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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>PSD/Congresso: Montenegro anuncia criação de fundo de soberano e reforma da justiça administrativa e fiscal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 13:09:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do PSD e primeiro-ministro anunciou hoje a criação de um fundo soberano de Portugal para o Estado poder intervir "em setores estratégicos" e uma reforma da justiça administrativa e fiscal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do PSD e primeiro-ministro anunciou hoje a criação de um fundo soberano de Portugal para o Estado poder intervir &#8220;em setores estratégicos&#8221; e uma reforma da justiça administrativa e fiscal.</P><br />
<P>Estas foram duas das oito áreas em que Luís Montenegro anunciou que o Governo irá avançar com medidas em breve, no discurso de encerramento perante o 43.ª Congresso do PSD em Anadia (Aveiro).</P><br />
<P>A execução do fundo de catástrofes já anunciado, um novo regime jurídico para o arrendamento ou a criação de um regime de incentivos ao desempenho na função pública foram outros dos anúncios.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779349]]></sapo:autor>
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		<title>Afinal, como sabem os pombos-correio voltar a casa? A resposta pode estar no fígado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 13:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os pombos-correio continuam a intrigar os cientistas devido à sua extraordinária capacidade de orientação, que lhes permite regressar a casa a partir de locais desconhecidos e situados a centenas de quilómetros de distância.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os pombos-correio continuam a intrigar os cientistas devido à sua extraordinária capacidade de orientação, que lhes permite regressar a casa a partir de locais desconhecidos e situados a centenas de quilómetros de distância. Apesar de décadas de investigação, o mecanismo exato que permite a estas aves navegar com tanta precisão permanece um dos maiores mistérios da biologia animal. Agora, um novo estudo publicado na revista científica Science apresenta uma hipótese inesperada que poderá alterar significativamente a forma como a comunidade científica encara este fenómeno.</p>
<p>Até agora, as principais explicações apontavam para estruturas como o bico, os olhos ou o ouvido interno como responsáveis pela deteção do campo magnético terrestre, utilizado pelas aves para se orientarem. No entanto, a nova investigação sugere que parte deste sistema poderá estar localizada no fígado. Segundo os autores do estudo, determinados macrófagos — células do sistema imunitário carregadas de ferro — poderão funcionar como sensores magnéticos, reagindo ao campo magnético da Terra e transmitindo informação relevante para a orientação das aves.</p>
<p>De acordo com a investigação, estas células especializadas poderão desempenhar um papel particularmente importante quando as referências visuais são limitadas ou inexistentes, como acontece em condições de nevoeiro ou de fraca visibilidade. Os cientistas acreditam que estes macrófagos ricos em ferro podem ajudar os pombos a manter o rumo quando não conseguem recorrer à posição do Sol ou a outros elementos visuais da paisagem, transformando o fígado numa peça potencialmente central do sistema de navegação destas aves.</p>
<p>Para testar esta hipótese, os investigadores realizaram experiências com 34 pombos. A 18 aves foi administrada uma substância destinada a reduzir o número destes macrófagos, enquanto as restantes 16 não receberam qualquer tratamento. Os resultados mostraram que os pombos sujeitos à redução destas células apresentaram dificuldades de orientação em condições de nevoeiro. Em contraste, as aves não tratadas conseguiram regressar ao seu pombal, localizado a cerca de 19 quilómetros de distância, em aproximadamente 70 minutos. Contudo, quando os testes foram realizados em dias de céu limpo, até os pombos tratados conseguiram encontrar o caminho de volta, sugerindo que este mecanismo poderá funcionar apenas como um sistema complementar quando as referências visuais falham.</p>
<p>Apesar do entusiasmo gerado pelos resultados, a investigação não convenceu todos os especialistas. Gregory Nordmann, investigador do Instituto Max Planck de Inteligência Biológica, na Alemanha, manifestou reservas relativamente à nova hipótese. “Os pombos são animais extremamente visuais. Para um voo de 20 quilómetros, surpreender-me-ia que dependessem da informação magnética”, afirmou. O investigador considera que existe uma explicação alternativa mais simples, defendendo que “o tratamento modifica as capacidades cognitivas, a motivação ou a acuidade visual” das aves, mantendo-se favorável à teoria que atribui um papel central ao ouvido interno.</p>
<p>Os próprios autores reconhecem que continuam a existir questões fundamentais por esclarecer. Ainda não se sabe de que forma o sinal gerado por estes macrófagos seria transmitido ao cérebro, nem se os resultados observados em ambiente experimental se reproduzem exatamente no organismo vivo e à temperatura corporal normal das aves. Ainda assim, os investigadores consideram que a descoberta abre uma nova linha de investigação para compreender um dos fenómenos mais fascinantes do reino animal: a capacidade dos pombos-correio de encontrar o caminho para casa com uma precisão que continua a desafiar a ciência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778812]]></sapo:autor>
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		<title>PSD/Congresso: Montenegro coloca transformação em oposição a agarrados ao passado e a interesses de momento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 13:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do PSD colocou hoje em oposição a vontade transformadora do seu Governo, defendendo que tem um caminho de modernização, mesmo com incompreensões, com uma oposição agarrada ao passado ou às conveniências de momento.</P><br />
<P>Este dualismo político foi traçado por Luís Montenegro no discurso com que encerrou o Congresso Nacional do PSD, em Anadia, distrito de Aveiro, durante o qual, perante a chefe da Casa Civil do Presidente da República, Cláudia Ribeiro, também acentuou a sua vontade de manter uma &#8220;colaboração estratégica e construtiva&#8221; com o chefe de Estado, António José Seguro.</P><br />
<P>Do ponto de vida político, o primeiro-ministro procurou demarcar-se tanto do PS, como do Chega.</P><br />
<P>&#8220;Escolhemos construir soluções e governar, porque governar significa olhar para além do momento mais mediático. Governar significa pensar nas consequências das decisões, a curto, a médio e a longo prazo&#8221;, começou por dizer.</P><br />
<P>De acordo com Luís Montenegro, &#8220;o PSD nunca escolheu o imobilismo, nunca escolheu o cálculo cínico de esperar pelo melhor momento para agir. Escolheu sempre a responsabilidade da transformação &#8211; e essa continua a ser a nossa missão&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>A seguir, foi mais específico na linha de demarcação política que apresentou.</P><br />
<P>&#8220;Ao longo dos últimos meses, fomos confrontados com uma realidade política que todos conhecem:Sempre que surge uma reforma para responder aos desafios do futuro, logo aparecem forças políticas disponíveis para a travar. Por vezes até obstinadas em fazer com que tudo fique na mesma&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Algumas dessas forças políticas, de acordo com o líder do executivo, &#8220;continuam presas a modelos que pertencem ao passado e não têm futuro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Outras parecem preferir quase sempre a conveniência do momento à responsabilidade do longo prazo. Nós, no Governo, na AD, fizemos uma escolha diferente&#8221;, sustentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779348]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSD/Congresso: Montenegro avisa que baixar idade das reformas hoje seria cortar pensões amanhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 12:54:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do PSD pediu hoje aos portugueses que "não se deixem enganar" pelo Chega, sem referir o nome do partido, avisando que "baixar a idade das reformas hoje significa cortar pensões amanhã".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do PSD pediu hoje aos portugueses que &#8220;não se deixem enganar&#8221; pelo Chega, sem referir o nome do partido, avisando que &#8220;baixar a idade das reformas hoje significa cortar pensões amanhã&#8221;.</P><br />
<P>No discurso de encerramento perante o 43.ª Congresso do PSD, que decorreu no Velódromo de Sangalhos em Anadia (distrito de Aveiro), Luís Montenegro reafirmou o compromisso expresso na sua primeira campanha eleitoral para as legislativas de que se demitiria caso tivesse de baixar as pensões.</P><br />
<P>&#8220;Este é mesmo um princípio e um valor inegociáveis: cuidar do bem estar de quem cá está, mas cuidar também dos vindouros é um principio que, do nosso ponto de vista, é inegociável&#8221;, afirmou, numa referência à negociação da lei laboral que acabou chumbada com os votos da esquerda e do Chega.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779347]]></sapo:autor>
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		<title>Alemanha e Países Baixos devolvem 2.000 objetos roubados durante o colonialismo &#8211; Gana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 12:48:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Alemanha e os Países Baixos comprometeram-se a devolver ao Gana cerca de 2.000 objetos de valor cultural que foram saqueados durante o período colonial, anunciou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros ganês, Samuel Okudzeto Ablakwa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Alemanha e os Países Baixos comprometeram-se a devolver ao Gana cerca de 2.000 objetos de valor cultural que foram saqueados durante o período colonial, anunciou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros ganês, Samuel Okudzeto Ablakwa.</P><br />
<P>Em declarações publicadas na rede social Facebook e divulgadas pelos meios de comunicação locais, Ablakwa refere que os dois países europeus fizeram o anúncio esta semana numa conferência de alto nível realizada na capital ganesa, Acra, sobre a escravatura dos africanos durante o comércio transatlântico de escravos.</P><br />
