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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Operação conjunta da PSP em Sintra apanha oficina clandestina a funcionar sem licença nem extintores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 13:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Sintra]]></category>
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					<description><![CDATA[Ação, conduzida pela Divisão Policial de Sintra do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, incidiu sobre três estabelecimentos e deverá resultar no levantamento de autos de contraordenação e na comunicação das infrações às entidades reguladoras competentes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A PSP e a Polícia Municipal de Sintra detetaram várias irregularidades ambientais e administrativas durante uma operação conjunta de fiscalização a oficinas de reparação automóvel realizada no passado dia 9.</p>
<p>A ação, conduzida pela Divisão Policial de Sintra do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, incidiu sobre três estabelecimentos e deverá resultar no levantamento de autos de contraordenação e na comunicação das infrações às entidades reguladoras competentes.</p>
<p>A situação mais grave foi encontrada numa oficina que funcionava clandestinamente no interior da garagem de um edifício habitacional, sem qualquer licenciamento para exercer a atividade.</p>
<p>Segundo a PSP, o espaço não dispunha de equipamentos de primeira intervenção, como extintores, nem das medidas de autoproteção exigidas por lei.</p>
<p>As autoridades consideram que estas falhas representavam um risco sério para a segurança e integridade física dos moradores, sobretudo em caso de incêndio ou outra emergência.</p>
<p>A PSP vai agora desenvolver diligências para apurar todas as infrações associadas ao funcionamento da oficina e promover a reposição da legalidade.</p>
<p>Durante a operação foi ainda identificada a ocupação indevida da via pública por veículos que aguardavam intervenções técnicas nas oficinas fiscalizadas.</p>
<p>A Polícia Municipal de Sintra sinalizou as viaturas para posterior remoção, com o objetivo de libertar os lugares de estacionamento público que se encontravam ocupados e devolvê-los aos moradores.</p>
<p>A PSP garante que vai manter e intensificar este tipo de fiscalização conjunta, procurando reduzir riscos, proteger o ambiente, assegurar o ordenamento urbano e melhorar a segurança das populações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788603]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: OPEP volta rever em baixa estimativa da procura de petróleo em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 13:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[opep]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[A OPEP reviu hoje em baixa, pelo terceiro mês consecutivo, a estimativa sobre o crescimento anual da procura mundial de petróleo em 2026, menos 19% do que em junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A OPEP reviu hoje em baixa, pelo terceiro mês consecutivo, a estimativa sobre o crescimento anual da procura mundial de petróleo em 2026, menos 19% do que em junho.      </P><br />
<P>O relatório mensal da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), publicado hoje em Viena, aponta agora para uma média de 105,94 milhões de barris diários o volume de petróleo que o mundo utilizará este ano, quando há um mês esperava que fosse de 106,13 milhões de barris diários. </P><br />
<P>Esta é a terceira revisão em baixa consecutiva realizada pelos especialistas da organização, num mercado petrolífero perturbado pela guerra no Irão, pelo bloqueio do estreito de Ormuz e por uma elevada volatilidade dos preços. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788597]]></sapo:autor>
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		<title>Fitch sobe &#8216;rating&#8217; do banco BPI para A+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 13:17:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Fitch]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A agência de notação financeira Fitch melhorou o 'rating' do banco BPI, passando-o de 'A' para A+, disse o banco em comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A agência de notação financeira Fitch melhorou o &#8216;rating&#8217; do banco BPI, passando-o de &#8216;A&#8217; para A+, disse o banco em comunicado ao mercado.</P><br />
<P>Além de melhorar o &#8216;rating&#8217; de longo przo, a avaliação colocou ainda em &#8216;estável&#8217; a sua perspetiva (&#8216;outlook&#8217;), pelo que a Fitch não prevê alterar a notação atual.</P><br />
<P>A Fitch subiu ainda os &#8216;ratings&#8217; da dívida sénior de longo prazo, de &#8216;A&#8217; para &#8216;A+&#8217;, e dos depósitos de longo prazo, de &#8216;A+&#8217; para &#8216;AA-&#8216;, acrescentou o BPI no comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</P><br />
<P>O BPI, detido pelo grupo espanhol Caixabank, teve lucros de 133 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, menos 2% em termos homólogos.</P><br />
<P>O &#8216;rating&#8217; avalia o risco de uma empresa, quanto mais elevada a notação mais é considerada saudável a empresa e melhor a capacidade de cumprir compromissos. Fitch, S&amp;P, Moody&#8217;s e DBRS são as mais importantes agências de notação financeira internacionais.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Trinta anos de escravatura em Espanha: portugueses continuam a cair nas redes do tráfico laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 13:15:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Casos, divulgados pela Polícia Judiciária no âmbito da operação “Mãos Livres”, mostram que o tráfico de seres humanos também atinge cidadãos nacionais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois portugueses viveram durante décadas em exploração laboral em Espanha. Um permaneceu nessa situação durante 30 anos e outro durante 15, até serem resgatados pelas autoridades em maio de 2025. Os casos, divulgados pela Polícia Judiciária no âmbito da operação “Mãos Livres”, mostram que o tráfico de seres humanos também atinge cidadãos nacionais.</p>
<p>A situação não é isolada. Em junho de 2025, cinco vítimas foram retiradas de exploração laboral na região espanhola de Logronho e, dois anos antes, a “Operação Worker” permitiu resgatar 15 portugueses de condições classificadas pelas autoridades como “escravatura moderna”.</p>
<p>Embora Portugal seja sobretudo um país de destino para vítimas de tráfico, é também país de origem e de trânsito. Segundo o Relatório Anual de Segurança Interna de 2025, foram registados 34 casos de cidadãos portugueses recrutados em território nacional: 20 para exploração laboral em Portugal e 14 no estrangeiro, sobretudo nos setores agrícola e vitivinícola, sendo Espanha o principal destino.</p>
<p>As vítimas são maioritariamente homens adultos, entre os 26 e os 64 anos, frequentemente marcados por pobreza, desemprego prolongado, exclusão social, consumo problemático de álcool, falta de habitação ou ausência de redes familiares. No caso mais recente, os dois homens apresentavam défice cognitivo, condição que facilitou o recrutamento e o controlo.</p>
<p>Nuno Gradim, técnico superior da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, explica à &#8216;Euronews&#8217; que estas redes procuram pessoas em situação de grande vulnerabilidade, com poucas oportunidades e menor capacidade para resistir ao aliciamento. Em alguns casos, a gravidade da exploração ultrapassa juridicamente o tráfico de pessoas e pode configurar escravatura.</p>
<p>A exploração laboral é atualmente a principal finalidade do tráfico de seres humanos, incidindo sobretudo na agricultura, construção civil, agropecuária, indústria têxtil, restauração, trabalho doméstico e atividades desportivas. As falsas ofertas de emprego continuam a ser uma das principais portas de entrada.</p>
<p>Salários muito acima da média, alojamento gratuito, transporte pago e contratação imediata são alguns dos sinais de alerta. Também devem levantar suspeitas a ausência de contrato, documentos escritos numa língua desconhecida, viagens organizadas por terceiros ou o pagamento antecipado de despesas, que depois é transformado numa dívida usada para controlar a vítima.</p>
<p>A atual crise da habitação pode agravar o risco. Vanessa Branco, psicóloga e coordenadora de uma equipa especializada da Associação para o Planeamento da Família, alerta que alguém sem casa pode aceitar rapidamente uma proposta de emprego com alojamento incluído, sobretudo quando o trabalho decorre numa zona isolada.</p>
