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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Médio Oriente: Trump ameaça Irão com ataques &#8220;muito piores&#8221; se voltar a atacar navios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 22:34:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou hoje o Irão com ataques "muito piores", caso a República Islâmica volte a atacar navios mercantes no Estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou hoje o Irão com ataques &#8220;muito piores&#8221;, caso a República Islâmica volte a atacar navios mercantes no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Após as forças armadas norte-americanas anunciarem ter lançado uma série de ataques contra alvos no Irão, em retaliação por este país ter atingido navios mercantes em águas próximas de Omã, Trump recorreu às redes sociais para uma mensagem ameaçadora.</P><br />
<P>&#8220;Isto é em resposta ao bombardeamento iraniano de navios ontem (terça-feira). Se voltar a acontecer, será muito pior!&#8221;, publicou Trump na rede Truth Social, legendando uma foto que mostra um incêndio perto de uma cidade.</P><br />
<P>Trump tinha ameaçado hoje desencadear mais ações militares contra o Irão, após afirmar que os ataques iranianos contra navios civis assinalavam o fim do cessar-fogo em vigor, assinado em junho.</P><br />
<P>O Comando Central militar norte-americano (CENTCOM) adiantou nas redes sociais que, por ordem do Presidente Donald Trump, as forças norte-americanas &#8220;iniciaram ataques adicionais contra o Irão com o objetivo de reduzir ainda mais as suas capacidades de ameaçar a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz&#8221;. </P><br />
<P>A vaga de ataques, pela segunda noite consecutiva, surge em resposta aos &#8220;recentes ataques injustificados&#8221; perpetrados pelo Irão no disputado Estreito de Ormuz &#8220;contra navios mercantes e as suas tripulações civis&#8221;, que &#8220;estavam a navegar livremente por esta via navegável internacional de importância estratégica&#8221;, adianta a mesma fonte.</P><br />
<P>A imprensa estatal iraniana confirmou explosões em vários pontos da costa iraniana.</P><br />
<P>A agência de notícias oficial iraniana IRNA relatou o sobrevoo de jatos de combate sobre a Ilha de Kish e várias explosões nas cidades portuárias de Bandar Abbas, Konarak e Chabahar, algumas das quais sofreram cortes de energia.</P><br />
<P>O CENTCOM confirmou na terça-feira ataques contra mais de 80 alvos em território iraniano, na sequência de disparos contra três navios comerciais no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O comando militar norte-americano indicou que mais de 60 pequenas embarcações dos Guardas da Revolução iranianos foram atacadas &#8220;para reduzir a capacidade do Irão de continuar a atacar o comércio internacional que flui através do corredor comercial internacional&#8221;.</P><br />
<P>A Guarda da Revolução iraniana anunciou esta madrugada ter atingido 85 instalações militares norte-americanas no Kuwait e no Bahrein, em resposta a bombardeamentos dos Estados Unidos em território iraniano.</P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano emitiu uma &#8220;séria advertência sobre as consequências do incumprimento do acordo&#8221;.</P><br />
<P>Os últimos ataques lançados pelo Irão não causaram vítimas entre os militares norte-americanos nem danos significativos nas instalações, afirmou hoje um responsável militar dos Estados Unidos sob condição de anonimato à agência de notícias France-Presse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787160]]></sapo:autor>
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		<title>Cerca de 1.500 pessoas em protesto contra falta de água na Costa da Caparica, em Almada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 22:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Almada, Setúbal, 08 jul (Lusa) -- Cerca de 1.500 pessoas juntaram-se hoje num protesto contra a falta de água na Costa da Caparica em que exigiram soluções para o problema e pediram a demissão da presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Almada, Setúbal, 08 jul (Lusa) &#8212; Cerca de 1.500 pessoas juntaram-se hoje num protesto contra a falta de água na Costa da Caparica em que exigiram soluções para o problema e pediram a demissão da presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros.</P><br />
<P>A população tinha inicialmente convocado um cordão humano, mas o protesto acabou por assumir a forma de um desfile entre o Centro Comercial O Pescador e a rotunda de acesso ao IC21, sob vigilância de um forte dispositivo da GNR.</P><br />
<P>&#8220;Inês para a rua, Almada não e tua&#8221;, foi uma das muitas palavras de ordem dirigidas à presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros (PS), que os manifestantes responsabilizam pela falta de água no concelho do distrito de Setúbal.</P><br />
<P>Para João Paulo, morador em Santo António da Caparica, a falta de água nas últimas semanas tem sido &#8220;insuportável&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando as pessoas têm de acordar cedo para ir trabalhar e chegam à torneira sem uma gota de água, isto torna-se insuportável. É revelador da incompetência da governação da Câmara Municipal de Almada&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O morador acusou ainda o município de não ter aproveitado fundos europeus destinados à melhoria da rede de abastecimento.</P><br />
<P>&#8220;A Câmara sabia que existiam meios da União Europeia para substituir e melhorar o sistema de distribuição de água e não o fez, por incúria ou incompetência&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Questionado sobre o que espera após o protesto, João Paulo defendeu que Inês de Medeiros já não tem condições para continuar no cargo.</P><br />
<P>&#8220;Que peça a demissão ou que o secretário-geral do Partido Socialista lhe tire a confiança política&#8221;, disse.</P><br />
<P>Márcia Tavares, residente há cerca de 30 anos na Costa da Caparica, admitiu que há situações pontuais de falta de água que são toleráveis, mas considera que a situação atual é inaceitável.  </P><br />
<P> &#8220;É uma vergonha. Tivemos dias seguidos sem água, com temperaturas de 30 e 40 graus, e ninguém dá uma explicação nem assume responsabilidades&#8221;, afirmou, assegurando que a falta de água se agravou nas últimas semanas.</P><br />
<P>&#8220;Há crianças, idosos e lares sem água. Só queremos uma solução. Não estamos a pedir nada de extraordinário, apenas água, que é um bem essencial&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Márcia Tavares criticou ainda a gestão do abastecimento de água, defendendo que, caso as interrupções fossem inevitáveis, deveriam ser distribuídas de forma faseada pelas diferentes freguesias do concelho.</P><br />
<P> Para Ana Paula Gonçalves, residente na Costa da Caparica, é um drama sair do trabalho sem saber se vai ter água para tomar banho em casa.</P><br />
<P>&#8220;Os canos estão degradados há muitos anos. Agora dizem que vão fazer furos, mas isso não resolve tudo. Se quisessem, pediam água a um concelho vizinho&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Já Maria Manuela, de 80 anos, residente desde sempre na Costa da Caparica, garante nunca ter vivido uma situação semelhante.</P><br />
<P>&#8220;Nunca passei por isto. Antes, quando havia uma rotura, reparavam-na e ao fim de cinco ou seis horas já tínhamos água. Agora é demasiado&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A idosa contou ainda que permanece acordada durante a noite &#8220;à espera de ouvir o autoclismo encher&#8221; e lamentou as dificuldades provocadas pela falta de abastecimento.</P><br />
<P>Presente na manifestação, o deputado do Livre eleito por Setúbal, Paulo Muacho, disse estar na Costa da Caparica para manifestar &#8220;solidariedade com a população e exigir esclarecimentos&#8221; às entidades responsáveis.</P><br />
<P>&#8220;Estas pessoas estão sem água há vários dias e precisam de uma resposta das entidades públicas. O problema tem de ser resolvido com urgência&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Paulo Muacho revelou ainda que o Livre já pediu audições parlamentares à presidente da Câmara Municipal de Almada, ao presidente dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Almada e à Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), para apurar as causas das sucessivas falhas no abastecimento.</P><br />
