Novo Governo de Costa terá de ter menos 14 elementos para cumprir objetivo de ser “mais enxuto”

Este é o número de elementos que deve sair para que seja cumprida essa promessa e o novo Governo tenha uma composição em linha com a média desde o 25 de Abril. 

Revista de Imprensa

António Costa terá de cortar 14 elementos da sua equipa na formação do novo Governo, de forma a cumprir o objetivo a que se propôs, de um novo Executivo “mais enxuto”, que deve funcionar como uma espécie de “task force” para a recuperação do país, avança o ‘Negócios’.

Segundo a mesma publicação, este é o número de elementos que deve sair para que seja cumprida essa promessa e o novo Governo tenha uma composição em linha com a média desde o 25 de Abril.

Excluindo os três governos de iniciativa presidencial (no poder entre 1978 e 1980), a média de elementos que fizeram parte de um executivo desde o 25 de Abril é de 56, entre ministros e secretários de Estado, escreve o jornal.

Ou seja, o novo Governo de António Costa terá de ter menos elementos do que estes 56, para ser mais curto ou “enxuto”, cumprindo a sua intenção. Caso contrário, poderá ser considerado “grande”, em comparação com a média dos anteriores.

Isto significa que dos anteriores 70 elementos que fizeram parte do Executivo do primeiro-ministro, entre 2019 e 2022, 14 teriam de sair neste novo Governo, para chegar ao número ideal de 56.

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Para já ainda não há qualquer informação sobre o número de elementos do novo Governo, que deverá conhecido a 22 ou 23 de fevereiro, com António Costa a decidir manter o mistério até ao fim.

Recorde-se que os socialistas venceram as eleições de dia 30 de janeiro com maioria absoluta, reunindo 41,7% dos votos e 117 dos 230 deputados, numa noite em que o Chega se tornou a terceira força política e CDS-PP e PEV perderam representação parlamentar.

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