Portugal inicia a terceira semana de Novembro com mais 3.996 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus. Neste momento, são já 225.672 os diagnósticos positivos desde o início da pandemia, de acordo com o mais recente boletim epidemiológico divulgado pela Direcção-Geral da Saúde (DGS). Há também mais 91 vítimas mortais a assinalar, elevando para 3.472 o total de óbitos associados à COVID-19.
A DGS alerta que os valores de hoje resultam de uma mudança no sistema de análise de dados. Embora a diferença diária nestes campos seja calculada em relação aos dados do dia anterior, os “dados cumulativos foram actualizados historicamente, resultando em +4.375 casos confirmados, +13.529 casos recuperados e -9.154 casos ativos”.
No total, registam-se hoje 80.045 casos activos de COVID-19 em território nacional e 3.040 doentes internados nos hospitais. São mais 111 do que ontem de acordo com o relatório desta segunda-feira, que aponta ainda para um aumento de 11 doentes no total de internados em unidades de cuidados intensivos.
Nas últimas 24 horas, considerando a actualização da DGS, verificaram-se mais 3.560 pessoas recuperadas. Desde que a pandemia teve início, 142.155 pessoas recuperaram.
Em termos geográficos, o Norte é responsável por 2.063 dos novos casos indicados hoje e por 44 dos óbitos. Lisboa e Vale do Tejo, por seu turno, regista mais 1.350 pessoas infectadas e mais 33 vítimas mortais.
Há mais 462 casos e mais 11 mortes a registar no Centro, ao passo que o Alentejo contabiliza mais 39 pessoas infectadas e mais 3 óbitos. Já o Algarve é a única região continental sem mortes esta segunda-feira, ainda que registe mais 56 casos de infecção.
Quanto às regiões autónomas, o boletim epidemiológico dá conta de mais 10 casos de infecção nos Açores e mais 16 na Madeira. Não há vítimas mortais a assinalar.
Em todo o Mundo, os dados da Universida John Hopkins apontam para 54,5 milhões de pessoas infectadas, com os EUA a destacarem-se no topo da lista dos países com mais casos. O total de mortes ultrapassa agora os 1,3 milhões, ao passo que o número de recuperados vai além dos 35 milhões.






