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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Entra hoje em circulação uma nova moeda de 5 euros… e é para os amantes do Mundial de Futebol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 07:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[moeda]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco de Portugal vai colocar hoje em circulação uma moeda de coleção com o valor facial de 5 euros, designada “FIFA World Cup”. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco de Portugal vai colocar hoje em circulação uma moeda de coleção com o valor facial de 5 euros, designada “FIFA World Cup”.</p>
<p>Esta nova moeda para colecionadores apresenta, na face frontal, a representação estilizada da figura de um jogador de futebol descrevendo o movimento de um remate aéreo “de bicicleta”. No fundo, a representação de uma bancada de um estádio de futebol repleta de público, e na parte inferior, a representação do escudo de armas de Portugal, a legenda “Portugal 2026” e o valor facial;</p>
<p>No reverso, ao centro, o logótipo oficial do Campeonato do Mundo de futebol de 2026, a designação oficial do evento “FIFA WORLD CUP” e as legendas “Canada”, “Mexico” e “USA”, os três países anfitriões do evento.</p>
<p>A distribuição ao público será efetuada por intermédio das instituições de crédito, das tesourarias do Banco de Portugal e das lojas da Imprensa Nacional-Casa da Moeda.</p>
<p>Foi definido o limite de emissão de 25.000 moedas com acabamento normal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758415]]></sapo:autor>
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		<title>HRW acusa UE de &#8220;falhas sérias&#8221; no controlo das exportações de vigilância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A organização Human Rights Watch (HRW) acusou a União Europeia, num relatório divulgado hoje, de permitir a exportação de tecnologia de vigilância para países com histórico comprovado do uso da tecnologia para espiar vozes críticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A organização Human Rights Watch (HRW) acusou a União Europeia, num relatório divulgado hoje, de permitir a exportação de tecnologia de vigilância para países com histórico comprovado do uso da tecnologia para espiar vozes críticas.</P><br />
<P>No relatório de 54 páginas &#8220;Looking the Other Way: EU Failure to Prevent Surveillance Exports to Rights Violators&#8221; [&#8216;Olhar para o lado: Falha da UE de prevenir exportações de vigilância para violadores de Direitos Humanos&#8217;, numa tradução livre], a HRW afirma que o regulamento de produtos de dupla utilização, em vigor desde 2021, &#8220;não está a ser implementado de forma eficaz&#8221;, permitindo que tecnologias com potencial uso repressivo continuem a ser exportadas.</P><br />
<P>De acordo com a HRW, o regulamento foi criado com a intenção, em parte, de impedir a exportação de tecnologias de dupla utilização &#8212; aquelas que podem ser usadas tanto para fins civis como militares, incluindo tecnologia de vigilância comercial &#8212; &#8220;para locais onde provavelmente serão usadas para violar o direito internacional humanitário ou os direitos humanos&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A UE está a fazer demasiado pouco para impedir a exportação de tecnologia de vigilância dos estados-membros para governos que provavelmente a usarão para reprimir a dissidência&#8221;, afirmou o investigador na área da vigilância da HRW, Zach Campbell, citado no documento. </P><br />
<P>O responsável defendeu que a Comissão Europeia deve &#8220;agir com urgência&#8221; e garantir &#8220;a tão necessária transparência nas exportações de sistemas de vigilância&#8221;.</P><br />
<P>A HRW pediu informações sobre o licenciamento e as exportações dessa tecnologia por meio de pedidos de acesso à informação em cada um dos 27 Estados-Membros da UE e recebeu dados de quase metade dos países da UE que enviaram dados à Comissão. Portugal não aparece no relatório.</P><br />
<P>A análise realizada pela organização revela &#8220;sérias falhas&#8221; no sistema de controlo europeu. </P><br />
<P>Entre os casos identificados estão exportações de software de intrusão, sistemas de interceção de telecomunicações, ou ambos, da Bulgária para o Azerbaijão, em 2022, e a exportação de sistemas de interceção da Polónia para o Ruanda, em 2023.</P><br />
<P>De acordo com a organização não-governamental, a Comissão Europeia tem reinterpretado as obrigações de transparência previstas no regulamento mencionado, &#8220;de uma forma que prejudicou o propósito da regulamentação&#8221;. </P><br />
<P>Como resultado, os relatórios da comissão &#8220;não fornecem detalhes suficientes para facilitar a análise necessária para avaliar se a regulamentação está a produzir o efeito desejado&#8221;, constatou a HRW.</P><br />
<P>No comunicado, lê-se ainda que, em resposta às perguntas da organização, a Comissão Europeia afirmou que as decisões de licenciamento são &#8220;da exclusiva responsabilidade dos Estados-membros&#8221; e justificou a falta de detalhe nos dados para &#8220;evitar violar a confidencialidade comercial ou revelar a identidade&#8221; de um número limitado de empresas envolvidas.</P><br />
<P>A HRW considera que esta abordagem impede a avaliação do impacto real das exportações. </P><br />
<P>A organização defende que a revisão do regulamento, prevista para o final de 2026, deve reforçar as exigências de diligência devidas, bloquear exportações de risco e garantir a participação de organizações da sociedade civil.</P><br />
<P>&#8220;Parece que países da UE e empresas de vigilância baseadas na UE estão a colocar lucros acima das pessoas, apesar de terem adotado um dos regulamentos mais progressistas para limitar a venda desta tecnologia&#8221;, afirmou Campbell.</P><br />
<P>A HRW lembra que os Estados têm a obrigação de regular a venda e exportação de tecnologias de vigilância devido à &#8220;ameaça inerente&#8221; que representam para direitos fundamentais, incluindo privacidade, liberdade de expressão e proteção contra tortura. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761439]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Moscovo acusou Kiev de ataques com drones durante a madrugada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:52:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia anunciou que abateu 27 drones ucranianos durante a última noite, após o fim de uma trégua de três dias entre Moscovo e Kiev, mediada pelos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Rússia anunciou que abateu 27 drones ucranianos durante a última noite, após o fim de uma trégua de três dias entre Moscovo e Kiev, mediada pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>Pelo menos 27 drones ucranianos foram intercetados e destruídos por sistemas de defesa aérea sobre as regiões russas de Belgorod, Voronezh e Rostov, indicou o Ministério da Defesa russo em comunicado.</P><br />
<P>Anteriormente, na Ucrânia, o chefe da administração militar de Kiev afirmou que se registou um ataque aéreo contra a zona da capital ucraniana. </P><br />
<P>Tratou-se do primeiro alerta de ataque aéreo contra a capital da Ucrânia desde 08 de maio. </P><br />
<P>Um cessar-fogo de três dias, anunciado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, começou no sábado.</P><br />
<P>Ambos os países denunciaram várias violações da trégua.</P><br />
<P>Durante o fim de semana, a Ucrânia acusou a Rússia de ataques com drones no leste e sul do país, e a Rússia acusou a Ucrânia de atacar a região de Belgorod.</P><br />
<P>Na segunda-feira, a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, afirmou que a dinâmica da guerra na Ucrânia estava a mudar a favor de Kiev.</P><br />
<P>Kallas mencionou o que classificou de &#8220;perdas recorde de Moscovo no campo de batalha&#8221;, os &#8220;ataques profundos&#8221; realizados por Kiev em território russo e as modestas celebrações de 09 de maio de 1945 na capital russa no passado sábado, sem qualquer equipamento militar.</P><br />
<P>De acordo com a análise da Agência France Presse com base em dados do Instituto para o Estudo da Guerra (ISW), a Rússia perdeu terreno na Ucrânia em abril, algo que não acontecia desde a contraofensiva ucraniana do verão de 2023.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761438]]></sapo:autor>
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		<title>Fundação Champalimaud e Delta Cafés assinam parceria de investigação para o cancro da mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:45:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação Champalimaud e a Delta Cafés vão hoje anunciar uma parceria de investigação dedicada ao estudo dos potenciais benefícios do café no cancro da mama.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Champalimaud e a Delta Cafés vão hoje anunciar uma parceria de investigação dedicada ao estudo dos potenciais benefícios do café no cancro da mama.</p>
<p>O acordo será formalizado esta terça-feira, 12 de maio, numa cerimónia marcada para as 15h00, nas instalações da Fundação Champalimaud, em Lisboa.</p>
<p>A sessão contará com a presença de Leonor Beleza, Andrea De Censi e Rui Miguel Nabeiro, que irão apresentar os objetivos da colaboração e participar na assinatura do protocolo.</p>
<p>A iniciativa pretende aprofundar a investigação científica sobre a relação entre o consumo de café e o cancro da mama, numa parceria que junta a área da saúde e investigação biomédica ao setor empresarial.</p>
<p>O programa da cerimónia prevê o início da sessão às 15h00, seguindo-se a apresentação do acordo e as intervenções dos responsáveis das duas entidades. A assinatura do protocolo está agendada para as 15h20, com o encerramento previsto para as 15h30.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761245]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio fecha com Nikkei a ganhar 0,52%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:36:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a cair 0,52% para 62.742,57 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a cair 0,52% para 62.742,57 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, encerrou a sessão a ganhar 0,83% para 3.872,9 pontos.</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761437]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal canta hoje na Eurovisão: Bandidos do Cante tentam chegar à final numa edição marcada por boicotes a Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[eurovisão]]></category>
