<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 07 May 2026 12:21:52 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Nova estratégia antiterrorista de Trump tem como alvos &#8220;extremistas violentos de esquerda&#8221; com &#8220;ideologia transgénero&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nova-estrategia-antiterrorista-de-trump-tem-como-alvos-extremistas-violentos-de-esquerda-com-ideologia-transgenero/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/nova-estrategia-antiterrorista-de-trump-tem-como-alvos-extremistas-violentos-de-esquerda-com-ideologia-transgenero/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:21:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759647</guid>

					<description><![CDATA[A administração de Donald Trump apresentou uma nova estratégia nacional de contraterrorismo que representa uma mudança profunda nas prioridades de segurança interna dos Estados Unidos, ao identificar os chamados “extremistas violentos de esquerda” e aquilo que descreve como “ideologia transgénero extremista”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A administração de Donald Trump apresentou uma nova estratégia nacional de contraterrorismo que representa uma mudança profunda nas prioridades de segurança interna dos Estados Unidos, ao identificar os chamados “extremistas violentos de esquerda” e aquilo que descreve como “ideologia transgénero extremista” como algumas das ameaças mais preocupantes para o país. O documento, o primeiro divulgado durante o segundo mandato presidencial de Trump, coloca estas ameaças ao lado dos “narcoterroristas” e dos “terroristas islamistas” como os três principais focos da política antiterrorista norte-americana.</p>
<p>A nova orientação marca uma clara rutura com a abordagem seguida pela anterior administração de Joe Biden, que concentrou grande parte da sua estratégia no combate ao extremismo de direita. Em 2023, Biden tinha mesmo classificado a supremacia branca como “a ameaça terrorista mais perigosa” enfrentada pelos Estados Unidos, uma leitura agora abandonada pela Casa Branca, que reposiciona o eixo das preocupações de segurança nacional.</p>
<p>Além da redefinição dos alvos prioritários, a estratégia agora anunciada amplia o foco sobre atividades domésticas online consideradas potencialmente mobilizadoras de violência. Esta vertente surge num contexto de aumento da violência política nos Estados Unidos, incluindo múltiplas tentativas de assassínio contra Trump e o homicídio de Charlie Kirk, episódio citado por responsáveis da administração como exemplo da escalada de radicalização e violência ideológica.</p>
<p>O principal rosto público desta nova doutrina foi Sebastian Gorka, responsável pela área de contraterrorismo na Casa Branca, que deixou clara a determinação da administração em agir com firmeza. “Vemos uma ameaça, responderemos a ela e esmagá-la-emos, quer sejam cartéis, jihadistas ou extremistas violentos de esquerda, como a antifa e como assassinos transgénero, não-binários e radicais de esquerda que mataram o meu amigo Charlie Kirk; enfrentá-los-emos de frente”, afirmou, numa declaração que espelha o endurecimento da retórica oficial.</p>
<p>Gorka sublinhou, no entanto, que a vigilância não se limitará a um único espectro ideológico, defendendo que a equipa de contraterrorismo está focada em todos os grupos online que estejam a “incitar violência contra indivíduos inocentes”, independentemente do posicionamento político. Ainda assim, acrescentou que o critério central passa também pelo conteúdo ideológico dessas correntes, afirmando: “Também tem a ver com a ideologia; se for contra a civilização ocidental, contra a América, contra a Constituição dos EUA, contra os nossos amigos, os nossos aliados ou contra a paz em geral, enquadra-se nesse quadro.”</p>
<p>No plano operacional, a administração promete recorrer a todos os instrumentos constitucionalmente disponíveis para identificar, cartografar e monitorizar redes consideradas radicais. Segundo Gorka, “as atividades nacionais de contraterrorismo irão dar prioridade à rápida identificação e neutralização de grupos políticos seculares violentos cuja ideologia seja antiamericana, radicalmente pró-género ou anarquista, como a antifa”, acrescentando que o objetivo passa por mapear a sua presença dentro dos Estados Unidos, identificar membros e rastrear eventuais ligações internacionais.</p>
<p>A referência à antifa ganha especial relevância porque a administração Trump formalizou, em Setembro, a designação desse movimento como organização terrorista. O termo, abreviatura de “antifascistas”, é geralmente utilizado como designação abrangente para grupos militantes de extrema-esquerda que se opõem a movimentos neonazis e supremacistas brancos em manifestações e outros eventos públicos. A sua inclusão explícita no novo quadro estratégico mostra que Washington pretende transformar o combate a estes grupos num dos pilares centrais da segurança interna norte-americana nos próximos anos.</p>
<p>Com esta reformulação, a Casa Branca não apenas altera o enquadramento das ameaças prioritárias, como redefine profundamente o debate político e securitário nos Estados Unidos, colocando o extremismo doméstico de esquerda e determinadas correntes ideológicas no centro da agenda nacional de combate ao terrorismo.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/nova-estrategia-antiterrorista-de-trump-tem-como-alvos-extremistas-violentos-de-esquerda-com-ideologia-transgenero/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759647]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Seguro apela à defesa da democracia e alerta para &#8220;o abismo&#8221; dos nacionalismos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/seguro-apela-a-defesa-da-democracia-e-alerta-para-o-abismo-dos-nacionalismos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/seguro-apela-a-defesa-da-democracia-e-alerta-para-o-abismo-dos-nacionalismos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:13:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759687</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente da República apelou hoje à defesa da democracia também como condição de segurança e alertou para crescimento dos nacionalismos, afirmando que são "o caminho para o abismo e para a destruição coletiva".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p> O Presidente da República apelou hoje à defesa da democracia também como condição de segurança e alertou para crescimento dos nacionalismos, afirmando que são &#8220;o caminho para o abismo e para a destruição coletiva&#8221;.</P><br />
<P>Na cerimónia comemorativa do 50.º aniversário do Instituto Universitário Europeu, em Florença, Itália, António José Seguro fez um discurso em defesa da preservação da União Europeia como &#8220;o maior projeto de paz da História moderna&#8221;, considerando que esse é &#8220;um legado que hoje está em perigo&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o chefe de Estado, &#8220;para preservar a paz, a Europa tem de percorrer quatro caminhos em simultâneo: salvaguardar a democracia, como fundamento irrenunciável da vida em comum; aprofundar a integração política europeia, como garantia de solidariedade entre os seus povos; construir autonomia estratégica, como expressão de soberania e responsabilidade no mundo; estabelecer uma cultura política de confiança, como condição de êxito dos anteriores&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A defesa da democracia é, simultaneamente, uma opção ideológica e uma exigência de segurança coletiva. Em tempos de recuo democrático e de perda da qualidade da democracia, torna-se imperativa a sua defesa, como método de seleção de governantes, como liberdade de expressão e de participação, como resposta às necessidades sociais, económicas e culturais das pessoas e, sublinho, como condição para a preservação da paz&#8221;, argumentou.</P><br />
<P>Num discurso de cerca de quinze minutos, feito em português, o chefe de Estado acrescentou que &#8220;os nacionalismos não são solução&#8221;, referindo que, &#8220;mais do que o amor aos próprios, são frequentemente o ódio aos outros&#8221; e que &#8220;estiveram na origem das duas guerras mundiais e de dezenas de milhões de mortos&#8221;.</P><br />
<P>António José Seguro alertou que, perante &#8220;o ressurgimento de retóricas idênticas em diferentes países europeus&#8221;, não se pode ficar indiferente: &#8220;Não podemos silenciar o alarme que a História nos desperta&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Patriotismo e nacionalismo não são sinónimos. Amar o país de onde se vem é uma emoção legítima e nobre. Transformar esse amor em arma contra os outros é o caminho para o abismo e para a destruição coletiva. E o século XX, demasiadas vezes, caiu nesse abismo&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O Presidente da República defendeu que &#8220;a Europa só terá futuro assente em regimes democráticos e com maior integração política&#8221; e que &#8220;recuar não é opção&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/seguro-apela-a-defesa-da-democracia-e-alerta-para-o-abismo-dos-nacionalismos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759687]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>A guerra no Médio Oriente chega à Ferrari: o problema inesperado que até os supercarros sentiram</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-guerra-no-medio-oriente-chega-a-ferrari-o-problema-inesperado-que-ate-os-supercarros-sentiram/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/a-guerra-no-medio-oriente-chega-a-ferrari-o-problema-inesperado-que-ate-os-supercarros-sentiram/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:07:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ferrari]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759686</guid>

