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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Jul 2026 16:27:20 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Quem é Mykhailo Drapatyi? O novo chefe do exército ucraniano que muitos acreditam poder tornar-se o pior pesadelo da Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mykhailo Drapatyi]]></category>
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		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia substitui Oleksandr Syrskyi]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aos 43 anos, Mykhailo Drapatyi tornou-se o novo comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia, substituindo Oleksandr Syrskyi. É o terceiro militar a ocupar o cargo desde o início da invasão russa em grande escala, em fevereiro de 2022, e chega envolto em expectativas elevadas tanto entre os soldados como na sociedade ucraniana.</p>
<p>A sua nomeação foi bem recebida por militares, analistas e movimentos civis, que viam em Drapatyi um comandante mais próximo das tropas e capaz de imprimir uma nova estratégia ao exército.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">I have decided that Mykhailo Drapatyi will become the new Commander-in-Chief of the Armed Forces of Ukraine. Together with Mykhailo, Yevhenii Khmara, and Pavlo Palisa, we determined how the General Staff of the Armed Forces of Ukraine should be reconfigured. It is a fact that… <a href="https://t.co/spK2B2ppHP">pic.twitter.com/spK2B2ppHP</a></p>
<p>&mdash; Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) <a href="https://x.com/ZelenskyyUa/status/2079664474722615574?ref_src=twsrc%5Etfw">July 21, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><strong>Do curso de tanques às linhas da frente</strong></p>
<p>Natural de 1982, Drapatyi formou-se no Instituto de Tropas Blindadas de Kharkiv, em 2004, iniciando a carreira como tenente.</p>
<p>O seu nome ganhou projeção em 2014, quando um vídeo se tornou viral ao mostrar o veículo blindado que comandava a romper uma barricada montada por separatistas pró-russos durante a operação para recuperar a cidade de Mariupol.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Mykhailo Drapatyi was the commander of the legendary BMP-2 that broke through Russian-backed barricades in Mariupol on May 9, 2014.</p>
<p>At the time, Russian-backed militants were attempting to seize control of the city. Drapatyi led the armored breakthrough that helped Ukrainian… <a href="https://t.co/Tg5mX3mgzJ">pic.twitter.com/Tg5mX3mgzJ</a></p>
<p>&mdash; Saint Javelin (@saintjavelin) <a href="https://x.com/saintjavelin/status/2079655285044469867?ref_src=twsrc%5Etfw">July 21, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Mais tarde, nesse mesmo ano, foi elogiado por conseguir retirar unidades ucranianas cercadas na região de Lugansk.</p>
<p>Em 2021 regressou aos estudos para aprofundar a formação operacional e estratégica, terminando o curso como o melhor aluno e recebendo uma espada de honra entregue pela então embaixadora britânica na Ucrânia, Melinda Simmons.</p>
<p><strong>Um dos comandantes mais respeitados da Ucrânia</strong></p>
<p>Quando a Rússia lançou a invasão em grande escala, em fevereiro de 2022, Drapatyi era comandante-adjunto das Forças Conjuntas.</p>
<p>Ao longo da guerra liderou vários agrupamentos operacionais, travando o avanço russo em direção a Kryvyi Rih e participando na libertação de várias localidades das regiões de Kherson e Dnipropetrovsk.</p>
<p>Em 2024 assumiu o comando das forças terrestres, passando a dirigir algumas das zonas mais difíceis da frente oriental.</p>
<p>Entre os militares ganhou reputação por privilegiar a preparação das tropas e por demonstrar maior preocupação com as vidas dos soldados do que muitos dos seus antecessores.</p>
<p><strong>O general que assumiu a responsabilidade</strong></p>
<p>Um dos episódios que mais marcou a sua imagem aconteceu em 2025.</p>
<p>Depois de um ataque russo contra um campo de treino na região de Dnipropetrovsk provocar a morte de 12 militares e ferir cerca de 60, Drapatyi apresentou a demissão no próprio dia, assumindo responsabilidade política e moral pelo sucedido.</p>
<p>Na altura escreveu que &#8220;um exército em que os comandantes assumem responsabilidade pela vida dos militares continua vivo. Um exército em que ninguém responde pelas perdas acaba por morrer&#8221;.</p>
<p>O gesto foi visto como um raro exemplo de responsabilização entre os altos comandos militares e acabou por reforçar o prestígio de Drapatyi. Em vez de aceitar a demissão, Volodymyr Zelensky promoveu-o para comandante das Forças Conjuntas.</p>
<p><strong>A esperança de uma nova estratégia</strong></p>
<p>Nos meses seguintes cresceram as notícias sobre alegadas divergências entre Drapatyi e Syrskyi, sobretudo quanto à condução da guerra.</p>
<p>Analistas e militares consideram que o novo comandante representa uma geração diferente de oficiais, mais aberta à inovação tecnológica e menos dependente de ofensivas frontais de elevado custo humano.</p>
<p>Segundo Mykola Bielieskov, analista da organização ucraniana Come Back Alive, Drapatyi goza de uma reputação particularmente forte entre os militares que entraram para o exército depois da invasão russa.</p>
<p>Ainda assim, alerta que o novo comandante terá de gerir limitações políticas, dependência da ajuda militar ocidental, dificuldades no recrutamento e problemas persistentes de corrupção ligados à mobilização e às aquisições militares.</p>
<p><strong>Uma tarefa que muitos consideram quase impossível</strong></p>
<p>Nas primeiras declarações após a nomeação, Drapatyi prometeu trabalhar &#8220;sem grandes promessas&#8221;, assumindo responsabilidade pelas decisões e demonstrando respeito pelos militares que combatem na linha da frente.</p>
<p>O novo comandante terá também de acelerar a modernização das forças armadas e aproveitar os avanços tecnológicos que permitiram à Ucrânia desenvolver drones e outros sistemas que têm alterado o equilíbrio no campo de batalha.</p>
<p>Apesar do entusiasmo gerado pela sua chegada, antigos responsáveis ucranianos avisam que as expectativas são enormes.</p>
<p>O antigo comandante-chefe Valerii Zaluzhnyi afirmou que Drapatyi terá &#8220;uma tarefa muito mais difícil do que imagina&#8221;, enquanto outros analistas lembram que qualquer comandante na Ucrânia acaba inevitavelmente por ser julgado pelos resultados de uma guerra que continua longe do fim.</p>
<p>Ainda assim, para muitos soldados ucranianos, a nomeação representa uma oportunidade para renovar a liderança militar e adaptar o exército a uma guerra cada vez mais tecnológica, prolongada e exigente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792663]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Sindicatos atentos à 2.ª fase e garantem que professores continuarão disponíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:18:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Sindicatos de professores manifestaram-se hoje preocupados com os problemas na classificação dos exames nacionais do ensino secundário, afirmando que estarão atentos à 2.ª fase, mas garantiram que os docentes continuarão a estar disponíveis nas próximas etapas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Sindicatos de professores manifestaram-se hoje preocupados com os problemas na classificação dos exames nacionais do ensino secundário, afirmando que estarão atentos à 2.ª fase, mas garantiram que os docentes continuarão a estar disponíveis nas próximas etapas.</P><br />
<P>As posições foram assumidas no final das reuniões negociais realizadas hoje com o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), em que o tema dos exames nacionais não fazia parte da ordem de trabalhos, mas foi abordado pela tutela.</P><br />
<P>&#8220;O caos dos exames foi o que foi, mas podia ter sido muito pior se não fosse a dedicação dos milhares de professores que estiveram envolvidos neste processo&#8221;, sublinhou um dos secretários-gerais da Federação Nacional dos Professores (Fenprof).</P><br />
<P>Pela primeira vez este ano, os cerca de 300 mil exames nacionais do ensino secundário foram avaliados em formato digital, mas o processo registou várias falhas técnicas.</P><br />
<P>O ministro da Educação reconheceu os problemas no processo de classificação e garantiu que nenhum aluno será prejudicado, mas cinco dias após a publicação dos resultados, continuam a identificar-se erros nas classificações e digitalizações das provas.</P><br />
<P>Pela Fenprof, José Feliciano Costa afirmou que &#8220;nenhum aluno pode ter garantias na nota que saiu&#8221; e considerou que o reduzido número de alunos que apresentou a candidatura ao ensino superior no primeiro dia do prazo (304 em comparação com 10 mil no ano passado) é reflexo dessa desconfiança.</P><br />
<P>Entretanto, decorre desde terça-feira a segunda fase dos exames nacionais, cujas provas serão avaliadas no mesmo modelo de classificação digital e, apesar das garantias do MECI de que os problemas foram resolvidos, os sindicatos manifestam-se apreensivos.</P><br />
<P>Pelo Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE) a presidente, Júlia Azevedo, disse esperar que a &#8220;experiência acumulada&#8221; durante a primeira fase permita prevenir novas falhas.</P><br />
<P>&#8220;Compete à equipa do Ministério da Educação aprimorar o processo para não repetir os erros, sendo que temos a certeza de que, quer os diretores, quer os professores classificadores, estão disponíveis para resolver esta questão&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Questionada se haverá docentes suficientes para assegurar, por um lado, as classificações dos exames realizados na segunda fase, que termina na sexta-feira, mas também os pedidos de reapreciação, Júlia Azevedo afirmou igualmente que os professores estão disponíveis.</P><br />