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		<category><![CDATA[Porugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A única vitória portuguesa aconteceu em 2017, com “Amar pelos dois”, canção composta por Luísa Sobral e interpretada por Salvador Sobral]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal sobe esta terça-feira ao palco da primeira semifinal do Festival Eurovisão da Canção, numa edição marcada pela contestação à participação de Israel e pela desistência de cinco países.</p>
<p>Os Bandidos do Cante representam Portugal com a canção “Rosa” e serão os quintos a atuar na primeira semifinal da 70.ª edição do concurso, que decorre este ano em Viena, na Áustria. </p>
<p>A final está marcada para sábado, 16 de maio, mas antes disso há duas semifinais: a primeira realiza-se esta terça-feira e a segunda na quinta-feira.</p>
<p>Em cada uma serão escolhidas dez canções, perfazendo 20 finalistas. A estes juntam-se os países com entrada direta na final.</p>
<p>Quem compete hoje na primeira semifinal?</p>
<p><strong>A primeira semifinal coloca 15 países em competição.</strong></p>
<p>Além de Portugal, sobem hoje ao palco Moldávia, Suécia, Croácia, Grécia, Geórgia, Finlândia, Montenegro, Estónia, Israel, Bélgica, Lituânia, São Marino, Polónia e Sérvia.</p>
<p>No final da noite, apenas dez destes países conseguirão garantir o passaporte para a final de sábado.</p>
<p>Portugal chega à semifinal numa posição difícil nas previsões.</p>
<p>Na sexta-feira à tarde, a média de várias casas de apostas calculada pelo site especializado eurovisionworld.com colocava Portugal em 11.º lugar entre os países da primeira semifinal.</p>
<p>Se esta previsão se confirmar, os Bandidos do Cante ficarão à porta da final.</p>
<p><strong>Portugal já falhou a final em cinco edições</strong></p>
<p>A não qualificação para a final não seria inédita para Portugal.</p>
<p>Desde a introdução das semifinais, o país já falhou a passagem em 2011, 2012, 2014, 2015 e 2019.</p>
<p>Portugal estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1964 e, desde então, falhou cinco edições do concurso: 1970, 2000, 2002, 2013 e 2016.</p>
<p>A única vitória portuguesa aconteceu em 2017, com “Amar pelos dois”, canção composta por Luísa Sobral e interpretada por Salvador Sobral.</p>
<p><strong>Cinco países desistiram devido à participação de Israel</strong></p>
<p>Este ano, a Eurovisão conta com 35 países em competição.</p>
<p>O número ficou reduzido depois das desistências de Espanha, Irlanda, Países Baixos, Eslovénia e Islândia, todas motivadas pela participação de Israel no concurso.</p>
<p>Os boicotes surgem na sequência dos ataques militares israelitas na Faixa de Gaza desde outubro de 2023, que já mataram pelo menos 72 mil pessoas.</p>
<p>Uma comissão internacional independente de investigação da Organização das Nações Unidas classificou esses ataques como genocídio.</p>
<p>Ao mesmo tempo, regressam à competição a Bulgária, a Roménia e a Moldávia, depois de três, dois e um ano de ausência, respetivamente.</p>
<p><strong>Carta aberta reuniu mais de 1.100 músicos e profissionais da cultura</strong></p>
<p>A contestação à presença de Israel já vinha a crescer antes do arranque do festival.</p>
<p>Em abril, foi divulgada uma carta aberta subscrita por mais de 1.100 músicos e profissionais da cultura de vários países, incluindo Portugal.</p>
<p>Entre os nomes portugueses surgem Carlos Mendes, Cristina Branco, Hetta, Iolanda, Janeiro, Jorge Palma, Júlio Resende, Linda Martini, Scúru Fitchádu, Selma Uamusse, Stereossauro e The Legendary Tigerman.</p>
<p>A lista internacional inclui também Brendan Perry, dos Dead Can Dance, Brian Eno, Chester Hansen, dos BADBADNOTGOOD, IDLES, Massive Attack, Peter Gabriel, Primal Scream e Sigur Rós.</p>
<p>Na carta, os subscritores criticam o facto de Israel voltar a ser celebrado no palco da Eurovisão “pelo terceiro ano consecutivo”, enquanto a Rússia continua banida devido à invasão da Ucrânia.</p>
<p>Como “músicos e profissionais da Cultura”, afirmam rejeitar que o concurso seja usado para “branquear e normalizar o genocídio, o cerco e a brutal ocupação militar de Israel contra os palestinianos”.</p>
<p><strong>Também houve contestação no Festival da Canção</strong></p>
<p>A polémica chegou também ao Festival da Canção da RTP, realizado em março.</p>
<p>A maioria dos participantes anunciou previamente que recusaria representar Portugal na Eurovisão caso vencesse o concurso.<br />
A posição refletiu a contestação de parte do setor cultural à presença de Israel no festival europeu.</p>
<p>Apesar desse contexto, os Bandidos do Cante venceram a seleção nacional e representam Portugal esta terça-feira em Viena.</p>
<p><strong>Quem já está diretamente na final?</strong></p>
<p>Além dos 20 países escolhidos nas duas semifinais, há entradas diretas na final.</p>
<p>Este ano, passam automaticamente o país anfitrião, a Áustria, e quatro dos chamados ‘Big Five’: França, Alemanha, Reino Unido e Itália.</p>
<p>Espanha, que normalmente integra esse grupo, não estará presente na final porque boicotou esta edição.</p>
<p>A segunda semifinal realiza-se na quinta-feira e terá em competição Bulgária, Azerbaijão, Roménia, Luxemburgo, República Checa, Arménia, Suíça, Chipre, Letónia, Dinamarca, Austrália, Ucrânia, Albânia, Malta e Noruega.</p>
<p><strong>Eurovisão volta a ser palco de tensão política</strong></p>
<p>O Festival Eurovisão da Canção é organizado pela União Europeia de Radiodifusão, em cooperação com operadores públicos de televisão de mais de 35 países, entre os quais a RTP.</p>
<p>O concurso realiza-se anualmente desde 1956 e já teve países excluídos por razões políticas.</p>
<p>A Bielorrússia foi afastada em 2021, após a reeleição de Aleksandr Lukashenko.</p>
<p>A Rússia foi excluída em 2022, após a invasão da Ucrânia.</p>
<p>Israel participa no concurso desde 1973, tendo sido o primeiro país não europeu a entrar na Eurovisão, e venceu por quatro vezes.</p>
<p><strong>Protestos marcaram as últimas edições</strong></p>
<p>A contestação à presença de Israel não é nova.</p>
<p>Em 2024, a edição realizada em Malmö, na Suécia, ficou marcada por manifestações nas ruas, protestos na arena e vaias ao representante israelita durante as atuações.</p>
<p>A participação dos Países Baixos foi cancelada depois de um “incidente” nos bastidores com a delegação de Israel.</p>
<p>No ano passado, em Basileia, na Suíça, manifestantes pró-Palestina e polícia entraram em confronto no dia da final.</p>
<p>Nessa 69.ª edição, a Áustria venceu com “Starmania”, interpretada por JJ.</p>
<p>Portugal ficou em 21.º lugar, com “Deslocado”, dos Napa.</p>
<p><strong>O que está em jogo esta terça-feira?</strong></p>
<p>Para Portugal, a noite desta terça-feira tem um objetivo claro: garantir um lugar entre os dez apurados da primeira semifinal.<br />
Para a organização, o desafio é manter o foco no concurso musical num ano em que a Eurovisão volta a ser atravessada por tensões políticas, protestos e boicotes.</p>
<p>A final de sábado revelará o vencedor da 70.ª edição.</p>
<p>Mas, antes disso, os Bandidos do Cante precisam de ultrapassar a primeira barreira.</p>
<p>Portugal canta hoje “Rosa” em Viena e tenta contrariar as apostas que o colocam fora da final.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761175]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Voos domésticos em Moçambique com menos 14% de passageiros em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:19:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os voos domésticos em Moçambique registaram menos 14% de passageiros em 2025, recuando para 1.066.812, devido aos problemas nas ligações aéreas, segundo relatório da Autoridade de Aviação Civil de Moçambique (IACM) consultado hoje pela Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os voos domésticos em Moçambique registaram menos 14% de passageiros em 2025, recuando para 1.066.812, devido aos problemas nas ligações aéreas, segundo relatório da Autoridade de Aviação Civil de Moçambique (IACM) consultado hoje pela Lusa.</P><br />
<P>De acordo com os dados do IACM, este movimento contrasta com os 1.237.566 passageiros nos voos domésticos registados em 2024, refletindo os constrangimentos operacionais que ao longo de 2025 continuaram a afetar a companhia estatal Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), nomeadamente a indisponibilidade da frota e a redução de frequências em várias rotas.</P><br />
<P>Em termos de aeronaves, o movimento doméstico também recuou 12%, passando de 38.089 movimentos em 2024 para 33.580 em 2025.</P><br />
<P>O documento justifica esta redução do movimento de aeronaves com &#8220;atrasos, cancelamentos e suspensão de rotas&#8221;, reconhecendo ainda que o aumento dos custos de combustível, da manutenção de aeronaves e de outros custos operacionais ao longo de 2025 tornou o transporte aéreo menos viável economicamente.</P><br />
<P>No transporte regional em África, a partir de Moçambique, o número de passageiros transportados em 2025 recuou 5%, para 546.906, enquanto nos voos intercontinentais se registou um crescimento de 7%, para 231.282 passageiros, impulsionado sobretudo pela retoma gradual da procura internacional.</P><br />
<P>No final de 2025 estavam registadas em Moçambique 88 aeronaves, de 14 operadores comerciais, para um total de 12 aeroportos, 256 aeródromos públicos e 21 aeródromos privados, de acordo com dados do Instituto de Aviação Civil de Moçambique.</P><br />
<P>Tal como os anteriores, 2025 voltou a ser marcado pelas dificuldades operacionais da LAM em manter as ligações aéreas domésticas, tendo o Governo avançado em maio com um processo de reestruturação da companhia, que envolveu a chegada de novas aeronaves nos meses seguintes.</P><br />
<P>A LAM detém o monopólio das ligações aéreas domésticas, mas a companhia aérea privada Solenta já prepara a instalação no aeroporto da Beira da sua base de operações internas, com três aeronaves a iniciarem os voos no segundo semestre, foi anunciado anteriormente.</P><br />