					<description><![CDATA[Região do Golfo tem sido, ao longo de décadas, um mercado natural para os modelos do Cavallino Rampante, impulsionado por clientes de elevado poder de compra e por uma forte tradição de procura por automóveis de luxo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra no Irão e a tensão no Estreito de Ormuz estão a criar obstáculos à Ferrari no Médio Oriente, uma região historicamente importante para a marca italiana. O problema está sobretudo no risco associado ao tráfego marítimo, que levou o construtor de Maranello a recorrer a uma solução pouco comum: entregar automóveis por via aérea em vez de marítima, escreve a &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;.</p>
<p>A região do Golfo tem sido, ao longo de décadas, um mercado natural para os modelos do Cavallino Rampante, impulsionado por clientes de elevado poder de compra e por uma forte tradição de procura por automóveis de luxo. Mas o agravamento da instabilidade geopolítica no Médio Oriente está a afetar a logística e a obrigar a Ferrari a adaptar a sua estratégia comercial.</p>
<p>De acordo com informações citadas pelo &#8216;Financial Times&#8217;, a marca já recorre a entregas aéreas para o Médio Oriente há algum tempo, procurando contornar as dificuldades criadas pelo tráfego marítimo na zona. Ao mesmo tempo, a Ferrari tem redirecionado parte do foco comercial para outras regiões, nomeadamente a Ásia e as Américas, onde a procura continua elevada.</p>
<p><strong>Entregas caem 4,4% no primeiro trimestre</strong></p>
<p>No primeiro trimestre, as entregas globais da Ferrari caíram 4,4% face ao mesmo período do ano passado, para 3463 veículos novos. A queda foi mais acentuada na Europa e no Médio Oriente, onde as entregas recuaram 14%.</p>
<p>A Ferrari atribui esta quebra sobretudo à renovação da gama de produtos, numa fase em que tem atualizado alguns dos seus modelos, incluindo o lançamento do Amalfi e da respetiva variante Spider.</p>
<p>Ainda assim, o impacto no Médio Oriente é sensível, precisamente por se tratar de uma região tradicionalmente relevante para a marca. A resposta passou por compensar a quebra com outros mercados. Na China e na Ásia, as matrículas aumentaram 7,6%, ajudando a equilibrar a redução observada noutras geografias.</p>
<p>Benedetto Vigna, CEO da Ferrari, assegurou que a situação no Médio Oriente está “sob controlo” e que não há cancelamentos de encomendas. A marca sustenta que a procura global continua suficientemente forte para compensar eventuais dificuldades regionais.</p>
<p><strong>Carteira de encomendas cheia até ao final de 2027</strong></p>
<p>Apesar das dificuldades logísticas e da queda nas entregas, a Ferrari mantém um discurso otimista. A empresa afirma ter a carteira de encomendas preenchida em todo o mundo até ao final de 2027, um sinal de resiliência num momento em que o mercado de luxo enfrenta sinais de abrandamento.</p>
<p>Os resultados financeiros também continuam sólidos. A Ferrari apresentou um lucro antes de impostos de 722 milhões de euros e receitas acima das expectativas dos investidores.</p>
<p>Ainda assim, os mercados financeiros reagiram de forma negativa. As ações da Ferrari caíram mais de 3% após a apresentação dos resultados e acumulam uma descida superior a 11% desde o início do ano.</p>
<p>Para os investidores, a quebra nas entregas parece ter pesado mais do que a solidez dos resultados financeiros. A &#8216;L’Automobile Magazine&#8217; nota que o mercado de luxo como um todo atravessa um período menos favorável, com dificuldades também sentidas por marcas premium alemãs na China.</p>
<p><strong>Tarifas nos Estados Unidos podem pesar</strong></p>
<p>Além da guerra no Irão e das dificuldades no Médio Oriente, a Ferrari enfrenta outro risco: o aumento das tarifas sobre veículos produzidos na Europa e importados para os Estados Unidos.</p>
<p>A marca italiana será diretamente afetada por este agravamento, embora o impacto final nos clientes seja ainda incerto. Tratando-se de uma marca de luxo, com compradores menos sensíveis ao preço do que os clientes de construtores generalistas, a Ferrari poderá ter maior margem para absorver ou repercutir esses custos.</p>
<p>Ainda assim, o tema é relevante porque os Estados Unidos continuam a ser um mercado essencial para a marca.</p>
<p><strong>Primeiro Ferrari elétrico continua envolto em expectativa</strong></p>
<p>Entre os próximos grandes momentos da Ferrari está a chegada do primeiro modelo totalmente elétrico da marca, o Luce, que deverá ser apresentado em breve.</p>
<p>A carteira de encomendas para este modelo é vista como uma possível boa notícia para o construtor, que avança para a eletrificação antes de rivais como Lamborghini, Aston Martin ou Bentley neste segmento.</p>
<p>O projeto continua, no entanto, envolto em mistério. Para a Ferrari, o desafio passa por entrar no universo elétrico sem perder aquilo que distingue a marca: desempenho, exclusividade, som, emoção e identidade mecânica.</p>
<p>Para já, a prioridade passa por manter a estabilidade num contexto internacional mais difícil. A guerra no Irão tornou o Médio Oriente mais complexo para a Ferrari, mas a marca tenta responder com logística aérea, redistribuição da procura e uma carteira de encomendas que continua cheia até 2027.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/a-guerra-no-medio-oriente-chega-a-ferrari-o-problema-inesperado-que-ate-os-supercarros-sentiram/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759686]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ministério Público arquiva todos os inquéritos por mortes durante greve do INEM</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ministerio-publico-arquiva-todos-os-inqueritos-por-mortes-durante-greve-do-inem/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ministerio-publico-arquiva-todos-os-inqueritos-por-mortes-durante-greve-do-inem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:58:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759680</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério Público arquivou os seis inquéritos que tinha aberto às mortes por alegada falta de socorro durante a greve dos técnicos do INEM, no final de 2024, confirmou hoje a Procuradoria-Geral da República (PGR).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público arquivou os seis inquéritos que tinha aberto às mortes por alegada falta de socorro durante a greve dos técnicos do INEM, no final de 2024, confirmou hoje a Procuradoria-Geral da República (PGR).</p>
<p>Dos seis inquéritos, dois foram investigados em Bragança e os restantes em Almada, Montemor-o-Novo, Pombal e Tondela, indicou à Lusa a PGR, sem precisar quando ocorreram os arquivamentos, a que casos se referem e o que fundamentou as decisões.</p>
<p>O arquivamento de todos os inquéritos foi noticiado na quarta-feira à noite pelo Diário de Notícias.</p>
<p>Em setembro de 2025, a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) concluiu as investigações a 12 mortes registadas durante greves dos técnicos de emergência pré-hospitalar no outono de 2024 e em três delas associou os óbitos a atrasos no socorro.</p>
<p>Em causa estão as mortes de um homem de 84 anos que se engasgou, em Mogadouro, de um de 86 que sofreu um enfarte do miocárdio, em Bragança, e de um de 53 anos, também na sequência de um enfarte, em Pombal.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ministerio-publico-arquiva-todos-os-inqueritos-por-mortes-durante-greve-do-inem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759680]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Hantavírus: Empresa garante que todos os passageiros doentes saíram do cruzeiro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-empresa-garante-que-todos-os-passageiros-doentes-sairam-do-cruzeiro/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-empresa-garante-que-todos-os-passageiros-doentes-sairam-do-cruzeiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:56:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[MV Hondius]]></category>
		<category><![CDATA[Oceanwide Expeditions]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759607</guid>

					<description><![CDATA[Todos os passageiros que apresentavam sintomas de hantavírus foram retirados do MV Hondius, o navio onde morreram três passageiros, anunciou hoje a operadora Oceanwide Expeditions, responsável pelo cruzeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Todos os passageiros que apresentavam sintomas de hantavírus foram retirados do MV Hondius, o navio onde morreram três passageiros, anunciou hoje a operadora Oceanwide Expeditions, responsável pelo cruzeiro.</P><br />
<P>&#8220;Ninguém a bordo apresenta sintomas neste momento&#8221;, afirmou a companhia de cruzeiros dos Países Baixos em comunicado, após o transporte de três passageiros para Haia. </P><br />
<P>A empresa acrescentou que as três pessoas, duas sintomáticas e uma assintomática, estão a receber cuidados de profissionais de saúde. </P><br />
<P>O navio MV Hondius, com pavilhão dos Países Baixos, que se encontrava num cruzeiro pelo Atlântico, navega neste momento de Cabo Verde para as Canárias, Espanha, onde os restantes passageiros e tripulantes vão ser monitorizados antes de serem autorizados a regressar a casa. </P><br />
<P>Segundo as últimas informações, o grupo total de passageiros a bordo era constituído por cidadãos de &#8220;pelo menos 23 nacionalidades&#8221;, incluindo um português. </P><br />
<P>O navio está no centro de um alerta internacional desde domingo, quando a Organização Mundial de Saúde anunciou ter sido informada sobre um surto de hantavírus a bordo e a morte de três pessoas.</P><br />
<P>Entretanto, apurou-se que &#8220;dezenas de passageiros&#8221; abandonaram o navio de cruzeiro afetado pelo surto de hantavírus a 24 de abril, sem que os contactos fossem rastreados, quase duas semanas após a morte do primeiro passageiro a bordo.</P><br />
<P>A operadora Oceanwide Expeditions tinha informado anteriormente que o corpo do holandês que morreu a 11 de abril foi retirado do navio na ilha de Santa Helena, território ultramarino britânico no Atlântico Sul.</P><br />
<P>A mesma companhia afirmou hoje que 29 passageiros abandonaram o navio, mas o Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Países Baixos estimou o número em &#8220;cerca de 40&#8221;.</P><br />
<P>As pessoas que saíram do navio para regressarem aos países de origem eram de pelo menos de doze nacionalidades diferentes, indicou a Oceanwide Expeditions.</P><br />
<P>A empresa disse ainda que havia duas pessoas cujas nacionalidades eram desconhecidas.</P><br />
<P>As autoridades da África do Sul e da Europa estão a tentar localizar os contactos de todos os passageiros que desembarcaram do navio.</P><br />
<P>Na quarta-feira, foi divulgado que um homem testou positivo o hantavírus na Suíça, depois de aterrar em Santa Helena e regressar a casa de avião, embora as deslocações exatas não sejam claras.</P><br />
<P>As autoridades holandesas não confirmaram o paradeiro dos outros passageiros que desembarcaram.</P><br />
<P>Um britânico foi retirado do navio para a África do Sul a partir da Ilha de Ascensão dias depois, segundo a empresa, enquanto três pessoas, incluindo o médico do navio, foram retiradas quando a embarcação se encontrava ao largo de Cabo Verde e levadas para a Europa para tratamento.</P><br />
<P>Três passageiros morreram na sequência do surto e vários outros estão doentes.</P><br />
<P>O surto de hantavírus, uma doença rara transmitida por roedores, a bordo do navio fez três mortos, mas autoridades de saúde internacionais afirmam que o risco para o público em geral continua a ser baixo, uma vez que o germe não se propaga facilmente entre humanos.</P><br />
<P>&#8220;Esta não é a próxima COVID, mas é uma doença infecciosa grave&#8221;, disse a diretora de preparação para epidemias e pandemias da Organização Mundial de Saúde, Maria Van Kerkhove.</P><br />
<P>&#8220;A maioria das pessoas nunca será exposta à doença&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O vírus geralmente propaga-se quando as pessoas inalam resíduos contaminados de fezes de roedores. Os hantavírus existem há séculos e acredita-se que estão presentes em todo o mundo. A doença ganhou renovada atenção no ano passado, após a morte de Betsy Arakawa, mulher do falecido ator norte-americano Gene Hackman, vítima de infeção por hantavírus no Novo México.</P><br />
<P>O surto no MV Hondius pode ter tido origem na Argentina.</P><br />
<P>Investigações detalhadas sobre o surto no navio de cruzeiro estão em curso, principalmente para determinar a origem.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-empresa-garante-que-todos-os-passageiros-doentes-sairam-do-cruzeiro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759607]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“O setor português de saúde privada evoluiu de forma assinalável na última década”, admite o CEO da MALO CLINIC</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-setor-portugues-de-saude-privada-evoluiu-de-forma-assinalavel-na-ultima-decada-admite-o-ceo-da-malo-clinic/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/o-setor-portugues-de-saude-privada-evoluiu-de-forma-assinalavel-na-ultima-decada-admite-o-ceo-da-malo-clinic/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:55:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Malo Clinic]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde privada]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759661</guid>

