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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Projeto para a Guerra Junqueiro no Porto &#8220;não tem capacidade&#8221; para implementar ciclovia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 01:02:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O projeto de beneficiação que a Câmara do Porto desenvolveu para a Rua de Guerra Junqueiro, cuja empreitada foi objeto de um concurso público, não permite que seja implantada uma ciclovia, indica um relatório da Assembleia Municipal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>	O projeto de beneficiação que a Câmara do Porto desenvolveu para a Rua de Guerra Junqueiro, cuja empreitada foi objeto de um concurso público, não permite que seja implantada uma ciclovia, indica um relatório da Assembleia Municipal.</P><br />
<P></P><br />
<P>	O documento, redigido pela Divisão Municipal de Apoio à Assembleia Municipal (AM), foi feito a propósito da petição &#8220;Guerra Junqueiro Mais Alegre&#8221;, lançada em março por um grupo de encarregados de educação de escolas naquela zona que pedia que a autarquia procedesse à revisão do projeto, e que foi discutida na AM na noite de segunda-feira.</P><br />
<P>	</P><br />
<P>	&#8220;Considerando o Plano Diretor Municipal [PDM] e a dimensão das bolsas de estacionamento previstas no projeto, a largura do perfil proposto não tem capacidade para a implementação da ciclovia&#8221;, que era uma das reivindicações dos peticionários, pode ler-se no relatório, que ressalva que essa possibilidade foi analisada após reuniões com os representantes da petição, tendo o Departamento Municipal do Espaço Público encontrado condicionantes.</P><br />
<P></P><br />
<P>	Para a criação de uma ciclovia, seria necessário ou eliminar estacionamento, ou abater árvores, ou reduzir a largura do passeio, justifica a autarquia, o que reverteria os pressupostos iniciais do projeto, cujo concurso público para a empreitada encerrou a 03 de abril.</P><br />
<P></P><br />
<P>	Na Assembleia Municipal, a vice-presidente da autarquia, Catarina Araújo, explicou que o projeto foi herdado do anterior executivo, que descartá-lo significaria que a obra não seria feita nos próximos quatro anos, mas que &#8220;não sendo este o projeto que responde de forma cabal aos receios legítimos da petição&#8221; ele tem pontos comuns com o que é pedido pelos peticionários.</P><br />
<P></P><br />
<P>	&#8220;Os passeios são alargados &#8211; reconheço que ligeiramente &#8211; ao longo do arruamento e na aproximação às escolas (&#8230;), a faixa de rodagem passa a ser menor (&#8230;)&#8221;, começou por elencar a autarca, que acrescentou que será também reforçada a sinalização junto às zonas pedonais, a criação de zonas &#8216;kiss and ride&#8217;, a plantação de mais árvores (três), o alargamento da caldeiras das árvores, a implementação de lugares de estacionamento para bicicletas e a adoção de medidas para a redução da velocidade dos automóveis.</P><br />
<P></P><br />
<P>	A petição foi apresentada às várias forças políticas da AM por Márcia Pinto, que pediu que o Porto crie um &#8220;verdadeiro programa municipal de ruas escolares&#8221; começando na Guerra Junqueiro e &#8220;alargando rua a rua a todas as escolas da cidade&#8221; com calendário, orçamento e metas.</P><br />
<P></P><br />
<P>	&#8220;Uma solução para a Guerra Junqueiro não pode ser um caso isolado. Tem que ser uma política pública voltada para todas as crianças do concelho&#8221;, reclamou.</P><br />
<P></P><br />
<P>	Os peticionários pediam ainda que a autarquia suprimisse uma das vias de trânsito e uma das filas de estacionamento existentes, algo que o projeto não acolherá.</P><br />
<P></P><br />
<P>	&#8220;Tendo em consideração a hierarquia viária do arruamento, os dados de tráfego disponíveis e os constrangimentos associados à tomada e largada de crianças junto dos estabelecimentos de ensino, entende-se que a redução das atuais condições de circulação, concretamente a eliminação de uma via de trânsito, agravará significativamente as condições de escoamento e fluidez do tráfego no local&#8221;, dá conta o relatório.</P><br />
<P></P><br />
<P>	O relatório justifica ainda que a eliminação do estacionamento de um dos lados do arruamento &#8220;implicaria uma redução significativa da oferta do estacionamento existente&#8221;, nomeadamente 60 lugares, numa zona onde há uma lista de espera de 283 residentes para a atribuição de avenças de residentes.</P><br />
<P></P><br />
<P>	De acordo com uma memória descritiva e justificativa, anexada ao concurso da autarquia, esta artéria, de apenas um sentido, é classificada como &#8220;um eixo de ligação fundamental&#8221; com &#8220;bastante tráfego automóvel e circulação pedonal intensa&#8221; por servir vários edifícios de escolas, equipamentos e instituições.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783401]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a ganhar 1,57%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 00:17:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,57% para 70.561,07 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,57% para 70.561,07 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, ganhava 0,55% para 4.007,14 pontos, às 09:14 locais (01:14 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783400]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Zelensky recorda 15 prazos falhados pela Rússia para captura de Donetsk</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 23:43:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, recordou segunda-feira que a Rússia já falhou 15 prazos para captura da província de Donetsk desde o início da invasão em larga escala da Ucrânia, há quatro anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, recordou segunda-feira que a Rússia já falhou 15 prazos para captura da província de Donetsk desde o início da invasão em larga escala da Ucrânia, há quatro anos.</P><br />
<P>No seu pronunciamento diário ao país, o líder ucraniano atribuiu os &#8220;15 prazos diferentes para a captura da região de Donetsk&#8221;, desde 2022, à &#8220;obsessão&#8221; da liderança política russa. </P><br />
<P>&#8220;Quinze vezes sucumbiram a esta ilusão de que tomariam todo o Donbass&#8221;, região no leste do país que inclui também a província de Lugansk, declarou.</P><br />
<P>&#8220;Em 2022, a data era 31 de março. Depois, 09 de maio. A seguir, 01 de junho, 15 de setembro e 31 de dezembro. Em 2023, [o Presidente russo, Vladimir] Putin estabeleceu duas datas para a captura de Donbass: 01 de março e, após mais uma tentativa falhada, 31 de dezembro&#8221;, relatou Zelensky.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano recordou ainda as duas datas mencionadas em 2024 e as de 2025, quando &#8220;os russos tentaram convencer o Presidente [norte-americano] Donald Trump de que a Ucrânia acabaria por entrar em colapso&#8221;. </P><br />
<P>Este ano, afirmou Zelensky, &#8220;os russos adiaram mais uma vez a data para a captura da região de Donetsk&#8221;. &#8220;Primeiro disseram 31 de março deste ano, depois 01 de setembro e agora a data mais recente é 31 de dezembro&#8221;, declarou.</P><br />
<P>&#8220;Se a Rússia não acabar com esta guerra, terá de adiar novamente este prazo final&#8221;, disse Zelensky na mensagem.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano denunciou ainda a &#8220;caça a civis&#8221;, referindo-se aos recentes ataques russos em Zaporijia com &#8216;drones&#8217; e outros veículos aéreos não tripulados. </P><br />
<P>Criticou em particular o ataque russo &#8220;brutal e totalmente insensato&#8221; a Dnipro, como parte da &#8220;guerra de terror&#8221; da Rússia e avisou que haverá uma &#8220;resposta justa&#8221;.</P><br />
<P>Resultado do sucesso dos ataques ucranianos a refinarias russas, Zelensky destacou ainda as longas filas nos postos de abastecimento russos como uma &#8220;consequência direta da guerra&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Estamos a trazer a realidade da guerra de volta para a Rússia e a tornar o mais difícil possível para eles continuarem a ocupar as nossas terras&#8221;, argumentou.</P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e &#8220;desnazificar&#8221; o país vizinho, independente desde 1991 &#8211; após a desagregação da antiga União Soviética &#8211; e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.  </P><br />
<P>A guerra na Ucrânia já provocou dezenas de milhares de mortos de ambos os lados, e os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia contra cidades e infraestruturas ucranianas, ao passo que as forças de Kiev têm visado alvos em território russo próximos da fronteira e na península da Crimeia, ilegalmente anexada em 2014.  </P><br />
