte de vitamina C e reforço do sistema imunitário, o seu conteúdo em açúcares — sobretudo quando consumida sob a forma de sumo — pesa negativamente nesta classificação.</p>
<p><strong>Equilíbrio entre fibra, antioxidantes e saúde cardiovascular</strong><br />
A meio da tabela surgem frutas com propriedades mais interessantes do ponto de vista da saúde global.</p>
<p>A romã ocupa o sexto lugar, destacando-se pelo seu papel na proteção dos vasos sanguíneos e na promoção da saúde cardiovascular.</p>
<p>Em quinto lugar surge a maçã, valorizada pelo seu teor de fibra. Este componente contribui para a saciedade e ajuda a manter o equilíbrio da microbiota intestinal, fatores relevantes para a saúde metabólica.</p>
<p>Na quarta posição aparecem os morangos, ricos em antioxidantes. Estes compostos ajudam a proteger a pele e a reduzir a inflamação, dois elementos considerados fundamentais num envelhecimento saudável.</p>
<p><strong>O pódio da longevidade</strong><br />
As três primeiras posições são reservadas às frutas com perfil nutricional mais favorável segundo a médica.</p>
<p>O kiwi ocupa o terceiro lugar, sobretudo devido ao seu elevado teor de vitamina C, que beneficia o sistema imunitário, a saúde da pele e a digestão.</p>
<p>Em segundo lugar surge o abacate, uma fruta que se distingue das restantes pelo seu teor de gorduras saudáveis. De acordo com Irene Pinilla, estas gorduras “ajudam o coração e mantêm o metabolismo mais estável”.</p>
<p>O primeiro lugar é atribuído aos arandos, considerados pela especialista como a melhor fruta para promover a longevidade. O seu elevado teor de antioxidantes contribui para proteger as células e o cérebro do envelhecimento, além de apresentarem menor impacto glicémico e um efeito anti-inflamatório relevante.</p>
<p><strong>Combinação é a chave</strong><br />
Apesar da hierarquização apresentada, os especialistas concordam que não existe uma fruta absolutamente perfeita. O valor nutricional depende do conjunto de nutrientes e compostos bioativos presentes em cada alimento.</p>
<p>Assim, a estratégia mais vantajosa passa por combinar diferentes tipos de fruta, aproveitando os seus benefícios complementares. Numa alimentação orientada para a longevidade, diversidade, equilíbrio e adequação às necessidades individuais continuam a ser os princípios fundamentais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759513]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Israel mata dois agentes da polícia no sul de Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 10:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Israel matou dois agentes da polícia e feriu várias pessoas num ataque com drone em Khan Yunis, sul da Faixa de Gaza, apesar do cessar-fogo em vigor, disse a Defesa Civil do enclave palestiniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Israel matou dois agentes da polícia e feriu várias pessoas num ataque com drone em Khan Yunis, sul da Faixa de Gaza, apesar do cessar-fogo em vigor, disse a Defesa Civil do enclave palestiniano.</P><br />
<P>A polícia de Khan Yunis relatou à agência espanhola EFE que o drone visou o veículo civil em que Wisam Abdelhadi, diretor de investigação do mesmo corpo, viajava. A mesma fonte identificou o outro falecido como Fadi Heikal, também sargento da polícia.</P><br />
<P>O gabinete de imprensa do hospital Al Nasser em Khan Yunis, para onde os corpos foram transferidos, confirmou à EFE que ambos morreram imediatamente após o ataque e chegaram ao hospital sem vida.</P><br />
<P>O exército israelita não comentou o ataque até agora.</P><br />
<P>Nas últimas horas, outros dois ataques de drones israelitas mataram uma pessoa no campo de refugiados de Al Magazi (centro) e deixaram vários feridos em Shakush (sul). Além disso, Israel intensificou os seus ataques de artilharia a Al Qarara (sul) e Bureij (centro).</P><br />
<P>O número de pessoas mortas na Faixa de Gaza por fogo israelita atingiu no sábado 72.736 desde outubro de 2023, depois de o Ministério da Saúde local ter identificado 103 corpos e os ter adicionado ao total.</P><br />
<P>Além disso, apesar do cessar-fogo em vigor desde outubro, pelo menos 850 pessoas foram mortas na Faixa nestes sete meses, o que equivale a uma média de quatro mortes diárias por ataques aéreos ou por tiros de tropas israelitas ainda estacionadas na chamada linha amarela. </P><br />
<P>A ofensiva israelita no enclave começou após o ataque do movimento islamita palestiniano Hamas no sul de Israel, em 07 de outubro de 2023, que causou cerca de 1.200 mortos e quase 250 raptados, segundo o balanço oficial.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760856]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: Oligarcas da tecnologia estão a controlar os media &#8211; Francesca Bria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 09:25:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Alexandra Luís, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>*** Alexandra Luís, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 10 mai 2026 (Lusa) &#8211; A economista da inovação Francesca Bria alerta, em entrevista à Lusa, para o facto de os oligarcas da tecnologia estarem a controlar os media e refere que é uma profissão que está a ser alvo de ataque.</P><br />
<P>A professora da UCL, conselheira da ONU e da UE, listada na Forbes como uma das 50 mulheres mais influentes na área de tecnologia começa por dizer que em primeiro lugar é preciso não ter medo.</P><br />
<P>&#8220;Se tivermos medo, a extrema-direita ganha porque ganham sempre assustando as pessoas&#8221;, diz a economista, que foi uma das oradoras este ano do congresso da APDC (Digital Business Congress), em Lisboa.</P><br />
<P>Portanto, &#8220;acho que a comunicação social é a primeira vítima deste sistema, há uma elevada concentração de poder nos media, os oligarcas da tecnologia estão a controlar os media agora&#8221;, aponta.</P><br />
<P>Isso acontece não só nos media digitais, diz. Nos EUA, Ellison, &#8220;agora controla a Paramount e o TikTok e todos os media, na verdade&#8221;, refere.</P><br />
<P>David Ellison é presidente executivo (CEO) da Skydance Media e Paramount e faz parte do grupo de bilionários investidores liderados pelo seu pai, Larry Ellison, que controlam as operações do TikTok nos EUA.</P><br />
<P>&#8220;Acho que há um ataque aos media democráticos, há também um ataque aos jornalistas e à sua capacidade de produzir conteúdo verificado com fontes para fazer um trabalho jornalístico de investigação real que possa desafiar o poder&#8221;, considera a economista.</P><br />
<P>No fundo, diz, &#8220;há um ataque à ideia de jornalismo numa sociedade democrática&#8221;.</P><br />
<P>Criar alternativas &#8220;também significa criar um espaço para que a comunicação social democrática continue a existir&#8221;, prossegue, sublinhando que &#8220;não há democracia sem a independência dos media&#8221;.</P><br />
<P>Por exemplo, &#8220;se observar o impacto da IA [inteligência artificial] no trabalho intelectual, verá que já existem notícias falsas, &#8216;deepfakes, conteúdos criados pela IA sem pagar aos jornalistas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quem vai pagar aos jornalistas? Esta é uma profissão que está em risco&#8221;, admite. </P><br />
<P>&#8220;Precisamos de defender o nosso pensamento crítico. Sim, a nossa capacidade de pensar criticamente, mas também de realizar este trabalho tão importante&#8221;, acrescenta Francesca Bria.</P><br />
<P>A importância do jornalista &#8220;não é apenas criar conteúdo, mas sim ir para o terreno, falar com as pessoas, ter fontes, saber identificar informação relevante e desafiar o poder&#8221;, reforça.</P><br />
<P>&#8220;Este é o quarto poder&#8221;, remata, recordando o icónico filme de Orson Welles &#8220;Citizen Kane&#8221;, que retrata isso mesmo.</P><br />
<P>Francesca Bria é uma economista da inovação e lidera a Iniciativa EuroStack sobre a Soberania Digital da Europa (www.euro-stack.info).</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760855]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ENTREVISTA: &#8220;Devemos ter uma conversa de alto nível&#8221; sobre armas IA sem controlo &#8211; Francesca Bria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 09:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Alexandra Luís, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>*** Alexandra Luís, da agência Lusa ***</P><br />
<P>Lisboa, 10 mai 2026 (Lusa) &#8211; A economista da inovação Francesca Bria defende, em entrevista à Lusa, a necessidade de haver uma conversa de alto nível, com cientistas e instituições, sobre armas de IA sem controlo e alerta para o poder dos oligarcas tecnológicos.</P><br />
<P>Instada a comentar o caso que envolveu a norte-americana de inteligência artificial (IA) Anthropic e o Pentágono sobre o uso irrestrito de armas de IA, a professora da UCL, conselheira da ONU e da UE, listada na Forbes como uma das 50 mulheres mais influentes na área de tecnologia, começa por dizer que este é um &#8220;tópico muito, muito importante&#8221;.</P><br />
<P>Aliás, quando a bomba atómica foi desenvolvida &#8220;houve muita diplomacia científica, muita discussão sobre como ela deveria ser desenvolvida e controlada. Criámos muitas instituições e, no momento, estamos a ver a implantação de guerra automatizada e armas de IA sem qualquer controlo&#8221;, salienta.</P><br />
