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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>KPMG estreia-se no mercado da advocacia com nova sociedade KPMG Law</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 09:40:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[ A KPMG em Portugal anunciou o lançamento da KPMG Law, uma sociedade de advogados que nasce com presença em Lisboa e no Porto e com a ambição de se afirmar como uma proposta diferenciadora no mercado jurídico nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong>A KPMG em Portugal anunciou o lançamento da KPMG Law, uma sociedade de advogados que nasce com presença em Lisboa e no Porto e com a ambição de se afirmar como uma proposta diferenciadora no mercado jurídico nacional.</p>
<p>A nova estrutura aposta numa abordagem integrada, combinando excelência técnica, conhecimento setorial, presença internacional e tecnologia, em articulação com as áreas de Advisory, Assurance e Tax da consultora.</p>
<p>“Este é um passo estratégico na evolução da KPMG em Portugal, reforçando a nossa capacidade de oferecer aos clientes uma resposta verdadeiramente integrada e diferenciada aos desafios cada vez mais complexos que enfrentam. A área jurídica deixou de estar isolada e passou a estar integrada nas decisões de negócio, em articulação com dimensões fiscais, financeiras, regulatórias e tecnológicas”, afirma Vítor Ribeirinho, Senior Partner e CEO da KPMG em Portugal.</p>
<p>Também Luís Magalhães, responsável pela KPMG Law, sublinha que o projeto nasce para responder a uma mudança estrutural nas necessidades das empresas. “Existe espaço para uma proposta de valor distinta, assente em excelência jurídica, verdadeira multidisciplinariedade, presença global e tecnologia. As empresas precisam de quem compreenda o Direito, mas também o negócio, os setores, os riscos e a regulação”, refere.</p>
<p>A KPMG Law arranca com uma equipa de sete sócios, com experiência em diferentes áreas do Direito, incluindo público e contencioso, concorrência e regulação, corporate e M&amp;A, ambiente e ESG, imobiliário e private clients. A liderança está a cargo de Luís Magalhães, que integra também a comissão executiva da KPMG em Portugal.</p>
<p>Entre os nomes que integram a estrutura inicial estão Bernardo Almeida Azevedo, Dzhamil Oda, João Afonso, Jorge Cortez, Manuel Gouveia Pereira, Marta Gouveia Gomes e Samantha Cyrne.</p>
<p>O modelo de atuação assenta na integração com as restantes áreas da KPMG, permitindo responder a projetos que cruzam dimensões jurídicas, fiscais, financeiras, regulatórias, tecnológicas e operacionais.</p>
<p>A dimensão internacional é outro dos pilares do projeto. A KPMG Law integra a rede global da KPMG Law, que reúne cerca de 4.000 advogados em mais de 100 países, permitindo acompanhar operações cross-border, processos de internacionalização e transações com múltiplas jurisdições.</p>
<p>A tecnologia surge igualmente como eixo central da nova sociedade, com enfoque na automação, inteligência artificial e gestão de dados, num contexto em que a transformação dos departamentos jurídicos está a alterar a forma como os serviços são prestados.</p>
<p>A KPMG Law irá atuar em áreas como transformação digital, ESG e sustentabilidade, acompanhando empresas em processos de adaptação regulatória e operacional.</p>
<p>O plano da sociedade prevê ainda crescimento acelerado, com a meta de ultrapassar os 70 profissionais nos próximos dois anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782174]]></sapo:autor>
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		<title>Livre/Congresso: Rui Tavares deixa liderança, Jorge Pinto e Isabel Mendes Lopes candidatos em dupla</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 09:36:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado Rui Tavares vai deixar a liderança do Livre, mantendo-se na lista à direção no congresso de julho, com Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto a avançarem em candidatura conjunta ao cargo de porta-vozes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado Rui Tavares vai deixar a liderança do Livre, mantendo-se na lista à direção no congresso de julho, com Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto a avançarem em candidatura conjunta ao cargo de porta-vozes.</p>
<p class="text-paragraph">Isabel Mendes Lopes, atual porta-voz e líder parlamentar, é o primeiro nome da lista A candidata ao Grupo de Contacto (direção) do partido, à qual a agência Lusa teve acesso, recandidatando-se ao cargo.</p>
<p class="text-paragraph">Em segundo lugar surge Jorge Pinto, deputado, que foi candidato às eleições presidenciais de janeiro.</p>
<p class="text-paragraph">Ambos são candidatos, em dupla, ao cargo de porta-voz, definido nos estatutos do Livre como rotativo. Este cargo é atualmente exercido por Rui Tavares e Isabel Mendes Lopes.</p>
<p class="text-paragraph">Rui Tavares, fundador e porta-voz do Livre desde 2022 e a principal figura do partido, agora de saída da liderança, figura em terceiro na lista. Apesar de deixar o cargo de porta-voz, vai manter-se como deputado. Internamente, o historiador propõe-se a ficar na direção com o “pelouro da estratégia, comunicação e formação”.</p>
<p class="text-paragraph">Inês Pires, dirigente do partido e cabeça de lista em Leiria nas legislativas do ano passado, é a quarta candidata, seguida de Tomás Cardoso Pereira, chefe de gabinete do grupo parlamentar que exerceu este ano mandato como deputado em regime de substituição.</p>
<p class="text-paragraph">Na moção intitulada “Ampliar o Livre contigo”, a lista A propõe uma nova forma de organização interna, criando o cargo de “secretário-geral para gestão operacional e coordenação de equipa”, ao qual se candidata Tomás Cardoso Pereira.</p>
<p class="text-paragraph">A deputada Filipa Pinto, atualmente na direção, não surge nesta lista, por ter atingido limite de mandatos, mas candidata-se à Assembleia, órgão máximo entre congressos assim como Patrícia Gonçalves, atualmente coordenadora da Assembleia. A parlamentar surge também como suplente na lista à direção.</p>
<p class="text-paragraph">O deputado Paulo Muacho encabeça a lista ao Conselho de Jurisdição, órgão ao qual também se vai candidatar, numa lista opositora, o advogado Ricardo Sá Fernandes.</p>
<p class="text-paragraph">Na sua moção estratégica, a lista A propõe-se a consolidar o crescimento do partido, atualmente a quinta força política no parlamento, com uma bancada de seis deputados, tendo obtido o seu melhor resultado de sempre nas eleições legislativas de 2025.</p>
<p class="text-paragraph">Os candidatos defendem que o Livre está preparado para assumir funções governativas e deixar o papel de “partido de influência”.</p>
<p class="text-paragraph">No texto, que traça a estratégia política para os próximos dois anos, o Livre critica o Governo por ter transformado o “não é não” ao Chega num “«veremos caso a caso» que se assemelha a um «sim é sim»” cada vez que precisa de aprovar um diploma no parlamento.</p>
<p class="text-paragraph">“A isto se acrescenta a não clarificação do PS e um alinhamento cada vez maior da IL e do Chega com as opções estratégicas do Governo. Tudo isto faz com que a responsabilidade do Livre como força de oposição seja ainda maior do que o recente crescimento do partido”, é salientado.</p>
<p class="text-paragraph">Tal como aconteceu na última reunião magna, em 2024, apresentam-se três listas ao Grupo de Contacto, com duas opositoras à atual direção, afetas às mesmas correntes internas.</p>
<p class="text-paragraph">A lista S é encabeçada por Rodrigo Brito, que já integra a direção, uma vez que a eleição é feita através do método de Hondt, contando com membros de todas as listas candidatas. Há dois anos, esta corrente elegeu três membros para a direção. Natércia Rodrigues ou Patrícia Robalo são outros dos nomes.</p>
<p class="text-paragraph">Uma terceira corrente – intitulada “Livretária” &#8211; volta a candidatar-se com a lista V, encabeçada por Tiago Mota. O dirigente assumiu o lugar na direção de João Manso, que em março deste ano se demitiu do cargo acusando os porta-vozes Rui Tavares e Isabel Mendes Lopes de &#8220;decisões unilaterais&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">João Manso surge em 13.º lugar na lista desta corrente, que há dois anos conquistou dois lugares na direção.</p>
<p class="text-paragraph">As duas listas queixam-se de uma excessiva centralização nas figuras dos porta-vozes e do grupo parlamentar, apelando a uma maior democracia interna e ligação com as bases. A lista V acusa mesmo a atual direção de uma “gestão financeira opaca”.</p>
