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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Nova corrida às armas: Israel prevê nova vaga de contratos de defesa aérea na Europa nas próximas semanas devido à ameaça da Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:58:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Israel espera fechar novos contratos com países europeus para o fornecimento de sistemas de defesa aérea e antimíssil nas próximas semanas, numa altura em que várias nações do continente procuram reforçar as suas capacidades de proteção perante a perceção de uma crescente ameaça proveniente da Rússia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Israel espera fechar novos contratos com países europeus para o fornecimento de sistemas de defesa aérea e antimíssil nas próximas semanas, numa altura em que várias nações do continente procuram reforçar as suas capacidades de proteção perante a perceção de uma crescente ameaça proveniente da Rússia. A expectativa foi revelada por um alto responsável do Ministério da Defesa israelita durante a feira aeronáutica realizada em Berlim.</p>
<p>Segundo Moshe Patel, diretor-geral da Organização de Defesa Antimíssil de Israel, o interesse europeu por este tipo de equipamentos continua a aumentar, impulsionado sobretudo pela guerra entre a Rússia e a Ucrânia e pelos receios de segurança que persistem em vários países ocidentais.</p>
<p>“Há um enorme interesse da Europa, da Europa Ocidental”, afirmou Patel à Reuters, recusando, contudo, identificar quais os países atualmente envolvidos nas negociações.</p>
<p>O responsável explicou que a procura incide sobre diferentes sistemas desenvolvidos por Israel, concebidos para responder a ameaças que vão desde mísseis balísticos de alcance intermédio até foguetes e projéteis de curto alcance. Entre os equipamentos mais procurados encontra-se o sistema Arrow, desenvolvido pela estatal israelita Israel Aerospace Industries em cooperação com a Agência de Defesa Antimíssil dos Estados Unidos.</p>
<p>Este sistema foi concebido para intercetar mísseis balísticos de alcance intermédio, incluindo ameaças semelhantes ao míssil russo Oreshnik. A Alemanha já adquiriu esta tecnologia no âmbito do seu reforço estratégico das capacidades de defesa aérea.</p>
<p>Outro sistema que tem despertado interesse é o David’s Sling, destinado à interceção de mísseis balísticos disparados a distâncias entre os 100 e os 200 quilómetros. A Finlândia já avançou para a sua aquisição, numa decisão enquadrada pelo reforço das medidas de dissuasão perante potenciais riscos de agressão russa. Moscovo, por sua vez, continua a negar qualquer intenção de adotar uma postura agressiva contra países europeus.</p>
<p>Para Moshe Patel, o principal motor desta procura continua a ser o conflito no Leste europeu. “É sobretudo impulsionado pelo que está a acontecer entre a Rússia e a Ucrânia”, afirmou. O responsável acrescentou que os países europeus observam igualmente a evolução da situação no Médio Oriente. “Estão também a analisar cuidadosamente o que acontece no Irão e aquilo que é eficaz contra a Rússia pode ser eficaz contra o Irão. Seja qual for a ameaça, estes sistemas podem responder a esse tipo de desafios”, referiu.</p>
<p>Além dos sistemas de maior alcance, Israel verifica igualmente um interesse crescente no Iron Dome, o conhecido escudo antimíssil utilizado para neutralizar ameaças de curto alcance. Patel considera que esta solução oferece vantagens particularmente relevantes para países que enfrentam riscos junto às suas fronteiras.</p>
<p>“É uma enorme vantagem para as nações que têm inimigos mesmo junto às suas fronteiras. Esta é a principal capacidade: a possibilidade de proteger uma cidade ou uma área estratégica”, destacou.</p>
<p>Questionado sobre o calendário previsto para novos contratos, o responsável israelita revelou que um acordo poderá ser formalizado já nas próximas semanas. “Esperamos que um contrato seja concluído dentro de algumas semanas”, afirmou.</p>
<p>Patel adiantou ainda que as negociações em curso poderão resultar em mais anúncios até ao final do ano. “Existem discussões que poderão levar a que, até ao final do ano, venhamos a ouvir falar de mais países. Parece que os processos de decisão dessas nações estão a ser acelerados”, explicou.</p>
<p>Embora tenha evitado revelar os valores financeiros envolvidos, o diretor-geral da Organização de Defesa Antimíssil de Israel deixou claro que as negociações dizem respeito a contratos de grande dimensão. “Não estamos a falar de números pequenos”, concluiu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776190]]></sapo:autor>
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		<title>Gasóleo desce, mas os impostos não aliviam: os números desta semana nos combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:57:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[Preço Eficiente “registou uma variação de -0,1% na gasolina e de -2,0% no gasóleo, refletindo a evolução semanal das cotações internacionais da gasolina 95 simples, de -0,3%, e do gasóleo simples, de -4,8%”, apontou a ERSE]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) fixou em 1,932 euros por litro o Preço Eficiente da gasolina 95 simples para a semana de 15 a 21 de junho. No caso do gasóleo simples, o valor eficiente definido pela ERSE é de 1,891 euros por litro.</p>
<p>Antes de impostos, o preço eficiente é de 0,955 euros por litro para a gasolina 95 simples e de 1,046 euros por litro para o gasóleo simples. Incluindo a carga fiscal, os valores finais ficam nos 1,932 euros por litro na gasolina e nos 1,891 euros por litro no gasóleo.</p>
<p>Relativamente à semana anterior, adianta a ERSE, verificou-se que a média dos Preços de Venda ao Público anunciados nos pórticos, e reportada no Balcão Único da Energia, “situou-se 2,6 cênt/l acima do Preço Eficiente no caso da gasolina 95 simples e 2,0 cênt/l acima no caso do gasóleo simples. Em termos relativos, estas diferenças correspondem a desvios de +1,3% e +1,0%, respetivamente”.</p>
<p>O Preço Eficiente “registou uma variação de -0,1% na gasolina e de -2,0% no gasóleo, refletindo a evolução semanal das cotações internacionais da gasolina 95 simples, de -0,3%, e do gasóleo simples, de -4,8%”, apontou a ERSE.</p>
<p>“Quanto aos Preços com Descontos, publicados pela DGEG, a gasolina 95 simples e o gasóleo simples apresentaram desvios face ao Preço Eficiente de -1,0% e -2,4%, respetivamente. Em termos absolutos, estas estimativas situam-se 1,9 cênt/l abaixo do respetivo Preço Eficiente na gasolina 95 simples e 4,7 cênt/l abaixo no gasóleo simples”, indica a ERSE.</p>
<p>A Portaria n.º 427-A/2025/1, de 28 de novembro, fixou, com efeitos a 1 de dezembro de 2025, as taxas unitárias do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP) em 0,49752 €/l para a gasolina e 0,36160 €/l para o gasóleo. Desde então, no âmbito do mecanismo temporário e extraordinário de redução do ISP, estas taxas têm sido revistas semanalmente, procurando acomodar a evolução dos preços dos combustíveis e mitigar o impacto da volatilidade dos mercados internacionais no preço final pago pelos consumidores.</p>
<p>“A Portaria n.º 263-A/2026/1, de 12 de junho, aplicável a partir de 15 de junho de 2026, procedeu a nova revisão das taxas unitárias do ISP, fixando-as em 0,45624 €/l na gasolina sem chumbo e 0,31819 €/l no gasóleo rodoviário. Estes valores integram a conjugação do desconto temporário e extraordinário de redução do ISP, correspondente a 0,04128 €/l na gasolina e 0,04341 €/l no gasóleo, e da consignação de serviço rodoviário, correspondente a 0,087 €/l na gasolina e 0,111 €/l no gasóleo”, acrescenta a ERSE.</p>