<P>A garantia foi partilhada pelo secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE), Pedro Barreiros.</P><br />
<P>&#8220;As escolas, infelizmente, ao longo de décadas estão sistematicamente a ser chamadas para dar resposta a problemas que não são criados nem pelos professores, nem pelos alunos&#8221;, disse.</P><br />
<P>Apesar dos atrasos na divulgação das notas, o Ministério manteve os calendários da primeira fase do concurso de acesso ao ensino superior, que termina a 06 de agosto, bem como os da segunda fase dos exames.</P><br />
<P>Contudo, foi criada uma época especial de exames, a decorrer entre 03 e 08 de setembro, aberta a todos os alunos elegíveis para as provas na segunda fase, independentemente de as terem realizado ou não.</P><br />
<P>Antecipando as próximas etapas, José Feliciano Costa, acrescentou, por outro lado, que a Fenprof estará &#8220;muito atenta&#8221; à defesa dos direitos dos trabalhadores, referindo-se ao direito a férias e ao pagamento de trabalho suplementar.</P><br />
<P>Quanto ao regresso às aulas, a partir de 11 de setembro &#8211; poucos dias após o fim da época especial &#8211; o secretário-geral da Fenprof confirmou que &#8220;a serenidade e a tranquilidade com que deve abrir sempre um ano letivo estão claramente comprometidas&#8221;.  </P><br />
<P>Pelo Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop), Daniel Martins defendeu que o ministro da Educação deve assumir as suas responsabilidades, justificando que Fernando Alexandre &#8220;agiu politicamente e o resultado foi o falhanço total&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792656]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Número de eleitores brasileiros em Portugal para as eleições gerais sobe para 134 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:15:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de brasileiros recenseados em Portugal para votar nas eleições gerais do Brasil em outubro subiu 66,63% para 134.797, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de brasileiros recenseados em Portugal para votar nas eleições gerais do Brasil em outubro subiu 66,63% para 134.797, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>
<p>Nas eleições de 2022, o número de brasileiros recenseados em Portugal cifrava-se em 80.896.</p>
<p>Para as eleições deste ano &#8211; com primeira volta agendada para 04 de outubro e a segunda para 25 do mesmo mês -, Lisboa é o maior colégio eleitoral, com o Porto em terceiro, apenas atrás da cidade norte-americana de Boston.</p>
<p>Lisboa registou o maior crescimento de eleitores entre 2022 e 2026: passou de 45,3 mil para mais de 78 mil, num aumento de 74%.</p>
<p>Já o Porto também teve um aumento expressivo, de 58%, passando de 30 mil para 47,6 mil eleitores.</p>
<p>Portugal representa 14,67% dos 918,9 mil eleitores brasileiros no exterior, apenas atrás dos Estados Unidos, que representam 28,89% do total.</p>
<p>Em declarações hoje à Lusa, o cônsul do Brasil em Lisboa, Alessandro Candeas, assegurou que a diplomacia brasileira está preparada para lidar com o aumento de 66,63% de eleitores, em Portugal, especialmente em Lisboa.</p>
<p>&#8220;Desde o ano passado, conseguimos ampliar o número de locais de votação em negociação direta com a Reitoria [da Universidade de Lisboa]: vão ser a Faculdade de Direito, a Faculdade de Letras e a Reitoria da Universidade de Lisboa&#8221;, frisou, explicando que os locais de votação passam de um para três.</p>
<p>O diplomata garantiu que já está em marcha todo o trabalho logístico de preparação, de capacitação, de capacitação de voluntários, incluindo reuniões de trabalho com a Câmara Municipal de Lisboa, com os bombeiros, com a polícia, entre outras.</p>
<p>&#8220;Não tenho nenhuma dúvida de que todo esse esforço vai ser coberto de êxito, porque estamos aqui para assegurar o direito de votar e que é o esteio de toda a nossa democracia&#8221;, sublinhou.</p>
<p>Ainda de acordo com os dados do consulado, a grande maioria dos eleitores em Portugal tem entre 25 e 49 anos, sendo que a maioria (57%) são mulheres.</p>
<p>Segundo os dados oficiais, 63% dos eleitores recenseados no país têm ou o ensino secundário ou o superior, completo.</p>
<p>Este ano, os eleitores brasileiros vão às urnas escolher políticos para os cargos de Presidente do Brasil, governador, senador, deputado federal e deputado estadual.</p>
<p>O Brasil entrou na segunda-feira numa nova fase da corrida presidencial, na qual 158,7 milhões de eleitores estão aptos a votar, com o início dos congressos partidários destinados a oficializar os candidatos às eleições, numa altura em que as sondagens dão vantagem ao Presidente, Lula da Silva, sobre o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>Embora as eleições se apresentem como um duelo entre Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, outros partidos, sobretudo no campo conservador, também irão apresentar os seus candidatos à Presidência, entre os quais Romeu Zema, ex-governador do estado de Minas Gerais, e Ronaldo Caiado, ex-governador do estado de Goiás.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792638]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa fecha hoje em alta com CTT a avançarem mais de 4%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:13:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em alta, avançando 1,16%, para 9.277,62 pontos, seguindo a tendência dos maiores mercados europeus, e com os CTT a avançarem mais de 4%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje em alta, avançando 1,16%, para 9.277,62 pontos, seguindo a tendência dos maiores mercados europeus, e com os CTT a avançarem mais de 4%.</P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice PSI, 14 subiram e apenas duas desceram.</P><br />
<P>As principais praças europeias fecharam hoje em alta, com Londres a subir 1,24%, Paris 0,89%, Frankfurt 0,58%, Madrid 0,99% e Milão 0,97%.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792647]]></sapo:autor>
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		<title>Esqueça Nova Iorque ou Londres: esta é a cidade mais cara do mundo para o dia a dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:10:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Deutsche Bank]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Zurique]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatório do Deutsche Bank analisou 69 cidades em todo o mundo, comparando o preço de vários produtos e serviços correntes com base em dados da plataforma Numbeo e de outras fontes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se pensa nas cidades mais caras do mundo, os primeiros nomes que costumam surgir são Nova Iorque, Londres ou Singapura. Mas um novo estudo do Deutsche Bank conclui que é Zurique, na Suíça, que lidera o ranking dos preços mais elevados para muitas das despesas do dia a dia.</p>
<p>O relatório analisou 69 cidades em todo o mundo, comparando o preço de vários produtos e serviços correntes com base em dados da plataforma Numbeo e de outras fontes.</p>
<p>Os números ajudam a explicar a posição da cidade suíça. Um cappuccino custa, em média, 7,13 dólares (cerca de 6,1 euros), um refrigerante ultrapassa os seis dólares (5,1 euros) e um jantar de três pratos para duas pessoas num restaurante de gama média ronda os 149 dólares (127 euros).</p>
<p>O café é um dos exemplos mais impressionantes. Zurique é a única cidade do estudo onde um cappuccino ultrapassa a barreira dos sete dólares, um preço cerca de 40% superior ao registado há dez anos. Em comparação, a mesma bebida custa pouco mais de dois dólares em Roma ou Milão.</p>
<p>Mas o elevado custo de vida vai muito além da restauração. Uma corrida de táxi de apenas cinco quilómetros ronda os 32 dólares (27 euros), o valor mais elevado entre todas as cidades analisadas, enquanto um bilhete de cinema custa cerca de 25 dólares (21 euros), colocando Zurique e Genebra no topo desta categoria.</p>
<p>Apesar destes preços, a Suíça continua também a destacar-se pelos salários elevados. Segundo o Deutsche Bank, Zurique e Genebra lideram o ranking mundial de rendimento disponível depois de pagos os impostos e a habitação. Um casal que arrende um apartamento com três quartos pode dispor de mais de 10 mil dólares mensais após suportar essas despesas.</p>
<p>Os analistas atribuem grande parte desta realidade à valorização do franco suíço ao longo das últimas décadas, que aumentou significativamente o custo dos bens e serviços quando comparados com outras moedas.</p>
<p>No extremo oposto surge Tóquio. Apesar de ser uma das maiores capitais económicas do mundo, a cidade japonesa apresenta preços surpreendentemente acessíveis em várias categorias.</p>
<p>O estudo refere, por exemplo, que arrendar um apartamento com três quartos custa menos de um terço do valor praticado em Nova Iorque. Além disso, Tóquio é atualmente o local mais barato do mundo para comprar um iPhone, graças à desvalorização do iene.</p>
<p>O relatório identifica ainda outras cidades que lideram categorias específicas de preços. Ancara, na Turquia, tem o iPhone mais caro do mundo devido à elevada carga fiscal; Sydney destaca-se pelo preço dos cigarros; Singapura lidera no custo do vinho de gama média; Telavive regista o menu mais caro do McDonald&#8217;s; Dubai apresenta algumas das cervejas importadas e ligações à internet mais dispendiosas; São Francisco tem os ginásios mais caros e Nova Iorque continua a ser a cidade com as rendas mais elevadas, onde um apartamento T1 no centro custa, em média, 4.285 dólares (cerca de 3.650 euros) por mês.</p>
