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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Vai alugar um Airbnb nas férias? Estes 6 passos podem ser decisivos para a sua segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 14:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o crescimento das plataformas de alojamento de curta duração como Airbnb e Vrbo, cada vez mais viajantes optam por casas ou apartamentos privados em alternativa aos hotéis tradicionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o crescimento das plataformas de alojamento de curta duração como Airbnb e Vrbo, cada vez mais viajantes optam por casas ou apartamentos privados em alternativa aos hotéis tradicionais. A tendência intensificou-se durante a pandemia de covid-19, quando muitos procuraram reduzir o contacto direto com outras pessoas, privilegiando moradias unifamiliares em vez de unidades hoteleiras movimentadas.</p>
<p>Apesar da popularidade, este tipo de alojamento levanta preocupações específicas em matéria de segurança. Ao contrário dos hotéis, que dispõem frequentemente de receção permanente e, em muitos casos, vigilância 24 horas por dia, os alojamentos locais raramente contam com pessoal no local.</p>
<p>“Enquanto muitos hotéis têm seguranças e alguém na receção a vigiar a propriedade 24 horas por dia, os Airbnbs não têm”, alerta Cheryl Nelson, especialista em preparação para viagens e fundadora da Prepare with Cher. A perita sublinha que, perante um problema num alojamento local, “normalmente não há um gestor ou funcionário no local nem outro quarto para onde possa mudar-se”. E acrescenta que, no caso de quem viaja sozinho, “um hotel terá geralmente funcionários disponíveis 24 horas por dia para ajudar, enquanto os Airbnbs podem não ter”.</p>
<p>Ainda assim, os especialistas defendem que o alojamento de curta duração é, de forma geral, seguro. Jeremy Prout, diretor de soluções de segurança da International SOS, considera que “ficar numa propriedade de curta duração é geralmente seguro”. Tal como na reserva de qualquer alojamento, o viajante deve compreender os riscos do bairro e adotar precauções básicas. Segundo o responsável, muitas das preocupações relacionadas com segurança e privacidade são amplificadas por vídeos virais e publicações nas redes sociais que não refletem a experiência global.</p>
<p>Embora situações graves sejam raras, os peritos apontam um conjunto de medidas concretas que devem ser adotadas logo à chegada ao alojamento.</p>
<p><strong>Verificar a existência de câmaras</strong><br />
Uma das primeiras recomendações é confirmar a existência de dispositivos de vigilância. “Pergunte ao anfitrião se existem câmaras de segurança, para que haja total transparência”, aconselha Cheryl Nelson. As câmaras ocultas são proibidas, mas a especialista recomenda uma verificação adicional para garantir que não há dispositivos escondidos no interior da casa.</p>
<p>A Airbnb proíbe especificamente câmaras ocultas e exige que os anfitriões divulguem a presença de quaisquer dispositivos de gravação. Estes não são permitidos em espaços privados como quartos ou casas de banho, podendo apenas existir em áreas comuns devidamente identificadas. A Vrbo não autoriza dispositivos de vigilância no interior das propriedades, mas permite câmaras exteriores, desde que a sua localização seja comunicada aos hóspedes.</p>
<p>Kevin Coffey, consultor de segurança em viagens, refere que os casos de dispositivos escondidos são raros, mas já surgiram notícias sobre descobertas desse tipo. “Normalmente estão em áreas onde se espera privacidade”, explica, apontando exemplos como detetores de fumo nos quartos, luminárias nas casas de banho ou despertadores junto à cama.</p>
<p>Para quem queira confirmar a ausência de dispositivos suspeitos, Coffey sugere a utilização de aplicações de análise de rede Wi-Fi, como a Fing, que identificam dispositivos desconhecidos ligados à internet da casa. Cheryl Nelson recomenda ainda apagar as luzes e usar uma lanterna para procurar reflexos nas lentes, inspecionar grelhas de ventilação e até desaparafusar detetores de fumo para verificar o interior.</p>
<p><strong>Guardar objetos de valor em segurança</strong><br />
A proteção de bens pessoais é outro aspeto fundamental. “Pergunte se a propriedade tem cofre”, sugere Nelson. Passaporte, dispositivos eletrónicos, joias e outros objetos valiosos devem ser guardados no local mais seguro disponível.</p>
<p>Alguns alojamentos disponibilizam cofres, podendo ser necessário levar um cadeado próprio. Coffey recorda que existem também cofres portáteis próprios para viagem, feitos de tecido reforçado com malha metálica e cabo de aço entrançado, cuja abertura exige ferramentas de corte específicas.</p>
<p>Na ausência de cofre, o especialista aconselha a avaliar se é prudente deixar objetos visíveis através das janelas. “Não quer que itens importantes fiquem à vista”, afirma. O mesmo princípio aplica-se a viaturas estacionadas no exterior: os pertences devem ser removidos para evitar furtos.</p>
<p>Cathy Pedrayes, especialista em segurança e autora de “The Mom Friend Guide to Everyday Safety and Security”, sugere ainda a possibilidade de levar uma câmara portátil para vigiar os objetos de valor, desde que seja retirada antes do check-out.</p>
<p><strong>Confirmar detetores de fumo e monóxido de carbono</strong><br />
A segurança contra incêndios é uma prioridade, mas o monóxido de carbono merece atenção especial. Após a morte de três turistas norte-americanos por intoxicação num resort nas Bahamas, o alerta tornou-se ainda mais evidente.</p>
<p>“Verifique se cada piso do alojamento tem detetores de fumo e de monóxido de carbono a funcionar”, recomenda Cheryl Nelson. Embora as plataformas permitam aos anfitriões indicar a presença destes dispositivos, é aconselhável confirmar pessoalmente o seu funcionamento.</p>
<p>Kevin Coffey acrescenta que existem detetores portáteis de fumo e monóxido de carbono que podem ser transportados em viagem como medida adicional de segurança.</p>
<p><strong>Conhecer o espaço e as saídas</strong><br />
Após pousar as malas, Coffey recomenda um reconhecimento do espaço. “Depois de pousar as malas, caminho pela casa e tento perceber onde estão todas as portas e testá-las”, explica. Algumas portas podem parecer saídas de emergência, mas estar trancadas ou bloqueadas.</p>
<p>Durante essa inspeção, deve ser definido mentalmente um plano de evacuação em caso de emergência. A localização do kit de primeiros socorros e do extintor deve ser identificada, e o extintor deve ser verificado para confirmar que está operacional.</p>
<p>Coffey recorda que, ao contrário de um quarto de hotel, uma casa tem múltiplos pontos de entrada. “Verifique as fechaduras de portas e janelas para avaliar o nível de segurança contra intrusões”, aconselha.</p>
<p>Quem viaja com crianças deve ter atenção adicional. Jeremy Prout recomenda inspecionar a presença de vidro ou objetos cortantes e garantir que televisores ao alcance dos mais novos estão devidamente fixos.</p>
<p>Também é importante conhecer a zona envolvente. O viajante deve identificar esquadras de polícia, bombeiros, hospitais e farmácias nas proximidades, bem como confirmar a existência de rede móvel ou Wi-Fi em caso de emergência.</p>
<p><strong>Reforçar a segurança com dispositivos próprios</strong><br />
Em apartamentos ao nível da rua ou com muitas janelas, pode justificar-se o uso de dispositivos adicionais de segurança. Coffey refere que detetores de movimento portáteis são relativamente acessíveis e podem alertar para tentativas de intrusão. Fechos portáteis para portas são outra solução prática.</p>
<p>Cheryl Nelson sugere ainda um alarme portátil de porta, colocado no chão junto à entrada, que dispara se alguém tentar abrir a porta.</p>
<p><strong>Ativar partilha de localização</strong><br />
Durante a viagem, é prudente informar familiares ou amigos do endereço do alojamento e partilhar a confirmação da reserva. Coffey vai mais longe e recomenda a ativação de aplicações de partilha de localização em tempo real. “Ative a partilha de localização para que os seus familiares saibam exatamente onde está e o que se passa”, aconselha, sobretudo no caso de viajantes a solo.</p>
<p>Cathy Pedrayes sublinha a importância de saber previamente quais os números de emergência locais e de ter contactos de confiança disponíveis em caso de necessidade.</p>
<p><strong>Segurança começa antes da reserva</strong><br />
A prevenção não se limita ao momento da chegada. Cheryl Nelson afirma que nunca se sentiu insegura num Airbnb, mas faz sempre pesquisa prévia. Procura anfitriões com estatuto de “Superhost” e classificações elevadas, e lê atentamente as avaliações de outros hóspedes para evitar surpresas.</p>
<p>Ferramentas como mapas de criminalidade e o Google Street View podem ajudar a avaliar o bairro e a aparência da entrada da propriedade. Jeremy Prout reforça que o alojamento pode parecer apelativo nas fotografias, mas é essencial pesquisar a zona, uma vez que o hóspede irá circular com bagagem e interagir com o meio envolvente.</p>
<p>Kevin Coffey acrescenta que determinados viajantes — como pessoas racializadas, membros da comunidade LGBTQ+ ou mulheres a viajar sozinhas — podem querer consultar classificações de segurança específicas de determinadas aplicações. Pais que viajam com crianças podem ainda verificar registos públicos de ofensores sexuais na área.</p>
<p>Prout alerta também para o risco acrescido associado à reserva de quartos individuais dentro de uma habitação partilhada. Nesse cenário, o hóspede pode dividir a casa com desconhecidos, aumentando a probabilidade de incidentes como assédio ou agressão.</p>