<p>Face à semana anterior, a revisão representa um aumento de cerca de 0,07 cêntimos por litro na gasolina e de 0,80 cêntimos por litro no gasóleo, antes de IVA. Ainda assim, mantém-se um alívio fiscal face a dezembro de 2025 de cerca de 4,13 cêntimos por litro na gasolina e 4,34 cêntimos por litro no gasóleo.</p>
<p>A estas taxas acresce a taxa de adicionamento sobre as emissões de CO2, atualizada para 2026 pela Autoridade Tributária, correspondente a 0,15911 €/l na gasolina e 0,17334 €/l no gasóleo.</p>
<p>O Preço Eficiente é um preço médio semanal determinado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos e resulta da soma de várias componentes: os preços dos combustíveis nos mercados internacionais de referência e os respetivos fretes marítimos, a logística primária, incluindo as reservas estratégicas e de segurança do Sistema Petrolífero Nacional, os sobrecustos com a incorporação de biocombustíveis, a componente de retalho e os impostos aplicáveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776197]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Chega pede reapreciação parlamentar do diploma para proibir &#8220;bandeiras ideológicas&#8221; em edifícios públicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:50:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Diploma, que tinha sido aprovado em abril com os votos do PSD, Chega e CDS-PP, foi vetado na semana passada pelo Presidente da República]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Chega pediu hoje a reapreciação parlamentar do decreto que visava regular a utilização de bandeiras em edifícios públicos proibindo bandeiras de natureza ideológica, partidária ou associativa, na sequência do veto do Presidente da República.</p>
<p>O pedido de reapreciação do decreto enviado ao presidente da Assembleia da República, datado de hoje, foi divulgado pelo partido e é assinado pelo líder parlamentar, Pedro Pinto.</p>
<p>No requerimento, o Chega solicita solicita &#8220;logo que seja possível, a reapreciação do Decreto da Assembleia da República n.º 70/XVII &#8212; Regras de utilização de bandeiras em edifícios públicos&#8221;.</p>
<p>O diploma, que tinha sido aprovado em abril com os votos do PSD, Chega e CDS-PP, foi vetado na semana passada pelo Presidente da República.</p>
<p>Logo no dia seguinte, o presidente do Chega defendeu a confirmação do decreto pelo Parlamento, considerando que existe uma maioria suficiente para o fazer.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776118]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Carneiro acusa Governo de andar em &#8220;baile de máscaras&#8221; com Ventura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:48:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PS acusou hoje o o Governo de andar num &#8220;baile de máscaras&#8221; com o presidente do Chega, André Ventura, sobre o pacote laboral, considerando que o Executivo está tomado pela &#8220;desumanidade&#8221;. </P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas, nos estaleiros da `West Sea´, em Viana do Castelo, José Luís Carneiro afirmou que &#8220;o Governo está tomado pela desumanidade, está tomado pela insensibilidade&#8221; e que &#8220;não tem pejo em estar neste baile de máscaras com o Chega&#8221;.</P><br />
<P>Questionado como veria primeiro-ministro e o André Ventura a chegarem a acordo para a viabilização do pacote laboral, respondeu :&#8221;O Diabo veste Prada&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776183]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Rússia prolonga autorização para venda de combustíveis de baixa qualidade</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/russia-prolonga-autorizacao-para-venda-de-combustiveis-de-baixa-qualidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:48:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia prorrogou a permissão para as refinarias russas venderem gasolina e gasóleo de qualidade inferior, noticiou hoje o jornal Kommersant, numa altura de escassez de combustível nos postos de abastecimento russos devido aos ataques ucranianos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia prorrogou a permissão para as refinarias russas venderem gasolina e gasóleo de qualidade inferior, noticiou hoje o jornal Kommersant, numa altura de escassez de combustível nos postos de abastecimento russos devido aos ataques ucranianos.</p>
<p>A medida foi originalmente introduzida em outubro de 2025 em resposta à crise de escassez de combustível, após uma onda de ataques ucranianos a depósitos de petróleo na Rússia.</p>
<p>A situação permite que algumas refinarias produzam gasolina com um teor de enxofre até 150 miligramas por quilograma (15 vezes superior ao padrão de emissões europeu Euro-5.</p>
<p>Para o gasóleo, o nível de enxofre permitido é de 350 miligramas por quilograma, 35 vezes superior à norma Euro-5.</p>
<p>Além disso, a gasolina pode conter até 42% de hidrocarbonetos aromáticos, até 1% de monometilanilina (um aditivo para aumentar as octanas) e até 5% de etanol.</p>
<p>A venda vai ficar restrita ao mercado interno, estando proibida a distribuição nos países da União Económica Euroasiática.</p>
<p>Segundo o jornal Kommersant, o Ministério da Energia da Rússia vai ser responsável por monitorizar a medida.</p>
<p>O jornal russo referiu que a regulamentação, que não foi anunciada publicamente, visa estabilizar o mercado dos combustíveis.</p>
<p>Desde o final de maio que os postos de abastecimento de combustível russos têm reportado racionamento e restrições na compra de combustível, especialmente na Península da Crimeia, anexada pela Ucrânia, onde ocorrem cortes no abastecimento devido aos ataques ucranianos à rede logística russa.</p>
<p>Face à escassez, que afetou inclusive os postos de abastecimento de combustível da capital, a Rússia aumentou as compras de gasolina à Bielorrússia.</p>
<p>A 01 de abril, a Rússia impôs uma proibição total das exportações de gasolina e restringiu as exportações de gasóleo.</p>
<p>Os especialistas alertam que os padrões de qualidade mais baixos para a produção de combustível podem representar um risco para os proprietários de automóveis com sistemas modernos de controlo de emissões e electrónica sofisticada, uma vez que a queima deste combustível produz compostos corrosivos que podem acelerar severamente o desgaste do motor.</p>
<p>Ao mesmo tempo, piora a qualidade das emissões dos automóveis que utilizam estes produtos.</p>
<p>Estas medidas foram proibidas em 2016 para cumprir as normas europeias, especificamente em relação às emissões de óxido de azoto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776139]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Passageiros nos aeroportos batem novo recorde de 6,6 milhões em abril, revela INE</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:48:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os aeroportos nacionais movimentaram em abril um novo máximo histórico de 6,6 milhões de passageiros, mais 2,1% em termos homólogos, acumulando uma subida de 3,3% no primeiro quadrimestre, para 21,133 milhões, divulgou hoje o INE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os aeroportos nacionais movimentaram em abril um novo máximo histórico de 6,6 milhões de passageiros, mais 2,1% em termos homólogos, acumulando uma subida de 3,3% no primeiro quadrimestre, para 21,133 milhões, divulgou hoje o INE.</P><br />
<P>&#8220;Após máximos históricos registados nos primeiros três meses de 2026, abril voltou a atingir um novo máximo histórico no número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais&#8221;, destaca o Instituto Nacional de Estatística (INE).</P><br />