<p>Já Berlim surge no topo da tabela dos serviços domésticos, com contas mensais de eletricidade, aquecimento, água e recolha de lixo que rondam os 410 dólares (350 euros) para uma habitação de cerca de 85 metros quadrados.</p>
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		<title>Pernas à mostra, pelos em debate: a inesperada guerra do verão nos escritórios japoneses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:04:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Medida faz parte da iniciativa Tokyo Cool Biz, lançada em abril pela governadora Yuriko Koike para ajudar a enfrentar as temperaturas extremas e reduzir o consumo de energia durante o verão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os homens japoneses estão, este verão, a mostrar mais pernas do que nunca nos escritórios. A culpa é de uma nova recomendação do Governo Metropolitano de Tóquio, que incentiva os trabalhadores a trocarem o tradicional fato e gravata por roupa mais fresca, incluindo&#8230; calções.</p>
<p>A medida faz parte da iniciativa Tokyo Cool Biz, lançada em abril pela governadora Yuriko Koike para ajudar a enfrentar as temperaturas extremas e reduzir o consumo de energia durante o verão.</p>
<p>Mas aquilo que começou como uma campanha para aliviar o calor rapidamente deu origem a uma polémica inesperada.</p>
<p>Enquanto muitos trabalhadores elogiam o conforto de poder ir de calções para o escritório, outras vozes criticam o facto de as mulheres continuarem, em muitos locais de trabalho, a sentir pressão para usar collants quando mostram parte das pernas.</p>
<p>E há ainda quem tenha encontrado outro motivo de queixa: os pelos das pernas dos colegas.</p>
<p>Nas redes sociais japonesas começou a circular o termo &#8220;sunehara&#8221;, uma junção das palavras japonesas para &#8220;canela&#8221; e &#8220;assédio&#8221;, utilizada para descrever o desconforto provocado por colegas que exibem pernas muito peludas.</p>
<p>&#8220;Queremos dar mais opções às pessoas durante o calor extremo, não dizer-lhes o que devem vestir. Desde que a roupa não seja ofensiva, não deveria haver qualquer problema&#8221;, explicou à &#8216;BBC&#8217; Noboru Watanabe, responsável ambiental do Governo Metropolitano de Tóquio.</p>
<p>A discussão teve um efeito inesperado: algumas clínicas especializadas em depilação a laser dizem estar a receber mais homens preocupados com a aparência das pernas.</p>
<p>Akifumi Funatsu, diretor da Gorilla Clinic, afirma que muitos clientes já não procuram tratamentos apenas por razões estéticas, mas também por considerarem que mostrar pernas sem pelos faz parte da etiqueta profissional.</p>
<p>Segundo o médico, existe a perceção de que muitas mulheres preferem que os homens tenham menos pelos nas pernas, levando alguns trabalhadores a recorrer à depilação para evitar situações embaraçosas.</p>
<p>A campanha Cool Biz não é nova. Foi criada em 2005, quando Yuriko Koike era ministra do Ambiente, incentivando os trabalhadores a abandonarem a gravata e o casaco durante os meses mais quentes para reduzir o recurso ao ar condicionado.</p>
<p>Após o sismo e o tsunami de 2011, o programa evoluiu para o Super Cool Biz, alargando as recomendações de poupança energética tanto aos escritórios como às habitações.</p>
<p>Este ano, porém, o calor está a atingir níveis excecionais. A Agência Meteorológica do Japão introduziu mesmo a expressão &#8220;kokusho-bi&#8221;, ou &#8220;dia de calor brutal&#8221;, para assinalar jornadas em que os termómetros ultrapassam os 40 graus Celsius.</p>
<p>Só na semana entre 6 e 12 de julho, sete pessoas morreram devido a golpes de calor e 4.580 foram hospitalizadas, segundo a Agência de Gestão de Incêndios e Desastres.</p>
<p>Além do ar condicionado e da hidratação, os japoneses têm recorrido a soluções cada vez mais criativas para enfrentar as altas temperaturas, desde roupa equipada com ventoinhas incorporadas a toalhitas refrescantes, guarda-sóis com proteção térmica e pequenas ventoinhas portáteis.</p>
<p>Especialistas alertam, contudo, que a melhor defesa continua a ser a adaptação gradual do organismo ao calor antes do pico do verão, sobretudo num país onde a elevada humidade dificulta a evaporação do suor e aumenta o risco de insolação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792641]]></sapo:autor>
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		<title>O risco político já não vem de longe: chegou a casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:59:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Opinião de Acácio Ferreira, Diretor de Credit and Surety, da Willis Towers Watson]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Acácio Ferreira, Diretor de Credit and Surety, da Willis Towers Watson</p>
<p>Durante décadas, gerir risco político significava sobretudo vigiar o que se passava longe: golpes de estado em economias emergentes, expropriações em ditaduras instáveis, guerras civis em regiões periféricas. Hoje, essa visão já não chega. Para qualquer empresa com operações internacionais, o risco mais difícil de gerir pode estar, precisamente, dentro de portas.</p>
<p>A tentação de olhar para o risco político como algo exterior, associado a paisagens distantes e claramente instáveis, sempre foi confortável. Permitia às multinacionais pensar-se como entidades neutras, “cidadãs do mundo”, que navegam entre jurisdições sem nunca se confundirem com nenhuma delas. Essa narrativa está cada vez mais insustentável. A polarização política dentro dos próprios países de origem, as tensões comerciais entre grandes blocos económicos e a multiplicação de ataques a infraestruturas críticas tornaram o risco político um fenómeno tão doméstico quanto internacional.</p>
<p>Basta olhar para o que aconteceu com as tarifas comerciais nos últimos anos. Não foi uma guerra distante que mais perturbou as cadeias de abastecimento globais, foi a imprevisibilidade de decisões tomadas em capitais aparentemente estáveis, com efeitos imediatos sobre custos, margens e decisões de investimento em setores que nada tinham a ver com a disputa original. Produtores que perdem acesso a um mercado procuram outro; esse reencaminhamento de fluxos comerciais cria, por sua vez, novas pressões competitivas em geografias que se julgavam protegidas. O risco político deixou de ser um evento isolado para se tornar uma condição estrutural da economia global.</p>
<p><strong>Quando a fronteira entre segurança nacional e negócio desaparece</strong></p>
<p>Há ainda um segundo fenómeno que merece atenção: a chamada “zona cinzenta”, esse espaço ambíguo entre a paz e o conflito declarado, onde ataques a cabos submarinos, redes elétricas ou sistemas informáticos ocorrem sem reivindicação clara de autoria. Estas ações já não visam apenas Estados; visam, cada vez mais, empresas privadas, que se tornam alvos colaterais, ou mesmo diretos, de disputas geopolíticas que não escolheram travar.</p>
<p>Esta realidade obriga a repensar a própria fronteira entre risco de segurança nacional e risco comercial. Quando uma empresa de logística vê os seus sistemas atacados por suspeita de retaliação política contra o seu país de origem, deixa de fazer sentido tratar esse incidente como um problema puramente técnico ou operacional. É, também, um problema geopolítico, e deve ser gerido como tal, com a mesma atenção dedicada tradicionalmente a riscos de mercado ou de crédito.</p>
<p>Esta mudança coloca as multinacionais perante um dilema incómodo: até que ponto devem alinhar-se com os interesses de segurança nacional dos países onde estão sediadas, mesmo quando isso implica custos acrescidos ou perda de competitividade noutros mercados? Não há resposta fácil. Mas a ideia de uma empresa completamente neutra, equidistante de qualquer lealdade nacional, parece cada vez mais uma ficção confortável, difícil de sustentar num mundo de boicotes, controlos à exportação e políticas industriais estratégicas.</p>
<p><strong>Repensar a estrutura, não apenas a cobertura do risco</strong></p>
<p>A resposta tradicional ao risco político sempre passou por instrumentos de mitigação: seguros, diversificação geográfica, relações diplomáticas, mecanismos legais internacionais. Existem soluções de cobertura de risco político especialmente concebidas para proteger investimentos, ativos e transações internacionais contra expropriações, restrições cambiais, violência política ou incumprimentos. Esses instrumentos continuam a ser indispensáveis, mas começam a revelar-se insuficientes para um cenário em que o próprio modelo de negócio pode ter de ser redesenhado.</p>
<p>Não é por acaso que cada vez mais organizações ponderam seriamente separar operações entre diferentes blocos geopolíticos, criando estruturas independentes para mercados que, no passado, funcionavam de forma integrada. Esta não é uma decisão tomada com leveza; implica custos elevados, perda de sinergias e complexidade acrescida. Mas é, também, um sinal claro de que a globalização sem fronteiras políticas, tal como a conhecemos nas últimas três décadas, está a dar lugar a um modelo mais fragmentado, onde a geografia volta a importar.</p>
<p>Para as empresas portuguesas com ambições internacionais, e mesmo para as que já operam em mercados externos há anos, a lição é clara: gerir risco político deixou de ser uma função de retaguarda, confinada a relatórios anuais de compliance. Tornou-se uma questão estratégica de primeira linha, que exige presença ao mais alto nível de decisão e uma capacidade de antecipação que, até há pouco tempo, poucas organizações julgavam necessária.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Acácio Ferreira, Diretor de Credit and Surety, da Willis Towers Watson]]></sapo:autor>