<P>A companhia prevê disponibilizar inicialmente três aeronaves com capacidade para 50 passageiros cada, estando o início das operações previsto para o segundo semestre de 2026, com base no centro do país. Enquanto isso, decorre para o efeito o processo de implantação da base no Aeroporto Internacional da Beira.</P><br />
<P>O Instituto de Aviação Civil de Moçambique atribuiu em 17 de dezembro a licença de exploração de transporte aéreo regular em rotas domésticas à companhia aérea privada Solenta.</P><br />
<P>&#8220;A Solenta, efetivamente, concluiu com todas as fases que resultaram no seu licenciamento sem nenhum aspeto que possam não ter cumprido. Eles cumpriram com todos os aspetos que lhes dão o direito de poderem operar no mercado doméstico e no mercado regional&#8221;, disse o presidente do conselho de administração do IACM, Emanuel Chaves, durante a entrega da licença à companhia aérea, em Maputo.</P><br />
<P>Segundo o responsável, a certificação da Solenta, que surge após avaliações para o seu licenciamento pelo Governo em meados de agosto, atrasou pela necessidade de modernizar a legislação aérea nacional, que já não era adequada, para permitir uma &#8220;concorrência saudável&#8221;.</P><br />
<P>A Solenta referiu anteriormente que conta com quatro aeronaves Embraer 145 para operações domésticas em Moçambique, uma das quais será utilizada pela indústria petrolífera em voos &#8216;charter&#8217; [voos privados não regulares, e as demais em rotas de Maputo para Tete, Beira, Quelimane e Nampula.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761436]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Migrações: Malásia procura 14 desaparecidos após naufrágio de embarcação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades da Malásia estão à procura de 14 pessoas desaparecidas após o naufrágio de uma embarcação que alegadamente transportava migrantes indonésios sem documentos, ocorrido na segunda-feira no estado de Perak, no noroeste do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades da Malásia estão à procura de 14 pessoas desaparecidas após o naufrágio de uma embarcação que alegadamente transportava migrantes indonésios sem documentos, ocorrido na segunda-feira no estado de Perak, no noroeste do país.</P><br />
<P>&#8220;O alerta para o naufrágio, que ocorreu na segunda-feira de manhã, foi dado por um pescador local que avisou as autoridades para a presença de várias vítimas a flutuar no mar&#8221;, segundo o diretor da Guarda Costeira de Perak, Mohamad Shukri bin Khotob. </P><br />
<P>Após o alerta, foi iniciada uma operação de busca e salvamento, com o apoio da Polícia Marítima, da Marinha Real da Malásia e da comunidade piscatória local, para encontrar os desaparecidos da embarcação, que alegadamente transportava 37 &#8220;migrantes indonésios em situação irregular&#8221;. </P><br />
<P>Um barco de pesca resgatou 23 pessoas, 16 homens e sete mulheres, todos cidadãos indonésios, enquanto as restantes 14 continuam desaparecidas. </P><br />
<P>As autoridades &#8220;vão continuar a intensificar os esforços de busca até que todas as vítimas sejam localizadas&#8221;, segundo Shukri.</P><br />
<P>As investigações preliminares indicam que o grupo partiu no sábado de Kisaran, no norte de Sumatra, na Indonésia, muito perto da costa oeste da Malásia, com destino a cidades malaias como Penang, Terengganu, Selangor e Kuala Lumpur, de acordo com o Quartel-General Marítimo de Perak.</P><br />
<P>As autoridades recuperaram três malas com roupas que se acredita pertencerem às vítimas e estão a realizar procedimentos de identificação com os sobreviventes do naufrágio.</P><br />
<P>As autoridades malaias indicaram que três tripulantes birmaneses operavam a embarcação. </P><br />
<P>Em novembro passado, 27 pessoas morreram quando um barco que transportava migrantes rohingya, uma minoria muçulmana perseguida em Myanmar, se afundou ao largo da costa da Malásia e da Tailândia. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761435]]></sapo:autor>
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		<title>Fátima prepara-se para receber hoje milhares de peregrinos: 300 operacionais e 200 militares por dia no terreno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Fátima]]></category>
		<category><![CDATA[GNR]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[peregrinação]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 300 operacionais integram a “Operação Fátima 2026” da Proteção Civil, montada para garantir assistência e socorro aos peregrinos que se deslocam ao Santuário de Fátima para a peregrinação internacional de 12 e 13 de maio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 300 operacionais integram a “Operação Fátima 2026” da Proteção Civil, montada para garantir assistência e socorro aos peregrinos que se deslocam ao Santuário de Fátima para a peregrinação internacional de 12 e 13 de maio.</p>
<p>A operação foi anunciada pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), que adianta a participação de mais de 300 operacionais, incluindo 170 elementos de 29 corpos de bombeiros da Região de Lisboa e Vale do Tejo.</p>
<p>A estes meios juntam-se elementos do Serviço Municipal de Proteção Civil de Ourém, da Força Especial de Proteção Civil da ANEPC, do Instituto Nacional de Emergência Médica, da Cruz Vermelha Portuguesa, da Guarda Nacional Republicana e do Corpo Nacional de Escutas.</p>
<p>A operação envolve ainda outras entidades civis e religiosas, entre as quais a Associação de Servitas de Nossa Senhora de Fátima e as unidades locais de Saúde da Região de Leiria e do Médio Tejo.</p>
<p><strong>Posto de comando instalado em Fátima</strong></p>
<p>A coordenação da operação será feita através do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo.</p>
<p>Segundo a ANEPC, esta estrutura vai coordenar os sistemas integrados de operações de proteção e socorro e de emergência médica, assegurando a mobilização, prontidão, empenhamento, pré-posicionamento e gestão dos meios no terreno.</p>
<p>O Posto de Comando Operacional da “Operação Fátima 2026” está instalado no Colégio de São Miguel, na cidade de Fátima, concelho de Ourém, distrito de Santarém.</p>
<p><strong>GNR reforça operação nas estradas</strong></p>
<p>Também a Guarda Nacional Republicana reforçou os alertas aos peregrinos e condutores, numa altura em que vários grupos seguem a pé rumo ao Santuário de Fátima.</p>
<p>A operação “Peregrinação Segura 2026” já está no terreno e mobiliza cerca de 200 militares por dia.</p>
<p>Até às celebrações, a atenção da GNR estará centrada sobretudo nas estradas percorridas pelos peregrinos. Depois, o dispositivo será concentrado na zona do santuário, durante as cerimónias que atraem milhares de fiéis.</p>
<p>A operação contará ainda com o apoio de forças congéneres de Itália e França.</p>
<p><strong>Atenção redobrada nas estradas e nas zonas de menor visibilidade</strong></p>
<p>A GNR alertou para a necessidade de maior cuidado, tanto por parte dos peregrinos como dos condutores, devido às condições meteorológicas e à eventual redução da visibilidade.</p>
<p>“Com as condições climatéricas que se fazem sentir, é importante que todos tenham consciência de que devem, não só os peregrinos a pé estar atentos à estrada e aos veículos, como também os condutores devem ter essa noção nesta altura do ano”, afirmou o tenente-coronel Carlos Canatário, porta-voz da GNR.</p>
<p>O responsável lembrou que, “de repente, depois de uma qualquer lomba ou curva, pode surgir um grupo de peregrinos” e apelou aos automobilistas para circularem com mais cautela.</p>
<p>Carlos Canatário lamentou ainda a morte de um peregrino, em Coimbra, atropelado por um comboio.</p>
<p><strong>GNR desaconselha uso de auriculares</strong></p>
<p>Entre as recomendações da GNR está também o apelo para que os peregrinos evitem usar auriculares durante o percurso.</p>
<p>“Sabemos que é uma distração. Sabemos que é normal as pessoas, muitas vezes, virem cansadas, com dores, e procurarem abstrair-se desse estado físico e emocional”, explicou o porta-voz.</p>
<p>“Mas, muitas vezes, esses instrumentos retiram atenção ao meio envolvente”, acrescentou.</p>
<p>A GNR recomenda ainda que os peregrinos caminhem de forma visível, mantenham contacto com o grupo, tenham o telemóvel carregado e evitem transportar grandes quantias de dinheiro ou bens valiosos.</p>
<p><strong>Drones e capacidade antidrone junto ao santuário</strong></p>
<p>A operação de segurança inclui também o uso de drones para vigilância.</p>
<p>A GNR terá ainda capacidade antidrone, permitindo a deteção e inativação de drones não autorizados a sobrevoar o santuário, explicou o coronel João Santos.</p>
<p>Nas imediações da Basílica da Santíssima Trindade estará também instalado um posto móvel da GNR durante as celebrações.</p>
<p>João Moderno, comandante do Destacamento Territorial de Tomar da GNR, deixou ainda recomendações para prevenir furtos, aconselhando os peregrinos a manterem os bens pessoais protegidos e a terem consigo o contacto de um elemento do grupo.</p>
<p><strong>Mais de 6.300 peregrinos organizados são esperados na Cova da Iria</strong></p>
<p>Nos próximos dias, são esperados na Cova da Iria mais de 6.300 peregrinos organizados em 138 grupos, de acordo com informação avançada pelo jornal ‘Região de Leiria’.</p>
<p>A peregrinação internacional de 12 e 13 de maio é a primeira grande celebração do ano no Santuário de Fátima.</p>
<p>Este ano, será presidida pelo patriarca de Lisboa, Rui Valério, de 61 anos, natural de Urqueira, no concelho de Ourém.</p>
<p>Segundo o santuário, será a primeira vez que Rui Valério preside a uma peregrinação aniversária na Cova da Iria desde que foi nomeado para a Sé Patriarcal, em 2023.</p>
<p><strong>A maior peregrinação do ano em Fátima</strong></p>
<p>A peregrinação de maio evoca a primeira aparição da Virgem às três crianças de Aljustrel e é habitualmente a mais participada do ano em Fátima.</p>
<p>No ano passado, segundo o santuário, acolheu mais de 450 mil peregrinos.</p>