<p class="text-paragraph">O 17.º Congresso do Livre realiza-se nos dias 10, 11 e 12 de julho, em Sintra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782170]]></sapo:autor>
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		<title>Paris pede ajuda aos supermercados para abastecer bombeiros com gelo durante onda de calor histórica</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/paris-pede-ajuda-aos-supermercados-para-abastecer-bombeiros-com-gelo-durante-onda-de-calor-historica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 09:31:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
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					<description><![CDATA[Responsáveis do gabinete do presidente da Câmara de Paris, Emmanuel Grégoire, têm contactado grandes retalhistas alimentares para mobilizar reservas de gelo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vaga de calor histórica que atinge França obrigou Paris a recorrer às grandes cadeias de distribuição alimentar para garantir que os bombeiros da capital têm os recursos necessários para responder às emergências provocadas pelas temperaturas extremas.</p>
<p>Segundo o &#8216;POLITICO&#8217;, responsáveis do gabinete do presidente da Câmara de Paris, Emmanuel Grégoire, têm contactado grandes retalhistas alimentares para mobilizar reservas de gelo, perante o receio de que os bombeiros parisienses fiquem sem cubos de gelo suficientes para arrefecer vítimas de golpes de calor.</p>
<p>Em França, os bombeiros são frequentemente os primeiros a responder em situações de emergência, incluindo ocorrências médicas associadas ao calor extremo.</p>
<p><strong>Carrefour doou quatro toneladas de gelo</strong></p>
<p>O pedido das autoridades parisienses foi confirmado ao &#8216;POLITICO&#8217; por dois profissionais do setor, que falaram sob anonimato.</p>
<p>Alexandre Bompard, presidente executivo do Carrefour, uma das principais cadeias de supermercados francesas, confirmou numa publicação no LinkedIn que a empresa doou quatro toneladas de gelo aos bombeiros da cidade.</p>
<p>A ajuda surge numa altura em que Paris enfrenta temperaturas próximas dos 40 graus Celsius, num episódio de calor extremo que tem pressionado os serviços de emergência e aumentado a preocupação com os riscos para a saúde pública.</p>
<p><strong>Três dias entre os mais quentes da história francesa</strong></p>
<p>Terça-feira, quarta-feira e quinta-feira foram os dias mais quentes alguma vez registados em França, de acordo com o &#8216;POLITICO&#8217;, e a vaga de calor deverá continuar pelo menos até domingo.</p>
<p>Na quinta-feira, o presidente da Câmara de Paris afirmou que a onda de calor já tinha provocado um aumento da mortalidade, embora não tenha avançado números.</p>
<p>A ministra francesa da Saúde, Stéphanie Rist, indicou que foram registadas 25 paragens cardíacas em Paris num período de 24 horas, quando, num dia normal, a média é inferior a dez.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782146]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sismos na Venezuela: MNE confirma nove vítimas mortais portuguesas e luso-descendentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 09:25:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Subiu para nove o número de portugueses e luso-descendentes mortos na sequência dos fortes sismos que atingiram a Venezuela na quarta-feira. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Subiu para nove o número de portugueses e luso-descendentes mortos na sequência dos fortes sismos que atingiram a Venezuela na quarta-feira. A confirmação foi feita esta sexta-feira por fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), agravando o balanço anteriormente conhecido e aumentando a preocupação com a comunidade portuguesa afetada pela tragédia.</p>
<p>Na quinta-feira, o Presidente da República, António José Seguro, tinha confirmado a existência de seis vítimas mortais luso-descendentes, poucas horas depois de o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, ter anunciado duas mortes. O agravamento agora confirmado pelo MNE surge numa altura em que continuam a existir desaparecidos e decorrem operações de busca nas zonas mais afetadas pelos sismos.</p>
<p>Entretanto, Portugal prepara o envio de uma missão de emergência para apoiar as operações de resgate na Venezuela. Os cerca de 60 operacionais foram convocados para as 15h00 desta sexta-feira, na Base Aérea de Figo Maduro, onde decorrem os últimos preparativos, incluindo reuniões operacionais, verificação de documentação e vacinação dos elementos destacados. A força será coordenada pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e integra elementos da GNR, do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa, do INEM e da própria Proteção Civil.</p>
<p>A missão portuguesa terá uma duração prevista de até 10 dias e seguirá equipada para operar de forma totalmente autónoma, tanto ao nível logístico como da alimentação. O contingente foi reforçado para cerca de 60 elementos, incluindo seis equipas cinotécnicas, e levará também 23 toneladas de ajuda humanitária destinadas a apoiar a resposta de emergência no terreno.</p>
<p>Os sismos provocaram destruição significativa em várias zonas da Venezuela e continuam a mobilizar equipas de socorro nacionais e internacionais. As autoridades portuguesas mantêm o acompanhamento permanente da situação, enquanto prosseguem os esforços para localizar desaparecidos e prestar apoio à comunidade portuguesa residente no país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782154]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Concorrência não se opõe à compra da HCI pela Visabeira</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/concorrencia-nao-se-opoe-a-compra-da-hci-pela-visabeira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 09:22:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade da Concorrência (AdC) decidiu não se opor à compra da HCI -- Construções pela Visabeira, considerando que a operação "não é suscetível de criar entraves significativos à concorrência", segundo uma nota no seu 'site'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade da Concorrência (AdC) decidiu não se opor à compra da HCI &#8212; Construções pela Visabeira, considerando que a operação &#8220;não é suscetível de criar entraves significativos à concorrência&#8221;, segundo uma nota no seu &#8216;site&#8217;.</p>
<p>Assim, Conselho de Administração da AdC deliberou &#8220;adotar uma decisão de não oposição à operação de concentração&#8221;, uma vez que &#8220;a mesma não é suscetível de criar entraves significativos à concorrência efetiva no mercado nacional ou numa parte substancial deste&#8221;.</p>
<p>De acordo com a AdC, &#8220;a operação de concentração consiste na aquisição, pela Visabeira Construções, S.A, do controlo exclusivo sobre a empresa HCI &#8212; Construções, S.A., atualmente detida e controlada em conjunto pela Visabeira Construções e pela H-MBO, SGPS, S.A.&#8221;.</p>
<p>A HCI atua no setor da construção civil e obras públicas em Portugal.</p>
<p>O grupo Visabeira opera &#8220;em diversos setores em Portugal e a nível internacional, entre os quais telecomunicações, energia, tecnologia, construção, indústria, turismo, imobiliário e serviços&#8221;, lembrou a AdC.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782159]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Revolut expande equipa executiva do grupo com novos diretores de compliance e de risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 09:20:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[A Revolut anunciou alterações na sua equipa de liderança global na área de risco e compliance, com a nomeação de novos responsáveis e a saída do atual diretor de risco e compliance do grupo, Pierre Decote.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Revolut anunciou alterações na sua equipa de liderança global na área de risco e compliance, com a nomeação de novos responsáveis e a saída do atual diretor de risco e compliance do grupo, Pierre Decote.</p>
<p>Em comunicado, a empresa refere que Pierre Decote deixará o cargo no final de agosto de 2026 para abraçar novos projetos profissionais. Durante sete anos na organização, desempenhou um papel central na consolidação das funções de risco e conformidade, incluindo o desenvolvimento da plataforma global interna da empresa nestas áreas.</p>
<p>Com esta transição, a Revolut vai separar as funções de risco e de compliance, que até aqui estavam unificadas, criando dois cargos globais distintos para apoiar a fase de crescimento e expansão do grupo.</p>