<P>&#8220;Lembro-me de que o Papa Francisco, antes de falecer, foi ao G7 e fez um discurso sobre inteligência artificial, focando-se particularmente em armas de IA e dizendo que deveríamos bani-las se não as controlássemos&#8221;, recorda Francesca Bria, que foi uma das oradoras este ano do congresso da APDC (Digital Business Congress), em Lisboa.</P><br />
<P>A economista aponta que &#8220;é muito importante analisar&#8221; o debate entre a Anthropic e o Pentágono, no sentido de que a tecnológica disse que não quer que essa tecnologia seja usada para vigilância em massa e para matar pessoas, até porque nem se sabe como estão a ser identificados os alvos e quem estão a matar, &#8220;porque isso é feito de forma automatizada com a tecnologia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a ver esta tecnologia a ser usada no genocídio na Palestina e também na guerra contra o Irão sem qualquer prestação de contas [accountability], sem qualquer controlo&#8221;, o que é &#8220;assustador&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Portanto, &#8220;devemos, absolutamente, ter uma conversa de alto nível sobre como isso é controlado e como é implementado, com a participação de cientistas, mas também de instituições internacionais como a ONU e a Convenção de Genebra e tudo mais&#8221;.</P><br />
<P>Quanto à questão se a Europa deveria ter um debate sobre o uso ético da IA, Francesca Bria diz que a conversa deve ser outra.</P><br />
<P>&#8220;Penso que a Europa deveria desenvolver tecnologia ética&#8221;, ou seja, &#8220;precisamos de desenvolver tecnologias que estejam alinhadas com os nossos padrões éticos, democráticos e a ordem internacional&#8221;.</P><br />
<P>Porque &#8220;se não fizermos isso, ficaremos dependentes de outros que desenvolverão essa tecnologia de uma maneira diferente&#8221;, argumenta. </P><br />
<P>A Europa tem &#8220;uma hipótese agora porque estamos a desenvolver o nosso sistema de defesa e a investir muito dinheiro na criação de novas tecnologias&#8221;, afirma.</P><br />
<P>Quanto aos dados, a conselheira da UE sublinha que estes são &#8220;um bem comum, um bem público&#8221; e devem ser percecionados tal como a água, eletricidade ou ar que se respira.</P><br />
<P>A Europa, diz, tem o privilégio de ter regulação como o RGP ou Lei da Proteção de Dados que protegem a privacidade e autodeterminação.</P><br />
<P>Portanto, &#8220;não se trata apenas de o governo controlar os dados, mas também de fornecer sistemas que permitam aos cidadãos decidir quais dados que desejam manter privados e, para manter esses dados privados, quais os dados que desejam partilhar, com quem e para que finalidade&#8221;, refere.</P><br />
<P>&#8220;Este é o caminho europeu. O caminho europeu não é entregar todos os nossos dados a Elon Musk [dono da Tesla, X, SpaceX, entre outros] e Jeff Bezos [fundador da Amazon] para que os bilionários e os oligarcas da tecnologia decidam o que acontece na democracia europeia&#8221;, avisa.</P><br />
<P>&#8220;Isto não é uma democracia, isto é uma oligarquia tecnológica. E, portanto, a questão de quem controla a infraestrutura digital e os dados é uma questão fundamental da nossa vida política&#8221;, insiste a economista.</P><br />
<P>&#8220;Temos visto os oligarcas tecnológicos muito presentes na eleição de Trump, no segundo mandato de Trump. Eles controlam sistemas críticos de missão neste momento, têm poder político real e não apenas nos EUA, estão a interferir na democracia europeia&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Aliás, &#8220;vimos como Elon Musk tem usado a X durante a democracia europeia, como eles estão a apoiar partidos de extrema-direita, inclusive com Orbán na Hungria, e ele perdeu&#8221;, aponta, referindo que &#8220;o povo europeu não gosta de ditaduras&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760854]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Teerão ameaça dificultar passagem por Ormuz a países que apliquem sanções dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 09:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Teerão afirmou hoje que estabeleceu um "novo sistema jurídico e de segurança" no estreito de Ormuz e advertiu que os países que aplicarem as sanções dos Estados Unidos contra a República Islâmica enfrentarão dificuldades para transitar por aquela via marítima.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Teerão afirmou hoje que estabeleceu um &#8220;novo sistema jurídico e de segurança&#8221; no estreito de Ormuz e advertiu que os países que aplicarem as sanções dos Estados Unidos contra a República Islâmica enfrentarão dificuldades para transitar por aquela via marítima.   </P><br />
<P>&#8220;A partir de agora, os países que seguirem os Estados Unidos na aplicação de sanções contra a República Islâmica do Irão enfrentarão sem dúvida problemas ao atravessar o estreito de Ormuz&#8221;, declarou o porta-voz do Exército iraniano, general de brigada Mohammad Akraminia, numa entrevista à agência IRNA.</P><br />
<P>Akraminia, assegurou que o Irão exerce agora um controlo &#8220;fundamental e estratégico&#8221; sobre o estreito de Ormuz, um dos principais corredores energéticos do mundo. </P><br />
<P>Segundo o porta-voz, a nova situação poderia ter efeitos económicos, políticos e de segurança, e até mesmo contribuir para neutralizar as sanções secundárias dos Estados Unidos e parte das sanções primárias.</P><br />
<P>&#8220;Hoje exercemos soberania sobre o estreito de Ormuz e qualquer embarcação que queira atravessá-lo deverá coordenar connosco&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O militar assegurou ainda que, até agora, o Irão não tinha utilizado plenamente o potencial geopolítico do estreito e permitia a passagem tanto de aliados como de adversários.</P><br />
<P>No entanto, sustentou que o conflito levou Teerão a aproveitar esta capacidade estratégica e a redefinir o quadro de controlo sobre a rota marítima, pela qual transita 20% do petróleo mundial.</P><br />
<P>O Irão impôs restrições à passagem de navios e petroleiros desde os primeiros dias da guerra com Israel e os EUA, iniciada em 28 de fevereiro, o que provocou que os preços do petróleo disparassem acima de 100 dólares.</P><br />
<P>Washington, por sua vez, respondeu com um bloqueio naval sobre a portos e navios iranianos desde 13 de abril para pressionar o país a assinar um acordo de paz, que até ao momento não foi alcançado, e a Casa Branca continua à espera da resposta do Irão à sua última proposta.</P><br />
<P>As partes chegaram até a trocar fogo na quinta e na sexta-feira, apesar do cessar-fogo acordado em 08 de abril que continua em vigor.</P><br />
<P>Os Estados Unidos informaram que bombardearam instalações militares na costa iraniana em resposta a ataques contra os seus navios no estreito de Ormuz, enquanto Teerão afirmou que lançou os mísseis porque um petroleiro iraniano tinha sido atacado anteriormente. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760853]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Duche às escuras antes de dormir? Especialista explica o que está por trás da &#8216;moda&#8217; viral do TikTok</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 09:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A prática de tomar duche às escuras antes de dormir tornou-se uma das mais recentes tendências virais nas redes sociais, especialmente no TikTok, onde é apresentada como um método simples para combater a insónia e melhorar a qualidade do sono. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prática de tomar duche às escuras antes de dormir tornou-se uma das mais recentes tendências virais nas redes sociais, especialmente no TikTok, onde é apresentada como um método simples para combater a insónia e melhorar a qualidade do sono. No entanto, especialistas alertam que o fenómeno deve ser analisado com cautela e enquadrado à luz do conhecimento científico disponível.</p>
<p>A insónia afeta uma parte significativa da população. De acordo com a Sociedade Espanhola de Neurologia, até 56% dos adultos em Espanha referem dificuldades em dormir. Já a Real Academia Nacional de Medicina de Espanha estima que mais de quatro milhões de pessoas sofram de insónia crónica, o que corresponde a cerca de 10% da população.</p>
<p>As causas são diversas e incluem perturbações de saúde mental, como depressão e ansiedade, problemas pessoais, stress e maus hábitos de sono. Perante este cenário, multiplicam-se as tentativas de encontrar soluções rápidas, muitas vezes através das redes sociais, onde conselhos de saúde se tornam virais sem que exista, necessariamente, validação científica.</p>
<p><strong>Tendência viral sem estudos específicos</strong><br />
A mais recente sugestão amplamente partilhada consiste em tomar duche no escuro antes de deitar. A ideia baseia-se na premissa de que a ausência de luz e o relaxamento associado ao banho facilitam o adormecer e promovem um sono mais reparador.</p>
<p>A médica doutorada em Fisiologia María José Martínez Madrid, CEO da Kronohealth, sublinha que não existem estudos científicos que avaliem especificamente esta prática como intervenção formal contra a insónia. Ainda assim, reconhece que há fundamentos científicos que explicam parte do fenómeno. “Não é magia, é termorregulação”, afirma, resumindo o mecanismo fisiológico envolvido.</p>