<p>Com milhares de fiéis a caminho e grandes concentrações previstas para os dias 12 e 13 de maio, as autoridades apelam à prudência nas deslocações, à atenção nas estradas e ao cumprimento das indicações das forças de segurança e socorro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761165]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Transporte aéreo movimentou menos 9,3% de passageiros em Moçambique em 2025</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/transporte-aereo-movimentou-menos-93-de-passageiros-em-mocambique-em-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:12:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O transporte aéreo movimentou quase 1,9 milhões de passageiros em 2025 em Moçambique, menos 9,3%, influenciado pela instabilidade social após as eleições gerais de 2024, segundo dados oficiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O transporte aéreo movimentou quase 1,9 milhões de passageiros em 2025 em Moçambique, menos 9,3%, influenciado pela instabilidade social após as eleições gerais de 2024, segundo dados oficiais.</P><br />
<P>De acordo com dados de um relatório da Autoridade de Aviação Civil de Moçambique (IACM), o transporte aéreo movimentou em 2025 um total de 1.863.772 passageiros, que compara com o recorde de quase 2,05 milhões de passageiros em 2024.</P><br />
<P>A quebra, lê-se, foi &#8220;influenciado pela suspensão e cancelamento dos voos, e a sensibilidade do segmento a fatores externos e políticos&#8221;, aludindo aos protestos que se seguiram às eleições de outubro de 2024, que provocaram nos meses seguintes mais de 400 mortos e a destruição e saque de empresas e instituições públicas.</P><br />
<P>O documento acrescenta que 2025 &#8220;caracterizou-se por um decréscimo de 6,9% em comparação com o igual período de 2024&#8221; em termos de atividade global no setor em Moçambique.</P><br />
<P>Este desempenho está &#8220;associado aos constrangimentos operacionais enfrentados pela companhia aérea Linhas Aéreas de Moçambique (LAM)&#8221;, incluindo as rotas Maputo&#8211;Lisboa, Maputo&#8211;Harare e Maputo&#8211;Lusaka, face à &#8220;indisponibilidade da sua frota de aeronaves, bem como ao contexto de instabilidade social resultante das manifestações pós eleitorais, que se estenderam até fevereiro de 2025&#8221;, bem como os ciclones que atingiram sobretudo o norte do país.</P><br />
<P>Refere também que o movimento de aeronaves no país caiu 10,9%, para 54.495, face aos 61.182 em 2024.</P><br />
<P>&#8220;O manuseamento de carga foi de 7.843,08 toneladas, decrescendo em 28,4% comparando com o ano de 2024, que registou 10.956,72 toneladas. Esse declínio está associado, em grande parte, à introdução da taxa de segurança, que tornou o manuseamento de carga mais oneroso, desencorajando as operações neste setor&#8221;, refere a IACM no documento, avançando que &#8220;medidas e esforços estão a ser implementados para mitigar esse impacto e reverter a tendência de retração&#8221;.</P><br />
<P>O plano anteriormente apresentado pela IACM para o setor estimava que o transporte aéreo deverá movimentar no país, em 2027, mais de 2,9 milhões de passageiros e no ano seguinte 3,1 milhões, crescimento que deverá acompanhar igualmente na carga movimentada, que deverá passar de 18.027 toneladas no ano passado para mais de 21.600 toneladas em 2027.</P><br />
<P>No final de 2025 estavam registadas em Moçambique 88 aeronaves, de 14 operadores comerciais, para um total de 12 aeroportos, 21 aeródromos privados e 256 aeródromos públicos.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761434]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal volta a acolher famílias ucranianas marcadas pela guerra: grupo chega esta tarde a Lisboa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-volta-a-acolher-familias-ucranianas-marcadas-pela-guerra-grupo-chega-esta-tarde-a-lisboa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[projeto Choven]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[A chegada está prevista para as 16h30, no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, no voo TP1205, proveniente de Varsóvia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal recebe esta terça-feira um novo grupo de familiares de vítimas da guerra na Ucrânia, no âmbito do projeto Choven, uma iniciativa de apoio a famílias de militares ucranianos mortos ou desaparecidos em combate.</p>
<p>A chegada está prevista para as 16h30, no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, no voo TP1205, proveniente de Varsóvia.</p>
<p>À chegada, a associação HelpUAPT, em parceria com os Ministérios da Defesa e dos Veteranos da Ucrânia, a Fundação Friends of Ukraine e o apoio institucional do Ombudsman da Ucrânia, realiza uma conferência de imprensa para apresentar a iniciativa.</p>
<p><strong>Projeto Choven apoia famílias de militares ucranianos</strong></p>
<p>O projeto Choven tem como objetivo apoiar famílias afetadas diretamente pela guerra na Ucrânia, em particular familiares de militares vítimas do conflito.</p>
<p>A iniciativa está ligada a programas de recuperação emocional, apoio psicológico, integração cultural e acompanhamento social.</p>
<p>A HelpUA.pt tem apresentado o projeto “Choven – Famílias da Guerra” como uma intervenção estruturada e centrada no trauma, combinando apoio individual e de grupo, atividades culturais, componente educativa e reconhecimento institucional. A associação descreve a iniciativa como parte do seu trabalho de recuperação física e emocional de vítimas da guerra.</p>
<p><strong>Portugal já acolheu mães e crianças ucranianas em programas semelhantes</strong></p>
<p>Esta não é a primeira missão humanitária deste tipo em Portugal.</p>
<p>Em janeiro, o Governo português anunciou o acolhimento de 18 crianças e 15 mães viúvas ucranianas, vítimas da guerra, no âmbito de um programa de reabilitação emocional e social em Ourém. A receção decorreu também no Aeroporto Humberto Delgado e a iniciativa foi organizada pela HelpUA.pt, com acolhimento no Centro de Reabilitação Fénix.</p>
<p>Durante essa estadia, as famílias beneficiaram de acompanhamento psicológico, fisioterapia e atividades lúdicas e culturais, num programa orientado para a recuperação emocional.</p>
<p>A &#8216;Euronews&#8217; noticiou então que o grupo era composto por familiares de soldados ucranianos falecidos ou desaparecidos em combate e que as crianças e mães chegaram a Portugal para três semanas de tranquilidade, depois de viajarem da Ucrânia até à Polónia e daí para Lisboa.</p>
<p><strong>HelpUAPT tem coordenado missões humanitárias em Portugal</strong></p>
<p>A HelpUA.pt – Ukrainian Refugees UAPT é uma associação sediada em Lisboa dedicada ao apoio humanitário, psicológico, social e institucional a pessoas vulneráveis, com especial enfoque em refugiados ucranianos e respetivas famílias em Portugal.</p>
<p>A associação tem desenvolvido respostas nas áreas do acolhimento, acompanhamento social, apoio psicológico especializado, integração cultural e educacional, apoio institucional e jurídico, bem como programas de reabilitação emocional.</p>
<p>No Centro de Reabilitação Fénix, em Ourém, a HelpUA.pt desenvolve também respostas de reabilitação física, fisioterapia, cuidados continuados e acompanhamento de pessoas em situação de vulnerabilidade social e clínica.</p>
<p><strong>GNR já tinha apoiado missão do projeto Choven</strong></p>
<p>O projeto Choven já teve apoio institucional em Portugal.</p>
<p>Em março, a GNR recebeu uma delegação da HelpUA.pt, entidade responsável pelo projeto “Choven – Famílias da Guerra”, numa visita ao Quartel do Carmo, em Lisboa.</p>
<p>Segundo a própria GNR, a colaboração da força de segurança incluiu o acompanhamento de um grupo humanitário composto por crianças e mulheres ucranianas que visitaram Portugal, garantindo segurança e apoio durante a estadia.</p>
<p>A visita serviu também para uma homenagem institucional em reconhecimento do apoio prestado no âmbito do projeto.</p>
<p><strong>Uma chegada com dimensão humanitária e simbólica</strong></p>
<p>A chegada desta terça-feira tem uma dimensão humanitária, mas também simbólica.</p>
<p>Portugal volta a receber famílias que carregam as consequências diretas da guerra, num programa que procura oferecer acompanhamento, descanso, segurança e algum espaço de recuperação longe do conflito.</p>
<p>Na missão acolhida em janeiro, a então ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, afirmou que Portugal queria proporcionar “conforto, segurança, proteção e, acima de tudo, dignidade” às famílias ucranianas recebidas no país.</p>
<p>A governante sublinhou ainda que o acolhimento era uma afirmação de valores, ligada à defesa dos direitos humanos e à proteção dos mais vulneráveis.</p>
<p><strong>Conferência de imprensa à chegada</strong></p>
<p>A conferência de imprensa desta terça-feira deverá decorrer no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, depois do desembarque do grupo proveniente de Varsóvia.</p>
<p>A iniciativa será conduzida pela HelpUAPT, em articulação com os Ministérios da Defesa e dos Veteranos da Ucrânia, a Fundação Friends of Ukraine e o apoio institucional do Ombudsman ucraniano.</p>
<p>O objetivo é assinalar a chegada a Portugal e explicar o enquadramento do projeto Choven, criado para apoiar famílias de militares ucranianos vítimas da guerra.</p>
<p>Para estas famílias, a viagem representa mais do que uma deslocação humanitária.</p>
<p>É uma pausa possível num percurso marcado pela perda, pela incerteza e pela violência de uma guerra que continua a deixar marcas profundas na sociedade ucraniana.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761287]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Investigadores esperam ano &#8220;particularmente severo&#8221; para incêndios florestais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/investigadores-esperam-ano-particularmente-severo-para-incendios-florestais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:55:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigadores alertaram hoje que os incêndios florestais deverão atinjam um nível "particularmente severo" em todo o mundo em 2026, impulsionados pelas alterações climáticas e pelo fenómeno El Niño.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Investigadores alertaram hoje que os incêndios florestais deverão atinjam um nível &#8220;particularmente severo&#8221; em todo o mundo em 2026, impulsionados pelas alterações climáticas e pelo fenómeno El Niño.</P><br />
<P>&#8220;Este ano, a época global de incêndios começou muito forte, com mais 50% de área ardida do que a média para esta altura do ano&#8221;, enfatizou Theodore Keeping, académico da universidade britânica Imperial College London, durante uma apresentação aos jornalistas.</P><br />
