Novo Ford GT tem mais linhas de código que o Boeing 787 Dreamliner

O Ford GT não é só o porta-estandarte da marca norte-americana, mas também um automóvel extremamente complexo do ponto de vista da engenharia, antecipando uma série de tecnologias que veremos, futuramente, em automóveis mundanos. Só o sistema de ABS recorre a 50 sensores e 28 microprocessadores, integrados em seis diferentes redes de comunicação, através de 3000 sinais, capazes de gerar 300 MB de dados por segundo, ou 100 GB por hora. Segundo Jamal Hameedi, engenheiro-chefe da Ford Performance, o Ford GT possui mais de 10 milhões de linhas de código, que é o mesmo que dizer que são três milhões a mais que o novo avião da Boeing, o 787 dreamliner. O segredo é, nas palavras de Hameedi, “garantir que a falha de um qualquer sensor não implique a encerramento de todo o sistema”.

Joao Botelho

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O Ford GT não é só o porta-estandarte da marca norte-americana, mas também um automóvel extremamente complexo do ponto de vista da engenharia, antecipando uma série de tecnologias que veremos, futuramente, em automóveis mundanos.
Só o sistema de ABS recorre a 50 sensores e 28 microprocessadores, integrados em seis diferentes redes de comunicação, através de 3000 sinais, capazes de gerar 300 MB de dados por segundo, ou 100 GB por hora.
Segundo Jamal Hameedi, engenheiro-chefe da Ford Performance, o Ford GT possui mais de 10 milhões de linhas de código, que é o mesmo que dizer que são três milhões a mais que o novo avião da Boeing, o 787 dreamliner. O segredo é, nas palavras de Hameedi, “garantir que a falha de um qualquer sensor não implique a encerramento de todo o sistema”.

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