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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 01 Jun 2026 01:43:41 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Liga Árabe condena Israel por &#8220;brutal agressão&#8221; e &#8220;contínua invasão &#8221; do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 01:43:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Liga dos Estados Árabes condenou a "brutal agressão israelita contra o Líbano", após Israel tomar a icónica fortaleza medieval de Beaufort e anunciar a intenção de estender a ocupação do país vizinho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Liga dos Estados Árabes condenou a &#8220;brutal agressão israelita contra o Líbano&#8221;, após Israel tomar a icónica fortaleza medieval de Beaufort e anunciar a intenção de estender a ocupação do país vizinho.</P><br />
<P>O secretário-geral da Liga dos Estados Árabes &#8220;condenou veementemente a brutal agressão israelita contra o Líbano, a contínua invasão do território libanês, a destruição de aldeias e sítios arqueológicos no sul do Líbano, e os ataques e deslocações de civis&#8221;.</P><br />
<P>Numa nota divulgada nas redes sociais, no domingo, Ahmed Aboul Gheit denunciou os incidentes como uma &#8220;flagrante violação da soberania libanesa&#8221;, bem como &#8220;uma grave violação do Direito Internacional e do Direito Internacional Humanitário&#8221;.</P><br />
<P>O comunicado enfatizou &#8220;a necessidade urgente de um fim imediato a esta brutal agressão israelita&#8221;, argumentando que &#8220;representa uma grave ameaça à segurança e à estabilidade na região&#8221;.</P><br />
<P>A Liga &#8220;reafirmou a solidariedade&#8221; com &#8220;o Líbano e o seu povo&#8221; e instou o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas a &#8220;assumir as suas responsabilidades&#8221; e a &#8220;compelir Israel a um cessar-fogo&#8221;.</P><br />
<P>A organização recordou uma resolução adotada em 2006, que exige um cessar-fogo permanente entre o movimento xiita libanês Hezbollah e Israel, baseado na criação de uma zona tampão, e a retirada do exército israelita do sul do Líbano.</P><br />
<P>O Conselho de Segurança da ONU vai realizar uma reunião de emergência hoje, a pedido da França, depois de o exército israelita ter tomado a fortaleza de Beaufort, na província de Nabatiye, no sudeste do Líbano.</P><br />
<P>A reunião vai acontecer imediatamente após outro encontro de emergência solicitado pela Roménia, em consequência da queda de um drone num edifício em Galati, agendada para as 15:00 em Nova Iorque (20:00 em Lisboa), avançou a agência de notícias francesa France-Presse (AFP), citando fontes diplomáticas.</P><br />
<P>Os confrontos entre Israel e o Hezbollah continuam quase diariamente, apesar da trégua em vigor desde 17 de abril. </P><br />
<P>As hostilidades intensificaram-se no início de março, num contexto de crescentes tensões regionais ligadas ao conflito entre os Estados Unidos e Israel e o Irão.</P><br />
<P>Por seu lado, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, cujo Governo considera grandes áreas do sul do Líbano como zonas de combate, anunciou na sexta-feira que as forças israelitas atravessaram o rio Litani, situado a cerca de 30 quilómetros a norte da fronteira entre os dois países.</P><br />
<P>No domingo, o exército israelita declarou, nas redes sociais, que alargou as operações contra alvos do Hezbollah a norte do Litani e que a ofensiva se estenderia a outras zonas.</P><br />
<P>O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, afirmou que o objetivo é &#8220;destruir o poder do Hezbollah&#8221; e garantir a segurança das comunidades no norte de Israel e confirmou que as forças israelitas tinham assumido o controlo da fortaleza medieval de Beaufort, no sul do Líbano.</P><br />
<P>Em meados de abril, Israel estabeleceu uma &#8220;linha amarela&#8221; (semelhante à que utiliza em Gaza) a cerca de 10 quilómetros da fronteira entre os dois países, sendo a área entre as duas linhas ocupada por tropas israelitas com vista a estabelecer a segurança do país.</P><br />
<P>Nos últimos dias, as forças armadas lançaram uma invasão para além dessa mesma linha divisória, o que gerou novas críticas internacionais e aumentou a pressão diplomática.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770202]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a subir 0,06%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 00:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,06% para 66.370,36 pontos, três minutos após a abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,06% para 66.370,36 pontos, três minutos após a abertura da sessão.</P><br />
<P>Em sentido contrário, o segundo indicador, o Topix, caía 0,19% para 3.949,75 pontos, às 09:03 locais (01:03 em Lisboa)</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770201]]></sapo:autor>
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		<title>Menos crianças, mais horas na escola: o retrato de um país onde ter filhos pesa cada vez mais na vida profissional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 23:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Francisco Manuel dos Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Luísa Loura]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[pordata]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Luísa Loura, diretora da Pordata, falou em exclusivo à 'Executive Digest' sobre o estudo a propósito do Dia Mundial da Criança]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal tem hoje 1 milhão e 58 mil crianças com menos de 12 anos. O número, isolado, pode parecer apenas mais uma estatística. Mas ganha outro peso quando colocado no retrato europeu divulgado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, através da Pordata, a propósito do Dia Mundial da Criança, assinalado esta segunda-feira: em 50 anos, o país passou de segundo Estado-membro com maior proporção de crianças para quarto país da União Europeia com menos crianças.</p>
<p>A mudança não surpreende Luísa Loura, diretora da Pordata. Pelo menos não no essencial. “Em relação à parte demográfica em si, não me surpreenderam”, afirma, em entrevista exclusiva à &#8216;Executive Digest&#8217;. O que a fez parar foi outro detalhe: “Portugal e Espanha foram os dois países da União Europeia onde a quebra foi maior.&#8221;</p>
<p>O estudo mostra que Portugal tinha, em 1975, 22% de crianças com menos de 12 anos na população. Em 2025, essa proporção caiu para 9,8%. A descida, de 12,1 pontos percentuais, é a segunda maior entre os 22 países com histórico de dados disponível, apenas atrás de Espanha, que passou de 22,2% para 9,8%. Hoje, Itália é o país da UE com menor proporção de crianças, com 9,1%, enquanto Irlanda, Suécia e França surgem no extremo oposto.</p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/?attachment_id=769855" rel="attachment wp-att-769855"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Pordata.png" alt="" width="604" height="380" class="alignnone size-full wp-image-769855" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Pordata.png 604w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Pordata-300x189.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Pordata-600x377.png 600w" sizes="(max-width: 604px) 100vw, 604px" /></a></p>
<p><strong>A Península Ibérica no centro da quebra</strong></p>
<p>Para Luísa Loura, o facto de Portugal e Espanha surgirem no topo da queda merece atenção. A redução da natalidade é um fenómeno generalizado no mundo ocidental, mas a intensidade da descida na Península Ibérica levanta uma pergunta adicional: porque foi aqui tão forte?</p>
<p>A diretora da Pordata aponta para uma combinação histórica e económica. Há 50 anos, Portugal e Espanha vinham de ditaduras e entraram rapidamente em democracia, com abertura ao exterior, novas possibilidades de mobilidade, outros projetos de vida e contacto mais intenso com padrões sociais já em transformação noutros países europeus.</p>
<p>“Esse fenómeno de redimensionamento das famílias, que já estava num caminho de menos filhos noutros países, propagou-se para Portugal”, explica. A abertura para viajar, estudar, conhecer outras culturas e construir trajetórias diferentes juntou-se a um fator menos favorável: “os salários eram muito baixos”. Na prática, diz, houve uma aceleração do adiamento da parentalidade.</p>
<p>A consequência é estrutural. Menos filhos hoje significam menos adultos amanhã, menos rede familiar no futuro e maior pressão sobre sistemas sociais já confrontados com o envelhecimento. “Não é de todo uma boa notícia”, resume Luísa Loura.</p>
<p><strong>As crianças que existem passam muitas horas na escola</strong></p>
<p>O segundo dado forte do retrato da Pordata não está apenas no número de crianças, mas no tempo que elas passam fora de casa. Portugal está entre os cinco países da União Europeia onde as crianças passam mais horas por semana em creches, infantários e escolas. Nas crianças dos 6 aos 11 anos, o país regista 38 horas semanais, o valor mais elevado da UE e acima da média europeia de 31,5 horas.</p>
<p>Também nas idades mais novas Portugal surge no topo. As crianças entre os 3 anos e a entrada na escolaridade obrigatória passam, em média, 38,3 horas por semana em educação formal, o que coloca o país na quarta posição europeia. Entre as crianças com menos de 3 anos, a média é de 36,7 horas, o quinto valor mais elevado da União Europeia. Em termos globais, só a Hungria apresenta uma carga horária superior à portuguesa.</p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/?attachment_id=769858" rel="attachment wp-att-769858"><img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Pordata-1.png" alt="" width="618" height="490" class="alignnone size-full wp-image-769858" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Pordata-1.png 618w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Pordata-1-300x238.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Pordata-1-568x450.png 568w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Pordata-1-600x476.png 600w" sizes="(max-width: 618px) 100vw, 618px" /></a></p>
<p>Este resultado intrigou Luísa Loura, mas acabou por fazer sentido quando cruzado com o mercado de trabalho. “Portugal é dos países que têm em simultâneo um maior número de horas em média de trabalho e das menores proporções de trabalhadores a tempo parcial”, observa.</p>
<p>A ligação é direta. Com salários baixos, o trabalho a tempo parcial torna-se menos viável. E, se ambos os membros do casal trabalham a tempo completo, as crianças passam mais tempo em creches, amas e escolas. “As crianças têm de ficar à guarda de outros”, afirma, sublinhando que, quando a educação é boa e certificada, essa resposta é necessária. Mas deixa uma pergunta em aberto: “Para que tanta hora? Será que temos bons resultados? Isso é outra dimensão.”</p>
<p><strong>Creches e amas: uma melhoria que surpreendeu</strong></p>