<p>Ainda assim, os especialistas reconhecem que não existe risco zero. “A realidade é que emergências podem acontecer em qualquer lugar, a qualquer momento”, salienta Prout. A melhor proteção passa por investigação prévia, avaliação do nível de risco da localização e planeamento adequado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759551]]></sapo:autor>
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		<title>Montenegro diz que país precisa de &#8220;sindicalistas com arrojo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 13:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do PSD e primeiro-ministro, Luís Montenegro, criticou hoje os "sindicatos do século XX" e considerou que o país precisa de "sindicalistas com arrojo", ao abordar a reforma laboral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Porto de Mós, Leiria, 10 mai 2026 (Lusa) &#8211; O presidente do PSD e primeiro-ministro, Luís Montenegro, criticou hoje os &#8220;sindicatos do século XX&#8221; e considerou que o país precisa de &#8220;sindicalistas com arrojo&#8221;, ao abordar a reforma laboral.</P><br />
<P>&#8220;Vamos agora para o parlamento discutir este ponto e eu espero que se tenha a profundidade que não se teve na Concertação Social por razões que eu não sei explicar, mas não são do interesse dos trabalhadores e, muito menos, são dos jovens trabalhadores, porque, com a rigidez de algumas regras, a possibilidade de haver bons projetos para vocês terem bons percursos, bons salários, está limitada&#8221;, afirmou Luís Montenegro.</P><br />
<P>Ao discursar em Porto de Mós (Leiria), no encerramento da 15.ª Universidade Europa, perante uma plateia de jovens, o líder social-democrata questionou se o país vai &#8220;ficar a olhar para as questões e a ver os outros&#8221; a ultrapassarem-no ou vai &#8220;pôr as mãos nos problemas e resolvê-los com tranquilidade&#8221;.</P><br />
<P>Luís Montenegro garantiu que &#8220;ninguém quer estar a retirar direitos a ninguém&#8221;, mas, antes, &#8220;dar um exercício aos direitos, nomeadamente dos trabalhadores, que tenha um melhor resultado&#8221;.</P><br />
<P>Para o chefe do executivo, &#8220;isto tem tudo a ver com a Europa, porque é por estas e por outras que a Europa fica para trás&#8221;, sustentando que, no continente europeu, &#8220;há estes exemplos face aos outros blocos&#8221;, de &#8220;falta de capacidade de decidir e de implementar, de arrojo&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;E nós precisamos de políticos com arrojo, precisamos de empresários com arrojo, precisamos de sindicalistas com arrojo, não precisamos de estruturas que funcionam com os enquadramentos do século XX, para serem competitivos no século XXI&#8221;, declarou, defendendo que estes &#8220;não têm hipótese nenhuma&#8221; e &#8220;é por isso que, depois, têm um decréscimo de representatividade&#8221;.</P><br />
<P>Na opinião de Luís Montenegro, é também por isso que há &#8220;um desfasamento completo entre aquilo que verdadeiramente interessa aos setores mais dinâmicos e aquilo que verdadeiramente é viver centrado no seu próprio interesse&#8221;.</P><br />
<P>Antes, perguntou aos presentes como se vão &#8220;encarar estes desafios, que são os desafios do século XXI, da economia do século XXI, do mercado do século XXI, com as receitas do século XX, com os partidos que pensam como se pensava no século XX, com os sindicatos do século XX&#8221;, desafiando a &#8220;olhar para aquilo que é necessário fazer&#8221;.</P><br />
<P>Para o presidente do PSD, é necessário &#8220;discutir com humildade, com espírito democrático e de abertura&#8221;, reiterando que o país, que está &#8220;a discutir regras que nos outros países há vezes dois, vezes três e vezes quatro&#8221;, tem de ser mais competitivo e produtivo.</P><br />
<P>Considerando que o mercado laboral flexível é &#8220;no sentido do interesse do trabalhador, não é flexível para ser despedido, como querem confundir aí as coisas&#8221;, Montenegro insistiu que &#8220;é no interesse do trabalhador, no interesse da gestão da empresa, da produtividade da empresa, para ganhar mais, para pagar mais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É isto que se faz na Europa, em Portugal não se quer fazer&#8221;, lamentou.</P><br />
<P>As negociações sobre a reforma laboral terminaram na quinta-feira sem acordo entre o Governo e os parceiros sociais, assumiu a ministra do Trabalho, dizendo que um dos parceiros foi intransigente, mas o executivo quer levar uma iniciativa ao parlamento.</P><br />
<P>&#8220;Encerrámos o processo de negociação relativo ao anteprojeto Trabalho XXI&#8221;, disse a ministra no final da reunião plenária de Concertação Social, que, em Lisboa, referindo que &#8220;infelizmente, não foi possível chegar a um a acordo, apesar de todo o esforço que o Governo fez&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>SR (JMF/PCT) // SF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760864]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Rali de Portugal: Thierry Neuville vence prova lusa pela segunda vez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 13:24:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O piloto belga Thierry Neuville (Hyundai i20) venceu hoje a 59.ª edição do Rali de Portugal, sexta ronda da temporada, repetindo o feito conseguido pela primeira vez em 2018.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O piloto belga Thierry Neuville (Hyundai i20) venceu hoje a 59.ª edição do Rali de Portugal, sexta ronda da temporada, repetindo o feito conseguido pela primeira vez em 2018.</P><br />
<P>O campeão mundial de 2024 herdou o comando à entrada para a última especial, após um furo do francês Sébastien Ogier (Toyota Yaris), garantindo o triunfo com 16,3 segundos de vantagem sobre o sueco Oliver Solberg (Toyota Yaris) e 29,1 sobre o britânico Elfyn Evans (Hyundai i20).</P><br />
<P>Com estes resultados, Evans reforçou a liderança do campeonato, com 123 pontos contra os 111 do segundo classificado, o japonês Takamoto Katsuta (Toyota Yaris), que hoje foi quinto classificado.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760863]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Teerão respondeu à proposta dos EUA para acabar com a guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 13:24:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão transmitiu a sua resposta à proposta dos Estados Unidos para terminar a guerra no Médio Oriente, através do Paquistão, que está a fazer a mediação, avançou hoje a imprensa estatal iraniana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão transmitiu a sua resposta à proposta dos Estados Unidos para terminar a guerra no Médio Oriente, através do Paquistão, que está a fazer a mediação, avançou hoje a imprensa estatal iraniana.</P><br />
<P>&#8220;O Irão apresentou formalmente aos mediadores paquistaneses a sua resposta à mais recente proposta dos EUA destinada a pôr fim à guerra&#8221;, noticiou a agência oficial IRNA, citando &#8220;uma fonte familiarizada com o assunto&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a mesma fonte, adianta a IRNA, &#8220;de acordo com o plano proposto, a fase atual das negociações está focada exclusivamente na cessação das hostilidades na região&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760862]]></sapo:autor>
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		<title>Telemóvel com ecrã rachado? Especialistas alertam para riscos e perigos de o continuar a usar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/telemovel-com-ecra-rachado-especialistas-alertam-para-riscos-e-perigos-de-o-continuar-a-usar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 13:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma queda aparentemente banal pode deixar mais do que uma marca estética no telemóvel. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma queda aparentemente banal pode deixar mais do que uma marca estética no telemóvel. Um simples ecrã rachado pode esconder riscos significativos para a segurança do utilizador e até da habitação, sobretudo quando surgem sinais de sobreaquecimento ou infiltração de humidade.</p>
<p>Especialistas em mecânica e reparação tecnológica alertam que nem todas as fissuras são iguais. Algumas limitam-se ao impacto visual, mas outras podem comprometer componentes internos essenciais e desencadear falhas elétricas com potencial perigoso.</p>
<p>Dibakar Datta, professor associado de mecânica no New Jersey Institute of Technology, explica que o ecrã de um smartphone é composto por várias camadas interligadas do ponto de vista mecânico e funcional. Uma pequena fissura na camada exterior pode, com o tempo, afetar o sensor tátil, o painel de visualização e até os circuitos internos.</p>
<p>Ainda assim, nem todos os danos exigem alarme imediato. Segundo o especialista, pequenas fissuras num dos cantos do ecrã tendem a representar um risco reduzido. “Essa pequena fissura no canto é geralmente considerada de baixo risco. Se o ecrã continuar a responder corretamente ao toque e não houver sinais de descoloração, cintilação ou distorção, o dano é principalmente cosmético”, afirma.</p>
<p>O elevado custo de substituição do ecrã leva muitos utilizadores a adiar a reparação. No caso de modelos mais recentes da Apple, por exemplo, a substituição pode atingir os 379 dólares para quem não tenha o plano de assistência alargado AppleCare+.</p>
<p><strong>Calor é o principal sinal de perigo</strong><br />
O cenário muda radicalmente quando a zona da fissura começa a aquecer. Para os especialistas, o calor é o indício mais importante de que algo está errado.</p>
<p>“Se está a sentir calor, há algo errado. Este é um forte sinal de que podem existir danos relacionados com humidade ou instabilidade da bateria”, sublinha Datta.</p>
<p>Arthur Shi, redator técnico sénior da iFixit — plataforma especializada em manuais de reparação e venda de peças para reparações autónomas — reforça o alerta. Embora um ecrã partido não provoque choques elétricos e, em muitos casos, continue a funcionar, um ponto anormalmente quente pode indicar um curto-circuito interno.</p>