<p>Segundo a especialista, sabe-se que dois fatores analisados separadamente — a redução da exposição à luz durante a noite e um duche morno antes de dormir — podem favorecer o descanso. No entanto, isso não significa que a combinação, por si só, constitua um tratamento validado para a insónia.</p>
<p><strong>O papel da temperatura corporal</strong><br />
Do ponto de vista fisiológico, a temperatura corporal desempenha um papel central no início do sono. Uma análise publicada em 2019 na revista Sleep Medicine Reviews concluiu que um banho morno, entre 38 e 40 graus Celsius, com duração aproximada de 10 minutos e realizado uma a duas horas antes de deitar, pode reduzir em cerca de nove minutos o tempo necessário para adormecer e melhorar a eficiência do sono.</p>
<p>O efeito explica-se pela vasodilatação periférica induzida pelo calor moderado, que facilita a diminuição da temperatura central do corpo. Essa descida constitui um sinal biológico que favorece o início do sono.</p>
<p>Contudo, nem todas as temperaturas produzem o mesmo efeito. Duches demasiado quentes podem ativar o organismo, enquanto a água fria tende a aumentar o estado de alerta. Daí que, como reforça María José Martínez Madrid, o fenómeno não tenha nada de mágico: trata-se de um processo de termorregulação.</p>
<p><strong>Luz, melatonina e ritmo circadiano</strong><br />
Outro elemento essencial na equação é a luz. Diversos estudos demonstraram que a exposição a iluminação intensa durante a noite atrasa a produção de melatonina, hormona responsável pela regulação do sono. Investigações anteriores indicam que a luz branca pode reduzir os níveis de melatonina até 70%.</p>
<p>Mais recentemente, um estudo liderado pela Universidade de Zaragoza, em 2025, evidenciou que a luz azul — predominante em telemóveis, computadores e outros ecrãs — tem um impacto particularmente negativo no sistema circadiano.</p>
<p>Neste contexto, tomar duche com luz reduzida pode fazer sentido enquanto estratégia complementar. Ainda assim, a produção de melatonina não se ativa de forma instantânea. “Não funciona como um interruptor”, adverte María José Martínez Madrid. Assim, um duche em penumbra não compensa uma exposição prolongada a ecrãs ou a iluminação intensa imediatamente antes de deitar.</p>
<p><strong>Atenção plena e relaxamento</strong><br />
Anjana López, membro da Sociedade Espanhola do Sono, acrescenta que a redução da iluminação durante o duche pode ter um efeito indireto positivo ao favorecer a atenção plena. A menor estimulação visual permite concentrar a atenção em estímulos como o som da água ou o aroma do sabonete, o que pode reduzir ruminações mentais e facilitar o relaxamento.</p>
<p>Apesar destes potenciais benefícios, os especialistas convergem num ponto essencial: não existem evidências científicas que sustentem o duche às escuras como tratamento específico para a insónia. A prática pode integrar um conjunto de hábitos de higiene do sono, mas não substitui acompanhamento médico quando existem perturbações persistentes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759505]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Hantavírus: Arranca desembarque de ocupantes de cruzeiro nas Canárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 08:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A operação nas ilhas Canárias para desembarcar e repatriar mais de 100 pessoas que estão no navio onde houve um surto de hantavírus arrancou hoje, por volta das 09:30 (hora local e em Lisboa).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A operação nas ilhas Canárias para desembarcar e repatriar mais de 100 pessoas que estão no navio onde houve um surto de hantavírus arrancou hoje, por volta das 09:30 (hora local e em Lisboa).</P><br />
<P>O primeiro grupo de pessoas, todas com máscaras e fatos completos de proteção sanitária, foi retirado do navio numa lancha que se aproximou do cruzeiro &#8220;MV Hondius&#8221; e transferido para o cais do porto industrial de Granadilla, na ilha de Tenerife, no arquipélago espanhol das Canárias.</P><br />
<P>O navio, que esteve de quarentena em Cabo Verde, chegou hoje de madrugada às Canárias e está ancorado no porto de Granadilla, havendo 147 pessoas a bordo, entre passageiros, tripulantes e pessoal médico da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês), segundo a empresa Oceandrive, a dona do cruzeiro.</P><br />
<P>Depois da ancoragem do navio dentro do porto, subiu a bordo, por volta das 7:45 locais, uma equipa médica do serviço Saúde Exterior do Governo espanhol, um organismo que tem como missão &#8220;orgnanizar e garantir a prestação de atenção sanitária&#8221; a pessoas em trânsito internacional por Espanha.</P><br />
<P>Após a avaliação dessa equipa médica, saíu do barco o primeiro grupo de ocupantes do &#8220;MV Hondius&#8221;.</P><br />
<P>O que está previsto é que desembarquem no arquipélago espanhol das Canárias, em Tenerife, mais de 100 pessoas, que serão repatriadas a partir de um aeroporto desta ilha, em aviões de vários países e da União Europeia (UE).</P><br />
<P>A ministra da Saúde de Espanha, Mónica García, explicou hoje que o primeiro grupo a sair do barco e a ser transportado a partir do aeroporto é o de cidadãos espanhóis (14 pessoas), que serão levadas para um hospital militar em Madrid.</P><br />
<P>O último voo de repatriamento está previsto para segunda-feira à tarde, com destino à Austrália, em que viajarão seis pessoas, de várias nacionalidades, disse a ministra.</P><br />
<P>Deverão manter-se no barco pelo menos 30 membros da tripulação, que seguirão viagem, previsivelmente na segunda-feira, para levar o paquete até aos Países Baixos, país onde está registada a propriedade do &#8220;MV Hondius&#8221; e de onde é o armador.</P><br />
<P>O desembarque e repatriamento das pessoas a bordo faz-se em zonas isoladas do porto industrial de Granadilla e do aeroporto Tenerife Sul, sem qualquer contacto com a população local.</P><br />
<P>Está também isolado o percurso de cerca de 10 quilómetros entre o porto e o aeroporto.</P><br />
<P>O transporte neste percurso é feito em veículos militares.</P><br />
<P>O definido é que tripulantes e passageiros só saem do barco quando o avião que os vai repatriar está já preparado para descolar e são levados diretamente à pista do aeroporto.</P><br />
<P>A operação está a ser coordenada por Espanha, pelos Países Baixos, pela OMS e pelo ECDC.</P><br />
<P>A OMS confirmou até agora seis casos de oito suspeitos de infeção com hantavírus em pessoas que viajaram neste barco. Três pessoas morreram e nenhum dos doentes ou suspeitos de estarem infetados estão já a bordo.</P><br />
<P>Segundo a OMS e o Governo espanhol, nenhuma das pessoas atualmente a bordo estão com sintomas de doença.</P><br />
<P>O barco viajava desde a Argentina até Cabo Verde, pelo Atlântico Sul, e suscitou um alerta sanitário internacional no passado fim de semana.</P><br />
<P>O hantavírus transmite-se geralmente a partir de roedores infetados. A variante detetada no paquete, o hantavírus Andes, é rara e pode transmitir-se de pessoa para pessoa. </P><br />
<P>A OMS considera que o risco atual para a saúde pública causado pelo hantavírus é baixo.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760852]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fingiu ser cego durante mais de 20 anos para receber apoios sociais e foi apanhado por um detalhe</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fingiu-ser-cego-durante-mais-de-20-anos-para-receber-apoios-sociais-e-foi-apanhado-por-um-detalhe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 08:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Na sequência desta investigação, o Instituto Nacional da Segurança Social italiano anunciou que irá rever processos de invalidez aprovados nos últimos anos na região de Nápoles.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="102" data-end="426">Um homem em Itália foi detido juntamente com a mulher após alegadamente ter fingido cegueira total durante mais de duas décadas para receber prestações sociais por incapacidade. O caso aconteceu em Castellammare di Stabia, na região italiana da Campânia, e envolve mais de 150 mil euros pagos pela Segurança Social italiana.</p>
<p data-start="428" data-end="641">De acordo com o Huffingtonpost, o homem recebia apoios públicos atribuídos a pessoas com cegueira absoluta, apesar de sofrer apenas de visão parcial. As autoridades suspeitavam há algum tempo de possível fraude.</p>
<p data-start="700" data-end="969">Segundo o Huffingtonpost, a Guardia di Finanza, força policial italiana responsável por crimes financeiros, acredita que o esquema teve início no começo dos anos 2000. Apesar das limitações visuais, o homem conseguia realizar normalmente várias tarefas do quotidiano.</p>
<p data-start="971" data-end="1146">As suspeitas intensificaram-se depois de um embargo de 125 mil euros realizado no ano passado. A partir daí, foi aberta uma investigação que acompanhou os movimentos do casal.</p>
<p data-start="1148" data-end="1329">Durante a vigilância, os investigadores observaram o homem a deslocar-se sozinho, levantar dinheiro em caixas automáticas e efetuar pagamentos em numerário sem qualquer dificuldade.</p>
<p data-section-id="slysy9" data-start="1331" data-end="1372"><strong>Cámaras de vigilância foram decisivas</strong></p>
<p data-start="1374" data-end="1589">O momento decisivo da investigação surgiu quando câmaras de videovigilância registaram o suspeito a utilizar um multibanco sem aparentes dificuldades. As imagens acabaram por ser usadas como prova pelas autoridades.</p>