<P>No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado e exige, para pôr fim ao conflito, que a Ucrânia lhe ceda pelo menos quatro regiões &#8211; Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia &#8211; além da península da Crimeia, anexada em 2014, e renuncie para sempre a aderir à NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental).  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783398]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Arquidiocese de São Francisco vai pagar 345,7 ME a vítimas de abusos sexuais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 23:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A arquidiocese de São Francisco nos Estados Unidos anunciou esta segunda-feira um acordo para pagar 395 milhões de dólares (345,7 milhões de euros) a cerca de 530 vítimas de abusos sexuais cometidos por membros da igreja.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A arquidiocese de São Francisco nos Estados Unidos anunciou esta segunda-feira um acordo para pagar 395 milhões de dólares (345,7 milhões de euros) a cerca de 530 vítimas de abusos sexuais cometidos por membros da igreja.  </P><br />
<P>Estes abusos a menores, que muitas vezes remontam há várias décadas, há muito que tinham prescrito, até que a Califórnia aprovou uma lei dando às vítimas uma janela de três anos para se manifestarem e avançarem com processos, entre o início de 2020 e o final de 2022, por factos antigos.  </P><br />
<P>O acordo &#8220;abre caminho a uma compensação justa para os sobreviventes, que carregaram o peso desses abusos toda a vida&#8221;, considerou o arcebispo de São Francisco, Dom Salvatore Cordileone, num comunicado.  </P><br />
<P>&#8220;Assumimos total responsabilidade pelo que aconteceu, e peço as minhas sinceras desculpas a todas as pessoas que foram prejudicadas&#8221;, acrescentou, referindo-se à &#8220;obrigação moral&#8221; da Igreja Católica de dar uma resposta para os seus crimes. </P><br />
<P>Este acordo financeiro ainda precisa de ser aprovado por votação pelas vítimas, antes de ser validado por um juiz. </P><br />
<P>&#8220;Hoje, a vergonha vai mudar de lado&#8221;, reagiu uma das vítimas, Margie O&#8217;Driscoll, agredida sexualmente há quase 50 anos num estabelecimento escolar católico. </P><br />
<P>&#8220;Como todos os sobreviventes, carreguei essa dor e essa vergonha como um fardo durante muito, muito tempo&#8221;, insistiu Margie durante uma conferência de imprensa, lembrando todos os anos em que as vítimas foram &#8220;desprezadas pelo arcebispo&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O sofrimento mais profundo é o daqueles que morreram enquanto este caso se arrastava, sem que o seu nome fosse alguma vez mencionado no tribunal nem recebessem desculpas do arcebispo&#8221;, recordou. </P><br />
<P>Jeff Anderson, um dos advogados que representa um grande número de vítimas, saudou o acordo como um &#8220;avanço importante&#8221;, sublinhando que, para além das compensações financeiras, o documento obriga o arcebispado a instaurar 14 medidas para &#8220;proteger as crianças e dar meios de agir às vítimas&#8221;. </P><br />
<P>A instituição terá de contratar, nomeadamente um consultor independente a quem dará acesso a todos os seus arquivos, encarregado de produzir um relatório sobre as violências cometidas. Também deverá ser publicada uma lista parcial dos autores de abusos, e deve ser criada uma linha telefónica para denunciar futuras violências sexuais. </P><br />
<P>A Igreja Católica enfrenta escândalos de abusos sexuais cometidos pelos seus elementos em todo o mundo. </P><br />
<P>A forma como lidam com isso varia muito de país para país: em Espanha, por exemplo, onde o Papa Leão XIV esteve no início de junho, a Igreja ainda é muito criticada pela sua falta de transparência sobre a questão. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783395]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Paraguai elimina Alemanha nos penáltis e está nos &#8216;oitavos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 23:31:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Paraguai qualificou-se na segunda-feira para os oitavos de final do Mundial2026 de futebol, ao vencer a Alemanha por 4-3, no desempate por penáltis, após 1-1 nos 120 minutos, no terceiro jogo dos 16 avos de final.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Paraguai qualificou-se na segunda-feira para os oitavos de final do Mundial2026 de futebol, ao vencer a Alemanha por 4-3, no desempate por penáltis, após 1-1 nos 120 minutos, no terceiro jogo dos 16 avos de final.</P><br />
<P>Em Foxborough, nos Estados Unidos, Julio Enciso adiantou os sul-americanos, aos 42 minutos, enquanto Kai Havertz apontou, aos 54, o tento dos germânicos, que já tinham falhado os &#8216;oitavos&#8217; em 2018 e 2022, ficando-se então pela fase de grupos.</P><br />
<P>Nos &#8216;oitavos, em encontro marcado para sábado, o Paraguai, que tem como melhor registo em Mundiais a presenças nos &#8216;quartos&#8217; em 2010, vai medir forças com o vencedor do embate entre a França e a Suécia, que se defrontam na terça-feira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783388]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Grupos de comunicação social franceses conseguem condenação da Google</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 23:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Vários grupos de comunicação social franceses conseguiram a condenação da Google a 126 milhões de euros por práticas anticoncorrenciais na publicidade em linha, informou a AFP com base em fonte próxima do assunto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Vários grupos de comunicação social franceses conseguiram a condenação da Google a 126 milhões de euros por práticas anticoncorrenciais na publicidade em linha, informou a AFP com base em fonte próxima do assunto. </P><br />
<P>Em concreto, a Prisma Media obteve 61 milhões, Le Figaro 26 milhões, Les Echos-Le Parisien 11,5 milhões e a plateforma de video Dailymotion 27,5 milhões, segundo a decisão do Tribunal das Atividades Económicas parisiense. </P><br />
<P>Marc Feuillée, diretor-geral do Le Figaro, citado pela mind Media, &#8220;com as decisões precedentes em favor da Rossel, L&#8217;Equipe e M6, está estabelecida jurisprudência&#8221;. </P><br />
<P>O M6 tinha obtido em março uma indemnização da Google no montante de 23 milhões de euros, também por causa da publicidade em linha. </P><br />
<P>Em junho de 2021, a Autoridade da Concorrência tinha multado a Google pelo mesmo motivo em 220 milhões de euros.</P><br />
<P>E a Comissão Europeia, em setembro, penalizou a Google com uma multa de 2,95 mil milhões de euros.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783383]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>IPMA prevê temperaturas até 43 graus e emite avisos amarelos para Viana do Castelo Braga Porto e Setúbal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ipma-preve-temperaturas-ate-43-graus-e-emite-avisos-amarelos-para-viana-do-castelo-braga-porto-e-setubal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 23:01:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O IPMA prevê um longo período de "tempo muito quente e seco" em Portugal continental com temperaturas máximas até 43 graus em algumas regiões e emite avisos amarelos para Viana do Castelo Braga Porto e Setúbal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O IPMA prevê um longo período de &#8220;tempo muito quente e seco&#8221; em Portugal continental com temperaturas máximas até 43 graus em algumas regiões e emite avisos amarelos para Viana do Castelo Braga Porto e Setúbal.</p>
<p>&#8220;Prevê-se um longo período com tempo quente e seco, com a temperatura máxima a atingir valores entre 40 e 43°C no Vale do Tejo e no Alentejo a partir de dia 1, e que poderão estender-se a alguns locais das restantes regiões no final da semana&#8221;, lê-se no comunicado do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) de hoje ao final do dia.</p>
<p>O instituto refere também que, ao contrário do último episódio de tempo quente, &#8220;os valores de temperatura no litoral também irão subir significativamente&#8221; a partir do dia 1, com valores entre 35 e 40 °C.</p>
<p>Segundo o IPMA, o estado do tempo em Portugal continental está a ser influenciado por um anticiclone localizado a norte e noroeste do arquipélago dos Açores, estendendo-se até ao Golfo da Biscaia, e que a partir de hoje &#8220;se desloca para leste, estabelecendo uma circulação do quadrante leste no continente&#8221;.</p>
<p>Neste contexto de tempo muito quente, o maior impacto será no litoral oeste, onde a brisa marítima será pouco intensa durante a tarde, fazendo com que estejam previstos &#8220;vários dias seguidos com temperatura máxima acima de 35°C e temperatura mínima acima de 20°C&#8221;, adianta.</p>
<p>Assim, foram emitidos avisos &#8220;de nível Amarelo de tempo quente, que serão estendidos aos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto e Setúbal, referindo-se este aviso ao interior destes distritos&#8221;, revela anota. E a partir de dia 01 &#8220;terá início o aviso Laranja para o Alentejo, estendendo-se a vários distritos do litoral no dia 2&#8221;, acrescenta.</p>