<P>Segundo detalha, nesse mês desembarcaram, em média, 111,8 mil passageiros por dia, acima dos 109,9 mil registados em abril de 2025, o que representa um crescimento de 1,7%.</P><br />
<P>Já no acumulado entre janeiro e abril, o número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais aumentou 3,3% face a 2025 (+4,1% em 2025), para 21,133 milhões.</P><br />
<P>Neste período de quatro meses, o aeroporto de Lisboa concentrou 52,0% do total de passageiros movimentados, atingindo 11 milhões, o que representa um crescimento homólogo de 2,6%.</P><br />
<P>Já o aeroporto do Porto movimentou 5,1 milhões de passageiros (24,0% do total), um crescimento de 7,6%, e o aeroporto de Faro registou 2,3 milhões de passageiros movimentados (11,0% do total), representando um decréscimo homólogo de 3,1%. </P><br />
<P>Analisando o volume de passageiros desembarcados e embarcados em voos internacionais até final de abril, o Reino Unido manteve-se o principal país de origem e destino, com aumentos homólogos de 3,3% e 3,4%, respetivamente.</P><br />
<P>França, Espanha e Alemanha ocuparam a segunda, terceira e quarta posições, respetivamente, enquanto o Brasil completou o grupo dos cinco principais países de origem e Itália o dos cinco principais países de destino.</P><br />
<P>No que se refere ao movimento de carga e correio nos aeroportos nacionais, aumentou ligeiramente, 0,6%, entre janeiro e abril, o que compara com uma subida de 0,7% no mesmo período de 2025. </P><br />
<P>O aeroporto de Lisboa movimentou 63,3 mil toneladas de carga e correio (77,1% do total), correspondendo a um decréscimo homólogo de 1,0%, enquanto nos restantes aeroportos o movimento de carga e correio aumentou 6,5%.</P><br />
<P>Considerando apenas o mês de abril, os aeroportos nacionais movimentaram 22,0 mil toneladas de carga e correio, uma subida homóloga de 3,2% (-0,01% no mês anterior).</P><br />
<P>Os dados do INE indicam ainda que, em abril, se registaram 22,2 mil aterragens de aeronaves em voos comerciais nos aeroportos nacionais, um aumento de 0,7% face a abril de 2025.</P><br />
<P>Nesse mês, 83,5% dos passageiros desembarcados corresponderam a tráfego internacional, totalizando 2,8 milhões de passageiros (+3,0%).</P><br />
<P>A Europa manteve-se como a principal origem dos passageiros desembarcados, representando 69,6% do total (+2,4%). O continente americano continuou a ocupar a segunda posição, concentrando 9,3% (+9,4%).</P><br />
<P>Relativamente aos passageiros embarcados, 83,1% corresponderam a tráfego internacional, num total de 2,7 milhões (+4,0%). </P><br />
<P>O INE destaca o continente europeu como o principal destino dos passageiros embarcados (70,6% do total), com um crescimento de 5,2% face a abril de 2025, enquanto o continente americano se manteve como o segundo principal destino (8,4% do total; +2,6%).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776138]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Banco de Portugal prevê défice de 0,2% este ano e de 0,5% em 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:45:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dívida pública deverá continuar a trajetória de redução, para 85,7% do PIB este ano, 82,5% em 2027 e 79,5% em 2028, segundo as estimativas do banco central]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco de Portugal prevê um défice de 0,2% do PIB este ano, mais pessimista do que a previsão de um saldo nulo do Governo, e um saldo negativo de 0,5% em 2027 e 2028.</p>
<p>Segundo o Boletim Económico divulgado hoje, esta projeção reflete a &#8220;incorporação de novas medidas, no âmbito do pacote da habitação (0,1% do PIB), dos apoios a famílias e empresas afetadas pelas tempestades e das decorrentes despesas de reconstrução (0,4% do PIB) e da mitigação do aumento dos preços da energia (0,1% do PIB)&#8221;.</p>
<p>&#8220;Apesar da deterioração na situação orçamental, Portugal mantém-se como um dos poucos países da área do euro com um saldo orçamental próximo do equilíbrio ou em excedente&#8221;, lê-se no documento.</p>
<p>Já a dívida pública deverá continuar a trajetória de redução, para 85,7% do PIB este ano, 82,5% em 2027 e 79,5% em 2028, segundo as estimativas do banco central.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Banco de Portugal mantém previsão de crescimento de 1,8% em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:45:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Banco de Portugal manteve a previsão de crescimento da economia portuguesa em 1,8% em 2026, segundo as estimativas inscritas no Boletim Económico de junho, divulgado hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco de Portugal manteve a previsão de crescimento da economia portuguesa em 1,8% em 2026, segundo as estimativas inscritas no Boletim Económico de junho, divulgado hoje.</p>
<p>Esta previsão é mais pessimista do que a do Governo, que estima um crescimento de 2% este ano.</p>
<p>Já para os próximos anos as projeções são de um crescimento de 1,6% em 2027 e 1,8% em 2028, enquanto a inflação &#8220;deverá subir para 3,1% em 2026 e retornar a valores próximos de 2% nos anos seguintes&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Irão: Primeiro-ministro saúda entendimento e espera &#8220;impacto económico positivo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:43:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro português saudou hoje o entendimento alcançado entre os Estados Unidos e a República Islâmica do Irão, esperando que permita o regresso à via diplomática com vista à paz e que tenha "um impacto económico positivo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro português saudou hoje o entendimento alcançado entre os Estados Unidos e a República Islâmica do Irão, esperando que permita o regresso à via diplomática com vista à paz e que tenha &#8220;um impacto económico positivo&#8221;.</P><br />
<P>Numa nota na rede social Twitter, Luís Montenegro diz ainda esperar que o entendimento permita &#8220;a reabertura do estreito de Ormuz, o regresso à via diplomática para fazer face ao programa nuclear de Teerão e o fim dos ataques iranianos aos países vizinhos&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A paz e a estabilidade regional são essenciais e a liberdade de navegação deverá ser total e sem restrições. A progressiva retoma da normalidade deverá ter um impacto económico positivo, incluindo no preço dos combustíveis, na segurança alimentar de várias regiões do mundo e nas cadeias de produção globais&#8221;, destaca o chefe do Governo português.</P><br />
<P>Também o Presidente da República, António José Seguro, já tinha saudado hoje o acordo, esperando que este sirva para pôr fim imediato ao conflito, incluindo no Líbano.</P><br />
<P>No domingo, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou ter chegado a um acordo com o Irão para reabrir o estreito de Ormuz, cujo encerramento provocou graves perturbações, uma vez que cerca de 20% do petróleo mundial transita por essa via.</P><br />
<P>Em troca da reabertura, os Estados Unidos levantarão o bloqueio marítimo imposto à entrada e saída de navios nos portos iranianos, segundo disse Trump na rede social Truth Social.</P><br />
<P>Com este acordo, será posto fim à guerra iniciada a 28 de fevereiro, na sequência da ofensiva lançada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão.</P><br />
<P>Embora ainda existam questões técnicas relativas ao programa nuclear iraniano, as delegações vão realizar reuniões preparatórias durante a semana, antes da assinatura oficial prevista para sexta-feira, 19 de junho, na Suíça.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776085]]></sapo:autor>