<P>Também presente no protesto, o deputado do Bloco de Esquerda Fabian Figueiredo manifestou solidariedade com a população afetada e considerou que a situação exige uma resposta rápida das entidades competentes.</P><br />
<P>O parlamentar defendeu ainda que é necessário apurar as causas das falhas no abastecimento, garantir transparência na informação prestada aos moradores e acelerar os investimentos necessários para assegurar que situações desta natureza não se repitam, sublinhando que o &#8220;acesso à água constitui um direito essencial&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787159]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha sem rumo entre tensão EUA-Irão e atração dos semicondutores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 22:00:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem direção, crispada pelo agravamento da situação entre EUA e Irão, que suscitou o aumento das cotações do petróleo e dos rendimentos obrigacionistas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem direção, crispada pelo agravamento da situação entre EUA e Irão, que suscitou o aumento das cotações do petróleo e dos rendimentos obrigacionistas.  </P><br />
<P>O resultado da sessão indica que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average cedeu 1,09% e o alargado S&amp;P500 perdeu 0,28%, ao passo que, pelo contrário, o tecnológico Nasdaq avançou 0,20%, graças às compras a bom preço nos semicondutores.</P><br />
<P>&#8220;A escalada da tensão entre Washington e Teerão provoca turbulência em Wall Street, com Donald Trump a declarar que o cessar-fogo acabou&#8221;, resumiu Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Trump avisou hoje que os Estados Unidos se preparavam para atacar mais uma vez o Irão. </P><br />
<P>Depois destas afirmações, as cotações do petróleo subiram cerca de 5%, com o Brent a chegar mesmo a superar os 80 dólares em sessão pela primeira vez em duas semanas. </P><br />
<P>&#8220;Os investidores receiam uma subida generalizada dos custos&#8221; para as empresas e &#8220;uma inflação mais forte&#8221;, realçou Torres.</P><br />
<P>&#8220;Os valores sensíveis à conjuntura estão a sofrer&#8221;, apontou, mencionando o turismo (Airbnb -3,93%; Booking -4,21%) e os bancos (JPMorgan -2,54%; Bank of America -2,61%).</P><br />
<P>As petrolíferas beneficiaram do agravamento da situação, com a Chevron a ganhar 1,11%) e a ConocoPhillips 2,10%.</P><br />
<P>No setor tecnológico, &#8220;os valores dos semicondutores suscitaram algum interesse depois das perdas na véspera&#8221;, apontaram os analistas da Briefing.com, casos de Nvidia (3,65%), Micron (1,11%) e Broadcom (4,83%).</P><br />
<P>Por outro lado, a divulgação das minutas da última reunião do Comité Monetário da Reserva Federal não teve impacto relevante no mercado. </P><br />
<P>&#8220;Se se puder tirar alguma indicação prospetiva é a de o comité está a examinar um leque amplo de cenários e não vai decidir sem ter a clareza necessária&#8221;, interpretou Jeffrey Roach, economista-chefe do LPL Financial.</P><br />
<P>O mercado mantém a expectativa de uma subida da taxa de juro de referência em setembro, segundo o apanhado de previsões feitas pelo CME FedWatch.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787152]]></sapo:autor>
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		<title>Polo Museológico do Coliseu Micaelense reabre ampliado e remodelado para proporcionar &#8220;viagem no tempo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Polo Museológico do Coliseu Micaelense, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel (Açores), reabriu hoje ampliado e remodelado, após uma década encerrado, para proporcionar aos visitantes uma "verdadeira viagem no tempo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Polo Museológico do Coliseu Micaelense, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel (Açores), reabriu hoje ampliado e remodelado, após uma década encerrado, para proporcionar aos visitantes uma &#8220;verdadeira viagem no tempo&#8221;.</P><br />
<P>O espaço abriu as portas ao público pela primeira vez a 10 de maio de 2007, por ocasião da comemoração do 90.º aniversário da inauguração da &#8220;maior casa de espetáculos dos Açores&#8221; e fechou em 2016, segundo a presidente do conselho de administração do Coliseu Micaelense, Cila Simas. </P><br />
<P>Entre 2024 e 2025, foi efetuada uma investigação que permitiu &#8220;recolher mais de 600 documentos&#8221; sobre o complexo cultural, adiantou.</P><br />
<P>Assim, como a informação e as memórias do Coliseu &#8220;precisavam de uma casa estruturada&#8221;, o espaço museológico foi dividido em 14 secções distintas que levam o visitante &#8220;a uma verdadeira viagem no tempo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Desde Ponta Delgada antiga, os nossos fundadores [do Coliseu], passando pela magia do cinema, do circo, do teatro, até aos icónicos grandes bailes de Carnaval e de Réveillon, sem esquecer as grandes figuras que pisaram o nosso palco&#8221;, disse Cila Simas.</P><br />
<P>No discurso inaugural, acrescentou que na renovação há espaços que &#8220;tocam de forma muito particular&#8221;, a começar pela primeira secção &#8220;inteiramente dedicada ao ator mais velho do mundo e ativo&#8221;, Rui de Carvalho, que ali apresentou a peça &#8220;Rui de Carvalho uma História de Vida&#8221;.</P><br />
<P>O Polo Museológico do Coliseu Micaelense também inclui, entre outras, secções dedicadas ao arquivo discográfico e literário (vinis e livros), &#8220;os primeiros tempos&#8221; (fotografias e objetos) e sobre os &#8220;grandes&#8221; atores e artistas que por ali passaram, destacando também José Pracana e a fadista Amália Rodrigues.</P><br />
<P>No espaço museológico que ocupa o último anel (a galeria) da sala principal do edifício, também existem zonas dedicadas ao cinema (fotos de artistas, antigas máquinas de projetar e bobines) e à história do edifício, com vários tipos de cadeiras antigas, onde as pessoas se podem sentar e visualizar um documentário.</P><br />
<P>O secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos, que esteve na inauguração, valorizou o projeto por considerar &#8220;muito importante&#8221; perpetuar memórias.</P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, lembrou que a Cultura &#8220;define e demonstra como é que um povo se revê e reconhece ao longo de determinado tempo e ao longo da vida e de cada época&#8221;, salientando que &#8220;o ato de criação cultural em determinada época é diferente do ato de criação cultural numa outra época&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E, por isso, vermos aqui um polo museológico que faz esta retrospetiva, conta uma história &#8211; e uma história já mais do que centenária da vida desta instituição -, por onde passaram grandes artistas multidisciplinares, desde o teatro ao circo, à música, ao próprio convívio da população desta comunidade, eu acho que é, na verdade, uma decisão muito relevante da administração deste Coliseu&#8221;, disse.</P><br />
<P>Na sua opinião, o espaço vai permitir que, sobretudo as novas gerações, &#8220;possam conhecer a sua própria história [&#8230;] através da cultura das manifestações culturais&#8221; retratadas.</P><br />
<P>Já o presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Pedro Nascimento Cabral, disse que o espaço, que reabriu ao público no ano em que Ponta Delgada é responsável pela organização da Capital Portuguesa da Cultura, é também &#8220;um gesto público de gratidão&#8221; a todos aqueles que ergueram o projeto do Coliseu Micaelense e o têm mantido em funcionamento.</P><br />
<P>&#8220;É um momento de gratidão, um momento de memória, de reconhecermos o trabalho indelével que foi feito ao longo de gerações, para que hoje possamos estar aqui no Coliseu Micaelense&#8221;, disse.</P><br />
<P>Por sua vez, a diretora regional da Cultura, Judite Parreira, considerou que o itinerário permite &#8220;uma viagem pelo riquíssimo legado&#8221; de uma instituição de referência e uma &#8220;revisitação dos bens patrimoniais que contam a sua extraordinária história&#8221;.</P><br />
<P>As visitas ao novo espaço museológico realizam-se de segunda a sexta-feira mediante marcação prévia e são gratuitas até ao final do ano.</P><br />
<P>O Coliseu Micaelense, considerado &#8220;a maior casa de espetáculos dos Açores&#8221;, foi inaugurado em 10 de maio de 1917.</P><br />