<P>De acordo com o ministro, o Governo do Gana &#8220;acolhe com agrado o louvável anúncio dos Países Baixos e da Alemanha (&#8230;) de que estão dispostos a devolver ao Gana cerca de 2.000 artefactos e objetos de importância cultural que foram saqueados&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Ablakwa, os embaixadores dos Países Baixos e da Alemanha apresentaram um &#8220;catálogo dos tesouros que serão devolvidos&#8221; ao Presidente do Gana, John Dramani Mahama.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, também pediu desculpa pelo papel daquele país na escravatura transatlântica e comprometeu-se a &#8220;ajudar a preservar os castelos que construíram, como um esforço de boa-fé para evitar o esquecimento histórico, promover a verdade e garantir que tal não se repita&#8221;, disse o chefe da diplomacia ganesa.</P><br />
<P>&#8220;Aplaudimos a atitude positiva em matéria de restituição que começamos a testemunhar por parte dos nossos parceiros internacionais na Europa, desde a adoção da resolução histórica da ONU impulsionada pelo Gana&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O Gana realizou, entre quarta e sexta-feira passadas, uma conferência de alto nível para analisar os próximos passos na sequência da adoção pela ONU, em março, de uma resolução histórica que classificou o comércio transatlântico de escravos como o &#8220;crime mais grave contra a humanidade&#8221;.</P><br />
<P>Estiveram presentes, entre outros, os presidentes do Gana, da Libéria, Joseph Boakai, da Namíbia, Netumbo Nandi-Ndaitwah, e do Senegal, Bassirou Diomaye Faye, bem como a primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley, e o presidente da Comissão da União Africana, Mahamoud Ali Youssouf. </P><br />
<P>Numa declaração, estes líderes exigiram &#8220;desculpas formais&#8221; e reparações aos antigos países traficantes de escravos africanos.</P><br />
<P>Embora o tráfico transatlântico histórico tenha terminado no século XIX, persiste atualmente a escravatura moderna, que se manifesta no trabalho forçado, no tráfico de pessoas, no casamento forçado, na exploração infantil e na escravatura imposta pelo Estado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779346]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Qatar anuncia grupos para vigiar aplicação do acordo no início das conversações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 12:44:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Qatar, mediador nas negociações entre Estados Unidos e Irão para pôr fim à guerra, anunciou hoje a criação de "grupos de acompanhamento" para vigiar a aplicação do acordo, no arranque das conversações na Suíça.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Qatar, mediador nas negociações entre Estados Unidos e Irão para pôr fim à guerra, anunciou hoje a criação de &#8220;grupos de acompanhamento&#8221; para vigiar a aplicação do acordo, no arranque das conversações na Suíça. </P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) do Qatar afirmou que vão ser criados &#8220;grupos técnicos especializados para negociar os termos do acordo final, que abrangerá todos os aspetos do memorando de entendimento&#8221;, com 14 pontos, assinado na semana passada pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, e o homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian. </P><br />
<P>Serão igualmente criados &#8220;grupos de acompanhamento para supervisionar a aplicação do memorando até à conclusão do acordo final&#8221;, indicou Doha, em comunicado.</P><br />
<P>O Qatar tinha já anunciado o início formal da cimeira do lago Lucerna, a primeira reunião entre as equipas dos Estados Unidos e do Irão.</P><br />
<P>O vice-presidente dos EUA, JD Vance, e o presidente do parlamento Iraniano, Mohamed Bagher Ghalibaf, lideram, respetivamente, as delegações que participam nas reuniões mediadas pelo Qatar e pelo Paquistão no castelo suíço de Bürgenstock.</P><br />
<P>O memorando de entendimento define um prazo de 60 dias para as negociações, que incluem a reabertura do estreito de Ormuz, bloqueado por Teerão, na sequência dos ataques israelo-americanos no fim de fevereiro, e o programa nuclear iraniano.</P><br />
<P>O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar, Majid bin Mohammed al Ansari, saudou &#8220;o compromisso de todas as partes em conduzir o processo de negociação de boa-fé, com o objetivo de alcançar um acordo abrangente e sustentável&#8221;.</P><br />
<P>As negociações são ensombradas pela continuação da ofensiva israelita no sul do Líbano, apesar de um novo cessar-fogo em vigor desde sábado, e o novo encerramento do estreito de Ormuz declarado pelo Irão no sábado em retaliação a esses ataques.</P><br />
<P>Al Ansari reiterou &#8220;o total apoio do Estado do Qatar a todos os esforços destinados a alcançar o sucesso das negociações e alcançar um acordo final que promova a paz, segurança, estabilidade e prosperidade sustentáveis na região&#8221;.</P><br />
<P>Também a imprensa oficial iraniana relatou o arranque das conversações.</P><br />
<P>&#8220;Uma reunião tripartida envolvendo o Irão, os Estados Unidos e o Qatar sobre os temas de um cessar-fogo abrangente no Líbano e ativos iranianos congelados está atualmente a decorrer no local das negociações&#8221;, avançou a televisão estatal iraniana.</P><br />
<P>Teerão colocou o cessar-fogo no Líbano no topo da agenda dos encontros, enquanto Israel já garantiu que vai manter as forças no sul do país vizinho e que estas vão poder operar &#8220;sem restrições&#8221; perante ameaças.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779345]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Benfica a uma vitória do 13.º título nacional consecutivo de hóquei feminino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 12:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica venceu hoje o Gulpilhares, por 7--0, no primeiro jogo da final do play-off do campeonato feminino de hóquei em patins e ficou a apenas um triunfo da revalidação do título nacional da modalidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>	O Benfica venceu hoje o Gulpilhares, por 7&#8211;0, no primeiro jogo da final do play-off do campeonato feminino de hóquei em patins e ficou a apenas um triunfo da revalidação do título nacional da modalidade.</P><br />
<P>	As encarnadas começaram a vencer logo aos 04 minutos após golo de Maria Sofia Silva, que voltaria a marcar aos 26 e 39. Raquel Santos, Sofia Moncóvio, com dois tentos cada, seriam as autoras dos restantes golos da equipa campeão nacional.</P><br />
<P>	O Benfica fica assim a uma vitória do título nacional que vencem consecutivamente desde a época de 2012/13.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779344]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Entradas, gelo, copos de água (e não só): Atenção a estas regras nos restaurantes e não se deixe enganar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 12:30:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando detetar, na conta do restaurante, as entradas que não pediu, não poderá reclamar. Se não está interessado em consumir o que está na mesa, alerte o empregado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="content-intro-journalistic content-intro-journalistic-main" data-type="ALineContentIntroJournalisticController" data-rendering="ContentIntroJournalisticMain">
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<p>Quando detetar, na conta do restaurante, as entradas que não pediu, não poderá reclamar. Se não está interessado em consumir o que está na mesa, alerte o empregado. Veja ainda se o gelo ou os copos de água no restaurante podem ser cobrados, segundo a DECO PROTeste.</p>
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<p>O cliente<strong> </strong>de um restaurante<strong> </strong>pode recusar pagar o <em><strong>couvert</strong></em> que não pediu, mesmo que o consuma? Não pode, porque consumir faz a diferença.</p>
<p>Algumas atitudes do proprietário do restaurante podem revelar falta de boa-fé. Mas o consumidor pode ser acusado do mesmo. Não querer pagar um bem consumido seria um abuso de direito.</p>
<p>E que dizer da cobrança de copos de água, gelo ou da taxa para aquecer a comida do bebé ou partilhar uma sobremesa? Veja quais as regras.</p>
<h2>Nenhum alimento pode ser cobrado se não for consumido</h2>
<p>A <strong>lista de preços deve indicar</strong> que: “Nenhum prato, produto alimentar ou bebida, incluindo o <em>couvert</em>, pode ser cobrado se não for solicitado pelo cliente ou por este inutilizado.” Neste caso, a expressão “inutilizado” refere-se a <strong>consumido </strong>ou <strong>manipulado</strong>, de forma que já não possa ser servido a outros clientes.</p>
<p>A partir do momento em que as <strong>entradas escolhidas e encomendadas pelo cliente</strong> chegam à mesa, as mesmas não podem ser trocadas ou devolvidas.</p>
<p>Colocar na mesa <strong>aperitivos que o cliente não pede</strong> ou trazer uma garrafa<strong> </strong>nova para encher um copo<strong> </strong>vazio são algumas das práticas comerciais mais agressivas de muitos restaurantes. Se não está interessado, nada o impede de alertar o funcionário para retirar os produtos.</p>
<h2>Preçários e outras informações devem estar claros</h2>
<p>O nome, a entidade exploradora, o tipo de estabelecimento e a capacidade máxima estão entre os principais elementos que devem ser exibidos num local bem visível. A informação de que existe um consumo mínimo obrigatório num bar ou num espaço de dança, por exemplo, também deve estar bem exposta desde o exterior.</p>
<p>Nos estabelecimentos de restauração ou de bebidas devem existir listas de preços disponíveis para os clientes, na entrada do estabelecimento e no seu interior, que estejam redigidas obrigatoriamente em português. Isto não impede que sejam também escritas noutras línguas.</p>
<p>O<strong> <em>couvert</em> </strong>diz respeito ao conjunto de alimentos ou aperitivos identificados na lista de produtos como <em>couvert</em>, que sejam fornecidos a pedido do cliente,antes do início da refeição. Não tocou nas entradas? Ao pedir a conta, confirme se são cobradas. Pelo sim, pelo não, avise logo que não as quer.</p>
<p>O preçário deve referir todos os pratos, os produtos alimentares e as bebidas que o estabelecimento forneça, incluindo os do <em>couvert</em>. Todos os preços devem ser mencionados na totalidade (por exemplo,com IVA e em euros), de maneira que os consumidores saibam exatamente quanto têm de pagar.</p>