<p>“Um ponto anormalmente quente pode significar um curto-circuito elétrico. Se aquecer o suficiente, pode potencialmente fazer com que a bateria se incendeie”, avisa Shi.</p>
<p>Em situações extremas, o risco pode ultrapassar o próprio equipamento e comprometer a segurança da habitação. Perante sinais de aquecimento anormal, a recomendação é clara: desligar imediatamente o dispositivo e procurar avaliação técnica especializada.</p>
<p>Datta acrescenta que o calor pode resultar de falhas elétricas internas ou de um fluxo anómalo de corrente. Nessas circunstâncias, o equipamento deve ser desligado de imediato e analisado por um técnico profissional, de forma a evitar agravamento dos danos.</p>
<p><strong>Fissuras em teia de aranha facilitam infiltrações</strong><br />
Outro tipo de dano que merece atenção é a fissura em padrão de “teia de aranha”. Para Datta, este tipo de racha tende a propagar-se e comprometer estruturalmente o equipamento.</p>
<p>Além do risco estrutural, existem perigos físicos imediatos. Shi alerta que as arestas afiadas e os pequenos fragmentos de vidro podem causar cortes ou alojar-se na pele. Para reduzir o risco, sugere a aplicação de fita adesiva larga sobre todo o ecrã, como medida temporária.</p>
<p>No entanto, os problemas não se ficam pelos cortes. Fissuras extensas podem afetar o painel de visualização e outros componentes laminados que, nos smartphones modernos, integram um único conjunto. Quando essa estrutura é comprometida, a substituição tende a abranger todo o módulo do ecrã.</p>
<p><strong>Humidade pode provocar danos irreversíveis</strong><br />
A infiltração de humidade é um dos fatores mais críticos associados a ecrãs rachados. Mesmo uma pequena fissura pode permitir, ao longo do tempo, a entrada gradual de humidade — especialmente em ambientes húmidos ou através do contacto com suor.</p>
<p>Segundo Datta, essa humidade pode infiltrar-se na camada responsável pelo sensor tátil, o digitizer, afetando o funcionamento do toque. Se o ecrã deixar de responder corretamente aos gestos, a causa pode não ser apenas software, mas sim a progressão dos danos físicos.</p>
<p>Quando a humidade entra em contacto com os componentes metálicos internos, podem iniciar-se reações químicas que degradam a placa de circuito, oxidam conectores e enfraquecem soldaduras. O resultado pode ser dano irreversível.</p>
<p>Em casos mais graves, a exposição prolongada à humidade pode ainda contribuir para a degradação interna da célula da bateria e aumentar o risco de sobreaquecimento.</p>
<p>O que poderia ser uma simples substituição de ecrã pode, assim, transformar-se na necessidade de trocar todo o equipamento.</p>
<p><strong>Reparar cedo evita custos mais elevados</strong><br />
Apesar dos riscos, a substituição do ecrã continua a ser, na maioria dos casos, um procedimento relativamente simples. “A substituição do ecrã é relativamente direta”, assegura Arthur Shi.</p>
<p>A recomendação dos especialistas é agir antes que os danos atinjam componentes críticos e impliquem intervenções mais dispendiosas, como a troca da bateria ou da placa principal.</p>
<p>A orientação final é inequívoca: perante fissuras que se agravam, sinais de infiltração ou qualquer aquecimento anormal, o telemóvel deve ser avaliado por um técnico qualificado ou reparado com recurso a guias detalhados e de qualidade. Ignorar o problema pode transformar um dano aparentemente superficial numa ameaça real à segurança.</p>
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		<item>
		<title>Benfica derrotado pelo Esneca Fraga na final da &#8216;Champions&#8217; feminina de hóquei em patins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 12:42:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica foi hoje derrotado por 4-1 pelas espanholas do Esneca Fraga na final da Liga dos Campeões feminina de hóquei em patins, e falhou a conquista do título, que lhe foge desde 2014/15.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica foi hoje derrotado por 4-1 pelas espanholas do Esneca Fraga na final da Liga dos Campeões feminina de hóquei em patins, e falhou a conquista do título, que lhe foge desde 2014/15.</P><br />
<P>Em Coimbra, a formação espanhola chegou ao intervalo com dois golos de vantagem, ambos apontados por Adriana Soto, com o Benfica a reduzir na segunda parte, por Sara Roces, mas o Esneca Fraga voltou a aumentar a vantagem com tentos de Carla Fontdeglòria e María Sanjurjo.</P><br />
<P>Com este triunfo, o Esneca Fraga conquista a competição pela segunda vez, depois de já terem vencido em 2023/24, enquanto o Benfica continua com um cetro, em 2014/15, o único que não foi conseguido por formações espanholas.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760861]]></sapo:autor>
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		<title>Comissão de trabalhores acusa Governo de querer desmantelar INEM com nova reforma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 12:24:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A comissão de trabalhadores do INEM criticou hoje a nova lei orgânica, considerando que se trata de um "desmantelamento daquilo que devia ser reforçado" ao rejeitar o modelo de integração das ambulâncias nas unidades locais de saúde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A comissão de trabalhadores do INEM criticou hoje a nova lei orgânica, considerando que se trata de um &#8220;desmantelamento daquilo que devia ser reforçado&#8221; ao rejeitar o modelo de integração das ambulâncias nas unidades locais de saúde.</P><br />
<P>&#8220;A comissão de trabalhadores não aceita que se chame &#8216;refundação&#8217; ao desmantelamento daquilo que devia ser reforçado&#8221;, refere aquela estrutura que representa os trabalhadores do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) sobre a nova lei orgânica do INEM aprovada na passada quinta-feira pelo Governo.</P><br />
<P>A Comissão de Trabalhadores do INEM rejeita o novo modelo de integração das ambulâncias Sistema Imediato de Vida (SIV) nas unidades locais de saúde (ULS), frisando que a integração já existe e as  equipas SIV são hoje compostas por enfermeiros do INEM, técnicos de emergência pré-hospitalar do INEM e enfermeiros das ULS.</P><br />
<P>&#8220;Transferir uma resposta diferenciada, que funciona, com histórico, enquadramento operacional, formação específica e integração no Sistema Integrado de Emergência Médica, para estruturas cuja missão principal não é a emergência médica pré-hospitalar, não é reformar. É abandonar uma missão pública essencial&#8221;, sustenta.</P><br />
<P>A comissão de trabalhadores considera que o Governo &#8220;em vez de corrigir falhas, reforçar equipas e melhorar condições de trabalho&#8221;, opou &#8220;por transferir o problema&#8221;, o que, no entender desta estrutura, não se trata de &#8220;coragem política&#8221;, mas &#8220;desresponsabilização, perigoso e um ato de cobardia institucional&#8221;.</P><br />
<P>Dando conta da realidade nas ULS, como &#8220;supervisão clínica e formação contínua inexistentes, avaliação de desempenho atrasada e pouco clara, bolsas de horas e folgas não pagas, reposicionamentos sem progressão de carreira, retroativos por liquidar&#8221;, a comissão de trabalhares refere que no INEM &#8220;estes processos funcionam&#8221; e que integrar os profissionais do instituto nas ULS &#8220;não é harmonizar&#8221;, mas &#8220;exportar as disfunções que o INEM ainda evita&#8221;.</P><br />
<P>A comissão de trabalhadores salienta que há muitas questões legítimas e urgentes que estão por responder, como evolução de carreiras dos profissionais do INEM, meios, substituição de recursos humanos e stock em situação de pandemia ou evento crítico sem INEM na retaguarda e correção de incidentes críticos.</P><br />
<P>O INEM tem estado envolvido em várias polémicas, entre as quais os efeitos das greves dos técnicos de emergência pré-hospitalar no final de 2024, que levou a ministra Ana Paula Martins a chamar a si a competência direta do instituto e anunciar a sua refundação.</P><br />
<P>A nova lei orgânica foi considerada uma das peças-chave dessa refundação, com presidente do instituto, Luís Mendes Cabral, a considerar que se tratava da &#8220;necessidade mais permanente&#8221; para reorganizar o sistema de emergência médica e corrigir limitações estruturais.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760860]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus: Aviões começam a repatriar passageiros de navio a partir das Canárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 12:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro avião com pessoas do navio do surto de hantavírus saiu já das Canárias para Madrid e ao longo da tarde sairão vários voos de repatriamento, disse o Governo de Espanha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro avião com pessoas do navio do surto de hantavírus saiu já das Canárias para Madrid e ao longo da tarde sairão vários voos de repatriamento, disse o Governo de Espanha.</P><br />
<P>As primeiras pessoas a serem retiradas do cruzeiro &#8220;MV Hondius&#8221; hoje, por volta das 09:30 (mesma hora em Lisboa), no porto de Granadilla, em Tenerife, foram as que têm nacionalidade espanhola, 13 passageiros e um membro da tripulação.</P><br />
<P>Esse grupo está já a caminho de um hospital militar em Madrid, num avião que saiu do aeroporto Tenerife Sul poucos minutos antes das 12:00 (hora local e em Lisboa), confirmou a ministra da Saúde de Espanha, Mónica García, em declarações a jornalistas no porto de Granadilla.</P><br />
<P>Estão também já no aeroporto, prontos para sair num avião enviado por França, os cinco nacionais deste país que estavam no cruzeiro, disse a ministra.</P><br />