<P>O equipamento cultural de Ponta Delgada tem capacidade para cerca de 1.300 espetadores sentados e, pela sua dimensão e características, assume-se como &#8220;o espaço coberto melhor adequado para os maiores eventos da Região Autónoma dos Açores&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787151]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Deputados criticam desinvestimento e &#8220;arrogância&#8221; da FLAD para com os Açores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:40:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os deputados ao parlamento dos Açores criticaram hoje a falta de investimento da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) no arquipélago e a "prepotência e arrogância" dos seus representantes, que se recusaram a comparecer a uma comissão parlamentar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os deputados ao parlamento dos Açores criticaram hoje a falta de investimento da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) no arquipélago e a &#8220;prepotência e arrogância&#8221; dos seus representantes, que se recusaram a comparecer a uma comissão parlamentar.</P><br />
<P>&#8220;Os senhores tiveram uma atitude de prepotência e arrogância vergonhosa, e é lamentável para os Açores esta postura da FLAD&#8221;, criticou a deputada do Chega, Olivéria Santos, durante a discussão na sede do parlamento, na Horta, de uma proposta que recomenda ao Governo a promoção de diligências com vista ao reforço da presença institucional daquela fundação nas ilhas.</P><br />
<P>O Chega entende que a FLAD deveria ter uma representação efetiva nos Açores, com uma delegação permanente na região, e exige ainda que a fundação promova mais investimento no arquipélago, atendendo a que a origem da sua criação reside na Base das Lajes, infraestrutura militar utilizada pelos norte-americanos, sedeada na ilha Terceira.</P><br />
<P>Berto Messias, líder parlamentar do PS, criticou também a atitude dos responsáveis da FLAD, por não terem comparecido na comissão parlamentar, quando convocados pelos deputados, apontando o dedo ao açoriano Carlos Costa Neves, antigo líder do PSD/Açores, recentemente eleito para administrador daquela fundação.</P><br />
<P>&#8220;Acho que o doutor Carlos Costa Neves entrou com o pé esquerdo&#8221;, ironizou o parlamentar socialista, que lamentou também a ausência da FLAD na comissão de Política Geral da Assembleia Legislativa dos Açores, onde o assunto foi discutido antes de subir agora a plenário.</P><br />
<P>O secretário regional dos Assuntos Parlamentares, Paulo Estêvão, também entende que a FLAD tem de aumentar os seus investimentos nos Açores e nas comunidades açorianas radicadas nos Estados Unidos, apesar de não concordar, no entanto, com a forma como o Chega apresentou o assunto.</P><br />
<P>&#8220;O Governo dos Açores entende que a contribuição da FLAD nos Açores não é suficiente, nem adequada, nem responde à importância vital que os Açores têm no quadro desta relação entre os Estados Unidos e Portugal&#8221;, insistiu o governante.</P><br />
<P>Também João Bruto da Costa, líder parlamentar do PSD, considera que o Chega &#8220;comete um erro&#8221;, ao pegar no assunto pela &#8220;forma&#8221; e não pelo &#8220;conteúdo&#8221;, justificando assim os sociais-democratas não acompanharem, &#8220;na totalidade&#8221;, a recomendação apresentada em plenário.</P><br />
<P>João Mendonça, deputado do PPM, disse que &#8220;é desejável&#8221; que os Açores procurem &#8220;mais investimentos, mais cooperação e mais oportunidades&#8221;, no relacionamento entre Portugal e os Estados Unidos, mas recordou que esses objetivos já são também seguidos pelo executivo de coligação.</P><br />
<P>Mas António Lima, deputado do Bloco de Esquerda, considera que é &#8220;altamente imprudente&#8221;, que o parlamento dos Açores esteja a colocar este assunto &#8220;desta forma, em cima da mesa&#8221;, recordando que esta matéria devia ser discutida no âmbito de uma negociação do acordo bilateral entre Portugal e os Estados Unidos.</P><br />
<P>Nuno Barata, deputado da Iniciativa Liberal, também manifestou algumas reservas em relação à proposta do Chega, em especial no que se refere à criação de uma delegação da FLAD nos Açores: &#8220;fica a ideia de que a criação de mais uma estrutura vai criar mais despesas e não propriamente um ganho&#8221;.</P><br />
<P>Para Luís Silveira, deputado do CDS-PP, justifica-se que a FLAD &#8220;invista mais nos Açores&#8221;, na medida em que &#8220;se não houvesse região, nem Base das Lajes, também não havia FLAD&#8221;, considerando que é um &#8220;desrespeito para os Açores&#8221;, que aquela fundação só gaste 10 por cento das suas receitas no arquipélago.</P><br />
<P>A recomendação ao Governo Regional foi aprovada com os votos favoráveis do CH, PS, CDS e IL, os votos contra do Bloco e do PAN (que não interveio) e as abstenções do PSD e do PPM.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787147]]></sapo:autor>
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		<title>Câmara de Lisboa aprova recondução de atual provedor dos Animais sob críticas da SOS Animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:25:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Lisboa aprovou a recondução de Pedro Emanuel Paiva como provedor municipal dos Animais, para um novo mandato de quatro anos, sob críticas da organização não-governamental SOS Animal quanto à ausência de "uma escolha participada e transparente".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Câmara de Lisboa aprovou a recondução de Pedro Emanuel Paiva como provedor municipal dos Animais, para um novo mandato de quatro anos, sob críticas da organização não-governamental SOS Animal quanto à ausência de &#8220;uma escolha participada e transparente&#8221;.</P><br />
<P>Em reunião privada do executivo municipal, a proposta da liderança PSD/CDS-PP/IL (que governa com maioria absoluta após integrar eleita do Chega) para reconduzir o atual provedor dos Amimais de Lisboa foi votada por escrutínio secreto, tendo reunido 10 votos a favor, dois contra e cinco abstenções, indicou à Lusa fonte oficial da autarquia.</P><br />
<P>Outro dos pontos da proposta prevê a contratação de Pedro Emanuel Paiva através de um procedimento de aquisição de serviços, nos termos do Código dos Contratos Públicos, &#8220;pelo valor total do mandato de quatro anos de 189.600 euros&#8221;, o que mereceu os votos contra do BE e abstenção de PS, Livre e PCP, informou a fonte da Câmara Municipal de Lisboa (CML).</P><br />
<P>Antes da votação, a SOS Animal enviou um &#8216;email&#8217; para a CML e também para a Assembleia Municipal sobre a proposta de recondução de Pedro Emanuel Paiva, manifestando &#8220;profunda preocupação e oposição&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Entendemos que uma Provedoria dos Animais poderia e deveria constituir um instrumento essencial de mediação, fiscalização, recomendação, acompanhamento e promoção de políticas públicas eficazes de proteção animal no município e sempre fomos a favor da existência dessa figura. O que está em causa é saber se a pessoa atualmente proposta para recondução demonstrou, no mandato que agora termina, capacidade, independência, competência técnica e impacto real suficientes para justificar nova nomeação por mais quatro anos&#8221;, lê-se no &#8216;email&#8217; a que Lusa teve acesso.</P><br />
<P>A SOS Animal sublinhou ainda que esta &#8220;não é uma preocupação nova, nem circunstancial&#8221;, uma vez que aquando da primeira nomeação do atual provedor, em 2022, várias associações de proteção animal manifestaram publicamente reservas quanto ao processo escolhido e quanto ao perfil indicado, &#8220;precisamente por a designação ter avançado sem concurso, sem processo transparente de auscultação prévia das organizações e sem debate público suficiente sobre o projeto para a Provedoria&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não há avaliação, escrutínio, nada&#8221;, criticou, afirmando que o receio quanto a &#8220;uma Provedoria sem suficiente preparação técnica, sem verdadeira independência face ao executivo e sem ligação estruturada ao terreno, materializou-se numa função com fraco impacto prático na vida dos animais&#8221;, e defendendo que a recondução deveria ser precedida de avaliação independente, audição formal das associações e outras verificações.</P><br />