<p data-start="1591" data-end="1770">Um perito forense e um oftalmologista analisaram posteriormente os vídeos e concluíram que o comportamento do homem era incompatível com uma pessoa sem qualquer capacidade visual.</p>
<p data-start="1831" data-end="2079">A Segurança Social italiana tinha reconhecido oficialmente a condição de “cego absoluto” em 2010, através de avaliações médicas realizadas pelos seus próprios peritos. Desde então, o homem recebeu durante mais de 20 anos a prestação correspondente.</p>
<p data-start="2081" data-end="2300">Agora, o casal enfrenta acusações de fraude agravada relacionada com o recebimento indevido de apoios públicos. O processo inclui ainda alegações de falsificação de documentos oficiais e engano de profissionais médicos.</p>
<p data-start="2302" data-end="2502">Os dois suspeitos encontram-se atualmente em prisão domiciliária enquanto o processo judicial continua a decorrer. Segundo a agência italiana Ansa, o caso poderá prolongar-se até ao final de novembro.</p>
<p data-start="2565" data-end="2706">O caso voltou a lançar o debate em Itália sobre os mecanismos de controlo das prestações atribuídas por incapacidade ou invalidez permanente.</p>
<p data-start="2708" data-end="2885" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Na sequência desta investigação, o Instituto Nacional da Segurança Social italiano anunciou que irá rever processos de invalidez aprovados nos últimos anos na região de Nápoles.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760053]]></sapo:autor>
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		<title>Cruzeiro com surto de hantavírus chega este domingo a Tenerife sob forte operação sanitária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 08:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tenerife]]></category>
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					<description><![CDATA[O navio, que partiu da Argentina a 1 de abril e seguia com destino a Cabo Verde, transporta quase 150 passageiros e tripulantes de 23 nacionalidades]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cruzeiro MV Hondius chega este domingo a Tenerife, nas Canárias, depois de um alerta sanitário provocado por um surto de hantavírus a bordo.</p>
<p>O navio, que partiu da Argentina a 1 de abril e seguia com destino a Cabo Verde, transporta quase 150 passageiros e tripulantes de 23 nacionalidades.</p>
<p>As autoridades espanholas confirmaram oito casos de infeção e três mortes associadas ao surto.</p>
<p>A embarcação não deverá atracar diretamente no porto. O plano das autoridades espanholas passa por manter o navio fundeado ao largo de Tenerife e transferir os passageiros sob fortes medidas de segurança sanitária.</p>
<p>A chegada está prevista para o porto de Granadilla, na manhã deste domingo.</p>
<p>Segundo o ministro espanhol da Política Territorial, Ángel Víctor Torres, haverá aviões disponíveis ainda este domingo para iniciar o repatriamento dos passageiros.</p>
<p>“Teremos aviões disponíveis no mesmo dia e poderemos começar a repatriar essas pessoas”, afirmou o governante.</p>
<p><strong>Passageiros seguem para o aeroporto</strong></p>
<p>O plano operacional prevê que os passageiros sejam transportados em pequenas embarcações até ao porto industrial de Granadilla.</p>
<p>Depois, deverão seguir de autocarro para o aeroporto de Tenerife Sul, de onde serão repatriados para os respetivos países.</p>
<p>O governo dos Estados Unidos já anunciou que está a organizar um voo para retirar os cidadãos americanos que seguem a bordo.</p>
<p>“O Departamento de Estado está a organizar um voo de repatriação para facilitar o regresso seguro dos passageiros americanos a bordo deste navio”, afirmou um porta-voz.</p>
<p>Durante esta semana, três passageiros doentes tinham sido retirados do navio ao largo de Cabo Verde, numa operação de emergência que levou à ativação de protocolos sanitários especiais.</p>
<p>Apesar do surto, as autoridades indicam que a maioria dos passageiros a bordo não apresenta sintomas graves.</p>
<p><strong>Preocupação entre habitantes de Tenerife</strong></p>
<p>A chegada do MV Hondius está a gerar inquietação entre habitantes de Tenerife.</p>
<p>Alguns moradores receiam que a operação possa pressionar os serviços de saúde da ilha, numa altura em que os hospitais já enfrentam constrangimentos.</p>
<p>“Tendo em conta que o nosso hospital está sempre lotado, não estamos preparados para enfrentar um problema destes”, afirmou uma residente.</p>
<p>Outros habitantes questionam a decisão de encaminhar o navio para as Canárias, recordando a experiência recente da pandemia de covid-19.</p>
<p>“Porque motivo escolher as Canárias? Não há outros sítios para atracar o barco?”, perguntou outro morador.</p>
<p><strong>OMS afasta cenário de pandemia</strong></p>
<p>Apesar da preocupação, a Organização Mundial de Saúde procura tranquilizar a comunidade internacional.</p>
<p>Maria Van Kerkhove, responsável pelo Departamento de Prevenção e Preparação para Epidemias e Pandemias da OMS, afirmou que novos casos são “possíveis”, mas que o surto deverá manter-se “limitado” se forem aplicadas as medidas de saúde pública adequadas.</p>
<p>“Este não é o início de uma pandemia”, sublinhou.</p>
<p>As autoridades sanitárias espanholas acompanham a situação em coordenação com serviços internacionais de saúde pública.</p>
<p>O trabalho passa pelo isolamento, pela vigilância de sintomas e pelo rastreio dos movimentos dos passageiros que desembarcaram nos últimos dias.</p>
<p><strong>Espanha investiga caso suspeito em Alicante</strong></p>
<p>As autoridades espanholas investigam também um caso suspeito no país.</p>
<p>Uma mulher da província de Alicante apresenta sintomas compatíveis com hantavírus, segundo o secretário de Estado da Saúde espanhol, Javier Padilla.</p>
<p>A mulher terá viajado no mesmo voo que uma passageira que morreu na África do Sul depois de ter estado a bordo do MV Hondius e contraído o vírus.</p>
<p>As autoridades aguardam confirmação laboratorial para determinar se se trata ou não de uma infeção por hantavírus.</p>
<p><strong>O que é o hantavírus?</strong></p>
<p>O hantavírus é uma doença rara, normalmente associada ao contacto com roedores silvestres infetados ou com os seus excrementos.</p>
<p>A transmissão pode ocorrer através da urina, saliva ou fezes de roedores, bem como pela inalação de partículas contaminadas em locais onde exista grande concentração de excrementos.</p>
<p>A doença pode provocar febre, complicações respiratórias graves e, em alguns casos, febres hemorrágicas.</p>
<p>A transmissão entre humanos é considerada pouco frequente, mas a estirpe associada ao vírus dos Andes exige vigilância particular, sobretudo em contextos de contacto próximo e prolongado.</p>
<p>No caso do MV Hondius, o facto de se tratar de um navio de cruzeiro aumenta a preocupação das autoridades, devido ao ambiente fechado, à convivência prolongada entre passageiros e à circulação internacional de pessoas.</p>
<p><strong>Três mortos associados ao surto</strong></p>
<p>As três vítimas mortais associadas ao surto no MV Hondius eram um casal holandês e uma mulher alemã.</p>
<p>O navio ganhou atenção internacional depois da confirmação das mortes e da retirada de passageiros doentes antes da chegada às Canárias.</p>
<p>As autoridades sanitárias procuram agora reconstruir os contactos e deslocações dos passageiros que desembarcaram nos últimos dias, para identificar possíveis infeções ou contactos próximos.</p>
<p>A operação deste domingo em Tenerife será, por isso, decisiva para conter o surto, garantir o repatriamento seguro dos passageiros e responder à preocupação das autoridades locais e internacionais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760717]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucro da saudita Aramco sobe mais de 25% para 27.600 ME no 1.º trimestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-saudita-aramco-sobe-mais-de-25-para-27-600-me-no-1-o-trimestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 07:58:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A petrolífera saudita Aramco obteve um lucro líquido de 122.008 milhões de riais (cerca de 27.600 milhões de euros) no primeiro trimestre, mais 25,1% do que no mesmo período de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A petrolífera saudita Aramco obteve um lucro líquido de 122.008 milhões de riais (cerca de 27.600 milhões de euros) no primeiro trimestre, mais 25,1% do que no mesmo período de 2025.     </P><br />
<P>Num comunicado publicado na bolsa saudita, a companhia sublinhou que o aumento do lucro líquido se deve a vários fatores, entre os quais se destaca a subida dos preços do petróleo devido à instabilidade geopolítica causada pelo conflito no Irão e pelo encerramento do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Nesse sentido, a maior petrolífera do mundo valorizou a &#8220;resiliência e flexibilidade operacional&#8221; do seu negócio apesar da complicada situação geopolítica.</P><br />
<P>O resultado é explicado por &#8220;um aumento das receitas e outros produtos relacionados com as vendas, compensando parcialmente o aumento dos custos operacionais&#8221;, precisa o grupo, joia da economia saudita e uma das maiores empresas do mundo em termos de capitalização de mercado.</P><br />