					<description><![CDATA[Em entrevista à Executive Digest, Pedro Alvarez, CEO da MALO CLINIC, aborda a trajetória de internacionalização do grupo, os desafios da gestão no setor da saúde privada e o impacto da inovação tecnológica na prática clínica e na competitividade internacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em Lisboa, em 1995, mas 30 anos depois a Malo MALO CLINIC deixou de ser apenas uma clínica portuguesa e passou a grupo com presença em vários mercados europeus, com destaque para Portugal e Polónia.</p>
<p>Num setor marcado pela pressão inflacionista e pela crescente incorporação de tecnologia, a empresa tem apostado na padronização de protocolos clínicos, na digitalização dos processos e em parcerias estratégicas para sustentar o crescimento e garantir consistência na qualidade dos cuidados prestados.</p>
<p>Em entrevista à Executive Digest, Pedro Alvarez, CEO da MALO CLINIC, aborda a trajetória de internacionalização do grupo, os desafios da gestão no setor da saúde privada e o impacto da inovação tecnológica na prática clínica e na competitividade internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A MALO CLINIC nasceu em Portugal, mas hoje opera com uma presença relevante na Polónia. Em que momento deixou de ser um “projeto português com ambição internacional” para se tornar um grupo verdadeiramente internacional?</strong></p>
<p>A fundação da MALO CLINIC em Lisboa, em 1995, teve uma ambição internacional clara: desenvolver abordagens inovadoras para reabilitação oral que pudessem ser replicadas em outros países. O grupo abriu clínicas em vários mercados e, após a reestruturação em 2019 com o apoio da Atena Equity Partners, concentrou se em Portugal e Polónia. Hoje, operamos com um centro principal em Varsóvia, estamos a abrir uma nova clínica em Szczecin e temos vários pontos de consulta (Gdynia, Rzeszów e, desde maio de 2025, Wrocław).</p>
<p>Nestes primeiros 30 anos tratámos pacientes de todo o mundo e, na Polónia, acumulamos mais de 15 anos de experiência. Esta rede de centros e pontos de consulta, bem como parcerias com universidades e empresas globais, permitem-nos afirmar que somos um grupo internacional, com práticas clínicas uniformes e partilha de conhecimento entre equipas de diferentes países.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como é que avalia hoje a maturidade do setor da saúde privada em Portugal face a outros mercados europeus?</strong></p>
<p>O setor português de saúde privada evoluiu de forma assinalável na última década. A consolidação de grupos hospitalares, a entrada de fundos internacionais e a maior exigência dos pacientes tornaram o ecossistema mais competitivo e orientado para a qualidade.</p>
<p>Comparando com mercados como Polónia ou Espanha, Portugal beneficia de profissionais altamente qualificados e de um quadro regulatório que incentiva a inovação. Contudo, a maioria das empresas permanece de pequena dimensão, sem a escala necessária para investir em infraestruturas e tecnologia.</p>
<p>Ainda assim, a maturidade do setor tem crescido, e empresas que investem em tecnologia e protocolos eficientes, como a MALO CLINIC, conseguem posicionar‑se a par dos melhores benchmarks europeus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A inflação de custos na saúde (energia, equipamentos, recursos humanos) está a pressionar de forma estrutural a rentabilidade do setor?</strong></p>
<p>Sim. A inflação generalizada que se seguiu à pandemia e à guerra da Ucrânia levou a um aumento expressivo do preço da energia, dos consumíveis e dos salários. A Organização Mundial de Saúde observa que os serviços de saúde são particularmente sensíveis a custos fixos como energia e renda e a custos de pessoal, dado o caráter laboral intensivo do setor . Como as tabelas de preços dos seguros e do Estado são muitas vezes fixadas anualmente, há um desfasamento entre o aumento dos custos e a capacidade de ajustá‑los. Isto obriga muitos prestadores a optimizar processos, reduzir desperdício e investir em tecnologia que permita ganhar eficiência. Na MALO CLINIC mitigamos esse impacto com centros altamente digitalizados e parcerias estratégicas que melhoram a nossa capacidade de compra e inovação. O objetivo é evitar que a pressão inflacionista comprometa a qualidade ou se traduza em custos adicionais para os pacientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Que tipo de liderança é necessária para escalar uma organização clínica sem perder qualidade no serviço ao paciente?</strong></p>
<p>Este ponto é crítico para nós, pois manter a qualidade clínica e serviço ao paciente é a prioridade máxima quando estamos a tomar decisões de novas aberturas. A expansão sustentável exige uma liderança baseada em três pilares:</p>
<ol>
<li><strong>Visão clínica e científica forte.</strong> É fundamental que a direção, seja em Portugal ou na Polónia, domine profundamente a ciência da reabilitação oral e mantenha uma cultura de evidência. O protocolo All‑on‑4, que desenvolvemos e disseminamos globalmente, é um exemplo de como as melhores práticas científicas ajudam a escalar mantendo a consistência.</li>
<li><strong>Desenvolvimento de pessoas.</strong> Equipas motivadas e bem formadas são a base da qualidade. Recorremos a programas de formação interna, onde partilhamos os mesmos protocolos e valores. Fazemos também calibrações anuais com as equipas médicas, de higiene oral e de laboratório para garantir esse qualidade transversal.</li>
<li><strong>Governança e tecnologia.</strong> Sistemas de gestão de qualidade, auditorias e indicadores clínicos permitem monitorizar resultados em tempo real. A digitalização dos processos clínicos e administrativos facilita a replicação do modelo em diferentes localizações e reduz o risco de erro humano.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A Polónia tem sido um mercado estratégico para o grupo. O que tornou esse país particularmente atrativo face a outras opções na Europa?</strong></p>
<p>A Polónia oferece uma forte procura internacional e uma população local crescente, cada vez mais disposta e capaz de investir em serviços odontológicos de alta qualidade.</p>
<p>Os gastos com saúde na Polónia cresceram no ritmo mais acelerado da Europa, refletindo uma economia que converge rapidamente para os padrões de saúde e infraestrutura da Europa Ocidental. O poder de compra dos consumidores cresceu mais rapidamente do que em quase qualquer outra economia europeia e a baixa taxa de consultas odontológicas na Polónia, em comparação com seus pares europeus, aponta para um mercado significativamente pouco explorado, com considerável potencial de crescimento.</p>
<p>Essa lacuna representa uma oportunidade atraente para a MALO CLINIC conquistar a vantagem de ser pioneira numa economia de alto crescimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Que decisões estratégicas foram mais críticas para garantir que a internacionalização não comprometesse a consistência clínica e reputacional da marca?</strong></p>
<p>Mais uma vez, é importante reforçar que a internacionalização só acontece após um exercício muito rigoroso de que temos a equipa e os protocolos certos para manter a mesma qualidade clínica e de serviço para os nossos pacientes independentemente da cidade/clínica onde são atendidos.</p>
<p>Neste momento a internacionalização é sempre feita com um ritmo ponderado, com bastante formação e apoio de Lisboa e uma centralização de protocolos clínicos e laboratoriais para que as nossas equipas internacionais sigam protocolos clínicos padronizados, baseados na experiência acumulada em ao longo dos anos em Portugal. As parcerias estratégicas, como, por exemplo, a colaboração com grupos como o Straumann Group, foi também pensada para garantir acesso contínuo às melhores tecnologias e materiais. Desta forma, evitamos disparidades entre países e reforçamos a consistência clínica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Até que ponto parcerias como a com o Straumann Group influenciam a capacidade de competir a nível internacional?</strong></p>
<p>Parcerias com líderes do setor são fundamentais para o nosso ADN e acima de tudo para o impacto que podemos ter nos tratamentos dos nossos pacientes, usando sempre os melhores materiais do mercado. O acordo anunciado em janeiro de 2026 com o Straumann Group visa unir a nossa experiência clínica ao ecossistema digital e científico da empresa e permite-nos uma maior previsibilidade e eficiência nos tratamentos, acesso a tecnologias e produto de ponta, uma forte componente educacional e projetos de I&amp;D conjuntos.</p>
<p>Estas vantagens reforçam a nossa competitividade global porque permitem oferecer resultados clinicamente comprovados, reduzir tempos cirúrgicos e melhorar a experiência do paciente, mantendo‐nos na vanguarda da implantologia digital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nos últimos anos, o grupo investiu fortemente em tecnologia e IA. Onde é que a inovação está a ter um impacto mais visível?</strong></p>
<p>A digitalização é hoje transversal à MALO CLINIC. Os investimentos estão concentrados em duas áreas principais: Clínica e Operacional.</p>
<p>Em termos clínicos investimos em:</p>
<ol>
<li><strong>Workflows digitais e planeamento com IA:</strong> passamos a integrar no nosso pipeline de reabilitação total soluções de planeamento totalmente digital, fotogrametria, design de sorriso e ferramentas de IA. Estas tecnologias permitem planear cirurgias, desenhar próteses com maior precisão e prever resultados, reduzindo erros e aumentando a satisfação dos pacientes.</li>
<li><strong>Impressão e produção cada vez mais centralizada:</strong> A adoção de scanners intraorais e impressoras 3D permite que, por exemplo, próteses temporárias sejam produzidas com rapidez e precisão. A produção centralizada e controlada garante consistência em todas as clínicas.</li>
</ol>
<p>A nível operacional investimos em:</p>
<ol>
<li><strong>Voice agents de IA:</strong> com capacidade, por exemplo, para confirmar as consultas dos pacientes e remarcações.</li>
<li><strong>CRM e gestão de dados:</strong> dashboards de indicadores clínicos possibilita monitorizar resultados em tempo real e otimizar processos. Isso contribui para melhorar a tomada de decisão e reduzir custos operacionais.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O crescimento futuro passa mais por expansão geográfica, inovação tecnológica ou consolidação de mercados existentes?</strong></p>
<p>A nossa estratégia privilegia um equilíbrio entre consolidação e inovação. Em termos geográficos, estamos focados em reforçar a presença onde já operamos, Portugal e Polónia, através de novas aberturas para aumentar a nossa cobertura geográfica e ficarmos mais próximos de mais pacientes. Dito isto, a abertura de clínicas próprias em mercados mais distantes será avaliada caso a caso.</p>
<p>O eixo principal de crescimento será tecnológico: a transformação digital e as parcerias com players da indústria permitirão escalar os serviços sem necessariamente abrir dezenas de clínicas. Finalmente, a consolidação envolve integrar sistemas de gestão, formação e governança que garantam que cada unidade continua a melhorar a experiência do paciente, mesmo num contexto de inflação de custos e maior concorrência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/o-setor-portugues-de-saude-privada-evoluiu-de-forma-assinalavel-na-ultima-decada-admite-o-ceo-da-malo-clinic/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759661]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Hantavírus: Três casos suspeitos retirados do navio já recebem cuidados de saúde</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-tres-casos-suspeitos-retirados-do-navio-ja-recebem-cuidados-de-saude/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-tres-casos-suspeitos-retirados-do-navio-ja-recebem-cuidados-de-saude/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[MV Hondius]]></category>
		<category><![CDATA[Oceanwide Expeditions]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759615</guid>