<P>O próximo grupo que vai ser desembarcado são quatro canadianos e ainda hoje, ao longo da tarde, serão retirados do barco e repatriados os nacionais do Reino Unido (22 pessoas), da Turquia (3), da Irlanda (1), dos Estados Unidos (17) e um grupo de 26 passageiros e tripulantes oriundos de diversos países que vão ser transportados pelos Países Baixos. </P><br />
<P>A operação de desembarque está a decorrer &#8220;com toda a normalidade e com todas as medidas de segurança&#8221;, disse Mónica García, que confirmou que todas as 147 pessoas que estavam no barco à chegada às Canárias hoje de manhã estão sem sintomas de doença.</P><br />
<P>O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, que está também no porto de Grandiilla, agradeceu a boa coordenação da operação, que envolve também a União Europeia.</P><br />
<P>Tedros Adhanom Ghebreyesus reiterou a mensagem de que o hantavírus é um vírus conhecido da ciência e analisado há anos pelos peritos e que este surto representa um risco baixo.</P><br />
<P>A operação que está a decorrer nas Canárias deverá prolongar-se até segunda-feira à tarde, quando está prevista a saída do último avião de repatriamento, que terá como destino a Austrália e vai levar seis pessoas de diferentes nacionalidades.</P><br />
<P>Antes, durante a manhã de segunda-feira, o navio, que tem bandeira neerlandesa, será reabastecido, também no porto de Granadilla, para poder seguir viagem até aos Países Baixos logo que terminarem os desembarques.</P><br />
<P>O navio, que esteve de quarentena em Cabo Verde, chegou hoje de madrugada às Canárias e está ancorado no porto de Granadilla, havendo 147 pessoas a bordo, entre passageiros, tripulantes e pessoal médico da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês), segundo a empresa Oceandrive, a dona do cruzeiro.</P><br />
<P>O que está previsto é que desembarquem no arquipélago espanhol mais de 100 pessoas, que serão repatriadas em aviões de vários países e da União Europeia (UE).</P><br />
<P>Deverão manter-se no barco pelo menos 30 membros da tripulação.</P><br />
<P>O desembarque e repatriamento das pessoas a bordo faz-se em zonas isoladas do porto industrial de Granadilla e do aeroporto Tenerife Sul, sem qualquer contacto com a população local.</P><br />
<P>Está também isolado o percurso de cerca de 10 quilómetros entre o porto e o aeroporto.</P><br />
<P>O transporte neste percurso é feito em veículos militares.</P><br />
<P>Os tripulantes e passageiros só saem do barco quando o avião que os vai repatriar está já preparado para descolar e são levados diretamente à pista do aeroporto.</P><br />
<P>A OMS confirmou até agora seis casos de oito suspeitos de infeção com hantavírus em pessoas que viajaram neste barco. Três pessoas morreram e nenhum dos doentes ou suspeitos de estarem infetados estão já a bordo.</P><br />
<P>O barco viajava desde a Argentina até Cabo Verde, pelo Atlântico Sul, e suscitou um alerta sanitário internacional no passado fim de semana.</P><br />
<P>O hantavírus transmite-se geralmente a partir de roedores infetados. A variante detetada no paquete, o hantavírus Andes, é rara e pode transmitir-se de pessoa para pessoa. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760859]]></sapo:autor>
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		<title>Reduzir cosméticos durante cinco dias baixa drasticamente a carga de químicos no corpo, revelam cientistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 12:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Basta uma alteração temporária na rotina diária de higiene e beleza para reduzir de forma significativa a presença de certos compostos químicos no organismo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Basta uma alteração temporária na rotina diária de higiene e beleza para reduzir de forma significativa a presença de certos compostos químicos no organismo. Um estudo conduzido em França demonstra que diminuir o uso de cosméticos durante apenas cinco dias pode baixar em 39% os níveis de bisfenol A (BPA) e em 30% os de metilparabeno detetados na urina.</p>
<p>A investigação foi liderada pelo Inserm, em colaboração com a Universidade Grenoble-Alpes e o CNRS, e publicada na revista científica Environment International. O trabalho envolveu cerca de uma centena de estudantes da cidade de Grenoble, com idades entre os 18 e os 30 anos, e reforça a ideia de que a exposição a determinados compostos químicos pode ser rapidamente alterada através de mudanças simples nos hábitos quotidianos.</p>
<p><strong>Resultados mostram queda significativa em cinco dias</strong><br />
Durante o estudo, os participantes reduziram o número de cosméticos utilizados e substituíram produtos habituais — como sabonetes, pastas dentífricas ou desodorizantes — por alternativas formuladas sem fenóis sintéticos, parabenos, ftalatos nem éteres de glicol. Após cinco dias, a comparação das amostras de urina recolhidas antes e depois da intervenção revelou uma descida de 39% na concentração urinária de bisfenol A e de 30% no metilparabeno.</p>
<p>Os investigadores observaram ainda uma redução de 22% no marcador de exposição ao ftalato de monoetilo, substância associada ao uso de fragrâncias, bem como uma menor presença de propilparabeno. Estes dados apontam para um impacto direto e quase imediato da diminuição do uso de certos produtos de higiene e cosmética na chamada “carga química” do organismo.</p>
<p><strong>Uma via de exposição diária frequentemente ignorada</strong><br />
O estudo sublinha que os cosméticos e produtos de higiene pessoal representam uma via de exposição diária a múltiplos compostos químicos. Muitos destes ingredientes estão sob escrutínio científico devido ao seu potencial efeito de desregulação endócrina, ou seja, à sua capacidade de interferir com o sistema hormonal, podendo estar associados, em determinadas circunstâncias, a problemas de fertilidade ou de desenvolvimento.</p>
<p>No caso específico do bisfenol A, a preocupação é particularmente elevada. A União Europeia classifica-o como substância “de muito elevada preocupação” e como disruptor endócrino comprovado. Segundo o Inserm, a presença de BPA em produtos de cuidado pessoal não resulta de uma utilização autorizada como ingrediente, podendo estar relacionada com contaminações durante o processo de fabrico ou com os materiais das embalagens.</p>
<p><strong>Possível impacto na saúde pública</strong><br />
Os autores da investigação vão mais longe e estimam que, se este tipo de alteração comportamental fosse adotado em larga escala, poderia haver repercussões relevantes na saúde pública. De acordo com os cálculos apresentados, a redução da exposição ao BPA em mulheres jovens poderia traduzir-se em menos casos de asma infantil associados à exposição pré-natal e em poupanças de vários milhões de euros anuais para o sistema de saúde.</p>
<p>Ainda assim, os investigadores defendem que não basta agir ao nível individual. Consideram necessárias regras mais rigorosas relativamente à composição dos produtos cosméticos e às características das embalagens, de forma a limitar a exposição da população a substâncias potencialmente nocivas.</p>
<p>O estudo reforça, assim, a ideia de que pequenas mudanças na rotina diária — como a escolha criteriosa de produtos de higiene e beleza — podem ter efeitos mensuráveis e rápidos na redução da exposição a compostos químicos com impacto potencial na saúde.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759528]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Com cozinha equipada e ar condicionado: esta casa pré-fabricada inclui tudo por menos de 8 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 11:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[casas pré-fabricadas]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O aumento dos preços da habitação está a levar cada vez mais pessoas a procurar alternativas mais económicas e práticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="92" data-end="368">O aumento dos preços da habitação está a levar cada vez mais pessoas a procurar alternativas mais económicas e práticas. Entre as opções que mais têm crescido estão as casas pré-fabricadas, um segmento que continua a ganhar popularidade junto de jovens, famílias e reformados.</p>
<p data-start="370" data-end="560">Uma das propostas que está a chamar a atenção é o modelo Emerald, uma casa móvel pré-fabricada com quase 13 metros de comprimento, totalmente mobilada e equipada, disponível por 7.550 euros.</p>
<p data-start="562" data-end="745">De acordo com o Noticias Trabajo, esta habitação está à venda através da empresa Contenedores Torrijos SL e inclui praticamente tudo o que é necessário para começar a viver no espaço.</p>
<p data-section-id="1je7834" data-start="747" data-end="803"><strong>Casa móvel inclui cozinha, quartos e ar condicionado</strong></p>
<p data-start="805" data-end="1063">Segundo o Noticias Trabajo, a casa mede 12,90 metros de comprimento por 4,13 metros de largura e destaca-se por combinar madeira e aço na estrutura principal. O chassis é fabricado em aço galvanizado a quente, permitindo uma maior resistência e durabilidade.</p>
<p data-start="1065" data-end="1236">Uma das grandes vantagens do modelo é a mobilidade. A habitação possui eixos com rodas e uma barra de reboque desmontável, facilitando o transporte para diferentes locais.</p>
<p data-start="1238" data-end="1413">No interior, a casa é entregue totalmente equipada. Os quartos incluem cama, armário e decoração, enquanto a sala dispõe de sofá-cama, zona de refeições e mobiliário auxiliar.</p>
<p data-start="1415" data-end="1505">A cozinha já vem equipada com frigorífico, forno, máquina de lavar loiça e placa elétrica.</p>
<p data-section-id="9othq3" data-start="1507" data-end="1563"><strong>Eficiência energética e isolamento são pontos fortes</strong></p>