<p>Nem todos os dados do estudo apontam apenas para fragilidades. A cobertura de creches e amas aumentou de forma expressiva em Portugal. Em 2025, quase 58% das crianças até aos 3 anos estavam abrangidas por algum tipo de educação formal, em creches ou amas certificadas, acima da média europeia de 40,5%. Desde 2013, Portugal registou uma subida de 22,1 pontos percentuais neste indicador, bastante superior ao crescimento médio da União Europeia.</p>
<p>Foi precisamente este dado que surpreendeu Luísa Loura. “O que me trouxe alguma surpresa foi o aumento da cobertura de creches e amas”, admite. A responsável explica que não tinha totalmente presente a dimensão da melhoria, sobretudo no registo das amas certificadas, mas também no número de crianças inscritas em creches.</p>
<p>A leitura é dupla. Por um lado, há mais resposta formal para as famílias. Por outro, esse aumento confirma também a dependência crescente das estruturas de acolhimento, num país onde a conciliação entre trabalho e família continua condicionada por horários longos e salários que deixam pouca margem para reduzir tempo laboral.</p>
<p>Portugal também se aproxima do topo europeu no pré-escolar. Em 2024, 94,5% das crianças entre os 3 anos e a idade de entrada na escola frequentavam o pré-escolar, muito perto da média europeia, de 95%. A cobertura já é universal nas crianças de 5 anos, mas continua abaixo dessa meta aos 4 anos e, sobretudo, aos 3 anos.</p>
<p><strong>Famílias mais pequenas, redes mais frágeis</strong></p>
<p>O retrato das crianças portuguesas é também um retrato das famílias. Em Portugal, há 793 mil agregados familiares com pelo menos uma criança menor de 12 anos, o equivalente a 17% do total de famílias. Cerca de 69% das crianças vivem com um casal, 20% em famílias com mais de dois adultos e quase 11% em famílias monoparentais.</p>
<p>Esta mudança importa porque a demografia não se resume ao número de nascimentos. Famílias mais pequenas significam redes familiares mais reduzidas. Menos irmãos, menos tios, menos primos, menos potenciais cuidadores no futuro. Foi uma das ligações que Luísa Loura destacou logo no início da conversa: “O facto de as pessoas terem menos filhos depois também significa uma menor rede de apoio.”</p>
<p>Esse ponto é central num país que envelhece rapidamente. A quebra da natalidade de hoje prepara o desequilíbrio social de amanhã: menos população ativa, menos contribuintes, mais idosos e maior necessidade de cuidados. O problema não é apenas haver menos crianças. É haver menos crianças num país que, ao mesmo tempo, precisa de mais gente nova para sustentar o seu futuro.</p>
<p><strong>Ainda há 157 mil crianças em risco de pobreza</strong></p>
<p>O estudo mostra também uma melhoria relevante na última década: em 2025, 157 mil crianças menores de 12 anos viviam em famílias em risco de pobreza em Portugal, menos 103 mil do que em 2015. Ainda assim, o número continua elevado e recorda que a infância não é vivida da mesma forma por todas as famílias.</p>
<p>A escolaridade dos pais continua a ser um dos fatores mais determinantes. Em todos os países da UE, o nível de escolaridade dos pais está fortemente associado ao risco de pobreza ou exclusão social das crianças. Em Portugal, essa disparidade é menos acentuada do que na maioria dos Estados-membros, mas continua expressiva: nas crianças com menos de 6 anos, a taxa de risco de pobreza ou exclusão social é de 41,1% quando os pais não foram além do ensino básico, mas desce para 5,4% quando têm ensino superior.</p>
<p>Este dado ajuda a explicar porque as políticas para a infância não podem ficar isoladas da educação, do trabalho e dos rendimentos. A condição das crianças depende diretamente da condição dos adultos que as criam.</p>
<p><strong>O que pode inverter a tendência?</strong></p>
<p>Questionada sobre as medidas mais urgentes para começar a travar a curva descendente, Luísa Loura começa por uma ideia simples: mostrar a dimensão do problema. “Cada um por si não tem a noção da situação global”, afirma. A comunicação pública, defende, é parte da resposta.</p>
<p>Mas a base da mudança, na sua leitura, está no mundo laboral. Não apenas em licenças ou apoios formais, mas na forma como as empresas e o mercado tratam quem tem filhos. “Tem de haver incentivos mais claros para as empresas não castigarem”, afirma, alertando para o impacto que as ausências por parentalidade podem ter na carreira de mulheres e homens.</p>
<p>A especialista nota que mesmo os homens estão a usar menos tempo de licença a que têm direito, por receio de perder oportunidades profissionais. “É muito bonito dizer que podem ficar até não sei quantos meses e depois, quando regressam, perderam ali alguma oportunidade”, observa.</p>
<p>A proposta que deixa para discussão é pragmática: talvez seja mais eficaz permitir regressos mais graduais ao trabalho, com tempo parcial temporário e remuneração próxima da anterior, do que afastamentos longos que desligam os trabalhadores da evolução profissional. “É preferível, a meu ver, as pessoas ficarem menos tempo em casa, mas quando regressarem conseguirem estar a tempo parcial, ganhando praticamente o mesmo”, defende.</p>
<p><strong>Trabalho, salários e filhos: o nó que falta desatar</strong></p>
<p>A questão laboral ganha peso adicional num momento em que o Governo discute alterações ao regime do trabalho. Luísa Loura evita comentar em detalhe a proposta, mas deixa uma reserva: a articulação entre trabalho e família não lhe parece estar suficientemente refletida no debate.</p>
<p>“Portugal enfrenta agora várias coisas”, afirma, apontando desafios de produtividade, baixos salários, inteligência artificial, robótica e transformação do mercado laboral. Mas insiste num ponto: sem melhores condições laborais e sem maior produtividade, será difícil criar um ambiente em que ter filhos não seja vivido como perda profissional ou financeira.</p>
<p>“Sem produtividade, os salários são baixos. E, sendo os salários baixos, todos trabalhamos e não podemos estar a tempo parcial”, resume.</p>
<p><strong>Um país onde só quatro municípios contrariaram a tendência</strong></p>
<p>A quebra demográfica também se vê no mapa. Entre 1991 e 2024, a proporção de crianças com menos de 10 anos aumentou em apenas quatro municípios portugueses: Aljezur, Lisboa, Montijo e Vila Velha de Ródão. Nos 308 municípios, a proporção de crianças varia hoje entre 3,6% em Almeida e 11,1% na Ribeira Grande.</p>
<p>O dado é particularmente expressivo porque mostra que a perda de crianças não é apenas um fenómeno do interior envelhecido. É uma tendência quase nacional, com exceções muito limitadas e explicações locais diferentes: dinâmica urbana, habitação, migração, reconfiguração populacional ou atração de famílias mais jovens.</p>
<p>Luísa Loura aponta para países como França, Suécia e Irlanda como exemplos que Portugal deve observar. Não porque tenham escapado ao envelhecimento, mas porque mantêm proporções de crianças mais elevadas do que Portugal. “Conseguiram estratégias para que a quebra não fosse tão grande”, afirma.</p>
<p><strong>A infância como sinal de futuro</strong></p>
<p>O retrato da Pordata não é apenas sobre crianças. É sobre o país que Portugal está a construir: mais envelhecido, com famílias mais pequenas, crianças mais institucionalizadas no seu dia a dia e pais pressionados por horários longos e rendimentos baixos.</p>
<p>A boa notícia está na melhoria da cobertura de creches, amas e pré-escolar, na redução do número de crianças em risco de pobreza e na existência de respostas formais mais abrangentes. A notícia menos boa é que essas respostas parecem estar a compensar um modelo laboral e social que continua a empurrar a parentalidade para mais tarde, para menos filhos ou para a desistência.</p>
<p>“Não esqueçam que o país precisa de mais gente nova”, resume Luísa Loura. A frase não é apenas um aviso demográfico. É uma forma de recentrar o debate: se Portugal quer mais crianças, terá de olhar menos para a natalidade como apelo moral e mais para as condições concretas que tornam possível formar família.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769850]]></sapo:autor>
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		<title>Não consegue dormir com o calor? Há um truque estranho que especialistas garantem resultar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nao-consegue-dormir-com-o-calor-ha-um-truque-estranho-que-especialistas-garantem-resultar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 18:35:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Com as temperaturas elevadas a dificultarem o descanso noturno em vários pontos da Europa começam a multiplicar-se os conselhos para tentar combater o calor dentro de casa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com as temperaturas elevadas a dificultarem o descanso noturno em vários pontos da Europa começam a multiplicar-se os conselhos para tentar combater o calor dentro de casa. Ventoinhas estrategicamente colocadas, roupa de cama mais leve e duches antes de dormir são algumas das soluções mais comuns, mas há agora um método bastante mais invulgar a ganhar destaque: dormir com meias ligeiramente húmidas.</p>
<p>A recomendação foi feita pela especialista em sono Deborah Lee, citada pelo Daily Mail, que garante que este truque pode ajudar o corpo a reduzir a temperatura interna durante as noites mais quentes. Segundo a médica, o método funciona através de um processo conhecido como arrefecimento evaporativo.</p>
<p>“É uma ideia extremamente estranha, mas vale a pena ouvir a explicação”, afirmou Deborah Lee. Segundo a especialista, usar “um par de meias de algodão ligeiramente húmidas” durante a noite ajuda o corpo a dissipar calor de forma mais eficiente. “Os pés desempenham um papel muito importante na regulação térmica do organismo, por isso mantê-los frescos acaba por ter impacto no corpo inteiro”, explicou.</p>
<p>O procedimento recomendado é simples: passar as meias por água fria, torcê-las para retirar o excesso de água — sem as deixar a pingar — e calçá-las pouco antes de ir para a cama.</p>
<p>As declarações surgem numa altura em que várias regiões britânicas enfrentam temperaturas próximas dos 35 graus Celsius, levando muitos especialistas a alertar para os riscos do calor excessivo durante a noite, sobretudo para idosos, crianças e pessoas com problemas de saúde.</p>
<p>Além das meias húmidas, Deborah Lee deixou ainda outras sugestões para tentar dormir melhor durante os períodos de calor intenso. Uma delas passa por transformar o tradicional saco de água quente numa espécie de “garrafa de água fria”.</p>
<p>A especialista aconselha a encher o saco com água fria e colocá-lo no congelador durante cerca de 15 minutos antes de ir para a cama. “Assim entra numa cama com lençóis frescos, em vez daquela sensação de forno insuportável”, explicou. Segundo Deborah Lee, trata-se de uma “troca simples”, mas que pode fazer “uma diferença genuína” na qualidade do sono.</p>