<p>O IPMA alerta também na nota que &#8220;é muito provável que o nível dos avisos seja agravado em vários distritos&#8221; nas atualizações dos próximos dias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783374]]></sapo:autor>
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		<title>Plano de Israel para construir colonatos em Gaza espera aprovação de Netanyahu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 22:50:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Israel poderá iniciar "imediatamente" a construção de três colonatos na Faixa de Gaza, assim que o primeiro-ministro o aprovar, afirmou hoje o ministro radical Bezalel Smotrich, enquanto ataques israelitas ao território palestiniano fizeram mais oito mortos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Israel poderá iniciar &#8220;imediatamente&#8221; a construção de três colonatos na Faixa de Gaza, assim que o primeiro-ministro o aprovar, afirmou hoje o ministro radical Bezalel Smotrich, enquanto ataques israelitas ao território palestiniano fizeram mais oito mortos.</P><br />
<P>&#8220;A Administração de Assentamentos, sob a minha direção no Ministério da Defesa, concluiu o seu planeamento e estamos prontos para estabelecer três colonatos imediatamente, assim que recebermos luz verde do primeiro-ministro&#8221;, declarou Smotrich num vídeo da cidade de Sderot, publicado nas redes sociais.</P><br />
<P>Líder da ala radical que apoia o governo de Benjamin Netanyahu, Smotrich acrescentou que Israel deve completar &#8220;a conquista do território restante (em Gaza), derrotar o Hamas e estabelecer um cinturão de colonatos judaicos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Onde não há colonatos, não há segurança. Não vamos voltar à realidade que existia antes de 07 de outubro&#8221;, declarou, recorrendo um slogan que usa há anos.</P><br />
<P>As tropas israelitas já controlam quase 70% do território de Gaza, amontoando mais de dois milhões de palestinianos em pouco mais de 100 quilómetros quadrados, sendo o restante inacessível aos habitantes.</P><br />
<P>O governo israelita de Ariel Sharon desmantelou em 2005 um total de 21 colonatos localizados no sul da Faixa de Gaza, conhecidos como o bloco Gush Katif, apesar da oposição, e obrigou quase 9.000 colonos a abandonar o local, na sequência de um plano de retirada unilateral.</P><br />
<P>Ataques israelitas hoje no sul e centro da Faixa de Gaza mataram pelo menos oito pessoas, incluindo duas crianças, e feriram pelo menos outras 20, segundo as autoridades de saúde e os serviços de emergência, controlados pelo movimento islamita palestiniano Hamas.</P><br />
<P>Em Khan Younis, um ataque atingiu uma tenda no bairro de Al-Mawasi após um aviso prévio, matando uma mãe de 23 anos e a sua filha de um ano, de acordo com o Hospital Nasser.</P><br />
<P>Um outro ataque na cidade de Qarara, a noroeste da cidade, ao início do dia, matou um homem de 31 anos, segundo o Hospital Nasser.  </P><br />
<P>Num incidente separado na mesma área, um ataque atingiu uma tenda de deslocados na zona costeira de Khan Younis, matando duas pessoas e ferindo outras 13, segundo o Hospital Nasser e o Crescente Vermelho Palestiniano.  </P><br />
<P>Na região central de Gaza, um ataque com um &#8216;drone&#8217; atingiu uma tenda em Deir al-Balah, matando pelo menos três palestinianos, incluindo um rapaz de oito anos e o seu avô, segundo as autoridades médicas.</P><br />
<P>Um ataque no sul da Faixa de Gaza, no domingo, matou Zaher Abu Salem, informou o exército israelita, descrevendo-o como membro da Jihad Islâmica e envolvido no ataque de 07 de outubro de 2023 contra Israel, que desencadeou a guerra. </P><br />
<P>Embora os combates tenham diminuído desde o cessar-fogo em outubro, as forças israelitas realizam ataques quase diários, que já resultaram na morte de 1.045 palestinianos, segundo as autoridades de saúde de Gaza. </P><br />
<P>Israel afirma estar a atacar militantes, alegando frequentemente que estes planeavam ataques contra as tropas israelitas. Cinco soldados israelitas foram mortos em ataques de militantes desde o cessar-fogo.</P><br />
<P>O Ministério da Saúde de Gaza, que faz parte do governo liderado pelo Hamas, mantém registos detalhados das mais de 73 mil vítimas desde início do conflito, mas não proporciona uma discriminação entre civis e militantes.</P><br />
<P>O ataque liderado pelo Hamas, a 07 de outubro, contra Israel, matou cerca de 1.200 pessoas e fez 251 reféns.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783373]]></sapo:autor>
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		<title>ERC vai instaurar processo de contraordenação à plataforma LiveMode</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 22:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Conselho Regulador da ERC deliberou hoje proceder à instauração de um processo de contraordenação à plataforma LiveMode por esta, decorrido o prazo de 72 horas, não ter apresentado os elementos legalmente exigidos junto da entidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho Regulador da ERC deliberou hoje proceder à instauração de um processo de contraordenação à plataforma LiveMode por esta, decorrido o prazo de 72 horas, não ter apresentado os elementos legalmente exigidos junto da entidade.</P><br />
<P>Contactada pela Lusa, fonte oficial da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) adiantou que o Conselho Regulador, em reunião extraordinária realizada hoje, &#8220;deliberou, por maioria, dar integral cumprimento à deliberação ERC/2026/169 (AUT-TV), aprovada em 22 de junho, uma vez que, decorrido o prazo de 72 horas concedido à Livemode, Unipessoal, Lda., não foram apresentados os elementos legalmente exigidos para efeitos de comunicação e registo junto da ERC como serviço audiovisual a pedido&#8221;. </P><br />
<P>Na mesma reunião, &#8220;a ERC indeferiu o requerimento apresentado pela LiveMode, em 24 de junho, através do qual esta solicitava a concessão de um prazo adicional de 10 dias para o exercício do direito de audiência prévia relativamente à deliberação ERC/2026/169 (AUT-TV)&#8221;.</P><br />
<P>Face a isto, &#8220;a ERC procederá à instauração do competente processo de contraordenação por incumprimento das obrigações legais de comunicação e de registo, previstas na Lei da Televisão e dos Serviços Audiovisuais a Pedido e no Decreto Regulamentar n.º 8/99, de 9 de junho, bem como à comunicação da situação ao regulador irlandês &#8212; autoridade reguladora competente do Estado-membro sob cuja jurisdição se encontra estabelecida a plataforma de distribuição YouTube &#8212; e ao Coordenador Nacional dos Serviços Digitais&#8221;.</P><br />
<P>O Conselho Regulador considerou que neste caso não se impunha a realização de audiência de interessados previamente à adoção da deliberação, até porque estava em apreciação o cumprimento de obrigações legais de comunicação e registo que são exigidas por lei para o exercício da atividade em causa.</P><br />
<P>Além de que, tendo em conta a especificidade do projeto &#8211; a LiveMode informou em 19 de junho ter procedido a uma reestruturação do projeto, da qual resultou a concentração da atividade numa &#8220;operação digital, temporária e associada a conteúdos desportivos e de entretenimento, durante o Mundial&#8221; &#8211; e a natureza limitada no tempo, dependente deste evento de futebol, tal impunha uma resposta regulatória célere, sob pena da decisão não ter qualquer efeito. </P><br />
<P>A plataforma LiveModeTV, que transmite jogos de futebol do Mundial2026 em Portugal, pediu hoje o registo na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) enquanto serviço audiovisual a pedido (&#8216;streaming&#8217;), conforme exigido, apesar de continuar a opor-se à classificação atribuída pelo regulador.</P><br />
<P>&#8220;Não tendo tido oportunidade de se pronunciar sobre este novo enquadramento, a LiveModeTV invocou o direito de audiência prévia para apresentar os seus argumentos, como decorre do Código do Procedimento Administrativo&#8221;, afirma a plataforma.  </P><br />
<P>&#8220;A LiveModeTV irá agora apresentar a documentação detalhada à ERC sobre o modelo atual do seu projeto, demonstrando que a sua atividade não se enquadra na categoria de serviço audiovisual a pedido. A empresa fá-lo confiante de que, tal como aconteceu com a classificação como serviço de televisão web, a análise destes elementos levará a ERC a concluir que a LiveModeTV não se enquadra nessa categoria&#8221;, adianta.</P><br />
<P>A LiveModeTV Portugal é propriedade da empresa LiveMode Portugal, Unipessoal, Lda.</P><br />