<p>No novo desenho organizacional, David Elwell junta-se à empresa a 27 de julho de 2026 como Group Chief Compliance Officer. Vem do HSBC, onde desempenhava funções de Managing Director e responsável global de Compliance Assurance na banca corporativa e institucional, com experiência em várias regiões, incluindo Europa e Médio Oriente e Norte de África.</p>
<p>Já Thomas Wallace, atual Chief Risk Officer do banco da Revolut no Reino Unido, assume de forma interina o cargo de Group Chief Risk Officer a partir de 1 de julho. Segundo a empresa, tem vindo a desempenhar um papel relevante na estruturação das práticas de risco do grupo desde 2021, tanto ao nível global como na operação bancária britânica.</p>
<p>A Revolut sublinha ainda que Pierre Decote, David Elwell e Thomas Wallace irão assegurar um período de transição nos próximos meses, de forma a garantir a continuidade e estabilidade na gestão das funções globais de risco e compliance.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782153]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministério Público investiga suspeitas de burla e perigo para a saúde pública em contratos da Águas de Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ministerio-publico-investiga-suspeitas-de-burla-e-perigo-para-a-saude-publica-em-contratos-da-aguas-de-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 09:18:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público abriu um inquérito-crime para investigar suspeitas de perigo para a saúde pública, falsificação documental e alegada burla relacionada com contratos celebrados pelo grupo Águas de Portugal com a empresa RNM, dedicada à comercialização de produtos químicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público abriu um inquérito-crime para investigar suspeitas de perigo para a saúde pública, falsificação documental e alegada burla relacionada com contratos celebrados pelo grupo Águas de Portugal com a empresa RNM, dedicada à comercialização de produtos químicos. A investigação já levou à constituição de três arguidos, identificados como os principais responsáveis da empresa que assinou os contratos, estando em causa alegadas irregularidades que poderão ter provocado prejuízos de até cerca de 500 mil euros para a empresa pública.</p>
<p>Segundo avança a <a href="https://cnnportugal.iol.pt/aguas-de-portugal/rnm/ministerio-publico-investiga-suspeitas-de-perigo-para-a-saude-publica-e-burla-ao-grupo-aguas-de-portugal/20260625/6a3d8d91d34edcee7c65b621" target="_blank" rel="noopener">CNN Portugal</a>, a investigação teve origem numa queixa apresentada há dois anos pelo grupo espanhol Acideka, fornecedor de policloreto de alumínio utilizado no tratamento de água para consumo público. A denúncia aponta suspeitas dos crimes de corrupção de substâncias alimentares, falsificação de documentos e fraude sobre mercadorias, alegando que a RNM terá utilizado documentação alegadamente falsificada para justificar aumentos de preços e entregas de produtos que o fornecedor espanhol garante não reconhecer como seus. De acordo com dados do Portal Base, a empresa terá obtido mais de 200 adjudicações no setor da água desde 2019, num valor superior a 21 milhões de euros.</p>
<p>Entre os contratos analisados encontra-se um acordo superior a dois milhões de euros celebrado em 2020 com a Águas do Algarve. Segundo os denunciantes, a relação comercial deteriorou-se em outubro de 2022, altura em que as entregas do fornecedor espanhol terão diminuído, apesar de a entidade pública continuar a registar a receção do produto. A queixa sustenta ainda que a RNM terá utilizado um aumento de preço comunicado pela Acideka, de cerca de 115 euros por tonelada, para justificar um agravamento superior, fixando-o em aproximadamente 125 euros por tonelada, situação que poderá ter causado prejuízos estimados entre 179 mil e 413 mil euros. A denúncia refere igualmente a existência de 115 guias de remessa e certificados de análise com logótipos alegadamente adulterados, utilizados para justificar a entrega de cerca de 1.500 toneladas de produto.</p>
<p>Os denunciantes levantam ainda dúvidas sobre um segundo contrato relativo ao fornecimento de reagentes para estações de tratamento de águas residuais, apontando discrepâncias entre as quantidades encomendadas e os produtos efetivamente entregues, bem como suspeitas de fornecimento de substâncias diferentes das contratadas. Segundo a queixa, terão sido registados problemas operacionais em duas estações do grupo Águas de Portugal, incluindo a formação de depósitos e cristais nos equipamentos, sendo igualmente alegado que, à data dos factos, a RNM não possuía o registo REACH necessário para a produção do reagente. Ouvido pela estação televisiva, o advogado Paulo Veiga Moura defendeu que, estando em causa a saúde pública, a investigação deve assumir caráter prioritário, afirmando que eventuais falsificações documentais ou de substâncias podem conduzir à responsabilização criminal da empresa e dos seus administradores. Também Francisco Ferreira, da associação ambientalista Zero, sublinhou a importância da rastreabilidade de todas as matérias-primas utilizadas em processos de tratamento de água e águas residuais.</p>
<p>Em resposta, o grupo Águas de Portugal rejeita a existência de qualquer risco para a saúde pública e garante que, no caso das estações de tratamento de águas residuais, &#8220;não foram detetadas desconformidades com os parâmetros legais, após cerca de 60 mil análises laboratoriais realizadas desde 2022&#8221;. A empresa pública confirma igualmente a realização de uma auditoria interna na sequência de uma recomendação da sua Comissão de Ética, bem como o pedido para se constituir assistente no processo judicial. Quanto às suspeitas sobre os reagentes utilizados, acrescenta que as verificações internas indicam que &#8220;o produto fornecido terá tido origem no grupo Acideka e cumpria os requisitos de qualidade contratados&#8221;. Contactada, a RNM recusou prestar esclarecimentos, invocando o segredo de justiça. O inquérito prossegue agora para apurar se existiram irregularidades nos contratos públicos, falsificação de documentos, fornecimento de produtos distintos dos contratados e eventuais impactos financeiros ou consequências para o sistema de tratamento de água.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782141]]></sapo:autor>
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		<title>O efeito Sócrates na Justiça: Operação Marquês acelera mudanças nas leis penais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 09:04:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Operação Marquês, processo que tem como principal arguido o ex-primeiro-ministro José Sócrates, continua a marcar profundamente a evolução da Justiça portuguesa, com impacto direto nas recentes alterações ao Código do Processo Penal e com novas reformas já anunciadas para os próximos meses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Operação Marquês, processo que tem como principal arguido o ex-primeiro-ministro José Sócrates, continua a marcar profundamente a evolução da Justiça portuguesa, com impacto direto nas recentes alterações ao Código do Processo Penal e com novas reformas já anunciadas para os próximos meses. O mediatismo do processo, aliado às sucessivas controvérsias processuais, colocou em evidência o funcionamento da justiça criminal e alimentou um debate que já se traduziu em mudanças legislativas.</p>
<p>Segundo uma análise <a href="https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/como-socrates-e-a-operacao-marques-estao-a-mudar-a-justica" target="_blank" rel="noopener">feita pela revista Sábado</a>, a exposição pública das vicissitudes da Operação Marquês tornou-se um dos principais catalisadores da reforma do processo penal apresentada pelo Governo, tendo igualmente colocado sob escrutínio aspetos como a morosidade da justiça, os mecanismos de recurso e os sucessivos incidentes processuais que marcaram o caso.</p>
<p>Especialistas ouvidos pela publicação consideram que o impacto do processo ultrapassa largamente o julgamento em si. O professor Mário Monte, da Universidade do Minho, refere que, embora algumas das situações verificadas não sejam inéditas, &#8220;este é um processo mediático e tudo o que acontece ali acaba por ter ressonância&#8221;. O académico acrescenta que, caso alguns dos crimes acabem por prescrever, &#8220;tudo será questionado&#8221;. Já a ministra da Justiça, Rita Júdice, justificou a reforma apresentada em fevereiro afirmando que o processo penal tem suscitado &#8220;debates intensos, inquietações profundas e proclamações inflamadas&#8221;, defendendo uma mudança destinada a garantir um sistema &#8220;com menos expedientes dilatórios&#8221;. O bastonário da Ordem dos Advogados, João Massano, considera, por sua vez, que &#8220;este processo determinou a reforma recente do processo penal, isso é claro&#8221;.</p>