<P>A área ardida &#8220;é 20% superior ao recorde anterior estabelecido desde o início da monitorização global em 2012&#8221;, indicou o investigador, prevendo um &#8220;ano particularmente severo&#8221;.</P><br />
<P>A área total ardida em todo o mundo atingiu cerca de 163 milhões de hectares desde o início do ano até 06 de maio, de acordo com os dados do Sistema Global de Informação sobre Incêndios, em comparação com uma média de 110 milhões de hectares no período de 2012 a 2025 até essa data.</P><br />
<P>A tendência é particularmente acentuada em África, onde foi registada a maior área ardida desde 2012, com recordes históricos em países como Gâmbia, Senegal, Guiné-Conacri, Mauritânia, Mali, Gana e Togo.</P><br />
<P>No total, foram queimados 85 milhões de hectares em África este ano, em comparação com o recorde anterior de 69 milhões.</P><br />
<P>Os incêndios na savana nestas regiões têm sido alimentados por um fenómeno conhecido como &#8220;efeito chicote climático&#8221;, que alterna períodos de chuvas fortes, promovendo o crescimento da vegetação, com períodos de seca propícios a incêndios.</P><br />
<P>Os investigadores alertam também para as consequências do esperado regresso do poderoso fenómeno de aquecimento El Niño.</P><br />
<P>Esta é uma fase de um ciclo natural no Oceano Pacífico, que geralmente começa na primavera e afeta gradualmente as temperaturas, os ventos e o clima em todo o resto do globo nos meses seguintes.</P><br />
<P>A Organização Meteorológica Mundial alertou, embora ainda existam algumas incertezas, que o regresso do El Niño é cada vez mais provável de maio a julho, enquanto o fenómeno oposto, La Niña, diminui.</P><br />
<P>Isto agravaria o aquecimento contínuo provocado pelas atividades humanas.</P><br />
<P>&#8220;A probabilidade de incêndios extremos e perigosos pode ser potencialmente a mais elevada da história recente se se desenvolver um El Niño forte&#8221;, afirmou Theodore Keeping.</P><br />
<P>O fenómeno pode tornar &#8220;as condições muito quentes e secas mais prováveis na Austrália, no noroeste dos Estados Unidos e no Canadá, e na floresta amazónica&#8221;, explicou.</P><br />
<P>&#8220;Sabemos que os incêndios extremos estão a aumentar com as alterações climáticas, tanto em termos de emissões como dos seus impactos, tal como os mega incêndios&#8221;, acrescentou Keeping.</P><br />
<P>Friederike Otto, outro investigador do Imperial College, sublinhou ainda que o desenvolvimento de um El Niño forte este ano, combinado com a tendência para as alterações climáticas, resultaria em &#8220;extremos climáticos sem precedentes&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761433]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Milhares de fiéis esperados para a peregrinação de maio ao Santuário de Fátima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:50:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de fiéis são esperados hoje e na quarta-feira, no Santuário de Fátima, para a peregrinação internacional de hoje e 13 de maio, presidida pelo patriarca de Lisboa, Rui Valério.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Milhares de fiéis são esperados hoje e na quarta-feira, no Santuário de Fátima, para a peregrinação internacional de hoje e 13 de maio, presidida pelo patriarca de Lisboa, Rui Valério.</P><br />
<P>As celebrações, 109 anos após os acontecimentos na Cova da Iria, começam às 21:30 de hoje, com a recitação do terço, na Capelinha das Aparições, seguindo-se a procissão das velas e a Celebração da Palavra, no recinto.</P><br />
<P>Na quarta-feira, após a recitação do terço, às 09:00, na Capelinha das Aparições, começa, uma hora depois, a missa, com a bênção dos doentes e a procissão do adeus, no recinto.</P><br />
<P>&#8220;Esta será a primeira vez que o patriarca de Lisboa assume a presidência de uma peregrinação aniversária, na Cova da Iria, desde que foi nomeado para a Sé Patriarcal, em 2023&#8221;, segundo informação do santuário.</P><br />
<P>Ao jornal Voz da Fátima, propriedade do santuário, Rui Valério, de 61 anos, natural do concelho de Ourém, afirmou que à peregrinação leva o pedido urgente pela paz global e o apelo aos cristãos para irem ao encontro do outro, especialmente de quem vive na tristeza ou no abandono.</P><br />
<P>&#8220;Pedimos que esta paz desça e habite no coração de cada pessoa, de modo particular nos governantes e em todos aqueles que têm a responsabilidade de decidir o rumo das nações&#8221;, afirmou, citado pelo Gabinete de Comunicação do santuário.</P><br />
<P>Até ao início da tarde de segunda-feira, estavam inscritos 170 grupos, num total de 7.550 peregrinos, para esta peregrinação, segundo dados da instituição.</P><br />
<P>Dos 170 grupos, 67 são oriundos de Portugal e 103 do estrangeiro, de 30 países.</P><br />
<P>&#8220;Mantém-se o &#8216;top 5&#8217; dos países estrangeiros de onde provêm mais peregrinos: Polónia, Itália, França, Brasil e México&#8221;, revelou o santuário.</P><br />
<P>Para esta peregrinação, a primeira grande celebração do ano no Santuário de Fátima, a Proteção Civil conta com cerca de 300 operacionais, dos quais 170 provenientes de 29 corpos de bombeiros da Região de Lisboa e Vale do Tejo, para assistência e socorro aos peregrinos.</P><br />
<P>Já o dispositivo da Guarda Nacional Republicana é de cerca de 200 militares em cada um dos dias.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761432]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Atenção, contribuintes: nova regra da Segurança Social entra hoje em vigor e pode bloquear acessos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:45:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[Mudança pretende reforçar a proteção dos dados dos cidadãos e reduzir o risco de fraude ou acessos indevidos, acrescentando uma segunda camada de validação ao processo de entrada no portal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta terça-feira passa a ser obrigatória a autenticação de dois fatores no acesso ao Portal da Segurança Social para os utilizadores particulares que entram com NISS e palavra-passe.</p>
<p>A mudança pretende reforçar a proteção dos dados dos cidadãos e reduzir o risco de fraude ou acessos indevidos, acrescentando uma segunda camada de validação ao processo de entrada no portal.</p>
<p>Na prática, deixa de bastar introduzir o Número de Identificação da Segurança Social e a palavra-passe. O utilizador passa também a ter de confirmar o acesso através de um código temporário enviado por SMS ou por e-mail.</p>
<p>A Segurança Social já tinha recomendado que a ativação fosse feita antes de 11 de maio, para evitar constrangimentos no dia da entrada em vigor da medida. Quem ainda não tratou do assunto deve fazê-lo esta terça-feira, para garantir que continua a conseguir entrar normalmente na Segurança Social Direta. A alteração consta da informação divulgada pela Segurança Social sobre a atualização de contactos e a autenticação de dois fatores no portal.</p>
<p><strong>O que muda no acesso?</strong></p>
<p>Até agora, muitos utilizadores acediam ao portal apenas com NISS e palavra-passe.</p>
<p>Com a nova regra, passa a ser exigido um código adicional de verificação.</p>
<p>Esse código pode ser enviado para o telemóvel ou para o endereço de e-mail associado à conta, consoante o método definido pelo utilizador.</p>
<p>O objetivo é impedir que terceiros consigam entrar na conta mesmo que tenham acesso à palavra-passe.</p>
<p><strong>Porque é que deve confirmar já os contactos?</strong></p>
<p>O ponto crítico está nos contactos registados na Segurança Social Direta.</p>
<p>Para receber o código de verificação, o utilizador tem de ter um número de telemóvel e um endereço de e-mail válidos associados à conta.</p>
<p>Se o telemóvel estiver errado, desatualizado ou já não estiver em uso, o código pode não chegar.</p>
<p>Se o e-mail estiver incorreto ou inacessível, o mesmo problema pode acontecer.</p>
<p>Nesses casos, o contribuinte pode ficar impedido de concluir o acesso ao portal.</p>
<p><strong>Quem tem de ativar a autenticação de dois fatores?</strong></p>
<p>A medida aplica-se aos particulares que acedem ao Portal da Segurança Social com NISS e palavra-passe.</p>
<p>Quem usa a Chave Móvel Digital não deverá ser afetado da mesma forma, uma vez que esse método já inclui autenticação reforçada.</p>
<p>Para as empresas, este modelo já estava em vigor desde 26 de fevereiro.</p>
<p>Agora, a obrigatoriedade passa também a abranger os utilizadores particulares.</p>
<p><strong>Como atualizar os dados?</strong></p>
<p>O procedimento deve ser feito diretamente na Segurança Social Direta.</p>
<p>O utilizador deve entrar no portal com o NISS e a palavra-passe, aceder à área de perfil e verificar os dados pessoais associados à conta.</p>
<p>Se necessário, deve atualizar o número de telemóvel e o endereço de correio eletrónico.</p>
<p>Depois da alteração, os contactos devem ser validados para garantir que ficam corretamente associados à conta.</p>
<p>É esta validação que permitirá receber os códigos de autenticação necessários para entrar no portal.</p>
<p><strong>O que acontece se não tiver acesso ao telemóvel ou ao e-mail?</strong></p>
<p>Se o utilizador deixar de ter acesso ao e-mail e ao telemóvel associados à conta, a Segurança Social indica que terá de entrar através do autenticação.gov, usando o Cartão de Cidadão ou a Chave Móvel Digital.</p>
<p>É por isso que a atualização prévia dos contactos é essencial.</p>
<p>O problema pode não estar na palavra-passe, mas sim na impossibilidade de receber o código adicional exigido pelo novo sistema.</p>
<p><strong>Atenção às fraudes</strong></p>
<p>A Segurança Social tem alertado também para tentativas de fraude.</p>
<p>A instituição sublinha que não pede dados bancários, palavras-passe ou códigos de acesso através de ligações enviadas por SMS ou por e-mail.</p>
<p>Qualquer atualização deve ser feita exclusivamente no Portal da Segurança Social.</p>
<p>Este aviso é particularmente relevante numa altura em que a mudança de regras pode ser aproveitada por esquemas de phishing para tentar enganar contribuintes.</p>
<p><strong>Porque é que esta mudança é importante?</strong></p>
<p>A Segurança Social Direta reúne informação sensível sobre contribuições, prestações sociais, carreira contributiva e dados pessoais.</p>