<P>Em Portugal, o projeto destaca-se por transmitir, em direto, 34 jogos do Mundial, um por dia, incluindo jogos da Seleção Nacional, em acesso gratuito, tendo o início da atividade cerca de 6 meses, coincidente com o primeiro vídeo disponibilizado na plataforma YouTube. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783369]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha em alta graças à recuperação dos valores tecnológicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 22:25:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, alicerçada na dinâmica positiva dos valores tecnológicos, a beneficiarem de uma vaga de compras após uma semana de sinal contrário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, alicerçada na dinâmica positiva dos valores tecnológicos, a beneficiarem de uma vaga de compras após uma semana de sinal contrário. </P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average ganhou 0,59%, o tecnológico Nasdaq avançou 2,07% e o alargado S&amp;P500 subiu 1,17%.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, tudo andou à volta das Sete Magníficas (designação dos principais &#8216;pesos pesados&#8217; tecnológicos), em via de recuperação, o que levou o mercado para a alta&#8221;, disse Angelo Kourkafas, da Edward Jones, à AFP.</P><br />
<P>Este movimento foi liderado pela Alphabet, &#8216;holding&#8217; da Google, que valorizou 4,96%, representativos de um ganho na capitalização bolsista acima de 200 mil milhões de dólares.</P><br />
<P>O grupo realizou hoje a primeira sessão enquanto membro da Dow Jones, substituindo a Verizon, o que consagrou ainda mais o peso do setor tecnológico na economia dos EUA.</P><br />
<P>Angelo Kourkafas realçou em particular o desempenho das empresas ligadas aos semicondutores, ilustrado por Marvell (+4,12%), AMD (+3,43%) e Western Digital, que valorizou mais de 11%. Por sua vez, a Nvidia, primeira capitalização mundial, subiu 1,27%.</P><br />
<P>Estes e outros componentes eletrónicos são indispensáveis à construção de centros de dados onde são treinados os modelos de inteligência artificial.</P><br />
<P> O dinamismo de boa parte deste setor explica a recuperação bolsista desde fim de março. </P><br />
<P>&#8220;Estamos a poucos dias do fim do trimestre, e o mercado está em vias de registar a sua maior subida trimestral desde 2020 (&#8230;), apesar da incerteza geopolítica&#8221;, sublinhou Kourkafas.</P><br />
<P>Durante esta semana, os investidores vão conhecer vários indicadores sobre o mercado de trabalho. </P><br />
<P>Esta informação pode dar sinais sobre a trajetória da política monetária do banco central. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783363]]></sapo:autor>
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		<title>LiveModeTV procede ao registo na ERC apesar de discordância com regulador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 22:04:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A plataforma LiveModeTV, que transmite jogos de futebol do Mundial2026 em Portugal, pediu hoje o registo na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) enquanto serviço audiovisual a pedido ('streaming'), conforme exigido, continuando a opor-se à classificação atribuída pelo regulador.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A plataforma LiveModeTV, que transmite jogos de futebol do Mundial2026 em Portugal, pediu hoje o registo na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) enquanto serviço audiovisual a pedido (&#8216;streaming&#8217;), conforme exigido, continuando a opor-se à classificação atribuída pelo regulador.</P><br />
<P>Depois de a ERC ter dado um prazo de 72 horas à plataforma para fazer o registo, foi recusado pelo regulador o exercício do direito de audiência prévia apresentado pela LiveModeTV, que assim &#8220;avançou de imediato&#8221; para cumprir a exigência registando-se como operador de &#8216;streaming&#8217;, afirma a plataforma em comunicado. </P><br />
<P>Numa primeira decisão, datada de 16 de junho, a ERC entendia que a LiveModeTV estava sujeita a registo obrigatório no regulador, qualificando-se como Web TV, por ter &#8220;características próprias de um serviço de comunicação social organizado editorialmente, incluindo identidade visual e editorial própria, programação estruturada, responsabilidade editorial sobre os conteúdos, presença de apresentadores e comentadores, bem como exploração económica do serviço&#8221;.</P><br />
<P>Na deliberação de 22 de junho, a ERC refere que face à &#8220;reconfiguração material do projeto&#8221; da LiveModeTV, deixou de se verificar a &#8220;existência de um serviço de programas televisivo, designadamente a organização de uma grelha de programação linear, contínua e unitária&#8221; e acrescenta que as alterações comunicadas pela LiveModeTV e o início das emissões do Mundial de Futebol, &#8220;permitem conferir um novo ângulo sobre a qualificação dos serviços a disponibilizar&#8221; pela plataforma.    </P><br />
<P>Segundo a ERC, o modelo atual da plataforma consiste na oferta de conteúdos audiovisuais organizados em &#8216;playlists&#8217; e secções temáticas, disponibilização contínua de vídeos gravados, acesso livre e individualizado pelo utilizador e ausência de grelha de programação linear contínua. </P><br />
<P>&#8220;Esta estrutura corresponde, em termos funcionais, a uma forma de organização de conteúdos audiovisuais suscetível de integrar o conceito de serviço audiovisual a pedido&#8221;, sustentado &#8220;por publicidade (Advertising Video On demand- AVOD), através de plataformas de terceiros (OTT &#8211; over the top)&#8221;, lê-se ainda na deliberação. </P><br />
<P>Assim, a ERC considera que alterações introduzidas ao serviço afastam &#8220;não permitem afastar a qualificação de um serviço de comunicação audiovisual &#8211; na modalidade de SAP -, o qual exige registo prévio na ERC antes de iniciar a atividade&#8221;, mas a plataforma também rejeita esta classificação. </P><br />
<P>&#8220;Não tendo tido oportunidade de se pronunciar sobre este novo enquadramento, a LiveModeTV invocou o direito de audiência prévia para apresentar os seus argumentos, como decorre do Código do Procedimento Administrativo&#8221;, afirma a plataforma.  </P><br />
<P>&#8220;A LiveModeTV irá agora apresentar a documentação detalhada à ERC sobre o modelo atual do seu projeto, demonstrando que a sua atividade não se enquadra na categoria de serviço audiovisual a pedido. A empresa fá-lo confiante de que, tal como aconteceu com a classificação como serviço de televisão web, a análise destes elementos levará a ERC a concluir que a LiveModeTV não se enquadra nessa categoria&#8221;, adianta.</P><br />
<P>A LiveModeTV divulgou em 11 de junho, quando arrancou o Mundial2026 que decorre nos Estados Unidos, no México e no Canadá, que iria transmitir 34 jogos da competição, incluindo todos da seleção portuguesa.</P><br />
<P>Na nota de imprensa, a plataforma destacou que está disponível em Portugal na rede social YouTube e na Prime Video, e que &#8220;além do jogo do dia de cada jornada, terá várias horas de programação dedicada ao Campeonato do Mundo 2026, contando com cerca de 8 horas diárias&#8221;.</P><br />
<P>A LiveModeTV apresentou-se como uma &#8220;plataforma de transmissão digital que combina futebol de alto nível com uma experiência interativa e próxima dos fãs&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783360]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Brilhante Dias diz que PSD/CDS sempre &#8220;governou mal&#8221; e que em muitos temas &#8220;pensa como o Chega&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 21:52:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder parlamentar do PS defendeu hoje que a direita, sempre que chegou ao poder, &#8220;governou mal&#8221;, considerando que a AD em muitos temas &#8220;pensa como o Chega&#8221;, com quem quis resolver &#8220;todos os problemas&#8221;.</P><br />
<P>No discurso do jantar das jornadas parlamentares do PS, que decorrem até terça-feira na Área Metropolitana de Lisboa, Eurico Brilhante Dias considerou que a &#8220;coligação com o Chega foi o elemento mais estrutural desta sessão legislativa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Foi com o Chega que quiseram resolver todos os problemas. (&#8230;) A direita, a AD, pensa em muitos assuntos como o Chega e é por isso que é mais fácil ter entendimentos com a extrema-direita&#8221;, afirmou, dando como exemplos as tentativas do Governo de negociar a PSU ou a reforma laboral com o partido de André Ventura.</P><br />
<P>Sobre o acordo que entretanto o PS alcançou para a PSU (Prestação Social Única), o líder parlamentar socialista considerou que este honrou aos valores do partido.</P><br />
<P>&#8220;A PSU é hoje um instrumento de combate à pobreza e não de combate aos pobres porque o Partido Socialista teve uma intervenção&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Sobre o que o PS vai ouvindo, &#8220;quando já não sobram argumentos&#8221;, de que foi o &#8220;partido que mais tempo teve no poder nos últimos 20 anos&#8221;, Eurico Brilhante Dias disse que &#8220;é factualmente verdade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas se o PS teve mais tempo no Governo nos últimos 20 anos foi porque sempre que a direita teve a oportunidade de governar, governou mal. E isso tem que ser dito de forma clara. A direita governou mal&#8221;, acusou.</P><br />