<p>As alterações entretanto aprovadas introduzem várias mudanças destinadas a reduzir mecanismos considerados dilatórios, entre elas a possibilidade de os juízes aplicarem multas por atos &#8220;manifestamente infundados&#8221;, a eliminação do efeito suspensivo automático dos pedidos de recusa de juízes, a redução dos prazos para arguição de nulidades e a simplificação da audição de testemunhas. Estas medidas surgem num contexto em que, segundo a Sábado, José Sócrates apresentou, antes da atual fase em que ficou sem advogado constituído para o julgamento, um total de 71 recursos, 24 reclamações e 23 pedidos de recusa de juízes junto dos tribunais superiores. O antigo primeiro-ministro considera que a reforma foi &#8220;dirigida&#8221; ao seu processo.</p>
<p>Apesar da aprovação desta primeira fase da revisão legislativa, o debate permanece aberto. Advogados da área penal manifestam reservas quanto ao facto de as alterações incidirem sobretudo sobre os mecanismos de defesa dos arguidos. Pedro Barosa, da Abreu Advogados, lamenta que a reforma assente &#8220;num preconceito de base&#8221;, segundo o qual a morosidade resulta essencialmente do comportamento dos arguidos e dos seus defensores, alertando ainda para a subjetividade da aplicação de multas por alegados expedientes dilatórios. Entretanto, o Governo já anunciou uma segunda fase da reforma, prevista para depois do verão, que deverá centrar-se na fase de inquérito conduzida pelo Ministério Público e na instrução, etapas igualmente marcadas por controvérsia na Operação Marquês, sinalizando que a influência deste megaprocesso na evolução da Justiça portuguesa está longe de terminar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782142]]></sapo:autor>
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		<title>Marte terá albergado sistemas magmáticos semelhantes aos da Terra, segundo estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 09:02:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo hoje divulgado sugere que Marte terá albergado no seu interior sistemas magmáticos semelhantes aos da Terra, que estão associados à forma como planetas desenvolvem atmosferas, oceanos e ambientes potencialmente habitáveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo hoje divulgado sugere que Marte terá albergado no seu interior sistemas magmáticos semelhantes aos da Terra, que estão associados à forma como planetas desenvolvem atmosferas, oceanos e ambientes potencialmente habitáveis.</p>
<p>Segundo o estudo, realizado por cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, planetas rochosos podem não ter necessidade de placas tectónicas, ao contrário do que sucede com a Terra, para formarem crostas (camadas mais externa do interior de um planeta) complexas e reunirem as condições que sustentam a vida tal como se conhece.</p>
<p>Marte não tem efetivamente placas tectónicas, mas possui a mesma complexidade geológica que a Terra, de acordo com a investigação, publicada na revista científica Nature Astronomy e que se baseou em dados da missão InSight, da agência espacial norte-americana (NASA).</p>
<p>A missão, entretanto finda, colocou em 2018 o primeiro sismómetro em solo marciano e revelou o interior do planeta com um detalhe sem precedentes.</p>
<p>Os autores do estudo detiveram-se numa camada de cerca de 24 quilómetros sob a superfície de Marte que, defendem, se terá formado onde rocha fundida se acumulou nas profundezas e se fragmentou gradualmente em diferentes materiais, deixando para trás resíduos de cristais densos na base da crosta e materiais mais leves no topo.</p>
<p>Na Terra, processos geológicos semelhantes ocorrem debaixo dos arcos vulcânicos e estão ligados à formação de continentes.</p>
<p>&#8220;Tradicionalmente, assumimos que o vulcanismo em Marte foi relativamente simples quando comparado com o da Terra. Mas esta descoberta sugere que Marte poderia albergar sistemas [magmáticos] grandes onde rocha fundida evoluiu e se regenerou em toda a crosta, elevando as possibilidades de quão comuns estes sistemas podem ser em planetas rochosos para lá do Sistema Solar&#8221;, afirmou, citado em comunicado da Universidade de Oxford, o coordenador da investigação, Tobermory MacKay-Champion.</p>
<p>De acordo com o estudo, a camada interior de cerca de 24 quilómetros poderá estender-se por centenas ou mesmo milhares de quilómetros em torno do hemisfério norte de Marte, indiciando que o planeta terá tido sistemas magmáticos enormes e interligados em vez de simples vulcões isolados.</p>
<p>&#8220;Uma das grandes questões na ciência planetária é se a Terra é única. Se Marte poderia ter desenvolvido este tipo de crosta complexa sem placas tectónicas, então talvez as condições necessárias para a habitabilidade podem surgir em mais planetas do que pensamos, incluindo naqueles que foram postos de lado devido ao seu tamanho ou à sua aparente falta de atividade tectónica&#8221;, assinalou Jon Wade, coautor do estudo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782140]]></sapo:autor>
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		<title>Expectativas dos consumidores da zona euro sobre a inflação caem em maio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/expectativas-dos-consumidores-da-zona-euro-sobre-a-inflacao-caem-em-maio-bce/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 08:59:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As expectativas dos consumidores da zona euro sobre a evolução da inflação ao longo do próximo ano diminuíram substancialmente em maio, revela a pesquisa elaborada pelo Banco Central Europeu (BCE) hoje divulgada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As expectativas dos consumidores da zona euro sobre a evolução da inflação ao longo do próximo ano diminuíram substancialmente em maio, revela a pesquisa elaborada pelo Banco Central Europeu (BCE) hoje divulgada.</p>
<p>Em maio, a taxa mediana de inflação percecionada nos últimos 12 meses manteve-se em 4%, mas as expectativas de inflação para um ano diminuíram para 3,5%, menos meio ponto percentual do que em abril e a leitura mais baixa desde o passado mês de fevereiro.</p>
<p>Nesse sentido, embora a incerteza sobre as expectativas de inflação para os próximos 12 meses tenha diminuído, o BCE advertiu que a mesma se manteve num nível mais alto do que antes do início da guerra no Médio Oriente.</p>
<p>A longo prazo, as expectativas de inflação para os próximos três anos mantiveram-se em 2,9%, e as expectativas para os próximos cinco anos de novo em 2,4%.</p>
<p>Entre os entrevistados, os pertencentes ao grupo de rendimentos mais baixos continuaram a percecionar e a expressar expectativas de inflação mais altas, em média, do que os de rendimentos mais altos.</p>
<p>Por sua vez, os entrevistados mais jovens (de 18 a 34 anos) continuaram a relatar perceções e expectativas de inflação mais baixas do que os mais velhos (de 35 a 54 e de 55 a 70 anos).</p>
<p>Por outro lado, a consulta do BCE revela que as expectativas de crescimento dos rendimentos nominais dos consumidores para os próximos 12 meses aumentaram para 1% em maio, contra 0,8% em abril.</p>
<p>Quanto ao gasto nominal, o crescimento percecionado durante os últimos 12 meses aumentou para 5,4%, contra 5,3% em abril, enquanto o crescimento esperado do gasto nominal para os próximos 12 meses diminuiu para 3,8%, contra 4,3% em abril</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782134]]></sapo:autor>
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		<title>Galp já investiu 500 mil euros e instalou 675 painéis solares em instituições sociais de Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 08:49:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[solar]]></category>
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					<description><![CDATA[O investimento global ultrapassa os 500 mil euros e deverá permitir uma poupança anual estimada em cerca de 55 mil euros, além de uma redução de aproximadamente 21 toneladas de emissões de CO₂ equivalente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Galp e a Fundação Galp avançaram com a instalação de novos sistemas de autoconsumo solar em duas instituições sociais do concelho de Alcoutim, no Algarve, num projeto que já soma nove equipamentos distribuídos pela comunidade local e que pretende reforçar a autonomia energética e a capacidade de resposta social no território.</p>