<p>Outro dos erros mais comuns, segundo a especialista, é tomar duches de água gelada imediatamente antes de dormir. Apesar de parecer uma solução lógica, Deborah Lee garante que pode ter precisamente o efeito contrário.</p>
<p>“Um duche morno cerca de hora e meia antes de dormir ajuda o corpo a iniciar naturalmente a descida de temperatura necessária para adormecer”, afirmou. Pelo contrário, explicou, um banho demasiado frio pode obrigar o organismo a esforçar-se para voltar a aquecer, dificultando o relaxamento e o adormecimento.</p>
<p>Entre os métodos sugeridos encontra-se ainda uma técnica conhecida como “método egípcio”, usada há séculos em regiões de clima quente.</p>
<p>Segundo Deborah Lee, esta solução consiste em molhar uma toalha grande com água fria, torcê-la bem e pendurá-la junto a uma porta ou janela do quarto. “Quando o ar quente passa pela toalha húmida, acaba por arrefecer parcialmente, funcionando de forma semelhante a um sistema rudimentar de ar condicionado”, explicou.</p>
<p>A especialista admite que o método não provoca uma descida drástica da temperatura ambiente, mas garante que pode ser suficiente para criar uma sensação térmica mais confortável e facilitar o sono.</p>
<p>Nos últimos dias, vários especialistas em saúde e climatologia têm alertado para o impacto das ondas de calor na qualidade do descanso noturno. A dificuldade em dormir durante períodos de temperaturas elevadas tornou-se um problema crescente, sobretudo em países menos habituados a calor extremo e onde muitas habitações não possuem sistemas de ar condicionado.</p>
<p>Além disso, estudos científicos têm vindo a associar o aumento das temperaturas noturnas às alterações climáticas, fenómeno que contribui para ondas de calor mais frequentes, mais intensas e mais prolongadas.</p>
<p>Enquanto isso, multiplicam-se nas redes sociais as partilhas de truques improvisados para sobreviver às noites quentes — desde colocar lençóis no frigorífico até dormir com toalhas húmidas ou recipientes de gelo junto à cama. As meias molhadas juntam-se agora à lista de soluções improváveis que prometem ajudar quem continua sem conseguir dormir com o calor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769701]]></sapo:autor>
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		<title>Giro: Vingegaard é o oitavo a ganhar as três &#8216;grandes&#8217;, Eulálio conquista a juventude</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 17:05:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Jonas Vingegaard tornou-se hoje no oitavo ciclista a vencer as três grandes Voltas, ao conquistar o 109.º Giro, no qual o português Afonso Eulálio foi o melhor jovem e acabou na sexta posição da geral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Jonas Vingegaard tornou-se hoje no oitavo ciclista a vencer as três grandes Voltas, ao conquistar o 109.º Giro, no qual o português Afonso Eulálio foi o melhor jovem e acabou na sexta posição da geral.</P><br />
<P>Único favorito à partida para esta Volta a Itália, o dinamarquês da Visma-Lease a Bike, de 29 anos, confirmou hoje o seu triunfo, vencendo a prova logo na primeira participação e juntando-se a Jacques Anquetil, Felice Gimondi, Eddy Merckx, Bernard Hinault, Alberto Contador, Vincenzo Nibali e Chris Froome, os outros ciclistas que conquistaram as três &#8216;grandes&#8217;. </P><br />
<P>Ao concluir a 21.ª e última etapa de um Giro que começou em 08 de maio, em Nessebar (Bulgária), Afonso Eulálio tornou-se no segundo português a sagrar-se melhor jovem na &#8216;corsa rosa&#8217;, depois de João Almeida, em 2023, e o terceiro a conquistar uma camisola, já que Ruben Guerreiro foi &#8216;rei da montanha&#8217; em 2020.</P><br />
<P>Aos 24 anos, o figueirense da Bahrain Victorious, que liderou o Giro durante nove etapas e foi sexto na geral final, é também o terceiro melhor ciclista nacional na geral da &#8216;corsa rosa&#8217;, sendo superado apenas por João Almeida, que soma três lugares no top 6, e José Azevedo, quinto em 2001.</P><br />
<P>A última etapa foi ganha pelo italiano Jonathan Milan (Lidl-Trek), que se impôs no final dos 131 quilómetros com início e final em Roma.</P><br />
<P>Vingegaard, vencedor das edições de 2022 e 2023 do Tour e campeão em título da Vuelta, vai subir ao pódio final da 109.ª Volta a Itália juntamente com o austríaco Felix Gall (Decathlon), segundo, e o australiano Jai Hindley (Red Bull-BORA-hansgrohe), o campeão de 2022 e &#8216;vice&#8217; de 2020 que desta vez foi terceiro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770190]]></sapo:autor>
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		<title>Comichão nos olhos? Médicos explicam os perigos de o fazer (e como evitar)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 17:00:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os especialistas em oftalmologia alertam que um gesto aparentemente inofensivo — esfregar os olhos — pode ter consequências relevantes para a saúde ocular, incluindo infeções, lesões na córnea e, em casos mais graves, perda parcial de visão ou necessidade de transplante.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os especialistas em oftalmologia alertam que um gesto aparentemente inofensivo — esfregar os olhos — pode ter consequências relevantes para a saúde ocular, incluindo infeções, lesões na córnea e, em casos mais graves, perda parcial de visão ou necessidade de transplante.</p>
<p>Segundo referem especialistas ao The Conversation, a irritação ocular é uma das queixas mais comuns em consultas de oftalmologia e optometria, sendo frequentemente provocada por condições benignas mas desconfortáveis. Entre as principais causas está a conjuntivite alérgica, responsável por cerca de metade dos casos de comichão ocular. Trata-se de uma reação inflamatória da conjuntiva, a membrana transparente que reveste o olho, desencadeada por alergénios que ativam o sistema imunitário e levam à libertação de substâncias inflamatórias responsáveis pela sensação de comichão.</p>
<p>Outras causas frequentes incluem a síndrome do olho seco, a blefarite e inflamações das pálpebras associadas a dermatite. Estas situações provocam sensação de areia, secura ou irritação, levando muitas pessoas a esfregar os olhos como forma instintiva de alívio. No entanto, a anatomia delicada da pálpebra e a finura da camada superficial da pele tornam esta zona particularmente vulnerável a agressões externas.</p>
<p>O risco mais grave associado ao hábito de esfregar os olhos é o desenvolvimento de queratocone, uma doença progressiva em que a córnea — a estrutura transparente na parte frontal do olho — se torna mais fina e assume uma forma irregular e em cone. Esta alteração provoca astigmatismo irregular e visão turva, podendo agravar-se ao longo do tempo. Em muitos casos, é necessário recorrer a lentes de contacto especiais para melhorar a visão e, em situações mais avançadas, pode ser necessário um transplante de córnea. Existe atualmente o tratamento de cross-linking corneano, que reforça as fibras de colagénio e ajuda a travar a progressão da doença.</p>
<p>Para além do queratocone, esfregar os olhos pode provocar outras complicações, como abrasões da córnea — pequenas lesões na superfície ocular que causam dor intensa, visão turva e aumentam o risco de infeção, exigindo frequentemente tratamento com antibióticos. Outro efeito possível é a hemorragia subconjuntival, que ocorre quando um pequeno vaso sanguíneo se rompe na superfície do olho, provocando vermelhidão acentuada. Apesar do aspeto alarmante, trata-se geralmente de uma condição benigna que desaparece espontaneamente em uma a duas semanas.</p>
<p>Este hábito pode ainda facilitar a transmissão de infeções como a conjuntivite, conhecida como “olho vermelho”, causada por vírus ou bactérias. Trata-se de uma doença altamente contagiosa, pelo que a higiene das mãos é essencial antes de qualquer contacto com os olhos.</p>
<p>Os especialistas recomendam evitar esfregar os olhos sempre que possível e procurar tratar a causa da irritação. Entre as soluções mais eficazes estão as lágrimas artificiais, que ajudam a aliviar a secura e podem ser refrigeradas para maior conforto, bem como compressas frias, que reduzem a inflamação e diminuem a vontade de esfregar os olhos.</p>
<p>No caso de alergias, recomenda-se evitar os alergénios sempre que possível, por exemplo através do uso de óculos de sol ou da lavagem do rosto após exposição ao pólen. Podem também ser utilizados colírios antialérgicos, incluindo anti-histamínicos ou estabilizadores de mastócitos, ou combinações de ambos. Em situações persistentes, pode ser necessária prescrição de colírios com corticoides sob supervisão médica.</p>
<p>Quando os sintomas não melhoram com medidas simples, os especialistas aconselham consulta com um oftalmologista para avaliação adequada, de forma a prevenir complicações e proteger a visão a longo prazo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769660]]></sapo:autor>
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		<title>Financiamento do BPF soma mais de 3.500 ME até maio antecipando novo recorde em 2026</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/financiamento-do-bpf-soma-mais-de-3-500-me-ate-maio-antecipando-novo-recorde-em-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 16:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Português de Fomento (BPF) soma cerca de 3,5 mil milhões de euros em financiamento às empresas até maio, uma média de 700 milhões de euros injetados mensalmente na economia, disse o presidente executivo à Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco Português de Fomento (BPF) soma cerca de 3,5 mil milhões de euros em financiamento às empresas até maio, uma média de 700 milhões de euros injetados mensalmente na economia, disse o presidente executivo à Lusa.</P><br />
<P>Segundo Gonçalo Regalado, este valor, que deverá saldar-se entre os 3,5 mil milhões e os 3,6 mil milhões de euros, estava, em 23 de maio, dividido por 2,5 mil milhões em garantias nacionais, a maior fatia da produção, 250 milhões de euros em garantias internacionais, de convenções internacionais, 600 milhões em subvenções e cerca de 200 milhões em crédito direto a projetos.</P><br />
<P>&#8220;Grosso modo, o banco está a fazer 700 milhões de euros por mês&#8221;, frisou o presidente executivo (CEO) do BPF em declarações à Lusa.</P><br />
<P>O responsável já tinha dito à Lusa que no montante total, as empresas afetadas pelo mau tempo desde a passagem da tempestade Kristin &#8211; que afetou fortemente empresas e atividades económicas em vários distritos do país, sobretudo da região Centro &#8211; tinham já contratado, ou têm em contratação, 1,566 mil milhões de euros do financiamento disponível na banca comercial, 91% do total do valor candidatado nas Linhas de Apoio à Reconstrução.</P><br />