<P>Nesta reunião, a CML aprovou ainda, com os votos contra de PS, Livre e Chega, e abstenção de BE e PCP, um acréscimo de 1,4 milhões de euros (IVA incluído) à empreitada dos túneis de drenagem, para &#8220;trabalhos complementares&#8221;, modificando o contrato celebrado em abril de 2021, com o consórcio &#8220;MEEC/SPIE &#8211; Túneis de Drenagem de Lisboa&#8221;, constituído pela Mota-Engil, SA e pela Spie Batignolles International &#8211; Sucursal em Portugal, pelo montante global de 140,8 milhões de euros.</P><br />
<P>Com os votos contra do Chega, o executivo viabilizou também a continuidade e prorrogação da duração da Equipa de Projeto para o Plano Geral de Drenagem de Lisboa, por mais cinco anos.</P><br />
<P>Foi também aprovado, com os votos contra de Livre e BE, e abstenção de PS, PCP e Chega, a revogação do contrato para a empreitada da Unidade de Projeto da Avenida de Ceuta, com a anulação do saldo de 4,1 milhões de euros.</P><br />
<P>Por unanimidade, o executivo decidiu submeter a consulta pública, por 20 dias úteis, a distinção de oito novos estabelecimentos como Lojas com História, nomeadamente a loja de malas Cerimónia, a Ótica Miramon, os restaurantes Taverna Del Rey, Farta Brutos, Primavera do Jerónimo e Faz Figura, a mercearia Cabeceirense e o Templários Bar.</P><br />
<P>Com o voto contra do BE e abstenção do Livre, foi aprovado também submeter a consulta pública a decisão desfavorável quanto ao reconhecimento de outros dois espaços comerciais, a loja de artesanato Abdulla &amp; Comp e a loja de vestuário Armazéns de Paris, enquanto a proposta de retirada da distinção à retrosaria Marques Sequeira, por incumprimento dos critérios exigíveis, foi viabilizada com os votos contra de PS, Livre, BE e PCP.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787146]]></sapo:autor>
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		<title>Benfica diz que deputados reconheram validade do projeto de rádio das &#8216;águias&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:25:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O vice-presidente do Benfica José Gandarez afirmou hoje que os deputados "reconheceram que o Benfica tem razão" sobre a legitimidade do projeto, após a audição parlamentar da presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação (ERC) sobre a Benfica FM.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O vice-presidente do Benfica José Gandarez afirmou hoje que os deputados &#8220;reconheceram que o Benfica tem razão&#8221; sobre a legitimidade do projeto, após a audição parlamentar da presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação (ERC) sobre a Benfica FM. </P><br />
<P>&#8220;Penso que foi uma audição totalmente esclarecedora. Foi um verdadeiro serviço público. Hoje, os deputados, na &#8216;casa da democracia&#8217;, e todos aqueles que assistiram, ou que venham a assistir futuramente, porque a sessão ficou gravada, puderam constatar &#8212; e isso foi unânime entre todos os grupos parlamentares &#8212; que a razão assiste ao Benfica e à Benfica FM&#8221;, referiu o dirigente, em declarações aos meios do clube da Luz.</P><br />
<P>Helena Sousa, presidente da ERC, reiterou na Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto da Assembleia da República que o projeto Benfica FM não se enquadrava &#8220;com os requisitos legalmente exigidos&#8221;, não garantindo &#8220;informação independente face ao poder político e ao poder económico&#8221;.</P><br />
<P>No final da audição, José Gandarez manifestou incompreensão pela posição da ERC e deixou a garantia de que &#8220;o projeto da Benfica FM vai continuar, à semelhança daquilo que aconteceu com a Benfica TV&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Hoje ficou mais uma vez demonstrado que tínhamos razão. Infelizmente, isso serve de pouco aos Benfiquistas que continuam a ouvir rádio apenas em FM, porque continuarão sem poder ouvir a Benfica FM dessa forma nos próximos meses. Mas é muito importante que não seja apenas o Benfica a dizer que tem razão. Não é apenas o Grupo Bauer que entende que a razão está do nosso lado. Hoje foram os próprios deputados, de diferentes forças políticas, que reconheceram isso&#8221;, vincou José Gandarez.</P><br />
<P>E acrescentou: &#8220;Nem a presidente da ERC, nem a ERC conseguiram explicar por que motivo, até hoje, não atribuíram as frequências FM à Benfica FM. Nesse sentido, por um lado, estamos satisfeitos, porque aquilo que sempre defendemos ficou hoje reforçado pela opinião expressa na Assembleia da República. Por outro lado, estamos também um pouco frustrados, porque, apesar de a razão estar do nosso lado, o Conselho Regulador e a sua direção continuam sem conseguir fundamentar uma decisão que consideramos ilegal e sem fundamentação&#8221;.</P><br />
<P>A ERC não autorizou o projeto radiofónico do grupo Bauer e do Sport Lisboa e Benfica, pelo que o Conselho Regulador indeferiu, em 25 de março de 2026, &#8220;o requerimento do operador BMHAUDIO Portugal Holdings&#8221; para modificação de projeto &#8220;dos serviços de programas Batida FM, Batida FM Moita, Batida FM Maia e Batida FM Cantanhede de tipologia temática musical para temática desportiva informativa&#8221;.</P><br />
<P>Como consequência, &#8220;deliberou não apreciar a associação destes serviços de programas com a Golo FM (Bombarral), do operador Benfica FM, Unipessoal, Lda., e a identificação comum em antena como &#8216;Benfica FM'&#8221;, lê-se na decisão da ERC.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787145]]></sapo:autor>
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		<title>Volta a Portugal de 2026 une Lisboa e Porto numa extensão de 1.388 quilómetros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:14:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A edição de 2026 da Volta a Portugal vai começar em Lisboa e terminar no Porto, reunindo um prólogo, um contrarrelógio e nove etapas em linha numa extensão de 1.388 quilómetros, entre 05 e 16 de agosto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A edição de 2026 da Volta a Portugal vai começar em Lisboa e terminar no Porto, reunindo um prólogo, um contrarrelógio e nove etapas em linha numa extensão de 1.388 quilómetros, entre 05 e 16 de agosto.</P><br />
<P>Apresentada hoje no Santuário de Nossa Senhora da Graça, em Mondim de Basto, no distrito de Vila Real, lugar onde vai terminar a nona e penúltima etapa, a 87.ª edição da corrida inclui um prólogo de seis quilómetros, no dia inaugural, em Lisboa, nove etapas em linha e um contrarrelógio, no dia 10, entre o velódromo de Sangalhos, em Anadia, e Águeda, ao longo de 17 quilómetros.</P><br />
<P>Entre as equipas internacionais que se vão juntar às 10 equipas portuguesas, inclui-se a UAE Emirates, formação de Tadej Pogacar, vencedor da Volta a França por quatro vezes, e de João Almeida, que estará representada pelo luso Rui Oliveira, campeão olímpico na disciplina de Madison em ciclismo de pista, com Iúri Leitão, em Paris2024.</P><br />
<P>A Volta contará com as duas habituais chegadas em alta montanha, à Torre, na serra da Estrela, em 09 de agosto, numa etapa que começa em Figueiró dos Vinhos, e ao Santuário de Nossa Senhora da Graça, em Mondim de Basto, em 15 de agosto, num trajeto marcado pela inédita dupla ascensão ao alto do Monte Farinha, por itinerários diferentes.</P><br />
<P>A passagem pelas encostas do Douro na Estrada Nacional 222, no dia 12 de agosto, durante a etapa que liga Santa Maria da Feira ao Peso da Régua, e a inédita subida ao Germil, no concelho de Ponte da Barca, em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês, na sétima tirada, em 13 de agosto, que une Vieira do Minho e as Termas do Gerês, com uma passagem por Espanha, são outras das novidades.</P><br />
<P>A primeira etapa em linha, entre Lourinhã e Queluz, no concelho de Sintra, e a oitava, entre Melgaço e Fafe, apresentam rotas &#8216;acidentadas&#8217;, marcadas pelo &#8216;sobe e desce&#8217;, enquanto as passagens pelo Alentejo e pelo Algarve reúnem as duas tiradas mais longas.</P><br />
<P>Mais propícios para &#8216;sprinters&#8217;, os trajetos entre Sines e Albufeira, de 177 quilómetros, em 08 de agosto, e Beja e Elvas, de 180 quilómetros, em 09 de agosto, marcam o regresso da Volta aos territórios mais a sul do país.</P><br />
<P>A 10.ª e última etapa, que pode ser de consagração do camisola amarela, liga a Maia ao Porto, num percurso de 124 quilómetros, que vai terminar com um circuito entre Porto e Vila Nova de Gaia, atravessando as pontes sobre o Douro e as ruas do centro histórico da &#8216;invicta&#8217; até à chegada, na Avenida dos Aliados.</P><br />