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		<title>Europa prepara míssil para atingir Moscovo: Reino Unido e Alemanha desenvolvem arma com alcance de 2.000 quilómetros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:47:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Informação é avançada pelos jornais 'Welt' e 'The Telegraph', que citam várias fontes britânicas e alemãs ligadas ao planeamento da defesa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Reino Unido e a Alemanha estão a desenvolver, de forma discreta, um novo míssil de longo alcance capaz de atingir alvos até 2.000 quilómetros dentro do território russo, num projeto que pretende reforçar a capacidade militar europeia e reduzir a dependência dos Estados Unidos.</p>
<p>A informação é avançada pelos jornais &#8216;Welt&#8217; e &#8216;The Telegraph&#8217;, que citam várias fontes britânicas e alemãs ligadas ao planeamento da defesa.</p>
<p>Batizado Deep Precision Strike (DPS), o programa prevê o desenvolvimento de uma arma de elevada precisão destinada a destruir infraestruturas militares estratégicas, como centros de comando, bases logísticas e linhas de abastecimento, caso a NATO entre em conflito direto com a Rússia.</p>
<p>Segundo aquelas publicações, o míssil deverá entrar ao serviço em 2034 e constitui o principal projeto da cooperação militar entre Londres e Berlim, combinando financiamento alemão com tecnologia britânica.</p>
<p>O DPS foi apresentado na cimeira da NATO realizada em julho, em Ancara, como um programa liderado pelo Reino Unido, avaliado em cerca de 35 mil milhões de euros e que envolve 12 países da Aliança Atlântica. A Alemanha deverá assumir um papel central no desenvolvimento do sistema.</p>
<p>As autoridades estudam atualmente duas soluções técnicas: um míssil de cruzeiro de baixa altitude, concebido para escapar aos sistemas de defesa aérea russos, e um míssil hipersónico, capaz de viajar a mais de cinco vezes a velocidade do som.</p>
<p>Segundo o &#8216;Welt&#8217;, o Governo britânico pretende acelerar o calendário e transformar o atual acordo político num programa formal de desenvolvimento já no próximo ano.</p>
<p>Especialistas em defesa consideram que o projeto reflete a crescente preocupação europeia com a escassez de capacidades próprias para ataques de longo alcance. Atualmente, a NATO dispõe de um número limitado de mísseis convencionais capazes de atingir alvos muito distantes, dependendo sobretudo dos mísseis americanos Tomahawk.</p>
<p>&#8220;Deep Precision Strike significa a capacidade de atacar alvos estratégicos, como quartéis-generais ou centros logísticos, cuja destruição comprometeria toda a cadeia de abastecimento da linha da frente&#8221;, explicou Sidharth Kaushal, especialista do centro de estudos britânico Royal United Services Institute (RUSI).</p>
<p>O programa integra um reforço mais vasto da cooperação militar entre Reino Unido e Alemanha, iniciado com a Declaração de Trinity House, em 2024, e aprofundado através do Acordo de Kensington, assinado em 2025.</p>
<p>Nos últimos meses, várias empresas alemãs do setor da defesa reforçaram os investimentos em território britânico. A Rheinmetall inaugurou uma fábrica de produção de artilharia em Telford, a Heckler &#038; Koch expandiu a capacidade industrial em Essex e a Helsing abriu recentemente, em Plymouth, uma unidade dedicada ao fabrico de drones submarinos equipados com inteligência artificial.</p>
<p>Apesar do avanço do projeto, o calendário previsto está longe de reunir consenso. O antigo comandante das forças americanas na Europa, Ben Hodges, classificou como &#8220;absurdo&#8221; esperar até 2034, lembrando que a Ucrânia já utiliza drones capazes de atingir alvos situados a cerca de 2.000 quilómetros de distância.</p>
<p>Também Nico Lange, especialista alemão em segurança, defendeu que a Europa deveria concentrar esforços na criação de capacidades terrestres de ataque profundo nos próximos meses, em vez de adiar esse objetivo durante quase uma década.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792609]]></sapo:autor>
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		<title>Banco de Portugal está a preparar comparador de remuneração de depósitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:39:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Francisco Guedes de Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A administradora do Banco de Portugal (BdP), Francisca Guedes de Oliveira, disse hoje no parlamento que o banco central está a trabalhar num comparador de produtos de poupança, incluindo as remunerações dos depósitos, para ajudar os clientes a escolher.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A administradora do Banco de Portugal (BdP), Francisca Guedes de Oliveira, disse hoje no parlamento que o banco central está a trabalhar num comparador de produtos de poupança, incluindo as remunerações dos depósitos, para ajudar os clientes a escolher. </P><br />
<P>Atualmente, no Portal do Cliente Bancário do BdP já existe uma ferramenta que permite aos consumidores comparar as comissões dos serviços associados às contas de pagamento (como os custos com a manutenção de conta, disponibilização de cartões de débito e de crédito, levantamentos em numerário e transferências).</P><br />
<P>Hoje, na comissão de orçamento e finanças, questionada sobre as baixas remunerações dos depósitos em Portugal, Francisca Guedes de Oliveira disse que o Banco de Portugal está a trabalhar num comparador de produtos de poupança.</P><br />
<P>A Autoridade da Concorrência (AdC) recomendou, esta semana, ao BdP que crie um comparador das taxas de remuneração dos depósitos pagas pelos bancos, para incentivar a mobilidade dos clientes entre as instituições financeiras e melhorar a concorrência.</P><br />
<P>A sugestão faz parte da versão final do estudo da AdC &#8220;Mobilidade dos consumidores na banca a retalho em Portugal&#8221;, que inclui 17 recomendações dirigidas ao banco central e aos legisladores (Governo e deputados) para diminuir os custos de pesquisa e comparação dos produtos bancários (das contas de pagamento, dos créditos e dos depósitos).</P><br />
<P>No estudo, a AdC refere que &#8220;os depósitos são a principal fonte de financiamento dos bancos e o principal instrumento de poupança das famílias e das empresas&#8221;, notando que, em Portugal, a remuneração dos depósitos a prazo está &#8220;em níveis inferiores à média ponderada da zona euro&#8221;, e sublinhando que &#8220;a concorrência induz&#8221; os bancos a oferecer taxas mais elevadas.</P><br />
<P>Atualmente, o portal do &#8220;Cliente Bancário&#8221; do BdP inclui uma ferramenta que permite aos consumidores comparar as comissões dos serviços associados às contas de pagamento (como os custos com a manutenção de conta, disponibilização de cartões de débito e de crédito, levantamentos em numerário e transferências).</P><br />
<P>A Autoridade da Concorrência propõe que o BdP pondere &#8220;o alargamento do âmbito do &#8216;comparador de comissões&#8217; no sentido de incluir produtos de poupança&#8221;.</P><br />
<P>Segundo os últimos dados disponíveis, a remuneração dos novos depósitos a prazo aumentou em maio pelo quarto mês consecutivo, para 1,48%, uma tendência em linha com a zona do euro.</P><br />
<P>Em maio, Portugal foi o sexto país com a taxa mais baixa da zona euro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792599]]></sapo:autor>
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		<title>Ventura admite comissão de inquérito a mandatos de Luís Neves na PJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:38:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[André Ventura]]></category>
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		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[ Esta posição foi transmitida aos jornalistas por André Ventura momentos antes de o líder do Chega entrar para uma reunião com a bancada parlamentar e a direção nacional do partido na Assembleia da República]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Chega, André Ventura, considerou hoje que existem motivos suficientes para a constituição de uma comissão parlamentar de inquérito aos mandatos do ministro da Administração Interna, Luís Neves, à frente da Polícia Judiciária.</p>
<p>Esta posição foi transmitida aos jornalistas por André Ventura momentos antes de o líder do Chega entrar para uma reunião com a bancada parlamentar e a direção nacional do partido na Assembleia da República.</p>
<p>Interrogado sobre se, no seu entender, existem motivos para a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito aos mandatos de Luís Neves como diretor nacional da Polícia Judiciária, entre 2018 e 2026, o presidente do Chega respondeu que sim, adiantando que esse será um dos temas da reunião.</p>
<p>&#8220;Acho que sim, que pode vir a ser o motivo para isso. Acho que temos que ter todos aqui o sentido de responsabilidade, de compreender que há coisas que podem ser evitadas se se tomarem as decisões certas a um determinado momento e evitar que as instituições colidam umas com as outras&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, tem estado envolto numa polémica relacionada com obras realizadas numa propriedade sua em Odemira pela empresa Construbarcelos, &#8211; anteriormente responsável por obras na PJ, quando era diretor nacional &#8211; e com um atrelado apreendido num processo de tráfico de droga, posteriormente encontrado nas instalações da mesma empresa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792598]]></sapo:autor>