<p>No <strong><a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/orcamento-familiar/noticias/podem-cobrar-amanhar-peixe-cortar-carne" target="_blank" rel="noopener">preçário devem constar igualmente todos os serviços</a> e taxas cobrados</strong> no restaurante. Alguns estabelecimentos cobram, por exemplo, taxas por partilha de refeições ou pela existência de música ao vivo. Muitas situações não estão previstas na lei. Isto significa que, legalmente, desde que as taxas constem do preçário, nada impede os restaurantes de as cobrarem. Assim, mesmo que não concorde, terá de pagá-las. Caso o preçário não mencione um preço para estes serviços, então poderá recusar-se a pagá-los. Convém, por isso, que consulte atentamente o preçário antes de fazer o seu pedido.</p>
<p>Os estabelecimentos de restauração podem recusar pagamentos com aplicações móveis, cartões de débito ou de crédito. <strong>O dinheiro é o único meio de pagamento que não pode ser recusado</strong>. Não existe obrigatoriedade de o restaurante ter afixada informação sobre os meios de pagamentos que aceita, embora seja considerada uma boa prática que tal esteja indicado de forma clara e visível.</p>
<h2>Só paga pelo que pede ou consome</h2>
<p>Não é permitida a cobrança de taxa, consumo mínimo, preço ou qualquer outro valor que não tenha correspondência a bens ou serviços usufruídos pelo consumidor no restaurante. Caso uma cobrança deste tipo (por exemplo, uma taxa de desperdício) lhe seja exigida, pode questionar a entidade sobre o fundamento legal da cobrança.</p>
<p>Se considerar que os seus direitos enquanto consumidor são postos em causa, pode apresentar uma reclamação formal. A reclamação eletrónica apresenta vantagens relativamente à tradicional. Pode, ainda, expor a sua queixa no <a href="https://www.deco.proteste.pt/reclamar?int_source=decoproteste&amp;int_medium=newsarticle&amp;int_term=&amp;int_content=&amp;int_campaign=reclamar2026" target="_blank" rel="noopener">portal Reclamar</a>.</p>
<h2>Restaurantes podem cobrar pelo gelo na bebida?</h2>
<p>Os estabelecimentos de restauração ou bebidas podem cobrar pelo gelo (ou pelo limão, por exemplo) que costuma acompanhar certas bebidas, mas apenas se o respetivo preço estiver expressamente previsto no preçário. A mesma indicação de cobrança deve estar exposta para quaisquer outros extras que sejam cobrados.</p>
<h2>Que dizer da taxa por partilha de sobremesa ou para servir um vinho?</h2>
<p>Os restaurantes podem cobrar uma taxa por disponibilizar os talheres para a partilha de uma sobremesa, ou os copos para servir um vinho trazido de casa (a <strong>chamada &#8220;taxa de rolha&#8221;</strong>), sendo que ao preço exibido acresce o IVA. Contudo, neste caso, a cobrança só é permitida se houver correspondência direta com o serviço prestado. E a taxa do respetivo serviço tem de constar explicitamente do preçário. Lembre-se, ainda, de que o restaurante só pode cobrar o serviço caso este tenha sido solicitado pelo consumidor.</p>
<p>Quando fizer o pedido, deixe bem claras as suas intenções. Por exemplo, diga ao funcionário que a sobremesa é para partilhar. Em caso de dúvida, questione se será cobrado algum extra por esse motivo.</p>
<h2>Pode ser cobrada gorjeta?</h2>
<p>A gratificação de serviços (ou seja, o pagamento de gorjeta) não é obrigatória em Portugal. A decisão de gratificar é, por isso, do cliente, por exemplo, se ficar agradado com a qualidade da refeição e do serviço. Não é considerada uma boa prática a sugestão de gorjeta através da inclusão do valor da mesma no talão de caixa ou na lista de preços. Caso a mesma lhe seja apresentada, <strong>pode recusar o pagamento</strong>.</p>
<h2>Restaurantes podem cobrar por copos de água?</h2>
<p>No setor da restauração (por exemplo, em restaurantes, cafés ou bares), é<strong> obrigatório ter água da torneira e copos não descartáveis </strong>higienizados à disposição dos clientes. Esta água destina-se a ser consumida no espaço e é disponibilizada aos clientes que estão a consumir no estabelecimento. A lei não obriga os restaurantes a disponibilizarem gratuitamente água a outros consumidores que não estejam a usufruir dos bens e serviços prestados pelo estabelecimento.</p>
<p>A disponibilização de água deve ser gratuita, não podendo haver qualquer cobrança, mesmo que o valor exigido seja inferior ao da água embalada.</p>
<h2>Garrafas com água filtrada podem ser cobradas?</h2>
<p>A cobrança de água filtrada engarrafada num restaurante só é aceitável se tal constar claramente do preçário. Para tal, não basta que a descrição do produto refira somente “água”, pois essa designação não é suficientemente clara. O preçário deve indicar claramente &#8220;Água filtrada&#8221; e indicar o respetivo preço.</p>
<h2>Posso aquecer comida de fora no restaurante?</h2>
<p>Há restaurantes que aceitam. Alguns até aquecem a comida e disponibilizam pratos e talheres. Outros podem aceitar, mas apenas mediante o pagamento de uma taxa. Há, ainda, certos estabelecimentos que não o permitem por uma questão de segurança alimentar.</p>
<p>A lei não obriga os restaurantes a aceitar, mas nada os impede de deixar entrar comida de fora. Trata-se de uma questão comercial. Não deixarem entrar <strong>comida de bebés ou alimentos para pessoas com restrições alimentares</strong> (celíacos ou quaisquer outras intolerâncias), por exemplo, pode não ser bem aceite pelos clientes que precisarem de o fazer.</p>
<p>A generalidade dos restaurantes não dispõe de pratos adequados a crianças nos primeiros anos de vida e não está preparada para confecionar comida para clientes com restrições alimentares. Mas, em alguns casos, pode mesmo não haver outra solução senão levar comida.</p>
<p>Se a sua refeição for sujeita a marcação prévia e tencionar levar comida consigo por algum motivo atendível, o ideal será questionar o restaurante logo no momento da marcação ou à chegada do restaurante. Quaisquer taxas que o restaurante pretenda cobrar para aquecer a comida que vem de fora, por exemplo, deverão estar expressamente enunciadas por respeito ao direito de informação.</p>
<h2>O restaurante pode impedir-me de ocupar mesa, só porque estou sozinho?</h2>
<p>Se pretender fazer uma refeição sozinho, o restaurante não pode negar-lhe mesa, se esta estiver disponível. Quando muito, pode sugerir-lhe alternativas que passem, por exemplo, por tomar um lugar ao balcão, mas o consumidor tem direito a recusar a proposta.</p>
<p>Ainda que um consumidor sozinho possa ocupar um espaço que daria para servir uma refeição a um maior número de pessoas – que, em teoria, consumiriam mais –, tem direito a ele, e negá-lo pode ser discriminação.</p>
<h2>Verificou algum incumprimento? Faça uma reclamação</h2>
<p>Foram-lhe cobrados indevidamente artigos que não solicitou, nem consumiu? Verificou que faltava a afixação integral dos preços ou das restantes informações obrigatórias? Recorra ao <a href="https://www.deco.proteste.pt/reclamar?int_source=decoproteste&amp;int_medium=newsarticle&amp;int_term=&amp;int_content=&amp;int_campaign=reclamar2026" target="_blank" rel="noopener">portal Reclamar da DECO PROtest</a>e para reportar estas e outras situações potencialmente lesivas dos seusdireitos enquanto consumidor. Também pode apresentar queixa diretamente à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica(ASAE). Pode, ainda, fazer reclamação através do livro de reclamações tradicional, que não lhe pode ser recusado, ou do eletrónico. Para o efeito, alguns dos elementos de afixação obrigatória, como o nome do estabelecimento, podem ser úteis.</p>
<p>Para esclarecer as dúvidas dos consumidores e sensibilizar os empresários do setor da restauração, a Direcão-Geral do Consumidor e a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) editaram, em setembro de 2023, um guia de regras e boas práticas. Na publicação são abordados 25 aspetos desta atividade. Pode ler-se, por exemplo, que a inclusão de gorjeta no talão de caixa ou no preçário não é uma boa prática.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778186]]></sapo:autor>
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		<title>PSD/Congresso: Direção de Montenegro eleita com 88% dos votos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 12:27:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A equipa proposta por Luís Montenegro para a Comissão Política Nacional do PSD, que inclui como novidades Pedro Duarte, Carlos Moedas e Sebastião Bugalho, foi hoje eleita no Congresso de Anadia com 88% dos votos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A equipa proposta por Luís Montenegro para a Comissão Política Nacional do PSD, que inclui como novidades Pedro Duarte, Carlos Moedas e Sebastião Bugalho, foi hoje eleita no Congresso de Anadia com 88% dos votos.</P><br />
<P>Os resultados foram anunciados no 43.º Congresso Nacional do PSD, realizado no Velódromo de Sangalhos, em Anadia, no distrito de Aveiro, apenas com a indicação de que a lista proposta pelo presidente do partido teve 592 votos favoráveis.</P><br />
<P>Segundo dados depois fornecidos à Lusa pela secretaria-geral do PSD, a lista para a Comissão Política Nacional teve 21 nulos e 60 em branco, numa votação em que participaram 673 delegados. Os 573 votos favoráveis correspondem a 88% dos votos.</P><br />
<P>Há dois anos, no Congresso de Braga, a equipa proposta por Luís Montenegro para a Comissão Política Nacional foi eleita com 92,3% dos votos. Em 2022, no Congresso do Porto, a sua lista para o órgão de direção política permanente do partido teve 91,6% dos votos.</P><br />
<P>Luís Montenegro, que lidera o PSD desde 2022 e é primeiro-ministro desde 2024, foi reeleito em 30 de maio passado para mais um mandato de dois anos como presidente do PSD, com 94,8% dos votos, em eleições diretas às quais concorreu sem oposição interna, em que participaram cerca de 27% dos eleitores inscritos.</P><br />
<P>No sábado, primeiro dia do 43.º Congresso Nacional do PSD a moção de estratégia global de Luís Montenegro, intitulada &#8220;Trabalhar &#8212; Fazer Portugal Maior&#8221;, foi eleita por unanimidade, numa votação por braço no ar.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779343]]></sapo:autor>