<p>A autenticação de dois fatores acrescenta uma barreira de segurança.</p>
<p>Mesmo que alguém descubra a palavra-passe de um utilizador, não deverá conseguir entrar na conta sem acesso ao código temporário enviado para o contacto associado.</p>
<p>A medida aproxima o portal de práticas já comuns noutros serviços digitais, como bancos, plataformas públicas e contas de correio eletrónico.</p>
<p><strong>O que deve fazer esta terça-feira?</strong></p>
<p>Se costuma aceder à Segurança Social Direta com NISS e palavra-passe, confirme já se tem o telemóvel e o e-mail atualizados.</p>
<p>Se ainda não ativou a autenticação de dois fatores, deve fazê-lo no portal.</p>
<p>Se usa Chave Móvel Digital, o acesso mantém-se com autenticação reforçada.</p>
<p>A regra entra em vigor esta terça-feira, 12 de maio, e pode causar dificuldades a quem deixar a atualização para depois.</p>
<p>Para evitar bloqueios, a recomendação é simples: entrar na Segurança Social Direta, confirmar os contactos e ativar a nova camada de segurança antes de precisar do portal para tratar de qualquer assunto urgente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748211]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PR moçambicano pede aos enfermeiros para humanizarem atendimento hospitalar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pr-mocambicano-pede-aos-enfermeiros-para-humanizarem-atendimento-hospitalar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:44:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente de Moçambique pediu hoje aos enfermeiros para reforçarem a humanização no atendimento hospitalar, prometendo mais esforços para melhorar as condições de trabalho destes profissionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente de Moçambique pediu hoje aos enfermeiros para reforçarem a humanização no atendimento hospitalar, prometendo mais esforços para melhorar as condições de trabalho destes profissionais.</P><br />
<P>Em comunicado referente ao Dia Internacional do Enfermeiro, que se assinala hoje, a Presidência refere que a mensagem do chefe do Estado, Daniel Chapo, exorta os profissionais de enfermagem a reforçarem o compromisso com a humanização dos cuidados de saúde, colocando o paciente no centro da sua atuação e assegurando que ninguém seja deixado para trás.</P><br />
<P>&#8220;O Governo continua empenhado no fortalecimento do setor da saúde, na melhoria gradual das condições de trabalho dos profissionais de saúde, na expansão da formação, na humanização dos serviços e na valorização dos enfermeiros, reconhecendo o papel central que desempenham no desenvolvimento do país&#8221;, lê-se na mensagem da Presidência, que cita o Presidente moçambicano. </P><br />
<P>Na mensagem, o chefe de Estado presta homenagem aos enfermeiros moçambicanos, destacando o &#8220;elevado sentido de missão, entrega e espírito de sacrifício&#8221; destes profissionais, considerados um dos principais pilares do Sistema Nacional de Saúde.</P><br />
<P>&#8220;É uma verdadeira missão de solidariedade, humanidade e compromisso com a vida&#8221;, refere Daniel Chapo, apelando aos profissionais de enfermagem para reforçarem o compromisso com a humanização dos cuidados de saúde e a assistência aos pacientes. </P><br />
<P>Moçambique assinala o dia Internacional do Enfermeiro num contexto de desafios no sistema nacional de saúde, com profissionais do setor a reivindicarem melhores condições laborais, mais formação e reforço dos recursos humanos e infraestruturas hospitalares.</P><br />
<P>O setor da saúde enfrenta, há quatro anos, greves e paralisações convocadas pela Associação dos Profissionais de Saúde Unidos e Solidários de Moçambique (APSUSM).</P><br />
<P>O Sistema Nacional de Saúde moçambicano enfrentou também, nos últimos três anos, diversos momentos de pressão, provocados por greves de funcionários, convocadas pela Associação Médica de Moçambique (AMM) e exigindo melhorias das condições de trabalho.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761431]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Enfermeiros fazem greve hoje e marcham até ao Ministério da Saúde: “O dia 12 de maio é nosso”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/enfermeiros-fazem-greve-hoje-e-marcham-ate-ao-ministerio-da-saude-o-dia-12-de-maio-e-nosso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[greve]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SEP]]></category>
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					<description><![CDATA[Sindicato espera uma forte adesão nacional e quer assinalar a data com uma mensagem dupla: valorizar o papel dos enfermeiros no sistema de saúde e denunciar o agravamento das condições de trabalho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os enfermeiros fazem esta terça-feira uma greve nacional convocada pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), abrangendo os setores público, privado e social.</p>
<p>A paralisação coincide com o Dia Internacional do Enfermeiro e inclui uma concentração marcada para as 10h30, em Lisboa, entre o Campo Pequeno e o Ministério da Saúde.</p>
<p>O sindicato espera uma forte adesão nacional e quer assinalar a data com uma mensagem dupla: valorizar o papel dos enfermeiros no sistema de saúde e denunciar o agravamento das condições de trabalho.</p>
<p><strong>Greve abrange turnos da manhã e da tarde</strong></p>
<p>A greve nacional foi convocada para os turnos da manhã e da tarde nos setores público, privado e social.</p>
<p>Em Lisboa, os enfermeiros deverão concentrar-se às 10h30 no Campo Pequeno, seguindo depois em direção ao Ministério da Saúde, passando pelo Conselho de Ministros.</p>
<p>Para o SEP, o Dia Internacional do Enfermeiro deve servir para “renovar o reconhecimento do papel imprescindível” destes profissionais em todo o ecossistema da saúde.</p>
<p>O sindicato lembra que os enfermeiros estão presentes em hospitais, clínicas, cuidados de saúde primários, emergência pré-hospitalar, escolas, lares, cuidados domiciliários, saúde ocupacional, investigação, ensino, cuidados continuados, cuidados paliativos e saúde mental.</p>
<p><strong>SEP denuncia falta de profissionais</strong></p>
<p>Uma das principais reivindicações passa pela admissão de mais enfermeiros.</p>
<p>O SEP afirma que há escassez de profissionais em todos os setores e que isso tem impacto direto na prestação de cuidados aos utentes, doentes e famílias.</p>
<p>No comunicado, o sindicato fala na “angústia diária” dos enfermeiros por “não conseguirmos fazer tudo” aquilo que as pessoas precisam e a que têm direito.</p>
<p>A estrutura sindical considera que a falta de profissionais está a aumentar a pressão sobre quem está no terreno e a degradar as condições de trabalho.</p>
<p><strong>35 horas, progressões e fim da precariedade</strong></p>
<p>Entre as exigências apresentadas estão o fim dos contratos precários e a aplicação das 35 horas de trabalho semanal a todos os enfermeiros.</p>
<p>O sindicato reclama também a resolução dos problemas relacionados com a contagem de pontos e o pagamento dos retroativos.</p>
<p>Em causa estão, em particular, os retroativos referentes à progressão entre janeiro de 2018 e dezembro de 2021.</p>
<p>O SEP exige ainda a valorização das carreiras de enfermagem em todos os setores, incluindo público, privado e social.</p>
<p><strong>Horários, concursos e avaliação sem quotas</strong></p>
<p>Os enfermeiros reivindicam horários regulados que permitam uma melhor conciliação entre a vida profissional, pessoal e familiar.</p>
<p>O sindicato pede ainda a abertura de concursos de acesso às categorias da Carreira de Enfermagem e a lugares de direção.</p>
<p>Outra exigência passa por uma avaliação de desempenho considerada justa, objetiva e sem quotas, que tenha em conta o desempenho individual de cada enfermeiro, as suas competências e as funções exercidas.</p>
<p>O SEP defende também a alteração das condições de aposentação, argumentando que a penosidade e o risco existem no exercício da profissão em todos os setores.</p>
<p><strong>Forte oposição ao pacote laboral</strong></p>
<p>A greve desta terça-feira é também marcada pela oposição ao pacote laboral e à proposta de Acordo Coletivo de Trabalho.</p>
<p>O SEP acusa estas propostas de procurarem retirar rendimento aos enfermeiros e agravar problemas já existentes.</p>
<p>O sindicato rejeita em particular a imposição de bancos de horas e regimes de adaptabilidade.</p>
<p>Segundo o SEP, o Ministério da Saúde e o Governo pretendem aplicar estas medidas primeiro aos enfermeiros com contrato individual de trabalho e, posteriormente, alargá-las aos profissionais com contrato de trabalho em Funções Públicas.</p>
<p>A estrutura sindical lembra ainda que os enfermeiros dos setores privado e social nunca quiseram estes mecanismos e exigem a sua revogação nas respetivas carreiras.</p>
<p><strong>Defesa do SNS também está no centro do protesto</strong></p>
<p>O reforço do Serviço Nacional de Saúde é outro dos pontos centrais da mobilização.</p>
<p>O SEP acusa anos de desinvestimento de estarem a contribuir para o desmantelamento gradual do SNS.</p>
<p>O sindicato critica também soluções apresentadas como temporárias, nomeadamente na reorganização dos serviços de urgência de pediatria e obstetrícia, que considera poderem tornar-se definitivas se não houver contratação, retenção e valorização dos profissionais de saúde.</p>
<p>A estrutura opõe-se ainda ao financiamento crescente dos setores privado e social com dinheiros públicos, apontando exemplos como a recuperação de listas de espera e consultas, a vacinação em farmácias e a externalização de exames complementares de diagnóstico.</p>
<p><strong>Sindicato contesta narrativa do Governo</strong></p>
<p>O SEP contrapõe a realidade vivida pelos profissionais à leitura feita pelo Governo sobre o estado do SNS.</p>
<p>A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, tem defendido que o Serviço Nacional de Saúde está melhor em várias métricas, mas o sindicato considera que essa narrativa é desmentida pela experiência dos trabalhadores no terreno.</p>
<p>Para os enfermeiros, a greve e a manifestação são uma forma de tornar visíveis os problemas que continuam por resolver.</p>
<p>O sindicato quer que a data seja assinalada não apenas como comemoração, mas como momento de reivindicação.</p>
