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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>10 Junho: Presidente da República salienta coragem e espírito de missão das Forças Armadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 10 jun 2026 (Lusa) &#8212; O Presidente da República salientou hoje a &#8220;coragem, ideia de serviço e espírito de missão&#8221; das Forças Armadas ao longo de gerações e considerou que os militares compreendem com clareza que a defesa da paz exige resiliência.</P><br />
<P>Esta posição constou de uma mensagem de António José Seguro destinada ao XXIII Encontro Nacional de Homenagem aos Combatentes, que foi lida pelo presidente da comissão promotora da cerimónia, tenente-general António Menezes. Uma cerimónia que decorreu junto ao Monumento aos Combatentes do ultramar, em Belém, Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Esta homenagem tem um significado profundo. Não prestamos homenagem apenas ao passado militar de Portugal, prestamos homenagem a uma ideia de serviço, de coragem e de dever que continua a dar sentido à nossa identidade coletiva&#8221;, escreveu o chefe de Estado.</P><br />
<P>Na sua mensagem, o Presidente da República referiu-se à atual conjuntura mundial, &#8220;um tempo marcado pela incerteza, pela instabilidade internacional e pelo regresso da guerra ao espaço europeu&#8221;.</P><br />
<P>Neste contexto, segundo António José Seguro, &#8220;os portugueses compreendem hoje com maior clareza que a paz exige preparação, capacidade e resiliência, compreendem que a segurança de uma democracia depende também da solidez das suas instituições e da prontidão daqueles que a defendem&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As Forças Armadas continuam a desempenhar uma missão insubstituível ao serviço da República, na proteção dos portugueses, na defesa da soberania nacional, na resposta a emergências complexas, no cumprimento dos compromissos internacionais e na afirmação externa de Portugal como país credível, responsável e solidário&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Nesse sentido, na perspetiva do chefe de Estado, &#8220;honrar os combatentes significa também garantir que o reconhecimento nacional se traduz em dignidade, respeito e apoio efetivo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portugal não pode esquecer aqueles que carregam ainda hoje as consequências físicas e emocionais do serviço prestado ao país. Os combatentes merecem não apenas gratidão, mas também justiça, proximidade e reconhecimento concreto. A memória nacional constrói-se através de símbolos, mas sustenta-se através de ações&#8221;, completou.</P><br />
<P>António José Seguro referiu-se, ainda, às gerações mais jovens, advogando que &#8220;servir Portugal, seja nas Forças Armadas, na proteção das populações, na defesa da liberdade e da soberania, continuará sempre a representar uma das formas mais elevadas de compromisso cívico e de serviço ao país&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A todos os que serviram Portugal, deixo uma palavra de gratidão em nome dos portugueses. O vosso exemplo pertence à História de Portugal, mas pertence também ao seu futuro. Ao honrarmos os nossos combatentes, reforçamos a consciência do que somos, da liberdade conquistada e da responsabilidade coletiva de preservar&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Após a leitura da mensagem do Presidente da República, o vice-almirante Henrique da Silva Fonseca, presidente da comissão executiva da cerimónia, recordou o seu percurso na Armada, com operações em Angola, mas também em Moçambique, designadamente em Cabo Delgado, em Timor-Leste e na Guiné-Bissau antes do 25 de Abril de 1974.</P><br />
<P>&#8220;Os combatentes do ultramar deixaram sementes de evolução, progresso e integração. Deram tempo &#8212; deram mesmo muito tempo &#8212; para que o problema político fosse resolvido&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Em relação à atual situação, o vice-almirante advertiu que &#8220;o grande aliado&#8221;, os Estados Unidos, estão a alterar as suas prioridades estratégicas, privilegiando o Pacífico, enquanto a Rússia, a leste, já invadiu a Geórgia e a Ucrânia e ameaça outros países.</P><br />
<P>&#8220;A melhor homenagem que se pode prestar aos antigos combatentes é provar que o seu esforço não foi em vão. E continuamos dispostos a pegar em armas se tal for necessário&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Após os discursos, seguiu-se uma cerimónia inter-religiosa, católica e muçulmana, pelo tenente capelão Óscar Paiva e pelo sheik David Munir, uma homenagem aos mortos, a deposição de flores e o Hino Nacional pela Banda da GNR, com salva protocolar por um navio da Armada.</P><br />
<P>No encerramento, assistiu-se a uma passagem de aeronaves da Força Aérea, antes do tradicional almoço-convívio nos terrenos em frente ao Monumento aos Combatentes.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774326]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal apoia com 17 ME micro, pequenas e médias empresas moçambicanas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:10:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo de Portugal vai apoiar as micro, pequenas e médias empresas (MPME) de Moçambique com 17 milhões de euros através do Fundo Empresarial de Cooperação Portuguesa (FECOP), cuja assinatura ocorreu em dezembro, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo de Portugal vai apoiar as micro, pequenas e médias empresas (MPME) de Moçambique com 17 milhões de euros através do Fundo Empresarial de Cooperação Portuguesa (FECOP), cuja assinatura ocorreu em dezembro, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>&#8220;O FECOP é um instrumento de cooperação financeira, neste momento tem um orçamento de cerca de 17 milhões de euros. É um fundo exclusivamente direcionado para o setor privado moçambicano, especificamente para Micro, Pequenas e Médias Empresas, também para associações de produtores e cooperativas&#8221;, disse a chefe de Cooperação na embaixada de Portugal, Helena Guerreiro, durante o segundo Fórum de Negócios Moçambique &#8211; União Europeia (Global Gateway), que termina hoje em Maputo.</P><br />
<P>Segundo a responsável, o fundo &#8211; criado em 2014 &#8211; constitui um instrumento importante da cooperação entre Portugal e Moçambique, orientado para mitigar alguns dos principais desafios enfrentados pelo país, passando agora a contar com novas facilidades para o seu desembolso.</P><br />
<P>&#8220;Fizemos uma avaliação no ano passado e identificámos alguns constrangimentos à utilização do FECOP, pelo menos da forma que nós gostaríamos&#8221;, reconheceu.</P><br />
<P>Helena Guerreiro indicou que o instrumento, agora melhorado, está organizado em diferentes linhas de apoio.</P><br />
<P>A primeira é destinada a empresas, associações e cooperativas, financia projetos de investimento e pode garantir até 90% do crédito, com um limite máximo de cerca de 25,5 milhões de meticais (345,4 mil euros), exigindo um nível mínimo de capitais próprios de 20%.</P><br />
<P>A segunda abrange empresas localizadas em zonas afetadas por calamidades, permitindo financiar tanto investimento como tesouraria, com garantias até 85% e um teto de cerca de 6,5 milhões de meticais (88 mil euros). </P><br />
<P>A terceira destina-se às instituições de microfinanças, para reforçar as suas carteiras de crédito, podendo beneficiar de garantias até 90% e um limite de financiamento aproximado de cinco milhões de meticais (67,7 mil euros), numa abordagem que permite que o financiamento chegue de forma indireta a mais empresas, através destas entidades intermediárias.</P><br />
<P>Além disso, o fundo inclui uma linha de subvenções destinada a micro e pequenas empresas, particularmente ligadas a jovens e iniciativas prioritárias, que oferece apoios diretos até cerca de 450 mil meticais (60,9 mil euros) para promoção da competitividade e desenvolvimento empresarial.</P><br />
<P>&#8220;Nas subvenções, as candidaturas são muito simplificadas para tentarmos, de facto, que a adesão seja aquela que nós esperemos&#8221;, assinalou Helena Guerreiro.</P><br />
<P>No geral, os instrumentos preveem taxas de juro bonificadas, baseadas na &#8220;prime rate&#8221; com reduções significativas, tornando o crédito mais acessível às empresas moçambicanas.</P><br />