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		<title>Como saber se o seu cão é feliz? Veterinários apontam 6 sinais que revelam bem-estar e qualidade de vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 12:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos tutores gostariam de saber exatamente o que os seus cães pensam ou sentem. Embora seja impossível ler a mente de um animal de companhia, os veterinários defendem que existem vários comportamentos e padrões que permitem perceber se um cão vive de forma feliz, equilibrada e confortável.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos tutores gostariam de saber exatamente o que os seus cães pensam ou sentem. Embora seja impossível ler a mente de um animal de companhia, os veterinários defendem que existem vários comportamentos e padrões que permitem perceber se um cão vive de forma feliz, equilibrada e confortável. Curiosamente, um dos sinais mais associados ao bem-estar canino — a cauda a abanar — não é, por si só, uma garantia de felicidade.</p>
<p>Segundo uma análise publicada pelo HuffPost, especialistas em medicina veterinária e comportamento animal explicam que a felicidade de um cão resulta de um conjunto de fatores relacionados com o seu bem-estar físico, emocional e social, sendo possível identificar vários indicadores concretos de que o animal está satisfeito com a sua vida quotidiana.</p>
<p><strong>Necessidades básicas satisfeitas são o primeiro passo</strong><br />
Para a veterinária comportamental Kate Anderson, do Duffield Institute for Animal Behavior da Universidade Cornell, a felicidade de um cão começa pelo cumprimento das suas necessidades fundamentais.</p>
<p>“Quando penso em felicidade, penso em bem-estar e no facto de um cão ter todas as suas necessidades satisfeitas”, afirmou a especialista.</p>
<p>Anderson recorda o conceito das chamadas “cinco liberdades” do bem-estar animal: ausência de fome e sede, ausência de desconforto, proteção contra dor, lesões e doenças, possibilidade de expressar comportamentos naturais e ausência de medo ou sofrimento.</p>
<p>Embora o conceito moderno de felicidade animal vá além destes critérios básicos, a especialista considera que garantir estas condições continua a ser um elemento essencial para que um cão possa viver de forma equilibrada.</p>
<p><strong>Linguagem corporal descontraída é um sinal positivo</strong><br />
Um dos indicadores mais claros de que um cão está satisfeito é a forma como utiliza o corpo.</p>
<p>“Os cães felizes devem apresentar uma linguagem corporal muito solta”, explicou Anderson. “Não devem demonstrar tensão. As orelhas não devem estar puxadas para trás. Não se deve ver a parte branca dos olhos. A cauda deve estar numa posição natural para a raça ou simplesmente relaxada.”</p>
<p>A veterinária Kristi Flynn, da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade do Minnesota, acrescenta que um cão tranquilo distribui o peso de forma equilibrada pelas quatro patas e não apresenta posturas defensivas ou hesitantes.</p>
<p>Segundo Flynn, um exemplo clássico é o animal que descansa descontraidamente ao sol, deitado de lado e com o corpo completamente relaxado.</p>
<p>Anderson resume esta ideia de forma simples: quando os movimentos são fluidos e descontraídos e o cão parece “um noodle”, ou seja, extremamente relaxado, isso costuma ser um excelente indicador de bem-estar.</p>
<p><strong>A expressão facial também revela felicidade</strong><br />
Os especialistas sublinham que os cães possuem músculos faciais semelhantes aos dos seres humanos, o que permite identificar estados emocionais através da expressão do rosto.</p>
<p>“A ausência de uma testa franzida” e uma aparência “relaxada à volta dos olhos e da boca” são sinais positivos, explicou Flynn.</p>
<p>Tal como acontece com as pessoas, o stress, a ansiedade ou o desconforto tendem a refletir-se na expressão facial. Em contrapartida, olhos tranquilos, boca relaxada e ausência de tensão facial costumam indicar que o animal se sente confortável e seguro no ambiente onde se encontra.</p>
<p><strong>A rotina continua a ser importante</strong><br />
Outro fator apontado pelos especialistas é a previsibilidade do dia a dia.</p>
<p>Segundo Kate Anderson, os cães apreciam estabilidade e tendem a adaptar-se melhor quando conseguem antecipar o que vai acontecer ao longo do dia.</p>
<p>“Não é que não gostem de novidade e excitação, mas não querem que o mundo esteja constantemente diferente”, explicou.</p>
<p>A especialista considera que os períodos mais difíceis para muitos cães coincidem com mudanças bruscas nos horários dos donos, como férias, viagens prolongadas ou regressos ao trabalho presencial.</p>
<p>Por esse motivo, recomenda-se manter horários relativamente consistentes para passeios, refeições e momentos de interação, criando novas rotinas sempre que ocorram alterações inevitáveis na vida familiar.</p>
<p><strong>Exercício e estimulação mental fazem diferença</strong><br />
O bem-estar de um cão não depende apenas da atividade física.</p>
<p>Kate Anderson enquadra o exercício no conceito mais amplo de “enriquecimento”, que inclui todas as atividades que estimulam física e mentalmente o animal.</p>
<p>Além dos passeios e brincadeiras, os especialistas valorizam brinquedos interativos, jogos de raciocínio e sessões de treino.</p>
<p>Kristi Flynn destaca que métodos de treino baseados em evidência científica e técnicas positivas ajudam a reduzir o stress e a fortalecer a relação entre tutor e animal.</p>
<p>“Isso pode realmente trazer alegria ao cão e é uma excelente forma de criar laços com o seu animal de companhia e fortalecer essa relação”, afirmou.</p>
<p>A veterinária acrescenta que o treino não deve terminar quando o cão aprende os comandos básicos. Continuar a estimular o animal ao longo da vida ajuda a manter a mente ativa, independentemente da idade.</p>
<p><strong>Respeitar a personalidade do cão é fundamental</strong><br />
Os veterinários alertam ainda para a importância de os donos protegerem o conforto emocional dos seus animais.</p>
<p>Nem todos os cães são sociáveis ou gostam de interagir com desconhecidos. Alguns preferem distância e ambientes mais tranquilos.</p>
<p>Segundo Kristi Flynn, cabe aos tutores defenderem os limites dos seus animais, informando familiares, amigos ou estranhos quando o cão não se sente confortável com determinadas aproximações.</p>
<p>“Pode ser difícil gerir a pressão social do lado humano e garantir que o seu cão está confortável”, reconheceu.</p>
<p>A especialista admite mesmo que, por vezes, permitiu involuntariamente que o seu próprio cão fosse colocado em situações menos confortáveis do que deveria.</p>
<p>Flynn considera que as pessoas deveriam respeitar mais os limites dos cães e dar-lhes mais espaço.</p>
<p>“As pessoas têm boas intenções, mas dar espaço aos cães e respeitar os seus limites é importante”, afirmou.</p>
<p><strong>Felicidade canina passa por respeitar quem o cão é</strong><br />
Os especialistas concluem que não existe um único comportamento capaz de provar que um cão é feliz. Pelo contrário, a felicidade resulta da combinação de vários fatores: necessidades básicas satisfeitas, segurança, estabilidade, estimulação física e mental e respeito pela personalidade individual do animal.</p>
<p>Tal como os seres humanos têm gostos, preferências e diferentes formas de socializar, os cães também possuem características próprias. Ignorar essas diferenças ou forçá-los a agir contra a sua natureza pode comprometer o seu bem-estar.</p>
<p>Por isso, para os veterinários, um cão verdadeiramente feliz é aquele que vive num ambiente onde se sente seguro, compreendido e respeitado, podendo expressar naturalmente os seus comportamentos e personalidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778384]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Israel garante que tropas permanecem no Líbano e operam sem restrições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 11:34:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa israelita afirmou hoje que as forças armadas vão manter-se "na zona de segurança do Líbano" e operam "sem restrições", após Teerão colocar o conflito Israel-Hezbollah como prioridade nas conversações com os Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Defesa israelita afirmou hoje que as forças armadas vão manter-se &#8220;na zona de segurança do Líbano&#8221; e operam &#8220;sem restrições&#8221;, após Teerão colocar o conflito Israel-Hezbollah como prioridade nas conversações com os Estados Unidos.  </P><br />
<P>&#8220;Não houve nem há restrição aos soldados das FDI [Forças de Defesa de Israel] no Líbano para operarem para eliminar ameaças&#8221;, afirmou Israel Katz num comunicado citado pelo jornal The Times of Israel.</P><br />
<P>Segundo o ministro da Defesa, &#8220;todas as conquistas das FDI na campanha no Líbano estão a ser mantidas&#8221;.</P><br />
<P>As tropas israelitas permanecem destacadas no sul do Líbano, numa zona designada como de segurança, de onde operam contra o grupo xiita Hezbollah.</P><br />
<P>&#8220;O cessar-fogo anunciado ontem [sábado] deixa as FDI em todas as posições dentro da zona de segurança que protege as comunidades do norte [de Israel]&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Katz insistiu que as forças israelitas &#8220;não se retirarão da zona de segurança no Líbano&#8221;, como tem afirmado o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.</P><br />
<P>O cessar-fogo no Líbano está previsto no memorando de entendimento assinado na quarta-feira pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, e o homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian.</P><br />
<P>Apesar de a trégua já ter entrado em vigor, Israel e o Hezbollah, apoiado pelo Irão, mantêm confrontos, acusando-se mutuamente de violações do cessar-fogo.  </P><br />
<P>O Irão declarou que a situação no Líbano será o principal tema das conversações com os Estados Unidos realizadas na Suíça, que arrancam hoje, com a mediação do Paquistão e do Qatar.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, e o presidente do parlamento, Mohammad Bagher Qalibaf &#8211; que tem encabeçado as negociações, do lado de Teerão, bem como o vice-presidente dos EUA, JD Vance, já estão na Suíça. </P><br />
<P>&#8220;O regime sionista [Israel] continua a violar os seus compromissos no Líbano. Esta questão será o principal tema das discussões de hoje&#8221;, afirmou hoje o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), Esmail Baghaei.</P><br />
<P>&#8220;A cessação das hostilidades no Líbano é crucial&#8221; para o Irão, insistiu o porta-voz, referindo, no entanto, que &#8220;uma trégua frágil está em vigor desde ontem [sábado]&#8221;.</P><br />