<p>As novas instalações foram colocadas no Centro Paroquial de Martim Longo e no Centro Paroquial de Vaqueiros. Com estas intervenções, o programa da Fundação Galp passa a abranger um total de 675 painéis solares, integrando também sistemas de armazenamento com baterias. O investimento global ultrapassa os 500 mil euros e deverá permitir uma poupança anual estimada em cerca de 55 mil euros, além de uma redução de aproximadamente 21 toneladas de emissões de CO₂ equivalente.</p>
<p>Para além destes dois novos sistemas, a Galp já tinha vindo a instalar soluções semelhantes em várias instituições do concelho, incluindo a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcoutim, o Lar e Centro de Dia Maria Vicente, em Balurcos, e o Centro de Desenvolvimento Cultural e Social de Martim Longo.</p>
<p>O arranque da operação dos novos equipamentos foi assinalado esta semana com a presença de Sandra Aparício, diretora executiva da Fundação Galp, que acompanhou a inauguração nas duas instituições.</p>
<p>Em paralelo, a empresa reforçou o apoio social na região com a entrega de mais de 100 mil euros a cinco instituições locais, no âmbito do programa Galp Solidária 2.0. Estes apoios destinam-se à aquisição de equipamentos e viaturas, melhoria de serviços de apoio a idosos, reforço de respostas sociais e promoção de atividades desportivas e comunitárias, incluindo também despesas associadas à mobilidade e combustível.</p>
<p>Nos planos futuros está ainda prevista a instalação de sistemas de autoconsumo solar em 16 habitações do concelho, dando continuidade a uma iniciativa que no ano passado já tinha beneficiado 14 casas.</p>
<p>A atuação da Galp na região assenta na operação de quatro parques fotovoltaicos em Alcoutim e num modelo de investimento que combina produção de energia renovável com a partilha de benefícios com a comunidade local, através da Fundação Galp.</p>
<p>Segundo a empresa, esta estratégia procura alinhar a atividade energética com prioridades sociais do território, apoiando áreas como educação, energia e combate às desigualdades, bem como iniciativas ligadas à cultura, ao associativismo e ao desporto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782126]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Queda do petróleo não chega às bombas. Gasóleo e gasolina mantêm preços na próxima semana</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/queda-do-petroleo-nao-chega-as-bombas-gasoleo-e-gasolina-mantem-precos-na-proxima-semana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 08:39:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de descidas de preços dos combustíveis esta semana, e com o Brent em queda e a atingir valores antes da guerra no Irão, esperava-se que a próxima semana seguisse a tendência… mas não será assim. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de descidas de preços dos combustíveis esta semana, e com o Brent em queda e a atingir valores antes da guerra no Irão, esperava-se que a próxima semana seguisse a tendência… mas não será assim. Isto porque, de acordo com fontes do setor contactadas pela ‘Executive Digest’,a próxima semana trará muito poucas mexidas nos preços dos combustíveis, sendo que “a orientação será para uma descida no preço do gasóleo que não chega a meio cêntimo por litro&#8221; e de &#8220;subida no preço da gasolina 95 na mesma linha, de menos de meio cêntimo por litro&#8221;.</p>
<p>Os postos de marca própria – que normalmente funcionam junto aos hipermercados – seguem a tendência e reportam “uma desvalorização de 0,0014 euros no gasóleo e de uma subida de 0,0021 euros na gasolina 95”, adiantou outra fonte.</p>
<p>Assim, o preço médio por litro dos combustíveis deverá ser no gasóleo de 1,768 euros e na gasolina de 1,879 euros, valores que poderão ser alterados caso o Governo decida mexer no ISP.</p>
<p>Assim, a partir da próxima segunda-feira, o gasóleo deverá manter o preço, no seguimento de três semanas de descida de preço, ao passo que a gasolina 95 regista uma ínfima subida, depois de uma descida ligeira nas últimas três semanas. As poucas mexidas de preços esperadas na próxima semana chegam com grande surpresa, uma vez que era prevista nova descida &#8216;generosa&#8217; na hora de atestar, uma vez que o preço do petróleo Brent, uma referência na Europa, ficou na quarta-feira, 24 de junho, abaixo dos 75 dólares (quase 66 euros) por barril, pela primeira vez desde o início da guerra no Médio Oriente. nesse dia, pelas 13:10 (hora de Lisboa), o preço do petróleo Brent do Mar do Norte para entrega em agosto cedia 3,05% para 74,73 dólares. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, estava a cair 2,94% para 71,06 dólares (cerca de 62 euros). Veja como evoluiu o preço dos combustíveis desde o início do ano:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12.png" alt="" width="1224" height="474" class="alignnone size-full wp-image-782128" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12.png 1224w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12-300x116.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12-900x349.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12-768x297.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12-1200x465.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12-600x232.png 600w" sizes="(max-width: 1224px) 100vw, 1224px" /></p>
<p><strong>Portugal está em 6º lugar dos países da UE com preço da gasolina 95 mais cara</strong><br />
No mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal está no sexto lugar entre os países com a gasolina simples 95 mais cara, 12,1 cêntimos acima da média europeia e 42,2 cêntimos acima do preço verificado em Espanha. Quanto ao gasóleo simples, o nosso país está na 9.ª posição do preço mais caro, a 24,2 cêntimos do preço no país vizinho e mais 4,9 cêntimos da média europeia.</p>
<p>A Dinamarca tem, de longe, o preço mais elevado do Velho Continente no que diz respeito à gasolina 95: 2,311 euros/litro. Já a Finlândia ‘reina’ no caso do gasóleo: 2,172 euros/litro.</p>
<p>Com a a manutenção prevista para a próxima semana, é possível poupar ainda mais alguns euros se souber onde estão os postos mais baratos do país. Consulte a lista:</p>
<p><img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13.png" alt="" width="1211" height="491" class="alignnone size-full wp-image-782132" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13.png 1211w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13-300x122.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13-900x365.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13-768x311.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13-1200x487.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13-600x243.png 600w" sizes="(max-width: 1211px) 100vw, 1211px" /></p>
<p><img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14.png" alt="" width="1213" height="493" class="alignnone size-full wp-image-782133" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14.png 1213w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14-300x122.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14-900x366.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14-768x312.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14-1200x488.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14-600x244.png 600w" sizes="(max-width: 1213px) 100vw, 1213px" /></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782103]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Hezbollah pediu a retirada incondicional de Israel do Líbano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-hezbollah-pediu-a-retirada-incondicional-de-israel-do-libano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 08:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do Hezbollah, Naim Qassem, disse hoje que o acordo entre o Irão e os Estados Unidos foi uma "declaração de derrota" para Washington e Israel, e exigiu a retirada "incondicional" das forças israelitas do Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder do Hezbollah, Naim Qassem, disse hoje que o acordo entre o Irão e os Estados Unidos foi uma &#8220;declaração de derrota&#8221; para Washington e Israel, e exigiu a retirada &#8220;incondicional&#8221; das forças israelitas do Líbano.</p>
<p>&#8220;Eles queriam uma grande guerra para nos eliminar. Conseguimos travar esta agressão e alcançar uma grande vitória&#8221;, disse Naim Qassem num discurso televisivo que assinalou a Ashura, um dia de luto pela morte do imã Hussein Ibn Ali, figura central do Islão xiita.</p>
<p>Naim Qassem destacou o que considerou ser firmeza do Irão em garantir um acordo &#8220;que é uma declaração oficial da derrota da América (Estados Unidos) e de Israel&#8221;.</p>
<p>Neste sentido, disse, o líder da milícia xiita libanesa Hezbollah (Partido de Deus) disse que Israel não tem outra escolha senão retirar-se completamente do Líbano.</p>