<p>As redes recorrem cada vez mais às redes sociais e à inteligência artificial para criar anúncios, páginas e empresas falsas com uma aparência credível. A tecnologia permite tornar os esquemas mais sofisticados e alcançar pessoas vulneráveis sem depender apenas de contactos pessoais ou do tradicional “passa a palavra”.</p>
<p>Depois do recrutamento, o controlo pode passar pela retenção de documentos, apropriação de salários, ameaças, violência, restrições à circulação e isolamento. Algumas vítimas desenvolvem uma ligação traumática ao explorador, que simultaneamente as agride e lhes fornece alimentação, casa ou uma aparência de proteção.</p>
<p>A identificação continua a ser um dos maiores desafios. Muitas vítimas não reconhecem a própria exploração, recusam ajuda ou acreditam não ter alternativa. Especialistas defendem que a prevenção exige maior sensibilização, cooperação entre países, identificação precoce e respostas sociais capazes de reduzir as vulnerabilidades que permitem a estas redes atuar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788593]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fisco anula menos dívidas em 2025 mas valor sobe para 964,1 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 13:02:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Autoridade Tributária e Aduaneira]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de dívidas anuladas pelo fisco em 2025 caiu para quase metade face a 2024, mas o valor global associado às anulações aumentou 17%, para 964,1 milhões de euros, segundo o último relatório de combate à fraude.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de dívidas anuladas pelo fisco em 2025 caiu para quase metade face a 2024, mas o valor global associado às anulações aumentou 17%, para 964,1 milhões de euros, segundo o último relatório de combate à fraude.</P><br />
<P>O balanço sobre o combate à fraude e evasão fiscais e aduaneiras de 2025 foi entregue no parlamento pelo gabinete da secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte na semana passada e mostra que a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) anulou mais 140,1 milhões de euros em dívidas do que em 2024, comparando com anulações de 824,0 milhões de euros nesse ano.</P><br />
<P>As dívidas dadas como terminadas pelo fisco resultaram, &#8220;na sua maioria&#8221;, de situações em que os contribuintes apresentaram uma declaração de substituição, de casos em que as dívidas de portagens foram corrigidas quando, em 2023, o Estado alterou o valor das coimas, e ainda de decisões das entidades credoras das dívidas e do desfecho de reclamações graciosas favoráveis aos contribuintes, explica o Governo.</P><br />
<P>Em 2025, o fisco fez cessar 237.765 dívidas, menos 187.571 do que em 2024, ano em que o número de processos revogados totalizou 425.336. </P><br />
<P>Segundo o relatório, a quebra &#8212; de 44% &#8212; resulta &#8220;principalmente&#8221; de casos em que os contribuintes morreram, de situações em que o infrator cessou a sua atividade, e de anulações feitas pelo fisco na sequência de impugnações judiciais (quando os contribuintes vão para tribunal e ganham um caso à AT).</P><br />
<P>O balanço do Governo permite ainda ver que, em 2025, as prescrições de dívidas diminuíram de forma acentuada em relação a 2024.</P><br />
<P>Depois de um aumento superior a 1.000% de 2023 para 2024, o valor recuou 61%, passando de de 290,2 milhões de euros para 176 milhões.</P><br />
<P>A quebra, explica o Governo, &#8220;deve-se à diminuição da prescrição das outras dívidas fiscais, que em 2024 obteve um valor excecionalmente elevado relativo a coimas, justificado por uma ação central de prescrição automática de coimas, enquadrada na prescrição de reconhecimento oficioso&#8221; das prescrição.</P><br />
<P>Apesar deste efeito, o Governo nota que há um crescimento das prescrições nos três principais impostos, de 390% no IVA, de 324% no IRS e de 247% no IRC.</P><br />
<P>Esta subida &#8220;resulta das ações no âmbito de saneamento da carteira de dívida focadas em identificar dívida prescrita&#8221;, justifica o executivo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788586]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Banguecoque entra na lista negra: os incêndios mais mortíferos em discotecas e bares</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/banguecoque-entra-na-lista-negra-os-incendios-mais-mortiferos-em-discotecas-e-bares/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 13:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[discotecas]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Tragédia ocorreu no Na Ladprao, no norte da capital da Tailândia, e é uma das mais mortíferas registadas no país desde 2009, quando 67 pessoas morreram num incêndio numa discoteca durante as celebrações de Ano Novo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um incêndio num bar em Banguecoque matou pelo menos 27 pessoas e deixou dezenas de feridos, levando as autoridades tailandesas a investigar as causas do fogo e as circunstâncias que poderão ter agravado o número de vítimas, incluindo a eventual obstrução de saídas de emergência.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="in" dir="ltr">Kebakaran bar di Bangkok, Thailand, menewaskan sedikitnya 27 orang. Puluhan lainnya terluka dan masih dirawat.</p>
<p>Kok kayak semburan naga gitu yaa? <br />Apasih yg ada di dalamnya sampai apinya seperti itu? 😬😱 <a href="https://x.com/hashtag/Bangkok?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Bangkok</a> <a href="https://x.com/hashtag/Thailand?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Thailand</a> <a href="https://x.com/hashtag/Kebakaran?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Kebakaran</a> <a href="https://t.co/iGdiUE51gj">pic.twitter.com/iGdiUE51gj</a></p>
<p>&mdash; Sebelum Lupa (@seblumlupa) <a href="https://x.com/seblumlupa/status/2076511329259749580?ref_src=twsrc%5Etfw">July 13, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A tragédia ocorreu no Na Ladprao, no norte da capital da Tailândia, e é uma das mais mortíferas registadas no país desde 2009, quando 67 pessoas morreram num incêndio numa discoteca durante as celebrações de Ano Novo.</p>
<p>Na sequência do desastre, a &#8216;AP News&#8217; recordou alguns dos incêndios mais graves ocorridos em discotecas, bares e espaços de música ao vivo nas últimas décadas.</p>
<p>Em janeiro de 2026, um incêndio num bar da estância de esqui suíça de Crans-Montana provocou 41 mortos e mais de uma centena de feridos. Poucas semanas antes, em dezembro de 2025, outro fogo num espaço noturno em Arpora, no estado indiano de Goa, matou 25 pessoas, entre trabalhadores e turistas.</p>
<p>Em março de 2025, um incêndio e a debandada que se seguiu no clube Pulse, em Kocani, na Macedónia do Norte, fizeram 63 mortos e mais de 200 feridos. O fogo terá começado quando uma chama pirotécnica atingiu o teto do espaço.</p>
<p>No ano anterior, 29 pessoas morreram num incêndio na discoteca Masquerade, em Istambul, que se encontrava encerrada para obras. O espaço funcionava no rés do chão e na cave de um edifício residencial de 16 andares.</p>
<p>Em outubro de 2023, um incêndio que começou numa discoteca em Múrcia, no sudeste de Espanha, propagou-se a outros dois estabelecimentos e provocou 13 mortos.</p>
<p>A &#8216;AP News&#8217; recorda ainda o incêndio de 2013 na discoteca Kiss, em Santa Maria, no sul do Brasil, onde morreram mais de 200 pessoas. Segundo os investigadores, a espuma de isolamento acústico instalada no teto incendiou-se e libertou gases tóxicos durante uma festa universitária.</p>
<p>Em dezembro de 2009, um espetáculo de fogo de artifício no interior da discoteca Lame Horse, em Perm, na Rússia, incendiou um teto de plástico decorado com ramos. O desastre provocou 152 mortos.</p>
<p>Também em 2009, 67 pessoas morreram no clube Santika, em Banguecoque, depois de material pirotécnico utilizado durante a passagem de ano ter ateado fogo ao espaço. Muitas vítimas morreram devido a queimaduras, inalação de fumo ou esmagamento.</p>
<p>Em dezembro de 2004, 194 pessoas morreram na discoteca República Cromañón, em Buenos Aires, depois de um sinalizador ter incendiado espuma instalada no teto. O proprietário do espaço foi posteriormente condenado a 20 anos de prisão.</p>