					<description><![CDATA[As três pessoas suspeitas de terem contraído o hantavírus no navio cruzeiro MV Hondius já estão "sob os cuidados de profissionais de saúde" e não há mais pessoas sintomáticas a bordo, indicou hoje a empresa proprietária da embarcação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As três pessoas suspeitas de terem contraído o hantavírus no navio cruzeiro MV Hondius já estão &#8220;sob os cuidados de profissionais de saúde&#8221; e não há mais pessoas sintomáticas a bordo, indicou hoje a empresa proprietária da embarcação.</P><br />
<P>A Oceanwide Expeditions refere, em comunicado, que um dos dois aviões ambulância que descolaram na quarta-feira de Cabo Verde transportando os três casos suspeitos, dois sintomáticos e um assintomático, só aterrou hoje nos Países Baixos, tendo o indivíduo em causa sido recebido por &#8220;equipas médicas e de rastreio especializadas&#8221;.</P><br />
<P>A empresa adianta que &#8220;continua a gerir uma situação médica em curso a bordo do navio Hondius&#8221;, precisando que &#8220;não existem indivíduos sintomáticos a bordo&#8221;.</P><br />
<P>Três pessoas que viajavam no cruzeiro morreram em consequência do surto de hantavírus no navio e há cinco outros casos suspeitos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).</P><br />
<P>O Hondius partiu ao final da tarde de quarta-feira de Cabo Verde e &#8220;está a navegar para as Ilhas Canárias, especificamente para o porto de Granadilla (Tenerife)&#8221;, refere a empresa, segundo a qual a viagem deverá demorar &#8220;entre três e quatro dias&#8221;.</P><br />
<P>A Oceanwide Expeditions acrescenta manter &#8220;um contacto próximo e contínuo com as autoridades competentes&#8221; relativamente ao ponto de chegada exato do navio e &#8220;aos procedimentos de quarentena e rastreio para todos os passageiros&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a trabalhar para obter informações detalhadas sobre todos os passageiros e tripulantes que embarcaram e desembarcaram do Hondius nas suas diversas paragens desde 20 de março&#8221;.</P><br />
<P>O navio, com 149 pessoas (88 passageiros) de 23 nacionalidades fazia a rota entre Ushuaia, na Argentina, de onde saiu a 20 de março, e as ilhas Canárias, com paragens no Atlântico Sul para turismo de observação da vida selvagem.</P><br />
<P>Segundo a OMS, os relatos de doença a bordo foram recebidos entre 06 e 28 de abril, sobretudo febre e sintomas gastrointestinais, com rápida progressão para pneumonia, síndrome respiratória aguda e choque.</P><br />
<P></P><br />
<P>A OMS avalia atualmente como baixo o risco para a população global decorrente deste surto.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-tres-casos-suspeitos-retirados-do-navio-ja-recebem-cuidados-de-saude/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759615]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Millennium BCP vê impactos limitados da guerra nos negócios dos clientes</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-millennium-bcp-ve-impactos-limitados-da-guerra-nos-negocios-dos-clientes/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-millennium-bcp-ve-impactos-limitados-da-guerra-nos-negocios-dos-clientes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:54:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[millennium bcp]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759663</guid>

					<description><![CDATA[O Millennium BCP ainda não vê impactos da guerra no Médio Oriente na rentabilidade do negócio dos seus clientes, tendo apontado o peso das renováveis na produção energética portuguesa como um "motivo de conforto".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Millennium BCP ainda não vê impactos da guerra no Médio Oriente na rentabilidade do negócio dos seus clientes, tendo apontado o peso das renováveis na produção energética portuguesa como um &#8220;motivo de conforto&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ainda não estamos a ver qualquer impacto material da crise no que diz respeito à rentabilidade do negócio dos nossos clientes. Até agora, não está a acontecer&#8221;, disse o administrador financeiro do Millennium BCP, Miguel Bragança, numa &#8216;call&#8217; com analistas.</P><br />
<P>&#8220;O facto de Portugal ter uma grande parte da sua energia proveniente de fontes renováveis é, para nós, motivo de conforto&#8221;, acrescentou, apontando que Portugal tem uma importação limitada de petróleo e gás do Golfo Pérsico, cuja exportação está a ser impactada devido ao bloqueio do estreito de Ormuz. </P><br />
<P>O responsável admitiu que se a guerra travada pelos Estados Unidos e por Israel contra a República Islâmica do Irão se prolongar, &#8220;o impacto pode ser exponencial&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se houver um problema, diria que, provavelmente, a nossa economia sofrerá muito menos do que outras economias, mas é claro que se a situação se mantiver durante muito tempo, o mundo todo vai sofrer&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>No segmento das empresas, o Millennium BCP antecipa um crescimento de um dígito médio na contratação de créditos por empresas, mas sempre com a expectativa de alguma volatilidade, reconhecendo que alguns investimentos já foram adiados.</P><br />
<P>O banco apresentou na quarta-feira lucros de 305,8 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 25,6% do que nos primeiros três meses de 2025.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-millennium-bcp-ve-impactos-limitados-da-guerra-nos-negocios-dos-clientes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759663]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Presidente da FIFA promete cachorro-quente e Coca-Cola a quem pagar dois milhões por um bilhete da final do Mundial</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/presidente-da-fifa-promete-cachorro-quente-e-coca-cola-a-quem-pagar-dois-milhoes-por-um-bilhete-da-final-do-mundial/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/presidente-da-fifa-promete-cachorro-quente-e-coca-cola-a-quem-pagar-dois-milhoes-por-um-bilhete-da-final-do-mundial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:52:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[fifa]]></category>
		<category><![CDATA[Gianni Infantino]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759653</guid>

					<description><![CDATA[Alguns bilhetes para o Mundial surgiram listados por valores de cinco dígitos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da FIFA, Gianni Infantino, respondeu às críticas sobre os preços dos bilhetes para o Mundial de 2026 com uma tirada invulgar: se alguém comprar um bilhete para a final por dois milhões de dólares, prometeu entregar pessoalmente “um cachorro-quente e uma Coca-Cola” ao adepto.</p>
<p>A frase, citada pela &#8216;BBC&#8217;, surgiu numa altura em que os preços dos bilhetes para o torneio deste verão têm sido alvo de forte contestação, sobretudo devido aos valores praticados na plataforma oficial de revenda da FIFA.</p>
<p>Alguns bilhetes para o Mundial surgiram listados por valores de cinco dígitos. Mais extremo ainda: no mês passado, quatro lugares atrás da baliza para a final, que será disputada em New Jersey, apareceram à venda por pouco menos de 2,3 milhões de dólares cada um, o equivalente a cerca de 1,96 milhões de euros. A conversão tem por base a taxa de referência do euro face ao dólar divulgada pelo BCE em 6 de maio e a cotação de 7 de maio indicada pela Yahoo Finance.</p>
<p>“Se algumas pessoas colocam no mercado de revenda alguns bilhetes para a final a dois milhões de dólares, primeiro, isso não significa que os bilhetes custem dois milhões de dólares; e segundo, não significa que alguém vá comprá-los”, afirmou Infantino.</p>
<p>Dois milhões de dólares correspondem a cerca de 1,7 milhões de euros.</p>
<p><strong>Infantino defende preços e compara Mundial a eventos americanos</strong></p>
<p>Gianni Infantino tem defendido repetidamente os preços praticados no Mundial, argumentando que estão alinhados com outros grandes eventos desportivos nos Estados Unidos.</p>
<p>Esta terça-feira, durante a Milken Institute Global Conference, em Beverly Hills, o presidente da FIFA voltou a justificar a política de preços e apontou para o funcionamento do mercado de revenda americano.</p>
<p>“Nos Estados Unidos, é permitido revender bilhetes também, por isso, se vendêssemos bilhetes a um preço demasiado baixo, esses bilhetes seriam revendidos a um preço muito mais alto”, afirmou.</p>
<p>Segundo Infantino, mesmo quando há críticas aos preços oficiais, os bilhetes acabam por surgir na revenda por valores ainda superiores, “mais do dobro” do preço inicial.</p>
<p>O líder da FIFA sublinhou ainda que 25% dos bilhetes da fase de grupos podem ser comprados por menos de 300 dólares, cerca de 255 euros, sugerindo que esse valor é comparável ao preço de um jogo universitário nos Estados Unidos. “E isto é o Mundial”, acrescentou.</p>
<p><strong>Toronto trava revenda acima do preço original</strong></p>
<p>As declarações de Infantino surgem numa altura em que a FIFA atualizou a sua plataforma de revenda de bilhetes para cumprir novas regras no Canadá.</p>
<p>Os bilhetes dos jogos do Mundial em Toronto só poderão ser revendidos pelo preço original, depois de o Governo do Ontário ter aprovado legislação que proíbe a revenda de bilhetes para eventos acima do valor facial.</p>
<p>A medida levou a FIFA a retirar temporariamente da plataforma oficial os bilhetes para os seis jogos agendados no Toronto Stadium. Agora, todos os bilhetes para essas partidas, incluindo os que já tinham sido comprados por valores superiores ao preço original, só poderão ser revendidos pelo valor inicial.</p>
<p>Nos restantes 15 estádios do torneio, os bilhetes continuam a poder ser listados na plataforma oficial por valores acima do preço original.</p>
<p><strong>Adeptos enfrentam custos elevados nos Estados Unidos</strong></p>
<p>A polémica não se limita ao preço dos bilhetes. Os adeptos que queiram acompanhar o Mundial nos Estados Unidos enfrentam também aumentos significativos nos custos de hotéis, transportes e deslocações durante o torneio.</p>
<p>Segundo a &#8216;BBC Sport&#8217;, um adepto inglês teria de gastar cerca de 6.500 libras para acompanhar os três jogos da seleção inglesa na fase de grupos. Esse valor corresponde a cerca de 7.517 euros, usando a cotação libra/euro de 7 de maio indicada pela &#8216;Yahoo Finance&#8217;.</p>
<p>O Mundial de 2026 será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México, num formato alargado e com maior número de equipas. Mas, para muitos adeptos, o torneio está a levantar uma pergunta cada vez mais incómoda: até que ponto o maior evento de futebol do mundo continua acessível ao público comum?</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/presidente-da-fifa-promete-cachorro-quente-e-coca-cola-a-quem-pagar-dois-milhoes-por-um-bilhete-da-final-do-mundial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759653]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Onde vivem os ultra-ricos da Europa? Portugal está entre os países que mais crescem</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/onde-vivem-os-ultra-ricos-da-europa-portugal-esta-entre-os-paises-que-mais-crescem/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/onde-vivem-os-ultra-ricos-da-europa-portugal-esta-entre-os-paises-que-mais-crescem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:43:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759646</guid>