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		<title>AMD vai investir cerca de 4.380 M€ na Anthropic em acordo que inclui encomendas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:37:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[AMD]]></category>
		<category><![CDATA[Anthropic]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A AMD vai investir 5.000 milhões de dólares (4.380 milhões de euros) na tecnológica Anthropic, anunciaram hoje as duas empresas norte-americanas, no âmbito de uma parceria que inclui uma encomenda de processadores para IA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A AMD vai investir 5.000 milhões de dólares (4.380 milhões de euros) na tecnológica Anthropic, anunciaram hoje as duas empresas norte-americanas, no âmbito de uma parceria que inclui uma encomenda de processadores para IA.</P><br />
<P>A AMD (Advanced Micro Devices) é uma gigante multinacional norte-americana de tecnologia e semicondutores, sediada em Santa Clara, Califórnia, EUA.</P><br />
<P>Esta parceria inclui também uma encomenda de processadores para o desenvolvimento e utilização de inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>O acordo sinaliza a ambição da empresa sediada em Santa Clara, que procura posicionar-se como concorrente da Nvidia no mercado dos chips de IA de alto desempenho</P><br />
<P>O contrato abrange os novos processadores Instinct MI450, que a AMD deverá lançar no segundo semestre de 2026. Trata-se de unidades de processamento gráfico (GPU) &#8212; chips de alto desempenho essenciais para a IA, um mercado atualmente dominado pela Nvidia.</P><br />
<P>Ao todo, a Anthropic encomendou até 2 gigawatts (GW) de capacidade computacional &#8212; o que representa centenas de milhares de processadores &#8212;, além de servidores Helios, outro produto novo da AMD.</P><br />
<P>As parcerias que envolvem tanto encomendas de produtos como participações acionistas têm-se multiplicado nos últimos meses, gerando preocupações entre alguns investidores, que as veem como uma forma de impulsionar artificialmente a procura por processadores.</P><br />
<P>Para a AMD, isto representa também uma oportunidade de construir relações com clientes de prestígio no setor da IA e ganhar credibilidade.</P><br />
<P>Em outubro, a empresa fechou um acordo com a OpenAI para uma encomenda três vezes superior à da Anthropic (6 gigawatts), avaliada  em mais de 100 mil milhões de dólares (87.619 milhões de euros, à taxa de câmbio atual) no total.</P><br />
<P>O acordo surpreendeu porque estipulava também que a AMD concederia à OpenAI &#8212; sem contrapartida &#8212; instrumentos financeiros convertíveis em ações sob determinadas condições, o que poderia representar pouco menos de 10% do capital social da gigante de semicondutores.</P><br />
<P>No caso da Anthropic, a participação da AMD será inferior a 1%, dado que a startup sediada em São Francisco foi avaliada em 965 mil milhões de dólares (cerca de 845 mil milhões de euros) após a sua última ronda de financiamento, em maio.</P><br />
<P>Para a Anthropic, a relação com a AMD permite uma maior diversificação das suas fontes de fornecimento, complementando importantes parcerias já estabelecidas com a Google e a Broadcom &#8212; outros fornecedores de processadores adequados para IA.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792605]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Felipe VI concede máxima condecoração do Estado espanhol a Marcelo Rebelo de Sousa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:35:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Rei Felipe VI concedeu a mais alta condecoração atribuída pela Casa Real e o Estado espanhol ao ex-presidente da República portuguesa Marcelo Rebelo de Sousa, segundo um decreto publicado hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Rei Felipe VI concedeu a mais alta condecoração atribuída pela Casa Real e o Estado espanhol ao ex-presidente da República portuguesa Marcelo Rebelo de Sousa, segundo um decreto publicado hoje.</P><br />
<P>Marcelo Rebelo de Sousa vai receber o Tosão de Ouro (&#8220;Toisón de Oro&#8221;, no original), lê-se no decreto de Felipe VI, que teve também o aval do Conselho de Ministros e está assinado tanto pelo Rei de Espanha como pelo primeiro-ministro, Pedro Sánchez.</P><br />
<P>&#8220;Querendo dar relevante testemunho do meu Real apreço por sua excelência Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa, ex-Presidente da República Portuguesa, e como demonstração da tradicional amizade entre Portugal e Espanha, ouvido o Conselho de Ministros, venho por este meio nomeá-lo Cavaleiro da Insigne Ordem do Tosão de Ouro&#8221;, diz Felipe VI, no texto do decreto.</P><br />
<P>O ex-Presidente da República de Portugal é a sexta pessoa e a primeira personalidade estrangeira a quem Felipe VI concede esta distinção.</P><br />
<P>O monarca, que assumiu a chefia do estado em junho de 2014, concedeu o Tosão de Ouro, até agora, à filha mais velha e herdeira da Coroa espanhola, Leonor de Borbón, em 2015.</P><br />
<P>Dez anos mais tarde, em 2025, atribui a condecoração à mãe, a agora rainha emérita Sofía, ao ex-primeiro-ministro de Espanha Felipe González e aos constitucionalistas Miquel Roca i Junyent e Miguel Herrero y Rodríguez de Miñón, dois dos &#8220;pais da Constituição&#8221; aprovada em 1978 que instituiu a atual monarquia parlamentar e a democracia em Espanha após a ditadura do general Francisco Franco.</P><br />
<P>A Insigne Ordem do Tosão de Ouro foi criada em 1429 e Marcelo Rebelo de Sousa junta-se a uma lista de 19 nomes de personalidades vivas que têm a distinção que agora lhe concedeu Felipe VI e que, no caso de estrangeiros, inclui, sobretudo, atuais e antigos chefes de Estado.</P><br />
<P>Marcelo Rebelo de Sousa, que deixou este ano a Presidência da República após uma década, fez a última viagem ao estrangeiro, com caráter oficial, a Espanha, em 19 e 20 de fevereiro.</P><br />
<P>Nessa visita, foi recebido no Palácio Real de Madrid com honras de militares e os Reis de Espanha, Felipe VI e Letizia, ofereceram um almoço em honra de Marcelo Rebelo de Sousa que contou com uma centena de convidados e em que esteve também Pedro Sánchez.</P><br />
<P>Felipe VI e Marcelo Rebelo de Sousa assumiram nesse almoço uma relação pessoal próxima construída na década em que os dois foram em simultâneo chefes de Estado e se cruzaram dezenas de vezes &#8220;um pouco por todo o mundo&#8221;, nas palavras do ex-presidente português.</P><br />
<P>A proximidade entre os dois e as boas relações entre Portugal e Espanha levou também a que a primeira viagem ao estrangeiro sozinha da princesa Leonor tivesse sido a Portugal, em 2024, quando cumpriu 18 anos e alcançou a maioridade, tendo então sido recebida e acompanhada na visita a Lisboa por Marcelo Rebelo de Sousa.</P><br />
<P>O ex-Presidente recebeu ainda no Palácio de Belém a filha mais nova dos Reis de Espanha, Sofía de Borbón, no ano passado, quando a infanta estudou numa universidade da capital portuguesa.</P><br />
<P>No discurso de 20 de fevereiro no Palácio Real de Madrid, Felipe VI agradeceu a Marcelo Rebelo de Sousa &#8220;a energia, inteligência, sabedoria e coração&#8221; que dedicou às relações luso-espanholas nos dez anos como chefe de Estado.</P><br />
<P>&#8220;Mas saiba, caro Presidente, que entre nós não se trata de uma despedida, mas sim do início de uma nova etapa, também de profunda e respeitosa amizade pessoal&#8221;, sublinhou Felipe VI, que se referiu a Marcelo Rebelo de Sousa como &#8220;professor Marcelo&#8221; e &#8220;queridíssimo amigo&#8221;, depois de ter quebrado o protocolo à chegada do então Presidente da República ao Palácio Real de Madrid quando o recebeu com um abraço.</P><br />
<P>Já o ex-Presidente da República portuguesa disse, no mesmo dia, que &#8220;Espanha é especial&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Somos sempre bem recebidos em todas as visitas, mas Espanha, bom, Espanha é Espanha, Espanha é especial. Espanha foi e permanece para Portugal e para os portugueses um caso único de afetos, cumplicidades, memórias, partilhas. São séculos de história comum entre estados e povos. Somos família&#8221;, disse.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto servi como Presidente da República portuguesa, Espanha ocupou sempre um lugar cimeiro na minha agenda e no meu afeto&#8221;, realçou Marcelo Rebelo de Sousa, que viajou mais de 15 vezes ao país vizinho em dez anos como chefe de Estado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792603]]></sapo:autor>
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		<title>Tetos caem, pedras atingem a rua e calor chega aos 30 graus: sindicato denuncia degradação da Alfândega de Ponta Delgada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:04:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos]]></category>
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					<description><![CDATA[Alguns funcionários terão adquirido, com dinheiro do próprio bolso, ventoinhas e outros equipamentos de climatização para minimizar o desconforto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI) denunciou esta quarta-feira o estado de degradação da Alfândega de Ponta Delgada, nos Açores, alertando para riscos para a segurança de trabalhadores, utentes e transeuntes e exigindo uma intervenção urgente da Autoridade Tributária e Aduaneira.</p>
<p>Segundo o sindicato, o edifício apresenta problemas estruturais e de funcionamento que se têm agravado ao longo dos últimos anos. Entre as situações apontadas estão a queda de três tetos em salas de trabalho — sem consequências pessoais por terem ocorrido durante fins de semana —, a queda de janelas e vidros, o desprendimento de pedras das colunas exteriores, a avaria do sistema de ar condicionado e a impossibilidade de abrir as janelas.</p>