<P>Na perspetiva do dirigente do PS, a direita &#8220;governou mal com Durão Barroso depois dos seis anos de António Guterres&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Governou muito mal depois do governo liderado pelo engenheiro José Sócrates em que tivemos a nossa primeira maioria absoluta. Os portugueses sofreram não apenas a austeridade inerente da situação particularmente difícil que vivia a Europa, os portugueses sofreram pelo viés ideológico que a direita naquele momento teve, infligindo aos portugueses uma austeridade inaudita&#8221;, criticou, numa referência ao executivo de Pedro Passos Coelho.</P><br />
<P>Segundo Eurico Brilhante Dias, PSD e CDS-PP &#8220;governam mal também com Luís Montenegro&#8221; porque os pressupostos &#8220;são precisamente os mesmos&#8221; do tempo de Passos Coelho.</P><br />
<P>&#8220;Luís Montenegro governa mal e é por isso que hoje os portugueses percebem que essa governação está a levar o país para um beco sem saída&#8221;, avisou.</P><br />
<P>Na análise do socialista, &#8220;a direita não pensa como o PS&#8221; mas sim &#8220;numa sociedade de desigualdade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E é por isso que não compreende que a intervenção do Partido Socialista na contrarreforma laboral ou na PSU tenha sido uma intervenção que não é para que fique tudo na mesma, é para que aqueles que são mais frágeis possam ter igualdade de oportunidades e possam lutar por uma vida melhor&#8221;, enfatizou.</P><br />
<P>Antes desta intervenção foi feito um balanço da sessão legislativa através de um vídeo com os deputados, segundo o qual o PS apresentou 200 iniciativas, entre projetos de lei e de resolução, tendo das 100 que estão concluídas, 66 sido aprovadas e as restantes rejeitadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783359]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Keiko Fujimori oficialmente declarada vencedora das presidenciais no Peru</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/keiko-fujimori-oficialmente-declarada-vencedora-das-presidenciais-no-peru/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 21:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A candidata de direita às presidenciais do Peru Keiko Fujimori foi hoje oficialmente declarada vencedora da segunda volta pela autoridade eleitoral, três semanas após a votação.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A candidata de direita às presidenciais do Peru Keiko Fujimori foi hoje oficialmente declarada vencedora da segunda volta pela autoridade eleitoral, três semanas após a votação.  </P><br />
<P> Fujimori obteve 50,13% dos votos, contra os 49,86% alcaçados pelo seu rival de esquerda, Roberto Sanchez, segundo os resultados finais publicados no site da Oficina Nacional de Processos Eleitorais (ONPE).</P><br />
<P>Esta foi a terceira eleição presidencial consecutiva no Peru que se decide por menos de 50.000 votos.</P><br />
<P>A 26 de junho a então provável vencedora das presidenciais no Peru declarou que é preciso concentrar-se &#8220;nos próximos cinco anos&#8221; de Governo, além de apelar à união entre os peruanos.</P><br />
<P>A candidata de direita garantiu que o seu objetivo é &#8220;fazer com que o Estado volte a funcionar&#8221; e prestar serviços básicos aos moradores de bairros como Villa María del Triunfo e Mariátegui, a sul da capital, Lima, que visitou na quinta-feira.</P><br />
<P>&#8220;O que vamos fazer é recuperar as ruas para podermos sair em segurança, para que as nossas crianças recebam um bom pequeno-almoço na escola, para terem os seus uniformes escolares, para poderem aprender e ter oportunidades&#8221;, disse a líder do partido Força Popular.</P><br />
<P>Fujimori expressou ainda gratidão pela participação dos apoiantes como representantes do partido nas mesas de voto na segunda volta das presidenciais, que decorreram a 07 de junho, e disse que permitiu a supervisão da votação e da contagem.</P><br />
<P>&#8220;Muitos de vós ajudaram-nos nesta cruzada cívica, participando voluntariamente para defender a democracia&#8221;, declarou a filha e herdeira política do antigo presidente Alberto Fujimori (1990-2000).</P><br />
<P>&#8220;O que devemos fazer agora é construir pontes, voltar a abraçar-nos e trabalhar juntos pela unidade de todos os peruanos. Vamos realizar projetos, construir escolas e trabalhar juntos pela paz, pela ordem e pelo desenvolvimento do nosso país&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A comissão eleitoral tinha indicado na quinta-feira que a proclamação do vencedor da segunda volta teria lugar a 03 de julho, data em que esperava concluir o julgamento dos recursos e a proclamação preliminar pelos júris eleitorais especiais de todo o país.</P><br />
<P>Na quarta-feira, Sánchez declarou que vai recorrer para a comissão eleitoral do Peru da rejeição do pedido para anular os votos no estrangeiro da segunda volta.</P><br />
<P>Sánchez denunciou o que chamou &#8220;fraude em curso&#8221; e afirmou que não reconhecerá Keiko Fujimori como vencedora.</P><br />
<P>Segundo afirmou, irregularidades administrativas e na conservação do material eleitoral teriam afetado o sufrágio fora do país, que representa cerca de 300 mil votos e beneficiou amplamente a rival.</P><br />
<P>Entretanto, a missão de observação eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA) no Peru reiterou na quarta-feira que não observou qualquer irregularidade na contagem dos votos da segunda volta das eleições presidenciais, nem dentro, nem fora do país andino.</P><br />
<P>Também uma missão da União Europeia considerou que a segunda volta decorreu de forma &#8220;calma e ordenada&#8221;, apesar de uma campanha fortemente polarizada.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783358]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: ONU insta Moscovo e Kiev a evitar medidas que possam alargar guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 19:59:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ONU instou hoje a Rússia e a Ucrânia a evitarem medidas que possam levar a um alastramento da guerra, ao alertar para a possibilidade de uma perigosa escalada "com implicações regionais e globais".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ONU instou hoje a Rússia e a Ucrânia a evitarem medidas que possam levar a um alastramento da guerra, ao alertar para a possibilidade de uma perigosa escalada &#8220;com implicações regionais e globais&#8221;.</P><br />
<P>O alerta foi deixado pela representante do Departamento de Assuntos Políticos e de Consolidação da Paz da ONU Martha Pobee, numa reunião do Conselho de Segurança convocada pela Bielorrússia para abordar o ataque com um alegado drone ucraniano que, em 17 de junho, atingiu um autocarro que transportava estudantes bielorrussos na região russa de Bryansk.</P><br />
<P>&#8220;Esta é a sétima vez em seis semanas que o Conselho de Segurança da ONU se reúne em relação à guerra na Ucrânia. A frequência destas reuniões reflete a perigosa escalada desta guerra e os riscos crescentes de maior deterioração, com implicações regionais e globais&#8221;, afirmou Pobee.</P><br />
<P>&#8220;Estamos alarmados com a recente retórica de escalada e com a possibilidade de um maior alastramento desta guerra. Tudo deve ser feito para evitar que isso aconteça. Por conseguinte, instamos a Federação Russa, a Ucrânia e todos os Estados-membros envolvidos a evitarem quaisquer medidas que possam fazer com que esta guerra &#8212; intencionalmente ou não &#8212; se propague ainda mais&#8221;, apelou.</P><br />
<P>Em 17 de junho, um ataque com um drone atingiu um autocarro que transportava uma equipa de futebol juvenil bielorrussa na região de Bryansk, na Rússia. </P><br />
<P>De acordo com as autoridades russas e bielorrussas, uma mulher grávida foi morta e nove pessoas, seis das quais crianças, ficaram feridas.</P><br />
<P>No dia seguinte ao ataque, o Presidente bielorrusso culpou as forças ucranianas pelo ataque.</P><br />
<P>&#8220;Não estamos a tirar conclusões precipitadas, mas notámos claramente que se tratava de um veículo aéreo não tripulado [drone] de origem ucraniana&#8221;, afirmou Alexander Lukashenko, citado pela agência noticiosa BelTA.</P><br />
<P>Na reunião de hoje, Pobee esclareceu que as Nações Unidas não têm informações adicionais sobre o incidente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783357]]></sapo:autor>
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		<title>Operação Marquês: Estado condenado a pagar 15 mil euros a José Sócrates</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 19:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa condenou o Estado português a indemnizar o antigo primeiro-ministro José Sócrates (2005-2011) em 15 mil euros por má administração da justiça no processo Operação Marquês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa condenou o Estado português a indemnizar o antigo primeiro-ministro José Sócrates (2005-2011) em 15 mil euros por má administração da justiça no processo Operação Marquês.</p>