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		<title>Subida de juros foi importante para evitar espiral de inflação, indica governador BdP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:41:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Álvaro Santos Pereira]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador do Banco de Portugal (BdP), Álvaro Santos Pereira, defendeu hoje a decisão do Banco Central Europeu (BCE) de subir os juros, considerando que teve como objetivo prevenir uma espiral de inflação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O governador do Banco de Portugal (BdP), Álvaro Santos Pereira, defendeu hoje a decisão do Banco Central Europeu (BCE) de subir os juros, considerando que teve como objetivo prevenir uma espiral de inflação.</P><br />
<P>Na conferência de imprensa de apresentação do Boletim Económico, em Lisboa, o governador salientou que a decisão &#8220;foi consensual&#8221;, num contexto de &#8220;subida dos preços, não só da energia como dos fertilizantes, e os preços começarem a atingir outros bens e serviços&#8221;.</P><br />
<P>Santos Pereira relembrou o que aconteceu em 2021 e 2022, salientando que &#8220;quando a inflação sobe numa espiral significativa, isso funciona como um imposto para as pessoas, que perdem poder de compra&#8221;.</P><br />
<P>Para o governador do BdP, a estabilidade de preços é &#8220;absolutamente essencial&#8221;, nomeadamente para evitar que o &#8220;imposto da inflação&#8221; penalize as famílias e empresas.</P><br />
<P>&#8220;É importante que a política monetária tome a decisão que tomou para evitar que a espiral de inflação aconteça&#8221;, salientou, acrescentando que a presidente do BCE &#8220;foi muito clara ao dizer que as decisões vão ser feitas reunião a reunião&#8221;. </P><br />
<P>O BCE decidiu, na semana passada, subir as taxas diretoras em 25 pontos base, para 2,25%, devido ao impacto do conflito no Médio Oriente.</P><br />
<P>Já o ministro das Finanças português considerou, na semana passada, que a subida das taxas de juro anunciada pelo Banco Central Europeu devido às pressões inflacionistas da guerra no Médio Oriente &#8220;não era absolutamente necessária&#8221;, sendo uma &#8220;crise diferente da de 2022&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Naturalmente há uma preocupação do Banco Central Europeu [BCE]. O BCE, que teve uma ação muito importante em 2022 [na anterior crise energética], entendeu dar este primeiro sinal ao mercado, mas veremos nos próximos meses. Eu mantenho a minha opinião de que podia não ter dado este sinal e não era absolutamente necessário, mas respeito naturalmente o mandato e a independência do BCE&#8221;, disse Joaquim Miranda Sarmento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776141]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Quase 29 M€ de indemnizações por danos em habitações pagos na região Centro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:40:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No total, foram apresentadas 25.723 candidaturas na região Centro, das quais 10.752 (41,8%) já estão decididas. Há ainda 12.062 em análise em 73 municípios e 2.909 na CCDR, ou seja, menos 2.106 no primeiro caso e mais 589 no segundo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Perto de 29 milhões de euros de indemnizações por danos em habitações provocados pelas tempestades do início do ano já foram pagos na região Centro, anunciou hoje a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).</p>
<p>Num ponto de situação baseado em dados referentes a quarta-feira, a CCDR referiu que há 7.272 candidaturas com indemnizações pagas, num valor total de 28.784.734,12 euros.</p>
<p>Este montante representa mais cinco milhões de euros comparativamente ao último balanço, feito no dia 05, quando se registavam 6.237 candidaturas com indemnizações pagas, num valor de 23.716.666,95 euros.</p>
<p>No total, foram apresentadas 25.723 candidaturas na região Centro, das quais 10.752 (41,8%) já estão decididas. Há ainda 12.062 em análise em 73 municípios e 2.909 na CCDR, ou seja, menos 2.106 no primeiro caso e mais 589 no segundo.</p>
<p>Segundo a CCDR, dos 73 municípios com candidaturas apresentadas, há nove em que todas já foram decididas (mais um do que no último balanço) e doze em que mais de 90% estão nessa situação (mais dois).</p>
<p>Os municípios que têm menos de 25% das candidaturas decididas são 13, ou seja, menos 11 do que anteriormente.</p>
<p>Leiria é aquele que apresentou mais candidaturas, um total de 10.806, estando decididas 4.272 (39,5%). Seguem-se Marinha Grande (3.365 apresentadas e 272 decididas), Pombal (2.482 apresentadas e 1.571 decididas), Sertã (972 apresentadas e 440 decididas), Ansião (878 apresentadas e 542 decididas) e Coimbra (647 apresentadas e 242 decididas).</p>
<p>Estes seis municípios apresentaram 19.150 candidaturas, que correspondem a 74,4% das 25.723 totais da região Centro. Das 10.752 candidaturas decididas, 7.339 (68,3%) são destes municípios.</p>
<p>A CCDR Centro prometeu fazer nova atualização com dados dos dias 20 e 30.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776144]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>BCP está a fazer emissão de obrigações no valor de 500M€, avança &#8216;Bloomberg&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:39:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O BCP está a fazer hoje uma emissão de obrigações no valor de 500 milhões de euros, tendo os títulos maturidade de 12 anos, segundo a agência de informação financeira Bloomberg.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O BCP está a fazer hoje uma emissão de obrigações no valor de 500 milhões de euros, tendo os títulos maturidade de 12 anos, segundo a agência de informação financeira Bloomberg.</P><br />
<P>As obrigações servirão de reforço de capital (&#8216;tier 2&#8217;) e a data de maturidade é junho de 2038.</P><br />
<P>Em janeiro passado, o BCP fez uma emissão de dívida sénior de 500 milhões de euros a seis anos com taxa de juro fixa de 3,250%, segundo um comunicado publicado então pelo banco na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</P><br />
<P>O banco apresentou lucros de 305,8 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 25,6% do que nos primeiros três meses de 2025. </P><br />
<P>O BCP tem como principais acionistas o grupo chinês Fosun, com 20,03%, e a petrolífera Sonangol, com 19,49%.</P><br />
<P>A imprensa tem vindo a noticiar o interesse da Fosun em reduzir a sua participação e que isso está a suscitar interesse de bancos espanhóis.</P></p>
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		<item>
		<title>ANI e Startup Portugal lançam programa de 1,5 M€ para aproximar academia e empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:39:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Inovação (ANI) e a Startup Portugal lançaram o programa Start from Knowledge, com 1,5 milhões de euros, para apoiar a criação de startups, com 'vouchers' de 30 mil euros destinados a investigadores, docentes e estudantes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Agência Nacional de Inovação (ANI) e a Startup Portugal lançaram o programa Start from Knowledge, com 1,5 milhões de euros, para apoiar a criação de startups, com &#8216;vouchers&#8217; de 30 mil euros destinados a investigadores, docentes e estudantes.</P><br />
<P>Segundo informação divulgada hoje pelas duas entidades, o programa pretende aproximar a investigação académica do tecido empresarial, apoiando a transformação de conhecimento científico desenvolvido em universidades e politécnicos em novas empresas com potencial de impacto económico.</P><br />
