O que diz o Governo às escolas? Veja a mensagem enviada

As instituições de ensino devem lembrar aos encarregados de educação a importância das regras de higiene e a limitação de acitividades.

Executive Digest

“Como já é do conhecimento público, o Governo decidiu proceder à suspensão das actividades com alunos nas escolas, de 16 de Março a 13 de Abril.” É assim que começa a mensagem enviada aos estabelecimentos de ensino (públicos e privados) pelo Governo português.

No documento, o executivo liderado por António Costa sublinha que se considera muito importante que a comunicação feita às famílias sobre a suspensão das aulas seja acompanhada de uma recomendação forte por parte das escolas para que sejam cumpridas as regras de higiene, distanciamento social e contenção da participação. As instituições de ensino devem lembrar aos encarregados de educação a importância da limitação de acitividades, iniciativas e deslocações locais que potenciam o contágio.

O Governo sublinha ainda que o Ministério da Educação emanará orientações específicas para as diferentes áreas de intervenção. As mesmas incluirão dimensões administrativas, de apoio aos alunos, curriculares e pedagógicas.

Para já, é apresentada uma lista de 13 orientações gerais com impacto imediato. Entre elas, encontra-se a necessidade de garantir que os professores titulares e directores de turma têm o contacto electrónico e telefónico de todos os encarregados de educação e/ou alunos. Em cada agrupamento de escolas, também é preciso assegurar uma equipa que se responsabilize pela manutenção e vigilância dos espaços, procedimentos administrativos e sinalização de situações excepcionais.

O Governo garante que os alunos não terão de se deslocar às escolas para se inscreverem nos exames nacionais e que não faltarão refeições aos alunos com escalão A da ASE. Cabe a cada escola, em conjunto com as autarquias e prestadores de serviço, encontrar uma forma eficaz e segura de o fazer.

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Para os professores: todas as reuniões e actividades poderão ser realizadas à distância, sempre que possível, indicam ainda as orientações gerais.

Relativamente à avaliação do segundo período, o Governo indica que deverá ser efectuada no período normal, com base nos elementos disponíveis nesse momento e no carácter contínuo da avaliação.

Consulte aqui o documento completo com todas as recomendações.

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