<p>Um ano antes, em fevereiro de 2003, um incêndio na discoteca The Station, no estado americano de Rhode Island, matou 100 pessoas e feriu mais de 200. O fogo começou quando o material pirotécnico de uma banda atingiu espuma altamente inflamável no interior do espaço.</p>
<p>A lista inclui ainda o incêndio de dezembro de 2000 numa discoteca em Luoyang, na China, atribuído a um acidente durante trabalhos de soldadura e que provocou 309 mortos, um dos maiores balanços de vítimas associados a este tipo de estabelecimento.</p>
<p>Muitos destes casos tiveram elementos em comum: utilização de material pirotécnico em espaços fechados, revestimentos inflamáveis, sobrelotação, saídas de emergência insuficientes ou bloqueadas e dificuldades de evacuação. A investigação ao incêndio de Banguecoque deverá agora apurar se algumas destas falhas também contribuíram para a dimensão da tragédia.</p>
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		<item>
		<title>Ataques americanos provocam dois mortos no sudoeste do país, relata imprensa iraniana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Duas pessoas morreram hoje na sequência de ataques norte-americanos no sudoeste do Irão, numa região petrolífera junto às fronteiras com o Kuwait e o Iraque, noticiaram as agências iranianas Fars e Tasnim.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Duas pessoas morreram hoje na sequência de ataques norte-americanos no sudoeste do Irão, numa região petrolífera junto às fronteiras com o Kuwait e o Iraque, noticiaram as agências iranianas Fars e Tasnim.</P><br />
<P>&#8220;Até ao momento, registam-se dois mortos e três feridos&#8221;, escreveram as duas agências, citando um responsável da província do Cuzistão, que referiu ataques contra &#8220;três locais&#8221; distintos na periferia de Abadã.</P><br />
<P>Hoje, na rede social X, o Comando Central dos Estados Unidos para o Médio Oriente (Centcom) adiantou que as forças norte-americanas &#8220;atacaram dezenas de alvos&#8221; e que atingiram &#8220;sistemas iranianos de defesa antiaérea, radares costeiros, capacidades de mísseis e de drones, bem como pequenas embarcações&#8221;.</P><br />
<P>Com estes ataques, o exército norte-americano anunciou ter concluído a mais recente vaga de ataques contra o Irão e insistiu que Teerão &#8220;não controla&#8221; o estreito de Ormuz, sob acusações iranianas de ter &#8220;violado abertamente&#8221; o cessar-fogo acordado.</P><br />
<P>&#8220;O estreito de Ormuz é um corredor marítimo vital para o comércio global. O Irão não o controla&#8221;, declarou o Centcom, que deu conta também de ataques iranianos efetuados domingo, que atingiram o Bahrein, Kuwait, Qatar, Jordânia e até Omã, que partilha com o Irão as águas territoriais que compõem o estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O estreito, por onde já passou um quinto de todo o petróleo e gás natural comercializado, tornou-se o ponto central de disputa num acordo interino entre os Estados Unidos e o Irão.</P><br />
<P>Os dois países estão quase a meio do período de 60 dias estabelecido pelo acordo, que deveria preparar negociações para um fim permanente da guerra. Em vez disso, degenerou numa série de ataques sobre o estreito e o seu futuro, preocupando líderes mundiais com a possibilidade de um reatar do conflito.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788577]]></sapo:autor>
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		<title>“Podiam ter levado mais”: mentor do roubo do século no Louvre achou pouco um saque de 88 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:32:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Louvre]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
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					<description><![CDATA[O roubo ocorreu em 19 de outubro de 2025 e ficou concluído em menos de oito minutos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O alegado mentor do assalto milionário ao Museu do Louvre terá considerado insuficiente o número de joias roubadas e censurado os autores materiais do golpe por não terem levado mais peças, revelam transcrições dos interrogatórios conduzidos pelas autoridades francesas.</p>
<p>O roubo ocorreu em 19 de outubro de 2025 e ficou concluído em menos de oito minutos. O grupo entrou na Galeria de Apolo, no museu parisiense, e conseguiu retirar oito joias da Coroa francesa, avaliadas em cerca de 88 milhões de euros. Uma nona peça, a coroa da imperatriz Eugénia, caiu durante a fuga e foi encontrada danificada nas proximidades.</p>
<p>Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, que cita informações divulgadas pelo &#8216;The Guardian&#8217; e pelo &#8216;Le Monde&#8217;, dois dos suspeitos, identificados como Abdoulaye N. e Ghelamallah A., afirmaram ter sido recrutados apenas dois ou três dias antes do assalto por um cliente cuja identidade recusam revelar.</p>
<p>Os homens terão recebido previamente um vídeo gravado no interior da galeria, que lhes permitiu reconhecer as vitrinas onde estavam expostas as joias associadas à família de Napoleão. A missão consistia em partir os vidros de proteção e retirar o maior número possível de peças num espaço de poucos minutos.</p>
<p>Os assaltantes chegaram ao Louvre num veículo equipado com uma plataforma elevatória, alcançaram uma varanda no primeiro andar e forçaram uma janela. Já no interior, utilizaram ferramentas elétricas para abrir as vitrinas e fugiram posteriormente em motas.</p>
<p>Abdoulaye N. admitiu ter deixado cair a coroa cravejada de pedras preciosas que pertencera à imperatriz Eugénia, mulher de Napoleão III. Ao ser confrontado pelos investigadores com uma fotografia da peça danificada, terá reconhecido a gravidade do que aconteceu.</p>
<p>O suspeito contou ainda que, depois de entregar as joias ao alegado organizador, este não ficou satisfeito com o resultado e afirmou que o grupo poderia ter roubado mais. Os investigadores franceses ainda não conseguiram confirmar, porém, a existência do suposto mentor nem se os autores agiram realmente por ordem de terceiros.</p>
<p>Abdoulaye N. alegou ter aceitado participar devido às dificuldades financeiras e disse que lhe foram prometidos entre 15 mil e 20 mil euros, além de uma eventual percentagem sobre o valor obtido com a venda das joias. Ghelamallah A., por sua vez, afirmou que julgava estar a preparar um assalto a uma joalharia e que desconhecia que o alvo era o Louvre.</p>
<p>Os dois suspeitos recusaram identificar o alegado mandante ou possíveis cúmplices, justificando o silêncio com receios de represálias contra si e contra as respetivas famílias. Um deles declarou que as pessoas envolvidas “não são santas”, enquanto o outro afirmou ter recebido telefonemas na prisão a ordenar-lhe que não falasse.</p>
<p>O paradeiro das joias continua desconhecido. Os investigadores admitem a possibilidade de as peças terem sido entregues a uma rede internacional, mas receiam também que já tenham sido desmontadas e que as pedras preciosas estejam a ser vendidas separadamente.</p>
<p>O assalto expôs graves falhas de segurança no museu mais visitado do mundo. Uma auditoria posterior revelou que apenas 39% das salas dispunham de videovigilância, enquanto várias melhorias recomendadas há anos continuavam por executar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788576]]></sapo:autor>
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		<title>Parecem salas de jogos, mas coordenam milhares de ataques: por dentro da guerra de drones da Ucrânia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/parecem-salas-de-jogos-mas-coordenam-milhares-de-ataques-por-dentro-da-guerra-de-drones-da-ucrania/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:22:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Centro secreto é dirigido por um comandante ucraniano conhecido pela alcunha militar de Kyr, antigo comerciante de cereais e atualmente um dos responsáveis do Grupo Lazar, uma das unidades de drones mais eficazes das forças ucranianas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por fora, o edifício parece anónimo. No interior, dezenas de computadores, ecrãs e equipas especializadas coordenam a atividade de cerca de mil drones numa extensa faixa da frente de combate entre Konstantinivka, no Donetsk, e Energodar, na região de Zaporíjia.</p>
<p>O centro secreto é dirigido por um comandante ucraniano conhecido pela alcunha militar de Kyr, antigo comerciante de cereais e atualmente um dos responsáveis do Grupo Lazar, uma das unidades de drones mais eficazes das forças ucranianas. Numa visita ao local, o &#8216;El Mundo&#8217; acompanhou em tempo real algumas das operações conduzidas contra posições russas.</p>