<P>A guerra contra o Irão, iniciada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel, levou à reação de bloqueio do Estreito de Ormuz por Teerão, pelo qual normalmente transita um quinto do consumo mundial de hidrocarbonetos, provocando uma queda brusca no abastecimento e uma explosão nos preços.</P><br />
<P>O barril de Brent, referência mundial, valia em média cerca de 100 dólares em março, contra 70 dólares antes das hostilidades, com picos de 120 dólares.</P><br />
<P>O lucro líquido da Aramco tinha sido de 97.543 milhões de riais (22.100 milhões de euros) no primeiro trimestre de 2025.</P><br />
<P>A Aramco, detida maioritariamente pelo Governo saudita, é a principal fonte de financiamento do programa de reformas Vision 2030 do príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, que visa preparar a Arábia Saudita, maior exportadora de petróleo do mundo, para o pós-petróleo.</P><br />
<P>As companhias petrolíferas e de gás europeias também obtiveram lucros recordes no primeiro trimestre, aproveitando a volatilidade dos preços provocada pela guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>Apesar do quase encerramento do estreito de Ormuz, a Aramco conseguiu entregar milhões de barris de petróleo aos mercados todos os dias graças ao seu imenso oleoduto leste-oeste, que conecta as suas instalações energéticas no Golfo aos terminais de exportação no Mar Vermelho.</P><br />
<P>A empresa indicou que &#8220;um aumento significativo da bombagem através do oleoduto leste-oeste para atingir a sua capacidade máxima de sete milhões de barris por dia no primeiro trimestre, apoia as exportações desde a costa oeste do reino&#8221;.</P><br />
<P>Os Estados do Golfo, ricos em hidrocarbonetos, foram duramente atingidos pelos ataques iranianos de represália aos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão. Teerão visou interesses norte-americanos, como também infraestruturas civis, danificando importantes instalações energéticas na região.</P><br />
<P>    </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760849]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus. Operação com cruzeiro nas Canárias termina segunda-feira à tarde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 07:47:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A operação nas ilhas Canárias para desembarcar e repatriar mais de 100 pessoas que estão no navio onde houve um surto de hantavírus vai arrancar hoje e prolongar-se até segunda-feira à tarde, disse o Governo espanhol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A operação nas ilhas Canárias para desembarcar e repatriar mais de 100 pessoas que estão no navio onde houve um surto de hantavírus vai arrancar hoje e prolongar-se até segunda-feira à tarde, disse o Governo espanhol.</P><br />
<P>O navio, que esteve de quarentena em Cabo Verde, chegou hoje de madrugada às Canárias e está ancorado no porto de Granadilla, havendo 147 pessoas a bordo, entre passageiros, tripulantes e pessoal médico da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês), segundo a empresa Oceandrive, a dona do cruzeiro.</P><br />
<P>O que está previsto é que desembarquem no arquipélago espanhol das Canárias, em Tenerife, mais de 100 pessoas, que serão repatriadas a partir de um aeroporto desta ilha, em aviões de vários países e da União Europeia (UE).</P><br />
<P>Em declarações hoje aos jornalistas no porto de Granadilla, a ministra da Saúde de Espanha, Mónica García, explicou que o primeiro grupo que vai sair do barco e que será transportado a partir do aeroporto Tenerife Sul é o de cidadãos espanhóis (14 pessoas), que serão levadas para um hospital militar em Madrid.</P><br />
<P>Seguir-se-ão os ocupantes do navio que vão ser repatriados pelos Países Baixos, que têm várias nacionalidades.</P><br />
<P>Também hoje desembarcarão e serão repatriados os nacionais do Canadá, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.</P><br />
<P>O último voo de repatriamento está previsto para segunda-feira à tarde, com destino à Austrália, em que viajarão seis pessoas, de várias nacionalidades, disse a ministra.</P><br />
<P>Deverão manter-se no barco membros da tripulação, que seguirão viagem, previsivelmente na segunda-feira, para levar o paquete até aos Países Baixos, país onde está registada a propriedade do &#8220;MV Hondius&#8221; e de onde é o armador.</P><br />
<P>Depois da ancoragem do navio hoje ao início da manhã, subiu a bordo, por volta das 7:45 locais, uma equipa médica do serviço Saúde Exterior do Governo espanhol, um organismo que tem como missão &#8220;organizar e garantir a prestação de atenção sanitária&#8221; a pessoas em trânsito internacional por Espanha.</P><br />
<P>Após a avaliação dessa equipa médica, deverão começar a ser desembarcadas, em lanchas e outras pequenas embarcações, os ocupantes do &#8220;MV Hondius&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Mónica García, todas as pessoas que estão a bordo estão sem sintomas de doença.</P><br />
<P>O desembarque e repatriamento das pessoas a bordo faz-se em zonas isoladas do porto industrial de Granadilla e do aeroporto Tenerife Sul, sem qualquer contacto com a população local.</P><br />
<P>Está também isolado o percurso de cerca de 10 quilómetros entre o porto e o aeroporto.</P><br />
<P>O transporte neste percurso será feito em veículos militares.</P><br />
<P>O definido é que tripulantes e passageiros só saem do barco quando o avião que os vai repatriar está já preparado para descolar e são levados diretamente à pista do aeroporto.</P><br />
<P>A operação está a ser coordenada por Espanha, pelos Países Baixos, pela OMS e pelo ECDC.</P><br />
<P>A OMS confirmou até agora seis casos de oito suspeitos de infeção com hantavírus em pessoas que viajaram neste barco. Três pessoas morreram e nenhum dos doentes ou suspeitos de estarem infetados estão já a bordo.</P><br />
<P>O barco viajava desde a Argentina até Cabo Verde, pelo Atlântico Sul, e suscitou um alerta sanitário internacional no passado fim de semana.</P><br />
<P>O hantavírus transmite-se geralmente a partir de roedores infetados. A variante detetada no paquete, o hantavírus Andes, é rara e pode transmitir-se de pessoa para pessoa. </P><br />
<P>A OMS considera que o risco atual para a saúde pública causado pelo hantavírus é baixo.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760848]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Regulação das responsabilidades parentais: especialista revela o erro que os pais continuam a cometer</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/regulacao-das-responsabilidades-parentais-especialista-revela-o-erro-que-os-pais-continuam-a-cometer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 07:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Mafalda Coimbra]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade parentais]]></category>
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					<description><![CDATA[Advogada Mafalda Coimbra salientou que existe uma ideia muito comum e profundamente enganadora de que, quando há entendimento entre os pais, não é necessário regular as responsabilidades parentais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma ideia muito comum e profundamente enganadora de que, quando há entendimento entre os pais, não é necessário regular as responsabilidades parentais. Durante algum tempo, essa ideia até parece funcionar. As rotinas ajustam-se, as decisões vão sendo tomadas informalmente e a ausência de conflito cria a ilusão de estabilidade. O problema, é que a ausência de conflito não é uma garantia.</p>
<p>Em Portugal, quando os progenitores deixam de viver juntos, a regulação das responsabilidades parentais não é apenas um mecanismo para resolver litígios. É, acima de tudo, um instrumento que define, com precisão, como são tomadas as decisões relevantes na vida da criança, com quem reside, como se organizam os tempos de convívio e de que forma são asseguradas as suas necessidades. E este detalhe, a definição concreta, é exatamente aquilo que falta quando tudo fica entregue a acordos informais.</p>
<p>Segundo a advogada Mafalda Coimbra, os problemas raramente surgem no início. Surgem meses, ou até anos depois, quando uma das partes altera o seu comportamento. Um progenitor que decide mudar de residência. Outro que começa a não cumprir horários. Situações em que decisões escolares ou médicas passam a ser tomadas unilateralmente. E, nesse momento, aquilo que parecia funcionar deixa de ter qualquer base.</p>
<p>“Sem acordo homologado pelo tribunal ou decisão judicial, não existe um título executivo. Isto significa, na prática, que não há um mecanismo imediato para exigir o cumprimento do que foi combinado. E é aqui que muitos se deparam com uma realidade inesperada; aquilo que era “acordo” deixa de ter valor no momento em que deixa de ser respeitado” revela Mafalda Coimbra.</p>
<p>Outro ponto, que raramente é compreendido, prende-se com o conteúdo das responsabilidades parentais. A lei distingue entre atos da vida corrente e decisões de particular importância, sendo estas últimas reservadas ao exercício conjunto. O problema é que, na ausência de regulação concreta, esta distinção torna-se altamente discutível. O que para um progenitor é uma decisão simples, para o outro pode ser uma questão relevante. E, sem enquadramento, o conflito torna-se inevitável.</p>
<p>“Há ainda uma consequência prática que poucas pessoas consideram, que é a dificuldade em atuar rapidamente, quando algo corre mal. Sem regulação, qualquer intervenção exige um primeiro passo: o de pedir ao tribunal que defina aquilo que nunca foi formalizado. E esse tempo, em matérias que envolvem crianças, pode ser determinante” alerta a advogada.</p>