<P>O apoio assume a forma de um &#8216;voucher&#8217; não reembolsável de valor fixo de 30 mil euros por projeto, sendo o montante pago integralmente por adiantamento após a validação do termo de aceitação.</P><br />
<P>O financiamento é assegurado pelo Fundo de Inovação, Tecnologia e Economia Circular (FITEC).</P><br />
<P>A iniciativa destina-se a micro, pequenas e médias empresas certificadas como PME e com situação regularizada, exigindo que a startup seja maioritariamente detida e gerida por fundadores que tenham mantido ligação ao meio académico nacional nos últimos dois anos.</P><br />
<P>De acordo com a ANI e a Startup Portugal, a medida visa colmatar a lacuna existente entre a fase de descoberta científica e a criação de empresas capazes de gerar valor económico, num contexto em que consideram existir potencial científico nacional ainda subaproveitado.</P><br />
<P>As despesas elegíveis incluem custos de incubação e aceleração, desenvolvimento de provas de conceito e projetos-piloto, proteção da propriedade intelectual, incluindo registo de patentes, bem como ações de marketing e elaboração de planos financeiros.</P><br />
<P>As candidaturas serão submetidas através das plataformas eletrónicas da ANI e da Startup Portugal, responsáveis pela análise técnica e acompanhamento dos projetos.</P><br />
<P>Após o encerramento do período de candidaturas, a decisão será tomada pela Comissão Executiva do FITEC no prazo de 30 dias úteis.</P><br />
<P>Segundo as entidades promotoras, o Start from Knowledge integra o programa Deep2Start, correspondente à medida 15 do Plano Acelerar a Economia, lançado em fevereiro de 2025.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776157]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Há uma corrida em Roma feita para quem gosta de gatos. Passa pelo Coliseu, ruínas antigas e colónias felinas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ha-uma-corrida-em-roma-feita-para-quem-gosta-de-gatos-passa-pelo-coliseu-ruinas-antigas-e-colonias-felinas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:34:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
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		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Percurso “gatos de Roma” foi lançado pela 'ArcheoRunning', projeto que organiza corridas guiadas pela capital italiana desde 2016]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Roma tem ruínas, igrejas, praças, fontes, trânsito, turistas e uma relação antiga com os gatos. Agora, há também uma corrida pensada para quem quer descobrir a cidade com os olhos postos nos monumentos, mas também nos felinos que habitam algumas das suas zonas arqueológicas.</p>
<p>O percurso “gatos de Roma” foi lançado pela &#8216;ArcheoRunning&#8217;, projeto que organiza corridas guiadas pela capital italiana desde 2016, e propõe uma visita diferente à Cidade Eterna: seis quilómetros ao início da manhã, entre ruínas antigas, pontos históricos e colónias de gatos.</p>
<p><strong>Uma Roma antes da cidade acordar</strong></p>
<p>A corrida é liderada por Isabella Calidonna, historiadora de arte e fundadora da ArcheoRunning, e começa entre as 6h00 e as 7h00, antes de Roma entrar no ritmo habitual de visitantes, buzinas e filas junto aos monumentos.</p>
<p>A ideia é correr, mas sem pressa. O percurso foi pensado para quem quer reparar nos detalhes e atravessar a cidade de forma mais tranquila, num registo que junta exercício físico, história e a presença inesperada dos gatos que vivem em alguns dos locais mais conhecidos de Roma.</p>
<p><strong>Das ruínas ao Coliseu</strong></p>
<p>A visita começa no sítio arqueológico do Templo de Ísis e Serápis, em Campo Marzio. O ponto de partida não é inocente: no Egito antigo, os gatos eram considerados animais sagrados, o que dá ao arranque da corrida uma ligação simbólica ao tema do percurso.</p>
<p>Depois, o trajeto segue até à Área Sacra do Largo Argentina, um dos locais mais associados às colónias de gatos de Roma. A partir daí, os participantes sobem ao Capitólio, passam por alguns dos grandes cenários históricos da cidade e continuam em direção ao Coliseu.</p>
<p>A corrida termina junto da Pirâmide de Céstio, outro ponto da capital italiana onde os gatos fazem parte da paisagem. Ao longo do caminho, os participantes cruzam-se com monumentos, ruínas e felinos que ajudam a mostrar uma Roma menos óbvia do que a dos roteiros tradicionais.</p>
<p><strong>Correr devagar para ver melhor</strong></p>
<p>“Este circuito é para quem gosta de se perder, reparar nos detalhes e correr devagar o suficiente para ver de verdade”, escreveu Isabella Calidonna sobre o percurso.</p>
<p>Os preços começam nos 50 euros por pessoa, considerando um grupo de cinco participantes. Para quem visita Roma e gosta de gatos, a proposta junta dois prazeres simples: começar o dia antes da multidão e descobrir a cidade com uma companhia improvável, mas muito romana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776134]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Espero que seja o motor de uma nova fase&#8221;: Rangel saúda acordo entre EUA e Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:24:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Rangel]]></category>
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					<description><![CDATA[Chefe da diplomacia portuguesa disse esperar que este entendimento possa ir além do cessar-fogo e contribuir para uma solução mais duradoura no Médio Oriente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, saudou o memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irão, alcançado através da mediação do Paquistão, e manifestou a expectativa de que o acordo possa abrir uma nova fase diplomática na região.</p>
<p>“Naturalmente, quero saudar o memorando de entendimento que foi conseguido através da mediação do Paquistão entre os Estados Unidos e o Irão, que será assinado esta sexta-feira”, afirmou Paulo Rangel, no Luxemburgo.</p>
<p>O chefe da diplomacia portuguesa disse esperar que este entendimento possa ir além do cessar-fogo e contribuir para uma solução mais duradoura no Médio Oriente.</p>
<p>“Esperamos que possa ser o motor de uma nova fase em que, para além do cessar-fogo, haja a possibilidade de construir uma solução duradoura para aquela região”, acrescentou.</p>
<p>Rangel sublinhou ainda a importância de o acordo permitir a normalização da navegação no Estreito de Ormuz, uma das rotas estratégicas para o transporte internacional de energia e fertilizantes.</p>
<p>O ministro referiu que o bloqueio ou a instabilidade naquela zona tem provocado “sérias preocupações de matriz alimentar”, sobretudo em África, devido ao impacto no transporte de fertilizantes. &#8220;Este acordo significa uma nova fase, estamos a superar a fase do conflito&#8221;, precisou.</p>
<p>No entanto, há obstáculos ainda pela frente. &#8220;Temos uma questão muito sensível, a do Líbano, e portanto também aí há um vetor que temos de ver como evolui, no sentido de garantir que não há nenhuma reação unilateral que pudesse pôr em causa a assinatura deste memorando de entendimento&#8221;, frisou Rangel.</p>
<p><strong>Ataque a património religioso em Kiev</strong></p>
<p>Num segundo ponto da declaração, Paulo Rangel voltou a condenar os ataques russos contra Kiev, destacando em particular os danos provocados numa catedral histórica da capital ucraniana.</p>
<p>“Quero condenar uma vez mais os ataques inaceitáveis da Federação Russa a Kiev, mas em particular o facto de terem atingido a catedral”, afirmou.</p>