<P>A corrida, que terá em 11 de agosto o dia de descanso, em Santa Maria da Feira, vai atravessar 71 municípios e 15 distritos e contar pela primeira vez com transmissão internacional em direto, através da plataforma HBO Max, cabendo a transmissão em território luso à RTP 1.</P><br />
<P>O antigo ciclista espanhol Ezequiel Mosquera, diretor d&#8217;O Gran Camino, corrida que se realiza na primavera na Galiza, vai ser pela primeira vez o diretor da Volta a Portugal, sucedendo a Joaquim Gomes.</P><br />
<P>O russo Artem Nych venceu em 2024 e em 2025 uma corrida que comemora o centenário em 2027, já que a edição inaugural decorreu entre 26 de abril e 15 de maio de 1927.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787144]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>STJ rejeita recurso de elementos dos No Name Boys em caso de violação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 20:41:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou hoje o recurso apresentado por quatro adeptos da claque benfiquista No Name Boys, que tinham sido condenados, entre outros crimes, por violação agravada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou hoje o recurso apresentado por quatro adeptos da claque benfiquista No Name Boys, que tinham sido condenados, entre outros crimes, por violação agravada.</P><br />
<P>Em comunicado, o STJ informa ter rejeitado o recurso dos elementos da claque de apoio ao Benfica, que tinham sido condenados por crimes como roubo agravado, ofensas à integridade física qualificadas, violação agravada, gravações ilícitas, coação, detenção de arma proibida e tráfico de estupefacientes. </P><br />
<P>&#8220;Apenas em relação a um arguido (dos 4 que apresentaram recurso), o STJ concluiu que existiu vício decisório (erro na apreciação da prova), no que respeita a validade do reconhecimento pessoal, e decidiu reenviar o processo para novo julgamento no Tribunal da Relação de Lisboa, restrito ao recurso do Ministério Público relativamente aos crimes por que o arguido fora absolvido em primeira instância e condenado em segunda instância&#8221;, refere. </P><br />
<P>Este crime aconteceu em 2022, quando a vítima, um jovem de 16 anos, saía de um jogo de andebol entre Benfica e Sporting, no Estádio da Luz, em Lisboa. </P><br />
<P>Os membros da claque dos &#8216;No Name Boys&#8217; levaram o jovem &#8220;para uma zona de descampado&#8221;, no Alto dos Moinhos, segundo a acusação do Ministério Público, e terá sido nesse local que praticaram o crime de violação.</P><br />
<P>Este processo tem ainda outros crimes que envolveram os mesmos arguidos. No caso do crime de agressão, um dos episódios aconteceu também em 2022, quando vários adeptos do Benfica foram agredidos e fotografados nus.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787143]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: EUA lançam novos ataques de retaliação contra alvos iranianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 20:40:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As forças armadas norte-americanas anunciaram ter lançado hoje uma série de ataques contra alvos iranianos, em retaliação por a República Islâmica ter atingido navios mercantes em águas próximas de Omã.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As forças armadas norte-americanas anunciaram ter lançado hoje uma série de ataques contra alvos iranianos, em retaliação por a República Islâmica ter atingido navios mercantes em águas próximas de Omã.</P><br />
<P>O Comando Central militar norte-americano (CENTCOM) adiantou nas redes sociais que, por ordem do Presidente Donald Trump, as forças norte-americanas &#8220;iniciaram ataques adicionais contra o Irão com o objetivo de reduzir ainda mais as suas capacidades de ameaçar a liberdade de navegação no estreito de Ormuz&#8221;. </P><br />
<P>A vaga de ataques, pela segunda noite consecutiva, surge em resposta aos &#8220;recentes ataques injustificados&#8221; perpetrados pelo Irão no disputado estreito de Ormuz &#8220;contra navios mercantes e as suas tripulações civis&#8221;, que &#8220;estavam a navegar livremente por esta via navegável internacional de importância estratégica&#8221;, adianta a mesma fonte.</P><br />
<P>Trump tinha ameaçado hoje desencadear mais ações militares contra o Irão, após afirmar que os ataques iranianos contra navios civis assinalavam o fim do cessar-fogo.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787142]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CCB diz estar a implementar plano de acessibilidades com investimento de 2,9 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 20:29:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Fundação Centro Cultural de Belém (CCB) reconheceu hoje que continuam a existir limitações nas suas acessibilidades, mas afirmou estar a implementar um plano de 2,9 milhões de euros para melhorias de condições de acesso, participação e fruição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Fundação Centro Cultural de Belém (CCB) reconheceu hoje que continuam a existir limitações nas suas acessibilidades, mas afirmou estar a implementar um plano de 2,9 milhões de euros para melhorias de condições de acesso, participação e fruição.</P><br />
<P>A associação Acesso Cultura criticou hoje a falta de resposta do CCB, em Lisboa, aos problemas de acessibilidade para artistas com deficiência, após mais de uma década de contactos com a instituição e vários alertas.    </P><br />
<P>Num comunicado de reação enviado à Lusa, a fundação argumentou que &#8220;prossegue o objetivo de tornar os seus espaços, a sua programação e as condições de trabalho de artistas, colaboradores e público progressivamente mais inclusivos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este é um compromisso permanente que exige investimento, planeamento, continuidade e diálogo. O Conselho de Administração reconhece que subsistem barreiras que importa eliminar e continuará a trabalhar, de forma sustentada, para garantir melhores condições de acesso, participação e fruição&#8221;, pode ler-se no texto.</P><br />
<P>Em concreto, a fundação disse estar a &#8220;executar um Plano de Acessibilidades que prevê uma intervenção estrutural em todo o campus, incluindo a substituição dos elevadores &#8212; já em curso &#8212;, a instalação de novas plataformas elevatórias, o alargamento da adaptação de camarins e instalações sanitárias, a melhoria dos acessos, da sinalética e da comunicação acessível, num investimento superior a 2,9 milhões de euros&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A candidatura a financiamento externo destina-se a acelerar e ampliar um conjunto de intervenções estruturais de elevada dimensão financeira. Em paralelo, o CCB prossegue a execução do Plano, recorrendo a recursos próprios para concretizar medidas prioritárias, enquanto as restantes ações serão desenvolvidas de forma faseada, em função das condições técnicas e financeiras necessárias à sua execução&#8221;, realçou a administração, lembrando que já foi instalado &#8220;um elevador exclusivo na Porta de Artistas do Centro de Espetáculos&#8221;.</P><br />
<P>O mesmo texto realça que os investimentos provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência tiveram como destino exclusivo &#8220;medidas de eficiência energética, de acordo com as regras do próprio programa, não podendo ser aplicados em intervenções de acessibilidade&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O Conselho de Administração reconhece e valoriza o contributo das entidades especializadas, dos artistas &#8212; em particular dos artistas com deficiência, cuja experiência é fundamental para identificar barreiras e melhorar as respostas da instituição &#8212; e de todas as pessoas que contribuem para uma cultura mais acessível e inclusiva&#8221;, acrescentou a fundação.</P><br />
<P>Hoje, a Acesso Cultura afirmou que manteve contactos com diferentes administrações do CCB desde 2015 para promover melhorias nas condições de acessibilidade do equipamento cultural, mas considera que os progressos realizados têm sido &#8220;insuficientes&#8221;.</P><br />
<P>Em causa estão &#8220;repetidas queixas, desde 2018, de artistas com deficiência em relação às condições de acesso e trabalho no CCB&#8221;, refere no comunicado assinado pela direção da associação.</P><br />