					<description><![CDATA[O número de europeus com fortunas líquidas superiores a 30 milhões de dólares (25,7 milhões de euros) aumentou de forma expressiva nos últimos cinco anos, confirmando uma tendência de expansão da riqueza extrema no continente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de europeus com fortunas líquidas superiores a 30 milhões de dólares (25,7 milhões de euros) aumentou de forma expressiva nos últimos cinco anos, confirmando uma tendência de expansão da riqueza extrema no continente. Entre 2021 e 2026, a população dos chamados indivíduos com património ultra elevado — designados internacionalmente por ultra-high-net-worth individuals (UHNWIs) — cresceu 26% na Europa, o equivalente à entrada de mais 37.428 novos membros neste restrito grupo financeiro.</p>
<p>No total, a Europa conta agora com 183.953 ultra-ricos, acima dos 146.525 registados em 2021, o que significa que o continente concentra 25,8% de todos os multimilionários deste segmento a nível global. Em todo o mundo, são já mais de 710 mil pessoas com patrimónios acima dos 30 milhões de dólares (25,7 milhões de euros), refletindo uma redistribuição da riqueza global que continua a favorecer determinados mercados, embora com sinais crescentes de dispersão geográfica.</p>
<p>A Alemanha mantém-se, de forma destacada, como o principal centro europeu de grandes fortunas, com 38.215 ultra-ricos. O Reino Unido surge em segundo lugar, com 27.876, seguido de França, com 21.528. Nenhum outro país europeu ultrapassa a fasquia dos 20 mil indivíduos neste segmento. A Suíça ocupa a quarta posição, com 17.692, enquanto Itália fecha o top 5 europeu com 15.433 grandes fortunas.</p>
<p>Mais abaixo na tabela, Espanha soma 9.186 ultra-ricos, consolidando-se como uma das maiores economias europeias também no universo da riqueza extrema. Seguem-se Suécia (6.845), Países Baixos (5.077), Dinamarca (4.657), Turquia (4.208), Áustria (4.188) e Polónia (3.017). Entre os países com menos de 3.000 ultra-ricos encontram-se Noruega (2.460), Chéquia (2.270), Irlanda (2.196), Portugal (2.187) e Finlândia (1.317). Fora da União Europeia e dos principais blocos europeus, a Rússia contabiliza 8.399 indivíduos neste escalão patrimonial.</p>
<p>Em termos absolutos, foi também a Alemanha quem mais reforçou este grupo exclusivo, somando 9.273 novos ultra-ricos desde 2021. A Suíça acrescentou 4.968, França registou mais 3.781 e o Reino Unido cresceu em 3.005. Itália (+2.886), Espanha (+2.708), Turquia (+2.034) e Polónia (+1.575) também apresentaram aumentos significativos no número de fortunas superiores a 30 milhões de dólares (25,7 milhões de euros).</p>
<p>No entanto, quando a análise passa da dimensão absoluta para a velocidade de crescimento, o mapa europeu altera-se significativamente. A Polónia lidera destacadamente, com uma subida de 109% no número de ultra-ricos, mais do que duplicando a sua elite financeira em apenas cinco anos. A Turquia surge logo atrás, com um crescimento de 94%, seguida muito de perto pela Roménia, com 93%.</p>
<p>Portugal aparece entre os mercados europeus com evolução mais forte, registando um aumento de pelo menos 50% no número de ultra-ricos entre 2021 e 2026, ao lado de Grécia e Chéquia. Este desempenho coloca o país acima de economias maiores como Espanha, que cresceu 42%, Alemanha (32%), Itália (23%) e França (21%). Já o Reino Unido teve uma expansão mais modesta, de 12%, enquanto a Suécia registou o menor crescimento entre os países analisados, com apenas 8%.</p>
<p>Segundo o relatório, esta tendência mostra que a riqueza extrema continua concentrada em grandes potências económicas, mas começa igualmente a expandir-se para geografias que antes tinham menor peso neste segmento. Como é referido no estudo, “a Europa continua a destacar-se, com Suécia, Roménia e Grécia a registarem ganhos robustos”, ilustrando um cenário em que a riqueza “se alarga geograficamente, mesmo continuando concentrada em alguns grandes centros globais”.</p>
<p>Liam Bailey, diretor global de investigação da Knight Frank, considera que o mundo está a atravessar “uma das mudanças mais significativas na distribuição global da riqueza da história moderna”. Segundo o responsável, embora os Estados Unidos continuem a ser “o motor dominante” — liderando de forma esmagadora com 387.422 ultra-ricos — novas economias estão a ganhar peso crescente no equilíbrio financeiro internacional.</p>
<p>Outro fenómeno destacado é a crescente mobilidade internacional destas grandes fortunas. O relatório sublinha que o aumento da carga fiscal e da pressão regulatória em vários países está a acelerar a deslocação global de riqueza, com muitos ultra-ricos a organizarem “as suas vidas em múltiplas jurisdições”, enquanto estruturas especializadas gerem riscos fiscais, políticos e de estilo de vida à escala internacional.</p>
<p>A tendência não se limita aos multimilionários com mais de 30 milhões de dólares (25,7 milhões de euros). O número de bilionários também continua a aumentar em todo o mundo, incluindo na Europa, reforçando a ideia de que a concentração de riqueza global permanece uma das dinâmicas económicas mais marcantes da atualidade.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/onde-vivem-os-ultra-ricos-da-europa-portugal-esta-entre-os-paises-que-mais-crescem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759646]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>FMI recomenda fim do IRS Jovem devido aos custos fiscais e distorções que causa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fmi-recomenda-fim-do-irs-jovem-devido-aos-custos-fiscais-e-distorcoes-que-causa/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/fmi-recomenda-fim-do-irs-jovem-devido-aos-custos-fiscais-e-distorcoes-que-causa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:33:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[IRS jovem]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759629</guid>

					<description><![CDATA[Fundo considera que as medidas de apoio aos jovens na compra de primeira habitação "não são sujeitas a critérios de rendimentos, ao mesmo tempo que impulsionam a procura e contribuem para agravar os desequilíbrios"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Fundo Monetário Internacional (FMI) recomenda ao Governo português que reverta o IRS Jovem, considerando que causa &#8220;distorções&#8221; e não tem &#8220;evidência clara de eficácia&#8221; na contenção da emigração.</p>
<p>&#8220;As isenções do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares (IRS) específicas para jovens aumentam os custos fiscais e são distorcionárias, sem evidência clara de eficácia na contenção da emigração juvenil. É aconselhável revertê-las&#8221;, lê-se no relatório de conclusão da missão do FMI pós-programa de ajustamento, elaborado após uma visita técnica a Portugal nas últimas semanas.</p>
<p>Da mesma forma, o Fundo considera que as medidas de apoio aos jovens na compra de primeira habitação &#8211; como garantias públicas e isenções fiscais &#8211; &#8220;não são sujeitas a critérios de rendimentos, ao mesmo tempo que impulsionam a procura e contribuem para agravar os desequilíbrios&#8221;.</p>
<p>Defendendo uma simplificação do sistema fiscal português e uma redução das isenções &#8220;para aumentar as receitas e melhorar a eficiência&#8221;, o FMI considera que &#8220;as inúmeras isenções, taxas reduzidas e regimes especiais estreitam as bases tributárias e aumentam os custos de conformidade, especialmente para as pequenas e médias empresas (PME)&#8221;.</p>
<p>Neste contexto, o FMI defende também que &#8220;as taxas reduzidas e isenções do IVA não são bem direcionadas e beneficiam frequentemente os agregados familiares com rendimentos mais elevados&#8221; &#8211; apontando como exemplo o IVA reduzido em hotéis e restaurantes -, pelo que &#8220;devem ser eliminadas&#8221;.</p>
<p>Adicionalmente, considera que &#8220;harmonizar as [atuais] taxas do imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas [IRC] em função da dimensão eliminaria um desincentivo ao crescimento das empresas&#8221;.</p>
<p>Apoios na energia, só “temporários”</p>
<p>Já relativamente à resposta ao choque energético, devido à guerra no Irão, o FMI alerta que &#8220;deve ser cuidadosamente concebida&#8221;: &#8220;Embora possa justificar-se um apoio temporário e direcionado, os preços mais elevados da energia devem continuar a repercutir-se nos utilizadores finais, a fim de preservar os sinais de preços e reduzir a procura&#8221;, sustenta.</p>
<p>Assim, rejeita uma redução fiscal de base ampla (por exemplo, do IVA) e considera que a redução do imposto especial sobre o consumo de combustíveis (ISP) &#8220;deve ser substituída por um apoio bem direcionado às famílias de rendimentos mais baixos e às empresas em dificuldades, mas viáveis, em setores com utilização intensiva de energia&#8221;.</p>
<p>Ao nível da habitação, o FMI entende que &#8220;a redução dos desequilíbrios no mercado imobiliário requer medidas do lado da oferta&#8221;, apontando como prioridade &#8220;facilitar a construção de novas habitações e incentivar os proprietários de edifícios desocupados ou de arrendamentos de curta duração a vender ou a arrendar a longo prazo os seus imóveis&#8221;.</p>
<p>Já o apoio às famílias de rendimentos baixos a médios deve basear-se em subsídios de habitação direcionados e na maior disponibilidade de habitação social.</p>
<p>&#8220;O reequilíbrio da tributação imobiliária, passando de impostos sobre transações para impostos recorrentes, incentivaria a mobilidade, enquanto a tributação de habitações subutilizadas deve ser rigorosamente aplicada&#8221;, refere, salientando a necessidade de &#8220;facilitar a execução dos contratos para melhorar o mercado de arrendamento&#8221;.</p>
<p>No que respeita ao mercado de trabalho, o FMI alerta para a importância de reformas que impulsionem o crescimento da produtividade, enfatizando que esta é &#8220;a chave para aproximar os níveis de vida em Portugal dos seus pares da zona euro&#8221;.</p>
<p>Atribuindo o &#8220;fraco crescimento da produtividade&#8221; em Portugal a um &#8220;investimento insuficiente, tanto em capital humano como em capital físico, agravado por um ambiente empresarial restritivo&#8221;, aconselha ainda uma maior flexibilidade laboral: &#8220;Tornar os contratos por tempo indeterminado mais flexíveis incentivará a sua maior utilização, reduzirá a dualidade do mercado de trabalho e ajudará a melhorar a alocação de recursos para os setores ou empresas mais produtivos&#8221;, concretiza.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/fmi-recomenda-fim-do-irs-jovem-devido-aos-custos-fiscais-e-distorcoes-que-causa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759629]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O paradoxo do hantavírus: é mortal, mas dificilmente tem capacidade para causar uma pandemia, garantem especialistas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-paradoxo-do-hantavirus-e-mortal-mas-dificilmente-tem-capacidade-para-causar-uma-pandemia-garantem-especialistas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/o-paradoxo-do-hantavirus-e-mortal-mas-dificilmente-tem-capacidade-para-causar-uma-pandemia-garantem-especialistas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:28:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[MV Hondius]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759608</guid>