<P>Desde então, o BPF, em articulação com a banca comercial, mobilizou &#8220;uma resposta financeira de grande dimensão para apoiar a recuperação da economia portuguesa&#8221;, considerou à Lusa o presidente da instituição, Gonçalo Regalado. </P><br />
<P>Em 2025, o financiamento às empresas atingiu os 6.500 milhões de euros, um recorde do banco, num apoio a 16.219 empresas e representando um impacto no Produto Interno Bruto (PIB) nacional de 2,2%.    </P><br />
<P>Já nos primeiros cinco meses de 2026, os cerca de 3,5 mil milhões de euros garantiram o apoio direto a 12.000 empresas, disse.</P><br />
<P>Assim, e ao ritmo atual, o BPF ultrapassou em cinco meses metade do valor concedido em 2025, antecipando um fecho de ano histórico.  </P><br />
<P>Para já, Gonçalo Regalado reitera que as metas são acabar o ano com um volume de financiamento de oito mil milhões de euros, num total de 20 mil empresas apoiadas e um impacto no PIB a crescer de 2,2% em 2025 para os 2,7% este ano.  </P><br />
<P>&#8220;Este impacto de 2,7% face aos cerca de 300 mil milhões de euros do PIB português vai projetar o BPF para o Top3&#8221; dos bancos de fomento europeus, &#8220;a disputar o segundo lugar&#8221;, sublinhou o responsável, lembrando que no ano passado, o banco passou do 16.º lugar deste &#8216;ranking&#8217; entre os seus pares europeus para o Top5.</P><br />
<P>Nos dias 20, 21 e 22 de maio, o BPF foi o anfitrião do &#8216;AECM Annual Event 2026&#8217;, o maior congresso europeu de Garantia Mútua, tendo recebido mais de 350 pessoas que representam 150 instituições multilaterais internacionais, de 33 países.</P><br />
<P>No congresso &#8220;houve um debate dedicado aos instrumentos de investimento, financiamento, capital, garantias, todos os instrumentos que são utilizados na Europa inteira. Tivemos membros da Comissão Europeia, membros das agências de natureza internacional e que trouxeram basicamente para Lisboa o principal debate sobre as grandes oportunidades que tem a Europa no financiamento e os bancos soberanos no financiamento do investimento Europeu&#8221;, explicou Gonçalo Regalado, satisfeito com o resultado desta reunião do setor.</P><br />
<P>O BPF vai apresentar na segunda-feira os seus resultados financeiros de 2025.</P></p>
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		<title>&#8220;Cada dia de calor reduz meses de vida&#8221;: Os erros que estão a danificar o seu smartphone</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 16:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O sobreaquecimento dos smartphones tornou-se uma das principais causas de degradação prematura das baterias, com impacto direto na autonomia e na vida útil dos dispositivos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sobreaquecimento dos smartphones é um dos fatores que mais contribui para a degradação prematura das baterias, afetando diretamente a autonomia e a longevidade dos dispositivos. Nos iPhone, este problema torna-se particularmente evidente durante períodos de temperaturas elevadas, quando o calor acelera o desgaste dos componentes internos.</p>
<p>Vários especialistas alertam ao El Economista para o impacto do calor na durabilidade dos dispositivos, sendo referido que “cada dia quente reduz meses de vida ao teu iPhone”, expressão associada ao criador de conteúdos Iván Lezano. A mesma fonte relata o caso de um utilizador cujo iPhone atingia níveis de aquecimento tão elevados que chegava a ser desconfortável segurá-lo, tendo recorrido a uma loja Apple para diagnóstico. Apesar de os testes não terem detetado falhas, foi-lhe explicado que determinadas definições do sistema podem contribuir para o aumento da temperatura.</p>
<p>Os engenheiros da Apple indicam que o intervalo seguro de funcionamento dos dispositivos se situa entre 0 °C e 35 °C. Acima deste limite, a bateria começa a sofrer danos permanentes, mesmo que o telefone continue a funcionar aparentemente sem problemas. No entanto, o aquecimento não depende apenas do ambiente externo, mas também de processos internos do sistema operativo.</p>
<p>Um dos principais fatores de aquecimento é a atualização de aplicações em segundo plano. Esta funcionalidade permite que apps como WhatsApp, Google Maps ou Gmail continuem a funcionar mesmo sem estarem abertas, atualizando mensagens, localização e dados em tempo real. Este processo mantém o processador ativo e gera calor adicional. Para reduzir este impacto, é possível desativar a função em Definições → Geral → Atualização de apps em segundo plano, ou limitar a sua utilização apenas a Wi-Fi.</p>
<p>Outra funcionalidade relevante é a opção de análise e melhorias, que recolhe dados anónimos sobre a utilização do dispositivo para ajudar a Apple a melhorar o sistema operativo, corrigir erros e desenvolver atualizações futuras. Embora útil para o ecossistema, esta recolha contínua de informação implica atividade em segundo plano. Pode ser desativada em Definições → Privacidade e segurança → Análise e melhorias, desligando todas as opções associadas.</p>
<p>Para além destas definições, existem outros fatores que contribuem para o sobreaquecimento do iPhone. Utilizar o equipamento enquanto está a carregar é um dos principais, assim como o carregamento sem fios, que pode gerar cerca de 30% mais calor do que o carregamento por cabo. Também a exposição direta ao sol e o uso de capas espessas ou metálicas aumentam a retenção térmica, agravando o aquecimento do dispositivo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769598]]></sapo:autor>
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		<title>O que significam as setas no ícone do Wi-Fi do telemóvel? A informação importante que muitos ignoram</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-que-significam-as-setas-no-icone-do-wi-fi-do-telemovel-a-informacao-importante-que-muitos-ignoram/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 15:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os elementos que mais geram dúvidas estão as pequenas setas que aparecem junto aos ícones do Wi-Fi, dos dados móveis ou do Bluetooth.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os smartphones fazem parte do quotidiano de milhões de pessoas e acompanham os utilizadores praticamente durante todo o dia. Apesar disso, muitos dos símbolos e indicadores presentes no ecrã continuam a passar despercebidos ou a ser mal compreendidos, mesmo surgindo constantemente na barra superior dos equipamentos.</p>
<p>Entre os elementos que mais geram dúvidas estão as pequenas setas que aparecem junto aos ícones do Wi-Fi, dos dados móveis ou do Bluetooth. Embora discretas, estas indicações fornecem informação relevante sobre o funcionamento do telemóvel e sobre a forma como o dispositivo está a comunicar com a Internet ou com outros equipamentos.</p>
<p>No caso do Wi-Fi e dos dados móveis, as setas representam o fluxo de informação que está a ser transmitida. A seta virada para cima indica envio de dados, enquanto a seta virada para baixo assinala receção ou descarga de informação. Estes símbolos mudam constantemente porque o smartphone está permanentemente a trocar dados com aplicações, páginas de Internet e serviços online.</p>
<p>Na prática, quando um utilizador abre uma aplicação como o TikTok, o YouTube ou uma rede social, é normal surgir a seta descendente, já que o telemóvel está a descarregar vídeos, imagens ou conteúdos. Se o utilizador escrever um comentário, enviar uma mensagem ou publicar uma fotografia, aparece também a seta ascendente, indicando que o dispositivo está a enviar informação para a rede.</p>
<p>Estes indicadores podem ainda ajudar a perceber se a ligação está efetivamente ativa. Em determinadas situações, o ícone do Wi-Fi pode continuar visível mesmo quando existe uma falha temporária na transmissão de dados. A ausência de atividade nas setas pode ser um sinal de que a ligação está bloqueada, lenta ou instável.</p>
<p>Os especialistas sublinham também que compreender estes símbolos pode ser útil em momentos importantes, como chamadas urgentes, videoconferências ou utilização de aplicações que exigem uma ligação estável. Tal como acontece com as barras de rede móvel, que indicam a intensidade do sinal, as setas permitem perceber se há troca de dados em tempo real.</p>
<p>Já no Bluetooth, o significado é diferente. Como esta tecnologia não depende diretamente da Internet, as setas não representam envio e receção de dados online. Neste caso, servem para indicar que existe um dispositivo ligado ao smartphone, como auriculares sem fios, colunas, relógios inteligentes ou sistemas multimédia do automóvel.</p>
<p>Além da componente prática, este detalhe pode ter implicações de segurança. Se surgir atividade Bluetooth inesperada, o utilizador poderá perceber que existe um equipamento ligado sem autorização ou que uma ligação ficou ativa sem se aperceber. Por isso, observar estes pequenos indicadores pode ajudar a controlar melhor os dispositivos associados ao telemóvel.</p>
<p>Embora passem despercebidas para muitos utilizadores, estas pequenas setas funcionam como um indicador permanente da atividade do smartphone e ajudam a compreender melhor aquilo que está a acontecer em segundo plano enquanto o equipamento está ligado à Internet ou a outros dispositivos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769565]]></sapo:autor>
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		<title>Jovem cientista autodidata de 21 anos cria sistema que transforma plástico em gasolina e gasóleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 14:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um jovem norte-americano de apenas 21 anos afirma ter desenvolvido um sistema capaz de converter resíduos plásticos em combustível, recorrendo a um processo de decomposição térmica conhecido como pirólise.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um jovem norte-americano de apenas 21 anos afirma ter desenvolvido um sistema capaz de converter resíduos plásticos em combustível, recorrendo a um processo de decomposição térmica conhecido como pirólise. O projeto, criado por Julian Brown após vários anos de investigação autodidata, tem vindo a ganhar notoriedade nas redes sociais e poderá abrir novas possibilidades no reaproveitamento de um dos resíduos mais abundantes e problemáticos do planeta.</p>
<p>O plástico continua a representar um dos maiores desafios ambientais globais, levando investigadores, empresas e governos a procurar soluções para reutilizar ou reciclar este material. Nos últimos anos, têm surgido iniciativas para transformar resíduos plásticos em novos produtos, como embalagens, mobiliário, têxteis ou materiais de construção. No entanto, Julian Brown garante ter encontrado uma alternativa diferente: converter plástico em combustível líquido.</p>