<P>Em dezembro, Portugal e Moçambique assinaram, no Porto, 22 instrumentos jurídicos de cooperação durante a sexta cimeira bilateral, incluindo uma adenda ao Programa Estratégico de Cooperação 2022-2026 entre ambos os governos.</P><br />
<P>Na altura, o Governo português assinou com a Associação Moçambicana de Bancos um acordo para a operacionalização do protocolo de apoio financeiro do FECOP, lançado em 2014, em Maputo, na altura com uma dotação de 13 milhões de dólares (11,1 milhões de euros), para apoio ao desenvolvimento empresarial.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774325]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Conselho Orçamental Europeu alerta para &#8220;aumento injustificado da despesa&#8221; na UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:01:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Conselho Orçamental Europeu (COE), organismo consultivo independente da Comissão Europeia, avisou hoje que o alívio das regras orçamentais da União Europeia (UE) devido à crise energética pode levar a uma "expansão orçamental discricionária injustificada", criticando esta flexibilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho Orçamental Europeu (COE), organismo consultivo independente da Comissão Europeia, avisou hoje que o alívio das regras orçamentais da União Europeia (UE) devido à crise energética pode levar a uma &#8220;expansão orçamental discricionária injustificada&#8221;, criticando esta flexibilidade.</P><br />
<P>&#8220;A nova flexibilidade para medidas de apoio energético ao abrigo da cláusula de salvaguarda nacional, proposta pela Comissão no pacote de supervisão da primavera de 2026, pode conduzir a uma expansão orçamental discricionária injustificada num momento em que o nível de apoio orçamental continua elevado e a inflação está novamente a aumentar&#8221;, salienta o COE, num relatório hoje publicado e ao qual a Lusa teve acesso.</P><br />
<P>Segundo este organismo consultivo independente da Comissão Europeia, &#8220;a maioria das novas medidas de apoio não é direcionada para grupos específicos&#8221;, ao contrário do recomendando, no atual contexto de crise energética devido à guerra do Irão causada pelos ataques norte-americanos e israelitas.</P><br />
<P>Em comunicado, o presidente do COE, Pieter Hasekamp, vinca que &#8220;o choque energético é real, mas exige transformação e não estímulo&#8221; orçamental.</P><br />
<P>&#8220;A credibilidade orçamental, construída através do cumprimento das trajetórias de despesa acordadas, é a nossa melhor proteção contra o aumento dos custos de financiamento. O apoio às famílias e às empresas deve ser temporário, direcionado e compensado por outras medidas e não servir como uma via indireta para um alívio mais amplo da política orçamental&#8221;, elenca o responsável.</P><br />
<P>A posição surge depois de a Comissão Europeia ter anunciado, na semana passada no âmbito do pacote de primavera do Semestre Europeu, que os Estados-membros podem beneficiar de alguma flexibilidade nas regras orçamentais não apenas para despesas com defesa, mas também para determinados investimentos em segurança energética.</P><br />
<P>Na prática, os países poderão acomodar mais facilmente despesas destinadas a reduzir a dependência de combustíveis fósseis importados e a reforçar a resiliência energética da UE recorrendo à mesma cláusula de salvaguarda nacional já ativada para o setor da defesa.</P><br />
<P>De acordo com Bruxelas, os investimentos em resiliência energética realizados desde fevereiro de 2026 podem beneficiar desta flexibilidade orçamental.</P><br />
<P>Ainda assim, há limites: dos até 1,5% do PIB de despesa adicional permitidos ao abrigo da cláusula de salvaguarda, apenas 0,3% do PIB por ano e 0,6% do PIB no total entre 2026 e 2028 podem ser utilizados para este tipo de medidas.</P><br />
<P>O executivo comunitário sublinhou, contudo, que esta flexibilidade não altera os mecanismos de controlo das contas públicas nem dispensa os Estados-membros de manter uma trajetória compatível com a sustentabilidade orçamental.</P><br />
<P>As regras orçamentais da UE visam assegurar a sustentabilidade das finanças públicas, estabelecendo que o défice orçamental não deve ultrapassar 3% do PIB e que a dívida pública deve manter-se abaixo de 60% do PIB ou seguir uma trajetória de redução credível quando excede esse limite.</P><br />
<P>O COE é um órgão consultivo independente criado pela Comissão Europeia para acompanhar e avaliar a aplicação das regras orçamentais da UE e, embora as suas análises e recomendações não tenham caráter vinculativo, são frequentemente utilizadas como referência no debate sobre a sustentabilidade das finanças públicas.</P><br />
<P>No relatório hoje publicado, o COE lembra, ainda, que &#8220;a atual situação macroeconómica e as perspetivas para a área do euro têm um grau excecional de incerteza devido às consequências da guerra no Irão&#8221; e sugere &#8220;apoios temporários, não distorcivos e bem direcionados&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774323]]></sapo:autor>
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		<title>Comércio entre UE e Comunidade de Desenvolvimento da África Austral subiu 26% em 10 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:51:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bruxelas, 10 jun (Lusa) - O comércio entre a União Europeia (UE) e a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), que inclui Moçambique, aumentou 26% na última década, revelam dados divulgados hoje pela Comissão Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Bruxelas, 10 jun (Lusa) &#8211; O comércio entre a União Europeia (UE) e a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), que inclui Moçambique, aumentou 26% na última década, revelam dados divulgados hoje pela Comissão Europeia.</P><br />
<P>No dia em que assinala uma década do acordo de parceria económica entre as duas regiões, o executivo comunitário indica em comunicado que o comércio global entre os 27 Estados-membros da UE e os seis parceiros da SADC &#8211; Botswana, Lesoto, Moçambique, Namíbia, Essuatíni e África do Sul &#8212; envolvidos &#8220;tem aumentado de forma constante, crescendo 26% nos últimos dez anos&#8221;.</P><br />
<P>Nesta década, as importações da UE provenientes destes seis Estados da SADC registaram um aumento de 38%, enquanto o investimento europeu naquela região atingiu 50,4 mil milhões de euros em 2024, um aumento de 23% desde 2016.</P><br />
<P>De acordo com Bruxelas, este acordo de comércio e desenvolvimento &#8220;tem vindo a ligar pessoas e empresas do Botswana, Lesoto, Moçambique, Namíbia, Essuatíni e África do Sul aos Estados-membros da UE, gerando benefícios claros para todas as partes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Como resultado destas histórias de sucesso alcançadas através do acordo, a União Europeia é hoje o principal parceiro económico dos seis Estados da SADC abrangidos pelo acordo&#8221;, destaca Bruxelas.</P><br />
<P>Lembrando a atual instabilidade geoeconómica mundial, a Comissão Europeia descreve esta parceria como &#8220;um exemplo claro de como relações económicas profundas e diversificadas são a melhor proteção contra a imprevisibilidade dos mercados globais&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774319]]></sapo:autor>
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		<title>10 Junho: Seguro defende paz, direitos humanos e &#8220;relação de equilíbrio&#8221; com aliados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:44:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República defendeu hoje, a partir dos Açores, a paz, os direitos humanos e a Carta das Nações Unidas e uma "relação de equilíbrio" com os aliados, no seu discurso do 10 de Junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República defendeu hoje, a partir dos Açores, a paz, os direitos humanos e a Carta das Nações Unidas e uma &#8220;relação de equilíbrio&#8221; com os aliados, no seu discurso do 10 de Junho.</p>
<p>Nesta ocasião, António José Seguro insistiu na ideia de que a &#8220;autonomia estratégica europeia&#8221; é conciliável com a &#8220;defesa transatlântica&#8221;, acrescentando: &#8220;Autonomia não significa isolamento. Significa liberdade de decisão e responsabilidade, aperfeiçoando, atualizando e reforçando cooperações bilaterais com os nossos aliados&#8221;.</p>