<p><strong>“Comemoramos reivindicando”</strong></p>
<p>A mensagem final do SEP é clara: “O dia 12 de Maio é nosso”.</p>
<p>Em Lisboa, o sindicato promete levar a voz da enfermagem do Campo Pequeno ao Ministério da Saúde, passando pelo Conselho de Ministros.</p>
<p>A palavra de ordem é “comemorar reivindicando” melhores condições de trabalho e de vida, valorização das carreiras, mais profissionais, horários regulados, progressões justas e reforço do SNS.</p>
<p>Para o SEP, o Dia Internacional do Enfermeiro é, este ano, também um dia de greve, protesto e pressão sobre o Governo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759307]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Dupla autenticação obrigatória a partir de hoje no portal da Segurança Social</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dupla-autenticacao-obrigatoria-a-partir-de-hoje-no-portal-da-seguranca-social/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:23:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O sistema de autenticação de dois fatores (2FA) passa a ser obrigatório a partir de hoje para aceder ao portal da Segurança Social, sendo que a medida se aplica tanto a cidadãos como a empresas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O sistema de autenticação de dois fatores (2FA) passa a ser obrigatório a partir de hoje para aceder ao portal da Segurança Social, sendo que a medida se aplica tanto a cidadãos como a empresas.</P><br />
<P>A autenticação de dois fatores é um método de segurança que exige duas formas de verificação para confirmar a identidade do utilizador antes de conceder o acesso.</P><br />
<P>Deste modo, além da palavra-passe é preciso inserir no portal da Segurança Social um código temporário que será enviado para um dos contactos validados: telemóvel ou e-mail.</P><br />
<P> A nova funcionalidade será aplicada aos utilizadores que acedem ao portal com Número de Identificação da Segurança Social (NISS) e palavra-passe, passando a ser exigido um código de verificação adicional no processo de autenticação.</P><br />
<P>De acordo com a informação disponibilizada pelo Ministério do Trabalho, esta obrigatoriedade &#8220;não se aplica a quem já acede ao Portal através da Chave Móvel Digital (CMD)&#8221;. </P><br />
<P>Entre as &#8220;principais vantagens&#8221; destacadas pelo instituto sobre nova funcionalidade consta &#8220;a possibilidade de passar a utilizar o seu endereço de e-mail para se autenticar no portal da Segurança Social&#8221;, em alternativa ao NISS. </P><br />
<P>&#8220;Ao configurar o 2FA, deixa de estar dependente da memorização do NISS para aceder aos serviços online, tornando o processo de entrada no Portal mais prático, rápido e memorizável&#8221;, refere a entidade liderada por Pedro Corte Real, numa publicação no seu &#8216;site&#8217;. </P><br />
<P>Segundo a Segurança Social, a introdução desta camada adicional de segurança pretende impedir acessos indevidos às contas, mesmo nos casos em que terceiros tenham conhecimento da palavra-passe. </P><br />
<P>Este modelo de autenticação já estava disponível, de forma opcional, para cidadãos e empresas. </P><br />
<P>  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761430]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tempo muda esta terça-feira: Norte e Centro em alerta para aguaceiros fortes e granizo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da instabilidade, o dia não será sempre cinzento. Estão previstas abertas, sobretudo durante a manhã e nas regiões do Centro e Sul, onde boa parte do dia poderá até decorrer com sol]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta terça-feira ficará marcada por um aumento da instabilidade em Portugal continental, com aguaceiros que poderão ser localmente intensos, sobretudo durante a tarde e nas regiões do Norte e Centro.</p>
<p>A previsão da &#8216;Luso Meteo&#8217; aponta para a possibilidade de fenómenos severos localizados, com destaque para o risco de saraiva ou granizo de dimensão considerável, em especial nas zonas montanhosas e no Interior Norte e Centro.</p>
<p>Apesar da instabilidade, o dia não será sempre cinzento. Estão previstas abertas, sobretudo durante a manhã e nas regiões do Centro e Sul, onde boa parte do dia poderá até decorrer com sol.</p>
<p>Ainda assim, a atmosfera deverá manter-se favorável ao crescimento rápido de nuvens de grande desenvolvimento vertical, capazes de originar aguaceiros fortes, trovoada, rajadas de vento e queda de granizo.</p>
<p><strong>Onde há maior risco de granizo?</strong></p>
<p>O risco mais relevante concentra-se no Norte e Centro, especialmente em regiões do interior e zonas montanhosas.</p>
<p>A &#8216;Luso Meteo&#8217; refere que os índices de instabilidade poderão ser localmente elevados, permitindo a formação de nuvens muito desenvolvidas, com potencial para granizo de maior dimensão.</p>
<p>Por isso, a recomendação é simples: quem vive em zonas mais expostas deve tentar proteger viaturas, culturas agrícolas e outros bens sensíveis, sobretudo durante a tarde.</p>
<p>A instabilidade deverá ser localizada, o que significa que poderá haver concelhos com aguaceiros fortes e granizo, enquanto outros, relativamente próximos, terão apenas céu nublado ou abertas.</p>
<p><strong>Chuva mais forte à tarde</strong></p>
<p>Em Portugal continental, o céu deverá apresentar períodos de muita nebulosidade, mas também abertas.</p>
<p>Durante a tarde, o tempo deverá tornar-se mais carregado a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela, com aguaceiros mais frequentes e intensos.</p>
<p>Esses aguaceiros poderão ser acompanhados por trovoada, rajadas de vento e queda de granizo.</p>
<p>O vento será, em geral, moderado de sudoeste, entre 20 e 30 quilómetros por hora, mas mais fraco na região Norte. Nas terras altas e durante os aguaceiros mais fortes, poderá haver rajadas entre 35 e 45 quilómetros por hora.</p>
<p>As temperaturas não deverão sofrer alterações muito significativas, mas continuam abaixo do normal para esta altura do ano.</p>
<p><strong>Sul com mais abertas, mas temperaturas ainda tímidas</strong></p>
<p>No Sul, a instabilidade deverá ser menos marcada.</p>
<p>Poderá haver períodos de nebulosidade e alguns aguaceiros, mas a tendência aponta para mais abertas e para uma maior presença do sol ao longo do dia.</p>
<p>Ainda assim, o ambiente continuará fresco para maio.</p>
<p>As temperaturas persistem abaixo da média e essa tendência deverá manter-se nos próximos dias, antes de uma recuperação gradual na segunda metade da semana.</p>
<p>Na costa ocidental, a ondulação máxima deverá chegar aos dois metros, com a temperatura da água do mar entre 16 e 17 graus.</p>
<p>Na costa sul do Algarve, as ondas deverão chegar a um metro, com a água do mar em torno dos 18 graus.</p>
<p><strong>Açores com tempo mais estável</strong></p>
<p>Nos Açores, o anticiclone deverá garantir tempo mais estável.</p>
<p>O céu poderá apresentar períodos de muita nebulosidade, mas com boas abertas em todas as ilhas.</p>
<p>Há possibilidade de aguaceiros fracos e pouco frequentes, mas sem sinal de instabilidade relevante.</p>
<p>O vento deverá soprar fraco a moderado, geralmente de norte ou nordeste, entre 15 e 30 quilómetros por hora.</p>
<p>A ondulação deverá variar entre dois e três metros, com a temperatura da água do mar em torno dos 17 graus.</p>
<p><strong>Madeira com nuvens, abertas e algum fresco</strong></p>
<p>Na Madeira, o céu deverá apresentar períodos de muita nebulosidade, com abertas, em particular no Porto Santo.</p>
<p>Poderão ocorrer aguaceiros, geralmente fracos.</p>
<p>O vento será fraco a moderado, de oeste, rodando para noroeste a partir da tarde.</p>
<p>As temperaturas não deverão ter alterações significativas, mantendo-se abaixo do habitual para a época.</p>
<p>Na costa norte das ilhas, as ondas poderão chegar a um a dois metros, com a temperatura da água do mar entre 18 e 19 graus.</p>
<p><strong>E nos dias seguintes?</strong></p>
<p>A instabilidade ainda deverá marcar a primeira metade da semana.</p>
<p>Segundo o &#8216;Tempo.pt&#8217;, a semana começou chuvosa devido à influência de uma depressão fria, mas está prevista uma mudança no estado do tempo com o afastamento dessa depressão e o regresso da influência do anticiclone dos Açores.</p>
<p>Depois de uma terça-feira ainda instável, a quarta-feira poderá voltar a trazer aguaceiros, sobretudo para o Norte e Centro, embora de forma mais irregular.</p>
<p>A partir de quinta-feira, 14 de maio, a tendência muda.</p>
<p>A chuva deverá afastar-se e dar lugar a dias mais secos e soalheiros, ainda que com alguma nebulosidade variável.</p>
<p><strong>Sol regressa, mas manhãs podem ficar mais frias</strong></p>
<p>A melhoria do tempo deverá ser acompanhada por uma subida ligeira e gradual das temperaturas máximas.</p>
<p>Ainda assim, as mínimas poderão descer, aumentando a amplitude térmica entre o dia e a noite.</p>
<p>Isto significa tardes mais agradáveis, mas manhãs e noites ainda frescas.</p>
<p>Até ao final da semana, as máximas poderão aproximar-se dos 25 graus em Lisboa e Beja, podendo ser localmente superiores nas áreas próximas, segundo a tendência avançada pelo &#8216;Tempo.pt&#8217;.</p>
<p>Para já, porém, esta terça-feira exige atenção: haverá abertas e algum sol, mas também condições para aguaceiros fortes, trovoada e granizo localizado, sobretudo no Norte e Centro do país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761156]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Taiwan quer &#8220;reforçar cooperação&#8221; com Estados Unidos para uma &#8220;dissuasão eficaz&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:14:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Taiwan manifestou hoje o desejo de "reforçar a cooperação" com os Estados Unidos, depois de o Presidente norte-americano ter declarado que a venda de armas a Taipé seria discutida durante uma viagem a Pequim.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Taiwan manifestou hoje o desejo de &#8220;reforçar a cooperação&#8221; com os Estados Unidos, depois de o Presidente norte-americano ter declarado que a venda de armas a Taipé seria discutida durante uma viagem a Pequim.</P><br />