<P>Segundo a Acesso Cultura, um diagnóstico de acessibilidade realizado pela entidade em 2015 &#8220;resultou em muitas melhorias&#8221; nos espaços abertos ao público, embora tenham permanecido por concretizar intervenções relacionadas com os bastidores, áreas de trabalho dos artistas e programação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787140]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil decide expulsar espião russo e proíbe retorno por 30 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 20:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília 08 jul 2026 (Lusa) -- O Governo brasileiro decidiu expulsar e proibir o retorno ao país por 30 anos a um homem acusado de ser espião russo, noticiou hoje a imprensa brasileira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 08 jul 2026 (Lusa) &#8212; O Governo brasileiro decidiu expulsar e proibir o retorno ao país por 30 anos a um homem acusado de ser espião russo, noticiou hoje a imprensa brasileira.</P><br />
<P>A decisão, publicada no Diário Oficial da União (DOU) do governo brasileiro na última segunda-feira, foi assinada pela Coordenação de Processos Migratórios do Ministério da Justiça e Segurança Pública.</P><br />
<P>A expulsão de Sergey Vladimirovich Cherkasov, segundo a publicação, deve ocorrer após o cumprimento do período de prisão no Brasil ou se a Justiça brasileira autorizar a sua libertação antes do final do prazo do cumprimento de pena.</P><br />
<P>O alegado espião cumpre uma pena de 15 anos, por falsidade ideológica, num presídio de segurança máxima em Brasília.</P><br />
<P>Chekarsov foi detido em abril de 2022 e enviado para o Brasil pelas autoridades neerlandesas, sob acusação de ser um espião russo usando passaporte brasileiro para tentar infiltrar-se como funcionário do Tribunal Penal Internacional, em Haia. </P><br />
<P>A Polícia Federal brasileira e o FBI norte-americano afirmam que Cherkasov viveu no Brasil durante 12 anos usando uma identidade falsa, com o nome Victor Müller Ferreira, para ocultar as suas atividades.</P><br />
<P>Brasília e Washington afirmam que Chekarsov era, na verdade, um agente de inteligência militar russa.</P><br />
<P>No entanto, as autoridades dos dois países não encontraram provas de que Chekarsov tenha feito espionagem contra o Brasil, e que o seu alvo seriam os Estados Unidos e países da Europa.</P><br />
<P>Cherkasov e a sua defesa negam que seja um espião russo.</P><br />
<P>A diplomacia russa e Moscovo solicitam a extradição de Cherkasov, sob acusação de tráfico internacional de drogas.</P><br />
<P>Desde 2023, o jornal Folha de S. Paulo tem publicado uma série de reportagens sobre o caso de Cherkasov e de espiões russos que vivem no Brasil infiltrados na sociedade.</P><br />
<P>Uma dessas publicações, baseadas numa investigação da Polícia Federal brasileira, mostra que autoridades russas que visitaram Cherkasov na prisão fizeram transações bancárias a seu favor, antes de ser descoberto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787139]]></sapo:autor>
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		<title>Contagem decrescente para Los Angeles2028 começa com homenagem a Carlos Lopes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:36:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As equipas olímpicas e paralímpicas portuguesas vão ser apresentadas na terça-feira, quando ficam a faltar dois anos para os Jogos Los Angeles2028, numa cerimónia em que Carlos Lopes vai ser homenageado, anunciaram hoje a duas instituições.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As equipas olímpicas e paralímpicas portuguesas vão ser apresentadas na terça-feira, quando ficam a faltar dois anos para os Jogos Los Angeles2028, numa cerimónia em que Carlos Lopes vai ser homenageado, anunciaram hoje a duas instituições.</P><br />
<P>Ainda sem atletas portugueses apurados para os Jogos Olímpicos ou para os Jogos Paralímpicos, a equipa Portugal LA28 que vai ser apresentada inclui todos os integrantes nos Programas de Preparação Olímpica e de Preparação Paralímpica para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos.</P><br />
<P>A cerimónia, marcada para o Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, ocorre a dois anos do arranque dos Jogos Los Angeles2028, e visa ainda celebrar o percurso olímpico nacional.</P><br />
<P>De acordo com o Comité Olímpico de Portugal (COP) e com o Comité Paralímpico de Portugal (CPP), o evento vai servir para homenagear todos os atletas olímpicos portugueses, em especial o primeiro a sagrar-se campeão.</P><br />
<P>Carlos Lopes, que conquistou a medalha de ouro olímpica na maratona em Los Angeles1984, será homenageado na cerimónia, com os dois organismos olímpicos a destacarem o regresso do maior evento desportivo mundial à cidade norte-americana.</P><br />
<P>Desde 1912, Portugal conquistou 32 medalhas olímpicas, 15 de bronze, 11 de prata e as seis de ouro, por Carlos Lopes, Rosa Mota, Fernanda Ribeiro, Nélson Évora e Pedro Pablo Pichardo, no atletismo, e por Iúri Leitão e Rui Oliveira, no ciclismo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787134]]></sapo:autor>
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		<title>Petição para anular exames nacionais ultrapassa 9.000 assinaturas e chega ao Parlamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:33:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os peticionários consideram que os problemas no processo podem afetar o princípio da igualdade entre alunos, o direito a uma avaliação justa e rigorosa e até o acesso ao ensino superior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A <a href="https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT131831" target="_blank" rel="noopener">petição</a> que pede a anulação dos exames nacionais do ensino secundário de 2026, sem prejuízo para os alunos, já ultrapassou as 9.000 assinaturas. O número garante que o tema seja discutido em sessão plenária na Assembleia da República.</p>
<p class="isSelectedEnd">Às 20h30 desta quarta-feira, a iniciativa reunia 9.366 subscritores, superando o limite mínimo de 7.500 assinaturas necessário para obrigar ao debate parlamentar.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Falhas na correção digital motivam pedido de anulação</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os peticionários justificam o pedido com os problemas registados no processo de correção dos exames nacionais. No texto da petição, defendem que as falhas técnicas sucessivas podem colocar em causa a validade das provas e a justiça da avaliação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A iniciativa sustenta que, se não for possível assegurar de forma imediata e inequívoca a correção integral e rigorosa dos exames, a solução considerada justa e juridicamente segura passa pela anulação das provas, sem qualquer penalização para os alunos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Exames em papel, correção em formato digital</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Este ano, pela primeira vez, as provas dos 11.º e 12.º anos continuam a ser realizadas em papel, mas passaram a ser corrigidas em formato digital. O processo exige que os exames sejam digitalizados antes de serem distribuídos aos professores classificadores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Desde o arranque do processo, porém, têm sido relatados problemas nos sistemas informáticos. Professores classificadores apontaram atrasos na disponibilização das provas, falhas na digitalização das folhas de resposta e dificuldades técnicas na plataforma usada para distribuição e classificação.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Governo adiou resultados e segunda fase</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na semana passada, o Governo anunciou o adiamento da divulgação dos resultados e da segunda fase dos exames nacionais devido aos problemas técnicos. Na segunda-feira, o ministro da Educação afirmou que essas falhas estavam resolvidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, os subscritores da petição mantêm as preocupações. O documento alerta para o risco de injustiças irreversíveis, caso não seja possível garantir que todas as provas foram corretamente digitalizadas e classificadas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Igualdade e acesso ao ensino superior em causa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os peticionários consideram que os problemas no processo podem afetar o princípio da igualdade entre alunos, o direito a uma avaliação justa e rigorosa e até o acesso ao ensino superior.</p>