<p>As equipas instaladas no complexo não se limitam a pilotar aparelhos. Engenheiros, analistas de informação e especialistas em guerra eletrónica recolhem e cruzam dados provenientes de drones, redes sociais, comunicações Wi-Fi e agentes no terreno para localizar artilharia, centros de comando e unidades logísticas russas.</p>
<p>Um dos engenheiros, identificado como Bragman, criou um sistema capaz de reconhecer a “assinatura acústica” de diferentes armas. Sensores instalados em drones captam os sons da artilharia inimiga, permitindo aos operadores identificar e localizar os equipamentos que depois são selecionados como alvos.</p>
<p>Noutra sala, uma equipa explicou ao &#8216;El Mundo&#8217; como terá destruído um centro de comando russo em Vasylivka, no sul de Zaporíjia, depois de três meses a analisar informação proveniente de sete fontes de inteligência. Entre os elementos utilizados estavam sinais de Wi-Fi, redes sociais, imagens aéreas e dados fornecidos por agentes locais.</p>
<p>A atividade é monitorizada através de um grande painel que reúne os alvos atacados mensalmente. No final de junho, o centro contabilizava 6.641 ataques. Kyr atribui à pressão exercida pelos drones ucranianos a retirada das forças russas de pelo menos quatro localidades no sul de Zaporíjia e um recuo de cerca de 15 quilómetros.</p>
<p>O Grupo Lazar nasceu em 2022 por iniciativa de Pavlo Yelizarov, antigo empresário e produtor de televisão que se juntou às forças ucranianas após a invasão russa. A unidade começou com apenas alguns pilotos e um drone agrícola comprado por cerca de dez mil dólares, adaptado para transportar uma mina antitanque.</p>
<p>Desde então, tornou-se uma das unidades mais bem classificadas das Forças de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia, ao lado das forças especiais Alpha e dos Magyar Birds. Segundo estimativas citadas pela revista &#8216;Forbes&#8217; e reproduzidas no relato, o Grupo Lazar terá inutilizado equipamento militar russo avaliado em mais de 12 mil milhões de dólares.</p>
<p>A evolução tecnológica alterou também a localização dos pilotos. Durante os primeiros anos da guerra, as equipas tinham de operar a poucos quilómetros da linha da frente, escondidas em bunkers e expostas aos ataques inimigos. Atualmente, o aumento da autonomia das baterias e do alcance das antenas permite-lhes comandar drones a partir de instalações situadas entre 40 e 60 quilómetros de distância.</p>
<p>A mudança procura sobretudo proteger os operadores, cuja formação pode demorar entre três meses e um ano. Os drones utilizados custam, em muitos casos, apenas algumas centenas ou milhares de euros, enquanto a perda de um piloto experiente representa um prejuízo humano e operacional muito mais difícil de substituir.</p>
<p>Na frente, permanecem equipas encarregadas de transportar e lançar fisicamente os aparelhos. Estes militares aproximam-se das zonas de combate, preparam os drones e regressam rapidamente aos abrigos, enquanto os pilotos assumem o controlo à distância a partir dos centros de coordenação.</p>
<p>Entre os aparelhos utilizados estão drones Hornet destinados a atacar a logística russa que abastece a Crimeia ocupada. Os operadores procuram identificar veículos militares mesmo quando estes são disfarçados de camiões civis, recorrendo à presença de sistemas antiaéreos móveis ou equipamentos de interferência eletrónica.</p>
<p>A guerra com drones deu igualmente origem a confrontos diretos entre unidades especializadas. No sul da Ucrânia, o Grupo Lazar enfrenta a brigada russa Varyag, descrita pelas forças ucranianas como uma das unidades de sistemas não tripulados mais bem equipadas de Moscovo, com drones experimentais e aparelhos de fibra ótica capazes de percorrer até 30 quilómetros.</p>
<p>Kyr compara este duelo aos combates entre os grandes “ases” da aviação da Primeira Guerra Mundial. A diferença é que os pilotos atuais raramente veem o inimigo diretamente: combatem através de ecrãs, sensores, algoritmos e transmissões em direto, num conflito em que a distância física não reduziu a violência.</p>
<p>A concentração dos operadores em centros remotos mostra até que ponto a guerra mudou. O que antes dependia sobretudo de trincheiras, artilharia e blindados passou também a ser decidido em salas que se assemelham a centros tecnológicos, mas onde cada ponto num mapa pode representar um alvo real.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788564]]></sapo:autor>
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		<title>Preço mundial do café cai 2,8% em junho para o nível mais baixo em quase 2 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:19:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[ICO]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço mundial do café caiu 2,8% em junho em relação a maio e situou-se "no nível mais baixo em quase dois anos" num mercado atento aos efeitos do El Niño, anunciou hoje a ICO.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O preço mundial do café caiu 2,8% em junho em relação a maio e situou-se &#8220;no nível mais baixo em quase dois anos&#8221; num mercado atento aos efeitos do El Niño, anunciou hoje a ICO.          </P><br />
<P>Segundo a ICO (International Cofee Organization, Organização Internacional do Café), o mercado está atento aos efeitos do El Niño, que &#8220;se tornará um Super El Niño no final de 2026&#8221;.</P><br />
<P>A cotação do café alcançou em junho uma média de 248,90 centavos de dólar por libra &#8211; equivalente a cerca de 453 gramas &#8211; (217,80 centavos de euro/libra), segundo a ICO.</P><br />
<P>A organização explicou no último relatório que os preços continuaram a tendência de queda observada no mês anterior até 09 de junho, quando em média o café se cotou 231,96 centavos de dólar/libra, para depois &#8220;subir abruptamente&#8221; para 272,39 centavos de dólar/libra no final do mês.</P><br />
<P>&#8220;O clima voltou a emergir como o principal motor da dinâmica dos preços do café&#8221;, assegurou a ICO antes de precisar que, embora a perspetiva de fornecimento seja cada vez mais positiva, as notícias de possíveis grandes efeitos do El Niño nas produções fizeram o preço disparar.</P><br />
<P>Explicou também que a queda das exportações em maio, somada à escassez de inventários e a uma maior diminuição das existências certificadas de café arábica nos Estados Unidos, gerou &#8220;nervosismo no mercado&#8221;.</P><br />
<P>Em relação à produção brasileira, apontou que as chuvas, superiores à média, estão a retardar a colheita e afetaram a qualidade do grão, com perdas localizadas que se traduziram num impulso dos preços.</P><br />
<P>Por tipos de café, os preços dos suaves colombianos aumentaram em junho 0,4%, os suaves brasileiros diminuíram 2,4%, os naturais brasileiros caíram 7,4% e o do café robusta da Colômbia cresceu uma média de 1,7%, segundo os indicadores da ICO.</P><br />
<P>Segundo o portal financeiro Trading Economics, o café está hoje a cotar-se nos mercados futuros a 329,02 centavos de dólar/libra (287,91 centavos de euro/libra).</P><br />
<P>&#8220;A volatilidade intensificou-se recentemente, uma vez que os  fornecimentos globais ajustados aumentaram a sensibilidade do mercado aos desenvolvimentos climáticos, o que levou os investidores a ajustarem rapidamente as suas posições&#8221;, asseguraram analistas da Trading Economics, citados pela Efe.</P><br />
<P>Adicionaram que os investidores continuam a monitorizar o risco do El Niño e o possível impacto deste no desenvolvimento da colheita 2027/28. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788563]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fisco cobra dívidas de 1.550 milhões em 2025, mais 10% do que em 2024</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fisco-cobra-dividas-de-1-550-milhoes-em-2025-mais-10-do-que-em-2024/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:18:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudia Reis Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[fisco]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A administração tributária recuperou dívidas ao Estado de 1.550,2 milhões de euros em 2025 através de processos de execução fiscal instaurados a contribuintes, mais 10% do que em 2024, segundo o último relatório de combate à fraude.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A administração tributária recuperou dívidas ao Estado de 1.550,2 milhões de euros em 2025 através de processos de execução fiscal instaurados a contribuintes, mais 10% do que em 2024, segundo o último relatório de combate à fraude.</P><br />