<p>Na cerimónia militar comemorativa do Dia de Portugal, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, onde está situada a Base das Lajes, o chefe de Estado e comandante supremo das Forças Armadas referiu que os Açores estão &#8220;num ponto estratégico da relação entre a Europa e o continente americano, entre o Atlântico Norte e as grandes rotas marítimas e aéreas que estruturam a ordem global&#8221;.</p>
<p>&#8220;Por todas estas razões, é um lugar que nos obriga a assumir especiais responsabilidades e deveres, no quadro da afirmação plena da nossa soberania, dos nossos interesses e do nosso futuro estratégico. Sempre no respeito mútuo do que está assumido, seja com um país, seja com a comunidade internacional e com a Carta das Nações Unidas. E na minha perspetiva, uma situação não está dissociada das outras&#8221;, afirmou, na parte inicial do seu discurso.</p>
<p>António José Seguro enquadrou &#8220;o presente e o futuro da Europa e da América do Norte&#8221; como &#8220;dimensões de uma mesma comunidade de segurança, que tem na NATO o seu pilar fundamental&#8221; e o Atlântico como &#8220;parte da autonomia estratégica europeia, do ponto de vista político, económico, energético, tecnológico e de segurança e defesa&#8221;.</p>
<p>&#8220;A garantia da segurança dos países europeus só é possível em articulação com os nossos aliados, numa relação de equilíbrio e reciprocidade, de respeito pela soberania dos Estados, assente em valores que, apesar da incerteza dos tempos, não mudam: a paz, a liberdade, os direitos humanos e o multilateralismo &#8212; valores que norteiam a ação das nossas Forças Armadas em Portugal e destacadas em missão por todo o mundo&#8221;, sustentou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774318]]></sapo:autor>
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		<title>10 Junho: Miguel Monjardino diz que &#8220;coragem é liberdade e liberdade é coragem&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente da Comissão Organizadora do Dia de Portugal, Miguel Monjardino, afirmou hoje que "coragem é liberdade e liberdade é coragem", e alertou que uma nação livre "não deve ter medo", mas estar "prevenida e preparada".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Comissão Organizadora do Dia de Portugal, Miguel Monjardino, afirmou hoje que &#8220;coragem é liberdade e liberdade é coragem&#8221;, e alertou que uma nação livre &#8220;não deve ter medo&#8221;, mas estar &#8220;prevenida e preparada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Coragem é liberdade e liberdade é coragem. Na Nazaré, estão algumas das maiores ondas do mundo. Hugo Vau e Joana Andrade são surfistas, olham para a terra a partir do mar. Ambos mostraram a Portugal e ao mundo que é possível surfar aquelas ondas enormes. Para tal, é necessário muita coragem, treino, uma preparação meticulosa, uma boa avaliação do risco e um vasto ecossistema de apoio&#8221;, disse Miguel Monjardino na sessão solene das comemorações do Dia de Portugal, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores.</P><br />
<P>Segundo Monjardino, hoje, milhares de pessoas vão à Nazaré &#8220;ver os novos heróis e heroínas do mar ultrapassar os seus limites naquelas paredes de mar que rugem com estrondo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nos próximos anos teremos de navegar em ondas semelhantes à da Nazaré. Estas marés da história mudarão novamente o mundo. Este não é o tempo de alimentarmos ilusões sobre as mudanças que estão em curso e as suas consequências. Este não é o tempo de enterrarmos a cabeça na areia e negar os factos&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O tempo atual é de &#8220;deixamos para trás o canto de sonhos em que temos vivido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Somos um país com quase nove séculos de História. Tal deve dar-nos confiança em relação ao futuro. Por razões geográficas, o nosso papel nas guerras continentais europeias foi sempre marginal, mas fomos e somos sempre significativos nas comunicações transatlânticas&#8221;, referiu.</P><br />
<P>O professor e analista político, nomeado pelo Presidente da República para presidir à comissão organizadora das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, também sublinhou no seu discurso que a reflexão coletiva e informada &#8220;foi sempre a grande vantagem das democracias, sobretudo por afastar mitos do passado e fantasmas do futuro que nos entorpeçam&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Até 2030 viveremos tempos de urgência, a desordem e a ignorância são os nossos principais inimigos&#8221;, alertou.</P><br />
<P>E prosseguiu: &#8220;Temos aliados na Europa, Américas, Ásia, Oceania com quem partilhamos valores, interesses e memórias históricas. Claro que sim, mas tal como Camões e os surfistas da Nazaré, dependeremos primeiro de nós&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Teremos de estar atento aos nossos aliados e adversários. Uma nação livre não deve ter medo, não deve, deve é estar prevenida e preparada. Heroínas e heróis do mar, o amanhã não é longe demais. Eu repito, o amanhã não é longe demais&#8221;, concluiu Miguel Monjardino.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774317]]></sapo:autor>
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		<title>Partido Likud anuncia recandidatura de Netanyahu nas próximas eleições em Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:30:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, vai recandidatar-se nas próximas eleições, confirmou hoje o seu partido, o Likud, após o Presidente norte-americano Donald Trump ter colocado em dúvida a sua candidatura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, vai recandidatar-se nas próximas eleições, confirmou hoje o seu partido, o Likud, após o Presidente norte-americano Donald Trump ter colocado em dúvida a sua candidatura.</P><br />
<P>Num breve comunicado publicado nos seus canais, o Likud afirma que &#8220;Netanyahu irá concorrer às próximas eleições e, com a ajuda de Deus, irá vencer&#8221;.</P><br />
<P>O partido de Netanyahu reagia assim às palavras de Trump, que, numa entrevista à rede ABC, pôs em dúvida a vontade do atual primeiro-ministro israelita em continuar no cargo.</P><br />
<P>&#8220;Não sei, teve uma carreira incrível. Quer continuar? Porque, como sabem, é um primeiro-ministro em tempo de guerra. Vamos ganhar a guerra muito em breve, de uma forma ou de outra, e sabem que é um primeiro-ministro em tempo de guerra&#8221;, disse Trump à ABC, segundo publicou na sua conta do X o diretor da emissora em Washington, Jonathan Karl.</P><br />
<P>Ainda não há uma data concreta para a realização das eleições em Israel, mas estas deverão ser convocadas, o mais tardar, em 27 de outubro.</P></p>
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		<title>Ucrânia: Rússia ameaça Canadá com &#8220;resposta adequada&#8221; ao fabrico de drones para Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia ameaçou hoje o Canadá com medidas adequadas e proporcionais de resposta ao acordo para o fabrico de drones destinados ao exército da Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia ameaçou hoje o Canadá com medidas adequadas e proporcionais de resposta ao acordo para o fabrico de drones destinados ao exército da Ucrânia.</P><br />
<P>&#8220;Reservamo-nos o direito a uma resposta adequada e teremos em conta esta nova circunstância no nosso planeamento político-militar&#8221;, alertou a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, numa conferência de imprensa em que abordou este acordo.</P><br />
<P>Segundo a agência de notícias TASS, no final de maio, o Ministério da Defesa do Canadá, país que faz parte da NATO, anunciou a assinatura de um acordo para o fabrico de drones de combate em território canadiano, os quais se destinariam às Forças Armadas da Ucrânia.</P><br />
<P>Os governos do Canadá e da Ucrânia assinaram um acordo estratégico para a produção conjunta de sistemas de armas não tripulados, como estes drones, uma questão que tem sido criticada pelo governo russo. </P><br />
<P>Este acordo inclui a fabricação de veículos aéreos não tripulados para que Kiev reforce a sua defesa aérea.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774315]]></sapo:autor>