					<description><![CDATA[Em saúde pública, o potencial pandémico de um vírus depende menos da sua taxa de mortalidade e mais da forma como consegue circular entre pessoas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três pessoas morreram a bordo do navio de cruzeiro &#8216;MV Hondius&#8217;, no Atlântico, num surto de hantavírus que deixou sete casos identificados — dois confirmados em laboratório e cinco suspeitos. O navio esteve fundeado ao largo de Cabo Verde, depois de a doença ter provocado sintomas graves em passageiros, incluindo febre, problemas gastrointestinais, pneumonia, insuficiência respiratória e choque.</p>
<p>A estirpe confirmada, conhecida como Andes, tem uma característica particularmente sensível: ao contrário da maioria dos hantavírus, pode transmitir-se de pessoa para pessoa. Ainda assim, especialistas ouvidos pela &#8216;Newsweek&#8217; afastam, para já, qualquer cenário de crise pandémica.</p>
<p>A razão parece contraditória, mas é central para perceber o risco: o hantavírus pode ser muito letal, mas não se transmite com facilidade. E, em saúde pública, o potencial pandémico de um vírus depende menos da sua taxa de mortalidade e mais da forma como consegue circular entre pessoas.</p>
<p>“Potencial pandémico tem sobretudo a ver com arquitetura de transmissão, não com letalidade”, explicou Amesh Adalja, investigador do Johns Hopkins Center for Health Security, à &#8216;Newsweek&#8217;. “A biologia que conduz pandemias é a forma como um agente patogénico se move entre pessoas — não o quão doentes as torna.”</p>
<p><strong>O problema não é a gravidade, é a transmissão</strong></p>
<p>A ansiedade em torno do surto aumentou rapidamente quando surgiram notícias de mortes no navio. Nas redes sociais, multiplicaram-se receios sobre a possibilidade de uma nova pandemia. Mas, para os epidemiologistas, o fator decisivo não é apenas a gravidade da doença.</p>
<p>O que mais preocupa os especialistas é saber se um vírus consegue espalhar-se de forma eficiente antes de os infetados ficarem demasiado doentes para circular, trabalhar, viajar ou conviver.</p>
<p>Bill Hanage, epidemiologista da Harvard School of Public Health, resumiu o ponto à &#8216;Newsweek&#8217;: “Não é a taxa de letalidade que importa para o potencial pandémico, é a capacidade de transmissão entre humanos.”</p>
<p>Nesse teste, o hantavírus falha quase totalmente. Mesmo a estirpe Andes, a única entre cerca de 50 espécies de hantavírus com capacidade conhecida de transmissão entre pessoas, espalha-se de forma muito limitada. No caso do &#8216;MV Hondius&#8217;, mesmo num ambiente de grande proximidade, com passageiros confinados durante semanas, surgiram sete casos entre cerca de 150 pessoas.</p>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde, a transmissão exigiu contacto “muito próximo e prolongado”.</p>
<p><strong>Porque é que o hantavírus dificilmente se espalha como a gripe ou a covid-19</strong></p>
<p>A diferença entre o hantavírus e vírus respiratórios como a gripe ou o SARS-CoV-2 está no momento em que a pessoa infetada transmite a doença.</p>
<p>Vírus com grande potencial pandémico conseguem muitas vezes espalhar-se antes de surgirem sintomas, ou através de pessoas com sintomas ligeiros. Foi isso que tornou a Covid-19 tão difícil de controlar: muitas pessoas continuavam socialmente ativas enquanto já podiam transmitir o vírus.</p>
<p>No hantavírus, o padrão é diferente. A incubação pode durar dias ou semanas — em alguns casos até oito semanas — mas, quando os sintomas aparecem, a evolução pode ser rápida e grave. Os doentes ficam debilitados depressa, o que reduz a mobilidade e interrompe cadeias de transmissão.</p>
<p>Vincent Racaniello, professor de Microbiologia e Imunologia na Universidade de Columbia, explicou que a chave está na libertação do vírus antes dos sintomas. “A gripe e o SARS-CoV-2 são muito bons nisso. Para o hantavírus, a barreira é a transmissão eficiente entre humanos”, afirmou.</p>
<p>Zoe Weiss, diretora de microbiologia no Tufts Medical Center, também sublinhou que os agentes com maior potencial pandémico tendem a permitir que as pessoas continuem móveis e socialmente ligadas durante o período infeccioso. O hantavírus faz o oposto.</p>
<p><strong>O paradoxo: quanto mais grave, menos se espalha</strong></p>
<p>A letalidade elevada pode, neste caso, funcionar como uma limitação à propagação. Isto não significa que matar rapidamente o hospedeiro impeça sempre a transmissão. O ébola, por exemplo, pode ser altamente letal e ainda assim provocar surtos graves, porque se transmite através do contacto com sangue e fluidos corporais, sobretudo em contextos de cuidados a doentes.</p>
<p>No hantavírus, porém, a combinação é diferente: a doença torna-se grave rapidamente e o vírus não tem grande capacidade de se espalhar antes dessa fase.</p>
<p>“Alta letalidade pode reduzir o potencial pandémico quando a doença grave limita o tempo em que as pessoas permanecem móveis e socialmente conectadas enquanto estão infecciosas”, explicou Zoe Weiss.</p>
<p>A comparação com a gripe ajuda a perceber o contraste. A gripe mata muito menos, mas transmite-se com facilidade. Faz tossir, espirrar e circular o vírus, sem geralmente incapacitar a maioria dos infetados de imediato.</p>
<p>O hantavírus segue outro caminho. É suficientemente agressivo para deixar rapidamente os doentes sem condições de circular, mas não é suficientemente transmissível para compensar essa limitação.</p>
<p>“Os humanos são dano colateral”, afirmou Angie Luis, professora associada da Universidade de Montana. “Neste momento, os hantavírus não estão adaptados para se transmitir entre pessoas. Estão adaptados para se transmitir entre os seus hospedeiros roedores.”</p>
<p><strong>O que teria de mudar para haver risco pandémico</strong></p>
<p>Apesar de afastarem o alarmismo, os especialistas não ignoram o risco teórico. Para o hantavírus se transformar numa ameaça pandémica real, teria de se tornar muito mais eficiente na transmissão entre humanos, provavelmente através da via respiratória.</p>
<p>Isso exigiria várias alterações evolutivas coordenadas: mudanças na forma como entra nas células humanas, se replica nos tecidos e escapa às defesas iniciais do sistema imunitário.</p>
<p>“Hantavírus teria de dar um grande salto evolutivo para se tornar uma ameaça pandémica”, explicou Zoe Weiss. “Não é algo que os especialistas considerem estar perto de acontecer.”</p>
<p>Vincent Racaniello admite que mutações podem, em teoria, surgir e ultrapassar a atual dificuldade de transmissão, mas sublinha que ninguém consegue prever se isso acontecerá. A preocupação é semelhante à que existe com outros vírus, como a gripe aviária H5N1, que é acompanhada precisamente pelo receio de adaptação a humanos.</p>
<p>Ainda assim, o hantavírus enfrenta uma barreira biológica elevada. É, antes de mais, um vírus de roedores. A sua biologia está adaptada a ratos e outros pequenos mamíferos, não às vias respiratórias humanas.</p>
<p><strong>O surto no &#8216;MV Hondius&#8217;</strong></p>
<p>O &#8216;MV Hondius&#8217; partiu de Ushuaia, na Argentina, a 1 de abril, para atravessar o Atlântico Sul. A primeira morte ocorreu a 11 de abril, quando um passageiro neerlandês morreu a bordo.</p>
<p>A 24 de abril, a viúva do passageiro foi transportada da ilha de Santa Helena para Joanesburgo, juntamente com o corpo do marido. O seu estado agravou-se durante a viagem e, depois de ser internada à chegada, morreu a 26 de abril. As autoridades confirmaram posteriormente que tinha contraído hantavírus.</p>
<p>A 27 de abril, um segundo passageiro doente, de nacionalidade britânica, foi evacuado para a África do Sul e permaneceu hospitalizado em estado crítico, mas estável, com um caso confirmado de hantavírus.</p>
<p>A 2 de maio, um passageiro alemão morreu ainda a bordo do navio, embora não tenha sido confirmado de imediato se estava infetado. No dia seguinte, o navio chegou ao largo de Cabo Verde, mas não foi autorizado a atracar.</p>
<p>A 5 de maio, equipas de saúde subiram a bordo. A 6 de maio, a Organização Mundial da Saúde comunicou um terceiro caso confirmado de hantavírus num passageiro que tinha desembarcado e se apresentou num hospital em Zurique.</p>
<p><strong>Alarme sem pânico</strong></p>
<p>O surto no &#8216;MV Hondius&#8217; exige vigilância, rastreio de contactos e acompanhamento dos passageiros expostos, sobretudo porque a estirpe Andes pode transmitir-se entre pessoas em situações de contacto próximo e prolongado.</p>
<p>Mas, para os especialistas ouvidos pela &#8216;Newsweek&#8217;, o cenário não se aproxima de uma pandemia. O vírus é perigoso para quem é infetado, mas não tem a arquitetura de transmissão necessária para se espalhar globalmente como a covid-19, a gripe ou o sarampo.</p>
<p>A conclusão é desconfortável, mas tranquilizadora: o hantavírus pode matar uma elevada percentagem dos infetados em surtos anteriores, mas é precisamente a forma rápida e grave como incapacita os doentes, somada à dificuldade de transmissão entre humanos, que limita a sua capacidade de se transformar numa crise global.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/o-paradoxo-do-hantavirus-e-mortal-mas-dificilmente-tem-capacidade-para-causar-uma-pandemia-garantem-especialistas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759608]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Utilizadores de iPhone podem receber até 87 euros de indemnização após acordo judicial de 230 milhões de euros da Apple</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/utilizadores-de-iphone-podem-receber-ate-87-euros-de-indemnizacao-apos-acordo-judicial-de-230-milhoes-de-euros-da-apple/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/utilizadores-de-iphone-podem-receber-ate-87-euros-de-indemnizacao-apos-acordo-judicial-de-230-milhoes-de-euros-da-apple/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:19:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759572</guid>