<p>A regulação das responsabilidades parentais não é, por isso, um formalismo. É uma forma de antecipar aquilo que, mais cedo ou mais tarde, tende a surgir. Não porque os pais não queiram cooperar, mas porque as circunstâncias mudam, as relações evoluem e a previsibilidade desaparece.</p>
<p><strong>Então, o que deve ter em conta na regulação parental:</strong></p>
<p>Exercício conjunto das responsabilidades parentais:</p>
<p>Regra geral, ambos os pais partilham as decisões, mesmo que não residam juntos.</p>
<p>Residência do menor:</p>
<p>Pode ser fixada com um dos progenitores (com regime de visitas para o outro) ou guarda partilhada.</p>
<p>Pensão de Alimentos:</p>
<p>É calculada com base na capacidade económica de cada progenitor e nas necessidades da criança, sendo atualizável em cada ano civil.</p>
<p>Acordo ou Litígio:</p>
<p>Se houver acordo, é homologado na Conservatória (mais rápido). Senão, recorre-se ao tribunal.</p>
<p>Alteração da regulação de responsabilidades parentais:</p>
<p>O regime pode ser alterado a qualquer momento se o interesse da criança o justificar (ex: mudança de residência ou incumprimento das responsabilidades parentais por um dos progenitores).</p>
<p>Se está numa situação em que ainda não existe regulação formal ou se o regime atual já não corresponde à realidade, é importante perceber que, adiar esta decisão não elimina o problema. Apenas o transfere para um momento em que, provavelmente, será mais difícil de gerir.</p>
<p>“É precisamente aqui que a consulta jurídica assume um papel determinante, porque não se trata apenas de “regular”. Trata-se de definir, com rigor, um modelo que funcione na prática, que proteja a criança e que permita evitar conflitos futuros. Cada situação familiar tem particularidades próprias, e aquilo que parece simples à primeira vista pode esconder riscos que só uma análise jurídica consegue identificar” conclui Mafalda Coimbra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759532]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ex-diretora do WhatsApp no Brasil lança ONG para combater as &#8216;big techs&#8217;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ex-diretora-do-whatsapp-no-brasil-lanca-ong-para-combater-as-big-techs/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 07:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ex-diretora do Whatsapp no Brasil Daniela da Silva lançou a ONG CTRL+Z para denunciar as 'big techs' e mudar a relação de medo que, segundo afirmou à Lusa, os utilizadores têm das gigantes da Internet.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Brasília, 10 mai 2026 (Lusa) &#8211; A ex-diretora do Whatsapp no Brasil Daniela da Silva lançou a ONG CTRL+Z para denunciar as &#8216;big techs&#8217; e mudar a relação de medo que, segundo afirmou à Lusa, os utilizadores têm das gigantes da Internet.</P><br />
<P>A organização pretende receber denúncias, investigar casos e mover ações judiciais contra empresas como X, Meta &#8211; dona do Facebook, Instagram e Whatsapp &#8211; e Google, com o objetivo de responsabilizar as plataformas pelos danos causados aos utilizadores.</P><br />
<P>&#8220;Eu acho que a gente tem uma missão muito importante de romper com o sentimento de apatia, de impotência que as pessoas têm em relação às &#8216;big techs'&#8221;, afirmou Daniela da Silva em entrevista à Lusa.</P><br />
<P>A diretora-executiva da CTRL+Z acrescentou que &#8220;são as empresas que têm de ter medo das pessoas e não as pessoas terem medo das empresas&#8221;, defendendo maior pressão pública e jurídica sobre o setor tecnológico.</P><br />
<P>O nome da organização faz referência ao atalho de teclado utilizado para desfazer ações no computador e, segundo o sítio web oficial, a CTRL+Z pretende &#8220;enfrentar o modelo de operação&#8221; das grandes empresas tecnológicas.</P><br />
<P>Entre os projetos lançados está o &#8220;Vaza Big Tech&#8221;, que permite a trabalhadores das empresas partilharem informações e denúncias de forma anónima, e o &#8220;Arquivo de Danos Digitais&#8221;, destinado a recolher relatos de utilizadores afetados por plataformas digitais.</P><br />
<P>A organização atua em parceria com escritórios de advocacia no Brasil para analisar denúncias e avaliar possíveis ações judiciais com apoio jurídico gratuito, utilizando mecanismos previstos na legislação brasileira de defesa do consumidor.</P><br />
<P>Segundo Daniela da Silva, utilizadores com contas suspensas, perfis falsos, invasões informáticas ou conteúdos nocivos não removidos pelas plataformas poderão recorrer à organização em busca de apoio jurídico e orientação de forma gratuita. </P><br />
<P>A antiga diretora de Políticas Públicas do Whatsapp deixou a Meta em janeiro de 2025, após cerca de um ano na empresa, alegando discordância com mudanças anunciadas por Mark Zuckerberg na condução da companhia.</P><br />
<P>As alterações incluíram, segundo descreveu, o fim de programas de verificação de notícias, maior circulação de conteúdos políticos e mudanças na moderação de temas relacionados com imigração e género.</P><br />
<P>Essas ações da Meta, conta, levaram-na a crer que não conseguiria mais realizar um trabalho de &#8220;política pública racional&#8221; e &#8220;baseado em diálogo&#8221; que tornasse, na sua avaliação, &#8220;as plataformas melhores&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Eu senti que para mim seria importante jogar numa posição diferente, que, se eu quisesse ver plataformas digitais melhores, eu ia ter de fazer isso por fora da Meta, atuando por fora e não por dentro&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Antes da Meta, ela trabalhou quase uma década na Open Society Foundations, uma organização filantrópica privada global.</P><br />
<P>Segundo conta, após um período &#8220;de um ano de gestação&#8221;, junto de outros amigos e em conversas com diferentes pessoas da sociedade civil que já atuavam no confronto às &#8216;big techs&#8217;, a CTRL+Z foi fundada em abril deste ano.</P><br />
<P>A diretora-executiva defendeu que a sociedade civil pode atuar como &#8220;anteparo&#8221; ao poder económico e político das &#8216;big techs&#8217;, que descreveu como as empresas mais poderosas da história do capitalismo contemporâneo.</P><br />
<P>Daniela da Silva classificou ainda como &#8216;tecnofascismo&#8217; a aproximação das plataformas digitais a movimentos de extrema-direita autoritária e alertou para o papel das tecnologias na disseminação de discursos extremistas.</P><br />
<P>Segundo afirmou, o Brasil tornou-se um polo geopolítico relevante no debate internacional sobre governança digital e regulação das plataformas, devido ao histórico do país no embate às grandes empresas tecnológicas.</P><br />
<P>&#8220;São as empresas mais poderosas do mundo, um nível de acumulação de capital nunca visto antes na história do capitalismo e a gente precisa que existam anteparos para todo esse poderio&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Daniela da Silva ressalta que as &#8216;big techs&#8217; criaram a ilusão de que são inevitáveis e o seu modelo de negócios é o único sustentável, mas ela, com a sua experiência interna, sabe que essas são &#8220;decisões tomadas por pessoas comuns&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A verdade que, tendo trabalhado por dentro, ficou muito claro para mim que essas são decisões tomadas por pessoas comuns, muitas vezes pouco informadas a respeito dos países onde as suas empresas atuam&#8221;, observou.</P><br />
<P>Segundo afirmou, essas decisões podem ser tomadas de forma diferente, mas deve haver &#8220;muita pressão pública&#8221; para que isso aconteça e &#8220;essa pressão&#8221; a deixa motivada. </P><br />
<P>Daniela da Silva, de 40 anos, acrescentou que outra motivação para criar a organização está relacionada com a filha de nove anos e com a preocupação sobre educação digital, tempo de ecrã e conteúdos consumidos por crianças e adolescentes.</P><br />
<P>&#8220;Essas tecnologias são omnipresentes, então vão entrar na vida das nossas crianças e dos nossos adolescentes de alguma maneira e a gente, como sociedade, tem de fazer um pacto para que elas sejam melhores&#8221;, afirmou, considerando-se uma otimista.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760846]]></sapo:autor>
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		<title>Ir à praia: dicas para usufruir da época balnear de forma segura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 07:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[praias]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2026, de acordo com um comunicado do Ministério do Ambiente e da Energia, foram identificadas um total de 671 águas balneares, 512 das quais costeiras ou de transição e 159 interiores]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A época balnear já começou em algumas praias do país, lembrou a DECO PROteste, nomeadamente no concelho de Cascais e em algumas praias da Região Autónoma da Madeira. No resto do país abrirá progressivamente: a 15 de maio no Algarve, a 1 de junho em 137 praias da região do Tejo e Oeste e do sul, e a 13 de junho na maioria das praias do Norte e do Centro.</p>