<P>&#8220;Continuaremos também a reforçar a cooperação com os Estados Unidos e a desenvolver capacidades de dissuasão eficazes para mantermos conjuntamente a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan&#8221;, afirmou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Hsiao Kuang-wei, numa conferência de imprensa regular.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o Presidente norte-americano afirmou que vai debater com o homólogo chinês a venda de armas dos Estados Unidos a Taiwan durante a viagem que vai realizar a Pequim.</P><br />
<P>&#8220;Vou ter essa conversa com o Presidente Xi [Jinping]. O Presidente Xi gostaria que não o fizéssemos [vender armas a Taiwan], e terei essa conversa&#8221;, respondeu Donald Trump, quando questionado pela imprensa na Sala Oval da Casa Branca.</P><br />
<P>Trump fez estas declarações apesar de a posição histórica dos Estados Unidos, consagrada na política impulsionada desde a Presidência de Ronald Reagan em 1982 e conhecida como as &#8220;seis garantias&#8221;, estabelecer que Washington não consultará Pequim sobre decisões relativas à venda de armamento defensivo a Taiwan.</P><br />
<P>Donald Trump, que chega na quarta-feira à noite a Pequim, minimizou o risco de uma invasão da ilha pela China.</P><br />
<P>&#8220;Não creio que isso vá acontecer&#8221;, acrescentou a respeito de Taiwan, considerando que a &#8220;ótima relação&#8221; com o homólogo chinês impedirá tal iniciativa por parte de Pequim.</P><br />
<P>&#8220;Xi Jinping sabe que não quero que isso aconteça&#8221;, disse.</P><br />
<P>O republicano sublinhou, na mesma conferência de imprensa, que tem &#8220;uma excelente relação&#8221; com Xi, com quem disse estar a fazer &#8220;muitos negócios&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tenho muito respeito por ele e espero que ele também me respeite. Ele não respeitou o nosso governo anterior, o de Joe Biden&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Espera-se que, entre outros assuntos, os dois líderes abordem a venda de armamento e o apoio norte-americano à ilha, depois de Xi ter instado Trump, em fevereiro, a &#8220;agir com prudência&#8221; no que diz respeito ao envio de armas para Taipé.</P><br />
<P>Pequim considera Taiwan uma província rebelde e uma &#8220;parte inalienável&#8221; do território chinês, pelo que não descartou o uso da força para assumir o controlo, algo que o Governo taiwanês condena veementemente.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761429]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estreito de Ormuz no centro da tensão: Reino Unido e França preparam hoje missão naval e Irão ameaça resposta imediata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Reunião, que decorrerá por videoconferência, juntará representantes de mais de 40 países dispostos a participar numa missão defensiva para proteger a navegação comercial naquela passagem estratégica, segundo anunciou o Governo britânico e noticia o ‘Times of Israel’]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Reino Unido e a França vão copresidir esta terça-feira uma reunião multinacional de ministros da Defesa para discutir os planos militares destinados a restaurar a circulação comercial no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo.</p>
<p>A reunião, que decorrerá por videoconferência, juntará representantes de mais de 40 países dispostos a participar numa missão defensiva para proteger a navegação comercial naquela passagem estratégica, segundo anunciou o Governo britânico e noticia o ‘Times of Israel’.</p>
<p>O encontro será liderado pelo ministro da Defesa britânico, John Healey, e pela sua homóloga francesa, Catherine Vautrin, e servirá para discutir as “contribuições militares” de cada país para a missão.</p>
<p>O objetivo é preparar uma força multinacional capaz de escoltar e proteger navios mercantes no Golfo, quando as condições no terreno o permitirem.</p>
<p><strong>Londres fala em transformar diplomacia em planos militares</strong></p>
<p>A reunião desta terça-feira surge na sequência de um encontro de dois dias realizado em Londres, em abril, no qual responsáveis militares começaram a definir os detalhes práticos de uma missão liderada pelo Reino Unido e pela França.</p>
<p>“Estamos a transformar o acordo diplomático em planos militares práticos para restaurar a confiança no transporte marítimo através do Estreito de Ormuz”, afirmou John Healey.</p>
<p>O ministro britânico sublinhou ainda que o papel da reunião será garantir que os países envolvidos não se limitam a discutir a situação, mas ficam preparados para agir.</p>
<p>“O nosso papel será garantir que não nos limitemos a falar, mas que estejamos prontos para agir”, afirmou Healey.</p>
<p><strong>Irão ameaça resposta “decisiva e imediata”</strong></p>
<p>O anúncio europeu surgiu poucas horas depois de Teerão ter advertido Londres e Paris contra o envio de navios de guerra para a região.</p>
<p>O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Kazem Gharibabadi, avisou que navios britânicos, franceses “ou de qualquer outro país” enfrentariam uma “resposta decisiva e imediata” caso fossem destacados para o Estreito de Ormuz.</p>
<p>“Só a República Islâmica do Irão pode estabelecer segurança neste estreito”, afirmou o responsável iraniano.</p>
<p>A ameaça surge depois de França e Reino Unido terem anunciado o envio de meios militares para o Médio Oriente, embora ambos os países insistam que se trata de um pré-posicionamento e não de uma entrada imediata no estreito.</p>
<p><strong>França e Reino Unido já enviaram navios para a região</strong></p>
<p>O Reino Unido anunciou no sábado o envio do contratorpedeiro &#8216;HMS Dragon&#8217; para o Médio Oriente.</p>
<p>Segundo o Ministério da Defesa britânico, o destacamento faz parte de um “planeamento prudente” para garantir que Londres está pronta para ajudar a assegurar o Estreito de Ormuz quando as condições o permitirem.</p>
<p>A França, por seu lado, enviou para a região o porta-aviões de propulsão nuclear &#8216;Charles de Gaulle&#8217;.</p>
<p>Paris e Londres afirmam que estes movimentos são uma forma de pré-posicionamento antes de uma eventual missão internacional de proteção da navegação comercial.</p>
<p>O Ministério da Defesa britânico indicou ainda que o envio do &#8216;HMS Dragon&#8217; deverá reforçar a confiança do transporte marítimo comercial e apoiar eventuais operações de remoção de minas quando as hostilidades terminarem.</p>
<p><strong>Macron nega destacamento militar no estreito</strong></p>
<p>Apesar do envio do &#8216;Charles de Gaulle&#8217; para a região, o presidente francês, Emmanuel Macron, procurou travar a leitura de que Paris esteja a preparar uma presença militar direta no Estreito de Ormuz.</p>
<p>Macron afirmou este domingo, em Nairobi, que a França nunca “considerou” um destacamento naval no estreito.</p>
<p>O chefe de Estado francês defendeu antes uma missão de segurança “coordenada com o Irão”.</p>
<p>Macron reafirmou também a oposição francesa a qualquer bloqueio, seja de que lado for, e rejeitou a imposição de qualquer portagem para garantir a passagem de navios pela rota marítima.</p>
<p><strong>Missão quer proteger navios mercantes</strong></p>
<p>A ideia de uma missão multinacional já vinha a ser trabalhada desde meados de abril.</p>
<p>Na altura, vários países não diretamente envolvidos no conflito desencadeado a 28 de fevereiro pelos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão manifestaram disponibilidade para avançar com uma “missão neutra” destinada a proteger o Estreito de Ormuz.</p>
<p>A conferência foi copresidida em Paris por Emmanuel Macron e pelo primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.</p>
<p>O objetivo, explicou então Macron, seria “acompanhar e proteger os navios mercantes que transitem no Golfo”.</p>
<p>Starmer descreveu a força como “pacífica e defensiva”.</p>
<p>Estados Unidos e Irão, partes beligerantes no conflito, não participaram nessas negociações.</p>
<p><strong>Porque é que Ormuz é tão importante?</strong></p>
<p>O Estreito de Ormuz é uma das passagens marítimas mais sensíveis do mundo.</p>
<p>Antes do início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irão, a 28 de fevereiro, cerca de um quinto do petróleo mundial passava por esta rota.</p>
<p>O bloqueio quase total imposto por Teerão, em retaliação aos ataques americanos e israelitas, abalou o comércio internacional e pressionou os mercados energéticos.</p>
<p>Segundo os dados citados, cerca de 1.500 navios e 20 mil membros de tripulações estão retidos devido à crise.</p>
<p>A situação agravou-se depois de Washington ter imposto, a partir de 13 de abril, o seu próprio bloqueio aos portos iranianos.</p>
<p><strong>Cessar-fogo não eliminou confrontos</strong></p>
<p>Apesar de estar em vigor um cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão desde 8 de abril, o Estreito de Ormuz continua a ser um dos principais focos de tensão.</p>
<p>Têm ocorrido confrontos esporádicos na região, enquanto as negociações para pôr fim às hostilidades de forma duradoura permanecem estagnadas.</p>
<p>O bloqueio iraniano à navegação e o bloqueio americano aos portos do Irão criaram uma dupla pressão sobre a circulação marítima, o comércio energético e a economia global.</p>
<p>É neste contexto que Reino Unido e França procuram preparar uma missão internacional capaz de restaurar a confiança das companhias marítimas e garantir a passagem de navios mercantes pelo Golfo.</p>
<p><strong>Europa tenta evitar nova escalada</strong></p>
<p>A reunião desta terça-feira será, por isso, um teste à capacidade de coordenação entre os países dispostos a participar na missão.</p>
<p>Londres e Paris querem transformar o acordo diplomático já alcançado em planos militares concretos.</p>
<p>Teerão, porém, avisa que qualquer presença militar estrangeira no Estreito de Ormuz será recebida como uma provocação.</p>
<p>O resultado é um equilíbrio delicado.</p>
<p>De um lado, mais de 40 países discutem como reabrir uma rota essencial para o comércio mundial.</p>
<p>Do outro, o Irão insiste que só ele pode garantir a segurança no estreito e ameaça responder de forma imediata à presença de navios estrangeiros.</p>
<p>Para já, o Estreito de Ormuz continua bloqueado, militarizado e no centro de uma crise que ameaça prolongar o impacto da guerra sobre os mercados globais de energia.</p>
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