					<description><![CDATA[Milhões de utilizadores de iPhone nos Estados Unidos poderão receber compensações financeiras depois de a Apple ter concordado em pagar 250 milhões de dólares (230 milhões de euros) para encerrar um processo judicial coletivo relacionado com alegada publicidade enganosa sobre funcionalidades de inteligência artificial associadas à assistente virtual Siri.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Milhões de utilizadores de iPhone nos Estados Unidos poderão receber compensações financeiras depois de a Apple ter concordado em pagar 250 milhões de dólares (230 milhões de euros) para encerrar um processo judicial coletivo relacionado com alegada publicidade enganosa sobre funcionalidades de inteligência artificial associadas à assistente virtual Siri. O acordo, que ainda necessita de aprovação preliminar do tribunal, poderá traduzir-se em pagamentos individuais até 95 dólares (87 euros) por dispositivo elegível.</p>
<p>No centro da disputa está a estratégia comercial adotada pela tecnológica norte-americana aquando do lançamento do iPhone 16, em 2024, altura em que promoveu novas capacidades baseadas em inteligência artificial para a Siri, integradas no pacote de atualizações de software apresentado sob a designação “Apple Intelligence”. Essas funcionalidades foram destacadas como parte de uma nova geração de experiência inteligente no ecossistema Apple, mas, passados dois anos, a reformulação prometida da assistente virtual continua por concretizar.</p>
<p>A ação judicial, apresentada no Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Norte da Califórnia, em São Francisco, acusa a empresa de ter induzido consumidores em erro através de uma campanha de marketing que promovia funcionalidades que, na prática, ainda não estavam disponíveis no momento da compra. Os autores da queixa sustentam que muitos consumidores adquiriram os novos equipamentos influenciados por promessas de capacidades avançadas de inteligência artificial que continuavam em desenvolvimento e sem data concreta de disponibilização.</p>
<p>Segundo os documentos entregues em tribunal, os advogados dos consumidores pediram já a aprovação preliminar do acordo de 250 milhões de dólares (230 milhões de euros), que, se for validado, ficará entre os maiores compromissos financeiros assumidos pela Apple para resolver litígios coletivos ligados aos seus produtos e práticas comerciais.</p>
<p><strong>Que equipamentos podem receber compensação</strong><br />
O acordo abrange cerca de 37 milhões de dispositivos vendidos nos Estados Unidos entre 10 de junho de 2024 e 29 de março de 2025. Entre os modelos abrangidos estão todos os equipamentos da gama iPhone 16, bem como o iPhone 15 Pro e o iPhone 15 Pro Max, modelos que também foram apresentados como preparados para a nova vaga de funcionalidades inteligentes da Apple.</p>
<p>Os proprietários elegíveis poderão receber, no mínimo, 25 dólares (23 euros) por dispositivo. No entanto, esse valor poderá subir até aos 95 dólares (87 euros), dependendo do número total de pedidos submetidos e de outros critérios definidos no acordo judicial. Quanto menor for o universo de reclamações aprovadas, maior poderá ser a compensação individual paga a cada utilizador qualificado.</p>
<p>Os consumidores abrangidos deverão ser notificados por email ou correio postal, sendo depois encaminhados para uma plataforma online específica onde poderão formalizar o pedido de compensação, caso o tribunal dê luz verde definitiva ao mecanismo de indemnização.</p>
<p><strong>Apple procura encerrar polémica e manter foco na inovação</strong><br />
Em comunicado, a Apple confirmou o entendimento alcançado, afirmando que “chegou a um acordo para resolver reivindicações relacionadas com a disponibilidade de duas funcionalidades adicionais”. A empresa acrescentou ainda: “Resolvemos este assunto para continuarmos focados naquilo que fazemos melhor: oferecer os produtos e serviços mais inovadores aos nossos utilizadores.”</p>
<p>Apesar do acordo, a gigante tecnológica continua sob pressão no competitivo mercado da inteligência artificial. Enquanto rivais como Google e Samsung aceleram o lançamento de novas ferramentas e assistentes inteligentes cada vez mais avançados, a Apple tem sido criticada por um ritmo mais lento na concretização da sua estratégia de IA.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/utilizadores-de-iphone-podem-receber-ate-87-euros-de-indemnizacao-apos-acordo-judicial-de-230-milhoes-de-euros-da-apple/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759572]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Taxa Euribor sobe a 3 meses para máximo de mais de um ano e cai a 6 e 12 meses</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/taxa-euribor-sobe-a-3-meses-para-maximo-de-mais-de-um-ano-e-cai-a-6-e-12-meses/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/taxa-euribor-sobe-a-3-meses-para-maximo-de-mais-de-um-ano-e-cai-a-6-e-12-meses/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:12:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Euribor]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759482</guid>

					<description><![CDATA[A taxa Euribor subiu hoje a três meses para um máximo desde abril de 2025 e desceu a seis e a 12 meses em relação a quarta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>	A taxa Euribor subiu hoje a três meses para um máximo desde abril de 2025 e desceu a seis e a 12 meses em relação a quarta-feira.    </P><br />
<P> 	Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que avançou para 2,248%, continuou abaixo das taxas a seis (2,522%) e a 12 meses (2,795%).          </P><br />
<P>	A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, baixou hoje, ao ser fixada em 2,522%, menos 0,034 pontos do que na quarta-feira.                   </P><br />
<P>	Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a março indicam que a Euribor a seis meses representava 39,41% do &#8216;stock&#8217; de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.                                                                           </P><br />
<P>	Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,62% e 24,65%, respetivamente. </P><br />
<P>	No prazo de 12 meses, a taxa Euribor também cedeu hoje, para 2,795%, menos 0,072 pontos do que na sessão anterior. </P><br />
<P>	Em sentido contrário, a Euribor a três meses subiu hoje, ao ser fixada em 2,248%, mais 0,008 pontos e um novo máximo desde abril do ano passado.</P><br />
<P>	Em relação à média mensal da Euribor de abril esta subiu nos três prazos, mas de forma mais acentuada nos mais longos e menos do que em março.</P><br />
<P>	A média mensal da Euribor em abril subiu 0,066 pontos para 2,175% a três meses. Já a seis e a 12 meses, a média da Euribor avançou 0,132 pontos para 2,454% e 0,182 pontos para 2,747%, respetivamente.</P><br />
<P>    	Em 30 de abril, na segunda reunião desde o início da guerra, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sétima reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções das mesmas desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.</P><br />
<P>	O mercado antecipou esta manutenção das taxas diretoras, mas prevê um aumento na próxima reunião de política monetária do BCE em junho. </P><br />
<P>	A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 10 e 11 de junho em Frankfurt, Alemanha.</P><br />
<P>	As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.</P><br />
<P></P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/taxa-euribor-sobe-a-3-meses-para-maximo-de-mais-de-um-ano-e-cai-a-6-e-12-meses/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759482]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Rússia anuncia trégua de dois dias a partir da meia-noite</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-russia-anuncia-tregua-de-dois-dias-a-partir-da-meia-noite/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-russia-anuncia-tregua-de-dois-dias-a-partir-da-meia-noite/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:11:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759502</guid>

					<description><![CDATA[A Rússia anunciou hoje uma trégua de dois dias na guerra na Ucrânia a partir da meia-noite (22:00 de Lisboa) para as comemorações do Dia da Vitória, que assinala a derrota da Alemanha nazi.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Rússia anunciou hoje uma trégua de dois dias na guerra na Ucrânia a partir da meia-noite (22:00 de Lisboa) para as comemorações do Dia da Vitória, que assinala a derrota da Alemanha nazi.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a falar dos dias 08 e 09 de maio&#8221;, disse o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov, na sua conferência de imprensa diária.</P><br />
<P>A presidência russa (Kremlin) já tinha anunciado uma trégua unilateral para os dias 08 e 09 de maio, véspera e dia em que é comemorada a vitória soviética sobre os nazis, mas a situação atual é de tensão, com acusações mútuas sobre o cumprimento de cessar-fogos.</P><br />
<P>O Kremlin ameaçou responder com &#8220;ataques massivos&#8221; se Kiev interromper as celebrações.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, também adotou um cessar-fogo unilateral à meia-noite de quarta-feira, acusando Moscovo de ter violado a trégua com novos ataques.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-russia-anuncia-tregua-de-dois-dias-a-partir-da-meia-noite/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759502]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Um dos paraquedistas envolvidos em queda em morte cerebral a respirar ventilado, revela Exército</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/um-dos-paraquedistas-envolvidos-em-queda-em-morte-cerebral-a-respirar-ventilado-exercito/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/um-dos-paraquedistas-envolvidos-em-queda-em-morte-cerebral-a-respirar-ventilado-exercito/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:10:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[exército]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[paraquedista]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759522</guid>

					<description><![CDATA[Lisboa, 07 mai 2026 - Um dos militares paraquedistas envolvidos numa queda durante uma ação de formação em Tancos, na terça-feira, está em morte cerebral e a respirar ventilado, adiantou hoje à Lusa o Exército. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos militares paraquedistas envolvidos numa queda durante uma ação de formação em Tancos, na terça-feira, está em morte cerebral e a respirar ventilado, adiantou hoje à Lusa o Exército. </P><br />
<P>De acordo com o porta-voz do ramo, o militar que se encontra no hospital de São José, em Lisboa, está em &#8220;morte cerebral e respira ventilado&#8221;. </P><br />
<P>Quanto ao segundo militar, que se encontra no Hospital de Leiria, está &#8220;estável e sob observação&#8221;, prosseguiu o porta-voz. </P><br />
<P>Na terça-feira de manhã, em Tancos, distrito de Santarém, &#8220;ocorreu um incidente no âmbito do Curso de Paraquedismo, envolvendo dois militares, durante a execução de um salto de paraquedas&#8221;.</P><br />
<P>Segundo este ramo das Forças Armadas, foram acionados de imediato os meios de emergência médica, tendo os militares sido assistidos no local por equipas do Exército e do INEM, e posteriormente encaminhados para uma unidade hospitalar.</P><br />
<P>Foi determinada a abertura de um processo de averiguações &#8220;com vista ao apuramento das circunstâncias do incidente&#8221; e acionado apoio psicológico.</
</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/um-dos-paraquedistas-envolvidos-em-queda-em-morte-cerebral-a-respirar-ventilado-exercito/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759522]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Seguro defende que UE deve reformar-se e ambicionar liderar inovação mundial</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/seguro-defende-que-ue-deve-reformar-se-e-ambicionar-liderar-inovacao-mundial/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/seguro-defende-que-ue-deve-reformar-se-e-ambicionar-liderar-inovacao-mundial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:08:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759560</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente da República defendeu hoje que a União Europeia tem de reformar o seu modelo de governação, tornando-o "mais eficiente e mais rápido", e deve "ambicionar liderar a inovação mundial".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República defendeu hoje que a União Europeia tem de reformar o seu modelo de governação, tornando-o &#8220;mais eficiente e mais rápido&#8221;, e deve &#8220;ambicionar liderar a inovação mundial&#8221;.</P><br />
<P>Num discurso na cerimónia comemorativa do 50.º aniversário do Instituto Universitário Europeu, em Florença, Itália, António José Seguro afirmou que &#8220;recuar não é opção&#8221; e pediu &#8220;mais união, mais ambição e mais coragem política&#8221; à União Europeia, reiterando a sua posição pelo fim da regra da unanimidade em domínios estratégicos.</P><br />
<P>&#8220;Em vez de minorias de bloqueio, precisamos de maiorias com ambição, lideranças que pensem em Europa para além dos egoísmos imediatos dos Estados-membros que representam. A Europa avançou com líderes que ousaram pensar além do imediato. É esse o espírito que precisamos de recuperar&#8221;, declarou o chefe de Estado, numa intervenção à qual assistiu o presidente do Conselho Europeu e anterior primeiro-ministro português, António Costa.</P><br />
<P>Antes, enquanto discursava a presidente do Instituto Universitário Europeu, Patrizia Nanz, os dois antigos secretários-gerais do PS, que no passado se defrontaram no âmbito partidário, estiveram à conversa, sentados na primeira fila do auditório. António Costa mudou-se até temporariamente para o lugar de Patrizia Nanz, para ficar mais perto de António José Seguro.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/seguro-defende-que-ue-deve-reformar-se-e-ambicionar-liderar-inovacao-mundial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759560]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sabe quanto rendem 1.000 euros em Certificados de Aforro? Use este simulador</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sabe-quanto-rendem-1-000-euros-em-certificados-de-aforro-use-este-simulador/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/sabe-quanto-rendem-1-000-euros-em-certificados-de-aforro-use-este-simulador/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:07:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Certificados de Aforro]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[simulador]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759578</guid>