<p>Segundo o jovem inventor, a tecnologia que desenvolveu permite transformar resíduos plásticos em gasolina e gasóleo através de um sistema baseado no aquecimento controlado do material. A ideia começou a ser desenvolvida ainda na adolescência, quando Brown decidiu aprofundar conhecimentos de forma autodidata sobre reciclagem, química e processos térmicos.</p>
<p>Após anos de estudo, começou a realizar experiências na própria casa, procurando perceber quais os tipos de plástico mais adequados ao processo, como deveriam ser triturados e de que forma poderia controlar as temperaturas sem provocar combustão direta.</p>
<p>O sistema criado por Brown assenta no princípio da pirólise, um processo termoquímico que permite decompor matéria orgânica e resíduos plásticos através da aplicação de calor extremo num ambiente sem oxigénio. Ao impedir a combustão, o processo consegue gerar diferentes subprodutos, entre eles gases, líquidos — como bio-óleos e combustíveis — e resíduos sólidos, como carvão ou biochar.</p>
<p>De acordo com a descrição do projeto, o objetivo inicial não passava por produzir grandes quantidades de combustível, mas sim demonstrar que os resíduos plásticos poderiam ser decompostos de forma controlada e reaproveitados de outra forma.</p>
<p>O sucesso das experiências e a crescente visibilidade alcançada online levaram Julian Brown a profissionalizar a iniciativa através da criação de uma startup chamada NatureJab, destinada ao desenvolvimento e aperfeiçoamento da tecnologia.</p>
<p>Apesar do entusiasmo em torno do projeto, o sistema continua ainda numa fase inicial de desenvolvimento. O próprio trabalho reconhece que existem vários desafios pela frente, incluindo validações independentes, testes repetíveis, controlo de qualidade e implementação de protocolos de segurança.</p>
<p>A pirólise aplicada a resíduos plásticos não é um conceito totalmente novo no sector energético e ambiental, mas continua a levantar questões relacionadas com eficiência, viabilidade económica, emissões e escalabilidade industrial. Ainda assim, o caso de Julian Brown destaca-se pela juventude do inventor e pelo facto de grande parte do trabalho ter sido desenvolvido fora de estruturas académicas tradicionais.</p>
<p>Num contexto em que a poluição causada pelos plásticos continua a aumentar a nível mundial, iniciativas focadas na reutilização e valorização destes resíduos continuam a atrair atenção, sobretudo quando procuram combinar inovação tecnológica com soluções ambientais potencialmente sustentáveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769511]]></sapo:autor>
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		<title>Pás das turbinas pintadas de vermelho, amarelo e preto? A solução que pode salvar milhares de aves nos parques eólicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 13:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo estudo científico sugere agora que uma simples alteração visual nas pás das turbinas poderá ajudar a reduzir significativamente as colisões fatais de aves.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A energia eólica continua a afirmar-se como uma das principais apostas mundiais na transição energética, mas o crescimento acelerado desta tecnologia tem trazido também preocupações ambientais, sobretudo relacionadas com o impacto dos aerogeradores na avifauna. Um novo estudo científico sugere agora que uma simples alteração visual nas pás das turbinas poderá ajudar a reduzir significativamente as colisões fatais de aves.</p>
<p>O problema não é novo. Os aerogeradores, que podem atingir entre 150 e 250 metros de altura, representam um risco para várias espécies devido à velocidade de rotação das pás e ao facto de estas serem, normalmente, brancas, tornando-se difíceis de distinguir em determinadas condições atmosféricas e luminosas. Em zonas de migração ou habitats sensíveis, as colisões de aves com turbinas eólicas têm sido apontadas como um dos principais desafios ambientais associados à expansão desta fonte de energia renovável.</p>
<p>Foi precisamente para tentar responder a esse problema que um grupo de investigadores desenvolveu um estudo publicado na revista científica Behavioral Ecology, explorando uma abordagem biomimética — ou seja, inspirada em mecanismos existentes na natureza. A ideia partiu da observação de espécies venenosas ou perigosas que utilizam cores fortes e contrastantes como sinal de alerta para predadores.</p>
<p>Os cientistas decidiram então testar se o mesmo princípio poderia ser aplicado às turbinas eólicas. Para isso, criaram modelos experimentais com diferentes padrões de cor nas pás: um modelo totalmente branco, outro com pás pretas, um terceiro com duas faixas vermelhas e, por fim, uma combinação biomimética em preto, amarelo e vermelho.</p>
<p>Segundo os resultados do estudo, as aves demonstraram maior hesitação em aproximar-se dos modelos com a combinação de cores inspirada nos sinais de alerta naturais. Em vários casos, os animais evitaram completamente interagir com essas estruturas.</p>
<p>A investigadora Johanna Mappes, da Universidade de Helsínquia, explicou que a reação pode estar relacionada com mecanismos instintivos de sobrevivência. “Muitas vezes, a tendência para evitar certas combinações de cores é genética: as cores são evitadas mesmo sem experiência prévia”, afirmou.</p>
<p>Os investigadores consideram que pintar as pás das turbinas com estas cores poderá tornar os aerogeradores mais visíveis para as aves e reduzir o número de colisões. Ainda assim, sublinham que esta solução não deve ser encarada como uma medida única ou definitiva.</p>
<p>O estudo defende que a redução da mortalidade de aves nos parques eólicos exige uma combinação de estratégias complementares. Entre elas estão a instalação dos parques longe de rotas migratórias importantes, a utilização de sistemas automáticos de deteção de aves e tecnologias capazes de parar temporariamente as turbinas quando animais se aproximam.</p>
<p>A investigação surge numa altura em que vários países aceleram o investimento em energias renováveis e procuram formas de compatibilizar a descarbonização da economia com a proteção da biodiversidade. A energia eólica continua a ser considerada essencial para reduzir emissões de gases com efeito de estufa, mas os impactos ecológicos associados às infraestruturas permanecem sob crescente escrutínio científico e ambiental.</p>
<p>Os autores do estudo acreditam que soluções simples, como alterações no design visual das turbinas, poderão desempenhar um papel relevante na mitigação destes impactos, sobretudo em regiões ambientalmente sensíveis ou atravessadas por rotas migratórias de aves.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769509]]></sapo:autor>
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		<title>UE vai exigir prova da origem do café e do cacau para autorizar vendas no mercado europeu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 12:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia decidiu reforçar significativamente as regras aplicáveis à comercialização de produtos associados à desflorestação, passando a exigir que as empresas comprovem de forma rigorosa a origem do café e do cacau antes de estes poderem ser vendidos no mercado europeu.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia decidiu reforçar significativamente as regras aplicáveis à comercialização de produtos associados à desflorestação, passando a exigir que as empresas comprovem de forma rigorosa a origem do café e do cacau antes de estes poderem ser vendidos no mercado europeu.</p>
<p>A nova regulamentação, promovida por Ursula von der Leyen e pelas instituições europeias, faz parte da estratégia comunitária para combater a destruição de florestas em várias regiões do mundo e aumentar o controlo sobre as cadeias internacionais de abastecimento.</p>
<p>Com as novas regras, deixará de ser suficiente apresentar alegações genéricas de sustentabilidade. As empresas terão de demonstrar, com documentação detalhada e verificável, a proveniência exata das matérias-primas utilizadas.</p>
<p><strong>Empresas terão de comprovar origem exata dos produtos</strong><br />
Segundo a nova regulamentação europeia, os operadores económicos serão obrigados a apresentar informação precisa sobre o local de produção do café e do cacau.</p>
<p>Isso inclui dados sobre a parcela agrícola exata onde os produtos foram cultivados, a rastreabilidade completa ao longo da cadeia de distribuição e provas de cumprimento da legislação em vigor no país de origem.</p>
<p>Além disso, as empresas terão de demonstrar que a produção não esteve associada a desflorestação posterior às datas de referência estabelecidas pela União Europeia.</p>
<p>Na prática, Bruxelas pretende acompanhar todo o percurso dos produtos, desde a exploração agrícola até ao ponto final de venda nos supermercados europeus.</p>
<p><strong>Rótulos terão de incluir origem certificada</strong><br />
As novas exigências também deverão refletir-se na rotulagem dos produtos.</p>
<p>De acordo com as regras anunciadas, o café e o cacau comercializados no espaço europeu terão de apresentar uma origem real e certificada, permitindo aos consumidores conhecer a proveniência concreta dos produtos que adquirem.</p>
<p>A União Europeia considera que a transparência nas cadeias de abastecimento será fundamental para reduzir o impacto ambiental associado ao consumo europeu.</p>
<p><strong>Regulamentação terá impacto dentro e fora da Europa</strong><br />
As mudanças não afetarão apenas produtores agrícolas. Importadores, distribuidores, comerciantes e grandes cadeias de alimentação terão igualmente de adaptar os seus sistemas de controlo e rastreabilidade para continuarem a operar no mercado europeu.</p>
<p>Muitas empresas deverão reorganizar processos logísticos e reforçar mecanismos de verificação junto de fornecedores internacionais.</p>
<p>Apesar de a legislação prever um período de adaptação, várias companhias já começaram a preparar-se para o impacto administrativo e comercial das novas obrigações.</p>
<p><strong>Bruxelas quer travar destruição de florestas tropicais</strong><br />
A União Europeia defende que o consumo europeu desempenha um papel relevante na perda de massa florestal em diferentes partes do mundo, especialmente em regiões tropicais.</p>
<p>Por esse motivo, Bruxelas pretende limitar a entrada no mercado comunitário de produtos associados à destruição de florestas.</p>
<p>Além do café e do cacau, a regulamentação abrangerá igualmente outros produtos frequentemente ligados à desflorestação, como soja, óleo de palma, madeira e gado bovino.</p>
<p>O objectivo passa por pressionar cadeias internacionais de produção e comércio a adoptarem práticas consideradas mais sustentáveis.</p>
<p><strong>Sustentabilidade deixa de ser apenas argumento comercial</strong><br />
A nova regulamentação representa uma mudança profunda na forma como a União Europeia pretende regular o comércio internacional.</p>
<p>Segundo Bruxelas, a sustentabilidade deixará de funcionar apenas como ferramenta de marketing ou argumento reputacional das empresas, passando a constituir uma exigência legal obrigatória para acesso ao mercado europeu.</p>