<p>O ministro português sublinhou o significado histórico, religioso e identitário do edifício, lembrando que se trata de uma construção do século XI ligada à própria formação da identidade ucraniana.</p>
<p>“Estamos a falar de um edifício religioso, do século XI, portanto da própria fundação da identidade ucraniana”, disse Paulo Rangel.</p>
<p>Para o governante, o ataque ganha uma gravidade acrescida por visar um local religioso e classificado como Património da Humanidade.</p>
<p>“Tem esse significado identitário e é uma instalação religiosa, Património da Humanidade, que devia estar a salvo de qualquer ataque”, concluiu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776142]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador: O que prevê o acordo preliminar alcançado entre Irão e EUA (e o que esperar dos próximos 60 dias)?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:21:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos e o Irão anunciaram um acordo preliminar destinado a pôr termo a mais de três meses de guerra no Médio Oriente, um conflito que provocou mais de 7.000 mortos, abalou os mercados energéticos internacionais e aumentou a instabilidade numa das regiões mais sensíveis do mundo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos e o Irão anunciaram um acordo preliminar destinado a pôr termo a mais de três meses de guerra no Médio Oriente, um conflito que provocou mais de 7.000 mortos, abalou os mercados energéticos internacionais e aumentou a instabilidade numa das regiões mais sensíveis do mundo. O entendimento, cuja assinatura formal está prevista para sexta-feira, em Genebra, na Suíça, estabelece uma extensão do cessar-fogo por 60 dias e cria uma janela de negociações para tentar alcançar um acordo definitivo sobre várias questões consideradas críticas, incluindo a reabertura do Estreito de Ormuz, o futuro do programa nuclear iraniano, o levantamento de sanções internacionais e a situação de segurança no Líbano.</p>
<p>Embora muitos dos detalhes finais ainda estejam por definir, as informações divulgadas até ao momento permitem traçar um retrato dos principais compromissos assumidos por Washington e Teerão e dos desafios que poderão determinar o sucesso ou fracasso do processo diplomático.</p>
<p><strong>O que prevê o acordo sobre o Estreito de Ormuz?</strong><br />
A reabertura do Estreito de Ormuz é apontada como uma das medidas mais urgentes e com maior impacto global. Desde o início da ofensiva militar contra o Irão, a 28 de fevereiro, aquela via marítima estratégica permaneceu praticamente encerrada devido ao bloqueio imposto inicialmente por Teerão e posteriormente pelas operações navais norte-americanas.</p>
<p>Antes do conflito, cerca de um quinto do petróleo mundial e uma parte significativa do gás natural liquefeito transitavam por esta passagem marítima, tornando-a uma artéria vital para o abastecimento energético internacional.</p>
<p>O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que o estreito deverá reabrir após a assinatura do acordo. Segundo os termos já conhecidos, o Irão compromete-se a remover minas marítimas colocadas na região e a não impor taxas às embarcações que utilizem a rota durante o período de cessar-fogo. Em contrapartida, os Estados Unidos deverão suspender o bloqueio naval estabelecido em abril contra navios que operam a partir de portos iranianos.</p>
<p>Apesar disso, especialistas alertam que o regresso à normalidade poderá não ser imediato. As companhias de navegação e seguradoras deverão avaliar cuidadosamente os riscos antes de retomarem plenamente as operações na região, o que poderá atrasar a recuperação dos fluxos comerciais.</p>
<p>Os mercados reagiram positivamente ao anúncio. O preço do barril de petróleo Brent registou uma descida superior a 3%, situando-se perto dos 84 dólares, refletindo a expectativa de uma futura normalização da oferta energética.</p>
<p><strong>O que acontecerá ao programa nuclear iraniano?</strong><br />
A questão nuclear continua a ser um dos temas mais delicados das negociações. O acordo preliminar estabelece que o Irão reafirmará o compromisso de não desenvolver armas nucleares, mas deixa para os próximos 60 dias a definição de um mecanismo concreto para resolver o destino das reservas de urânio enriquecido acumuladas pelo país.</p>
<p>Segundo informações avançadas por responsáveis norte-americanos, Teerão possui mais de 9.000 quilogramas de urânio enriquecido. Deste total, cerca de 440 quilogramas encontram-se enriquecidos a níveis próximos dos considerados adequados para a produção de armamento nuclear.</p>
<p>A proposta actualmente em discussão prevê que todo o urânio enriquecido seja diluído sob supervisão da Agência Internacional da Energia Atómica. Além disso, Washington pretende que o Irão aceite congelar durante duas décadas as actividades de enriquecimento de urânio e permita o regresso de inspectores internacionais às suas instalações nucleares.</p>
<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, indicou, contudo, que esta matéria será discutida apenas numa fase mais avançada das negociações, demonstrando que continua a existir uma significativa distância entre as posições das duas partes.</p>
<p><strong>Haverá levantamento das sanções económicas?</strong><br />
O alívio das sanções internacionais constitui uma das principais exigências iranianas. Ao longo das últimas quatro décadas, a República Islâmica foi alvo de múltiplos pacotes de sanções relacionados com o seu programa nuclear, alegadas violações dos direitos humanos e apoio militar a diferentes aliados regionais e à Rússia.</p>
<p>De acordo com responsáveis norte-americanos, o levantamento das restrições económicas não será imediato. O modelo definido por Washington prevê uma aplicação gradual e dependente do cumprimento dos compromissos assumidos por Teerão.</p>
<p>Um alto responsável da administração norte-americana explicou que o acordo foi estruturado de forma a que os benefícios económicos sejam atribuídos à medida que o Irão demonstre progressos concretos no cumprimento das suas obrigações.</p>
<p>Durante o período inicial de cessar-fogo, os Estados Unidos deverão autorizar novamente a venda de petróleo iraniano, mas medidas mais abrangentes, como o descongelamento de activos financeiros detidos no estrangeiro, dependerão do avanço das negociações e da assinatura de um acordo final.</p>
<p>Entretanto, Reino Unido, Alemanha, França e Itália manifestaram-se disponíveis para discutir o levantamento das sanções, considerando essencial a conclusão bem-sucedida do processo negocial.</p>
<p><strong>O que significa o acordo para o Médio Oriente?</strong><br />
O entendimento pretende também reduzir a instabilidade regional e criar condições para uma diminuição mais ampla das hostilidades no Médio Oriente.</p>
<p>Segundo responsáveis norte-americanos, o objectivo passa por promover uma interrupção dos confrontos envolvendo vários actores regionais, incluindo o conflito entre Israel e o Hezbollah, movimento libanês apoiado pelo Irão.</p>
<p>No entanto, esta continua a ser uma das áreas mais problemáticas do processo. Teerão condicionou a assinatura do acordo à inclusão do Líbano no quadro geral do cessar-fogo, mas essa pretensão depende igualmente da posição israelita.</p>
<p>Israel não participa formalmente no acordo e tem manifestado reservas quanto ao entendimento alcançado entre Washington e Teerão. No próprio dia em que o acordo foi anunciado, forças israelitas realizaram novos bombardeamentos nos subúrbios do sul de Beirute, considerados bastiões do Hezbollah.</p>
<p>A acção provocou críticas públicas de Donald Trump, que censurou a decisão do Governo liderado por Benjamin Netanyahu, tradicional aliado dos Estados Unidos.</p>