<p>Nas águas interiores, o arranque distribui-se entre junho e julho, prolongando-se até 31 de outubro. Além das precauções habituais com o sol, as correntes, as arribas e as picadas de peixe-aranha ou de alforreca, é preciso saber se a praia tem vigilância e assistência aos banhistas.</p>
<p>Em 2026, de acordo com um comunicado do Ministério do Ambiente e da Energia, foram identificadas um total de 671 águas balneares, 512 das quais costeiras ou de transição e 159 interiores, o que representa uma ligeira redução face às 673 de 2025. </p>
<p>Depois de um inverno marcado por temporais severos, que provocaram erosão costeira, perda de sedimentos, redução do areal e danos em infraestruturas e acessos, especialmente nas regiões Centro e Norte, algumas praias tiveram de ser alvo de intervenções urgentes para repor condições de segurança, estabilizar arribas, recuperar acessos e reforçar os areais.</p>
<p><strong>Praias com vigilância: como encontrar </strong></p>
<p>Privilegie praias vigiadas e identificadas, com águas balneares reconhecidas, e com assistência de nadadores-salvadores. Para encontrar informações sobre uma determinada praia, nomeadamente a qualidade e a temperatura da água, as horas das marés ou o equipamento de apoio disponível, pode usar a plataforma Info Água, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA). Pode também recorrer à informação disponibilizada pela Autoridade Marítima Nacional.</p>
<p>Lembre-se de que as praias que não sejam qualificadas como praias de banhos não oferecem garantias em termos de segurança e assistência a banhistas. Ainda assim, isso não significa que a segurança nesses locais não possa ser garantida, com caráter excecional, pelas câmaras municipais ou pelas entidades gestoras de espaços costeiros e fluviais, através da presença de nadadores-salvadores.</p>
<p><strong>Nadar apenas quando a bandeira é verde</strong></p>
<p>Nas idas à praia, é importante que respeite sempre as indicações dadas pelas bandeiras antes de entrar no mar.</p>
<p>Se a bandeira for verde, poderá tomar banho e nadar. Com bandeira amarela, deverá ser mais cauteloso. Pode entrar na água, mas não nadar. A bandeira vermelha proíbe a entrada na água. Se encontrar uma bandeira em xadrez, a praia está temporariamente sem vigilância. Já as bandeiras listadas a amarelo e vermelho delimitam uma zona mais segura para banhos.</p>
<p><strong>438 praias com Bandeira Azul de Norte a Sul do país</strong></p>
<p>A bandeira azul é um símbolo de qualidade ambiental atribuído anualmente. Para receberem esta distinção, as praias devem cumprir determinados critérios:</p>
<p>informação e educação ambiental;<br />
qualidade da água;<br />
gestão ambiental;<br />
equipamentos, segurança e serviços.<br />
Este ano, já foram atribuídas 438 bandeiras azuis. No entanto, poderão existir alterações ao longo da época balnear, uma vez que a APA vai realizar análises contínuas.</p>
<p><strong>Praias de uso limitado ou com uso suspenso</strong></p>
<p>As informações sobre as praias de banhos são atualizadas com frequência durante toda a época balnear.</p>
<p>Uma praia é classificada “de uso limitado” quando, em situação de preia mar média, a maior parte do areal fica ocupada pela área de risco das arribas. A área de risco é a que seria afetada por resíduos de rochas ou queda de blocos se houvesse um desmoronamento. A erosão e o recuo da extensão dos areais têm causado problemas em diversas praias, que requerem um enchimento quase constante de areia.</p>
<p>A sinalização de todas as zonas costeiras com situações de risco para os utentes é obrigatória. A informação relativa às faixas de risco identificadas deve ser disponibilizada junto da população, com recurso a painéis informativos por praia com o respetivo mapa. A qualquer momento, a informação deve ser atualizada em função das circunstâncias climatéricas e da avaliação feita pelas autoridades competentes. As áreas de risco devem ser sinalizadas no local como zonas de perigo ou zonas interditas.</p>
<p>Os utentes das praias e demais zonas da orla costeira devem manter-se afastados das zonas assinaladas como &#8220;zonas de perigo&#8221; e respeitar, no caso das arribas e sempre que possível, a distância correspondente a uma vez e meia a altura da arriba ou outra distância que seja fixada para o local, devido ao risco de desmoronamentos ou quedas de blocos. Não pode transpor as barreiras de proteção, se existirem.</p>
<p>Os sinais devem ser afixados no local acima da arriba.</p>
<p>A sinalização deve estar também junto aos acessos às praias.</p>
<p>Se não respeitar os sinais, arrisca-se a uma coima entre 30 e 100 euros. </p>
<p>Nas praias com classificação “uso suspenso” estão temporariamente interrompidos os banhos de mar, a utilização do areal, o acesso e até simples passeios. A interrupção normalmente é provocada por situações que afetam a segurança dos utentes, a saúde pública ou o equilíbrio biofísico. Esta classificação deve estar indicada também na sinalização junto aos acessos.</p>
<p><strong>Evitar acidentes na praia e coimas</strong></p>
<p>Os nadadores-salvadores devem auxiliar e advertir os utentes das praias para situações que constituam risco para a saúde ou integridade física. Compete-lhes ainda, no caso de permanência dos utentes em zona interdita após advertência para abandonar o local, comunicar de imediato aos órgãos locais da Direção-Geral da Autoridade Marítima, que pode proceder ao levantamento do respetivo auto de notícia.</p>
<p>Se suspeitar da qualidade ou das condições da água ou do areal, reporte a situação ao nadador-salvador. Em caso de emergência, ligue o 112 ou contacte o Centro de Operações Marítimas (através do número 214 401 919) ou qualquer Comando Local da Polícia Marítima.</p>
<p>Se permanecer nas zonas interditas ou as usar para qualquer fim ou atividade (incluindo atravessar, circular apé ou aceder a outro local), arrisca-se a uma coima entre 30 e 100 euros. O mesmo acontece caso transponha as barreiras de proteção.</p>
<p>O valor da coima pode duplicar se permanecer no local após ter sido alertado por um nadador-salvador para a situação de perigo ou se houver transgressão das regras por um adulto acompanhado por uma criança com menos de 13 anos. A destruição, danificação, deslocação ou remoção da sinalética ou das barreiras de proteção existentes nas praias e demais zonas da orla costeira poderá implicar o pagamento de uma coima de 250 a 1000 euros.</p>
<p>A circulação e o estacionamento de veículos motorizados, nomeadamente automóveis, motociclos, ciclomotores, triciclos e quadriciclos, nas praias, dunas e arribas, fora dos locais estabelecidos para o efeito, também são puníveis com coima, que pode variar entre 250 e 2500 euros.</p>
<p><strong>Ouvir música em colunas pode dar penalizações</strong></p>
<p>Se ouvir música em colunas portáteis ou fizer alguma atividade que possa gerar ruído enquanto está na praia, incomodando os restantes banhistas, poderá ser sancionado. De acordo com a lei quadro das contra ordenações ambientais, a coima por provocar ruído na praia pode variar entre 200 e 4000 euros, para pessoas singulares.</p>
<p>Se estiver a ser incomodado por música alta na praia, pode tentar chegar a um consenso com os outros banhistas ou pedir ao nadador-salvador que contacte a Polícia Marítima, a autoridade responsável pela fiscalização do cumprimento destas e de outras regras.</p>
<p><strong>Jogar futebol ou raquetes fora das zonas demarcadas pode custar-lhe 550 euros</strong></p>
<p>Se é adepto das atividades desportivas no areal, também deverá ter alguns cuidados. É que, de acordo com a lei, as atividades desportivas, como os jogos de raquetes ou de futebol, estão interditas fora das áreas terrestres ou aquáticas expressamente demarcadas.</p>
<p>Se optar por fazer alguma destas atividades junto à linha de água ou no meio dos demais banhistas, pode ser surpreendido com uma coima que pode atingir os 550 euros.</p>
<p><strong>Animais na praia só em zonas autorizadas</strong></p>
<p>A permanência e a circulação de animais nas praias é, regra geral, proibida, salvo nas zonas autorizadas. Por isso, antes de levar o seu animal de companhia à praia, verifique se há sinalética que indique tratar-se de uma praia em que a permanência e a circulação de animais no areal está interdita, uma vez que o incumprimento pode implicar a aplicação de coimas que podem atingir os 550 euros.</p>
<p>Se a presença de animais for permitida, não se esqueça de levar trela ou outro dispositivo de retenção, o documento de identificação do animal de companhia (DIAC), sacos para os dejetos, comida e água.</p>
<p><strong>Denuncie condicionamentos indevidos no acesso</strong></p>
<p>Se tentar aceder a uma praia e encontrar obstáculos, como o condicionamento indevido ao acesso, a colocação de barreiras nos caminhos públicos ou a limitação de zonas de estacionamento públicas por parte de empreendimentos turísticos, saiba que, em Portugal, as praias são públicas, pelo que o acesso não lhe pode ser vedado em qualquer circunstância.</p>
<p>Caso se depare com uma destas situações, pode denunciar às autoridades, nomeadamente à PSP, à GNR, através da linha SOS Ambiente e Território, pelo telefone 808 200 520, ou à Polícia Marítima, através do e-mail dgam@amn.pt ou do telefone 213 255 400. As denúncias podem, ainda, ser feitas diretamente à Autoridade Marítima Nacional, através de formulário online, ou à Agência Portuguesa do Ambiente, através do seu canal de denúncias. Junte todas as evidências possíveis para comprovar a situação invocada, nomeadamente fotografias dos avisos escritos, das eventuais barreiras ou da sinalética, ou mesmo o contacto de possíveis testemunhas. A exposição escrita deve ser tão detalhada quanto possível. Além disso, pode ainda apresentar uma queixa através da plataforma Reclamar, da DECO PROteste.</p>