<p data-start="1565" data-end="1744">Outro dos destaques deste modelo passa pela eficiência energética. A casa incorpora isolamento térmico com lã mineral e possui sistemas de proteção contra humidade, vapor e vento.</p>
<p data-start="1746" data-end="1897">As janelas em PVC com triplo vidro e estrutura de seis câmaras ajudam também no isolamento acústico e térmico, permitindo reduzir o consumo energético.</p>
<p data-start="1899" data-end="2097">Além das instalações de eletricidade, canalização, ventilação e televisão, a habitação inclui pré-instalações para aquecimento elétrico, iluminação LED e sistemas de climatização com controlo Wi-Fi.</p>
<p data-start="2099" data-end="2224">O ar condicionado com bomba de calor está igualmente incluído e alguns modelos permitem ainda adicionar uma lareira elétrica.</p>
<p data-start="2274" data-end="2428">A casa pré-fabricada inclui ainda uma casa de banho totalmente equipada com cabine de duche, sanita, lavatório, ventilação mecânica e mobiliário completo.</p>
<p data-start="2430" data-end="2579">A entrega pode ser feita em qualquer ponto de Espanha num prazo estimado entre dois a cinco dias, embora os custos de transporte sejam pagos à parte.</p>
<p data-section-id="k2iypm" data-start="2581" data-end="2637"><strong>O que é preciso para instalar uma casa pré-fabricada</strong></p>
<p data-start="2639" data-end="2766">Apesar do preço acessível, a instalação de uma casa pré-fabricada obriga ao cumprimento de várias regras urbanísticas e legais.</p>
<p data-start="2768" data-end="2981">Segundo a informação citada pelo Noticias Trabajo, estas habitações estão sujeitas à mesma legislação das casas tradicionais em Espanha, incluindo a Lei de Ordenação da Edificação e o Código Técnico da Edificação.</p>
<p data-start="2983" data-end="3107">Antes da instalação, é necessário possuir um terreno adequado e garantir que o projeto cumpre as normas urbanísticas locais.</p>
<p data-start="3109" data-end="3274">Também é obrigatória a obtenção de licença urbanística, pagamento dos respetivos impostos e posterior emissão da licença de utilização e da cédula de habitabilidade.</p>
<p data-start="3276" data-end="3376" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Além disso, o terreno deve dispor de acesso a serviços básicos como água, eletricidade e saneamento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760068]]></sapo:autor>
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		<title>Insónias ao deitar? O segredo para descanso profundo pode ser trocar o telemóvel… por banda desenhada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 11:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O impacto do uso do telemóvel antes de dormir tem sido repetidamente apontado por especialistas como prejudicial à qualidade do sono.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O impacto do uso do telemóvel antes de dormir tem sido repetidamente apontado por especialistas como prejudicial à qualidade do sono. Ainda assim, o hábito de percorrer notícias, redes sociais ou mensagens até adormecer continua a ser comum. Foi precisamente esse comportamento que o jornalista britânico Joel Harley decidiu alterar — e os efeitos, garante, foram significativos.</p>
<p>Num artigo publicado no jornal britânico The Guardian, Joel Harley relata a experiência de ter substituído o uso do telemóvel à noite pela leitura de banda desenhada. A mudança, segundo o próprio, trouxe alterações profundas não apenas na qualidade do sono, mas também no conteúdo dos seus sonhos e no seu bem-estar geral.</p>
<p><strong>Noites marcadas por ansiedade digital</strong><br />
Durante anos, o jornalista descreve que o seu ritual noturno consistia em deitar-se e permanecer agarrado ao telemóvel até adormecer. “Costumava ir para a cama e ficar a olhar para o telemóvel até adormecer. Quando não estava a ler compulsivamente manchetes alarmistas, acabava por adormecer no meio de comentários odiosos nas redes sociais ou a reviver dramas do trabalho através das versões móveis do Teams e do Slack”, relata.</p>
<p>O resultado, explica, era um sono inquieto e fortemente marcado pela ansiedade. “Quando finalmente conseguia adormecer, o sono era agitado e repleto de ansiedade. Com a mente inundada por receios de todo o tipo de apocalipses e pela virulência de agitadores na Internet, não é de admirar que os meus sonhos estivessem cheios do mesmo”, descreve.</p>
<p>A constante exposição a conteúdos negativos, polémicos ou alarmistas acabava por prolongar, durante a noite, o clima de tensão acumulado ao longo do dia.</p>
<p><strong>Um ponto de viragem numa noite de insónia</strong><br />
O momento de mudança surgiu após uma noite particularmente difícil. Joel Harley explica que, numa fase em que o debate online em torno da iminente segunda legislatura de Donald Trump gerava intensa agitação digital, percebeu que precisava de redefinir as suas rotinas noturnas.</p>
<p>“Impulsionado pelo alvoroço na Internet em torno da iminente segunda legislatura de Donald Trump, percebi que precisava de cuidar da minha saúde mental e criar novas rotinas antes que o medo e a raiva me consumissem por completo”, afirma.</p>
<p>Foi então que decidiu abandonar o telemóvel antes de dormir e optar por algo diferente: a leitura de banda desenhada.</p>
<p><strong>Sonhos mais fantasiosos e menos dominados por medos</strong><br />
A substituição do ecrã pela leitura trouxe efeitos rápidos, segundo o jornalista. “Em vez de pegar no telemóvel à noite, optei por ler uma banda desenhada. Lê-las em adulto devolveu-me essa capacidade de deslumbramento infantil que ultrapassou as minhas ansiedades”, escreve.</p>
<p>A mudança refletiu-se diretamente na qualidade do descanso. “Notei que o meu sono começou a melhorar. Os meus sonhos eram mais fantasiosos e menos marcados pelos terrores quotidianos”, descreve.</p>
<p>A leitura, associada a narrativas visuais e universos imaginativos, passou a ocupar o espaço mental que antes era preenchido por conflitos digitais, polémicas políticas e tensões profissionais.</p>
<p><strong>Autocuidado em vez de fuga</strong><br />
Joel Harley faz questão de sublinhar que esta redescoberta da banda desenhada não representa uma tentativa de escapar à realidade. “Redescobrir o meu amor pela banda desenhada não consiste em esconder a cabeça na areia refugiando-me em universos imaginários. Trata-se de dedicar tempo ao autocuidado num mundo que nos exige cada vez mais a nível mental”, esclarece.</p>
<p>Para o jornalista, a mudança de hábito foi uma forma consciente de proteger a saúde mental e estabelecer limites face à sobrecarga informativa e emocional proporcionada pelos dispositivos digitais.</p>
<p><strong>Impacto no humor e na criatividade</strong><br />
Os efeitos não se limitaram ao sono. Joel Harley garante que a decisão de abandonar o telemóvel antes de dormir teve repercussões mais amplas na sua vida diária. “Deixar para trás essas noites agarrado ao telemóvel melhorou o meu estado de espírito, a minha criatividade e a minha visão geral da vida”, afirma.</p>
<p>A experiência relatada pelo jornalista reforça a ideia, frequentemente defendida por especialistas, de que a exposição prolongada a ecrãs antes de dormir pode afetar negativamente o descanso. Ao mesmo tempo, sugere que pequenas alterações na rotina noturna podem ter impacto significativo na qualidade do sono e no equilíbrio emocional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759518]]></sapo:autor>
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		<title>Colisão entre três automóveis faz um ferido grave e corta EN8 em Botica, Loures</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 10:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A EN8 (Estrada Nacional) encontra-se cortada na localidade de Botica, Loures, devido a uma colisão entre três veículos ligeiros que provocaram um ferido grave e dois ligeiros, disse à Lusa fonte da proteção civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A EN8 (Estrada Nacional) encontra-se cortada na localidade de Botica, Loures, devido a uma colisão entre três veículos ligeiros que provocaram um ferido grave e dois ligeiros, disse à Lusa fonte da proteção civil.</P><br />
<P>De acordo com a fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Grande Lisboa, o alerta para o acidente, na Rua dos Combatentes do Ultramar, foi dado pelas 11:03, encontrando-se cortada a EN8 na zona de Botica, no concelho de Loures, distrito de Lisboa.</P><br />
<P>Segundo a fonte, o acidente envolveu três veículos ligeiros de passageiros e a colisão provocou um ferido grave e dois ligeiros.</P><br />
<P>No local encontram-se 15 operacionais, apoiados por 15 veículos, entre bombeiros, PSP e INEM.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760858]]></sapo:autor>
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		<title>Pelo menos 14 polícias mortos em ataque suicida por dissidentes dos talibãs paquistaneses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 10:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 14 agentes da polícia morreram no noroeste do Paquistão, num ataque suicida reivindicado por um grupo dissidente dos talibãs paquistaneses, anunciaram hoje as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 14 agentes da polícia morreram no noroeste do Paquistão, num ataque suicida reivindicado por um grupo dissidente dos talibãs paquistaneses, anunciaram hoje as autoridades. </P><br />
<P>Um bombista suicida e vários homens armados detonaram um veículo carregado de explosivos perto de um posto de segurança em Bannu, um distrito da província de Khyber Pakhtunkhwa, na fronteira com o Afeganistão, na noite de sábado, disse o responsável policial Sajjad Khan, segundo a agência AP. </P><br />