<p><strong>O que acontece nos próximos 60 dias?</strong><br />
A assinatura formal do acordo deverá ocorrer em Genebra, abrindo um período de dois meses de negociações intensivas. Durante esse tempo, as partes tentarão transformar o memorando preliminar num tratado mais abrangente e permanente.</p>
<p>O sucesso do processo dependerá da implementação efectiva do cessar-fogo, da reabertura segura do Estreito de Ormuz, da evolução das conversações sobre o programa nuclear iraniano e da capacidade de envolver os diversos actores regionais num esforço mais amplo de estabilização.</p>
<p>Apesar do optimismo gerado pelo anúncio, responsáveis norte-americanos sublinham que o entendimento continua dependente do cumprimento dos compromissos assumidos por Teerão e alertam que qualquer violação poderá comprometer rapidamente os avanços alcançados.</p>
<p>Para já, o acordo representa a mais significativa tentativa diplomática de travar um conflito que ameaçava mergulhar o Médio Oriente numa guerra ainda mais vasta e aprofundar uma crise energética com repercussões à escala global.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776140]]></sapo:autor>
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		<title>Últimos dias para entregar o IRS: um gesto sem custos pode ajudar projectos de inclusão social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:07:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Os contribuintes portugueses têm apenas mais alguns dias para entregar a declaração de IRS referente aos rendimentos de 2025. Além de cumprirem uma obrigação fiscal, podem também aproveitar este momento para apoiar causas sociais sem qualquer encargo adicional, através da consignação de 1% do IRS.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os contribuintes portugueses têm apenas mais alguns dias para entregar a declaração de IRS referente aos rendimentos de 2025. Além de cumprirem uma obrigação fiscal, podem também aproveitar este momento para apoiar causas sociais sem qualquer encargo adicional, através da consignação de 1% do IRS.</p>
<p>Este mecanismo permite aos cidadãos encaminhar uma parte do imposto já liquidado pelo Estado para instituições de solidariedade social, fundações e organizações do terceiro sector, sem que isso implique qualquer redução do eventual reembolso ou aumento do imposto a pagar.</p>
<p>Entre as entidades que beneficiam deste apoio encontra-se a Fundação MEO, que destaca a consignação do IRS como uma das principais formas de financiamento dos seus projectos de inclusão social e digital.</p>
<p>Segundo a instituição, os montantes recebidos através deste mecanismo são fundamentais para garantir a continuidade de iniciativas dirigidas a pessoas e comunidades em situação de maior vulnerabilidade, promovendo a acessibilidade, a igualdade de oportunidades e o combate à exclusão social.</p>
<p>Nos últimos anos, a Fundação MEO tem desenvolvido diversos projectos ligados à inclusão digital e à utilização da tecnologia como ferramenta de integração social. A fundação sublinha que o envolvimento dos contribuintes desempenha um papel decisivo na manutenção e expansão destas iniciativas.</p>
<p>Num contexto em que muitas organizações do terceiro sector enfrentam dificuldades acrescidas no acesso a financiamento, a consignação do IRS assume uma importância crescente. Para muitas entidades, esta é uma fonte de receita que permite manter programas activos, alargar o seu alcance e responder a necessidades sociais cada vez mais complexas.</p>
<p>A Fundação MEO considera ainda que a sensibilização dos contribuintes para esta possibilidade constitui um exercício de cidadania, permitindo que cada pessoa tenha um papel activo no apoio a projectos de interesse público. Através da consignação de 1% do IRS, os contribuintes podem contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade mais inclusiva, ajudando a colocar a tecnologia e a inovação ao serviço das pessoas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776135]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal produz mais de 1,8 milhões de toneladas de lixo no verão e APA lança alerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 10:51:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) alertou para o aumento significativo da produção de resíduos urbanos durante os meses de verão, revelando que esta é, ao contrário do que muitas pessoas pensam, a época do ano em que mais lixo é produzido em Portugal. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) alertou para o aumento significativo da produção de resíduos urbanos durante os meses de verão, revelando que esta é, ao contrário do que muitas pessoas pensam, a época do ano em que mais lixo é produzido em Portugal. Entre junho e setembro foram geradas mais de 1,8 milhões de toneladas de resíduos urbanos, sendo agosto o mês mais crítico, com mais de 480 mil toneladas produzidas em todo o país.</p>
<p>Perante estes números, a APA assinala o início da estação estival com uma nova fase da campanha “Vamos Lixar o Lixo”, uma iniciativa de sensibilização que pretende chamar a atenção para a importância da correta separação dos resíduos e da reciclagem durante o período de férias. A ação vai percorrer várias regiões do país ao longo de 18 dias, passando por Coimbra, Aveiro, Braga, Castelo Branco, Évora e Portimão.</p>
<p>Segundo a agência, os meses de julho e agosto continuam a ser os mais exigentes em termos de gestão de resíduos urbanos. O aumento das deslocações, das atividades de lazer, das férias em família e do consumo associado à época contribui para uma maior produção de lixo, tornando fundamental que os cidadãos mantenham hábitos de separação e reciclagem, mesmo fora da sua rotina habitual.</p>
<p>A APA sublinha que as férias não devem significar uma interrupção dos comportamentos ambientalmente responsáveis. A entidade defende que a correta separação dos resíduos permite garantir o seu adequado encaminhamento para reciclagem, contribuindo para reduzir os impactos ambientais associados ao aumento do consumo e da produção de lixo durante os meses mais quentes do ano.</p>
<p>A campanha de verão será desenvolvida através de um camião itinerante, designado “Roadshow”, que percorrerá diferentes cidades portuguesas com ações de informação, sensibilização e participação pública. O espaço móvel incluirá um questionário interativo para testar os conhecimentos dos visitantes sobre reciclagem e separação de resíduos, um simulador de consumo sustentável destinado a identificar o perfil de consumo de cada participante, oficinas de criação artística com materiais reciclados e diversas atividades lúdicas dirigidas a todas as idades.</p>
<p>Em comunicado, o presidente da APA, José Pimenta Machado, destaca que a perceção comum nem sempre corresponde à realidade dos dados recolhidos. “Ao contrário do que nos diz o senso comum, o verão é regularmente o período com maior produção de resíduos em Portugal. Este ano, é expectável que esta tendência se mantenha. No entanto, importa sublinhar que o lixo não faz pausa nem descansa durante o verão. Com esta ação, esperamos envolver as comunidades num problema que é de todos, do Algarve ao Minho”, afirma.</p>
<p>Outro dos elementos centrais da iniciativa será o denominado “mural das desculpas”, uma estrutura que acompanhará o Roadshow e onde serão reunidas algumas das justificações frequentemente apresentadas para não separar corretamente os resíduos. O objetivo da APA passa por desafiar os cidadãos a abandonarem essas desculpas e a adotarem comportamentos mais responsáveis no dia a dia.</p>
