Olhando para os últimos 15 anos, 2018 foi o ano em que Portugal teve mais dinheiro depositado à ordem. Dados da Pordata indicam que, em 2003, este indicador atingia os 26.481 milhões de euros. No ano passado, alcançou os 54.822 milhões de euros.
No que aos depósitos a prazo diz respeito, por outro lado, 2013 foi o ano em que Portugal registou valores mais elevados, chegando aos 101.714 milhões de euros. Trata-se de um valor quase duas vezes superior ao valor mais baixo registado: em 2005, ficou-se pelos 60.262 milhões de euros.
A Pordata indica ainda, no âmbito do Dia Mundial da Poupança, que, em 2018, a taxa de juro para os depósitos à ordem e a prazo foi a mais baixa desde 2003: 0,01 e 0,27%, respectivamente. No sentido oposto, a taxa de juro máxima para depósitos à ordem verificou-se em 2003 (0,25%) e para os depósitos a prazo e, 2008 (3,83%).
No campo das empresas, 2018 também foi um ano de destaque: foi o ano em que os montantes de depósito à ordem das empresas alcançaram o seu máximo (30.526 milhões de euros). Foi também o ano em que os depósitos a prazo apresentaram o valor mais baixo – 8,891 milhões de euros. Isto considerando os dados disponíveis desde 2003.