<p>As empresas que não consigam comprovar a origem legal e sustentável dos seus produtos poderão enfrentar sanções e até ficar impedidas de comercializar dentro da União Europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768650]]></sapo:autor>
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		<title>Roland Garros: Iga Swiatek eliminada por Marta Kostyuk nos &#8216;oitavos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 11:36:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tenista polaca Iga Swiatek, número três do mundo, foi hoje eliminada nos oitavos de final de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, ao ser derrotada pela ucraniana Marta Kostyuk em apenas dois sets.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tenista polaca Iga Swiatek, número três do mundo, foi hoje eliminada nos oitavos de final de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, ao ser derrotada pela ucraniana Marta Kostyuk em apenas dois sets.</P><br />
<P>Marta Kostyuk, 15.ª do ranking, superou a polaca, vencedora de quatro títulos do &#8216;major&#8217; parisiense (2020, 2022, 2023 e 2024), pelos parciais de 7-5 e 6-1, num encontro que teve a duração de uma hora e 40 minutos.</P><br />
<P>A tenista ucraniana, de 23 anos, está pela primeira vez nos quartos de final do &#8216;major&#8217; parisiense e vai enfrentar agora a sua compatriota Elina Svitolina, sétima da hierarquia, ou a suíça Belinda Bencic, 11.ª do ranking.</P><br />
<P>Com e eliminação de Swiatek é certo que Roland Garros vai ter uma campeã inédita, pois nenhuma das tenistas ainda em prova conseguiu vencer o torneio.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770187]]></sapo:autor>
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		<title>Um SUV chinês de quase três toneladas foi lançado por uma rampa. E aterrou inteiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 11:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Voyah Taishan X8]]></category>
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					<description><![CDATA[Voyah Taishan X8 foi lançado por uma rampa, voou mais de 20 metros e aterrou com um impacto equivalente a cerca de 23 toneladas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um SUV chinês de luxo foi lançado por uma rampa, voou mais de 20 metros e aterrou com um impacto equivalente a cerca de 23 toneladas. A cena parece retirada de um filme de ação, mas, segundo o &#8216;Autoblog&#8217;, fazia parte de um teste pensado para demonstrar a resistência do Voyah Taishan X8, um modelo eletrificado da marca chinesa ligada ao grupo Dongfeng.</p>
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<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DY2RjsFBLVl/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por VOYAH Official (@voyah__global)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>O vídeo mostra o SUV a ganhar velocidade, subir uma rampa e ficar suspenso no ar antes de cair violentamente sobre o asfalto. O dado que torna a imagem ainda mais impressionante é o peso: o Taishan X8 usado no teste pesa cerca de 2.790 quilos, ou seja, quase 2,8 toneladas.</p>
<p>A marca não quis apenas criar um vídeo viral. O objetivo, de acordo com a publicação, era testar quatro pontos essenciais: resistência da carroçaria, comportamento da bateria, desempenho da suspensão e reação geral do veículo em condições extremas.</p>
<p><strong>Um salto de 20 metros a quase 100 km/h</strong></p>
<p>O ensaio foi feito com uma rampa de cerca de 2,5 metros. O SUV atingiu a estrutura a 62 milhas por hora, aproximadamente 100 km/h, e foi projetado ao longo de 20,2 metros &#8211; <a href="https://www.youtube.com/watch?v=1pbcPjum7CE" target="_blank" rel="noopener">pode ver o vídeo aqui</a>.</p>
<p>A aterragem foi tudo menos suave. O impacto máximo terá chegado às cerca de 23 toneladas de força equivalente. No interior, alguns revestimentos soltaram-se e a suspensão chegou ao limite, mas a estrutura principal terá resistido.</p>
<p>Segundo o &#8216;Autoblog&#8217;, a bateria de 65 kWh manteve-se intacta, os pilares conservaram a integridade estrutural e as portas abriram normalmente depois do salto. Para um teste feito com evidente componente de espetáculo, são estes detalhes que explicam porque o vídeo ganhou força.</p>
<p><strong>A China quer provar que os seus carros não são apenas baratos</strong></p>
<p>Durante anos, muitos carros chineses foram vistos na Europa com desconfiança. O argumento habitual era simples: preço competitivo, mas dúvidas sobre qualidade, resistência, tecnologia ou segurança. Esse tempo está a mudar depressa.</p>
<p>O caso do Voyah Taishan X8 mostra uma nova fase da indústria automóvel chinesa. Já não basta dizer que os modelos têm grandes ecrãs, muita autonomia ou preços agressivos. As marcas querem provar, de forma visual e difícil de ignorar, que também conseguem construir carros grandes, complexos e capazes de resistir a esforços extremos.</p>
<p>Neste caso, o teste é exagerado, mas eficaz. Poucos condutores alguma vez lançarão um SUV familiar por uma rampa. Mas a imagem de um carro de quase três toneladas a levantar voo e a continuar inteiro depois da queda é uma forma direta de comunicar robustez.</p>
<p><strong>Um SUV com ambições grandes</strong></p>
<p>O Taishan X8 não é um modelo pequeno nem discreto. A &#8216;CarNewsChina&#8217; já tinha descrito o SUV como um modelo de grandes dimensões, com 5,2 metros de comprimento, versões híbridas plug-in e elétricas, tração integral e tecnologia associada à Huawei. A mesma fonte indicava, em abril, preços de pré-venda entre 44.380 e 54.200 dólares, cerca de 38.100 a 46.600 euros, para as versões híbridas plug-in na China.</p>
<p>Esse enquadramento ajuda a perceber o teste. O Taishan X8 não está a tentar ser apenas mais um SUV familiar. Quer apresentar-se como produto tecnológico, luxuoso e resistente, num segmento onde a imagem de segurança e solidez é tão importante como a potência ou a autonomia.</p>
<p>A mensagem é simples: este não é apenas mais um carro chinês com muitos equipamentos. É um SUV que quer ser levado a sério num mercado cada vez mais competitivo.</p>

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<p><strong>O espetáculo também é engenharia</strong></p>
<p>Há, naturalmente, uma dimensão de espetáculo. O vídeo foi pensado para ser partilhado. A rampa, o salto, o peso do carro e a violência da aterragem são elementos perfeitos para redes sociais.</p>
<p>Mas isso não retira interesse ao teste. Pelo contrário, mostra como a comunicação automóvel mudou. Antes, bastava falar de plataformas, baterias, rigidez torsional ou arquitetura elétrica. Hoje, uma marca que quer atenção global precisa muitas vezes de transformar esses conceitos numa imagem clara. Num mercado onde há cada vez mais elétricos, híbridos plug-in e SUV de luxo, já não chega prometer tecnologia. É preciso fazer com que as pessoas parem para ver.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769441]]></sapo:autor>
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		<title>França pede reunião do Conselho de Segurança da ONU após ocupação de forte libanês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 11:02:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros francês pediu hoje uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas depois de o exército israelita ter tomado a emblemática fortaleza medieval de Beaufort e hasteado a sua bandeira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros francês pediu hoje uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas depois de o exército israelita ter tomado a emblemática fortaleza medieval de Beaufort e hasteado a sua bandeira. </P><br />
<P>&#8220;Solicitei uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas porque, embora reconheçamos o direito de Israel, tal como de todos os países, à legítima defesa, a defender-se contra os ataques do Hezbollah&#8221;, isso não &#8220;pode justificar a prolongação das operações militares israelitas no Líbano e a sua ocupação cada vez mais profunda do território libanês&#8221;, declarou Jean-Noël Barrot no canal BFMTV.</P><br />
<P>Para o chefe da diplomacia francesa, Israel cometeu &#8220;uma falha grave&#8221; nas relações internacionais e o tema deve ser discutido da ONU. </P><br />
<P>&#8220;Esta incursão no território libanês não só é contrária aos compromissos de Israel, uma vez que, desde 17 de abril, temos um cessar-fogo no Líbano, como é contrária ao direito internacional&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Hoje, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que o Exército tomou a fortaleza medieval de Beaufort, no sul do Líbano, onde intensificou as operações contra o Hezbollah pró-iraniano.</P><br />
<P>&#8220;Sob a direção do primeiro-ministro (Benjamin) Netanyahu e sob a minha direção&#8221;, o Exército alargou as operações no Líbano, atravessando o rio Litani e conquistando a cordilheira do Beaufort &#8211; um dos pontos estratégicos mais importantes para defender as localidades de Galileia (no norte de Israel) e preservar a segurança dos soldados, disse o ministro no Telegram.</P><br />
<P>As forças israelitas usaram Beaufort como base durante a anterior ocupação do sul do Líbano, que durou duas décadas e terminou em 2000. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770186]]></sapo:autor>
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		<title>Tribunal anula despedimento de trabalhador que insultou colega por engano em grupo de WhatsApp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 11:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior de Justiça da Andaluzia declarou improcedente o despedimento disciplinar de um trabalhador que enviou por engano uma mensagem de áudio ofensiva para um grupo de WhatsApp profissional onde participavam vários colegas da empresa, incluindo a trabalhadora visada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior de Justiça da Andaluzia declarou improcedente o despedimento disciplinar de um trabalhador que enviou por engano uma mensagem de áudio ofensiva para um grupo de WhatsApp profissional onde participavam vários colegas da empresa, incluindo a trabalhadora visada.</p>
<p>A decisão judicial concluiu que o funcionário não teve intenção de insultar publicamente a colega e que o envio da mensagem para o grupo corporativo resultou de um erro, não existindo o chamado “ânimo de injuriar” necessário para justificar a sanção máxima prevista na legislação laboral.</p>
<p>Segundo o tribunal, “não ofende aquilo que não se pode conhecer”, entendimento que acabou por ser determinante para considerar o despedimento injustificado.</p>
<p><strong>Trabalhador enviou áudio ofensivo por engano</strong><br />
O caso envolve um trabalhador que exercia funções de vendedor numa empresa desde fevereiro de 1999.</p>