					<description><![CDATA[O Doutor Finanças lançou um novo simulador de Certificados de Aforro que permite aos portugueses estimar o rendimento líquido das suas poupanças neste produto da série F.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Doutor Finanças lançou um novo simulador de Certificados de Aforro que permite aos portugueses estimar o rendimento líquido das suas poupanças neste produto da série F.</p>
<p>A ferramenta, disponível gratuitamente no site da empresa, surge num momento em que os depósitos a prazo perdem atratividade e as taxas Euribor continuam a ganhar relevância no mercado. Neste contexto, os Certificados de Aforro — um produto de capital garantido — têm vindo a captar maior atenção por parte dos aforradores.</p>
<p>O novo simulador permite aos utilizadores introduzir o montante a investir, a periodicidade de eventuais reforços (trimestral, anual ou sem reforços), o prazo da aplicação, entre 1 e 15 anos, e a taxa de retenção na fonte. Com base nestes dados, a ferramenta apresenta o valor líquido final, os juros acumulados e o montante de IRS a pagar sobre os rendimentos.</p>
<p>Além disso, possibilita acompanhar a evolução do investimento ano a ano, oferecendo uma visão detalhada do crescimento da poupança ao longo do tempo.</p>
<p>“Num contexto em que muitos portugueses procuram alternativas aos depósitos a prazo tradicionais, é essencial disponibilizar ferramentas que ajudem a perceber, de forma clara, quanto podem efetivamente ganhar com diferentes soluções de poupança. Este simulador responde a essa premissa: transformar informação complexa em decisões mais conscientes e ajustadas à realidade de cada pessoa”, afirma Sérgio Cardoso, Chief Education Officer do Doutor Finanças.</p>
<p>Os juros dos Certificados de Aforro são calculados trimestralmente e indexados à média da Euribor a três meses, com uma taxa que varia entre 0% e 2,5% na série F. A este valor soma-se ainda um prémio de permanência progressivo a partir do segundo ano, podendo a taxa bruta atingir um máximo de 4,25% ao fim de 15 anos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/sabe-quanto-rendem-1-000-euros-em-certificados-de-aforro-use-este-simulador/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759578]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Croatia Airlines cancela 900 voos até julho devido à crise de combustível</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-croatia-airlines-cancela-900-voos-ate-julho-devido-a-crise-de-combustivel/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-croatia-airlines-cancela-900-voos-ate-julho-devido-a-crise-de-combustivel/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:07:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Croatia Airlines]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[setor da aviação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759568</guid>

					<description><![CDATA[A companhia aérea nacional croata Croatia Airlines cancelou cerca de 900 voos até julho devido ao aumento do preço do combustível para aviões provocado pelo bloqueio do estreito de Ormuz, no contexto da guerra no Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A companhia aérea nacional croata Croatia Airlines cancelou cerca de 900 voos até julho devido ao aumento do preço do combustível para aviões provocado pelo bloqueio do estreito de Ormuz, no contexto da guerra no Irão.</P><br />
<P>De acordo com o diretor comercial da companhia aérea estatal croata, Slaven Zabo, os cortes representam cerca de 5% dos 27.000 voos programados para esse período.</P><br />
<P>O responsável anunciou ainda um aumento nos preços dos bilhetes a partir de junho devido a diversos fatores, como a procura e a elevada concorrência, os preços do combustível ou o aumento das taxas aeroportuárias.</P><br />
<P>&#8220;O preço do combustível para aviões duplicou desde o início da crise e aumentou mais do que o do petróleo bruto. Os custos atuais do combustível para as companhias aéreas, incluindo a Croatia Airlines, provocarão perdas multimilionárias neste período&#8221;, afirmou o responsável da companhia aérea.</P><br />
<P>Várias companhias aéreas europeias estão a tentar reduzir as perdas, suspendendo voos de curta distância e menos rentáveis.</P><br />
<P>A Croatia Airlines já tinha reduzido a rede de voos em março e abril, eliminando várias rotas que ligam a Croácia a destinos como Amesterdão, Milão, Bucareste, Tirana e Skopje.</P><br />
<P>Apesar dos cortes, a companhia espera manter até 100 voos diários durante a época alta, designadamente entre junho e agosto.</P><br />
<P>No entanto, os preços dos bilhetes irão aumentar na sequência do recente anúncio do aeroporto de Zagreb, capital da Croácia, que aumentou as taxas em 20% a partir de junho.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-croatia-airlines-cancela-900-voos-ate-julho-devido-a-crise-de-combustivel/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759568]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O bacalhau da discórdia: União Europeia questiona pacto entre Noruega e Rússia sobre pescas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-bacalhau-da-discordia-uniao-europeia-questiona-pacto-entre-noruega-e-russia-sobre-pescas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/o-bacalhau-da-discordia-uniao-europeia-questiona-pacto-entre-noruega-e-russia-sobre-pescas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[bacalhau]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[noruega]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=759567</guid>

					<description><![CDATA[Várias capitais europeias estão a manifestar crescente preocupação com a continuidade da cooperação entre a Noruega e a Rússia na gestão das pescas no mar de Barents, receando que esta parceria histórica possa estar a aumentar riscos de segurança no continente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Várias capitais europeias estão a manifestar crescente preocupação com a continuidade da cooperação entre a Noruega e a Rússia na gestão das pescas no mar de Barents, receando que esta parceria histórica possa estar a aumentar riscos de segurança no continente. A região ártica, partilhada por Oslo e Moscovo, concentra a maior reserva mundial de bacalhau e é também apontada como área onde a Rússia desenvolve atividades de mapeamento e possível interferência em infraestruturas críticas europeias, incluindo cabos submarinos.</p>
<p>O acordo baseia-se num tratado formal de 1975, considerado pela comunidade científica essencial para evitar a sobreexploração dos recursos. Grande parte do bacalhau cresce em águas sob jurisdição russa antes de migrar para zonas norueguesas para desovar, o que torna a gestão conjunta altamente lucrativa para ambos os países. Segundo a organização norueguesa Norges Råfisklag, o bacalhau e outros produtos do mar descarregados em portos da Noruega geraram cerca de dois mil milhões de dólares no último ano.</p>
<p>Apesar da redução generalizada de relações com a Rússia após a invasão da Ucrânia, a cooperação no Ártico permanece uma das últimas ligações formais entre Moscovo e o Ocidente, tornando-se um tema cada vez mais sensível em Bruxelas. O comissário europeu das Pescas, Costas Kadis, defendeu que o pacto deveria ser reduzido, afirmando que tem levantado a questão junto de Oslo “em todas as oportunidades”.</p>
<p>O responsável europeu acrescentou que a União Europeia está ciente de que a Rússia está envolvida em pesca ilegal, não declarada e não regulamentada, bem como em atividades de espionagem, mapeamento de infraestruturas críticas e atos de sabotagem, sublinhando que isso “levanta sérias preocupações de segurança”.</p>
<p>As preocupações intensificaram-se num contexto de revisão da estratégia europeia para o Ártico, centrada em ameaças híbridas e proteção de infraestruturas críticas como cabos submarinos. No entanto, diplomatas admitem que o tema é pouco discutido ao mais alto nível político devido à forte dependência energética da Europa em relação à Noruega.</p>
<p>Um diplomata do norte da Europa descreveu o tema como “extremamente sensível”, acrescentando que é debatido a níveis técnicos, mas raramente chega à esfera política, porque “há demasiados países dependentes do fornecimento energético norueguês”. Outro diplomata de um Estado-membro dependente de energia afirmou: “Espero mesmo que a Noruega saiba o que está a fazer”.</p>
<p>A ministra norueguesa das Pescas, Marianne Sivertsen Næss, rejeita as críticas e afirma que a presença russa em águas e portos noruegueses permite precisamente um maior controlo das suas atividades. Segundo a governante, “permitir que embarcações russas operem em águas norueguesas permite-nos monitorizar e controlar a sua atividade”.</p>
<p>Ainda assim, investigações anteriores identificaram embarcações ligadas à Rússia a operar perto de cabos de comunicações e energia em águas norueguesas, incluindo na extremidade ocidental do mar de Barents.</p>
<p>Em 2023, a Noruega alinhou mais a sua política de sanções com a União Europeia, incluindo medidas contra as empresas russas Norebo e Murman Seafood, responsáveis por cerca de 40% das capturas da Rússia, segundo o Fridtjof Nansen Institute. A decisão testou o equilíbrio do sistema de cooperação nas pescas.</p>
<p>Moscovo chegou a ameaçar abandonar o acordo, mas acabou por manter a cooperação, sublinhando a importância económica do pacto. Segundo dados da Federação Norueguesa de Produtos do Mar, a Rússia gerou cerca de 666 milhões de dólares em exportações provenientes do mar de Barents no último ano.</p>
<p>Um diplomata europeu sénior afirmou que se compreende o interesse russo em manter o acordo, explicando que este garante acesso a recursos valiosos e, ao mesmo tempo, permite manter capacidade de vigilância sobre portos noruegueses.</p>
<p>Entretanto, as empresas sancionadas redirecionaram parte da sua atividade para águas próximas do arquipélago norueguês de Svalbard, enquanto três portos do norte da Noruega — Tromsø, Kirkenes e Båtsfjord — continuam a receber embarcações russas.</p>
<p>Um diplomata nórdico reconheceu que há suspeitas sobre a composição das tripulações em algumas embarcações, afirmando que “sabemos perfeitamente que nem todos os que estão nesses navios são apenas pescadores”. Ainda assim, alertou que uma rutura do acordo poderia ter consequências graves para os recursos pesqueiros: “Se a Noruega cortasse a relação, dentro de poucos anos poderíamos não ter bacalhau nenhum”.</p>
<p>Geir Hønneland, investigador do Fridtjof Nansen Institute, sublinha que o bacalhau é “o ouro do mar de Barents”, destacando o seu valor económico e o facto de os exemplares serem maiores do que os existentes em águas da União Europeia.</p>
<p>As autoridades norueguesas insistem que reduziram significativamente a cooperação com a Rússia desde o início da guerra na Ucrânia e que o acesso russo está agora limitado a poucos portos. Alertam ainda que o fim do acordo poderia levar a uma exploração descontrolada dos recursos.</p>
<p>A ministra Marianne Sivertsen Næss afirmou que “qualquer destabilização do regime de gestão pode acelerar o declínio destas reservas ou, no pior cenário, contribuir para o seu colapso”.</p>
<p>Outro responsável norueguês rejeitou críticas europeias, afirmando que outros países também beneficiam indiretamente de recursos russos: “Somos frequentemente acusados de alinhar com a Rússia, mas isso não é justo. Outros países europeus deveriam olhar para si próprios enquanto continuam a importar energia russa”.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/o-bacalhau-da-discordia-uniao-europeia-questiona-pacto-entre-noruega-e-russia-sobre-pescas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759567]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