<p><strong>Especulação de preços pode ser denunciada</strong></p>
<p>Em 2025, uma fiscalização levada a cabo pela Agência Portuguesa do Ambiente detetou várias práticas comerciais nas praias que podem configurar especulação, nomeadamente preços elevados no aluguer de toldos de praia e nos bens e serviços vendidos junto ao mar. Também nestas situações pode denunciar. Se detetar alguma situação que possa indiciar a manipulação artificial dos preços, como a alteração dos mesmos para aumentar o lucro ilegítimo, faça chegar a sua queixa à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE). </p>
<p>Tenha, no entanto, em conta que a mera cobrança de preços mais altos em comparação com outros locais equivalentes não configura automaticamente especulação. Esteja, sobretudo, atento aos seus direitos enquanto consumidor, nomeadamente no que diz respeito à cobrança de taxas suplementares ou por gelo nas bebidas, às regras aplicáveis às gorjetas, à disponibilização de água gratuita aos clientes ou à exibição obrigatória do preçário.</p>
<p><strong>Vai à praia? Siga estas dicas</strong></p>
<p>Evite a exposição solar nas horas de maior calor.</p>
<p>Antes de sair de casa, verifique toda a informação relevante sobre a praia onde pretende ir. A plataforma Info Água permite saber detalhes como os dados de classificação anual de cada água balnear, as principais características (tipo de água balnear, existência do galardão bandeira azul e praia acessível, existência de obras e risco de erosão das arribas) e os serviços existentes – restaurantes, apoio balnear, nadador-salvador, existência de cadeira anfíbia, entre outros.<br />
Caso se desloque de carro, estacione-o apenas nos parques e zonas de estacionamento sem objetos de valor à vista, e siga as recomendações indicadas no local, caso existam.</p>
<p>Nade sempre paralelamente à linha de água e evite nadar para fora de pé.</p>
<p>Lembre-se de que os equipamentos suscetíveis de ferir o direito ao descanso dos demais, tais como colunas de som, só são permitidos em eventos devidamente autorizados. Caso contrário, corre o risco de pagar uma multa.</p>
<p>Zele pela segurança dos equipamentos que transportar, sob pena de responder por eventuais danos, que o objeto possa causar.</p>
<p>Cumpra todas as recomendações do nadador-salvador.</p>
<p>Não deixe lixo na praia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760161]]></sapo:autor>
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		<title>Cabo Verde organiza festival internacional de dança para nova geração de artistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 06:51:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cabo Verde vai organizar, de segunda a sábado (11 a 16 de maio), o Festival Kontornu de dança e artes performativas, que, além de espetáculos, inclui residências para uma nova geração de artistas e programadores culturais, anunciou a organização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cabo Verde vai organizar, de segunda a sábado (11 a 16 de maio), o Festival Kontornu de dança e artes performativas, que, além de espetáculos, inclui residências para uma nova geração de artistas e programadores culturais, anunciou a organização.</P><br />
<P>&#8220;Como novidade desta edição, surge o Kontornu Dance Camp, uma residência artística que reúne jovens bailarinos de diferentes partes do mundo&#8221;, no Estádio Nacional, na capital, Praia, como forma de &#8220;investir na próxima geração de artistas&#8221;, anunciou a organização, em comunicado.</P><br />
<P>Na sua quarta edição, o Festival Kontornu vai reunir cerca de 80 participantes de países como Portugal, Brasil, Espanha e Senegal num programa que inclui espetáculos de dança contemporânea, danças urbanas, teatro e circo.</P><br />
<P>Além da cidade da Praia, haverá atividades na vizinha Cidade Velha e o encerramento vai decorrer na ponta norte da ilha de Santiago, no Tarrafal, com o Kontornu Dance Battle, dedicado a danças urbanas, atividade realizada em parceria com o Festival IUFA (Açores).</P><br />
<P>O programa inclui ainda o Kopano &#8212; Encontro Internacional de Programadores, que reúne profissionais das artes para promover &#8220;cooperação e circulação artística&#8221;.</P><br />
<P>A edição de 2026 presta homenagem à coreógrafa cabo-verdiana Marlene Monteiro Freitas, destacando o seu percurso internacional.</P><br />
<P>&#8220;A sua abordagem radical, inventiva e profundamente autoral inspira novas gerações de artistas e reforça a importância da experimentação estética&#8221;, justificou a organização.</P><br />
<P>O programa associa-se também à campanha &#8220;Menos Álcool, Mais Vida&#8221;, que completa 10 anos e promove a redução do consumo de álcool entre jovens.</P><br />
<P>O festival Kontornu nasceu como iniciativa do artista cabo-verdiano Djam Neguin com o objetivo de dinamizar a arte da dança no arquipélago e promover o intercâmbio entre artistas locais e internacionais.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760845]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus: Cruxeiro MV Hondius dá entrada no porto de Granadilla, em Tenerife</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 05:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O navio de cruzeiro MV Hondius, no qual se registou um surto de hantavírus, entrou pelas 06:00 (hora local e em Lisboa) no porto de Granadilla de Abona, onde permanecerá ancorado até que os passageiros sejam desembarcados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O navio de cruzeiro MV Hondius, no qual se registou um surto de hantavírus, entrou pelas 06:00 (hora local e em Lisboa) no porto de Granadilla de Abona, onde permanecerá ancorado até que os passageiros sejam desembarcados. </P><br />
<P>A entrada do navio foi precedida por uma lancha do porto e o cruzeiro foi seguido por um rebocador, que o estão a ajudar nas manobras de entrada e ancoragem no porto &#8211; e não atracagem, para que sejam evitada a contaminação em terra.</P><br />
<P>Assim que o MV Hondius estiver ancorado e já com a luz do sol, terá início a operação de desembarque dos passageiros e o seu transporte para o aeroporto de Tenerife Sul, a 10 quilómetros do porto.</P><br />
<P>Os primeiros a desembarcar, segundo explicou ontem a ministra da Saúde, Mónica García, serão os 14 espanhóis que viajam no navio e que serão recebidos por um avião militar espanhol na pista de aterragem do aeroporto Tenerife Sul para serem transportados para Madrid, onde ficarão em quarentena no Hospital Gómez Ulla. </P><br />
<P>Após os espanhóis, o desembarque dos passageiros será feito por nacionalidades e em grupos de cinco pessoas e já se encontram na ilha todos os aviões que os transportarão para os respetivos locais de origem, com exceção de dois que chegarão durante este domingo. </P><br />
<P>A operação deverá prolongar-se até segunda-feira, o que suscitou a rejeição do Governo das Canárias, cujo presidente, Fernando Clavijo, afirmou que o acordo previa que a operação durasse 12 horas e terminasse no final da tarde deste domingo. </P><br />
<P>Perante a recusa do Governo das Canárias e da Autoridade Portuária de Tenerife em permitir que o navio ancorasse no porto de Granadilla, foi a Direção-Geral da Marinha Mercante que emitiu uma resolução para ordenar a sua entrada na doca do porto. </P><br />
<P>A resolução foi pela diretora-geral da Marinha Mercante, Ana Núñez Velasco, e justificada em face a um risco combinado de segurança marítima e à &#8220;necessidade de assistência médica a bordo&#8221;, em coordenação com diferentes organismos do Estado, segundo informaram os meios de comunicação locais de Tenerife.</P><br />
<P>O primeiro ponto da resolução impõe o acolhimento do navio, seja através de ancoragem controlada ou de atracação direta, dependendo da decisão das autoridades responsáveis pela operação sanitária.</P><br />
<P>Está previsto que os mais de 100 passageiros que seguem a bordo comecem a desembarcar pelas 08:00 mais de 100 pessoas, que serão repatriadas a partir de um aeroporto da ilha, em aviões de vários países e da União Europeia (UE). </P><br />
<P>Após o desembarque, cada grupo será transferido imediatamente para o avião que lhe foi destinado para seguir para os países de origem.</P><br />
<P>Devem manter-se no navio 43 membros da tripulação, que seguirão viagem na segunda-feira até aos Países Baixos, país onde está registada a propriedade do MV Hondius e de onde é o armador.</P><br />
<P>A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou no sábado que considera todas as pessoas a bordo do cruzeiro onde foi detetado um surto de hantavírus como &#8220;contactos de alto risco&#8221;, devendo ser submetidas a acompanhamento durante 42 dias. </P><br />
<P>A OMS elevou para seis os casos confirmados de hantavírus ligados ao navio de cruzeiro onde foram registadas três mortes, enquanto o líder da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afastou o cenário de &#8220;uma nova covid&#8221;, sublinhando que &#8220;o risco atual para a saúde pública&#8221; se mantém &#8220;baixo&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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