<p>Em 2019, uma segunda funcionária foi contratada temporariamente em várias ocasiões para efetuar substituições internas.</p>
<p>Em maio desse ano, a trabalhadora encontrava-se a substituir outro funcionário que estava de baixa médica.</p>
<p>Foi no mês seguinte, em junho, que ocorreu o episódio que acabaria por desencadear o processo disciplinar.</p>
<p>Utilizando o telemóvel da empresa, o trabalhador enviou uma mensagem de áudio para um grupo de WhatsApp profissional onde estavam incluídos vários colegas da empresa, entre eles a trabalhadora visada e o funcionário ausente por baixa.</p>
<p>No áudio, o trabalhador dizia: “Obrigado, amigo. Espero que estejas bem. Dá-te alta depressa, homem, para ir embora esta grande p*** que temos aqui.”</p>
<p><strong>Empresa avançou com despedimento disciplinar</strong><br />
Na sequência do áudio e de alegados “comentários sexistas e tratamentos humilhantes” dirigidos à colega — acusações que não chegaram a ser provadas —, a empresa decidiu avançar com o despedimento disciplinar do trabalhador.</p>
<p>A decisão foi comunicada a 1 de julho daquele ano.</p>
<p>O funcionário contestou judicialmente o despedimento e o caso chegou ao Julgado do Trabalho número 4 de Córdoba.</p>
<p>O tribunal de primeira instância acabou por dar razão ao trabalhador, considerando que o envio da mensagem resultou de um erro e não de uma intenção deliberada de humilhar ou ofender publicamente a colega.</p>
<p><strong>Empresa alegava negligência grave</strong><br />
Inconformada com a decisão, a empresa recorreu para o Tribunal Superior de Justiça da Andaluzia.</p>
<p>No recurso, a entidade patronal defendia que tinha existido violação do artigo 54.º do Estatuto dos Trabalhadores espanhol.</p>
<p>A empresa argumentava que não era necessária uma intenção deliberada de ofender para justificar o despedimento, bastando a negligência ou falta de cuidado demonstrada pelo trabalhador ao enviar o áudio para o grupo errado.</p>
<p>Segundo a argumentação apresentada, era irrelevante que a mensagem não tivesse sido dirigida diretamente à colega, uma vez que esta acabou por tomar conhecimento do conteúdo.</p>
<p><strong>Tribunal distingue negligência de intenção de injuriar</strong><br />
Ao analisar o caso, o Tribunal Superior de Justiça da Andaluzia estabeleceu uma distinção entre comportamentos negligentes e atos ofensivos com intenção deliberada.</p>
<p>Os juízes reconheceram que determinadas negligências graves podem justificar despedimento disciplinar.</p>
<p>No entanto, sublinharam que, nos casos de ofensas verbais ou físicas, é indispensável demonstrar intenção concreta de injuriar.</p>
<p>O tribunal entendeu que, para existir fundamento para despedimento, o trabalhador teria de querer especificamente que a mensagem chegasse ao conhecimento da pessoa ofendida.</p>
<p>Na decisão, os magistrados sustentaram que “não ofende aquilo que não se pode conhecer”.</p>
<p><strong>Testemunhas confirmaram erro no destinatário</strong><br />
Segundo o acórdão, ficou demonstrado através do próprio conteúdo da mensagem e de depoimentos testemunhais que o trabalhador pretendia enviar o áudio apenas a um colega com quem mantinha uma relação próxima de amizade.</p>
<p>O envio para o grupo profissional foi considerado um erro na escolha do destinatário.</p>
<p>Apesar de o tribunal considerar as expressões utilizadas “desafortunadas e censuráveis”, concluiu que se tratava de uma comunicação privada sem intenção de divulgação pública.</p>
<p>Para os juízes, a ausência de intenção de insultar publicamente a colega retirava gravidade suficiente ao comportamento para justificar a aplicação da sanção laboral mais severa.</p>
<p>Dessa forma, o Tribunal Superior de Justiça da Andaluzia rejeitou o recurso apresentado pela empresa e confirmou a decisão inicial que classificava o despedimento como improcedente.</p>
<p>A decisão judicial, identificada como sentença STSJ AND 8818/2025, foi divulgada publicamente pelo professor da Universidade Jaume I e consultor jurídico da Laborea Abogados, Francisco Trujillo, através da rede social LinkedIn.</p>
<p>O acórdão não transitou imediatamente em julgado, sendo ainda possível apresentar recurso para o Supremo Tribunal espanhol com vista à uniformização de jurisprudência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768637]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fisco alerta para &#8216;e-mail&#8217; fraudulento sobre alteração da declaração de IRS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 10:34:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) alertou, num comunicado no seu 'site', para uma mensagem fraudulenta, enviada por 'e-mail', referente a um pedido de alteração da declaração de IRS, na qual é pedido que se carregue num 'link'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) alertou, num comunicado no seu &#8216;site&#8217;, para uma mensagem fraudulenta, enviada por &#8216;e-mail&#8217;, referente a um pedido de alteração da declaração de IRS, na qual é pedido que se carregue num &#8216;link&#8217;. </P><br />
<P>A AT disse que &#8220;tem conhecimento de que alguns contribuintes estão a receber mensagens de correio eletrónico supostamente provenientes da AT nas quais é pedido que se carregue em &#8216;links&#8217; que são fornecidos&#8221;.</P><br />
<P>Num dos exemplos da mensagem divulgado pela AT, os visados são informados de que foi &#8220;detetado um pedido de alteração&#8221; à sua declaração de IRS, sendo sugerido &#8220;confirmar ou anular esta alteração&#8221;, através de um &#8216;link&#8217;. </P><br />
<P>Outros dos exemplos dados pelo fisco dizem respeito ao recálculo automático do IRS, a uma suposta verificação de dados pessoais na conta do Portal das Finanças ou a uma fatura eletrónica (FE) referente ao registo fiscal do visado, entre outros. </P><br />
<P>&#8220;Estas mensagens são falsas e devem ser ignoradas. O seu objetivo é convencer o destinatário a aceder a páginas maliciosas carregando nos &#8216;links&#8217; sugeridos ou a efetuar pagamentos indevidos&#8221;, refere a AT, salientando que os visados, &#8220;em caso algum&#8221;, deverão &#8220;efetuar essas operações&#8221;. </P><br />
<P>O prazo de submissão da entrega das declarações de IRS relativas aos rendimentos ganhos ao longo de 2025 arrancou a 01 de abril e termina a 30 de junho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770185]]></sapo:autor>
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		<title>O que acontece ao corpo quando se bebe refrigerantes todos os dias? Especialistas deixam alerta</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-que-acontece-ao-corpo-quando-se-bebe-refrigerantes-todos-os-dias-especialistas-deixam-alerta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 10:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O consumo diário de refrigerantes continua a ser um hábito frequente para milhões de pessoas, apesar dos alertas crescentes sobre os impactos destas bebidas na saúde.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo diário de refrigerantes continua a ser um hábito frequente para milhões de pessoas, apesar dos alertas crescentes sobre os impactos destas bebidas na saúde.</p>
<p>Embora muitos consumidores reconheçam que os refrigerantes estão longe de ser uma opção nutritiva, especialistas citados numa análise publicada pelo HuffPost explicam que os efeitos destas bebidas no organismo podem surgir rapidamente e agravar-se com o passar do tempo.</p>
<p>Desde picos de energia temporários até maior risco de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade e problemas intestinais, o impacto do consumo regular de refrigerantes vai muito além das calorias ingeridas.</p>
<p><strong>Refrigerantes contêm grandes quantidades de açúcar e cafeína</strong><br />
A maioria dos refrigerantes é produzida com água gaseificada, adoçantes (normalmente açúcar, xarope de milho rico em frutose ou adoçantes artificiais), ácido fosfórico e aromatizantes. Algumas variedades populares incluem ainda cafeína.</p>
<p>Em média, uma lata ou garrafa de refrigerante normal contém cerca de 155 calorias, 38 gramas de hidratos de carbono, 37 gramas de açúcar e 34 miligramas de cafeína.</p>
<p>Os valores tornam-se mais relevantes quando comparados com as recomendações das autoridades de saúde.</p>
<p>A American Heart Association recomenda um limite diário de 25 gramas de açúcar para mulheres e 36 gramas para homens, quantidade inferior ao açúcar presente numa única lata de refrigerante.</p>
<p>Já a Food and Drug Administration aconselha que o consumo diário de cafeína não ultrapasse os 400 miligramas.</p>
<p><strong>Efeitos imediatos incluem pico de energia e problemas digestivos</strong><br />
Segundo a nutricionista Sonya Angelone, os efeitos dos refrigerantes no organismo podem surgir pouco tempo após o consumo.</p>
<p>A especialista explica que a combinação entre açúcar e cafeína provoca um aumento rápido da energia.</p>
<p>A cafeína bloqueia a adenosina, neurotransmissor associado à sensação de cansaço, enquanto os açúcares simples são rapidamente absorvidos pela corrente sanguínea.</p>
<p>No entanto, este aumento energético tende a ser temporário.</p>
<p>Depois do pico inicial, muitas pessoas acabam por sentir uma quebra acentuada de energia.</p>
<p>Além disso, os refrigerantes podem afectar imediatamente o sistema digestivo.</p>
<p>A médica Supriya Rao afirma que a gaseificação e o elevado teor de açúcar podem provocar inchaço abdominal e gases.</p>
<p>Segundo a especialista, o consumo diário destas bebidas pode também perturbar o sistema gastrointestinal, favorecendo sintomas recorrentes como dores abdominais, diarreia ou obstipação.</p>
<p>A explicação está relacionada com o impacto do açúcar na flora intestinal.</p>
<p>De acordo com Supriya Rao, o excesso de açúcar alimenta bactérias nocivas no intestino e compromete a integridade da parede intestinal.</p>
<p><strong>Consumo prolongado pode aumentar risco de doenças graves</strong><br />
Os especialistas alertam que os efeitos mais preocupantes surgem sobretudo a longo prazo.</p>
<p>O médico Neil Paulvin refere que beber refrigerantes diariamente aumenta significativamente a probabilidade de ganho de peso, especialmente gordura abdominal.</p>
<p>Segundo o médico, este tipo de gordura está associado a maior risco de doenças cardíacas, síndrome metabólica, diabetes tipo 2 e cancro da mama.</p>
<p>Neil Paulvin acrescenta que o hábito regular de consumir refrigerantes também tem sido relacionado com doença renal, hipertensão arterial e colesterol elevado.</p>
<p><strong>Risco cardiovascular preocupa especialistas</strong><br />
Os impactos cardiovasculares estão entre os principais motivos de preocupação.</p>
<p>“Alguns estudos descobriram que consumidores de refrigerantes, independentemente de beberem versões normais ou dietéticas, apresentam maior risco de doença cardíaca e AVC”, afirmou Neil Paulvin.</p>