<p>&#8220;Israel deve sair incondicionalmente&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Paralelamente, hoje as Forças Armadas iranianas alertaram para a presença de aviões militares israelitas nos países vizinhos &#8212; descrevendo-a como uma ameaça à República Islâmica &#8212; e instaram os Estados Unidos a conter Israel.</p>
<p>&#8220;A presença de aeronaves militares israelitas no espaço aéreo de certos países vizinhos, em rota para o Irão, constitui um ato perigoso e uma ameaça direta à República Islâmica do Irão&#8221;, afirmou em comunicado o Comando de Operações Unificadas Khatam al-Anbiya das Forças Armadas iranianas.</p>
<p>&#8220;Se os Estados Unidos não contiverem Israel, o Irão não vai tolerar qualquer ameaça e reserva-se o direito de responder&#8221;, acrescentou o Comando de Operações Unificadas de Teerão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782113]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador: O que é o &#8220;investimento ao nível dos sistemas&#8221; e porque está a ganhar força na gestão de ativos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 08:18:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os gestores de ativos enfrentam uma crescente pressão para reinventar os seus modelos de negócio, sob pena de perderem competitividade num setor cada vez mais moldado por novas exigências dos clientes e por transformações estruturais da economia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os gestores de ativos enfrentam uma crescente pressão para reinventar os seus modelos de negócio, sob pena de perderem competitividade num setor cada vez mais moldado por novas exigências dos clientes e por transformações estruturais da economia. O alerta é feito pela WTW, com base numa investigação desenvolvida pelo Thinking Ahead Institute e pela CAIA Association.</p>
<p>O estudo conclui que as abordagens tradicionais, centradas exclusivamente em superar um benchmark de mercado, estão a tornar-se insuficientes perante um contexto marcado por riscos interligados, mudanças geopolíticas, avanços tecnológicos e novas expectativas dos investidores.</p>
<p>Segundo o relatório An Expanding Mandate: A Systems Level Framework for Asset Management, está a crescer o fosso entre as gestoras que já adaptaram os seus modelos de negócio e aquelas que continuam a operar segundo práticas consideradas desajustadas da realidade atual.</p>
<p>Os investigadores defendem um novo conceito de &#8220;investimento ao nível dos sistemas&#8221;, que parte do princípio de que os resultados de longo prazo dependem não apenas do desempenho dos mercados financeiros, mas também da resiliência dos sistemas económicos, sociais e ambientais onde estes operam.</p>
<p>As conclusões resultam do Thinking Ahead Institute Global Asset Manager Peer Study 2026, que analisou mais de 170 gestores de ativos de 16 países, responsáveis por mais de 33 biliões de euros em ativos sob gestão. O trabalho incorpora ainda contributos de uma série de fóruns internacionais promovidos pela CAIA Association sobre o futuro dos mercados de capitais.</p>
<p>Embora a maioria das empresas reconheça a importância de fatores como a geopolítica, a inteligência artificial e a crescente convergência entre mercados públicos e privados, o estudo conclui que muitas continuam sem conseguir integrar estes desafios de forma estratégica nas suas operações.</p>
<p>Em contraste, grandes investidores institucionais, como fundos soberanos e fundos de pensões, estão a privilegiar abordagens mais integradas, focadas na criação de valor no longo prazo e na resiliência dos sistemas. Como consequência, começam também a exigir esse mesmo alinhamento às entidades responsáveis pela gestão dos seus ativos.</p>
<p>Apesar da forte atenção mediática em torno da inteligência artificial, a investigação revela igualmente que o investimento das gestoras nesta área está a evoluir de forma mais prudente do que a perceção pública poderá sugerir. As projeções para os próximos cinco anos indicam que as empresas deverão manter praticamente inalterados os investimentos em talento, reforçando apenas de forma moderada as despesas em tecnologia, numa tentativa de equilibrar a aposta em IA com outras prioridades, como a governação e a qualidade da tomada de decisão.</p>
<p>O estudo conclui que o setor atravessa um processo acelerado de reposicionamento estratégico e de consolidação, alertando que as empresas mais lentas a adaptar as suas capacidades estarão mais expostas à crescente pressão competitiva.</p>
<p>&#8220;A gestão de ativos está a ficar sem margem para continuar a aplicar os modelos antigos. Num mundo marcado por riscos interligados, mudanças estruturais e exigências crescentes dos clientes, o pensamento centrado apenas no benchmark já não é suficiente&#8221;, afirma Marisa Hall, responsável pelo Thinking Ahead Institute. A responsável acrescenta que a relevância está &#8220;a ser redistribuída&#8221; em favor das organizações que já transformaram os seus modelos de funcionamento.</p>
<p>Também John Bowman, CEO da CAIA Association, considera que a gestão de investimentos entrou numa nova fase, em que as competências técnicas deixam de ser suficientes. Segundo o responsável, fatores como a fragmentação geopolítica, a disrupção tecnológica, as alterações demográficas e a convergência entre mercados públicos e privados exigem uma visão mais abrangente, tornando o pensamento sistémico &#8220;uma necessidade estratégica&#8221; para as organizações que pretendam manter-se competitivas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782107]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias em baixa a seguir a Ásia e preocupadas com o Médio Oriente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsas-europeias-em-baixa-a-seguir-a-asia-e-preocupadas-com-o-medio-oriente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 08:16:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, arrastadas pelas quedas na Ásia devido à persistente desconfiança no setor tecnológico e às desavenças entre Teerão e Washington sobre o acordo, especialmente em relação ao programa nuclear e ao estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, arrastadas pelas quedas na Ásia devido à persistente desconfiança no setor tecnológico e às desavenças entre Teerão e Washington sobre o acordo, especialmente em relação ao programa nuclear e ao estreito de Ormuz.</p>
<p>Às 08:40 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a cair 0,44% para 637,40 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt baixavam 0,40%, 0,23% e 0,65%, bem como as de Madrid e Milão, que se desvalorizavam 0,28% e 0,87%, respetivamente.</p>
<p>A bolsa de Lisboa invertia a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a subir 0,14% para 9.170,33 pontos.</p>
<p>Depois do anúncio na quinta-feira de que o índice PCE (medida preferida de inflação preferida da Fed) dos EUA ultrapassou pela primeira vez 4% em três anos &#8211; ao situar-se em 4,1% &#8211; os futuros do Dow Jones registam uma subida de 0,10% e os do Nasdaq uma queda de 0,77%.</p>
<p>O Dow Jones e o Nasdaq terminaram mistos na quinta-feira, com o primeiro a subir 0,14% e o segundo a recuar 0,46%.</p>
<p>As ações da Apple cederam 6,15% na quinta-feira, depois de a empresa ter anunciado um aumento de preço de vários dos seus produtos devido ao rápido crescimento dos centros de dados de inteligência artificial (IA), que provocou &#8220;um aumento extraordinário da procura de memória e armazenamento&#8221;, conforme explicou a empresa num comunicado.</p>
<p>Além das dúvidas sobre o setor tecnológico, o mercado está atento à situação no Médio Oriente.</p>
<p>O Irão insistiu hoje que os navios que transitarem pelo estreito de Ormuz devem seguir as rotas estabelecidas pela República Islâmica, depois de um cargueiro ter sido atacado na quinta-feira no estratégico estreito perto das costas de Omã por um projétil de origem desconhecida.</p>
<p>Apesar disso, o preço do petróleo mantém-se em baixa, com o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em agosto, a recuar 2,33% para 73,51 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em agosto, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), a baixar 2,35%, para 70,22 dólares.</p>
<p>O gás natural para entrega em julho no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, subia 0,14% para 40,460 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Na Ásia, o principal índice da bolsa de Seul desceu hoje 5,81%, pressionado pela realização de lucros nos valores dos semi-condutores, o índice Nikkei de Tóquio caiu 4,15%, a bolsa de Xangai perdeu 2,26%, o parque de Shenzhen caiu 3,44% e o Hang Seng de Hong Kong descia 1,83% pouco antes do final da sessão.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos desce para 2,842%, depois de ter fechado em 2,856% na sessão anterior.</p>