<P>O ataque desencadeou um tiroteio intenso e alguns agentes foram mortos no confronto, enquanto outros morreram mais tarde após o desabamento do edifício.</P><br />
<P>Os socorristas realizaram uma operação de busca que durou horas, utilizando maquinaria pesada, para recuperar corpos debaixo dos escombros, disse Khan, acrescentando que três outros polícias ficaram feridos no ataque.</P><br />
<P>As forças de segurança também lançaram uma operação para localizar os autores.</P><br />
<P>Um grupo militante recém-formado, Ittehad-ul-Mujahideen Pakistan (IMP), reivindicou a responsabilidade pelo ataque, numa declaração enviada a jornalistas. </P><br />
<P>Embora o grupo afirme ter sido formado por fações dissidentes dos talibãs paquistaneses, conhecidas como Tehrik-e-Taliban Pakistan (TTP), as autoridades acusaram-no de ser uma fachada para o TTP.</P><br />
<P>O Paquistão tem assistido a um aumento da violência militante nos últimos anos, grande parte atribuída ao TTP, um grupo separado mas aliado dos talibãs afegãos, que regressaram ao poder no Afeganistão em 2021.</P><br />
<P>Islamabade acusa frequentemente o Governo talibã do Afeganistão de dar refúgio ao TTP, uma alegação que Cabul nega.</P><br />
<P>As tensões entre os dois vizinhos persistem, e ambos os lados envolveram-se em combates que mataram centenas de pessoas desde o final de fevereiro.</P><br />
<P>No início de abril, autoridades afegãs e paquistanesas realizaram conversações de paz mediadas pela China. </P><br />
<P>No entanto, apesar das negociações, os confrontos esporádicos transfronteiriços continuaram, embora com menor intensidade do que antes.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760857]]></sapo:autor>
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		<title>Ignorou email da lotaria por pensar que era spam e afinal tinha ganho 30 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 10:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O vencedor foi o único apostador a acertar na chave premiada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="94" data-end="394">Um pai de família australiano ignorou inicialmente um email que anunciava um prémio milionário por acreditar que se tratava de uma fraude. No entanto, a mensagem era verdadeira e o homem tinha acabado de ganhar 50 milhões de dólares australianos, cerca de 30 milhões de euros, num sorteio da lotaria.</p>
<p data-start="396" data-end="600">De acordo com o Huffingtonpost, o vencedor foi o único apostador a acertar na chave premiada. A aposta tinha sido feita através da aplicação oficial da lotaria e custou apenas 6,30 dólares australianos.</p>
<p data-start="646" data-end="906">Segundo o Huffingtonpost, a organização da lotaria tentou inicialmente contactar o vencedor por telefone, mas o número associado à conta estava desatualizado. Sem conseguir chegar ao homem dessa forma, enviou-lhe um email a informar que tinha ganho o prémio.</p>
<p data-start="908" data-end="1073">O australiano revelou que ignorou completamente a primeira mensagem. “Vi o primeiro email e nem sequer o abri. Pensei que era lixo eletrónico e apaguei-o”, explicou.</p>
<p data-start="1075" data-end="1212">Foi apenas depois de receber um segundo aviso que começou a desconfiar de que algo poderia ser verdadeiro e decidiu verificar a situação.</p>
<p data-start="1238" data-end="1353">Depois de entrar em contacto com a lotaria, o homem confirmou que era efetivamente o vencedor do prémio milionário.</p>
<p data-start="1355" data-end="1488">“É mesmo verdade?”, perguntou incrédulo ao perceber que tinha ganho 50 milhões de dólares australianos. “É uma loucura”, acrescentou.</p>
<p data-start="1490" data-end="1613">O vencedor contou que estava em casa a ver um jogo de futebol australiano com o filho quando recebeu a confirmação oficial.</p>
<p data-start="1655" data-end="1795">O homem explicou que até agora vivia numa casa arrendada com a família e admitiu que nunca imaginou conseguir comprar uma habitação própria.</p>
<p data-start="1797" data-end="1929">Segundo relatou, a intenção passa agora por adquirir uma casa na mesma zona onde vive atualmente e ajudar os filhos financeiramente.</p>
<p data-start="1931" data-end="2060">Apesar da fortuna, garantiu que pretende continuar a viver de forma discreta e usar parte do dinheiro para ajudar outras pessoas.</p>
<p data-start="2062" data-end="2258" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O vencedor revelou ainda que escolheu os números da aposta de forma aleatória, embora tenha incluído o número 14, o seu favorito no futebol, que acabou por coincidir com um dos números vencedores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760057]]></sapo:autor>
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		<title>Longevidade e alimentação: Saiba quais são as 10 melhores frutas para proteger o cérebro e as células</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 10:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A fruta é amplamente reconhecida como um dos pilares de uma alimentação equilibrada e promotora de saúde. Segundo a Fundação Espanhola do Coração, a recomendação é consumir mais de três porções por dia, sendo que cada porção deverá situar-se entre 120 e 200 gramas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fruta é amplamente reconhecida como um dos pilares de uma alimentação equilibrada e promotora de saúde. Segundo a Fundação Espanhola do Coração, a recomendação é consumir mais de três porções por dia, sendo que cada porção deverá situar-se entre 120 e 200 gramas. No entanto, nem todas as frutas oferecem os mesmos benefícios, especialmente quando o objetivo é promover a longevidade.</p>
<p>A médica e especialista em longevidade Irene Pinilla, conhecida nas redes sociais como @dra.irenepg, partilhou recentemente um vídeo onde apresenta um ranking das dez frutas mais recomendadas para favorecer uma vida longa e saudável. A proposta distingue entre frutas que fornecem essencialmente vitaminas ou energia e aquelas que, além disso, contribuem para proteger as células, o cérebro e o sistema cardiovascular do envelhecimento.</p>
<p><strong>Não existe uma fruta perfeita</strong><br />
A especialista sublinha que não existe uma única fruta ideal para todos. “A chave não é comer fruta por comer, mas escolher a que melhor se adapta ao seu metabolismo e aos seus objetivos”, explica.</p>
<p>O critério utilizado no ranking tem em conta fatores como o impacto glicémico, o teor de antioxidantes, a presença de fibra e de compostos bioativos com potencial efeito protector contra o envelhecimento.</p>
<p><strong>As frutas com pior classificação</strong><br />
Na parte inferior da lista surgem frutas com benefícios nutricionais reconhecidos, mas com maior teor de açúcares.</p>
<p>No décimo e último lugar aparecem as uvas. Apesar de conterem antioxidantes, a médica alerta para a sua elevada carga glicémica, o que reduz o seu interesse no contexto da longevidade.</p>
<p>Em nona posição surge a banana, valorizada pelo seu teor de potássio e pela capacidade de fornecer energia rápida. Ainda assim, segundo a especialista, não tem um impacto significativo na promoção da longevidade.</p>
<p>O oitavo lugar é ocupado pela manga. Rica em vitamina C, apresenta, no entanto, um teor considerável de açúcar.</p>
<p>Logo acima, na sétima posição, encontra-se a laranja. Apesar da sua reputação como fonte de vitamina C e reforço do sistema imunitário, o seu conteúdo em açúcares — sobretudo quando consumida sob a forma de sumo — pesa negativamente nesta classificação.</p>
<p><strong>Equilíbrio entre fibra, antioxidantes e saúde cardiovascular</strong><br />
A meio da tabela surgem frutas com propriedades mais interessantes do ponto de vista da saúde global.</p>
<p>A romã ocupa o sexto lugar, destacando-se pelo seu papel na proteção dos vasos sanguíneos e na promoção da saúde cardiovascular.</p>
<p>Em quinto lugar surge a maçã, valorizada pelo seu teor de fibra. Este componente contribui para a saciedade e ajuda a manter o equilíbrio da microbiota intestinal, fatores relevantes para a saúde metabólica.</p>
<p>Na quarta posição aparecem os morangos, ricos em antioxidantes. Estes compostos ajudam a proteger a pele e a reduzir a inflamação, dois elementos considerados fundamentais num envelhecimento saudável.</p>
<p><strong>O pódio da longevidade</strong><br />
As três primeiras posições são reservadas às frutas com perfil nutricional mais favorável segundo a médica.</p>
<p>O kiwi ocupa o terceiro lugar, sobretudo devido ao seu elevado teor de vitamina C, que beneficia o sistema imunitário, a saúde da pele e a digestão.</p>
<p>Em segundo lugar surge o abacate, uma fruta que se distingue das restantes pelo seu teor de gorduras saudáveis. De acordo com Irene Pinilla, estas gorduras “ajudam o coração e mantêm o metabolismo mais estável”.</p>
<p>O primeiro lugar é atribuído aos arandos, considerados pela especialista como a melhor fruta para promover a longevidade. O seu elevado teor de antioxidantes contribui para proteger as células e o cérebro do envelhecimento, além de apresentarem menor impacto glicémico e um efeito anti-inflamatório relevante.</p>
<p><strong>Combinação é a chave</strong><br />
Apesar da hierarquização apresentada, os especialistas concordam que não existe uma fruta absolutamente perfeita. O valor nutricional depende do conjunto de nutrientes e compostos bioativos presentes em cada alimento.</p>