<p>Segundo o acórdão datado de sábado, a que a Lusa teve hoje acesso, o montante visa compensar o antigo chefe de Governo pelos danos sofridos em virtude da &#8220;divulgação de informações sujeitas a segredo de justiça&#8221; por órgãos do Estado durante o inquérito.</p>
<p>José Sócrates, que intentou a ação em 2017, exigia ser indemnizado em 205 mil euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783356]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 400 artistas e intelectuais em defesa do Ensino Português no Estrangeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 19:51:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Preocupados com a nova proposta de reformulação do Regime Jurídico da Rede do Ensino Português no Estrangeiro (EPE), mais de 400 artistas e intelectuais pedem ao Governo que defenda "o mais valioso ativo da diplomacia cultural".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Preocupados com a nova proposta de reformulação do Regime Jurídico da Rede do Ensino Português no Estrangeiro (EPE), mais de 400 artistas e intelectuais pedem ao Governo que defenda &#8220;o mais valioso ativo da diplomacia cultural&#8221;.</P><br />
<P>Da literatura à música, do cinema às artes plásticas, nomes como os de Lídia Jorge, Teolinda Gersão ou José Luís Peixoto, Graça Morais, Sérgio Godinho ou Maria de Medeiros, incluindo quatro vencedores do Prémio Camões &#8212; Hélia Correia, João Barrento, Silviano Santiago e Ana Paula Tavares -, assinam o &#8220;Manifesto em Defesa da Rede EPE: a primeira linha da diplomacia portuguesa&#8221;.  </P><br />
<P>Para os signatários, é &#8220;urgente e necessário rejeitar a precarização&#8221; da rede EPE, bem como &#8220;conferir estabilidade, reconhecimento e solidez às carreiras dos agentes desta rede&#8221;, que dignifiquem os profissionais que desempenham o seu trabalho &#8220;frequentemente em condições de insustentável vulnerabilidade&#8221;.</P><br />
<P>Afirmando a rede EPE como &#8220;o mais sólido espaço de diálogos, circulações, trânsitos e disseminação da literatura, arte e cultura portuguesas pelo mundo&#8221;, os subscritores do Manifesto sublinham o papel &#8220;decisivo&#8221; dos Leitores e Professores que todos os dias trabalham para divulgar autoras e autores de língua portuguesa em vários lugares do mundo.</P><br />
<P>&#8220;A rede de Ensino Português no Estrangeiro não só cria e garante visibilidade às letras e à cultura produzidas em língua portuguesa a uma escala global: esta rede cria pontes, todos os dias, entre escritores, comunidades, países e os públicos mais diversos&#8221;, lê-se no texto do Manifesto.</P><br />
<P>&#8220;Todos os dias, algures no planeta, há uma Leitora ou um Leitor da rede EPE a organizar uma conferência, um seminário, um colóquio, um debate, com artistas e autores de língua portuguesa. Graças a elas e a eles, todos os dias se fala em português nalgum ponto do planeta&#8221;, acrescentam, destacando o que consideram ser um trabalho &#8220;minucioso&#8221; e &#8220;constante&#8221;, que, ao longo dos anos, tem construído &#8220;um dos mais sólidos pilares de internacionalização&#8221; da cultura em língua portuguesa.</P><br />
<P>&#8220;Apesar de, a cada ano, o número de Leitorados ser menor e a situação profissional de quem neles trabalha mais vulnerável, são elas e eles que, todos os dias, levam a cabo a infinita e minuciosa tarefa de coordenar viagens, residências artísticas, traduções e festivais&#8221;, sublinham. </P><br />
<P>E prosseguem nos elogios aos Leitores e Professores que operam como artesãos que &#8220;tecem diariamente esta poderosa e simultaneamente frágil teia de contactos, ligações, colaborações e pontes que tornam as culturas em língua portuguesa das mais estudadas em todo o mundo&#8221;.</P><br />
<P>Há ainda o contributo da rede EPE junto das comunidades portuguesas na diáspora, que consideram ser um elo de ligação fundamental para a &#8220;re-conexão com as raízes&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;É a rede EPE que assegura que as filhas, netos e descendentes de portugueses espalhados pelo mundo encontrem os nossos romances, poesia, música, cinema e outras artes em língua portuguesa; também por esta via a nossa língua se inscreve continuamente em múltiplos, diversos e inovadores ambientes de produção, reflexão e fruição a nível mundial&#8221;.</P><br />
<P>Por tudo isto, consideram todos os espaços da rede EPE como &#8220;o mais valioso ativo da diplomacia cultural portuguesa pelo mundo&#8221; e pedem ao Governo que reconheça esta verdade, com &#8220;investimento sério&#8221;, &#8220;valorização&#8221; e &#8220;estabilidade laboral&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando atravessamos um momento histórico marcado por incógnitas, crises humanitárias e incertezas quanto ao futuro, a importância de reconhecer o trabalho humanístico, de promoção do diálogo, da leitura e das artes que a rede EPE leva a cabo, todos os dias, é mais premente do que nunca&#8221;, defendem.</P><br />
<P>&#8220;Para que possam continuar a desenvolver este trabalho, é fundamental que o seu mérito seja reconhecido, mas também que as estruturas legais em vigor acarinhem todos estes profissionais, garantindo-lhes a indispensável estabilidade, solidez de carreiras e vínculos laborais fortes&#8221;, acrescentam.</P><br />
<P>Terminam com o apelo ao Governo para &#8220;reconsiderar&#8221; a proposta de lei para o Regime Jurídico do Ensino Português no Estrangeiro, rejeitando a precarização e a falta de &#8220;empenho sério&#8221; no investimento na rede EPE e nos seus profissionais.</P><br />
<P>&#8220;Fazê-lo é do mais indispensável respeito pela língua que nos une&#8221;, concluem.</P><br />
<P>O &#8220;Manifesto em Defesa da Rede EPE: a primeira linha da diplomacia portuguesa&#8221; foi assinado até ao momento por 441 personalidades das artes e de universidades de todo o mundo, ligados à cultura e à língua portuguesa.</P><br />
<P>Os sindicatos representativos dos professores e o Governo iniciaram, no passado dia 28 de maio, as reuniões do processo negocial relativas à revisão RJEPE, cuja pasta é tutelada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE). </P><br />
<P>Após esse primeiro encontro, as propostas apresentadas pelo Governo têm sido contestadas pelos docentes e seus respetivos sindicatos. Hoje realizou-se nova reunião, estando ainda outra marcada para 13 de julho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783355]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lídia Jorge garante no Babell que repetiria discurso do 10 de junho de forma &#8220;mais explicita&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lidia-jorge-garante-no-babell-que-repetiria-discurso-do-10-de-junho-de-forma-mais-explicita/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 19:48:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A escritora Lídia Jorge disse hoje no festival Babell, no Porto, que se voltasse ao seu discurso do 10 de junho de 2025, em que disse que em Portugal "ninguém tem sangue puro", "sublinharia mais" e seria "mais explícita".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A escritora Lídia Jorge disse hoje no festival Babell, no Porto, que se voltasse ao seu discurso do 10 de junho de 2025, em que disse que em Portugal &#8220;ninguém tem sangue puro&#8221;, &#8220;sublinharia mais&#8221; e seria &#8220;mais explícita&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Eu sublinharia mais, seria mais explícita [no discurso que fiz nas comemorações do 10 de junho sobre Camões e a atualidade], porque, inclusive, eu aprendi com o que aconteceu naquele 10 de junho [de 2025, na cidade de Lagos, no Algarve]. Foi um dia de revelação para mim própria. Fiquei surpreendida, porque eu tenho a certeza que 20 anos antes aquele texto não incomodaria ninguém&#8221;, declarou a escritora portuguesa que ganhou o Prémio Pessoa 2025, e participou hoje numa conversa literária com o escritor Gonçalo M. Tavares, no Babell, festival literário que decorre no Porto.</P><br />
<P>No sexto e último dia de Festival Literário Babell, que trouxe escritores internacionais consagrados como Margaret Atwood e Salman Rushdie, Lídia Jorge, questionada pelo moderador Francisco Sena Santos sobre se mudaria o discurso que fez para as comemorações do 10 de junho de 2025, respondeu que seria mais explícita sobre o ADN dos portugueses. </P><br />
<P>Lídia Jorge foi a personalidade escolhida pelo anterior Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, para presidir às comemorações e proferir o discurso oficial do 10 de junho, em Lagos, e  declarou que &#8220;ninguém tem sangue puro&#8221;, apelando fortemente à empatia, ao fim de hierarquias de valor entre os seres humanos e à aceitação da diversidade como traço essencial do país.</P><br />