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		<title>UE fecha acordo económico modernizado com quatro países da África Subsariana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:07:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A União Europeia (UE) concluiu hoje as negociações de um acordo de parceria económica modernizado com quatro países da África Oriental e Austral - Comores, Madagáscar, Maurícia e Seicheles -, visando reforçar as relações comerciais e de investimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A União Europeia (UE) concluiu hoje as negociações de um acordo de parceria económica modernizado com quatro países da África Oriental e Austral &#8211; Comores, Madagáscar, Maurícia e Seicheles -, visando reforçar as relações comerciais e de investimento.</P><br />
<P>O anúncio foi feito pela Comissão Europeia &#8211; que detém a política comercial da UE &#8211; num comunicado divulgado em Bruxelas, no qual salienta que este é o &#8220;primeiro acordo de parceria económica assinado entre a UE e parceiros da África Subsariana, estabelecendo um importante marco de referência para futuras relações económicas UE-África&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O acordo permanecerá aberto à adesão de outros países da África Oriental e Austral&#8221;, salienta o executivo comunitário, que está em negociações com o Zimbabué.</P><br />
<P>Segundo a instituição, o novo acordo estabelece um enquadramento mais amplo e previsível para o comércio, indo além do tradicional acesso a mercados de bens, e incluindo áreas como serviços, investimento, comércio digital, propriedade intelectual e contratação pública.</P><br />
<P>O acordo pretende, também, reforçar a integração económica regional e apoiar o desenvolvimento sustentável nos países envolvidos, já que entre os compromissos está a inclusão de normas vinculativas em matéria de ambiente, direitos laborais, igualdade de género e combate às alterações climáticas, alinhadas com o Acordo de Paris.</P><br />
<P>Em termos económicos, Bruxelas destaca que a UE é o principal parceiro comercial do grupo de quatro países da África Oriental e Austral &#8212; Comores, Madagáscar, Maurícia e Seicheles &#8212; visados neste acordo, representando cerca de 24% do comércio total de mercadorias e 33% dos serviços.</P><br />
<P>Em 2024, o comércio bilateral atingiu 9,7 mil milhões de euros.</P><br />
<P>O acordo ainda terá de passar pelos procedimentos internos da União Europeia, incluindo aprovação do Conselho e consentimento do Parlamento Europeu, antes de poder ser assinado e entrar em vigor, dependendo ainda da ratificação dos países africanos signatários.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774311]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Costa condena ataques ao Kuwait e pede que todos privilegiem diplomacia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:04:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente do Conselho Europeu condenou hoje os ataques iranianos ao Kuwait e defendeu que a "diplomacia é a única maneira de se alcançar a segurança e estabilidade no Médio Oriente", pedindo a todos que privilegiem essa via.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Conselho Europeu condenou hoje os ataques iranianos ao Kuwait e defendeu que a &#8220;diplomacia é a única maneira de se alcançar a segurança e estabilidade no Médio Oriente&#8221;, pedindo a todos que privilegiem essa via.</P><br />
<P>Numa mensagem divulgada nas redes sociais, António Costa refere que falou hoje ao telefone com o príncipe herdeiro do Kuwait, Sabah Khalid Al Hamad Al-Sabah, a quem manifestou &#8220;a total solidariedade da Europa após os recentes ataques do Irão e dos seus grupos aliados [&#8216;proxies&#8217;]&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A diplomacia é a única maneira de se alcançar a segurança e estabilidade no Médio Oriente &#8212; a UE insta todas as partes a permanecerem comprometidas com a via diplomática&#8221;, defende.</P><br />
<P>O presidente do Conselho Europeu acrescenta que se está a assinalar o 40.º aniversário das relações diplomáticas entre a UE e o Kuwait e diz esperar que os laços entre as duas partes se reforcem no futuro.</P><br />
<P>O Irão anunciou hoje ataques contra bases norte-americanas no Kuwait, Bahrein e Jordânia, em resposta a ataques dos Estados Unidos, por sua vez justificados como retaliação contra o abate de um helicóptero norte-americano no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Segundo a Guarda Revolucionária iraniana, entre os alvos da retaliação esteve a Quinta Frota norte-americana estacionada no Bahrein e a base aérea de Ali Al Salem no Kuwait, enquanto a Jordânia assegurou ter intercetado vários mísseis sem registo de vítimas ou danos materiais.</P><br />
<P>O Irão utilizou mísseis e drones para atacar cerca de vinte alvos, entre os quais hangares de caças F-35 em território jordano e sistemas de radar no Bahrein, avançou a Fars.</P><br />
<P>Teerão advertiu para uma &#8220;resposta mais severa&#8221;, caso continue o que descreveu como &#8220;agressão&#8221; norte-americana, acrescenta a agência iraniana próxima da Guarda da Revolução.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774308]]></sapo:autor>
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		<title>Deputado do PSD pede a Seguro regresso do 10 de Junho ao distrito de Évora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 10:54:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado do PSD eleito por Évora, Francisco Figueira, escreveu hoje ao Presidente da República a apelar para que este distrito volte a receber as comemorações oficiais do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O deputado do PSD eleito por Évora, Francisco Figueira, escreveu hoje ao Presidente da República a apelar para que este distrito volte a receber as comemorações oficiais do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.</P><br />
<P>Na carta, também enviada à agência Lusa, o parlamentar social-democrata lembra que passam hoje 40 anos da &#8220;primeira e única vez&#8221; que o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas foi comemorado oficialmente no distrito de Évora.</P><br />
<P>Francisco Figueira recorda ainda que a celebração em Évora &#8220;foi o primeiro 10 de Junho do então Presidente da República, Mário Soares, e também o primeiro do então primeiro-ministro, Aníbal Cavaco Silva&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Passaram 40 anos, quatro Presidentes da República e oito primeiros-ministros, mas o decurso do tempo e dos mandatos não foram suficientes para fazer regressar essa efeméride a este território&#8221;, assinala.</P><br />
<P>Aludindo ao &#8220;abandono institucional que a factualidade descreve por si&#8221;, o deputado realça que &#8220;Portugal tem apenas 18 distritos e duas regiões autónomas, o que teria dado para, em rotatividade, dar duas voltas ao país nos últimos 40 anos&#8221;.</P><br />
<P>Figueira considera que António José Seguro, que tomou posse há três meses, &#8220;não tem naturalmente qualquer responsabilidade&#8221;, mas lamenta que &#8220;em 50 anos de regime democrático apenas por uma vez o distrito de Évora tenha sido palco desta comemoração&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não posso deixar de aproveitar a passagem dos 40 anos desse singular momento para apelar que, no decurso do seu mandato, o distrito de Évora possa voltar a ser palco das comemorações oficiais do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Este ano, por decisão do Presidente da República, António José Seguro, as comemorações oficiais do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas realizam-se na ilha Terceira, na Região Autónoma dos Açores, e no Luxemburgo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774300]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trabalhadores da Intelcia pedem mais tempo para sair de instalações da Câmara de Fafe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 10:52:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 50 trabalhadores do 'call center' da Intelcia, uma empresa prestadora de serviços, concentraram-se hoje diante da Câmara de Fafe para pedir ao executivo que prolongue até 31 de dezembro o aluguer do edifício no qual trabalham.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 50 trabalhadores do &#8216;call center&#8217; da Intelcia, uma empresa prestadora de serviços, concentraram-se hoje diante da Câmara de Fafe para pedir ao executivo que prolongue até 31 de dezembro o aluguer do edifício no qual trabalham.</P><br />