<p>O médico lembra ainda que as doenças cardiovasculares continuam a ser a principal causa de morte nos Estados Unidos e que muitos casos poderiam ser prevenidos através de hábitos alimentares e estilos de vida mais saudáveis.</p>
<p><strong>Refrigerantes podem também afectar o cérebro</strong><br />
Os especialistas alertam igualmente para possíveis consequências neurológicas associadas ao consumo frequente de refrigerantes.</p>
<p>Segundo Neil Paulvin, níveis elevados de açúcar no sangue podem favorecer processos inflamatórios no cérebro.</p>
<p>Estudos científicos têm associado o consumo regular destas bebidas a maiores níveis de depressão e a um risco acrescido de desenvolvimento de demência.</p>
<p><strong>Refrigerantes “diet” não eliminam os riscos</strong><br />
Trocar refrigerantes tradicionais por versões “light” ou “zero” poderá não resolver o problema.</p>
<p>Os especialistas citados explicam que os adoçantes artificiais presentes nas versões dietéticas também têm sido associados a problemas intestinais, cardíacos e neurológicos.</p>
<p>Os três especialistas referem que, do ponto de vista científico, os adoçantes artificiais não demonstraram ser uma alternativa significativamente mais saudável ao açúcar presente nos refrigerantes convencionais.</p>
<p><strong>Especialistas aconselham redução gradual do consumo</strong><br />
Para quem pretende reduzir o consumo diário de refrigerantes, os especialistas defendem uma transição gradual.</p>
<p>Sonya Angelone sugere começar por identificar o principal motivo que leva cada pessoa a consumir estas bebidas.</p>
<p>Se a procura estiver relacionada com a cafeína, alternativas como café gaseificado ou matcha enlatado podem ajudar, desde que não contenham açúcar nem adoçantes artificiais.</p>
<p>Já para quem aprecia sobretudo a combinação entre sabor doce e gás, águas com gás aromatizadas com fruta ou kombucha podem funcionar como substitutos.</p>
<p>A nutricionista recomenda ainda preparar águas aromatizadas em casa, utilizando ingredientes como pepino e hortelã, mirtilos com laranja ou romã.</p>
<p><strong>Redução brusca pode causar dores de cabeça e fadiga</strong><br />
Os especialistas alertam, no entanto, que abandonar subitamente os refrigerantes pode provocar sintomas de abstinência relacionados com a cafeína.</p>
<p>Dores de cabeça e fadiga estão entre os efeitos mais comuns.</p>
<p>Por esse motivo, Sonya Angelone aconselha uma redução gradual da ingestão de cafeína.</p>
<p>A nutricionista explica ainda que outras bebidas e alimentos, como chá verde, matcha, chocolate ou mate, também contêm estimulantes que devem ser tidos em conta.</p>
<p><strong>Hidratação torna-se fundamental</strong><br />
Outro aspecto considerado importante é a substituição adequada dos líquidos.</p>
<p>Segundo Sonya Angelone, quem reduz o consumo de refrigerantes deve aumentar a ingestão de água e outras bebidas hidratantes para evitar sintomas de desidratação.</p>
<p>Fadiga, tonturas, irritabilidade, pele seca e boca seca podem surgir caso o organismo não receba líquidos suficientes.</p>
<p>A especialista recomenda ainda refeições regulares e snacks ricos em proteína e fibra para ajudar a manter os níveis de energia estáveis ao longo do dia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768629]]></sapo:autor>
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		<title>Trabalhistas mantêm poder em Malta e conseguem inédito quarto mandato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 09:54:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Partido Trabalhista de Malta conquistou um inédito quarto mandato, consagrando a vitória do primeiro-ministro cessante Robert Abela, de acordo com uma contagem parcial dos votos realizada hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Partido Trabalhista de Malta conquistou um inédito quarto mandato, consagrando a vitória do primeiro-ministro cessante Robert Abela, de acordo com uma contagem parcial dos votos realizada hoje.</P><br />
<P>Os resultados preliminares das eleições de sábado apontaram para a vitória do Partido Trabalhista, segundo indicaram responsáveis no centro de contagem de Naxxar, enquanto fogos-de-artifício eram disparados por toda a pequena ilha mediterrânica.</P><br />
<P>Os eleitores malteses escolheram no sábado o novo Governo do país, depois de o primeiro-ministro ter justificado a antecipação do escrutínio para obter um novo mandato que responda às crescentes tensões geopolíticas.</P><br />
<P>As sondagens já previam que os trabalhistas conseguissem obter um quarto mandato consecutivo, cenário sem precedentes, graças à campanha que o chefe do Governo, Robert Abela, fez com base no historial económico do Partido Trabalhista, há 13 anos no poder, e que promete proteger Malta, fortemente dependente das importações e de choques externos.</P><br />
<P>O primeiro-ministro convocou eleições antecipadas no final de abril, 11 meses antes do fim do mandato de cinco anos, argumentando que o Governo precisava de mais tempo para combater as consequências da situação internacional.</P><br />
<P>A pequena ilha mediterrânica tem uma economia próspera, baseada principalmente no turismo, no jogo &#8216;online&#8217; e nos serviços financeiros, mas importa quase toda a energia que usa, o constitui uma das principais preocupações dos eleitores face à guerra no Irão.</P><br />
<P>O Governo afirmou ter atribuído mais 250 milhões de euros para potenciais subsídios energéticos, além dos 150 milhões de euros já avançados no orçamento de 2026.</P><br />
<P>Malta, um dos países mais pequenos do mundo, é também um dos mais densamente povoados, tendo a população crescido quase 30% em 10 anos, sobretudo devido à chegada de estrangeiros, e ronda agora meio milhão de habitantes.</P><br />
<P>Nenhum partido político na história de Malta ganhou alguma vez quatro eleições legislativas consecutivas.</P><br />
<P>Robert Abela está no comando do país desde janeiro de 2020, depois de o antecessor se ter demitido numa crise política desencadeada pelo homicídio de uma jornalista de investigação, Daphne Caruana Galizia, e suspeitas de interferência do ex-primeiro-ministro na investigação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770184]]></sapo:autor>
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		<title>Espetáculo comunitário &#8220;Calor&#8221; envolve pessoas e território da Mina S. Dominigos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 09:24:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ligação às pessoas e ao território está na génese do espetáculo comunitário "Calor", que percorrerá as ruas da Mina de São Domingos, no concelho de Mértola, em 11, 12 e 13 de junho, disseram à Lusa os criadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ligação às pessoas e ao território está na génese do espetáculo comunitário &#8220;Calor&#8221;, que percorrerá as ruas da Mina de São Domingos, no concelho de Mértola, em 11, 12 e 13 de junho, disseram à Lusa os criadores.</P><br />
<P>Beatriz Marques Dias, da associação cultural Meio do Mato e codiretora artística desta produção, antecipou à agência Lusa que &#8220;Calor&#8221; é &#8220;um espetáculo fora de portas, que não acontece na sala de espetáculos, nem no cineteatro, e tem como palco o lugar da Mina de São Domingos&#8221;, aldeia mineira pertencente ao município de Mértola, no distrito de Beja.</P><br />
<P>A presidente da associação cultural, Alice Duarte, que também é codiretora artística, afirmou à Lusa que a Meio do Mato foi criada em 2023, na serra de Monchique, tem uma equipa composta por &#8220;pessoas de áreas muito variadas, como a dança, a música, a biologia, a arquitetura, o design gráfico, a economia&#8221;, e a dança e a música são as áreas performativas que abrem portas ao trabalho comunitário, que até aqui foi realizado sobretudo com escolas </P><br />
<P>A convite da companhia Cepa Torta, a Meio do Mato participou numa residência artística de duas semanas, e o seu projeto comunitário foi selecionado pelo Conselho Malacate, grupo que gere o projeto homónimo de intervenção artística multidisciplinar, criado especificamente para a localidade alentejana, contou Alice Duarte.</P><br />
<P>&#8220;Calor&#8221; foi o resultado desse trabalho e Beatriz Dias disse que se trata de um espetáculo marcado para os dias 11, 12 e 13 de junho, às 20:30, na Mina de São Domingos, tendo como ponto de encontro o Pago Velho, de onde o elenco partirá para diferentes locais da freguesia.</P><br />
<P>&#8220;O elenco é composto por 12 pessoas da comunidade, e contamos com o Alex [Moniz], que fez a composição musical do espetáculo e vai interpretá-la. Eu e a Alice estamos com o público e com o nosso elenco, mas é a comunidade que é o elenco deste espetáculo, os nossos bailarinos, os nossos intérpretes&#8221;, destacou Beatriz Marques Dias, precisando que no total participam no espetáculo dezena e meia de pessoas. </P><br />
<P>Beatriz Marques Dias frisou que &#8220;o espetáculo começa durante o dia, passa pelo pôr-do-sol, até chegar ao calor da noite&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A nossa expectativa é proporcionar vários tipos de calor ao público, calores frios, calores das relações, calor à mesa, o calor da resistência, o calor que nomeia o trabalho das minas, que se fez durante décadas ali, o calor da terra e o calor do corpo&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Alex Moniz classificou o trabalho comunitário realizado com a população da Mina de São Domingos como &#8220;muito gratificante&#8221;, salientando se trata de um &#8220;trabalho muito específico, no qual é preciso escutar a comunidade, perceber quais são as mais-valias e o que cada pessoa pode aportar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ser intérprete de um espetáculo é uma experiência que pode ser &#8216;super transformadora&#8217;. E, nesse sentido, ficamos muito felizes por ver as pessoas a fazer isto. No final do projeto, há sempre muita emoção, há muito choro e, portanto, sim, é muito gratificante nesse aspeto, na relação com as pessoas. No fundo, é isso que também se valoriza, que sobressai, que é essa relação interpessoal com estas pessoas&#8221;, argumentou.</P><br />
<P>Beatriz Marques Dias realçou a dinâmica do trabalho realizado durante a residência, com &#8220;duas semanas em esteroides&#8221;, nas quais foi dado &#8220;um mergulho absolutamente maluco em termos de tempo, de energia, de intensidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E depois voltar a mergulhar no território já com mais tempo, com dois meses e meio pela frente, e reencontrar as pessoas. A realidade é que nós ficámos tão próximos das pessoas nessas duas primeiras semanas, que, quando chegámos, passado este tempo todo, parecia que não tinha passado tempo nenhum, foi muito giro voltar a encontrá-las e começar a trabalhar&#8221;, acrescentou.</P></p>
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