<p>O STI afirma ainda que os trabalhadores são obrigados a desempenhar funções em condições consideradas inadequadas, com temperaturas próximas dos 30 graus e níveis de humidade na ordem dos 90%. Perante estas circunstâncias, alguns funcionários terão adquirido, com dinheiro do próprio bolso, ventoinhas e outros equipamentos de climatização para minimizar o desconforto.</p>
<p>A situação agravou-se recentemente quando, na sequência de alegadas quedas de pedras para a via pública, reportadas por profissionais do setor do táxi, a Proteção Civil decidiu vedar parte da área envolvente da Alfândega como medida preventiva para proteger pessoas e bens.</p>
<p>Para o sindicato, é &#8220;incompreensível e inaceitável&#8221; que um edifício do Estado continue nestas condições, apesar das sucessivas denúncias apresentadas pelos trabalhadores e das intervenções já realizadas por entidades competentes.</p>
<p>O STI considera igualmente inaceitável que os funcionários continuem a ser obrigados a trabalhar num espaço onde, diz, os riscos para a segurança são evidentes.</p>
<p>Entre as medidas exigidas estão uma avaliação técnica independente ao estado estrutural do edifício, a eliminação urgente de todos os riscos para trabalhadores, utentes e transeuntes, a instalação de condições adequadas de climatização e salubridade e a adoção de soluções alternativas de trabalho enquanto o problema não estiver resolvido.</p>
<p>O sindicato sublinha que a segurança e a saúde dos trabalhadores não podem ficar dependentes de constrangimentos administrativos ou orçamentais, lembrando que o Estado, enquanto empregador, deve dar o exemplo no cumprimento das normas de segurança e saúde no trabalho.</p>
<p>Caso não sejam adotadas medidas imediatas, o STI avisa que recorrerá às instâncias nacionais e europeias competentes para denunciar a situação e exigir a salvaguarda dos direitos dos trabalhadores. Segundo a estrutura sindical, os funcionários da Alfândega de Ponta Delgada têm direito a exercer as suas funções &#8220;em condições de segurança, saúde e dignidade&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792566]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street segue misto com escalada de tensões no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:57:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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		<category><![CDATA[Wall Street]]></category>
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					<description><![CDATA[Os principais índices norte-americanos seguiam hoje mistos, numa altura em que os preços do petróleo sobem e que os EUA e o Irão intensificam ataques e em dia de apresentação de resultados da Tesla e da Alphabet.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os principais índices norte-americanos seguiam hoje mistos, numa altura em que os preços do petróleo sobem e que os EUA e o Irão intensificam ataques e em dia de apresentação de resultados da Tesla e da Alphabet. </P><br />
<P>Pelas 14:50 em Lisboa, o índice de referência S&amp;P 500 cedia 0,18%, para 7.495,91 pontos, e o tecnológico Nasdaq desvalorizava 0,44%, para 25.724,40 pontos. </P><br />
<P>Em contrapartida, o industrial Dow Jones somava 0,28%, para 52.372,31 pontos. </P><br />
<P>Os EUA lançaram a 11.ª noite de ataques aéreos contra o Teerão, atingindo alvos em todo o Irão e levantando dúvidas sobre uma solução diplomática para pôr fim ao conflito, que ameaça descontrolar-se novamente.</P><br />
<P>A navegação no estreito de Ormuz, por onde passava cerca de um quinto do crude e o gás natural mundial antes da guerra, continua em grande parte paralisada.   </P><br />
<P>Os ataques do Irão à navegação nesta via desencadearam a recente série de respostas dos EUA, e os rebeldes houthis do Iémen, apoiados pelo Irão, ameaçam agora também os petroleiros sauditas no Mar Vermelho. </P><br />
<P>A situação fez com que os preços do petróleo Brent, de referência para as importações europeias, subissem 3,81 dólares para 94,82 dólares por barril.</P><br />
<P>Na sessão de hoje, os mercados estarão ainda atentos à divulgação dos resultados empresariais da Tesla e da Alphabet, dona da Google, referentes ao segundo trimestre do ano. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792539]]></sapo:autor>
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		<title>Português nomeado para reforçar a ponte empresarial entre Portugal e a Arábia Saudita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:56:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O português Noel Gomes foi nomeado Assessor do Presidente do Conselho Empresarial Arábia Saudita-Portugal (SPBC), órgão integrado na Federação das Câmaras de Comércio da Arábia Saudita (Federation of Saudi Chambers).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O português Noel Gomes foi nomeado Assessor do Presidente do Conselho Empresarial Arábia Saudita-Portugal (SPBC), órgão integrado na Federação das Câmaras de Comércio da Arábia Saudita (Federation of Saudi Chambers).</p>
<p>A nova função terá como objetivo contribuir para o reforço das relações empresariais e de investimento entre os dois países.</p>
<p>Noel Gomes passa a integrar a equipa de assessores do presidente do SPBC, Alwalid Albaltan, juntamente com Ahmed Aleidan. Entre as suas responsabilidades estará o apoio ao desenvolvimento da estratégia do Conselho e ao fortalecimento das relações institucionais, comerciais e de investimento entre Portugal e a Arábia Saudita.</p>
<p>Com experiência no desenvolvimento de negócios internacionais e conhecimento dos mercados português e saudita, Noel Gomes terá também como missão apoiar a identificação de novas oportunidades de investimento, promover relações entre empresas e instituições e contribuir para a criação de novas parcerias entre os dois países.</p>
<p>A nomeação surge num contexto de crescente dinamismo da cooperação bilateral e pretende reforçar a capacidade do SPBC para responder ao interesse das comunidades empresariais de Portugal e da Arábia Saudita em aprofundar os laços económicos.</p>
<p>“Esta nomeação reflete o esforço contínuo da organização em fortalecer a sua estrutura institucional e responder ao crescente interesse das comunidades empresariais de Portugal e da Arábia Saudita em aprofundar a cooperação económica”, afirma Alwalid Albaltan, presidente do SPBC.</p>
<p>Por sua vez, Noel Gomes considera que “Portugal e a Arábia Saudita têm vindo a construir uma relação cada vez mais sólida e ambiciosa”. “É um privilégio poder contribuir para reforçar esta ponte de confiança, investimento e colaboração entre os dois países”, acrescenta.</p>
<p>O Conselho Empresarial Arábia Saudita-Portugal funciona como uma plataforma de cooperação empresarial entre os dois mercados, promovendo o comércio bilateral, o investimento e o desenvolvimento de parcerias estratégicas em diferentes setores de atividade. Atualmente, o organismo integra mais de 70 empresas sauditas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792574]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Agência da UE desaconselha companhias aéreas a sobrevoarem a Jordânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Europeia para a Segurança da Aviação]]></category>
		<category><![CDATA[EASA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jordânia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) desaconselhou hoje as companhias aéreas a sobrevoarem a Jordânia, país alvo de ataques do Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) desaconselhou hoje as companhias aéreas a sobrevoarem a Jordânia, país alvo de ataques do Irão.</P><br />
<P>&#8220;Os ataques iranianos recorrentes com mísseis e, em menor medida, com drones contra alvos situados na Jordânia, bem como a ativação de sistemas de defesa aérea, suscitam um risco acrescido&#8221;, indicou a EASA numa nota dirigida às companhias aéreas.</P><br />
<P>O exército da Jordânia anunciou hoje ter sofrido dois ataques iranianos e intercetado seis mísseis e quatro drones.</P><br />
<P>Teerão, em retaliação aos bombardeamentos norte-americanos, atacou a Jordânia, entre outros aliados de Washington.</P><br />
<P>Assim, a União Europeia (UE) desaconselha o espaço aéreo do Bahrein, do Kuwait, dos Emirados Árabes Unidos e do Qatar, bem como o Golfo de Omã.</P><br />
<P>O Irão, o Iraque e o Líbano devem também ser evitados.</P><br />
<P>Apesar disso, esta recomendação deverá alterar pouco os planos de voo das companhias aéreas europeias, que geralmente consideram mais seguro passar pelo Egito e pela Arábia Saudita nos voos entre a Europa e a Ásia.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792545]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Facebook regista falha generalizada e afeta utilizadores na Europa, Reino Unido e Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:37:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[OO Facebook registou esta quarta-feira uma falha de funcionamento que afetou utilizadores em vários países, incluindo o Reino Unido, diversos Estados europeus e os Estados Unidos. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Facebook registou esta quarta-feira uma falha de funcionamento que afetou utilizadores em vários países Europeus, incluindo Portugal e Espanha, mas também no Reino Unido e os Estados Unidos. A interrupção provocou dificuldades de acesso à rede social, levando muitos utilizadores a serem automaticamente desligados das suas contas, tanto na versão para computador como na aplicação móvel. Os problemas estenderam-se ainda ao Facebook Messenger e ao Instagram, plataformas igualmente pertencentes ao grupo Meta.</p>