<P>O valor compara com 1.415,1 milhões de euros recuperados em 2024, de acordo com o mais recente relatório do Governo sobre o combate à fraude e evasão fiscais e aduaneiras de 2025, entregue no parlamento pelo gabinete da secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte, e publicado no site da comissão de orçamento de finanças na semana passada.</P><br />
<P>O montante diz respeito a toda a dívida recuperada, que abrange 1.412,4 milhões de euros de dívidas de tributos (a chamada &#8220;quantia exequenda&#8221;) e 137,8 milhões de euros de juros de mora.</P><br />
<P>A receita obtida pelo Estado através da cobrança coerciva tem origem em processos de execução que são instaurados pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) quando os contribuintes deixam de pagar determinados impostos. Os processos são abertos com o objetivo de o Estado reaver impostos em falta a partir do momento em que os valores passam a ser contabilizados como dívidas fiscais.</P><br />
<P>Além de impostos, o Estado cobra de forma coerciva dívidas de taxas, contribuições financeiras, coimas e outras sanções decorrentes de decisões judiciais relativas a contraordenações tributárias ou de responsabilidade civil.</P><br />
<P>Dos 1.550,2 milhões de euros de dívida fiscal recuperada em 2025, a maior fatia &#8212; mais de um terço &#8212; diz respeito a IVA (523,6 milhões de euros, 34% do total).</P><br />
<P>Em segundo lugar surge a cobrança de IRS (com um total recuperado de 476,3 milhões de euros, 31%) e, em terceiro, o IRC (com a entrada de 281,7 milhões de euros, 18%).</P><br />
<P>Os restantes valores (268,6 milhões de euros, 17%) correspondem a outras dívidas fiscais, nas quais se incluem impostos municipais.</P><br />
<P>Ao contrário do que aconteceu em 2024, em que o Estado teve no IRS a maior fonte de cobrança coerciva, em 2025 o IVA foi o imposto com maior peso. No relatório, o Governo não apenas que a receita recuperada no IVA aumentou 19%, registando o aumento mais expressivo (face a crescimentos de 5% no IRS, de 4% no IRC e de 8% nas outras dívidas).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788567]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Polícia russa detém Boris Nadezhdin, o último rival interno que ainda desafiava o poder de Putin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Boris Nadezhdin]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[Detenção acontece poucos dias depois de o Ministério da Justiça russo ter incluído Nadezhdin no registo de “agentes estrangeiros”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A polícia russa deteve esta segunda-feira Boris Nadezhdin, opositor à guerra na Ucrânia e antigo candidato presidencial que tentou concorrer contra Vladimir Putin nas eleições de 2024. A informação foi divulgada pelo próprio político através das redes sociais.</p>
<p>“A polícia chegou. Estão a levar-me para a esquadra de Dolgoprudny”, escreveu Nadezhdin na sua conta no Telegram, citado pelo &#8216;El Español&#8217;. A cidade situa-se na região de Moscovo, onde o opositor desenvolveu parte significativa da sua atividade política.</p>
<p>Não foram imediatamente divulgadas as razões da detenção nem esclarecido se o político ficou formalmente acusado de algum crime ou infração. Também não era conhecido, no momento do anúncio, durante quanto tempo permaneceria sob custódia.</p>
<p>A detenção acontece poucos dias depois de o Ministério da Justiça russo ter incluído Nadezhdin no registo de “agentes estrangeiros”, uma classificação que impõe fortes restrições à atividade pública e impede os visados de se candidatarem a cargos eletivos.</p>
<p>As autoridades russas acusam o político de divulgar informações que consideram “não fiáveis” sobre decisões do Governo e sobre o sistema eleitoral do país. O Ministério da Justiça atribui-lhe ainda apelos à participação em manifestações e piquetes não autorizados e colaboração na produção de conteúdos ligados a organizações declaradas indesejáveis.</p>
<p>A mesma classificação foi aplicada à associação “Quartel-General dos Candidatos”, à jornalista Yekaterina Voropai e ao ativista e empresário Timofei Rogozhin. Ao contrário destes dois colaboradores, que vivem no estrangeiro, Nadezhdin permaneceu na Rússia.</p>
<p>O antigo deputado preparava uma candidatura às próximas eleições legislativas e procurava recolher milhares de assinaturas nos círculos de Mytishchi e da região de Moscovo. A inclusão no registo de “agentes estrangeiros” inviabilizou essa intenção a pouco mais de dois meses das eleições para a Duma.</p>
<p>Nadezhdin tentou concorrer às eleições presidenciais russas de março de 2024 com uma plataforma contrária à invasão da Ucrânia. A Comissão Eleitoral Central recusou, porém, registar a candidatura, alegando irregularidades nas assinaturas apresentadas pela sua equipa.</p>
<p>O político foi deputado da Duma entre 1999 e 2003 e esteve ligado ao movimento liberal liderado por Boris Nemtsov, opositor assassinado em Moscovo em 2015. Nadezhdin tem comparado a classificação de “agente estrangeiro” ao rótulo soviético de “inimigo do povo”.</p>
<p>A detenção reforça a pressão sobre uma das poucas figuras críticas do Kremlin que continuavam a viver e a desenvolver atividade política dentro da Rússia. Nadezhdin defendia negociações para terminar a guerra e criticava a condução política do país, embora evitasse frequentemente ataques pessoais diretos a Putin.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788560]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Deloitte Legal TELLES reforça liderança com quatro novos sócios e passa a contar com 37 parceiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:51:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Deloitte Legal TELLES reforçou a sua estrutura de liderança com a nomeação de quatro novos sócios, elevando para 37 o número de parceiros da sociedade, que conta atualmente com cerca de 200 advogados distribuídos pelos escritórios de Lisboa e Porto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="103" data-end="354">A Deloitte Legal TELLES reforçou a sua estrutura de liderança com a nomeação de quatro novos sócios, elevando para 37 o número de parceiros da sociedade, que conta atualmente com cerca de 200 advogados distribuídos pelos escritórios de Lisboa e Porto.</p>
<p data-start="356" data-end="689">As promoções inserem-se na estratégia de crescimento orgânico da firma e abrangem áreas consideradas estratégicas para responder aos desafios que as empresas enfrentam, desde a transformação dos modelos de negócio e a crescente complexidade regulatória até às mudanças no mercado de trabalho e às exigências em matéria de compliance.</p>
<p data-start="691" data-end="1025">Diogo Damião foi promovido a sócio da área de Corporate, M&amp;A e Private Equity. Com mais de duas décadas de experiência, tem acompanhado clientes nacionais e internacionais em operações de fusões e aquisições, private equity, reestruturações societárias e constituição de joint ventures, bem como na negociação de contratos comerciais.</p>
<p data-start="1027" data-end="1434">Na área de Contencioso, Arbitragem e Reestruturação, Catarina Guedes de Carvalho passa igualmente a integrar o colégio de sócios. A advogada tem cerca de 20 anos de experiência em reestruturações, insolvências, recuperação de crédito e resolução de litígios, tendo participado em processos nacionais e internacionais de elevada complexidade, sobretudo nos setores da banca, imobiliário, automóvel e aviação.</p>
<p data-start="1436" data-end="1743">João Dotti de Carvalho assume funções como sócio da área de Trabalho e Segurança Social. Ao longo de mais de 20 anos de carreira, tem prestado assessoria a empresas nacionais e multinacionais em matérias laborais, incluindo processos de reestruturação empresarial, negociação coletiva e contencioso laboral.</p>
<p data-start="1745" data-end="2136">Já Nuno Cardoso é promovido a sócio da área de Direito Penal, Contraordenacional e Compliance. Com mais de duas décadas de experiência, lidera esta prática na Deloitte Legal TELLES, acompanhando processos de direito penal económico e financeiro, investigações internas, programas de compliance e iniciativas de prevenção da corrupção, branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo.</p>