<p>O euro descia 0,09% para 1,1379 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Os metais preciosos estavam em alta, com uma subida de 0,26% no caso do ouro, para 4.037,33 dólares a onça, e um avanço de 0,37% no caso da prata, para 58,0708 dólares.</p>
<p>A bitcoin subia 1,39% para 61.186,7 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782106]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Delcy Rodríguez visita La Guaira para supervisionar operações de resgate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 08:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente interina da Venezuela visitou hoje a cidade de Macuto, no estado de La Guaira, a zona mais afetada pelos sismos, para supervisionar as operações de busca e resgate, anunciando a chegada para breve de ajuda internacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente interina da Venezuela visitou hoje a cidade de Macuto, no estado de La Guaira, a zona mais afetada pelos sismos, para supervisionar as operações de busca e resgate, anunciando a chegada para breve de ajuda internacional.</p>
<p>Delcy Rodríguez, que agradeceu às equipas de emergência pelo trabalho que está a ser realizado contra o tempo devido à grande quantidade de escombros acumulados nas ruas, avaliou o estado das infraestruturas numa zona onde centenas de edifícios ruíram devido aos sismos, depois de ter visitado também Caracas, a capital.</p>
<p>A presidente interina da Venezuela também falou com os residentes para coordenar o envio de ajuda imediata.</p>
<p>&#8220;Estamos em Macuto, ao lado do nosso povo nos esforços de busca e salvamento daqueles que ficaram presos sob os escombros e edifícios desabados pelo duplo sismo. Estamos com as famílias, estendendo a nossa total solidariedade, e o nosso objetivo é resgatar o maior número possível de pessoas com vida&#8221;, afirmou.</p>
<p>Delcy Rodríguez anunciou, segundo o jornal &#8216;El Universal&#8217;, a chegada imediata de ajuda humanitária internacional &#8220;para reforçar os esforços das equipas de segurança do país&#8221;.</p>
<p>&#8220;Solicitámos assistência internacional, e o apoio dos nossos países irmãos começará a chegar nas próximas horas. Os nossos melhores votos, todas as nossas esperanças e orações estão com o povo venezuelano&#8221;, concluiu.</p>
<p>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 235 mortos e 4.300 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</p>
<p>Entre os mortos, há pelo menos seis portugueses e lusodescendentes.</p>
<p>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p>
<p>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).</p>
<p>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</p>
<p>DD //</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782105]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Bruxelas prolonga proteção a refugiados até 2028 mas limita entradas de militares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 08:06:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia propôs hoje prolongar, até 2028, a proteção temporária aos refugiados ucranianos, mas defendeu que o regime deixe de abranger recém-chegados sem autorização da Ucrânia para sair do país devido a obrigações militares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia propôs hoje prolongar, até 2028, a proteção temporária aos refugiados ucranianos, mas defendeu que o regime deixe de abranger recém-chegados sem autorização da Ucrânia para sair do país devido a obrigações militares.</p>
<p>&#8220;Hoje, a Comissão Europeia propõe prolongar por mais um ano a proteção temporária das pessoas que fogem da guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia, tendo em conta a capacidade global da Ucrânia para se defender. Com esta medida, a Comissão reforça o seu compromisso inabalável de apoiar a Ucrânia durante o tempo que for necessário&#8221;, indica o executivo comunitário em comunicado.</p>
<p>Em concreto, Bruxelas propõe estender por mais um ano, até 04 de março de 2028, o mecanismo de proteção temporária criado pela União Europeia (UE) após a invasão russa da Ucrânia, alegando que &#8220;a necessidade de proteção das pessoas que fogem da Ucrânia continua a ser evidente&#8221;.</p>
<p>Para o executivo comunitário, a invasão russa do país, iniciada em fevereiro de 2022, continua a manter a situação na Ucrânia &#8220;instável e imprevisível&#8221;.</p>
<p>A proposta introduz, contudo, uma nova orientação relacionada com as obrigações militares dos cidadãos ucranianos, já que de acordo com Bruxelas &#8220;a proteção temporária não deverá, por norma, ser concedida a pessoas que cheguem recentemente e que não tenham autorização das autoridades ucranianas para sair da Ucrânia devido às suas obrigações militares&#8221;.</p>
<p>A medida visa &#8220;conciliar as necessidades de proteção com a capacidade global da Ucrânia para se defender da guerra de agressão ilegal da Rússia&#8221;, adianta a Comissão Europeia.</p>
<p>Atualmente, cerca de 4,4 milhões de deslocados ucranianos beneficiam deste mecanismo de proteção na UE (UE), que garante acesso a alojamento, cuidados de saúde, educação e mercado de trabalho nos Estados-membros.</p>
<p>Na nota hoje divulgada à imprensa, a instituição apela ainda a que os Estados-membros da UE reforcem os preparativos para uma saída coordenada do regime de proteção temporária, incluindo a possibilidade de os refugiados transitarem para estatutos de residência de longa duração e a criação de condições para um eventual regresso e reintegração na Ucrânia quando a situação de segurança o permitir.</p>
<p>Criado é agora um programa-piloto de regresso voluntário e recuperação, em cooperação com as autoridades ucranianas e os Estados-membros interessados, destinado a apoiar os cidadãos que desejem regressar ao país, nomeadamente nas áreas do emprego, habitação e educação.</p>
<p>A proposta da Comissão terá agora de ser aprovada pelos países, no Conselho da UE.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782099]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pausas para comer ou ir à casa de banho são descontadas no salário de operadores do SNS24</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pausas-para-comer-ou-ir-a-casa-de-banho-sao-descontadas-no-salario-de-operadores-do-sns24/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 08:05:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os operadores da linha SNS24 denunciam que o tempo utilizado para necessidades básicas, como ir à casa de banho, beber água, fazer um pequeno lanche ou descansar durante alguns minutos, é descontado na remuneração.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os operadores da linha SNS24 denunciam que o tempo utilizado para necessidades básicas, como ir à casa de banho, beber água, fazer um pequeno lanche ou descansar durante alguns minutos, é descontado na remuneração, uma situação que consideram insustentável e reveladora de um modelo de trabalho assente na precariedade. A maioria destes profissionais são enfermeiros que prestam serviço através da Altice e asseguram uma das principais portas de entrada dos utentes no Serviço Nacional de Saúde.</p>
<p>Segundo noticia o <a href="https://www.jn.pt/nacional/artigo/operadores-da-linha-sns24-perdem-parte-do-salario-quando-vao-a-casa-de-banho/18099341" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias (JN)</a>, vários profissionais, que falaram sob anonimato, afirmam que as pausas deixam de ser remuneradas porque, durante o turno, têm de indicar na plataforma quando estão indisponíveis para atender chamadas, sendo esse período automaticamente descontado. &#8220;Se eu quiser parar meia hora para comer, não vou receber esses minutos. Tal implica que, muitas vezes, os profissionais estejam a atender durante sete ou oito horas seguidas, sem ir à casa de banho ou até sem comer&#8221;, relatou um trabalhador. Outro descreve a situação como &#8220;insustentável&#8221;, defendendo que &#8220;todo o tempo que precisamos para necessidades básicas, como beber água ou utilizar a casa de banho, é descontado. Somos pessoas, não máquinas. Todos os trabalhadores precisam de pausas mínimas para garantir o seu bem-estar, a sua saúde e a qualidade do trabalho&#8221;.</p>