<p>Os primeiros relatos começaram a surgir por volta das 14h35, segundo os dados do portal Down Detector, especializado na monitorização de falhas em serviços digitais. O número de queixas aumentou de forma significativa após as 15h00, indicando uma interrupção de grande dimensão que afetou milhares de utilizadores em simultâneo.</p>
<p>De acordo com os dados disponíveis no Down Detector no momento da publicação da informação original, cerca de 48% das queixas estavam relacionadas com problemas na aplicação móvel do Facebook. Outros 21% diziam respeito a dificuldades no início de sessão, enquanto 20% estavam associados ao funcionamento da versão web da plataforma.</p>
<p>A interrupção não se limitou ao Facebook. Também foram registados problemas no Facebook Messenger e no Instagram, sugerindo uma falha com impacto em vários serviços da Meta, empresa que detém algumas das maiores plataformas de redes sociais e comunicação do mundo.</p>
<p>Além do Facebook, o grupo Meta é responsável por aplicações como o Facebook Messenger, Instagram, WhatsApp e Threads, utilizadas diariamente por milhares de milhões de pessoas em todo o mundo.</p>
<p>Até ao momento referido na informação original, a Meta ainda não tinha divulgado qualquer explicação pública sobre a origem da falha nem indicado um prazo para a normalização completa dos serviços. Entretanto, os utilizadores continuavam a reportar dificuldades de acesso e funcionamento das plataformas afetadas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792547]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EDP cria novos programas de formação para responder à procura de talento nas energias renováveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:32:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[EDP]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[RENOVÁVEIS]]></category>
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					<description><![CDATA[A EDP abriu as candidaturas para a primeira edição do Energy Professionals Solar, dedicado à formação em energia solar, e para a segunda edição do Energy Professionals Wind, focada na energia eólica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP abriu as candidaturas para a primeira edição do Energy Professionals Solar, dedicado à formação em energia solar, e para a segunda edição do Energy Professionals Wind, focada na energia eólica.</p>
<p>As iniciativas procuram qualificar profissionais para o setor das energias renováveis e criar oportunidades de emprego nas comunidades onde a empresa desenvolve projetos.</p>
<p>Integrados no programa Skills – Energy Professional, os dois programas destinam-se a residentes de vários municípios portugueses e têm candidaturas abertas até 12 de setembro. Podem candidatar-se pessoas entre os 18 e os 45 anos, com a escolaridade obrigatória concluída e disponibilidade para deslocações. As formações começam a 21 de setembro e deverão terminar até ao final do ano.</p>
<p>O Energy Professionals Wind é dirigido a residentes nos municípios de Alenquer, Torres Vedras e Peniche. Já o Energy Professionals Solar destina-se a residentes em Portalegre, Mação, Vila Velha de Ródão, Proença-a-Nova e Nisa.</p>
<p>A principal novidade desta edição é a estreia do Energy Professionals Solar em Portugal. O programa pretende formar técnicos de operação e manutenção de centrais solares, combinando formação teórica e prática no Centro de Formação para a Transição Energética, em Portalegre.</p>
<p>Em paralelo, a EDP avança com a segunda edição do Energy Professionals Wind no país. A formação é assegurada pela Cedros e certificada pela Global Wind Organisation (GWO), incluindo sessões online e presenciais, uma componente prática em Setúbal, visitas técnicas e uma certificação reconhecida internacionalmente para os participantes que concluam o curso com sucesso.</p>
<p>A continuidade do programa eólico surge depois dos resultados da primeira edição, realizada nos concelhos de Montalegre e Boticas. Um mês após o final da formação, cerca de metade dos participantes já estava integrada profissionalmente, segundo a EDP, evidenciando o potencial da iniciativa na criação de emprego qualificado e no desenvolvimento das comunidades locais.</p>
<p>O Energy Professionals é desenvolvido em colaboração com parceiros como a APREN, Vestas, CME, Cedros e o Centro de Formação para a Transição Energética, estando integrado no programa global de investimento social da EDP, Y.E.S. – You Empower Society.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Dubai oferece benefícios de 700 euros a residentes que convidem familiares e amigos a visitar o emirado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:22:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo do Dubai lançou uma nova campanha para impulsionar o turismo durante a época baixa, oferecendo benefícios superiores a 3.000 dirhams dos Emirados Árabes Unidos (cerca de 700 euros) aos residentes que convidem familiares ou amigos a visitar o emirado entre 20 de julho e 31 de outubro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo do Dubai lançou uma nova campanha para impulsionar o turismo durante a época baixa, oferecendo benefícios superiores a 3.000 dirhams dos Emirados Árabes Unidos (cerca de 700 euros) aos residentes que convidem familiares ou amigos a visitar o emirado entre 20 de julho e 31 de outubro. A iniciativa pretende aumentar o número de visitantes num período tradicionalmente marcado por menor procura devido às elevadas temperaturas de verão e surge numa altura em que o setor turístico continua a recuperar dos efeitos da guerra entre os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>Denominado &#8220;A Dubai Invite&#8221;, o programa convida os residentes a assumirem o papel de embaixadores da cidade. Para participar, basta indicar, através do portal Visit Dubai, os familiares ou amigos que pretendem convidar. Em troca, os residentes passam a ter acesso a um conjunto de ofertas e descontos avaliados em mais de 3.000 dirhams, que incluem estadias em hotéis, refeições em restaurantes, entradas em atrações turísticas e outras experiências.</p>
<p>Entre os incentivos disponibilizados encontram-se descontos de até 45% em estadias no Meliá Desert Palm, entradas gratuitas em parques temáticos como o Aquaventure e o IMG Worlds of Adventure, bem como campanhas &#8220;dois pelo preço de um&#8221; em restaurantes como ULA, Asia Asia e The 305. Na prática, os residentes podem usufruir destas vantagens juntamente com os visitantes convidados, reduzindo significativamente os custos das atividades durante a estadia.</p>
<p>Num comunicado divulgado na rede social X, o Departamento de Economia e Turismo do Dubai explicou os objetivos da iniciativa. &#8220;O Departamento de Economia e Turismo do Dubai lança &#8216;A Dubai Invite&#8217;, convidando os residentes a tornarem-se embaixadores da cidade ao receberem os seus familiares e amigos no Dubai.&#8221;</p>
<p>Com cerca de 19,5 milhões de turistas por ano, o Dubai consolidou-se como um dos principais destinos turísticos do Médio Oriente, sendo durante décadas associado ao turismo de luxo, às compras, aos grandes eventos internacionais e à hotelaria de elevado padrão. No entanto, os meses de verão representam tradicionalmente a época de menor afluência, uma vez que as temperaturas podem atingir os 50 graus Celsius nos Emirados Árabes Unidos, um país maioritariamente desértico.</p>
<p><strong>Guerra com o Irão continua a afetar o turismo</strong><br />
Apesar de os Emirados Árabes Unidos não terem sido diretamente palco dos combates da mais recente escalada entre Washington e Teerão, o conflito teve um forte impacto na perceção de segurança da região. A guerra, iniciada em fevereiro, abalou a imagem do Golfo como destino estável para turistas e investidores.</p>
<p>Segundo a informação disponível, os Emirados foram atingidos por mísseis e drones iranianos durante o conflito, tendo alguns ataques atingido hotéis, incluindo unidades localizadas na ilha artificial Palm Jumeirah, bem como o emblemático hotel Burj Al Arab. A situação levou muitos turistas a cancelarem ou interromperem as suas férias durante a época alta de inverno.</p>
<p>Desde a entrada em vigor de um cessar-fogo considerado frágil, a 8 de abril, o número de visitantes internacionais começou lentamente a recuperar. Ainda assim, profissionais do setor, citados pela agência AFP, indicam que muitos hotéis continuam atualmente a depender sobretudo de clientes locais para manter níveis de ocupação satisfatórios.</p>
<p><strong>Governo reforçou apoios às empresas</strong><br />
Perante as dificuldades enfrentadas pelas empresas do setor turístico e pelos restantes negócios afetados pela guerra e pelo bloqueio iraniano ao Estreito de Ormuz, o Governo do Dubai aprovou, em maio, um pacote de apoio económico superior a 400 milhões de dólares (cerca de 350 milhões de euros).</p>
<p>O programa incluiu várias medidas destinadas a aliviar os encargos das empresas, entre as quais isenções de taxas municipais aplicáveis a hotéis e restaurantes, redução das coimas relacionadas com infrações aduaneiras e diminuição das taxas associadas às licenças de aviação civil.</p>
<p>Este pacote veio reforçar um primeiro conjunto de apoios anunciado no final de março, então avaliado em mais de 270 milhões de dólares (cerca de 236 milhões de euros), destinado tanto às empresas como às famílias afetadas pelas consequências económicas do conflito.</p>
<p><strong>Companhias aéreas também lançaram incentivos</strong><br />
A recuperação do turismo motivou igualmente a resposta das principais companhias aéreas dos Emirados. No mês passado, transportadoras sediadas no Dubai e em Abu Dhabi lançaram novos programas de seguros de viagem para incentivar os turistas a regressarem ao país.</p>
