“Novo normal” dos trabalhadores do Deutsche Bank não tem cadeiras para almoçar nem café

Os colaboradores que por estes dias regressam ao trabalho na sede do Deutsche Bank AG, em Frankfurt, estão a descobrir uma nova realidade quanto ao almoço e ao tomar café, altamente visados pelas medidas de restrição de contacto social.

Atualmente, já estão a trabalhar cerca de 600 funcionários na torre de escritórios no centro da cidade, acima dos 450 que regressaram em março e abril, sendo que habitualmente são aproximadamente 2.500, um número que não se repetirá pois o banco já fez saber que os escritórios permanecerão “praticamente” vazios no futuro próximo, mesmo com alguns países a diminuir as restrições, noticia a ‘Bloomberg’.

Para quem regressou, o Deutsche Bank ‘ofereceu’ um ambiente de trabalho bastante diferente do que o que haviam deixado antes da pandemia. As cadeiras já não estão disponíveis na cantina da sede e as opções de menu do almoço são reduzidas. As máquinas de café em cada andar do arranha-céus foram desligadas para que as pessoas não toquem nos botões, embora a cafetaria do piso térreo tenha reaberto.

“As principais medidas, incluindo os lugares e construção de pontos de acesso, estão a ser planeadas com muito cuidado, à medida que colocamos as pessoas com cuidado e gradualmente de volta ao escritório”, disse a porta-voz de Londres, Alison Moody. Os funcionários que trabalham em casa “foram convidados a continuar por enquanto”, acrescentou.

A dificuldade de levar as pessoas até ao trabalho com segurança é outra razão pela qual o Deutsche Bank não tem pressa em ver os funcionários de regresso ao escritório e quer manter os funcionários afastados do transporte público o máximo possível.

Em Londres, está a considerar oferecer bicicletas aos funcionários para que não precisem usar o metro, e em Hong Kong, onde o ciclismo é incomum, incentivou os funcionários a usar o transporte público fora da hora de ponta, quando há menos passageiros.

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