<p>Além das pausas não remuneradas, os profissionais criticam o vínculo laboral, alegando que trabalham como prestadores de serviços, através de recibos verdes, mas cumprem escalas definidas pela empresa e estão sujeitos a uma organização semelhante à de trabalhadores com contrato. A Altice rejeita essa interpretação, afirmando que os operadores exercem funções como trabalhadores independentes e que a gestão dos horários é feita &#8220;em articulação com os próprios prestadores, tendo em conta as disponibilidades e preferências por eles manifestadas&#8221;. A empresa não respondeu, contudo, às questões sobre as pausas descontadas. Os operadores recebem dez euros brutos por hora, acrescidos de um euro quando trabalham presencialmente, não beneficiam de férias pagas, subsídios ou direito à greve e frequentam uma formação inicial de quatro dias, durante a qual parte dos conteúdos é dedicada à Meo.</p>
<p>Questionado sobre estas condições de trabalho, o Ministério da Saúde remeteu a responsabilidade para a empresa que explora o serviço. Numa resposta escrita, os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde referem que a gestão dos recursos humanos da linha SNS24 cabe ao operador privado, lembrando, porém, que &#8220;a empresa adjudicatária do contrato de exploração do SNS 24 está obrigada, como as demais, ao cumprimento da legislação laboral em Portugal, bem como às ações inspetivas que dela decorram&#8221;.</p>
<p>Os operadores denunciam ainda dificuldades na articulação com o INEM, afirmando que chamadas relacionadas com situações urgentes, como suspeitas de enfarte, acidente vascular cerebral ou hemorragias graves, podem permanecer em espera durante largos minutos antes de serem transferidas. &#8220;Já aconteceu uma colega nossa ter de orientar manobras de reanimação por telefone porque o INEM não atendia&#8221;, contou um dos profissionais. Acrescentam ainda que enfrentam forte pressão devido ao elevado volume de chamadas, tempos de espera que podem ultrapassar uma hora em períodos de maior procura, metas de desempenho e objetivos financeiros associados ao serviço, bem como regras específicas de comunicação com os utentes. Segundo a Altice, a linha SNS24 conta atualmente com cerca de 5.000 operadores, número que varia em função das necessidades e da disponibilidade do serviço.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782096]]></sapo:autor>
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		<title>Manuais, mochilas e uniformes: Saiba como ganhar dinheiro com o final do ano letivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 07:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O final do ano letivo em Portugal não marca apenas o início das férias para os alunos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O final do ano letivo em Portugal não marca apenas o início das férias para os alunos. Para muitas famílias, este período representa também uma oportunidade prática para reorganizar a casa, libertar espaço e recuperar parte do investimento feito ao longo do ano escolar, através da venda de material em segunda mão.</p>
<p>Com livros acumulados, mochilas deixadas de lado e outros artigos escolares que já não serão utilizados, cresce o número de pais que recorrem ao mercado de reutilização para dar uma nova vida a estes produtos e, em simultâneo, reduzir o impacto financeiro associado à educação.</p>
<p><strong>Plataformas digitais impulsionam venda de material escolar usado</strong><br />
De acordo com a Wallapop, uma das plataformas de compra e venda de produtos reutilizados mais utilizadas neste segmento, esta tendência intensifica-se após o fim das aulas, com um aumento significativo tanto na publicação de anúncios como nas pesquisas por artigos escolares.</p>
<p>Entre os produtos mais procurados estão manuais escolares, mochilas, estojos, calculadoras, dossiês, secretárias e até computadores utilizados em contexto escolar, que encontram facilmente novos compradores nesta altura do ano.</p>
<p>Os dados mais recentes revelam um crescimento expressivo na atividade da plataforma na última semana após o encerramento do ano letivo.</p>
<p><strong>Procura e anúncios disparam em várias categorias escolares</strong><br />
Segundo a informação divulgada pela Wallapop, os livros escolares registaram um aumento de quase 130% nos anúncios publicados e de 105% nas pesquisas em relação à semana anterior.</p>
<p>Também os uniformes e peças de roupa associadas ao contexto escolar registaram uma subida relevante, com mais 76% de anúncios e 60% de pesquisas.</p>
<p>As mochilas, que continuam a ser um dos artigos mais vendidos, apresentaram um crescimento de 56% nos anúncios e 54% nas pesquisas, confirmando a forte dinâmica deste mercado no período pós-escolar.</p>
<p><strong>Uma forma de aliviar o orçamento familiar</strong><br />
Para muitas famílias, esta prática tornou-se uma forma eficaz de recuperar parte das despesas associadas à educação, especialmente num contexto em que os custos escolares continuam a ter um peso significativo no orçamento doméstico.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o mercado de segunda mão oferece uma alternativa mais acessível para outros agregados familiares que já começam a preparar o próximo ano letivo, beneficiando de preços mais baixos em artigos em bom estado.</p>
<p><strong>Reutilização prolonga vida útil dos produtos escolares</strong><br />
Grande parte do material escolar utilizado ao longo de um ano mantém-se em boas condições de utilização. Em vez de ser guardado sem uso ou descartado, pode ser reutilizado por outras famílias, prolongando o seu ciclo de vida e contribuindo para a redução do desperdício.</p>
<p>Este comportamento enquadra-se numa lógica de consumo mais sustentável, em que a reutilização ganha peso face à compra de produtos novos, sobretudo em períodos de elevada rotatividade como o regresso às aulas.</p>
<p><strong>“Decluttering” pós-escola transforma arrumação em rendimento</strong><br />
O fim das aulas tornou-se assim um dos momentos privilegiados para fazer “decluttering” em casa — reorganizar, selecionar e libertar espaço — transformando objetos que já não são necessários em rendimento adicional.</p>
<p>Entre mais espaço em casa, menor desperdício e algum retorno financeiro, muitas famílias encaram o fim do ano letivo não apenas como o início das férias, mas também como uma oportunidade prática para preparar de forma mais eficiente o próximo ano escolar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781863]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Rússia anuncia abate de 660 drones lançados por Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 07:19:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades russas anunciaram hoje o abate de 660 drones lançados nas últimas horas pelas forças ucranianas, incluindo cerca de 50 perto de Moscovo, numa das vagas de ataques mais intensas desde o início da guerra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades russas anunciaram hoje o abate de 660 drones lançados nas últimas horas pelas forças ucranianas, incluindo cerca de 50 perto de Moscovo, numa das vagas de ataques mais intensas desde o início da guerra.</p>
<p>O Ministério da Defesa russo declarou numa breve publicação nas redes sociais que as interceções ocorreram nas regiões de Moscovo, Belgorod, Bryansk, Kursk, Oryol, Kaluga, Lipetsk, Rostov, Voronezh, Tula, Ryazan e Astracã, bem como nas águas do Mar Negro, do Mar de Azov e da Península da Crimeia, que a Rússia anexou em 2014.</p>
<p>O presidente da Câmara de Moscovo, Sergei Sobyanin, especificou que os sistemas de defesa aérea destruíram um total de 47 veículos aéreos não tripulados (UAV) na área, sem relatos de vítimas ou danos e sem qualquer declaração ainda das forças armadas ucranianas sobre os alvos.</p>
<p>A Ucrânia tem reivindicado a responsabilidade por uma campanha de ataques de longo alcance contra alvos dentro da Rússia, bombardeamentos em que utiliza armas ucranianas e que enquadra como parte da sua estratégia para trazer o conflito, iniciado pelo Presidente russo, Vladimir Putin, em fevereiro de 2022, &#8220;de volta à Rússia&#8221;.</p>
<p>Na semana passada, um ataque ucraniano provocou um incêndio de grandes proporções numa refinaria de petróleo no sudeste de Moscovo.</p>
<p>Na quinta-feira, dois ataques de longo alcance, já reivindicados pela Ucrânia, atingiram um depósito de petróleo na região de Krasnodar e duas refinarias em Ufa, na Rússia, a mais de 1.500 quilómetros da linha da frente.</p>
<p>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assumiu a responsabilidade pelos ataques, afirmando, numa mensagem publicada nas redes sociais, que são &#8220;respostas coerentes e precisas à estratégia da Rússia de prolongar a guerra e atacar cidades e comunidades ucranianas&#8221;.</p>
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