<P>Baghaei acrescentou que a questão do desbloqueio dos ativos iranianos e das vendas de petróleo também seria abordada, num vídeo divulgado pela agência de notícias oficial IRNA.</P><br />
<P>Segundo o MNE iraniano, as conversações durarão um dia. </P><br />
<P>O exército israelita anunciou no sábado à noite que estava a encerrar as suas operações &#8220;proativas&#8221; no país, um dia depois de os EUA terem anunciado um novo cessar-fogo, uma vez que o anterior, em vigor desde 17 de abril, nunca tinha sido respeitado. </P><br />
<P>O Irão considera os ataques israelitas no Líbano uma violação de uma cláusula do tratado e da responsabilidade dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Em retaliação, as forças armadas iranianas anunciaram no sábado que estavam a &#8220;encerrar&#8221; novamente o estreito de Ormuz, uma via navegável crucial por onde transitavam cerca de 20% do petróleo mundial antes da guerra iniciada em 28 de fevereiro por Israel e pelos Estados Unidos.</P><br />
<P> O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que os Estados Unidos vão aprovar a libertação imediata de seis mil milhões de dólares (aproximadamente 5,2 mil milhões de euros) em ativos iranianos congelados no Qatar, após o início das negociações com os EUA hoje na cidade suíça de Bürgenstock.</P><br />
<P>O Presidente iraniano afirmou ainda que o Irão não abdicará do seu &#8220;direito de enriquecer urânio&#8221; &#8212; uma exigência dos líderes israelita e norte-americano &#8212; e reiterou que o Irão nunca procurou adquirir uma arma nuclear.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779342]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Talhantes revelam os cinco tipos de carne que evitam comprar no supermercado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 11:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Comprar carne no supermercado continua a ser a opção mais prática e acessível para milhões de consumidores. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Comprar carne no supermercado continua a ser a opção mais prática e acessível para milhões de consumidores. No entanto, para muitos profissionais do setor, existem diferenças significativas entre os produtos encontrados nas grandes superfícies e aqueles que são vendidos em talhos especializados, sobretudo no que diz respeito à origem, frescura, processamento e controlo de qualidade.</p>
<p>Segundo uma análise publicada pelo HuffPost, vários talhantes profissionais defendem que algumas categorias de carne e produtos relacionados apresentam riscos acrescidos ou uma qualidade inferior quando adquiridos nos supermercados, recomendando que os consumidores procurem estabelecimentos especializados para determinadas compras.</p>
<p>Mike Saperstein, coproprietário da Sunshine Provisions, na Florida, considera que a principal diferença entre um talho especializado e um supermercado está na atenção dada à origem dos produtos. Segundo o especialista, os talhos tendem a privilegiar a qualidade da produção e do fornecimento, enquanto as grandes cadeias são frequentemente mais condicionadas pelo fator preço.</p>
<p>Também James Peisker, cofundador da Porter Road, sustenta que os talhos independentes investem mais na seleção dos produtores. Na sua perspetiva, muitos destes estabelecimentos procuram explorações agrícolas que asseguram melhores condições para os animais e para o ambiente, o que acaba por se refletir na qualidade final da carne.</p>
<p>Além disso, os especialistas defendem que os talhantes possuem conhecimentos técnicos mais aprofundados sobre os diferentes cortes e sobre a forma adequada de preparação dos produtos, algo que, segundo afirmam, contribui para uma experiência gastronómica superior.</p>
<p><strong>Carne picada de vaca e aves</strong><br />
Ao contrário do que muitos consumidores poderão imaginar, a carne picada é um dos produtos que gera mais reservas entre os profissionais do setor.</p>
<p>Luis Mata, talhante profissional, afirma que evita comprar carne picada de vaca ou de frango nos balcões dos supermercados porque grande parte destes produtos chega já previamente processada a partir de grandes unidades industriais.</p>
<p>Segundo o especialista, este processo pode aumentar os riscos de contaminação alimentar e, em alguns casos, originar recolhas massivas de produtos. &#8220;Os produtos de carne picada, particularmente carne de vaca e frango, são itens que eu evitaria comprar nos balcões dos supermercados&#8221;, afirmou.</p>
<p>Mata acrescenta que os talhos especializados conseguem controlar melhor a qualidade da matéria-prima utilizada e conhecem a origem da carne, bem como os métodos de criação dos animais e os processos de transformação utilizados.</p>
<p>O especialista refere ainda que, enquanto a carne picada vendida nos supermercados costuma resultar da mistura de vários cortes, nem sempre os mais nobres, muitos talhos produzem as suas próprias misturas utilizando aparas provenientes de músculos de qualidade superior. &#8220;Este método permite controlar a qualidade e o teor de gordura, garantindo um produto superior&#8221;, explicou.</p>
<p><strong>Peixe e marisco vendidos como frescos</strong><br />
Embora muitos supermercados tenham reforçado a sua oferta de peixe e marisco, alguns especialistas aconselham prudência perante produtos apresentados como &#8220;frescos&#8221;.</p>
<p>Rusty Bowers, proprietário da Pine Street Market, na Geórgia, considera que os consumidores devem questionar a frescura real destes produtos, sobretudo quando vivem longe da costa.</p>
<p>Segundo o especialista, uma alternativa mais segura poderá ser optar por peixe e marisco congelados. Bowers explica que muitos destes produtos são processados e ultracongelados ainda a bordo das embarcações, pouco depois da captura, preservando melhor as suas características originais.</p>
<p>&#8220;Se não conseguir fazer uma viagem rápida da praia até à loja, compre o marisco na secção dos congelados&#8221;, aconselhou.</p>
<p>O talhante alerta ainda para os odores desagradáveis que por vezes se fazem sentir em alguns balcões de peixe de supermercados localizados longe do mar, considerando que estes podem ser um sinal de degradação do produto.</p>
<p><strong>Carne maturada</strong><br />
A carne maturada tem vindo a ganhar popularidade devido à sua textura mais tenra e ao sabor mais intenso. Contudo, vários especialistas defendem que existe uma diferença substancial entre a maturação realizada por talhos especializados e aquela que é frequentemente utilizada pelos supermercados.</p>
<p>Rich Silverman, responsável pelo talho The Lambing Shed Farm Shop &#038; Kitchen, em Inglaterra, afirma que os talhos tradicionais dispõem de tempo, espaço e equipamentos adequados para realizar maturação a seco em carcaças completas.</p>
<p>Segundo o especialista, este método permite reduzir a humidade da carne e intensificar o sabor, produzindo um resultado final de qualidade superior.</p>
<p>Já nos supermercados, a prática mais comum é a chamada maturação húmida, em que a carne permanece embalada durante o processo. Silverman considera que esta técnica não permite a eliminação da humidade, o que pode afetar o comportamento da carne durante a confeção.</p>
<p>&#8220;Quando vê um rótulo a indicar maturação de 21 dias no supermercado, normalmente não se trata de maturação a seco&#8221;, explicou.</p>
<p><strong>Cortes com osso</strong><br />
Os cortes vendidos com osso também surgem entre os produtos que alguns especialistas evitam adquirir em supermercados.</p>
<p>Jerry Rempe, mestre talhante da Omaha Steaks, explica que este tipo de carne pode deteriorar-se mais rapidamente do que os cortes sem osso, dependendo da forma como é armazenada e da sua idade.</p>
<p>Segundo o especialista, alterações no pH provocadas pela presença do osso podem favorecer o aparecimento de odores desagradáveis, textura viscosa e mudanças de cor.</p>
<p>Rempe refere que este fenómeno, conhecido por alguns profissionais como &#8220;bone sour&#8221;, pode ocorrer quando determinadas zonas da carcaça não são refrigeradas adequadamente logo após o abate.</p>
<p>Na sua opinião, a maior rotatividade dos produtos em muitos talhos especializados reduz significativamente este risco, quando comparado com alguns supermercados onde a carne pode permanecer vários dias exposta.</p>
<p><strong>Patés, terrinas e miudezas</strong><br />
Patés, terrinas e miudezas são outros produtos que, segundo vários especialistas, exigem conhecimentos técnicos específicos e cuidados rigorosos de conservação.</p>
<p>Rosangela Teodoro, proprietária da Teodora&#8217;s Boucherie, no Massachusetts, considera que estes alimentos devem ser preparados por profissionais com formação adequada e equipamentos especializados.</p>
<p>&#8220;Eu nunca compraria patés e terrinas num supermercado, porque exigem equipamento especializado e experiência para serem preparados corretamente&#8221;, afirmou.</p>
<p>No caso das miudezas, Jeanne Oleksiak, chef executiva do restaurante e talho Herd Provisions, na Carolina do Sul, alerta para o facto de muitos destes produtos permanecerem congelados durante longos períodos e serem frequentemente transferidos entre diferentes sistemas de armazenamento.</p>
<p>Segundo a especialista, os talhos artesanais tendem a trabalhar com produtos mais frescos e sujeitos a melhores condições de conservação.</p>
<p><strong>Qualidade, origem e conhecimento técnico fazem a diferença</strong><br />
Apesar das críticas dirigidas a determinadas categorias de produtos vendidos nos supermercados, os especialistas reconhecem que a maioria dos consumidores continuará a recorrer regularmente às grandes superfícies para comprar carne.</p>
<p>Ainda assim, defendem que, em produtos mais sensíveis ou cuja qualidade depende fortemente da origem e do processamento, os talhos especializados continuam a oferecer vantagens importantes, desde um maior controlo sobre a cadeia de produção até à possibilidade de aconselhamento personalizado por profissionais experientes.</p>