<p data-start="2138" data-end="2503">Citado em comunicado, Francisco Espregueira Mendes, Managing Partner da Deloitte Legal TELLES, afirma que estas promoções &#8220;representam muito mais do que um reconhecimento individual&#8221;, refletindo &#8220;a consistência de um projeto que aposta no desenvolvimento de talento e na construção de equipas altamente qualificadas&#8221;, capazes de responder aos desafios dos clientes.</p>
<p data-start="2505" data-end="2776" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Segundo a sociedade, estas nomeações reforçam a aposta no desenvolvimento de talento interno e fazem parte de uma estratégia de crescimento sustentado, assente na especialização e na consolidação da posição da Deloitte Legal TELLES como parceiro estratégico das empresas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788553]]></sapo:autor>
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		<title>&#8216;Amazon para pistolas&#8217;: Trump quer facilitar compra de armas de fogo online nos EUA e reforma pode beneficiar empresa ligada ao filho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:49:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Administração de Donald Trump está a preparar uma profunda alteração às regras de comercialização de armas de fogo nos Estados Unidos, permitindo que determinadas armas adquiridas pela Internet possam ser entregues diretamente na casa dos compradores, sem necessidade de levantamento numa loja física licenciada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Administração de Donald Trump está a preparar uma profunda alteração às regras de comercialização de armas de fogo nos Estados Unidos, permitindo que determinadas armas adquiridas pela Internet possam ser entregues diretamente na casa dos compradores, sem necessidade de levantamento numa loja física licenciada. A proposta, apresentada como uma atualização das regras à realidade do comércio eletrónico e uma forma de reforçar os direitos dos proprietários de armas, está a gerar forte controvérsia, não apenas pelas implicações para a segurança pública, mas também pelo potencial benefício para a GrabAGun, uma das maiores plataformas norte-americanas de venda de armas online, da qual Donald Trump Jr. é conselheiro e acionista.</p>
<p>Atualmente, os norte-americanos já podem comprar armas através da Internet, mas o processo termina obrigatoriamente numa loja autorizada, onde um vendedor licenciado procede à verificação da identidade do comprador, confirma os antecedentes criminais, mantém os registos exigidos por lei e fica sujeito à fiscalização do Bureau of Alcohol, Tobacco, Firearms and Explosives (ATF), a agência federal responsável pela supervisão do comércio de armas. A proposta da Administração Trump pretende eliminar esse último passo em determinadas circunstâncias, permitindo que vendedores autorizados concluam todo o processo remotamente e enviem a arma diretamente para o comprador, desde que a transação ocorra dentro do mesmo estado. A Casa Branca garante que continuarão a existir verificações de identidade, controlo de antecedentes e períodos de espera quando aplicáveis, mas organizações defensoras de um maior controlo das armas consideram que a medida transformará a aquisição de uma pistola numa experiência semelhante à compra de qualquer outro produto numa plataforma de comércio eletrónico.</p>
<p>A dimensão política da reforma ganha particular relevância devido ao envolvimento de Donald Trump Jr. na GrabAGun, empresa texana especializada na venda online de armas, munições e acessórios. O filho mais velho do Presidente integrou o conselho de administração e assumiu funções de consultor após a vitória eleitoral do pai, recebendo 300 mil ações da empresa, equivalentes a pouco mais de 1% do capital. Desde então, o valor dessa participação tem variado significativamente em bolsa, mas os críticos da reforma sublinham que qualquer alteração legislativa que facilite as vendas remotas poderá beneficiar diretamente uma empresa onde Trump Jr. detém interesses financeiros. A GrabAGun preparava-se há vários meses para esse cenário, tendo lançado em janeiro a PEW Logistics, uma subsidiária criada para disponibilizar aos fabricantes um serviço integrado de vendas diretas, incluindo plataforma digital, processamento de encomendas, cumprimento das exigências legais, logística e gestão de dados dos clientes. O filho do Presidente e os seus colaboradores rejeitam qualquer conflito de interesses, defendendo que a iniciativa visa exclusivamente proteger o direito constitucional à posse e porte de armas.</p>
<p>A proposta faz parte de um pacote muito mais vasto de desregulação do setor das armas, através do qual a Administração Trump pretende revogar mais de três dezenas de medidas introduzidas durante a presidência de Joe Biden. Entre as alterações previstas está o fim da política de &#8220;tolerância zero&#8221; que permitiu retirar mais de 600 licenças a comerciantes que falsificavam registos, omitiram verificações de antecedentes ou venderam armas a pessoas legalmente impedidas de as adquirir. Com a nova abordagem, a revogação de uma licença apenas poderá ocorrer se for demonstrado que o vendedor tinha consciência de que estava a violar a lei. A reforma prevê igualmente facilitar o acesso às armas para algumas pessoas anteriormente sujeitas a restrições relacionadas com problemas de saúde mental ou incapacidade para gerir os próprios assuntos financeiros, além de reduzir a supervisão sobre determinados acessórios, como estabilizadores que podem tornar algumas armas mais fáceis de ocultar e utilizar. Segundo o próprio ATF, citado nos documentos de análise da reforma, o impacto destas alterações poderá variar entre consequências mínimas e cenários que envolvam &#8220;vítimas em massa&#8221;.</p>
<p>Em paralelo, a Administração Trump continua a contestar judicialmente restrições impostas por estados liderados pelos democratas, incluindo proibições de espingardas semiautomáticas no Colorado, Virgínia e Distrito de Columbia, bem como limitações aplicadas pela Califórnia à comercialização de pistolas Glock e modelos semelhantes. Enquanto organizações dedicadas ao controlo das armas denunciam um ataque à segurança pública e alguns estados acusam Washington de interferir nas suas competências, também pequenas lojas de armas receiam perder competitividade perante grandes plataformas digitais como a GrabAGun. Do lado oposto, os setores mais conservadores do movimento pró-armas consideram que Trump ainda não foi suficientemente longe e defendem a eliminação de um número ainda maior de controlos, registos e obrigações impostas ao comércio de armas. A reforma tornou-se, assim, mais do que uma simples alteração administrativa: representa um novo capítulo na política de desregulação da Administração Trump e reacende o debate sobre o equilíbrio entre direitos constitucionais, segurança pública e potenciais conflitos de interesses envolvendo o círculo próximo do Presidente norte-americano.</p>
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		<title>Ministro da Agricultura defende gestão inteligente da água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:44:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, defendeu hoje uma "gestão inteligente da água", que reduza as perdas para o mar através de mais armazenamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, defendeu hoje uma &#8220;gestão inteligente da água&#8221;, que reduza as perdas para o mar através de mais armazenamento.</p>
<p>&#8220;Temos que fazer uma gestão inteligente da água com vários objetivos: um objetivo de consumo humano, um objetivo de agricultura, de indústria e de proteção civil&#8221;, referiu o responsável, em declarações à margem do Conselho de ministros da Agricultura e Pescas da União Europeia (UE).</p>
<p>&#8220;Não podemos deixar fugir a água toda para o mar, temos de armazenar para depois a distribuir&#8221;, acrescentou, referindo ainda que &#8220;há um outro investimento anterior a isso tudo, que é o da poupança. Nós temos poupar, mas depois temos que agir se necessário com redes interligadas&#8221;.</p>