<p>Com mais de 9.000 assinaturas recolhidas, a contestação aos exames nacionais ganha agora nova dimensão política, passando do debate público e escolar para a Assembleia da República.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787130]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Geovany Quenda apresentado pelo Chelsea com contrato de oito épocas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O futebolista internacional sub-21 português Geovany Quenda foi hoje apresentado pelo Chelsea, assinando um contrato de oito épocas, até 2034, quase um ano e meio depois da mudança para o clube inglês ter sido anunciada pelo Sporting.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O futebolista internacional sub-21 português Geovany Quenda foi hoje apresentado pelo Chelsea, assinando um contrato de oito épocas, até 2034, quase um ano e meio depois da mudança para o clube inglês ter sido anunciada pelo Sporting.</P><br />
<P>&#8220;O Chelsea é um grande clube e estou empolgado para jogar em Stamford Bridge. Mostraram confiança em jogadores como eu e estou orgulhoso por estar aqui e fazer parte deste clube&#8221;, assumiu o avançado, em declarações reproduzidas pelos campeões mundiais de clubes.</P><br />
<P>Quenda, de 19 anos, completou a formação no Sporting e representou a equipa principal &#8216;leonina&#8217; nas últimas duas temporadas, conquistando um campeonato e uma Taça de Portugal em 2024/25, na primeira &#8216;dobradinha&#8217; do clube em 23 anos, por entre nove golos e 15 assistências em 86 jogos.</P><br />
<P>Em março de 2025, o Sporting comunicou a contratação de Quenda pelo Chelsea, que investiu 50,8 milhões de euros (ME) fixos, mais 1,4 ME dependentes da concretização de objetivos em 2025/26, época na qual o avançado continuou nos &#8216;verdes e brancos&#8217;, por empréstimo dos &#8216;blues&#8217;.</P><br />
<P>Eleito melhor jogador jovem da I Liga em 2024/25, o extremo, que também pode jogar como ala, já foi chamado à seleção principal de Portugal, mas não se estreou e tem sido titular dos sub-21, com os quais disputou o Europeu da categoria em 2025, integrando o melhor &#8216;onze&#8217; da competição.</P><br />
<P>Quenda vai encontrar no Chelsea os compatriotas Dário Essugo, cuja saída do Sporting foi anunciada em simultâneo com a do dianteiro, e Pedro Neto, numa equipa orientada pelo recém-chegado espanhol Xabi Alonso.</P><br />
<P>&#8220;Estou empolgado para trabalhar com os meus colegas de equipa e com o treinador. Sou muito trabalhador e gosto de ajudar a equipa. Quero ser conhecido por ter a mentalidade certa e fazer o melhor para conquistar troféus&#8221;, vincou o jogador mais jovem de sempre a marcar pelo Sporting.</P><br />
<P>Em 2025/26, o Chelsea terminou a Premier League no 10.º lugar, na sua pior classificação em quatro épocas, e não conquistou troféus, falhando o acesso às competições europeias pela primeira vez desde 2023/2024, numa campanha em que teve dois treinadores definitivos e um interino.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787129]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EDP suspende processo de denúncia do Acordo Coletivo de Trabalho até 31 de outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:08:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A EDP decidiu suspender o processo de denúncia do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) até 31 de outubro, indicou hoje o Sindicato Nacional da Indústria e da Energia (Sindel), afeto à UGT, em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A EDP decidiu suspender o processo de denúncia do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) até 31 de outubro, indicou hoje o Sindicato Nacional da Indústria e da Energia (Sindel), afeto à UGT, em comunicado. </P><br />
<P>&#8220;O Sindel informa que, na sequência da reunião realizada no Conselho Económico e Social, no âmbito do processo relativo ao ACT EDP, a empresa aceitou suspender o processo de denúncia até 31 de outubro&#8221;, adianta, lembrando que na terça-feira o sindicato foi ouvido no âmbito deste processo pelo Conselho Económico e Social (CES). </P><br />
<P>E acrescenta: &#8220;Após essa audição, realizou-se uma sessão de conciliação com a empresa, no âmbito da qual a EDP aceitou suspender o processo e retomar, com os sindicatos, a discussão sobre a revisão das carreiras e outras matérias&#8221;.</P><br />
<P>Para o Sindel, a decisão da suspensão &#8220;permite que a negociação prossiga fora do quadro de pressão criado pela ameaça de caducidade do ACT&#8221;.</P><br />
<P>Lembrando que está prevista uma nova reunião no CES para o final do mês de outubro, o sindicato reafirma ainda &#8220;que irá defender o modelo de carreiras que já tinha apresentado e que se encontrava praticamente concluído, mantendo total disponibilidade para negociar todas as matérias relevantes para os trabalhadores do Grupo EDP&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Sindel considera este desenvolvimento um passo relevante na defesa da contratação coletiva e dos direitos dos trabalhadores do Grupo EDP, reafirmando que a negociação deve fazer-se com seriedade, responsabilidade e sem ameaças sobre o ACT&#8221;, assinala.</P><br />
<P>O sindicato indica ainda que caso o impasse se mantenha após a próxima reunião, caberá ao CES &#8220;pronunciar-se sobre a fundamentação apresentada pela EDP, podendo o processo de caducidade ser retomado ou terminado&#8221;.</P><br />
<P>Em novembro de 2025, a Fiequimetal, afeta à CGTP, requereu ao CES &#8220;a apreciação da fundamentação dos motivos económicos e estruturais&#8221; apresentados pela EDP para a denúncia do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). </P><br />
<P>Contactada pela Lusa, a EDP já tinha informado que pretende atualizar o ACT &#8220;em vigor há mais de uma década&#8221;, com o objetivo de &#8220;implementar medidas mais justas, atuais e alinhadas com as melhores práticas de mercado&#8221;, garantindo o &#8220;alinhamento global com o plano de negócios do grupo&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787105]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Santos Silva defende ser do interesse nacional participar numa missão internacional no Ártico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:04:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo ministro da Defesa e dos Negócios Estrangeiros Augusto Santos Silva considerou hoje ser "do interesse nacional participar numa missão internacional no Ártico", vincando que a vocação atlântica nacional vai do hemisfério norte ao sul.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo ministro da Defesa e dos Negócios Estrangeiros Augusto Santos Silva considerou hoje ser &#8220;do interesse nacional participar numa missão internacional no Ártico&#8221;, vincando que a vocação atlântica nacional vai do hemisfério norte ao sul.</P><br />
<P>&#8220;É do interesse nacional participar numa missão internacional no Ártico, porque nós nunca nos podemos esquecer que somos um país europeu, certamente, mas também um país atlântico&#8221;, disse, depois de um debate no âmbito dos Encontros Lusa, que decorreram no Palacete Silva Monteiro, sede da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), no Porto.</P><br />
<P>Depois do debate, que contou com o embaixador de Portugal na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Rui Moreira, e moderação da diretora de informação da Lusa, Luísa Meireles, Augusto Santos Silva disse, precisamente sobre a região setentrional do globo, que é &#8220;preciso dizer que não&#8221; às pretensões do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a Gronelândia.</P><br />
<P>&#8220;&#8216;Não&#8217; com firmeza e &#8216;não&#8217; com clareza. Aliás, do ponto de vista legal e moral, seria uma violação gritante do Tratado do Atlântico Norte, que diz expressamente que os aliados todos se comprometem em assegurar a integridade territorial de cada um deles&#8221;, disse o também ex-presidente da Assembleia da República.</P><br />
<P>O professor universitário alertou ainda, depois de ser questionado sobre se a presença da NATO no Ártico pode ser uma forma de tentar apaziguar Trump, &#8220;que um dos maiores erros que as democracias cometeram nos anos 30 foi tentar apaziguar Hitler&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não se trata de apaziguar, trata-se de reagir com firmeza. Se hoje, infelizmente, nós temos que reagir com firmeza, não só em relação ao Presidente Putin [Rússia] ou ao Presidente Xi [China], ou aos Guardas Revolucionários do Irão, mas também ao Presidente norte-americano e ao primeiro-ministro israelita, pois façam-no&#8221;, vincou.</P><br />
