Elon Musk foi, este sábado, o protagonista de mais um momento de excentricidade: o assessor especial de Donald Trump surgiu num comício no Wisconsin, antes das eleições para o Supremo Tribunal do estado americano, com um ‘chapéu de queijo’. Depois de dizer algumas palavras, o multimilionário assinou o chapéu e depois atirou-o ao público.
No entanto, no Wisconsin é normal que os cidadãos usem este acessório durante os jogos dos Green Bay Packers, da NFL. A razão? A tradição de fabrico de queijos no estado, razão pela qual são chamados de ‘Cheeseheads’, em homenagem aos trabalhadores da indústria, que produz aproximadamente um quarto do queijo consumido nos Estados Unidos.
O chapéu em si reflete o orgulho do estado mas tem origem numa expressão (‘cheeseheads’) que o eterno rival da liga de futebol americano, o Chicago Bears, utilizava sobre os habitantes locais de forma depreciativa. Longe de se sentir ofendido, em 1987 um homem chamado Ralph Bruno apareceu num jogo dos Milwaukee Brewers com este chapéu, que fez com o enchimento de espuma de um sofá. Tamanho foi o sucesso da sua iniciativa que os habitantes de Wisconsin começaram a encomendar milhares de cópias.
BREAKING: Elon Musk takes the stage in Wisconsin and throws a signed Cheesehead hat into the crowd 🧀🇺🇸 pic.twitter.com/h48NKA0Bi1
— America (@america) March 31, 2025