<P>&#8220;A minha pergunta é: o que é que aconteceu aos portugueses, uma comunidade que tem uma diáspora por todo o mundo, que padeceu agruras por toda a parte, que foi recebida em toda a parte, que conhece o que são os caminhos das dificuldades, que mendigou o acolhimento em toda a parte do mundo, o que é que nos aconteceu para nos esquecermos desse nosso ADN?&#8221;, questionou, como desafio, a plateia de várias centenas de pessoas.</P><br />
<P>Lídia Jorge pegou inclusivamente no tema do cristianismo de Portugal, que o escritor Gonçalo M. Tavares estava a referir durante a conversa no âmbito do festival Babell, para continuar a interrogar as pessoas na plateia do evento, sobre como é que é &#8220;possível as pessoas que se dizem cristãs e católicas acharem que aquele texto é um texto pecaminoso contra a cultura portuguesa?&#8221;</P><br />
<P>Lídia Jorge recordou que o texto que leu nas comemorações do 10 de junho do ano passado foram publicadas num livro sobre a Europa, em França, no dia 04 de março de 2022.</P><br />
<P>&#8220;Lembro-me perfeitamente, porque no dia 24 do mês de fevereiro [de 2025] tinha iniciado a guerra na Ucrânia. Estávamos em Paris e esse texto que publicámos foi apresentado no livro dos autores da Europa, dos 27. Cada país tinha apresentado um escritor com uma narrativa sobre o seu país, falando do contributo que esse país tinha dado para o conceito da Europa. E eu precisamente escrevi um texto sobre Sagres e Lagos, dizendo que em Sagres se tinha ensaiado o novíssimo mundo, e que em Lagos, ao mesmo tempo, se tinha iniciado o mundo da escravatura no mundo moderno, porque a escravatura sempre existiu, mas nós inaugurámos uma forma de escravatura nova&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a escritora, em relação aos argumentos que utilizou no texto que foi publicado, e que foi foi apresentado junto à Catedral de Estrasburgo, em França, &#8220;passou o mês de agosto, o mês de setembro&#8221; desse ano, e não houve ninguém que achasse que &#8220;havia ali algum crime&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Como é que é possível que passado dois anos e meio, em Portugal, se considerasse que aquele texto continha ali um anátema contra a identidade portuguesa. Para mim é alguma coisa absolutamente incompreensível. E eu digo, corroborando por completo o que o Gonçalo [M. Tavares] acabou de dizer. Pode-se não se acreditar que Cristo seja o Messias na dimensão divina. Pode-se só imaginar que tem uma dimensão filosófica. Um filósofo que tenha dito que se te deram uma bofetada numa face, ofereça outra. Significa uma altura da dignidade humana superior. E no mundo de hoje há católicos que dizem que é preciso terminar com esse princípio, que é necessário que os países cristãos e católicos voltem, apaguem da sua visão a ideia de dar a outra face, porque senão vão desaparecer da face da Terra&#8221;.</P><br />
<P>Lídia Jorge alerta mesmo para o que está a acontecer com estes dois últimos Papas, sobretudo com Leão XIV, que é &#8220;mais calmo, mais racional e que pensa maduramente aquilo que diz&#8221;. É &#8220;absolutamente extraordinário&#8221;, porque é &#8220;um convite filosófico&#8221; a que ultrapassemos esta situação que estamos a viver das guerras no mundo. </P><br />
<P>&#8220;O Gonçalo  [M. Tavares] está a falar de uma coisa muito importante, que é a ideia de que hoje os homens das tecnológicas dizem estas coisas horríveis e fazem da sua bancarrota &#8211; é horrível o que acontece -, fazem propostas de tal maneira enganosas que transformam a bancarrota em sucessos que enganam o mundo inteiro. Existe uma espécie de mistificação global (&#8230;) que faz com que aquilo que está falhando completamente do ponto de vista económico e que nos faz a uns cada vez ser mais pobres, a outros cada vez ser mais ricos, seja tomado como o caminho a aprofundar&#8221;.</P><br />
<P>Lídia Jorge manteve-se crítica durante toda a conversa e voltou a questionar o público sobre &#8220;que tipo de alucinação&#8221; é que está a acontecer em Portugal.</P><br />
<P>Para a escritora, a literatura é &#8220;um campo de resistência absoluta contra este tipo de mentira, porque nós [escritores], ao escrevermos ficção, nós mentimos, mas nós não enganamos&#8221;. </P><br />
<P>Citando o escritor chileno Luís Sepúlveda, Lídia Jorge recordou que os escritores não enganam. &#8220;Dizia: a nossa mentira não engana, cuidado com aqueles que dizem a verdade, mas estão enganandos. E de facto é o que está a acontecer. Quer dizer, nós no fundo o que estamos a fazer com a literatura é ensaiar dentro de nós o desejo de brincarmos com as coisas, de termos sonhos sobre as coisas, de criar ficção, de criar mentira leal. Mentira leal com a humanidade. Mas precisamente aqueles que não têm essa formação, que não sabem o que é lidar com a mentira leal, estão completamente dispostos a aceitar a &#8216;fake news&#8217;, que é, pura e simplesmente, a mentira desleal que é aceite&#8221;.</P><br />
<P>Durante a conversa houve tempo para Gonçalo M. Tavares comentar o que pensa de Lídia Jorge e o escritor destacou a &#8220;questão política&#8221; que está muito presente na sua escrita. &#8220;Mas a política não é apenas de &#8216;Os dias prodigiosos&#8217;, é também uma política que tem a ver com a política da vida. Política tem a ver com a Polis (cidade) e a domus (casa) e o que é interessante é que a Lídia [Jorge] faz política com a cidade, e por outro lado temos uma política da casa, do espaço privado, dos lares de &#8216;Misericórdia&#8217; e de como se tratam dos idosos&#8221;, declarou, referindo que a imagem mais repugnante que ouviu em relação aos mais velhos foi na pandemia da covid-19 quando as noticias diziam &#8220;morreram 15 pessoas, mas 14 tinham mais de 75 anos&#8221;.</P><br />
<P>Lídia Jorge também foi desafiada a falar do escritor Gonçalo M. Tavares salientando: &#8220;Gonçalo é um escritor muito particular entre nós e em toda a parte&#8221;, cujo cunho se vê imediatamente que é ele. </P><br />
<P>&#8220;É um escritor que é um filósofo, mais do que um escritor de ficção. O filósofo foge da vida, o encenador encena a vida. Ora eu diria, para sintetizar, que ao ler o Gonçalo ele consegue ser as duas coisas&#8221;.</P><br />
<P>O festival literário Babell arrancou na quarta-feira, dia 24, e termina hoje. Custou mais de três milhões de euros à fundação da Livraria Lello, excetuando o apoio da Câmara do Porto, que coorganiza o evento.</P></p>
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		<title>PR brasileiro lança programa de crédito para trabalhadores informais com as contas em dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 19:29:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente brasileiro, Lula da Silva, lançou hoje um programa de crédito com juros de 1,99% ao mês para trabalhadores informais que estão a pagar as dívidas em dia, a poucos meses das eleições gerais de outubro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente brasileiro, Lula da Silva, lançou hoje um programa de crédito com juros de 1,99% ao mês para trabalhadores informais que estão a pagar as dívidas em dia, a poucos meses das eleições gerais de outubro.</P><br />
<P>A Medida Provisória assinada hoje contempla ainda uma linha de crédito para pessoas com formação universitária beneficiárias do Financiamento Estudantil (Fies) e que desejam empreender.</P><br />
<P>Uma das contrapartidas exigidas é terem o número de registo pessoal de identificação bloqueado nas plataformas de apostas &#8216;online&#8217; por seis meses.</P><br />
<P>O programa anunciado faz parte de uma série de pacotes de linhas de crédito, financiamentos e renegociação de dívidas que o Palácio do Planalto está a anunciar nos últimos meses para vários setores da população e da economia.</P><br />
<P>Segundo a Legislação eleitoral do Brasil, a partir do próximo sábado, os chefes dos poderes executivo federal, estadual e municipal ficam proibidos de participarem em inaugurações de obras públicas, de lançarem programas e de fazerem publicidade institucional.</P><br />
<P>Em maio, o Governo federal do Brasil lançou uma segunda etapa do programa de renegociação de dívidas para brasileiros que recebem até 8,1 mil reais (cerca de 1.391 euros), o equivalente a cinco salários mínimos. </P><br />
<P>O endividamento dos brasileiros é um ponto sensível para o Palácio do Planalto e para Lula da Silva que, este ano, tenta a reeleição para um quarto mandato. </P><br />
<P>Um levantamento do Banco Central brasileiro, divulgado em abril, aponta que o endividamento das famílias atingiu 49,9%, um recorde na série histórica iniciada em 2006.</P><br />
<P>O relatório da autoridade monetária informa ainda que a percentagem do rendimento das famílias brasileiras com dívidas alcançou 29,7%.</P><br />
<P>Diferentemente do programa de renegociação de dívidas lançado em maio, as duas medidas lançadas hoje contarão apenas com apoio dos dois principais bancos públicos do país: Banco do Brasil e Caixa Económica Federal.</P><br />