<P>A porta-voz dos cerca de 220 trabalhadores da empresa, Inês Silva, explicou à Lusa que &#8220;o espaço onde a empresa está instalada em Fafe é da autarquia que, após o ter cedido há uns anos para garantir a fixação dos postos de trabalho, decidiu agora instalar ali a Proteção Civil local, bem como a Polícia Municipal&#8221;. </P><br />
<P>Questionada sobre o facto de apenas 50 dos 220 trabalhadores participarem no protesto, a também chefe de equipa explicou que a empresa se divide em &#8220;projetos portugueses e franceses e que o serviço francês está a trabalhar, enquanto o português cumpre o feriado de 10 de junho&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Todavia, temos aqui algumas pessoas do serviço francês&#8221;, revelou Inês Silva.</P><br />
<P>Segundo a porta-voz, a empresa recebeu em janeiro a indicação da autarquia do distrito de Braga para sair até 31 de julho, alegando que precisa das instalações para albergar os dois serviços, prazo que a empresa e os trabalhadores &#8220;constataram ser curto para encontrar uma solução&#8221;, pelo que pedem que esse prazo seja dilatado até 31 de dezembro.</P><br />
<P>&#8220;Foram encontradas alternativas pela empresa (&#8230;), mas não é de um dia para o outro que um edifício com o tamanho do atual se consegue&#8221;, insistiu a representante dos trabalhadores.</P><br />
<P>Inês Silva revelou que a empresa pediu ao presidente da Câmara, por carta, que se prolongue o prazo, pelo menos até 31 de dezembro, para dar mais hipóteses à empresa, que já tem negociações com outro concelho, evitando, dessa forma, o recurso ao teletrabalho&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A preocupação da empresa é a manutenção de todos os postos de trabalho, mas o teletrabalho pode ser inevitável&#8221;, admitiu a trabalhadora, preocupada como o facto de existirem colegas que &#8220;não conseguirão trabalhar nessa versão e que podem acabar no desemprego&#8221;. </P><br />
<P>Inês Silva lembrou ainda que a empresa está no concelho há 10 anos e que a sua chegada foi destacada pelo então presidente da Câmara &#8220;porque trazia emprego a Fafe e, agora, o atual, de um momento para o outro, decide que, afinal, esse sítio passa para a Proteção Civil e para a Polícia Municipal&#8221;.</P><br />
<P>A Lusa tentou uma reação da autarquia e recebeu como resposta que o presidente da Câmara Municipal, Antero Barbosa (PS), &#8220;falará amanhã do assunto durante a reunião do executivo&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>JFO/PFT // FPA</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774297]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Escritor Julian Barnes vence Prémio Princesa das Astúrias das Letras 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 10:47:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O escritor britânico Julian Barnes venceu o Prémio Princesa das Astúrias das Letras 2026, anunciou hoje o júri, em Oviedo, no norte de Espanha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O escritor britânico Julian Barnes venceu o Prémio Princesa das Astúrias das Letras 2026, anunciou hoje o júri, em Oviedo, no norte de Espanha.</P><br />
<P>Julian Barnes é &#8220;considerado por causa das suas novelas e histórias curtas como pós-modernista&#8221;, assim como &#8220;uma das maiores revelações da narrativa inglesa das últimas décadas&#8221;, sublinhou a Fundação Princesa das Astúrias, que atribui estes prémios, num comunicado.</P><br />
<P>A fundação, além da obra literária de décadas, reconhecida por múltiplos galardões internacionais, destacou também o compromisso de Julian Barnes com os direitos humanos e a sua colaboração com organizações não-governamentais como a Freedom from Torture e Dignity in Dying.</P><br />
<P>Na ata de atribuição do prémio, o júri qualificou Julian Barnes como &#8220;extraordinário narrador e ensaísta, dotado de humor, ironia&#8221; e, citando o próprio escritor, com &#8220;um otimismo melancólico e um pessimismo alegre&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Barnes dá uma visão lúcida, quente e compassiva do género humano e emprega a memória como definidora da identidade sem renunciar à imaginação, com o amor como princípio essencial&#8221;, lê-se no mesmo texto.</P><br />
<P>Para o júri, a obra de Julian Barnes &#8220;reelabora, com olhar europeísta, a história da literatura, a arte, a música e até a gastronomia, até alcançar um estilo único, que o singulariza dentro de uma geração de autores britânicos especialmente brilhantes, que marcaram a literatura contemporânea&#8221;.</P><br />
<P>Julian Barnes, que nasceu em Leicester, Reino Unido, em 1946, estudou Línguas Modernas em Oxford e trabalhou como lexicógrafo para o famoso dicionário Oxford de língua inglesa.</P><br />
<P>Foi também crítico literário e colunista de publicações de referência como Sunday Times, The Observer ou The New Yorker. </P><br />
<P>Publicou o primeiro livro em 1980 (&#8220;Metroland&#8221;), que recebeu no ano seguinte o Prémio Somerset Maugham, e é também autor de novelas policiais com o pseudónimo de Dan Kavanagh, que estreou no mesmo ano, com &#8220;Duffy&#8221;.</P><br />
<P>Julian Barnes é atualmente publicado em Portugal pela editora Quetzal.</P><br />
<P>O Prémio Princesa das Astúrias para as Letras foi atribuído em 2025 ao escritor espanhol Eduardo Mendoza e, em edições anteriores, a escritores como Haruki Murakami (2023), Siri Hustvedt (2019), Leonard Cohen (2011), Amin Maalouf (2010), Margaret Atwood (2008), Nelida Piñon (2005), Arthur Miller (2002), Doris Lessing (2001), Gunter Grass (1999), Mário Vargas Llosa (1986) e Juan Rulfo (1983), entre outros.</P><br />
<P>Os Prémios Princesa das Astúrias distinguem o &#8220;trabalho científico, técnico, cultural, social e humanitário&#8221; realizado por pessoas ou instituições a nível internacional. </P><br />
<P>São atribuídos oito galardões todos os anos, em diversas áreas, e cada prémio consiste numa escultura do pintor e escultor espanhol Joan Miró, 50.000 euros, um diploma e uma insígnia, entregues numa cerimónia solene com a Família Real espanhola, em Oviedo, no norte de Espanha, em outubro.</P><br />
<P>O prémio das Letras foi o sétimo deste ano, naquela que é a 46.ª edição destes galardões.</P><br />
<P>Nas últimas semanas, a Fundação Princesa das Astúrias anunciou a atribuição do prémio de Desporto 2026 ao futebolista argentino Leonel Messi; o de Ciências Sociais ao historiador e ensaísta britânico Timothy Garton Ash, o das Artes à cantora e escritora norte-americana Patti Smith; o de Comunicação e Humanidades aos estúdios de animação japonesa Ghibli; o de Investigação Científica e Técnica 2026 aos químicos britânicos David Klenerman e Shankar Balasubramanian e ao biofísico francês Pascal Mayer; e o de Cooperação Internacional 2026 ao Banco Mundial de Sementes de Svalbard, na Noruega.</P><br />
<P>Na próxima semana será anunciado o prémio Concórdia 2026.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774293]]></sapo:autor>
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		<title>Israel emite novas ordens de evacuação para três localidades do Sul do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 10:45:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Exército israelita emitiu hoje ordens de evacuação para três localidades do Sul do Líbano, devido a novos bombardeamentos contra alegados alvos da milícia xiita Hezbollah, no âmbito dos ataques e da sua invasão terrestre do país vizinho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Exército israelita emitiu hoje ordens de evacuação para três localidades do Sul do Líbano, devido a novos bombardeamentos contra alegados alvos da milícia xiita Hezbollah, no âmbito dos ataques e da sua invasão terrestre do país vizinho.</P><br />
<P>O porta-voz em árabe do Exército israelita, Avichai Adrai, indicou nas redes sociais que as ordens afetam as localidades de Qasaniyé, Humin al Fauqa e Ansariya, antes de sublinhar que o Exército &#8220;se vê obrigado&#8221; a agir contra o Hezbollah devido às &#8220;suas violações do cessar-fogo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Para a vossa segurança, devem deixar as vossas casas&#8221;, afirmou, ao mesmo tempo que pediu à população que se deslocasse para o norte do rio Zahrani, situado a norte do rio Litani.</P><br />