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		<title>Hospital de Sintra aproveita metade da capacidade instalada para cirurgias no primeiro ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:44:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[No primeiro ano de funcionamento, o Hospital de Sintra atendeu 35.600 urgências e utilizou apenas metade da sua capacidade instalada para cirurgias, com cerca de 2.000 operações em ambulatório efetuadas nesse período.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No primeiro ano de funcionamento, o Hospital de Sintra atendeu 35.600 urgências e utilizou apenas metade da sua capacidade instalada para cirurgias, com cerca de 2.000 operações em ambulatório efetuadas nesse período.</p>
<p>Integrado na Unidade Local de Saúde (ULS) Amadora-Sintra, o novo hospital foi inaugurado em 14 de julho de 2025, projetado para ser complementar ao Hospital Fernando Fonseca (HFF), um dos mais sobrecarregados do país e que serve uma população de cerca de 600 mil pessoas, cerca de um terço das quais sem equipa de médico de família atribuída.</p>
<p>Um ano depois da inauguração, a administração da ULS Amadora-Sintra considerou que a abertura faseada das portas do HS aliviou &#8220;parcialmente&#8221; a pressão sobre as urgências do HFF.</p>
<p>&#8220;A abertura do Hospital de Sintra permitiu distribuir a resposta por duas unidades hospitalares, aumentando a capacidade instalada e aproximando os cuidados de saúde da população&#8221;, adiantou a ULS à agência Lusa.</p>
<p>Embora tenha contribuído para reforçar a capacidade assistencial e para uma melhor distribuição da atividade entre as duas unidades hospitalares, os responsáveis da unidade local de saúde reconheceram que a elevada procura por cuidados de saúde &#8220;continua a constituir um desafio permanente&#8221;.</p>
<p>Ao longo do primeiro ano de atividade, foram registados cerca de 35.600 episódios de urgência, o que corresponde a cerca de 60% das 60.000 urgências anuais projetadas para o novo hospital, maioritariamente classificados como pulseira verde.</p>
<p>Apesar de ser uma urgência básica, o Hospital de Sintra disponibiliza várias valências diferenciadas, como sala de eletrocardiograma, unidade de serviço de observação, sala de pequena cirurgia e apoio permanente do centro tecnológico de imagiologia, equipado com radiologia convencional e TAC.</p>
<p>Quanto à atividade cirúrgica, os dados da ULS indicam que foram efetuados cerca de 2.000 procedimentos cirúrgicos em ambulatório, uma atividade que decorreu, nesta fase inicial, aproveitando apenas metade da capacidade instalada.</p>
<p>&#8220;Tendo em conta que só foi utilizada 50% dessa capacidade, é expectável que, com a mobilização de recursos, o número de cirurgias possa vir a aumentar&#8221;, reconheceu a ULS, adiantando que foram ainda realizadas cerca de 22.500 consultas externas no primeiro ano de funcionamento, das quais 10.000 foram primeiras consultas de utentes.</p>
<p>Já a Unidade de Patologia Clínica respondeu às necessidades de cerca de 800 doentes por mês da ULS Amadora-Sintra, enquanto o Centro de Diagnóstico realizou aproximadamente 20.000 procedimentos, referem os números enviados à Lusa.</p>
<p>Perante estes números, a administração da ULS Amadora-Sintra realçou que se tratou de um período de &#8220;aprendizagem e consolidação&#8221;, salientando que a abertura de um novo hospital mas &#8220;não elimina, por si só, os desafios estruturais&#8221;, como a escassez de profissionais de saúde, a consolidação das equipas e a adaptação contínua dos processos de assistência aos utentes.</p>
<p>Quanto aos recursos humanos, os profissionais que trabalham no Hospital de Sintra foram, na sua maioria, transferidos do HFF e mantêm-se atualmente em funções, tendo sido substituídos por outros profissionais nos seus serviços de origem.</p>
<p>&#8220;Foi privilegiada a transferência de profissionais com experiência profissional nas diversas áreas para garantir segurança dos cuidados, uma vez que as equipas são mais pequenas e necessitam de maior autonomia&#8221;, alegou a ULS, adiantando que também foram transferidos profissionais que residem nas proximidades do novo hospital para possibilitar &#8220;terem maior qualidade de vida&#8221;.</p>
<p>Além disso, &#8220;sempre que se revelou necessário para assegurar a continuidade da prestação de cuidados e responder às necessidades identificadas&#8221;, foram recrutados novos profissionais, avançou a ULS, sem especificar quantos.</p>
<p>&#8220;É de prever que, com o aumento da capacidade assistencial, o número de colaboradores possa vir a aumentar&#8221;, admitiu.</p>
<p>O Hospital de Sintra representou um investimento de cerca de 81 milhões de euros. A construção iniciou-se em 2021 e ascendeu a cerca de 64 milhões de euros, suportados pela Câmara Municipal de Sintra, enquanto a aquisição de equipamentos e mobiliário representou um investimento de 17 milhões de euros.</p>
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		<title>AICEP chega a cerca de 7.000 empresas no primeiro semestre e reforça capacitação para a internacionalização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:40:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal registou um forte crescimento da sua atividade de capacitação empresarial durante o primeiro semestre de 2026, alcançando cerca de 7.000 empresas portuguesas, um aumento superior a 400% face ao mesmo período do ano passado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal registou um forte crescimento da sua atividade de capacitação empresarial durante o primeiro semestre de 2026, alcançando cerca de 7.000 empresas portuguesas, um aumento superior a 400% face ao mesmo período do ano passado. Os resultados refletem o reforço da estratégia da agência para preparar as empresas nacionais para competir nos mercados internacionais, através de ações de formação orientadas para as principais áreas ligadas à internacionalização.</p>
<p>Entre janeiro e junho, a Academia AICEP promoveu 70 ações de capacitação, mais do triplo das realizadas no período homólogo de 2025. Os programas abrangeram temas considerados estratégicos para a atividade exportadora, nomeadamente comércio internacional, branding, acesso a novos mercados, acordos comerciais, inovação e setores prioritários da economia portuguesa. Para Paulo Rios, administrador da AICEP responsável pela Academia, &#8220;estes resultados demonstram que as empresas portuguesas procuram cada vez mais conhecimento especializado para responder aos desafios da internacionalização&#8221;, acrescentando que &#8220;a Academia AICEP tem vindo a afirmar-se como um parceiro estratégico das empresas, disponibilizando formação prática, orientada para resultados e alinhada com as exigências dos mercados internacionais&#8221;.</p>
<p>Entre as iniciativas que reuniram maior adesão destaca-se a sessão dedicada ao Acordo de Comércio entre a União Europeia e o Mercosul, que envolveu 1.623 empresas e 1.928 participantes. Seguiram-se o Programa de Capacitação para o Setor dos Vinhos, que contou com a participação de 1.258 empresas e 1.589 participantes, e o programa Criar Marcas com Reconhecimento Internacional, igualmente frequentado por 1.258 empresas, reunindo 1.465 participantes. A AICEP sublinha ainda que a qualidade da oferta formativa continuou a evoluir, registando uma avaliação média de 4,77 pontos pelos participantes, um resultado superior ao obtido no período homólogo.</p>
<p>Na segunda metade do ano, a Academia AICEP prevê alargar a sua oferta formativa com novos programas focados nas necessidades emergentes das empresas exportadoras. Entre as principais novidades estão o lançamento de um Programa de Inteligência Artificial para a Exportação, uma nova edição do Programa de Capacitação em ESG, a continuidade da formação em Economia de Defesa e um conjunto de Master Classes dedicadas à captação de investimento. Paulo Rios considera que &#8220;a forte adesão aos programas confirma que as empresas procuram respostas concretas para desafios muito específicos, desde a diversificação de mercados até à incorporação da inteligência artificial, da sustentabilidade ou da gestão de cadeias de abastecimento&#8221;, acrescentando que &#8220;o nosso objetivo é antecipar essas necessidades e transformar conhecimento em capacidade de ação para as empresas portuguesas&#8221;.</p>
<p>Apesar dos resultados positivos, a AICEP identifica como um dos principais desafios para os próximos meses a recuperação da sua base histórica de contactos empresariais, na sequência da renovação dos consentimentos exigida pelo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD). A agência encontra-se atualmente a desenvolver uma campanha destinada à obtenção dessas autorizações, considerando que este processo será determinante para garantir que um número crescente de empresas continua a receber informação sobre as ações de capacitação e as oportunidades disponibilizadas pela Academia AICEP no âmbito da internacionalização.</p>