<P>As dívidas enquadradas no programa são as que possuem saldo devedor igual ou inferior a 15 mil reais, o equivalente 2.530 euros, por instituição financeira.</P><br />
<P>O Governo brasileiro estima que até 500 mil trabalhadores informais e até 100 mil beneficiários do Fies adiram ao programa &#8220;Desenrola Adimplentes&#8221; e &#8220;FIES Empreendedor&#8221;.</P><br />
<P> &#8220;Nessa nova fase do Desenrola, nós estamos olhando para um público que é herói no país. Pela primeira vez na história, o Governo faz um esforço de olhar para o trabalhador informal&#8221;, anunciou o ministro da Fazenda (Finanças), Dario Durigan.</P><br />
<P>&#8220;Nós estamos olhando para o trabalhador que não tem carteira assinada, que não é trabalhador do setor público, que não é pensionista, não é aposentado (&#8230;) e que, muitas vezes, não tomou operações de crédito como microempreendedor&#8221;, completou.</P><br />
<P>Lula da Silva, que não discursou no evento, usou as redes sociais para dizer que &#8220;o trabalhador informal que paga as contas em dia terá direito a trocar dívidas caras por uma com juros de no máximo 1,99% ao mês&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783353]]></sapo:autor>
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		<title>Memorando de entendimento entre Lusa e RTP reforça serviço público &#8211; presidentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 19:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os presidentes da Lusa e da RTP salientaram hoje que o memorando de entendimento assinado reforça o serviço público de media, com o responsável da agência de notícias a sublinhar que as linhas vermelhas estão bem definidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os presidentes da Lusa e da RTP salientaram hoje que o memorando de entendimento assinado reforça o serviço público de media, com o responsável da agência de notícias a sublinhar que as linhas vermelhas estão bem definidas.</P><br />
<P>O memorando de entendimento entre a Lusa e a RTP, hoje assinado na Fundação Portuguesa das Comunicações, visa reforçar a eficiência e capacidade de resposta de ambas empresas de media, sem implicar qualquer integração orgânica, fusão institucional ou limitação da autonomia editorial.</P><br />
<P>&#8220;As linhas vermelhas estão bem definidas no memorando, no fundo é não haver fusão nem integração de redações, ou seja, o que existe são objetivos concretos, iniciativas concretas, pondo do lado esse fantasma de que falam às vezes de integração de redações ou de fusão de empresas, isto não está em cima da mesa&#8221;, afirmou o presidente da Lusa, Joaquim Carreira, no final da assinatura do memorando. </P><br />
<P>Trata-se da colaboração a nível de &#8220;estratégias que fazemos lado a lado, cada uma das empresas, com a sua autonomia, com a sua independência, autonomia financeira, autonomia de decisão, independência ao nível das suas culturas &#8211; temos culturas diferentes, uma empresa é B2C [dirigida aos consumidores], outra é B2B [dirigida às empresas] -, logicamente temos desafios comuns, mas temos atividades diferentes e culturas diferentes&#8221;, acrescentou Joaquim Carreira.</P><br />
<P>O presidente da Lusa enfatizou que &#8220;o memorando vem de uma forma transparente e densificada&#8221; indicar o que se pretende fazer ou não.</P><br />
<P>Entre as áreas, no âmbito do memorando, que vão ser avaliadas, o gestor apontou o &#8220;intensificar ou reforçar a questão da Lusa Verifica e também ao nível de O Segredo do Algoritmo&#8221;.</P><br />
<P>Isto &#8220;de modo que tenhamos mais conteúdos, também através do reforço, mas isso é do nosso lado, da Lusa, nesta área de multimédia e na área do fact-checking, a questão da literacia mediática e de formação muito importante&#8221; como também a possibilidade de as duas empresas se candidatarem em conjunto a fundos europeus para várias áreas, acrescentou.</P><br />
<P>&#8220;O serviço público de media tem dois veículos muito importantes, tem a Lusa e tem a RTP&#8221;, prosseguiu Joaquim Carreira.</P><br />
<P>&#8220;Podem dizer que a Lusa é muito pequena, se calhar nos pequenos jornais em Portugal a Lusa é muito grande, a RTP é muito grande comparado com a Lusa, mas se vamos lá fora a RTP é muito pequena&#8221;, pelo que se &#8220;tivermos, de certa maneira, cooperação e colaboração, todos pequenos, conseguimos ser maiores&#8221; e ter uma cobertura maior.</P><br />
<P>&#8220;Podemos estar em mais sítios que, se calhar, a Lusa não está ou que a RTP não está&#8221; e &#8220;isto é fortalecer o serviço público&#8221;, rematou.</P><br />
<P>Por sua vez, o presidente da RTP, Nicolau Santos, salientou que o memorando de entendimento, do seu ponto de vista, &#8220;vai reforçar a colaboração entre as duas empresas e o serviço público, obviamente&#8221;.</P><br />
<P>Não tanto no aspeto informativo, porque já vinha a ser feito com regularidade, &#8220;mas sobretudo numa série de áreas que têm vindo a emergir com grande notoriedade, nomeadamente na questão da inteligência artificial, nomeadamente na candidatura a fundos europeus, na cibersegurança&#8221;, entre outros.</P><br />
<P>&#8220;Portanto, há uma série de áreas muito importantes onde nós, se estivermos em conjunto, poderemos seguramente responder de uma forma melhor e isso levar-nos-á seguramente a cumprir melhor os objetivos de serviço público quer a agência, quer a RTP tem&#8221;, salientou Nicolau Santos.</P><br />
<P>Atualmente, a IA &#8220;é um grande desafio para as redações, mas também o combate à desinformação, à manipulação de informação, passou a ser muito importante&#8221;.</P><br />
<P>Por exemplo, &#8220;a Lusa tem o Lusa Verifica e nós, baseado nesse Lusa Verifica, temos o programa do Algoritmo, A Verdade do Algoritmo&#8221; e isso &#8220;hoje em dia são desafios novos, não estavam plasmados no acordo que havia entre as duas empresas e que era de há muitos anos, já tinha várias décadas&#8221;, enquadrou.</P><br />
<P>Com este memorando, &#8220;sentimos necessidade, no fundo, de esclarecer melhor isso, de reforçar isso&#8221; e &#8220;é importante dizer que qualquer colaboração conjunta que nós tenhamos será objeto de um acordo específico&#8221;, reforçou o presidente da RTP.</P><br />
<P>&#8220;Ou seja, este memorando de entendimento é um chapéu para aquilo que podemos fazer, mas depois todos os outros tipos de ações concretas serão objeto de um acordo específico entre as duas partes&#8221;, rematou Nicolau Santos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783352]]></sapo:autor>
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		<title>Comcast vai dividir negócios de comunicação social e de telecomunicações em 2 empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 19:07:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo Comcast anunciou hoje que se vai dividir em duas entidades e separar as atividades de telecomunicações das atividades no setor dos meios de comunicação social, que incluem o grupo audiovisual britânico Sky e a filial NBCUniversal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo Comcast anunciou hoje que se vai dividir em duas entidades e separar as atividades de telecomunicações das atividades no setor dos meios de comunicação social, que incluem o grupo audiovisual britânico Sky e a filial NBCUniversal.</P><br />
<P>&#8220;A Comcast Corporation anunciou hoje a sua intenção de se dividir em duas empresas independentes cotadas na bolsa&#8221;, uma das quais reunirá a NBCUniversal e a Sky, e que deverá ver a luz do dia dentro de um ano, anunciou a empresa, em comunicado.</P><br />
<P>Esta empresa de meios de comunicação assumirá o nome da filial NBCUniversal, enquanto a outra empresa resultante da cisão manterá o nome de Comcast e herdará as atividades de operador de cabo do grupo.</P><br />
<P>No final da operação, &#8220;cada empresa estará em melhor posição para prosseguir as suas próprias prioridades estratégicas, investir no crescimento e criar valor a longo prazo para os acionistas enquanto entidade independente&#8221;, justificou o grupo.</P><br />
<P>Brian L. Roberts, atual CEO, &#8220;continuará a desempenhar um papel ativo na gestão&#8221; das duas empresas, enquanto Mike Cavanagh, atual codiretor-geral, passará a ser diretor-geral da NBCUniversal, e Michael Angelakis, antigo diretor financeiro, assumirá o cargo de diretor-geral da Comcast.</P><br />
<P>Os atuais acionistas do grupo passarão a deter ações das duas entidades assim que estas forem separadas.</P><br />
<P>No arranque da sessão na bolsa em Wall Street, a norte-americana Comcast via as suas ações subir 8,33%, após o anúncio. </P><br />
<P>A filial NBCUniversal, adquirida na totalidade pela Comcast em 2013, inclui, nomeadamente, a NBC, o canal financeiro CNBC, os estúdios cinematográficos e os parques temáticos da Universal, bem como canais por cabo como o Bravo.</P></p>
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