<P>&#8220;Quem se encontrar perto de elementos do Hezbollah, das suas instalações e dos seus meios de combate, coloca a sua vida em perigo&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Além disso, o Exército assegurou que, nas últimas 24 horas, lançou vários ataques contra &#8220;infraestruturas do Hezbollah&#8221; na cidade de Tiro e noutros pontos do Sul do país, incluindo uma posição alegadamente utilizada pelo grupo para &#8220;lançar drones explosivos&#8221; a partir desta histórica localidade, onde, na terça-feira, morreram pelo menos onze pessoas.</P><br />
<P>A organização não-governamental World Vision manifestou a sua preocupação com a recente onda de deslocações no Sul do Líbano devido aos ataques israelitas, dizendo que pelo menos 80.000 famílias foram forçadas a abandonar as suas casas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774292]]></sapo:autor>
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		<title>Starmer considera inaceitável violência contra imigrantes na Irlanda do Norte </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 10:42:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, classificou hoje de "chocantes" e "completamente inaceitáveis" os atos de violência contra imigrantes ocorridos na terça-feira à noite em Belfast, na Irlanda do Norte, após um esfaqueamento cujo suspeito é um refugiado sudanês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, classificou hoje de &#8220;chocantes&#8221; e &#8220;completamente inaceitáveis&#8221; os atos de violência contra imigrantes ocorridos na terça-feira à noite em Belfast, na Irlanda do Norte, após um esfaqueamento cujo suspeito é um refugiado sudanês.</P><br />
<P>&#8220;Nada pode justificar a violência e a desordem a que assistimos, que ameaçam as nossas comunidades, nem as ações daqueles que as encorajaram, na Internet ou noutro local. É evidente que ontem à noite houve pessoas que foram alvo de ataques devido às suas origens, e eu não vou tolerar isso&#8221;, escreveu na rede social X.</P><br />
<P>Starmer prometeu punir os responsáveis pelos distúrbios e agradeceu às forças de segurança e de emergência locais &#8220;pela coragem que demonstraram ao garantir a segurança das pessoas&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Apelar à calma deve ser a prioridade, e é isso que exorto neste momento. Temos de deixar a polícia fazer o seu trabalho&#8221;, vincou.</P><br />
<P>O primeiro-ministro falava após a noite de violência, em que homens encapuçados incendiaram várias casas onde acreditavam que viviam imigrantes, queimaram contentores do lixo, incendiaram um autocarro em Belfast e atiraram objetos contra a polícia. </P><br />
<P>Os bombeiros resgataram várias pessoas de casas em chamas.</P><br />
<P>Na origem dos distúrbios registados na noite passada está um esfaqueamento de um homem de cerca de 40 anos por um cidadão que as autoridades adiantaram ser um imigrante sudanês de 30 anos, na segunda-feira pelas 22:30 no norte de Belfast. </P><br />
<P>Presente hoje por videoconferência no Tribunal de Magistrados de Belfast, Hadi Alodid, ficou detido, tendo sido acusado de cegar a vítima no olho esquerdo durante o ataque com uma faca. </P><br />
<P>Foi também acusado de ameaçar matar um técnico de radiologia no mesmo dia e de posse de uma arma branca, segundo informaram os procuradores.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774286]]></sapo:autor>
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		<title>Pacto europeu é &#8220;travão à imigração ilegal&#8221; e incentivo a &#8220;canais regulares&#8221; &#8211; Governo português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 10:30:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Presidência considera que o Pacto de Migrações e Asilo da UE constitui um "travão à imigração ilegal", mas também um incentivo à "migração, regular, segura e ordeira", respeitando os direitos fundamentais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Presidência considera que o Pacto de Migrações e Asilo da UE constitui um &#8220;travão à imigração ilegal&#8221;, mas também um incentivo à &#8220;migração, regular, segura e ordeira&#8221;, respeitando os direitos fundamentais. </P><br />
<P>Em declarações à Lusa por ocasião da entrada plena em vigor do pacto na sexta-feira, Leitão Amaro salientou que a uniformização das regras de entrada vai permitir uma melhor gestão das fronteiras, da integração e retorno de irregulares, ao mesmo tempo que favorece a criação de &#8220;canais regulares&#8221; de imigrantes. </P><br />
<P>O pacto &#8220;deve ser o travão à imigração ilegal&#8221;, mas possibilita &#8220;também a construção e a sustentação de vias de migração regular, segura e ordeira, onde os direitos das pessoas e os seus direitos fundamentais são valorizados&#8221;.</P><br />
<P>Para o ministro, o objetivo &#8220;não é ter a porta toda fechada&#8221;, mas manter &#8220;canais que circulam e fluxos que fluem de forma legal e regular&#8221;. </P><br />
<P>O acordo representa um &#8220;salto muito grande que está a ser dado no reforço do controlo dos fluxos migratórios, mas um controlo com eficácia e com respeito dos direitos humanos na sua grande generalidade&#8221;.</P><br />
<P>Envolve também &#8220;a revisão de vários regulamentos e diretivas nos vários instrumentos e fases do processo migratório&#8221;, desde &#8220;o sistema de controlo nas fronteiras&#8221; à triagem e respostas rápidas a pedidos de asilo. </P><br />
<P>&#8220;É uma resposta europeia a uma evolução que começou ainda em 2015 e 2016, na crise dos refugiados&#8221;, com a pressão da entrada em massa de estrangeiros e que Portugal só sentiu depois, por &#8220;uma decisão de escancarar as portas&#8221; por parte do governo socialista, acusou Leitão Amaro (PSD).</P><br />
<P>O pacto é, assim, &#8220;uma resposta europeia em que os países se puseram de acordo para fortalecer muito as regras, mecanismos de controlo, tecnologias e bases interoperáveis para permitir os controlos de segurança e dos fluxos dos fluxos migratórios, numa ótica de não fechar as portas todas, mas ter mais controlo&#8221;.</P><br />
<P>Mas, &#8220;caso haja incumprimentos das regras, há consequências&#8221;, com a aceleração dos procedimentos de retorno, acrescentou o ministro. </P><br />
<P>No caso português, as alterações às regras do retorno estão ainda em debate, mas algumas das exigências do pacto estão cumpridas, como o reforço dos centros de detenção. </P><br />
<P>&#8220;Não há sistema de controlo de fluxos migratórios sem a possibilidade de retorno funcionar, porque se não existir retorno eficaz cria-se uma perceção de que a ilegalidade não tem grande diferença face à legalidade e que não há grande consequência por se estar irregular&#8221;, explicou o governante.</P><br />
<P>Das 105 medidas do plano nacional de implementação do pacto, 22 estão concluídas e 72 estão em curso, disse Leitão Amaro, destacando o investimento de mais de 30 milhões de euros num &#8220;novo sistema de controlo de entradas e saídas.</P><br />
<P>Este sistema, com recolha de dados biométricos, com mais obrigações de fiscalização e com bases de dados interoperáveis, &#8220;tem permitido na Europa toda um aumento muito significativo da deteção, interceção e afastamento de pessoas em situação ilegal&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>No quadro da implementação do pacto, foi alterada legislação nacional e há um investimento em curso &#8220;na expansão da capacidade no centro de instalação temporária do Porto, com mais de 100 vagas&#8221;, que deve estar concluída em agosto, e um &#8220;centro de triagem junto ao aeroporto de Lisboa, com cento e poucas vagas&#8221;, que deverá ser finalizado &#8220;provavelmente ainda em julho&#8221;. </P><br />
<P>No caso português, foi preciso &#8220;fazer muito mais&#8221;, porque o país saía de &#8220;um ciclo de desmantelamento da política de imigração e do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras)&#8221;, disse Leitão Amaro, salientando que a Europa quer dar um sinal ao mundo de que a única forma de entrar no continente é por canais regulares. </P><br />