<p>Assim, a estratégia mais vantajosa passa por combinar diferentes tipos de fruta, aproveitando os seus benefícios complementares. Numa alimentação orientada para a longevidade, diversidade, equilíbrio e adequação às necessidades individuais continuam a ser os princípios fundamentais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759513]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Israel mata dois agentes da polícia no sul de Gaza</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-israel-mata-dois-agentes-da-policia-no-sul-de-gaza/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 10:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Israel matou dois agentes da polícia e feriu várias pessoas num ataque com drone em Khan Yunis, sul da Faixa de Gaza, apesar do cessar-fogo em vigor, disse a Defesa Civil do enclave palestiniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Israel matou dois agentes da polícia e feriu várias pessoas num ataque com drone em Khan Yunis, sul da Faixa de Gaza, apesar do cessar-fogo em vigor, disse a Defesa Civil do enclave palestiniano.</P><br />
<P>A polícia de Khan Yunis relatou à agência espanhola EFE que o drone visou o veículo civil em que Wisam Abdelhadi, diretor de investigação do mesmo corpo, viajava. A mesma fonte identificou o outro falecido como Fadi Heikal, também sargento da polícia.</P><br />
<P>O gabinete de imprensa do hospital Al Nasser em Khan Yunis, para onde os corpos foram transferidos, confirmou à EFE que ambos morreram imediatamente após o ataque e chegaram ao hospital sem vida.</P><br />
<P>O exército israelita não comentou o ataque até agora.</P><br />
<P>Nas últimas horas, outros dois ataques de drones israelitas mataram uma pessoa no campo de refugiados de Al Magazi (centro) e deixaram vários feridos em Shakush (sul). Além disso, Israel intensificou os seus ataques de artilharia a Al Qarara (sul) e Bureij (centro).</P><br />
<P>O número de pessoas mortas na Faixa de Gaza por fogo israelita atingiu no sábado 72.736 desde outubro de 2023, depois de o Ministério da Saúde local ter identificado 103 corpos e os ter adicionado ao total.</P><br />
<P>Além disso, apesar do cessar-fogo em vigor desde outubro, pelo menos 850 pessoas foram mortas na Faixa nestes sete meses, o que equivale a uma média de quatro mortes diárias por ataques aéreos ou por tiros de tropas israelitas ainda estacionadas na chamada linha amarela. </P><br />
<P>A ofensiva israelita no enclave começou após o ataque do movimento islamita palestiniano Hamas no sul de Israel, em 07 de outubro de 2023, que causou cerca de 1.200 mortos e quase 250 raptados, segundo o balanço oficial.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760856]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: Oligarcas da tecnologia estão a controlar os media &#8211; Francesca Bria</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-oligarcas-da-tecnologia-estao-a-controlar-os-media-francesca-bria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 09:25:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Alexandra Luís, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>*** Alexandra Luís, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 10 mai 2026 (Lusa) &#8211; A economista da inovação Francesca Bria alerta, em entrevista à Lusa, para o facto de os oligarcas da tecnologia estarem a controlar os media e refere que é uma profissão que está a ser alvo de ataque.</P><br />
<P>A professora da UCL, conselheira da ONU e da UE, listada na Forbes como uma das 50 mulheres mais influentes na área de tecnologia começa por dizer que em primeiro lugar é preciso não ter medo.</P><br />
<P>&#8220;Se tivermos medo, a extrema-direita ganha porque ganham sempre assustando as pessoas&#8221;, diz a economista, que foi uma das oradoras este ano do congresso da APDC (Digital Business Congress), em Lisboa.</P><br />
<P>Portanto, &#8220;acho que a comunicação social é a primeira vítima deste sistema, há uma elevada concentração de poder nos media, os oligarcas da tecnologia estão a controlar os media agora&#8221;, aponta.</P><br />
<P>Isso acontece não só nos media digitais, diz. Nos EUA, Ellison, &#8220;agora controla a Paramount e o TikTok e todos os media, na verdade&#8221;, refere.</P><br />
<P>David Ellison é presidente executivo (CEO) da Skydance Media e Paramount e faz parte do grupo de bilionários investidores liderados pelo seu pai, Larry Ellison, que controlam as operações do TikTok nos EUA.</P><br />
<P>&#8220;Acho que há um ataque aos media democráticos, há também um ataque aos jornalistas e à sua capacidade de produzir conteúdo verificado com fontes para fazer um trabalho jornalístico de investigação real que possa desafiar o poder&#8221;, considera a economista.</P><br />
<P>No fundo, diz, &#8220;há um ataque à ideia de jornalismo numa sociedade democrática&#8221;.</P><br />
<P>Criar alternativas &#8220;também significa criar um espaço para que a comunicação social democrática continue a existir&#8221;, prossegue, sublinhando que &#8220;não há democracia sem a independência dos media&#8221;.</P><br />
<P>Por exemplo, &#8220;se observar o impacto da IA [inteligência artificial] no trabalho intelectual, verá que já existem notícias falsas, &#8216;deepfakes, conteúdos criados pela IA sem pagar aos jornalistas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quem vai pagar aos jornalistas? Esta é uma profissão que está em risco&#8221;, admite. </P><br />
<P>&#8220;Precisamos de defender o nosso pensamento crítico. Sim, a nossa capacidade de pensar criticamente, mas também de realizar este trabalho tão importante&#8221;, acrescenta Francesca Bria.</P><br />
<P>A importância do jornalista &#8220;não é apenas criar conteúdo, mas sim ir para o terreno, falar com as pessoas, ter fontes, saber identificar informação relevante e desafiar o poder&#8221;, reforça.</P><br />
<P>&#8220;Este é o quarto poder&#8221;, remata, recordando o icónico filme de Orson Welles &#8220;Citizen Kane&#8221;, que retrata isso mesmo.</P><br />
<P>Francesca Bria é uma economista da inovação e lidera a Iniciativa EuroStack sobre a Soberania Digital da Europa (www.euro-stack.info).</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760855]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ENTREVISTA: &#8220;Devemos ter uma conversa de alto nível&#8221; sobre armas IA sem controlo &#8211; Francesca Bria</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/entrevista-devemos-ter-uma-conversa-de-alto-nivel-sobre-armas-ia-sem-controlo-francesca-bria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 09:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Alexandra Luís, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>*** Alexandra Luís, da agência Lusa ***</P><br />
<P>Lisboa, 10 mai 2026 (Lusa) &#8211; A economista da inovação Francesca Bria defende, em entrevista à Lusa, a necessidade de haver uma conversa de alto nível, com cientistas e instituições, sobre armas de IA sem controlo e alerta para o poder dos oligarcas tecnológicos.</P><br />
<P>Instada a comentar o caso que envolveu a norte-americana de inteligência artificial (IA) Anthropic e o Pentágono sobre o uso irrestrito de armas de IA, a professora da UCL, conselheira da ONU e da UE, listada na Forbes como uma das 50 mulheres mais influentes na área de tecnologia, começa por dizer que este é um &#8220;tópico muito, muito importante&#8221;.</P><br />
<P>Aliás, quando a bomba atómica foi desenvolvida &#8220;houve muita diplomacia científica, muita discussão sobre como ela deveria ser desenvolvida e controlada. Criámos muitas instituições e, no momento, estamos a ver a implantação de guerra automatizada e armas de IA sem qualquer controlo&#8221;, salienta.</P><br />
<P>&#8220;Lembro-me de que o Papa Francisco, antes de falecer, foi ao G7 e fez um discurso sobre inteligência artificial, focando-se particularmente em armas de IA e dizendo que deveríamos bani-las se não as controlássemos&#8221;, recorda Francesca Bria, que foi uma das oradoras este ano do congresso da APDC (Digital Business Congress), em Lisboa.</P><br />
<P>A economista aponta que &#8220;é muito importante analisar&#8221; o debate entre a Anthropic e o Pentágono, no sentido de que a tecnológica disse que não quer que essa tecnologia seja usada para vigilância em massa e para matar pessoas, até porque nem se sabe como estão a ser identificados os alvos e quem estão a matar, &#8220;porque isso é feito de forma automatizada com a tecnologia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a ver esta tecnologia a ser usada no genocídio na Palestina e também na guerra contra o Irão sem qualquer prestação de contas [accountability], sem qualquer controlo&#8221;, o que é &#8220;assustador&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Portanto, &#8220;devemos, absolutamente, ter uma conversa de alto nível sobre como isso é controlado e como é implementado, com a participação de cientistas, mas também de instituições internacionais como a ONU e a Convenção de Genebra e tudo mais&#8221;.</P><br />
<P>Quanto à questão se a Europa deveria ter um debate sobre o uso ético da IA, Francesca Bria diz que a conversa deve ser outra.</P><br />
<P>&#8220;Penso que a Europa deveria desenvolver tecnologia ética&#8221;, ou seja, &#8220;precisamos de desenvolver tecnologias que estejam alinhadas com os nossos padrões éticos, democráticos e a ordem internacional&#8221;.</P><br />
<P>Porque &#8220;se não fizermos isso, ficaremos dependentes de outros que desenvolverão essa tecnologia de uma maneira diferente&#8221;, argumenta. </P><br />
<P>A Europa tem &#8220;uma hipótese agora porque estamos a desenvolver o nosso sistema de defesa e a investir muito dinheiro na criação de novas tecnologias&#8221;, afirma.</P><br />
<P>Quanto aos dados, a conselheira da UE sublinha que estes são &#8220;um bem comum, um bem público&#8221; e devem ser percecionados tal como a água, eletricidade ou ar que se respira.</P><br />
<P>A Europa, diz, tem o privilégio de ter regulação como o RGP ou Lei da Proteção de Dados que protegem a privacidade e autodeterminação.</P><br />
<P>Portanto, &#8220;não se trata apenas de o governo controlar os dados, mas também de fornecer sistemas que permitam aos cidadãos decidir quais dados que desejam manter privados e, para manter esses dados privados, quais os dados que desejam partilhar, com quem e para que finalidade&#8221;, refere.</P><br />