<p>No caso da Emirates, os passageiros podem acrescentar ao bilhete uma cobertura de seguro de viagem abrangente mediante um custo adicional, incluindo proteção que, segundo a companhia, não é afetada pelas recomendações emitidas pelos ministérios dos Negócios Estrangeiros de diferentes países.</p>
<p>Embora o Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico não mantenha atualmente qualquer alerta específico para viagens aos Emirados Árabes Unidos, outros países continuam a aconselhar prudência. A Austrália, por exemplo, elevou recentemente o nível de aviso aos seus cidadãos, recomendando que reconsiderem a necessidade de viajar para o país.</p>
<p>Com a campanha &#8220;A Dubai Invite&#8221;, o emirado procura agora estimular a procura durante os meses mais quentes do ano, recorrendo aos próprios residentes para atrair novos visitantes e apoiar a recuperação de um setor que continua a sentir os efeitos económicos e reputacionais provocados pelo conflito regional.</p>
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		<title>Apoiantes de Trump &#8216;azedam&#8217; com custos da guerra no Irão. Só um terço da base MAGA defende conflito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:02:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[guerra]]></category>
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		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[O apoio dos eleitores mais fiéis de Donald Trump à continuação da guerra com o Irão está a diminuir rapidamente, numa altura em que o conflito se prolonga, os custos económicos aumentam e a aproximação das eleições intercalares intensifica a pressão política sobre a Casa Branca.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O apoio dos eleitores mais fiéis de Donald Trump à continuação da guerra com o Irão está a diminuir rapidamente, numa altura em que o conflito se prolonga, os custos económicos aumentam e a aproximação das eleições intercalares intensifica a pressão política sobre a Casa Branca. Uma nova sondagem da POLITICO, realizada em parceria com a empresa independente Public First, mostra que a paciência do eleitorado republicano começa a esgotar-se, aproximando-se da posição maioritária dos norte-americanos, que há muito manifestam oposição ao envolvimento militar dos Estados Unidos.</p>
<p>Os dados revelam uma alteração significativa em apenas dois meses. Em maio, cerca de 50% dos eleitores que se identificam com o movimento MAGA consideravam que a guerra justificava os custos económicos. Agora, essa percentagem caiu para pouco mais de um terço, registando uma descida de 13 pontos percentuais. Em simultâneo, 37% dos apoiantes de Trump defendem que os Estados Unidos só devem continuar envolvidos no conflito caso isso não implique um agravamento dos custos económicos, acima dos 29% registados em maio. Além disso, quase um em cada cinco eleitores MAGA considera que Washington deve abandonar a guerra independentemente das consequências financeiras.</p>
<p>Segundo a análise da POLITICO, esta erosão do apoio entre os eleitores mais leais do Presidente representa um dos sinais mais claros de desgaste político provocado pelo conflito, numa altura em que a economia e o custo de vida continuam a dominar as preocupações do eleitorado norte-americano antes das eleições intercalares.</p>
<p>Apesar desta tendência, Donald Trump não dá sinais de pretender reduzir a intensidade da campanha militar. Após duas semanas de ataques norte-americanos contra alvos iranianos, o Presidente afirmou na terça-feira que responsáveis iranianos &#8220;querem desesperadamente reunir-se&#8221;, mas garantiu que Washington &#8220;não tem qualquer interesse sequer em conversar&#8221; enquanto Teerão não estiver preparado para negociações consideradas significativas.</p>
<p>Nos bastidores da administração, porém, o ambiente é descrito como bastante diferente. Uma fonte próxima da Casa Branca, citada pela POLITICO sob anonimato, afirmou que existe um elevado nível de frustração entre os principais responsáveis da administração. Segundo essa fonte, Trump terá percebido que alcançar a vitória militar que pretende exigiria uma escalada que considera politicamente impossível.</p>
<p>&#8220;A Casa Branca está num nível máximo de frustração neste momento e foi-me dito por pessoas muito próximas que o Presidente percebe agora plenamente que a única forma de alcançar a vitória que pretende é politicamente impossível. O povo americano simplesmente não apoiará a escalada necessária nesta fase.&#8221;</p>
<p>A mesma fonte acrescentou que o conflito já provocou mais baixas militares norte-americanas e colocou a administração perante &#8220;uma situação politicamente impossível&#8221;.</p>
<p>A deterioração do apoio coincide com uma nova fase das hostilidades entre Washington e Teerão. Depois de Trump ter declarado, no início do mês, que um acordo de paz provisório estava terminado, os dois países retomaram ataques recíprocos. Durante o último fim de semana morreram dois militares norte-americanos na Jordânia, enquanto o preço da gasolina ultrapassou os quatro dólares por galão em várias zonas dos Estados Unidos, tornando os efeitos económicos da guerra cada vez mais visíveis para os consumidores.</p>
<p>Este cenário alterou profundamente a estratégia política da Casa Branca. Em vez de centrar o discurso nas medidas económicas da administração — como os cortes fiscais, os programas de poupança para recém-nascidos e a redução dos preços dos medicamentos — Trump tem sido obrigado a justificar repetidamente os custos da guerra e a defender que o impacto económico é um preço necessário para impedir o avanço do programa nuclear iraniano.</p>
<p>Os responsáveis da administração sustentam, contudo, que o aumento dos preços será temporário. A expectativa da Casa Branca é que os combustíveis regressem aos níveis anteriores assim que a guerra termine ou quando as capacidades militares do Irão forem suficientemente degradadas para impedir perturbações na circulação de petróleo através do Estreito de Ormuz.</p>
<p>A porta-voz da Casa Branca, Olivia Wales, rejeitou que as decisões de segurança nacional sejam condicionadas pelos resultados das sondagens.</p>
<p>&#8220;O mais importante para o povo americano é ter um Comandante-em-Chefe que tome medidas firmes para garantir a sua segurança, e é exatamente isso que o Presidente Trump está a fazer.&#8221;</p>
<p>A responsável acrescentou que o Presidente &#8220;não toma decisões de segurança nacional com base em sondagens de opinião voláteis, mas sim nos melhores interesses do povo americano&#8221;.</p>
<p>Os resultados mostram ainda que os eleitores republicanos menos alinhados com o movimento MAGA manifestam uma oposição ainda mais forte ao conflito. Apenas 21% consideram que a guerra justifica o aumento dos custos económicos, enquanto 28% defendem que os Estados Unidos devem abandonar completamente o envolvimento militar, independentemente das consequências financeiras.</p>
<p>A sondagem evidencia igualmente que mesmo muitos apoiantes de Trump atribuem ao conflito o aumento dos preços dos combustíveis. Entre os eleitores MAGA, 57% responsabilizam diretamente a guerra pelo agravamento dos preços da gasolina, percentagem que sobe para 63% entre os eleitores republicanos não identificados com o movimento MAGA.</p>
<p>Entre os apoiantes mais fiéis de Trump, nenhuma outra explicação para o aumento dos preços — incluindo a procura sazonal ou restrições ambientais à produção petrolífera — ultrapassa os 25% das respostas. Já entre os eleitores que votaram na antiga vice-presidente Kamala Harris, a responsabilidade é atribuída sobretudo à gestão económica da administração Trump e às tarifas comerciais impostas pelo Presidente, apontadas por 55% e 52% dos inquiridos, respetivamente.</p>
<p>Os dados mostram também que os próprios eleitores de Trump estão divididos quanto ao impacto que um Presidente democrata teria tido sobre os preços dos combustíveis. Cerca de 34% acreditam que os preços teriam aumentado ainda mais sob uma administração democrata, enquanto 35% consideram que teriam subido exatamente o mesmo. Outros 20% entendem que os combustíveis aumentaram mais sob a presidência de Trump.</p>
<p>O crescente desgaste político preocupa estrategas republicanos envolvidos nas principais disputas eleitorais para o Congresso. Segundo a POLITICO, responsáveis ligados às campanhas para a Câmara dos Representantes e para o Senado têm alertado, nos últimos meses, para o risco de a continuação da guerra prejudicar as hipóteses do Partido Republicano manter as maiorias parlamentares.</p>
<p>Curt Mills, diretor executivo da revista American Conservative, considera que os resultados da sondagem mostram um afastamento crescente da opinião pública em relação ao conflito.</p>
<p>&#8220;Isto demonstra que, se a primeira fase da guerra já era impopular entre fevereiro e o início do verão, esta segunda ronda é ainda mais difícil de justificar. Os americanos simplesmente não percebem porque estão envolvidos nesta guerra.&#8221;</p>
<p>Embora reconheça a enorme influência de Trump dentro do Partido Republicano, Mills lembra que essa liderança também encontra limites perante a realidade política.</p>
<p>&#8220;Sim, Trump é o líder do Partido Republicano e dispõe de grande margem junto dos seus apoiantes, mas nem os reis são imunes à realidade política.&#8221;</p>
<p>Questionado sobre o eventual impacto eleitoral da guerra, Donald Trump desvalorizou as preocupações.</p>
<p>&#8220;Isso não terá qualquer impacto sobre mim. Estou apenas aqui para fazer o que está certo. Não penso nas eleições quando tomo decisões desta natureza.&#8221;</p>
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