<p>Para estes especialistas, carne picada, peixe fresco, carne maturada, cortes com osso e produtos como patés ou miudezas são exemplos claros de categorias em que a experiência e o conhecimento técnico do talhante podem fazer uma diferença significativa no resultado final.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778374]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Fogo com início no concelho de Vinhais passou para lado espanhol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 10:23:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio que teve início esta madrugada numa zona de mato em Carvalhas, freguesia de Moimenta e Montouto, concelho de Vinhais, passou para o lado espanhol não havendo pontos de ignição em Portugal, disse à lusa fonte da proteção civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O incêndio que teve início esta madrugada numa zona de mato em Carvalhas, freguesia de Moimenta e Montouto, concelho de Vinhais, passou para o lado espanhol não havendo pontos de ignição em Portugal, disse à lusa fonte da proteção civil.</P><br />
<P>De acordo com fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil das Terras de Trás-os-Montes, o alerta para o incêndio foi dado cerca das 05:00, com início em Carvalhas, no entanto, cerca das 11:15 já tinha passado para território espanhol.</P><br />
<P>&#8220;Não há neste momento pontos de ignição em território nacional, o fogo prossegue em área espanhola&#8221;, precisou a fonte, acrescentando que o fogo teve inicio &#8220;em área de mato junto à fronteira&#8221;.</P><br />
<P>No local permanecem 64 operacionais, apoiados por 10 meios terrestres e oito meios aéreos.</P><br />
<P>A mesma fonte referiu não ter conhecimento das condições climatéricas que se fazem sentir no local, além de não ter, igualmente, conhecimento de &#8220;zonas de difícil acesso, apesar de ser uma zona montanhosa de serra&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779341]]></sapo:autor>
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		<title>Dermatologistas revelam a melhor forma de lavar o corpo no banho (e não envolve esponjas nem luvas)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 10:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Lavar o corpo apenas com as mãos durante o banho pode parecer, para muitas pessoas, uma alternativa menos eficaz do que recorrer a panos, esponjas ou luvas de banho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lavar o corpo apenas com as mãos durante o banho pode parecer, para muitas pessoas, uma alternativa menos eficaz do que recorrer a panos, esponjas ou luvas de banho. No entanto, especialistas em dermatologia defendem precisamente o contrário e consideram que, na maioria dos casos, as mãos são a forma mais segura e adequada de garantir a higiene diária da pele, ajudando simultaneamente a preservar a sua barreira protetora natural.</p>
<p>Ao HuffPost, vários dermatologistas explicaram que os tradicionais panos de lavagem e esponjas corporais, apesar de serem comuns em casas, hotéis e ginásios, não são indispensáveis para uma limpeza eficaz e podem mesmo representar alguns inconvenientes, sobretudo para pessoas com pele sensível ou determinadas doenças dermatológicas.</p>
<p>A dermatologista Lauren Taglia, da Northwestern Medicine Regional Medical Group, nos Estados Unidos, afirmou que, de forma geral, a maioria dos especialistas prefere recomendar a lavagem com as mãos. “Acho que a maioria dos dermatologistas favoreceria a lavagem com as mãos em vez de um pano ou de uma esponja, como recomendação geral”, explicou.</p>
<p>A mesma posição é partilhada por Katie Lynam, professora assistente de dermatologia na Medical University of South Carolina. Embora reconheça que não existe uma única forma absolutamente correta de tomar banho, considera que as mãos representam normalmente a melhor opção para a maioria das pessoas.</p>
<p><strong>Porque é que as mãos são consideradas a melhor opção</strong><br />
De acordo com Lauren Taglia, as mãos permitem aplicar a pressão adequada durante a lavagem do corpo, quer seja utilizado sabonete sólido ou gel de banho. Além disso, quando as mãos são previamente lavadas, reduzem significativamente a probabilidade de transferência de bactérias ou outros agentes potencialmente causadores de infeções.</p>
<p>Para pessoas com pele sensível, eczema, psoríase ou outros problemas dermatológicos, a vantagem pode ser ainda maior. Katie Lynam explicou que a utilização das mãos ajuda a proteger a barreira cutânea, evitando uma esfoliação excessiva.</p>
<p>“Utilizar um pano ou uma esponja pode começar a perturbar esta barreira chamada estrato córneo, que impede a entrada de agentes patogénicos e sujidade no interior da pele e também ajuda a reter substâncias benéficas, como a água”, afirmou.</p>
<p>Os especialistas alertam ainda para outro problema frequente: muitas esponjas corporais raramente são lavadas. Como consequência, podem acumular bactérias e outros microrganismos.</p>
<p>“Isso pode representar uma preocupação acrescida em termos de infeções, especialmente para quem já tem a barreira cutânea comprometida”, referiu Lauren Taglia, que revelou sofrer ela própria de eczema.</p>
<p>A dermatologista acrescentou que pessoas propensas a acne, quistos ou furúnculos devem ter especial cuidado. “Se não estiver a lavar a esponja entre cada utilização, recomendamos que não a use”, alertou.</p>
<p>Katie Lynam disse igualmente que aconselha a lavagem apenas com as mãos à maioria dos seus doentes com eczema, psoríase, pele sensível, pele mais madura e até a bebés.</p>
<p><strong>Quando um pano de lavagem pode ser útil</strong><br />
Apesar das reservas quanto ao uso diário de panos ou esponjas, os especialistas não os descartam completamente.</p>
<p>Katie Lynam reconheceu que existem situações específicas em que um pano pode ser vantajoso, nomeadamente para remover sujidade mais difícil, resíduos acumulados ou determinadas impurezas mais aderentes à pele.</p>
<p>Lauren Taglia acrescentou que os panos proporcionam uma esfoliação suave, ajudando a eliminar células mortas que podem acumular-se e provocar uma sensação de aspereza ou pequenas irregularidades na superfície da pele.</p>
<p>No entanto, ambas alertam que essa esfoliação não deve ser feita diariamente. Um uso excessivo pode comprometer a barreira protetora da pele e aumentar o risco de irritações.</p>
<p>Como alternativa, Katie Lynam referiu a utilização ocasional de esfoliantes químicos contendo ingredientes como ácido glicólico, ácido láctico ou ácido salicílico. Ainda assim, sublinhou que estes produtos devem ser utilizados apenas uma ou duas vezes por semana.</p>
<p>Por outro lado, mostrou-se pouco favorável aos esfoliantes físicos mais agressivos. “Normalmente não recomendo esfoliantes físicos, como produtos com grânulos ou partículas abrasivas. Esses produtos perturbam a barreira cutânea”, afirmou.</p>
<p><strong>A importância da higiene dos acessórios de banho</strong><br />
Para quem prefere continuar a utilizar panos de lavagem, os especialistas insistem que a sua limpeza regular é fundamental.</p>
<p>Katie Lynam explicou que o ideal é que sejam lavados pelo menos uma vez por semana, embora alguns especialistas recomendem a lavagem após cada utilização.</p>
<p>Lauren Taglia integra precisamente esse grupo mais exigente, defendendo que os panos devem ser lavados sempre após o uso.</p>
<p>Quando isso não acontece, a forma como são guardados torna-se particularmente importante. Katie Lynam alertou que os panos não devem ficar amontoados ou húmidos num canto do chuveiro.</p>
<p>“Devem ser pendurados para secar. Caso contrário, podem desenvolver bactérias e aumentar o risco de infeção, mais do que lavar o corpo apenas com as mãos”, explicou.</p>
<p><strong>Limpeza eficaz sem acessórios</strong><br />
Apesar da popularidade de esponjas, luvas e panos de banho, os dermatologistas defendem que a utilização das mãos continua a ser suficiente para garantir uma higiene adequada no dia a dia.</p>
<p>Segundo Katie Lynam, a ideia de que lavar o corpo apenas com as mãos representa uma limpeza menos eficaz não corresponde à realidade. Tal como a lavagem das mãos com água e sabão é capaz de remover eficazmente a sujidade, o mesmo princípio aplica-se ao resto do corpo.</p>
<p>“Normalmente é possível obter uma limpeza adequada no dia a dia apenas com as mãos”, concluiu a especialista.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778345]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Violência Doméstica: Pai e filha menor morrem em Santarém após queda de oitavo andar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 09:47:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um homem de 33 anos, com antecedentes de violência doméstica, e a filha menor morreram esta madrugada, após a queda do oitavo andar, em Santarém, disse à Lusa fonte da Direção Nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um homem de 33 anos, com antecedentes de violência doméstica, e a filha menor morreram esta madrugada, após a queda do oitavo andar, em Santarém, disse à Lusa fonte da Direção Nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP).</P><br />
<P>De acordo com a fonte, o alerta para o incidente foi dado cerca das 03:00 de hoje, tendo sido acionada a PSP e posteriormente a Polícia Judiciaria, que se encontra com a investigação.</P><br />
<P>Segundo a fonte, e de acordo com testemunhos recolhidos pelas autoridades, &#8220;houve uma discussão e depois o adulto terá saltado da janela do oitavo andar onde vivia com a filha de 4 anos&#8221;.</P><br />
<P>A fonte acrescentou que &#8220;ambos morreram após a queda&#8221; e que o adulto tinha antecedentes de violência doméstica e um processo, escusando-se a mais pormenores, referindo que a investigação já passou para a alçada da Polícia Judiciária.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779329]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: Vera Jardim preocupado com aumento de casos de discrminação religiosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 09:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Comissão da Liberdade Religiosa, Vera Jardim, mostrou-se hoje preocupado com casos de discriminação na sociedade portuguesa com base na religião, particularmente em questões de antissemitismo, contra o islamismo ou contra imigrantes de outras religiões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Comissão da Liberdade Religiosa, Vera Jardim, mostrou-se hoje preocupado com casos de discriminação na sociedade portuguesa com base na religião, particularmente em questões de antissemitismo, contra o islamismo ou contra imigrantes de outras religiões.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa por ocasião dos 25 anos da Lei da Liberdade Religiosa, que se celebra na segunda-feira com uma cerimónia na Presidência da República, Vera Jardim, que foi também o autor do diploma, admitiu que muito mudou em Portugal e que se vive &#8220;um ambiente muito polarizado&#8221;, no que respeita à religião.</P><br />