<P>&#8220;Este é o caminho europeu. O caminho europeu não é entregar todos os nossos dados a Elon Musk [dono da Tesla, X, SpaceX, entre outros] e Jeff Bezos [fundador da Amazon] para que os bilionários e os oligarcas da tecnologia decidam o que acontece na democracia europeia&#8221;, avisa.</P><br />
<P>&#8220;Isto não é uma democracia, isto é uma oligarquia tecnológica. E, portanto, a questão de quem controla a infraestrutura digital e os dados é uma questão fundamental da nossa vida política&#8221;, insiste a economista.</P><br />
<P>&#8220;Temos visto os oligarcas tecnológicos muito presentes na eleição de Trump, no segundo mandato de Trump. Eles controlam sistemas críticos de missão neste momento, têm poder político real e não apenas nos EUA, estão a interferir na democracia europeia&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Aliás, &#8220;vimos como Elon Musk tem usado a X durante a democracia europeia, como eles estão a apoiar partidos de extrema-direita, inclusive com Orbán na Hungria, e ele perdeu&#8221;, aponta, referindo que &#8220;o povo europeu não gosta de ditaduras&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760854]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão ameaça dificultar passagem por Ormuz a países que apliquem sanções dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 09:10:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Teerão afirmou hoje que estabeleceu um "novo sistema jurídico e de segurança" no estreito de Ormuz e advertiu que os países que aplicarem as sanções dos Estados Unidos contra a República Islâmica enfrentarão dificuldades para transitar por aquela via marítima.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Teerão afirmou hoje que estabeleceu um &#8220;novo sistema jurídico e de segurança&#8221; no estreito de Ormuz e advertiu que os países que aplicarem as sanções dos Estados Unidos contra a República Islâmica enfrentarão dificuldades para transitar por aquela via marítima.   </P><br />
<P>&#8220;A partir de agora, os países que seguirem os Estados Unidos na aplicação de sanções contra a República Islâmica do Irão enfrentarão sem dúvida problemas ao atravessar o estreito de Ormuz&#8221;, declarou o porta-voz do Exército iraniano, general de brigada Mohammad Akraminia, numa entrevista à agência IRNA.</P><br />
<P>Akraminia, assegurou que o Irão exerce agora um controlo &#8220;fundamental e estratégico&#8221; sobre o estreito de Ormuz, um dos principais corredores energéticos do mundo. </P><br />
<P>Segundo o porta-voz, a nova situação poderia ter efeitos económicos, políticos e de segurança, e até mesmo contribuir para neutralizar as sanções secundárias dos Estados Unidos e parte das sanções primárias.</P><br />
<P>&#8220;Hoje exercemos soberania sobre o estreito de Ormuz e qualquer embarcação que queira atravessá-lo deverá coordenar connosco&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O militar assegurou ainda que, até agora, o Irão não tinha utilizado plenamente o potencial geopolítico do estreito e permitia a passagem tanto de aliados como de adversários.</P><br />
<P>No entanto, sustentou que o conflito levou Teerão a aproveitar esta capacidade estratégica e a redefinir o quadro de controlo sobre a rota marítima, pela qual transita 20% do petróleo mundial.</P><br />
<P>O Irão impôs restrições à passagem de navios e petroleiros desde os primeiros dias da guerra com Israel e os EUA, iniciada em 28 de fevereiro, o que provocou que os preços do petróleo disparassem acima de 100 dólares.</P><br />
<P>Washington, por sua vez, respondeu com um bloqueio naval sobre a portos e navios iranianos desde 13 de abril para pressionar o país a assinar um acordo de paz, que até ao momento não foi alcançado, e a Casa Branca continua à espera da resposta do Irão à sua última proposta.</P><br />
<P>As partes chegaram até a trocar fogo na quinta e na sexta-feira, apesar do cessar-fogo acordado em 08 de abril que continua em vigor.</P><br />
<P>Os Estados Unidos informaram que bombardearam instalações militares na costa iraniana em resposta a ataques contra os seus navios no estreito de Ormuz, enquanto Teerão afirmou que lançou os mísseis porque um petroleiro iraniano tinha sido atacado anteriormente. </P><br />
<P></P></p>
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		<title>Duche às escuras antes de dormir? Especialista explica o que está por trás da &#8216;moda&#8217; viral do TikTok</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 09:00:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A prática de tomar duche às escuras antes de dormir tornou-se uma das mais recentes tendências virais nas redes sociais, especialmente no TikTok, onde é apresentada como um método simples para combater a insónia e melhorar a qualidade do sono. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prática de tomar duche às escuras antes de dormir tornou-se uma das mais recentes tendências virais nas redes sociais, especialmente no TikTok, onde é apresentada como um método simples para combater a insónia e melhorar a qualidade do sono. No entanto, especialistas alertam que o fenómeno deve ser analisado com cautela e enquadrado à luz do conhecimento científico disponível.</p>
<p>A insónia afeta uma parte significativa da população. De acordo com a Sociedade Espanhola de Neurologia, até 56% dos adultos em Espanha referem dificuldades em dormir. Já a Real Academia Nacional de Medicina de Espanha estima que mais de quatro milhões de pessoas sofram de insónia crónica, o que corresponde a cerca de 10% da população.</p>
<p>As causas são diversas e incluem perturbações de saúde mental, como depressão e ansiedade, problemas pessoais, stress e maus hábitos de sono. Perante este cenário, multiplicam-se as tentativas de encontrar soluções rápidas, muitas vezes através das redes sociais, onde conselhos de saúde se tornam virais sem que exista, necessariamente, validação científica.</p>
<p><strong>Tendência viral sem estudos específicos</strong><br />
A mais recente sugestão amplamente partilhada consiste em tomar duche no escuro antes de deitar. A ideia baseia-se na premissa de que a ausência de luz e o relaxamento associado ao banho facilitam o adormecer e promovem um sono mais reparador.</p>
<p>A médica doutorada em Fisiologia María José Martínez Madrid, CEO da Kronohealth, sublinha que não existem estudos científicos que avaliem especificamente esta prática como intervenção formal contra a insónia. Ainda assim, reconhece que há fundamentos científicos que explicam parte do fenómeno. “Não é magia, é termorregulação”, afirma, resumindo o mecanismo fisiológico envolvido.</p>
<p>Segundo a especialista, sabe-se que dois fatores analisados separadamente — a redução da exposição à luz durante a noite e um duche morno antes de dormir — podem favorecer o descanso. No entanto, isso não significa que a combinação, por si só, constitua um tratamento validado para a insónia.</p>
<p><strong>O papel da temperatura corporal</strong><br />
Do ponto de vista fisiológico, a temperatura corporal desempenha um papel central no início do sono. Uma análise publicada em 2019 na revista Sleep Medicine Reviews concluiu que um banho morno, entre 38 e 40 graus Celsius, com duração aproximada de 10 minutos e realizado uma a duas horas antes de deitar, pode reduzir em cerca de nove minutos o tempo necessário para adormecer e melhorar a eficiência do sono.</p>
<p>O efeito explica-se pela vasodilatação periférica induzida pelo calor moderado, que facilita a diminuição da temperatura central do corpo. Essa descida constitui um sinal biológico que favorece o início do sono.</p>
<p>Contudo, nem todas as temperaturas produzem o mesmo efeito. Duches demasiado quentes podem ativar o organismo, enquanto a água fria tende a aumentar o estado de alerta. Daí que, como reforça María José Martínez Madrid, o fenómeno não tenha nada de mágico: trata-se de um processo de termorregulação.</p>
<p><strong>Luz, melatonina e ritmo circadiano</strong><br />
Outro elemento essencial na equação é a luz. Diversos estudos demonstraram que a exposição a iluminação intensa durante a noite atrasa a produção de melatonina, hormona responsável pela regulação do sono. Investigações anteriores indicam que a luz branca pode reduzir os níveis de melatonina até 70%.</p>
<p>Mais recentemente, um estudo liderado pela Universidade de Zaragoza, em 2025, evidenciou que a luz azul — predominante em telemóveis, computadores e outros ecrãs — tem um impacto particularmente negativo no sistema circadiano.</p>
<p>Neste contexto, tomar duche com luz reduzida pode fazer sentido enquanto estratégia complementar. Ainda assim, a produção de melatonina não se ativa de forma instantânea. “Não funciona como um interruptor”, adverte María José Martínez Madrid. Assim, um duche em penumbra não compensa uma exposição prolongada a ecrãs ou a iluminação intensa imediatamente antes de deitar.</p>
<p><strong>Atenção plena e relaxamento</strong><br />
Anjana López, membro da Sociedade Espanhola do Sono, acrescenta que a redução da iluminação durante o duche pode ter um efeito indireto positivo ao favorecer a atenção plena. A menor estimulação visual permite concentrar a atenção em estímulos como o som da água ou o aroma do sabonete, o que pode reduzir ruminações mentais e facilitar o relaxamento.</p>
<p>Apesar destes potenciais benefícios, os especialistas convergem num ponto essencial: não existem evidências científicas que sustentem o duche às escuras como tratamento específico para a insónia. A prática pode integrar um conjunto de hábitos de higiene do sono, mas não substitui acompanhamento médico quando existem perturbações persistentes.</p>
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