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		<title>Operadora Telefónica na Alemanha prepara corte de mais de 1.000 empregos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A operadora de telecomunicações Telefónica na Alemanha está a discutir com os representantes dos trabalhadores um plano de reestruturação que poderá implicar a eliminação de mais de 1.000 postos de trabalho, cerca de 15% da força laboral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A operadora de telecomunicações Telefónica na Alemanha está a discutir com os representantes dos trabalhadores um plano de reestruturação que poderá implicar a eliminação de mais de 1.000 postos de trabalho, cerca de 15% da força laboral.</p>
<p>&#8220;Estamos a elaborar uma transformação integral da empresa para garantir a competitividade e viabilidade a longo prazo&#8221;, referiu a operadora em comunicado.</p>
<p>A empresa confirmou hoje estar a analisar várias medidas para reforçar a competitividade e assegurar a viabilidade a longo prazo, mas recusou comentar números, impactos concretos ou prazos, alegando respeito pelas negociações em curso com sindicatos e trabalhadores.</p>
<p>A imprensa alemã diz estar em causa a eliminação de mais de 1.000 postos de trabalho, dos cerca de 6.800 atuais, tendo a empresa já fechado acordos para saídas voluntárias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788544]]></sapo:autor>
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		<title>De Zurique para os EUA: FIFA não abandona Miami após o Mundial e mantém operação com 700 trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão representa uma mudança no modelo tradicional de organização dos campeonatos do mundo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando terminar o Mundial masculino de 2026, a FIFA não deverá simplesmente desmontar a operação criada nos Estados Unidos e regressar a Zurique. A organização pretende manter aberto o escritório de Miami e usá-lo como base para preparar os próximos grandes eventos desportivos nas Américas.</p>
<p>A decisão representa uma mudança no modelo tradicional de organização dos campeonatos do mundo. Em vez de depender de uma estrutura local criada para cada torneio e dissolvida depois da final, a FIFA quer conservar as equipas, os contactos e o conhecimento acumulados durante a competição, segundo avança o &#8216;POLITICO&#8217;.</p>
<p>O plano começou com a transferência de cerca de 50 trabalhadores experientes da sede de Zurique para Miami. Esse núcleo contratou posteriormente novos profissionais e serviu de base ao crescimento da operação, explicou ao &#8216;POLITICO&#8217; um consultor sénior da organização.</p>
<p>Inaugurado em 2023, o escritório da FIFA em Miami conta atualmente com mais de 700 trabalhadores a tempo inteiro. Durante o Mundial, funcionou como centro operacional da competição, acolhendo vários responsáveis de topo, incluindo o secretário-geral da organização, Heimo Schirgi.</p>
<p>A dimensão da estrutura poderá diminuir depois da final, mas a presença da FIFA no sul da Florida deverá manter-se. A equipa terá como prioridade os próximos torneios e eventos internacionais realizados no continente americano.</p>
<p>O Brasil recebe o Mundial feminino em 2027, enquanto a FIFA participará na gestão das competições de futebol dos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028. Em 2030, apesar de Portugal, Espanha e Marrocos concentrarem a maioria dos jogos do Mundial masculino, Uruguai, Argentina e Paraguai vão acolher uma partida inaugural cada um, numa homenagem ao centenário da competição.</p>
<p>No ano seguinte, os Estados Unidos deverão receber o Mundial feminino de 2031, garantindo à FIFA outro grande evento em território americano pouco depois da competição masculina de 2026.</p>
<p>Segundo o &#8216;POLITICO&#8217;, a organização acredita que a experiência reunida durante o maior Mundial de sempre poderá tornar-se um ativo permanente. A estratégia acompanha a crescente importância da América do Norte como mercado para o futebol e reforça a intenção da FIFA de manter uma presença mais próxima dos patrocinadores, adeptos e organizadores da região.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788529]]></sapo:autor>
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		<title>Rede Floresta do Futuro alerta para pior início de época de incêndios desde 2017 e acusa Governo de abandonar o mundo rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:33:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Floresta do Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 30 mil hectares de área ardida até aos primeiros dias de julho fazem deste o pior início de época de incêndios em Portugal desde 2017, alerta a Rede de Resposta a Incêndios Floresta do Futuro, que acusa o Governo de não responder aos problemas estruturais da floresta e do mundo rural.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 30 mil hectares de área ardida até aos primeiros dias de julho fazem deste o pior início de época de incêndios em Portugal desde 2017, alerta a Rede de Resposta a Incêndios Floresta do Futuro, que acusa o Governo de não responder aos problemas estruturais da floresta e do mundo rural. Em comunicado, a organização sustenta que o cenário atual era previsível e considera que os próximos meses poderão ser ainda mais graves, face às condições existentes no território.</p>
<p>Segundo a rede, só no início de julho arderam mais de 15 mil hectares, tornando o incêndio de Vouzela num dos maiores mega-incêndios da história recente do país. A organização afirma que esta evolução não foi inesperada, apontando como principais fatores as tempestades de janeiro, que deixaram grandes quantidades de madeira derrubada no terreno, o calor extremo associado à crise climática e o fenómeno Super El Niño, que, segundo refere, já começou. A organização acrescenta ainda que Portugal continua a apresentar cerca de um milhão de hectares de eucaliptal — que descreve como a maior área relativa de eucalipto do mundo —, mantendo extensas áreas sem gestão e um mundo rural marcado pelo abandono.</p>
<p>A Rede Floresta do Futuro considera que a resposta política tem sido insuficiente e critica o que classifica como uma estratégia de agravamento do abandono do território. Citada no comunicado, Sílvia Carreira, da organização, afirma que &#8220;perante esta realidade, a resposta é permitir que o abandono se agrave e criar condições para uma exploração cada vez mais intensiva dos solos, dos recursos naturais e das populações&#8221;, acrescentando que &#8220;a política pública é extremamente simples: deixar queimar e promover o abandono que embaratece a exploração dos solos, dos recursos e das pessoas que ainda resistem no interior&#8221;.</p>
<p>No mesmo comunicado, a organização dirige críticas ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, referindo que, enquanto o país enfrentava incêndios, calor extremo e vítimas associadas às elevadas temperaturas e à inalação de fumo, o chefe do Governo se deslocou aos Estados Unidos para assistir ao Mundial de Futebol. Para a Rede Floresta do Futuro, esta deslocação simboliza &#8220;o distanciamento entre o poder político e a realidade vivida pelas populações&#8221;, defendendo que &#8220;o abandono do país e em particular das regiões rurais é absoluto, intencional e que já nem sequer é escondido&#8221;. A organização acrescenta que &#8220;o povo está entregue a si mesmo e os governos completamente divorciados de quem supostamente representariam&#8221;.</p>
<p>Perante este cenário, a Rede de Resposta a Incêndios Floresta do Futuro garante que continuará a acompanhar a evolução da época de fogos e rejeita a ideia de que os incêndios florestais sejam inevitáveis. A organização defende uma transformação profunda da gestão do território, baseada na redução da dependência do eucalipto, na descarbonização da economia através da diminuição efetiva das emissões provenientes dos combustíveis fósseis, na rejeição de soluções assentes em megaprojetos energéticos sem ordenamento do território e numa maior democratização da gestão dos recursos naturais, considerando que só alterações estruturais poderão reduzir a repetição de tragédias como as que voltam a marcar o verão de 2026.</p>
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