Novo Banco apresenta “mais um período de forte desempenho comercial e financeiro”, revela CEO

O presidente executivo (CEO) do Novo Banco, Mark Bourke, afirma que a instituição apresentou no primeiro semestre “mais um período de forte desempenho comercial e financeiro” e que esta continua “a superar as expectativas”.

Executive Digest com Lusa
Julho 28, 2023
9:23

O presidente executivo (CEO) do Novo Banco, Mark Bourke, afirma que a instituição apresentou no primeiro semestre “mais um período de forte desempenho comercial e financeiro” e que esta continua “a superar as expectativas”.

O lucro do Novo Banco subiu 39,9% nos primeiros seis meses do ano, face a igual período de 2022, para 373,2 milhões de euros, anunciou hoje a instituição financeira.

“Apresentamos mais um período de forte desempenho comercial e financeiro, com um crescimento contínuo do negócio, sólidos rácios de liquidez e uma sustentada geração de capital, atingindo 15,1% CET 1 (+200 pontos base versus dezembro de 2022)”, afirma o CEO, no comunicado de resultados divulgado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

“O Novo Banco continua a superar as expectativas, reforçando a sua posição como um banco sólido e independente” e “continuamos comprometidos com os nossos clientes, sejam famílias ou empresas, prestando um serviço de excelência e ajudando-os a construir e a garantir o seu futuro”, conclui Mark Bourke.

No período em análise, primeiro semestre, a margem financeira ascendeu a 524 milhões de euros, mais 95,5% em termos homólogos.

No segundo trimestre, “a margem financeira cresceu 12,7% face ao primeiro trimestre”, adianta o banco.

“A evolução positiva da atividade comercial, num ambiente favorável das taxas de juro, repercutiu-se no crescimento de 62,3% do produto bancário comercial”, adianta o Novo Banco, no documento, referindo que “este desempenho mais que compensou o efeito da inflação e do investimento na melhoria dos processos do banco, que conduziu a um aumento dos custos operativos de 7,8% (6,3% excluindo os itens de natureza excecional)”.

As provisões para crédito e títulos “apresentam uma ligeira redução face aos valores registados” no primeiro semestre de 2022 (-4,4 milhões de euros).

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