<P>Em relação a 2001, &#8220;há diferenças para melhor, na medida em que a lei e o clima que se instalou em Portugal a partir da lei&#8221; facilitou o &#8220;diálogo inter-religioso, de compreensão inter-religiosa e de tolerância&#8221;, mas o &#8220;mundo mudou e o país também. É difícil excecionarmo-nos disso, não é?&#8221;</P><br />
<P>Hoje, &#8220;é evidente que a sociedade está mais polarizada em torno de várias questões e a religião e os movimentos religiosos também não escapam a isso&#8221;, disse. </P><br />
<P>&#8220;Em Portugal não há propriamente perseguição religiosa, nós não temos queixas de propriamente perseguição, mas temos queixa de discriminação e de alguns atos que, digamos, na altura não existiam&#8221;, salientou Vera Jardim. </P><br />
<P>&#8220;Só para dar um exemplo recente, a pichagem da sinagoga em Lisboa, era uma coisa que não existia&#8221;, um sinal que &#8220;alguma má vontade em relação ao Estado de Israel também se traduz por vezes em atos que são atos de antissemitismo, no sentido de violadores da liberdade religiosa, visto que pichar uma sinagoga atinge diretamente a liberdade dos crentes, que ficam intimidados&#8221;, observou. </P><br />
<P>No que respeita à religião islâmica, &#8220;temos tido várias queixas de discriminação, de insulto e, até de certo modo, de tentativa de exclusão do espaço público do Islão e das suas práticas&#8221; em Portugal, sublinhou Vera Jardim, admitindo que o país segue tendências de outros locais.</P><br />
<P>&#8220;Houve mudanças que ocorreram um pouco por todo o mundo, com alguma acentuação em alguns países europeus&#8221;, em que se insiste no uso da religião como forma de atacar estrangeiros de outras crenças. </P><br />
<P>O combate a este discurso contra algumas religiões só pode ser ganho através da educação, defendeu Vera Jardim. </P><br />
<P>&#8220;É através da educação, não vejo outra maneira, porque não é com proibições que esse discurso se resolve&#8221;, afirmou o antigo ministro da Justiça. </P><br />
<P>&#8220;Só com a educação da tolerância e do respeito de uns pelos outros, quer entre pessoas, quer entre comunidades&#8221;, resumiu Vera Jardim. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779324]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ENTREVISTA: Governos usam cristianismo como arma mesmo contra a vontade dos líderes religiosos &#8212; Vera Jardim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 09:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Comissão da Liberdade Religiosa, Vera Jardim, lamentou hoje que governos utilizem a religião cristã como uma arma política para atacar imigrantes e minorias, mesmo contra a vontade dos líderes religiosos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Comissão da Liberdade Religiosa, Vera Jardim, lamentou hoje que governos utilizem a religião cristã como uma arma política para atacar imigrantes e minorias, mesmo contra a vontade dos líderes religiosos.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa por ocasião dos 25 anos da Lei da Liberdade Religiosa, que se celebra na segunda-feira com uma cerimónia na Presidência da República, Vera Jardim, que foi também o autor do diploma, salientou que a religião tem sido &#8220;usada por governos e por partidos no poder como uma arma, digamos, de arremesso contra, sobretudo, a imigração de outro tipo de civilizações ou de religiões&#8221;. </P><br />
<P>Hoje, a &#8220;Europa tem uma política de contenção da imigração que não sendo dirigida propriamente à religião&#8221;, acaba por visar fiéis de outras crenças, em particular do Islão, que &#8220;é uma religião de muitos dos imigrantes que aportam às portas&#8221; do continente.</P><br />
<P>&#8220;O ambiente social na Europa e também em Portugal mudou&#8221; e a &#8220;religião é uma arma na medida em que há políticos que defendem que a religião cristã é a base das suas sociedades&#8221; ideais. </P><br />
<P>Para Vera Jardim, &#8220;já uma captura do discurso cristão por motivos que não são religiosos&#8221;, mas que usam &#8220;a religião como uma arma política&#8221; contra os estrangeiros. </P><br />
<P>O cristianismo é invocado para &#8220;manter uma coesão nacional na base precisamente da religião&#8221; e isso não tem apoio da Igreja Católica, considerou, salientando que &#8220;isso foi visível, por exemplo, não só nas palavras do Papa em Espanha, mas da própria Igreja espanhola&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;E em Portugal tenho visto a hierarquia da Igreja Católica a falar contra&#8221; o uso da religião como uma arma de arremesso, defendendo um &#8220;princípio de tolerância e de respeito pelo próximo, que é também refletido nos discursos dos dois últimos Papas&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779323]]></sapo:autor>
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		<title>AVC: o sintoma aparentemente inofensivo que muitos ignoram e que pode esconder uma emergência médica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 09:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando se fala em acidente vascular cerebral (AVC), a maioria das pessoas associa imediatamente a condição a sintomas como dificuldade em falar, fraqueza num braço, assimetria facial ou perda súbita de equilíbrio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala em acidente vascular cerebral (AVC), a maioria das pessoas associa imediatamente a condição a sintomas como dificuldade em falar, fraqueza num braço, assimetria facial ou perda súbita de equilíbrio. No entanto, especialistas alertam que existem sinais menos conhecidos que também podem indicar um AVC, incluindo um sintoma aparentemente banal e frequentemente desvalorizado: os soluços persistentes.</p>
<p>Especialistas em cirurgia vascular e neurologia explicam ao HuffPost que, embora os soluços sejam geralmente inofensivos e estejam habitualmente associados a fatores como comer demasiado depressa, ingerir bebidas gaseificadas ou alterações bruscas após as refeições, em situações raras podem estar relacionados com um AVC que afeta determinadas áreas do cérebro.</p>
<p>De acordo com o cirurgião vascular Christopher Yi, do MemorialCare Orange Coast Medical Center, na Califórnia, os soluços resultam de contrações involuntárias do diafragma controladas por um circuito reflexo que envolve o tronco cerebral, particularmente a medula oblonga. “Os soluços são causados por contrações involuntárias do diafragma, coordenadas por um arco reflexo que envolve o tronco cerebral, particularmente a medula”, explicou. O especialista acrescentou que, em casos raros, um AVC que afete esta região — especialmente um AVC medular lateral, também conhecido como síndrome de Wallenberg — pode interferir nesse mecanismo e desencadear soluços persistentes.</p>
<p>A mesma explicação é partilhada por Adeel Popalzai, neurologista vascular e diretor do programa de AVC do Pomona Valley Hospital Medical Center. Segundo o médico, “em casos raros, os soluços podem estar ligados a um AVC, especificamente a um AVC que afeta o tronco cerebral”. O especialista sublinhou que esta área do cérebro desempenha um papel importante no reflexo dos soluços e que uma lesão provocada por um AVC pode originar episódios persistentes e difíceis de controlar. “Quando um AVC afeta esta área, pode causar soluços persistentes e incontroláveis que não respondem aos remédios habituais”, referiu.</p>
<p>Os especialistas salientam, contudo, que a presença isolada de soluços não deve ser interpretada como um sinal de AVC. “É importante lembrar que os soluços, por si só, quase nunca são um AVC, mas soluços persistentes acompanhados de outros sintomas podem constituir um sinal de alerta”, frisou Popalzai. Christopher Yi acrescenta que estes casos foram documentados sobretudo em AVC da circulação posterior, que afetam a região posterior do cérebro e que nem sempre provocam sintomas clássicos como a fraqueza de um lado do corpo. Por essa razão, os soluços persistentes podem surgir como uma das pistas mais evidentes da ocorrência de um problema neurológico.</p>
<p>Além dos soluços, os especialistas alertam para vários sintomas frequentemente ignorados pela população. Segundo Popalzai, muitos dos AVC mais perigosos podem manifestar-se através de sinais discretos e pouco associados à doença. “Muitas pessoas esperam que um AVC seja algo dramático, mas alguns dos AVC mais perigosos — especialmente os que ocorrem na parte posterior do cérebro — podem apresentar sintomas subtis ou enganosos”, avisou. Entre esses sinais encontram-se tonturas súbitas, vertigens, sensação de rotação, dificuldades em caminhar, perda de equilíbrio ou coordenação, visão dupla, dificuldade em focar, perda parcial do campo visual, dificuldade em engolir, dores de cabeça súbitas e intensas, náuseas, vómitos, confusão repentina e dificuldades de compreensão.</p>
<p>Os médicos recomendam especial atenção quando os soluços persistem durante mais de 48 horas ou surgem acompanhados de sintomas neurológicos. Christopher Yi defende que os doentes devem procurar avaliação médica “quando persistem por mais de 48 horas, se tornam graves ou perturbadores ou ocorrem em conjunto com sintomas neurológicos”. Já Popalzai aconselha a procurar ajuda imediata perante sinais súbitos e invulgares, sobretudo em pessoas com fatores de risco como hipertensão arterial, diabetes, doenças cardíacas, tabagismo ou antecedentes de AVC. “Quando os sintomas são súbitos e invulgares, é sempre melhor agir com precaução e procurar assistência médica”, afirmou.</p>
<p>Os especialistas recordam que a rapidez no tratamento continua a ser um dos fatores mais importantes para melhorar o prognóstico dos doentes. “Quando os soluços surgem subitamente juntamente com qualquer um destes sinais neurológicos, a situação deve ser tratada como uma potencial emergência de AVC e exige assistência médica imediata, uma vez que a intervenção atempada pode melhorar significativamente os resultados”, alertou Christopher Yi. Adeel Popalzai reforçou a mesma ideia, concluindo que agir rapidamente “pode salvar a função cerebral, a independência e a vida”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778339]]></sapo:autor>