<p>A primeira paragem da campanha está marcada para Coimbra, entre 19 e 21 de junho, na Praça da República. Seguem-se Aveiro, entre 26 e 28 de junho, Braga, de 3 a 5 de julho, Castelo Branco, entre 10 e 12 de julho, Évora, de 17 a 19 de julho, e Portimão, entre 24 e 26 de julho. Em todas as localidades, as atividades decorrerão à sexta-feira entre as 09h00 e as 18h00, ao sábado entre as 09h00 e as 20h00 e ao domingo entre as 11h00 e as 18h00.</p>
<p>Com esta iniciativa, a Agência Portuguesa do Ambiente procura reforçar a consciencialização pública para um problema que ganha especial dimensão durante os meses de verão, incentivando a população a manter hábitos de reciclagem e separação de resíduos numa altura em que a produção de lixo atinge os valores mais elevados do ano em Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776117]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Este azeite português entrou no top 10 mundial dos mais saudáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 10:50:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[azeite]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[World’s Best Healthy EVOO Contest]]></category>
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					<description><![CDATA[Distinção coloca o azeite da marca portuguesa na sétima posição do ranking “The 10 Best World EVOO by their Healthy Fatty Acids Composition”, que reconhece os azeites com melhor composição de ácidos gordos, um dos principais indicadores associados à qualidade nutricional deste produto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O azeite português voltou a destacar-se no panorama internacional. O Oliveira da Serra “O Lagar” foi distinguido como um dos 10 melhores azeites do mundo na categoria de Ácidos Gordos pelo World’s Best Healthy EVOO Contest, competição internacional dedicada à avaliação científica de azeites virgem extra.</p>
<p>A distinção coloca o azeite da marca portuguesa na sétima posição do ranking “The 10 Best World EVOO by their Healthy Fatty Acids Composition”, que reconhece os azeites com melhor composição de ácidos gordos, um dos principais indicadores associados à qualidade nutricional deste produto.</p>
<p>Ao contrário dos concursos tradicionais, o World’s Best Healthy EVOO Contest avalia os azeites com base nas suas propriedades nutricionais e no seu potencial impacto na saúde, recorrendo a análises laboratoriais certificadas.</p>
<p>Entre os critérios avaliados estão a composição química do azeite, o perfil de ácidos gordos e a presença de compostos bioativos naturalmente presentes no azeite virgem extra, como o oleocanthal, associado a propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.</p>
<p>A presença do Oliveira da Serra “O Lagar” no top 10 mundial reforça, assim, não apenas o reconhecimento sensorial do azeite português, mas também o seu posicionamento no campo da qualidade nutricional.</p>
<p><strong>Inspirado no Lagar do Marmelo</strong></p>
<p>Produzido a partir de azeitonas selecionadas e extraído através de processos que procuram preservar os seus compostos naturais, o Oliveira da Serra “O Lagar” foi criado em homenagem ao Lagar do Marmelo e é um dos azeites mais premiados da marca.</p>
<p>O azeite é apresentado como uma opção especialmente indicada para degustação a frio e para finalizar pratos leves, como saladas ou massas.</p>
<p>“No nariz, sobressai o verde da folha de oliveira, erva cortada e rama de tomate. Na boca, apresenta um frutado verde médio-alto com nota para algumas ervas aromáticas, tomate verde mas também frutos secos com predominância da noz. O amargo e o picante são médios. É um excelente azeite para degustar com pão mas também para finalizar pratos de refeições leves como saladas ou massas”, afirma Nuno Alarcão, Olive Oil Sourcing Manager da Sovena.</p>
<p><strong>Portugal reforça estatuto no azeite de excelência</strong></p>
<p>Para a Sovena, a distinção atribuída ao Oliveira da Serra “O Lagar” confirma a evolução da produção nacional e reforça o papel de Portugal entre os produtores de azeites virgem extra reconhecidos internacionalmente.</p>
<p>“Este reconhecimento internacional demonstra que a excelência do azeite português vai além do perfil sensorial. É também o resultado de um trabalho consistente focado na qualidade nutricional e na valorização dos compostos naturais do azeite”, sublinha Loara Costa, diretora de Marketing &#038; Trade Marketing da Sovena.</p>
<p>Com esta distinção, Oliveira da Serra reforça o posicionamento da marca na produção de azeites virgem extra que procuram aliar sabor, autenticidade, inovação e qualidade nutricional, contribuindo para afirmar o azeite português num mercado internacional cada vez mais atento aos benefícios associados à alimentação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776112]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Centenária relojoaria portuense Marcolino vai ajudar a reativar um instrumento científico único no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 10:50:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Marcolino vai participar na reativação de um instrumento científico único no mundo, o Círculo Meridiano de Espelho do Observatório Astronómico Professor Manuel de Barros, da Universidade do Porto, numa iniciativa que assinala o centenário da histórica relojoaria portuense.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Marcolino vai participar na reativação de um instrumento científico único no mundo, o Círculo Meridiano de Espelho do Observatório Astronómico Professor Manuel de Barros, da Universidade do Porto, numa iniciativa que assinala o centenário da histórica relojoaria portuense.</p>
<p>A ação decorre no próximo dia 20 de junho e resulta de uma parceria entre a marca e o Observatório, permitindo que clientes que adquiriram o relógio comemorativo dos 100 anos da Marcolino possam viver uma experiência inédita: acertar o seu relógio através da observação direta da passagem de uma estrela pelo meridiano.</p>
<p>Mais do que uma celebração simbólica, a iniciativa marca o regresso a um método histórico de medição do tempo, assente na observação astronómica, numa altura em que a hora é hoje obtida de forma instantânea através de dispositivos digitais.</p>
<p>“O gesto de acertar um relógio parece hoje banal e imediato. Mas durante séculos a humanidade encontrou nas estrelas a referência absoluta para medir o tempo. Trazer esta experiência para as celebrações do centenário da Marcolino é, de certa forma, regressar à essência da relojoaria”, sublinha Miguel Neves, COO da Marcolino.</p>
<p>A reativação da experiência será possível graças ao Círculo Meridiano de Espelho do Observatório Astronómico Professor Manuel de Barros, um instrumento científico de excecional raridade e valor patrimonial, concebido para determinar com elevada precisão a passagem das estrelas pelo meridiano e, consequentemente, a hora exata.</p>
<p>Inaugurado em 1957, o equipamento foi fundamental na determinação da hora oficial em Portugal durante várias décadas, em articulação com o Observatório Astronómico de Lisboa. Existem apenas mais dois exemplares semelhantes em todo o mundo.</p>
<p>Após um extenso processo de recuperação concluído na última década, o instrumento mantém-se hoje como o único do seu tipo em funcionamento a nível mundial, afirmando-se como um dos mais relevantes patrimónios científicos da Universidade do Porto.</p>
<p>“Determinar a hora a partir da observação astronómica é um processo que cruza ciência, precisão e conhecimento acumulado ao longo de séculos. Esta iniciativa permite reativar essa ligação histórica entre o céu e a medição do tempo”, explica o professor José Luís Santos, diretor do Observatório.</p>
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