<P>Por isso, &#8220;é necessário fortalecer as rotas de migração regular, seguras e ordeiras, com os acordos bilaterais, com o reforço das redes consulares, com os acordos de migração circular e com iniciativas de integração no território nacional&#8221;, bem como &#8220;iniciativas para a atração de talento&#8221;, resumiu ainda Leitão Amaro. </P><br />
<P>O Pacto em matéria de Migração e Asilo é um novo sistema unificado que simplifica a gestão da migração, ao definir regras mais estritas para o asilo, a gestão das fronteiras e a integração, procurando procedimentos mais rápidos e mais prevenção da migração. </P><br />
<P>O pacto entrou em vigor em 2024 e no dia 12 termina o período de transição de dois anos, passando agora a ter de ser cumprido pelos Estados-membros. </P><br />
<P>As medidas incidem sobre as fronteiras externas, os procedimentos comuns de asilo, a partilha de encargos entre Estados-membros e as parcerias internacionais para combater a migração ilegal.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774281]]></sapo:autor>
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		<title>Festival Air Invictus ainda sem autorização da ANAC para a sua realização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 10:30:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) ainda não autorizou a realização do Air Invictus, agendado para 19, 20 e 21 de junho no Porto, Gaia, Maia e Matosinhos, acrescentando que o promotor apresentou alterações no início desta semana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) ainda não autorizou a realização do Air Invictus, agendado para 19, 20 e 21 de junho no Porto, Gaia, Maia e Matosinhos, acrescentando que o promotor apresentou alterações no início desta semana.</P><br />
<P>&#8220;A Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) ainda não proferiu decisão sobre o pedido de realização do evento aeronáutico em apreço, encontrando-se o mesmo em fase de avaliação técnica. Salienta-se que o promotor do evento apresentou alterações, no início desta semana, que abrangem diversos domínios&#8221;, explica o regulador da aviação civil, em resposta enviada hoje à agência Lusa, quando faltam nove dias para o início do festival.</P><br />
<P>Segundo a ANAC, &#8220;a avaliação em curso incide sobre as diversas atividades que o requerente [promotor] pretende integrar no evento aeronáutico&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A decisão final será proferida após a conclusão da análise dos novos elementos apresentados e terá por base critérios exclusivamente relacionados com a segurança operacional, a proteção de terceiros (no solo e no ar) e o cumprimento do enquadramento legal e regulamentar aplicável ao evento e a cada uma das operações nele integradas&#8221;, salienta o regulador. </P><br />
<P>A ANAC lembra que a sua atuação visa a &#8220;prossecução do interesse público na salvaguarda da segurança de pessoas e bens&#8221;, sublinhando que o princípio da segurança é &#8220;o seu objetivo primordial e orientador em todas as vertentes da sua ação regulatória e de supervisão, encontrando-se empenhada na concretização e garantia efetiva desse desígnio&#8221;.</P><br />
<P>Em 08 de maio, a Associação das Atividades Marítimo-Turísticas do Douro (AAMTD), após uma reunião com a organização do Air Invictus e a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), revelou, em comunicado, que o evento ainda &#8220;não tinha a autorização definitiva para a sua realização&#8221;, por parte da ANAC. </P><br />
<P>No comunicado, emitido há um mês, a AAMTD adiantou que, de acordo com a informação transmitida pela organização, o regulador da aviação civil &#8220;apenas emitiria o seu parecer cerca de 15 dias antes da data do evento, agendado para 19, 20 e 21 de junho&#8221;. </P><br />
<P>Na ocasião, esta associação exigiu respostas e soluções, sublinhando que o facto de a ANAC vir a pronunciar-se cerca de 15 dias antes do evento era &#8220;estruturalmente inviável para operadores que planeiam a dois e três anos de antecedência&#8221;.</P><br />
<P>A AAMTD adiantou que a paragem total da navegação no Rio Douro durante os três dias do evento implicaria &#8220;perdas de milhões de euros para os operadores marítimo-turísticos, sem qualquer mecanismo de compensação definido&#8221;, acrescentando &#8220;não existirem locais alternativos para recolocar as embarcações, pois o encerramento do rio não tem solução logística conhecida&#8221;.</P><br />
<P>Fundada em 2018, a AAMTD representa 33 operadores do turismo fluvial na Via Navegável do Douro, entre navios-hotéis, cruzeiros diários, embarcações de animação turística e navegação local e tem como missão defender os interesses do setor, promover a sustentabilidade da atividade e assegurar um diálogo institucional permanente com as autoridades competentes.</P><br />
<P>Em comunicado já divulgado pelos promotores do Air invictus lê-se que &#8220;está a chegar o maior evento aéreo e aeroespacial alguma vez organizado em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Air Invictus traz aos céus do Porto, Gaia, Maia e Matosinhos uma animação ímpar. A adrenalina vai estar ao máximo com acrobacias e corridas onde estarão os melhores pilotos do mundo, mas há também espaço para o desfile de modelos clássicos e contemporâneos civis e militares, muita música e animação com o Revenge of The 90&#8217;S e a espetacularidade de um show de drones que pode fazer história em Matosinhos, logo no primeiro dia do evento&#8221;, adiantou a organização. </P><br />
<P>Segundo os promotores, &#8220;muito mais do que uma corrida, a primeira edição do Air Invictus em Portugal contempla uma vasta oferta em terra e no ar, com um total de 15 eventos distribuídos&#8221; pelas cidades do Porto, de Gaia, da Maia e de Matosinhos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774280]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Consumir proteína animal em vez de vegetal só tem vantagens acima dos 65 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 10:18:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigadores portugueses concluíram que consumir proteína de origem animal ou vegetal tem resultados semelhantes para estimular o aumento de proteína muscular nos mais novos e apenas acima dos 65 anos a animal mostra ligeira vantagem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Investigadores portugueses concluíram que consumir proteína de origem animal ou vegetal tem resultados semelhantes para estimular o aumento de proteína muscular nos mais novos e apenas acima dos 65 anos a animal mostra ligeira vantagem.</P><br />
<P>A meta-análise, que comparou 12 estudos sobre o efeito da ingestão de proteína animal versus proteína vegetal ao nível do acréscimo de massa proteica no músculo, analisou diferentes grupos etários, janelas de tempo e efeitos combinados com o treino da força.</P><br />
<P>As conclusões indicam que as diferenças de efeito entre origem da proteína são quase inexistentes em pessoas mais novas, mesmo num contexto que envolva a prática de treino da força. O mesmo não acontece em pessoas acima dos 65 anos, nas quais a proteína animal mostra ser mais eficaz.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, o orientador do estudo, Gonçalo Vilhena de Mendonça, explicou que a proteína animal tem um teor de um aminoácido (leucina) que &#8220;está em maior quantidade por dose de proteína animal do que na proteína vegetal&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;E a partir de determinada idade (&#8230;) é preciso aumentar um bocadinho mais essa quantidade de leucina que é ingerida para estimular ao acréscimo de proteína no músculo esquelético&#8221;, acrescentou, concluindo: &#8220;Quando as pessoas mais velhas estão a ingerir uma proteína que tem menos teor de leucina, o que acontece é que o músculo responde de uma forma diferente&#8221;.</P><br />
<P>O estudo foi realizado pelo Laboratório de Função Neuromuscular da Faculdade de Motricidade Humana, da Universidade de Lisboa, pela investigadora nutricionista Brícia Mendes.</P><br />
<P>Sobre os efeitos nos mais novos, Gonçalo Vilhena de Mendonça explicou: &#8220;A proteína vegetal, pelo menos a que é comercializada em forma de suplemento, é normalmente mais barata do que a de origem animal&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;É um aspeto positivo para a carteira de cada um e, depois, tem outros dois aspetos importantes, pois [a proteína vegetal] é mais sustentável para o planeta e passível de consumo por pessoas vegetarianas&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>Além destas vantagens, o investigador lembrou que &#8220;há uma série de pessoas que têm intolerância à lactose. E a proteína do soro do leite, a &#8216;whey&#8217;, deriva do leite e, portanto, não é o ideal para pessoas que são intolerantes à lactose&#8221;.</P><br />