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		<title>Sobreviventes do 27 de Maio em Angola acham os próprios nomes em lista de mortos da Civicop</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 08:13:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Sobreviventes do 27 de Maio consideram "falsa" a lista das ossadas apresentada pela Civicop, em Angola, após encontrarem o seu próprio nome num inventário com mais de 600 corpos e detetarem graves irregularidades no processo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Sobreviventes do 27 de Maio consideram &#8220;falsa&#8221; a lista das ossadas apresentada pela Civicop, em Angola, após encontrarem o seu próprio nome num inventário com mais de 600 corpos e detetarem graves irregularidades no processo. </P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, Joaquim Sequeira, membro do Grupo de Sobreviventes que integra a Plataforma 27 de Maio, manifestou estupefação ao ver o seu nome incluído num inventário de restos mortais que deveria corresponder a vítimas do 27 de Maio, denunciando, assim, a falsificação da lista de ossadas encontradas no Cemitério do 14, em Luanda.</P><br />
<P>&#8220;Fiquei estupefacto quando soube da lista das ossadas encontradas no Cemitério do 14, em Luanda, e o meu nome está na lista. Devo ter feito uma viagem subterrânea, por acaso agora até Portugal&#8221;, contou, garantindo que não foi contactado por ninguém da Comissão para a Implementação do Plano de Reconciliação em Memória das Vítimas dos Conflitos (Civicop).</P><br />
<P>Para o sobrevivente, o inventário com mais de 600 corpos &#8220;é tudo falso&#8221;, acusando as autoridades angolanas de realizarem um processo &#8220;escandaloso&#8221; e &#8220;horrível&#8221;. </P><br />
<P>Numa análise ao documento, Sequeira afirmou ter reconhecido 13 pessoas que sobreviveram às prisões e detetou 83 pessoas que morreram noutras províncias, e não na capital angolana, onde foram encontrados em maio os restos mortais. </P><br />
<P>O membro do Grupo de Sobreviventes classificou a atuação da Civicop como &#8220;desrespeitosa&#8221; para com os sobreviventes e familiares dos desaparecidos.</P><br />
<P>&#8220;Não tem feito absolutamente nada para que haja uma reconciliação. Tudo tem sido feito no sentido inverso&#8221;, referiu Sequeira. </P><br />
<P>Já Jorge Marques, outro sobrevivente que também tem o seu nome na lista, descreveu o trabalho da comissão como &#8220;defeituoso&#8221;.</P><br />
<P>Os sobreviventes criticaram os métodos de exumação utilizados.</P><br />
<P>Joaquim Sequeira relatou imagens de escavadoras a remover e a misturar ossos indiscriminadamente com &#8220;objetos de tortura, seringas e roupa&#8221;, acrescentando Jorge Marques que os trabalhos não obedeceram &#8220;às normas internacionais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É uma confusão tão grande que me admira muito como é que é possível eles saberem que são 603 corpos&#8221;, apontou Sequeira.</P><br />
<P>As denúncias estendem-se ainda à fiabilidade dos testes de ADN.</P><br />
<P>Segundo Joaquim Sequeira, as análises realizadas em Portugal pelo Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INMLCF) a ossadas recuperadas em processos anteriores deram resultados negativos e errados.</P><br />
<P>&#8220;Nenhum deles correspondeu às peças entregues para análise [pelos familiares]&#8221;, disse, exemplificando com o caso de uma família que procurava um parente com mais de 1,90 metros de altura e recebeu ossadas de &#8220;uma criança ou um anão&#8221;.</P><br />
<P>Marques observou ainda que a identificação exigiria &#8220;extrair o ADN da parte interior dos ossos&#8221; e que &#8220;Angola não tem esse tipo de tecnologia para [o] fazer&#8221;.</P><br />
<P>Sobre este processo, a Lusa questionou o INMLCF, que se escusou a prestar esclarecimentos, alegando estar &#8220;sujeito a deveres legais de confidencialidade&#8221;.</P><br />
<P>A cooperação entre Portugal e Angola resultou de um acordo entre o ex-primeiro-ministro António Costa e o Presidente angolano, João Lourenço, tendo sido apresentado um relatório  realizado por uma equipa de especialistas forenses, liderada por Duarte Nuno Vieira, ex-presidente do INMLCF e professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra,  segundo Joaquim Sequeira.</P><br />
<P>Sequeira disse ainda que o ex-diretor da Polícia Judiciária (PJ) e atual ministro da Administração Interna, Luís Neves, apresentou um relatório à antiga ministra da Justiça Francisca Van Dunem.</P><br />
<P>Contudo, Marques salientou que &#8220;o Governo angolano não quis saber da opinião do professor de Medicina Legal&#8221; e procedeu à entrega de restos mortais que não correspondiam aos familiares.</P><br />
<P>Sequeira reiterou que o 27 de Maio de 1977 não passou de um &#8220;ajuste de contas por delito de opinião&#8221; para &#8220;limpar a sociedade de pessoas que tinham opinião diversa do regime que estava instituído&#8221;.</P><br />
<P>Contactada pela Lusa, a PJ esclareceu que o relatório foi pedido pelo Estado angolano e entregue às suas autoridades, existindo acordos de cooperação em vigor protocolados pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), além da formação dada a quadros angolanos em Portugal.</P><br />
<P>Em março de 2023, os órfãos da Associação M27 denunciaram, numa &#8220;carta a Angola&#8221;, a &#8220;máquina de propaganda&#8221; do Governo angolano e da Civicop ao realizar cerimónias fúnebres em vésperas de eleições, qualificando o processo como &#8220;um exercício de crueldade&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a associação, os restos mortais entregues às famílias, incluindo os de Sita Valles e José Van Dunem, não correspondem aos testes de ADN. </P><br />
<P>Em 27 de maio de 1977, houve uma alegada tentativa de golpe de Estado em Angola, liderada por Nito Alves, que foi seguida por uma vaga de repressão por parte do regime do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA). </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779322]]></sapo:autor>
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		<title>Divórcio sem surpresas financeiras: oito decisões a rever antes de fechar o processo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 08:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[Doutor Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Fim de um casamento obriga a reorganizar muito mais do que rotinas familiares: casa, crédito habitação, contas bancárias, seguros, responsabilidades parentais e IRS são assuntos a resolver]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fim de um casamento obriga a reorganizar muito mais do que rotinas familiares. Casa, crédito habitação, contas bancárias, seguros, responsabilidades parentais e IRS são algumas das áreas que podem ter impacto direto na vida financeira depois do divórcio. Para evitar custos inesperados, conflitos ou dificuldades futuras, o &#8216;Doutor Finanças&#8217; reuniu oito aspetos que devem ser analisados antes de formalizar qualquer acordo.</p>
<p>O primeiro ponto passa por perceber que nem todos os divórcios seguem o mesmo caminho. Em Portugal, existem duas modalidades: o divórcio por mútuo consentimento e o divórcio sem consentimento de um dos cônjuges, habitualmente mais litigioso. Quando há acordo entre ambas as partes, o processo tende a ser mais rápido, simples e menos dispendioso. Quando não existe consenso, pode ser necessária intervenção judicial, aumentando a duração e os custos.</p>
<p>O regime de bens é outro elemento decisivo. Na comunhão de adquiridos, apenas os bens comprados durante o casamento são considerados comuns. Na comunhão geral, todo o património pertence ao casal. Já na separação de bens, cada elemento mantém a titularidade dos seus próprios bens. Antes de negociar qualquer partilha, é essencial distinguir o que é património próprio e o que é património comum.</p>
<p>A habitação familiar costuma ser um dos temas mais sensíveis. Mesmo que a casa pertença apenas a um dos elementos do casal, a sua utilização pode ser atribuída ao outro ex-cônjuge, dependendo de fatores como a existência de filhos, a situação económica ou a disponibilidade de alternativas habitacionais. Propriedade e utilização da casa são, por isso, conceitos diferentes e devem ser avaliados separadamente.</p>
<p>Quando existe crédito habitação em nome dos dois elementos do casal, o divórcio não elimina automaticamente a responsabilidade perante o banco. Enquanto ambos permanecerem no contrato, os dois continuam responsáveis pelo pagamento da dívida. Se um dos ex-cônjuges quiser ficar com a casa e assumir o empréstimo sozinho, a instituição financeira terá de avaliar se tem capacidade para suportar o crédito individualmente.</p>
<p>As contas bancárias conjuntas também devem ser revistas. Pode ser necessário dividir saldos, alterar titulares, cancelar autorizações de movimentação ou encerrar contas. O mesmo deve acontecer com créditos pessoais, cartões de crédito e outras responsabilidades financeiras assumidas durante o casamento, para que fique claro quem fica responsável por cada obrigação.</p>
<p>Os seguros são outro ponto que pode passar despercebido. No caso de crédito habitação, pode ser necessário alterar a titularidade dos seguros associados ao imóvel. Além disso, devem ser revistos beneficiários de seguros de vida, PPR ou outros produtos financeiros. Sem essa atualização, o ex-cônjuge poderá continuar identificado como beneficiário mesmo depois do divórcio.</p>
<p>Quando existem filhos menores, o acordo sobre responsabilidades parentais deve ser detalhado. Residência, guarda, regime de visitas, partilha de despesas e eventual pensão de alimentos devem ficar claramente definidos. Quanto mais completo for o acordo, menor será o risco de conflitos sobre despesas de educação, saúde ou atividades extracurriculares.</p>
<p>O divórcio também tem impacto fiscal. A alteração do agregado familiar deve ser comunicada à Autoridade Tributária e, quando há filhos, é necessário atualizar informação sobre guarda, residência fiscal e repartição de despesas. Pensões de alimentos, venda da habitação ou recebimento de tornas também podem ter consequências fiscais que devem ser antecipadas.</p>
<p>Antes de formalizar qualquer decisão, o Doutor Finanças recomenda a criação de uma checklist financeira com bens, dívidas, contratos, seguros, contas bancárias e obrigações fiscais. Mais do que encerrar uma etapa pessoal, o divórcio implica reorganizar uma estrutura financeira inteira. Quanto maior for a preparação, maior será a probabilidade de iniciar uma nova fase com estabilidade e segurança.</p>
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