<P>Portugal e mais 11 países da NATO reforçaram o compromisso de assumir &#8220;maior responsabilidade&#8221; pela &#8220;segurança marítima&#8221; no Atlântico Norte, no mar Báltico e no oceano Ártico, prometendo reforçar as capacidades na próxima década. </P><br />
<P>De acordo com uma nota publicada no site do Governo da Noruega, este &#8220;compromisso conjunto&#8221;, firmado durante a cimeira da NATO, que decorreu em Ancara, inclui o Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Islândia, Países Baixos, Noruega, Portugal, Espanha, Suécia e o Reino Unido&#8221;.</P><br />
<P>Estes países reforçaram o compromisso de assumir &#8220;uma maior responsabilidade marítima na dissuasão e defesa no Atlântico Norte, no mar Báltico e no oceano Ártico&#8221;.</P><br />
<P>Augusto Santos Silva classificou ainda de &#8220;história da carochinha&#8221; a ideia de que &#8220;sem o chapéu protetor dos Estados Unidos a Europa está à mercê da Rússia e que a Rússia, no minuto seguinte, faz esse chapéu desaparecer e invade um país da União Europeia&#8221;.</P><br />
<P>Para o académico, a ideia de uma troca entre a redução do investimento em pensões e no Estado Social e um reforço da Defesa é &#8220;um &#8216;trade-off perigoso e impossível'&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós temos que ir por outro caminho e esse caminho é possível e é viável. Qual é esse caminho? É investir na segurança e na defesa, tirando todo o partido dos efeitos que esse investimento tem em matéria económica, tecnológica, de proteção civil e de segurança humana&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Assim, defendeu ainda um &#8220;caminho mais gradual&#8221; no investimento em Defesa.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787095]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Reforma após idade legal e além dos 40 anos dá bonificação mas tem teto de 92% do salário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:01:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A pensão após a idade legal e com mais de 40 anos de carreira contributiva tem bonificações, mas está limitada a 92% da remuneração de referência, beneficiando, sobretudo, quem ganha mais, conclui um estudo promovido pela Fundação Res Publica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pensão após a idade legal e com mais de 40 anos de carreira contributiva tem bonificações, mas está limitada a 92% da remuneração de referência, beneficiando, sobretudo, quem ganha mais, conclui um estudo promovido pela Fundação Res Publica.</p>
<p>A conclusão faz parte do estudo &#8220;Eficácia social das pensões &#8211; O caso das taxas de substituição&#8221;, da autoria de José António Vieira da Silva, antigo ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, e de Vítor Junqueira, membro da Comissão do Livro Verde e ex-diretor do Centro Nacional de Pensões e que foi hoje apresentado.</p>
<p>A dimensão da carreira contributiva é &#8220;um dos fatores mais importantes&#8221; para o cálculo de uma pensão, sendo que uma carreira de 40 anos é considerada &#8220;como uma carreira completa, no sentido em que a generalidade das disposições aponta para que seja com uma carreira desta dimensão que garante uma pensão completa&#8221;, assinala.</p>
<p>Deste modo, &#8220;uma carreira mais curta resultará numa pensão com penalizações&#8221;, enquanto prolongar a carreira além dos 40 anos pode ter bonificações.</p>
<p>&#8220;Se a decisão de continuar a carreira além dos 40 anos levar a que se inicie a pensão depois da idade de reforma em vigor, haverá bonificações&#8221;, adianta a análise, que alerta, contudo, que &#8220;a pensão daí resultante está limitada a 92% da remuneração de referência.</p>
<p>Ou seja, &#8220;o prémio resultará sobretudo para quem tenha remunerações mais elevadas e que, por esse motivo, tenham uma taxa de formação inferior aos 92%&#8221;, acrescenta.</p>
<p>Por outro lado, prolongar a carreira além dos 40 anos, &#8220;levará à redução da idade de reforma em vigor, o que poderá implicar redução ou mesmo eliminação de penalizações por antecipação&#8221;.</p>
<p>Segundo o &#8216;policy paper&#8217; da Fundação Res Publica, instituição ligada ao PS e dedicada ao pensamento de políticas públicas, &#8220;a relação efetiva entre pensões e salários (rendimentos) sujeitos a contribuições dependerá, com incidência acrescida, de variáveis como a idade pessoal de reforma, a duração da carreira contributiva e a natureza da mesma carreira&#8221;, pelo que &#8220;distinções nestas áreas poderão levar a alterações (penalizações ou majorações) de relevante significado&#8221;.</p>
<p>O estudo realça ainda, que, perante o atual quadro legal, &#8220;o momento de início da carreira contributiva pode influenciar a capacidade de majoração do valor da pensão&#8221;, dado que &#8220;uma entrada após os 20 anos retira a capacidade de fazer recuar a idade pessoal de reforma sem penalizações e, por isso mesmo diminui a possibilidade de majorar o valor da pensão&#8221;.</p>
<p>No que concerne ao impacto fiscal, esta análise conclui ainda que &#8220;remunerações mais elevadas conduzem a pensões mais baixas tendo-se por referência os respetivos salários finais&#8221;.</p>
<p>Segundo argumentam os autores, &#8220;este efeito progressivo&#8221; decorre &#8220;da taxa de formação da pensão, cuja alteração verificada nas novas regras&#8221; (que veio considerar a carreira completa), &#8220;veio introduzir um mecanismo redistributivo&#8221; no cálculo das reformas.</p>
<p>A idade da reforma vai subir para os 66 anos e 11 meses em 2027, segundo confirmam os dados da esperança de vida publicados em final de maio pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>Este valor é superior em dois meses ao de 2026, que tinha já subido dois meses em relação a 2025.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787094]]></sapo:autor>
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		<title>José Dias Fernandes recua e diz que vai continuar deputado do Chega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 18:45:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado do Chega José Dias Fernandes recuou hoje, ao fim da tarde, no pedido para passar à condição de não inscrito, horas depois de ter apresentado um requerimento para se desvincular da bancada do partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O deputado do Chega José Dias Fernandes recuou hoje, ao fim da tarde, no pedido para passar à condição de não inscrito, horas depois de ter apresentado um requerimento para se desvincular da bancada do partido.</P><br />
<P>Questionado pela agência Lusa, fonte do gabinete do presidente da Assembleia da República confirmou estas duas iniciativas de José Dias Fernandes, eleito pelo círculo da Europa.</P><br />
<P>Segundo fonte parlamentar, ao início da tarde o gabinete de José Pedro Aguiar-Branco recebeu um email de José Dias Fernandes a pedir para passar a deputado não inscrito, desvinculando-se da bancada do Chega.</P><br />
<P>Porém, ao fim da tarde, foi recebida outra comunicação do deputado, esta a solicitar que fosse desconsiderado o anterior pedido que formulara ao início da tarde.</P><br />
<P>Pouco depois da publicação das notícias que davam conta que José Dias Fernandes iria abandonar a bancada do partido, fonte oficial desta força política disse à Lusa que o eleito &#8220;continuará a ser deputado do Chega&#8221;.</P><br />
<P> </P><br />
<P>FM/PMF // SF</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787091]]></sapo:autor>
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		<title>Airbus entrega 351 aviões a 77 clientes no 1.º semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 18:34:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Airbus entregou 351 aviões a 77 clientes na primeira metade do ano e antecipa um total de 870 aeronaves até ao final de dezembro, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Airbus entregou 351 aviões a 77 clientes na primeira metade do ano e antecipa um total de 870 aeronaves até ao final de dezembro, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>Só em junho, a fabricante entregou 89 aviões comerciais a 49 clientes, no mesmo mês em que registou 71 encomendas. </P><br />
<P>Em comunicado, o grupo antecipou a entrega de 870 aviões até ao final deste ano. </P><br />
<P>No ano passado, a empresa entregou 793 aviões, um aumento de 4% face ao ano anterior. </P><br />
<P>Em 2023, a Airbus entregou 735 aeronaves.</P></p>
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