<P>A meta-análise incluiu 12 estudos, num total de 303 pessoas, 121 das quais com mais de 65 anos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774277]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>IGCP coloca 1.078 ME em dívida a 9 e 18 anos às taxas de 3,342% e 3,894%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/igcp-coloca-1-078-me-em-divida-a-9-e-18-anos-as-taxas-de-3342-e-3894/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 10:16:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O IGCP colocou hoje 1.078 milhões de euros em Obrigações do Tesouro (OT) a cerca de nove e 18 anos às taxas de juro de 3,342% e 3,894%, respetivamente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O IGCP colocou hoje 1.078 milhões de euros em Obrigações do Tesouro (OT) a cerca de nove e 18 anos às taxas de juro de 3,342% e 3,894%, respetivamente.</P><br />
<P>Segundo o IGCP &#8211; Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública, no prazo mais curto (nove anos e quatro meses) foram colocados 636 milhões de euros em &#8216;OT 0,9% 12Out2035&#8217; (maturidade em 12 de outubro de 2035), à taxa de 3,342%, tendo a procura atingido 2,04 vezes o montante colocado.</P><br />
<P>No prazo mais longo, de 18 anos e oito meses, o IGCP colocou 442 milhões de euros em &#8216;OT 4,1% 15Fev2045&#8217; (maturidade em 15 de fevereiro de 2045) à taxa de 3,894%, com a procura a superar 2,33 vezes a oferta.</P><br />
<P>Em comunicado, o diretor de Investimentos do Banco Carregosa nota que, na linha a nove anos, a taxa de juro de 3,342% &#8220;representa uma subida face ao leilão de março, em que a taxa apurada tinha sido de 3,175%&#8221;. </P><br />
<P>Segundo Filipe Silva, &#8220;o aumento das taxas registado no leilão de hoje espelha o atual ambiente geopolítico, marcado pelos avanços e recuos do conflito com o Irão&#8221;: &#8220;Esta tensão tem introduzido maior instabilidade no mercado de dívida e alterado as perspetivas de inflação no médio prazo&#8221;, sustenta.</P><br />
<P>Neste enquadramento, refere, &#8220;antecipa-se que o Banco Central Europeu avance com uma subida de 25 pontos base na reunião de junho, embora a materialização de novas pressões inflacionistas possa forçar os bancos centrais a adotar uma postura ainda mais restritiva&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O Banco Central Europeu reafirma estar bem posicionado para suportar um eventual choque energético, ainda que o abrandamento económico que se faz sentir em várias economias torne cada vez mais complexa a tarefa de manter a inflação sob controlo&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>O IGCP tinha anunciado para hoje dois leilões de OT com maturidades em 12 de outubro de 2035 (nove anos e quatro meses) e em 15 de fevereiro de 2045 (18 anos e 8 meses), com um montante indicativo global entre 1.000 milhões de euros e 1.250 milhões de euros. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774276]]></sapo:autor>
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		<title>Devolvidas 10 milhões de embalagens em 2 meses do Sistema de Depósito e Reembolso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 10:12:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sistema de Depósito e Reembolso (SDR) recolheu mais de 10 milhões de embalagens desde que entrou em funcionamento, há dois meses, nos mais de 2.500 pontos 'Volta' distribuídos por todo o país, anunciou hoje a entidade gestora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sistema de Depósito e Reembolso (SDR) recolheu mais de 10 milhões de embalagens desde que entrou em funcionamento, há dois meses, nos mais de 2.500 pontos &#8216;Volta&#8217; distribuídos por todo o país, anunciou hoje a entidade gestora. </P><br />
<P>Em comunicado, a SDR Portugal &#8211; associação sem fins lucrativos responsável pela implementação e gestão do sistema, operacional desde 10 abril, &#8212; considera que &#8220;este marco, alcançado ainda na fase de transição da operação, demonstra a efetiva adesão inicial dos cidadãos à &#8216;Volta'&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;10 de junho, 10 milhões de habitantes, 10 milhões de embalagens devolvidas: uma coincidência simbólica que assinala a adesão dos consumidores à &#8216;Volta'&#8221;, enfatiza.</P><br />
<P>O sistema permite aos consumidores recuperarem o valor de depósito de 10 cêntimos por embalagem pago no ato da compra de garrafas e latas de uso único, de plástico, metal e alumínio e inferiores a três litros, mediante a sua devolução nos mais de 2.500 pontos &#8216;Volta&#8217; existentes em Portugal continental, Açores e Madeira, número que deverá aumentar para mais de 3.000 nos próximos meses. </P><br />
<P>A estes, juntam-se 50 quiosques &#8216;Volta&#8217;, sobretudo em zonas com forte presença do setor da hotelaria, restauração e cafetaria.</P><br />
<P>Para a SDR Portugal, este resultado &#8220;assume particular relevância tendo em conta que o sistema se encontra ainda numa fase de transição, com a entrada progressiva no mercado de embalagens identificadas com o símbolo &#8216;Volta'&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O valor alcançado &#8211; 10.006.067 embalagens recolhidas em apenas dois meses &#8211; reflete a participação expressiva dos consumidores e o compromisso das entidades aderentes ao SDR na estabilização de uma rede de recolha nacional, operacional e eficiente&#8221;, sustenta.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o presidente da SDR Portugal destaca que este número &#8220;corresponde, em média, a uma embalagem devolvida por cada cidadão, mas representa muito mais do que um marco estatístico&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a assistir ao início de uma mudança de comportamentos e confiantes de que Portugal seguirá o percurso dos sistemas de depósito e reembolso mais bem-sucedidos da Europa, contribuindo para o cumprimento das exigentes metas europeias de circularidade e sustentabilidade&#8221;, afirma Leonardo Mathias.</P><br />
<P>Os dados de operação hoje divulgados indicam que as devoluções acontecem com maior frequência ao fim de semana, em especial aos domingos, no que a SDR Portugal diz evidenciar &#8220;a adaptação progressiva do sistema às rotinas da população&#8221;. </P><br />
<P>Até 09 de agosto, o sistema encontra-se num período de transição, em que coexistem no mercado embalagens com e sem o símbolo &#8216;Volta&#8217;, à medida que os produtos disponíveis vão sendo progressivamente substituídos pelas novas embalagens integradas na operação. </P><br />
<P>Assim, a aquisição de embalagens sem o símbolo &#8216;Volta&#8217; não envolve o pagamento do valor de depósito associado, pelo que estas também não são aceites pelo sistema, devendo antes ser encaminhadas para os respetivos ecopontos.</P><br />
<P>Os pontos automáticos &#8216;Volta&#8217; existentes nos supermercados e hipermercados e os quiosques reconhecem as embalagens elegíveis e permitem a devolução do valor de depósito sob diversas formas: vale convertível em numerário, vale de desconto no ponto de venda, carregado num cartão de fidelização ou através de outras soluções digitais, ainda em desenvolvimento. É também possível optar pela doação a instituições de cariz social.</P><br />
<P>As embalagens podem ser devolvidas em qualquer ponto ou quiosque, independentemente do local de compra, podendo também as embalagens adquiridas em estabelecimentos como cafés, restaurantes ou bares ser entregues nesses locais.</P><br />
<P>Para serem abrangidas, as garrafas e latas devem conter o símbolo &#8216;Volta&#8217;, o código de barras legível, estar vazias, não amolgadas ou amachucadas e, no caso das garrafas, com tampa.</P><br />
<P>Segundo destaca a entidade gestora, o SDR é &#8220;essencial para que Portugal cumpra as metas europeias de recolha seletiva e reciclagem de embalagens de bebidas de uso único, incluindo o objetivo de atingir 90% de recolha até 2029&#8221;.</P></p>
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